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Climatogeografia

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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema:

Temperatura do ar

Nome: Stelio Dinis Tivane Tadeu


Código: 708243474

Curso: Licenciatura em ensino de Geografia


Disciplina: Climatogeografia
Ano de Frequência: 1º Ano

Tete, Setembro, 2024

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Folha de Feedback
Classificação
Categorias Indicadores Padrões Pontuação Nota do
Subtotal
máxima tutor
 Capa 0.5
 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
 Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
 Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
 Articulação e
domínio do discurso
Conteúdo académico
2.0
(expressão escrita
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão  Revisão bibliográfica
nacional e
internacionais 2.
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.0
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

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Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
1 Introdução ................................................................................................................................ 4

1.1 Oblectivos ......................................................................................................................... 5

1.1.1 Objectivo geral .......................................................................................................... 5

1.1.2 Objectivos específicos ............................................................................................... 5

1.2 Metodologias .................................................................................................................... 5

2 Temperatura do ar .................................................................................................................... 6

2.1 Variação diária e anual...................................................................................................... 6

2.1.1 Temperatura média diária .......................................................................................... 6

2.1.2 Temperatura média mensal ........................................................................................ 7

2.1.3 Temperatura Média anual .......................................................................................... 7

2.2 Variação com a latitude e altitude..................................................................................... 7

2.2.1 Altitude ...................................................................................................................... 7

2.2.2 Latitude ...................................................................................................................... 7

2.3 Controles da temperatura .................................................................................................. 8

2.3.1 Sistemas de Malha Aberta ......................................................................................... 8

2.3.2 Sistemas de Malha Fechada ....................................................................................... 9

2.3.3 Identificação de sistemas ........................................................................................... 9

2.3.4 Sistemas inteligentes ................................................................................................. 9

2.3.5 Rede neural artificial ............................................................................................... 10

2.4 Conforto térmico ............................................................................................................. 10

2.4.1 Relevância do conforto térmico ............................................................................... 10

3 Conclusão .............................................................................................................................. 11

4 Referências bibliográficas ..................................................................................................... 12

iv
1 Introdução

A presente pesquisa insere-se no âmbito de trabalho do campo, pertencente a cadeira de


Climatogeografia temperatura do ar é influenciada por diversos fatores, como a variação diária e
anual, a latitude, a altitude e as correntes marítimas.

A temperatura do ar vária ao longo do dia devido à alternância de luz e calor do sol. Durante o dia,
a radiação solar aquece a superfície da Terra, elevando a temperatura do ar. À noite, a ausência do
sol faz com que o ar se resfrie.

A temperatura do ar também varia ao longo devido à inclinação do eixo da Terra em relação ao


plano de sua órbita. Isso faz com que a quantidade de luz solar recebida por determinada região da
Terra varie ao longo do ano, resultando em estações do ano.

A latitude determina a quantidade de luz solar recebida por uma determinada região. Regiões
próximas ao equador recebem mais luz solar diretamente ao longo do ano, enquanto regiões
próximas aos polos recebem menos luz solar, resultando em temperaturas mais baixas.

A altitude também influencia a temperatura do ar. Quanto maior a altitude, menor a temperatura,
devido à diminuição da pressão atmosférica e à menor densidade do ar.

Controle da temperatura: Além dos fatores mencionados, a temperatura do ar pode ser controlada
por outros fatores, como as correntes marítimas, que transportam água quente ou fria para
diferentes regiões, influenciando a temperatura do ar.

A temperatura do ar afeta o conforto térmico das pessoas e dos animais. Temperaturas muito altas
ou muito baixas podem causar desconforto ou até mesmo ser prejudiciais à saúde. Para manter um
conforto térmico adequado, é importante considerar fatores como a temperatura ambiente, a
umidade e a velocidade do vento.

4
1.1 Oblectivos

1.1.1 Objectivo geral


 Conhecer a variação da temperatura do ar
1.1.2 Objectivos específicos
 Identificar variação diária e anual, variação com a latitude e altitude
 Descrever a variação diária e anual, variação com a latitude e altitude.
 Reconhecer a importância dos controles da temperatura.

1.2 Metodologias

Para a concretização deste trabalho, usou-se metodologia de pesquisa bibliográfica que irá expor
de forma mais clara uma visão a respeito de análise do impacto ambiental resultante na má gestão
dos recursos naturais.

E por sua vez a pesquisa bibliográfica Segundo Gil (1946), “e desenvolvida com base em Material
já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos Científicos” (p.44).

A principal vantagem da pesquisa bibliográfica reside no facto de permitir ao investigador a


cobertura de uma gama de fenómenos muito mais amplo do que aquelas que poderia pesquisar
diretamente.

5
2 Temperatura do ar

A temperatura do ar é proporcional ao balanço entre a radiação que chega e que sai de cada camada
atmosférica. Os fluxos de calor latente e sensível também contribuem para modificar a temperatura
de cada camada. Desse modo, a temperatura do ar varia de lugar para lugar, e, com o decorrer do
tempo.

De acordo com Andrade e Basch (sd):

A temperatura do ar (Ta) num dado instante é o valor que é indicado por um termómetro bem
ventilado, ou seja, em equilíbrio térmico com o ar atmosférico, subtraído à influência da radiação
dos objetos situados nas vizinhanças. Exprime-se em graus Celsius (ºC), Fahrenheit (ºF) ou em
Kelvin (K). A temperatura é medida por termómetros.

Com base no autor, percebe-se que vários fatores físicos influenciam a distribuição da temperatura
sobre a superfície da Terra: a quantidade de insolação recebida, as características da superfície, a
distância a corpos hídricos, o relevo, a natureza dos ventos predominantes e as correntes oceânicas.

A latitude exerce o principal controlo sobre a insolação que um determinado lugar recebe. Em
latitudes altas, os raios solares incidem na superfície terrestre de forma mais inclinada, aquecendo
uma superfície maior do que em latitudes menores.

2.1 Variação diária e anual

A variação da temperatura: A temperatura é um indicador (grandeza física) da quantidade de


energia calorífica armazenada no ar. Esta resulta principalmente da energia proveniente do sol e do
calor libertado pela superfície terrestre. Expressa-se em Portugal em graus Celsius (°C).

2.1.1 Temperatura média diária


É calculada a partir da somas entre a temperatura máxima e a temperatura mínima registadas
naquele dia e dividir pelo numero de horas calculadas.

Na cidade de Tete no dia 12 de Janeiro de 2017, a temperatura máxima foi de 13°C e a temperatura
mínima foi de 6°C. Portanto, temperatura média diária (TM = T + t/2) da cidade de Benguela no
dia 12 de Janeiro de 2017 foi de 9°C.

6
2.1.2 Temperatura média mensal
É obtida a partir do cálculo da diferença entre a média da temperatura máxima registada no mês e
a média da temperatura mínima desse mesmo mês e dividir pelo número de dias calculados.

2.1.3 Temperatura Média anual


É a média da temperatura que ocorre num lugar no decorrer de um ano. Para obtê-la é preciso
registar, por meio de termómetros, as médias de temperatura mensais e estas, por sua vez, para
serem calculadas, precisam das médias diárias. A média diária é obtida somando-se as temperaturas
registadas no termómetro a cada hora do dia e dividindo-se por 24 (horas).

A média mensal é o resultado da soma das médias diárias e da sua divisão pelo número dos dias
do mês. A média térmica anual é obtida somando-se as médias mensais e o resultado dividido por
12 (meses).

2.2 Variação com a latitude e altitude

2.2.1 Altitude
O relevo influencia a temperatura devido à variação da altitude, ou seja a distância medida em
metros, na vertical, desde o nível médio das águas do mar até ao lugar a considerar. À medida que
subimos em altitude, a temperatura diminui cerca de 6,5° Celsius por cada 1000 metros (é o mesmo
que 0,65° C por cada 100 m) – a este valor dá-se o nome de Gradiente Térmico Vertical.

A razão para a temperatura diminuir com a altitude deve-se, principalmente, com o facto de o ar
ficar cada vez menos denso à medida que se sobe. Assim, os gases como o dióxido de carbono, o
oxigénio, o vapor de água e as partículas que retêm o calor existem cada vez em menor quantidade
e o ar perde capacidade para aquecer, mas também porque se vai perdendo quantidade de radiação
emitida pela superfície da Terra.

2.2.2 Latitude
O desigual aquecimento da Terra em latitude deve-se à inclinação que os raios solares efetuam
quando incidem na superfície terrestre. Regra geral, se excluirmos outros fatores climáticos, a
temperatura diminui à medida que a latitude aumenta. Este aquecimento, por sua vez, origina
grandes zonas climáticas, que se dispõem, sensivelmente em grandes faixas paralelas (Figura 18).

7
A Zona Quente (ou Zona Intertropical): regista temperaturas elevadas durante todo o ano devido à
pouca inclinação dos raios solares e devido à menor quantidade de massa atmosférica atravessada;

As Zonas Temperadas do Norte e do Sul: registam temperaturas moderadas mas variáveis ao longo
do ano (mais quentes no verão e mais frias no inverno) devido à maior inclinação dos raios solares
e à maior quantidade de massa atmosférica atravessada;

As Zonas Frias do Norte e do Sul: registam temperaturas baixas ao longo do ano devido à grande
inclinação dos raios solares (em parte do ano existe mesmo a obscuridade total) e devido à grande
quantidade de massa atmosférica a atravessar pelos mesmos.

2.3 Controles da temperatura

Conforme Nise (2011, p. 6), “um sistema de controlo consiste em subsistemas e processos (ou
plantas) construídos com o objetivo de se obter uma saída desejada com desempenho desejado,
para uma entrada específica fornecida”.

O Controlador de Temperatura é um dispositivo que é usado para controlar um aquecedor, ou outro


equipamento, comparando um sinal de sensor com um ponto de ajuste (setpoint) e realizando
cálculos de acordo com o desvio entre esses valores. Dispositivos que podem lidar com sinais de
sensores que não sejam de temperatura, como umidade, pressão e vazão, são chamados de
controladores. Os controladores eletrônicos são especificamente chamados de controladores
digitais.

O controle de temperatura é um conjunto de procedimentos, estratégias, medições e condições


estabelecidas para atender e manter os padrões e especificações de um determinado produto e/ou
processo em relação à temperatura.

2.3.1 Sistemas de Malha Aberta


Um sistema de Malha Aberta pode ser entendido como um sistema em que o controle independe
do valor de saída. Nos termos de Nise (2011, p. 7), “os sistemas de malha aberta não são capazes
de corrigir perturbações e são comandados simplesmente pela entrada”.

8
um sistema de Malha Aberta genérico, o transdutor converte o sinal de entrada, o controlador
aciona o processo ou planta e, na saída, tem o sinal controlado, chamado também de variável
controlada. Observando as perturbações na ilustração, é visto que elas são somadas ao processo, e
não há compensação para tais perturbações (Cf. NISE, 2011).

2.3.2 Sistemas de Malha Fechada


Em um sistema de Malha Fechada, o controle depende do valor de saída, ou seja, esse tipo de
sistema tem uma realimentação para compensar possíveis perturbações.

Um sistema em Malha Fechada genérico, no qual o transdutor converte o sinal de entrada, o


controlador aciona a planta ou processo e, diferente do sistema de Malha Aberta, o sinal retorna ao
outro transdutor, podendo ser também um sensor que efetua a leitura o valor dessa variável. Se
necessário, as devidas correções são executadas, e esse sinal ou variável retorna ao controlador
(NISE, 2011).

2.3.3 Identificação de sistemas


De acordo com Aguirre (2007a, p. 81), “a identificação de sistemas se propõe a obter um modelo
matemático que explique, pelo menos em parte e de forma aproximada, a relação de causa e efeito
presente nos dados”. Ou seja, em um sistema com sinais de entrada e saída, a identificação
apresenta um modelo que mostra como a excitação de um sinal de entrada resulta em um sinal de
saída.

Ainda segundo Aguirre (2007a, p. 81), existem etapas importantes envolvidas na identificação de
sistemas, quais sejam: “testes dinâmicos e coleta de dados; escolha da representação matemática a
ser usada; determinação da estrutura do modelo; estimação de parâmetros; e validação do modelo”.

2.3.4 Sistemas inteligentes


Devido à complexidade de alguns processos, controladores clássicos podem não ser tão eficazes.
Uma boa opção para tais processos é a utilização de Sistemas Inteligentes, por meio dos quais se
procura dotar as máquinas de inteligência. Assim, a Inteligência Artificial (IA) é uma importante
ferramenta na Automação.

Tanto o é que, segundo Aguirre (2007b), é possível citar vários exemplos de aplicações de
Inteligência Artificial.

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2.3.5 Rede neural artificial
Haykin (2001, p. 28) afirma que uma Rede Neural é um processador composto por unidades de
processamento simples, que têm capacidade de armazenar conhecimento experimental e torná-lo
disponível para uso.

2.4 Conforto térmico

O conforto térmico é definido como uma condição mental que expressa satisfação com o ambiente
térmico circunjacente. Ter conforto térmico significa que uma pessoa usando uma quantidade
normal de roupas não sinta nem frio nem calor excessivo.

A faixa de temperaturas em que o corpo de uma pessoa se sente confortável varia entre 36 e 37°C.
Para se manter nestas temperaturas, o corpo troca calor com o meio, de acordo com
o metabolismo de cada um. Há cinco processos importantes de troca de calor entre uma pessoa e o
ambiente em que ela está: condução térmica, convecção, radiação, evaporação de suor
e respiração.

2.4.1 Relevância do conforto térmico

O conforto térmico é muito importante em relação a fatores relacionados ao trabalho. Ele pode
afetar os níveis de distração dos trabalhadores, afetando o seu desempenho e produtividade.

Estima-se que 70 a 80% de nossas vidas se passa em ambientes fechados, onde o conforto
térmico pode ser controlado ativa ou passivamente. O controle ativo requer o uso de equipamentos
de ar condicionado e calefação. Já o controle passivo faz parte do ambiente construído.

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3 Conclusão

Analisamos a questão das diferenças térmicas e das correntes marítimas. Outros detalhes nós vimos
com os ventos predominantes, natureza e superfície, além de regimes térmicos e estrutura
fisiológica. Portanto, fica esclarecido que a temperatura é o efeito do calor radioativo e seu
comportamento é analisado por faixas de latitudes ou zonas climáticas.

Além dos mencionados acima, outros fatores geográficos tais como, as correntes marinhas, a
continentalidade e o relevo desempenham papel importante na sua distribuição ao longo do tempo
e nos diversos espaços. Vimos a urbanização e seus efeitos, bem como elemento humano como
principal fator de interferência nas condições atmosféricas. Finalmente, vimos os efeitos da
temperatura também sobre os seres vivos.

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4 Referências bibliográficas

 Ayoade, J.O. (1991). Introdução a Climatologia para os trópicos. 3ª ed. São Paulo:
Bertrand Brasil,
 Azevedo, T. R, G. E. (2003). Ajuste do ciclo médio mensal horário da temperatura do solo
em função da temperatura do ar. Revista Brasileira de Agrometeorologia, Santa Maria.
 Pereira, A.R., Sentelhas, P.C; Angelocci, L.R. (2002). Agrometeorologia: Fundamentos e
aplicações práticas. Guaíba: Agropecuária,
 Varejão Silva, M.A. (2000). Meteorologia e Climatologia. INMET: Brasília.

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