REABILITACOES INDIRETAS II
Bruna Matsuguma Couto
Prof. Iury/ 2023
• Intra-coronários: cada vez mais estamos
usando menos, devido a dissipação das forças
Evento irreversível, pois não conseguimos devolver
coronárias
dentina e esmalte para o paciente depois de
o Onlays: envolve cúspides
desgastarmos, enfraquecendo o remanescente
o Inlays: não envolve cúspide
dental.
100% da rigidez coronal foi recuperada quando a
PREPARO PROTÉTICO: Desgaste dentário seletivo
cerâmica é usada como um substituto do esmalte.
em quantidades e áreas pré-determinadas, dentro
de uma sequência de passos pré-estabelecidos,
Quando preparar?
com a finalidade de criar espaço para uma prótese.
• Dentes extremamente desgastados
Redução anatômica do dente.
• Sempre que a destruição mesio-distal ou
vestíbulo-lingual for maior que 2/3 (coroa total)
• Viabilizar o trabalho laboratorial
• Assegurar resistência mecânica
• Retenção e estabilidade
• Estética e função
Princípios mecânicos dos preparos
protéticos*
1) Retenção
2) Resistencia e estabilidade
3) Rigidez estrutural
Princípios de preparo dentais 4) Integridade marginal
convencionais:
1) Retenção e estabilidade RETENÇÃO
2) Máxima preservação da estrutura dental sadia • Capacidade de uma prótese
3) Solidez estrutural do material restaurador apresenta de atuar contra as forças
de tração
Atuais: • Está basicamente associada ao contato entre a
1) Princípios de adesão superfície interna da restauração e superfície
2) Máxima preservação da estrutura dental sadia externa do dente preparado. RETENÇÃO
3) Solidez adesiva FRICCIONAL
• Retenção friccional e o agente cimentante tem
Tipos de preparos:* ação conjunta para garantir a retenção
• Extra-coronários mecânica da restauração
o Coroas totais: envolve as 5 faces • Depende do grau de
o Facetas: só uma face do dente inclinação das
o Overlays: substitui a parte oclusal (todas as paredes e superfície
cúspides) de contato
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➢ A área de resistência é inversamente
proporcional à conicidade do preparo
Quanto mais cônico for o preparo, menos
retenção! Lembrar do cone de sinalização
RESISTÊNCIA OU ESTABILIDADE
Capacidade de uma prótese atuar contra as forças Como resolver se já está muito desgastado?
oclusais oblíquas durante o ciclo mastigatório. Formas auxiliares de retenção:
✓ Sulcos
✓ Caixas
✓ Canaletas
✓ Pinos
• Aumento de superfície de atrito
• Diminuem o raio de rotação, promovem a
limitação de movimentos
1. Magnitude e direção da força: Forças de grande
intensidade direcionadas lateralmente podem
causar o deslocamento da prótese
2. Relação Altura /Largura do Preparo: Quanto
EIXO DE INSERÇÃO: Eixo que permite que os
maior a altura das paredes maior a área de
retentores sejam inseridos sobre os preparos
resistência dos preparos, contudo se a largura
sem interferências.
for maior que a altura aumentará o raio de
Paralelo aos contatos proximais.
rotação diminuindo a estabilidade
RIGIDEZ ESTRUTURAL
➢ A retenção é diretamente proporcional à altura
O preparo deve ser executado de tal forma que a
que determina o aumento da superfície de
restauração apresente espessura suficiente para
atrito. A diminuição da altura do preparo
que os materiais resistam as forças mastigatórias.
diminui a área de resistência à forças laterais,
aumentando a tendência da coroa “girar”
Bisel da cúspide funcional: 30% de correção de
inclinação (VIPS)
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Epitélio juncional vs término
cervical
Quando não fazemos
preparo, teremos um
sobrecontorno.
Redução oclusal
Integridade das margens: A linha de término é a
parte mais crítica do preparo, pois é o limite final
entre a restauração e o dente. Influi diretamente
na adaptação marginal da restauração.
✓ Lisa e uniforme
✓ Espessura de desgaste ideal
✓ Resistência da borda
✓ Localização
Localização do término*
➢ SUPRA-SULCULAR/ GENGIVAL
• Considerações preventivas: higienização
mais fácil
• Facilidade de trabalho
• Condições estéticas comprometidas, pois
conseguimos ver a divisão. Ideal para
posteriores
• Análise junto ao paciente
➢ AO NÍVEL GENGIVAL
• Menor resposta inflamatória
• Considerações estéticas ok
• Facilidade de trabalho e higiene ok
• Indicação para dentes posteriores
➢ INTRA-SULCULAR
O que define o preparo é o material restaurador* • 0,5mm (distancias biológicas) – alta estética
Inserção conjuntiva separa o meio externo
INTEGRIDADE MARGINAL do interno.
• Linha mínima de cimento Conjuntivo separa osso do epitélio
• SEMPRE haverá um pequeno desajuste entre a • Distância de no mínimo 3mm do término a
margem da restauração e o TÉRMINO crista óssea
CERVICAL.
• Principais falhas deve-se a presença de cáries
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No mesmo dente, podemos ter várias localizações ➢ CHANFRADO: permite espessura adequada
de términos distintos. para todos os materiais, facilita a adaptação da
peça fundida e o escoamento do cimento.
Indicado: metalocerâmicas com ligas básicas;
metaloplastica cerâmica pura.
Feito com broca esférica
Ex: Vestibular: intra
Proximais: ao nível gengival
Lingual: supra
Gengiva desce devido a trauma oclusal,
desadaptação da peça ou falha no preparo ➢ CHANFERETE: segmento de círculo menor
(aproximadamente metade do chanfro)
Tipos de término Indicado: metalocerâmicas com ligas, coroa total
➢ DEGRAU OU OMBRO ARRENDONDADO metálica, coroas ¾ e 4/5 (preparos intra-
Indicado: coroas metalocerâmicas, metal free, coronários)
dente mais escurecido
➢ DEGRAU BISELADO
Indicado: metalocerâmicas com ligas áureas (ouro) E se eu não preparar adequadamente???
= raro ✓ Infiltração marginal
✓ Fratura do Material Restaurador
✓ Estética Insatisfatória
✓ Falhas Biomecânicas
✓ Deslocamento do Restauro
✓ Agressão aos tecidos Periodontais
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Princípios biológicos dos preparos Lei de Vest
1960: elaborou uma tabela com valores de
protéticos
resistência às cargas mastigatórias. A soma dos
valores da resistência dos dentes pilares deve ser ≥
1. Proteção pulpar a soma dos valores da força dos dentes ausentes
o Preparo anatômico (pônticos)
o Brocas novas
o Irrigação abundante Dente Superior/ Inferior
Incisivo central 4/ 1
2. Proteção periodontal Incisivo lateral 3/ 2
o Cuidado para não invadir as distancias Canino 5/ 5
biológicas!! 1º Pré-molar 4/ 4
o O último passo do preparo dentário é 2º Pré-molar 4/ 4
determinar a localização término, sempre 1º Molar 6/ 6
2º Molar 6/ 6
começamos o desgaste supra-gengival
3º Molar 6/ 4
Preparo dentário causa pulpite reversível, deixando
Polígono de Roy
o dente mais sensível.
1930: o envolvimento de pilares em 2 ou mais
planos reduz o efeito da mobilidade individual de
Lei de Ante
cada dente através da estabilização da prótese. A
1926: a área de inserção periodontal das raízes dos
união destes planos forma um polígono de
dentes de suporte deve ser ≥ que a dos dentes que
estabilização e sustentação também conhecida
serão repostos pela prótese
como polígono de Roy
Média de área Superior/ Inferior
Radicular
Incisivo central 1,1/ 1
Incisivo lateral 1/ 1,1
Canino 1,5/ 1,7
1º Pré-molar 1,3/ 1,2
2º Pré-molar 1,2/ 1,3 A provisionalização é considerada a etapa mais
1º Molar 2,4/ 2,8 importante de qualquer reabilitação estético-
2º Molar 2,4/ 2,8 funcional,sendo esta etapa tida como
indispensável. Ela é um indicador seguro do
Σ dos pilares x 2 ≥ Σ de toda a PPF sucesso da prótese definitiva. Pular a etapa dos
provisórios é o primeiro passo para o abismo do
caso.
Ex: ausência do 14; pilares: 13 e 15
(1,5 + 1,2) x 2 ≥ 1,5 +1,3 + 1,2 =
5,4 ≥ 4 Coroas provisórias
"Provisória" não significa que a prótese provisória
tem a função, somente, de substituir a quantidade
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desgastada do dente preparado até a cimentação Princípios para um bom provisório
da prótese definitiva.
Boas: Proteção pulpar:
• Dirimir dúvidas que normalmente surgem Após a realização do preparo, é necessário que a
durante o tratamento como determinação da quantidade de desgaste esteja de acordo com as
forma, contorno, oclusão, dimensão vertical necessidades estéticas e mecânicas da prótese
estética planejada, para que esta possa ter a capacidade,
• Treinamento e motivação do paciente em juntamente com o agente cimentante, de auxiliar
relação a sua higiene oral. na recuperação do órgão pulpar.
• Como elemento de diagnóstico de dentes o Calor - reação de polimerização da resina.
pilares em função da qualidade e quantidade o Desadaptação da prótese provisória -
do periodonto de inserção, número e infiltração marginal
posicionamento dos retentores.
Proteção periodontal
Más: Em relação ao tecido periodontal, as próteses
• Coroas provisórias que se deslocam com provisórias têm a função primária de preservar a
facilidade e frequentemente saúde periodontal do tecido gengival saudável,
• Desajustes ou fraturas marginais que provocam auxiliar no tratamento e na recuperação do tecido
sensibilidade devido as variações térmicas gengival alterado e, finalmente na manutenção da
• Inflamação gengival e sangramento localizado saúde do periodonto tratado.
• Contatos proximais insuficientes ou
✓ Adaptação cervical
inadequados
✓ Contorno
• Formas anatômicas que deixam a desejar
✓ Ameia interproximal
• Dentes estéticos, principalmente os anteriores,
✓ Higiene oral e controle de placa bacteriana
que não preenchem essa finalidade
• Cor que não é compatível com os dentes
Tratamento periodontal
vizinhos ou antagônicos
Encaminhamos o paciente ao tratamento
periodontal quando ele já é capaz de fazer
✓ Teste Estético
higienização aceitável, seus dentes foram
✓ Teste Fonético
preparados, receberam tratamento endodôntico,
✓ Teste Musculo-esquelético
núcleos intra-radiculares, se necessário e coroas
✓ Teste Biológico
provisórias.
✓ Teste mecânico (preparo)
Sua oclusão e desoclusão são adequadas, sua
✓ Restauro de custo menor
mastigação é efetiva e sua estética é satisfatória.
✓ Releitura dos Preparos;
✓ Avaliação Periodontal;
Coroas provisórias x oclusão
✓ Fácil** Manuseio
A determinação das características oclusais da
prótese provisória ou definitiva deve preencher
alguns requisitos para se obter o que se denomina
oclusão fisiológica:
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✓ Relação maxilo-mandibular adequada Requisitos:
✓ Contatos oclusais uniformes ✓ Proteger a polpa
✓ Guia anterior ✓ Não interagir com os materiais cimentantes
✓ Dimensão vertical de oclusão definitivos
✓ Fácil remoção
Estética ✓ Ótimo tixotropia
Comprimento, largura, contorno, forma das coroas
provisórias, linha média, assimetria gengival entre Moldagem
os dentes pilares e também na área desdentada,
relação dos pônticos com o tecido gengival são
alguns pontos que devem ser analisados
cuidadosamente na fase das restaurações
provisórias.
Técnicas de confecção
Elastômeros são polímeros de ligação cruzada
Imediatas/ diretas: (alginato)
✓ Técnica da resina esculpida
✓ Moldagem com alginato/ silicone (mocap) Fatores de risco:
✓ Facetas de dente de estoque • Orientação de higiene
• Preparos
➢ Baixa resistência, devido à alta volatização • Provisórios
➢ Máxima duração de 6 meses em boca
• Técnica de moldagem
• Doenças sistêmicas
Mediatos/ Indiretos
• Medicamentos
✓ Provisórios prensados
• Biótipo gengival
✓ Provisórios fresados: melhor, porém mais caro
✓ Provisórios impressos
Elastoméricos:
✓ Silicona de adição
➢ Mais vantajoso, porque conseguimos controlar
o Maior estabilidade dimensional, podendo
a polimerização e polidez (lisura)
vários modelos serem vazados até 2
semanas depois
Cimentação provisória
o PS: Se o vazamento for imediato teremos
✓ Óxido de zinco não-eugenol*
bolhas no troquel pela liberação de
✓ Óxido de zinco com eugenol: inviabiliza a
hidrogênio (esperar no mínimo 1h)
adesão porque atrai água
o Hidrofóbico
✓ A base de hidróxido de cálcio: quelante ao
cálcio da dentina, tornando-se de muito difícil
✓ Silicona de condensação
remoção
o Alteração dimensional devido ao álcool
✓ Cimentos provisórios resinosos
(vazar gesso em até 1h)
o Hidrofóbico
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o Podemos adicionar mais catalizador para ➢ Químico (agressivos ao periodonto)
diminuir o tempo de trabalho o Cloreto de Zinco 2 a 40%
o Ácido sulfúrico diluído
✓ Polieter o Cloreto de alumínio 25% - utilizado em
o Único material hidrofílico (Impregnum) pacientes gestantes, muito idosos ou com
comorbidades sistêmicas
Afastamento gengival:
• Deslocamento reversível do tecido gengival, ➢ Químico-mecanico
expondo a região cervical do dente preparado, Fios retratores + soluções hemostáticas
e assim permitir que o material de moldagem • Epinefrina
possa ser introduzido no sulco gengival. o Vasoconstrição
• Principal causa para não evidenciar o término o Restrição – cardiopatas
do preparo é causado pela falha da técnica de o Tempo máximo de permanência: 8 min
afastamento gengival. • Cloreto de alumínio 20 a 25%
• Sempre fazer quando o término é ao nível o Tempo de permanência: 5 a 10 min
gengival ou intrasulcular • Sulfato férrico
• Sulfato de alumínio
➢ Método mecânico: o Adstringentes
o Fios de algodão o Tecidos ulcerados
✓ Introdução do fio (torcidos, o Menores limitação sistêmicas
entrelaçados ou trançados): o Resíduos
instrumento de ponta romba o Desvantagens:
(suavemente e com poca pressão) ✓ Inflamação
✓ Tempo de permanência: fabricante (5- ✓ Necrose
10 min) ✓ Recessão gengival
✓ Maior potencial de causar recessão
gengival - pressão não controlada o Grau de danos aos tecidos:
✓ Sulcos gengivais profundos e amplos. ✓ Extensão subgengival;
Nesses casos, pode-se utilizar um ✓ Agente químico empregado;
segundo fio de diâmetro semelhante ou ✓ Tempo de permanência do fio no sulco
maior sobre o primeiro. (000, 00, 0, 1, 2)
➢ Cirúrgico
o Eletrocirurgia
o Curetagem gengival
o Desvantagem:
✓ Necrose óssea
✓ Recessão gengival acentuada
Erros:
✓ Espaços vazios: polimerização muito rápida
o Casquete de moldagem (alta complexidade) dificultando escoamento; ar incorporado a
mistura
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• Alta resistência à compressão
✓ Superfície do molde rugosa ou imperfeita:
remoção prematura do molde, proporção ou Resistência Flexural: resistência máxima ao
espatulação incorreta, presença de resíduos de dobramento de um material antes que ocorra
óleo ou material orgânico sobre os dentes fratura. Importante no ato da mastigação.
✓ Porosidades irregulares: umidade ou detritos Módulo de Elasticidade: valor de deformação do
na superfície dental material sob determinada tensão. Deve ser o mais
próximo a dentina para que não ocorram fraturas
✓ Modelo de gesso rugoso: limpeza inadequada radiculares
do molde, Excesso de água na superfície do
molde, excesso de agente umectante no molde, Os materiais atuais não contêm caulim, portanto
remoção prematura do modelo, manipulação termo mais correto seria cerâmica odontológica
inadequada do gesso Porcelana: cinza
Hydrosystem: reduz a tensão superficial pré moldagem Composição estrutural:
FASE VÍTREA (propriedades típicas do vidro - liso):
Cerâmicas odontológicas
• Feudspática (convencional)
• Leucita (reforçada)
Propriedades: • Dissilicato de lítio (reforçada)
• Alta resistência à abrasão
• Módulo de elasticidade similar ao esmalte Pela superfície ser muito lisa, devemos aplicar
• Alta dureza ácido fluorídrico 10% (ataca a sílica) por 90, 40 e
• Radiopacidade 20seg respectivamente.
• Baixa condutibilidade térmica
• Contração de sinterização FASE CRISTALINA (coeficiente de expansão térmica
• Alta estética e resistência):
• Biocompatibilidade • Alumina
• Quimicamente inerte • Zirconato
• Friabilidade • Zircônia
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Tenacidade: evitar a propagação da trinca
Reatividade química
➢ Cerâmicas ácido sensíveis:
✓ Fluorídrico
✓ Fluorfosfato acidulado
✓ (FFA)
✓ Bifluoreto de amônia
✓ (NH4HF2)
✓ Ortofosfórico
✓ Sulfúrico(H2SO4)
✓ Nítrico
➢ Cerâmicas ácido resistentes
Este grupo possui em sua composição molecular
grande quantidade de núcleos cristalinos não
sendo suscetível ao condicionamento. Jateamento
com óxido de alumínio – 100 micras
Feldspática Leucita Dissilicato Dissilicato Zircônia
Monolítico CutBack
Estética +++++ +++ +++ +++++ +
Versatilidade +++++ ++ +++++ +++++ ++
Resistência + ++ +++ +++ +++++
Mecânica
Estratificação +++++ S N S N
Injeção + + +++++ +++++ N
CAD/ CAM +++ ++++ ++++ ++++ ++++
Quando indicar uma dento-gengival?
Com as perdas dentárias, o osso alveolar, assim
como os tecidos moles reabsorvem. Dependendo
da extensão desta reabsorção ponderaremos se a
prótese necessitará de reposição gengival.
As análises das perdas teciduais devem ser feitas
em todas as regiões que houve perdas dentárias
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Cimentação definitiva
Perguntas a se fazer: O que será cimentado e onde Cimentação ionomérica
(qual é o substrato)? • Quelação ao cálcio-apatia (interação com a
dentina/ cálcio)
• Metal • Libera flúor
• Quimicamente ativado
• Cerâmicas vítreas • Não indicado para a maioria das cerâmicas
o E-max (dissilicato de lítio)
o Feldspática
o Leucita Cimentação resinosa
o Híbrida • Boa adesão
• Alta dureza
• Cerâmicas reforçadas (cristalina) • Boa estética
o Zirconato • Alto custo
o Zircônia • Requer o uso de primers e sistemas adesivos
o Alumina
Usamos o silano nas cerâmicas vítreas e resina
Cimentação convencional Físico: aumenta o molhamento superficial
Cimento de fosfato de zinco: Químico: dupla ligação de metil metacrilato
• Retenção friccional (química)
• Se dissolve em água Falhas adesivas ou coesiva
• Baixo custo
• Usado para núcleo metálico (não passa luz pelo Materiais de Dente Núcleo
metal), não sendo indicado para a maioria das preenchimento
Ionômero de Esmalte Fibra de vidro
cerâmicas
vidro
modificado
Manipulação:
Resina Dentina Metal
1 colher de pó + 4 gotas de líquido (deve ser composta
aglutinado em partes para aumentar o Ph) Cerâmico
Tempo total de manipulação: 90 seg
Blindagem dentinária de superfície –
hibridização de dentina
✓ Fechamento dos túbulos dentinários expostos
✓ Proteção pulpar
✓ Favorece nova camada híbrida
✓ Sensibilidade pós-operatória
✓ Contaminação pelo cimento provisório
✓ Facilita profilaxia pré-cimentação
Se difere do óxido de zinco e eugenol pela coesão
✓ Melhor momento para isso é logo após
das moléculas (eugenol interfere na presa)
realizarmos o corte da dentina
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• Estabilidade de cor (Interface)
• Resistência mecânica bastante alta (semelhante
à de cimentos Duais)
Sempre que puder, escolha o método de ativação
física porque o tempo de trabalho pode ser maior
Panávia: único cimento ou químico ou físico ou
dual
Técnicas: Não adianta um bom cimento sem um bom
• STI fotopolimerizador!
• Resin coat: adesivo autocondicionante (diminui
sensibilidade pós-operatória) Técnica R.T.M. (resina termomodificada): técnica
de baixo custo, consiste em uma resina com menos
Após ambas as técnicas, precisamos bloquear o carga
oxigênio (KY ou vaselina + fotoativar)
Cimento resinoso dual: primeiro ocorre a ativação
química e depois a física (esperar pelo menos 5 min
para fotoativar)
Objetivo: conciliar as características favoráveis dos
cimentos autopolimerizáveis e fotopolimerizáveis.
Cimento Resinoso Auto-adesivo:
• Não requerem nenhum pré-tratamento da
superfície dentária.
• Trazem características favoráveis das diferentes
classes de cimentos em um único produto
Cimento Resinoso Fisicamente Ativados/
Fotoativados
Indicações:
Cimentação adesiva de restaurações de cerâmica
ou compósito altamente estéticas com baixa
espessura (<2,0mm) e alta transluscência
(Laminados, Facetas).
Vantagens:
• Fácil de remover o material em excesso
• Os sete tons com valores diferentes oferecem
uma grande variedade de transluscências