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Crises

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Crises:

Crise económica de um país:


A crise de 1929. (Estados Unidos da América)
Os Estados Unidos da América sofreram uma crise económica em 1929.
Aconteceu numa altura em que se pode dizer que a economia dos eua estava
próspera, mas apesar de todo o consumo e exportações para a Europa, os
mercados começaram a dar sinais de que iria chegar ao limite a qualquer
momento, pois dias antes as ações já tinham começado a desvalorizar, mas
quando perceberam que já não havia volta a trás foi quando se deu o crash da
bolsa de valores de Wall street, onde foram postas inúmeras ações à venda e
não houve compradores, com isso as ações das empresas desvalorizaram e
houve muitas empresas que foram à falência.

Consequências:
As empresas começaram então a produzir menos o que levou ao aumento do
desemprego;
Dado ao grande desemprego as pessoas ficam sem poder de compra;
O que gerou a descida da procura, o que levou à descida dos preços;
Tudo isto foi como uma bola de neve, porque todas estas consequências
levaram a grandes índices de pobreza.

Resolução:
A resolução que conseguiram encontrar foi com a criação do New deal, um
conjunto de medidas económicas e sociais para reverter a crise.
• O fechamento temporário dos bancos e a requisição dos estoques de
ouro para equilibrar as finanças;
• A desvalorização da moeda visando à elevação dos preços dos gêneros
agrícolas a níveis toleráveis, de modo a permitir aos fazendeiros
pagarem suas dívidas;
• A criação da Administração para o Ajuste Agrícola, com o intuito de
reduzir a produção agrícola mediante subsídios estatais;
• A realização de grandes obras públicas como estradas, hidrelétricas,
irrigação, reflorestamento, hospitais, escolas, entre outros, para absorver
a população desempregada;
• Lei de Reconstrução Industrial para reordenar preços e salários,
visando limitar a produção industrial a níveis compatíveis com o
mercado;
• leis que regulamentavam as negociações com o empresariado,
garantiam o seguro-desemprego, davam cobertura previdenciária ao
assalariado e estabeleciam a liberdade sindical, fortalecendo a posição
dos trabalhadores.

Crise financeira:
Crise no Grupo Espírito Santo em 2014
Os problemas do banco começaram a ser evidentes em 2013 até 2014 quando
são revelados vários problemas internos, como por exemplo a grande divida
que o grupo tinha, o que demonstrava uma má gestão, a descoberta de fraudes
e a falsificação de balanços. A real causa do colapso do banco foi quando o
Banco de Portugal e outras entidades resolveram investigar o BES, e terem
descoberto a má gestão que estava a ser feita e a ocultação de informações
importantes.

Consequências:
Devido à divisão que teve de se fazer, o novo banco seria muito mais pequeno,
o que iria ter consequências a nível de emprego, ou seja, ia ter menos cargos
de trabalho.
Perda do investimento em produtos mais arriscados, papel comercial, ações
preferenciais de veículos.
Empréstimos do estado, que vão ser difíceis de devolver. Perda dos
contribuintes.

Resolução:
O Banco de Portugal toma o controlo do BES e anuncia a separação da
instituição em duas: o chamado "banco mau", com o nome BES mas onde
ficam os ativos e passivos tóxicos do BES, tal como os acionistas; e o "banco
bom", a que foi dado o nome de Novo Banco, onde ficaram os ativos e
passivos considerados não problemáticos.

Crise de imagem:
United Arlines
A causa do problema foi que estavam com mais pessoas do que capacidade
dentro do avião, e precisavam que houvesse três voluntários para saírem do
vvo, claro iriam ter uma compensação em dinheiro e um reagendamento para
um próximo voo. Mas ninguém se ofereceu então sortearam aleatoriamente.
Um dos passageiros escolhidos não aceitou e recusou-se. A forma abruta de
como o passageiro foi expulso criou vários problemas para a imagem da
companhia.

Consequências:
Perca financeira;
Má reputação;

Resolução:
Três pedidos de desculpa foram feitos;
Esteve disposta a pagar indemnização aos passageiros que se sentiram
incomodados com a situação;
Aumentou o valor dado ao voluntário forçado;

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