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Custeio por Absorção na Contabilidade

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Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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Contabilidade Gerencial

• Aula 5 – Custeio por Absorção

2
2 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programa – Contabilidade Gerencial – 80h
• Aula 1 – Introdução à Contabilidade Gerencial
• Aula 8 – Custos para decisão
• Da Contabilidade Gerencial à Controladoria • Decisão entre OPEX x CAPEX
• Aula 2 – Terminologia em Custos • Ponto de equilíbrio (Custo-volume-lucro)
• Classificação de gastos; Classificação de custos; Custo x • Aula 9 – Simulado
despesa; Fixo x variável; Direto x indireto; Desembolsos • Aula 10 – Avaliação AP1
• Aula 3 – Sistemas de Custeio • Aula 11 – Vistas à prova
• Absorção, Variável, Activity Based Cost (ABC); RKW • Aula 12 – Sistema de Custeio Variável
• Aula 4 – Custos Estratégicos • Margem de contribuição
• Activity Based Management (ABM); Custo-meta; Custos • Aula 13 – Sistema de Custeio por Atividade
• Atividades para distribuir e alocar custos
da Qualidade, Custos de TI
• Aula 14 – Sistema de custeio pleno
• Aula 5 – Custeio por Absorção
• Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit (RKW)
• Material direto (MD); Mão-de-obra direta (MOD); Custo • Aula 15 – Formação do Preço de Venda
Indireto de Fabricação (CIF) e Centro de custo (CC). • Determinação do mark-up
• Custeio por Absorção x Custeio Variável • Implicação dos tributos
• Aula 6 – Sistemas de apropriação de custos • Aula 16 – Simulado
• Custeio por processos • Aula 17 – Avaliação AP2
• Custeio por ordem de produção e de serviço • Aula 18 – PS (prova substitutiva)
• Aula 7 – Custo-padrão • Aula 19 – Vistas às provas
3
3 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custeio por Absorção

• Objetivos específicos
• Leitura complementar
• Objetivo geral • Contabilidade de Custos
• Compreender o sistema de custeio por • Sistema de custeio por absorção
absorção • Material direto
• Programação MD
• Mão de obra direta
• Custo da ociosidade
• Custos indiretos de fabricação
• Taxas CIF
• Centro de custo
• Estudos de casos
• Evaluation quiz

4
4 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Leitura complementar

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


[email protected]
220614
Leitura complementar
• SISTEMAS DE CUSTEIO “acumular, determinar
• Método de custeio é o custos”.
método usado para a • Custeio ou custeamento
apropriação de custos. são métodos de apuração
• Existem dois métodos de de custos, maneiras
custeio básicos: custeio segundo as quais
por absorção e custeio procedemos a acumulação
variável ou direto, que e a apuração dos custos.
podem ser usados com • A aplicação desses
qualquer sistema de sistemas deverá ser
acumulação de custos. coerente com o tipo de
• A diferença básica entre os empresa, as
dois métodos está no características de suas
tratamento dos custos atividades, suas
fixos. Por isso, vamos necessidades gerenciais e,
apresentar a classificação evidentemente, o custo-
dos custos quanto ao benefício resultante do
volume de produção. sistema adotado, segundo
• Custear significa Horngren (1985).

6 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Contabilidade de Custos

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220615
Contabilidade de custos

• Na Contabilidade Gerencial
• Fornecer informações para:
Usos da contabilidade de custos • Planejamento e controle
• Na Contabilidade Financeira • Elaboração de orçamentos
• Valoração de Estoques para o Balanço • Dar suporte ao processo de tomada de decisão
Patrimonial • Lançamento de produtos
• Apuração do Custo dos Bens e Serviços • Precificação
Vendidos, para a Demonstração de • Apurar resultados
Resultados • Avaliar desempenhos
• Influenciar comportamentos
• Etc.

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8 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Contabilidade de custos
2. Sistemas de apropriação de custos
1. Sistema de custeio por absorção 1. Custeio por processos (CPP)
• Sistemas de acumulação de custos
• Material direto (MD) 2. Custeio por ordem de produção (COP)
• Avaliação de estoques • Alocação de custos
• UEPS 3. Custeio por ordem de serviço (COS)
• Sistemas de acumulação de custos
• PEPS
3. Custo-padrão (CP)
• Custo médio ponderado
• Análise de variações entre padrão x realizado
• Controle de estoques
4. Sistema de custeio variável (CV)
• Sistema de inventário periódico • Margem de contribuição
• Sistema de inventário contínuo 5. Sistema de custeio por atividades (ABC)
• Programação de compra • Atividades para distribuir e alocar custos
• Mão-de-obra direta (MOD) • Etapas do ABC
• Custo da MOD 6. Sistema de custeio pleno (RKW)
• Encargos sobre a MOD • Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit
• Ociosidade 7. Custos para decisão (CD)
• Custos Indiretos de Fabricação (CIF) • Decisão entre OPEX x CAPEX
• Alocação dos CIF por rateio • Ponto de equilíbrio (Custo-volume-lucro)
• Alocação das despesas aos produtos 8. Custos setorizados
• Centro de custo (CC) 1. Custos na prestação de serviços
• Custeio por departamentos (CPD) 2. Custos no varejo
• Critérios de alocação 3. Custo no agronegócios
4. Custos no setor público
5. Custos na saúde
9
9 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Sistema de custeio por absorção (ABS)


Material direto
Mão de obra direta
Custos indiretos de fabricação
Centro de custo

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220615
Sistema de Custeio por Absorção (ABS)

• Custeio por absorção


• É um sistema onde todos os custos da
área de fabricação do produto ou • O critério de rateio dos custos indiretos
prestação do serviço, sejam diretos ou acarreta diferentes lucros ou prejuízos dos
indiretos, fixos ou variáveis são debitados produtos ou serviços prestados

11
11 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Sistema de Custeio por Absorção (ABS)
• Rateio pelo MD

CUSTEIO ABSORÇÃO Produto A Produto B Serviço C Total


(+) RECEITA 500 300 200 1.000
(–) MD (CV) (200) (100) (0) (300)
(–) MOD (CV) (100) (100) (100) (300)
(=) Margem de Contribuição 200 100 100 400
Aluguel Fábrica (CIF) 100 – – – –
Depreciação (CIF) 50 – – – –
(Rateio pelo MD) % do MD 66,6% 33,3% 0% 100 %
(–) Total (CIF) (100) (50) (0) (150)
(=) Lucro 100 50 100 250

12 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Sistema de Custeio por Absorção (ABS)
• Rateio pela MOD

CUSTEIO ABSORÇÃO Produto A Produto B Serviço C Total


(+) RECEITA 500 300 200 1.000
(–) MD (CV) (200) (100) (0) (300)
(–) MOD (CV) (100) (100) (100) (300)
(=) Margem de Contribuição 200 100 100 400
Aluguel Fábrica (CIF) 100 – – – –
Depreciação (CIF) 50 – – – –
(Rateio pela MOD) % da MOD 33,3% 33,3% 33,3% 100 %
(–) Total (CIF) (50) (50) (50) (150)
(=) Lucro 150 50 50 250

13 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Sistema de Custeio por Absorção (ABS)
• Rateio pela margem de contribuição

CUSTEIO ABSORÇÃO Produto A Produto B Serviço C Total


(+) RECEITA 500 300 200 1.000
(–) MD (CV) (200) (100) (0) (300)
(–) MOD (CV) (100) (100) (100) (300)
(=) Margem de Contribuição 200 100 100 400
Aluguel Fábrica (CIF) 100 – – – –
Depreciação (CIF) 50 – – – –
(Rateio pelo MD) % do MD 50% 25% 25% 100 %
(–) Total (CIF) (75) (37,5) (37,5) (150)
(=) Lucro 125 62,5 62,5 250

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Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Material direto (MD)

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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Material Direto (MD)

• PEPS (FIFO)
• Primeiro a entrar, primeiro a sair
• UEPS (LIFO)
• MD
• Último a entrar, primeiro a sair
• É formado pelas matérias-primas, embalagens,
• Legislação fiscal brasileira não permite
componentes adquiridos prontos e outros
• MPM(WMA)
materiais utilizados no processo de fabricação
• Média ponderada móvel
• O custo a ser contabilizado representa uma
média dos custos de aquisição

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Material Direto (MD)

• Exemplo de cálculo:
• Valor pago ao fornecedor
• Composição do custo da matéria- • (–) IPI
prima • (–) ICMS
• Todos os gastos necessários para a obtenção • (+) Frete
dos materiais constituem seu custo
• (–) ICMS sobre frete
• Deduzem-se os impostos passíveis de
recuperação, como IPI, ICMS, PIS, COFINS • (+) Seguro
• (+) Armazenagem e outros gastos
• (=) Custo do material (ou custo da compra)

17 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Material Direto (MD)

Caso – Comercial de Bugigangas Ltda.

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220614
Comercial de Bugigangas Ltda.

• Durante o início das suas atividades, a


Comercial de Bugigangas Ltda.
adquiriu três ventiladores por $40
cada
• Uma semana depois comprou mais duas
unidades por $88 no total
• Na terceira semana comprou mais uma
unidade por $54
• No mês seguinte, efetuou uma única venda de
quatro unidades por $62 cada
• Qual o custo da venda e o lucro obtido,
considerando os três diferentes critérios de
contabilização de custos?
• Considere a alíquota marginal do IR = 25%

19 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Comercial Bugigangas Ltda. – PEPS (FIFO)

PEPS (FIFO)
Entradas Saídas Saldo
Dia Valor Valor Valor
Qt. Qt. Qt.
Un. Total Un. Total Un. Total DRE
1ª sem 3 40,00 120,00 3 40,00 120,00 Receitas 248,00
2ª sem 2 44,00 88,00 2 44,00 88,00 (–) CMV PEPS (164,00)
(=) Lucro bruto 84,00
3ª sem 1 54,00 54,00 1 54,00 54,00
(–) IR 25% (21,00)
6 − 262,00
(=) Lucro 63,00
Mês sg. 3 40,00 120,00
1 44,00 44,00 1 44,00 44,00
1 54,00 54,00
4 − 164,00 2 − 98,00

20 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Comercial Bugigangas Ltda. – UEPS (LIFO)

UEPS (LIFO)
Entradas Saídas Saldo
Dia Valor Valor Valor
Qt. Qt. Qt.
Un. Total Un. Total Un. Total
DRE
1ª sem 3 40,00 120,00 3 40,00 120,00
Receitas 248,00
2ª sem 2 44,00 88,00 2 44,00 88,00 (–) CMV UEPS (182,00)
3ª sem 1 54,00 54,00 1 54,00 54,00 (=) Lucro bruto 66,00
6 − 262,00 (–) IR 25% (16,50)
Mês sg 1 54,00 54,00 (=) Lucro 49,50

2 44,00 88,00
1 40,00 40,00 2 40,00 80,00
4 − 182,00 2 40,00 80,00

21 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Comercial Bugigangas Ltda. – MPM (WMA)
MPM (WMA)
Entradas Saídas Saldo
Dia Valor Valor Valor
Qt. Qt. Qt.
Un. Total Un. Total Un. Total DRE
1ª sem 3 40,00 120,00 3 40,00 120,00 Receitas 248,00
2ª sem 2 44,00 88,00 2 44,00 88,00 (–) CMV MPM (176,88)
(=) Lucro bruto 71,12
3ª sem 1 54,00 54,00 1 54,00 54,00
(–) IR 25% (17,78)
6 262,00
(=) Lucro 53,34
Mês sg 4 44,22 176,88 2 44,22 88,44
4 44,22 176,88 2 44,22 88,44
Proporção Peso $ unitário $ contribuição
120/262 45,8% x 40,00 18,32
88/262 33,6% x 44,00 14,78
54/262 20,6% x 54,00 11,12
100% Soma: $ 44,22
22 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Comercial Bugigangas Ltda.
• Síntese dos valores obtidos pelos três métodos

Método Estoque ($) Lucro ($) IR ($)


PEPS 98,00 63,00 21,00
UEPS 80,00 49,50 16,50
MPM 88,44 53,34 17,78

Não aceito
pelo Fisco!

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Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Material direto (MD)


Classificação ABC de estoques

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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Material Direto (MD)

• Classificação ABC de estoques


• Itens A
• De elevado valor relativo e que, portanto, SISTEMA ABC
merecem um controle mais rigoroso que

Porcentagem do valor total do


100
os demais. (~80%)
80
• Itens B

estoque (%)
• Valores não são tão representativos como 60
os estoques dos itens A, mas representam,
40
também, uma elevada aplicação de A B C
recursos. (5% – 80%) 20
• Itens C 0
• Representam estoques numerosos em 0 20 40 60 80 100
termos de itens, porém pouco Porcentagens de itens no estoque (%)
representativos em termos de valor.
(~5%)

25
25 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Manufacturing Automotive Components Co.
Item Valor ($) %
• Classificar os itens de acordo com Linhas de costura 80 0%
o critério ABC: Cera polidora 600 0%
Óleo lubrificante 450 0%
Cabos 80.000 30%
Plástico de embalagem 3.500 1%
Filmes de polietileno 360 0%
Filtros 560 0%
Peças de reposição 8.200 3%
Fitas adesivas para embalagem 800 0%
Couro 16.000 6%
Rolamentos industriais 1.400 1%
Parafusos 1.300 0%
Caixas de papelão 2.600 1%
Chapas 150.000 56%
Total 265.850 100%

26 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Manufacturing Automotive Components Co.
ITENS Valor ($) % % Acumulado Classificação
Chapas 150.000 56% 56% A
Cabos 80.000 30% 86% A
Couro 16.000 6% 92% B
Peças reposição 8.200 3% 95% B
Plásticos embalagem 3.500 1% 96% C
Caixas papelão 2.600 1% 97% C
Rolamentos industriais 1.400 1% 98% C
Parafusos 1.300 0% 98% C
Fitas adesivas 800 0% 98% C
Cera polidora 600 0% 98% C
Filtros 560 0% 98% C
Óleo lubrificante 450 0% 99% C
Filmes polietileno 360 0% 99% C
Linha de costura 80 0% 100% C
Total 265.850 100% 100%

27 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Material direto (MD)


Programação de materiais diretos

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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Programação de materiais diretos

• Uma perda compensatória

Estocar x Pedir

• Estocar mais? • Ressuprir mais?

29
29 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Dente de serra
• Exemplo – consumo de água em • Estoque médio?
uma sala de aula • Número de pedidos?
• Uma garrafa por dia
• 30 garrafas por mês Quantidade

Ressuprimentos periódicos Q/2

Mesma quantidade por pedidos

Q = 30 garrafas / pedido Tempo


N = Demanda/Quantidade = D/Q
30 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Exemplo – consumo de água em uma sala de aula Q = 30
Estoque médio?
Quantidade
Número de pedidos?

Q/2 = 30 ÷ 2 = 15 garrafas

Tempo
N = Demanda/Quantidade = D/Q = 30/30 = 1 pedido
31
Programação de materiais diretos
• Exemplo – reduzindo a água comprada Q = 15
Estoque médio?
Quantidade
Número de pedidos?

Q/2 = 15 ÷ 2 = 7,5 garrafas

Tempo
N = Demanda/Quantidade = D/Q = 30/15 = 2 pedidos
32
Programação de materiais diretos

• Custos a considerar

• Estocagem e Pedidos Quanto menor a


quantidade do pedido,
menor o custo total de
estocagem

33
33 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos

• Custo de estocagem
• Depende do estoque médio • Componentes dos custos de
estocagem
• Gastos explícitos
• Depreciação dos materiais armazenados
• Energia
• Seguros
• Operação
• Gastos implícitos
• Custos de oportunidade
• Juros não recebidos

34
34 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos

• Custo total de estocagem CTE = CE x Q/2


• Será função de:
• Estoque médio CTE ($)
• Custo unitário de estocagem

Quantidade por pedido (Q)

Estoque médio (Q/2)

Custo unitário de estocagem Aumenta à medida


que aumenta a
(CE) quantidade comprada
por pedido
Custo total de estocagem
(CTE = CE x Q/2) (Q)

35
35 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos

• Custo de pedidos
• Depende do número de pedidos

• Componentes dos custos de pedidos


• Gastos explícitos
• Fretes
• Gastos administrativos com o pagamento
• Processos operacionais envolvidos com a
solicitação
• Não envolve o pagamento dos materiais
comprados

36
36 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos

• Custo de pedidos CTP = CE x D/Q


• Será função de:
• Número de pedidos CTE ($)
• Gastos explícitos e fretes
Diminui à medida
que aumenta a
Demanda por quantidade quantidade comprada
(D/Q) por pedido

Custo por pedido (CP)

Custo total de pedidos


(CTP = CP x D/Q)
(Q)

37
37 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Lote econômico de compra (LEC)
• Lote econômico de compra (LEC)

CT ($)
• Técnica de administração de estoques
para se determinar a quantidade ótima
CT
de compra que minimiza o custo total de Ponto de
estocagem (custos de pedir e manter mínimo custo
estoques). CTE
• O método do LEC é também aplicado a
situações em que a empresa deseja
minimizar um custo total com
componentes fixos e variáveis.
É comumente utilizado para determinar as
quantidades ótimas de produção onde há
um custo fixo de preparação de máquinas e CTP
um custo variável de operação.
LEC (Q)

38
38 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos

• Lote econômico de compra (LEC)


• Modelo matemático (LEC)

D= Demanda em unidade, por período


CP = Custo de pedir, por pedido
CE = Custo de manter estoque,
por unidade, por período

39
39 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custeio por Absorção
Material Direto (MD)
Lote Econômico de Compra (LEC)

Caso – MD: Distribuidora Auto Parts

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220614
Programação de materiais diretos
1. Desenhar o perfil do estoque anual da
• As vendas mensais da empresa, calculando o estoque médio, o
Distribuidora Auto Parts são intervalo entre ressuprimentos e o número
de ressuprimentos necessários, supondo que
estimadas em 1.500 unidades
os pedidos da empresa sejam formados por:
• A empresa pensa em estabelecer políticas
de compra sempre solicitando a mesma a. 750 unidades
quantidade de pedidos • Estoque médio (un.):
• Sendo: 𝑬𝑴 = 𝟕𝟓𝟎
𝟐 = 𝟑𝟕𝟓 𝒖𝒏.
𝑬𝑴 = 𝑸 𝑵𝑹 = 𝑫 𝑰𝑷 = 𝑸 • Nº ressuprimentos (p/ mês):
𝟐 𝑸 𝑫
𝑵𝑹 = 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
EM = Estoque Médio 𝟕𝟓𝟎 = 𝟐 𝒑𝒐𝒓 𝒎ê𝒔
NR = Número de Ressuprimentos
IP = Intervalos entre Pedidos • Intervalos entre pedidos (mês):
Q= Quantidade constante solicitada a cada pedido
𝑰𝑷 = 𝟕𝟓𝟎
D= Demanda no período analisado 𝟏. 𝟓𝟎𝟎 = 𝟎, 𝟓 𝒎ê𝒔

41 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Programação de materiais diretos
c. 375 unidades
b. 1.500 unidades • Estoque médio (un.):
• Estoque médio (un.):
𝑬𝑴 = 𝟑𝟕𝟓
𝟐 = 𝟏𝟖𝟕, 𝟓 𝒖𝒏.
𝑬𝑴 = 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝟐 = 𝟕𝟓𝟎 𝒖𝒏.
• Nº ressuprimentos (p/ mês):
• Nº ressuprimentos (p/ mês):
𝑵𝑹 = 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝑵𝑹 = 𝟏. 𝟓𝟎𝟎 𝟑𝟕𝟓 = 𝟒 𝒑𝒐𝒓 𝒎ê𝒔
𝟏. 𝟓𝟎𝟎 = 𝟏 𝒑𝒐𝒓 𝒎ê𝒔

• Intervalos entre pedidos (mês):


• Intervalos entre pedidos (mês):
𝑰𝑷 = 𝟑𝟕𝟓
𝟏. 𝟓𝟎𝟎 = 𝟎, 𝟐𝟓 𝒎ê𝒔
𝑰𝑷 = 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝟏. 𝟓𝟎𝟎 = 𝟏 𝒎ê𝒔

42 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Programação de materiais diretos
2. Calcule o CTE – custo total de
• Distribuidora Auto Parts estocagem para as três situações
• Estima-se que o CE – custo de estocagem seja
$0,80.
𝑪𝑻𝑬 = 𝑬𝑴 × 𝑪𝑬

a. 750 unidades
𝑪𝑻𝑬 = 𝟑𝟕𝟓 × 𝟎, 𝟖𝟎 = $ 𝟑𝟎𝟎, 𝟎𝟎

b. 1.500 unidades
𝑪𝑻𝑬 = 𝟕𝟓𝟎 × 𝟎, 𝟖𝟎 = $ 𝟔𝟎𝟎, 𝟎𝟎

c. 375 unidades
𝑪𝑻𝑬 = 𝟏𝟖𝟕, 𝟓 × 𝟎, 𝟖𝟎 = $ 𝟏𝟓𝟎, 𝟎𝟎

43 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Programação de materiais diretos
2. Calcule a soma dos CT – custos gerais
3. Calcule o CTP – custo total de mensais totais de estocagem mais
pedido para as três situações. pedidos para os três casos e desenhe
• Estima-se que o CP – custo do pedido seja os gráficos correspondentes.
$ 34,80.
𝑪𝑻𝑷 = 𝑵𝑹 × 𝑪𝑷 • Qual será o custo mínimo?
𝑪𝑻 = 𝑪𝑻𝑬 + 𝑪𝑻𝑷
a. 750 unidades a. 750 unidades
𝑪𝑻𝑷 = 𝟐 × 𝟑𝟒, 𝟖𝟎 = $ 𝟔𝟗, 𝟔𝟎
𝑪𝑻 = 𝟑𝟎𝟎 + 𝟔𝟗, 𝟔𝟎 = 𝟑𝟔𝟗, 𝟔𝟎
b. 1.500 unidades b. 1.500 unidades
𝑪𝑻𝑷 = 𝟏 × 𝟑𝟒, 𝟖𝟎 = $ 𝟑𝟒, 𝟖𝟎
𝑪𝑻 = 𝟔𝟎𝟎 + 𝟑𝟒, 𝟖𝟎 = 𝟔𝟑𝟒, 𝟖𝟎
c. 375 unidades c. 375 unidades
𝑪𝑻𝑷 = 𝟒 × 𝟑𝟒, 𝟖𝟎 = $ 𝟏𝟑𝟗, 𝟐𝟎
𝑪𝑻 = 𝟓𝟎 + 𝟏𝟑𝟗, 𝟐𝟎 = 𝟐𝟖𝟗, 𝟐𝟎

44 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Programação de materiais diretos
• Tabela
• Na tabela o ponto mínimo está
compreendido entre a quantidade de
pedido 300 e 450 unidades.
• O gráfico mostra o ponto do custo
mínimo.
• Calculando se obtém um lote econômico
de compra de aproximadamente 361
unidades.

𝟐 × 𝑫 × 𝑪𝑷
𝑳𝑬𝑪 =
𝑪𝑬

𝟐 × 𝟑𝟒, 𝟖 × 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝑳𝑬𝑪 = = 𝟑𝟔𝟏, 𝟐𝟓
𝟎, 𝟖

45 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Programação de materiais diretos
• Gráfico
• LEC – Lote Econômico de Compra:

𝟐 × 𝑫 × 𝑪𝑷
𝑳𝑬𝑪 =
𝑪𝑬

𝟐 × 𝟑𝟒, 𝟖 × 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝑳𝑬𝑪 = = 𝟑𝟔𝟏, 𝟐𝟓
𝟎, 𝟖

46 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Mão de Obra Direta (MOD)

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220615
Mão de Obra Direta (MOD)
• No cálculo da MOD, é importante
considerar:
• Restrições e imposições da legislação;
• Refere-se apenas ao pessoal que • Encargos sociais; e
trabalha diretamente sobre o
produto em elaboração,
• “desde que seja possível a mensuração do
tempo despendido e a identificação de
No Brasil, o trabalhador custa
quem executou o trabalho, sem
caro mas ganha pouco.
necessidade de qualquer apropriação
indireta ou rateio”
• MARTINS, 1998, p. 143)

48
48 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custeio por Absorção
Mão de Obra Direta (MOD)

Caso – MOD: Auto Parts

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220614
Mão de Obra Direta (MOD)
• Manufacturing Auto Parts
• Número de horas à disposição:

• Na área produtiva fabril da


Manufacturing Auto Parts o valor Número de dias por ano 365 dias
da MOD alcança $10,00/ h (–) Repousos semanais remunerados 48 dias
• Considerando 44 horas/ semana, 12 dias (–) Férias 30 dias
não trabalhados por ano em decorrência
(–) Feriados 12 dias
de feriados e folgas abonadas, e as
contribuições percentuais, estimar: (=) Número máximo de dias à disposição 275 dias

• a) O custo total por hora; e (x) Jornada diária 7,33 h


• b) A variação percentual entre o valor e o (=) Número máximo de horas à disposição 2.016,67 h
custo total da MOD.

50 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Mão de Obra Direta (MOD)
• Manufacturing Auto Parts
• Contribuições obrigatórias • Encargos

Contribuições percentuais (%)


Previdência Social 28,00%
(+) Fundo de Garantia 8,00%
(+) Seguro – acidentes de trabalho 3,00%
(+) Salário – educação 2,50%
(+) SESI ou SESC 1,50%
(+) SENAI ou SENAC 1,00%
(+) INCRA 0,20%
(+) SEBRAE 0,60%
(=) Total percentual 44,80%

51 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Mão de Obra Direta (MOD)
• Manufacturing Auto Parts
Descrição Dias h/ dia $/ h Subtotal
a) Salários 275 7,333 10,00 20.166,67
b) Repousos semanais remunerados 48 7,333 10,00 3.520,00
c) Férias 30 7,333 10,00 2.200,00
d) Adicional constitucional de férias 10 7,333 10,00 733,33
e) 13º Salário 30 7,333 10,00 2.200,00
f) Feriados 12 7,333 10,00 880,00
Soma – – – 29.700,00
Variação percentual 47,27%
Contribuições obrigatórias 44,8% x 29.700 = 13.305,60
Total anual com contribuições 43.005,60
Custo da MOD por hora 43.005,50 ÷ 2.016,67h $21,33/ h
Variação percentual 113,25%

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Mão de Obra Direta (MOD)
• Manufacturing Auto Parts
• Custo da mão de obra mensalista • Custo mensal da mão de obra mensalista
• Sem considerar 40% de multa do FGTS
por ocasião da recisão do contrato de
trabalho
Descrição ($)
Salário base 100,00
Férias (1/ 12) 8,33
Adicional constitucional (1/ 3) de férias 2,78
13º Salário (1/ 12) 8,33
Subtotal 119,44
Contribuições obrigatórias (44,8%) 53,51
Total 172,95
Variação percentual 72,95%

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Mão de Obra Direta (MOD)

Custo da ociosidade da mão de obra

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220615
Custo da ociosidade da mão de obra

• Como medir o custo de ociosidade?


• Basicamente consiste em utilizar a média do
tempo produtivo dos colaboradores.
• O que é o custo de ociosidade? • O resultado não será exato, porém o valor será
• Custo de ociosidade é um desperdício que aproximado de acordo com a realidade da sua
não é notado pelos colaboradores, mas empresa.
prejudica os negócios. • Fazer o levantamento dos custos fixos e das
• Ele acontece quando um trabalhador despesas de funcionamento.
deixa de produzir por que um • Dividir o valor obtido dessa soma pelo total de
equipamento parou de funcionar ou por entregas.
outro motivo qualquer. • Por fim, multiplicar esse número pelo
percentual de capacidade ociosa.
• A resposta será o custo de ociosidade relativo
Fonte: https://www.imcresistencias.com.br/post/por-
que-calcular-o-custo-de-ociosidade-na-
aos procedimentos do negócio.
industria#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20cu
sto,ou%20por%20outro%20motivo%20qualquer.

55
55 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custo da ociosidade da mão de obra
• Impactos da ociosidade
• Equipe
• O custo da equipe é bastante alto quando está
ociosa. A mão de obra precisa ser aplicada para
• Impacto da ociosidade em outros a geração de lucros.
indicadores • Insumos
• A ociosidade impacta outros indicadores • O custo do estoque é elevado. O custo de
insumos refere-se aos recursos usados na
utilizados pelos gestores para controle e produção que ficam guardados em estoque e
medição do desempenho. podem vencer.
• O desperdício invisível acaba sendo • Fornecedores
oneroso, pois funcionários e • O custo dos fornecedores ocorre pelo atraso nas
equipamentos parados continuam entregas de insumos, atrapalha a produção,
disponíveis gerando gastos com salários e inviabiliza os pagamentos e interfere nas
contas da empresa.
manutenções.
• Produtividade
• O custo de produtividade está relacionado ao
Fonte: https://www.imcresistencias.com.br/post/por-
que-calcular-o-custo-de-ociosidade-na-
andamento das tarefas na linha de produção.
industria#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20cu Os funcionários não podem ficar parados ou
sto,ou%20por%20outro%20motivo%20qualquer.
estarão causando prejuízos para os negócios.
56
56 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custo da ociosidade da mão de obra

• Exemplo de cálculo do custo de 𝑼𝒏


ociosidade
• Considere uma fábrica que produz
10.000 peças todos os meses, e no último 𝑼𝒏
produziu apenas 9.200.
• A ociosidade foi de 800 unidades e os 𝑼𝒏
custos totais da operação foram de R$
320 mil.

𝑼𝒏

𝑴ê𝒔 𝑼𝒏
COUn = Custo da Ociosidade Unitário
Ca = Capacidade mensal
CF = Custo Fixo total mensal 𝑴ê𝒔
Q= Quantidade produzida no mês
O= Ociosidade mensal COMês = Custo da Ociosidade do mês

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Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220615
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

• São custos de produção não


alocáveis diretamente nas ordens
de produção ou de serviços.
• Não oferece identificação direta a um
objeto de custeio, necessita de esquemas
especiais para alocação, como bases de
rateio ou direcionadores

59
59 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos indiretos de Fabricação (CIF)

• A sua identificação aos produtos


ou serviços motivam a existência
da Contabilidade de Custos
• Um balaio de gatos ...
• Depreciação industrial
• Salários de supervisores
• Aluguéis de fábricas
• Energia não apontada
• Etc.

60
60 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
• Dividindo os indiretos...

• A relevância dos indiretos...


• Com o aumento da automatização dos
processos e da diversidade de produtos
ou serviços, sua complexidade se eleva
• Segundo o Custeio por Absorção é
preciso alocar todos os custos aos
produtos
• Inclusive os indiretos
• Rateio
• Divisão dos gastos indiretos e alocação
aos produtos ou serviços

61
61 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

Produto Alfa Beto Soma


MOD ($) 300,00 200,00 500,00
• Exemplo de rateio: • Considerando R$ 500,00 = 100%
• Dois produtos:
Alfa e Beto Produto Alfa Beto Soma
• Custos indiretos: $ 700,00 MOD (%) 60% 40% 100%
• Aplicando regra de três
Produto Alfa Beto Soma
CIF ($) 420,00 280,00 700,00

62
62 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

• Utilidade
• Taxa de aplicação de CIFs • Apurar o custo dos produtos durante o próprio
• É um valor predeterminado para rateio período em que são produzidos, sem ter que
aos produtos, baseado na estimativa das esperar o término para fazer os cálculos.
seguintes variáveis: • Normalizar (homogeneizar) o custo dos
• Volume de produção e produtos ao longo do tempo, evitando
• Montante ($) de custos indiretos. oscilações bruscas em função de variações de
custos e de volumes de produção.

63
63 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
a) Durante a produção
• Débito:
• Custo dos Produtos
• Crédito:
• Custos Indiretos Aplicados

b) No encerramento do período
• Contabilização de CIFs
• A conta Custos Indiretos (Reais) deve ser
predeterminados
encerrada contra a de Custos Indiretos
Aplicados
c) No encerramento do período
• A diferença entre os CIF reais e os Aplicados
(Variação de CIF) deve ser encerrada contra
Estoques e Custo dos Produtos Vendidos (CPV)
64
64 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
• Melhor associação
• Associação rudimentar
CIFs CIFs

Com Centros de Custos


Aluguel Manutenção
Aluguel
Sem Centros de Custos

Rateio
Manutenção

Rateio

Rateio

A B
A B Melhoria nos critérios de
alocação de gastos indiretos!!
65
65 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

• Custos indiretos... e fixos?


• Cuidado!
• Boa parte dos custos indiretos são
geralmente fixos
• O rateio apenas aloca-os aos produtos
• Critérios questionáveis

66
66 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custeio por Absorção
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

Caso – CIF: Cia Sonho Bom Ltda.

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Cia Sonho Bom Ltda.
• A fábrica produz e comercializa três produtos:
QUADRO I - CUSTOS COLCHÕES COLCHONETES TRAVESSEIROS SOMA CUSTOS INDIRETOS
Material direto $ 38.000 $ 42.000 $ 48.000 $ 128.000 MO indireta $ 8.000
Mão-de-obra direta $ 3.200 $ 3.600 $ 5.200 $ 12.000 Material indireto $ 56.000
Custo direto $ 41.200 $ 45.600 $ 53.200 $ 140.000 Seguro industrial $ 4.000
Horas - máquinas 500h 1.500h 3.000h 5.000h Depreciação fabril $ 32.000
Unidades produzidas 1.000 3.000 16.000 20.000 SOMA $ 100.000

68 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Cia. Sonho Bom Ltda.
• A fábrica produz e comercializa três produtos:

QUADRO I - CUSTOS COLCHÕES COLCHONETES TRAVESSEIROS SOMA CUSTOS INDIRETOS


Material direto $ 38.000 $ 42.000 $ 48.000 $ 128.000 MO indireta $ 8.000
Mão-de-obra direta $ 3.200 $ 3.600 $ 5.200 $ 12.000 Material indireto $ 56.000
Custo direto $ 41.200 $ 45.600 $ 53.200 $ 140.000 Seguro industrial $ 4.000
Horas - máquinas 500h 1.500h 3.000h 5.000h Depreciação fabril $ 32.000
Unidades produzidas 1.000 3.000 16.000 20.000 SOMA $ 100.000

• Rateio – proporção ou regra de três simples:


QUADRO II - RATEIO COLCHÕES COLCHONETES TRAVESSEIROS SOMA
Material direto 29,69% 32,81% 37,50% 100,00%
Mão-de-obra direta 26,67% 30,00% 43,33% 100,00%
Custo direto 29,43% 32,57% 38,00% 100,00%
Horas - máquinas 10,00% 30,00% 60,00% 100,00%
Unidades produzidas 5,00% 15,00% 80,00% 100,00%

69 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


70 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Taxas de aplicação de CIF orçadas

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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Taxas de aplicação de CIF orçadas

2. Preparar um orçamento de CIF da fábrica


• Como contabilizar os CIF da para um ano
fábrica em um sistema de custeio 3. Calcular as taxas de CIF da fábrica orçadas,
por ordens: dividindo os CIF totais para cada grupo de
custo pelo nível de direcionador de custo
1. Selecionar um ou mais direcionadores
orçado
como
• Custos de MOD;
4. Obter dados e direcionadores de custos
reais conforme as ordens são produzidas
• Horas de MOD;
• Setup de produção; etc. 5. Aplicar os CIF orçados nas ordens,
• O direcionador de custos deve ser a multiplicando as taxas pelos dados de
melhor medida disponível dos direcionadores de custos reais
relacionamentos de causa-efeito entre os 6. Contabilizar no final do ano as diferenças
CIF e o volume de produção entre o montante de CIF real e os aplicados
aos produtos
72
72 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Taxas de aplicação de CIF orçadas

Machine Parts Co. Usinagem ($) Montagem ($)


Mão-de-obra indireta 75.600 36.800

• Exemplo Machine Parts Co. Suprimentos 8.400 2.400

• Enquanto os produtos são Utilidades públicas 20.000 7.000


elaborados, a Machine Parts Reparos 10.000 3.000
aplica os CIF da fábrica às ordens Aluguel da fábrica 10.000 6.800
utilizando uma taxa de CIF Supervisão 42.600 35.400
orçada.
Depreciação de equipamentos 104.000 9.400
Seguros e impostos prediais 7.200 2.400
Total 277.800 103.200

73 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Taxas de aplicação de CIF orçadas
• Exemplo Machine Parts Co.
Machine Parts Co. Usinagem Montagem ($)
CIF de manufatura orçados $277.800 $103.200
Horas-máquinas orçadas 69.450h
Custos da MOD orçados $206.400
Taxa CIF orçada (h-máq): 277.800 ÷ 69.450 $4/h
Taxa CIF orçada ($-MOD): 103.200 ÷ 206.400 50%
• As taxas CIF estimadas são utilizadas para aplicar em eventos reais:
Usinagem: horas-máquina reais de 70.000 x 4 $280.000
Montagem: custos de MOD reais de 190.000 x 0,5 $95.000
Total de CIF da fábrica aplicados $375.000
• Resumo do lançamento diário
Estoque de Produtos em Processos (PEPS) $375.000
Controle de CIF departamental da fábrica $375.000

74 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Centros de Custos (CC)


Custeio por departamento

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Centros de custos

Um controle particularizado… • Custos são alocados em


• Centros de custos departamentos ou centros de custos
• Unidades de registros de informações de • Posteriormente são transferidos aos produtos
receitas e gastos ou serviços
• Centros de resultados
• Departamentos
• Dois aspectos a considerar
• Existência de um responsável
• Maior facilidade na associação de gastos
indiretos

76
76 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos

• Os custos podem ser registrados e acumulados


em uma única conta, sendo depois rateados aos
produtos por uma base adequada, implicando
uma distribuição simplificada dos custos
• Custos por departamentos indiretos; ou
• Os centro de custos (departamentos ou • Podem, em uma perspectiva mais funcional, ser
setores) são áreas de responsabilidade em
registrados e acumulados nos departamentos
que os custos ou despesas são acumulados.
para uma distribuição mais racional.
• Aumenta os níveis de controle e reduz a
arbitrariedade dos rateios.

77
77 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos
• Depois dos departamentos
• Antes dos departamentos

Produto Fábrica Produto CC1 CC2 CC3 CC4

A A ❶ ❷ ❸

B B ❶ ❷

C C ❶

78
78 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos

• Departamento Custos na produção


• Um departamento corresponde a uma • Custos dos departamentos
unidade operacional representada por • Os custos dos departamentos costumam ser
um conjunto de pessoas e/ou máquinas transferidos em função das bases de rateios
de características semelhantes, preestabelecidas
desenvolvendo atividades homogêneas
dentro de uma mesma área • Produção
• O departamento é uma unidade mínima • Na produção, os custos de produção em um
administrativa para a contabilidade de departamento devem ser transferidos ao
custos porque sempre deve haver um centro de custo seguinte, assim como o
responsável para cada departamento produto é transferido fisicamente para a outra
fase

79
79 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos
• Esquema de apropriação dos custos
CUSTOS DE
PRODUÇÃO DEPARTAMENTALIZAÇÃO

CUSTOS
CUSTOS
INDIRETOS
DIRETOS

PRÓPRIOS COMUNS
(débito direto) (rateio)

DEPARTAMENTOS DEPARTAMENTOS
AUXILIARES PRODUTIVOS
(rateio) (rateio)

PRODUTOS

80 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Centros de custos
• Dos departamentos aos produtos
• É preciso transferir gradualmente os custos dos departamentos aos produtos

Planejamento
e Controle
da Produção
Manutenção

Custos
Produção

Produto A Produto B

81 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Custeio por Absorção
Centros de Custos (CC)
Custeio por departamento

Caso – CC: Roupa Bonita e Bela

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220614
Roupa Bonita e Bela
• Com base nos números fornecidos a seguir,
estime os custos totais e unitários por
departamento e o custo unitário de cada
• A Indústria de Roupas Bonita e produto comercializado.
Bela produz um único produto: • Sabe-se que os estoques iniciais e finais são
calças jeans masculinas. nulos e que no período analisado foram
iniciadas e completadas 20.000 unidades.
• Seus departamentos industriais são
direcionados às atividades de corte,
costura e acabamento. Custo Corte Costura Acabamento
• Todos os produtos elaborados passam MD 45.000 60.000 ⎻
pelos três departamentos, nesta ordem. MOD 60.000 24.000 45.000
• Apenas no setor de acabamento não são CIF 36.000 30.000 54.000
incorporados materiais diretos aos
produtos.

83 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.


Roupa Bonita e Bela
• Solução

Departamentos Corte Costura Acabamento


MD 45.000,00 60.000,00 0,00
MOD 60.000,00 24.000,00 45.000,00
CIFs 36.000,00 30.000,00 54.000,00
Subtotal (1) 141.000,00 114.000,00 99.000,00
Custo unitário 7,05 – –
Custos transferidos -141.000,00 141.000,00 –
Subtotal (2) 0,00 255.000,00 99.000,00
Custo unitário – 12,75 –
Custos transferidos – -255.000,00 255.000,00
Total – 0 354.000,00
Custo unitário – – 17,70

84
Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção

Evaluation quiz

Profº Daniel J. Machado, Ph.D.


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220614
Evaluation quiz

3. De acordo com a NBC TG 16 (R2) –


1. Assinale a alternativa que indique o Estoques, os estoques devem ser
critério de avaliação dos estoques mensurados:
adotado por uma empresa que a) Pelo valor de compra ou pelo valor justo, dos
atribui às mercadorias os custos mais dois o menor
antigos. b) Pelo valor de compra ou pelo valor realizável
a) Custo Específico líquido, dos dois o maior
b) Custo Médio Ponderado c) Pelo valor de custo ou pelo valor justo, dos
c) PEPS dois o maior
d) UEPS d) Pelo valor de custo ou pelo valor realizável
líquido, dos dois o menor

CREPALDI, Silvio, A. e Guilherme Simões Crepaldi. Contabilidade de Custos.


86 Disponível em: Minha Biblioteca, (7th edição). Grupo GEN, 2023. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D-/
Evaluation quiz
a) R$ 18.437,50
2. Uma Sociedade Empresária adquiriu b) R$ 20.750,00
mercadorias para revenda com as c) R$ 25.000,00
seguintes informações: d) R$ 31.562,50
• Preço das mercadorias adquiridas para
revenda: R$ 25.000,00.
• PIS e Cofins recuperáveis: R$ 2.312,50.
• ICMS de 17% incluído no preço das
mercadorias: R$ 4.250,00.
• A empresa está sujeita à não cumulatividade
do PIS e da Cofins e, ainda, tem direito ao
crédito tributário referente ao ICMS pago na
aquisição das mercadorias.
• Conforme a NBC TG 16 (R2) – Estoques, o
custo de aquisição total a ser reconhecido no
estoque, referente a essa transação, é de:
CREPALDI, Silvio, A. e Guilherme Simões Crepaldi. Contabilidade de Custos.
87 Disponível em: Minha Biblioteca, (7th edição). Grupo GEN, 2023. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Evaluation quiz

5. A avaliação do valor do estoque de


matéria-prima de uma indústria é o
método que ela adota para valorizar o
4. A taxa de aplicação dos CIFs tem custo dos materiais estocados, que serão
como objetivo primordial: utilizados no seu processo produtivo.
a) Reduzir os custos indiretos de fabricação • Sendo assim, a indústria apura o menor custo
durante o exercício para a matéria-prima consumida na
b) Normalizar as receitas de vendas do exercício produção de seus produtos, adotando o
c) Produzir maior aderência à utilização do método:
Princípio Contábil da Evidenciação a) PEPS.
d) Evitar a sazonalidade de alguns custos de b) UEPS.
produção c) Custo de Reposição.
d) Média Ponderada Fixa.
e) Média Ponderada Móvel.
CREPALDI, Silvio, A. e Guilherme Simões Crepaldi. Contabilidade de Custos.
88 Disponível em: Minha Biblioteca, (7th edição). Grupo GEN, 2023. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D/.
Evaluation quiz
7. De acordo com a NBC TG 16 (R2) – NÃO estão
incluídos no custo dos estoques, porém são
reconhecidos no resultado do período os
itens:
6. Um custo é classificado como I. Despesas administrativas que não contribuem
indireto quando na sua alocação se para trazer o estoque ao seu local e condição
atuais.
faz necessário utilizar qualquer fator
II. Despesas de comercialização, incluindo a venda
de rateio ou estimativa. Destaca-se e a entrega dos bens e serviços aos clientes.
como um custo indireto a(o): III. O preço de compra, os impostos de importação
e outros tributos não recuperáveis.
a) Comissão dos vendedores IV. Os custos de transporte, seguro, manuseio e
b) Matéria-prima outros diretamente atribuíveis à aquisição de
produtos acabados, materiais e serviços.
c) Supervisão de fábrica V. Valor anormal de desperdício de materiais, mão
d) Frete de vendas de obra ou outros insumos de produção..
e) Imposto predial do escritório a) II, IV e V, apenas.
b) II, III e IV, apenas.
c) I, III e IV, apenas.
d) I, II e V, apenas..
CREPALDI, Silvio, A. e Guilherme Simões Crepaldi. Contabilidade de
89 Custos. Disponível em: Minha Biblioteca, (7th edição). Grupo GEN, 2023. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D-/
Evaluation quiz
8. A Empresa Comercial Simões Ltda. a) R$ 4.250,00.
realizou as seguintes operações durante b) R$ 4.300,00.
o mês de setembro: c) R$ 4.480,00.
d) R$ 6.000,00.

• Sabendo que a empresa não apresenta estoque


inicial e que adota o critério de Média
Ponderada Móvel para o controle dos estoques,
o custo das mercadorias vendidas no mês de
setembro foi:
CREPALDI, Silvio, A. e Guilherme Simões Crepaldi. Contabilidade de Custos.
90 Disponível em: Minha Biblioteca, (7th edição). Grupo GEN, 2023. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D\
Evaluation quiz
9. Dados extraídos da Contabilidade de a) R$ 364.000,00.
Custos da Indústria de Plásticos b) R$ 322.000,00.
Varginha Ltda. c) R$ 267.500,00.
d) R$ 238.500,00.

• Considerando exclusivamente os dados acima,


o total de custos diretos corresponde a:

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10. A empresa Almirante Ltda. adquire a) R$ 89.300,00.
equipamentos industriais, para uso, b) R$ 89.600,00.
no valor de R$ 100.000,00, com 20% c) R$ 91.300,00.
de ICMS e 10% de IPI, pagando a um d) R$ 91.600,00.
transportador R$ 800,00 de frete,
com a incidência de 5% de ISS, já
incluído no preço do serviço.
• Pela instalação do equipamento, a empresa
pagou R$ 500,00 a um prestador de serviços,
sem a incidência de impostos na prestação.
Um mês após a instalação, os equipamentos
apresentaram defeito, tendo o reparo custado
à companhia R$ 300,00.
• O valor lançado na conta que registrou os
equipamentos foi de:

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13. A Empresa Brasília Ltda. realizou seu
12. Em fevereiro, o estoque inicial de inventário físico em 1º de agosto,
determinada matéria-prima numa identificando em seu estoque de mercadorias
indústria era de R$ 82.500,00. 8.000 unidades, avaliadas ao custo médio
unitário de R$ 180,00.
• Durante o mês, foram adquiridos R$
• Em 5 de agosto, vendeu 6.000 unidades, à vista, por R$
1.950.000,00 dessa matéria-prima. 1.650.000,00, numa operação isenta de tributos de
• No final do mês, o estoque era de R$ qualquer natureza. O comprador, no dia 10 de agosto,
devolveu 20% da compra e ainda conseguiu obter um
340.000,00. abatimento de 20% no preço.
• Nessa operação, foram desconsideradas • Considerando essas transações as únicas do mês de
as operações com impostos. agosto, em 31 de agosto a empresa apresentou um
estoque de:
• O custo da matéria-prima consumida a) 3.200 unidades a R$ 144,00, totalizando R$
nesse período é de: 460.800,00.
a) R$ 1.527.500,00. b) 3.200 unidades a R$ 166,50, totalizando R$
532.800,00.
b) R$ 1.692.500,00. c) 3.200 unidades a R$ 180,00, totalizando R$
c) R$ 2.207.500,00. 576.000,00.
d) R$ 2.372.500,00. d) 3.200 unidades a R$ 193,50, totalizando R$
619.200,00.
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a) R$ 2.240,00.
b) R$ 8.000,00.
c) R$ 9.040,00.
17. A Empresa Blumenal Ltda. de d) R$ 12.210,00.
comércio de dobradiças adquiriu, em
determinado mês, um lote de 10.000
unidades desse produto por R$
8.000,00.
• Vendeu, no mesmo mês, 8.500 unidades a R$
14.450,00.
• O estoque mensal inicial, de 1.300 unidades,
custou R$ 0,80 a unidade.
• O valor, em reais, do saldo final da conta
estoque é de:

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18. A Cia. Comercial Ventania Ltda., que é
contribuinte do ICMS, mas não do IPI,
comprou um lote de 200 unidades de
ventiladores, pagando o preço unitário
de R$ 100,00.
• Sobre a transação, incidiram o ICMS, à alíquota
de 18%, e o IPI, à alíquota de 10%.
• Posteriormente, revendeu 60% do lote ao preço
unitário de R$ 200,00, com incidência de ICMS à
alíquota de 12%, por se tratar de venda
interestadual, da Cofins a 3% e do PIS a 0,65%.
• O lucro bruto auferido pela empresa,
considerando-se apenas essas transações,
correspondeu a:
a) R$ 10.404,00.
b) R$ 9.860,00.
c) R$ 9.360,00.
d) R$ 9.204,00.
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a) R$ 35.550,00.
20. Em março, a Indústria Primavera b) R$ 36.450,00.
Ltda. fez as seguintes anotações c) R$ 36.550,00.
relativas à movimentação de seus d) R$ 38.700,00.
estoques: e) R$ 43.000,00.
• 5 de Março – Compra de 15.000 unidades de
matéria-prima por R$ 30.000,00.
• 10 de Março – Compra de 20.000 unidades de
matéria-prima por R$ 43.000,00.
• 25 de Março – Requisição de 18.000 unidades
desta matéria-prima para a linha de
produção.
• Considerando-se exclusivamente os dados
acima e com base no critério de avaliação dos
estoques PEPS, o valor do estoque desta
matéria-prima é de:
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Siglas

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Siglas
• ABC – Activity Based Cost – Sistema de Custeio por • DLPA – Demonstração dos Lucros ou Prejuízos • LLOC – Lucro Líquido das Operações Continuadas
Atividade Acumulados • LLOD – Lucro Líquido das Operações Descontinuadas
• ABM – Activity Based Management - Gestão Baseada em • DMPL – Demonstração das Mutações do Patrimônio • LO ou LAJIR – Lucro Operacional (LB – DO)
Atividade Líquido
• LR – Lucro Retido
• AC – Ativo Circulante • DO – Despesas Operacionais
• OBZ – Orçamento Base Zero
• AÑC – Ativo Não Circulante • DOAR – Demonstração das Origens e Aplicações dos • PBK – Períodos de payback
• AP – Ativo Permanente Recursos
• PC – Passivo Circulante
• AT – Ativo Total (AC + AÑC) • DP – Duplicatas a Pagar (fornecedores)
• PDD – Provisão para Devedores Duvidosos
• BB – Beyond Budgeting – Além do Orçamento • DR – Duplicatas a Receber (clientes)
• PE – Passivo Exigível (PC + PÑC)
• BP – Balanço Patrimonial • DRE – Demonstração do Resultado do Exercício
• PL – Patrimônio Líquido (passivo não exigível)
• CBSP – Custo dos Bens ou Serviços Prestados • DRT - Duration
• PMC – Prazo Médio de Cobrança (ou recebimentos)
• C – Crédito • DVA – Demonstração do Valor Adicionado
• PME – Prazo Médio de Estoque
• CC – Ciclo de Caixa ou financeiro (CO – PMP) • EBITDA – Lucro Antes dos Juros, Imposto de Renda,
Depreciação e Amortização • PMP – Prazo Médio de Pagamento
• CMPC ou WACC – Custo Médio Ponderado de Capital
• ELP – Exigível a Longo Prazo • PÑC – Passivo Não Circulante
• CMV – Custo das Mercadorias Vendidas
• Est – Estoques • PV – Valor Presente
• CO – Ciclo Operacional (PME + PMC) • RLP – Realizável s Curto Prazo
• CP – Contas a Pagar • FV – Valor Futuro
• IL – índice de Lucratividade • RV ou V – Receita Líquida de Vendas (VB – desconto,
• CPr – Capital Próprio (patrimônio líquido) devolução e impostos s venda)
• IR – Imposto de Renda
• CPV – Custo dos Produtos Vendidos • TIR – Taxa Interna de Retorno
• CS ou CSSL – Contribuição Social Sobre o Lucro • J – Juros (Despesas Financeiras)
• TIRM – Taxa Interna de Retorno Modificada
• CSP – Custo dos Serviços Prestados • LAIR – Lucro Antes do Imposto de Renda (LO – J)
• TP – Títulos a Pagar (instituições financeiras)
• CT – Capital de Terceiros (passivo exigível) • LAJIR ou LO – Lucro Antes dos Juros e Imposto de Renda
(LB – DO) • V ou RV – Receita Líquida de Vendas (VB – desconto,
• D - Débito devolução e imposto sobre venda)
• LB – Lucro Bruto (V ou RV – CBSP)
• DA – Depreciação e Amortização • VB – Receita Bruta de Vendas
• LL – Lucro Líquido (LAIR – IR)
• DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa • VPL – Valor Presente Líquido
• LLC – Lucro Líquido Consolidado (LLOC + LLOD)
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Contabilidade Gerencial

Referências

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Bibliografia básica

• BRUNI A., FAMÁ, R. Gestão de Custos e


Formação de Preço. 7. ed. São Paulo: Atlas,
2019.
• MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos.
11. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

100
100 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Bibliografia complementar
• IUDÍCIBUS, S. D.; MARION, J. C. Curso de
• ANTHONY, Robert N.; GOVINDARAJAN, Vijay. Contabilidade para não Contadores (9t.ed.). Grupo
Sistemas de Controle Gerencial. São Paulo: GEN, 2022.
Atlas, 2012.
• ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas
• MACHADO, Daniel J. Custeio-meta aplicado
e Valor. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2013. estrategicamente em empresas de pequeno porte.
São Paulo: Novas Edições Acadêmicas, 2015.
• BREALEY, A., MYERS, C., ALLEN, F. Princípios de
Finanças Corporativas. 10. ed. Porto Alegre: • MACHADO, Daniel J. Valuation, análise técnica e
McGraw-Hill, 2013. fundamentalista. São Paulo: Senac, 2019.
• BRIGHAM, Eugene F.; EHRHARDT, Michael C. • MARION, J. Carlos. Contabilidade Gerencial. 19. ed.
Administração Financeira. 14. ed. São Paulo: São Paulo: Atlas, 2022.
Cengage, 2016.
• PADOVEZE, Clóvis L. Controladoria Estratégica. São
• GITMAN, Lawrence J. Princípios de Paulo: Cengage, 2017.
Administração financeira. 14; ed. São Paulo:
Pearson, 2018. • ROSS, Stephen, A; WESTERFIELD, Randolph W.;
• HORNGREN; SUNDEN; STRATTON. JORDAN, Bradford D. 10. ed. Princípios da
Contabilidade Gerencial. 12. ed. São Paulo: Administração Financeira. Editora Atlas, 2015.
Pearson, 2004.
• WARREN; REEVE; FESS. Contabilidade Gerencial. 2.
ed. São Paulo: Pioneira, 2007.
101
101 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
 Professor, pesquisador, autor, orientador, tutor, palestrante,
comentarista, conselheiro, coaching, consultor, perito, engenheiro,
administrador, diretor e coordenador.
 FORMAÇÃO – Stricto sensu: Doutorado em Finanças pelo Mackenzie (2017).
Ph.D. in Business Administration by FCU-USA (2004). Mestrado em Ciências
Contábeis e Atuariais pela PUC-SP (2002). Lato sensu: Pós em Gestão de
Recursos UNIBERO-SP (2006). Pós em Desenvolvimento de Produtos pela
USJT-SP (1988). Graduação: Engenharia Civil pela USF (1986). Técnico:
Ferramenteiro mecânico pelo SENAI (1980). Área de pesquisa: Finanças e
Contabilidade. Publicação: Autor de livros e artigos científicos.
 DOCÊNCIA – Professor Universitário: Contratado pela PUC-SP (2003–) e
pelo IBMEC-SP (2018–). Convidado nas demais: FECAP-SP (2008–); FIA-SP
(2010–); FALEG-SP (2016–2020); Trevisan-SP (2017–2019); e UNIMED
(2021–). Instrutor: cursos in company pela Integração Escola de Negócios
(2008–) e IBMEC-SP (2018–). Disciplinas: Matemática e Administração
Financeira; Valuation; Contabilidades Geral, Gerencial, e de Custos;
Controladoria Operacional e Estratégica; Governança Corporativa, Macro e
Micro Economia, Mercado de Capitais; Métodos Quantitativos; Gestão de
Riscos e Compliance, de Crédito e de Capital de Giro; Metodologia da Pesquisa
Científica e Orientação de Monografias.
 ATUAÇÃO PROFISSIONAL: Diretor de faculdade, Coordenador de cursos
MBAs e especializações lato sensu. Assistente técnico em perícias, Palestrante e
Comentarista Financeiro, Conselheiro e Consultor empresarial.
 CURRÍCULO LATTES: http://lattes.cnpq.br/1992097638049531
102 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Iudícibus, S. D., & Marion, J.
C. (2022). Curso de
Contabilidade para não
Contadores (9th ed.). Grupo
GEN.

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