BtControl
Bula
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 4816
COMPOSIÇÃO:
Bacillus thuringiensis var. kurstaki, cepa HD-1 (CCT 1306) – 17.600 UIP/mg .................................... 70,0 g/L (7% m/v)
Outros ingredientes ..........................................................................................................................930,0 g/L (93% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida Microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO, FABRICANTE, FORMULADOR E MANIPULADOR:
SIMBIOSE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FERTILIZANTES E INSUMOS MICROBIOLÓGICOS LTDA.
Rodovia BR 158, km 206. Bairro Santa Helena, Distrito Industrial - Cruz Alta/RS.
Caixa Postal: 820. CEP: 98045-075.Fone: (54) 3199-0200. CNPJ: 08 879.643/0001-69
Registro da Empresa na Secretaria de Agricultura RS nº 89/11
Nº. do lote ou partida:
Data de fabricação:
Data de vencimento: VIDE EMBALAGEM
Temperatura de armazenamento
recomendada:
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO
(Conforme previsto no Art. 36 da Portaria Conjunta SDA/MAPA-IBAMA-ANVISA Nº1, DE 10 DE ABRIL DE 2023)
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
Produto indicado para o controle de Helicoverpa armigera, Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis), Lagarta-falsa-
medideira (Chrysodeixis includens) e Broca das cucurbitáceas (Diaphania hyalinata) em qualquer cultura que
ocorram
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - POUCO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul
2303
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CULTURA ALVOS BIOLÓGICOS DOSES NÚMERO E ÉPOCA DE
Nome científico APLICAÇÃO E INTERVALO
(Nome comum) DE APLICAÇÃO
Duas aplicações. A primeira
Helicoverpa armigera 500 a 1000 mL/ha aplicação no início da infestação,
com as lagartas nos estádios
iniciais de desenvolvimento (L1 a
Anticarsia gemmatalis 400 a 800 mL/ha L3). A segunda aplicação deve
(Lagarta-da-soja) ser sete dias após a primeira.
Em qualquer cultura com Chrysodeixis includens 500 a 1000 mL/ha
ocorrência dos alvos (Lagarta-falsa-medideira)
biológicos.
Quatro aplicações. A primeira
aplicação no início da infestação.
A segunda aplicação deve ser
Diaphania hyalinata 250 a 1000 mL/ha sete dias após a primeira. A
(Broca das cucurbitáceas) terceira aplicação deve ser sete
dias após a segunda. A quarta
aplicação deve ser sete dias
após a terceira.
Helicoverpa armígera, Anticarsia gemmatalis, e Chrysodeixis includens:
Modo e Equipamentos de aplicação:
Modo de aplicação terrestre. Pós-emergência. O produto é aplicado via pulverização foliar utilizando equipamentos
convencionais como: costal manual, motorizados ou tratorizados, com vazão ajustada para o volume de calda
indicado. As aplicações devem ser realizadas preferencialmente nas horas mais frescas do dia, no final da tarde ou à
noite. Não aplicar em dia de chuva. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação. Como o produto age
como veneno estomacal de lagartas, estas devem ingerir alguma quantidade de folhas tratadas. Assim, deve-se
observar para que ocorra uma total cobertura das folhas durante a aplicação.
Volume de calda: 200 L/ha.
Estratégia de uso: inundativa.
Diaphania hyalinata:
Modo e Equipamentos de aplicação: O produto deve ser pulverizado, via foliar, procurando sempre obter uma
cobertura uniforme, podendo ser aplicado com equipamentos terrestres ou aérea.
Preparo da calda: Fazer a pré-mistura do produto (Suspensão concentrada - SC) em água, agitando em um recipiente
(a dosagem de recomendação do produto em um litro de água). Acrescentar a mistura na calda no tanque do
pulverizador. É recomendado que a calda esteja em constante agitação para a melhor homogeneização do produto.
Volume de calda: 150 litros de calda por hectare.
Limpeza do Equipamento:
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas
químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
4 horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
2303
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados
ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) da bactéria à radiação UV do sol (fator
de inviabilização da bactéria) é menor.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de Bacillus thuringiensis var. kurstaki - cepa HD-1
(CCT 1306).
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de
resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias
de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
-Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações
consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
-Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de
Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada,
recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das
doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias,
variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo
da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSO DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
2303
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS;
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE;
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM
MANUSEAR NEM APLICAR O PRODUTO;
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO;
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA,
IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU
APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, máscara facial, óculos/viseira facial e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; viseira facial;
touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÂO:
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou avião) aplique o produto contra
o vento.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico; viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
2303
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos/viseira facial, botas, macacão, máscara e luvas.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas
e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
ATENÇÃO
PODE SER PERIGOSO EM CONTATO COM A PELE
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula do
produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR Bacillus thuringiensis
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico Bacillus thuringiensis var. kurstaki, cepa HD-1 (CCT
1306)
Classe toxicológica Categoria 5 – Improvável de causar dano agudo
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência de possível quadro
clínico compatível.
Tratamento O tratamento é de suporte e a maioria das exposições
casuais requer apenas descontaminação. Não
administre ou introduza leite, nata ou outras substâncias
contendo gordura animal ou vegetal, pois estas
favorecem a absorção de substâncias lipofílicas.
Exposição Oral
Não há antídoto específico para envenenamento por
Bacillus thuringiensis. O tratamento é sintomático e de
suporte e inclui o monitoramento para o
desenvolvimento de possíveis reações de
hipersensibilidade.
Exposição Inalatória
A) Remova o intoxicado para um local arejado.
B) Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer
tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do
trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
oxigênio e auxilie na ventilação conforme necessário.
Exposição Ocular
A) Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo
menos 10 minutos.
B) Um anestésico tópico pode ser necessário para alívio
da dor ou no caso de blefaroespasmos.
2303
C) Assegure que não haja partículas remanescentes na
conjuntiva.
D) Se os sintomas não forem solucionados após a
contaminação ou se for detectada uma anormalidade
significante durante o exame, encaminhe para um
oftalmologista.
Exposição Dérmica
1) Remova as roupas contaminadas e lave a pele
exposta com água e sabão.
2) Institua tratamento sintomático e medidas de suporte
conforme necessário.
Contraindicações A indicação do vomito é contraindicado em razão do
risco de potencial de aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para
ATENÇÃO notificar o caso e obter informações especializadas
sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: (54) 3199-0200
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
O estudo de patogenicidade/toxicidade intravenosa apresentou mortalidade de animais nas primeiras 24 horas. O
diretor do estudo concluiu que a mortalidade observada não foi associada a uma ação tóxica específica, mas as
características físicas da substância teste e a dose utilizada, os quais podem ter causado êmbolos pela via
endovenosa. Os demais estudos de patogenicidade/toxicidade não apresentaram efeito tóxico, infectivo ou
patogênico.
Efeitos agudos (resultados com animais de laboratório para o produto formulado):
DL50 Oral: Não se aplica. Produto à base de bactéria.
DL50 Dérmica: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória: os resultados de estudos de infectividade pulmonar não apresentaram infectividade ou
patogenicidade.
Irritação ocular: o produto foi considerado irritante aos olhos dos animais testados , reversível em até 24 horas.
Sensibilização cutânea: não sensibilizante para a pele.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
-Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
2303
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos
vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT
-Observe a legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor
e máscara com filtros).
-Contate as autoridades locais competentes e a Simbiose Indústria e Comércio de Fertilizantes e Insumos
Microbiológicos Ltda., telefone de emergência: (54) 3199-0200.
-Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
2303
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato
de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, está embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
2303
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
5- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6 - RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL
(De acordo
2303