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Manual do Compressor C-16x11

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MANUAL DO COMPRESSOR ALTERNATIVO

C-16x11
MANUAL DOS COMPRESSORES ALTERNATIVOS MADEF

1. Instalação do compressor

2. Descrição do compressor

3. Operação do compressor

4. Sistema de lubrificação do compressor

5. Sintomas de mau funcionamento do compressor

6. Manutenção do compressor

7. Reforma do compressor

8. Garantia do compressor

9. Observações

10. Anexos

Revisão: Novembro/97
COMPRESSOR C-16x11

10.1.- Desenho do Bloco de Fundação BF-


10.2.- Instruções para o uso da massa de fundação “GROUT”
10.3.- Circuito fechado “CF” de resfriamento da água das camisas
10.4.- Gráfico da temperatura de descarga
10.5.- Tabela de capacidade
10.6.- Pressostato de óleo
10.7.- Pressostato de alta
10.8.- Esquema da caixa de bornes
10.9.- By-pass hidráulico
10.10.- Regulador manual da pressão de sucção
10.11.- Regulador automático da pressão de sucção “Raps”
10.12.- Regulador de capacidade dos compressores
10.13.- Sistema de recarga de óleo
10.14.- Novo óleo lubrificante
10.15.- Tabela das folgas
10.16.- Ferramentas especiais
10.17.- Bomba de óleo
10.18.- Regulador da pressão de óleo
10.19.- Selo mecânico
10.20.- Conjunto levantador de válvulas
10.21.- Válvula de sucção e pressão
10.22.- Compressor de 2 estágios
10.23.- Resfriador e Filtro de Óleo
10.24.- Termostato de controle de injeção para compressor 2E e C-23x13
10.25 Corte do Compressor
1. INSTALAÇÃO DO COMPRESSOR

1.1.- Instalar a unidade compressora em lugar acessível para manutenção e


observação.

1.2.- Construir blocos de fundação (ver anexo 10.1), correspondente ao tipo


de compressor. Use massa de fundação “GROUT” (veja instruções de
uso de Grout anexo 10.2) para preencher o vão entre os perfis da unidade
compressora e a base de concreto.

1.3.- Usar tubos DIN-2440 decapados e limpos para interligar o compressor ao


sistema frigorífico. Desmontar os registros durante a soldagem.
Suportar os tubos para que os mesmos não pesem sobre o compressor.
Isolar os tubos de sucção.

1.4.- Projetar o sistema frigorífico ou equipá-lo com dispositivos de segurança


para evitar que venha refrigerante líquido ao compressor.

1.5.- Circular água de circuito fechado “CF” pelas camisas de resfriamento do


compressor (ver anexo 10.3).
Não montar registros de água na entrada e saída do compressor.

1.6.- Não incluir o compressor nos testes de vazamento da instalação.

1.7.- Assoprar as linhas de sucção, descarregando o gás de teste pelo filtro de


sucção.

2.- DESCRIÇÃO DO COMPRESSOR

2.1.- As camisas entram no corpo sem aperto (flutuantes) vedadas contra o


cárter por anel de borracha C-11 e C-16 (ver anexo 10.23).
A vedação superior é garantida com cola anaeróbica Loctite 515.

Atenção:
Não pôr em funcionamento o compressor com as tampas de cilindros e
válvulas removidas (compressor aberto). Dispositivo especial deve ser
montado para segurar as camisas.
2.2.- Compressores de 2 estágios C-11 e C-16:
a.- Tem rolamento de agulha na biela do cilindro de alta;
b.- Tem molas fracas nas válvulas de sucção dos cilindros de baixa; (ver
anexo 10.21);
c.- Compressores C-23 usam molas fracas nas válvulas de sucção;
d.- Não vêm equipados com levantadores de válvulas, usam o sistema 8,
by-pass hidráulico de partida aliviada (ver anexo 10.22).

2.3.- Modificações nos compressores para R-22:


a.- Não vem equipados com separador de óleo;
b.- Tem o dobro de molas nas válvulas de sucção e pressão em relação
as de NH3; (ver anexo 10.22);
c.- A válvula de sucção e descarga tem dois anéis, com Ø 100 e Ø 150;
d.- Todos os cilindros tem furo Ø 2 mm de retorno de óleo na guia
inferior da camisa;
e.- Registros com capacete;
f.- Anel estacionário do selo de carvão no lugar do anel de bronze.

2.4.- Os compressores de NH3 vem equipados com:


a.- Separador de óleo horizontal com visor, registro-válvula de retenção
(RVRc) e retorno automático de óleo ao cárter, com filtro e
estrangulador montados sobre o compressor; (ver anexo 10.12);
b.- Com resistência de aquecimento do óleo do cárter que liga com
compressor parado:
C-11 - resistência 170W/220V tipo cartucho Ø 5/8”;
C-16 e C-23 resistência 330W/220V tipo cartucho Ø 5/8”;
c.- Tabuleiro com:
3 manômetros Ø 2.1/2” com saída traseira, sucção, descarga, óleo;
Pressostato de óleo PO (ver anexo 10.6);
Pressostato de alta PH (ver anexo 10.7).

Placa de identificação: (Exemplo)


Capacidade em Kcal/h 74.600 T -35/-10/+35ºC
Tipo Compressor 6C-16x11-2E R-717
Nº 94 16 25 N = 750 RPM
Capacidade nominal nas condições de trabalho T:
to = -35ºC - com refrigerante R-717 = NH3
ti = -10ºC a N = 750 RPM
tc = +35ºC
tipo 6C - 6 cilindros
16 - Ø êmbolo cm
11 - curso êmbolo cm
2E - 2 estágios de compressão com Ri e Ve
Nº 94 ano de fabricação
16 Ø do êmbolo
25 seqüência de fabricação no ano
d.- Caixa de bornes (ver anexo 10.8).

2.5.- Todos os compressores C-23, C-11 e C-16 de 2 estágios e os C-11 e C-16


do tipo 8 vem equipados com by-pass hidráulico (ver anexo 10.9).
Os compressores 1C-11x8 tem levantador de válvulas.

Os outros compressores tem levantador de válvulas em todos os cilindros


que podem ser comandados pelo regulador manual da pressão de sucção
tipo 1 (ver anexo 10.10) ou regulador automático da pressão de sucção
(Raps) tipo 4 (ver anexo 10.11) ou regulagem com auxílio de válvulas
solenóides tipo 7 (ver anexo 10.12.2).
2.6.- Todos os compressores são equipados com válvulas de segurança VS-4
reguladas para:
Cor Pressão de Abertura Compressor tipo
Amarela 5 kg/cm² Booster C-23
Vermelha 16 kg/cm² Alta ou 2E, C-11 e C-16
p/NH3
Branca 18 kg/cm² Alta ou 2E, C-11 e C-16 p/
R-22

2.7.- O termômetro tipo relógio montado no separador de óleo dá uma idéia de


aquecimento do compressor, serve como medição relativa indicando
problemas no funcionamento do compressor (ver ítem 5).

3.- OPERAÇÃO DO COMPRESSOR

3.1.- Os compressores alternativos MADEF passam por vários testes na


fábrica, sendo:
a.- Teste de estanqueidade (pressão 20 kg/cm²);
b.- Teste de vazão com ar contra descarga livre;
c.- Teste de vácuo produzido com sucção fechada e descarga livre;
d.- Teste de funcionamento com NH3 em condições normais de trabalho;
e.- Revisão do compressor inspecionando todas as peças;
f.- Novo teste de estanqueidade;
g.- Novo teste de funcionamento com NH3;
h.- Evacuação do ar e carga com 3 kg/cm² de Nitrogênio (N2).

3.2.- Caso necessário o compressor pode ser usado para fazer vácuo no
sistema de NH3.

3.3.- Limitações do compressor:


a.- Com NH3 relação de compressão 1:7;
b.- Pressão de descarga máxima 15 kg/cm² para C-11 e C-16 (Trip do
Ph); 4 kg/cm² para C-23;
c.- Pressão de segurança mecânica, abertura da válvula de segurança (ver
ítem 2.6);
d.- Compressor deve aspirar gases superaquecidos (ver ítem 1.4);
e.- Pressão de óleo regulada para ∆p = 2,5 kg/cm² entre manômetro de
sucção e manômetro de óleo;
f.- Pressão mínima de trabalho ∆p = 0,9 kg/cm² (Trip do PO).

3.4.- Dar partida no compressor:


a.- Ligar o condensador;
b.- Ligar o sistema “CF” de resfriamento das camisas do compressor;
A bomba do “CF” bloqueia o compressor;
c.- Verificar nível de óleo;
d.- Verificar se está aberto o registro de descarga e sucção;
e.- Dar partida;
f.- Verificar pressão diferencial de óleo;
g.- Caso a temperatura do objeto a resfriar esteja muito acima
da temperatura de projeto, reduzir a capacidade do compressor ou
estrangular a sucção para evitar sobrecarga do motor e/ou
condensador.

3.5.- Estando o sistema frigorífico bem projetado e operado, a idéia é não mais
fechar os registros do compressor, parando e ligando o compressor com
os registros abertos.
Na saída do separador de óleo para o condensador temos um registro-
válvula de retenção (RVRc) que fecha a descarga ao parar o compressor,
e a pressão de alta restante no compressor drena lentamente para o lado
de baixa.
A resistência elétrica do cárter liga e mantém o óleo 20 a 30ºC acima da
temperatura do ambiente evitando condensação de NH3 no óleo. Nestas
condições o compressor está pronto para partir, podendo sua operação ser
automatizada.
A MADEF não recomenda a antiga prática de fechar o registro de sucção
e baixar a pressão no compressor para depois desligar.
O importante é: RVRc na saída do separador de óleo deve vedar
perfeitamente e a pressão do compressor deve ser mantida em baixa com
registro de sucção aberto.

3.6.- Compressor 2E (ver anexo 10.22):


a.- Tipo 1 injeção de resfriamento da descarga do 1º estágio;
b.- Tipo 2 com resfriador intermediário do líquido de alta.

3.7.- Compressor Booster C-23:


a.- Tem injeção de líquido na descarga controlada por Tc, regular o
termostato para +10ºC (ver item 9.9 e anexo 10.25);
b.- É bloqueado pelo compressor de alta.

4.- SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO DO COMPRESSOR

4.1.- Todos os compressores são equipados com a mesma bomba de óleo BO


8x8 acionada pelo eixo de manivela.
O óleo é aspirado do cárter através de um filtro de malha nº 80 ou 100, na
descarga tem um filtro descartável, CH 33 PL FRAM, montado dentro do
resfriador de óleo nos C-16 e C-23.
O óleo depois de filtrado é resfriado, é levado ao selo de vedação do
eixo, depois passa por furações no eixo para lubrificar as buchas e
casquilhos. O excesso de óleo retorna ao cárter depois de passar pelo
regulador da pressão de óleo que está abaixo da bomba de óleo.
O pino do êmbolo e as camisas são lubrificadas por salpico.

4.2.- A recarga de óleo é feita com compressor em funcionamento normal.


Um vaso com óleo é ligado ao registro-válvula de retenção (RVR Ø
1/4”x 90º). Estrangulando o registro 1/4” x 90º de saída do óleo do cárter
provoca depressão no RVR e succiona óleo para dentro do compressor.
(ver anexo 10.13).

4.3.- O visor de óleo indica o nível de óleo no cárter.


4.4.- Carga de óleo dos diferentes tipos de compressores:
C-11................... 2,8 dm³
2 e 3 C-16 .......... 13,0 dm³
4 e 6 C-16 .......... 23,5 dm³
3C-23................. 16,0 dm³
6C-23................. 24,5 dm³

4.5.- Os compressores em operação descarregam junto com o gás da descarga,


uma certa quantidade de óleo em forma de aerosóis (gotas muito
pequenas), e em forma de gás. Os aerosóis podem ser recuperados em
parte. O separador de óleo montado no compressor é do tipo “Demister”
(pacote de arame fino) que recupera os aerosóis maiores. A contaminação
do gás após o separador é de aproximadamente 50 ppm. A saída do óleo
em forma de gás não é recuperável e depende da temperatura dos gases
de descarga e da qualidade do óleo.

4.6.- Para minimizar o gasto de óleo do compressor e a consequente


contaminação do sistema frigorífico sugere-se montar entre compressor e
condensador um separador de óleo secundário (SOS V ou H) que vem
equipado com filtro coalescente que recupera os aerosóis menores e
reduz a contaminação do gás que vai ao condensador para 5 a 10 ppm.
O SOS é geral para todos os compressores da instalação e o óleo drenado
do mesmo pode ser prontamente devolvido ao cárter do compressor (ver
manual do SOS).

4.7.- O óleo que se separa no separador de óleo é devolvido automaticamente


ao cárter via um filtro Ø 1/4” e um estrangulador (ver anexo 10.13).
A perda de óleo do compressor, ou seja, a contaminação do gás de 50
ppm representa para cada tipo de compressor em 24 horas de trabalho e
por cada cilindro aproximadamente.

C-11 - 0,125 l/24h/cilindro


C-16 - 0,250 l/24h/cilindro
C-23 - 0,250 l/24h/cilindro

Operação em condições adversas ou compressor em mau estado de


manutenção, podem aumentar o consumo de óleo.
4.8.- Óleo recomendado:
Pela baixa qualidade dos óleos minerais, tipo refrigeração, que tem
estado no mercado, e os problemas que os mesmos tem trazido para os
compressores e o sistema frigorífico, envolvendo altos custos de
manutenção e redução de eficiência dos condensadores e evaporadores, e
pelo fato que óleos minerais tem uma maior parcela de gás de óleo nos
gases de descarga que não são recuperáveis e finalmente porque os óleos
minerais drenados do sistema frigorífico (separador de líquido, vaso de
expansão) não servem mais para uso no compressor, a MADEF decidiu
introduzir o uso de óleo sintético.

O custo geral de lubrificação é reduzido já que os óleos drenados podem


ser reaproveitados, a eficiência dos condensadores e evaporadores é
afetada em menor escala.
O óleo sintético tem superior qualidade de lubrificação reduzindo o
desgaste dos compressores e o custo de manutenção. (ver anexo 10.14).

5.- SINTOMAS DE MAU FUNCIONAMENTO

5.1.- Temperatura excessiva na descarga (ver anexo 10.4):


a.- Defeito na válvula de descarga:
- Quebra no anel de válvula, sede danificada, vazamento pelo prato da
válvula, parafusos de união quebrados ou desenroscados, molas
quebradas;
b.- Gases na sucção superaquecidos:
- Isolar os tubos;
- Completar a carga de NH3;
c.- Falta de água de resfriamento das camisas. (ver anexo 10.3);
d.- Vazamento pelo by-pass:
- O tubo que liga este ao coletor de descarga deve aquecer-se em
funcionamento apenas 20 cm a partir do coletor de descarga;
e.- Relação de compressão muito alta. (ver ítem 3.3).

5.2.- Temperatura de descarga baixa:


Compressor aspirando líquido (ver anexo 10.4 e ítem 1.4).
Verificar controladores de injeção de NH3.
Separador de líquido pequeno ou com ligação mal feita.
5.3.- Pressão de descarga exagerada:
A pressão de operação máxima normal é 12,7 kg/cm² ou +35ºC para
instalação de NH3.
a.- Ar na instalação é a razão mais freqüente de alta pressão de descarga.
Consultar manual “Extrator de Ar”;
b.- Condensador sujo;
c.- Condensador sub-dimensionado;
d.- Água de circulação no condensador insuficiente;
e.- Água em circulação muito quente;
f.- Insuficiente ar em circulação no caso de condensador evaporativo;
g.- Condensador ocupado por líquido, falta de sifão em instalação
com vários condensadores;
h.- Algum registro fechado;
i.- Temperatura de bulbo úmido (Tbu) muito alta. Consultar manual
“Condensador Evaporativo”.

5.4.- Pressão de sucção to baixa:


a.- Pouco amoníaco na instalação;
b.- Falta injeção de NH3;
c.- Resfriador bloqueado por gelo;

d.- Falta de velocidade do fluido a resfriar. Ventiladores ou


agitador desligado;
e.- Resfriador pequeno;
f.- Muito óleo no resfriador;
g.- Compressor muito grande;
h.- Bóia pequena, filtro de líquido sujo.

5.5.- Batida forte no compressor:


a.- Compressor aspirando líquido:
- A descarga fria e formação de neve na parte externa inferior
dos cilindros;
- Óleo espuma;
b.- Subida exagerada de óleo levantando prato da válvula;
c.- A mola de segurança contra golpes de líquido fraca:
Compressor Altura de trabalho Carga da mola
da mola segurança sobre prato válvula
C-11 77 mm 500 kg
C-16 76 mm 1.200 kg
C-23 76 mm 1.200 kg
d.- Defeito no pino do êmbolo, bucha da biela folgada ou engripada;
e.- Casquilho avariado;
f.- Êmbolo com folga excessiva;
g.- Volante do compressor solto;
h.- Mola ou pedaço de anel de válvula caiu sobre o êmbolo e bate contra
o prato da válvula;
i.- Falta de espaço morto (ver anexo 10.15);
j.- Levantador de válvula desregulado, não pressiona anel da válvula de
sucção contra o prato.

5.6.- Chiado agudo e forte:


Válvula de sucção com anel trancado.

5.7.- O compressor não produz satisfatoriamente:


a.- Defeito nas válvulas, anéis de válvula quebrados ou mal montados;
b.- Vazamento pelo by-pass;
c.- Retorno pelo prato da válvula;
d.- Anéis de segmento gastos ou muito folgados;
e.- Êmbolo com muita folga;
f.- Compressor aspira líquido.

5.8.- O compressor exige corrente elétrica do motor acima da nominal:


a.- Tensão baixa na rede elétrica;
b.- Engripamento de alguma das peças;
c.- A rotação está acima daquela para a qual foi calculado o motor;
d.- O motor é pequeno;
e.- As condições de trabalho do compressor não estão normais (em início
de operação, temperatura de sucção e condensação exageradas).

5.9.- Óleo do compressor fica preto:


a.- Entrando partes estranhas no compressor pela linha de sucção;
b.- Óleo de lubrificação de baixa qualidade está se decompondo;
c.- Desgaste prematuro de peças por aspiração de gases úmidos.

5.10.- Compressor desliga:


a.- Pressão muito alta, pressostato desliga o compressor com 15 kg/cm²;
b.- Carga exagerada do motor, o mesmo desliga por sobrecarga;
c.- Problema no sistema de lubrificação:
- Pressão de óleo muito baixa;
- Obstrução no sistema de lubrificação, filtros sujos;
- Pressostato de óleo em disfunção, membrana furada;
- Variação brusca na pressão de sucção, óleo espuma perdendo
pressão.
- Compressor aspirando líquido que cai no cárter, óleo espuma
perdendo pressão.

5.11.- Ao ligar não cria pressão de óleo:


a.- Filtros de óleo sujos;
b.- Líquido no cárter do compressor (resistência desligada ou
queimada), cárter frio;
c.- Problema no regulador da pressão de óleo (desmontar e revisar);
d.- Desgaste na bomba de óleo;
e.- Registro de saída de óleo do cárter fechado;
f.- Problema no pressostato de óleo;
g.- Pressão dentro do compressor parado muito alta, ao partir o
compressor a pressão baixa rapidamente, o óleo espuma perdendo
pressão.
N.B.: Ao ligar o compressor baixar a pressão de sucção muito lentamente,
usar no início o compressor na capacidade mínima.

5.12.- Bloqueios:
a.- Normalmente o compressor fica bloqueado eletricamente pelo
contator que liga a bomba d’água de resfriamento das camisas,
ocorrendo o desligamento deste contator, o compressor também será
desligado;
b.- Em algumas instalações, temos também compressores trabalhando
em regime de booster, nestes casos o compressor booster sempre é
bloqueado eletricamente pelo respectivo compressor de alta.

5.13.- Compressor vibra:


Unidade compressora mal chumbada, a base de perfis foi destorcida e
tencionada quando apertada no bloco de concreto, observe as instruções
de chumbação (ver ítem 1.2 e anexos 10.1 e 10.2).

5.14.- Consumo de óleo exagerado:


a.- Diafragma do levantador furado;
b.- Ovalização da camisa ;
c.- Compressor aspira gases com líquido;
d.- Anéis de segmento desgastados.
e.- Retorno de óleo do separador ao cárter obstruído, (tubo deve estar
quente em operação). Limpar o filtro e o estrangulador Ø 0,7 mm
(anexo 10.13).
5.15.- Pressostato de óleo - PO entra em curto:
a.- Óleo contaminado com partes metálicas;
b.- Óleo contaminado com água;
N.B.- NH3 do sistema contaminado com água, contamina também o óleo
do compressor. Ler manual: “Água no NH3”

ATENÇÃO:

Para rearmar o compressor depois que o mesmo desligou por segurança


elétrica:
a.- Pressostato de alta (reset no mesmo);
b.- Relé térmico da chave do motor (reset no quadro elétrico);
c.- Pressostato de óleo (reset no quadro elétrico, no botão devidamente
identificado).

OBS.: Após desligar por sobrecarga ou pressão de óleo, aguardar de 3 a 4


minutos para dar o reset e nova partida. Persistindo o problema
verificar ítens 5.8 e 5.11.

6.- MANUTENÇÃO DO COMPRESSOR

A série de compressores C-11, C-16 e C-23 foi projetada para trabalhar


com baixas velocidades de êmbolo, baixas pressões sobre as superfícies
de deslizamento e com camisas altamente resistentes ao desgaste. Estas
características conferem ao compressor, quando bem operado, longa vida
e baixo custo de manutenção.

6.1.- Operando o compressor com óleo sintético de superior qualidade,


resistente a altas temperaturas e decomposição química, as trocas de óleo
seguem um novo critério.
a.- Limpar os filtros de óleo e NH3 frequentemente no início de operação
do compressor;
b.- Dentro do filtro de sucção vem um saco para reter poeira. Limpar
este saco frequentemente no início de operação. Eliminar o saco
quando tudo permanecer limpo;
c.- Após alguns dias de operação retirar todo o óleo do cárter, filtrá-lo e
limpar o cárter, repetir esta operação junto com a limpeza dos filtros,
garantindo filtros e cárter limpo;
d.- Enquanto o óleo se mantém na cor original usá-lo sem limite de
tempo.
Pedir à Cia. fornecedora do óleo análise do óleo do cárter
anualmente para confirmar sua qualidade.
6.2.- Pequenos serviços de manutenção feitos em horas apropriadas reduzem o
custo de manutenção e prolongam a vida do compressor.
a.- Duas vezes ao ano verificar o estado das válvulas do compressor.
Substituir molas gastas e anéis de válvula excessivamente marcados;
b.- Substituir válvulas com a sede danificada por novas e após
mandá-las para a Fábrica da MADEF para serem recondiconadas;
c.- Assentar a nova válvula sobre a borda da camisa por esmerilhamento
para alcançar vedação perfeita.
Atenção: Para remontar as válvulas em compressores equipados com
levantadores de válvula, pressurizar com ar comprimido o
diafragma do levantador, até baixar os pinos do levantador.

6.3.- Uma vez por ano proceda revisão total do compressor, verificando estado
do eixo de manivela, casquilhos e buchas, camisas, êmbolos e anéis de
segmento. As folgas normais estão em torno de 0,001 do Ø. (veja anexo
10.15).

6.4.- O selo defeituoso pode ser relapidado com lixa 600 sobre um desempeno.

6.5.- Verificar o estado geral da bomba de óleo, repor o anel de vedação.

6.6.- Trocar as porcas das bielas por novas, usar porcas auto-travantes tipo
longo:

C-11 - Ø 3/8”
C-16 - Ø 5/8”
C-23 - Ø 5/8”

6.7.- Para apertar parafusos e porcas, especialmente das bielas, usar chave de
torque.

Bitola do parafuso Torque libra pé Torque kgm

Ø 1/4” 10 1,4
Ø 5/16” 15 2,1
Ø 3/8” 25 3,5
Ø 1/2” 45 6,2
Ø 5/8” 75 10,5
Ø 3/4” 115 16,0
Ø 7/8” 160 22,0
Ø 1” 205 28,0
6.8.- Usar os dispositivos especiais que acompanham o compressor para
desmontar e montar o mesmo. (ver anexo 10.16).
6.9.- Testar mensalmente os dispositivos de segurança:
a.- Pressostato de óleo: fechar o registro de saída de óleo do cárter, o
compressor deve desligar em 30 segundos no máximo; (ver anexo
10.13);
b.- Pressostato de alta: fechar o registro de descarga lentamente, com 15
kg/cm², o compressor deve desligar;
c.- Anualmente mande recalibrar na MADEF todas as válvulas de
segurança, tenha sempre um jogo de válvulas de segurança na
prateleira;
d.- Aferir anualmente todos os manômetros da instalação, indicações
de pressões incorretas levam a conclusões erradas.

7.- REFORMA DE COMPRESSOR:

7.1.- A MADEF criou setores especializados para atender o conserto do


compressor com rapidez, eficiência e baixo custo:
a.- O compressor é enviado à Fábrica em Canoas, RS;

b.- Imediatamente é desmontado, remedido e é feita a lista de serviços


a fazer e peças a trocar;
Critérios observados: qualidade, garantia e menor custo;
c.- Em poucos dias o cliente está com orçamento, informando: preço
e prazo;
d.- Não há ônus para cliente que resolve não executar os serviços.

7.2.- O serviço é executado e o compressor passa pela mesma sequência de


teste de um compressor novo (ver ítem 3.1).

7.3.- Retornando o compressor, um mecânico da MADEF fará a reinstalação,


posta em marcha e observação de funcionamento dentro do sistema.
Sendo as horas sem ônus para o cliente.

7.4.- Compressor reformado tem garantia de 1 (um) ano, valendo as demais


observações de um compressor novo (ver ítem 8).
8.- GARANTIA:

8.1.- O projeto do compressor, trabalhando com moderadas velocidades de


êmbolo e baixas pressões sobre buchas e casquilhos, matéria prima de
qualidade utilizada para confecção de cada peça, o êmbolo de ferro
fundido resistente a superaquecimento e golpes de líquido, e a carcaça
em aço soldado super resistente, mais a mão de obra especializada
envolvida na montagem, testes e revisão dos compressores nos deram a
tranquilidade de dar a “Garantia de 2 anos” ao usuário de um compressor
MADEF.

8.2.- Esta garantia vale a partir da data da Nota Fiscal do equipamento.

8.3.- O equipamento perderá sua garantia se:


a.- Compressor trabalhou sem os dispositivos de segurança como o
pressostato de óleo, pressostato de alta e válvula de segurança
devidamente calibrados e aferidos conforme ítem 3.3;
b.- Compressor que funde buchas e casquilhos do eixo por falta de
lubrificação não é coberto por garantia mesmo se trabalhou apenas
por alguns minutos;
c.- Camisas e peças gastas por deficiência do sistema frigorífico,
ocorrendo desgaste prematuro por freqüentes entradas de líquido no
compressor;
d.- Quando forem realizados consertos, verificações ou modificações
por terceiros, sem o consentimento da vendedora;
e.- Se os defeitos forem provenientes de manutenção inadequada ou
manuseio incorreto da instalação;
f.- Se o comprador estiver com débito atrasado.

8.4.- Como óleo de lubrificação recomendamos o óleo “NAVASIT LT 68” da


VERKOL, sendo que falhas por uso de óleos de inferior qualidade
podem vir a ocorrer.
9.- OBSERVAÇÕES:

9.1.- Gás de teste para instalações de R-22 é o Nitrogênio Seco N2, para
instalações de NH3 pode ser usado o Nitrogênio ou Ar comprimido Seco.

Atenção: Não usar de modo algum Oxigênio O2 ou Gás


Carbônico CO2.

9.2.- Não pôr em funcionamento um “compressor aberto” sem dispositivo


especial de fixar as camisas (ver ítem 2.1).

9.3.- As bielas de alta dos compressores de 2 estágios tem rolamento de agulha


no lugar de bucha para o pino do êmbolo.

9.4.- Para remontar as válvulas em compressor equipado com levantador de


válvula:
a.- Pressurizar com ar comprimido a membrana do levantador;
b.- Retirar o diafragma e prensar mecanicamente o êmbolo do
levantador (ver anexo 10.20 pos.14).

9.5.- Remover o saco de pano montado no filtro de sucção do compressor


depois da instalação limpa (5.1.b).

9.6.- Observe com cuidado as instruções de chumbação do compressor ítem


1.2 e anexo 10.1.

9.7.- Peças trocadas como: válvula de pressão e sucção, anéis do selo camisas,
eixo de manivela; mande para MADEF para recondicionar.

9.8.- Quantidades apreciáveis de energia são desperdiçadas em sistemas


frigoríficos operando a alta pressão de descarga por causa de ar no
sistema.

9.9.- O termostato “Tc” dos compressores 2E e C-23 para resfriamento dos


gases de descarga, devem ser regulados no mínimo para 5ºC acima da
temperatura de sucção do 2º estágio.
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ANEXO 10.4 - Gráfico da temperatura dos gases da
descarga para Compressor de NH3 de 1 estágio.

TEMPERATURA DE EVAPORAÇÃO To °C

-40° -35° -30° -25° -20° -15° -10° -5° -0° 5°

50°
B
19

18

19

17
45°
18

1 7 0°
18

17 ° 5
16 0°

16
16 ° 5

15
15 °

40°
5
15

1 4 5°

14
TE
14

M
PE

RA
13

13

TU

TEMPERATURA DE CONDENSAÇÃO Tc °C
13

RA 35°

12

C NA D

12 DE
12

SC

11

A
2

RG 11 5°
PRESSÃO NA DESCARGA Kg/cm

A
11 DO 10
0° 30°
CO 10 °
M
PR 95
10 °
ES
SO 90
°
R 85
°C °
80 25°
9 °
75
°
70
°
65
°
8 60
° 20°
55
°
50
°
7 45
°
40
°
35 15°
°
6 30
°
25
°
20
A
10°

20 10 0 1 2 3 4

2
VÁCUO EM cm PRESSÃO NA ASPIRAÇÃO Kg/cm
COLUNA Hg

EXEMPLO:
2
PRESSÃO DESCARGA = 12,5Kg/cm
2
PRESSÃO SUCÇÃO = 1,5Kg/cm
TEMPERATURA ENTRE 105 e 110°C
MODELO COMPRES. 1C-11x8 2C-11x8 3C-11x8 3C-11x8 2E 3C-11x8 2E 2C-16x11 3C-16x11 3C-16x11 2E 4C-16x11 4C-16x11 2E 6C-16x11 6C-16x11 2E

SEM VE COM VE
RPM 950 950 950 750 750 750 750 750 750 750
950 950
to °C Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV Q CV
10 25,9 6,2 51,7 11,5 77,6 16,7 122,4 26,3 183,6 38,2 244,8 50,0 367,2 73,8
5 21,1 6,3 42,3 11,6 63,4 16,9 101,1 26,7 151,7 38,7 202,3 50,8 303,4 75,0
0 17,0 6,2 34,0 11,5 50,9 16,7 82,3 26,4 123,4 38,3 164,5 50,3 246,8 74,2

tl:+35°C
-5 13,4 6,0 26,9 11,0 40,3 16,0 66,3 25,7 99,5 37,2 132,6 48,8 198,9 72,0
-10 10,6 5,8 21,1 10,5 31,7 15,3 53,3 24,4 79,9 35,3 106,5 46,2 159,8 68,1

cv: Potencia consumida


-15 8,0 5,4 16,1 9,7 24,1 14,1 41,3 22,9 62,0 33,0 82,6 43,2 124,0 63,6
-20 5,9 4,9 11,8 8,8 17,7 12,8 17,2 13,1 20,7 13,2 31,3 21,1 46,9 30,3 49,2 29,4 62,6 39,6 65,9 38,2 93,9 58,2 98,4 56,2

R-12
-25 4,1 4,5 8,2 8,0 12,3 11,5 13,7 12,1 17,1 12,3 23,1 19,1 34,7 27,4 40,7 27,8 46,2 35,7 54,0 35,7 69,3 52,2 81,4 53,0
-30 10,5 11,0 13,5 11,4 32,5 25,6 43,6 32,8 65,0 48,6
-35 8,1 9,9 10,7 10,5 26,0 23,4 34,9 29,8 52,0 44,2
-40 6,1 8,8 8,2 9,6 20,5 21,2 27,9 26,9 41,0 39,8

tc:+40°C

Q: Kcal/h x1000
-45 4,5 7,7 6,4 8,7 15,5 19,0 21,7 24,0 31,0 35,4
10 44,0 9,4 88,1 17,9 132,1 26,3 207,2 41,4 310,8 60,8 414,5 80,2 621,7 119,1
5 36,3 9,6 72,5 18,2 108,8 26,7 171,9 42,0 257,9 61,8 343,8 81,5 515,8 121,0
0 29,5 9,5 58,9 17,9 88,4 26,4 141,2 41,5 211,8 61,0 282,4 80,5 423,7 119,5

tl:+30°C
-5 23,5 9,1 47,0 17,3 70,5 25,4 114,4 40,3 171,5 59,2 228,7 78,1 343,1 115,9
ALTERNATIVOS - N-384

-10 18,6 8,7 37,1 16,3 55,7 24,0 92,1 38,4 138,1 56,4 184,1 74,4 276,2 110,3
-15 14,4 8,1 28,8 15,3 43,2 22,4 73,1 35,8 109,7 52,5 146,2 69,1 219,3 102,5
-20 10,9 7,4 21,8 13,8 32,7 20,3 29,3 18,5 34,5 19,2 56,6 33,2 84,8 48,6 81,1 45,3 113,1 64,0 109,2 57,4 169,7 94,7 162,2 88,0

R-22
-25 7,9 6,7 15,7 12,4 23,6 18,1 23,8 17,1 28,5 18,0 42,5 30,1 63,7 43,9 66,5 42,6 84,9 57,7 91,0 54,3 127,4 85,3 133,0 82,6

tl:temp.liq.subresfriado
-30 18,3 15,6 22,3 16,6 53,7 38,7 73,1 49,1 107,4 74,7
-35 14,2 14,2 17,8 15,2 43,6 35,0 58,8 44,3 87,2 67,4
-40 10,8 12,7 13,9 13,8 34,4 31,7 46,9 39,7 68,8 60,8

tc:+35°C
-45 8,2 11,3 10,8 12,4 26,9 28,9 36,7 35,3 53,8 55,2
10 48,0 10,1 95,9 19,2 143,9 28,3 226,7 44,5 340,1 65,5 453,4 86,5 680,1 128,5
5 38,8 10,1 77,6 19,2 116,4 28,3 185,3 44,6 278,0 65,7 370,6 86,8 555,9 128,9
0 30,8 9,9 61,5 18,8 92,3 27,7 149,1 43,7 223,7 64,4 298,2 85,0 447,4 126,2

tl:+30°C
-5 24,0 9,4 48,0 17,8 72,0 26,2 118,9 42,0 178,3 61,7 237,7 81,4 356,6 120,9

tc:Temp.de condens.
-10 18,4 8,8 36,8 16,7 55,3 24,5 93,5 39,2 140,2 57,5 186,9 75,9 280,4 112,5

3
ANEXO 10.5 -CAPACIDADE DOS COMPRESSORES

-15 13,6 8,0 27,2 15,0 40,8 22,0 70,8 36,1 106,1 52,9 141,5 69,7 212,3 103,3
-20 9,5 7,1 19,0 13,3 28,6 19,4 29,7 17,0 32,6 17,3 52,3 32,4 78,4 47,3 77,9 40,4 104,5 62,3 107,0 53,6 156,8 92,2 155,8 78,2

NH
-25 6,3 6,3 12,7 11,6 19,0 16,9 23,6 15,6 26,2 16,0 37,2 28,4 55,7 41,4 63,0 37,1 74,3 54,4 86,5 49,2 111,5 80,4 126,0 71,6
-30 17,6 14,1 19,9 14,5 48,5 33,1 66,8 43,3 97,0 63,6
-35 13,3 12,7 15,3 13,1 37,3 29,4 51,9 38,6 74,6 56,2
-40 9,8 11,1 11,5 11,7 28,2 26,1 39,5 34,1 56,4 49,6

tc:+35°C

to:Temp.de evapor.
-45 7,2 9,9 8,5 10,3 21,2 23,3 29,7 30,0 42,4 44,0
ANEXO 10.6 - PRESSOSTATO DE ÓLEO (4063600)
1 10

2 11
3 12
4 13

5 14
15
6

16
7 17

8 18

9 19

20
FUNCIONAMENTO:
A pressão de óleo pressiona a membrana (7) até que o disco (9)
feche o contato com os bornes (14), energizando a bobina que
mantém o compressor ligado. Na falta de pressão de óleo, o disco (9)
se afasta dos bornes (14) pela pressão da mola (16), abrindo o
circuito, dezenergizando a bobina que desligará o compressor.
2 2
O pressostato é regulado p/ ligar c/ 1Kg/cm e desligar c/ 0,9Kg/cm .
20 01 ARRUELA LISA 0235334 STD. Ø3/16"
19 05 ISOLADOR 4063759
18 01 ISOLADOR DA MEMBRANA 4063783
17 01 PARAF. C/ CAB. REDONDA 0223085 STD. Ø3/16"UNCx5/8"
16 01 MOLA 2321459
15 04 PARAF. C/ CAB. TIPO ALLEN 0210650 STD. Ø1/4"UNCx1"
14 02 BORNE 4063872
13 02 ARRUELA LISA 0236705 LATÃO #1,5xØ5xØ13
12 05 PORCA SEXTAVADA 0230260 STD. Ø3/16"UNC
11 01 ANEL O'RING 2351005 NEOPRENE N° 2.011
10 01 PORCA SEXTAVADA 0230294 STD. Ø1/4"UNC
09 01 DISCO 4063635
08 01 CAMARA SUPERIOR 4063694
07 01 MEMBRANA 4063913
06 01 CÂMARA INFERIOR 4063660
05 01 PASSA CABO 1411233
04 01 CAPA DOS CONTATOS 4063902
03 01 EMBLEMA MADEF 0400254
02 01 PARAFUSO REGULADOR 4063937
01 01 CAPACETE 4063961
POS. QTD DISCRIMINAÇÃO CÓDIGO MATERIAL PESO DIMENSÕES
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ÓLEO LUBRIFICANTE

Em Compressores Alternativos e Compressores de Parafuso para R717( NH3 ) e R22,


usamos o óleo NAVASYNT LT 68 produzido pela VERKOL LUBRICANTES com bons
resultados.

Descrição do Produto:

O NAVASYNT LT 68 é um óleo SINTÉTICO para compressores de refrigeração que


utilizem como gás refrigerante R717, R22 e outros fabricado pela VERKOL
LUBRICANTES. Aplicado em compressores rotativos e alternativos é aditivado para combater
a corrosão, oxidação e ao desgaste e a espuma. Devido a sua natureza sintética mantém a fluidez
e a película lubrificante durante as altas temperaturas e baixas temperaturas nos processos de
compressão e expansão dos gases.

Sua baixa solubilidade com os gases utilizados garante um baixo nível de reposição e a
ausência de formação de carbonização, lodos e vernizes, mantendo o circuito limpo, o que
aumenta a eficiência do sistema.
Adicionalmente podemos comentar que facilita a sua recuperação nos sistemas com
retorno de óleo, e ajuda a aumentar a eficiência dos filtros. É compatível com óleos minerais e
com todos os materiais resistentes aos óleos minerais, tais como Neoprene, NBR, FPM, PTFE,
pinturas a base de resinas epóxi e acrílicas, Nylon e PVC.
Por se tratar de um óleo de nível de toxidade muito baixa, podemos considerar este
lubrificante praticamente inócuo.

Vantagens:

• Elimina formação de depósitos no Evaporador e condensador;


• Maior proteção antidesgaste a altas temperaturas, devido à manutenção da viscosidade;
• Reduz os depósitos nas Válvulas;
• Aumenta a eficiência volumétrica;
• Reduz o consumo de energia;
• Reduz o custo de manutenção;
• Reduz o custo de lubrificação;
• Excelente fluidez a baixas temperaturas;
• Excepcional estabilidade química, resistindo à formação de depósitos a baixas e altas
temperaturas;
• Baixo nível de solubilidade com os gases refrigerantes;
• Óleo sintético NAVASYNT LT 68 é compatível com traços de óleos minerais que
venham a ficar nas máquinas e instalações numa eventual troca de óleo;
• Aumenta a eficiência de retenção dos separadores de óleo;

NAVASYNTH LT 68

ISO VG Viscosidade Índice Ponto Fulgor Ponto Cor ASTM Densidade


CST 40ºC- Viscosidade ºC, mínima Mínima ASTM
100ºC ASTM D ASTM D-2270 ASTM D-92. Fluidez ºC, D-1298
445 ASTM D-97.
68 68 | 10,6 145 270 -50ºC INCOLOR 0,845
1 2 3 4 5 6

OBS:
MOLAS POS.2:
-PARA NH : 203 MOLAS
-PARA FREON: 40 MOLAS ,
-PARA COMPRESSOR DE 1 E 2 ESTAGIOS, USAR MOLAS
DES. 2.32.250.1 (FORTE) ,
-PARA COMPRESSOR DE 2 ESTAGIOS:
CILINDRO DE,BAIXA:
~
-VALVULA
, SUCCAO: ,MOLAS DES.2.32.252.8 (FRACA)
~
-VALVULA PRESSAO: MOLAS DES.2.32.250.1 (FORTE)
CILINDRO DE ALTA: MOLAS DES. 2.32.250.1 (FORTE)

,
06 01 ANEL P/ VALVULA Ø200 2.36.290.2
,
05 01 ANEL P/ VALVULA Ø150 2.36.280.5
04 01 PARAFUSO C/CAB. TIPO ALLEN 0.21.250.4 STD. Ø1/2"UNF x 1"
03 01 LIMITADOR 4.03.460.0
02 20 MOLA 2.32.250.1
01 01 SEDE 4.03.455.4
~ , ~
POS. QTD DISCRIMINACAO
, CODIGO MATERIAL PESO DIMENSOES
,
Des. Custodio Des. n°
COMPRESSOR C-16x11 4.03.450.3
0 Data 02-10-97 , ~
~
Rev. Data ARQ. MAN-C-16 VALVULA DE SUCCAO
, E PRESSAO ANEXO 10.21
ANEXO 10.22 - COMPRESSORES DE 2 ESTÁGIOS.

RESFRIAMENTO TIPO 1

ENTRADA DE NH 3
VER OBS.
ESTRANGULADORES
Compressor de 2 estágios com
injeção de líquido.
RVRC
TC Utilizar este sistema quando
a instalação frigorífica possuir
A
2 separador central de -10°C.
1 3
S.O

OBS.:
Sucção de alta e/ou sucção:
3C-11x8 2E: Extr. Ar Ø1/2".
3C-16x11 2E: Extr. Ar Ø1".
4 e 6C-16x11 2E: Extr. Ar Ø1.1/2".

COMPRESSOR ESTRANGULADOR
1 2 3
3C-11x8 2E Ø1 Ø1 Ø1
3C-16x11 2E Ø1 Ø1 Ø1
4C-16x11 2E Ø1 Ø1 -
6C-16x11 2E Ø1 Ø1 -

LÍQUIDO P/ SISTEMA
DE BAIXA

ESTRANGULADORES RESFRIAMENTO TIPO 2


ENTRADA DE NH 3

Compressor de 2 estágios com


vaso de expansão.
VER OBS.

2
TC Utilizar este sistema quando
A a instalação frigorífica possuir
1
RVRC separador central de -10°C.

S.O OBS.:
Sucção de alta e/ou sucção:
3C-11x8 2E: Extr. Ar Ø1/2".
3C-16x11 2E: Extr. Ar Ø1".
4 e 6C-16x11 2E: Extr. Ar Ø1.1/2".

COMPRESSOR ESTRANGUL.
1 2
3C-11x8 2E Ø1 Ø1
3C-16x11 2E Ø1
4C-16x11 2E Ø1
6C-16x11 2E Ø1

N.B.: Regular o Termostato (TC) para +10°C.

A - Válvula Solenóide Ø1/2"NPT orif.Ø4mm 220V/60Hz ASCOVAL XR-523-43 ou EVRA 3,5 Ø1/4" DANFOSS.
Termostato Universal
Tipo UT - 72

Introdução
O termostato UT - 72 é um interruptor elétrico
controlado por temperatura, com múltiplas
aplicações. O diferencial é fixo e seu ajuste é
muito simples.
O comando de ajuste, que pode ser facilmente
retirado por meio dos dois parafusos que
servem para desmontar o termostato.
A temperatura é ajustada de acordo com
uma temperatura média desejada.
As conexões elétricas são efetuadas por meio de
cabos com grampos e terminais aparafusados.
Podem ser utilizados terminais AMP (FASTON), para
montagem em vitrines. O UT - 72 é fabricado tanto
para montagem externa, com caixa, como para
montagem interna e tem aplicações em:

- Câmaras.
- Resfriadores de cerveja e refrescos.
- Máquinas de fazer sorvetes.
- Resfriadores de leite.
- Vitrines refrigeradas.
- Unidades de ar condicionado.
- Sistemas de recuperação de calor.

Especificações Termostato Universal UT

Temp. máx Comp. do Código


Câmara Diferencial Código
Versão Tipo Rearme do sensor tubo capilar bulbo
°C K bulbo cobre
°C m aço inox
UT 72 -30 30 2.3 Auto 60 1.5 060H1101 060H1106
Com tampa UT 72 -30 30 2.3 Auto 60 3.0 060H1105
UT 73 0 40 2.3 Auto 90 1.5 060H1102
UT 72 -30 30 2.3 Auto 60 1.5 060H1201
Sem tampa UT 72 -30 30 2.3 Auto 60 3.0 060H1205
UT 73 0 40 2.3 Auto 90 1.5 060H1202

1 kW = 860 Kcal/h 105


Instructions
UT 72 / UT 73

060R9735
060R9735

Max. 55°C (131°F)


Max. 60°C (140°F) Max. –30°C (–22°F)
Max. 60°C (140°F) Max. 60°C (140°F)

AMP
6.3 x 0.8 mm
0.25 x 0.03 in.

16 (2.5) A / 250V ~
10 (1.5) A / 400V ~

© Danfoss A/S (RC-CMS/HBS), 01-2006 DKRCC.PI.CC0.A1.00 / 520H1169 1

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