REPÚBLICA DE ANGOLA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/SAÚDE
GOVERNO DA PROVÍNCIA DE LUANDA
ESCOLA DE SAÚDE CASTELO
ESCA
PATOLOGIA
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
DOCENTE
________________________
LUANDA, 2024.
ESCOLA DE SAÚDE CASTELO
ESCA
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
CLASSE: 111ª
SALA: 11
TURMA: T-11
CURSO: FISIOTERAPIA
NOME COMPLETO CLASSIFICAÇÃO
ANA MONICA
ELISA BUEMBE
MARIA CARLOS
JOANA MANUEL
SILVANA JOÃO
AGRADECIMENTO
Agradecemos primeiramente a Deus, pelo dom da vida, aos nossos pais que lutam
todos os dias com muita dedicação para que o nosso sonho se concretize algum dia.
Agradecemos à Escola e aos nossos colegas que todos os dias estamos juntos para podermos
aprender, sem esquecer aos nossos professores que com muito amor e carinho nos têm
transmitido conhecimentos.
DEDICATÓRIA
Este trabalho é dedicado à todos os Fisioterapéutas, que com muito amor se didcam na
reabilitação de pacientes com AVC e não só...
Sumário
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................. 6
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ..................................................................................................... 8
2.1 Anatomia vascular cerebral .......................................................................................................... 9
2.2 Constituição da parede arterial ..................................................................................................... 9
2.3 Epidemiologia do acidente vascular cerebral ............................................................................. 10
3. SINTOMAS ..................................................................................................................................... 12
3.1 Diagnóstico ................................................................................................................................ 12
3.2 Tratamento ................................................................................................................................. 13
3.3 Métodos para conduzir o tratamento .......................................................................................... 13
3.5 causas do avc .............................................................................................................................. 14
3.5.1 Causa do AVC hemorrágico .................................................................................... 14
3.5.2 Causa do AVC isquêmico ........................................................................................ 15
3.6 Prevenção ................................................................................................................................... 16
4. CONCLUSÃO ................................................................................................................................. 17
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................................. 18
1. INTRODUÇÃO
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma condição médica crítica que ocorre
quando há uma interrupção no fluxo sanguíneo para o cérebro, resultando em danos às
células nervosas. Esse evento pode ser classificado em duas categorias principais: o
AVC isquêmico, que é causado pela obstrução de vasos sanguíneos, e o AVC
hemorrágico, que resulta do rompimento de um vaso.
Para entender o AVC é preciso conhecer 4 conceitos básicos:
Trombo: é um coágulo de sangue que se localiza dentro dos vasos sanguíneos,
aderido à parede do mesmo, obstruindo a passagem de sangue. A obstrução pode
ser parcial ou total. Quando o vaso é obstruído por um trombo, damos o nome de
trombose.
Êmbolo: é quando um trombo se solta e viaja pela corrente sanguínea até
encontrar um vaso com calibre menor do que o próprio êmbolo, ficando preso e
obstruindo a circulação do sangue. Quando um vaso é obstruído por um êmbolo,
estamos diante de uma embolia. Um exemplo comum é a embolia pulmonar.
Isquemia: é a falta de suprimento de sangue para algum tecido ou órgão. Toda
vez que a circulação de sangue não é suficiente para o funcionamento das
células, ocorre a isquemia. É um processo reversível se tratado a tempo.
Infarto: É a morte das células por uma isquemia prolongada. Ocorre, em geral,
por obstrução da artéria por um trombo ou por um êmbolo. O infarto mais
conhecido é o do miocárdio (músculo do coração), mas ele pode ocorrer em
qualquer tecido ou órgão.
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1.2 OBJECTIVOS
Gerais:
Conceituar AVC;
Abordar sobre a anatomia Vascular cerebral.
Específicos
Descrever os tipos de AVC;
Abordar sobre a epidemiologia do AVC;
Descrever métodos de tratamento.
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O AVC é um síndrome clínico de início súbito de sinais focais neurológicos,
devido a perda de função cerebral cuja duração ultrapassa as 24 horas (excepto quando
ocorre morte) (Bray, 1997; Rosas, 1999). Uma primeira manifestação clínica de doença
vascular cerebral poderá ser um acidente isquémico transitório (AIT). Este pode ser
único ou pode preceder um AVC, sendo que um terço dos indivíduos que tiveram AIT
tem um AVC (Bray, 1997; Rosas, 1999).
O AIT corresponde a uma perda repentina de uma função cerebral com duração
inferior a 24 horas causado por um défice de perfusão sanguínea, por êmbolo ou
trombo. Este défice de perfusão sanguínea pode afetar a circulação extracraniana e/ou a
circulação intracraniana (Bray, 1997; Rosas, 1999). O AVC e AIT surgem devido a
processos patológicos que afetam os vasos sanguíneos. Podem dever-se a fatores
intrínsecos ao vaso (por exemplo aterosclerose); ou ter origem num local remoto (um
embolo que provém do coração e que se aloja num vaso da circulação cerebral); podem
também dever-se a uma diminuição de perfusão ou ao aumento da viscosidade do
sangue, com diminuição do fluxo sanguíneo cerebral, que pode resultar da rotura de um
vaso sanguíneo no espaço subaracnoideu ou no parênquima cerebral. Mas, nem sempre
é fácil saber se ocorreu um processo hemorrágico ou isquémico (Sauma, 1996):
Os mecanismos responsáveis por AVC hemorrágico podem ser por rotura de
um vaso ou alterações da coagulação, hemorragias subaracnoideias, por existência de
mal-formações arterio-venosas, aneurismas, ou outras causas. A hemorragia, por rotura
vascular, carateriza-se por um início muito brusco, com um quadro drástico e sem
flutuações do défice. Acompanha-se com frequência de cefaleia, náusea e vómitos,
muitas vezes de alterações do estado de consciência e desvio conjugado dos olhos e
algumas vezes também da cabeça (para o lado da lesão, quando a hemorragia é do
hemisfério ou para o lado contrário, quando a lesão é do tronco cerebral). O AVC é
consequência de uma hemorragia em apenas cerca de 20% dos casos. A hemorragia
intraparenquimatosa (hemorragia cerebral) resulta da rotura de vasos que irrigam o
parênquima nervoso. Podem resultar de aneurisma sacular, que consoante a sua
localização pode originar hemorragia subaracnoideia (Anderson et al, 1994; Dcosta,
1992; Easton, 1998; Hankey, 2002; Thom et al, 2006).
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2.1 Anatomia vascular cerebral
O corpo humano é constituído por vários sistemas, sendo o sistema
cardiovascular constituído pelo coração, vasos sanguíneos (artérias, arteriolas, capilares,
vénulas e veias) e linfáticos. As artérias permitem a irrigação dos órgãos alvo, como
sejam o coração e o cérebro, entre outros, permitindo o aporte de sangue às restantes
partes do corpo humano (Carvalho, 1980). Em termos gerais, o cérebro precisa de
oxigénio (O2) e glicose que lhe chegam continuamente através da corrente sanguínea. É
pelos chamados troncos supra-aórticos da crossa da aorta, nomeadamente, artéria
carótida comum direita, ramo do tronco braquiocefálico, a artéria carótida comum
esquerda, ramo direito da crossa da aorta, e as artérias vertebrais direita e esquerda, que
têm origem das artérias subclávias direita e esquerda, respetivamente, que o sangue
chega ao cérebro. Os territórios arteriais do encéfalo são divididos em duas circulações:
a circulação anterior ou carotídea, dependente das artérias carótidas internas, e a
circulação posterior ou vértebro-basilar, dependente das artérias vertebrais e basilar. A
união entre os dois sistemas, na base do cérebro, através dos seus ramos que se
encontram em contínua comunicação, forma o Polígono de Willis (Filho et al, 2000;
Ludvig, 1998).
As artérias carótidas internas (ACI) esquerda e direita, irrigam os olhos e os
hemisférios cerebrais, as artérias carótidas externas (ACE) esquerda e direita, irrigam as
regiões cervical e facial. As artérias vertebrais irrigam as regiões latero-posteriores do
pescoço, sendo as estruturas da parte posterior da cavidade craniana irrigadas pelo
tronco basilar (Antunes et al, 1986; Carvalho, 1980).
2.2 Constituição da parede arterial
As paredes das artérias são constituídas pelas camadas íntima, média e
adventícia, do interior para a periferia. A camada íntima é formada por uma camada
superficial de células endoteliais sobre uma área subintimal constituída por matriz
extracelular (Pasquallucci, 1999). A camada média contém células musculares lisas
dispostas de forma concêntrica, fibras elásticas e tecido nervoso. As células musculares
lisas são responsáveis pela síntese do material extracelular (colagénio, elastina, etc.). A
elastina é um polipéptido primário com cerca de setecentos aminoácidos. A relação
entre a quantidade de elastina e o colagénio varia consoante se trate das grandes artérias
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elásticas ou das pequenas artérias musculares. A camada média tem ainda a membrana
limitante elástica externa, menos definida, estando por vezes ausente, nomeadamente
nas artérias cerebrais (Pasquallucci, 1999). Por último a camada adventícia, está por
fora da lâmina elástica externa, e é constituída por tecido conjuntivo e rede intersticial.
O colagénio tem como função constituir uma rede fibrilhar que, promove a adesão e
migração celular e facilita a adesão das células musculares lisas (CML) à matriz
(Pasquallucci, 1999). Entre a rede arterial e a rede venosa, temos a rede capilar. A rede
venosa leva ao coração o sangue que provém de todas as partes do corpo, incluindo o
cérebro (Goldberg, 1990).
2.3 Epidemiologia do acidente vascular cerebral
A epidemiologia é a ciência que estuda o processo saúde-doença em
coletividades humanas, analisando a distribuição e os fatores determinantes das
doenças, danos á saúde e eventos associados à saúde coletiva, propondo medidas
específicas de prevenção, controle ou erradicação das doenças, fornecendo indicadores
que sirvam de suporte ao planeamento, administração e avaliação das ações de saúde
(Menezes e Santos, 1999).
Em 1973 a Associação Internacional de Epidemiologia (IEA) definiu
epidemiologia como “estudo dos fatores que determinam a frequência e a distribuição
das doenças nas coletividades humanas”. A epidemiologia debruça-se sobre os
problemas de saúde em grupos de pessoas e os seus principais objetivos são (Achutti et
al, 2003; Rouquayrol, 2003):
Descrever a distribuição e magnitude dos problemas de saúde nas populações
humanas;
Proporcionar dados essenciais para o planeamento, execução e avaliação das
ações de prevenção, controle e tratamento das doenças, bem como estabelecer
prioridades; - Identificar fatores etiológicos na génese das doenças.
Numa época em que a intervenção médica tende a ser cada vez mais baseada na
evidência científica, é importante um bom conhecimento da epidemiologia clínica das
doenças vasculares cerebrais. Em particular, no que se refere ao AVC, pode ser medida
a importância destes para a sociedade e para o indivíduo de diversas formas: 1)
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determinar a taxa de mortalidade, 2) avaliar os custos hospitalares atribuíveis aos
doentes com AVC, 3) medir a prevalência, 4) determinar a incidência de AVC, e 5) o
prognóstico. A utilização de cada um destes meios depende dos objetivos para os quais
se pretende a informação (Correia, 2006).
A mortalidade e a incidência também surgem como dois indicadores importantes na
definição da gravidade do problema, necessários para o planeamento da assistência em
fase aguda, mas poucas informações nos fornecem sobre a verdadeira dimensão social
do problema. Assim, surgem questões acerca das causas da grave situação, sabendo-se
que tal não se fica apenas a dever a determinismo genético ou fatalidade e que existem
outros fatores envolvidos, nomeadamente os fatores de risco vasculares alimentados,
por hábitos de vida menos saudáveis (tabela 2) (Correia, 2004; Sousa, 2000; SPA,
2000).
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3. SINTOMAS
Os sintomas do AVC dependem da área do cérebro atingida. Quanto maior a
área, em geral, mais grave é o quadro. Infartos pequenos em áreas nobres também são
graves. Os sintomas mais comuns do AVC são:
Paralisias motoras, normalmente em apenas um lado do corpo.
Diminuição a força em um membro ou em todo um lado do corpo.
Perda de equilíbrio com incapacidade de se manter em pé e dificuldade para realizar
tarefas simples, como apertar um botão, ligar a luz ou levar um copo ou garfo a boca.
Alterações na marcha.
Dificuldades na fala e boca torta.
Alterações na musculatura da face ou desvio dos olhos.
Alterações visuais como visão dupla, cegueira parcial ou total.
Desorientação, comportamento estranho ou discurso incoerente de início súbito.
Diminuição do estado de consciência.
Crise convulsiva.
Coma.
Morte.
A diminuição da sensibilidade e/ou formigamento isolado em um dos membros, ou
apenas em parte deles, não costuma ser sinal de AVC, mas sim de lesões nos nervos
periféricos ou na coluna. Acidente vascular cerebral costuma causar paralisias e
diminuição de força.
Quadros de ansiedade e histeria podem simular um AVC, porém, na maioria
absoluta das vezes são facilmente distinguidos pelo médico pelo fato dos sintomas não
seguirem uma lógica do ponto de vista neurológico. O que para o paciente e sua família
pode ser um evento com toda cara de AVC, para o médico é claramente um quadro
histeria.
3.1 Diagnóstico
O diagnóstico do AVC é feito por meio de exames de imagem, que permitem
identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia
computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação
inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia.
Assim que o paciente chega ao hospital, entre os cuidados clínicos de
emergência estão:
Verificar os sinais vitais, como pressão arterial e temperatura.
Checar a glicemia.
Colocar a pessoa deitada, exceto se houver vômitos.
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Colocar acesso venoso no braço que não estiver paralisado.
Administrar oxigênio, caso a pessoa precise.
Determinar o horário de início dos sintomas por meio de questionário ao
paciente ou acompanhante.
3.2 Tratamento
Atuação do Fisioterapeuta no Tratamento do AVC
Indivíduos que apresentam lesões neurológicas ocasionadas pelos AVC
apresentam alterações funcionais e físicas que podem alterar de forma significativa a
qualidade de vida destas pessoas.
A reabilitação desses indivíduos se dá através de uma equipe multidisciplinar
que é capaz de avaliar e efetuar intervenções de modo coordenado e com conhecimento
a respeito da incapacidade, para proporcionar um reaprendizado das atividades
cotidianas, funções orofaríngeas, comunicação, linguagem e psiqué.
A fisioterapia é importante para trabalhar a reinserção desses pacientes no
contexto social, pois é responsável pela realização do diagnóstico fisioterapêutico e pelo
tratamento específico, trabalhando também na orientação ao paciente, cuidador e seus
familiares.
O fisioterapeuta tem um papel fundamental na reabilitação de pacientes com AVC em
todas as fases da reabilitação, contribuindo para um correto posicionamento, prevenção
de quedas, auxílio a marcha e melhora da qualidade de vida, permitindo que esses
pacientes possam realizar o máximo possível de suas atividades de vida diária dentro
das limitações trazidas pelo AVC.
3.3 Métodos para conduzir o tratamento
O melhor método de tratamento será identificado pelo fisioterapeuta após a
avaliação e mudará de acordo com cada paciente, de acordo com as limitações
que cada paciente apresentará.
Durante o tratamento fisioterapêutico no AVC alguns exercícios são
fundamentais para o processo de reabilitação. São eles:
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Alongamentos
Fortalecimento muscular
Treino de sensibilidade e propriocepção
Treino de marcha
Estimular o reaprendizado motor
3.4 Os fatores de risco modificáveis são:
Hipertensão arterial sistêmica
Diabetes
Dislipidemia
Fibrilação atrial
Tabagismo
Etilismo
Estenose de carótida
Síndrome da apneia do sono
Obesidade
Sedentarismo
3.5 causas do avc
3.5.1 Causa do AVC hemorrágico
O AVC hemorrágico tem como causa, principalmente, a pressão alta
descontrolada e a ruptura de um aneurisma. No entanto, também pode ser
provocado por outros fatores, como:
Hemofilia ou outros distúrbios coagulação do sangue;
Ferimentos na cabeça ou no pescoço;
Tratamento com radiação para câncer no pescoço ou cérebro;
Arritmias cardíacas;
Doenças das válvulas cardíacas;
Defeitos cardíacos congênitos;
Vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos), que pode ser provocada por
infecções a partir de doenças como sífilis, doença de Lyme, vasculite e
tuberculose;
Insuficiência cardíaca;
Infarto agudo do miocárdio.
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3.5.2 Causa do AVC isquêmico
O AVC isquêmico se divide em quatro subgrupos, com causas distintas:
AVC isquêmico aterotrombótico: provocado por doença que causa formação de
placas nos vasos sanguíneos maiores (aterosclerose), provocando a oclusão do
vaso sanguíneo ou formação de êmbolos.
AVC isquêmico cardioembólico: ocorre quando o êmbolo causador do derrame
parte do coração.
AVC isquêmico de outra etiologia: é mais comum em pessoas jovens e pode
estar relacionado a distúrbios de coagulação no sangue.
AVC isquêmico criptogênico: ocorre quando a causa do AVC isquêmico não foi
identificada, mesmo após investigação detalhada pela equipe médica.
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3.6 Prevenção
Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras
doenças crônicas, como câncer e diabetes. Alguns desses fatores não podem ser
modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores,
entretanto, dependem apenas da pessoa e são os principais para prevenir essas doenças.
Não fumar;
Não consumir álcool;
Não fazer uso de drogas ilícitas;
Manter alimentação saudável;
Manter o peso ideal;
Beber bastante água;
Praticar atividades físicas regularmente;
Manter a pressão sob controle;
Manter a glicose sob controle.
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4. CONCLUSÃO
A concluir podemos afirmar que o AVC é uma condição que pode resultar em
prejuízo neurológico e trazer uma série de limitações ao indivíduo. Essas limitações são
causadas por déficits motores e sensitivos causados pela lesão do SNC.
A fisioterapia é capaz de modificar esses déficits através de técnicas e métodos
específicos para reabilitar o paciente e oferecer a ele a possibilidade de manter uma boa
qualidade de vida mesmo com algumas limitações.
Existem vários recursos disponíveis e o fisioterapeuta deve realizar uma
avaliação minuciosa para traçar qual a melhor conduta e objetivo deve ser seguido
individualmente, estabelecendo metas possíveis de serem alcançadas, porém sempre
respeitando a vontade e a limitação de cada paciente.
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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
O’Donnell MJ, Xavier D, Liu L, et al. Risk Factors for ischaemic and intracerebral
haemorrhagic stroke in 22 countries (the INSTERSTROKE study): a case-control study.
Lancet 2010: 376;112-23. 2. Martins HS, Neto AS, Velasco IT, et al. Emergências
Clínicas - Abordagem Prática. 11°ed. São Paulo: MANOLE; 2016. 3. Porcello Marrone
LC, Diogo LP, Oliveira FM, et al. Risk Factors among stroke subtypes in Brazil. J
Stroke Cerebrovasc Dis. 2013 Jan; 22(1):32-5.
Doi:10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2011.05.022. Epub 2011 Nov 10.
Organização Mundial da Saúde. Manual STEPS de Acidentes Vascular Cerebrais da
OMS: enfoque passo a pas so para a vigilância de acidentes vascular cerebrais
[internet].
Jameson JL, et al., eds. Chapter 17: Stroke In: Harrison’s Principles of Internal
Medicine. 20th ed. New York, N.Y.: The McGraw-Hill Companies; 2018
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