TORNOZELO E PÉ
• Especialistaemfisioterapia musculo
esqueléticapela UNIFESP
• Especialistaemfisioterapia esportiva
pelaSONAFE
• EspecialistaemFisiologiadoExercício
Prof. Hebberty Saavedra
• EspecialistaemTreinamento
Desportivo
• MestreeDoutorandoemCiências
daSaúde
CRONOGRAMA
ENTORSES
FASCEÍTE PLANTAR
LESÕES OSTEOCONDRAIS
LESÃO DA SINDESMOSE TIBIOFIBULAR
RUPTURA DE TENDÃO CALCÂNEO
FRATURA BIMALEOLAR
FRATURA DO TALUS E CALCÂNEO
FRATURA-LUXAÇÃO DE LISFRANC
ENTORSES
15% de todas lesões ortopédicas;
Muito mais comum em inversão do que eversão;
Por quê???
ENTORSES
Maior parte delas tem o estresse dos componentes laterais do
tornozelo:
Ligamento subtalares;
Nervo Fibular;
Retináculos dos extensores;
Sindesmose Tibiofibular distal;
Lesão osteocontrais do Tálus;
MECANISMO DE LESÃO
Inversão
Flexão plantar
Supinação
CLASSIFICAÇÃO
Gráu I
Sem perda da função, sem frouxidão ligamentar, pouco e/ou
nenhum hematoma, limitação da ADM e edema de 0,5cm.
Gráu II
Pouca perda de função, teste de gaveta anterior positivo,
teste de inclinação lateral negativo, hematoma, limitação da
ADM edema entre 0,5 a 2cm.
Gráu III
Perda quase total da função, testes positivos, hematoma,
limitação de ADM e edema acima de 2cm.
AVALIAÇÃO
Red Flags:
Palpação dolorosa acima de 6cm do maléolo lateral;
Palpação dolorosa ao redor do maléolo medial;
Incapacidade de suportar o peso por 4 passos;
AVALIAÇÃO
Teste ortopédicos = “Sem valor de acurácia”
AVALIAÇÃO
Avaliação Radiológica
Testes radiográficos em Stress
Distância entre lábios posterior da Tíbia e a cúpula do Tálus
Gráu III
A – até 3mm
B – acima de 3mm
LESÕES ASSOCIADAS
Fratura da base do 5° Metatarso
Avulsão do Maléolo
Lesão osteocontral
Fratura do Cubóide
Lesão de Sindesmose
TRATAMENTO
Duração de 6 a 12 semanas
Conservador
Cirurgico
Gravidade da lesão
Bandeira vermelha
Falha no tratamento conservador
PROTOCOLOS DE TRATAMENTO
PROTOCOLOS DE TRATAMENTO
FASCEÍTE PLANTAR
Fáscia plantar: tecido conjuntivo;
Calcâneo – dedos;
FASCEÍTE PLANTAR
Cerca de 10% da população
mundial;
Homens e mulheres (maior em
mulher);
FASCEÍTE PLANTAR
E o valgo dinâmico???
TÊNIS PRONADO/SUPINADO?? PALMILHA??
LESÃO OSTEOCRONDAL
LESÃO OSTEOCRONDAL
Correlacionada com repetitivas endorses
7% de todas as entorses geram lesão condral
60% das instabilidades crônicas
71% das fraturas de tornozelo
LESÃO OSTEOCRONDAL
LESÃO OSTEOCRONDAL
LESÃO DA SINDESMOSE TIBIOFIBULAR
LESÃO DA SINDESMOSE TIBIOFIBULAR
Aproximadamente 10% das endorses;
Instabilidade crônica;
Mecanismo de maior sobrecarga:
Rotação externa forçada
Dorsiflexão forçada
LESÃO DA SINDESMOSE TIBIOFIBULAR
RUPTURA DO TENDÃO DO CALCÂNEO
CAUSAS
Aumento brusco das exercícios físicas*;
Medicamento (degeneração antibióticos);
Tendinite Tendinose Ruptura;
Salto*
EXAMES DE IMAGEM
FRATURA BIMALEOLAR
FRATURA MALEOLAR
Fraturas de baixa intensidade, normalmente correlacionadas a:
Quedas;
Torção;
Acidente automobilístico;
FRATURA DO TÁLUS
FRATURA DO TÁLUS
Vascularização baixa do Tálus
Fratura = necrose avascular
FRATURA DO TÁLUS
Causas:
Acidente de carro;
Acidente de moto;
Atropelamento;
Queda da própria altura;
FRATURA DO CALCÂNEO
FRATURA DO CALCÂNEO
Calcâneo = maior osso do pé;
Suporta todo peso do corpo: contato inicial;
Imporante nas inserções ligamentares e muscular;
FRATURA DO CALCÂNEO
Incidência: 2% das fraturas do corpo;
Correlacionadas a traumas de grande impacto;
Acidentes automobilísticos e quedas;
90% jovens;
FRATURA DO CALCÂNEO
FRATURA/LUXAÇÃO DE LISFRANC
FRATURA/LUXAÇÃO DE LISFRANC
Lisfranc: cirurgião militar Francês;
Ficou conhecido pela descrição da lesão da articulação
tarsometatarsal;
Amputação: quando o cavaleiro caia do cavalo, o pé ficava
preso no estribo e evoluia com gangrena e tinha que amputar;
FRATURA/LUXAÇÃO DE LISFRANC