DOENÇA DE
ALZHEIMER
UMA CARTILHA DE COMO LIDAR COM A DOENÇA DE ALZHEIMER
Doença de Alzheimer
Alunos:
Ana Elisa Candeia
Isabela Cardoso
João Victor Costa
Milena Morais
Pedro Coutinho
Tarisson Luiz
Professores:
Ana Amélia Fonseca
Lívia Talim
Roberta Faria
Instituição:
UNA Linha Verde
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO.....................1
SINAIS E SINTOMAS...........2
ESTÁGIOS............................3
FISIOTERAPIA
NEUROFUNCIONAL............4
ORIENTAÇÕES.....................5
EXERCÍCIOS.........................7
REFERÊNCIAS....................11
INTRODUÇÃO
O Alzheimer é uma doença
neurodegenerativa do sistema nervoso
central, que compromete as funções do
portador.
É a doença mais prevalente em causas
de demência, uma condição do
envelhecimento. Comumente atinge
pessoas a partir de 60 anos, mas
também pode surgir em jovens.
01
SINAIS E SINTOMAS
Perda de memória, problemas com
tarefas familiares, dificuldades com
interpretação e palavras, confusão de
lugar e tempo, dificuldade em continuar
uma conversa.
Inicialmente são sintomas leves, que
aos poucos vão comprometer o
cognitivo, a linguagem e a
comunicação.
02
ESTÁGIOS
Estágio 1: forma inicial, com
esquecimentos recentes, altera espaço e
visão;
Estágio 2: de forma moderada, perda de
funcionalidade, memória recente e
coordenação motora;
Estágio 3: acomete as atividades de vida
diária, necessidades básicas e dificuldade
ao movimentar.
Estágio 4: o indivíduo fica restrito ao leito,
totalmente dependente, possui dor na
alimentação e patologias associadas.
03
FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL
A fisioterapia neurofuncional atua com
a reabilitação motora e cognitiva, que é
destinada aos movimentos e prevenção
de maiores danos á saúde desses
pacientes neurológicos.
A conduta do fisioterapeuta dependerá
dos sinais, sintomas e limitações do
individuo, realizando uma boa avaliação
individualizada para que atenda as
necessidades de forma adequada.
04
ORIENTAÇÕES PARA FACILITAR A
VIDA DOS PORTADORES DE
ALZHEIMER E FAMÍLIA
1. Treinamento
cognitivo:
O objetivo é
estimular o cérebro, com
atividades diárias de
memória, linguagem,
tempo, espaço. Com
leituras, jogos,
recordações em fotos,
vídeos e música para
manter a comunicação
ativa.
05
2. Adaptações da casa:
O paciente com o Alzheimer possui
maior risco de quedas, devido ao uso de
remédios e a perda de equilíbrio,
portanto, a casa deve ser bem
iluminada, cômodos arejados
(principalmente o quarto), ampla, não
deve ter objetos nos locais de passagem
(sapatos, tapetes), a noite deve ter uma
luz caso o idoso necessite de ir ao
banheiro, o banheiro deve ter barras de
apoio e cadeiras de banho se necessário.
O ideal é que o ambiente seja um local
de independência e conforto para o
indivíduo.
06
EXERCÍCIOS PARA PACIENTES COM
ALZHEIMER
1. Treino de alcance nas cores com bola:
Esse exercício possui como objetivo a
flexibilidade, mobilidade e coordenação,
visa fortalecer os músculos dos membros
superiores e tronco, e melhorar o
cognitivo. Este exercício é adequado para
qualquer idade, é indicado uma pessoa ao
lado para servir de apoio.
07
2. Treino funcional de sentar e levantar:
Esse exercício pode ser realizado em uma
cadeira, cama ou sofá. Tem como
objetivos: fortalecer os músculos dos
membros inferiores, melhorar o
equilíbrio, coordenação motora e
mobilidade do quadril, joelho e tornozelo.
Previne quedas e ajuda na independência
funcional. Este exercício é adequado para
qualquer idade, é indicado uma pessoa ao
lado para servir de apoio.
08
3. Pinça fina com
tampinhas:
A finalidade do
exercício é
exercitar a
coordenação de
motora fina,
resgatando a
capacidade de
movimentar os
dedos, manipular
objetos,
desenvolver
criatividade e
alcance nas
tarefas.
09
4. Caminhada:
A caminhada é um treinamento que tem
como objetivo melhorar equilíbrio,
desenvolver os passos na hora de andar,
melhorar a estabilidade articular,
diminuindo o risco de queda.
10
REFERÊNCIAS:
ARAÚJO, S. R. M. ET AL. DOENÇA DE ALZHEIMER NO BRASIL: UMA ANÁLISE
EPIDEMIOLÓGICA ENTRE 2013 E 2022. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT,
V. 12, N. 2, P. E29412240345, 2023.
BITENCOURT, E. M. ET AL. DOENÇA DE ALZHEIMER: ASPECTOS
FISIOPATOLÓGICOS, QUALIDADE DE VIDA, ESTRATEGIAS TERAPÊUTICAS DA
FISIOTERAPIA E BIOMEDICINA. INOVA SAÚDE, V. 8, N. 2, P. 138, 2019.
ENGLER, H.; DAMIAN, A.; BENTANCOURT, C. PET AND THE MULTITRACER
CONCEPT IN THE STUDY OF NEURODEGENERATIVE DISEASES. DEMENTIA &
NEUROPSYCHOLOGIA, V. 9, N. 4, P. 343–349, 2015.
FALCO, A. D. ET AL. ALZHEIMER’S DISEASE: ETIOLOGICAL HYPOTHESES AND
TREATMENT PERSPECTIVES. QUIMICA NOVA, V. 39, N. 1, P. 63–80, 2015.
LYKETSOS, C. G. ET AL. NEUROPSYCHIATRIC SYMPTOMS IN ALZHEIMER’S DISEASE.
ALZHEIMER’S & DEMENTIA: THE JOURNAL OF THE ALZHEIMER’S ASSOCIATION, V.
7, N. 5, P. 532–539, 2011.
PIOVESAN, E. C. ET AL. ALZHEIMER’S DISEASE: AN EPIDEMIOLOGICAL ANALYSIS
OVER THE NUMBER OF HOSPITALIZATIONS AND DEATHS IN BRAZIL. ARQUIVOS DE
NEURO-PSIQUIATRIA, V. 81, N. 06, P. 577–584, 2023.
PORTO, C. S. ET AL. NEUROPSYCHOLOGICAL DIFFERENCES BETWEEN
FRONTOTEMPORAL LOBAR DEGENERATION AND ALZHEIMER’S DISEASE.
DEMENTIA & NEUROPSYCHOLOGIA, V. 2, N. 3, P. 223–227, 2008.
SCHILLING, L. P. ET AL. DIAGNÓSTICO DA DOENÇA DE ALZHEIMER:
RECOMENDAÇÕES DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE NEUROLOGIA COGNITIVA
E DO ENVELHECIMENTO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE NEUROLOGIA. DEMENTIA
& NEUROPSYCHOLOGIA, V. 16, N. 3 SUPPL 1, P. 25–39, 2022.
STUDART NETO, A.; NITRINI, R. SUBJECTIVE COGNITIVE DECLINE: THE FIRST
CLINICAL MANIFESTATION OF ALZHEIMER’S DISEASE? DEMENTIA &
NEUROPSYCHOLOGIA, V. 10, N. 3, P. 170–177, 2016.
TEIXEIRA, A. L.; ROCHA, N. P.; GATCHEL, J. BEHAVIORAL OR NEUROPSYCHIATRIC
SYMPTOMS OF ALZHEIMER’S DISEASE: FROM PSYCHOPATHOLOGY TO
PHARMACOLOGICAL MANAGEMENT. ARQUIVOS DE NEURO-PSIQUIATRIA, V. 81,
N. 12, P. 1152–1162, 2023.
11
h eim e r a pa ga
O Alz tó r ia s .
várias h is
o cu id a de o e
Mas, com ainda serão
carin ho muita s
escritas.