ANA JÚLIA SOARES
Modelo OSI
E a importância da camada de transporte
JAÚ/SP
2024
ANA JÚLIA SOARES
Modelo OSI
E a importância da camada de transporte
Neste trabalho será discutida a importância dos modelos OSI, com foco especial nos
sistemas de transporte. Também veremos os protocolos utilizados nesta área, como
TCP e UDP, que mostram diferentes formas de lidar com a comunicação. Por último,
analisaremos como a camada de transporte contribui para a eficiência e o alcance das
redes contemporâneas.
JAÚ/SP
2024
ANA JÚLIA SOARES
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Modelo OSI
E a importância da camada de transporte
Trabalho objetivo
Aprovado por:
_____________________________________DATA 24/09/2024
RENATO AFFINI
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RESUMO
O RM-OSI, ou Reference Model – Open Systems Interconnection, é um modelo de
referência que auxilia a comunicação entre sistemas abertos, possibilitando a interação
entre diferentes softwares e hardwares. Este foi estipulado no padrão ISO 7498 em
1984 e é constituído por sete camadas, cada com funções específicas, facilitando o
desenvolvimento de novos protocolos. Mesmo não padronizando serviços e protocolos,
é comumente utilizado no estudo de redes e no design das mesmas. Durante sua
implementação prática não é rígidamente aplicado; no entanto, suas camadas podem
ser inseridas em outras arquiteturas ou removidas por questões de desempenho, algo
comum.
Palavras chaves: OSI, Modelo de referência, Comunicação, Sistemas abertos, Sete
camadas, Protocolos Estudo de redes e Otimização de performance.
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ABSTRACT
The RM-OSI, or Reference Model – Open Systems Interconnection, is a reference
model that assists communication between open systems, enabling interaction between
different software and hardware. This was stipulated in the ISO 7498 standard in 1984
and consists of seven layers, each with specific functions, facilitating the development of
new protocols. Even though it does not standardize services and protocols, it is
commonly used in the study of networks and their design. During its practical
implementation it is not rigidly enforced; however, its layers can be inserted into other
architectures or removed for performance reasons, something common.Keywords: OSI,
Reference model, Communication, Open systems, Seven layers, Protocols Study of
networks and performance optimization.
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SUMÁRIO
Introdução…………………………………………………………………….07
Desenvolvimento…………………………………………………………….08
Desenvolvimento…………………………………………………………….09
Desenvolvimento…………………………………………………………….10
Desenvolvimento…………………………………………………………….11
Desenvolvimento…………………………………………………………….12
Conclusão…………………………………………………………………….13
Bibliografia……………………………………………………………………14
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LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1…………………………………………………………………….07
Figura 2…………………………………………………………………….08
Figura 3…………………………………………………………………….09
Figura 4………………………………………………………………….…10
Figura 5………………………………………………………………….…11
Figura 6………………………………………………………………….…12
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1 INTRODUÇÃO
OSI fornece um padrão para que diferentes sistemas de computadores possam se
comunicar, o envio de dados por uma rede é complexo porque várias tecnologias de
hardware e software devem funcionar de forma coesa além das fronteiras geográficas e
políticas. Seguindo um padrão a camada física gerencia os meios de comunicação, a
camada de enlace de dados regula sua troca entre máquinas. Os pacotes são
controlados e endereçados em sua jornada por meio da camada de rede, e o transporte
é feito para que a mensagem chegue ao destino correta e integralmente. A camada de
sessão lida com a comunicação de aplicação para aplicação durante a sessão e a de
apresentação prepara dados para serem lidos quando necessário. Paralelamente,
aplicações específicas são acessadas e podem se comunicar em um protocolo
padronizado a partir da camada de aplicação. Juntas, essas camadas garantem a
eficácia e a segurança na troca de informações.
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2 DESENVOLVIMENTO:
O modelo OSI,é crucial para a comunicação em redes por muitas razões, além de ser
uma linguagem global, possibilita a compreensão dos sistemas complexos entre
engenheiros e pessoas de TI porque os ajuda a compreender melhor as arquiteturas de
redes e a olhá-las de forma sistemática, além de escrever as aplicações de controle de
cada camada. Isso possibilita o entendimento do sistema nos componentes menores
permitindo que um engenheiro de redes possa observar o sistema como um todo.
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2.1 DESENVOLVIMENTO:
No modelo OSI, o processo de comunicação em cada camada é dividido em sete, onde
cada camada tem uma função específica. A camada de aplicação é responsável por
gerar e receber dados do usuário, enquanto a camada de apresentação os formata
para a compreensão entre os sistemas. A camada de sessão é responsável por iniciar e
encerrar a comunicação entre aplicações. A camada de transporte garante a entrega
confiável e segmenta os dados em fragmentos. A camada de rede determina o caminho
e cuida do endereçamento, a camada de enlace de dados transforma os dados em
quadros e garante a transmissão sem erros entre dispositivos conectados, enquanto a
camada física transmite os bits de dados através de seu meio físico. Os dados descem
pelas camadas do remetente, onde são inseridos em um cabeçalho, e depois sobem
todas as camadas do receptor, a caminho da aplicação final onde são transportadas.
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2.2 DESENVOLVIMENTO:
O UDP é um protocolo de comunicação sem ligação, marcado pela sua baixa
confiabilidade. Isso implica que os pacotes enviados podem não ser entregues intactos
ou na sequência correta. O UDP funciona na camada de transporte do modelo OSI
possibilitando a transmissão rápida de informações para diversas máquinas ao mesmo
tempo. No entanto, sua confiabilidade reduzida o torna menos apropriado para
aplicações que requerem integridade, como chat em contrapartida, o TCP atua na
camada de transporte do Modelo OSI, com foco na conexão, assegurando a integridade
e a sequência dos dados. Ele emprega um método conhecido como "aperto de mãos
em três direções" para estabelecer a comunicação entre os aparelhos. O TCP é perfeito
para circunstâncias onde a confiabilidade é essencial.
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2.3 DESENVOLVIMENTO:
Qualidade de Serviço (QoS) refere-se ao conjunto de técnicas e tecnologias que
controlam o tráfego de redes para assegurar um desempenho apropriado de aplicativos
críticos, particularmente em contextos com capacidade de rede restrita. Opera por meio
da codificação de pacotes para distinguir os diferentes serviços e configurar roteadores
para estabelecer filas virtuais distintas, baseadas na prioridade de cada aplicativo. Isso
assegura que a banda necessária seja alocada para os aplicativos fundamentais. A
gestão do tráfego é vital para prevenir o excesso de tráfego, que pode resultar em
atrasos e perda de pacotes. É particularmente crucial em protocolos como o TCP, que
asseguram a transmissão segura de informações.
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2.3 DESENVOLVIMENTO:
O Modelo OSI é composto por sete camadas, ao passo que o Modelo TCP/IP é um
método mais prático com apenas quatro camadas. No Modelo OSI, a junção das
camadas um e dois do TCP/IP resulta na camada um, conhecida como Acesso aos
Meios. A terceira camada do OSI, dedicada às Redes, é denominada Internet no
TCP/IP. Os dois modelos possuem uma camada quatro, conhecida como Transporte,
que exerce funções similares. Em última análise, as camadas 5, 6 e 7 do OSI são
fundidas em uma única camada no TCP/IP, denominada Aplicação. Essas variações
destacam como cada modelo estrutura a comunicação em redes de formas diferentes e
complementares.
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3 CONCLUSÃO:
O modelo OSI, com suas sete camadas, proporciona um quadro teórico minucioso
para compreender as funções de rede, ao passo que o modelo TCP/IP, mais prático e
frequentemente usado, reúne diversas dessas funções de maneira simplificada. Ambos
os modelos, na camada de transporte, empregam protocolos como TCP e UDP. O TCP
assegura uma entrega confiável e ordenada, enquanto o UDP dá prioridade à
velocidade, mesmo que isso cause a perda de pacotes. O modelo TCP/IP, por sua vez,
incorpora as funcionalidades da camada de transporte do modelo OSI em uma única
camada, simplificando a implementação, porém, sacrificando um pouco da precisão
analítica do modelo OSI. Esta interação entre os modelos é crucial para a criação de
redes eficazes e sólidas na prática, pois possibilita a adaptação às demandas
específicas de comunicação, seja dando prioridade à confiabilidade ou à velocidade,
espelhando as diversas exigências do tráfego de dados em um mundo conectado.
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