Sintaxe 2. Inicio
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Sintaxe
A Sintaxe Segundo a Gramática Normativa I
Revisão Textual:
Profa. Ms. Sílvia Albert
A Sintaxe Segundo a
Gramática Normativa I
• Introdução;
• Sintaxe: O que é Isso Mesmo?
• Noções Básicas;
• Elementos Essenciais.
OBJETIVOS DE APRENDIZADO
• O objetivo desta unidade é iniciar os estudos de análise sintática da língua portuguesa.
Para tanto, primeiramente, alguns termos básicos nesta área de estudo serão retomados e,
na sequência, se estudará os elementos essenciais de uma oração; mais especificamente,
os tipos de sujeitos.
UNIDADE A Sintaxe Segundo a Gramática Normativa I
Contextualização
Para iniciar nossos estudos nessa unidade, façamos a leitura do poema “O assassino era
o escriba”, de Paulo Leminski:
Gostou? Reconheceu algumas das palavras presentes no poema com aquelas que
fazem parte do nosso curso? O que lhe pareceu essa recombinação? Como podemos
perceber, trata-se de um poema que, humoristicamente, joga com as terminologias gra-
maticais, dando-lhes um novo contexto discursivo que, por sua vez, lhes confere um
novo sentido. Sentido, este, que satiriza, desmitifica – e por que não? – homenageia a
riqueza de nomenclatura da língua portuguesa, seja nas análises morfológicas seja nas
sintáticas.
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Introdução
“A leitura de uma gramática para quem quer conhecer uma língua será
tão proveitosa quanto foi para o nosso visitante a leitura do mapa da
cidade. Isto porque a gramática procura mostrar como os elementos que
compõem uma língua se estruturam e se organizam para a elaboração
de textos, pelos quais as pessoas se comunicam umas com as outras”
(EVANILDO BECHARA).
Ainda que, por diversos motivos, o estudo sobre a estrutura da língua materna seja
sempre encarada como uma etapa maçante, difícil e sem sentido para a vida, pelas
palavras do filólogo Bechara, verificamos que o conhecimento da estrutura de uma
língua funciona como ferramenta de aprimoramento e assegura uma maior liberdade
expressiva.
Sendo assim, ao contrário do que nos fazem crer, ler, estudar e conhecer, a gra-
mática de uma língua possibilita ao falante maior autonomia e poder de comunica-
bilidade. Ou seja, por meio da combinação coerente dada às palavras, seguindo as
normas básicas de uma língua, o falante é capaz de expressar-se e ser entendido/
compreendido.
Eis a magia dos estudos gramaticais: eles potencializam as habilidades linguísticas e
discursivas que internalizamos ao longo do processo de aquisição da linguagem sem de-
moradas reflexões. Chegou o momento: pensemos a língua materna! Pensemos a nossa
língua portuguesa!
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UNIDADE A Sintaxe Segundo a Gramática Normativa I
Tal hipótese apenas reforça a tese de que para nos comunicar, fazemos uma seleção
e uma combinação das palavras obedecendo a regras básicas de estrutura e colocação
dos termos na sentença com a intenção de nos fazer entender.
Voce Sabia?
Curiosidade: O que é NGB?
Antes de a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB) ser implantada em 1959, existia
uma multiplicidade de terminologias gramaticais que dificultavam o ensino da Língua
Portuguesa, no Brasil. As nomenclaturas utilizadas geravam polêmicas e o aluno não sa-
bia distinguir a variedade de códigos terminológicos que lhe eram impostos e cobrados
em provas e concursos. (HENRIQUES, 2009).
Frente a esta situação, formou-se uma comissão de pesquisadores com o propósito de
elaborar um projeto que conseguisse unificar a gramática no Brasil. Dentre os nomes
que compuseram este grupo, podemos citar: Antenor Nascentes, Henrique da Rocha
Lima, Clóvis do Rego Monteiro, Cândido Jucá, Celso Ferreira da Cunha, Antônio José Che-
diak, Serafim da Silva Neto e Silvio Edmundo Elia, estudiosos da língua e políticos.
Assim, em 1958, os membros dessa comissão passaram às mãos do Ministro de Estado
da Educação e Cultura – Clóvis Salgado – o Anteprojeto da Nomenclatura Gramatical
Brasileira. Foi apenas no ano seguinte que, por meio de uma portaria, se decidiu pela
“adoção da Nomenclatura Gramatical Brasileira e aconselhava sua entrada em vigor na-
quele ano letivo”. (HENRIQUES, 2009, p. 29).
Desde então, a Nomenclatura Gramatical Brasileira está em vigor, facilitando o ensino e a
compreensão da estrutura da língua portuguesa, no Brasil. Aqui, retomaremos os termos as-
sentados pela NGB e empregados nos estudos sintáticos sob a óptica da gramática normativa.
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Antes de adentrarmos no universo da sintaxe, ou mais especificamente, da
análise sintática é de grande auxílio repassar a definição de alguns termos.
Noções Básicas
Leia a tirinha no link e, a partir dela, vejamos o vocabulário comum à sintaxe:
Disponível em: https://bit.ly/3BX4UVO
Podemos notar que, na tirinha acima, encontramos enunciados com ou sem verbo,
todos com informações completas e que, considerando a linguagem verbal e a não-verbal,
é possível construir sentido para o texto. Daí, podemos extrair o primeiro vocábulo:
Frase
É todo enunciado ou conjunto de uma ou mais palavras que em situação de uso da
língua estabelece a comunicação e transmite informação completa.
Os enunciados que se organizam sem a presença de verbo são chamados de frase
nominal. Já os enunciados que se organizam em torno de uma ou mais forma(s)
verbal(is) são chamados de frase verbal ou oração.
Oração
É todo enunciado linguístico estruturado em torno de um verbo (explícito ou não),
mas que não necessariamente tenha sentido completo. Cada verbo ou locução verbal
corresponde a uma oração.
Analise os exemplos:
“Bom dia!”
Frase sem verbo = frase nominal
“Aqui estou eu, feliz e contente” (1º quadrinho)
Frase com 1 verbo = 1 oração.
“Pedro brigou, saiu e voltou
Frase com 3 verbos = 3 orações.
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Para definir se um enunciado é ou não uma frase, faz-se necessário levar sempre
em conta não só os elementos linguísticos que o constituem, mas, também, todo o seu
contexto enunciativo. Por exemplo: a palavra “Socorro”, pronunciada fora de qualquer
contexto, não estabelece uma comunicação. No entanto, proferida numa situação de pe-
rigo, com entonação de medo – isto é, em um determinado tipo de contexto – essa única
palavra será considerada uma frase, pois, adquirirá um sentido completo: “Socorro!”
O mesmo ocorre com o exemplo dado anteriormente – “Eu comprei” – que, fora de um
determinado contexto discursivo, pode não ter sentido. Mas, se estiver inserido em um diá-
logo, logo a oração se revestirá de sentido completo e se tornará uma frase. Veja:
• “Maria, você comprou o pão hoje?”
• “Sim, eu comprei!”
Pelo que vimos até aqui, notamos que o verbo torna-se um elemento-chave no pro-
cesso de identificação e classificação de um enunciado.
Período
É o enunciado (frase), de sentido pleno, constituído de uma ou mais orações. Quando
a frase for composta apenas por uma oração a denominaremos de período simples.
Se a frase estiver constituída de mais de uma oração a denominaremos de período
composto.
Observe o exemplo:
Neste caso, temos um período simples já que a frase conta apenas com uma oração,
ou seja, a frase estrutura-se em torno de um único verbo. Agora, veja o exemplo a seguir:
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Neste caso, a frase conta com três orações e, por esta razão, trata-se de um período
composto. Mais adiante, estudaremos o tipo de relação que uma oração estabelece com
as outras.
De acordo com a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), ao analisarmos os
vocábulos combinados sintaticamente em cada oração, podemos classificá-los em três
tipos: termos essenciais, termos integrantes e termos acessórios.
Elementos Essenciais
Termos Essenciais
São dois os elementos classificados como essenciais em uma oração: sujeito
e predicado.
o ser de quem se declara alguma coisa. Ou como define Bechara (2014, p. 29), sujeito
SUJEITO “é o termo da oração que indica o tópico da comunicação representado por pessoa ou
coisa de que afirmamos ou negamos uma ação ou uma qualidade”.
aquilo que se diz do sujeito. Nos termos de Bechara (2014, p.29), predicado “é o comentá-
PREDICADO rio da comunicação, é tudo o que se diz na oração, ordinariamente o que se diz do sujeito”
Leia a charge no link e tente identificar os dois termos essenciais da oração presente na fala
da personagem: Disponível em: https://bit.ly/2V6nmui
Uma forma de se identificar o sujeito é fazer a pergunta “que”, “quem”, “o que” antes
do verbo
Vale lembrar que é equivocado definir o sujeito como “quem pratica a ação”, porque o sujeito
pode também “sofrer a ação”. Veja os exemplos a seguir:
• Machado de Assis escreveu extraordinários romances.
Quem escreveu extraordinários romances? Quem fez a ação de escrever romances? Machado
de Assis – sujeito agente.
• Extraordinários romances foram escritos por Machado de Assis.
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O que foram escritos por Machado de Assis? Quem sofreu a ação da escrita? Extraordinários
romances – sujeito paciente.
Na maioria das vezes, sobretudo nas orações declarativas, o sujeito aparece no início
da oração, seguido do verbo e dos demais elementos constitutivos do predicado. Quando
o sujeito ocupa esta posição inicial, dizemos que a frase está na ordem direta. Mas, a
língua portuguesa, dada a sua riqueza estrutural, em alguns casos, permite-nos ainda a
liberdade de arranjo; isto é, de posicionar o sujeito em outras posições. Veja:
Quem morria na rua, ao sol de verão envenenado? Um pobre cão. Neste caso, pode-
mos identificar os elementos essenciais da seguinte forma:
Tipos de Sujeito
Há três grandes categorias de classificação do sujeito: determinado, indeterminado
e inexistente. Para identificá-los, é fundamental a noção de núcleo:
Nucleo
É a palavra central da significação no sujeito, a qual os outros termos se referem,
determinando-a, modificando-a ou completando seu sentido.
Veja o exemplo:
Sujeito “O pavão”: “pavão” (palavra importante que traz a informação, a quem o pre-
dicado se refere) + “o” palavra que o acompanha. Por isso, afirmamos que o sujeito – “O
pavão” – tem apenas um núcleo: “pavão”.
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Sujeito Determinado
Aquele que está expresso na oração. Este tipo pode classificar-se em: simples, com-
posto e desinencial.
Sujeito simples
Quem confia na honestidade dos políticos? “O eleitor”. Quanto aos termos essenciais
da oração, podemos dividir a frase da seguinte forma:
O sujeito da oração está constituído de dois vocábulos: “O” (artigo definido, masculino,
singular) + “eleitor” (substantivo, masculino, singular). Destas duas palavras, qual é a
principal? Qual é o termo central da significação? Exato, é o substantivo “eleitor”; ele
é o termo central, tendo o artigo “o” como elemento especificador. Podemos afirmar,
portanto, que o sujeito da oração – “O eleitor confia na honestidade dos políticos” – tem
apenas um núcleo – “eleitor” – e, por esta razão, o sujeito será denominado de sujeito
simples.
Veja outro exemplo:
Quem brinca em banho de lama gigante no parque? “Um bando de crianças” (= sujei-
to). Qual é o núcleo? “bando” (= 1 núcleo). As outras palavras determinam e complemen-
tam o sentido do termo “bando”. Trata-se, também, de um sujeito simples.
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Sujeito composto
Apresenta mais de um núcleo. Leia a frase na imagem abaixo:
Figura 1
Fonte: iStock/Getty Images
As 500 milhas de Indianápolis e o táxi do Gugu são as duas corridas mais imprevisí-
veis do mundo.
Quais são as duas corridas mais imprevisíveis do mundo? “As 500 milhas de Indianápo-
lis e o táxi do Gugu” (= sujeito). Quais os núcleos? “milhas” e “táxi”. Temos, portanto, um
sujeito composto.
Sujeito desinencial
Quando falta uma palavra que identifique explicitamente o ser a quem ou ao qual
o predicado se refere. Neste caso, a identificação do sujeito se dá por meio da desi-
nência verbal. Veja o quadro abaixo:
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Figura 2
Fonte: Reprodução
Na segunda oração – “Estou indo para Nárnia!” – ocorre o mesmo, o sujeito não está
explícito e, para identificá-lo, temos de recorrer à informação que o verbo nos dá. Neste
caso, temos uma locução verbal - “estou indo” – cujo verbo auxiliar “estar” encontra-se
conjugado na primeira pessoa do singular, referente ao pronome “eu”. Portanto, o sujei-
to da oração será “eu”. Trata-se de um sujeito desinencial.
Importante!
Em muitas gramáticas, ainda encontramos a designação de sujeito oculto para os casos de
sujeito desinencial. No entanto, a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB) não agasalha
essa denominação, optando, para estes casos, a nomenclatura sujeito desinencial.
Sujeito Indeterminado
Quando não se quer, não se pode ou não interessa identificar o sujeito. Na língua
portuguesa, é possível elaborar frases com sujeito indeterminado recorrendo às seguin-
tes estruturas:
• usar o verbo na 3.ª pessoa do plural, sem que este faça referência a um subs-
tantivo expresso no plural, nem ao pronome pessoal “eles”.
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A quem se atribui o ato de comentar? Não se sabe. Pode ter sido várias pessoas, mas,
pode ter sido apenas uma.
Quem fala em recessão na Espanha? Não é possível determinar o sujeito desta frase,
por isto, o denominamos de sujeito indeterminado.
• usar verbo intransitivo ou transitivo indireto, na 3.ª pessoa do singular,
acompanhado da partícula “se”.
Quem fala em recessão na Espanha? Não é possível determinar na frase quem seja o
sujeito. Chamamos de índice de indeterminação do sujeito à partícula “se”, que se apre-
senta ligada ao verbo, para indeterminar o sujeito. Exemplo: Vive-se bem em cidades
menos violentas.
SUJEITO (tópico)
Observe os exemplos:
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Na frase acima, temos duas orações. Para identificar o sujeito, perguntamos: Quem
chegou mais cedo? “Alguns colegas”. E, quem escondeu os livros? “Alguns colegas”. No-
tamos que, neste contexto discursivo, o verbo na terceira pessoa do plural faz referência
a um sujeito. Na primeira oração, o sujeito está explícito – “Alguns colegas chegaram
mais cedo” –; na segunda oração, o sujeito não está mencionado por já ter sido referido
anteriormente, evitando a repetição desnecessária. Neste caso, ainda que o verbo “es-
conderam” não conte com um sujeito explícito, não podemos denominá-lo indetermina-
do, já que pelo contexto discurso, anteriormente, o sujeito ao qual o predicado se refere
já tinha sido mencionado: “Alguns colegas”.
É cedo.
São duas horas.
Era de madrugada.
Mais do que saber as classificações dos tipos de sujeito, importa-nos saber usá-los e
perceber os sentidos e intenções que estão estabelecidos nas construções sintáticas.
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UNIDADE A Sintaxe Segundo a Gramática Normativa I
Cortaram o bolo.
Quem cortou o bolo? Não sabemos ao certo quem foi, trata-se de um sujeito indeter-
minado. O que se sabe é que o bolo encontra-se cortado, mas, não se tem o referente
de quem o cortou. Pode ter sido qualquer pessoa, uma ou mais de uma. Aqui a ênfase
recai sobre o bolo. Não interessa muito quem cortou.
Cortou-se o bolo
Quem cortou o bolo? Tampouco, neste caso, sabemos quem é o sujeito agente. Trata-
-se de um sujeito indeterminado. Com este tipo de construção, a ênfase recai ainda
mais sobre o bolo. Realmente, não interessa quem o tenha cortado. Notamos, portanto,
que ao optar por construir uma frase com sujeito indeterminado existe uma intenção de
se ocultar ou generalizar as informações, diminuindo o grau de comprometimento do
enunciador.
Concluímos, aqui, esta unidade tendo visto noções, definições e elementos essenciais
para a compreensão da sintaxe da língua portuguesa. Pudemos relacionar o estudo da
sintaxe com o uso efetivo da língua, para que você percebesse que estudar gramática é
estudar a língua; não como um sistema rígido e definido a priori, mas como um sistema
organizado e, ao mesmo tempo, passível de mudanças, pois, está integrado a um con-
texto sociocultural e é definido pelo uso de seus falantes.
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Leitura
Diagnóstico das concepções de linguagem e de gramática nas aulas de Língua Portuguesa
Nele, as autoras, da Universidade Federal do Pará, discutem os três conceitos de
linguagem associam-nos a três visões sobre a gramática e apresentam alguns estudos
práticos que revelam como tais conceitos estão presentes no cotidiano escolar.
As professoras aplicaram questionários a alunos e à professora de uma sala de
3º. ano e, sustentadas pela Linguística Aplicada, descobriram que a professora
entrevistada não utilizava, em sua prática de sala de aula, procedimentos que
indicassem a percepção da concepção interacionista da linguagem, e, quanto à
concepção de gramática, há a predominância da gramática normativa.
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Referências
BAGNO, M. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia e exclusão
social. São Paulo: Edições Loyola, 2000.
BECHARA, E. Lições de Português pela análise sintática. 19.ª rev. e ampl., com
exercícios resolvidos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
KURY, A. da Gama. Novas lições de análise sintática. 2.ª ed. São Paulo: Ática, 1986.
PERINI, M. A. Para uma nova gramática do português. 10.ª ed. São Paulo: Ática,
2001.
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