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Ferramentas de Análise de Riscos

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ANÁLISE DE RISCOS

É um conjunto de métodos
e técnicas que aplicado a
uma atividade
identifica e avalia
qualitativa e
quantitativamente os
riscos.
ANÁLISE DE RISCOS
■ Todo projeto de análise de riscos de uma indústria
deve demandar a devida atenção à segurança dos
processos, focos de grande parte dos acidentes.
■ Nesta análise, estão incluídos três campos de
aplicação:

Controle dos Saúde segurança do


riscos ocupacional trabalhador
FERRAMENTAS DE ANÁLISE DE RISCOS
■ As técnicas de análise de risco são
de fundamental importância para o
gerenciamento de risco, no sentido
de evitar acidentes ou a repetição
deles, como também evitar perdas e
danos.
■ Existem diversas ferramentas de
análise de risco, cada uma delas
direcionada a uma aplicação
específica.
FERRAMENTAS DE ANÁLISE DE RISCOS
1. Análise Preliminar De Risco – APR

2. Análise de Árvore de Falhas – AAF

3. Árvore de Causas – ADC


Técnicas de
Análise de risco 4. Análise de Modos de Falhas e Efeitos – FMEA

5. Estudo de Perigos e Operabilidade – HAZOP

6. Técnica de Incidentes Críticos – TIC

7. Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)


FERRAMENTAS DE ANÁLISE DE RISCOS
■ Algumas dessas ferramentas analisam
os riscos de forma geral, e permitem
avaliá-los de forma ampla, observando
diversos aspectos ao mesmo tempo, e
funcionando por meio de um processo
de priorização.
■ Outras são ferramentas de análise
específica, são utilizadas de forma
mais pontual, tomando como ponto de
partida um evento perigoso
indesejado mais crítico.
Análise Preliminar De Risco – APR
■ Consiste em identificar eventos
perigosos, causas e consequências
e estabelecer medidas de controle.
■ É um estudo antecipado e detalhado
de todas as fases do trabalho a fim de
detectar os possíveis problemas que
poderão acontecer durante a
execução.
■ É um estudo realizado durante a fase
de concepção ou desenvolvimento
prematuro de um novo sistema.
Análise Preliminar De Risco – APR
■ As principais vantagens no uso desta
técnica são:
– Identificação de riscos potenciais num
espaço de tempo relativamente curto.
– Auxilia o desenvolvimento da equipe e
das diretrizes do trabalho através do
funcionamento do processo.
– Facilita o estudo da análise de riscos.
– Apresentação sistemática e avaliação
qualitativa.
Exemplo:
Exemplo:
Análise de Árvore de Falhas – AAF
■ Consiste na construção de um
processo lógico dedutivo que, partindo
de um evento indesejado pré-definido
(hipótese acidental), busca as suas
possíveis causas.
■ O processo segue investigando as
sucessivas falhas dos componentes
até atingir as chamadas falhas
(causas) básicas, que não podem ser
desenvolvidas, e para as quais existem
dados quantitativos disponíveis.
Análise de Árvore de Falhas – AAF
■ O evento indesejado é comumente
chamado de “Evento-Topo”
■ Focaliza em um acidente
particular por vez e fornece um
método para determinar as
causas deste acidente, é um
modelo gráfico que dispõe várias
combinações de falhas de
equipamentos e erros humanos
que possam resultar em um
acidente.
PRINCIPAIS SÍMBOLOS DOS EVENTOS NA AAF
PRINCIPAIS SÍMBOLOS DOS EVENTOS NA AAF
EXEMPLO EVENTOS NA AAF
Situação 1: Um eletricista está efetuando
reparos numa rede elétrica quando leva um
choque. Após uma rápida análise do acidente,
verificou-se que o serviço deveria ser
executado com a instalação desenergizada e,
adicionalmente, o trabalhador não utilizava os
EPIs necessários (luvas isolantes). Logo,
conclui-se que o acidente ocorreu porque duas
falhas simultâneas aconteceram:
– Instalação energizada E falta de
equipamento de proteção.
EXEMPLO EVENTOS NA AAF
Situação 2: Um incêndio se inicia num
setor de uma indústria, mas o alarme
não dispara.
■ Basicamente há duas possibilidades:
– o detector de fumaça OU a sirene
do alarme não funcionou.
Análise de Árvore de Falhas – AAF
Vantagens:
■ Fornece opções para análise
quantitativa e qualitativa da
confiabilidade de sistemas;
■ Permite ao analista concentrar-se
em uma falha específica do
sistema num certo instante;
■ Fornece auxílio gráfico, pela
visibilidade ampla.
Árvore de Causas – ADC
■ É um método de análise baseado
na teoria de sistemas utilizado
para a análise de acidentes por se
tratar de um evento que pode
resultar de situações complexas e
que, quase sempre, tem várias
causas.
■ É uma ferramenta qualitativa.
■ Visa identificar fatores de acidente
do trabalho e suas inter-relações.
Árvore de Causas – ADC
■ Parte da teoria de sistemas, que concebe
um acidente como fenômeno de
uma rede de fatores, sendo complexo e
pluricausal.
■ O estudo parte de um “acidente”, não se
baseia em hipóteses, parte
especificamente de uma “Lesão” sendo
seus eventos anteriores concretos/reais.
■ Aponta todas a falhas que antecederam
ao evento final (lesão ou não).
Árvore de Causas – ADC
■ Cada acidente é
descrito por um
encadeamento de
variações
classificadas em:
– I, T, M ou MT,
denominados
simplesmente
rubricas.
I I
Análise de Modos de Falhas e Efeitos – FMEA
■ A análise FMEA (Failure Modes, Effects Analysis) tem como
objetivo identificar potenciais modos de falha de um produto ou
processo de forma a avaliar o risco associado a estes modos de
falhas.
■ Para que sejam classificados em termos de importância e
então receber ações corretivas com o intuito de diminuir a
incidência de falhas.
Análise de Modos de Falhas e Efeitos – FMEA
■ É um método importante que pode ser utilizado em diferentes
áreas de uma organização como:
– projetos de produtos,
– análise de processos,
– área industrial e/ou administrativa,
– manutenção de ativos e confiabilidade com o intuito de trazer
importantes benefícios para o negócio.
Análise de Modos de Falhas e Efeitos – FMEA
Estudo de Perigos e Operabilidade – HAZOP
■ HAZOP é uma ferramenta de
análise de risco que visa identificar
os perigos e problemas de
operabilidade na instalação de um
processo.
■ A HAZOP requer uma equipe
multidisciplinar de especialistas para
avaliar as causas e os efeitos de
possíveis desvios operacionais e pode
ser aplicada para modificação de
unidades de processo já em operação.
Estudo de Perigos e Operabilidade – HAZOP
■ A HAZOP gera perguntas de modo estruturado e sistemático,
através do uso apropriado de um conjunto de palavras - chave,
aplicadas a pontos críticos do sistema em estudo e permite a
avaliação das consequências ou dos efeitos dos desvios
operacionais sobre o processo.
EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO - HAZOP
Estudo de Perigos e Operabilidade – HAZOP
■ Há quatro etapas distintas na
aplicação do HAZOP:
– obtenção de dados;
– marcação de reuniões;
– planejamento de estudos;
– colocação dos dados de forma
conveniente.
FLUXOGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO
DO HAZOP
Técnica de Incidentes Críticos – TIC
■ Consiste na identificação e análise
qualitativa de perigos relacionados a
quase-acidentes, incidentes ou
acidentes de pequena gravidade.
■ A TIC é aplicada a sistemas e
instalações em fase operacional com
o objetivo de analisar eventos,
condições das instalações, atitudes
ou comportamentos e relação entre
pessoas, equipamentos e instalações.
Técnica de Incidentes Críticos – TIC
■ A técnica se baseia na entrevista
de trabalhadores de determinada
seção ou sistema para a obtenção
de relatos referentes a situações
que quase produziram acidentes
ou ainda, a manifestação de
algum fator de risco relacionado a
comportamentos ou atitudes de
outros funcionários.
Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)
■ É uma técnica de análise geral,
qualitativa.
■ É uma técnica de identificação
de perigos e análise de riscos
que se baseia em suposições
expressas através da pergunta:
– “E se...?” ou
– “O que aconteceria se...?”.
Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)
■ Esta técnica pode ser implementada para
um sistema, processo, equipamento ou
mesmo evento.
■ O foco da análise é “tudo que pode
acontecer de errado”.
■ O método What If é bastante amplo por
permitir questionamentos livres de
diversos graus de complexidade.
Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)
■ Modelo da Tabela - What If
Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)
■.
Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)
Análise de Riscos: WHAT-IF (WI)
■.
Sobre as técnicas de análise de riscos, associe corretamente o conceito
Exercício

que aparece na primeira coluna com sua definição na segunda.

I. Análise Preliminar de Risco – É uma ferramenta de análise de risco que visa identificar os
APR ( ) perigos e problemas de operabilidade (palavras-chave) na
instalação de um processo.
II. Análise de Árvore de Falhas – Consiste na construção de um processo lógico dedutivo, partindo de
( )
AAF um evento indesejado pré-definido, busca as suas possíveis causas.
III. Árvore de Causas – ADC Identifica potenciais modos de falha de um produto ou processo de
( )
forma a avaliar o risco associado.
IV. Análise de Modos de Falhas É uma técnica de análise geral, qualitativa, cuja aplicação é bastante
e Efeitos – FMEA ( ) simples e útil para uma abordagem em primeira instância na
detecção exaustiva de riscos
V. Estudo de Perigos e É uma técnica que identifica erros e condições inseguras que podem
Operabilidade – HAZOP ( ) contribuir para a ocorrência de acidentes reais ou potenciais.
VI. Técnica de Incidentes Consiste em um estudo antecipado e detalhado de todas as fases do
( )
Críticos – TIC trabalho.
VII. Análise de Riscos: WHAT-IF Ferramenta que parte da teoria de sistemas, que concebe um
( )
(WI) acidente como fenômeno de uma rede de fatores.

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