Biologia: Organologia Vegetal
Biologia: Organologia Vegetal
BIOLOGIA C 22
Organologia Vegetal
Os diferentes tecidos vegetais se organizam formando
diferentes órgãos. Utilizando as angiospermas como referencial,
esses órgãos estão representados pelas raízes, caules, folhas,
Zona suberosa
flores, sementes e frutos. As raízes, os caules e as folhas constituem
os chamados órgãos vegetativos, responsáveis pelas funções
necessárias à sobrevivência do indivíduo. As flores, as sementes
Raízes secundárias
e os frutos formam os órgãos reprodutivos, responsáveis
pela perpetuação da espécie.
Zona pilífera
Arquivo Bernoulli
Nas angiospermas, encontramos diferentes tipos de raízes, Zona meristemática
classificadas de acordo com as ramificações que apresentam,
Coifa
o meio em que crescem, o seu aspecto externo ou, ainda,
Partes de uma raiz axial.
uma função mais marcante e especializada que elas realizam.
O conjunto de raízes de uma planta constitui o seu sistema A Coifa (caliptra) é uma estrutura em forma de capuz
radicular. que envolve e protege a zona meristemática localizada na
extremidade da raiz. Nas raízes subterrâneas, protege contra
Existem dois tipos básicos de raízes: pivotante (axial) e
micro-organismos e contra o atrito ou aspereza do solo;
fasciculada (cabeleira).
nas raízes aquáticas, contra o ataque de micro-organismos;
nas raízes aéreas, impede a transpiração excessiva. A Zona
meristemática é formada por tecidos meristemáticos, nos
quais as células estão em intensa atividade mitótica. A Zona
lisa (zona de alongamento) apresenta células que, por ação
de determinados hormônios, sofrem grande distensão ou
Arquivo Bernoulli
OBSERVAÇÃO
A zona de transição entre a raiz e o caule denomina-se colo
Arquivo Bernoulli
ou coleto.
Quanto ao meio em que crescem e se desenvolvem, as raízes Raiz tabular Raiz-suporte Raiz-escora
podem ser classificadas em terrestres, aquáticas e aéreas.
Arquivo Bernoulli
A) Raízes terrestres – São subterrâneas, isto é,
desenvolvem-se dentro do solo. Em algumas espécies
de plantas, essas raízes tornam-se mais espessas
em consequência do acúmulo de reservas nutritivas,
sendo, então, chamadas de raízes tuberosas. Raízes-estaca.
As raízes sugadoras ou haustórios são típicas de
A B plantas parasitas (holoparasitas e hemiparasitas).
Essas raízes penetram no caule da planta hospedeira
até atingir os feixes líbero-lenhosos, dos quais
sugam a seiva bruta (no caso das hemiparasitas,
Arquivo Bernoulli
como a erva-de-passarinho) ou a seiva elaborada
(no caso das holoparasitas, como o cipó-chumbo).
Arquivo Bernoulli
na tuberosa fasciculada, como a da batata-doce, as várias
raízes secundárias são espessas. A. Raiz tuberosa axial; B. Raiz
tuberosa fasciculada.
aquática
Raiz
Tronco da árvore
C) Raízes aéreas – Desenvolvem-se em contato hospedeira
direto com o ar atmosférico. Podem ser de vários
tipos: grampiformes, estacas, haustórios, cinturas, Raízes estrangulantes.
estrangulantes e pneumatóforos. As raízes respiratórias ou pneumatóforos crescem
As raízes grampiformes são raízes adventícias curtas, verticalmente em direção à superfície da água em busca
originadas do caule, que possuem na extremidade de O2 atmosférico. São comuns em plantas de Pântanos e
substâncias adesivas que servem para fixar a planta de Mangues, ambientes onde normalmente há uma taxa
num substrato. Na hera, que cresce sobre paredes pequena de O2 dissolvido na água. Essas raízes possuem
e muros, encontramos esse tipo de raiz. pequenos orifícios denominados pneumatódios, pelos quais
se dá a penetração do O2.
As raízes-estaca, conhecidas como raízes-escora,
e as raízes-suporte também são raízes adventícias Pneumatódios
originadas do caule que crescem em direção ao solo
onde se fixam, ajudando a planta a se estabilizar.
Essas raízes são encontradas, por exemplo, no
milho e em plantas de pântanos e de mangues.
Um tipo particular de raízes-suporte são as raízes
tabulares que crescem e se fundem com o caule,
formando verdadeiras tábuas ou pranchas que ajudam
na fixação da planta e também fornecem maior
superfície para a respiração do sistema radicular.
São encontradas principalmente em plantas de
grande porte, por exemplo, em certas figueiras. Raízes respiratórias (pneumatóforos).
94 Coleção 6V
Organologia Vegetal
O caule é o órgão que faz a ligação entre as raízes e as folhas. A) Caules subterrâneos – Desenvolvem-se no interior
Pelos feixes líbero-lenhosos (vasos lenhosos e vasos do solo. Podem ser dos seguintes tipos: rizomas,
liberianos) existentes em seu interior, circulam substâncias bulbos e tubérculos.
entre as folhas e as raízes, em ambos os sentidos.
Em um caule típico, distinguimos as seguintes regiões:
gemas (apicais e axilares), nós e entrenós (internós).
Gema apical
Flor Rizoma“gengibre” Bulbo “lírio”
Folha
BIOLOGIA
Prato
Imagens: Istockphoto
Caule
Nó Raiz
Fruto tubérculo
Caules subterrâneos.
Arquivo Bernoulli
Zona de distensão
Gema axilar (aumento do volume
Arquivo Bernoulli
celular)
Entrenó
Nó
Zona de diferenciação C) Caules aéreos – Desenvolvem-se em contato com
(modificação estrutural) o ar atmosférico. Constituem a maioria dos caules e
Vasos lenhosos
podem ser dos seguintes tipos: tronco, haste, estipe,
Detalhes de uma gema apical. colmo, cladódio, estolho, volúvel e sarmentoso.
Arquivo Bernoulli
Tronco Haste Estipe Colmo
Troncos são caules eretos, grossos, duros, lenhosos, muito Caules volúveis Caule sarmentoso
resistentes e ramificados. É o tipo de caule típico das árvores Os caules volúveis são trepadores que crescem dando giros (em
e arbustos. As árvores diferem dos arbustos por terem o espiral) em torno de um suporte, e os sarmentosos são trepadores
eixo principal do tronco muito mais desenvolvido do que as que se prendem ao suporte por meio de gavinhas (modificações
ramificações. Nos arbustos, o eixo principal e as ramificações caulinares ou foliares enroladas em espiral). Como exemplo
têm aproximadamente o mesmo desenvolvimento. Hastes são de caule volúvel, temos o da trepadeira campânula, e de caule
caules eretos, finos, flexíveis, verdes (clorofilados) e ramificados. sarmentoso, temos o da videira (uva), do chuchu e do maracujá.
Exemplos: caule do tomateiro e do pé de couve.
a coloração verde-escuro.
Uma folha completa apresenta bainha, pecíolo e limbo.
96 Coleção 6V
Organologia Vegetal
OBSERVAÇÃO
As gavinhas também podem ser modificações do caule,
como acontece na videira e no maracujá.
Paralelinérvea Peninérvea Palminérvea E) Cotilédones – Folhas embrionárias ricas em reservas
nutritivas que serão utilizadas no desenvolvimento
BIOLOGIA
do embrião durante o período de germinação das
sementes.
Arquivo Bernoulli
F) Folhas coletoras – Aparecem em plantas epífitas,
Curvinérvea Uninérvea formando uma bolsa na qual se acumulam água e
substâncias que caem das copas das árvores sobre
Classificação das folhas quanto às nervuras – Paralelinérveas: as quais crescem.
as nervuras são paralelas; exemplo: folhas do milho. Peninérveas: G) Folhas insetívoras – Folhas modificadas, adaptadas
a disposição das nervuras lembra uma pena; exemplo: folhas da para a captura e para a digestão de insetos.
mangueira. Palminérveas (digitinérveas, reticulinérveas): da nervura
mediana, mais desenvolvida, partem numerosas ramificações que
se tornam mais finas à medida que se afastam; exemplo: folhas do
mamoeiro. Curvinérveas: a nervura mediana é ladeada por nervuras Pelos
curvas; exemplo: folhas da quaresmeira. Uninérveas: possuem uma
só nervura na região mediana; exemplo: folhas do craveiro (cravo).
Arquivo Bernoulli
A) Escamas (catáfilos) – Folhas aclorofiladas que
protegem a gema terminal (apical) de caules Ascídia
subterrâneos do tipo bulbo. Cebola e alho apresentam Folhas insetívoras – Em algumas espécies de plantas, as folhas
folhas desse tipo. insetívoras formam uma urna, denominada ascídia, constituída
por tecido secretor que produz um líquido ácido, contendo enzimas
B) Brácteas – Folhas protetoras que podem apresentar
proteolíticas, para realizar a digestão dos insetos que nela caem e
coloração variada, dispostas ao redor das flores. ficam aprisionados; em outras espécies, a folha insetívora é dividida
As flores do copo-de-leite e do antúrio apresentam-se em duas metades que se fecham abruptamente quando tocadas,
protegidas por brácteas. aprisionando os insetos.
Inflorescência
Flor
FLORES
Brácteas
As flores são formadas por um conjunto de folhas
modificadas e especializadas na reprodução.
A floração (formação das flores) é um mecanismo bastante
complexo que, dependendo da espécie de planta, sofre
Arquivo Bernoulli
Cada espécie apresenta um fotoperíodo crítico que Esses pesquisadores observaram que as plantas de dias
corresponde a um determinado valor, em horas de iluminação curtos necessitam de uma noite longa para florescer,
diária, que, se não for obedecido, provoca alteração da mas, se o período de escuridão for interrompido elas
resposta de floração. O fotoperíodo crítico varia de espécie não florescem. Por outro lado, se houver interrupção do
para espécie, mas é constante em uma mesma espécie. período de luz, a floração não se altera. As plantas de dias
Assim, podemos classificar as plantas em três categorias: longos, por sua vez, necessitam de noites curtas, sendo,
plantas neutras ou indiferentes, plantas de dias curtos (PDC) porém, capazes de florescer quando submetidas a noites
ou plantas de noites longas e plantas de dias longos (PDL) longas interrompidas pela luz. Apesar dessas observações,
ou de noites curtas. o fenômeno continuou a ser denominado fotoperiodismo.
As plantas indiferentes ou neutras são aquelas que
florescem independentemente do fotoperíodo. Nesse caso, PDC
PDL
Não floresce Floresce
a floração ocorre em resposta a outros tipos de estímulos.
Exemplos: tomate, pimentão, milho, feijão e girassol.
As plantas de dias curtos florescem quando a duração da
iluminação estiver abaixo do fotoperíodo crítico. Em outras Floresce Não floresce
palavras, são aquelas que florescem quando a duração da
noite (período escuro) é igual ou maior que o fotoperíodo
crítico. Florescem principalmente no início da primavera ou
Arquivo Bernoulli
no outono. Exemplos: morango, fumo e dália.
As plantas de dias longos são as que florescem quando a
duração da iluminação estiver acima do fotoperíodo crítico.
Em outras palavras, elas florescem quando submetidas Precisam de uma noite Precisam de noites
a períodos de escuridão inferiores ao fotoperíodo crítico. longa para florescer. Se o curtas, lorescendo
Essas plantas florescem principalmente no verão. Exemplos: período de escuridão for quando submetidas
interrompido por até mesmo a noites longas
flores da alface, espinafre, trigo, cevada e rabanete.
1 minuto de exposição à interrompidas
luz, elas não florescem. pela luz.
Planta de dia curto
10h
(fotoperíodo crítico 13h Plantas de dia curto (PDC) e de dia longo (PDL).
de 11 horas)
Algumas plantas só respondem ao fotoperíodo depois de
receberem algum outro tipo de estimulação, como baixas
temperaturas. O trigo de inverno, por exemplo, não florescerá
a menos que fique exposto por várias semanas a temperaturas
As plantas de dia curto florescem em inferiores a 10 °C. Essa necessidade de frio para florescer
fotoperíodos menores que o crítico. é comum em muitas plantas de clima temperado, sendo
Planta de dia longo chamada de vernalização. Se, após a vernalização, o trigo de
(fotoperíodo de 10h
15h
inverno (uma planta de dia curto) for submetido a fotoperíodos
13 horas) indutores menores que o fotoperíodo crítico, ele florescerá.
Arquivo Bernoulli
FRUTOS
As plantas de dia longo florescem em Os óvulos e os ovários das flores, ao se desenvolverem,
fotoperíodos maiores que o crítico. dão origem a duas importantes estruturas. Como vimos
Fotoperíodo crítico. anteriormente, os óvulos resultam em sementes que
contêm o embrião em seu interior. Após a fecundação dos
Nas plantas em que a floração depende do fotoperíodo,
óvulos, o ovário dá origem a frutos, que são constituídos,
a substância sensível à luz relacionada com essa atividade
basicamente, pelo pericarpo e pela semente.
é um pigmento de cor azul-esverdeada, semelhante à
ficocianina das cianobactérias, denominado fitocromo. O pericarpo é o fruto propriamente dito, constituído por
O fitocromo é uma cromoproteína encontrada em três camadas: epicarpo, mesocarpo e endocarpo.
quantidades muito pequenas em todo o corpo da planta e,
Semente
em maior concentração, nos tecidos meristemáticos apicais Epicarpo
Mesocarpo
Arquivo Bernoulli
98 Coleção 6V
Organologia Vegetal
De acordo com a consistência do pericarpo, os frutos Quanto à origem, os frutos podem ser classificados em
podem ser carnosos ou secos. verdadeiros ou pseudofrutos.
A) Frutos carnosos – Apresentam pericarpo suculento A) Frutos verdadeiros – Originam-se apenas dos
ovários das flores. Exemplos: abacate e pêssego.
com reservas de água, sais minerais e substâncias
orgânicas. Exemplos: laranja, limão, mamão, melancia, B) Pseudofrutos – São formações suculentas,
tomate, goiaba, uva, pêssego, ameixa, manga, abacate. comestíveis, originárias de outras partes da flor
(pedúnculo, receptáculo). Exemplos: no caju,
B) Frutos secos – Apresentam pericarpo seco devido a
o verdadeiro fruto, originário do ovário floral, é a parte
uma desidratação quase total. Exemplos: feijão, ervilha,
conhecida por castanha-de-caju, enquanto o pedúnculo
milho, trigo, arroz, castanha-de-caju, girassol.
origina um pseudofruto; na maçã e no morango,
a porção comestível é originada do receptáculo da flor.
Quando maduros, os frutos podem ser deiscentes ou
Os pseudofrutos podem ser simples, compostos ou
indeiscentes.
múltiplos.
Maçã
A) Frutos deiscentes – Quando maduros, abrem-se Fruto
Semente
naturalmente, permitindo a saída das sementes.
BIOLOGIA
Arquivo Bernoulli
Exemplos: feijão, soja, arroz, ervilha.
Pseudofruto originário
B) Frutos indeiscentes – Quando maduros, não se do pedúnculo
abrem naturalmente para a saída das sementes.
Exemplos: laranja, melancia, tomate, pêssego, Caju Pseudofruto originário
castanha-de-caju. do receptáculo floral
(parte comestível)
Entre os diversos tipos de frutos, destacamos:
Pseudofrutos simples – Originam-se do pedúnculo ou do receptáculo
A) Baga – Fruto carnoso, indeiscente, com várias de uma só flor. Exemplos: caju, maçã, pera e marmelo.
sementes livres. Exemplos: laranja, melancia,
Morango
mamão, tomate, uva, limão, goiaba. Aquênio
B) Drupa – Fruto carnoso, indeiscente, com uma única
Arquivo Bernoulli
3 Floresce
Regiões
da raiz 4
Com base nessas figuras, foram feitas as seguintes
O crescimento e a absorção ocorrem, respectivamente, afirmações:
nas regiões indicadas por
I. As plantas de dia curto precisam de uma noite longa,
A) 1 e 2. C) 2 e 3. E) 4 e 1.
não interrompida pela luz, para florescer.
B) 1 e 4. D) 3 e 2.
II. As plantas de dia longo podem florescer quando noites
longas são interrompidas pela luz.
03. (PUC Minas) A figura a seguir destaca partes da estrutura
de três diferentes cultivares (vegetais). Com base em III. As plantas de dia longo e as de dia curto florescem
seus conhecimentos é correto afirmar, exceto nas mesmas condições de iluminação.
Dessas afirmações, apenas
A) I é correta. D) I e II são corretas.
B) II é correta. E) I e III são corretas.
C) III é correta.
Bulbo
EXERCÍCIOS
Rizoma Tubérculo
100 Coleção 6V
Organologia Vegetal
02. (PUC-Campinas-SP–2016) Certas plantas só florescem 06. (UFRGS-RS–2019) Observe a tira a seguir.
em determinados meses do ano e o fator preponderante
que exerce o papel de relógio biológico para elas é
A) a mudança do pH do solo.
BIOLOGIA
B) A s d o p r i m e i r o a p r e s e n t a m u m a e p i d e r m e
B) tronco, colmo, haste. multiestratificada que reveste as partes expostas ao ar.
C) tronco, estipe, haste. C) As do segundo são típicas de manguezais.
à realização de trocas gasosas que ocorrem nos evitam a perda de água por transpiração.
diâmetro. B) V V F F D) V F V F
09. (PUC Minas–2015) Num bandejão dois estudantes de 02. Alguns vegetais apresentam órgãos que consumimos
biologia montaram seus pratos como descrito a seguir: como alimento. Um aluno de uma escola de Ensino Médio
recebeu de seu professor de Biologia uma lista de diversos
mandioca cebola vegetais considerados comestíveis. Com essa lista,
cenoura beterraba abóbora
Prato cozida assada o aluno elaborou o quadro a seguir, onde, com o sinal (x),
1 broto de indicou o órgão da planta utilizado como principal
vagem beringela quiabo –
bambu alimento.
mandioca batata- purê de dente de
chuchu
Prato frita -doce batata alho Vegetais
Raiz Caule Fruto Pseudofruto
2 cenoura comestíveis
tomate pimentão jiló –
amarela
Batata inglesa x
01. (Enem–2017) Os manguezais são considerados um Propostos Acertei ______ Errei ______
ecossistema costeiro de transição, pois são terrestres e
estão localizados no encontro das águas dos rios com o mar. • 01. E • 03. B • 05. B • 07. C
Estão sujeitos ao regime das marés e são dominados por
espécies vegetais típicas, que conseguem se desenvolver
• 02. B • 04. E • 06. B • 08. D
sustentação em função do solo lodoso, bem como raízes • 10. O fruto é o ovário fecundado e desenvolvido. Nem toda
que crescem verticalmente do solo (geotropismo negativo). fruta é um fruto, porque algumas são o resultado de
Disponível em: <http://vivimarc.sites.uol.com.br>. desenvolvimento de outra estrutura floral (ex.: maçã,
Acesso em: 20 fev. 2012 (Adaptação). receptáculo floral; caju, pedúnculo). Evolutivamente,
os frutos são importantes, pois favorecem a dispersão
Essas últimas raízes citadas desenvolvem estruturas em
sua porção aérea relacionadas à das sementes.
A) flutuação.
B) transpiração. Seção Enem Acertei ______ Errei ______
C) troca gasosa. • 01. C • 02. C
D) excreção de sal.
E) absorção de nutrientes. Total dos meus acertos: _____ de _____ . ______ %
102 Coleção 6V