Custeio por Absorção na Contabilidade
Custeio por Absorção na Contabilidade
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2 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programa – Contabilidade Gerencial – 80h
• Aula 1 – Introdução à Contabilidade Gerencial
• Aula 8 – Custos para decisão
• Da Contabilidade Gerencial à Controladoria • Decisão entre OPEX x CAPEX
• Aula 2 – Terminologia em Custos • Ponto de equilíbrio (Custo-volume-lucro)
• Classificação de gastos; Classificação de custos; Custo x • Aula 9 – Simulado
despesa; Fixo x variável; Direto x indireto; Desembolsos • Aula 10 – Avaliação AP1
• Aula 3 – Sistemas de Custeio • Aula 11 – Vistas à prova
• Absorção, Variável, Activity Based Cost (ABC); RKW • Aula 12 – Sistema de Custeio Variável
• Aula 4 – Custos Estratégicos • Margem de contribuição
• Activity Based Management (ABM); Custo-meta; Custos • Aula 13 – Sistema de Custeio por Atividade
• Atividades para distribuir e alocar custos
da Qualidade, Custos de TI
• Aula 14 – Sistema de custeio pleno
• Aula 5 – Custeio por Absorção
• Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit (RKW)
• Material direto (MD); Mão-de-obra direta (MOD); Custo • Aula 15 – Formação do Preço de Venda
Indireto de Fabricação (CIF) e Centro de custo (CC). • Determinação do mark-up
• Custeio por Absorção x Custeio Variável • Implicação dos tributos
• Aula 6 – Sistemas de apropriação de custos • Aula 16 – Simulado
• Custeio por processos • Aula 17 – Avaliação AP2
• Custeio por ordem de produção e de serviço • Aula 18 – PS (prova substitutiva)
• Aula 7 – Custo-padrão • Aula 19 – Vistas às provas
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Custeio por Absorção
• Objetivos específicos
• Leitura complementar
• Objetivo geral • Contabilidade de Custos
• Compreender o sistema de custeio por • Sistema de custeio por absorção
absorção • Material direto
• Programação MD
• Mão de obra direta
• Custo da ociosidade
• Custos indiretos de fabricação
• Taxas CIF
• Centro de custo
• Estudos de casos
• Evaluation quiz
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Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção
Leitura complementar
Contabilidade de Custos
• Na Contabilidade Gerencial
• Fornecer informações para:
Usos da contabilidade de custos • Planejamento e controle
• Na Contabilidade Financeira • Elaboração de orçamentos
• Valoração de Estoques para o Balanço • Dar suporte ao processo de tomada de decisão
Patrimonial • Lançamento de produtos
• Apuração do Custo dos Bens e Serviços • Precificação
Vendidos, para a Demonstração de • Apurar resultados
Resultados • Avaliar desempenhos
• Influenciar comportamentos
• Etc.
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8 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Contabilidade de custos
2. Sistemas de apropriação de custos
1. Sistema de custeio por absorção 1. Custeio por processos (CPP)
• Sistemas de acumulação de custos
• Material direto (MD) 2. Custeio por ordem de produção (COP)
• Avaliação de estoques • Alocação de custos
• UEPS 3. Custeio por ordem de serviço (COS)
• Sistemas de acumulação de custos
• PEPS
3. Custo-padrão (CP)
• Custo médio ponderado
• Análise de variações entre padrão x realizado
• Controle de estoques
4. Sistema de custeio variável (CV)
• Sistema de inventário periódico • Margem de contribuição
• Sistema de inventário contínuo 5. Sistema de custeio por atividades (ABC)
• Programação de compra • Atividades para distribuir e alocar custos
• Mão-de-obra direta (MOD) • Etapas do ABC
• Custo da MOD 6. Sistema de custeio pleno (RKW)
• Encargos sobre a MOD • Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit
• Ociosidade 7. Custos para decisão (CD)
• Custos Indiretos de Fabricação (CIF) • Decisão entre OPEX x CAPEX
• Alocação dos CIF por rateio • Ponto de equilíbrio (Custo-volume-lucro)
• Alocação das despesas aos produtos 8. Custos setorizados
• Centro de custo (CC) 1. Custos na prestação de serviços
• Custeio por departamentos (CPD) 2. Custos no varejo
• Critérios de alocação 3. Custo no agronegócios
4. Custos no setor público
5. Custos na saúde
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9 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção
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11 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Sistema de Custeio por Absorção (ABS)
• Rateio pelo MD
• PEPS (FIFO)
• Primeiro a entrar, primeiro a sair
• UEPS (LIFO)
• MD
• Último a entrar, primeiro a sair
• É formado pelas matérias-primas, embalagens,
• Legislação fiscal brasileira não permite
componentes adquiridos prontos e outros
• MPM(WMA)
materiais utilizados no processo de fabricação
• Média ponderada móvel
• O custo a ser contabilizado representa uma
média dos custos de aquisição
• Exemplo de cálculo:
• Valor pago ao fornecedor
• Composição do custo da matéria- • (–) IPI
prima • (–) ICMS
• Todos os gastos necessários para a obtenção • (+) Frete
dos materiais constituem seu custo
• (–) ICMS sobre frete
• Deduzem-se os impostos passíveis de
recuperação, como IPI, ICMS, PIS, COFINS • (+) Seguro
• (+) Armazenagem e outros gastos
• (=) Custo do material (ou custo da compra)
PEPS (FIFO)
Entradas Saídas Saldo
Dia Valor Valor Valor
Qt. Qt. Qt.
Un. Total Un. Total Un. Total DRE
1ª sem 3 40,00 120,00 3 40,00 120,00 Receitas 248,00
2ª sem 2 44,00 88,00 2 44,00 88,00 (–) CMV PEPS (164,00)
(=) Lucro bruto 84,00
3ª sem 1 54,00 54,00 1 54,00 54,00
(–) IR 25% (21,00)
6 − 262,00
(=) Lucro 63,00
Mês sg. 3 40,00 120,00
1 44,00 44,00 1 44,00 44,00
1 54,00 54,00
4 − 164,00 2 − 98,00
UEPS (LIFO)
Entradas Saídas Saldo
Dia Valor Valor Valor
Qt. Qt. Qt.
Un. Total Un. Total Un. Total
DRE
1ª sem 3 40,00 120,00 3 40,00 120,00
Receitas 248,00
2ª sem 2 44,00 88,00 2 44,00 88,00 (–) CMV UEPS (182,00)
3ª sem 1 54,00 54,00 1 54,00 54,00 (=) Lucro bruto 66,00
6 − 262,00 (–) IR 25% (16,50)
Mês sg 1 54,00 54,00 (=) Lucro 49,50
2 44,00 88,00
1 40,00 40,00 2 40,00 80,00
4 − 182,00 2 40,00 80,00
Não aceito
pelo Fisco!
estoque (%)
• Valores não são tão representativos como 60
os estoques dos itens A, mas representam,
40
também, uma elevada aplicação de A B C
recursos. (5% – 80%) 20
• Itens C 0
• Representam estoques numerosos em 0 20 40 60 80 100
termos de itens, porém pouco Porcentagens de itens no estoque (%)
representativos em termos de valor.
(~5%)
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Manufacturing Automotive Components Co.
Item Valor ($) %
• Classificar os itens de acordo com Linhas de costura 80 0%
o critério ABC: Cera polidora 600 0%
Óleo lubrificante 450 0%
Cabos 80.000 30%
Plástico de embalagem 3.500 1%
Filmes de polietileno 360 0%
Filtros 560 0%
Peças de reposição 8.200 3%
Fitas adesivas para embalagem 800 0%
Couro 16.000 6%
Rolamentos industriais 1.400 1%
Parafusos 1.300 0%
Caixas de papelão 2.600 1%
Chapas 150.000 56%
Total 265.850 100%
Estocar x Pedir
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29 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Dente de serra
• Exemplo – consumo de água em • Estoque médio?
uma sala de aula • Número de pedidos?
• Uma garrafa por dia
• 30 garrafas por mês Quantidade
Q/2 = 30 ÷ 2 = 15 garrafas
Tempo
N = Demanda/Quantidade = D/Q = 30/30 = 1 pedido
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Programação de materiais diretos
• Exemplo – reduzindo a água comprada Q = 15
Estoque médio?
Quantidade
Número de pedidos?
Tempo
N = Demanda/Quantidade = D/Q = 30/15 = 2 pedidos
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Programação de materiais diretos
• Custos a considerar
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33 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Custo de estocagem
• Depende do estoque médio • Componentes dos custos de
estocagem
• Gastos explícitos
• Depreciação dos materiais armazenados
• Energia
• Seguros
• Operação
• Gastos implícitos
• Custos de oportunidade
• Juros não recebidos
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34 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
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35 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Custo de pedidos
• Depende do número de pedidos
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Programação de materiais diretos
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37 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
• Lote econômico de compra (LEC)
• Lote econômico de compra (LEC)
CT ($)
• Técnica de administração de estoques
para se determinar a quantidade ótima
CT
de compra que minimiza o custo total de Ponto de
estocagem (custos de pedir e manter mínimo custo
estoques). CTE
• O método do LEC é também aplicado a
situações em que a empresa deseja
minimizar um custo total com
componentes fixos e variáveis.
É comumente utilizado para determinar as
quantidades ótimas de produção onde há
um custo fixo de preparação de máquinas e CTP
um custo variável de operação.
LEC (Q)
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38 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Programação de materiais diretos
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Custeio por Absorção
Material Direto (MD)
Lote Econômico de Compra (LEC)
a. 750 unidades
𝑪𝑻𝑬 = 𝟑𝟕𝟓 × 𝟎, 𝟖𝟎 = $ 𝟑𝟎𝟎, 𝟎𝟎
b. 1.500 unidades
𝑪𝑻𝑬 = 𝟕𝟓𝟎 × 𝟎, 𝟖𝟎 = $ 𝟔𝟎𝟎, 𝟎𝟎
c. 375 unidades
𝑪𝑻𝑬 = 𝟏𝟖𝟕, 𝟓 × 𝟎, 𝟖𝟎 = $ 𝟏𝟓𝟎, 𝟎𝟎
𝟐 × 𝑫 × 𝑪𝑷
𝑳𝑬𝑪 =
𝑪𝑬
𝟐 × 𝟑𝟒, 𝟖 × 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝑳𝑬𝑪 = = 𝟑𝟔𝟏, 𝟐𝟓
𝟎, 𝟖
𝟐 × 𝑫 × 𝑪𝑷
𝑳𝑬𝑪 =
𝑪𝑬
𝟐 × 𝟑𝟒, 𝟖 × 𝟏. 𝟓𝟎𝟎
𝑳𝑬𝑪 = = 𝟑𝟔𝟏, 𝟐𝟓
𝟎, 𝟖
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48 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custeio por Absorção
Mão de Obra Direta (MOD)
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55 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custo da ociosidade da mão de obra
• Impactos da ociosidade
• Equipe
• O custo da equipe é bastante alto quando está
ociosa. A mão de obra precisa ser aplicada para
• Impacto da ociosidade em outros a geração de lucros.
indicadores • Insumos
• A ociosidade impacta outros indicadores • O custo do estoque é elevado. O custo de
insumos refere-se aos recursos usados na
utilizados pelos gestores para controle e produção que ficam guardados em estoque e
medição do desempenho. podem vencer.
• O desperdício invisível acaba sendo • Fornecedores
oneroso, pois funcionários e • O custo dos fornecedores ocorre pelo atraso nas
equipamentos parados continuam entregas de insumos, atrapalha a produção,
disponíveis gerando gastos com salários e inviabiliza os pagamentos e interfere nas
contas da empresa.
manutenções.
• Produtividade
• O custo de produtividade está relacionado ao
Fonte: https://www.imcresistencias.com.br/post/por-
que-calcular-o-custo-de-ociosidade-na-
andamento das tarefas na linha de produção.
industria#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20cu Os funcionários não podem ficar parados ou
sto,ou%20por%20outro%20motivo%20qualquer.
estarão causando prejuízos para os negócios.
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56 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custo da ociosidade da mão de obra
𝑼𝒏
𝑴ê𝒔 𝑼𝒏
COUn = Custo da Ociosidade Unitário
Ca = Capacidade mensal
CF = Custo Fixo total mensal 𝑴ê𝒔
Q= Quantidade produzida no mês
O= Ociosidade mensal COMês = Custo da Ociosidade do mês
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59 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos indiretos de Fabricação (CIF)
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60 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
• Dividindo os indiretos...
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61 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
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62 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
• Utilidade
• Taxa de aplicação de CIFs • Apurar o custo dos produtos durante o próprio
• É um valor predeterminado para rateio período em que são produzidos, sem ter que
aos produtos, baseado na estimativa das esperar o término para fazer os cálculos.
seguintes variáveis: • Normalizar (homogeneizar) o custo dos
• Volume de produção e produtos ao longo do tempo, evitando
• Montante ($) de custos indiretos. oscilações bruscas em função de variações de
custos e de volumes de produção.
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63 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
a) Durante a produção
• Débito:
• Custo dos Produtos
• Crédito:
• Custos Indiretos Aplicados
b) No encerramento do período
• Contabilização de CIFs
• A conta Custos Indiretos (Reais) deve ser
predeterminados
encerrada contra a de Custos Indiretos
Aplicados
c) No encerramento do período
• A diferença entre os CIF reais e os Aplicados
(Variação de CIF) deve ser encerrada contra
Estoques e Custo dos Produtos Vendidos (CPV)
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64 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
• Melhor associação
• Associação rudimentar
CIFs CIFs
Rateio
Manutenção
Rateio
Rateio
A B
A B Melhoria nos critérios de
alocação de gastos indiretos!!
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65 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
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66 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Custeio por Absorção
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)
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76 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D. Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos
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77 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos
• Depois dos departamentos
• Antes dos departamentos
A A ❶ ❷ ❸
B B ❶ ❷
C C ❶
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78 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos
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79 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Centros de custos
• Esquema de apropriação dos custos
CUSTOS DE
PRODUÇÃO DEPARTAMENTALIZAÇÃO
CUSTOS
CUSTOS
INDIRETOS
DIRETOS
PRÓPRIOS COMUNS
(débito direto) (rateio)
DEPARTAMENTOS DEPARTAMENTOS
AUXILIARES PRODUTIVOS
(rateio) (rateio)
PRODUTOS
Planejamento
e Controle
da Produção
Manutenção
Custos
Produção
Produto A Produto B
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Contabilidade Gerencial
Aula 5 – Custeio por Absorção
Evaluation quiz
Siglas
Referências
100
100 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Bibliografia complementar
• IUDÍCIBUS, S. D.; MARION, J. C. Curso de
• ANTHONY, Robert N.; GOVINDARAJAN, Vijay. Contabilidade para não Contadores (9t.ed.). Grupo
Sistemas de Controle Gerencial. São Paulo: GEN, 2022.
Atlas, 2012.
• ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas
• MACHADO, Daniel J. Custeio-meta aplicado
e Valor. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2013. estrategicamente em empresas de pequeno porte.
São Paulo: Novas Edições Acadêmicas, 2015.
• BREALEY, A., MYERS, C., ALLEN, F. Princípios de
Finanças Corporativas. 10. ed. Porto Alegre: • MACHADO, Daniel J. Valuation, análise técnica e
McGraw-Hill, 2013. fundamentalista. São Paulo: Senac, 2019.
• BRIGHAM, Eugene F.; EHRHARDT, Michael C. • MARION, J. Carlos. Contabilidade Gerencial. 19. ed.
Administração Financeira. 14. ed. São Paulo: São Paulo: Atlas, 2022.
Cengage, 2016.
• PADOVEZE, Clóvis L. Controladoria Estratégica. São
• GITMAN, Lawrence J. Princípios de Paulo: Cengage, 2017.
Administração financeira. 14; ed. São Paulo:
Pearson, 2018. • ROSS, Stephen, A; WESTERFIELD, Randolph W.;
• HORNGREN; SUNDEN; STRATTON. JORDAN, Bradford D. 10. ed. Princípios da
Contabilidade Gerencial. 12. ed. São Paulo: Administração Financeira. Editora Atlas, 2015.
Pearson, 2004.
• WARREN; REEVE; FESS. Contabilidade Gerencial. 2.
ed. São Paulo: Pioneira, 2007.
101
101 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Professor, pesquisador, autor, orientador, tutor, palestrante,
comentarista, conselheiro, coaching, consultor, perito, engenheiro,
administrador, diretor e coordenador.
FORMAÇÃO – Stricto sensu: Doutorado em Finanças pelo Mackenzie (2017).
Ph.D. in Business Administration by FCU-USA (2004). Mestrado em Ciências
Contábeis e Atuariais pela PUC-SP (2002). Lato sensu: Pós em Gestão de
Recursos UNIBERO-SP (2006). Pós em Desenvolvimento de Produtos pela
USJT-SP (1988). Graduação: Engenharia Civil pela USF (1986). Técnico:
Ferramenteiro mecânico pelo SENAI (1980). Área de pesquisa: Finanças e
Contabilidade. Publicação: Autor de livros e artigos científicos.
DOCÊNCIA – Professor Universitário: Contratado pela PUC-SP (2003–) e
pelo IBMEC-SP (2018–). Convidado nas demais: FECAP-SP (2008–); FIA-SP
(2010–); FALEG-SP (2016–2020); Trevisan-SP (2017–2019); e UNIMED
(2021–). Instrutor: cursos in company pela Integração Escola de Negócios
(2008–) e IBMEC-SP (2018–). Disciplinas: Matemática e Administração
Financeira; Valuation; Contabilidades Geral, Gerencial, e de Custos;
Controladoria Operacional e Estratégica; Governança Corporativa, Macro e
Micro Economia, Mercado de Capitais; Métodos Quantitativos; Gestão de
Riscos e Compliance, de Crédito e de Capital de Giro; Metodologia da Pesquisa
Científica e Orientação de Monografias.
ATUAÇÃO PROFISSIONAL: Diretor de faculdade, Coordenador de cursos
MBAs e especializações lato sensu. Assistente técnico em perícias, Palestrante e
Comentarista Financeiro, Conselheiro e Consultor empresarial.
CURRÍCULO LATTES: http://lattes.cnpq.br/1992097638049531
102 Prof. Daniel J. Machado, Ph.D.
Iudícibus, S. D., & Marion, J.
C. (2022). Curso de
Contabilidade para não
Contadores (9th ed.). Grupo
GEN.
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