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Teste de Sucessões em Matemática A

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KIKO Mota
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-

I
Teste 3 – Sucessões
Nome da escola ___________________________________________________________ Ano letivo ____/____
Nome _______________________________________________ N.o _____ Turma _____ Data: ____/____/____

Cotações Grupo I
Este grupo é constituído por itens de escolha múltipla.
Para cada item, seleciona a opção correta.

[10] 1. A sucessão ( un ) , de termo geral un = ( −1) + 3n , é uma sucessão


n

(A) crescente. (C) não monótona.


(B) decrescente. (D) constante.

4n − 1
[10] 2. Relativamente à sucessão ( vn ) de termo geral vn = qual das afirmações seguintes é
n
verdadeira?
(A) A sucessão não é limitada.
(B) A sucessão é limitada, 3 é um minorante e 4 é um majorante.
(C) A sucessão é limitada, 3 é um majorante e 4 é um minorante.
(D) A sucessão é limitada, 4 é um minorante e 5 é um majorante.

 a1 = −3

[10] 3. A sucessão ( an ) está assim definida:  1
 an +1 = an , n 
 2
Qual das seguintes afirmações é verdadeira?
1
(A) ( an ) é uma progressão geométrica de razão .
2
(B) ( an ) é uma progressão geométrica de razão −3 .
1
(C) ( an ) é uma progressão aritmética de razão .
2
(D) ( an ) é uma progressão aritmética de razão −3 .

[10] 4. Uma progressão aritmética de termo geral bn = −2 ( 3 − n ) tem razão


(A) −6 (B) −2 (C) 2 (D) 3

1
Cotações

2n 2 − 3
[10] 5. Qual é o valor de lim ?
−5
2 3
(A) − (B) (C) − (D) +
5 5

Grupo II
Este grupo é constituído por itens de construção. Nas respostas aos itens deste grupo,
apresenta o teu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que efetuares e todas as
justificações necessárias.

6. Considera a sucessão ( un ) definida por:

2n + 3
un =
n+2
25
[10] 6.1 Verifica se é termo da sucessão ( un ) e, em caso afirmativo, indica a respetiva ordem.
13

[10] 6.2 Estuda a monotonia de ( un ) .

[10] 6.3 Verifica se ( un ) é limitada.

[10] 6.4 Prova, por definição, que un → 2 .

 2n 2 − 5 
[10] 6.5 Calcula lim   un  .
 n +1 

1 1
7. De uma progressão geométrica ( un ) sabe-se que u1 = 28
e u10 = 10 .
3 3

[10] 7.1 Determina a razão da progressão geométrica.

[5] 7.2 Calcula u20 .

[10] 7.3 Define ( un ) por recorrência.

[10] 7.4 Escreve uma expressão do termo geral desta progressão.


330 − 3−10
[15] 7.5 Mostra que a soma dos vinte termos consecutivos de ( un ) , a partir do 10.º, é .
8

2
[15]
Cotações

8. Numa feira de agricultura, o Sr. Pedro, negociante de cavalos, pedia por um cavalo puro-sangue a
quantia de 4 000 000 euros. O Sr. João estava muito interessado em comprar o cavalo, mas
considerava o preço muito elevado.
O Sr. Pedro propôs-lhe, então, o seguinte negócio:
«O cavalo tem 4 ferraduras, e cada uma delas tem 8 cravos. O Sr. João
dá-me um cêntimo pelo primeiro cravo da ferradura da pata dianteira
esquerda; dois cêntimos pelo segundo cravo da mesma ferradura, e
assim sucessivamente, duplicando sempre, até ao oitavo cravo dessa
ferradura, pelo qual me dá 1, 28 euros.»

Repare: pelos oito cravos da ferradura desta pata, o Sr. João paga-me 2,55 euros. Barata a feira!

Continuemos para os outros cravos. Pelo primeiro cravo da pata dianteira direita, o Sr. João dá- -
me 2,56 euros, isto é, o dobro do valor do oitavo cravo da pata dianteira esquerda, e assim
sucessivamente, duplicando sempre, até se terem esgotado os 32 cravos das ferraduras do cavalo.
O Sr. João aceita pagar-me, por este cavalo, a quantia total do valor dos cravos das ferraduras?»

[10] 8.1 Verifica que o valor total dos cravos da ferradura da pata dianteira esquerda é de 2,55
euros, tal como o Sr. Pedro refere.

[20] 8.2 Mostra que, de acordo com a proposta do Sr. Pedro, o valor a pagar pelo cavalo é superior a
4 000 000 euros.
(Exames nacionais de Matemática B)

[20] 9. Demonstra a seguinte propriedade utilizando o método de indução matemática:

«Se n  então n 3 − n é múltiplo de 3 .»

FIM

3
Ficha de revisão 3 FR3
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Considere a sequência cujo termo geral é un = 3n − 6 .

1.1. Determine os quatro primeiros termos da sequência.


1.2. Determine a soma entre o termo de ordem 12 e o termo de ordem 18.
1.3. Mostre que 148 não é termo da sequência.

2. Indique uma expressão que possa ser o termo geral da sequência cujos primeiros termos são:
3 7 9
2.1. 1 , 4 , 9 , 16 2.2. ,1, ,
4 6 7
2 4 8 16
2.3. 4 , 7 , 10 , 13 2.4. , , ,
3 7 11 15

3. Numa sequência de números, com mais de 400 termos, cada termo, com exceção do primeiro,
obtém-se adicionando três ao termo anterior.
O oitavo termo da sequência é 16.
Qual dos números seguintes não é termo da sequência?
(A) 7 (B) 208 (C) 416 (D) 1057

( −1)
n

4. Considere a sequência cujo termo geral é un = .


n
4.1. Calcule u3 + u6 − u9 + u12 .

4.2. Indique o significado de


a) u p b) un +1 c) un + 1

5. Escreva os cinco primeiros termos e o termo geral da sequência:


5.1. dos números pares;
5.2. dos múltiplos naturais de 5;
5.3. dos cubos perfeitos a começar em 1;
5.4. dos quadrados perfeitos a começar em 36.

Página 1
Ficha de revisão 3

6. Na figura estão representados os quatro primeiros termos de uma sequência de


conjuntos de bolas que segue a lei de formação sugerida.

6.1. Quantas bolas brancas tem o oitavo termo da sequência?


6.2. Qual é a soma do número de bolas azuis dos dez primeiros termos da sequência?

1
7. Sabemos que n  , 0  1  n , pelo que n  , 0  1.
n
Partindo desta desigualdade e utilizando enquadramentos, indique dois valores entre os quais
pode estar compreendida cada uma das seguintes expressões, qualquer que seja n .
1 3 4
7.1. − 7.2. 7.3. −
n n n
1 3 1
7.4. 7.5. 7.6. 2+
n+6 n + 10 n+3
3 7n + 4 2n + 1
7.7. −4 + 7.8. 7.9.
2n + 1 n n+2

8. Prove que:
3n + 2 3n − 1 13
8.1. n  , − =
n + 5 n + 4 ( n + 5)( n + 4 )

3 − 2n 5 − 2 n 7
8.2. n  , − =
n − 5 n − 6 ( n − 5)( n − 6 )

2
9. Considere a sucessão ( un ) de termo geral un = .
n

9.1. Justifique que un pode ser o termo geral da sucessão


cujos quatro primeiros termos estão representados no
referencial da figura ao lado.
9.2. Qual é o maior termo da sucessão?
−2
9.3. Prove que n  , un+1 − un = .
n ( n + 1)
9.4. Calcule ( u2 + u4 ) − ( u6 − u12 ) .

Página 2
Proposta de resoluções

Ficha de revisão 3 ■ un = 1057  3n − 8 = 1057 


1.1. u1 = 3 1 − 6  u1 = 3 − 6  u1 = −3  3n = 1057 + 8  3n = 1065
u2 = 3  2 − 6  u2 = 6 − 6  u2 = 0  n = 355

u3 = 3  3 − 6  u3 = 9 − 6  u3 = 3 Logo, 1057 é o 355.º termo da sequência.


Resposta: (C)
u4 = 3  4 − 6  u4 = 12 − 6  u4 = 6
( −1) ( −1) = 1
3 6
1
Portanto, u1 = −3 , u2 = 0 , u3 = 3 e u4 = 6 . 4.1. u3 = =− e u6 =
3 3 6 6
Resposta: u1 = −3 , u2 = 0 , u3 = 3 e u4 = 6
( −1) ( −1) = 1
9 12
1
u9 = =− e u12 =
1.2. Pretende-se determinar u12 + u18 . 9 9 12 12

u12 = 3 12 − 6  u12 = 36 − 6  u12 = 30 e Portanto:


1 1  1 1
u18 = 3 18 − 6  u18 = 54 − 6  u18 = 48 u3 + u6 − u9 + u12 = − + −  −  + =
3 6  9  12
Assim:
12 6 4 3 1
u12 + u18 = 30 + 48  u12 + u18 = 78 =− + + + =
36 36 36 36 36
Resposta: 78 1
Resposta:
1.3. un = 148  3n − 6 = 148  3n = 148 + 6  36

154 4.2. a) Termo de ordem p


 3n = 154  n =
3 b) Termo de ordem n + 1
154 c) Soma do termo de ordem n com 1
Como  , então 148 não é termo da sequência.
3 5.1. 2n , n 
2n + 1 5.2. 5n , n 
2.1. n2 2.2.
n+3
5.3. n3 , n 
2n
2.3. 3n + 1 2.4.
4n − 1 ( n + 5)
2
5.4. , n
3. Trata-se de uma sequência aritmética. 6.1.
Assim, u8 = u1 + 7r , onde u8 e u1 são o 8.º e o 1.º Termo 1 2 3 4 5 6 7 8
termos, respetivamente, e r é a razão. N.º de
16 = u1 + 7  3  u1 = 16 − 21  bolas 0 2 6 12 20 30 42 56
 u1 = −5 brancas
Portanto: 1 1 1 1 1 1 1

un = −5 + ( n − 1)  3  un = −5 + 3n − 3  un = 3n − 8 +2 +4 +6 +8 +10
+12 +14 …
Assim:

O oitavo termo tem 56 bolas brancas.
un = 7  3n − 8 = 7  3n = 7 + 8  3n = 15  n = 5
Resposta: 56
Logo, 7 é o 5.º termo da sequência. 6.2. O número de bolas azuis de cada termo é igual à
■ un = 208  3n − 8 = 208  3n = 208 + 8  ordem do termo.
 3n = 216  n = 72 Portanto:

Logo, 208.º é o 72.º termo da sequência. 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 10 = 55

■ un = 416  3n − 8 = 416  3n = 416 + 8  A soma pedida é 55.


Resposta: 55
424
 3n = 424  n =
3
424
Como  , então 416 não é termo da 1 1
3 7.1. n  , 0   1  n  , 0  −  −1 
n n
sequência.

Página 3
Proposta de resoluções

1 1 4
 n  , − 1  − 0 n  , 0   1  n  , 0   4 
n n n
1 4
Resposta: n  , − 1  − 0  n  , 7  7 + 7+4
n n
1 3 4 7n + 4
7.2. n  , 0   1  n  , 0   3  n  , 7  7 +  11  n  , 7   11
n n n n
3 7n + 4
Resposta: n  , 0  3 Resposta: n  , 7   11
n n
1 4 7.9.
7.3. n  , 0   1  n  , 0  −  −4 
n n 2n + 1 n+2
4 −2n − 4 2
 n  , − 4  −  0
n
−3
4
Resposta: n  , − 4  −  0 2n + 1 3
n Assim, =2− .
n+2 n+2
1 1 1
7.4. n  , 0   1  n  , 0   Então:
n n+6 7
1 1 1
1 1 n  , 0   1  n  , 0   
Resposta: n  , 0   n n+2 3
n+6 7
3
1 1 1  n  , 0  −  −1 
7.5. n  , 0   1  n  , 0    n+2
n n + 10 11
3
3 3  n  , 2  2 −  2 −1 
 n  , 0   n+2
n + 10 11
3
3 3  n  , 2  2 − 1
Resposta: n  , 0   n+2
n + 10 11
3
1 1 1  n  , 1  2 − 2
7.6. n  , 0   1  n  , 0    n+2
n n+3 4
2n + 1
1 1  n  , 1  2
 n  , 2  2 +  2+  n+2
n+3 4
2n + 1
1 9 Resposta: n  , 1  2
 n  , 2  2 +  n+2
n+3 4
8.1.
1 9
Resposta: n  , 2  2 +  3n + 2 3n − 1 ( 3n + 2)( n + 4) − ( 3n − 1)( n + 5)
n+3 4 n  , − = =
n+5 n+4 ( n + 5)( n + 4)
1 1 1
7.7. n  , 0   1  n  , 0   3n2 + 12n + 2n + 8 − 3n2 − 15n + n + 5 13
n 2n 2 = =
( n + 5)( n + 4) ( n + 5)( n + 4)
1 1
 n  , 0    Como queríamos provar.
2n + 1 3
8.2.
3
 n  , 0 
2n + 1
1 3 − 2n 5 − 2n ( 3 − 2n )( n − 6 ) − ( 5 − 2n )( n − 5)
n  , − =
n−5 n−6 ( n − 5)( n − 6)
3
 n  , − 4  −4 +  −4 + 1 
2n + 1
3n − 18 − 2n2 + 12n − 5n + 25 + 2n2 − 10n
3 = =
 n  , −4  −4 +
2n + 1
 −3 ( n − 5)( n − 6)
3 7
Resposta: n  , −4  −4 +  −3 =
2n + 1 ( n − 5 )( n − 6 )
Como queríamos provar.
7n + 4 7n 4 4
7.8. = + =7+
n n n n 2 2 2 2 1
9.1. u1 = =2; u2 = = 1 ; u3 = e u 4 = =
1 2 3 4 2

Página 4
Proposta de resoluções

O que se verifica, quando se compara com a 2 2 1 2 1


9.4. u2 = = 1; u4 = = ; u6 = = e
representação gráfica. 2 4 2 6 3
2 2 1
Portanto, un = é o termo geral da sucessão. u12 = =
n 12 6
9.2. O maior termo é o primeiro, ou seja, 2. Assim:
2 2
( u2 + u4 ) − ( u6 − u12 ) = 1 +
1 1 1 3 1 4
9.3. n  , un +1 − un = − = − −  = − =
n +1 n  2 3 6 2 6 3
2n − 2 ( n + 1) 2n − 2n − 2 −2 4
= = = Resposta:
n ( n + 1) n ( n + 1) n ( n + 1) 3

Página 5
Miniteste 3.5. MT3.5.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Calcule o limite das sucessões cujo termo geral se indica, identificando, em cada caso, o
tipo de indeterminação.

−n 2 + n + 1
1.1. un =
2n 3 − 4

n 2 + 2n − 3
1.2. un =
n

1.3. un = 2 + n − n

32 n
1.4. un =
23n

2. A figura representada é constituída por uma sucessão de n triângulos equiláteros:

T1 , T2 , ... , Tn

O triângulo inicial, T1, tem 2 cm de lado.


Tal como a figura sugere, o lado de cada um dos triângulos, a partir do segundo, está contido
num dos lados do triângulo precedente e tem metade do comprimento desse lado.
Quando o número n de triângulos tende para + , determine:
2.1. a área da figura;

2.2. o comprimento da linha poligonal que limita a figura.

Página 1
Miniteste 3.6. MT3.6.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Considere a sucessão ( un ) de termo geral:

n + sin ( n )
un =
n +1

Prove que lim un = 1 .

2. Calcule os seguintes limites:

2.1. (
lim 3n − 1 + 9n 2 )
( −1)
n +1

2.2. lim
n2 + 1

 4n 2 + 6 
2.3. lim  
 n 
 

Página 2
Miniteste 3.7. MT3.7.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Usando o seguinte resultado:

un
Se lim ( un+1 − un ) = a , então lim =a.
n

Calcule o valor de:

7 11 2n + 3
5 + + 3 + + ... +
lim 2 4 n
n

2. Considere a sucessão ( an ) de termo geral:

n
an =
3n

2.1. Mostre que a sucessão ( an ) é decrescente.

n +1
2.2. Mostre que an +1 = an .
3n

2.3. Calcule o valor de lim an .

Página 3
Proposta de resoluções

Miniteste 3.5. a1 3 4 3
lim ( a1 + a2 + ... + an ) = = =
 1− r 1− 1 3
−n 2 + n + 1 
4
1.1. lim un = lim =
2n 3 − 4
4 3
−n 2 −1 lim Sn = cm 2
= lim = lim = 3
2n 3 2n
−1 2.2. Comprimento da linha que limita T1: 2 + 2 + 1 = 5
= =0
+ 1 3
Comprimento da linha que limita T2: 1 + =
2 2
 2 3 
 n 2 1 + − 2 
n 2 + 2n − 3   n n  1 1 3
1.2. lim un = lim = lim = Comprimento da linha que limita T3: + =
n n 2 4 4

2 3 1 1 3
n 1+ − Comprimento da linha que limita T3: + =
n n2 = lim 1 + 2 − 3 = 4 8 8
= lim
n n n2
 3 3 3 
= 1+ 0 − 0 =1 lim  5 + + + + ...  =
 2 4 8 
1.3.
3 3 3 3 1 
n −1

= 5 + lim  + + + ... +     =
( 2+n −n )( 2+n +n )=  2 4 8 2  2  
( )
−
lim un = lim 2 + n − n = lim
2+n +n
3
( ) 3
2
2+n −n 2
=5+ 2 =5+ 2 =8
2+n−n 2
1 2
= lim = lim = 1−
2+n +n 2+n +n 2
2 + n − n2 2 + n − n2 O comprimento da linha poligonal que limita a figura
lim = lim
 2 1  2 1 é igual a 8 cm.
n2  2 +  + n n  2 + +n
n n n n

2  2 Miniteste 3.6.
n +1− n +1− n
= lim  n  = lim n = sin ( n )
 2 1  2 1 n + sin ( n ) 1+
n  2 + + 1  + + 1 1. lim = lim n = 1+ 0 =1
 n n  n2 n n +1 1 1+ 0
1+
0 + 1 − ( + ) − n
= = = −
0 + 0 +1 1 1
Sabemos que n  , −1  sin ( n )  1 e lim =0.
n
Logo,
( 32 ) =
 n
32 n 
1.4. lim un = lim 3n = lim sin ( n )  1
( 23 ) lim  sin ( n )   = 0 porque o produto de
n
2 lim
n  n

9 n
9
n
uma sucessão limitada por uma sucessão que tende
= lim n
= lim   = +
8 8 para 0 é uma sucessão de limite nulo.

( )
( − )
2.1. As medidas dos lados do n triângulos equiláteros,
2.1. lim 3n − 1 + 9n 2 =
T1 , T2 , ... , Tn estão progressão geométrica de razão

1
. Logo, as áreas ( an ) desses triângulos estão em = lim
(3n − )(
1 + 9n2 3n + 1 + 9n 2 )=
2 3n + 1 + 9n 2

( )
2
1 1 2
( 3n ) 9n 2 − (1 + 9n 2 )
2
progressão geométrica de razão   = − 1 + 9n 2
2 4 = lim = lim =
3n + 1 + 9n 2 3n + 1 + 9n 2
Cálculo de a1 , área do triângulo T1 :
−1 −1
= lim = =0
h2 + 12 = 22  h = 3 3n + 1 + 9n 2 +
2 3 Resposta: 0
a1 = = 3
2

Página 4
Proposta de resoluções

( −1)
n +1

2.2. lim
n2 + 1 2.1. Estudemos o sinal de an +1 − an .

1 se n é par n +1 n n +1 n 3
n  , ( −1)
n +1
= an +1 − an = − = − =
−1 se n é ímpar 3n +1 3n 3n +1 3n  3

Pelo que: n + 1 − 3n 1 − 2n
= = n +1
3n +1 3
n  , − 1  ( −1)
n +1
1
Por outro lado, n  , 3n +1  0 e, portanto:
( −1)
n +1
 1 
= lim  ( −1)  2
n +1
lim  = 0 , dado que o n  ,
1 − 2n
0
n2 + 1  n +1
3n +1
produto de uma sucessão limitada por uma sucessão
ou seja, n  , an +1 − an  0 .
que tende para 0 é uma sucessão de limite nulo.
2.3. Portanto, a sucessão ( an ) é decrescente, como

 6   queríamos mostrar.
n2  4 + 2 
 6
 4n + 6
2  n 4+ 2  n +1
  n  n
lim   = lim = lim  =
an +1 3n +1 a n + 1 3n
 n  n  n  2.2. =  n +1 = n  
    n
  an an 3 3 n
3n
6
= lim 4 + = 4+0 = 4 =2 an +1 n + 1
n2  = 
an 3n

n +1
Miniteste 3.7.  an + 1 =  an
3n
Pág. 31
2.3. A sucessão é minorada, por exemplo por zero, logo
7 11 2n + 3 existe limite, pois a sucessão é decrescente.
1. Seja un = 5 + + 3 + + ... + , então:
2 4 n
n +1
Por outro lado, temos que an +1 = an , assim vem
7 11 2n + 3 2 ( n + 1) + 3 3n
un +1 = 5 + + 3 + + ... + +
2 4 n n +1
que:
ou seja:
n +1
lim an +1 = lim an 
7 11 2n + 3 2n + 5 3n
un +1 = 5 + + 3 + + ... + +
2 4 n n +1
n +1
Assim, vem que:  lim an +1 = lim  lim an 
3n
 7 11
lim ( un +1 − un ) = lim  5 + + 3 + + ... +  n 
 lim an +1 = lim    lim an 
 2 4  3n 
2n + 3 2n + 5   7 11 2n + 3  1
+ +  −  5 + + 3 + + ... + =  lim an +1 =  lim an
n n + 1   2 4 n  3

 2n + 5   2n  Como lim an +1 = lim an , então lim an = 0 , pois é este


= lim   = lim   = 2
 n +1   n  o único valor real que verifica a equação
7 11 2n + 3 1
5 + + 3 + + ... + lim an +1 = lim an .
Logo, lim 2 4 n = lim un = a 3
n n
Resposta: 0
Ou seja:
7 11 2n + 3
5+ + 3 + + ... +
lim 2 4 n =2
n

Página 5
Teste de avaliação 3 TA3
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

u = 0
 1
1. Uma sucessão ( un ) é definida por: u2 = 0

un + 2 = 2 + ( un +1 ) , n 
2

un +3 pode ser expresso, em função de un +1 , por:

( 2 + un+1 ) (B) 6 + 4 ( un +1 ) + ( un +1 ) (C) 6 + ( un +1 ) ( un +1 ) + ( un +1 )


2 2 4 4 2 4
(A) (D)

5 − 3n
2. Considera a sucessão definida por vn = .
4n + 3
Qual dos seguintes termos não é termo da sucessão ( vn ) ?

43 31 115 1
(A) − (B) − (C) − (D) −
67 51 4 11

1
3. Considere as sucessões ( an ) e ( bn ) definidas por an = 3n − 5 e bn = .
3n − 5
Considere, ainda, as proposições p e q tais que:
p : A sucessão ( an ) é crescente.

q: A sucessão ( bn ) é decrescente.

Qual das seguintes proposições é verdadeira?


(A) p  q (B) pq (C) p q (D) q p

4. Considere uma sucessão ( wn ) tal que lim wn = −

Qual das seguintes expressões não pode ser uma expressão do termo geral de wn ?

n2 + n
(A) (B) 1 − 2n (C) −2− n (D) − n 2
3− n

n
2 4n 4n n
5. Considere as sucessões ( un ) e ( vn ) definidas por un =   + e vn = −
 5  5 + 2n 5 + 2n 3 + 2n
un
Qual é o valor de lim ?
vn

4 3 2 3
(A) (B) (C) (D)
3 4 3 2

Página 1
Teste de avaliação 3

3n − n + 5
6. Considere a sucessão ( un ) definida por un = .
2n

11
6.1. Determine a ordem do termo da sucessão ( un ) que é igual a .
8

6.2. Calcule o valor de lim un .

7. Considere as sucessões ( un ) e ( vn ) definidas por:

 3
u1 = 5
 e vn = 5un + 3
u = 1 u − 1 , n 
 n +1 6 n 2

7.1. Mostre que ( vn ) é uma progressão geométrica.

7.2. Prove que:

62− n − 3 3
a) n  , un = b) lim un = −
5 5

n
8. Considere a sucessão ( un ) definida por un =  a k , a  +
\ 1 .
k =!

a − a n +1
Prove, por indução matemática, que un = , para todo o n .
1− a

9. Calcule o limite das sucessões cujo termo geral se indica.

1 − 3n
9.1. un = n − 3 + n 2 9.2. un =
2n

10. Escreva o termo geral de uma sucessão ( vn ) :

1 1
10.1. convergente para com todos os termos inferiores a ;
2 2
10.2. convergente para –2 e não monótona.

Página 2
Proposta de resoluções

Teste de avaliação 3

( 5 − 3n )11 + 4n + 3 = 0  55 − 33n + 4n + 3 = 0 
11( 4n + 3) 11( 4n + 3)
n  , un + 2 = 2 + ( un +1 )
2
1.
−29n − 58
n  , un + 3 = 2 + ( un + 2 )  un + 3 = 2 +  2 + ( un +1 )  
2 2  = 0  −29n + 58 = 0  11( 4n + 3)  0 
  11( 4n + 3)

 un + 3 = 2 + 4 + 4 ( un +1 ) + ( un +1 )  3
2 4
 n =2n  − n=2
4
 un + 3 = 6 + 4 ( un +1 ) + ( un +1 )
2 4
1
Logo, − é o 2.º termo da sucessão.
Resposta: (B) 11

5 − 3n 43 5 − 3n 43 Resposta: (C)
2. ■ =−  + =0
4n + 3 67 4n + 3 67 3. ■ Estudemos o sinal de an +1 − an .


(5 − 3n ) 67 + 43( 4n + 3) = 0  an +1 − an = 3 ( n + 1) − 5 − ( 3n − 5 ) =
67 ( 4n + 3)
= 3n + 3 − 5 − 3n + 5 = 3
335 − 201n + 172n + 129 −29n + 464
 =0 =0 Como n  , an +1 − an  0 , então ( an ) é uma
67 ( 4n + 3) 67 ( 4n + 3)
sucessão monótona crescente, pelo que p é uma
 −29n + 464 = 0  67 ( 4n + 3)  0 
proposição verdadeira.
3 1 1 1
 n = 16  n  −  n = 16 ■ b1 = = − ; b2 = =1 e
4 3 1 − 5 2 3 2 − 5
43 1 1
Logo, − é o 16.º termo da sucessão. b3 = =
67 3 3 − 5 4
5 − 3n 31 5 − 3n 31 Como b1  b2 e b2  b3 , podemos desde logo concluir
■ =−  + =0
4n + 3 51 4n + 3 51
que a sucessão ( bn ) é não monótona, portanto, a

( 5 − 3n ) 51 + 31( 4n + 3) = 0 
51( 4n + 3) proposição é falsa.
Assim, vem que:
255 − 153n + 124n + 93 −29n + 348
 =0 =0 p  q , ou seja, V  F é falso
51( 4n + 3) 51( 4n + 3)
p  q , ou seja, F  F é falso
 −29n + 348 = 0  51( 4n + 3)  0 
p q , ou seja, F  V é falso
3
 n = 12  n  −  n = 12 q  p , ou seja, V  V é verdadeiro
4
31 Resposta: (D)
Logo, − é o 12.º termo da sucessão. 
51
n2 + n  n2
4. ■ lim = lim = lim ( − n ) = −
5 − 3n 115 5 − 3n 115 3− n −n
■ =−  + =0
4n + 3 4 4n + 3 4
■ lim (1 − 2n ) = −

(5 − 3n ) 4 + 115 ( 4n + 3) = 0 
4 ( 4n + 3)
n
1
■ −2− n = −   → 0
2
20 − 12n + 460n + 345 448n + 365
 =0 =0
4 ( 4n + 3) 4 ( 4n + 3) ■ lim ( −n2 ) = −

 448n + 365 = 0  4 ( 4n + 3)  0  Resposta: (C)

365 3 365  2  n 4n 
n=− n− n=− 5. lim un = lim   + =
448 4 448  5  5 + 2n 
365 115 n
Como −  , então − não é termo da  2  4n 
448 4 = lim   + lim  =
 
5  5 + 2n 
sucessão ( vn ) .
 4n 
= 0 + lim   = 0 + 2 = 2
5 − 3n 1 5 − 3n 1  2n 
■ =−  + =0
4n + 3 11 4n + 3 11

Página 3
Proposta de resoluções

 4n n  5 1 1
lim vn = lim  − = un + ( 5un + 3) 1
 5 + 2 n 3 + 2n  = 6 2=6 =
5un + 3 5un + 3 6
 4n   n 
= lim   − lim  = 1
 5 + 2 n   3 + 2n  ( vn ) é uma progressão geométrica de razão r = .
6
 4n   n  1 3
= lim   − lim   = 2 − = vn − 3
2
  n 2
 n 2 2 7.2. a) vn = 5un + 3  5un = vn − 3  un = .
5
un lim un 2 4
Assim, lim = = = . 3
vn lim vn 3 3 v1 = 5u1 + 3  v1 = 5  + 3  v1 = 6
5
2
Resposta: (A) Por outro lado, e sendo ( vn ) uma progressão

geométrica, vem que:


11 vn = v1  r n −1
6.1. Pretendemos determinar n tal que un = .
8
n −1
1
11 3n − n + 5 11 vn = 6     vn = 6  11− n  vn = 62 − n
un =  =  6
8 2n 8
(
 8 3n − n + 5 = 22n  ) Então, un =
62 − n − 3
5
, como queríamos provar.

 24n − 8 n + 5 = 22n  62 36
−3 2−n −3
 24n − 22n = 8 n + 5  6 −3 6 n n
b) lim un = lim = lim = lim 6 =
5 5 5
 2n = 8 n + 5  n = 4 n + 5 
0−3 3
 n 2 = 16 ( n + 5 )  = =−
5 5
 n 2 − 16n − 80 = 0 8. Seja T ( n ) a condição, na variável natural, tal que:

( −16 ) − 4  1  ( −80 )
2
16  n
a − a n +1
n=
2
 a
k =1
k
=
1− a
, a +
\ 1

16  576
n= 1.º Provemos que T (1) é verdadeira.
2
16 + 24 16 − 24 1
a − a1+1 a − a2
n=
2
n=
2
 a
k =1
k
=
1− a
 a1 =
1− a

 n = 20  n = −4 a (1 − a )
a= 
11 1− a
Como n  , então n = 20 , pelo que é o 20.º termo da
8  a = a (a  +
\ 1)
sucessão, ou seja, é o termo de ordem 20.
2.º Vamos, agora provar, que T ( n )  T ( n + 1) , ou seja:
1 5 
 3n − n  + 2  2

3n − n + 5  n n 
n
a − a n +1 n +1
a − an+2
6.2. lim un = lim
2n
= lim
2n
= a
k =1
k
=
1− a
  ak =
k =1 1− a

 1 5 
n
a − a n +1
3n − n
1 5
+ 2 n  3 − +  a k
= 
n n = lim  n n 2  k =1 1− a
= lim =
2n 2n
n n +1
a − a n +1 n +1 k
  ak + a k
= + a 
k =1 k = n +1 1− a k = n +1
1 5
3− +
n n2 = 3 − 0 + 0 = 3 n +1
a − a n +1
= lim   ak = + a n +1 
2 2 2 k =1 1− a

Resposta:
3 n +1
a − a n +1 + a n +1 (1 − a )
2   ak = 
k =1 1− a
1 1
5  un −  + 3 5 un − 5 + 3 n +1
a − a n +1 + a n +1 − a n + 2
vn +1 5un +1 + 3  6 2   ak = 
7.1. = = =6 2 = k =1 1− a
vn 5un + 3 5un + 3 5un + 3
n +1
a − an+2
  ak =
k =1 1− a
Página 4
Proposta de resoluções

Portanto, T ( n ) é uma condição universal em , visto que 1 2


10.1. vn = −
2 n
T (1) é verdadeira e T ( n ) é hereditária, logo, pelo método
( −1)
n

10.2. vn = −2 +
a − a n +1 n
de indução, un = , para todo n  .
1− a

( )=
−
9.1. lim un = lim n − 3 + n 2

= lim
(n − 3 + n2 )( n + 3 + n2 )=
n + 3+ n 2

( )
2
n2 − 3 + n2
= lim =
n + 3 + n2
n2 − (3 + n2 )
= lim =
n + 3 + n2
−3
= lim
n + 3 + n2

−3
= =0
+


1 − 3n  1 3n
9.2. lim un = lim n
= lim n − lim n =
2 2 2
n
3
= 0 − lim   = 0 − ( + ) = −
2
10. Por exemplo:

Página 5
Questão-aula 3.1. QA3.1.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção

 2n se n  3

Considere a sucessão ( un ) de termo geral un =  4
 n se n  3

Qual é o conjunto dos majorantes da sucessão ( un ) ?

(A)  4 , + 

(B) 6 , + 

(C)  2 , + 

(D) 1, + 

Item de construção
n −1
Considere a sucessão ( un ) de termo geral un = .
3n − 2
Mostre que existe um número real positivo L, tal que n  , un  L .

Página 1
Questão-aula 3.2. QA3.2.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção

−5n + 10 se n é par
Considere a sucessão ( un ) de termo geral un = 
−2n + 4 se n é ímpar
Qual das seguintes proposições é falsa?

(A) u2  u3  0

(B) u5 − u4  u1

(C) ( u3 ) 4  0
u

(D) u1 + u3 = u2

Item de construção
1 − 4n
Estude, quanto à monotonia, a sucessão ( un ) de termo geral un = .
n+2

Página 2
Questão-aula 3.3. QA3.3.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção
Qual das expressões seguintes não é termo geral de uma progressão aritmética?
2n − 6
(A)
3
n−3
(B) n −
5
4n − 2
(C)
n

(D) n 2 − ( n − 2 )
2

Item de construção

Considere a sucessão ( un ) de termo geral un = 3  41− n .

1. Prove que a sucessão ( un ) é uma progressão geométrica decrescente.

2. Determine a soma dos 40 termos consecutivos a partir do 10.º termo, inclusive.

Página 3
Questão-aula 3.4. QA3.4.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção
A soma dos 100 primeiros múltiplos naturais de 4 é:
(A) 19 820
(B) 20 200
(C) 40 400
(D) 48 400

Item de construção
Prove, utilizando a definição de limite, que:
3
1. lim =0
1 − 3n
1 + 5n 5
2. lim =
2n + 4 2

Página 4
Proposta de resoluções

Questão-aula 3.1. Questão-aula 3.2.

Item de seleção Item de seleção

4 ■ u2 = −5  2 + 10  u2 = −10 + 10  u2 = 0
n  1 , 2 , 3 , 2  2n  6 e n  \ 1 , 2 , 3 , 0  1
n u3 = −2  3 + 4  u3 = −6 + 4  u3 = −2
u2  u3 = 0  ( −2 ) = 0
Portanto, n  , 0  un  6 .

Portanto, u2  u3  0 é verdadeira.
Assim, o conjunto dos majorantes da sucessão ( un ) é
6 , +  . ■ u5 = −2  5 + 4  u5 = −10 + 4  u5 = −6
u4 = −5  4 + 10  u4 = −20 + 10  u4 = −10
Resposta: (B) u1 = −2 1 + 4  u1 = −2 + 4  u1 = 2

Assim:
Item de construção
u5 − u4  u1  −6 − ( −10 )  2  −6 + 10  2  4  2
n− 1 3n − 2 (verdadeira)

−n +
2 1 Portanto, u5 − u4  u1 é verdadeira.
3 3

■ u3 = −2 e u4 = −10 . Assim, temos que:


1

3
1
( u3 )  0  ( −2 )
u4 −10
0 0
( −2)
10
1
n −1 1 1 1
un = = − 3 = −
3n − 2 3 3n − 2 3 9n − 6 1 1
 0  0 (falso)
210 1024
1 1
n  , 0   
9n − 6 3
Portanto, ( u3 ) 4  0 é falsa.
u

 1 
 é decrescente 
 9n − 6 
■ Temos que u1 = 2 , u2 = 0 e u3 = −2 , logo,
1 1
 n  , 0  − − 
9n − 6 3 u1 + u3 = u2  2 + ( −2 ) = 0  0 = 0 (verdadeiro).

1 1 Portanto, u1 + u3 = u2 é verdadeira.
 n  , − − 0
3 9n − 6
Resposta: (C)
1 1 1 1 1
 n  , −  −  
3 3 3 9n − 6 3

1 Item de construção
 n  , 0  un 
3
Estudemos o sinal de un +1 − un .
1
Portanto, ( un ) é limitada e n  , un  . 1 − 4 ( n + 1) 1 − 4n 1 − 4n − 4 1 − 4n
3 un +1 − un = − = − =
n +1+ 2 n+2 n+3 n+2

−4n − 3 1 − 4n ( −4n − 3)( n + 2 ) − (1 − 4n )( n + 3)


= − = =
n+3 n+2 ( n + 3)( n + 2)

−4n2 − 8n − 3n − 6 − n − 3 + 4n2 + 12n −9


= =
( n + 3)( n + 2) ( n + 3)( n + 2)

Como n  , ( n + 3)( n + 2 )  0 , então:

Página 5
Proposta de resoluções

−9 ■
n  , 0
( n + 3)( n + 2 )
4 ( n + 1) − 2 4n − 2 4n + 4 − 2 4n − 2
un +1 − un = − = − =
ou seja, n  , un +1 − un  0 . n +1 n n +1 n

Portanto, a sucessão ( un ) é decrescente.


=
( 4n + 2) n − ( 4n − 2)( n + 1) =
n ( n + 1)

4n2 + 2n − 4n2 − 4n + 2n + 2
= =
Questão-aula 3.3. n ( n + 1)

Item de seleção 2
=
n ( n + 1)
( un ) é uma progressão aritmética de primeiro termo a e
razão 4n − 2
Como un +1 − un depende de n, então un = não
n
r, quando ( un ) é definida por:
é uma progressão aritmética.

un +1 − un = ( n + 1) − ( n + 1 − 2 )  −  n2 − ( n − 2 )  =
2 2 2

u1 = a    

un +1 = un + r , n 
= ( n + 1) − ( n − 1)  − n2 + ( n − 2 ) =
2 2 2
 
Assim:
= n 2 + 2n + 1 − n 2 + 2n − 1 − n 2 + n 2 − 4n + 4 =
un +1 = un + r, n 
=4
ou seja, un +1 − un = r, n  .
Então, un = n 2 − ( n − 2 ) é uma progressão aritmética.
2

Estudemos, por isso, a diferença un +1 − un .


Resposta: (C)
2 ( n + 1) − 6 2n − 6 2n + 2 − 6 2n − 6
■ un +1 − un = − = −
3 3 3 3

2n − 4 − 2n + 6 2 Item de construção
= =
3 3
1. Temos que:
2n − 6
Então, un = é uma progressão aritmética.
un +1 3  4 ( ) 41− n −1 4− n
1− n +1
3
n  , = = 1− n = 1− n =
un 3  41− n 4 4
 n +1− 3   n −3
■ un +1 − un =  n + 1 −  −n − = − n − (1− n ) 1
 5   5  =4 = 4− n −1+ n = 4−1 =
4

n−2  n −3
= n +1− −n − = Assim, ( un ) é uma progressão geométrica de razão
5  5 
1
r= .
n 2 n 3 4
= n +1− + − n + − =
5 5 5 5
1−( n +1)
un +1 − un = 3  4 − 3  41− n = 3  4−n − 3  4  4−n =
2 3
=1+ − =
5 5
= 4− n  ( 3 − 12 ) = −9  4− n  0, n 
4
= un +1 − un  0, n 
5

n−3 Logo, ( un ) é monótona decrescente.


Então, un = n − é uma progressão aritmética.
5

Página 6
Proposta de resoluções

49
3+
2. u10 + u11 + ... + u49 = u
k =10
k = ( un ) é uma progressão 

 3n 

geométrica 3+
 n
3
1 − r 40 3+
= u10  = Número de parcelas: 49 − 10 + 1 = 40 n
1− r 3

1
40
1
40
Logo, para cada   0 existe uma ordem p  , tal
1−   1−  
4 4 que:
= 3  4−9    = 3  4−9    =
1 3
1−
4 4 3
n  , n  p  
1 − 3n
4   1 40    1 40 
= 3   4−9  1 −    = 4−8  1 −    = 3+
3   4     4   sendo p um número natural maior ou igual a .
3

1  1  1 1


8 40 8 48
3
=    1 −    =   −   Portanto, lim =0.
 4    4    4   4  1 − 3n

2. Seja  um número real positivo qualquer.


Questão-aula 3.4.
1 + 5n 5 2 + 10n − 10n − 20
Item de seleção −    
2n + 4 2 4n + 8

Pretende-se calcular 4 + 8 + ... + 396 + 400 .


−18
  
4n + 8
As parcelas desta soma estão em progressão aritmética de
18
  
razão 4. 4n + 8
18
  4n + 8 
Portanto: 

4 + 400 18
4 + 8 + ... + 396 + 400 =  100 =  − 8  4n 
2 
= 20200
18 − 8
 n
Resposta: (B) 4
18 − 8
n
4

Item de construção Logo, para cada   0 existe uma ordem p  , tal


que:
1. Seja  um número positivo qualquer.
1 + 5n 5
3 3 n  , n  p  − 
    2n + 4 2
1 − 3n 3n − 1
18 − 8
3 sendo p um número natural maior ou igual a
  3n − 1  4

1 + 5n 5
3 Então, lim = .
 + 1  3n  2n + 4 2

Página 7
Questão-aula 3.5. QA3.5.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção

Considere duas sucessões ( un ) e ( vn ) tais que:

1
■ un =
n

■ lim vn = +

Relativamente ao lim ( un  vn ) , qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) lim ( un  vn ) = 0

(B) lim ( un  vn ) = +

(C) Nada se pode concluir quanto ao seu valor.

(D) lim ( un  vn ) = −

Item de construção

u1 = 4

Considere a sucessão ( un ) definida por  un
un +1 = 5 , n 

n −1
1
1. Prove, por indução matemática, que n  , un = 4    .
5
2. Calcule lim un .

Página 1
Questão-aula 3.6. QA3.6.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção
Na figura abaixo estão representados quatro quadrados.

O primeiro quadrado tem medida de comprimento do lado igual a duas unidades. Os restantes
quadrados, que se construíram a partir deste, obtiveram-se tal como a figura sugere, dividindo cada
lado por 2. Admita que este processo se repete.
Qual é a soma de “todas” as áreas dos quadrados?
3
(A)
4
4
(B)
3
16
(C)
3
143
(D)
3

Item de construção
Calcule os seguintes limites:
3
 4 − n5 
1. lim  2 
 n 

2. lim ( 2  3n + 2 − 22 n +1 )

Página 2
Questão-aula 3.7. QA3.7.
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

Item de seleção
Qual das seguintes afirmações é necessariamente verdadeira?
(A) Uma sucessão convergente é limitada.
(B) Um sucessão convergente é monótona.
(C) Um sucessão divergente não é limitada.
(D) Um sucessão pode ter dois limites.

Item de construção

De uma sucessão ( un ) sabe-se que:

−2
n  , un+1 − un+1 =
( 3n − 5)( 3n − 2)
1. ( un ) é monótona? Justifique

1
2. Sabendo que u3 = , determine u1 .
2
n
3. Sabe-se n  , un +1 = .
3n − 2
Determine:
3.1. uma expressão do termo geral de ( un ) ;

3.2. o valor de lim un .

Página 3
Proposta de resoluções

Questão-aula 3.5.  1 


n
 1 
n

 1−     1−   
s = lim  4     = lim  4     =
4 4
Item de seleção  1   3 
 1−   
 4   4 
1
lim ( un  vn ) = lim un  lim vn = lim    lim vn =
n
16   1  n  
= lim  1 −     =
 
= 0  ( + )  3   4   

Todavia, 0  ( + ) é uma indeterminação e sem o 16   1 n 


= lim  lim 1 −    =
conhecimento do termo geral da sucessão ( vn ) nada se pode 3  4 
 
concluir quanto ao valor do limite. 16 16
=  (1 − 0 ) =
3 3
Resposta: (C)
Resposta: (C)

Item de construção
Item de construção
1. Se n = 1 , temos que
1−1 3 3
 4 − n5    4 − n5     − n5  
0
1 1
u1 = 4    = 4    = 4  1 = 4 o que é verdade. 1. lim  2  = lim  2   = lim  2   =
5 5  n    n    n 

= lim ( −n3 )  = ( − ) = −
Vamos admitir, por hipótese de indução, que: 3 3

n −1
1
un = 4    Resposta: −
5

( )
n −1
1
lim ( 2  3n + 2 − 22n +1 ) = lim 2  3n  32 − ( 22 )  2 =
n
4  n −1 n −1+1 2.
un 5 1 1 1
un +1 = = = 4    = 4  =
5 5 5 5 5
  18  3n   
n ( n +1) −1 lim (18  3n − 2  4n ) = lim 4n   − 2  =
1 1 n
  4   
= 4    , ou seja, un +1 = 4    , pelo que a
 
5 5
condição é verdadeira para n = 1 e é hereditária.   n

3
= lim  4n  18    − 2  =
  4  
Logo é universal em .
 3
n

 1 n −1
 n −1 = lim 4n  lim 18    − 2 =
1   
4 
2. lim un = lim 4     = 4  lim   = 4 0 = 0
  5    5
= +  (18  0 − 2 ) = +  ( −2 ) = −

Questão-aula 3.6.

Questão-aula 3.7.
Item de seleção

Item de seleção
As medidas das áreas dos quadrados estão em progressão

1 ■ Uma sucessão convergente é limitada.


geométrica de razão e a medida da área do primeiro
4
■ Uma sucessão convergente pode não ser monótona,
( −1)
n
quadrado é 4, então: por exemplo, a sucessão definida por un =
n

Página 4
Proposta de resoluções

converge para zero e é não monótona, pois, u2 − u1 = 1


1 1
u1 = −1 , u2 = , u3 = − e u2  u1 e u3  u2 .
2 3 1 − u1 = 1  u1 = 0

■ Uma sucessão divergente pode ser limitada, por −2 n


3.1. u n +1 − u n = e u n +1 =
exemplo, a sucessão definida por un = ( −1) é
n
( 3n − 5)( 3n − 2 ) 3n − 2

divergente, mas é limitada, pois


n −2
n  , − 1  ( −1)  1 .
n − un =
3n − 2 ( 3n − 5 )( 3n − 2 )
■ Atendendo ao teorema da unicidade do limite, uma n 2 n ( 3n − 5) + 2
un = + = =
sucessão não pode tender para dois limites diferentes. 3n − 2 ( 3n − 5)( 3n − 2 ) ( 3n − 5)(3n − 2 )

Resposta: (A)
3n2 − 5n + 2
= =
( 3n − 5)( 3n − 2) 3n 2 − 5n + 2 = 0 
5  25 − 24
n= 
Item de construção  2 6
3  n −  ( n − 1) 2
=  3
=
 n =  n =1
3
−2 −2 ( 3n − 5)( 3n − 2 )
1. u2 − u1 = = = 1 ; u2  u1
( 3 − 5)( 3 − 2 ) −2  1

=
( 3n − 2)( n − 1) = n − 1
−2 −2 1
u3 − u 2 = = = − ; u3  u2 ( 3n − 5)(3n − 2) 3n − 5
( 6 − 5)( 6 − 2 ) 4 2

( un ) não é monótona.
n −1 1
3.2. lim un = lim =
1 3n − 5 3
2. u3 − u2 = −
2

1 1
− u2 = −  u2 = 1
2 2

Página 5
Aluno N.º Turma Data - -

n
1 Considera a sucessão ( un ) de termo geral un = .
7 − 2n
1.1. Determina os quatro primeiros termos da sucessão.

1.2. Verifica se −1 é termo da sucessão. Em caso afirmativo, indica a respetiva ordem.

1.3. Considera a expressão un +1 − un .

7
a) Mostra que un +1 − un = .
( 5 − 2n ) ( 7 − 2 n )

b) Recorre ao resultado obtido em a) e calcula ( u4 − u3 ) (u5 − u4 ) .


A sucessão ( un ) é monótona? Justifica.

de termo geral v = ( −1) n .


n
2 Considera a sucessão (v n ) n
n +1

2.1. Considera o conjunto dos termos da sucessão e mostra que:

a) 1 é majorante;

b) −1 é minorante.

2.2. Mostra que n  IN , un  1 .


2

3 Considera as sucessões (w n ) e ( tn ) tais que:

2n + 1
wn = e tn = 3n2 + 1
n+3

Mostra que:
3.1. ( w n ) é monótona e limitada;

3.2. ( t n ) não é limitada.

27
1 1 2 2 3 4
1.1. u1 = = ; u2 = = ; u3 = = 3 e u4 = = −4
7−2 5 7−4 3 7−6 7−8

1.2. un = − 1  n
= − 1  n = − 7 + 2n  n = 7
7 − 2n
−1 é termo da sucessão e a ordem é 7 .

1.3. a) un +1 − un =
n +1

n
=
( n + 1) ( 7 − 2n ) − n ( 5 − 2n ) = 7
7 − 2 ( n + 1) 7 − 2n ( 5 − 2n ) ( 7 − 2 n ) ( 5 − 2n ) ( 7 − 2n )
7 7
b) ( u4 − u3 ) ( u5 − u4 ) =  0
(5 − 2  3) (7 − 2  3 ) (5 − 2  4 ) (7 − 2  4 )
u4 − u3 = −7 . A sucessão não é crescente.
7 . A sucessão não é decrescente.
u5 − u4 =
3
Conclui-se que ( un ) não é monótona.

 n
se n par
( −1) n . Então,  n + 1
n
2.1. vn = 
n +1  − n se n ímpar
 n + 1
n 1 1
a) Se n é ímpar, un  0 . Se n é par, un = = 1− e 1− 1 .
n +1 n +1 n +1
Assim, tem-se: n  IN , un  1 .
−n 1 1
b) Se n é par, un  0 . Se n é ímpar, un = = −1 + e −1 +  −1 .
n +1 n +1 n +1
Assim, tem-se: n  IN , un  −1 .

1 −n 1 n 1
2.2. un       2n  n + 1  n  1
2 n +1 2 n +1 2

2n + 3 2n + 1 5
3.1. w n +1 − w n = − = . n  IN , w n +1 − w n  0
n+4 n + 3 (n + 4) (n + 3)
A sucessão (w n ) é monótona crescente. O 1.° termo é minorante da sucessão.
5 . Daqui resulta que
n  IN , w n = 2 − n  IN , w n  2 .
n+3
Assim, tem-se: n  IN , w1  w n  2 . Ou seja, (w n ) é limitada.

3.2. tn = 2n2 + 1

( tn ) é crescente. Provar que ( tn ) não é limitada equivale a provar que não é


majorada.
L  0 , p  IN : up  L
L − 1 . Considere L > 1 e tem-se L −1 .
up  L  2 p2 + 1  L  p2  P
2 2

28
Aluno N.º Turma Data - -

1 Considera a sucessão ( un ) definida por:


2n + 6 se n  3
un =  2
n se n  3

Indica a afirmação verdadeira:


(A) A sucessão ( un ) é monótona não limitada.

(B) A sucessão ( un ) não é monótona, mas é limitada.

(C) A sucessão ( un ) não é monótona nem limitada.

(D) A sucessão ( un ) é monótona e limitada.

2 Seja ( un ) uma sucessão que satisfaz a condição:


5n
n  IN , un+1 − un =
n2 + 1
Há dois termos consecutivos da sucessão ( un ) cuja diferença entre eles é 2 .

Esses termos são:


(A) u2 e u1 (B) u3 e u2
(C) u4 e u3 (D) u6 e u5

3 Seja ( un ) a sucessão definida por:

u1 = −2

un+1 = −2un + 6 , n  IN
Sabe-se que u12 = 8194 .

Podes concluir que u10 é igual a:

(A) - 4094 (B) - 16 382


(C) 32 770 (D) 2050

4 Seja (v n ) a sucessão definida por:

 7n − 2
 se n  5
vn =  3
 3n + 2 se n  5

Em relação ao número 11 podes concluir:


(A) Não é termo da sucessão. (B) É o termo de ordem 3 .
(C) É o termo de ordem 5 . (D) É o termo de ordem 6 .

29
5 Considera as sucessões ( un ) e (v n ) tais que:

2 − 3n 3n
un = e vn =
n +1 2n + 1

5.1. Mostra que:


a) ( un ) é monótona.

b) Existe um número real positivo L tal que n  IN , v n  L .

5.2. Determina o menor número natural p tal que v p  3 − 0, 001 .


2

5
6 Seja (w n ) uma sucessão de termos negativos tal que
wn
 −2 .

6.1. Justifica que a sucessão (w n ) é limitada.

6.2. Dá exemplo de uma sucessão (w n ) nas condições indicadas.

7 Considera a sucessão ( un ) definida por

12 − un
u1 = 4  n  IN , un+1 =
3

7.1. Determina os três primeiros termos da sucessão. A sucessão é monótona? Justifica.

7.2. Mostra, por indução matemática, que n  IN , un = ( −3 )1−n + 3 .

30
1 u1 = 8 ; u2 = 10 e u3 = 9

A sucessão é não monótona.


Se n  3 , un = n2 .

A sucessão é não majorada.


Opção: (C)

5n 1
2 un +1 − un = 2  = 2  2n 2 − 5n + 2 = 0  n = 2  n =
n +1
2
2
Se n = 2 , tem-se u3 − u2 = 2 .

Opção: (B)

3 u12 = −2u11 + 6  8194 = −2u11 + 6  u11 = −4094

u11 = −2u10 + 6  − 4094 = −2u10 + 6  u10 = 2050


Opção: (D)

4  7n − 2 
 3 = 11  n  5   ( 3n + 2 = 11  n  5 )
 
 (n = 5  n  5)  (n = 3  n  5) (impossível)

Opção: (A)

5 2 − 3 ( n + 1) 2 − 3n ( −3n − 1) ( n + 1) − ( 2 − 3n ) ( n + 2 )
5.1. a) un +1 − un = − =
n+2 n +1 ( n + 2 )( n + 1)
−5
=
( n + 2 )( n + 1)
n  IN , un +1 − un  0 .

A sucessão ( un ) é decrescente.

3n
b) v n =
2n + 1
3
3
n  IN , v n  0 e n  IN , v n = − 2
2 2n + 1
3 3
n  IN , 0  v n  . Daqui resulta, por exemplo, v n  .
2 2

3
3 3 3 3
5.2. v n  − 0, 001  − 2  − 0, 001   0, 001
2 2 2n + 1 2 4n + 1
 n  749, 75
p = 750
31
6 5 5
6.1.  −2  5  −2w n  w n  −
wn 2

5
Assim, tem-se: n  IN , −  wn  0 .
2
Conclui-se que (w n ) é limitada.

5 1
6.2. Por exemplo, w n = − + .
2 n

8
12 −
7 12 − 4 8 3 = 28
7.1. u1 = 4 ; u2 = = e u3 =
3 3 3 9

u1  u2  u2  u3 .

Conclui-se que a sucessão ( un ) não é monótona.

12 − un
7.2. u1 = 4  n  IN , un+1 =
3
n  IN , un = ( −3 )
1−n
+3

Se n = 1 , tem-se u1 = ( −3 )
1−1
+ 3 = 1 + 3 = 4 . (verdadeiro)

Hipótese de indução:

un = ( −3 )
1−n
+3

Tese:
1−( n +1)
un +1 = ( −3 ) + 3 = ( −3 )
−n
+3

Demonstração:

un +1 =
12 − un 12 − ( −3 )
=
( 1− n
+3 )=
3 3
12 − 3 − ( −3 )
1− n

= =
3

9 − ( −3 )
1− n

= =
3

( −3 ) ( −3 )
1 n

= 3 + ( −3 )
−n
= 3−
3

Conclui-se que n  IN , un = ( −3 )
1−n
+3 .

32
Aluno N.º Turma Data - -

1 Observa a figura que representa 33 fichas


numeradas de 40 a 72 .

1.1. Nas fichas azuis estão representados os


sete primeiros termos de uma
progressão aritmética crescente ( un ) .

Determina:
a) o termo geral da sucessão ( un ) ;

b) o termo de ordem 20 .

1.2. Nas fichas verdes estão representados os seis primeiros termos de uma progressão
aritmética decrescente ( v n ) .

Determina:
a) o termo geral da sucessão (v n ) ;

b) a soma dos 30 termos consecutivos a começar no 10.° termo.

2 Considera a progressão aritmética ( un ) definida por:

u1 = k  n  IN , un +1 = un − 4

Determina k , sabendo que u12 = −45 .

3 Considera a progressão geométrica (v n ) definida por:

vn
v1 = −8  n  IN , v n+1 =
2

3.1. Indica a razão da progressão geométrica e escreve o termo geral.

3.2. Calcula a soma dos dez primeiros termos da progressão geométrica.

33
1 1.1. a) Observa-se que u1 = 41 , u2 = 46 , u3 = 51 , u 4 = 56 e u5 = 61 .

( un ) é uma progressão aritmética de razão 5 , tal que u1 = 41 .

Sabendo que un = u1 + ( n − 1)  r , tem-se:

un = 41 + ( n − 1)  5 = 41 + 5n − 5 = 5n + 36 .
O termo geral é un = 5n + 36 .

b) Atendendo a que un = 5n + 36 , tem-se u20 = 5  20 + 36 = 136 .

O termo de ordem 20 é 136 .

1.2. a) Como a sucessão é decrescente, tem-se v1 = 68 , v 2 = 63 , v 3 = 58 e v 4 = 53 .

Trata-se de uma progressão aritmética de razão −5 .


v n = 68 + ( n − 1)  ( −5 ) = 68 − 5n + 5 = −5n + 73

O termo geral é v n = −5 n + 73 .

b) Se pretendemos somar 30 termos consecutivos a começar no 10.° termo, o último a


ser adicionado é o 39.° termo.
23 − 122
v10 = −5  10 + 73 = 23 ; v39 = −5  39 + 73 = −122 ; S30 =  30 = −1485
2
A soma dos 30 termos consecutivos a começar no 10.° termo é −1485 .

2 Como un +1 = un − 4  un +1 − un = −4 , conclui-se que ( un ) é uma progressão aritmética


de razão - 4 .
u12 = −45  u1 + (12 − 1)  ( −4 ) = −45  k − 44 = −45  k = −1

3 3.1. Sabe-se que v1 = −8  n  N , v n +1 = v n .


2
vn v 1 1
Como v n +1 =  n +1 = , conclui-se que a razão da progressão geométrica é .
2 vn 2 2
n −1
 1 23 1
Como v n = v1  r n −1 , tem-se v n = −8    =− = − n −4 .
2 2n −1 2

1
Então, v n = − n −4
.
2

1− r n
3.2. Sabe-se que Sn = v1  .
1− r
10
 1
1−  
Então, S10 = − 8   2  = − 16   1 − 1  = − 16  1023 = − 1023 .
 1024 
 1   1024 64
1−  
2
 
1023
A soma dos dez primeiros termos da progressão geométrica é − .
64

34
Aluno N.º Turma Data - -

1 Sabe-se que 4 , 6 e 9 são três termos consecutivos de uma progressão geométrica


crescente.
A razão da progressão geométrica é:
2 3
(A) 2 (B) (C) 3 (D)
3 2

2 Seja P ( x ) = ax 2 + bx + c um polinómio de grau 2 .

3n 2 − 5n + 2
Sabe-se que lim = −1 .
P (n)
P (n )
Assim, podes concluir que o limite lim é igual a:
(n + 2)
2

1 2
(A) −3 (B) (C) (D) 3
3 3

3 Considera a sucessão ( un ) de termo geral un = 4n − 3 .


n
Quantos são os termos da sucessão que não pertencem à vizinhança V0 ,01 ( 4 ) ?

(A) 250 (B) 300 (C) 280 (D) 321

4 Considera a progressão geométrica ( un ) definida por:

u1 = 3  n  IN , un+1 = kun , k  IR \ 0

Seja S n a soma dos n primeiros termos da sucessão.

4.1. Se k =
1 , podes concluir que
lim Sn é igual a:
2
9
(A) +  (B) 0 (C) 6 (D)
2

4.2. Sabe-se que lim Sn = +  .

O valor de k pode ser:


5 2 1 7
(A) (B) (C) − (D) −
4 5 3 6

35
5 Observa a figura, constituída por semicircunferências de
centro O e segmentos de reta de comprimento 1 .

A seguir estão as três primeiras figuras de uma sequência infinita.

Na figura de ordem n , acrescenta-se à figura anterior uma semicircunferência de centro O


e raio n e um segmento de reta de comprimento 1 .
Seja ( un ) a sucessão em que o termo geral é igual ao comprimento da linha da figura de
ordem n .
n ( n + 1) 
Mostra, por indução matemática, que n  IN , un = n + .
2

6 Considera as sucessões (v n ) e (w n ) tais que:


2n − 3
vn = e w n = 3 + 5n
n +1
6.1. Prova, por definição de limite, que:
a) lim v n = 2 b) lim w n = + 

6.2. Determina a menor das ordens a partir da qual os termos da sucessão (v n ) pertencem
à vizinhança V0 ,02 ( 2) .

7 Em cada caso, determina o valor de k .

( 2n − 1)
2

7.1. lim =k
( n + 1) ( 2n + 1)

7.2. lim 2n 2 + 3 − 3 n
=k
2n + 5

n +1
7.3. lim 3 − 2 = k
n

n − 2n

36
1 6 9 3
= =
4 6 2
Opção: (D)

2 3n 2 − 5n + 2 3
lim = = −1 . Daqui resulta que a = −3 .
an 2 + bn + c a
−3n 2 + bn + c −3n 2 + bn + c −3
lim = lim = = −3
( n + 2)
2
n 2 + 4n + 4 1

Opção: (A)

4n − 3 4n − 3 − 4 n 3 1
3 un − 4  0, 01  − 4  0, 01   0, 01    n  300
n n n 100
Opção: (B)

  1
n

 1−   
4 4.1. lim Sn = lim  3  2  = 3  1− 0 = 6
 1  1
 1− 
 2  2
Opção: (C)

 1− k n 
4.2. lim Sn = lim  3  
 1− k 
5
Para os valores apresentados, se k = , tem-se:
4
 1− k n  1− 
lim Sn = lim  3   = 3  1 = + .
 1− k  −
4
Opção: (A)

5 n ( n + 1) 
n  IN , un = n +
2
1 (1 + 1) 
Se n = 1 , u1 = 1 + = 1+  (verdadeiro)
2
n ( n + 1) 
Hipótese de indução: un = n +
2
( n + 1) ( n + 2 ) 
Tese: un +1 = n + 1 +
2
Demonstração:
un +1 = 1 + ( n + 1)  + un
n ( n + 1)  2 ( n + 1)  + n ( n + 1)  ( n + 1)  ( 2 + n )
un +1 = 1 + ( n + 1)  + n + = n + 1+ = n + 1+
2 2 2

37
un +1 = n + 1 +
( n + 1) ( n + 2 )  n ( n + 1) 
6 . Provou-se que n  IN , un = n + .
2 2

6.1. a) Para todo o   0 existe um número natural p tal que

n  IN , n  p  v n − 2   .

2n − 3 2n − 3 − 2n − 2 5
−2     
n +1 n +1 n +1
5 −
n +   5  n 

5 −
Basta considerar p o menor número natural que é maior que .

b) w n = 3 + 5n

Para todo o L  0 , existe um número natural p , tal que:


n  IN , n  p  w n  L
L−3
w n  L  3 + 5n  L  n 
5
L−3
Basta considera p número natural e maior que .
5

2n − 3 2n − 3 − 2n − 2 −5
6.2. − 2  0, 02   0, 02   0, 02 
n +1 n +1 n +1
5 1
   n  249
n + 1 50
A partir da ordem 250 (inclusive), os termos da sucessão pertencem à vizinhança
V0 ,02 ( 2 ) .
7

( 2n − 1)
2

= lim 4n − 4n + 1 = 4 = 2
2
7.1. lim
( n + 1) ( 2n + 1) 2n 2 + 3 n + 1 2
Então, k = 2 .

 3  3
n 2  2 + 2  − 3n n 2 + 2 − 3n
2n + 3 − 3 n
2
 n  n
7.2. lim = lim = lim
2n + 5 2n + 5 2n + 5
 3 
n  2 + 2 − 3  3
n 2+ −3
2 −3 2 3
= lim   = lim n2 = = −
 5  5 2 2 2
n 2 +  2+
 n  n
2 3
Então, k = − .
2 2

38
n
3
3n − 2n +1    − 2 0 − 2
7.3. lim = lim   = = −2
 n − 2n 2
n
1− 0
1−  

Então, k = −2 .

39
Ficha de preparação para o teste de avaliação 3 PT3
Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

2−n
1. Considere a sucessão ( un ) definida por un =
4n + 5
−26
1.1. Prove que p  , u p+2 − u p = .
( 4 p + 13)( 4 p + 5)
1.2. Estude a sucessão ( un ) quanto à monotonia.

1.3. Mostre que a sucessão ( un ) é limitada.

4
2. Considere a sucessão ( un ) definida por un =
4n + 3
Calcule o número de termos que pertencem a V0,005 ( 0,01) .

3. Considere a sucessão ( un ) definida por u1 = 10 e un+1 = un + 4 , para todo n .

Prove, utilizando o princípio de indução, que un = 10 + ( n − 1)  4 .

u1 = 3

4. Considere a sucessão definida por recorrência por: u2 = 4
u = u − u , n 
 n+2 n +1 n

4.1. Determine u4 + u5 − u7 .
4.2. Indique o valor lógico da seguinte proposição:
p  : u p = −2

5n + 3
5. Seja ( un ) a sucessão definida por un = .
2
5.1. Prove que ( un ) é uma progressão aritmética.

5.2. Determine quantos termos da sucessão ( un ) pertencem ao intervalo de números reais


119, 254 .

6. Escreva uma expressão geral de uma progressão aritmética ( un ) sabendo que u4 = 8 e


u9 = 12

Página 1
Ficha de preparação para o teste de avaliação 3

3n
7. Considere a sucessão ( wn ) definida por wn = n +1 , para todo o n .
2
7.1. Prove que a sucessão ( wn ) é uma progressão geométrica.

7.2. Defina ( wn ) por recorrência.

7.3. Calcule:
w13
a)
w14

w1002
b)
w1000

8. Considere a sucessão definida por:

 w1 = −2

 wn
 wn +1 = 4 , n 

Determine lim S n e interprete o valor obtido, sendo S n a soma dos n primeiros termos da sucessão
( wn ) .

9. Calcule o limite da sucessão cujo termo geral se indica, identificando o tipo de indeterminações
encontradas.
3
9.1. un =  ( n + n 2 − n5 )
5n + n
4

n2 + 4n + 5
9.2. un =
n

9.3. un = 4n 2 + 2n − 3 − 2n

4n + 2n +1
9.4. un =
( 10 )
n+2

10. Considere a sucessão ( vn ) definida por:

1 se n  10
 2
vn =  n − n3
 se n  10
 2n + 1
Indique o valor lógico da seguinte proposição:

p: A sucessão ( vn ) é convergente.

Página 2
Proposta de resoluções

Ficha de preparação para o teste de avaliação 3 2. Temos que


1.1 p  , u p+2 − u p = 4
un − 0,01  0,005  − 0,01  0,005 
4n + 3
2 − ( p + 2) 2− p 2− p−2 2− p
= − = − = 4 − 0,01( 4n + 3) 4 − 0,04n − 0,03
4 ( p + 2) + 5 4p + 5 4p +8+ 5 4p + 5   0,005   0,005
4n + 3 4n + 3
−p 2 − p − p ( 4 p + 5) − ( 2 − p )( 4 p + 13)
= − = =
4 p + 13 4 p + 5 ( 4 p + 13)( 4 p + 5) 3,97 − 0,04n
  0,005 
4n + 3
−4 p 2 − 5 p − 8 p − 26 + 4 p 2 + 13 p
= =
( 4 p + 13)( 4 p + 5) 
3,97 − 0,04n
 0,005 
3,97 − 0,04n
 −0,005 
4n + 3 4n + 3
−26
=  3,97 − 0,04n  0,005 ( 4n + 3) 
( 4 p + 3)( 4 p + 5)
Como queríamos mostrar. 3,97 − 0,04n  −0,005 ( 4n + 3) 
1.2. Estudemos o sinal de un +1 − un .  3,97 − 0,04n  0,02n + 0,015 
3,97 − 0,04n  −0,02n − 0,015 
2 − ( n + 1) 2−n 2 − n −1 2−n
un +1 − un = − = − =  3,97 − 0,015  0,02n + 0,04n 
4 ( n + 1) + 5 4n + 5 4n + 4 + 5 4n + 5
3,97 + 0,015  −0,02n + 0,04n 
1− n 2 − n (1 − n )( 4n + 5) − ( 2 − n )( 4n + 9 )
= − = =  3,955  0,06n  3,985  0,02n 
4n + 9 4n + 5 ( 4n + 9 )( 4n + 5)
3,955 3,985
4n + 5 − 4n2 − 5n − 8n − 18 + 4n2 + 9n  n n
= = 0,06 0,02
( 4n + 9)( 4n + 5)
791 797
n n 
−13 12 4
=
( 4 n + 9 )( 4n + 5 )
 n  65,91( 6 )  n  199, 25
n  , ( 4n + 9 )( 4n + 5 )  0
Então, 199 − 65 = 134 , portanto, há 134 termos desta
n  , un +1 − un  0 , pelo que ( un ) é decrescente. sucessão cuja distância a 0,01 é inferior a 0,005.
1.3. Recorrendo ao algoritmo da divisão: Resposta: 134
3. Seja T ( n ) a condição em : un = 10 + ( n − 1)  4
−n + 2 4n + 5 T (1) é verdadeira, uma vez que:

5 1
n+ − u1 = 10 + (1 − 1)  4 = 10
4 4
13 • Suponhamos que T ( n ) é verdadeira para um dado
4 número natural n (hipótese de indução).
13 Pretendemos mostrar que T ( n + 1) é verdadeira, isto é:
1 1 13
Portanto, un = − + 4 = − +
4 4n + 5 4 16n + 20 un +1 = 10 + 4n

Como un = 10 + ( n − 1)  4 :
13 13
n  , 0    un +1 = un + 4 = 10 + ( n − 1)  4 + 4 = 10 + 4n − 4 + 4 = 10 + 4n
16n + 20 16 + 20
 1 
Logo, un +1 = 10 + 4n , ou seja, T ( n + 1) é verdadeira.
 é decrescente 
n+3 
Assim, pelo princípio da indução matemática, a
1 13 1 13 condição verifica-se para n = 1 e é hereditária, podemos
 n  , −  − + 
4 16n + 20 4 36
concluir que un = 10 + ( n − 1)  4 , para todo n  .
1 1
 n  , −  un 
4 9 4.1. u3 = u2 − u1  u3 = 4 − 3  u3 = 1

A sucessão ( un ) é, assim, minorada e majorada, pelo u4 = u3 − u2  u4 = 1 − 4  u4 = −3

que é limitada, como queríamos mostrar. u5 = u4 − u3  u5 = −3 − 1  u4 = −4

Página 3
Proposta de resoluções

u6 = u5 − u4  u6 = −4 − ( −3)  u6 = −1 3n +1
wn +1 2n +1+1 3n +1  2n +1
= n n + 2 = 3n +1− n  2 ( ) =
n +1− n + 2
7.1. =
u7 = u6 − u5  u7 = −1 − ( −4 )  u7 = 3 wn 3n 3 2
2n +1
Portanto, u4 + u5 − u7 = −3 − 4 − 3 = −10
3
4.2. u8 = u7 − u6  u8 = 3 − ( −1)  u8 = 4 = 31  2−1 =
2
u7 = u1 e u8 = u2 3
( wn ) é uma progressão geométrica de razão r = .
2
Os termos da sucessão ( un ) apenas tomam valores reais
31 3
pertencentes ao conjunto −4 , − 3 , − 1 , 1 , 3 , 4 . 7.2. w1 =  w1 =
21+1 4
Portanto, não existe qualquer p  tal que u p = −2 ,  3
 w1 = 4
pelo que a proposição é falsa. Por exemplo: 
 w = w  3 , n 
5 ( n + 1) + 3 5n + 3  n +1 n
2
5.1. n  , un +1 − un = − =
2 2
w13 1
7.3. a) = , sendo r a razão.
5n + 5 + 3 − 5 n − 3 5 w14 r
= =
2 2
w13 1 2
5 Assim, = = .
( un ) é uma progressão aritmética de razão . w14 3 3
2 2
5.2. Pretende-se determinar n  tal que 119  un  254 , w1002
b) = r 2 , sendo r a razão.
ou seja: w1000

5n + 3 w1002  3  9
2
119   254  238  5n + 3  508  Assim, =  = .
2 w1000  2  4
 235  5n  505 
 47  n  101  1 
n

 1−   
1
lim Sn = lim  −2     , pois w1 = −2 e r =
4
101 − 47 = 54 8.
 1  4
 1− 
Portanto, há 54 termos nas condições do enunciado. 4
 
6. Sendo ( un ) uma progressão aritmética, temos que:
 1 
n

 1−     8   1 n  
u9 = u4 + 5r
= lim  −2     = lim −  1 −     =
4
4
 3   3   4   
Ou seja: 12 = 8 + 5r  5r = 4  r =  4 
5  

O termo geral de uma progressão aritmética é: 8   1 n  8 8


= −  lim 1 −    = −  (1 − 0 ) = −
un = u1 + ( n − 1)  r 3  4  3 3
 
ou Interpretação: A soma dos primeiros termos de ( un ) é
un = uk + ( n − k )  r 8
tão próxima de − quanto maior for o número n de
4 3
Assim, un = u4 + ( n − 4 )  , isto é:
5 termos a somar.
4  3  0
un = 8 + ( n − 4 )  9.1. lim un = lim  4  ( n + n 2 − n5 )  =
5  5n + n 
4 16 4 24
 un = 8 + n −  un = n +
3 ( n + n 2 − n5 )
5 5 5 5
3n + 3n2 − 3n5
Portanto, uma expressão do termo geral pode ser: = lim = lim =
5n4 + n 5n4 + n
4 24
un = n+ , para todo n  −3n5
5 5 = lim = lim ( −3n ) = −
5n4

Página 4
Proposta de resoluções


n 2 + 4n + 5 
9.2. lim un = lim = 
n 4 n + 2 n +1  4n 2n +1
9.4. lim un = lim = lim + lim =
( ) ( 10 ) ( 10 )
n+2 n+2 n+2
 4 5  4 5 10
n 2 1 + + 2  n 1+ + 2
 n n  n n =
= lim = lim 4n 2n  2
n n = lim + lim =
( 10 )  ( 10 ) ( 10 )  ( 10 )
n 2 n 2

4 5
= lim 1 + + = 1+ 0 + 0 =1
n n2 1 4n 2 2n
= lim + lim =
( 10 ) ( 10 ) ( 10 ) ( 10 )
− 2 n 2 n

9.3. lim un = lim  4n2 + 2n − 3 − 2n  =


 
n n
 4 n 2 + 2 − 3 − 2n   4n 2 + 2n − 3 + 2 n  1  4  1  2 
= lim   + lim   =
= lim   = 10  10  5  10 
4n 2 + 2 n − 3 + 2
1 1
= ( + ) +  0 = +
10 5

( ) − ( 2n )
2
4n 2 + 2n − 3
2
4n 2 + 2n − 3 − 4n 2 Resposta: +
= lim = lim = 
4n 2 + 2n − 3 + 2n 4n 2 + 2n − 3 + 2n n 2 − n3  −n3
10. lim vn = lim = lim =
2n + 1 2n
 3
n 2 −   n2  1
2n − 3  n  lim  −  = − lim n 2 =
= lim = lim =  2  2
4n 2 + 2n − 3 + 2n 2 2 3
n  4 + − 2  + 2n 1
 n n  = − ( + ) = −
2
 3  3 Como o limite não é um número real, a sucessão é
n 2 −  n 2 − 
= lim  n
= lim  n
= divergente.
2 3  2 3 
n 4 + − 2 + 2n n  4 + − 2 + 2  Portanto, a proposição p é falsa.
n n  n n 
3
2−
n 2−0 2 1
= lim = = =
2 3 4+0+0 +2 4 2
4+ − 2 +2
n n

Página 5
Teste de Matemática A

2023 / 2024

Teste N.º 5
Matemática A

Duração do Teste: 90 minutos

11.º Ano de Escolaridade

Nome do aluno: __________________________________________ N.º: ___ Turma: ___

Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.


Não é permitido o uso de corretor. Risque aquilo que pretende que não seja classificado.
É permitido o uso de calculadora.
Apresente apenas uma resposta para cada item.
As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado.

Na resposta aos itens de escolha múltipla, selecione a opção correta. Escreva, na folha de
respostas, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

Na resposta aos restantes itens, apresente todos os cálculos que tiver de efetuar e todas
as justificações necessárias. Quando para um resultado não é pedida a aproximação,
apresente sempre o valor exato.

Teste N.º 5 de Matemática A – 11.º Ano Expoente11 | Daniela Raposo e Luzia Gomes
Com colaboração de Daniela Breda
1. Na figura está representado, num referencial ortonormado 𝑂𝑥𝑦𝑧, o cubo
[𝐴𝐵𝐶𝐷𝐸𝐹𝐺𝐻].

Sabe-se que:
 o ponto 𝐹 tem coordenadas (10, 1, 9);
 o ponto 𝐵 pertence ao eixo das abcissas;
 o plano 𝐴𝐵𝐶 pode ser definido pela equação −2𝑥 + 3𝑦 + 6𝑧 + 12 = 0.

1.1. Qual das equações seguintes define uma equação vetorial de uma reta paralela ao plano 𝐴𝐵𝐶
que contém o ponto 𝐹?

(A) (𝑥, 𝑦, 𝑧) = (7, −1, 7) + 𝑘(3, −2, 2), 𝑘 ∈ ℝ

(B) (𝑥, 𝑦, 𝑧) = (10, 1, 9) + 𝑘(2, −3, −6), 𝑘 ∈ ℝ

(C) (𝑥, 𝑦, 𝑧) = (8, 4, 15) + 𝑘(−2, 3, 6), 𝑘 ∈ ℝ

(D) (𝑥, 𝑦, 𝑧) = (7, 5, 6) + 𝑘(3, −4, 3), 𝑘 ∈ ℝ

1.2. Determine, sem recorrer à calculadora, a não ser para eventuais cálculos numéricos,
a distância do ponto 𝐴 à origem do referencial.

2. Uma composição geométrica é constituída por uma sucessão de quadrados em que, à exceção
do primeiro, a medida do lado de cada quadrado é metade da medida do lado do quadrado
anterior.
Considere que a medida do lado do primeiro quadrado é 4.
Na figura ao lado estão representados os primeiros cinco
quadrados dessa composição.
Supondo que o processo se prolonga indefinidamente,
determine a área ocupada por todos os quadrados assim
construídos.

3. Na figura ao lado está representada parte do gráfico de uma


função 𝑓 de domínio ℝ.
A reta de equação 𝑥 = 2 é uma assíntota vertical ao gráfico
de 𝑓.

Seja (𝑢 ) a sucessão de termo geral 𝑢 = .

A que é igual lim 𝑓(𝑢 )?

(A) −3 (B) 0 (C) 2 (D) +∞

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Com colaboração de Daniela Breda
4. Na figura está representada, num referencial o.n. 𝑂𝑥𝑦, parte da hipérbole que é o gráfico de uma
função racional 𝑓.

Sabe-se que:
 as retas de equações 𝑥 = 2 e 𝑦 = 3 são assíntotas ao gráfico da função 𝑓;
 o ponto 𝐴 tem coordenadas (−1, 2) e pertence ao gráfico de 𝑓.
Em qual das seguintes opções está definida a função 𝑓?

(A) 𝑓(𝑥) = (B) 𝑓(𝑥) = (C) 𝑓(𝑥) = (D) 𝑓(𝑥) =

5. Considere a função 𝑓, de domínio ℝ\{1}, definida por 𝑓(𝑥) = .

Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.


5.1 Determine o conjunto dos números reais que são solução da inequação:
5𝑥 + 4
≤ 𝑓(𝑥)
𝑥−𝑥
Apresente a sua resposta na forma de intervalo, ou de união de intervalos, de números reais.

5.2 Recorrendo à definição de derivada de uma função num ponto, determine 𝑓 (3).

6. Seja 𝑓 a função, de domínio ℝ, definida por:


−2𝑥 + 18
⎧ se 𝑥 < 3
⎪−𝑥 + 7𝑥 − 12

𝑓(𝑥) = −12 se 𝑥 = 3

⎪ 12 − 4𝑥
⎪ se 𝑥 > 3
⎩ √2𝑥 + 3 − 3

Sem recorrer à calculadora, determine, se existir, o valor de lim 𝑓(𝑥).


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7. Na figura estão representadas, num referencial o.n. 𝑂𝑥𝑦 , parte do gráfico de uma função
polinomial 𝑓, diferenciável em ℝ, e a reta 𝑡, tangente ao gráfico de 𝑓 no ponto 𝐴 de abcissa 2.

Sabe-se que:
 𝑓(2) = 3;

 lim ( )
= −2.

Determine a abcissa do ponto de interseção da reta 𝑡 com o eixo das abcissas.

8. A média das alturas dos 15 jogadores em campo de uma equipa de rugby é 182 cm.
Num dado momento do jogo foi substituído um jogador de altura 182 cm, passando a média das
alturas dos 15 jogadores em campo a ser 183 cm.
Qual é a altura do jogador que entrou em campo para a substituição?

(A) 197 cm (B) 193 cm (C) 187 cm (D) 183 cm

9. Efetuou-se um estudo acerca dos valores das rendas mensais aplicadas no arrendamento de uma
amostra de 200 apartamentos de uma determinada zona do país.
Na tabela de frequência absoluta e frequência relativa acumulada encontram-se organizados os
resultados obtidos neste estudo.

Determine os valores de 𝑎, 𝑏, 𝑐, 𝑑 e 𝑒.
Apresente todos os cálculos efetuados.

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10. Um grupo de 10 amigos promoveu uma atividade de recolha de lixo nas praias. Em seguida,
apresenta-se a quantidade de lixo, em quilogramas, que, num certo dia, cada um dos dez amigos
recolheu.

1,81; 2,05; 1,45; 2,78; 4,12; 1,70; 2,08; 2,18; 4,14; 3,01

Indique em qual das seguintes opções se apresenta a média e o percentil de ordem 50 da


quantidade de lixo recolhida por estes dez amigos.

(A) 𝑥̅ = 3,532 e 𝑃 = 2,08 (B) 𝑥̅ = 2,532 e 𝑃 = 2,08

(C) 𝑥̅ = 2,532 e 𝑃 = 2,13 (D) 𝑥̅ = 3,532 e 𝑃 = 2,13

11. Na tabela seguinte apresentam-se os registos ao diâmetro biparietal, 𝑥, em centímetros, medidos


em ecografias de fetos efetuadas na 34.ª semana de gravidez, e o correspondente perímetro
cefálico dos recém-nascidos, 𝑦, também em centímetros.

Considere um modelo de regressão linear obtido a partir dos registos obtidos na tabela.
Recorrendo à calculadora gráfica, estime, com base nesse modelo, o perímetro cefálico de um
feto cujo diâmetro biparietal medido na ecografia efetuada na 34.ª semana de gravidez é 8,42 cm.
Na sua resposta, apresente os valores dos parâmetros da equação da reta de regressão linear
de 𝑦 sobre 𝑥, com quatro casas decimais.
Apresente o resultado arredondado às centésimas.

FIM

COTAÇÕES

Item
Cotação (em pontos)
1.1 1.2 2. 3. 4. 5.1 4.2 6. 7. 8. 9. 10. 11. Total
10 20 20 10 10 18 18 20 18 10 18 10 18 200

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TESTE N.º 5 – Proposta de resolução

1.
1.1 Opção (D)
Uma vez que se pretende uma equação vetorial de uma reta paralela ao plano 𝐴𝐵𝐶, podemos
excluir as opções (B) e (C), pois, em ambas, as equações vetoriais apresentam vetores colineares
ao vetor de coordenadas (−2, 3, 6), sendo este um vetor normal ao plano 𝐴𝐵𝐶.
Analisemos, agora, a posição relativa do vetor de coordenadas (−2, 3, 6) com os vetores
apresentados em cada uma das equações vetoriais nas opções (A) e (D):
(A) (−2, 3, 6). (3, −2, 2) = −2 × 3 + 3 × (−2) + 6 × 2 = −6 − 6 + 12 = 0
(D) (−2, 3, 6). (3, −4, 3) = −2 × 3 + 3 × (−4) + 6 × 3 = −6 − 12 + 18 = 0
Em ambas as opções estão representadas equações vetoriais de retas paralelas ao plano 𝐴𝐵𝐶.
Verifiquemos se ponto 𝐹 pertence à reta apresentada na opção (A):
10 = 7 + 3𝑘 3 = 3𝑘 1=𝑘
1 = −1 − 2𝑘 ⇔ 2 = −2𝑘 ⇔ −1 = 𝑘
9 = 7 + 2𝑘 2 = 2𝑘 1=𝑘
Como os valores de 𝑘 obtidos não são iguais, conclui-se que o ponto 𝐹 não pertence à reta
apresentada na opção (A).
Verifiquemos se ponto 𝐹 pertence à reta apresentada na opção (D):
10 = 7 + 3𝑘 3 = 3𝑘 1=𝑘
1 = 5 − 4𝑘 ⇔ −4 = −4𝑘 ⇔ 1 = 𝑘
9 = 6 + 3𝑘 3 = 3𝑘 1=𝑘
Como os valores de 𝑘 obtidos são iguais, conclui-se que o ponto 𝐹 pertence à reta apresentada
na opção (D).
Desta forma, podemos concluir que a reta de equação apresentada na opção (D),
(𝑥, 𝑦, 𝑧) = (7, 5, 6) + 𝑘(3, −4, 3), 𝑘 ∈ ℝ é paralela ao plano 𝐴𝐵𝐶 e contém o ponto 𝐹.

1.2 Comecemos por escrever uma equação vetorial da reta perpendicular ao plano 𝐴𝐵𝐶 e que contém
o ponto 𝐹: (𝑥, 𝑦, 𝑧) = (10, 1, 9) + 𝑘(−2, 3, 6), 𝑘 ∈ ℝ
A interseção da reta 𝐴𝐹 com o plano 𝐴𝐵𝐶 é o ponto 𝐴.
Da interseção da reta de equação (𝑥, 𝑦, 𝑧) = (10, 1, 9) + 𝑘(−2, 3, 6), 𝑘 ∈ ℝ com o plano definido
por 𝐴𝐵𝐶 resulta o ponto 𝐴.
Um ponto genérico da reta é do tipo (10 − 2𝑘, 1 + 3𝑘, 9 + 6𝑘), com 𝑘 ∈ ℝ.
Substituindo as coordenadas do ponto genérico na equação do plano, obtemos:
−2(10 − 2𝑘) + 3(1 + 3𝑘) + 6(9 + 6𝑘) + 12 = 0 ⇔ −20 + 4𝑘 + 3 + 9𝑘 + 54 + 36𝑘 + 12 = 0
⇔ 49𝑘 = −49
⇔ 𝑘 = −1

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Para 𝑘 = −1, obtemos as coordenadas do ponto 𝐴:
10 − 2 × (−1), 1 + 3 × (−1), 9 + 6 × (−1) = (12, −2, 3)

𝑑( , ) = 12 + (−2) + 3 = √144 + 4 + 9 = √157

2. Seja (𝑎 ) a sucessão que representa a área do quadrado de ordem 𝑛.


Tem-se que 𝑎 = 4 = 16; 𝑎 = 2 = 4; 𝑎 = 1 = 1 …
(𝑎 ) é uma progressão geométrica de razão e primeiro termo 16.

Assim, a soma das áreas de 𝑛 quadrados pode ser dada por 𝑆 = × 16 e, como 𝑛 → +∞. tem-se:

lim 𝑆 = lim × 16 = × 16 =

3. Opção (D)
Cálculos auxiliares:
lim(𝑢 ) = lim = lim 2 − =2
2𝑛 + 5 𝑛+3
lim 𝑓(𝑢 ) = lim+ 𝑓(𝑥) = +∞ −2𝑛 − 6 2
𝑥→2
−1

2𝑛 + 5 1
=2−
𝑛+3 𝑛+3
4. Opção (B)

𝑓 é uma função racional cujo gráfico é uma hipérbole, pelo que pode ser definida por 𝑓(𝑥) = 𝑎 + ,

sendo 𝑎, 𝑏 e 𝑐 números reais.

As retas de equações 𝑥 = 2 e 𝑦 = 3 são assíntotas ao gráfico da função 𝑓, pelo que 𝑓(𝑥) = 3 + .

O ponto de coordenadas (−1, 2) pertence ao gráfico de 𝑓, logo:


𝑏 𝑏
𝑓(−1) = 2 ⇔ 3 + =2⇔ = −1 ⇔ 𝑏 = 3
−1 − 2 −3
Desta forma, 𝑓(𝑥) = 3 + = =

5.
5.1 ≤ 𝑓(𝑥)

⇔ ≤

⇔ ( )
− ≤0

⇔ ( )
+ ≤0

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( )
⇔ ( )
≤0

⇔ ( )
≤0

⇔ ( )
≤0

Cálculos auxiliares:
𝑥 − 3𝑥 − 4 = 0
𝑥(𝑥 − 1) = 0
± ( ) × ×( )
⇔𝑥= ⇔𝑥 = 0 ∨ 𝑥−1 = 0
×

⇔𝑥=
±√ ⇔𝑥=0 ∨ 𝑥=1

±
⇔𝑥=

⇔𝑥= ∨ 𝑥=

⇔ 𝑥 = 4 ∨ 𝑥 = −1

𝑥 −∞ −1 0 1 4 +∞
𝑥 − 3𝑥 − 4 + 0 − − − − − 0 +
𝑥(𝑥 − 1) + + + 0 − 0 + + +
𝑥 − 3𝑥 − 4
+ 0 − n. d. + n. d. − 0 +
𝑥(𝑥 − 1)
Assim,

( )
≤ 0 ⇔ −1 ≤ 𝑥 < 0 ∨ 1 < 𝑥 ≤ 4

C.S. = [−1, 0[ ∪ ]1, 4]

( ) ( )
5.2 𝑓 (3) = lim = lim =
→ →

= lim = lim =
→ →

( )
= lim = lim ( )( )
=
→ →
( )
= lim ( )( )
= lim ( )
=
→ →

= ( )
=

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6. Existe lim 𝑓(𝑥) se 𝑓(3) = lim 𝑓(𝑥) = lim 𝑓(𝑥)
→ → →

𝑓(3) = −12
lim 𝑓(𝑥) = lim = Cálculos auxiliares:
→ →

= lim = −1 7 −12
→ ( )( )
3 −3 12
( )( )
= lim ( )( )
= −1 4 0

( )
= lim =

−𝑥 + 7𝑥 − 12 = (𝑥 − 3)(−𝑥 + 4)
( )
= = −12

lim 𝑓(𝑥) = lim =


→ → √
( ) √
= lim =
→ √ √

( ) √
= lim =

( ) √
= lim =

( ) √
= lim ( )
=


= lim =

= −2 √2 × 3 + 3 + 3 =
= −2(3 + 3) = −12
Logo, concluímos que existe lim 𝑓(𝑥) e que lim 𝑓(𝑥) = −12.
→ →

7. lim ( )
= −2

( )( ) Cálculos auxiliares:
⇔ −lim ( )
= −2

1 6 −16
( )( )
⇔ lim ( )
=2 2 2 16

1 8 0
⇔ lim (𝑥 + 8) × lim ( ) ( )
=2
→ →

⇔ (2 + 8) × ( )
=2 𝑥 + 6𝑥 − 16 = (𝑥 − 2)(𝑥 + 8)

⇔ 𝑓′(2) = 5
𝑓′(2) = 5, logo o declive da reta 𝑡, tangente ao gráfico de 𝑓 no ponto 𝐴, é igual a 5, pelo que 𝑓 é
definida por 𝑦 = 5𝑥 + 𝑏.
O ponto 𝐴 tem coordenadas (2, 3) e, substituindo-as, respetivamente, por 𝑥 e por 𝑦 na equação
anterior, obtemos o valor de 𝑏:
3 = 5 × 2 + 𝑏 ⇔ 𝑏 = −7

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Desta forma, a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de 𝑓 no ponto 𝐴 é 𝑦 = 5𝑥 − 7 .
Determinemos, agora, a abcissa do ponto de interseção da reta 𝑡 com o eixo das abcissas:
5𝑥 − 7 = 0 ⇔ 𝑥 =

Assim, a abcissa do ponto de interseção da reta 𝑡 com o eixo das abcissas é .

8. Opção (A)
A média das alturas dos 15 jogadores em campo, de uma equipa de rugby, é 182 cm, pelo que a
soma das suas alturas é igual 15 × 182 = 2730.
Retirando a 2730 o valor da medida do jogador que foi substituído, obtemos: 2730 − 182 = 2548
Seja 𝑥 a altura do jogador que entrou em campo para a substituição.
Desta forma:
2548 + 𝑥
= 183 ⇔ 2548 + 𝑥 = 2745 ⇔ 𝑥 = 2745 − 2548 ⇔ 𝑥 = 197
15

9. 𝑎 = = 0,1

𝑏 = 0,275 × 200 − 20 = 35

𝑐= = 0,775

𝑑 = (0,87 − 0,775) × 200 = 19

𝑒 = (1 − 0,87) × 200 = 26

10. Opção (C)


, , , , , , , , , ,
𝑥̅ = =
,
= =

= 2,532
Ordenemos todos os valores:
1,45; 1,70; 1,81; 2,05; 2,08; 2,18; 2,78; 3,01; 4,12; 4,14
Uma vez que o número de dados é par (são 10 dados), o percentil de ordem 50 é a média dos
dois valores centrais (os quinto e sexto valores):
1,45; 1,70; 1,81; 2,05; 2,08; 2,18; 2,78; 3,01; 4,12; 4,14
, ,
Desta forma, = 2,13.

11. Inserindo na calculadora gráfica as listas com os dados apresentados, temos:


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𝑥 𝑦
7,38 29,36
7,71 30,99
8,32 33,78
8,32 35,12
8,16 34,10
8,20 34,26
8,32 34,81
8,76 36,11
9,01 36,27

Recorrendo à calculadora gráfica, obtemos os valores de 𝑎 e de 𝑏, da equação da reta de


regressão linear, com quatro casas decimais:
𝑎 ≈ 4,4752 e 𝑏 ≈ −3,0187
Desta forma, a equação da reta de regressão linear é 𝑦 = 4,4752 𝑥 − 3,0187.
Com base neste modelo, o perímetro cefálico de um feto cujo diâmetro biparietal medido na
ecografia efetuada na 34.ª semana de gravidez é 8,42 cm, com arredondamento às centésimas é:
𝑦 = 4,4752 × 8,42 − 3,0187 = 34,66.

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