UNINOVE – Universidade Nove de Julho
Engenharia Civil
Geologia e Introdução a Solos
Análise granulométrica dos solos
Professora Camila Natália Ramos de Almeida
almeidac@[Link]
Caracterização e Estado do solo
ARGILAS/SILTES PEDREGULHOS/AREIAS
● Índices físicos ● Índices físicos
● Análise granulométrica ● Análise granulométrica
● Consistência ● Compacidade
relativa (CR)
Classificação granulométrica dos solos
● A classificação granulométrica (textura) dos solos é dividida
em:
○ Solos grossos (granulares): mais de 50% dos grãos são
classificados como areias e pedregulhos;
○ Solos finos: mais de 50% dos grãos são classificados
como siltes e argilas.
PEDREGULHO AREIA
SILTE ARGILA
G M F G M F
60 20 6 2,0 0,6 0,2 0,06 0,002 0
No ensaio de análise granulométrica é determinada
a porcentagem de ocorrência da cada fração do solo
PEDREGULHO AREIA SILTE ARGILA
50% 40% 5% 5%
SOLO
Usos da análise granulométrica na engenharia
● A distribuição granulométrica é muito importante em solos grossos, pois
pode indicar o comportamento referentes as suas propriedades físicas;
● Em função da distribuição granulométrica os solos podem ser bem graduados
(solos constituídos por grãos de diferentes tamanhos) ou uniformes (solos
com grãos de tamanhos que pouco variam).
○ Solos bem graduados apresentam melhor comportamento em termos de
resistência que os solos com granulometria uniforme.
Resistência Resistência Resistência
Areia fina Areia grossa uniforme
uniforme Areia grossa bem graduada
Usos da análise granulométrica na engenharia
● Estimativa do coeficiente de permeabilidade de solos de granulação grossa,
especialmente no dimensionamento de filtros;
Permeabilidade
Permeabilidade Permeabilidade
Areia grossa Areia fina
Areia grossa bem
uniforme uniforme
graduada
● Teor de cimento concreto à agregados bem graduados requerem menos cimento
para encher os vazios e, havendo menos água por unidade de volume de concreto,
ele será mais denso, menos permeável e apresentará maior resistência à alteração
do que se fosse executado com agregado uniforme;
● Para os solos finos, a granulometria é de pouca importância para a solução
dos problemas de engenharia geotécnica.
Análise granulométrica do solo
● O ensaio de análise granulométrica do solo está normalizado pela
ABNT/NBR 7181/2016-versão corrigida 2018;
○ Materiais granulares (areias e pedregulhos) à processo de
peneiramento;
○ Materiais finos (siltes e argilas) à processo de sedimentação;
● Para solos que tem partículas tanto na fração grossa quanto na
fração fina, se torna necessária a análise granulométrica conjunta
(peneiramento + sedimentação).
Peneiramento
● As peneiras são colocadas uma sobre a outra de modo
a ter uma abertura crescente de baixo para cima;
● A indicação das peneiras utilizadas refere-se à abertura
da malha ou ao número de malhas quadradas por
polegadas.
Peneiramento
Fonte fotos:http: //[Link]/
Preparação da amostra NBR 6457/2016
• Secar a amostra ao ar, até próximo da umidade higroscópica;
• Desmanchar os torrões, evitando-se quebra de grãos, e
homogeneizar a amostra.
Fonte fotos: Bruno Carrilho de Castro
Fonte fotos: Notas de aula Rodrigo Martinez.
PUC/Goias.
Preparação da amostra NBR 6457/2016
• Com o auxílio do quarteador de amostras, ou pelo quarteamento,
reduzir a quantidade de material até se obter uma amostra
representativa em quantidade suficiente para a realização dos
ensaios (granulometria, massa específica dos sólidos/grãos e
umidade). Com quarteador
Manual
Vídeo quarteamento manual:
[Link]
Vídeo Quarteador: [Link]
Fonte fotos: Notas de aula Rodrigo Martinez. PUC/Goias.
Preparação da amostra NBR 6457/2016
• Da amostra quarteada, passar na peneira de 76 mm, desprezando-se
o material eventualmente retido.
• Do material passado na peneira de 76 mm, tomar uma quantidade,
função da dimensão estimada dos grãos maiores, conforme indicado
na Tabela 3.
Operações preliminares: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Anotar a massa da amostra seca em temperatura ambiente (Mt)
Massa da amostra seca em Tambiente (MT) (g) = 1000g
• Passar este material na peneira de 2,0 mm, tomando-se a preocupação de
desmanchar no almofariz todos os torrões eventualmente ainda
existentes, de modo a assegurar a retenção na peneira somente dos grãos
maiores que a abertura da malha.
Fonte fotos: Vídeo UFLA .
Operações preliminares: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Lavar a parte retida na peneira de 2,0 mm a fim de eliminar o
material fino aderente e secar em estufa a 105 °C ou 110 °C, até
constância de massa. O material assim obtido é usado no
peneiramento grosso.
LAVAGEM MATERIAL QUE VAI PARA A ESTUFA
Fonte fotos: Vídeo UFLA
Peneiramento grosso: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Pesar o material retido na peneira de 2,0 mm e anotar como Mg.
Massa do material seco retido na peneira 2,0 mm (Mg) (g) = 44,60 g
44
,60
g
DETERMINAÇÃO DA MASSA
DEPOIS DE SECO
Peneiramento grosso: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Utilizando-se o agitador mecânico, passar esse material nas peneiras de 50
mm, 38 mm, 25 mm, 19 mm, 9,5 mm e 4,8 mm. Anotar as massas retidas
acumuladas em cada peneira.
NOTA: No caso de solos uniformes, pode ser necessário
utilizar, tanto no peneiramento fino como no grosso,
peneiras intermediarias àquelas indicadas.
Fonte fotos: Vídeo UFLA .
Fonte fotos: Tecnal.
Peneiramento grosso: Granulométrica/NBR 7181/2016
Fonte fotos: Bruno Carrilho de Castro
NOTA: Recomenda-se utilizar a escova com cerdas metálicas para auxiliar a
retirada dos grãos retidos nas malhas da peneira, procedendo-se da mesma forma
em todos os passos que envolvam o peneiramento.
Vídeo peneiramento grosso 1min e 17s a 2min e 42s:
[Link]
Peneiramento grosso: Granulométrica/NBR 7181/2016
é a soma das
massas retidas nas
peneiras 50 mm a 2
mm
Teor de umidade (W): NBR 6457/16 [Link]
• Do material passado na peneira 2,0mm tomar
quantidade de material, função dos grãos
maiores contidos na amostra, colocar em em
cápsulas metálicas adequadas, e fechar com a
tampa. Pesar o conjunto e anotar M1.
• Remover a tampa e colocar a cápsula na estufa, à temperatura de 105oC a 110oC, onde deve
permanecer até constância de massa. Normalmente, um intervalo de 16h a 24h é suficiente
para a secagem do material, podendo intervalos maiores serem necessários.
• Retirar a cápsula da estufa e transferi-la para o dessecador, onde deve permanecer até
atingir a temperatura ambiente. Recolocar a tampa, pesar o conjunto e anotar como M2.
• Anterior ao início do ensaio, a cápsula de alumínio e a tampa devem ser pesadas e anotar
M3.
W = teor de umidade (%)
W=
𝐌𝟏 " 𝐌𝟐 . 100 M! = massa do solo úmido mais a massa da cápsula com tampa (g)
𝐌𝟐 " 𝐌𝟑 M" = massa do solo seco mais a massa da cápsula com tampa (g)
M# = massa da cápsula com tampa (g)
Cálculo do teor de umidade médio
𝟎, 𝟓𝟕 𝟎, 𝟔𝟒 𝟎, 𝟔𝟓
𝟎, 𝟔𝟐
W = teor de umidade (%)
W=
𝐌𝟏 " 𝐌𝟐 . 100 M! = massa do solo úmido mais a massa da cápsula com tampa (g)
𝐌𝟐 " 𝐌𝟑 M" = massa do solo seco mais a massa da cápsula com tampa (g)
M# = massa da cápsula com tampa (g)
#$,&' "#$,($ . 100 à W = 𝟎, 𝟓𝟕
Amostra 1 à W =
#$,($"&(,)#
#(,*+ "#(,)$ . 100 à W = 𝟎, 𝟔𝟒
Amostra 2 à W =
#(,)$"&(,+,
#$,#$ "#$,&) . 100 à W = 𝟎, 𝟔𝟓
Amostra 3 à W =
#$,&)"&(,-#
(,+,.(,-'.(,-+
W média = à W média = 𝟎, 𝟔𝟐
#
Cálculo a massa total da amostra seca
%!& %"
M#$ . 100 + M+
'(()*
M# = massa total da amostra seca;
M$ = massa da amostra seca em
temperatura ambiente;
M% = massa do material seco retido na
peneira de 2,0 mm;
W = umidade higroscópica do material
'(((&,,,.( passado na peneira de 2,0 mm.
M#$ '(()(,./
. 100 + 44,60 Utiliza apenas o número.
M#$ 9,495 . 100 + 44,60
𝐌𝐬$ 𝟗𝟗𝟒, 𝟏𝟏 𝐠
𝟗𝟗𝟒, 𝟏𝟐 𝐠 para quem fez no Excel.
Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 50 mm, 38 mm,
25 mm,19 mm, 9,5 mm, 4,8 mm e 2,0 mm
+ =
+ =
+ =
+ =
+ =
+ =
Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 50 mm, 38 mm,
25 mm,19 mm, 9,5 mm, 4,8 mm e 2,0 mm
(%&& %' )
Q+ = × 100
%&
100% Q % = porcentagem de material
100%
100%
passado em cada peneira;
99,52% M# = massa total da amostra
seca;
M( = massa do material retido
acumulado em cada peneira.
(33,,'/&(,(()
Para 50 mm: Q + = 33,,'/
× 100 → 100%
(33,,'/&(,(()
Para 38 mm: Q + = × 100 → 100%
33,,'/
(33,,'/&(,(()
Para 25 mm: Q+ = 33,,'/
× 100 → 100%
(33,,'/&,,45)
Para 19 mm: Q+ = 33,,'/
× 100 → 99,52 %
Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 50 mm, 38 mm,
25 mm,19 mm, 9,5 mm, 4,8 mm e 2,0 mm
(%&& %' )
Q+ = × 100
%&
Q % = porcentagem de material
passado em cada peneira;
M# = massa total da amostra
seca;
M( = massa do material retido
acumulado em cada peneira.
(**+,-./-.,*1)
Para peneira 9,5 mm:Q % = **+,-.
× 100 → Q + = 98,70%
(**+,-./+-,01)
Para peneira 4,8 mm:Q % = **+,-.
× 100→ Q + = 95,79%
(**+,-./++,34)
Para peneira 2 mm:Q % = × 100 → Q + = 95,51%
**+,-.
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Do material passado na peneira de 2,0 mm, tomar cerca de 120 g,
no caso de solos arenosos, ou, no caso de solos siltosos e argilosos,
70 g, para a sedimentação e peneiramento fino. Determinar a massa
deste material com resolução de 0,01 g e anotar como Mw.
Massa da amostra seca em Tambiente passada na peneira 2,0 mm (MW) (g) =
120,00 g
0,00
12
Fonte fotos: Vídeo PUC-CAMPINAS
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Transferir o material assim obtido para
um béquer de 250 cm³ e juntar, com
auxílio de proveta, com defloculante.
Especificamente 125 cm³ de solução de
hexametafosfato de sódio com a
concentração de 45,7 g por 1000 cm³
de solução.
Fonte fotos: Bruno Carrilho de Castro
A solução de hexametafosfato de sódio deve ser tamponada com carbonato de sódio até
que a solução atinja um pH entre 8 e 9, evitando assim a reversão da solução para o
ortofosfato de sódio.
Em solos para os quais o defloculante e a concentração indicados não forem eficazes na
dispersão, deve-se investigar o tipo e a dosagem do defloculante mais adequados.
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
Agitar o béquer até que todo o material fique imerso e manter em repouso,
por no mínimo 12 h.
Fonte fotos: Vídeo PUC-CAMPINAS .
Vídeo Sedimentação 7min e 30s a 10min e 12s:
[Link]
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Verter a mistura no copo de dispersão,
removendo com água destilada, com
auxílio da bisnaga, o material aderido ao
béquer. Adicionar água destilada até que
seu nível fique 5 cm abaixo das bordas
do copo e submeter à ação do aparelho
dispersor durante 15 min.
Solos que contenham grãos suscetíveis de sofrerem
quebra devem ser dispersos em um intervalo de tempo
menor.
Fonte foto: Notas de aula UFPB
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Transferir a dispersão para a proveta e remover com água destilada,
com auxílio da bisnaga, todo o material aderido ao copo. Adicionar água
destilada até atingir o traço correspondente a 1000 cm³.
Fonte foto: Notas de aula UFPB
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
• Tomar a proveta e, tampando-lhe a boca com uma das mãos, executar
com auxílio da outra, movimentos energéticos de rotação, durante 1 min,
pelo quais a boca da proveta passe de cima para baixo e vice-versa.
Fonte fotos: Notas de aula UFPB
4.3 Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
Imediatamente após a agitação, colocar a proveta sobre a mesa, anotar a hora
exata do início da segmentação e mergulhar cuidadosamente o densímetro na
dispersão. Efetuar as leituras do densímetro correspondentes aos tempos de
sedimentação (t) de 0,5 min, 1 min e 2 min. Retirar lenta e cuidadosamente o
densímetro da dispersão. Fazer as leituras subsequentes à 4 min, 8 min, 15 min e
30 min e 1 h, 2 h, 4 h, 8 h, e 24 h, a contar do início da sedimentação.
4.3 Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
Cerca de 15 s a 20 s antes de cada leitura, mergulhar lenta e cuidadosamente o
densímetro na dispersão. Todas as leituras devem ser feitas na parte superior do
menisco, com interpolação de 0,0005, após o densímetro ter ficado em equilíbrio.
Assim que uma dada leitura for efetuada, retirar o densímetro da dispersão e
colocá-lo em uma proveta com água limpa, à mesma temperatura da dispersão.
4.3 Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
Após cada leitura, excetuadas as duas primeiras, medir a temperatura da
dispersão, com resolução de 0,1 °C.
Fonte foto: medicalexpo
Leitura do densímetro na suspensão: água+solo+defloculante
Sedimentação: Granulométrica/NBR 7181/2016
Realizada a última leitura, verter o material da proveta na peneira de 0,075 mm,
proceder à remoção com água de todo o material que tenha aderido às suas
paredes e efetuar a lavagem do material na peneira mencionada, empregando-se
água potável à baixa pressão.
Fonte fotos: Notas de aula UFPB
Leitura do densímetro no meio dispersor: água + defloculante
Para cada densímetro deve ser construída uma 1,0048
curva de variação das leituras do densímetro no
meio dispersor (água+defloculante), em função da
temperatura.
“Imaginando” que a curva ao lado seja do densímetro
utilizado no ensaio, verifica-se qual é o valor de Ld para a
temperatura que a sedimentação foi realizada (no caso,
14oC).
Cálculo da altura de queda
204,8 – 185 . 1,0320
13,88
14,82
203,7 – 185 . 1,0210
Para cada densímetro deve ser
construída a equação da reta
entre a leitura do densímetro na
suspensão e a altura de queda
das partículas, como no gráfico
ao lado.
“Imaginando” que as equações
para o densímetro usado sejam:
Cálculo do diâmetro máximo das partículas de solo em suspensão
Equação (lei de Stokes) d = diâmetro máximo das partículas das partículas (mm);
µ = coeficiente de viscosidade do meio dispersor, à temperatura
de ensaio (g .(s/cm²));
'6((.8 : z = altura de queda das partículas, com resolução de 0,01 cm,
d= 9&&956 ;
. correspondente à leitura do densímetro (cm);
t = tempo de sedimentação (s);
ρ$ = massa específica dos grãos do solo (g/cm³);
ρ%& = massa específica do meio dispersor, à temperatura de
ensaio (g/cm³)àPara efeitos de cálculo, considerar ρ!"= 1,000 g/cm³ .
Coeficiente de viscosidade do meio dispersor à temperatura de ensaio
Cálculo do diâmetro máximo das partículas de solo em suspensão
𝟎, 𝟎𝟕𝟒𝟖
'6((.8 :
Para t 0,5 min: d = .
9&&956 ;
'6((.','36A'(78 '5,66
Para t 0,5 min: d = .
/,46B&' 5(
Para t 0,5 min: d = 0,0121 . 0,4627
Para t 0,5 min: 𝐝 = 𝟎, 𝟎𝟕𝟒𝟖 𝐦𝐦
Cálculo do diâmetro máximo das partículas de solo em suspensão
𝟎, 𝟎𝟕𝟒𝟖
𝟎, 𝟎𝟓𝟓𝟎
'6((.','36(A'( 78 ',,33
Para t 1 min: d = .
(/,46B&',((() .(
Para t 1 min: d = (0,0121 . 0,2498)
Para t 1 min: 𝐝 = 𝟎, 𝟎𝟓𝟓𝟎 𝐦𝐦
.
.
Cálculo da porcentagem de solo em suspensão referida à massa total da amostra
ρ! V . ρ$% . (L − L# )
Q! = N . .
(ρ! − ρ"# ) M$
. 100
(100 + w)
V = volume da proveta igual a 1000 cm³;
Q! = porcentagem de solo em suspensão no instante da leitura do densímetro;
N = porcentagem de material que passa na peneira de 2,0 mm à ver no peneiramento grosso;
ρ! = massa específica dos grãos do solo (g/cm³);
ρ"# = massa específica do meio dispersor na temperatura de calibração do densímetro (20 °C) (g/cm³); à Para
efeitos de cálculo, considerar ρ!" = 1,000 g/cm³
ρ$% = massa específica da água na temperatura de calibração do densímetro (20 °C), utilizando o valor de 1,000
g/cm³;
L = leitura do densímetro na suspensão;
L# = leitura do densímetro no meio dispersor na mesma temperatura da suspensão;
M$ = massa do material úmido submetido à sedimentação (g);
W = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2,0 mm.
Cálculo da porcentagem de solo em suspensão referida à massa total da amostra
𝟑𝟑, 𝟗𝟗%
:& ; . :)* .(=/=( )
Para t 0,5 min:Q # = N . (: . +)
& /:'( ) . -44
(-../))
.,10> -444 . -. (-,4?.4/-,44+0)
Para t 0,5 min:Q # = 95,51 . (.,10>/-) . -1.
. -44
(-../.,31)
.1,.
Para t 0,5 min:Q # = 95,51 . 1,5602 . --*,.343
Para t 0,5 min:𝑸𝒔 = 𝟑𝟑, 𝟗𝟗%
O que significa o diâmetro máximo da suspensão e % em suspensão?
● Diâmetro máximo na suspensão: No tempo 60 segundos, a maior partícula em
suspensão tem diâmetro de 0,0549 mm, ou seja, todas em suspensão são
menores que esta.
● % em suspensão: No tempo 60 segundos, 26,18% das partículas de toda
amostra de solo ainda não sedimentaram porque tem diâmetro menor ou igual
a 0,0549mm;
O que significa o diâmetro máximo da suspensão e % em suspensão?
● Diâmetro máximo na suspensão: No tempo 120 segundos, a maior partícula
em suspensão tem diâmetro de 0,0396 mm, ou seja, todas em suspensão são
menores que esta.
● % em suspensão: No tempo 120 segundos, 22,43% das partículas de toda
amostra de solo ainda não sedimentaram porque tem diâmetro menor ou igual
a 0,0396mm;
Peneiramento fino: Granulométrica/NBR 7181/2016
Secar o material retido na peneira de 0,075 mm em estufa, à temperatura de 105
°C a 110 °C, até constância de massa, e, utilizando-se o agitador mecânico, passar
nas peneira de 1,2 mm, 0,6 mm, 0,42 mm, 0,25 mm, 0,15 mm, 0,075 mm. Anotar
com resolução de 0,01 g as massas retidas acumuladas.
NOTA: No caso de
solos uniformes, pode
ser necessário utilizar,
tanto no peneiramento
fino como no grosso,
peneiras
intermediárias àquelas
indicadas.
Fonte fotos: Bruno Carrilho de Castro
Peneiramento fino: Granulométrica/NBR 7181/2016
Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 1,2 mm, 0,6 mm,
0,42 mm, 0,25 mm, 0,15 mm e 0,075 mm
+ =
+ =
+ =
+ =
+ =
Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 1,2 mm, 0,6 mm,
0,42 mm, 0,25 mm, 0,15 mm e 0,075 mm
%A . '((&%' . ('(()*)
QC = .N
%A.'((
M$ = massa do material úmido submetido ao
peneiramento fino e/ou sedimentação (g);
W = umidade higroscópica do material passado
𝟗𝟒, 𝟓𝟔%
na peneira de 2,0 mm;
M4 = massa do material retido acumulado em
cada peneira (g);
N = porcentagem de material que passa na
peneira de 2,0 mm à ver no peneiramento
grosso;
'/( . '(( & ','3 . ('(()(,./)
Para peneira 1,2 mm:
'/(.'((
. 95,51
'/(((&''3,4546
Para peneira 1,2 mm:
'/(((
.95,51
Para peneira 1,2 mm: 𝟗𝟒, 𝟓𝟔 %
Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 1,2 mm, 0,6 mm,
0,42 mm, 0,25 mm, 0,15 mm e 0,075 mm
%A . '((&%' . ('(()*)
QC = .N
%A.'((
M$ = massa do material úmido submetido ao
peneiramento fino e/ou sedimentação (g);
W = umidade higroscópica do material passado
𝟗𝟒, 𝟓𝟔
na peneira de 2,0 mm;
𝟗𝟑, 𝟓𝟖
M4 = massa do material retido acumulado em
cada peneira (g);
N = porcentagem de material que passa na
peneira de 2,0 mm à ver no peneiramento
grosso;
'/(.'((&/,,'. ('(()(,./)
Para peneira 0,60 mm: Q C = . 95,51
'/(.'((
('/(((&/,/,,3,/)
Para peneira 0,60 mm: Q C = ( ).95,51
'/(((
Para peneira 0,60 mm: 𝐐𝐟 = 𝟗𝟑, 𝟓𝟖%
Continua…
Construção da curva granulométrica
● No eixo y é plotada a
porcentagem que passa
em cada peneira, ou
seja, o percentual do
peso das partículas
que tem tamanho
menor que a dimensão
considerada;
● No eixo x é plotado,
em escala logarítmica,
os diâmetros das
peneiras e/ou
partículas.
Construção da curva granulométrica
Construção da curva granulométrica
1,5
0,00
0,00
0,00
0,00
4
2
16
Construção da curva granulométrica
2,12
1,5
0 27
0,00
0,00
0,00
,003
0,00
4
2
16
Construção da curva granulométrica
4
2,12
1,5
0 27
0, 038
0,0
0,00
0,00
,003
004
0,00
2
16
Construção da curva granulométrica
4
2,12
1,5
0 27
0, 038
0,0
0,00
0,00
,003
004
0,00
2
16
Construção da curva granulométrica
100.0
90.0
80.0
70.0
Percentagem que passa (%)
60.0
50.0
40.0
30.0
20.0
10.0
0.0
0.001 0.01 0.1 1 10
Diâmetro dos Grãos (mm)
Fina Média Grossa
Argila Silte Pedregulho
Areia
0,002 0,06 0,2 0,6 2
Construção da curva granulométrica
100.0
94% 96%
90% 90.0
80.0
70.0
Percentagem que passa (%)
60.0
50.0
40.0
28% 30.0
20.0
10.0
2%
0.0
0.001 0.01 0.1 1 10
Diâmetro dos Grãos (mm)
Fina Média Grossa
Argila Silte Pedregulho
Areia
0,002 0,06 0,2 0,6 2
100.0
94% 96%
90%90.0
80.0
70.0
Percentagem que passa (%)
60.0
50.0
40.0
28% 30.0
20.0
10.0
2%
0.0
0.001 0.01 0.1 1 10
Diâmetro dos Grãos (mm)
Fina Média Grossa
Argila Silte Pedregulho
Areia
0,002 0,06 0,2 0,6 2
Pedregulho à 100 – 96 = 4%
Areia grossa à96 – 94 = 2%
Classificação textural: Areia fina siltosa
Areia média à 94 – 90 = 4%
Areia fina à 90 – 28 = 62%
Silte à 28 – 2 = 26%
Argila à 2%