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Intervenção Português

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Trabalho de intervenção -

Língua Portuguesa:
1. responder às questões apresentando a
justificativa (por que a alternativa está
correta) e os distratores;
2. entregar apenas o gabarito, contendo o
nome, o número e a turma;
3. o trabalho deverá ser realizado de forma
individual.
LÍNGUA PORTUGUESA
Prazo: 16/10/2024 (quarta-feira).

Saberes do Sertão
Foco na Aprendizagem
2024

Proposta: exercitar os conhecimentos e habilidades do componente de


Língua Portuguesa através de textos que fazem referência ao Sertão
nordestino, seu povo, sua história, sua cultura, suas tradições e suas
variedades linguísticas.

Crateús – CE
2024
SIMULADO SPAECE – 3ª SÉRIE

Leia o texto a seguir.

“Fui feita com esmero, contaram os ventos, antes que eu mesma dessa verdade tomasse tento. Meu
embasamento, desde as pedras brutas quebradas pelos homens a marrão aos baldrames
ensamblados nos esteios, deu-me solidez. As madeiras de lei duras e pesadas com que me
construíram até a cumeeira têm o cerne de ferro, de veios escuros, violáceos e algumas mal podiam
ser lavradas. Todas elas foram cortadas na lua minguante para não virem a apodrecer e resis rem,
mesmo expostas ao tempo: o es pe das carnaúbas, os troncos do jucá, os da ibiraúna, a braúna, a
madeira preta dos índios fechada à umidade por ser impregnada de resinas e tanino.”
CAMPOS, Natércia. (2004) A Casa. Fortaleza: Edições UFC. (Coleção Literatura no ves bular, 2)

1. (S01) A par r do texto, por que as madeiras usadas na construção da Casa foram cortadas na “lua
minguante”?
A) Para economizar o tempo gasto na sua construção.
B) Para que se tornassem mais resistentes.
C) Para que seus custos financeiros fossem diminuídos.
D) Para que a casa não tomasse conhecimento da sua construção.
E) Porque que a quan dade de madeira fosse suficiente para construir a casa até a cumeeira.

Leia o texto.

Beijinho, beijinho (Luís Fernando Veríssimo)

Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou
que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17.
Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor sexual somado de duas adolescentes. No carro,
depois da festa, o Marinho comentou:
‒ Bonito, o discurso do Amaro.
‒ Não dou dois meses para eles se separarem ‒ disse a Nair.
‒ O quê?
‒ Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
‒ Mas eles parecem cada vez mais apaixonados ‒ protestou Marinho.
‒ Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram
a andar de mãos dadas?
‒ É mesmo…
‒ Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali nha
coisa.
‒ É mesmo…
‒ E não deu outra. Divórcio e li gioso.
‒ Você tem razão.
‒ E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável”
e descobriram que ele estava de caso com a gerente da loja dela.
‒ Você acha, então, que o Amaro tem outra?
‒ Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
‒ Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros
mo vos.
‒ Eu sei que tenho razão.
‒ Você tem sempre razão, Nair.
‒ Sempre, não sei.
‒ Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma
mulher formidável, Nair. Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no
asfalto. Aí Nair perguntou:
‒ Quem é ela, Marinho?

2. (S02) A par r do trecho “Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas?
Como namorados? Ali nha coisa.”, podemos inferir que Nair
A) acredita na sinceridade dos sen mentos de Janice e Pedrão.
B) fica feliz quando seus amigos estão enamorados.
C) não acredita nas demonstrações públicas de afetos dos seus amigos.
D) é preocupada com o bem-estar dos casais com quem convive.
E) não compreende as a tudes que acontecem ao seu redor.

20 citações coringas para rar um notão na redação do Enem


A redação do Enem representa a pedra no sapato de vários candidatos. Conhecer algumas citações ajuda a
escrever um texto mais rico e interessante. Confira a lista com 20 citações coringas.

Você lê as redações nota 1000 do Enem e fala: “vixi, de onde essa pessoa rou essas frases?” Calma
que você não está sozinho! Muita gente ainda tem dificuldade de encontrar ou escolher citações para redação
para poder usar na dissertação do exame.
Como sabemos que elas ajudam a levantar a nota, vamos te dar algumas opções de citações coringas
para vocês usá-las!
Como nunca se sabe exatamente o tema da redação, é bom estudar e guardar algumas citações
coringas pra usar de acordo com o tema proposto.
1. “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”
(Paulo Freire).
2. “Educação nunca foi despesa. Sempre foi inves mento com retorno garan do.” (William Arthur
Lewis).
3. “Frágeis usam a violência, e os fortes, as ideias.” (Augusto Cury).
4. “O homem está condenado a ser livre, pois, uma vez lançado ao mundo, ele é responsável por
tudo o que faz.” (Jean Paul Sartre).
[...]
Tem muitas outras citações legais para usar na redação do Enem, mas achamos que essas são fáceis de
memorizar e podem dar um gás no seu texto, a depender do tema de redação do Enem. Que tal aproveitá-
las?
Disponível em: h ps://descomplica.com.br/blog/citacoes-para-redacao-no-enem/. Acesso em: 24. Set. 2024.

3. (S03) No trecho “achamos que essas são fáceis de memorizar e podem dar um gás no seu texto”, o que
significa a expressão em destaque?
A) Acelerar.
B) Prejudicar.
C) Melhorar.
D) Sinte zar.
E) Aumentar.

Analise o texto a seguir e responda.

4. (S04) De acordo com esse texto, o caracol


A) Aceitou sua condição de escravizado.
B) resolveu passear pelo jardim.
C) acordou de um sonho.
D) conseguiu sua liberdade através da leitura.
E) vivia em um mundo de fantasia.

Carnaval

O carnaval nos seus folguedos tem muito de pagão, mas seu nome não desmente as origens cristãs,
associado que está à lei da abs nência da carne. Que carnaval está ligado à carne, qualquer leigo pode ouvir
ou ver na palavra. Mas, e abs nência? Vamos à história.
Por muito tempo interpretou-se a palavra como Carne, vale!, ou seja, Carne, adeus! ou Adeus, carne!
Seria a definição da festa como a despedida da carne às vésperas da quaresma, tempo em que se impunha a
abs nência da carne... Interpretação visivelmente fantasiosa, onde carne é impossível como voca vo.
Hoje, os e mologistas mais acreditados concordam em apontar a origem italiana do vocábulo.
Carnevale, de carne-vale, alteração de I: carne levare. Levare significando “deixar, pôr de lado, suspender,
suprimir.” Referência clara à abs nência quaresmal que se seguia aos festejos carnavalescos.
LUFT, Celso Pedro. O romance das palavras. São Paulo: Á ca, 1996. p. 43.

5. (S05) O assunto desse texto é a


A) origem do carnaval.
B) origem do carnaval na Itália.
C) origem do nome carnaval.
D) referência à abs nência quaresmal.
E) referência aos festejos carnavalescos.

Leia o texto e responda às questões 6 e 7.

A metamorfose (Luís Fernando Veríssimo)

Uma barata acordou um dia e viu que nha se transformado num ser humano. Começou a mexer
suas patas e viu que só nha quatro, que eram grandes e pesadas e de ar culação di cil. Não nha mais
antenas. Quis emi r um som de surpresa e sem querer deu um grunhido. As outras baratas fugiram
aterrorizadas para trás do móvel. Ela quis segui-las, mas não coube atrás do móvel. O seu segundo
pensamento foi: “Que horror… Preciso acabar com essas baratas…”

Pensar, para a ex-barata, era uma novidade. An gamente ela seguia seu ins nto. Agora precisava
raciocinar. Fez uma espécie de manto com a cor na da sala para cobrir sua nudez. Saiu pela casa e encontrou
um armário num quarto, e nele, roupa de baixo e um ves do. Olhou-se no espelho e achou-se bonita. Para
uma ex-barata. Maquiou-se. Todas as baratas são iguais, mas as mulheres precisam realçar sua personalidade.
Adotou um nome: Vandirene. Mais tarde descobriu que só um nome não bastava. A que classe pertencia?…
Tinha educação?…. Referências?… Conseguiu a muito custo um emprego como faxineira. Sua experiência de
barata lhe dava acesso a sujeiras mal suspeitadas. Era uma boa faxineira.
Di cil era ser gente… Precisava comprar comida e o dinheiro não chegava. As baratas se acasalam
num roçar de antenas, mas os seres humanos não. Conhecem-se, namoram, brigam, fazem as pazes,
resolvem se casar, hesitam. Será que o dinheiro vai dar? Conseguir casa, móveis, eletrodomés cos, roupa de
cama, mesa e banho. Vandirene casou-se, teve filhos. Lutou muito, coitada. Filas no Ins tuto Nacional de
Previdência Social. Pouco leite. O marido desempregado… Finalmente acertou na loteria. Quase quatro
milhões! Entre as baratas ter ou não ter quatro milhões não faz diferença. Mas Vandirene mudou. Empregou
o dinheiro. Mudou de bairro. Comprou casa. Passou a ves r bem, a comer bem, a cuidar onde põe o pronome.
Subiu de classe. Contratou babás e entrou na Pon cia Universidade Católica.
Vandirene acordou um dia e viu que nha se transformado em barata. Seu penúl mo pensamento
humano foi: “Meu Deus!… A casa foi dede zada há dois dias!…”. Seu úl mo pensamento humano foi para
seu dinheiro rendendo na financeira e que o safado do marido, seu herdeiro legal, o usaria. Depois desceu
pelo pé da cama e correu para trás de um móvel. Não pensava mais em nada. Era puro ins nto. Morreu cinco
minutos depois, mas foram os cinco minutos mais felizes de sua vida.
Ka a não significa nada para as baratas…

6. (S06) Em qual trecho abaixo é expressa uma opinião do narrador do texto?


A) “Todas as baratas são iguais, mas as mulheres precisam realçar sua personalidade.”
B) “Uma barata acordou um dia e viu que nha se transformado num ser humano.”
C) “Quis emi r um som de surpresa e sem querer deu um grunhido.”
D) ““Que horror… Preciso acabar com essas baratas…””
E) “Vandirene acordou um dia e viu que nha se transformado em barata.”

7. (S11) Qual é o conflito gerador da narra va?


A) O casamento de Valdirene.
B) Valdirene ganhar quase quatro milhões na loteria.
C) Uma barata transformar-se em uma mulher.
D) Valdirene querer matar as outras baratas.
E) A ex-barata escolher um nome querer arrumar um emprego.
Texto para as questões 8 e 9.

Brasil fica entre os piores em teste de cria vidade do Pisa; conheça as questões
País ficou entre os 15 úl mos dos 57 países avaliados, com dez pontos abaixo da média da OCDE; Singapura
volta a liderar o ranking

O Brasil ficou entre os 15 piores na avaliação do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes


(Pisa) sobre cria vidade divulgada nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE). A liderança, assim como linguagens, matemá ca e ciências, ficou com Singapura.
O país asiá co ficou com 41 pontos. Já o Brasil rou 23 pontos, dez abaixo da média da OCDE e no
mesmo patamar de países como Peru, Panamá e El Salvador.
O Pisa define o pensamento cria vo como "a competência para se envolver produ vamente na
geração, avaliação e melhoria de ideias que possam resultar em soluções originais e eficazes, avanços no
conhecimento e expressões impactantes da imaginação" e afirma que ele pode ser desenvolvido por meio da
prá ca e que pode ser demonstrada em contextos co dianos.
Fazem a prova alunos entre 15 anos e 3 meses e 16 anos e 2 meses na época da avaliação que
completaram pelo menos seis anos de educação formal. No teste, os estudantes veram 1 hora para
responder a 18 questões, que avaliaram quatro dimensões:
 Expressão escrita: envolve comunicar ideias e imaginação por meio da linguagem escrita;
 Expressão visual: envolve comunicar ideias e imaginação por meio de uma variedade de diferentes
mídias;
 Resolução de problemas sociais: envolve compreender diferentes perspec vas, atender às
necessidades de outras pessoas e encontrar soluções inovadoras e funcionais para as partes
envolvidas;
 Resolução de problemas cien ficos: envolve gerar novas ideias, projetar experimentos para
inves gar hipóteses e desenvolver novos métodos ou invenções para resolver problemas.
Em uma das questões, os estudantes foram apresentados a uma pintura, e o item pedia para que eles
escrevessem três tulos para a imagem. Em outra, eram apresentadas quatro imagens formando uma história
em quadrinhos e o aluno precisava criar os diálogos.
A maioria dos 12 países que superaram a média da OCDE em pensamento cria vo também superaram
a média em matemá ca, leitura e ciências. Apenas Portugal obteve um desempenho acima da média da OCDE
em pensamento cria vo (34 pontos), mas não significa vamente diferente da média das outras provas.
h ps://exame.com/brasil/brasil-lista-teste-cria vidade-pisa/

8. (S07) Qual é a informação principal do texto?


A) A faixa etária dos estudantes avaliados.
B) Os países mais bem avaliados no teste de cria vidade realizado pelo Pisa.
C) A definição de pensamento cria vo.
D) O método u lizado pelo Pisa para avaliar o pensamento cria vo de jovens estudantes.
E) A volta de Singapura ao topo do ranking de países com melhor educação.

9. (S09) A qual gênero pertente o texto acima?


A) Ar go cien fico.
B) No cia.
C) Ar go de opinião.
D) Resumo.
E) Fichamento.

Analise o texto.

10. (S10) Qual é o propósito comunica vo do texto?


A) Instruir sobre a correta maneira de higienizar as mãos.
B) Informar sobre formas de economizar água.
C) Induzir o leitor a adotar novos hábitos.
D) Defender o uso do sabão nas a vidades diárias.
E) Descrever as a tudes adotadas durante a pandemia da Covid-19.

Civilização play center

De acordo com o princípio da difusão dos sistemas técnicos, dos aparelhos e dos computadores e de
acordo também com o princípio da realidade virtual e das possibilidades de o homem ter hoje mais acesso a
ela, todas as experiências de emoção podem ser subme das a sistemas de programação. Não me ocorre
nenhuma outra analogia para descrever esta realidade que não seja a do parque de diversões. Nossa
sociedade atual transformou-se num grande complexo de play centers, e isso não só pelo princípio de que
tudo pode ser comprado, mas também pelo fato de que as emoções se tornam hoje administráveis.
Assim, tanto na sociedade em geral quanto no play center, tem-se emoções marcadas por tensão,
medo, violência, angús a, aflição, mas ao mesmo tempo, seguras, rapidamente esquecíveis, sem reflexos
traumá cos, sem desdobramentos psíquicos, que podem ser previamente adquiridas e sen das no momento
desejado.
FILHO, Ciro Marcondes. Sociedade tecnológica. São Paulo: Scipione, 1994, p. 92-93.

11. (S15) A tese defendida nesse texto é


A) a difusão dos sistemas técnicos não interfere nas emoções.
B) a sociedade contemporânea se compara a um parque de diversões.
C) a sociedade de hoje tem mais acesso à internet e às redes sociais.
D) as emoções ob das em um parque de diversões são tensas.
E) as emoções podem ser adquiridas e controladas sem traumas.

Leias o texto.

12. (S17) No trecho “Afinal... Você é um bode ou uma ironia?”, o termo em destaque expressa uma relação
lógico-discursiva de
A) explicação.
B) alternância.
C) adição.
D) oposição.
E) consequência.

13. (S20) No primeiro quadrinho, as aspas foram u lizadas para


A) destacar o sen do de amizade verdadeira.
B) marcar a fala de outra personagem.
C) diferenciar um bode de uma ironia.
D) mostrar que todos os amigos são iguais.
E) iden ficar o sen do de que nem todas os amigos são verdadeiros.

Analise o texto a seguir.

Anderson G.
4,0 Muito bom (Enviada em 18/03/17)
“Logan” criou uma expeta va gigantesca e conseguiu superar um filme de super-herói mais humano que você
verá na vida, com personagens que vão além de seu fator de cura ou garras [...]. “Logan” [...] é muito bom em
não apenas criar uma personagem do zero extremamente carismá ca como Laura, mas também em dar uma
tridimensionalidade ao Logan, pois agora ele não é mais um simples an -herói, ele também é herói, pai, filho
e humano [...]. [...] vemos a história de Logan, um mutante completamente desacreditado [...] até que uma
nova esperança surge [...]. [...] “Logan” é um filme que vale a pena, tanto para os amantes de quadrinhos
quanto para o público em geral.

14. (S21) No Texto 2, o prefixo “des-”, na palavra “desacreditado”, indica


A) duplicidade.
B) repe ção.
C) separação.
D) afastamento.
E) negação.
Leia o texto e responta às questões 15 e 16.

15. (S22) Qual é o mo vo do humor presente no texto?


A) O fato de ser uma viagem curta.
B) A vontade de levar poucas coisas à viagem.
C) A relação entre a quan dade de malas, o sen do da palavra “indispensável” e o fato de ser uma viagem
de fim de semana.
D) O fato de ser um diálogo entre duas pessoas que u lizam uma linguagem irônica e sarcás ca.
E) Pelo mo vo de ser dada mais ênfase ao número de malas do que ao texto verbal.

16. (S22) Levando em consideração o contexto, a palavra “QUERIDO!” revela


A) afeto.
B) respeito.
C) irritação.
D) dúvida.
E) indiferença.

Leia os textos.

Texto 1
Texto 2

O que se desenvolve com a leitura?

A par cipação em a vidades de leitura com demandas crescentes possibilita a ampliação do


repertório que será acessado diante de novos textos. Ler é produzir um novo sen do a cada nova leitura.
E o sen do produzido pelo leitor acerca de um texto pertence somente a ele! É nesse movimento de
produção de sen do que a prá ca da leitura tem um papel fundamental no aprendizado, na construção do
conhecimento, no desenvolvimento do pensamento crí co e da empa a.
Ao longo do processo de letramento aprendemos a ir além da decodificação. Nesse movimento,
desenvolvemos diversas competências de compreensão, capacidade de interpretação, melhora do
vocabulário e aprofundamento. Aprendemos a:
 Pesquisar informações em um texto;
 Iden ficar argumentos e levantar hipóteses;
 Estabelecer relações lógico-discursivas e de intertextualidade;
 Iden ficar o gênero textual e efeitos de sen do;
 Ter prazer esté co;
 E muito mais!
Mariana Morais. Disponível em: h ps://www.arvore.com.br/blog/qual-a-importancia-da-leitura (Trecho
adaptado).

17. (S13) Sobre a importância da leitura, os dois textos apresentam posições


A) contraditórias.
D) ambíguas.
C) divergentes.
D) complementares.
E) excludentes.

Analise o texto a seguir e responda às questões 18 e 19.

Amor pelo eufemismo

O assunto que trago é extremamente chato e apenas eu e mais três pessoas gostarão. Abro o ano
com um texto que falará sobre uma figura de linguagem. [...]
Feita a introdução, mergulhemos nesse maravilhoso universo linguís co do “Eufemismo”. Para quem
não lembra: eufemismo é aquela figura de linguagem na qual se subs tui o que será falado por algo mais
su l, seja pela gravidade da coisa ou pela forma grosseira desta. Não entendeu? Normal, eu também não
entendia. Como todos nossos professores disseram: “A melhor maneira de entender estas figuras é com
exemplos”. Se nossos mestres disseram, então vamos ilustrar um caso:
– E aí cara? A amiga da sua namorada que você tá arrumando pra mim é bonita?
– Ah cara... até é.
– Ihhh rapaz, como assim até é?
– Ela é simpá ca, gente boa, conversadora... você vai gostar dela.
– É bonita?
– É boni nha...
Tulio Kovacs (Texto adaptado).
18. (S21) Na úl ma fala do texto, o uso do diminu vo sugere
A) tamanho.
B) afe vidade.
C) carinho.
D) suavização.
E) ênfase.

19. (S17) No trecho “Como todos nossos professores disseram”, a palavra destacada expressa uma relação de
A) conformidade.
B) comparação.
C) causalidade.
D) consequência.
E) tempo.

Leia o poema abaixo.

Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramá ca
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
Oswald de Andrade

20. (S23) Como base no sen do geral do texto, o verso “Me dá um cigarro.” é um exemplo de linguagem
A) formal.
B) poé ca.
C) cien fica.
D) conota va.
E) popular.

Leia um trecho do famoso poema Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto.

O RETIRANTE TEM MEDO DE SE EXTRAVIAR POR SEU GUIA, O RIO APIBARIBE,

— Antes de sair de casa


aprendi a ladainha
das vilas que vou passar
na minha longa descida.
Sei que há muitas vilas grandes,
cidades que elas são ditas;
sei que há simples arruados,
sei que há vilas pequeninas,
todas formando um rosário
cujas contas fossem vilas,
de que a estrada fosse a linha.
Devo rezar tal rosário
até o mar onde termina,
saltando de conta em conta,
passando de vila em vila.
Vejo agora: não é fácil
seguir essa ladainha;
entre uma conta e outra conta,
entre uma e outra ave-maria,
há certas paragens brancas,
de planta e bicho vazias,
vazias até de donos,
e onde o pé se descaminha.
Não desejo emaranhar
o fio de minha linha
nem que se enrede no pêlo
hirsuto desta caa nga.

21. (S14) O termo sublinhado em “cujas contas fossem vilas” se refere a qual elemento do texto?
A) Vilas pequeninas.
B) Simples arruados.
C) Ladainha.
D) Rosário.
E) Cidades.

Texto para a questão 22.

O INCRÍVEL RAIO REDUTOR

Miro Mirim era um cien sta muito preocupado com o problema da superpopulação do mundo. Ele
achava que o planeta estava ficando pequeno para tanta gente. Um dia, não haveria mais espaço para todos.
“A solução é reduzir o tamanho das pessoas”, ele calculou. “Minipessoas ocuparão menos espaço.”
Daí, ele inventou um incrível raio redutor, capaz de encolher gente ao máximo, quer dizer, ao mínimo.
Tarde da noite, o Dr. Mirim resolveu testar o invento em si mesmo. Ligou a máquina e ficou na frente
do raio de energia – ziiing! Funcionou!
Mirim ficou menor do que um filhote de pulga. Tão minúsculo que agora não podia mais manejar o
controle do raio redutor para voltar ao seu tamanho normal.
Para piorar a situação, o minirraio ligado a noite toda acabou provocando um incêndio no laboratório.
Para salvar sua minúscula vidinha, o microcien sta pulou na garupa de seu cachorrão Brutus e caiu fora!
De lá para cá, ninguém teve mais no cias do Dr. Miro Mirim. [...]
GUEDES, Luiz Roberto. Ciência Hoje das crianças, Out. 2009, p.15. Disponível em:
h ps://cienciahoje.periodicos.capes.gov.br/storage/acervo/chc/chc_206.pdf. Acesso em: 24. Set. 2024.

22. (D11_SAEB) Em qual trecho abaixo há uma relação de causa e consequência?


A) “Ele achava que o planeta estava ficando pequeno para tanta gente.”
B) “Mirim ficou menor do que um filhote de pulga. Tão minúsculo que agora não podia mais manejar o
controle do raio redutor”
C) “Para salvar sua minúscula vidinha, o microcien sta pulou na garupa de seu cachorrão Brutus e caiu fora!”
D) “Tarde da noite, o Dr. Mirim resolveu testar o invento em si mesmo.”
E) “De lá para cá, ninguém teve mais no cias do Dr. Miro Mirim.”

Texto para as questões 23 e 24.


A língua está viva

Na gramá ca, como muitos sabem e outros nem tanto, existe a exceção da exceção. Isso não quer
dizer que vale tudo na hora de falar ou escrever. Há normas sobre as quais não podemos passar, mas existem
também as preferências de determinado autor – regras que não são regras, apenas opções. De vez em quando
aparece alguém querendo fazer dessas escolhas uma regra. Geralmente são os que não estão bem inteirados
da língua e buscam soluções rápidas nos guias prá cos de redação. Nada contra. O problema é julgar
inques onáveis as informações que esses manuais contêm, esquecendo-se de que eles estão, na maioria dos
casos, sendo prá cos – deixando para as gramá cas a explicação dos fundamentos da língua portuguesa.
(...)
Com informação, vocabulário e o auxílio da gramá ca, você tem plenas condições de escrever um
bom texto. Mas, antes de se aventurar, considere quem vai ler o que você escreveu. A galera da faculdade, o
pessoal da empresa ou a turma da balada? As linguagens são diferentes.
Afinal, a língua está viva, renovando-se sem parar, circulando em todos os lugares, em todos os
momentos do seu dia. Estar antenado, ir no embalo, baixar um arquivo, clicar no ícone – mais que expressões
– são maneiras de se inserir num grupo, de socializar-se.
Ivana Traversim

23. (S16) A tese da dinamicidade da língua comprova-se pelo fato de que


A) as regras grama cais podem transformar-se em exceção.
B) a gramá ca permite que as regras se tornem opções.
C) a língua se manifesta em variados contextos e situações.
D) os manuais de redação são prá cos para criar ideias.
E) é possível buscar soluções prá cas na hora de escrever.

24. (D11_SAEB) Qual é o sen do expresso pela palavra que inicia o úl mo parágrafo do texto?
A) Conclusão.
B) Adição.
C) Explicação.
D) Discordância.
E) Comparação.

Textos para as questões 25 e 26.

Texto 1

Eu sou daquelas pessoas que não aguentam cenas de violência e suspense em filmes, principalmente se elas
estão dentro de uma trama cujas cores e trilha sonora colaboram para a drama cidade. Enquanto as
narra vas escritas têm o poder de me preparar para todo o po de suspense e violência, a imagem me causa
paradas cardíacas e respiratórias, às quais não faço muita questão de me submeter. Por isso, sou fã número
1 de spoilers. Depois de saber tudo o que aconteceu no episódio, inclusive as diferentes versões sobre a
insa sfação do espectador, eu vou à fonte para ter as minhas próprias impressões. Afinal, agradar a todos é
tarefa quase impossível.

Texto 2

Nós vivemos em uma época fantás ca, apesar de alguns efeitos colaterais de toda a conec vidade,
como a alta probabilidade de alguém te contar o final da sua série preferida. E não sei você, mas esse
problema dos spoilers é uma das poucas coisas no mundo que tem o poder de realmente me irritar.
E comecei a ficar assustado, percebendo que não exis ria nada que eu pudesse fazer para mudar o
fenômeno dos spoilers nas redes sociais. Eu poderia evitar o Facebook, mas eu estaria me privando da minha
liberdade. Poderia dar unfollow em todos que me desse spoilers, mas não queria viver em uma bolha. Iria
acabar bloqueando pessoas que poderiam me trazer outros conteúdos interessantes. Ou poderíamos todos
escrever um tratado é co sobre spoilers em redes sociais e obrigar todos a assinarem, sob o risco de serem
banidos.
Mas o ponto de virada foi quando as próprias páginas oficiais de séries começaram a postar spoilers.
Desde então, ninguém mais está a salvo.
Disponível em: h p://farofageek.com.br/series/lidando-com-spoilers-um-exercicio-de-evolucao-pessoal/.

25. (S12) Os textos 1 e 2 são diferentes pois


A) o texto 1 mostra a importância de spoilers para pessoas que têm ansiedade e o texto 2 complementa essa
informação mostrando outros bene cios dos spoilers.
B) o texto 1 apresenta uma posição contrária à divulgação de spoilers enquanto que o 2 apresenta uma
posição neutra sobre spoilers.
C) o texto 1 mostra que o telespectador gosta de spoilers e o texto 2 completa essa ideia mostrando que é
por isso que a divulgação de spoilers se propaga.
D) o texto 1 mostra que spoillers originam-se nas redes sociais e o texto 2 completa esse texto destacando
que ninguém está a salvo deles.
E) o texto 1 apresenta um ponto de vista de um telespectador que ama spoilers e o texto 2 apresenta a
perspec va de alguém que se sente irritado com spoilers.

26. (S23) Em ambos os textos predomina uma função da linguagem caraterizada por ter seu foca no emissor
(locutor), através da qual é possível iden ficar opiniões, emoções, sen mentos, pontos de vista. Que função
é essa?
A) Função apela va.
B) Função Fá ca.
C) Função expressiva.
D) Função referencial.
E) Função poé ca.

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