0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações12 páginas

Módulo 2

Aula 2 pós graduação - direito do trabalho
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações12 páginas

Módulo 2

Aula 2 pós graduação - direito do trabalho
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Aspecto empresarial das relações de trabalho – Indenizações

EMPREGADOR
Conceito:
Art. 2º da CLT: empresa que assume os riscos da atividade, admite, assalaria e dirige a prestação
pessoal de serviço.
- escolhe livremente, paga um salário para que empregado faça uma prestação de serviço pessoal
sobre o comenda do empregador
Assumir o riso: significa enriquecer ou empobrecer sem que isso comprometa o empregado

Caraterísticas:
- pessoa jurídica:
- assume o risco:
- admite e assalaria
- dirige a prestação do serviços gerando subordinação que submete o empregado a um controle

Empregador equiparado:
Art. 2º, §1º
- são equiparados os profissionais liberais (dentistas, médico, engenheiro), as instituições de
beneficência, associações recreativas ou instituições sem fins lucrativos.
TODA PESSOA (jurídica ou física) PODE SER CONSIDERADO EMPREGADOR DESDE QUE ADMITA,
ASSALARIE E DIREIJA ATRAVÉS DE SUBORDINAÇÃO VAI SER CONSIDERADO COMO EMPREGADOR
PARA EFEITOS DO DIREITO DO TRABALHO.

Pessoa jurídica:
1. Associações: terceiro setor que não possuem finalidade lucrativa PJ criada pela união de 2
ou mais pessoas para realização de atividades sem fins lucrativos.
2. Sociedades: setor privado/ que tem objetivo de lucro, reunião de pessoas que se reúnem
para ganhar dinheiro.
3. Fundações: terceiro setor que não possuem finalidade lucrativa, PJ criada por meio de
escritura pública no qual o instituidor destina certo patrimônio a determina finalidade sem
fins lucrativos.
4. Organizações religiosas: terceiro setor que não possuem finalidade lucrativa, país sendo
laico o Estado não pode se opor e negar registro
5. Partidos políticos: se materializam como PJ mas que existem lei especiais para regulamentar
seu funcionamento.
GRUPO ECONÔMICO
Conceito:
Conjunto de empresas ou sociedades juridicamente independentes, submetidas à unidade de
direção. Estão interligadas e sobre o mesmo comando.
Grupo de empresas
1. Vertical: de cima para baixo, em ciam está PJ majoritária na direção como isso essa empresa
exerce o controle/direção e com isso é que administra.
2. Horizontal: uma empresa do lado da outra, não tem empresa dominante e nem a mais
importante, cada empresa possui vida própria. Onde impera a coordenação, existe com
uma razão de ser
Atividade econômica: o grupo econômico não precisa ter a mesma atividade, com CNPJ’s iguais, é
preciso apenas que exerçam uma atividade que se relacionam entre si.
______________________________________________________________________________
TERCEIRIZAÇÃO

Empresa fornecedora de mão de obra (terceirizada)  onde emprega trabalhadores (relação de


emprego)
Empresa tomadora de serviços emprega os trabalhadores indicados pela terceirizada

Legislação:
Está prevista na lei nº 6.019/74 alterada pela lei 13.429/2017 e passou a envolver a terceirização

Conceito:
Art. 4º-A: terceirização é a transferência feita pela contratante da execução de qualquer de suas
atividades a prestadora de serviços.

Requisitos:
*se a empresa não estiver constituída de forma correta a pena é o reconhecimento de vínculo
direito com a tomadora de serviços.
*subordinação direita da ensejo a vínculo de trabalho direto.
1. prova de inscrição no CNPJ; ou seja tem que ser PJ
2. registro na junta comercial;
3. capital social compatível com o nº de empregador

Responsabilidade subsidiário:
Se a principal não pagar quem paga é a empresa subsidiária. SE a empresa contratante não arcar, a
empresa subsidiaria arca com os custos, tanto que na reclamação trabalhista entra em face de
ambos no polo passivo. §5º da lei 8.212/91

Requisitos do contrato de prestação de serviços terceirizados:


1. Qualificação das partes
2. Especificação do serviço prestado
3. Prazo para realização do serviço
4. Valor: que está pagando para fornecer os empregados

QUARTEIRIZAÇÃO
A terceirizada não tem empregado suficientes para me fornecer, então ela mesmo contrata mais
funcionários para fornecer. A empresa empregadora nem mesmo precisa ficar sabendo.
___________________________________________________________________________

SUCESSÃO DE EMPRESAS/EMPREGADORES

Alteração objetiva do contrato de trabalho: alterar as cláusulas e as condições do acordo ex: altera
o horário de trabalho
Alteração subjetiva do contrato de trabalho: o que se altera são as partes, onde o empregador
deixa de ser um e passa ser outro. Art. 10 e 448 da CLT
*O contrato de trabalho é um trato sucessivo, não se extingue, mas se renova com o tempo.

ART. 10 qualquer alteração na estrutura jurídica da empresa não afeta os direitos adquiridos pelos
empregados.
ART. 448 a mudança na propriedade da empresa não afeta o contrato de trabalho.

*Alteração na estrutura jurídica da empresa: quando desaparece uma empresa e nasce outra,
muitas das vezes até com CNPJ diferente

Tipo de sucessões:
- Formal: feita dentro da lei, e portando deixa rastros é mais fácil de provar pq tem documentação
1. transformação: seja jurídica ou econômica não atrapalha e nem prejudica nenhum direito
trabalhista
a) jurídica: a pessoa jurídica modifica sua forma legal: era LTDA e passou a ser SA.
b) econômica: altera seu ramo de atividade ou altera o capital social

2. incorporação: uma empresa maior incorpora uma menor substituindo-a, os empregados que
eram da empresa menor agora são apenas da empresa maior
3. Fusão: 2 empresas se juntam e nasce uma outra empresa com novo CNPJ, os empregados que
eram de ambas agora são de uma só
4. cisão: retira uma parte da empresa e essa parte passa a ser uma nova empresa

- Informal: não está documentada, a sucessão existiu, mas não existe prova documental que
aconteceu. Pode-se usar de todos os meios de prova para comprovar o que aconteceu.
*geralmente são atos fraudulentos, onde empresários querem se livrar de dívidas e encerram a PJ
e abre uma nova empresa.
Acontece sucessão informal quando uma PJ:
a) Continuar a exploração da atividade econômica. Ex: encerra uma sapataria e leva todos os
maquinários para outra empresa
b) Com identidade total ou parcial do patrimônio (o local, estoque, a marca, o nome, clientes)
ex: se sapataria fecha e abre oura sapataria no mesmo lugar pegando assim os clientes e
tudo mais

Responsabilidade do sucessor:
Para a maioria da doutrina não existe responsabilidade solidária, e sim a última empresa que é
responsável por tudo.
Massss para a legislação trabalhista quando acontece fraude na sucessão para que a primeira
empresa não arque com nada. SE é fraude, a responsabilidade é solidária.

IMPORTANTE! Para a doutrina se o sucessor adquire o comércio e o desativa por alguns meses e
depois volta a operar no ramo, descaracteriza a sucessão trabalhista.

O sucessor na execução: Pode ir atrás do sucessor somente na execução sem que ele tenha feito
parte do polo passivo da ação. Na sucessão formal e tudo bem simples, já na informal deve ser
provado para que ocorra a sucessão.
Desconsideração da personalidade jurídica:
Art. 855-A
Incidente é instaurado, a outra aparte fala vai ter que provar a fraude e tem uma decisão do juiz e:
1. Na fase de cognição, NÃO cabe recurso de imediato, por ser decisão interlocutória vai ter
que aguardar para interpor RO.
2. Na fase de execução, cabe agravo de petição independe de garantia do juízo;
3. Cabe agrado interno se proferido pelo relator
Firmado a desconsideração o sócio responde pelo crédito trabalhista do processo, juntamente
com a reclamada.

Responsabilidade do sócio retirante: responde subsidiariamente pelo período que figurou como
sócio por 2 anos após sair da empresa. Se for caracterizada a fraude respeita os 2 anos ainda, mas
a responsabilidade é solidária.
________________________________________________________________________________
ALTERAÇÕES DO CONTRTAO DE TRABALHO
Regra geral:
O direito do trabalho protege o contrato de trabalho como diz o art. 468 d CLT: só pode ter
alteração se as duas partes concordarem, e mesmo concordando não pode ter alteração que piore
a condição do empregado.
*decorre desse princípio do pacta sunt servanda

Princípio da condição mais benéfica: as cláusulas tacitamente ajustadas, quando mais benéficas ao
empregado se incorporam no contrato de trabalho e em tese não podem ser mais alteradas, neste
sentido trás o art. 444 d CLT

*na justiça od trabalho NÃO se aplica o princípio rebus sic standibus”: regra civilista que diz que se
o contrato muda radicalmente e uma das partes é prejudicada o contrato é alterado
unilateralmente para que haja um equilíbrio do contrato.

Jus variand: liberdade que tem o empregador de alterar unilateralmente algumas condições do
contrato para que melhor atenda as necessidades do negócio. Ex: mudar horário de entrada.

Transferência:
- toda trsnferência geral um dano, um certo transtorno ao empregado
Concentra-se no art. 469 da CLT tudo sobre transferência:
Regra geral: tem que ter anuência do empregador
Exceção1: não estão proibidos de mudar quem exerce cargo de confiança ou quando o contrato
tenha previsão
Exceção2: é lícita a transferência quando acontece a extinção do estabelecimento

Adicional de transferência:
- deve ser remunerada com adicional de 25% sobre o valor do salário quando a transferência for
PROVISÓRIA.
- se a transferência for DEFINITIVA não terá o adicional

Paralizações do contrato de trabalho:


1. Interrupção: empregado não trabalha, mas continua recebendo, ex: DSR
2. Suspenção: o empregado não trabalha, mas também não recebe, ex: greve
3. Suspenção atípica: quando paralisa as obrigações do empregado e do empregador, ou seja,
o empregado não é obrigado a trabalhar e nem o empregador é obrigado a pagar salário,
mas subsistem obrigações acessórias como o FGTS, ex: cumprimento de serviço militar.

Poderes do empregador: todos tem que ter limites, tem que ser feito com muito bom senso.
1. diretivo: é a subordinação jurídica, é o poder do empregador diante do risco da atividade
econômica
2. regulamentar: poder dizer o que pode ou não poder ser feito dentro da empresa, onde o
empregado tem que cumprir o regulamento da empresa
3. fiscalizatório: se cria regras, pode fiscalizar se o empregado está cumprindo as regras.
4. Disciplinar: se vê que o empregado não está cumprindo as regras, pode punir o empregado
respeitando a gradatividade (advertência  suspensão  justa causa)
Na justa causa: tem que ser falta grave, tem que ter proporcionalidade, tem que ser
imediata e tem que haver nexo causal.

Limites e vedações no poder do empregador: o empregado pode se recusar a fazer


1. Direcionamento contrário a lei;
2. Contrário aos bons costumes;
3. Extrapolem os limites do contrato;
4. Extrapolam os limites de força (60kg no máximo art. 198)
______________________________________________________________________________
ASSÉDIO MORAL
Conceito: em local de trabalho é toda e qualquer conduta abusiva (não necessariamente com
maldade ou intenção de casar mal) que gere dano a personalidade, dignidade ou integridade física
ou psíquica, por em perigo seu emprego ou degradar o ambiente de trabalho.
Dano moral x assédio moral
O assédio moral gera um dano moral. O dano moral se caracteriza por um só ato e a sua gravidade
atinge a honra subjetiva do empregado. Em um só ato já é visível o prejuízo moral.
Já o assédio moral é mais lento, é constituído de pequenos atos reiterados que configuram o
prejuízo.
*NÃO PRECISA SER FEITO POR SUPERIOR HIERÁRQUICO! A empresa é responsabilizada se tem
ciência do que acontece e não faz nada.

Requisitos para caracterização do assédio moral:


1. Atos que visam baixar a autoestima do trabalhador;
2. Conduta reiterada;

ASSÉDIO SEXUAL
Previsão no código penal no art. 216-Aa do CP: é crime o superior hierárquico atualizar deste cargo
para obter uma vantagem sexual do subordinado.
*também pode ser praticado por um colega de trabalho, chamado de assédio horizontal DESDE
QUE e empresa tenha conhecimento do acontecido.

OIT, caracteriza o assédio moral desde que seja:


a) Ser uma condição para manter o empregado
b) Influir nas promoções da carreira
c) Prejudicar o rendimento ou com o intuito de humilhar, insultar ou intimidar a vítima
*TODOS atos são passíveis de indenização se a empresa não tomar nenhuma atitude.

Requisitos:
1. Ato físico ou verbal, direito ou indireto, com objetivo de obter vantagem de natureza sexual
2. Condição de superior hierárquico: o assediador tem que ter algum tipo de poder sobre o
assediado.
3. Que a ação faça com a que vítima tenha medo de perder o emprego ou prejuízo na carreira
*é IRRELEVANTE o comportamento da vítima
*não se distingue pode identidade de gênero.

DANO EXTRAPATRIMONIAL
Previsto na CLT no art. 223-A: se o dano decorre de relação trabalhista se aplica somente a CLT.
*pode sofrer dano extrapatrimonial tanto pessoa física quando pessoa jurídica.

Materialização do dano moral


1. Pessoa física: art. 223-C da CLT
2. Pessoa jurídica: art. 223-D

Extensão: são responsáveis pelo dano TODOS que contribuíram para a ofensa, na proporção da
ação ou omissão.

*art. 223-F pode cumular dano extrapatrimonial e danos matérias decorrentes do mesmo ato
lesivo.

AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR ACIDENTE DE TRABALHO


Conceito: é o que ocorre com empregado no ambiente de trabalho ou em função dele, que
provoque lesão corporal, perturbação funcional que causa morte ou perda/redução da capacidade
para o trabalho permanente ou temporária.

Modalidades: acidente de trabalho é o gênero do qual são espécies:


1. Acidente típico: se define como um ataque inesperado (um trauma) ao corpo humano,
ocorrido durante a jornada de trabalho;
2. Doenças ocupacionais:
a) Profissional: aquela que vai acontecer cedo ou tarde pq o trabalhado está exposto a esse
tipo de doença e não tem como evitar ex: mergulhador que ao longo do tempo perde a
audição.
b) Do trabalho: NÃO pode acontecer, se acontece é pq a empresa falhou ex: LER, problema
de coluna.
Acidente de trajeto (acidente de percurso): são os acidentes ocorridos no caminho da residência
para o local de trabalho ou vice versa, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de
propriedade do empregado.
*a jurisprudência entende que o empregado deve estar no trajeto habitual entre a residência e o
trabalho

Acidente concausa: art. 21 da lei 8.213/91


é o acidente que embora não tenha sido a causa única contribuiu diretamente para o resultado. O
empregado no decorrer da vida já iria ter aquele tipo de acidente, mas o trabalho acelerou o
processo. Ex: problema congênito
- a indenização será pela metade
- quem constata que ele já iria ter de qualquer forma é o perito

Caracterizam acidentes de trabalho - Acidente sofrido no local e no horário de trabalho, em


consequência:
I. Agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho;
II. Ofensa física intencional de terceiro/companheiro de trabalho por motivo de disputa
relacionada ao trabalho;
III. Ato de imprudência, negligencia ou imperícia de terceiro/companheiro de trabalho;
IV. Ato de pessoa privada ao uso da razão ex: agressão de cliente
V. Casos fortuitos e de força maior ex: inundação da empresa
*NÃO É SÓ PQ TEVE ACIDENTE DE TRABALHO QUE TEM INDENIZAÇÃO

EMPREGADOS DOMÉSTICOS
- A partir de 2015 empregados domésticos também tem direito aos benefícios decorrente de
acidente de trabalho

AÇÃO JUDICIAL TRABALHISTA


É usada toda vez que o acidentado pretende buscar indenização em face do empregador, será
competente a justiça do trabalho e não a justiça comum. Essa é uma ação específica

Nexo causal:
É o elo do ambiente de trabalho e o que aconteceu, o acidente tem que ser dentro do ambiente,
estabelecido o nexo causal, presume-se a culpa do empregador pq tem responsabilidade objetiva
– já que o acidente não poderia existir
- a culpa do empregador pode decorrer de ação ou omissão
- a presunção de culpa é sempre relativa, ou seja, admite prova em contrário
*tem a possibilidade de ter um profissional da área auxiliando o juiz – perito

Responsabilidade objetiva: art. 927 do CPC o empregador é obrigado a pagar a indenização já que
ele assume o risco, tem o dever de cuidar do empregado
- Nesses casos não de questiona a culpa e o dolo, se é dano e nexo causal se presume a culpa do
empregador e cabe a ele fazer prova do contrário.
DANO MATERAL ACIDENTÁRIO
- Melhor forma de compreender é colocar a frente de qualquer análise o prejuízo, se houve
prejuízo há dano material, se perdeu o deixou de ganhar é dano
Geralmente por dano material de postula: despesas médicas, medicamentos, perda da capacidade
laborativa, cirurgia...

DANO MATERIAL E DANO MORAL


Dano: lesão que provoca diminuição ao patrimônio do ofendido. Podendo ser material (bens) ou
extrapatrimonial (não dói no bolso, mas tira paz)
Dano material: redução patrimonial em perdas e danos ou o que deixou de ganhar
Dano moral: aquele que atinge bens incorpóreos (imagem, dor, o nome, emoção) é a perturbação
psíquica de uma pessoa.
Espécies de dano moral
1. Dano estético: fica com cicatriz devido ao ambiente (perda de membro ou deformação)
2. Dano a intimidade: as pessoas te jugam por algo que você não queria expor
3. Dano a vida de relação: passou uma imagem ruim sobre você depois do dano
4. Dana biológico: integridade física por sequela de doença
5. Dano psíquico: aquilo que não ver, mas está na cabeça martelando o sofrimento
Não incidência do dano moral: em sua essência o que não é dano moral caem em mero
aborrecimento, o simples descumprimento de normas trabalhistas gera reparação material e não
moral, tem que ser algo mais grave.

Dano material: a figura do prejuízo é essencial, tem que comprovar os valores, gastos ou ainda a
redução da renda – lucros cessantes
Principais danos materiais:
1. Despesas médicas
2. Cirurgias
3. Medicamentos
4. Tratamento psicológico

Perda da capacidade laborativa: nesse caso ou ainda por morte doe empregado deixando filhos
menores ou dependentes, a título de indenização por danos materiais é possível postular pensão
vitalícia. Havendo condenação nesse sentido poderá ser paga mensal ou em cota única. Com base
legal para tanto temos o art. 950 do CC.
 Parcela única: o prejudicado, se preferir, pode exigir que a indenização seja arbitrada e paga
de uma vez só, é uma faculdade do prejudicado.
Constituição de capital: é o cálculo feito da parcela única para não prejudicar nem o empregado e
nem a empresa onde é aplicado juros que gere renda equivalente a poupança e ainda é levado em
consideração a idade do empregado e expectativa de vida até os 70 anos.

LIMBO JURÍDICO
Meio do caminho, mão está amparado por nenhum lado, sem pelo INSS e nem pelo empregado - o
médico do INSS da alta ao empregado e o médico do empregador não o reconhece apto para
trabalhar.
*se essa situação se perpetua sem nenhuma das partes tomar providência no final o empregador
arca com os custos.

Procedimento pelo empregador: havendo recursa do empregado em recorrer adm. ou judicial e


tendo a negativa do médico da empresa, o empregador NÃO PODE permanecer inerte. Deverá
notificar o empregador a quem tome um posicionamento e comprove no RH da empresa. Havendo
negativa deverá propor ação judicial.

Você também pode gostar