ILUSTRÍSSIMO (A) SENHOR (A) TABELIÃO (Ã) DO 12ª
TABELIONATO DE PORTO ALEGRE – RS
XXXXXXXXXXXXXXXXXXX, brasileiro, solteiro, Administrador , portador do
Documento de Identidade RG nº 1070521842 da SSP/RS e inscrito no CPF sob o nº
XXXXXXXXXX, residente e domiciliado na Rua Dr. XXXXXXXXX - CEP:XXXXXXX
e XXXXXXXXXXXXXXX, brasileira, separada, técnica de enfermagem, portadora do
Documento de Identidade RG nº XXXXXXXXXXXXXXX SSP/RS, e inscrita no CPF sob
o nº XXXXXXXXXXXXXX, residente e domiciliada na
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxCEP: xxxxxxxx, vêm, por seu
advogado xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, brasileiro, casado, advogado inscrito na
OAB/xxxxxxxxxxxxxx, com CPF nº. xxxxxxxxxxxxxx, com endereço profissional na
Avxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx onde recebe intimações, com endereço eletrônico:
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx requerer com fulcro no artigo 733, parágrafos
1º e 2º, do Código de Processo Civil de 2015 , a Lavratura de Escritura Pública
de DISSOLUÇÃO CONSENSUAL DE UNIÃO ESTÁVEL, nos termos adiante
declinados:
I. DA UNIÃO ESTÁVEL
Os Requerentes iniciaram uma relação de convivência no ano 2011 conforme a
DECLARAÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL nº 38721 lavrada no 12º tabelionato em
01/04/2019 na cidade de Porto Alegre.
Em 1 de JANEIRO DE 2020 decidiram terminar o relacionamento por falta de
afetividade como casal.
II. DA PARTILHA DOS BENS COMUNS
Os Requerentes declaram que adquiriram imóvel SEM BENFEITORIA, no condomínio
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx – unidade privativa 98 – Mario Quintana – Porto
Alegre – RS – CEP 91250-650, com 194,85 m² QUE SERÁ PARTILHADO
POSTERIORMENTE – ATUALMENTE O MESMO ENCONTRA-SE EM PROCESSO DE
DEVOLUÇÃO A CONSTRUTORA xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx - do 2º
Juízo da 8ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Porto Alegre – RS. Os
outorgantes e reciprocamente outorgados declaram que possuem bens imóveis, os
quais serão partilhados oportunamente
III. DA DISPENSA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA
Os Requerentes reconhecem que tem condições de arcar com a própria sobrevivência,
razão por que ambos renunciam o direito de pleitear alimentos.
Desta feita, inexiste qualquer dever de prestação de pensão alimentícia ou qualquer
outro vínculo de caráter material e/ou obrigacional por qualquer das partes.
IV. DOS FILHOS
Da união não advieram filhos.
Conforme o artigo 47, c e d da Resolução Nº 220 de 2016 do CNJ, não havendo filhos
menores e não estando o cônjuge em estado gravídico, a dissolução da união estável
poderá ser realizada em cartório, verbis:
"Art. 47. São requisitos para lavratura da escritura pública de separação consensual:
c) ausência de filhos menores não emancipados ou incapazes do casal;
d) inexistência de gravidez do cônjuge virago ou desconhecimento acerca desta
circunstância.”
V. REQUERIMENTO
Por todo o exposto, Requerem que seja lavrada escritura pública de dissolução de
união estável, nos moldes do artigo 733 do CPC/2015, uma vez que os Requerentes
não desejam mais conviver juntos como casal.
VI. DISPOSIÇÕES FINAIS
Perante o Advogado que esta subscreve, as partes tomaram ciência das consequências
jurídicas da extinção da União Estável, expressando a vontade de ver dissolvido
qualquer vínculo entre elas existente.
Porto Alegre, 23 de setembro de 2020.
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