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Introdução à Op Art e Seus Principais Artistas

Estudo da OP Art

Enviado por

Iara Porto
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Op Art

A origem do nome op art vem da expressão abreviada optical art que significa “arte óptica”. O
precursor da plástica do movimento foi Victor Vasarely (1908-1997), a partir da década de 60.
A Op Art explora determinados efeitos óticos, utilizando figuras geométricas em preto e bran-
co, coloridas, com o objetivo de criar obras que pareçam vibrar, cintilar, dar sensação de movimento. O
observador ao mudar de posição, tem a impressão de que a obra se modifica, que as figuras se movi-
mentam e formam um novo conjunto pictórico.
Considerou-se como as primeiras obras de Op Art, as que foram produzidas
por Vasarely, como “Zebra” composta por listras em preto e branco que dá a im-
pressão de tridimensionalidade.
Vasarely passou pelo período de expressão figurativa e decidiu optar por
uma arte geométrica abstrata e construtivista e aprofundou-se nos conhecimentos
gráficos. Seu fascínio por padrões lineares levou-o a desenhar diversos motivos por
meio de grelhas lineares e de deformações ondulantes, que criaram a sen-
sação de profundidade e várias dimensões. Zebra, 1938 - Vasarely

Ao introduzir a cor nos seus trabalhos permitiu ainda um maior dinamismo, através do
qual pretendeu retratar o universo inatingível
das galáxias, a gigante pulsação cósmica e a
mutação biológica das células. As obras fica-
ram essencialmente geométricas, policromáti-
cas, totalmente abstratas e intimamente liga-
das à ciência.
Bridget Riley (1931), pintora inglesa, tem
Cheyt - M - Victor Vasarely
um estilo marcado por listras que se sobrepõem, Vega Nor - Victor Vasarely
curvas onduladas. discos concêntricos, quadrados
ou triângulos que se repetem. Pintou uma série de obras só com linhas pretas e brancas. Devido à or-
ganização sequencial e a relação de cores de suas obras, há a criação de sensações ópticas de ritmo
nas superfícies, que parecem vibrar. Bridget Riley deixa a impressão de movimento ou cor, ao invés de
dar a impressão de um objeto do mundo real.
A tendência de explorar o movimento na
pintura propiciou a criação de esculturas movimen-
tadas por motores, pela mão e por correntes de ar
que foi denominada “arte cinética”.
Alexander Calder (1898-1976) foi o seu mais
expressivo representante. Os seus primeiros tra-
balhos eram movidos pelo observador, manualmen-
te. Posteriormente usava peças de metal suspensas
Blaze 1, 1962 – Bridget Riley Arrest 1, 1965 - Bridget Riley
por fios que se moviam pela ação
das correntes de ar. Essas estruturas parecem simples, mas sua montagem é com-
plexa, pois o sistema de peso e contrapeso deve ser bem
ajustado para que o movimento tenha ritmo e se prolongue.
Móbile, nome dessas estruturas suspensas, foi dado por
Marcel Duchamp.
A Op Art representou a mesma característica da
vida contemporânea, de estar em constante alteração.
A Estrela, 1960 - Calder Sem Título, 1948
Calder

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