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Objecticos

Determinar o calor específico de condensação da água pelo método de calorímetro.

Resumo Teórico

Considere dois corpos A e B, a diferentes temperaturas T a e Tb, respectivamente, tais que Ta>Tb.
Ao colocá-los em contato, ocorre uma transferência de energia térmica (calor) do corpo A para o
corpo B. A transferência de calor cessa ao ser atingido o equilíbrio térmico entre os dois corpos,
ou seja, quando suas temperaturas se igualam T ’a = T’b. A quantidade de calor 𝑄 corresponde à
quantidade de energia térmica trocada pelos corpos. Assim sendo, no sistema internacional, a
unidade de quantidade de calor é o Joule (J). Por razões históricas, outra unidade é também
usada, a caloria (cal), cuja relação com o Joule é: 1 cal = 4,186 J.

Calor específico

Quando um corpo muda sua temperatura desde um valor inicial 𝑡i até uma temperatura final 𝑡b,
a quantidade de calor 𝑄 recebida (ou cedida) depende diretamente de sua massa 𝑚 e da variação
de temperatura ΔT = Tf = Ti.

(1)

sendo o coeficiente de proporcionalidade 𝑐 denominado calor específico do corpo, uma


propriedade específica do material que o constitui. Diferentes substâncias apresentam distintos
valores de calor específico, os quais também dependem da fase (sólida, líquida ou gasosa) em
que ela se encontra. Na tabela 1 são mostrados valores de calor específico para algumas
substâncias.
Tabela 1 – Calor específico de algumas substâncias e materiais

Calor latente: transições de fase

Existem outros fenômenos térmicos em que, embora ocorram trocas de calor, a temperatura
permanece constante. É o que acontece quando o estado físico da substância está mudando de
uma forma para outra: de líquido para gás, de sólido para líquido, de uma forma cristalina para
outra etc. Esses processos são as transições de fase. A energia térmica entregada (ou cedida) ao
corpo não modifica sua temperatura, porém, afeta a organização molecular. A quantidade de calor
necessária para que um corpo mude de fase, mantendo sua temperatura fixa, é proporcional à sua
massa 𝑚:

(2)

sendo a constante de proporcionalidade 𝐿, denominada calor latente, uma característica da


substância e do tipo de transição de fase. Assim, com a convenção 𝑄 > 0 quando um sistema
recebe calor, e 𝑄 < 0 quando cede, o calor latente poderá ser positivo ou negativo, dependendo
da mudança de fase ocorrer com ganho ou perda de calor pelo sistema. Na tabela 2 são
mostrados alguns valores característicos.

Tabela 2 – Calor latente de algumas transições de fase.


Medição das trocas de calor: o calorímetro

Vamos considerar um sistema termicamente isolado, em que não há troca de calor com o meio
ambiente. Se N corpos, com temperaturas diferentes, forem colocados no interior desse sistema,
haverá troca de calor entre eles de tal forma que a soma algébrica das quantidades de calor ∆𝑄i
trocadas até o estabelecimento do equilíbrio térmico, será nula.

(3)

Isso deve ocorrer porque a energia total do sistema, isolado do ambiente, deve ser constante. No
estudo das trocas de calor, os corpos ou substâncias são colocados no interior de calorímetros,
dispositivos que isolam termicamente a amostra do meio exterior. O desenho e a escolha de
materiais do calorímetro visam minimizar a condução térmica com a amostra estudada. Porém, é
inevitável que algumas partes do calorímetro participem das trocas de calor que ocorrem em seu
interior e ele mesmo mude de temperatura. Para considerar esse efeito, é definida a capacidade
térmica 𝐶 do calorímetro. Esse valor constante permite relacionar a quantidade de calor
envolvida na variação de temperatura que o calorímetro sofre:

Q = C* ΔT (4)

Para determinar a capacidade térmica de um calorímetro, vamos considerar uma quantidade de


água de massa m1, inicialmente a uma temperatura T1, em equilíbrio no interior do calorímetro.
Uma segunda quantidade de água, de massa m2, a uma temperatura T2, será colocada no interior
do calorímetro. Se o calorímetro fosse ideal, com capacidade térmica nula, a transferência de
calor entre essas quantidades de água seria descrita como:
(5)

em que TF é a temperatura final de equilíbrio do sistema e ca é o calor específico da água.


Entretanto, num calorímetro real haverá sempre troca de calor com as substâncias colocadas em
seu interior e, portanto, deveremos adicionar essa quantidade de calor trocada à equação (5).

Isolando a capacidade térmica do calorímetro na equação (6), obtemos o parâmetro desejado:

Montagem experimental

Figura 1: Montagem experimental


Resultados

Tabela 3:
# m1(g) m2(g) m3(g) ma(g) mac(g) T i (0C) T f 0 T eb (0C)
( C)

Média
Conclusão
Referências Bibliográficas

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