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Segurança do Fungicida SUPPORT: Ficha Técnica

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Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: SUPPORT Data de elaboração: 22/04/2002

REVISÃO: 02 Data de revisão: 14/11/2014

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1 – Identificação
Nome da mistura: SUPPORT
Principais usos recomendados para a Fungicida sistêmico do grupo químico benzimidazol, na forma de
mistura: suspensão concentrada. Indicado para as partes aéreas das culturas
descritas na bula do produto. Uso exclusivamente agrícola.

Nome da empresa: SIPCAM NICHINO BRASIL S/A


Endereço: Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III
Uberaba / MG - Brasil
CEP: 38044-755
Telefone para contato: (34) 3319-5568
Telefone para emergências: 0800 70 10 450

2 – Identificação de perigos

Classificação da mistura (*): Classes de perigo Categoria


Toxicidade para órgãos-alvo específicos – Exposição repetida 2
Perigoso ao ambiente aquático – Agudo 3
Perigoso ao ambiente aquático – Crônico 3
(*) ABNT NBR 14725-2, Produtos Químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente - Parte 2: Sistema de classificação de perigo
(2010). Versão corrigida.
O grau de perigo nas categorias do GHS diminui de acordo com a crescente numérica, sendo a categoria 1 a mais perigosa.

Elementos de rotulagem do GHS e frases de precaução (**):


Pictograma:

Palavra de advertência: Atenção

Frases de perigo: H373: Pode provocar danos aos rins, ao fígado e à tireoide por exposição repetida
ou prolongada
H412: Nocivo para os organismos aquáticos, com efeitos prolongados

Frases de precaução: Prevenção:


P260: Não inale os fumos, gases, névoas, vapores e aerossóis.
P273: Evite a liberação para o meio ambiente.

Resposta à emergência:
P314: Em caso de mal-estar, consulte um médico.

Disposição:
P501: Descarte o conteúdo/recipiente em local apropriado conforme legislação
vigente.
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PRODUTO: SUPPORT Data de elaboração: 22/04/2002

REVISÃO: 02 Data de revisão: 14/11/2014

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(**) ABNT NBR 14725-3, Produtos Químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente - Parte 3: Rotulagem (2013). Versão corrigida 2.

Outros perigos que não resultam em O produto contém componentes que contribuem para potenciais
uma classificação: alterações endócrinas, sendo necessária maior elucidação com estudos
experimentais.

3 – Composição e informações sobre os ingredientes


MISTURA
Ingredientes que contribuem para o Nome N° registro CAS Concentração (g/L)
perigo: tiofanato-metílico 23564-05-8 500
etilenoglicol 107-21-1 < 60
* --- <2
*Segredo industrial. Dados de propriedade do fornecedor/fabricante

4 – Medidas de primeiros-socorros
Inalação: Remova a vítima para local arejado. Se a vítima não estiver
respirando, aplique respiração artificial. Não faça respiração boca a
boca caso a vítima tenha inalado ou ingerido o produto. Para estes
casos, utilize máscara de ressuscitamento (mascarilha) ou outro
sistema adequado de respiração. Procure um serviço de saúde levando
a embalagem, o rótulo ou a bula do produto.
Contato com a pele: Remova roupas e sapatos contaminados. Lave as áreas atingidas com
água corrente em abundância. Em caso de contato menor com a pele,
evite espalhar o material em áreas não afetadas. Procure um serviço
de saúde levando a embalagem, o rótulo ou a bula do produto.
Contato com os olhos: Retire lentes de contato, se presentes. Lave os olhos com água
corrente em abundância por 15 minutos elevando as pálpebras
ocasionalmente. Procure um serviço de saúde levando a embalagem, o
rótulo ou a bula do produto.
Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO. Lave a boca com água corrente em
abundância. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível
dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para
evitar aspiração do conteúdo gástrico. Procure um serviço de saúde
levando a embalagem, o rótulo ou a bula do produto.
Sintomas e efeitos mais importantes, Não são conhecidos os efeitos adversos do ativo deste produto para
agudos ou tardios: seres humanos. A ingestão de grandes quantidades pode causar
irritação do trato gastrintestinal, manifestada por dor abdominal,
náusea, vômito e diarreia. Em contato com a pele pode causar reações
alérgicas no local exposto. A inalação de altas concentrações do
produto pode causar irritação do trato respiratório. Pode causar
irritação moderada em contato com os olhos. O produto contém
componentes que podem afetar os rins, o fígado e a tireoide após
exposição repetida ou prolongada.
Notas para o médico: Tratamento sintomático e de suporte, de acordo com o quadro clínico.
Não há antídoto específico para o produto. Em caso de ingestão de
grandes quantidades do produto, avalie a necessidade de realização de
lavagem gástrica (até 1 hora após a ingestão).

5 – Medidas de combate a incêndio


Meios de extinção: Pequeno incêndio: utilize pó químico seco, dióxido de carbono (CO 2),
jato d’água ou espuma normal.
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Grande incêndio: utilize jato d’água, neblina ou espuma normal. Não


espalhe o material com o uso de jato d’água de alta pressão. As águas
de diluição residuais ou do controle do fogo podem causar poluição.
Confine as águas residuais em um dique para posterior destinação
apropriada.
Perigos específicos da mistura: O fogo pode produzir fumos, gases e vapores irritantes, tóxicos e/ou
corrosivos como óxidos de nitrogênio, óxidos de enxofre, monóxido de
carbono e dióxido de carbono.
Medidas de proteção da equipe de Remova os recipientes da área do fogo, se isto puder ser feito sem
combate a incêndio: risco. Resfrie os tanques ou contêineres com bastante água, mesmo
após a extinção do fogo. Mantenha-se sempre longe de tanques
envoltos em chamas. Utilize roupas protetoras adequadas no combate
ao fogo e equipamento autônomo de respiração com pressão positiva.
Vestimentas usuais de combate ao fogo oferecem proteção limitada.

6 – Medidas de controle para derramamento ou vazamento


Precauções pessoais, equipamentos de proteção e procedimentos de emergência
Para o pessoal que não faz parte dos Use equipamento de proteção individual (EPI). Em caso de
serviços de emergência: derramamento e vazamento deste produto químico, afaste de qualquer
fonte de ignição ou calor. Não toque nem caminhe sobre o produto
derramado. Evite o contato do produto com a pele, olhos e mucosas.
Não manuseie embalagens rompidas, a menos que esteja devidamente
protegido com a utilização de equipamento de proteção individual.
Permaneça em local seguro tendo o vento pelas costas.
Para o pessoal do serviço de emergência: Use EPI apropriado. Mantenha as pessoas não autorizadas afastadas.
Ventile ambientes fechados antes de entrar. Como ação imediata de
precaução, isole e sinalize a área de derramamento ou vazamento em
um raio de 50 metros, no mínimo, em todas as direções.
Precauções ao meio ambiente: Evite a contaminação ambiental. Em caso de derramamento e
vazamento, contenha imediatamente o material derramado, não
permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água.
Caso ocorra escoamento do produto para corpos d’água, interrompa
imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e a empresa Sipcam Nichino Brasil
S/A, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Métodos e materiais para a contenção e Utilize EPI. Elimine todas as fontes de ignição. Não fume. Isole e
limpeza: sinalize a área contaminada. Não toque nem caminhe sobre o produto
derramado. Pare o vazamento, se isto puder ser feito sem risco.
Piso pavimentado: absorva o produto derramado com areia ou outro
material não combustível e coloque em recipiente apropriado e
devidamente identificado para posterior destinação apropriada.
Grande derramamento: confine o fluxo em um dique longe do
derramamento para posterior destinação apropriada. Previna a entrada
do produto derramado em cursos d’água, rede de esgotos, porões ou
áreas confinadas. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Consulte a empresa Sipcam Nichino Brasil S/A para devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado e proceda conforme indicado acima.

7 – Manuseio e armazenamento
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Precauções para manuseio seguro: Utilize EPI. Não manuseie o produto sem os EPIs recomendados ou se
estiverem danificados. Evite o contato do produto com a pele, os olhos
e as mucosas. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a
formação de respingos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca. Manuseie o produto em local arejado e longe de qualquer fonte
de ignição ou calor. Manipule respeitando as regras gerais de
segurança e higiene industrial. Não aplique o produto nas horas mais
quentes do dia ou na presença de ventos fortes.
Leia e siga as instruções de uso recomendadas na bula e no rótulo.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o
intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a
colheita). Observe o prazo de validade. Não reutilize a embalagem
vazia. Não lave embalagens em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Não coma, beba ou fume durante o manuseio do produto. Lave
as mãos e o rosto nos intervalos e após o trabalho. Faça a manutenção
e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto longe de fontes d’água para o consumo. Tome banho e troque
as roupas ao final do dia de trabalho. Lave as roupas de proteção
utilizadas na aplicação do produto, separadas das demais roupas da
família, utilizando luvas e avental impermeável. Remova a roupa e o
equipamento de proteção contaminado antes de entrar nas áreas de
alimentação.
Condições de armazenamento seguro: Evite armazenar o produto próximo a fontes de ignição e calor. Em
caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na
NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
Armazene o produto em sua embalagem original, sempre fechada, a
temperatura ambiente a ao abrigo da luz. O local deve ser exclusivo
para produtos tóxicos e deve ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material
não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso
impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO
VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não
autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens
adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados. Observe as disposições constantes
da Legislação Estadual e Municipal.
Materiais recomendados para a embalagem: frascos e bombonas de
COEX (coextrusão), PEAD (polietileno de alta densidade) ou PET
(tereftalato de polietileno).

8 – Controle de exposição e proteção individual


Parâmetros de controle
Limites de exposição ocupacional: Tiofanato-metílico: Não apresenta limites de exposição estabelecidos
pela legislação brasileira (NR 15), pela ACGIH (2013), OSHA e NIOSH.

Etilenoglicol:
NR 15: Não apresenta limites de exposição estabelecidos pela
legislação brasileira (NR 15) (MTE, 2011b).
ACGIH: C 100 mg/m3 (H) (*) (valor teto) (ACGIH, 2013).
NIOSH REL: C 50 ppm (valor teto) (NIOSH, 2011).
OSHA PEL: Não estabelecido (OSHA, 2004).
(H): Apenas aerossol.
(*): Base: irritação no trato respiratório superior e nos olhos.
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O produto apresenta um componente com preservação de sua


identidade (segredo industrial). Tal componente apresenta os seguintes
parâmetros de limite de exposição:
NR 15: Até 48h/semana: 1,6 ppm (2,3 mg/m3) (valor teto)
(MTE, 2011b).
ACGIH: C 0,3 ppm (*) (valor teto) (ACGIH, 2013).
NIOSH REL: TWA 0,016 ppm;
C 0,1 ppm (valor teto) (15 min);
IDLH: ca. 20 ppm.
OSHA PEL: TWA 0,75 ppm;
STEL 2 ppm (15 min).
(*): Base: Irritação no trato respiratório superior e nos olhos / A2: Suspeito de ser
carcinogênico em humanos.
NR 15: Norma Regulamentadora n° 15 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Indicadores biológicos de exposição: Os ingredientes do produto não apresentam indicadores biológicos de


exposição estabelecidos pela legislação brasileira (NR 7) (MTE, 2011a)
nem pela ACGIH (2013).
NR 7: Norma regulamentadora n° 7 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Medidas de controle de engenharia: Assegure ventilação adequada durante a manipulação do produto.


Providencie ventilação exaustora onde os processos exigirem.
Chuveiros de emergência e lava-olhos devem estar disponíveis
próximos à área de trabalho.
Medidas de proteção pessoal
Proteção dos olhos/ face: Use óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial.
Proteção da pele: Durante o manuseio e aplicação do produto, use macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho
das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de
borracha, avental impermeável e touca árabe.
Proteção respiratória: Use máscara de proteção contra eventuais vapores orgânicos e pó
ativado, cobrindo o nariz e a boca.
Perigos térmicos: Não disponível.

9 – Propriedades físicas e químicas


Aspecto: Líquido (pastoso), marrom claro.
Odor: Característico.
Limite de odor: Não disponível.
pH: 5,59 a 20°C.
Ponto de fusão/ponto de
congelamento: Tiofanato-metílico técnico: 170°C.
Ponto de ebulição inicial e faixa de
temperatura de ebulição: Etilenoglicol: 197,3°C (ATSDR, 2010).
Ponto de fulgor: Etilenoglicol: 127°C (ATSDR, 2010).
Taxa de evaporação: Não disponível.
Inflamabilidade (sólido; gás): Não aplicável.
Limite inferior/superior de
inflamabilidade ou explosividade: Não disponível.
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Pressão de vapor: Tiofanato-metílico técnico: 4,3 x 10-6 Pa (0,0043 mPa) a 28°C.


Etilenoglicol: 11,86 Pa (0,089 mmHg) a 25°C (ATSDR, 2010).
Densidade de vapor (ar=1): Etilenoglicol: 2,14 (ATSDR, 2010).
Densidade: 1160 kg/m3 (1,1600 g/cm3) a 20°C.
Solubilidade: O produto é miscível em água e insolúvel em diclorometano e hexano a
25°C.
Coeficiente de partição - n-octanol/ Tiofanato-metílico técnico: Log KOW = 1,52.
água: Etilenoglicol: Log KOW = -1,36 (ATSDR, 2010).
Temperatura de autoignição: Etilenoglicol: 398°C (HSDB, 2012a).
Temperatura de decomposição: Tiofanato-metílico: 163°C (U.S. EPA, 2005).
Viscosidade: 1,4961 Pa.s (1496,1 cP) a 20°C.
Tensão superficial: 0,0654 N/m a 22°C.
Corrosividade: O produto apresenta corrosividade para ferro, mas não é corrosivo
para aço, alumínio, plástico e latão.

10 – Estabilidade e reatividade
Reatividade: Nenhuma quando armazenado e utilizado adequadamente.
Estabilidade química: O produto é estável à temperatura ambiente e ao ar.
Possibilidade de reações perigosas: Nenhuma, quando armazenado e manuseado adequadamente.
O produto pode ser corrosivo para o ferro.
Condições a serem evitadas: Fontes de ignição, calor, umidade e contato com materiais
incompatíveis.
Materiais incompatíveis: Tiofanato-metílico: Compostos alcalinos e que contenham cobre, ácidos
e bases fortes, agentes redutores fortes (como os hidretos), ácidos
fortemente oxidantes e peróxidos (HSDB, 2012b; THE UNIVERSITY OF
AKRON, 2010).
Produtos perigosos da decomposição: Não disponível.

11 – Informações toxicológicas
Toxicidade aguda: DL50 oral (ratos): > 3000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica (ratos): > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos): > 5,20 mg/L/4h.
Corrosão/irritação da pele: Em estudo conduzido em coelhos, não foram observados sinais de
irritação cutânea primária após aplicação do produto e, portanto, este
foi considerado não irritante para a pele.
Lesões oculares graves/irritação ocular: O produto foi considerado como não irritante ocular primário em
estudo conduzido em coelhos.
Sensibilização respiratória ou à pele: O produto não causou hipersensibilidade à pele em estudo conduzido
em cobaias.
Mutagenicidade em células O produto não apresentou potencial de atividade mutagênica no
germinativas: ensaio de mutação gênica reversa (teste de Ames) nas cepas de
Salmonella typhimurium, nem no teste do micronúcleo em medula
óssea de camundongos.
Carcinogenicidade: Tiofanato-metílico: Nos estudos conduzidos com o tiofanato-metílico
para avaliar o potencial carcinogênico, foram observados tumores
hepáticos e de tireoide, porém considerados não prováveis de
ocorrerem no homem em doses que não alteram a homeostase dos
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hormônios tireoidianos no animal (EC, 2005).


Etilenoglicol: Não há evidência de carcinogenicidade (HSDB, 2012a;
WHO, 2002). É improvável que o etilenoglicol seja carcinogênico em
humanos, baseado em resultados negativos de estudos conduzidos
em camundongos e ratos, e na ausência de genotoxicidade em um
número limitado de ensaios in vitro e in vivo (GOMES; LITEPLO;
MEEK, 2002).
Toxicidade à reprodução: Tiofanato-metílico: Em estudos conduzidos em ratos, não foi
observada evidência de efeitos para a reprodução. Em estudos
conduzidos em ratos e coelhos, não foram observados efeitos para o
desenvolvimento em doses abaixo das que causaram toxicidade
materna (APVMA, 2009).
Etilenoglicol: Não foram observados efeitos para a reprodução. Em
estudos conduzidos em animais de experimentação, o etilenoglicol
apresentou alguns efeitos ao desenvolvimento em doses menores que
as doses que causaram toxicidade materna. Acredita-se que um
metabólito do etilenoglicol, o ácido glicólico, seja responsável pela
toxicidade para o desenvolvimento. Contanto que a exposição ao
etilenoglicol não atinja um nível que sature as enzimas de
metabolização do etilenoglicol, a toxicidade para o desenvolvimento
não é esperada (U.S. EPA, 2006).
Toxicidade para órgãos-alvo específicos Tiofanato-metílico: Não foram identificados órgãos-alvo específicos
– exposição única: após exposição única a esta substância em animais de
experimentação (APVMA, 2009).
Etilenoglicol: A exposição aguda incidental a partir de dados obtidos
em humanos promove depressão no sistema nervoso central (SNC) e
toxicidade renal (U.S. EPA, 2006). A inalação pode causar irritação do
trato respiratório (HSDB, 2012; WHO, 2002).
Toxicidade para órgãos-alvo específicos Tiofanato-metílico: O fígado e a tireoide foram identificados como os
– exposição repetida: principais órgãos-alvo em estudos subcrônicos e crônicos em animais
de experimentação (APVMA, 2009; U.S. EPA, 2005).
Etilenoglicol: Os rins constituem os órgãos críticos após exposição
repetida em estudos conduzidos em animais (WHO, 2002).
Perigo por aspiração: Não há dados disponíveis em literatura referentes ao perigo por
aspiração dos componentes do produto.

12 – Informações ecológicas
Ecotoxicidade
Toxicidade para abelhas: DL50 (48h/contato): > 100 µg/abelha (Apis mellifera).
Toxicidade para algas: CE50 (96h): 153,62 mg/L (Pseudokirchneriella subcapitata).
Toxicidade para aves: DL50 oral (dose única): > 2000 mg/kg p.c (Cotumix coturnix japonica).
Toxicidade para crustáceos: CE50 (48h): 56,82 mg/L (Daphnia similis).
Toxicidade para organismos do solo: CL50 (14 dias): 46,45 mg/kg sílica (Eisenia foetida).
Toxicidade para peixes: CL50 (96h): 57,47 mg/L (Danio rerio).
Persistência e degradabilidade: Tiofanato-metílico Técnico: Estudos laboratoriais de degradabilidade e
de campo mostraram que o tiofanato-metílico é degradável no solo e
seu principal metabólito é o carbendazim. Estudos conduzidos em três
tipos de solos diferentes demonstraram que a substância pode ser
classificada como de persistência média nas condições de teste. O
carbendazim (metabólito primário) é persistente no meio ambiente
(U.S. EPA, 2005).
Etilenoglicol: É rapidamente degradado no solo (HSDB, 2012b).
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Potencial bioacumulativo: Tiofanato-metílico: O fator de bioconcentração estimado (BCF/FBC =


4), sugere que o potencial de bioconcentração em organismos
aquáticos desta substância seja baixo (HSDB, 2012b).
Etilenoglicol: Um valor de BCF/FBC = 10 foi calculado em peixes, após
3 dias de exposição pelo etilenoglicol, o que sugere um baixo potencial
de bioacumulação (ATSDR, 2010).
Mobilidade no solo: Tiofanato-metílico Técnico: Estudos conduzidos em três tipos de solos
demonstraram que a substância-teste apresentou moderada
mobilidade, nas condições de teste.
Etilenoglicol: Apresenta elevada mobilidade no solo (HSDB, 2012a).
Outros efeitos adversos: Não disponível.

13 – Considerações sobre destinação final


Métodos recomendados para destinação final
Resíduos de substâncias ou misturas: Mantenha as eventuais sobras dos produtos em suas embalagens
originais adequadamente fechadas. Não descarte em sistemas de
esgotos, cursos d’água e estações de tratamento de efluentes. Caso
este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para a
devolução, desativação e destinação final. A desativação do produto é
feita através de incineração em fornos destinados a este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados pelo órgão ambiental competente. Observe a legislação
estadual e municipal.
Embalagens usadas: - PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: esta embalagem deverá ser
submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: esvazie
completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; adicione água
limpa à embalagem até ¼ do seu volume; tampe bem a embalagem e
agite-a por 30 segundos; despeje a água de lavagem no tanque do
pulverizador. Faça essa operação três vezes. Inutilize a embalagem
plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob
pressão, siga os seguintes procedimentos: encaixe a embalagem vazia
no local apropriado do funil instalado no pulverizador; acione o
mecanismo para liberar o jato de água; direcione o jato de água para
todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos. A água de
lavagem deve ser transferida para o tanque pulverizador. Inutilize a
embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adote
os seguintes procedimentos: imediatamente após o esvaziamento do
conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
mantenha a embalagem nesta posição, introduza a ponta do
equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água
para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. Toda
a água de lavagem deve ser dirigida diretamente para o tanque
pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o
fundo.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data
da compra, o usuário deverá efetuar a devolução das embalagens
vazias e respectivas tampas, observando as instruções constantes dos
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rótulos e das bulas. A devolução deverá ser feita aos estabelecimentos


comerciais em que foram adquiridos os produtos ou qualquer posto de
recebimento ou centro de recolhimento credenciado por este, indicados
na nota fiscal de compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e
ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução
da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da
embalagem vazia.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento das
embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
TRANSPORTE: as embalagens vazias não podem ser transportadas
junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos
no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINDADA): ESTA


EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: o armazenamento da
embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE: as embalagens vazias não podem ser transportadas
junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das
embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos
no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

14 – Informações sobre transporte


Regulamentações nacionais e internacionais:
Terrestre:
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. Decreto n° 96.044/1988 (ANTT, 2004); Resolução n° 420/2004 e suas
atualizações.
Hidroviário:
INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. International Maritime Dangerous Goods Code (IMDG Code, 2012).
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: SUPPORT Data de elaboração: 22/04/2002

REVISÃO: 02 Data de revisão: 14/11/2014

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Aéreo:
INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION. Dangerous Goods Regulation. 54th ed. (IATA, 2013).

Classificação para o transporte terrestre:


Produto não perigoso para o transporte terrestre, segundo legislação vigente.

Classificação para o transporte hidroviário:


Produto não perigoso para o transporte terrestre, segundo legislação vigente.

Classificação para o transporte aéreo:


Produto não perigoso para o transporte terrestre, segundo legislação vigente.

15 – Informações sobre regulamentações


Regulamentações específicas de segurança, saúde e meio ambiente para o produto químico
Nacionais: Lei n° 7.802 de 11 de julho de 1989. Decreto n° 4.074 de janeiro de 2002.
Esta Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) foi preparada
de acordo com NBR 14725-4:2012, da ABNT (Associação Brasileira de Normas
Técnicas).

16 – Outras informações
Informações importantes, mas não especificamente descritas nas seções anteriores
Limitações e Garantias: As informações contidas nessa ficha correspondem ao estado atual do conhecimento
técnico-científico Nacional e Internacional deste produto. As informações são fornecidas
de boa fé, apenas como orientação, cabendo ao usuário a sua utilização de acordo com
as leis e regulamentos federais, estaduais e locais pertinentes.

Referências: AGENCY FOR TOXIC SUBSTANCES & DISEASES REGISTRY (ATSDR). Toxicological
Profile for Ethylene glycol. Atlanta, United States of América, 2010. Disponível em:
<http://www.atsdr.cdc.gov/ToxProfiles/tp96.pdf>. Acesso em: 23 set. 2013.

AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL HYGIENISTS (ACGIH).


Threshold Limit Values (TLVs®) and Biological Exposure Indices (BEIs®).
Cincinnati, OH, 2013.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA (ABIQUIM). Manual para


atendimento a emergências com produtos perigosos. 6ª. ed. São Paulo, Brasil,
2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-1: Produtos


químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente: Parte 1:
Terminologia. Rio de Janeiro, Brasil, 2010. Versão corrigida.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-2: Produtos


químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente: Parte 2: Sistema de
classificação de perigo. Rio de Janeiro, Brasil, 2009.
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PRODUTO: SUPPORT Data de elaboração: 22/04/2002

REVISÃO: 02 Data de revisão: 14/11/2014

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-3: Produtos


químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente: Parte 3: Rotulagem.
2ª ed. Rio de Janeiro, Brasil, 2013. Versão corrigida 2.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-4: Produtos


químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente: Parte 4: Ficha de
informações de segurança de produtos químicos. 2ª ed. Rio de Janeiro, Brasil, 2012.

AUSTRALIAN PESTICIDES AND VETERINARY MEDICINES AUTHORITY (APVMA).


Chemical Review Program: Human Health Risk Assessment - Thiophanate-methyl.
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methyl_human_health.pdf>. Acesso em: 23 set. 2013.

Banco de dados PLANITOX – The Science-based Toxicology Company.

BRASIL. Decreto n° 4074, de 4 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei n° 7.802, de


11/07/1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a
embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a
propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos
resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a
fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Diário
Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 8 jan. 2002.

BRASIL. Decreto n° 96.044, de 18 de maio de 1988. Aprova o Regulamento para o


transporte Rodoviário de Produtos Perigosos e dá outras providências. Diário Oficial
[da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 19 maio 1988.

BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução n° 420, de 12 de fevereiro de 2004.


Aprova as instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de
Produtos Perigosos. Diário Oficial [da] União, Poder Executive, Brasília, DF, 31 maio
2004.

EUROPEAN COMISSION (EC). Review report for the active substance


thiophanate-methyl. Brussels, Belgium, 2005. Disponível em:
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methyl.pdf>. Acesso em: 23 set. 2013.

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Document 45 - Ethylene glycol: Human health aspects. Geneva, Switzerland: World
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em: 23 set. 2013.

HAZARDOUS SUBSTANCES DATA BANK (HSDB). Thiophanate-methyl. Bethesda,


United States of America: National Library of Medicine (US), Division of Specialized
Information Services, 2012b. Disponível em: <http://toxnet.nlm.nih.gov/>. Acesso
em: 23 set. 2013.

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Regulation. 54th ed., Montreal, Canada, 2013.
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Goods Code (IMDG Code). London, England, 2012.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). Norma Regulamentadora n° 15:


Atividades e operações insalubres. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo,
Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada em 28 jan. 2011b). Disponível em:
<http://www.mte.gov.br/geral/publicacoes.asp>. Acesso em: 23 set. 2013.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). NR 7 - Programa De Controle Médico


De Saúde Ocupacional (107.000-2). Diário Oficial [da] União, Poder Executivo,
Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada em 13 jun. 2011a). Disponível em:
<http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C812D308E21660130E0819FC102ED/nr_07.p
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OCCUPATIONAL SAFETY & HEALTH ADMINISTRATION (OSHA). Chemical Sampling


Information: Ethylene glycol Washington D.C., United States of America: United
States Department of Labor, 2004. Disponível em:
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set. 2013.

THE NATIONAL INSTITUTE OF OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH (NIOSH).


Ethylene glycol. Atlanta, United States of America: Centers for Disease Control and
Prevention, 2011. Disponível em: <http://www.cdc.gov/niosh/npg/npgd0272.html>.
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THE UNIVERSITY OF AKRON. Thiophanate-methyl. Ohio, United States of America,


2010. Disponível em: <http://ull.chemistry.uakron.edu/erd/>. Acesso em: 23 set.
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UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA). Endocrine


Disruptor Screening Program Universe of Chemicals. Washington D.C., United
States of America, 2012. Disponível em:
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em: 23 set. 2013.

UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA). Reassessment


of 3 Tolerances Exemptions for Ethylene Glycol, Diethylene Glycol, and the
Combination of Diethylene Glycol Monomethyl Ether, Diethylene Glycol
Monoethyl Ether, and Diethylene Glycol Monobutyl Ether. Washington, D.C.,
United States of America, 2006. Disponível em:
<http://www.epa.gov/opprd001/inerts/glycolethers.pdf>. Acesso em: 23 set. 2013.

UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA). Reregistration


Eligibility Decision (RED) for Thiophanate-methyl. Washington, D.C., United
States of America, 2005. Disponível em:
<http://www.epa.gov/oppsrrd1/REDs/tm_red.pdf>. Acesso em: 23 set. 2013.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Ethylene Glycol: Human Health Aspects.


Concise International Chemical Assessment Document 45. Geneva, 2002. Disponível
em: <http://www.who.int/ipcs/publications/cicad/en/cicad45.pdf>. Acesso em: 23 set.
2013.

Legendas e abreviaturas: ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Hygienists.


BCF/FBC - Bioconcentration factor (fator de bioconcentração).
C - Ceiling (valor teto).
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: SUPPORT Data de elaboração: 22/04/2002

REVISÃO: 02 Data de revisão: 14/11/2014

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ca. - Carcinogen (Potencial carcinogênico de exposição ocupacional).


CAS - Chemical Abstract Service.
CE50 - Concentração efetiva do agente químico que causa inibição de 50% da biomassa
em relação ao controle, nas condições de teste.
CL50 - Concentração que resulta em morte de 50% dos animais de experimentação,
nas condições de teste.
COEX - Coextrusão; poliestireno co-extrusado/EVPE; poliamida polietileno/PAPE.
DL50 - Dose administrada que resulta em morte de 50% dos animais de
experimentação, nas condições de teste.
EPI - Equipamento de proteção individual.
GHS - Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals.
IDLH - Limite Imediatamente Letal à Saúde (The Immediately Dangerous to Life or
Health) estabelecido pela NIOSH.
NIOSH - National Institute for Occupational Safety and Health.
NIOSH IDLH - Limite Imediatamente Letal à Saúde (The Immediately Dangerous to
Life or Health) estabelecido pela NIOSH.
NIOSH REL - Limite de Exposição Recomendado (Recommended Exposure Limit)
estabelecido pela NIOSH.
OSHA - Occupational Safety and Health Administration.
OSHA PEL - Limite de Exposição Permitido (Permissible Exposure Limit) estabelecido
pela OSHA.
Pa.s - Pascal segundo.
p.c. - Peso corpóreo.
ppm - Partes por milhão.
STEL - Exposição de curta duração (Short-Term Exposure Limit).
TWA - Média ponderada pelo Tempo (Time Weighted Average).

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