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Universidade Federal do Oeste do Pará

Instituto de Saúde Coletiva


Curso de Farmácia

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM


FARMÁCIA

SANTARÉM

2016
SUMÁRIO
1. INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS ............................................................................................. 4
1.1 Mantenedora ................................................................................................................................. 4
1.2 Mantida ......................................................................................................................................... 4
1.2.1 Identificação ............................................................................................................................ 4
1.2.2 Atos Legais de Constituição .................................................................................................... 5
1.2.3 Dirigente Principal da Mantida ............................................................................................... 5
1.2.4 Dirigentes da Universidade Federal do Oeste do Pará ............................................................ 5
1.3 Histórico da Universidade Federal do Oeste do Pará.................................................................... 6
1.4 Missão Institucional ...................................................................................................................... 9
1.5 Visão Institucional ........................................................................................................................ 9
1.6 Princípios Norteadores .................................................................................................................. 9
2. INFORMAÇÕES DO CURSO ......................................................................................................... 9
2.1 Dados Gerais do Curso ................................................................................................................. 9
2.2 Justificativa ................................................................................................................................. 10
2.3 Concepção do Curso ................................................................................................................... 11
2.3.1 Contexto Educacional: Articulação Entre os Campos do Saber............................................12
2.3.2 Pedagogia da Autonomia: Paulo Freire.................................................................................13
2.4. Objetivos do Curso .................................................................................................................... 14
2.4.1. Objetivo Geral ......................................................................................................................14
2.4.2. Objetivos Específicos ...........................................................................................................15
2.5. Perfil Profissional do Egresso .................................................................................................... 15
2.6. Competências e Habilidades ...................................................................................................... 16
2.7. Organização Curricular .............................................................................................................. 19
2.7.1 Considerações Iniciais ...........................................................................................................19
[Link] Funcionamento do Curso .................................................................................................20
[Link] Forma de Acesso ao Curso ..............................................................................................20
[Link] Atividades Acadêmicas Para a Integralização do Curso.................................................20
[Link].1. Formação Interdisciplinar I .......................................................................................21
[Link].2. Formação Interdisciplinar II ......................................................................................21
[Link].3. Formação Graduada Específica .................................................................................21
[Link] Resumo da Estrutura Curricular......................................................................................21
[Link] Componentes Curriculares..............................................................................................22
2.8. Ementário e Bibliografias.........................................................................................................25
2.9 Atividades Complementares....................................................................................................170
2.10 Estágio Curricular..................................................................................................................171
2.11 Trabalho de Conclusão de Curso...........................................................................................172
2.12 Práticas de Avaliação Educacional do Curso de Farmácia....................................................173
2.12.1 Avaliação Docente...........................................................................................................173
2.12.2 Avaliação do Ensino-Aprendizagem .................................................................................173
[Link] Revisão de Prova .........................................................................................................174
[Link] Frequência....................................................................................................................175
[Link] Exceções ......................................................................................................................175
2.12.3 Coerência do Sistema de Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem .........................176
2.13. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso ............................................................................ 176
2.13.1. Avaliação semestral..........................................................................................................177
2.13.2. Avaliação do corpo discente sobre o curso ......................................................................178
2.13.3. A avaliação do corpo docente sobre o curso ....................................................................178
2.13.4. A avaliação do corpo técnico-administrativo educacional ...............................................178
2.14. Pesquisa, Extensão e Inovação Tecnológica. ......................................................................... 180
2.14.1 Apoio à Participação em Atividades de Iniciação Científica ............................................180
2.14.2 Programas de Iniciação Científica .....................................................................................181
3. RECURSOS HUMANOS .............................................................................................................. 181
3.1 Direção do Isco ......................................................................................................................... 181
3.2 Secretaria Acadêmica do Isco ...................................................................................................181
3.3 Secretaria Administrativa do Isco.............................................................................................181
3.4 Secretaria Técnica do Isco........................................................................................................182
3.5 Conselho do Isco.......................................................................................................................182
3.6 Colegiado de Farmácia..............................................................................................................182
3.7 Núcleo Docente Estruturante do Curso de Farmácia................................................................183
3.8 Comissão de Monitoria do Isco ...................................................... Erro! Indicador não definido.
3.9 Comitê de Mobilidade Acadêmica Externa do Isco..................................................................183
3.10 Núcleo de Estágios do Isco .....................................................................................................183
3.11 Docentes.................................................................................................................................. 184
[Link]......................................................................................................................186
4.1 Instalações Gerais ..................................................................................................................... 186
4.2 Instalações Administrativas e Salas dos Professores ................................................................ 186
4.3 Salas de Aula ............................................................................................................................ 187
4.4 Laboratórios .............................................................................................................................. 187
4.5. Propostas de Laboratórios Para Construção: ........................................................................... 190
5. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................. 191
Anexo I................................................................................................................................................. 194
Anexo II ............................................................................................................................................... 196
Anexo III .............................................................................................................................................. 203
1 INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS

1.1 MANTENEDORA

Mantenedora: Ministério da Educação

CNPJ: 00.394.445/0003-65

End.: Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Ed. Sede e Anexos n. s/n

Bairro: Cidade: Brasília CEP: 70.047.903 UF DF

Fone: Fax:

E-mail:

1.2. MANTIDA

1.2.1. Identificação

Mantida: Universidade Federal do Oeste do Pará

End.: Rua Vera Paz n. s/n

Bairro: Salé Santarém 68135-110 Pará


Cidade CEP UF

Telefone: (93) 2101-4911 (93) 2101-4912


Fax:

E-mail: gabineteufopa@[Link]

Site: [Link]

4
1.2.2. Atos Legais de Constituição

Dados de Credenciamento

Documento/Nº: Lei 12.085, de 06 de novembro de 2009

Data Documento: 05 de novembro de 2009

Data de Publicação: 06 de novembro de 2009

1.2.3. Dirigente Principal da Mantida

Cargo Reitora

Nome: Raimunda Nonata Monteiro da Silva

CPF: 166.190.992-20

Telefone: (93) 2101-6506 Fax: (93) 2101-6520

E-mail: gabineteufopa@[Link]

1.2.4. Dirigentes da Universidade Federal do Oeste do Pará

Reitor: Raimunda Nonata Monteiro da Silva

Vice-Reitor: Anselmo Alencar Colares

Presidente do Conselho Superior: Raimunda Nonata Monteiro da Silva

Pró-Reitor de Ensino de Graduação: Maria de Fátima de Sousa Lima

Pró-Reitor de Planejamento Institucional: Clodoaldo Alcino Andrade dos Santos

Pró-Reitor de Administração: Geany Cleide Carvalho Martins

Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica: Sérgio de Melo

Pró-reitor de Comunidade, Cultura e Extensão: Thiago Almeida Vieira

Pró-Reitor de Gestão de Pessoas: Milton Renato da Silva Melo

5
Pró-Reitor de Gestão Estudantil: Raimundo Valdomiro de Sousa

Coordenador do Curso de Farmácia: Wilson Sabino

1.3. Histórico da Universidade Federal do Oeste do Pará

A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) foi criada pela Lei nº 12.085, de 5 de
novembro de 2009, sancionada pelo Presidente da República em Exercício José Gomes Alencar da
Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 6 de novembro de 2009. É uma instituição
de natureza jurídica autárquica, vinculada ao Ministério da Educação (Mec), com o objetivo de
ministrar o ensino superior, desenvolver pesquisas nas diversas áreas do conhecimento e promover
a extensão universitária. É a primeira instituição federal de ensino superior com sede no interior da
Amazônia brasileira, cuja sede está localizada na cidade de Santarém-Pará, terceira maior
população do Estado.

É uma universidade multicampi, além de Santarém, foi pactuado com o Mec a implantação de
campus nos municípios de Alenquer, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná. Em
Santarém, existe o Campus Rondon, antigo campus da UFPA e a Campus Tapajós, antigo Núcleo
Interinstitucional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (NDSA), onde funcionava a
Unidade Descentralizada da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra Tapajós) e o Campus
Amazônia, localizado em espaço alugado.

A história da Ufopa inicia com o processo de interiorização dos cursos de graduação da


Universidade Federal do Pará (UFPA) em Santarém, efetivamente em 1971, pelo Núcleo de
Educação da Universidade Federal do Pará, criado em 14 de outubro de 1970 (Resolução n°
39/1970 – Consep–UFPA). Inicialmente, foram ofertados cursos de licenciaturas de curta duração,
no período de 1971 a 1973, cujas atividades de ensino foram desenvolvidas na Escola Estadual de
Ensino Médio Álvaro Adolfo da Silveira.

O Núcleo de Educação foi reativado em 1980, proporcionando que, no período de 1980 a


1983, fossem realizados novos cursos de licenciatura de curta duração e cursos de complementação
de estudos para os professores da rede básica de ensino que já possuíssem a licenciatura de curta
duração. Posteriormente, um convênio realizado entre a UFPA e a Superintendência de
Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) – em 1983 – possibilitou o início do curso de Licenciatura
Plena em Pedagogia. As atividades referentes a este curso foram desenvolvidas na Escola Municipal
Everaldo de Souza Martins, cedida à UFPA pela Prefeitura Municipal de Santarém, onde hoje
funciona a Unidade Rondon da Ufopa.

6
Em janeiro de 1987 a UFPA começou o processo de interiorização por meio de 8 (oito)
campus universitários em municípios considerados polos de desenvolvimento do Pará: Abaetetuba,
Altamira, Bragança, Cametá, Castanhal, Marabá, Santarém e Soure. Em cada um deles foram
implantados cinco cursos de Licenciatura Plena – Matemática, Letras, Geografia, História e
Pedagogia –, todos iniciados em janeiro de 1987. Estabeleceu-se também que os campi teriam como
abrangência os 143 (cento e quarenta e três) municípios paraenses. Todos os campi da UFPA foram
criados na expectativa de, no futuro, serem transformados em Universidades. Além disso, os cursos
lá disponíveis inicialmente funcionavam no período intervalar, com os professores sendo
deslocados do campus de Belém.

Com a finalidade de dar um caráter permanente às ações da UFPA no município de Santarém,


no princípio da década de 90, deu-se início à implantação de cursos em caráter permanente, com
corpo docente próprio.

Em 2000, foi elaborado um projeto de transformação do Campus Universitário da UFPA em


Santarém no Centro Universitário Federal do Tapajós, como estratégia para criação da Universidade
Federal do Tapajós.

No ano de 2003 começou o processo de interiorização da Ufra com a criação da Unidade


Descentraliza do Tapajós (Ufra Tapajós). O Campus da Ufra Tapajós começou a funcionar nas
instalações do Centro de Tecnologia Madeireira (CTM) da Superintendência de Desenvolvimento
da Amazônia (Sudam), o qual em 20/12/2005 passou a ser denominado de NDSA.

Em 2006, foi apresentado um Projeto Legislativo no Senado Federal, com o objetivo de criar
duas Universidades Federais nos Estado do Pará, sendo uma com sede em Santarém e outra com
sede em Marabá.

Em solenidade comemorativa aos 50 anos da Universidade Federal do Pará, ocorrida no


Teatro da Paz em Belém-Pará, em 2 de julho de 2007, o então Reitor Alex Fiúza de Melo entregou
ao Ministro da Educação Fernando Haddad o projeto de criação e implantação da Universidade
Federal do Oeste do Pará. Posteriormente, os Ministros da Educação Fernando Haddad e do
Planejamento Paulo Bernardo da Silva encaminharam a Exposição de Motivos Interministerial nº
332/2007/MP/Mec ao Exmo. Senhor Presidente da República em 11 de dezembro de 2007. Isso
possibilitou que, em fevereiro de 2008, o Projeto de Lei - PL 2879/2008 propondo a Criação da
Ufopa fosse enviado ao Congresso Nacional.

7
A Sesu/Mec instituiu a Comissão de Implantação da Ufopa, pela Portaria nº 410, de 3 de
junho de 2008, com a finalidade de realizar estudos e atividades para o planejamento institucional, a
organização da estrutura acadêmica e curricular, administração de pessoal, patrimônio, orçamento e
finanças, visando atender os objetivos previstos no Projeto de Lei n° 2879/2008. O Ministro da
Educação instalou a comissão e empossou o seu presidente, Prof. Dr. José Seixas Lourenço, no dia
4 de julho de 2008.

Nesta mesma data, foi instituído um Conselho Consultivo integrado pelo Governo do Estado
do Pará (Vice-Governador, Sedect, Fapespa, Seduc, Sepaq, Sids e Ideflor), Superintendência de
Desenvolvimento da Amazônia – Sudam, Banco da Amazônia, UFPA, Ufra e Prefeitura Municipal
de Santarém, que prestou primoroso apoio à Comissão de Implantação.

Durante todo o processo de implantação da Ufopa, foi realizada uma ampla discussão com a
comunidade acadêmica local e regional, dentre as quais destacamos os Seminários realizados em
Santarém, nos dias 14 e 15 de agosto de 2008, denominados “Pensando em uma Nova
Universidade, modelos inovadores de formação de recursos humanos” e “Santarém: Polo de
Conhecimento, Catalisador do Desenvolvimento Regional”. Participaram desse Seminário Reitores
e Dirigentes das mais destacadas instituições de ensino e pesquisa do país, dirigentes da Secretaria
de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/Mec), Coordenação de Aperfeiçoamento de
Ensino Superior (Capes/Mec), Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Sociedade Brasileira para o
Progresso da Ciência (SBPC), Academia Brasileira de Ciências (ABC), Governo do Estado do Pará,
Prefeitura Municipal de Santarém, docentes, técnicos administrativos e discentes.

Os resultados dessas discussões foram sintetizados no Projeto de Implantação (1ª Edição) da


Universidade Federal da Integração Amazônica (Uniam), entregue ao Ministro da Educação
Fernando Haddad, em dezembro de 2008, em Belém–Pará. Esse projeto, além de propor a mudança
de nome da Universidade, apresentou uma arquitetura administrativa e acadêmica inovadora,
flexível, interdisciplinar, empreendedora, eficiente, integrando sociedade, natureza e
desenvolvimento.

Em 5 de dezembro de 2009, sob a presidência do Reitor da Universidade Federal do Pará,


instituição tutora da Ufopa, foi instalado o Conselho Consultivo da Ufopa com finalidade de manter
um canal de comunicação com a sociedade.

Atualmente, a Universidade possui 5.484 (cinco mil, quatrocentos e oitenta e quatro) alunos
de graduação matriculados, dos quais 161 (cento e sessenta e um) são alunos oriundos da UFPA e

8
da Ufra, vinculados ainda ao antigo modelo acadêmico; 4.255 (quatro mil, duzentos e cinquenta e
cinco) são alunos que já ingressaram no novo modelo acadêmico, via Enem ou Programa de Ação
Afirmativa, que permite o acesso de indígenas ao ensino superior por um processo seletivo especial;
e 1.229 (mil duzentos e vinte e nove) alunos vinculados ao Parfor. Na pós-graduação, existem 837
(oitocentos e trinta e sete) alunos já matriculados nos cursos de mestrado, especialização e
doutorado.

1.4. Missão Institucional

Socializar e produzir conhecimentos, contribuindo para a cidadania, inovação e


desenvolvimento na Amazônia.

1.5. Visão Institucional

Ser referência na formação interdisciplinar para integrar sociedade, natureza e


desenvolvimento.

1.6. Princípios Norteadores

São princípios da formação na Universidade Oeste do Pará:

- Formação em ciclos;

- Interdisciplinaridade;

- Flexibilidade curricular;

- Mobilidade acadêmica;

- Educação continuada;

2. INFORMAÇÕES DO CURSO

2.1. DADOS GERAIS DO CURSO

Endereço de oferta do curso Av. Mendonça Furtado, nº 2946 – Bairro de Fátima

Denominação do Curso Bacharelado em Farmácia

Integral Matutino Vespertino Noturno Totais


Turno de funcionamento/n. de
vagas anuais
40 40

9
Modalidade Presencial

Regime de matrícula Semestral

Carga Horária Total Tempo Mínimo Tempo Máximo


Duração do curso
(Horas)
4.600 10 (dez) semestres 15 (quinze) semestres

2.2. JUSTIFICATIVA

A região Oeste do Pará é atualmente foco de muitos interesses e ações de diferentes atores nas
escalas local, regional, nacional e global. A região possui inúmeras características que a diferencia
das demais regiões do país, tanto no que diz respeito a aspectos socioeconômicos e demográficos
como ambientais e geográficos. Dentre essas particularidades destacam-se a baixa densidade
demográfica e distribuição desigual da população e da renda, hábitos de consumo e cultura
diversificados, tudo associado a uma gigantesca biodiversidade.
Baseado neste contexto, surge dentro da Ufopa, a necessidade de um espaço voltado para o
enfrentamento das necessidades de saúde da população, permeado por alguns marcos conceituais
importantes dentro da Saúde Coletiva, como o cruzamento entre os diferentes saberes e práticas da
população, a ênfase na integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (Sus), a superação do
biologicismo e do modelo clínico hegemônico, assim como, a valorização social, a convivência e a
formação de laços entre a população e os profissionais da saúde e o estabelecimento de uma atenção
básica voltada para a lógica do cuidado e não da doença, contrariando a medicalização e o “mercado
da cura”. Dentro dessa perspectiva, foi criado o Instituto de Saúde Coletiva (Isco) com o objetivo de
promover uma formação de recursos humanos qualificados no interior da Amazônia mais
precisamente no Oeste do Pará, e contribuir para a melhoria da qualidade de vida local.
O Curso de Farmácia da Ufopa orienta-se pela concepção de um profissional que atenda às
demandas da região Oeste do Estado do Pará. Fundamentados no conceito de Diretrizes
Curriculares para os Cursos da área de saúde, objetiva-se delinear uma estrutura formativa que
conduza ao desenvolvimento das competências e habilidades profissionais que atendem as
demandas regionais e impulsione seu desenvolvimento, ou seja, um profissional farmacêutico
competente técnica, científica e socialmente comprometido com a prevenção e promoção da saúde
da população. Tal concepção associada aos princípios propostos na Política Nacional de
Medicamentos, articulada como suporte a garantia da Assistência Farmacêutica para toda a

10
população, evidenciaram a estruturação do currículo mínimo, que atenda o estabelecido pela
Resolução CNE/CES 2, de 19 de Fevereiro de 2002 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
do Curso de Graduação em Farmácia. O profissional formado em Farmácia pela Ufopa encontrará
um vasto campo de atividades presentes no Estado do Pará, particularmente na Região Oeste.
Existe, portanto, demanda de profissionais qualificados em empresas públicas e privadas, além
daqueles capacitados para gerir seus próprios empreendimentos. Ademais, a grande biodiversidade
presente em nossa região, contribuirá para o ensino, pesquisa e extensão, onde será dado ênfase a
utilização de produtos naturais, etnofarmacologia e fitoterapia, sem prejuízos do caráter generalista
do profissional farmacêutico a ser formado por esta universidade.
Atendendo aos princípios da flexibilização curricular, o currículo do curso contempla um
ciclo de disciplinas de Formação Interdisciplinar I e um ciclo de disciplinas de Formação
Específica, Formação Interdisciplinar II, composto por atividades obrigatórias e optativas.
Na Formação Específica, as atividades acadêmicas obrigatórias estão subdivididas de forma a
permitir a valorização de grandes áreas do conhecimento farmacêutico, com maior igualdade de
pesos entre estas, integrando os conteúdos básicos, de formação geral e profissionalizante. Desse
modo será permitido ao acadêmico vivenciar os conteúdos programáticos de forma integrada,
estimulando seu desenvolvimento e o aperfeiçoamento de habilidades individuais. Já as disciplinas
optativas pertencentes a esse ciclo, possibilitam ao discente um aprofundamento nas questões
referentes à sua área de maior interesse.

2.3. Concepção do Curso


No Brasil, como em todas as demais partes do mundo, a Farmácia iniciou-se nas Faculdades
de Medicina. Por muito tempo, foi facultado ao médico o exercício das atividades farmacêuticas,
bastando para isto uma prova de qualificação na matéria de manipulação galênica. A evolução das
Ciências Farmacêuticas se deu gradativamente, e o profissional farmacêutico é hoje reconhecido no
mundo todo como um profissional de renomado saber, detentor de conhecimentos técnicos e
científicos e ao qual se atribui um papel fundamental na promoção de saúde.
Em 1960, o País contava com 21 cursos; de 1960 a 1990, portanto em 30 anos, entraram em
funcionamento mais de 31 cursos, perfazendo um total de 52 cursos de farmácia. De 1996 a 2006,
portanto em dez anos, surgiram 186 novos cursos, atingindo a casa de 274 cursos e, nos dois
últimos anos, de 2006 a março de 2008, foram autorizados outros 32, o que dá um total de 306
cursos de farmácia no País.
O setor privado no Brasil, que oferece cursos de graduação em Farmácia, é muito maior do
que o público. Isto é preocupante, na medida em que as instituições privadas são as que têm o maior

11
número de alunos com poder aquisitivo mais baixo, tendo em vista que os alunos não tiveram
condição de frequentar cursos de primeiro e segundo graus de qualidade e não conseguem muitas
vezes ingressar na universidade pública, onde a concorrência é muito maior. As instituições
privadas estão entre as que apresentam o menor número de carga horária total do curso e muitas
vezes com deficiência de conteúdos profissionalizantes que influenciam diretamente na formação
do profissional e na preparação do mesmo para enfrentar o mundo do trabalho. Além disso, também
têm menor número de professores fazendo parte do quadro docente, em relação às instituições
públicas.
De acordo com dados levantados pelo Cadastro Nacional da Educação Superior (Inep/Mec),
há uma grande diferença entre o número de cursos de Farmácia nas diferentes regiões do Brasil. É
notório que as regiões sudeste e sul, onde se concentram o maior poder aquisitivo e a maior renda
per capta, contam com o maior número de cursos de Farmácia, respectivamente, 161 (53%) e 61
(30%), a região norte tem apenas 15 (5%), o que corresponde ao menor número do País.
No Brasil, a valorização deste profissional diferenciado vem se fortalecendo através de
diversas medidas. Várias resoluções assinadas pelo Conselho de Classe vêm contribuindo para o
aprimoramento das atividades do farmacêutico1, e o exercício da profissão farmacêutica é
regulamentado pela Lei Federal nº 003820, de 11/11/1960, e pelo Decreto Federal nº 085878, de
07/04/1981, que a regulamenta.

2.3.1.- Contexto educacional: Articulação entre os campos do saber


Na prática pedagógica atual, onde a lógica disciplinar ainda é constante, surge a necessidade
da articulação entre os vários campos de saber para a melhor compreensão de uma problemática,
nesse contexto, a interdisciplinaridade busca respostas aos limites do conhecimento simplificador,
dicotômico e disciplinar, passando a ser um modo inovador na produção de conhecimento
(PHILIPPI Jr.e NETO, 2011) e uma exigência dos currículos contemporâneos em todos os níveis,
etapas e modalidades educacionais.
Atualmente há a necessidade que os alunos se ajustem às novas demandas de aprendizagem
que a sociedade do conhecimento impõe, como lidar com a complexidade, por exemplo. É saber
lidar constantemente com a dúvida e estar em permanente reconstrução. Pode-se dizer que o mundo
atravessa por um momento de mudanças e apela por novos paradigmas, novas formas de pensar, de
fazer pesquisa, mas sobretudo, por novas formas de ensino. (PHILIPPI Jr.e NETO, 2011).
Para uma educação interdisciplinar é importante que sejam resgatados os diversos conteúdos

1
Conselho Federal de Farmácia. http: [Link]

12
educativos esquecidos ao longo dos tempos pelos currículos, os diferentes métodos e contextos
culturais, as redes de comunicação e a distribuição dos espaços e tempos educativos, assim como, o
planejamento pedagógico e didático. É importante uma educação que construa uma metodologia
ativa e considere o conhecimento como uma ação incorporada (MATURANA, 1997) e não como
um simples armazenamento de idéias. Acima de tudo, uma educação que ensine a pensar, e a pensar
sobre o já pensado, aprendendo a aprender e forme não somente profissionais, mas cidadãos que
estejam abertos às diferenças, ao diálogo e ao desconhecido (PHILIPPI Jr.e NETO, 2011).

2.3.2.- Pedagogia da autonomia: Paulo Freire*


A Pedagogia da Autonomia resulta da convergência de distintas fontes teóricas, a partir de
concepções do processo pedagógico como prática ativa de ensino-aprendizagem, oriundas
principalmente da escola filosófica do pragmatismo. Em sua versão politicamente mais articulada,
formulada na segunda metade do Século XX por Paulo Freire, já sob forte influência da
fenomenologia, essa abordagem compreende uma perspectiva contextual aplicada à alfabetização e
níveis fundamentais de educação.
O pensamento de Paulo Freire2 parte do princípio de que, nas sociedades modernas, a
educação assume duas funções sociais antagônicas e contraditórias: educação para a libertação ou
para a domesticação. Esse entendimento resulta de outros dualismos que fundamentam a
perspectiva freireana da educação popular, como sabedoria popular versus conhecimento científico
ou estado versus sociedade civil. Distanciando-se da filosofia pragmatista, Freire valoriza o
conceito e a prática do diálogo e reflexão como mediação para atenuar esse dualismo, em direção a
uma reconciliação ou síntese.
A partir da década de 1980, a ênfase do pensamento freireano transfere-se para as
pedagogias participativas ou ativas como metodologia dialética de ação e reflexão – em outras
palavras, uma práxis visando à transformação do sujeito humano. Trata-se de uma reflexão crítica
sobre a relação entre educadores e educandos como sujeitos autônomos e corresponsáveis. Freire
enfatiza práticas pedagógicas orientadas por uma postura política de humanismo crítico e de ética

* Este subcapítulo, que trata da Pedagogia da autonomia de Paulo Freire, tem como referência o Plano Orientador da
Universidade Federal do Sul da Bahia. O mesmo conta com a devida autorização de seu Reitor Prof. Dr. Naomar
Monteiro de Almeida Filho e da Prof. Dra. Denise Coutinho.
2
Sintetizado em duas obras principais: FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1967; FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1970.

13
universalista, com o objetivo de desenvolver autonomia, competência e capacidade crítica num
contexto de valorização da cultura.3
Nesse foco, educação não significa mero conjunto de atos de transmissão de conhecimentos,
mas sim criação de oportunidades para a construção coletiva de saberes. Ensinar-aprender conforma
um processo socialmente construído de práticas de formação, nas quais o educando se torna sujeito
de seu conhecimento e, em ações mediadas pelo educador, ambas as partes aprendem. Mas a
autonomia plena não faz do espaço pedagógico um lugar de permissividade; pelo contrário, no
registro da autonomia o professor orienta e coordena atividades, criando condições para a prática
educativa se efetivar, estimulando em seus estudantes responsabilidade e consciência crítica.
Não obstante o potencial do seu vigoroso pensamento político, pouco se pode encontrar na
literatura especializada em relação à aplicabilidade da criativa metodologia pedagógica de Freire à
Educação Superior. Apesar disso, a proposição de educação para adultos de Paulo Freire traz uma
contribuição implícita de grande potencial. Neste caso, deve-se observar, nos modelos pedagógicos
propostos e desenvolvidos, uma preocupação radical com a autonomia dos sujeitos num processo
educativo contextualizado.

2.4. Objetivos do Curso

2.4.1. Objetivo Geral


O curso de Farmácia tem como objetivo geral a formar profissionais Farmacêuticos, com
formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à
saúde, com base no rigor científico. Profissionais capacitados ao exercício de atividades referentes
aos fármacos e medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas e ao controle, produção e análise
de alimentos, pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e
econômica de nossa região, direcionando sua atuação para a transformação da realidade em
benefício da sociedade; integrando as ciências exatas, biológicas, biotecnológicas, da saúde,
humanas e sociais. Assim, despertando, já nos primeiros períodos do Programa Curricular, o
interesse para o empreendedorismo, desenvolvimento de competências e habilidades gerais,
recebendo informações sobre os princípios e fundamentos da profissão, ressaltando sua
importância, a responsabilidade do papel social e o compromisso com a cidadania.

3
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

14
2.4.2. Objetivos Específicos
O curso de Farmácia tem como objetivos específicos formar farmacêuticos capazes de:
a) Elaborar estudos e projetos, relativos a instalações industriais, linhas de processamento,
equipamentos e processos tecnológicos para a industrialização das matérias-primas naturais de
origem vegetal, animal ou microbiológica.
b) Participar da administração, direção e fiscalização de instalações fabris encarregadas das
atividades de transformação, preservação, armazenamento, transporte e comercialização de
produtos naturais e seus derivados.
c) Produção e Desenvolvimento novos produtos farmacêuticos baseados na Biodiversidade
Amazônica (Flora e Fauna, inclusive a Microbiológica), corantes naturais, substâncias medicinais
ou tóxicas de plantas e produtos derivados de microorganismos, subprodutos da pecuária, pesca e
cereais, madeiras e sementes oleaginosas e seus derivados e ainda no tratamento de resíduos
industriais entre outras;
d) Formar profissionais farmacêuticos comprometidos em desenvolver ações de prevenção,
promoção, proteção e reabilitação da saúde tanto em nível individual quanto coletivo.
e) Formar profissionais capacitados para atuar no na região oeste do estado do Pará para
atender a demanda da falta desses profissionais na região.

2.5. Perfil Profissional do Egresso


O Curso de Graduação em Farmácia da Ufopa fundamenta-se na Resolução CNE/CES 2, de
19 de Fevereiro de 2002 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Farmácia para estabelecer perfil profissional do egresso, que deverá ter uma formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor
científico e intelectual. Capacitado ao exercício de atividades referentes aos fármacos e aos
medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas e ao controle, produção e análise de alimentos,
pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica da região
Oeste do Estado do Pará, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da
sociedade. Este profissional deverá ter um sólido conhecimento científico e técnico para garantir
sua integração plena ao mercado de trabalho, acompanhando os avanços em sua área específica a
fim de manter-se sempre atualizado, levando em conta o processo contínuo da educação. Deve
ainda demonstrar autonomia e capacidade de responder às demandas sociais.
O Farmacêutico egresso da Ufopa será, dotado de conhecimentos necessários ao exercício
de atribuições profissionais das quais se destacam:

15
a) Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem
estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde
tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua
prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema
de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de
procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro
dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que
a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a
resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo.
b) Pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos, fitoterápicos, fitofármacos,
cosméticos, nutracêuticos e insumos para alimentos funcionais baseados nos produtos
naturais da biodiversidade amazônica.
c) Avaliação, formulação, produção, armazenamento, controle e garantia de qualidade de
produtos farmacêuticos, tais como insumos e biofármacos (de origem biotecnológica,
sintética ou natural), cosméticos e cosmecêuticos, saneantes e domissaneantes e
correlatos, nutracêuticos e alimentos funcionais, de formas e produtos farmacêuticos e
tecnologias aplicadas à área da saúde, dentre outros;
d) Na atuação multiprofissional atuando no planejamento, administração e gestão de
serviços e setores de atuação farmacêuticos, cosméticas, análises clínicas e alimentos.
e) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na
capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da
força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas.
Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar,
sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas.

2.6. Competências e Habilidades


De acordo com a Resolução CNE/CES N°.2, de 19 de Fevereiro de 2002, em seu artigo 4°, a
formação do Farmacêutico tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para
o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I – Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar
aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde tanto em nível
individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma
integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar
criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os

16
profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se
encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível
individual como coletivo;
II – Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na
capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de
trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os
mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas
mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
III – Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde
e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de
escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação
e informação;
IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão
estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade.
A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões,
comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
V - Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas,
fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e
de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores,
empregadores ou lideranças na equipe de saúde;
VI - Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente,
tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem
aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o
treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que
haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive,
estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico-profissional, a formação e a cooperação
através de redes nacionais e internacionais.
O Artigo 5° da Resolução CNE/CES N°. 2/2002 diz que a formação do Farmacêutico tem por
objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes
competências e habilidades específicas:
I - respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;

17
II - atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção,
manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o
ser humano, respeitando-o e valorizando-o;
III - atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema
produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética;
IV - reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a
integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços
preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de
complexidade do sistema;
V - exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma
forma de participação e contribuição social;
VI - conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e
científicos;
VII - desenvolver assistência farmacêutica individual e coletiva;
VIII - atuar na pesquisa, desenvolvimento, seleção, manipulação, produção, armazenamento e
controle de qualidade de insumos, fármacos, sintéticos, recombinantes e naturais, medicamentos,
cosméticos, saneantes e domissaneantes e correlatos;
IX - atuar em órgãos de regulamentação e fiscalização do exercício profissional e de
aprovação, registro e controle de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e
correlatos;
X - atuar na avaliação toxicológica de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes,
correlatos e alimentos;
XI - realizar, interpretar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por
análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos e
histoquímicos, biologia molecular, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de
qualidade e normas de segurança;
XII - realizar procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises
laboratoriais e toxicológicas;
XIII - avaliar a interferência de medicamentos, alimentos e outros interferentes em exames
laboratoriais;
XIV - avaliar as interações medicamento/medicamento e alimento/medicamento;
XV - exercer a farmacoepidemiologia;
XVI - exercer a dispensação e administração de nutracêuticos e de alimentos de uso integral e
parenteral;

18
XVII - atuar no planejamento, administração e gestão de serviços farmacêuticos, incluindo
registro, autorização de produção, distribuição e comercialização de medicamentos, cosméticos,
saneantes, domissaneantes e correlatos;
XVIII - atuar no desenvolvimento e operação de sistemas de informação farmacológica e
toxicológica para pacientes, equipes de saúde, instituições e comunidades;
XIX - interpretar e avaliar prescrições;
XX - atuar na dispensação de medicamentos e correlatos;
XXI - participar na formulação das políticas de medicamentos e de assistência farmacêutica;
XXII - formular e produzir medicamentos e cosméticos em qualquer escala;
XXIII - atuar na promoção e gerenciamento do uso correto e racional de medicamentos, em
todos os níveis do sistema de saúde, tanto no âmbito do setor público como do privado;
XXIV - desenvolver atividades de garantia da qualidade de medicamentos, cosméticos,
processos e serviços onde atue o farmacêutico;
XXV - realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se
tecnicamente por análises de alimentos, de nutracêuticos, de alimentos de uso enteral e parenteral,
suplementos alimentares, desde a obtenção das matérias primas até o consumo;
XXVI - atuar na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de
produtos obtidos por biotecnologia;
XXVII - realizar análises físico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do
meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto;
XXVIII - atuar na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de
hemocomponentes e hemoderivados, incluindo realização, interpretação de exames e
responsabilidade técnica de serviços de hemoterapia;
XXIX - exercer atenção farmacêutica individual e coletiva na área das análises clínicas e
toxicológicas;
XXX - gerenciar laboratórios de análises clínicas e toxicológicas;
XXXI - atuar na seleção, desenvolvimento e controle de qualidade de metodologias, de
reativos, reagentes e equipamentos.
Parágrafo único. A formação do Farmacêutico deverá contemplar as necessidades sociais da
saúde, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra-
referência e o trabalho em equipe, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).

19
2.7. Organização Curricular

2.7.1 Considerações iniciais


A duração prevista para o curso de Farmácia é de no mínimo 5 anos, de acordo com a
Resolução (CNE/CES) Nº4, de 06 de Abril de 2009. Para obter o título de Farmacêutico, o
acadêmico deverá cumprir um total de 4.600 horas relativas ao currículo pleno proposto, incluindo
as destinadas ao cumprimento de Atividades Acadêmicas Complementares.
O Currículo está organizado para ser desenvolvido em dez períodos semestrais. As atividades
acadêmicas do plano de estudo estão dispostas em forma sequencial, com a necessária flexibilidade
para adequar-se às necessidades regionais, com seus problemas específicos. As disciplinas serão
ministradas em aulas teóricas e práticas, que serão realizadas em laboratórios próprios, nas Estações
Experimentais da Ufopa ou em empresas e propriedades públicas ou particulares da região.
O Currículo é composto ainda, por uma gama diversificada de atividades acadêmicas como
iniciação à pesquisa (Metodologia Científica) e extensão, participação em eventos, discussões
temáticas, visitas técnicas, dias de campo e seminários, entre outras.
Atendendo aos princípios da flexibilização curricular, o currículo do curso contempla um
ciclo de disciplinas de Formação Interdisciplinar (CFI) e um ciclo de disciplinas de Formação
Específica. Nesta formação, as atividades acadêmicas obrigatórias estão subdivididas de forma a
permitir a valorização de grandes áreas do conhecimento farmacêutico, com maior igualdade de
pesos entre estas, integrando os conteúdos básicos, de formação geral e profissionalizante. Desse
modo será permitido ao acadêmico vivenciar os conteúdos programáticos de forma integrada,
estimulando seu desenvolvimento e o aperfeiçoamento de habilidades individuais.

[Link] Funcionamento do curso


O Curso de Farmácia será coordenado por uma Comissão Colegiada, constituída pelo
Coordenador, Coordenador-Adjunto, dois representantes docentes e um representante discente.

[Link] Forma de acesso ao curso


O ingresso do discente ocorre por meio de processo seletivo, regulamentado em edital
publicado anualmente pela Reitoria da Ufopa. A inscrição para o Processo Seletivo da Ufopa
implica necessariamente ter havido prévia inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio - Enem.
O 1° e o 2° semestre denominado Formação Interdisciplinar I e II, é comum e obrigatório a todos os
ingressantes em nível de graduação na área da saúde.

20
[Link] Atividades acadêmicas para a integralização do curso

Os conteúdos curriculares do Curso estão distribuídos em dois ciclos, sendo o primeiro,


dividido por duas formações interdisciplinares, que totalizam 740 horas: a Formação Graduada
Geral, que consiste na Formação Interdisciplinar Comum a todos os cursos mais a Formação
Interdisciplinar do Instituto de Saúde Coletiva, e por conseguinte, a Formação Graduada Específica.

[Link].1 Formação Interdisciplinar I [disciplinas comuns a todos os cursos da saúde (360 h)]
Constitui o Ciclo Básico em estudos Amazônicos. Esta etapa é composta por disciplinas que
situam os acadêmicos dentro das discussões sobre o bioma da Amazônia ao mesmo tempo em que
possibilita o embasamento teórico necessário para que os alunos possam seguir desenvolvendo seu
aprendizado ao longo do Curso. É integrado pelas disciplinas Sociedade, Natureza e
Desenvolvimento; Origem e Evolução do Conhecimento; Abordagem Interdisciplinar em Saúde;
Interação na Base Real I; e Seminários Integradores I.

[Link].2. Formação Interdisciplinar II [disciplinas comuns a todos os cursos da saúde (380 h)]
Constituída por disciplinas que contém conteúdo que visam atender às peculiaridades locais e
regionais, o que acaba por caracterizar a própria identidade do Projeto de Desenvolvimento
Institucional.
A Formação Interdisciplinar II será constituída por componentes curriculares obrigatórios,
oferecidos pelo Instituto de Saúde Coletiva, integrado pelos componentes a seguir: Introdução ao
Campo da Saúde; Racionalidade e Educação em Saúde; Saberes e Práticas em Saúde; Antropologia
em Saúde; Ciências Sociais e Humanas em Saúde; e Seminário Integrador II.

[Link].3. Formação Graduada Específica [conteúdos profissionais específicos (3.795 h)]


Constituída por disciplinas que contém conteúdos que visam atender a formação específica,
composto por campos de saber destinados à caracterização da identidade do profissional
farmacêutico (Quadro 2).

[Link] Resumo da Estrutura Curricular

Quadro 01 - Resumo do desenho curricular do Curso de Farmácia (1º ao 10º semestre)

Exigências Hora/Aula

21
Disciplinas Obrigatórias
3390
Disciplinas Optativas 120

TCC 20

Estágio Supervisionado 970

Atividades Complementares 100

TOTAL 4.600

[Link] Componentes Curriculares

Quadro 02 - Matriz Curricular do Curso de Farmácia (1º ao 10º semestre)

1º Período Curricular 2º Período Curricular


Formação Interdisciplinar I Formação Interdisciplinar II

Componente Curricular CH Componente Curricular CH

Origem e Evolução do Conhecimento (OEC) 60 Introdução ao Campo da Saúde 60

Racionalidade em Saúde: Sistema


Sociedade Natureza e Desenvolvimento (SND) 60 Médicos e Práticas Alternativas e 60
Integrativas

Estudos Integrativos da Amazônia (EIA) 60 Saberes e Práticas em Saúde 60

Abordagem Interdisciplinar em Saúde 60 Antropologia em Saúde 60

Seminário Integrador I (SINT I) 20 Ciências Sociais e Humanas em Saúde 30

Interação na Base Real I (IBR I) 60 Seminário Integrador II (SINT II) 20

Interação na Base Real II (IBR II) 60


Atividades Complementares 40
Atividades Complementares 30

Total 360 Total 380

3º Período Curricular 4º Período Curricular

Componente Curricular CH Componente Curricular CH

22
Políticas Públicas de Saúde, Modelos de
60 Epidemiologia 30
Assistência e Gestão à Saúde

Políticas Públicas de Saúde à Populações 30 Bioestatística 30


Vulneráveis

Determinantes Sociais em Saúde e


Interação na Base Real III (IBR III) 60 30
Promoção à saúde

Seminário Integrador III (SINT III) 20 Saúde Ambiental 30

Química Geral 60 Interação na Base Real IV (IBR IV) 60

Química Analítica 60 Seminário Integrador IV (SINT IV) 20

Química Orgânica I 60 Físico-Química 60

Bromatologia e Tecnologia de Alimentos I 60 Química Orgânica II 60

Bioquímica I 60

Fitoquímica 60
Atividades Complementares 30
Bromatologia e Tecnologia de 60
Alimentos II

Total 440 Total 500

5º Período Curricular 6º Período Curricular

Componente Curricular CH Componente Curricular CH

Direito em Saúde 60 Embriologia e Histologia Humana 60

Biofísica 60 Fisiologia Humana 60

Biologia Celular 60 Bacteriologia 60

Botânica 60 Anatomia Humana 60

Genética Humana 60 Hematologia Básica 60

Bioquímica II 60 Virologia 30

Imunologia Básica 60 Optativa I 60

Parasitologia Humana 60 Optativa II 60

23
Total 480 Total 450

7º Período Curricular 8º Período Curricular

Componente Curricular CH Componente Curricular CH

Química Farmacêutica I 60 Farmacologia II 60

Farmacologia I 60 Química Farmacêutica II 60

Toxicologia Geral 60 Farmacotécnica II 60

Farmacotécnica I 60 Assistência Farmacêutica 60

Farmacognosia 60 Adm. e Gestão Farmacêutica 60

Estágio Supervisionado Observacional em


60 Deontologia e Legislação Farmacêutica 60
Farmácia Comunitária

Estágio Supervisionado Observacional em Saúde Controle e Qualidade de Medicamentos


60 60
Pública e Cosméticos

Estágio Supervisionado Observacional


60
em Análises Clínicas
Estágio Supervisionado Observacional em
60
Manipulação
Estágio Supervisionado Observacional
60
em Assistência Farmacêutica

Total 480 Total 540

9º Período Curricular 10º Período Curricular

Componente Curricular CH Componente Curricular CH

Estágio em Atividades Farmacêuticas I


Atenção Farmacêutica 60 100
- Manipulação

Estágio em Atividades Farmacêuticas II


Farmacologia Clínica 60 100
- Farmácia Comunitária

Estágio em Atividades Farmacêuticas


Análises Clinicas I 60 100
III - Farmácia Hospitalar e Clínica

Estágio em Atividades Farmacêuticas


Análises Clínica II 90 100
VI - Análises Clínicas I

Toxicologia Clínica, Forense e Ambiental 60 Estágio em Atividades Farmacêuticas V 100

24
- Análises Clínicas II

Estágio Supervisionado Observacional em


60
Farmácia Hospitalar
Seminário de TCC 20
Estágio Supervisionado Observacional em Atenção Discip
60
Farmacêutica linas
Optati
Total 450 Total 520 vas
para o
Curso
de Farmácia

DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA PERÍODO

Micologia 60 horas 6º semestre

Patologia 60 horas 6º semestre


DISCIPLINAS OPTATIVAS

Libras 60 horas 6º semestre

Fitoterapia 60 horas 6º semestre

Farmácia Social 60 horas 6º semestre

Metodologia da Pesquisa 60 horas 6º semestre

2.8 Ementário e Bibliografias

FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR I

ORIGEM & EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO / OEC


Carga Horária: 60 horas

Introdução ao pensar filosófico e ao desenvolvimento das ciências – em seus aspectos


epistemológicos, teóricos e metodológicos – e promoção da integração do conhecimento e da
construção interdisciplinar; abordagem sobre os saberes da tradição filosófica e das tradições locais;
exame das complementaridades entre o conhecimento científico e das tradições locais bem como as
possibilidades de diálogo entre os saberes.

25
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRANTES, P. C. A ciência moderna e o método experimental. In: Imagens de natureza, imagens
de ciência. Campinas: Papirus, 1998.

BRABO, Jesus de N. Cardoso. Elementos de epistemologia e história da ciência. In: SOUZA, Maria
de Fátima Matos de; MORAIS, Andrei Santos de (orgs.). Origem e Evolução do Conhecimento -
OEC (livro-módulo). Vol. 1. Santarém: UFOPA, 2012.

BRAGA, Tony Marcos Porto. Conhecimento Tradicional: conceitos e definições. In: SOUZA,
Maria de Fátima Matos de; MORAIS, Andrei Santos de (orgs.). Origem e Evolução do
Conhecimento - OEC (livro-módulo). Vol. 1. Santarém: UFOPA, 2012.

DIAS, Elizabeth de Assis. Filosofia da Ciência. In: SOUZA, Maria de Fátima Matos de; MORAIS,
Andrei Santos de (orgs.). Origem e Evolução do Conhecimento - OEC (livro-módulo). Vol. 1.
Santarém: UFOPA, 2012.

EPSTEIN, Richard; CARNIELLI, Walter. As bases fundamentais. In: Pensamento crítico – O poder
da lógica e da argumentação. São Paulo: Editora Rideel, 2010.

KUHN, Thomas S. Sobre a natureza dos paradigmas. In: A tensão essencial. São Paulo: UNESP,
2011.

SANTOS, Boaventura de Sousa. A ecologia dos saberes. In: A gramática do tempo. 2ª ed. São
Paulo, Cortez: 2008.

VARGAS, João Tristan. Pesquisa, reflexão, extensão: tipos de questões. In: SOUZA, Maria de
Fátima Matos de; MORAIS, Andrei Santos de (orgs.). Origem e Evolução do Conhecimento - OEC
(livro-módulo). Vol. 1. Santarém: UFOPA, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a Ciência. 10ª ed. Rio de Janeiro: Espaço e
Tempo/PUC: 2001.

26
BOURDIEU, Pierre. Os usos sociais da ciência: por uma sociologia clínica do campo científico.
São Paulo: UNESP, 2004.

CHALMERS, Alan F. O que é ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.

GLEISER, Marcelo. A dança do Universo. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006.

GRANJER, Gilles. A Ciência e as Ciências. São Paulo: Editora UNESP, 1994.

JAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e Patologia do Saber. RJ: Imago, 1976.

JAPIASSU, Hilton. Introdução ao pensamento epistemológico. 7ª. Ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 1992.

KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 7ª ed. São Paulo: Perspectiva: 2003.

MACHADO, Roberto. Foucault: A ciência e o saber. 4ª. Ed. Rio de Janeiro, Zahar, 2009.
MORIN, Edgar. Saberes Globais e Saberes Locais: o olhar transdisciplinar. Brasília:
CDS/Universidade de Brasília, 2000.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. 7ª ed. São Paulo, Cortês: 2010.

VASCONCELOS, Eduardo Mourão. Complexidade e Pesquisa interdisciplinar: epistemologia e


metodologia operativa. 4ª. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

SOCIEDADE, NATUREZA & DESENVOLVIMENTO (SND)


Carga Horária: 60 horas

Sociedade, diversidade cultural, economia e política. Estado, relações de poder e desenvolvimento.


Relações sociedade-natureza e a questão ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELTRÃO, Jane Felipe; SCHAAN, Denise P.; SILVA, Hilton P. Diversidade Biocultural:
conversas sobre antropologia(s) na Amazônia. IN: VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris Santos

27
(Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de Formação
Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pará: UFOPA, 2010, p. 133-149 (TEXTO N. 06).

CASTRO, Edna. Desenvolvimento e Meio Ambiente. IN: VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris
Santos (Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de
Formação Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pará: UFOPA, 2010, p. 16-41 (TEXTO N. 01).

MOURA, Josilda Rodrigues da Silva de; LIMA, Ivaldo Gonçalves de. Geografia do Brasil. IN:
VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris Santos (Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade,
Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de Formação Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pa: UFOPA,
2010, p. 79-98 (TEXTO N. 03).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVAY, Ricardo. O Capital Social dos Territórios: repensando o desenvolvimento rural.
IN: ECONOMIA APLICADA, n. 2, 2000.

BECKER, Bertha K. Geopolítica da Amazônia. IN: ESTUDOS AVANÇADOS. Vol. 19. N. 53,
2005, p. 71-86. Disponível em: [Link]

BUENO, Eduardo. Brasil: uma história. Cinco séculos de um país em construção. São Paulo,
Editora Leya, 2010.

BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto


Piaget, 2005.

BURSZTYN. Marcel. Políticas Públicas e o desafio das desigualdades regionais. IN: MINISTÉRIO
DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, SECRETARIA DE INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE
DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Ciclo de palestras sobre o desenvolvimento. Brasília, 2000.

BURSZTYN, M.A.A. e BURSZTYN, M. Desenvolvimento sustentável: a biografia de um conceito.


In: NASCIMENTO, E.P. e VIANA, J.N.S. Economia, meio ambiente e comunicação. Rio de
Janeiro, Garamond, 2006.

28
CASTRO, Edna. Políticas de Ordenamento Territorial, Desmatamento e políticas de e dinâmicas de
fronteira. IN: NOVOS CADERNOS DO NAEA/UFPA, v. 10, n. 2, p. 105-126, dez. 2007.

CAVALCANTI, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas.


3ª Edição. São Paulo, SP: Cortez; Recife, PE: Fundação Joaquim Nabuco, 2001.

CECHIN, Andrei. A Natureza como Limite da Economia: a Contribuição de Nicholas Gergescu-


Roegen. São Paulo: Editora Senac São Paulo/ Edusp, 2010.

FOLADORI, Guillermo. Limites do desenvolvimento Sustentável. Tradução de Marise Manoel.


Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2001.

GOMES, Mércio Pereira. Antropologia: ciência do homem: filosofia da cultura. 1a. ed., 3ª
impressão, São Paulo: Contexto, 2010.

LOPES, Alexandre Herculano; CALABRE, Lia (Orgs.). Diversidade cultural brasileira. Rio de
Janeiro, Edições Casa de Rui Barbosa/Ministério da Cultura, 2005.

MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São Paulo,
Contexto, 2009.

MORAES, Antonio Robert. Meio ambiente e Ciências Humanas. São Paulo, SP: Annablume, 2005.

RENTE, Andréa Simone Gomes. Economia e Meio Ambiente: uma discussão introdutória. In:
Revista Perspectiva Amazônica, das Faculdades Integradas do Tapajós – FIT. Ano 1. Vol. 1.
Santarém, PA, Janeiro de 2011, p. 29-40.

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento Includente, Sustentável, Sustentado. Rio de Janeiro, RJ:


Garamond, 2008.

SAID, Edward W. O Papel da Cultura nos Movimentos de Resistência. IN: Cultura e Resistência.
Entrevistas do Intelectual Palestino a David Barsamian. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

29
SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel Cristina de Moura; GUIMARÃES, Leandro Belinaso.
Desenvolvimento Sustentável. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

SENE, E. Globalização e Espaço Geográfico. São Paulo, SP: Contexto, 2004.

SORJ, Bernardo. A Democracia Inesperada: cidadania, direitos humanos e desigualdades sociais.


Rio de Janeiro, RJ: Jorge Zahar Editor, 2004.

STEINBERGER, Marília (Org.). Território, Ambiente e Políticas Públicas Espaciais. Brasília, DF:
Ed. Paralelo 15 e LGE Editora, 2006.

VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.

ESTUDOS INTEGRATIVOS DA AMAZÔNIA / EIA


Carga Horária: 60 horas

Amazônia: conceitos, dimensões e processos que caracterizam a região. Bioma amazônico.


Ecologia, ecossistemas e povos na Amazônia. Interação Homem-Ambiente. Formação histórica,
econômica e social da Amazônia. Conflitos Sociais. Serviços socioambientais da Amazônia.
Economia da Natureza.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Estudos Integrativos da Amazônia (módulo). Santarém: UFOPA.

CAPOBIANCO, J. P; VERÍSSIMO, A.; MOREIRA, A.; SAWYER, D.; SANTOS, I & PINTO, L.
P. (Orgs). Biodiversidade na Amazônia Brasileira: Avaliação de Ações Prioritárias para a
Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios. São Paulo: Estação Liberdade, Instituto
Socioambiental. 540 p, 2001.

SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL. Amazônia: a floresta e o futuro – Origens: formação


geológica, surgimento da floresta e a ocupação humana. Edição nº 1. Revista Duetto.

30
SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL. Amazônia: a floresta e o futuro – Tesouros: biodiversidade,
recursos naturais, minérios e petróleo. Edição nº 2. Revista Duetto.

SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL. Amazônia: a floresta e o futuro – Destinos: desmatamento ou


desenvolvimento sustentável? Edição nº 3. Revista Duetto.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, J.M. As matas de várzea do Mamirauá: Médio rio Solimões. Belém: Sociedade Civil de
Mamirauá. 123p. 2006.

BECKER, B. Amazônia: nova geografia, nova política regional e nova escala de ação. IN: COY,
M.; KOHLHEPP, G. Amazônia sustentável: Desenvolvimento sustentável entre políticas públicas,
estratégias inovadoras e experiências locais, 2005.

BECKER, B.K.. Geopolítica da Amazônia. Estudos Avançados, 19(53): 71-86, 2005.

BECKER, K. B; STENNER, C. Um futuro para a Amazônia. São Paulo: oficina de Textos, 2008.

BENCHIMOL, S. Amazônia formação social e cultural. Manaus: Valer, 2009.

CIÊNCIA & AMBIENTE. Amazônia: economia e políticas públicas. Universidade Federal de


Santa Catarina. Janeiro/Junho, 2006.

CLEMENT, C. R.; VASCONCELOS DA FONSECA, C.R. Biodiversidade amazônica: Valor,


potencialidades e riscos. In: Val, Adalberto L.; Santos, Geraldo M. (Org.). Grupo de Estudos
Estratégicos Amazônicos, Caderno de Debates, Tomo I. INPA, Manaus. pp. 127-152, 2008.

DAVIDSON, Eric A., ARAÚJO, Alessandro C. de, ARTAXO, Paulo. BALCH, Jennifer K.,
BROWN, I. Foster., BUSTAMANTE, Mercedes M. C., COE, Michael T., DEFRIES, Ruth S.,
KELLER, Michael., LONGO, Marcos., MUNGER, J. William., SCHROEDER, Wilfrid.,
SOARES-FILHO, Britaldo S., SOUZA JR, WOFSY, Carlos M. & Steven C.. The Amazon basin in
transition. Nature. Vol 481, 2012.

31
DENYS PEREIRA, D.; SANTOS, D.; VEDOVETO, M.; GUIMARÃES, J.; VERÍSSIMO, A.
Fatos florestais da Amazônia. Imazon, Belém. 124 p, 2010.

DIEGUES, A. C.; ARRUDA, R. S. V. Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil.


FEARNSIDE. Desmatamento na Amazônia: dinâmica, impactos e controle. Acta Amazônica,
36(3): 395 – 400, 2006.

FERREIRA, L.V; VENTICINQUE, E.; ALMEIDA, S. O desmatamento na Amazônia e a


importância das áreas protegidas. Estudos Avançados, 19(53): 157-166, 2005.

FONSECA, O. Pensando a Amazônia. Manaus: Valer, 2011.

LOUREIRO, V. R. A Amazônia no Século XXI: novas formas de desenvolvimento. São Paulo:


Editora Empório do Livro, 2009.

MEIRELLES FILHO, J.C. Livro de ouro da Amazônia. 5. Edição. Ediouro, Rio de Janeiro, 2006.

MIRANDA, E.E. 2007. Quando o Amazonas corria para o Pacífico. 256p. Editora Vozes.

MORAN, E. F. A ecologia humana das populações humanas da Amazônia. Vozes, Petropolis, 1990.

THÉRY, H. Situações da Amazônia no Brasil e no continente. Estudos Avançados, 19(53): 37-49,


2005

TUNDISI, J.G. Exploração do potencial hidrelétrico da Amazônia. Estudos Avançados, 21 (59):


109-117, 2007.

WWF-BRASIL. Amazônia Viva: Uma década de descobertas 1999-2009, 2010.

ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR EM SAÚDE


Carga Horária: 60 horas

O debate sobre os termos interdisciplinaridade, multidisciplinaridade e transdisciplinaridade


associados ao contexto de saúde. Aspectos da atenção integral à saúde a partir de temáticas sociais e

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ambientais relevantes. Estudo da prática interdisciplinar e sua relação com a visão holística do
cuidado integral a saúde. Análise interdisciplinar da saúde coletiva local e regional do baixo
amazonas, e os possíveis pontos de objeto de estudo em pesquisa científica visando transformar a
realidade local.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Fazenda, I.C.A. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: ed Papirus, 6ª ed. 2000.

VILELA, E.M.; Mendes, I.J.M. Interdisciplinaridade e saúde: ade e saúde: estudo bibliográfico.
Rev Latino-am Enfermagem, n 11, v.4, p.525-31, 2003. Disponível on line em:
[Link]

VIEIRA, S.; Hassne, W. S. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier,
2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVARENGA, A. T. de. A Saúde Pública como campo de investigação interdisciplinar e a questão
metodológica. São Paulo: Rev Saude soc., v. 3, n. 2, 1994.

ALVARENGA, A.T. de et al. Congressos Internacionais sobre Transdisciplinaridade: reflexões


sobre emergências e convergências de ideias e ideais na direção de uma nova ciência moderna. São
Paulo: Saúde e Sociedade, vol.14, n.3, p.9-29, 2005. Disponível em pdf no site da revista:
[Link]/saudesociedade.

ALMEIDA, Filho, N. Transdisciplinaridade e o Paradigma Pós-Disciplinar na Saúde. São Paulo:


Saúde e Sociedade, vol. 14, n.3, p.30-50, 2005. Disponível em pdf no site da revista:
[Link]/saudesociedade.

MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. 5ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2005.

PHILIPPI, A. Jr; Tucci, C. E. M.; Hogan, D. J.; Navegantes, R. Interdisciplinaridade em Ciências


Ambientais. São Paulo: Signus Editora, 2000.

33
PHILIPPI, A.; Silva, A.J. Interdisciplinaridade em ciência, tecnologia e inovação. Barueri, SP:
Manole, 2011.

SEMINÁRIO INTEGRADOR I (SINT I)


Carga Horária: 20 horas

A atmosfera, a Terra e seus ambientes: formações e interações. Clima Global e Local. Biosfera,
Biomas e Biodiversidade Amazônica. Interações Aquático-Florestais e Conservação de Bacias
Hidrográficas. Sociedades e Culturas Amazônicas. Fundamentos de Planejamento e Gestão. Gestão
territorial das cidades. Ética, sociedade e cidadania. Legislação e proteção da diversidade ambiental
e cultural. Educação Saúde e Meio Ambiente. Educação Ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELTRÃO, Jane Felipe; SCHAAN, Denise P.; SILVA, Hilton P. Diversidade Biocultural:
conversas sobre antropologia(s) na Amazônia. IN: VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris Santos
(Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de Formação
Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pará: UFOPA, 2010, p. 133-149 (TEXTO N. 06).

CASTRO, Edna. Desenvolvimento e Meio Ambiente. IN: VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris
Santos (Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de
Formação Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pará: UFOPA, 2010, p. 16-41 (TEXTO N. 01).

MOURA, Josilda Rodrigues da Silva de; LIMA, Ivaldo Gonçalves de. Geografia do Brasil. IN:
VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris Santos (Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade,
Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de Formação Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pa: UFOPA,
2010, p. 79-98 (TEXTO N. 03).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVAY, Ricardo. O Capital Social dos Territórios: repensando o desenvolvimento rural.
IN: ECONOMIA APLICADA, n. 2, 2000.

BECKER, Bertha K. Geopolítica da Amazônia. IN: ESTUDOS AVANÇADOS. Vol. 19. N. 53,
2005, p. 71-86. Disponível em: [Link] Acesso em: 25/11/2009.

34
BIELSCHOWSKY, Ricardo. Cinquenta Anos de Pensamento na CEPAL – uma resenha. IN:
BIELSCHOWSKY, Ricardo (Org.). Cinquenta Anos de Pensamento na CEPAL. Vol. 1. Rio de
Janeiro: Ed. Record, 2000.

BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto


Piaget, 2005.

BURZSTYN, M. (Org.). A Difícil Sustentabilidade: política energética e conflitos ambientais. Rio


de. Janeiro, RJ: Garamond, 2001.

BURSZTYN, M.A.A. e BURSZTYN, M. Desenvolvimento sustentável: a biografia de um conceito.


In: NASCIMENTO, E.P. e VIANA, J.N.S. Economia, meio ambiente e comunicação. Rio de
Janeiro, Garamond, 2006.

CAVALCANTI, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas.


3ª Edição. São Paulo, SP: Cortez; Recife, PE: Fundação Joaquim Nabuco, 2001.

DIEGUES, Antonio Carlos. Etnoconservação: novos rumos para a conservação da Natureza. São
Paulo, Editora Hucitec, 2000.

FOLADORI, Guillermo. Limites do desenvolvimento Sustentável. Tradução de Marise Manoel.


Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2001.

IANNI, O. A sociedade global. Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2001.

LEFF, Enrique. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Editora Cortez, 2001.

LOPES, Alexandre Herculano; CALABRE, Lia (Orgs.). Diversidade cultural brasileira. Rio de
Janeiro, Edições Casa de Rui Barbosa/Ministério da Cultura, 2005.

MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São Paulo,
Contexto, 2009.

35
MORAES, Antonio Robert. Meio ambiente e Ciências Humanas. São Paulo, SP: Annablume, 2005.

SAID, Edward W. O Papel da Cultura nos Movimentos de Resistência. IN: Cultura e Resistência.
Entrevistas do Intelectual Palestino a David Barsamian. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel Cristina de Moura; GUIMARÃES, Leandro Belinaso.


Desenvolvimento Sustentável. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2000.

SENE, E. Globalização e Espaço Geográfico. São Paulo, SP: Contexto, 2004.

VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.

INTERAÇÃO NA BASE REAL I (IBR I)


Carga Horária: 60 horas

Definição dos projetos e sua discussão junto aos grupos de alunos analisando a realidade da base
física local nas diversas comunidades; condicionantes sociais do processo saúde-doença e suas
implicações para o estado de bem-estar da população na Amazônia: leituras e preparação dos temas;
abordagens teóricas e métodos de estudo; elaboração do Trabalho Conclusivo da Formação;
comunicação, por meio da exposição de painéis ou comunicações orais referentes aos resultados da
experiência; participação em evento científico; exame das complementaridades entre o
conhecimento científico tradicional e das possibilidades do diálogo dos saberes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

36
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas; amostragens e técnicas de pesquisa; elaboração, análise e interpretação de dados. São
Paulo: Atlas, 1990. [Link].

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Z. M. M. B; SILVA, M. H. G. F. D. Análise qualitativa de dados de entrevista: uma
proposta. Paidéia (Ribeirão Preto), n. 2, p.61-69, 1992.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

FLICK, U. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009.

LENTIN, J. P. Penso, logo me engano: breve história do besteirol científico. São Paulo: Ática,
1997.

NAIR, P.K.R. How (not) to write research papers in agroforestry. Agroforestry systems, v.64, p.5-
16, 2005.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003.

FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR II

INTRODUÇÃO AO CAMPO DA SAÚDE


Carga Horária: 60 horas

Os conceitos de saúde, promoção e vulnerabilidade social. Instituições, níveis organizacionais e


práticas voltadas para a saúde. Principais movimentos organizadores e históricos do campo da
saúde, com ênfase na Reforma Sanitária. Os determinantes de saúde e políticas voltadas para o
atendimento das populações do Baixo Amazonas.

37
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALESSI, G.W.S. Saúde e Trabalho no Sistema Único de Saúde. Rio de Janeiro: Hucitec. 1994.

COHN, A. A saúde como direito e como serviço. São Paulo: Ed Cortez, 6ªed. 2010.

NUNES, E. D. Saúde coletiva: uma história recente de um passado remoto. IN: Campos et al.
(organizadores). Tratado de saúde coletiva. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Ed. Fiocruz,
2006, 19- 36p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SANTOS, I.S.; Ugá, M.A.D. e Porto, S.M. O mix público-privado no Sistema de Saúde Brasileiro:
financiamento, oferta e utilização de serviços de saúde. Ciênc. Saúde coletiva, v.13, n.5, Rio de
Janeiro set./out. 2008.

BUSS, P.M. Uma introdução ao conceito de promoção da saúde. In: Czeresnia, D., Freitas, C. M.
(orgs.) Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003, p.15-
38.

MARMO DA SILVA, J. Religiões afro-brasileiras e Saúde. Centro de Cultura Negra do Maranhão.


São Luis, 2003, 149 p.

FOUCAULT, M. O nascimento da clínica. Forense Universitária, Rio de Janeiro, 1977.

SCLIAR, M. História do conceito de saúde. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17
(1):29-42, 2007.

RACIONALIDADE EM SAÚDE: SISTEMAS MÉDICOS E PRÁTICAS ALTERNATIVAS


E INTEGRATIVAS
Carga Horária: 60 horas

O debate contemporâneo sobre a racionalidade médica no mundo ocidental: limites e perspectivas.


Estudo de racionalidades em saúde e sistemas terapêuticos alternativos. Análise de práticas de saúde

38
realizadas em espaços não convencionais, bem como práticas institucionais e técnicas
complementares e integrativas em desenvolvimento em instituições médicas ou não médicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Ministério da saúde. Secretaria de atenção à saúde. Departamento de atenção Básica.
Política nacional de práticas integrativas e complementares no SUS: atitude de ampliação de acesso.
2. ed. – Brasília: Ministério da saúde, 2015.96 p. Disponível on line em:
[Link]

LUZ, M.T.; Barros, N.F. Racionalidades médicas e práticas integrativas em saúde: uma análise
sócia histórica e suas relações com a Cultura atual. In: Campos et al. (organizadores). Tratado de
saúde coletiva. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Ed. Fiocruz, 2006, 317- 336p.

TESSER, C. D. A biomedicina e a crise da atenção à saúde: um ensaio sobre a desmedicalização.


Campinas: DMPS/FCM/UNICAMP, 1999 (Dissertação de mestrado em Saúde Coletiva).
Disponível em: [Link]

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LUZ, M.T. Natural, Racional, Social: razão medica e racionalidade científica moderna. Editora
Campus, Rio de Janeiro, 1988, 151 p. 17.

________, M. T. Medicina e racionalidades médicas: estudo comparativo da medicina ocidental


contemporânea, homeopática, tradicional chinesa e ayruvédica. In: Canesqui, A. M. (org) Dilemas e
desafios das Ciências Sociais em Saúde Coletiva. São Paulo, HUCITEC, 2000.

_________, M.T; Barros, N. F. Racionalidades médicas e práticas integrativas em saúde: estudos


teóricos e empíricos. Rio de Janeiro: Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio
de Janeiro/ABRASCO; 2012. 452p.

PUTTINI, R. F. Curandeirismo e o campo da saúde no Brasil. Interface Comunicação, Saúde e


Educação, v. 12, n 24, p.87-106, jan/mar, 2008.

VASCONCELOS, E. M. A espiritualidade no cuidado e na educação em saúde. In: Vasconcelos


EM (organizador). A espiritualidade no trabalho em saúde. São Paulo: Hucitec, 2006, p.13-160.

39
TESSER, C.D.; Luz, M.T. Racionalidades médicas e integralidade. Rev C S Col, 2008; 13(1):195-
206.

SABERES E PRÁTICAS EM SAÚDE


Carga Horária: 60 horas

Saberes e práticas do campo da saúde e a situação de saúde da população brasileira: principais


problemas, determinantes e políticas. Sistemas e serviços de saúde no Brasil: história, organização
atual e perspectivas. Práticas profissionais de saúde e formas de organização de formação de hábitos
culturais. Hábitos de fatores culturais e que interferem na vivencia de uma salutar saúde coletiva.
Formação comunitária de promoção de hábitos culturais. Organizações sociais comunitárias e
Promoção da Saúde. Práticas Profissionais e formas de organização do trabalho individual e
coletivo. Seleção e debate de temas numa perspectiva interdisciplinar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARRETO M.L. e Carmo, E.H. Padrões de adoecimento e de morte da população brasileira: os


renovados desafios para o Sistema Único de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 12 (Sup): 1779-
1790, 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Saúde Brasil 2006 – Uma
Análise da Desigualdade em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

COSTA, N. do R [e al]. Demandas Populares, Politicas Públicas e Saúde. Vol. I e II Petrópolis-RJ,


Vozes, 1989.

DVIS, J. C. construindo uma saúde melhor: um guia para a mudança de comportamento. Porto
Alefre: Artmed, 2007.

KERR-PONTES, L. e Rouquayrol, M.Z. Medida da Saúde Coletiva. In: Rouquayrol, M. Z. e


Almeida-Filho, N. Epidemiologia & Saúde. 6a. ed. Rio de Janeiro, MEDSI, 2003. p. 37-82.

40
NORONHA, J. C.,Pereira, T. R. e Viacava, F. As condições de saúde dos brasileiros: duas décadas
de mudanças (1989-2000).In: Lima e cols. (orgs), Saúde e Democracia: história e perspectivas do
SUS, Fiocruz, Rio de Janeiro, 2005, 153-192.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, J.R.C.M. Cuidado e reconstrução das práticas de saúde. Interface – Comunic., Saúde,
Educ., v.8, n.14, p.73-92, set.2003-fev.2004.

BAHIA, L. O SUS e os desafios da universalização do direito à saúde: tensões e padrões de


convivência entre o público e o privado no sistema de saúde brasileiro. Lima e cols (orgs), Saúde e
Democracia: história e perspectivas do SUS, Fiocruz, Rio de Janeiro, 2005, 407-449.

HELMAN, C. G. Cultura, Saúde e Doenças. Porto Alegre, Artes Médicas: 1994.


Santos, I.S.; Ugá, M.A.D. e Porto, S.M. O mix público-privado no Sistema de Saúde Brasileiro:
financiamento, oferta e utilização de serviços de saúde. Ciênc. saúde coletiva, v.13, n.5, Rio de
Janeiro set./out. 2008.

UCHOA, E. e Vidal, J.M. Antropologia médica: elementos conceituais e metodológicos para uma
abordagem da saúde e da doença. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 10, n. 4, dez. 1994.

VERAS, R. et al. Transformações demográficas e os novos desafios resultantes do envelhecimento


populacional. In: Minayo e Coimbra (orgs). Críticas e Atuantes: Ciências Sociais e Humanas em
Saúde na América Latina. Fiocruz, Rio de Janeiro, 2005. p.503-518.

ANTROPOLOGIA EM SAÚDE
Carga Horária: 60 horas

A contribuição da antropologia às ciências da saúde. Estudo dos princípios da antropologia


simbólica, social e cultural; Cultura e seus significados; A relação natureza e cultura, Estudo da
relação entre tradição e modernidade; Produção social da identidade e diferença; Diversidade
cultural e multiculturalismo na atualidade; Estudos das religiões no Brasil; Correntes da
antropologia médica; Estudos sobre representações e práticas em saúde/doença; Religiosidade,
ritual e cura; Saúde perfeita e gestão de riscos; Itinerários terapêuticos: cuidado, cura e assistência;
Produção sócio- cultural do racismo e das relações de gênero e desigualdades em saúde.

41
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. Brasiliense, 2006.

GOMES, M. P. Antropologia. Contexto, 2008

DA MATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Vozes, 1983

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOMES, M. P. Antropologia: ciência do homem: filosofia da cultura. 1a. ed., 3ª

LANGDON, E. J. M. Xamanismo: novas e velhas perspectivas. In: LANGDON, E. J. M. (Org).


Xamanismo no Brasil. Florianópolis: UFSC; 1996, pp 9-27.

LARAIA, R. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro, RJ: Zahar, 2002.


impressão, São Paulo: Contexto, 2010.

LOPES, Alexandre Herculano; CALABRE, Lia (Orgs.). Diversidade cultural brasileira. Rio de
Janeiro, Edições Casa de Rui Barbosa/Ministério da Cultura, 2005.

VASCONCELOS, E. M. A espiritualidade no cuidado e na educação em saúde. In: Vasconcelos


EM (organizador). A espiritualidade no trabalho em saúde. São Paulo: Hucitec, 2006, p.13-160.

CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS EM SAÚDE


Carga Horária: 30 horas

A pesquisa, o ensino e a extensão das Ciências Sociais e humanas em Saúde, tanto na formação
teórica conceitual e metodológica, quanto em abordagens interdisciplinares do campo da saúde, ou
seja, a unidade biológica e a diversidade cultural; relação saúde/doença e suas representações
sociais; conceito de cultura x natureza; doença como pólo natural e a cura como pólo cultural; as
técnicas de cura das comunidades tradicionais e a percepção social do processo saúde x doença;
considerando os ecossistemas brasileiros e suas características. Análise espacial aplicada à
investigação quanto ao Saneamento e a Vigilância Ambiental e epidemiológica, os determinantes

42
sociais de saúde no território brasileiro. A informação no ambiente biomédico e na saúde. Sistema
de Informação Geográfica (SIG) na saúde coletiva.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BECKER, Bertha K. Amazônia: geopolítica na virada do III milênio. Rio de Janeiro: Garamond,
2004.

GONDIM, Neide. A Invenção da Amazônia. 2 Edição. Manaus, AM: Editora Valer, 2007, 340 p.

TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. Tradução de Livia de Oliveira. São
Paulo: Difel, 1983.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ABRAMOVAY, Ricardo. O Capital Social dos Territórios: repensando o desenvolvimento rural.


IN: ECONOMIA APLICADA, n. 2, 2000.

HAGUETTE, Teresa M. F. Metodologias qualitativas na sociologia. 4ª. Edição. Petropólis:


Vozes, 1995.

MELLO, Neli Aparecida de. Políticas Territoriais na Amazônia. São Paulo: Annablume, 2006.

SANTOS, M. O Espaço do Cidadão. São Paulo: Nobel, 1987.

MENDRAS, H. Sociedades camponesas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978 (cap. 1, p. 21-102).

SEMINÁRIOS INTEGRADORES II (SINT II)


Carga Horária: 20 horas

Articulação de saberes construídos nas disciplinas do semestre, através da investigação suscitada


pela problematização de assuntos referentes aos principais conceitos aí trabalhados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

43
BELTRÃO, Jane Felipe; SCHAAN, Denise P.; SILVA, Hilton P. Diversidade Biocultural:
conversas sobre antropologia(s) na Amazônia. IN: VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris Santos
(Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de Formação
Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pará: UFOPA, 2010, p. 133-149 (TEXTO N. 06).

CASTRO, Edna. Desenvolvimento e Meio Ambiente. IN: VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris
Santos (Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de
Formação Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pará: UFOPA, 2010, p. 16-41 (TEXTO N. 01).

MOURA, Josilda Rodrigues da Silva de; LIMA, Ivaldo Gonçalves de. Geografia do Brasil. IN:
VARGAS, João Tristan; FARIA, Dóris Santos (Orgs.). Módulo Interdisciplinar Sociedade,
Natureza e Desenvolvimento. Ciclo de Formação Interdisciplinar. 1ª ed. Santarém, Pa: UFOPA,
2010, p. 79-98 (TEXTO N. 03).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVAY, Ricardo. O Capital Social dos Territórios: repensando o desenvolvimento rural.
IN: ECONOMIA APLICADA, n. 2, 2000.

BECKER, Bertha K. Geopolítica da Amazônia. IN: ESTUDOS AVANÇADOS. Vol. 19. N. 53,
2005, p. 71-86. Disponível em: [Link] Acesso em: 25/11/2009.

BIELSCHOWSKY, Ricardo. Cinquenta Anos de Pensamento na CEPAL – uma resenha. IN:


BIELSCHOWSKY, Ricardo (Org.). Cinquenta Anos de Pensamento na CEPAL. Vol. 1. Rio de
Janeiro: Ed. Record, 2000.

BUENO, Eduardo. Brasil: uma história. Cinco séculos de um país em construção. São Paulo,
Editora Leya, 2010.

BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto


Piaget, 2005.

BURZSTYN, M. (Org.). A Difícil Sustentabilidade: política energética e conflitos ambientais. Rio


de. Janeiro, RJ: Garamond, 2001.

44
___________. Marcel. Políticas Públicas e o desafio das desigualdades regionais. IN:
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, SECRETARIA DE INTEGRAÇÃO
NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Ciclo de palestras sobre o
desenvolvimento. Brasília, 2000.

____________, M.A.A. Desenvolvimento sustentável: a biografia de um conceito. In:


NASCIMENTO, E.P. e VIANA, J.N.S. Economia, meio ambiente e comunicação. Rio de Janeiro,
Garamond, 2006.

CAVALCANTI, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas.


3ª Edição. São Paulo, SP: Cortez; Recife, PE: Fundação Joaquim Nabuco, 2001.

_____________, Clóvis (Org.). Desenvolvimento e Natureza: estudos para uma sociedade


sustentável. 3ª Edição. São Paulo, SP: Cortez; Recife, PE: Fundação Joaquim Nabuco, 2001.

CASTRO, Edna. Políticas de Ordenamento Territorial, Desmatamento e políticas de e dinâmicas de


fronteira. IN: NOVOS CADERNOS DO NAEA/UFPA, v. 10, n. 2, p. 105-126, dez. 2007.

CECHIN, Andrei. A Natureza como Limite da Economia: a Contribuição de Nicholas Gergescu-


Roegen. São Paulo: Editora Senac São Paulo/ Edusp, 2010.

DIEGUES, Antonio Carlos. Etnoconservação: novos rumos para a conservação da Natureza. São
Paulo, Editora Hucitec, 2000.

FOLADORI, Guillermo. Limites do desenvolvimento Sustentável. Tradução de Marise Manoel.


Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2001.

GOMES, Mércio Pereira. Antropologia: ciência do homem: filosofia da cultura. 1a. ed., 3ª
impressão, São Paulo: Contexto, 2010.

IANNI, O. A sociedade global. Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2001.

LARAIA, R. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro, RJ: Zahar, 2002.

45
LEFF, Enrique. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Editora Cortez, 2001.

LOPES, Alexandre Herculano; CALABRE, Lia (Orgs.). Diversidade cultural brasileira. Rio de
Janeiro, Edições Casa de Rui Barbosa/Ministério da Cultura, 2005.

MARCIONILA Fernandes, Lemuel Guerra. (Org.). Contra-Discurso do Desenvolvimento


Sustentável. Belém: Editora UNAMAZ, 2003.

MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São Paulo,
Contexto, 2009.

MORAES, Antonio Robert. Meio ambiente e Ciências Humanas. São Paulo, SP: Annablume, 2005.

RENTE, Andréa Simone Gomes. Economia e Meio Ambiente: uma discussão introdutória. IN:
REVISTA PERSPECTIVA AMAZÔNICA, das Faculdades Integradas do Tapajós – FIT. Ano 1.
Vol. 1. Santarém, PA, Janeiro de 2011, p. 29-40.

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento Includente, Sustentável, Sustentado. Rio de Janeiro, RJ:


Garamond, 2008.

SAID, Edward W. O Papel da Cultura nos Movimentos de Resistência. IN: Cultura e Resistência.
Entrevistas do Intelectual Palestino a David Barsamian. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel Cristina de Moura; GUIMARÃES, Leandro Belinaso.


Desenvolvimento Sustentável. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

SENE, E. Globalização e Espaço Geográfico. São Paulo, SP: Contexto, 2004.

SORJ, Bernardo. A Democracia Inesperada: cidadania, direitos humanos e desigualdades sociais.


Rio de Janeiro, RJ: Jorge Zahar Editor, 2004.

VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.

46
INTERAÇÃO NA BASE REAL II (IBR II)
Carga Horária: 60 horas

Este módulo tem como finalidade central possibilitar aos discentes o desenvolvimento da escuta, do
vínculo, de uma prática comum aos diversos profissionais da saúde. Neste, os estudantes fazem
visitas a famílias nas comunidades, aos serviços de saúde, e realizam atividades de campo para
coleta e análise de dados de saúde em diferentes regiões do município de Santarém.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, Z. M. M. B; SILVA, M. H. G. F. D. Análise qualitativa de dados de entrevista: uma
proposta. Paidéia (Ribeirão Preto), n. 2, p.61-69, 1992.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de


pesquisas; amostragens e técnicas de pesquisa; elaboração, análise e interpretação de dados. São
Paulo: Atlas, 1990. [Link].

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora
Pedagógica e Universitária, 1980.

IBGE. Séries estatísticas: Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado. Disponível


em: [Link] aspx?no=13&op=0&vcodigo=AM38&t=doencas-
relacionadas-saneamento-ambiental-inadequado-drsai . Acesso em: 04 set. 2014.

FLICK, U. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009.

LUZ, M.T.; BARROS, N.F. Racionalidades médicas e práticas integrativas em saúde: uma análise
sócia histórica e suas relações com a Cultura atual. In: Campos et al. (organizadores). Tratado de
saúde coletiva. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Ed. Fiocruz, 2006, 317- 336p.

47
PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos
textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003.

SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2000.

STEINBERGER, Marília (Org.). Território, Ambiente e Políticas Públicas Espaciais. Brasília, DF:
Ed. Paralelo 15 e LGE Editora, 2006.

3º PERÌODO CURRICULAR

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE, MODELOS DE ASSISTÊNCIA E GESTÃO À


SAÚDE
Carga Horária: 60 horas

Estudo da história da política de saúde no Brasil; institucionalização das práticas; história da


organização do sistema de saúde no Brasil; reforma sanitária; comparação de sistemas de saúde;
políticas e programas de saúde; organização do sub-setor de saúde suplementar e suas estruturas de
regulação. Estudo das concepções de saúde e modelos de determinação do processo-saúde-doença-
cuidado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, G. W. De S. et al. Tratado de Saúde [Link], 2007.

DEMO, Pedro. Política Social, educação e cidadania. Papirus, 1995.

FOUCAULT, M. Microfísica do Poder, Rio de Janeiro, Graal, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, L. O. M.; BARRETO I. C. H. C. SUS Passo A Passo: História, Regulamentação,
Financiamento, Políticas Nacionais. Rio de Janeiro: HUCITEC, 2007

BRASIL. Lei 8080 de 19 de Setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção,
proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e
dá outras providências. Diário Oficial da União 1990; set 20.

48
_________. Lei 8142 de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na
gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos
financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diá- rio Oficial da União 1990; dez 31.

_________. Decreto 7508 de 28 de junho de 2011. Regulamenta a Lei no 8.080, de 19 de setembro


de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da
saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. Diário Oficial
da União 2011; jun 29.

__________. Lei 12.466 de 24 de agosto de 2011. Acrescenta arts. 14-A e 14-B à Lei no 8.080, de
19 de setembro de 1990, que “dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação
da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências”,
para dispor sobre as comissões intergestores do Sistema Único de Saúde (SUS), o Conselho
Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de
Saúde (Conasems) e suas respectivas composições, e dar outras providências. Diário Oficial da
União 2011; ago 25.

CASTRO, Antonio Barros de. 7 [sete] ensaios sobre a economia brasileira. Rio de Janeiro: Forense
-Universitária, 1975–77.

IBGE. Séries estatísticas: Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado. Disponível


em: [Link] aspx?no=13&op=0&vcodigo=AM38&t=doencas-
relacionadas-saneamento-ambiental-inadequado-drsai . Acesso em: 04 set. 2014.

ROCHA, A. A.; Cesar, C. L. G. Saúde Pública: Bases conceituais. 2ª. Edição. Atheneu, 2008.

VIEIRA, J. L. Legislação Sanitária Federal Básica - Série Legislação. 1ª. Edição Edipro, 2008.

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE À POPULAÇÕES VULNERÁVEIS


Carga Horária: 30 horas

Estudo das interrelações entre economia, sociedade e poder. As desigualdades sociais e os desafios
do desenvolvimento humano, econômico, social e cultural. Políticas de Saúde: Saúde Integral da

49
População Negra; Populações do Campo e Floresta; Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transgêneros (LGBTT).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOUCAULT, M. Microfísica do Poder, Rio de Janeiro, Graal, 1996.

CASTRO, Antonio Barros de. 7 [sete] ensaios sobre a economia brasileira. Rio de Janeiro: Forense
-Universitária, 1975–77.

LOPES, LUIZ PAULO DA MOITA (ORG.). Discursos de Identidades: discurso como espaço de
construção do gênero, sexualidade, raça, idade e profissão na escola e na família. MERCADO DE
LETRAS; 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL, Comissão Nacional de Determinantes Sociais de Saúde. Iniquidades em saúde no Brasil:
nossa mais grave doença. 2006.

__________. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.229, de 6 de junho de 2014. Define os valores do


incentivo financeiro mensal de custeio das Equipes de Saúde da Família Ribeirinhas (ESFR), das
Equipes de Saúde da Família Fluviais (ESFF) e das Unidades Básicas de Saúde Fluviais
(UBSF). Diário Oficial da União, Brasília, 9 jun. 2014.

_________. Ministério da Saúde. Portaria MS n.992, de 13 de maio de 2009. Institui a Política


Nacional de Saúde Integral da População Negra. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Brasília, 14 maio 2009. Seção 1.

FREYRE, Gilberto. (1966), Casa-grande e senzala. Formação da família brasileira sob regime de
economia patriarcal. 14ª ed., Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora.

FUNDAÇÂO OSVALDO CRUZ. Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e saúde no


Brasil. Disponível em: [Link] Acesso em: 04 set.
2014.

50
LOPES, F. Conceitos e aplicabilidades dos determinantes sociais da saúde-DSS nas políticas do
SUS. In: RELATÓRIO final do Fórum Enfrentando o Racismo Institucional para Promover Saúde
Integral da População Negra no Sistema Único de Saúde, 2012. Brasília, 2012. Disponível em: .
Acesso em: 15 mar. 2013.

SAID, Edward W. O Papel da Cultura nos Movimentos de Resistência. IN: Cultura e Resistência.
Entrevistas do Intelectual Palestino a David Barsamian. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

SORJ, Bernardo. A Democracia Inesperada: cidadania, direitos humanos e desigualdades sociais.


Rio de Janeiro, RJ: Jorge Zahar Editor, 2004.

TAMBELLINI, A.T.; MIRANDA, A.C. Saúde e Ambiente. In: GIOVANELLA, L. et al (Org.)


Políticas e Sistema de Saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2012. p. 1037-71.

INTERAÇÃO NA BASE REAL III (IBR III)


Carga Horária: 60 horas

Introdução a noções do campo da Política Pública em Saúde, do Planejamento Normativo, e


Momentos do Planejamento Estratégico Situacional. Território e local de atuação. Neste
componente, os estudantes fazem visitas a famílias nas comunidades e realizam o planejamento
participativo para uma possível intervenção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANSOFF, Igor et al. Do Planejamento Estratégico à Administração. São Paulo. Atlas, 1981.

BETTELHEIM, Charles. Planificação e crescimento acelerado. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

CARVALHO, Horácio Martins de. Introdução à teoria do planejamento. São Paulo, Brasiliense,
1979.

CERTO, Samuel C.; PETER, J. Paul. Administração estratégica: planejamento e implantação da


estratégia. São Paulo: Makron Books, 1993.

51
FERREIRA, P. Métodos e Técnicas de Planeamento, Universidade do Minho, 2004\2005,
[Link]/economia.

GIACOMONI, J. E PAGNUSSAT, J.L, Planejamento e Orçamento Governamental, Coletânea,


Volume 1, ENAP, Brasília, 2007.

MIRANDA, Neto. A crise do planejamento. Rio de Janeiro. Nórdica, 1981.

RONCHI, Luciano. Planificação e estratégia das empresas. São Paulo: Atlas, 1983. SOARES, Jose
Teodoro. Planejamento e administração no Brasil. Santa Catarina: UFC, 1985.

TIMBERGEN, Jan. Desenvolvimento planejado. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AGUIAR, Roberto A. R. de, Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa Ômega,1990.

COHN, A. Crise Regional e Planejamento (o processo de criação da Sudene), Editora Perspectiva,


1976.

COSTA, R. H. Regional-Global: dilemas da região e da regionalização na geografia


contemporânea, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2010.

DINIZ, C.C. Celso Furtado e o Desenvolvimento Regional, Revista Nova Econ. vol.19 no.2 Belo
Horizonte May/Sept. 2009

IANNI, Octávio. Estado e Planejamento econômico no Brasil. Rio de Janeiro, Civilização


Brasileira, 1977.

LAFER, Betty M. Planejamento no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.

SEMINÁRIOS INTEGRADORES III (SINT III)


Carga Horária: 20 horas

52
Articulação de saberes construídos nas disciplinas do semestre, através da investigação suscitada
pela problematização de assuntos referentes aos principais conceitos aí trabalhados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAMIANI, A. L. População e geografia. São Paulo: Contexto, 2001.

GEORGE, P. Geografia da População. São Paulo, Difel, 1975.

SANTOS, M . Espaço e sociedade. Editora Vozes, Petrópolis, 1979.

_________, M. O Espaço do Cidadão. São Paulo: Nobel, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANSOFF, Igor et al. Do Planejamento Estratégico à Administração. São Paulo. Atlas, 1981.

BETTELHEIM, Charles. Planificação e crescimento acelerado. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria MS n.992, de 13 de maio de 2009. Institui a Política


Nacional de Saúde Integral da População Negra. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Brasília, 14 maio 2009. Seção 1.

CARVALHO, Horácio Martins de. Introdução à teoria do planejamento. São Paulo, Brasiliense,
1979.

CERTO, Samuel C.; PETER, J. Paul. Administração estratégica: planejamento e implantação da


estratégia.São Paulo: Makron Books, 1993.

FERREIRA, P. Métodos e Técnicas de Planeamento, Universidade do Minho, 2004\2005,


[Link]/economia.

GIACOMONI, J. E PAGNUSSAT, J.L, Planejamento e Orçamento Governamental, Coletânea,


Volume 1, ENAP, Brasilia, 2007.

53
LOPES, F. Conceitos e aplicabilidades dos determinantes sociais da saúde-DSS nas políticas do
SUS. In: RELATÓRIO final do Fórum Enfrentando o Racismo Institucional para Promover Saúde
Integral da População Negra no Sistema Único de Saúde, 2012. Brasília, 2012. Disponível em: .
Acesso em: 15 mar. 2013.

REGIME DE ECONOMIA PATRIARCAL. 14ª ed., Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora.

QUÍMICA GERAL
Carga Horária: 60 horas

Teoria atômica. Tabela periódica e ligações químicas. Propriedades coligativas, Funções


inorgânicas. Soluções aquosas e unidades de concentração. Reações químicas de Ácidos e bases em
soluções aquosas. Estequiometria.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS P., Jones L Princípios de Química. 4th ed. WH Freeman and Company, USA, 2008.

BROWN, T. L; BURDGE, J. R; BURSTEN, B. E. Química: A Ciência Central. 9ª. Ed. Pearson,


2005.

KOTZ J.C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas - vol. 1,
Cengage Learning, 6ª ed, 2010.

RUSSEL, John Blair. Química Geral. 2ª Ed. Pearson Makron Books, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EBBING, Darrell D. Química Geral. 1ª Ed. LTC, 1996.

CHANG, Raymond. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ª Ed. AMGH, 2010.

MAIA, Daltamir Justino; BIANCHI, J. C. De A. QUÍMICA GERAL: FUNDAMENTOS. 1ª Ed.


Pearson Prentice Hall, 2011.

54
SILVA, Ivan Alves da,. QUÍMICA GERAL: ROTEIROS DE TRABALHOS PRÁTICOS. 1ª Ed.
UFPA.

SNYDER, C. H., The extraordinary chemistry of ordinary things, 3ª. Ed., 1995.

QUÍMICA ANALÍTICA
Carga Horária: 60 horas

Conceito, divisão e generalidades. Qualitativa: operações analíticas, ensaios por via seca e por
via úmida; classificação analítica de cátions e ânions; análise sistemática de substâncias
inorgânicas. Quantitativa: importância, métodos e resultados; métodos clássicos: processos
gravimétricos e processos volumétricos aplicados a compostos biológicos. Equilíbrio químico de
natureza homogênea e heterogênea e estudo de complexação. Equilíbrio ácido-base: teorias ácido e
base, autoprotólise da água, cálculo de pH de ácidos e bases fortes e fracas, pH de sais de ácidos
fortes e fracos e solução tampão. Processos mecânicos e físicos de separação – decantação,
filtração, centrifugação. Cristalização e recristalização. Preparo e padronização de soluções –
comuns e volumétricas. Condutimetria. Potenciometria. Espectroscopia de absorção molecular no
ultravioleta e visível. Espectrometria de absorção atômica. Espectrometria de Ressonância
Magnética. Fotometria de chama. Cromatografia gasosa. Cromatografia líquida de alta eficiência.
Métodos térmicos de análise.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUINO NETO, F. R. & SOUZA NUNES, D. S. Cromatografia: Princípios Básicos e Técnicas
Afins. Ed. Interciência. Rio de Janeiro. 2003.

KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química e reações químicas. 4a ed. LTC, 2002
MULLER,Regina Celi Sarkis;DANTAS,Kelly das Graças Fernandes. Química Analítca
experimental. EDUFPA, 2010.

VOGEL, Arthur I. Química Analítica Qualittiva. 1ª Ed. Mestre Iou, 1981.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BACCAN, O., GODINHO, E.S., ALEIXO, L.M., STEIN, E. Introdução à Semicroanálise e
Qualitativa. Ed: UNICAMP, 7ª ed., 1997.

55
CIENFUEGOS, F. & VAITSMAN, D. S. Análise Instrumental. Ed. Interciência. Rio de Janeiro.
2000.

COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO, P. S. Fundamentos de Cromatografia. Editora


Unicamp.

HARRIS, D. C. Análise Química Qualitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

_________, D. C. Análise Química Qualitativa. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

SILVERSTEIN, R.M., BASSLER, G.C. MORRIL, T.C. Identificação Espectrométrica de


Compostos Orgânicos. 5ª ed. Editora Guanabara koogan S.A., 1994.

SKOOG, D.A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J. e CROUCH, S. R. Química Analítica. , 7. ed.


SãoPaulo: McGraw-Hill, 2000

SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; NIEMAN, T. A.. Princípios de Análise Instrumental. Bookmann
Cia. Editorial, Rio Grande do Sul. 2002.

TANAKA A.S., LENZI E., FÁVERO B. L.O. Química. Geral Experimental. 1ª Ed. Editora: Freitas
Bastos. 2012.

VOGEL, Artur I. Química Analítica Quantitativa. 6ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.

QUÍMICA ORGÂNICA I
Carga Horária: 60 horas

Aspectos estruturais das substâncias orgânicas acidez e basicidade. Funções Orgânicas,


nomenclatura e propriedades. Estereoquímica. Estrutura e propriedades físicas de compostos
orgânicos. Ponto de Fusão. Ponto de Ebulição. Solubilidade. Ácidos e bases. Isomeria. Alcanos e
Cicloalcanos. Conformações. Série homóloga - família. Nomenclatura. Propriedades físicas.
Reações. Mecanismos de reações. Radicais. Estereoquímica. Alquenos e Cicloalquenos -

56
nomenclatura. Isomeria geométrica. Carbocátions. Alquinos e Cicloalquinos. Arenos. Substituição
Eletrofílica Aromática.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, N.L.; CAVA, M.P. JONGH, D.C. JOHNSON, C.R. LEBEL, N.A.; STEVENS, C.L.
Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1976.

BETTELHEIM F A,. CAMPBELL M. K,. FARRELL S. O, BROWN W. H, Introdução à Química


Orgânica, 1ª Ed. Editora Cengage Learning. 2012.

MORRISON AND BOYD. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Editora Fundação Calouste
Gulbenkian, 2005.

SOLOMONS, T. W.G. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.

VOGEL, A.I. Química Orgânica. Análise Orgânica Qualitativa. Vol 1, Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, L. C. A. Química Orgânica São Paulo: Prentice Hall, 2004.

McMURRY, J. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Thomson, 2005.

SILVA, R.R. Introdução à Química Experimental. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 1990.

SOARES, B.G. Química Orgânica: teoria e técnicas de preparação, purificação e identificação de


compostos orgânicos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.

SOLOMONS, T.W.G., FRYHLE, C. Química Orgânica. Vol. 2. Rio de Janeiro: Editora Livros
Técnicos e Científicos Editora, 2006.

BROMATOLOGIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS I


Carga Horária: 60 horas

57
Introdução à Bromatologia. Conceitos de alimentos. Técnicas de amostragem e preparo da amostra
para análise e cálculos. Métodos de análise: físicos e físico-químicos de alimentos e matérias-
primas e estudo nutricional dos constituintes fundamentais dos alimentos: carboidratos, lipídios,
proteínas, vitaminas, minerais e água. Procedimento geral para análise quantitativa. Exatidão e
precisão. Tipos de erros de análise. Rejeição de resultados. Determinação do teor de umidade e
sólidos totais. Dureza da água. Determinação de cinzas, carboidratos, gordura, proteínas, pH e
acidez. Determinação do índice de iodo. Saponificação, acidez, peroxido, TBA, Eixhart – Meissl e
Polenske para óleos e gorduras. Métodos de identificação de alterações, fraudes e falsificações de
alimentos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Julio M.A. Química de alimentos. Teoria e pratica, Ed 3, Vicosa Ed. UFV, 2006.

BOBBIO, F. O. Introdução a química de alimentos. São Paulo: Varela, 1992.

________, F. O.; BOBBIO, P. A. Manual de laboratório de química de alimentos. São Paulo, Ed.
Varela 2003.

CECCHI, H. M. Fundamentos Teóricos e Práticos de Análise de Alimentos. Campinas: UNICAMP,


2003.

EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1994.

FENNEMA, O. R.; DAMODARAN, S.; PARKIN, K. L. Química de Alimentos de Fennema – 4ª


ed. - Editora Artmed, 2010.

GONÇALVES, E. C. B. A. Análise de Alimentos: uma visão química da nutrição. 1ª ed. São Paulo:
Ed. Livraria Varela, 2015.

NELSON, D. L.; COX, M. Lehninger – Princípios de Bioquímica. 3ed. São Paulo: Sarvier, 2002.

SALINAS, Roland D. Alimentos e Nutrição: Introdução a Bromatologia. 3ª Ed. Porto Alegre:


Artmed. 2002.

58
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOBBIO, P. A. Química do processamento de alimentos. São Paulo: Varela, 1995.

CISTERNAS, J. R.; VARGA, J.; MONTE, O. (org.). Fundamentos de bioquímica experimental.


São Paulo: Atheneu, 1999.

COULTATE, T.P. Alimentos. a química de seus componentes, Vol. 3, Porto Alegre, Ed. Artmed.
2004.

LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas. São Paulo: E. Blücher, 1987.


RIBEIRO, ELIANA PAULA; SERAVALLI, ELISENA A. G.. Química dos alimentos. São Paulo,
Ed. Edgard Blucher 2004.

SCRIBAN, R. Biotecnologia. São Paulo: Editora Manole, 1984.

WENZEL, G.E. Bioquímica Experimental dos Alimentos. Ed. Unisinos, 2001.

4º PERÍODO CURRICULAR

EPIDEMIOLOGIA
Carga Horária: 30h

Conceitos básicos de Epidemiologia e sua utilização como disciplina fundamental da Saúde Coletiva
no entendimento das condições e das necessidades de saúde das populações. História natural das
doenças e níveis de prevenção. Modelos/teorias de determinação do processo saúde doença.
Medidas epidemiológicas: prevalência, incidência, relação entre prevalência e incidência.
Distribuição dos agravos relacionados à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA Filho N, Rouquayrol MZ. Introdução à Epidemiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI;
2002.

MEDRONHO RA, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2009;
p. 03-30; 153-168.

59
ROUQUAYROL MZ e Gurgel M. Epidemiologia & Saúde. 7ª ed. Rio de Janeiro: MEDSIBOOK;
2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora
Pedagógica e Universitária, 1980.

CURY, G. C. Epidemiologia aplicada ao sistema único de saúde / programa de saúde da família.


Belo Horizonte: COOPMED, 2005.

MEDRONHO R. (org.). Epidemiologia Caderno texto e exercício 2ª Ed.,São Paulo: Atheneu. 2008.
ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.

ROZENFELD, S. Fundamentos da Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.

BIOESTATÍSTICA
Carga Horária: 30h

Estudo dos conceitos básicos da Bioestatística, tópicos e análises estatísticas, uso adequado de
metodologias de pesquisa. Exploração, apresentação (tabular e gráfica) e descrição de variáveis
qualitativas e quantitativas. Análise exploratória de variáveis quantitativas: medidas de tendência
central (média, mediana, moda). Medidas de dispersão (variância e desvio padrão). Separatrizes
(quartis, quintis, decis e percentis). Correlação. Noções iniciais sobre análise bivariada:
Associação em tabela 2x2 e Qui-quadrado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIAR, A. F. A.; XAVIER, A. F. S.; RODRIGUES, J. E. M. Cálculo para Ciências Médicas e
Biológicas. São Paulo: Harbra, 1988.

BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora


Pedagógica e Universitária, 1980.

60
CALLEGARI-JACQUES S. Bioestatística: Princípios e Aplicações. Porto Alegre: ArtMed, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARANGO, Héctor Gustavo. BIOESTATÍSTICA: TEÓRICA E COMPUTACIONAL. 3ª Ed.
Guanabara Koogan, 2011.

CURY, G. C. Epidemiologia aplicada ao sistema único de saúde / programa de saúde da família.


Belo Horizonte: COOPMED, 2005.

ROUQUAYROL, M.Z; ALMEIDA N F. Epidemiologia E Saúde. São Paulo: MEDSI, 2003.

ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.

ROZENFELD, S. Fundamentos da Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.

DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE E PROMOÇÃO À SAÚDE


Estudo teórico-metodológico sobre determinantes sociais, qualidade de vida: modelos, dimensões e
indicadores. Promoção da Saúde. Políticas Públicas Saudáveis. Municípios Saudáveis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, G. W. De S. et al. Tratado de Saúde [Link], 2007.

CZERESNIA, D.; FREITAS, C. F.F. (org). Promoção da saúde, conceitos, reflexões, tendências.
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003.

DEMO, Pedro. Política Social, educação e cidadania. Papirus, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Comissão Nacional de Determinantes Sociais de Saúde. Iniquidades em saúde no Brasil:
nossa mais grave doença. 2006.

__________. Lei 12.466 de 24 de agosto de 2011. Acrescenta arts. 14-A e 14-B à Lei no 8.080, de
19 de setembro de 1990, que “dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação

61
da saú- de, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras
providências”, para dispor sobre as comissões intergestores do Sistema Único de Saúde (SUS), o
Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias
Municipais de Saúde (Conasems) e suas respectivas composições, e dar outras providências. Diário
Oficial da União 2011; ago 25.

______. Ministério da Saúde. Portaria MS n.992, de 13 de maio de 2009. Institui a Política


Nacional de Saúde Integral da População Negra. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Brasília, 14 maio 2009. Seção 1.

FOUCAULT, M. Microfísica do Poder, Rio de Janeiro, Graal, 1996.

LOPES, F. Conceitos e aplicabilidades dos determinantes sociais da saúde-DSS nas políticas do


SUS. In: RELATÓRIO final do Fórum Enfrentando o Racismo Institucional para Promover Saúde
Integral da População Negra no Sistema Único de Saúde, 2012. Brasília, 2012. Disponível em: .
Acesso em: 15 mar. 2013.

ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.

SAÚDE AMBIENTAL
Carga Horária: 30h

Ciência e natureza; Capitalismo, industrialismo e degradação ambiental. Desenvolvimento


sustentável. Qualidade de Vida e riscos ambientais. A incorporação da temática ambiental na saúde:
mudanças globais. Promoção da Saúde e Agenda 21; Cidades saudáveis. Educação Ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAVANCANTI, C. (org). Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável.
São Paulo, Cortez; Recife PE, Fundação Joaquim Nabuco, 1995.

LEFF, H. Epistemologia ambiental. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2002. p. 59-107.

62
MYNAYO, M.C.; MIRANDA, A C. (Orgs) Saúde e ambiente sustentável: estreitando nós. Rio de
Janeiro: FIOCRUZ, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto
Piaget, 2005.

BURSZTYN, M.A.A. e BURSZTYN, M. Desenvolvimento sustentável: a biografia de um conceito.


In: NASCIMENTO, E.P. e VIANA, J.N.S. Economia, meio ambiente e comunicação. Rio de
Janeiro, Garamond, 2006.

CALVACANTI, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas.


3ª Edição. São Paulo, SP: Cortez; Recife, PE: Fundação Joaquim Nabuco, 2001.

CECHIN, Andrei. A Natureza como Limite da Economia: a Contribuição de Nicholas Gergescu-


Roegen. São Paulo: Editora Senac São Paulo/ Edusp, 2010.

FOLADORI, Guillermo. Limites do desenvolvimento Sustentável. Tradução de Marise Manoel.


Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2001.

MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São Paulo,
Contexto, 2009.

MORAES, Antonio Robert. Meio ambiente e Ciências Humanas. São Paulo, SP: Annablume, 2005.

RENTE, Andréa Simone Gomes. Economia e Meio Ambiente: uma discussão introdutória. IN:
REVISTA PERSPECTIVA AMAZÔNICA, das Faculdades Integradas do Tapajós – FIT. Ano 1.
Vol. 1. Santarém, PA, Janeiro de 2011, p. 29-40.

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento Includente, Sustentável, Sustentado. Rio de Janeiro, RJ:


Garamond, 2008.

SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel Cristina de Moura; GUIMARÃES, Leandro Belinaso.


Desenvolvimento Sustentável. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

63
SENE, E. Globalização e Espaço Geográfico. São Paulo, SP: Contexto, 2004.

STEINBERGER, Marília (Org.). Território, Ambiente e Políticas Públicas Espaciais. Brasília, DF:
Ed. Paralelo 15 e LGE Editora, 2006.

VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.

INTERAÇÃO NA BASE REAL IV (IBR IV)

O propósito deste módulo é propiciar aos estudante a efetivação de projetos de intervenção que
tenha como proposta a Promoção da Saúde junto ao grupo social de pesquisa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1998.

CARVALHO, A. M. Aprendendo metodologia científica: uma orientação para os alunos de


graduação. São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.

MAGALHÃES, Gildo. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DA PESQUISA: CAMINHOS DA


CIÊNCIA E TECNOLOGIA. 2005

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Normas técnicas: elaboração e apresentação de trabalho


acadêmico-científico. Curitiba: UTP, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora
Pedagógica e Universitária, 1980.

CURY, G. C. Epidemiologia aplicada ao sistema único de saúde / programa de saúde da família.


Belo Horizonte: COOPMED, 2005.

MEDRONHO R. (org.). Epidemiologia Caderno texto e exercício 2ª Ed.,São Paulo: Atheneu. 2008.

64
ROZENFELD, S. Fundamentos da Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.

ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.

SEMINÁRIOS INTEGRADORES IV (SINT IV)

Articulação de saberes construídos nas disciplinas do semestre, através da investigação suscitada


pela problematização de assuntos referentes aos principais conceitos aí trabalhados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, G. W. De S. et al. Tratado de Saúde [Link], 2007.

CZERESNIA, D.; FREITAS, C. F.F. (org). Promoção da saúde, conceitos, reflexões, tendências.
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003.

MEDRONHO RA, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2009;
p. 03-30; 153-168.

ROUQUAYROL MZ e Gurgel M. Epidemiologia & Saúde. 7ª ed. Rio de Janeiro: MEDSIBOOK;


2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto
Piaget, 2005.

BURSZTYN, M.A.A. e BURSZTYN, M. Desenvolvimento sustentável: a biografia de um conceito.


In: NASCIMENTO, E.P. e VIANA, J.N.S. Economia, meio ambiente e comunicação. Rio de
Janeiro, Garamond, 2006.

DEMO, Pedro. Política Social, educação e cidadania. Papirus, 1995.

65
STEINBERGER, Marília (Org.). Território, Ambiente e Políticas Públicas Espaciais. Brasília, DF:
Ed. Paralelo 15 e LGE Editora, 2006.

VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.

FÍSICO-QUÍMICA
Carga Horária: 60 horas

Sistemas físico-químicos: leis fundamentais da termodinâmica e sua aplicabilidade.


Equilíbrio químico: Soluções. Cinética: leis empíricas, ordem e velocidade das reações, energia de
ativação, lei de Arrhenius teoria das soluções, estado de transição, reação em solução, catálise
homogênea e heterogênea. Eletroquímica: condutância e reações iônicas, leis de Faraday. Migração
iônica condutância, atividade iônica, teoria de Debye Huckel e constantes de equilíbrio, células
eletroquímicas, tipos de células, potencial de células e medida de pH, eletrodo íon seletivo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-química. LTC, 1996.

MACEDO, Horácio. Físico-química. Guanabara, 1988.

_____________. Fundamentos de Físico-Química. Guanabara Dois, 1994.

MASTERTON, W. L. et al. Princípios de Química. Guanabara Koogan, 6a ed., 1990.

MOORE, W. J. Físico-química. Vols. 1 e 2. Edgar Blücher, 4ª ed., 1976.

RUSSELL, J. B. et al. Química Geral. Makron, Books, 1982.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P.W. & de PAULA, J. Físico-Química, Vol. 1 e 2. Editora LTC, 7ª Ed.; 2004.

______________, Físico-Química, Vol. 3. Rio de Janeiro: Editora LTC, 7ª Ed.; 2004.

66
______________Físico-Química: Fundamentos. Editora LTC, 3ª Ed.; 2003.

CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química: Rio de Janeiro: Sistema SI. Editora LTC, 1986.

NETZ, P., GONZALEZ ORTEGA, G. Fundamentos de Físico-química para Ciências


Farmacêuticas. Editora Art Med, 2002.

QUÍMICA ORGÂNICA II
Carga Horária: 60 horas

Reações Orgânicas e Mecanismos: Substituição Nucleofílica Sn1 e Sn2, Eliminação, Adição e


Substituição Eletrofílica. Noções de Síntese Orgânica. Halocompostos. Álcoois, Fenóis e Éteres.
Aminas, Aldeídos e Cetonas. Adição nucleofílica. Ácidos carboxílicos e seus derivados funcionais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, N.L.; CAVA, M.P. JONGH, D.C. JOHNSON, C.R. LEBEL, N.A.; STEVENS, C.L.
Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1976.

CARRAZONI, Ed Paschoal,. Química Orgânica Básica. Ed. Fasa, 1984.

MORRISON AND BOYD. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Editora Fundação Calouste
Gulbenkian, 2005.

SOLOMONS, T. W.G. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, L. C. A. Química Orgânica São Paulo: Prentice Hall, 2004.

BETTELHEIM F A,. CAMPBELL M. K,. FARRELL S. O, BROWN W. H, Introdução à Química


Orgânica,1ª Ed. Editora Cengage Learning. 2012.

McMURRY, J. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Thomson, 2005.

SILVA, R.R. Introdução à Química Experimental. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 1990.

67
SOARES, B.G. Química Orgânica: teoria e técnicas de preparação, purificação e identificação de
compostos orgânicos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.

BIOQUÍMICA I
Carga Horária: 60 horas

Introdução à Bioquímica e seus fundamentos. As biomoléculas e suas propriedades. Aspectos


bioquímicos da origem da vida. Propriedades da água. Conceito de pH e soluções tampão. As
biomoléculas mais importantes: proteínas e suas unidades constituintes, os aminoácidos; os
carboidratos; os lipídios e as vitaminas. As principais técnicas de purificação e análise de estruturas
de proteínas. Enzimas, suas propriedades e seu papel no funcionamento dos organismos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.

NELSON, D. L.; MICHAEL, M. COX.; Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed.- Porto


Alegre-RS: Artmed, 2011. 1274 p. Tradução de: Lehninger: principles of biochemistry.

VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.

BLIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B.; JOHNSON, A; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P.; 2010.
Biologia Molecular da Célula. 5. Ed. Porto Alegre: Artmed.

CHAMPE, P. C., HARVEY, R. A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.

GUYTON, A.C. 1992. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

MURRAY, Robert K., et al. Bioquímica. 7a ed. Atheneu, 1994.

NELSON, L. D.,COX,M.M., Introduction do Biochemistry, 5thd., W. H. Freeman, 2008.

68
FITOQUÍMICA
Carga Horária: 60 horas

Produtos naturais como protótipos para o desenvolvimento de novos fármacos. Quimiossistemática.


Biossíntese de metabólitos secundários: derivados das vias do ácido chiquímico, acetato e
mevalonato. Etapas de uma análise fitoquímica: cultivo, coleta, identificação, secagem,
estabilização e moagem do material vegetal; técnicas de extração; reações químicas de
caracterização de grupos de metabólitos secundários; isolamento, purificação e elucidação estrutural
de princípios ativos. Aplicações industriais e farmacêuticas dos metabólitos secundários. Síntese,
semissíntese e modificação estrutural de moléculas ativas. Plantas tóxicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2ª ed. Ed. Acribia, Zaragoza,


2001.

COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO, P. S. Introdução a métodos cromatográficos. 7º


Edição. Editora da UNICAMP, 1967.

DEWICK, P.M. Medicinal Natural Products: A Biosynthetic Approach. John Wiley & Sons,
England, 2002.

MANN, J. Chemical aspects of biosynthesis. 1ª Edição. Oxford Chemistry Primers. Vol. 20. Oxford
University Press, 1999.

SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P. de; MENTZ, L.


A.; PETROVICK, P. R. (Ed.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6ª ed. Porto
Alegre/Florianópolis: Editora da UFRGS/Editora da UFSC, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BERG, M. E. Plantas medicinais na amazônia: contribuição ao seu conhecimento sistemático. 3ª ed.


Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi, 2010.

69
COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO, P. S. Introdução a métodos cromatográficos. 7º
Edição. Editora da UNICAMP, Campinas, 1997.

DI STASI, L.C. & HIRUMA-LIMA, C.A. Plantas medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. 2.
ed. São Paulo: Editora Universidade Estadual Paulista, 2002. 604 p.

EVANS, W.C. Trease and Evans’ Pharmacognosy. 16th. ed. London: Saunders Elsevier,
2009. 603 p.

LOBO, A. M.; LOURENÇO, A. M. Biossíntese de produtos naturais. Editora IST Press. Lisboa
Portugal, 2007, 272 p.

MANN, J. Chemical aspects of biosynthesis. 1st ed. Oxford Chemistry Primers (Book 20). Oxford
University Press, Oxford, 1995.

MATOS, F.J.A. Introdução à Fitoquímica Experimental. 4ª ed. Edições UFC, 2009.

BROMATOLOGIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS II


Carga Horária: 60 horas

Alimentos e ingredientes funcionais: vitaminas antioxidantes, compostos fenólicos, fibras


alimentares, prebióticos e probióticos. Aditivos alimentícios e Legislação. Enzimas de interesse
alimentício. Noções básicas de Microbiologia de Alimentos. Higiene e Legislação de Alimentos.
Técnicas e Métodos de conservação de alimentos. Tecnologia de produtos de origem vegetal.
Bebidas. Tecnologia de produtos de origem animal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUARONE, E.; BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U.A. Biotecnologia Industrial:
Biotecnologia na Produção de Alimentos. São Paulo: Ed Edgard Blücher, 2001.

ARAUJO, Julio M.A. Química de alimentos. Teoria e pratica, Ed 3, Vicosa Ed. UFV, 2006.

70
BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1998.

BOBBIO, F. O. Introdução a química de alimentos. São Paulo: Varela, 1992.

COSTA, N. M. B; ROSA, C. O. B. Alimentos Funcionais: componentes bioativos e efeitos


fisiológicos. 1ª ed. São Paulo: Ed. Rubio, 2010.

CHITARRA, A. B.; PRADO, M.E.T. Tecnologia de armazenamento pós-colheita para frutos e


hortaliças in natura. Lavras: FAEPE, 2002. 112 p.

EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1994.

FENNEMA, O. R.; DAMODARAN, S.; PARKIN, K. L. Química de Alimentos de Fennema – 4ª


ed. - Editora Artmed, 2010.

FELLOWS, P. Tecnología del procesado de los alimentos: Principios y práctica – 2ª Ed. – Editoral
Acribia, 2007.

FRANCO, B.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008.

GAVA, Altanir J. Princípios de tecnologia de alimentos. 7. ed.. São Paulo: Nobel, 2010.

JAY, J.M. Microbiologia de alimentos. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

MARTINS, Conceição; PATARATA, Luis. ANÁLISE FÍSICOS-QUÍMICAS E QUÍMICAS DE


LEITE E PRODUTOS LÁCTEOS: PROTOCOLOS DE APOIO ÁS AULAS PRÁTICAS. 2ª Ed.
Vila Real, 2007.

OETTERER, M.; DARCE, M.A.B.R.; SPOTO, M. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de


Alimentos. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2006.

ORDÓNEZ, J. A. Tecnologia de Alimentos - Componentes dos alimentos e processos. Vol. 1, 1ª


edição – Editora Artmed, 2005.

71
PEREDA, Juan A. O. et al. - Tecnologia de Alimentos - Editora Artmed. 2007.

SILVA JR, Eneo Alves da. MANUAL DE CONTROLE HIGIÊNICO-SANITÁRIO EM


SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO. 6ª Ed. Varela, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AQUARONE, E.; LIMA, V. A.; BORZANI, W. Engenharia Bioquímica. São Paulo: Ed Edgard
Blücher, 1988.

BOBBIO, P. A. Química do processamento de alimentos. São Paulo: Varela, 1995.

CISTERNAS, J. R.; VARGA, J.; MONTE, O. (org.). Fundamentos de bioquímica experimental.


São Paulo: Atheneu, 1999.

COULTATE, T.P. Alimentos. a química de seus componentes, Vol. 3, Porto Alegre, Ed. Artmed.
2004.

LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas. São Paulo: E. Blücher, 1987.

RIBEIRO, ELIANA PAULA; SERAVALLI, ELISENA A. G.. Química dos alimentos. São Paulo,
Ed. Edgard Blucher 2004.

SCRIBAN, R. Biotecnologia. São Paulo: Editora Manole, 1984.

WENZEL, G.E. Bioquímica Experimental dos Alimentos. Ed. Unisinos, 2001.

5º PERÍODO CURRICULAR

DIREITO EM SAÚDE
Carga Horária: 60h

Políticas públicas no Brasil e sua organização a partir da Constituição Federal de


[Link]ção filosófica, jurídica, política e organizacional do SUS. Princípios do Sistema
Único de Saúde. Papel do controle social. Dinâmica do conselho municipal e estadual de saúde.

72
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIAR, Roberto. A. R. de. Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa Ômega,1990.

DINIZ, M. H. Compêndio de introdução à ciência do direito. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2012.

REALE, M. Lições preliminares de direito. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei n.8.080 de 19 de setembro de 1990 e Lei 8082 de 1992. Dispõem sobre as condições
para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços
correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasilia, 1990. Seção1, p.18055
- 18059.

_________. Lei 8142 de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na


gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos
financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União 1990; dez 31.

__________. Decreto 7508 de 28 de junho de 2011. Regulamenta a Lei no 8.080, de 19 de setembro


de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da
saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. Diário Oficial
da União 2011; jun 29

___________. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Constituição da República Federativa do Brasil:


promulgada em 5 de outubro de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em [Link]
[Link]/ccivil_03/constituicao/[Link].

IHERING, R. V. A Luta Pelo Direito . Trad. J. Cretella Jr. E Agnes Cretella. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2001. KAUFMANN, A. Introdução à filosofia do direito e à teoria do direito
contemporâneas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.

LARENZ, K. Metodologia da Ciência do Direito . Trad. José Lamego. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1997. LYRA FILHO, R. O Que é Direito? São Paulo: Brasiliense, 2003. MACHADO
NETO.

73
WOLKMER, A. C. Introdução ao Pensamento Jurídico Crítico. São Paulo: Saraiva, 2009.

BIOFÍSICA

Carga Horária: 60 horas

Introdução à Biofísica. Biofísica Celular e Molecular: Modelos de membranas e tipos de


comunicação inter-celular, canais iônicos, Bioeletrogênese. Biofísica do meio interno do organismo.
Biofísica de sistemas: Cardiovascular, auditivo, visual, respiratório. Energia, Biofísica
nuclear. Métodos Biofísicos de análise (fotometria, espectroscopia, cromatografia).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMPRI-NARDY, Mariane; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina. Práticas de
Laboratório de Bioquímica e Biofísica: Uma visão [Link] Koogan, 2011.

GUYTON, A. C. HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-


Koogan, 1991.

HENEINE, Ibrahim Felippe. Biofísica Básica. São Paulo, Atheneu, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica: Fundamentos e Aplicações. Rio de Janeiro, Prentice Hall
Brasil, 2003.

GARCIA, Eduardo A. C. Biofísica. São Paulo, Editora Sarvier, 2002.

MELLO AIRES, M. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1999.

OKUNO, E.; CALDAS, I.L.; CHOW C. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo,
editora Harper & Row do Brasil, 1982.

SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. Uma Abordagem Integrada. São Paulo: Manole, 2003.

BIOLOGIA CELULAR

74
Carga Horária: 60 horas

Estrutura Organizacional da Célula Procariota e Eucariota. Crescimento e desenvolvimento,


divisão e diferenciação celular. Histórico e Dogma da Biologia Molecular. A natureza do material
genético. Estrutura e Replicação do DNA. Síntese de Proteínas: tradução e código genético.
Composição química, ultra-estrutura, propriedades físicas e fisiologia das Biomembranas;
Especializações da membrana plasmática. Princípios da comunicação e sinalização celular;
Citoesqueleto; Organelas Celulares: Ribossomos; Retículo endoplasmático; Complexo de Golgi;
Mitocôndrias; Lisossomos; Organização estrutural do núcleo. A célula vegetal. Introdução às
técnicas de biologia molecular; Aplicações da biologia celular e molecular e noções de microscopia
e técnicas citológicas. Introdução às técnicas de biologia molecular.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 8a ed. Artmed, 2010.

DE ROBERTIS, E.; HIB, J. Bases da Biologia Celular e Molecular. Ed. Guanabara Koogan S.A. 4ª
ed. Rio de Janeiro/RJ, 389p. 2006.

__________________. M. F.; HIB, J. & PONZIO, R. Biologia Celular e Molecular. Ed. Guanabara
- Koogan S.A. 4ª ed,. Rio de Janeiro/RJ, 432p. 2003.

JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. Ed. Guanabara Koogan S.A.
8ª ed. Rio de Janeiro/RJ, 2005.

LODISH, H., BERK, A.; ZIPURSKY, S. L., MATSUDAIRA, P. BALTIMORE, D., & DARNELL,
J.. Biologia Celular e Molecular. ARTMED, 2ª ed, Porto Alegre. 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da célula. Ed. Artmed. 5ª ed. 2010.

_______________; BRAY, D.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. &
BERKALOFF et al. Biologia Molecular da célula. (Série Introdução à Biologia). Ed. Edgard
Blücher Ltda. São Paulo. SP, 287p. 1998.

75
HOLTZMAN, E. & NOVIKOFF, A. B. Células e estruturas celulares. Ed. Interamericana, 1985.

ROBERTS, K.; WALTER, P. Fundamentos da Biologia Celular. 2a. edição, Porto Alegre: Ed.
Artmed, 2006.

WALTER, P. Fundamentos de Biologia Celular. Ed. Artes Médicas, São Paulo. 1999.

ZAHA, A. et al. Biologia Molecular Básica. 3ª ed. Porto Alegre, Editora Mercado Aberto, 2003.

BOTÂNICA
Carga Horária: 60 horas

A célula vegetal. Morfologia externa da raiz, caule e folha. Organografia da flor,


inflorescência, fruto e semente. Organização interna do corpo da planta. Desenvolvimento da
planta. Sistemas de tecidos. Anatomia da raiz, caule e folha.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APEZZATO-da-G. B., CARMELO-Guerreiro, S.M. 2006. Anatomia Vegetal. 2ª Ed. Editora da
Universidade Federal de Viçosa.

BELL, A. D. 2008. Plant form: an illustrated guide to flowering plant morphology.


Timber Press.

CARVALHO, H. F., Recco-Pimentel, S. M. 2001. A célula. Editora Manole Ltda. São Paulo.

GIFFORD, E. M. & FOSTER, A. S. 1989. Morphology and evolution of vascular plants.W. H.


Freeman and Company.

GONÇALVES, E. G. & LORENZI, H. 2007. Morfologia vegetal: organografia e dicionário


ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.

RAVEN, H. P,; EVERT, R. F. & EICHHORN, S.E. 2007. Biologia Vegetal. 7a ed. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro.

76
SOUZA, L. A. de. 2003. Morfologia e Anatomia Vegetal: células, tecidos, órgãos e plântula.
Editora UEPG, Ponta Grossa.

WEBERLING, F. 1989. Morphology of flowers and inflorescences. Cambridge University Press.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUTTER, E. G. Anatomia vegetal. Parte I- Células e tecidos. 2ª. Edição. São Paulo: Editora Rocca,
1987.

_____________. Anatomia vegetal. Parte II- Órgãos, experimentos e interpretação. São Paulo:
Editora Rocca, 1987.

ELLIS, B., Daly, D. C., Hickey, L. J., Johnson, K. R., Mitchell, J. D., Wilf, P. & Wing, S. L. 2009.
Manual of leaf architecture. Cornell University Press & The New York Botanical Garden Press.

HARRIS, J. G. & HARRIS, M. W. 2001. Plant identification terminology: an illustrated glossary.


Spring Lake Publishing.

OLIVEIRA, F. & AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica 2ª. Edição. São Paulo: Atheneu,
1997.

_____________; DE SAITO, M. L. Práticas de morfologia vegetal. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991.

GENÉTICA HUMANA
Carga Horária: 60 horas

Introdução à Genética. Base Química Molecular da Herança. Bases Citológicas da Herança.


Princípios básicos da hereditariedade e suas extensões. Determinação de sexo e herança do sexo.
Variação cromossômica. Ligação gênica. Expressão gênica. Mutações. Genética quantitativa. DNA:
replicação, transcrição e tradução. Tecnologia do DNA recombinante. Herança extracromossômica.
Genética de Populações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

77
BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. Porto Alegre: Artmed, 2001.

BURNS, George W.; BOTTINO, Paul J. Genética. 6ª Ed. Guanabara Koogan, 1991.

GRIFFITHS, A.J.F.; WESSLER, S. R.; LEWONTIN, R.C.; GELBART, W.M.; SUZUKI, D.T.;
MILLER, J.H. Introdução à Genética. 8ª Edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara-Koogan, 743p.
2006.

GUERRA, Marcelo dos Santos. INTRODUÇÃO À CITOGENÉTICA GERAL. 1ª Ed. Guanabara


Koogan, 1988.

KLUG, W. S.; CUMMINGS, M. R.; SPENCER, C. A.; PALLADINO, M. A.; Conceitos de


Genética 9ª Edição Porto Alegre: Artmed, 896p. 2010.

SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. Fundamentos de genética. Editora Guanabara Koogan. 4ª ed.,


922p. 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARDNER, E.J. & SNUSTAD, D.P. Genética. 7ª ed. Rio de Janeiro. Editora Guanabara-Koogan,
497p. 1986.

PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. Rio de Janeiro. Editora Guanabara - Kooga n, 1ª
ed. 758p. 2004.

RAMALHO, M.A.P.; SANTOS, J.B.; PINTO, A.B.P. Genética na Agropecuária. UFLA, 472p.
2001.

WATSON J.D.; MYERS R.M.; CAUDY A.A.; WITKOWSKI J. A. DNA Recombinante - Genes e
Genomas. 1ª ed. 474P. 2008.

WESSLER, S.R. Introdução à Genética. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

BIOQUÍMICA II

78
Carga Horária: 60 horas

Fundamentos e aplicações de bioquímica metabólica. Introdução ao metabolismo. Via


glicolítica, Ciclo de Krebs, Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa. Via das pentoses.
Gliconeogênese. Regulação do metabolismo da glicose e do glicogênio, metabolismo dos lipídios,
lipoproteínas e metabolismo do colesterol, metabolismo dos aminoácidos e ciclo da uréia,
metabolismo do ferro, metabolismo do ácido fólico, metabolismo das porfirinas. Regulação e
integração metabólica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B.; JOHNSON, A; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P.; 2010. Biologia
Molecular da Célula. 5. Ed. Porto Alegre: Artmed.

BROWN, T. L., LeMAY Jr., H. E e BURSTEN, B. E., Chemistry. The Central Science, 7ª. Ed.
Prentice Hall, USA, 1997.

CASALI, C. A. Fisiologia vegetal - práticas em relações hídricas, fotossíntese e nutrição mineral. 1ª


edição. Editora Manole Biomedicina, 2006. 466 p.

CHAMPE, P. C., HARVEY, R. A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.

LOBO, A. M.; LOURENÇO, A. M. Biossíntese de produtos naturais. Editora IST Press. Lisboa
Portugal, 2007, 272 p.

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.

NELSON, D. L.; MICHAEL, M. COX.; Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed.- Porto


Alegre-RS: Artmed, 2011. 1274 p. Tradução de: Lehninger: principles of biochemistry.

NELSON, L. D., COX,M.M., Introduction do Biochemistry, 5thd., W. H. Freeman, 2008.

VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.

79
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLINGER, N.L., CAVA, M.P.; JONGH, D.C.; JOHNSON, C.R.; LEBEL, N.A.; SOLOMONS,
T. W.G. & FRYHLE, C. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005.

MANN, J. Secondary Metabolism. 2nd . Oxford University Press, New York.


MCMURRY F., Chemistry. 4th ed. Prentice Hall, USA, 2003.

NETO, C.C. Análise Orgânica – Métodos e Procedimentos para a Caracterização de Organoquímios


- Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2004.

WEBSTER, F.X. & SILVERSTEIN, R.M. Identificação Espectrométrica de Compostos Orgânicos.


6ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2000.

IMUNOLOGIA BÁSICA
Carga Horária: 60 horas

Introdução a imunologia: células e órgãos do sistema imune. Princípios gerais da imunidade inata x
imunidade adapatativa. Imunidade inata e reconhecimento de padrões moleculares. Inflamação. O
sistema complemento. Desenvolvimento de linfócitos B e T. Ativação de linfócitos. Estrutura e
função das imunoglobulinas. Complexo principal de histocompatibilidade (MHC). Processamento e
apresentação de antígenos. Mecanismos efetores da imunidade celular e humoral. Mecanismos
reguladores da resposta imunológica. Resposta imune à infecções. Imunoregulação.
Hipersensibilidade imediata: Doenças alérgicas; doenças por imunocomplexo. Hipersensibilidade
do tipo II, III e IV. Tumores. Imunodeficiências primárias e secundárias.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, A. K. Imunologia Celular e Molecular. 6ª. Edição. Rio de Janeiro: Saunders/Elsevier,
2008.

BRASILEIRO, F. G. Bogliolo. Patologia Geral. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,


2009.

80
LACAZ, C. S.; PORTO, E. ; MARTINS, J. E. C.; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T.
Tratado de Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.

NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.

REY, L. Parasitologia. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

ROITT, Ivan M. Imunologia. 5ª Ed. Atheneu, 1993.

TORTORA, G. J. Microbiologia. 8ª. Edição. Porto Alegre: ArtMed, 2005.

TRABULSI, L. R. & ALTHERTHUM, F. Microbiologia. 4ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTHONY, P.P. Recent Advances in Histopathology, Paperback, 1989.

BRITO, T.; MONTENEGRO, M. R.; BACCHI, C. E. Patologia Processos Gerais. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: Atheneu, 2010.

FARIA, J. L. Patologia Geral: Fundamentos das Doenças com Aplicações Clínicas. 4ª Edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

ROBBINS, N.; KUMAR, V.; ABBAS, A. K. Patologia - Bases Patológicas das Doenças. 8ª Edição.
Elsevier, 2010.

SANTOS, N. S. O.; ROMANOS, M. T. V.; WIGG, M. D. Introdução à virologia humana. 2ª.


Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

PARASITOLOGIA HUMANA
Carga Horária: 60 horas

Estudos das relações parasito-hospedeiro. Sistemática, morfologia, biologia, patogenia,


epidemiologia, profilaxia e diagnóstico laboratorial dos parasitos pertencentes a protozoa,
platyhelmintes e nematoda de interesse médico. Principais artrópodes e moluscos transmissores de

81
parasitoses humanas. Parasitos de interesse médico: pesquisa e identificação através dos vários
métodos laboratoriais. Metodologia de exames parasitológicos em laboratório de análises clínicas,
com ênfase às de ocorrência regional. Diagnóstico parasitológico de protozooses e helmintos
humanos. Diagnósticos parasitológicos de doenças produzidas no homem por artrópodes. Colheita
de material para exames parasitológicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DE CARLI, G.A. Parasitologia Clínica. São Paulo: Atheneu. 2001.

NEVES, D. P. Parasitologia humana. 8ª Ed. São Paulo: Atheneu, 1991

PESSÔA, Samuel Barnsley; MARTINS, Amilcar Vianna. Parasitologia Médica. 11ª Ed. Guanabara
Koogan, 1988.

REY, L. Bases da parasitologia médica. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

REY, L. Parasitologia. Parasitos e Doenças Parasitárias do Homem nas Américas e na África.


Segunda edição. Guanabara Koogan, 2000, 731 p.

SMITH, J.D. Introduction to Animal Parasitology . Third edition, Cambridge University Press,
1994, 549 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERSON, R. C. Nematode parasites of vertebrates their development and transmission.
Wallingford: C.A.B International, 1992.

BAKER, J. R.; MULLER, R.; ROLLINSON, D. Advances in parasitology. San Diego: Academic
Press, c2001. 397 p.

CIMERMAN, B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu,
1999.

COX, F.E.G. Modern Parasitology. Second edition, Blackwell Science, 1993, 276p

82
DESPOMMIER, D.D., GWADZ, R.W. & HOTEZ, P.J. Parasitic Diseases. Third edition, Springer-
Verlag, 1994, 333 p.

KHALIL, L.F.; JONES, A., BRAY, R.A. Keys to the cestode parasites of vertebrates. Wallingford:
CAB International, 1994.

MARKELL, E.K., VOGE, M. & JOHN, D.T. Medical Parastiology. Seventh edition, W.B.
Saunders Company, 1992, 463 p.

6º PERÍODO CURRICULAR

EMBRIOLOGIA E HISTOLOGIA HUMANA


Carga Horária: 60 horas

Sistemas linfático e circulatório. Tubo digestivo. Glândulas anexas do tubo digestivo. Sistema
respiratório. Pele e anexos. Sistema urinário. Glândulas endócrinas. Sistema reprodutor masculino.
Sistema reprodutor feminino. Microscopia e métodos de estudo em histologia. Tecidos
embrionários. Tecido: epitelial de revestimento e glandular, conjuntivo e de características especiais
(cartilaginoso, ósseo, adiposo, hematopoético), muscular e nervoso. Métodos de estudo em
embriologia. Formação dos gametas, processos de divisão, migração, crescimento e diferenciação
celular, a partir do ovócito fertilizado, que ocorrem durante o desenvolvimento embrionário e fetal
humano. Atividades em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARLSON, B.M.. 1996. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro. 408p.

GARTNER, L.P., HIATT, J.L. Atlas Colorido de Histologia. 4ª ed. Editora Guanabara Koogan S.A.
2006. 432p.

JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan S.A. 2004. 487p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

83
GRIFFITHS, A.J.F.; MILLER, J.H.; COCHARD, L.R. Atlas de Embriologia Humana de Netter.
Porto Alegre: Artmed, 2003

KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e Biologia Celular: Uma introdução à patologia. Rio de


Janeiro. Elsevier, 2004. 654p.

MOORE, K.L. & PERSAUD, T.V.N. Embriologia Básica. 6. Ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2004,
481p.

STEVENS, Alan; LOWE, J. S. Histologia Humana. 2a Ed. Editora Manole, 2001.

SUZUKI, D.T.; LEWONTIN, R.C.; GELBART, W.M.; MOORE, K.L. ; PERSUAD, T.V.N.
Embriologia Clínica. 7ª Ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2004.

FISIOLOGIA HUMANA
Carga Horária: 60 horas

Introdução à Fisiologia: fisiologia celular e geral. Células sanguíneas, imunidade e coagulação


sanguínea. Fisiologia da membrana, do nervo e do músculo. Fisiologia cardíaca. Circulação
sistêmica e pulmonar. Fisiologia dos sistemas renal, respiratório, nervoso, digestivo, reprodutor e
endócrino.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AIRES, M. M. Fisiologia 2. Ed. Rj. Guanabara Koogan, 1999.

ALBERTS, B. Biologia Molecular da Célula. Ed. Artes Médicas Sul, 3a. Ed., 1997.

GUYTON, A. C., Fisiologia Humana. 6ª Ed. Guanabara Koogan, 1988.

_______________, HALL, J.E. Tratado De Fisiologia Médica 10. Ed. Rio de Janeiro. Guanabara
Koogan, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNE, R. B, LEVY, M. N. Tratado De Fisiologia Humana. 4 Ed. Rj. Guanabara Koogan, 2000.

84
BESTES, T. As Bases Fisiológicas Da Pratica Medica. 11 Ed. Rj. Guanabara Koogan, 1990.

CONSTANZO, L.S. Fisiologia. Guanabar Kogan, Rj 1995.

DOUGLAS, C. R. Tratado De Fisiologia Aplicada As Ciências Da Saúde. 5 Ed. Sp. Robe Ed


Belman Ed. Imp. Exp. 2002.

JOHNSON, L. R. Fundamentos de Fisiologia Médica. 2ª Ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan,


2000.

BACTERIOLOGIA
Carga Horária: 60 horas

Evolução e importância. Características gerais de bactérias, fungos e vírus. Morfologia,


citologia, nutrição e crescimento de microrganismos. Efeito dos fatores físicos e químicos sobre a
atividade dos microrganismos. Genética bacteriana. Noções sobre infecções, resistência e
imunidade. Preparações microscópicas. Métodos de esterilização. Meios de cultura para cultivo
artificial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMATO NETO, V.; CORRÊA, L. L. Exame Parasitológico das Fezes. 5ª Edição. São Paulo:
Editora Sarvier, 1991.

BROCK, T.D.; MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. Biology of Microorganisms.


Ed. Prentice Hall, 8ª. ed., 1997.

CARRAZZA, F. R.; ANDRIOLO, A. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. Sarvier, 2000.

CASTRO, L. P.; CUNHA, A. S; REZENDE, J. M. Protozooses Humanas. São Paulo: BYK, 1995.

CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.

85
DE CARLI, G. A. Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o
Diagnóstico das Parasitoses Humanas. São Paulo: Editora Atheneu, 2001.

FERREIRA, A.; ÁVILA, S. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

_____________, Diagnóstico Laboratorial - Diagnóstico das Principais Doenças Infecciosas e


Parasitárias e Auto-imunes. Correlação Clínico-Laboratorial. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.

GRAFF, S. L. Analisis de orina, atlas color. Buenos Aires: Ed. Panamericana, 1987.
JANEWAY, C.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Immunobiology. CB Publications, 1999.

LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica – Texto e Atlas. 4a. Edição. São Paulo:
Premier, 1997.

MORAES, R. G.; LEITE, I. C.; GOULART, E. G. Parasitologia e Micologia Humana. Rio de


Janeiro: Editora Cultura Médica Ltda., 1998.

MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

MURRAY, P. R. Microbiologia Clínica. 2ª. Edição. São Paulo, Medsi, 2002.

___________. Microbiologia Médica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2000.

NEVES, D. P; MELO, A. L; LINARDI, P. M; VITOR, R. W. A. (Org.). Parasitologia Humana. 11ª.


Edição. Atheneu, 2005.

OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.

REY, L. Parasitologia. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

TAVARES, W. & MARINHO, L. A. C. Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças


Infecciosas e Parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2005.

86
TORTORA, G. J. , FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. Rio de Janeiro: Artmed, 2005.

TRABULSI, L. R. Microbiologia. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004.

VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 3ª Edição. São Paulo: Ateneu, 2005.

VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRIOLO, A. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de
Medicina: Medicina Laboratorial. São Paulo: Ed. Manole, 2005.

BROOKS, G. F.; BUTEL; J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia Médica. 21ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000.

FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas


e Auto-Imunes. 2ª. Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

GARCIA, L.; BRUCKNER, D. A. Diagnostic medical parasitology. Washington, DC: American


Society for Microbiology, 2006.

JAWETZ, E.; MELNICK, A.; ADELBERG, E. A.; BROOKS, G. F. Microbiologia Médica. 24ª ed.
Rio de Janeiro: Artmed, 2010.

KONEMANN, E. W.; ALLEN, S. D.; JANDA, W. M.; SCHRECKENBERGER, P. C.; WINN, W.


C. Diagnóstico Microbiológico - Texto e Atlas Colorido. 5ª. Edição, 1997.

MIMS, C.; DOCKRELL, H. M; GOERING, R. V.; ROITT, I.; WAKELIN, D. Microbiologia


Médica. 3a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia - conceitos e aplicações. 2a. ed.
Makron Books, 1997.

87
SALOMÃO, R . et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de
Medicina: Infectologia. São Paulo: Manole, 2004.

TORTORA, G.T.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiology: An Introduction. 6ª. ed., Artmed
Editora, 2000.

ANATOMIA HUMANA
Carga Horária: 60 horas

Conceito e divisões da Anatomia, métodos de estudo, histórico e evolução. Planos de


delimitação, planos de secção, eixos e princípios de construção do corpo humano. Introdução ao
estudo do Sistema Nervoso: conceitos e divisões. Anatomia funcional do Sistema Nervoso Central.
Meninges, ventrículos, líquor, vascularização e barreiras. Sistema Regulatório Visceral. Grandes
vias aferentes e eferentes. Generalidades sobre Osteologia, Artrologia e Miologia. Anatomia do
Sistema Cardiovascular.

BIBLIOGARAFIA BÁSICA
DANGELO, J. G. & FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3a ed. São Paulo:
Atheneu, 2007.

GRAY, Henry. Anatomia. 29a Ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 1988.

NETTER, F. H. Netter Atlas de Anatomia Humana. 4a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

SOBOTTA - Atlas de Anatomia Humana. 22a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AFIFI, A. K. & BERGMAN, R. A. Neuroanatomia Funcional – Texto e Atlas. 2a ed. São Paulo:
Roca, 2008.

DANGELO, J. G. & FATTINI, C.A. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu, 1998.

MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. 2a ed. São Paulo: Atheneu, 1993.

88
MOORE, K. L. & DALLEY, A. F. Anatomia Orientada para a Clínica, 5a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.

PALASTANGA, Nigel; FIELD, Derek; SOAMES, Roger. Anatomia e Movimento Humano:


Estrutura e Função. 3ª Ed. Manole, 2000.

HEMATOLOGIA BÁSICA
Carga Horária: 60 horas

Introdução a Hematologia Básica - noções gerais sobre estudo do sangue, estudo dos órgãos
hematopoéticos (estrutura e fisiologia), colorações hematológicas, fisiologia da (eritropoese,
leucopoese e plaquetopoese) fisiologia do eritrócito, estudo da hemoglobina (biossíntese, função e
catabolismo), fisiologia do estudo dos leucócitos granulócitos (origem, propriedades e funções),
estudo do Sistema Fagocítico Mononuclear (SMF), estudo dos linfócitos e subtipos de linfócitos
(origem, propriedades e funções), hemostasia: função dos vasos e das plaquetas (hemostasia
primária), coagulação sangüínea e da fibrinólise, reação inflamatória, imunohematologia (Sistema
ABO e Rh), patologias relacionadas às séries branca e vermelha, patologias relacionadas à
Hemostasia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARGÜILLES, R.G.J. Fundamentos da Hematologia 2° Edição. México: Editora Panamericana,
1998.

CISCAR, F. E.; FARRERAS, P. Diagnóstico Hematológico, Laboratório e Clínica. 3ª Edição.


Barcelona: Editora JIMS, 1972.

FAILACE, R. Hemograma, Manual de Interpretação. 3ª Edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

HARMENING, D. Técnicas Modernas em Banco de Sangue e Transfusão. 2ª Edição. São Paulo:


Editora Revinter, 1992.

HAYHOE, F. G. J.; FLEMANS, R .J. Atlas Colorido de Citologia Hematológica. 2 ª Edição. São
Paulo: Editora Artes Médicas, 1991.

89
HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia Clínica Ilustrada: Manual e Atlas Colorido. São
Paulo: Manole, 1991.

HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em Hematologia. 5ª Ed.


Artmed, 2008.

LORENZI, Terezinha F. Manual de Hematologia-Propedêutica e Clínica. 2ª Edição. São Paulo:


Medsi, 1999.

_____________. Manual de Hematologia: Propedêutica e Clínica. 4ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.

_____________ (Coord.). Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada. Guanabara


Koogan, 2011.

NAOUM, P. C. Hemoglobinopatias e Talassemias. São Paulo: Editora Sarvier, 1997.

OLIVEIRA, M. C. V. C.; GOÉS, S. M. P. M. Immunologia Eritrocitária. 2° Edição. São Paulo:


Medsi, 1999.

VERRASTRO, T.; LORENZI, T. F.; NETO, S.W. Hematologia e Hemoterapia: Fundamentos,


Morfologia, Fisiologia, Patologia e Clínica. São Paulo: Atheneu, 1996.

VERRASTRO, Therezinha; LORENZI, Therezinha; WENDEL NETO, Silvano (Colab.).


Hematologia, Hemoterapia: Fundamentos de Morfologia, Fisiologia, Patologia e Clínica. Atheneu,
1996.

WILLIAM, W. J.; BEUTLER, E.; ERSLEV, A J.; LICHTMAN, M. A. Hematology. 6° Edição.


New York: McGraw-Hill, 2001.

ZAGO, M. A; FALCÃO, R. P.; PAQUINNI, R. Hematologia, Fundamentos e Prática, ed. Revisada


e Atualizada. São Paulo: Ateneu, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CALICH, V. L. Imunologia Básica. 1ª Edição São Paulo: Artes Médicas, 1989.

90
CAMPBELL, J. M.; CAMPBELL, J. B. Matemática de Laboratório, 3° Edição. Roca, 1986.

CARR, J. H.; RODAK, B. F., Atlas de Hematologia Clínica. Livraria Santos Editora, 2000.

LIMA, O. A.; SOARES, J. B.; GRECO, J. B.; GALIZZI, J.; CANÇADO, J. R. Métodos de
Laboratório Aplicados à Clínica. 7° Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.
Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Manual de técnicas e Recomendações-
Hematologia. São Paulo, 1975.

STITES, P. D.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1992.

VIROLOGIA
Carga Horária: 30 horas

Introdução à virologia humana: princípios da biologia, morfologia e taxonomia viral. O ciclo


replicativo dos vírus. Aspectos básicos da interação vírus-hospedeiro. Imunopatogênese das
infecções virais. Coleta e processamento de amostras para diagnóstico laboratorial. Diagnóstico,
epidemiologia e controle de viroses de interesse médica. Diagnóstico sorológico, métodos de
pesquisa em biologia molecular e cultura de células com aplicação na virologia clínica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANN, A.J. Principles of Molecular Virology. 2nd et. Academic Press, 1997.

JANEWAY, C.A.; TRAVERS, P. Imunobiologia. O sistema imunológico na saúde e na doença. 2a.


Ed., Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

JAWETZ, Ernest et al. Microbiologia Médica. 18a ed. Guanabara Koogan, 1991.

LEVINSON, W. Microbiologia médica e imunologia. 4a. Ed Porto Alegre: Artmed, 1998.

MURPHY, F.A.; FAUQUET, C.M.; BISHOP, D.H.L.; GHABRIAL, S.A.; JARVIS, A.W.;
MARTELLI, G.P.; MAYO, M.A.; SUMMERS, M.D. Virus taxonomy. Classification and

91
nomenclature of viruses. Sixth report of the International Committee on taxonomy of Viruses.
Archives of Virology, supplement 10, 1995.

REVISTAS RECOMENDADAS: J Clin. Virol, , J Gen. Virol., Antiviral Research, Aids Res Hum
Retrov, Acta Virologia.

ROITT, Ivan M.; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David K. Imunologia. 5a ed. Atheneu, 1993.

SANTOS, N. S. O.; ROMANOS, M. T. V.; WIGG, M. D. Introdução à virologia humana. 2ª.


Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, A W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial das principais doenças infecciosas e
auto-imunes. 2a. Ed., Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. 2001

FIELDS, B.N.; KNIPE, D.M.; HOWLEY, P.M. eds. Fields Virology. 3nd [Link] - Raven
Publishers, Philadelphia, 1996.

LEVINE, A.J. Viruses. Scientific American Library, New York, 1992.

MARGNI, R.A. Inmunologia y inmunoquímica. Buenos Aires: Panamericana, 1996.

PLAYFAIR, J.H.L.; LYDYARD, P.M. Imunologia médica. 1a. Ed., Rio de Janeiro: Revinter, 1999.

ROSE; F. Manual of clinical immunology. Washington: Am. Soc. for Microbiol. 1997.

STITES, D.P. Imunologia médica. 9a. Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

STITES, D.P.; TERR, A I., TRISTAM, G.S. Basic & clinical immunology. 8a. Ed., California:
Appleton & Lange, 1994.

WEBSTER, R.G. & GRANOFF, A. Encyclopedia of Virology. Academic Press, London, 1994.

7º PERÍODO CURRICULAR

92
QUÍMICA FARMACÊUTICA I
Carga Horária: 60 horas

Importância dos produtos naturais na gênese dos fármacos. Bases moleculares da ação dos
fármacos essenciais e a terapêutica clínica dos medicamentos. Relação entre estrutura química e
atividade terapêutica no processo de planejamento racional de fármacos. Estudo dos fatores
estruturais na atividade dos fármacos: Propriedades fisico-químicas, Estereoquímica, teorias dos
receptores. Biotransformações: noções sobre o metabolismo dos fármacos (absorção, distribuição,
eliminação e toxicidade). Noções sobre a relação entre a estrutura e a atividade farmacológica.
Noções sobre a química computacional no desenho dos fármacos. As bases químicas e
farmacológicas do mecanismo de ação de classes terapêuticas selecionadas. Atividades em
laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos
fármacos. 2ª Ed., Porto Alegre: Artmed, 2008.

LEMKE, T. L.; WILLIAMS, D. A. Foye’s Principles of Medicinal Chemistry. 7th ed. Lippincott
Williams & Wilkins, 2013.

THOMAS, G. Química Medicinal: Uma introdução. Guanabara, Koogan, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da Química Computacional à
Química Combinatória e Modelagem Molecular. São Paulo: Editora Manole, 2003.

BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos


fármacos. 2ª Ed., Porto Alegre: Artmed, 2008.

CARRAZONI, Ed Paschoal,. Química Orgânica Básica. Ed. Fasa, 1984.

DELGADO, J. N. & REMERS, W. A. Wilson and Gisvold’s textbook of Organic Medicinal and
Pharmaceutical Chemistry. 9th ed. Lippincott, New York, 1991.

93
KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J. [Link]ímica Farmacêutica. Guanabara Koogan, 1988.

MORRISON AND BOYD. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Editora Fundação


CalousteGulbenkian, 2005.

PATRICK, G. L. An introduction to medicinal chemistry. 3rd. ed. Oxford [New York] : Oxford
University Press, 2005.

SOLOMONS, T. W.G., FHRYLE, C.B. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora
LTC, 2009.

FARMACOLOGIA I
Carga Horária: 60 horas

Relação farmacocinética-farmacodinâmica. Farmacodinâmica: Receptores farmacólogicos.


Interação fármaco-receptor. Farmacologia do sistema nervoso autônomo (agonistas colinérgicos e
adrenérgicos e seus respectivos antagonistas: anticolinesterásicos). Farmacologia do sistema
cardiovascular (drogas anti-hipertensivas e glicosídeos cardiotônicos). Diuréticos. Fármacos
antiinflamatórios (Esteroidais e não esteroidais). Atividades em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. AS BASES FARMACOLOGICAS DA


TERAPEUTICA. McGraw-Hill, 1997.

GUYTON, A. C. HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-


Koogan, 1991.

KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10a ed. São Paulo: Lange, 2007.

94
RANG, H. P.; DALE, M. M. ; RITTER, J. M. Farmacologia. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier
Science, 2009.

SILVA, P. Farmacologia. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARLINI, E.A. Farmacologia Prática. Sarvier, 1973.

FUCHS, F.D. & WANNMACHER, L. – Farmacologia Clínica. Fundamentos da Terapêutica


Racional. 3ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

GOTH, A. Farmacologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1975.

GUYTON, A. C. & HALL, J.E. – Mecanismo das doenças. 6ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.

HAESTE, P. – Interações Medicamentosas. Revinter. Washington, 1989.

KOROLKOVAS, A. – Fundamentos de Farmacologia Molecular. São Paulo: Edart., 1984.

LIMA, D. R. Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicologia. Rio de Janeiro:


Guanabara Koogan, 2004.

MILLER, O. – Farmacologia Clínica e Terapêutica. Rio de Janeiro: Atheneu, 1982.

TOXICOLOGIA GERAL:
Carga Horária: 60 horas

Aspectos históricos, conceitos gerais, tipos de toxidez, avaliações estatísticas (relação dose/resposta,
DL50, índice terapêutico, dentre outros parâmetros). Avaliação de toxicidade e principais
características da exposição aos xenobióticos. Processos toxicocinéticos e toxicodinâmicos -
Mecanismos básicos de cinética de xenobióticos (absorção, distribuição, biotransformação e
excreção) e os principais mecanismos de ação tóxica. Princípios de avaliação de risco, mutagênese,

95
carcinogênese, embriofetotoxidez, tóxicos naturais, toxicologia dos medicamentos (conceitos gerais
de monitorização terapêutica de medicamentos e reações adversas à medicamentos, aspectos
toxicológicos dos medicamentos utilizados no tratamento das principais Doenças infecciosas e
parasitárias na Amazônia). Toxicologia dos alimentos (Considerando-se os limites de xenobióticos
nos alimentos e o estudo de xenobióticos naturalmente presentes, adicionados intencionalmente e
contaminantes de alimentos), toxicologia ambiental (Princípios da monitorização ambiental,
contaminantes atmosféricos e metais de interesse na Amazônia), toxicologia social e saúde pública
(Conceitos gerais em farmacodependência e estudo dos alucinógenos e dos estimulantes e
depressores do sistema nervoso central), toxicologia de solventes e cosméticos e métodos analíticos
(técnicas químicas e instrumentais, testes de triagem, monitoramento de fármacos de baixo índice
terapêutico).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. As Bases Farmacológicas da Terapêutica.


McGraw-Hill, 1997.

GRAEFF, F.G. Drogas Psicotrópicas e seu Modo de Ação. São Paulo: EPU, 1984 LARINI, L.
Toxicologia dos Praguicidas. São Paulo: Manole, 1999.

Instituto Centro de Ensino Tecnológico. PRODUTOR DE PLANTAS MEDICINAIS. [Link],


2004.

LARINI, L. Toxicologia. 3ª ed. São Paulo: Manole, 1997.

LOOMIS, T. A. Fundamentos de Toxicologia. Zaragoza: Editorial Acribia, 1982.

MIDIO, A.F. & MARTINS, D.I. Toxicologia de alimentos. São Paulo: Varela, 2000.

MULLER, Regina Celi Sarkis; DANTAS, Kelly das Graças Fernandes. Química Analítica
Experimental. EDUFPA, 2010.

OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2003.

96
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARIËNS, E.J., LEHMANN, P.A., SIMONIS, A.M. Introduccion a la Toxicologia General. Ed.
Diana, México, 1978.

CASARETT AND DOULL'S, Toxicology. The Basic Science of Poisons. Amdur, M., Doull, J.,
Klaassen, C. (eds.). Pergamon Press. N.Y, 1991.

HARDMAN, J.G., LIMBIRD, L.E., et. [Link] & GILMANN’S. The Pharmacological
Basis of Therapeutics. 9ed. New York: McGraw-Hill, 1996.

KLAASSEN, C.D. CASARETT & DOULL’S. Toxicology - The basic Science of Poisons. 5ed.

RANG, H. P. & DALE, M. M. Farmacologia. 5a ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2004.

FARMACOTÉCNICA I
Carga Horária: 60 horas

Introdução à Farmacotécnica: Conceitos gerais, História da farmácia, Classificação dos


medicamentos. Forma e fórmula farmacêutica: conceito, divisões, estudo crítico de formulações
magistrais. Legislação do Setor Magistral (Boas Práticas de Fabricação) e implantação de
Procedimentos Operacionais Padrão (POP) na farmácia de manipulação. Estudo do racional da
formulação (pré-formulação), produção, embalagem, armazenamento e controle de qualidade de
formas farmacêuticas sólidas convencionais e de liberação modificada e.g., pós, granulados,
cápsulas, comprimidos, comprimidos revestidos, sistemas monolíticos, particulados e implantáveis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALLEN, L.V; POPOVICH, N. G; NICHOLAS G. ANSEL, H. C. Formas farmacêuticas e sistemas


de liberação de fármacos, 8 ª ed. Artmed, Porto Alegre, 2007,776p.

GENNARO, A. R; Remington's Pharmaceutical Sciences, Mack Publishing Company, Easton, 8ª


ed, 1990.

97
GIL, ERIC S; Farmacotécnica compacta, Pharmabooks, São Paulo ,2006.

PRISTA, L.N; ALVES, A.C; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 5 ª ed., V. 3, Fundação


Calouste Gulbenkian, 2008, 808p.

____________________. Tecnologia farmacêutica. 7 ª ed., V. l, Fundação Calouste Gulbenkian,


2008, 786p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AULTON, M. E; Delineamento de formas farmacéuticas, 2 ª ed. Artmed, Porto Alegre ,


2005,667p.

CHAPENTIER, B. HAMON-LORLÉAC´H H.F; HARLAY, A; HUARD, A; RIDOUX, L.


Conceitos básicos para a prática farmacêutica. Organização Andrei, 2002, 796p.

CONRADO, M.F.L; CORDEIRO, P.C.C; CORDEIRO, P.P.M. Gestão Farmacotécnica Magistral,


V.1, 2 ª Ed, Editora Basse , Camboriu, 2008, 624p.

SINKO, P. J. Físico-farmácia e ciências farmacêuticas . 5 ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008, 810p.

THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos, Artmed, Porto


Alegre, 2006, 676p.

FARMACOGNOSIA
Carga Horária: 60 horas

Fundamentos de Farmacobotânica: morfoanatomia vegetal, identificação de tipos celulares e


tecidos vegetais. Etnofarmacologia e conhecimento tradicional. Metabolismo primário e secundário
nos vegetais. Classes de produtos naturais de origem vegetal mais importantes e suas fontes
(polissacarídeos, óleos fixos, compostos fenólicos, derivados do isopreno, compostos nitrogenados,
etc.), com ênfase nos aspectos químicos, físico-químicos, farmacológicos e toxicológicos, e
aplicações industriais e farmacêuticas. Legislação e controle de qualidade de drogas vegetais e
fitoterápicos.

98
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERG, Maria Elisabeth Van der,. PLANTAS MEDICINAIS NA AMAZÔNIA: CONTRIBUIÇÃO
AO SEU CONHECIMENTO SISTEMÁTICO. MPEG, 2010.

BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2ª ed. Ed. Acribia, Zaragoza,


2001.

COSTA, A. F. Farmacognosia. Vol. I, II e III. 4ª Edição. Lisboa: Fund. Caloustre Gulbenkian,


1994.

CUTTER, E. G. Anatomia vegetal. Parte I- Células e tecidos. 2ª. Edição. São Paulo: Editora Rocca,
1987.

________________. Anatomia vegetal. Parte II- Órgãos, experimentos e interpretação. São Paulo:
Editora Rocca, 1987.

EVANS, W.C. Trease and Evans’ Pharmacognosy. 16th. ed. London: Saunders Elsevier,
2009. 603 p.

ESAU, K. Anatomy of seed plant. 2ª. Edição. Nova York: John Wiley and Sons Inc., 1977.
__________. Plant anatomy. 2ª. Edição. Nova York: John Wiley and Sons Inc., 1965.

FARMACOPEIA BRASILEIRA. 3ª. Edição. São Paulo: Andrei, 1977.

FARMACOPEIA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, 2ª. Edição. São Paulo: Siqueira, 1959.

INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de Plantas Medicinais. [Link],


2004.

OLIVEIRA, F. & AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica 2ª. Edição. São Paulo: Atheneu,
1997.

99
SILVA, D.J.; FERREIRA. F.A.; CASTRO, H.G.; MOSQUIM, P.R. Contribuição ao Estudo das
Plantas Medicinais - Metabólitos Secundários. 2ª ed. Gráfica Suprema e Editora, 2004.

SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6ª. Edição. Porto Alegre: UFRGS,


1999.

SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P. de; MENTZ, L.


A.; PETROVICK, P. R. (Ed.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6ª ed. Porto
Alegre/Florianópolis: Editora da UFRGS/Editora da UFSC, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERG, M. E. Plantas medicinais na amazônia: contribuição ao seu conhecimento sistemático. 3ª ed.
Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi, 2010.

BRUNETON, J. Fitoquimica y de Farmacognosia. S.A. Zaragosa, Espana. Editorial Acribia, 1991.

COSTA, A. F. Farmacognosia. [Link]. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993. 3 v.

EVANS, W. C. Trease and Evans Pharmacognosy. 13a. Edition. London: Ed. BalliereThindall,
1989.

FARMACOPÉIA BRASILEIRA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2010.


Vols. 1 e 2. (disponível em versão pdf online)

HOSTETTMANN, K.; QUEIROZ, E.F.; VIEIRA, P.C. Princípios Ativos de Plantas Superiores.
Editora da UFSCar, 2003.

JACKSON, B. P. & SNOWDON, D.W. Atlas of microscopy of medicinal plants, culinary, herbs
and spices. Boston: CRC Press, 1990.
MATOS F. J. A. As Plantas das Farmácias Vivas: álbum de gravuras para identificação das
principais plantas medicinais do projeto farmácias vivas. Fortaleza: BNB, 1997.

MORGAN R. Enciclopédia das ervas e Plantas medicinais. São Paulo: Hemus livraria e editora
limitada, 1979.

100
OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica e de Morfologia Vegetal. 3ª ed.
São Paulo: Atheneu, 2008.

OLIVEIRA, F.; DE SAITO, M. L. Práticas de morfologia vegetal. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991.

ROBBERS, J. E.; SPEEDIE, M. K.; TYLER, V. E. Pharmacognosy and


Pharmacobiotechnology. Baltimore: Lea & Febiger, 1996.

SARKER, S.D. Natural Products Isolation. Editora Humana Press, 2006.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM FARMÁCIA COMUNITÁRIA


Carga Horária: 60 horas

Estágio Supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em estabelecimentos


farmacêuticos, legalmente constituídos em atividades regulamentadas para o profissional da área.
Introdução ao desenvolvimento das atividades práticas profissionalizantes. Conceitos fundamentais
da relação interpessoal, teoria e prática do relacionamento profissional e ético com integração a
conhecimentos gerais do funcionamento e organização de Farmácias Comunitárias.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

101
GOMES, M. J. V. M.; Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:
Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

102
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LIMA, M. S. L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação


docente.4. ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M. L. M.; A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM SAÚDE PÚBLICA


Carga Horária: 60 horas

Estágio Supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em estabelecimentos


onde se desenvolvem a Saúde Pública. O profissional farmacêutico no contexto do Sistema Único
de Saúde, Saúde da Família, Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária, entre outros setores
legalmente constituídos em atividades regulamentadas para o profissional farmacêutico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, A. F. A.; XAVIER, A. F. S.; RODRIGUES, J. E. M. Cálculo para Ciências Médicas e


Biológicas. São Paulo: Harbra, 1988.

ARANGO, Héctor Gustavo. BIOESTATÍSTICA: TEÓRICA E COMPUTACIONAL. 3ª Ed.


Guanabara Koogan, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora


Pedagógica e Universitária, 1980.

103
BRASIL, Ministério da Saúde. O ENSINO E AS PESQUISAS DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA
NO ÂMBITO DO SUS. Editora do Ministério da Saúde, 2007.

_________, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

_________, Ministério da Saúde. PLANEJAR É PRECISO: UMA PROPOSTA DE MÉTODO


PARA APLICAÇÃO À ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Editora do Ministério da Saúde, 2006.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES,MJVM. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE,A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

MEDRONHO R. (org.). Epidemiologia Caderno texto e exercício 2ª Ed.,São Paulo: Atheneu. 2008.

MÉTODO DADER. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición,


2007. Disponível em: [Link].

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

ROCHA, A. A.; Cesar, C. L. G. Saúde Pública: Bases conceituais. 2ª. Edição. Atheneu, 2008.

ROUQUAYROL, M.Z; ALMEIDA N F. Epidemiologia E Saúde. São Paulo: MEDSI, 2003.

104
STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

VIEIRA, J. L. Legislação Sanitária Federal Básica - Série Legislação. 1ª. Edição Edipro, 2008.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES-COSTA, E. Vigilância sanitária: proteção e defesa da saúde. São Paulo: Hucitec, 1999.

BARROS, J.A.C. Políticas farmacêuticas: a serviço dos interesses da saúde. Brasília: UNESCO,
2004.

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

ROZENFELD, S. Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000.

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM MANIPULAÇÃO

105
Carga Horária: 60 horas

Durante este estágio, o discente tem a possibilidade de identificar a posição do farmacêutico na


individualidade do medicamento manipulado, assim como a sua função de orientação e atenção ao
paciente, além do planejamento da rotina de atendimento e produção dos medicamentos.

Compreensão da logística de cada laboratório e suas especificidades; Noções de Boas Práticas de


Manipulação (RDC Nº 17, 2010, ANVISA); Observação da prática em manipulação de formas
farmacêuticas semissólidas; Observação da prática em manipulação de formas farmacêuticas
sólidas; Observação da prática em manipulação de formas farmacêuticas líquidas; Observação para
a destreza na pesagem de materiais; Compreensão sobre as compatibilidades e estabilidades entre os
componentes de uma formulação; Compreensão das possíveis reações de embalagens com as
substâncias da formulação e aceitação dos clientes; Avaliação de controles físico-químicos das
formulações; Observação do processo de fabricação até a dispensação do medicamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AULTON, M. E; Delineamento de formas farmacéuticas, 2 ª ed. Artmed, Porto Alegre , 2005,667p.

CHAPENTIER, B. HAMON-LORLÉAC´H H.F; HARLAY, A; HUARD, A; RIDOUX, L.


Conceitos básicos para a prática farmacêutica. Organização Andrei, 2002, 796p.

CONRADO, M.F.L; CORDEIRO, P.C.C; CORDEIRO, P.P.M. Gestão Farmacotécnica Magistral,


V.1, 2 ª Ed, Editora Basse , Camboriu, 2008, 624p.

SINKO, P. J. Físico-farmácia e ciências farmacêuticas . 5 ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008, 810p.

THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos, Artmed, Porto


Alegre, 2006, 676p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLEN, L.V; POPOVICH, N. G; NICHOLAS G. ANSEL, H. C. Formas farmacêuticas e sistemas
de liberação de fármacos, 8 ª ed. Artmed, Porto Alegre, 2007,776p.

106
BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio
supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

GENNARO, A. R; Remington's Pharmaceutical Sciences, Mack Publishing Company, Easton, 8ª


ed, 1990.

8º PERÍODO CURRICULAR
FARMACOLOGIA II
Carga Horária: 60 horas

Fármacos que agem no Sistema Nervoso Central: Neurotransmissão, Anestésicos Gerais e Locais,
Analgésicos Opíóides, Anticonvulsivantes e Antiepiléticos, Antidepressivos, Antipsicóticos, Ansiolíticos,
Fármacos para o tratamento de Doenças Neurodegenerativas. Quimioterápicos e antibióticos.
Oncofarmacologia (antineoplásicos). Desenvolvimento do estudo dos principais grupos de fármacos
correlacionados aos eventos patológicos que acometem os sistemas orgânicos humanos, abordando suas
características fundamentais e efeitos (favoráveis e nocivos) sobre o processo fisiopatológico, bem como os
mecanismos pelos quais são gerados, suas aplicações no contexto clínico e métodos de resolução de
problemas relacionados a seu uso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

FUCHS, F. D., WANNMACHER, L. Exercícios de Farmacologia Aplicada. 2a. ed. Passo Fundo:
EDUPF, 1999.

_______________________. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional. 2a. ed.


Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. AS BASES FARMACOLOGICAS DA


TERAPEUTICA. McGraw-Hill, 1997.

107
GUYTON, A. C. HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-
Koogan, 1991.

HARDMAN, J. G. e COLS. Bases Farmacológicas da Prática Médica - Goodman e Gilman. 11a ed.
McGraw-Hill/Guanabara Koogan, New York/Rio de Janeiro.

KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10a ed. São Paulo: Lange, 2007.
LIMA, D. R. Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicológica. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2002/2003.

PRADO, F.C.; Ramos J. & Valle, J.R. Atualização terapêutica 18a. Ed. São Paulo, Artes Médicas,
1997.

RANG, H. P.; DALE, M. M. e RITTER, M. Farmacologia. 5a ed. (3a. tiragem revista), Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.

ZANINI, A. C. e OGA, S. Farmacologia aplicada. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARLINI, E.A. Farmacologia Prática. Sarvier, 1973.

FUCHS, F.D. & WANNMACHER, L. – Farmacologia Clínica. Fundamentos da Terapêutica


Racional. 3ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

GOTH, A. Farmacologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1975.

GUYTON, A. C. & HALL, J.E. – Mecanismo das doenças. 6ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.

HAESTE, P. – Interações Medicamentosas. Revinter. Washington, 1989.

KOROLKOVAS, A. – Fundamentos de Farmacologia Molecular. São Paulo: Edart., 1984.

108
LIMA, D. R. Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.

MILLER, O. – Farmacologia Clínica e Terapêutica. Rio de Janeiro: Atheneu, 1982.

QUÍMICA FARMACÊUTICA II
Carga Horária: 60 horas

Noções gerais de química farmacêutica. Procedimentos experimentais. Estrutura, reação e


preparação de reagentes e insumos farmacêuticos. Métodos computacionais no ensino de química
farmacêutica. Caracterização e Identificação de Grupos Funcionais dos Fármacos. Reatividade de
fármacos. Estabilidade de fármacos. Purificação de fármacos. Análise de fármacos. Síntese de
Fármacos. Elucidação estrutural de fármacos. Aspectos químicos gerais dos fármacos. Aspectos
físico-químicos da interação fármaco-receptor. Metabolismo de fármacos. Acidez e basicidade de
fármacos. Aspectos de solubilidade de fármacos. Estudos de ADME de fármacos. Estereoquímica
de fármacos. Acidez e basicidade de fármacos. Solubilidade de fármacos. Biotransformação de
fármacos. Aspectos biofarmacêuticos de fármacos. Métodos de estudo de ADME. Relação
estrutura e propriedades de fármacos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, N.L.; CAVA, M.P. JONGH, D.C. JOHNSON, C.R. LEBEL, N.A.; STEVENS, C.L.
Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1976.

ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da Química Computacional à


Química Combinatória e Modelagem Molecular. São Paulo: Editora Manole, 2003.

BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos


fármacos. 2ª Ed., Porto Alegre: Artmed, 2008.

LEMKE, T. L.; WILLIAMS, D. A. Foye’s Principles of Medicinal Chemistry. 7th ed. Lippincott
Williams & Wilkins, 2013.

SOARES, B. G.; SOUZA, N. A.; PIRES, D. X. Química OrgânicaTeória e Técnicas de Preparação,


Purificação e Identificação de CompostosOrgânicos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1998.

109
SOLOMONS, T. W.G. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.

THOMAS, G. Química Medicinal: Uma introdução. Guanabara, Koogan, 2000.

VOGEL, A.I. Química Orgânica. Análise Orgânica Qualitativa. Vol 1, Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da Química Computacional à
Química Combinatória e Modelagem Molecular. São Paulo: Editora Manole, 2003.

DELGADO, J. N. & REMERS, W. A. Wilson and Gisvold’s textbook of Organic Medicinal and
Pharmaceutical Chemistry. 9th ed. Lippincott, New York, 1991.

FOYE, W. O Principles of Medicinal Chemistry. Lea &Febiger, 2000.

KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J. [Link]ímica Farmacêutica. Guanabara Koogan, 1988.

MORRISON AND BOYD. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Editora Fundação


CalousteGulbenkian, 2005.

PATRICK, G. L. An introduction to medicinal chemistry. 3rd. ed. Oxford [New York] : Oxford
University Press, 2005.

SOLOMONS, T. W.G., FHRYLE, C.B. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora
LTC, 2009.

THOMAS, G. Química Medicinal: Uma introdução. Guanabara, Koogan, 2000.

FARMACOTÉCNICA II
Carga Horária: 60 horas

110
Noções gerais sobre estabilidade e conservação de medicamentos seguindo legislações
específicas (ANVISA). Estudo do racional da formulação (pré-formulação), produção, embalagem,
armazenamento e controle de qualidade de formas farmacêuticas convencionais líquidas (soluções e
sistemas dispersos) e semissólidas (pomadas, pastas, cremes e géis). Formas farmacêuticas estéreis:
preparações oftálmicas, otológicas, Formas farmacêuticas destinadas à inserção nos orifícios
Corporais: supositório e óvulos. Novas formas farmacêuticas e tecnologia de liberação de
fármacos. Noções gerais sobre a reologia de fluídos na produção de medicamentos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLEN, L.V; POPOVICH, N. G; NICHOLAS G. ANSEL, H. C. Formas farmacêuticas e sistemas
de liberação de fármacos, 8 ª ed. Artmed, Porto Alegre, 2007,776p.

GENNARO, A. R; Remington's Pharmaceutical Sciences, Mack Publishing Company, Easton, 8ª


ed, 1990.

GIL, ERIC S; Farmacotécnica compacta, Pharmabooks, São Paulo ,2006.

PRISTA, L.N; ALVES, A.C; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 5 ª ed., V. 3, Fundação


Calouste Gulbenkian, 2008, 808p.

____________________. Tecnologia farmacêutica. 7 ª ed., V. l, Fundação Calouste Gulbenkian,


2008, 786p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AULTON, M. E; Delineamento de formas farmacéuticas, 2 ª ed. Artmed, Porto Alegre ,
2005,667p.

CHAPENTIER, B. HAMON-LORLÉAC´H H.F; HARLAY, A; HUARD, A; RIDOUX, L.


Conceitos básicos para a prática farmacêutica. Organização Andrei, 2002, 796p.

CONRADO, M.F.L; CORDEIRO, P.C.C; CORDEIRO, P.P.M. Gestão Farmacotécnica Magistral,


V.1, 2 ª Ed, Editora Basse , Camboriu, 2008, 624p.

SINKO, P. J. Físico-farmácia e ciências farmacêuticas . 5 ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008, 810p.

111
THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos, Artmed, Porto
Alegre, 2006, 676p

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Carga Horária: 60 horas

Histórico, conceito e princípios da Assistência Farmacêutica. Organização e financiamento da


Assistência Farmacêutica no SUS. Ciclo logístico da Assistência Farmacêutica. Atenção
farmacêutica no contexto da Assistência Farmacêutica. Política Nacional de Medicamentos. Política
Nacional de Assistência Farmacêutica. Farmacovigilância. Uso racional de medicamentos. Centro
de informação sobre medicamentos. Farmácia pública hospitalar e comunitária. Aquisição,
recebimento, estocagem e distribuição dos medicamentos na farmácia hospitalar e comunitária.
Sistemas de distribuição de medicamentos em farmácia hospitalar. Aspectos gerais da Assistência
Farmacêutica na quimioterapia. Controle de infecção hospitalar. Comissão de controle de infecção
hospitalar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANCIBIA, A.; CID, E.; DOMECQ, C. et al. Fundamentos de Farmacia Clinica. Facultad de
Ciencias Quimicas y Farmaceuticas – Universidad de Chile, 1993.

ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO BRASIL: Trilhando Caminhos. Organização Pan-Americana


da Saúde / Organização Mundial da Saúde, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. O ENSINO E AS PESQUISAS DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA


NO ÂMBITO DO SUS. Editora do Ministério da Saúde, 2007.

____________. Ministério da Saúde. I FÓRUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO


FARMACÊUTICA: O FARMACÊUTICO QUE O BRASIL NECESSITA: RELATÓRIO FINAL.
Editora do Ministério da Saúde, 2006.

____________. Ministério da Saúde. PLANEJAR É PRECISO: UMA PROPOSTA DE MÉTODO


PARA APLICAÇÃO À ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Editora do Ministério da Saúde, 2006.

112
GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências Farmacêuticas: Uma Abordagem em Farmácia
Hospitalar. São Paulo: Editora Atheneu, 2000.

MARIN, N. Assistência Farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: Organização Pan-
Americana da Saúde, 2003. Disponível em:
[Link]/medicamentos/site/UploadArq/[Link]

STORPIRTIS, S.; MORI, A. L. P. M.; YOCHIY, A. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ACÚRCIO, F.A. (Org). Medicamentos e Assistência Farmacêutica. Belo Horizonte: COPMED,
2003.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Gerência Técnica de Assistência Farmacêutica. Assistência Farmacêutica: instruções técnicas para
sua organização. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

BISSON, MP. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. 2ª Ed., Editora Manole; 2007.

HEPLER, C. D.; STRAND, L. M. Oportunities and responsabilities in pharmaceutical care. Am. J.


Hosp. Pharm, 1990.

MANUAL DE PROCEDIMIENTOS EN ATENCIÓN FARMACÉUTICA. Fundación


Pharmaceutical Care España. Barcelona, 1999.

OLIVEIRA, M.A., BERMUDEZ, J.A.Z., OSÓRIO-DE-CASTRO, C.G.S. Assistência Farmacêutica


E Acesso A Medicamentos. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2007.

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO FARMACÊUTICA


Carga Horária: 60 horas

Breve histórico, conceitos e fundamentos, objetivos e importância da administração. Os desafios e


aspectos da administração contemporânea nas empresas farmacêuticas. Tipos de empresas:

113
farmacêutica, cosmética e de aromas e fragrâncias. Gestão da Assistência Farmacêutica no Sistema
Único de Saúde (ferramentas do planejamento, organização, direção e controle). Noções de
empreendedorismo no ramo farmacêutico. Noções de montagem de farmácias e drogarias.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALONSO, Félix Ruiz; LOPES, Francisco Granizo e outros. Curso de ética em administração. Atlas,
2006.

BRAULE, Ricardo. ESTATÍSTICA APLICADA COM EXEL: PARA CURSOS DE


ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA. Elsevier, 2001.

LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. Harbra, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Campus,


2000.

DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: Uma abordagem logística.

LAS CASAS, Alexandre Luzzi. ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING: CONCEITOS,


PLANEJAMENTO. Atlas, 2006.

RIZZO, C.; CUNTO, G.C. Teoria da Administração. Conceitos Básicos da Administração


Científica à Administração Estratégica. C&C Editora,1998.

ROBBINS, S.P. Administração – mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000.

DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO FARMACÊUTICA


Carga Horária: 60 horas

Deontologia e Legislação Farmacêutica


Noções de Direito: Lei (classificação, hierarquia e formação das leis). Ética. Conceitos (ética e
moral). Sistema Único de Saúde: Direitos do cidadão, deveres do Estado, direito à saúde. Código de

114
ética da profissão farmacêutica. Regulamentos, resoluções e recomendações do Ministério da
Saúde, do Conselho Federal de Farmácia e da Vigilância Sanitária. Bioética: Ética aplicada à saúde
e Ética em Pesquisa com Seres Humanos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução N 196 de 10 de Outubro de


1996. Estabelece os requisitos para realização de pesquisa clínica de produtos para saúde utilizando
seres humanos. Diário Oficial da União. Brasília/DF. 16 de outubro de 1996.

CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Código de Ética da Profissão Farmacêutica.


Em:[Link]

FIGUEIREDO, Antônio Carlos (Org.). VADE MECUM REFERENCIADO DA LEGISLAÇÃO


BRASILEIRA. 1ª Ed. Primeira impressão, 2007.

VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Pesquisa médica: a ética e a metodologia. São Paulo: Pioneira, 1998.

ZUBIOLI, A. Ética farmacêutica: deontologia, ética e direito. 1ª Ed., São Paulo: Sobravime, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL, Lei nº 10.669, de 14 de maio de 2003. Altera a Lei no 6.360, de 23 de setembro de 1976,
que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos
farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos. Em
[Link]

___________Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960. Cria o Conselho Federal e os Conselhos


Regionais de Farmácia, e dá outras Providências. Em
[Link]
+Cria+o+Conselho+Federal+e+os+Conselhos+Regionais+de+Farm%C3%A1cia.

___________Lei no5991, de 17 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o Controle Sanitário do


Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras

115
Providências. Em [Link]
+Disp%C3%B5e+sobre+o+Controle+Sanit%C3%A1rio+do+Com%C3%A9rcio+de+Drogas%2C+
Medicamentos%2C+Insumos+Farmac%C3%AAuticos+e+Correlatos.
___________Lei no 6360, de 23 de setembro de 1976. Dispõe sobre a vigilância sanitária a que
ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos,
saneantes e outros produtos, e dá outras providências. Em
[Link]

NOVAE, S, A. (Org.). Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

SECHLER, M. Ética em Pesquisa. In: Stopirtis, S; Mori, A. L. P. M; Yochiy, A. Ciências


Farmacêuticas: Farmácia Clínica e Atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

CONTROLE E QUALIDADE DE MEDICAMENTOS E COSMÉTICOS


Carga Horária: 60 horas

Organização de laboratórios de controle de qualidade, laudo de análise das propriedades


físicas e químicas de produtos farmacêuticos e cosméticos; organização do laboratório de produtos
farmacêuticos e cosméticos; métodos estatísticos e aplicados ao controle de qualidade. Padrões
primários e secundários de substâncias biológicas, testes de eficácia dos conservantes, análise de
insumos farmacêuticos, medicamentos e correlatos, testes de toxicidade “in vivo” e “in vitro”,
validação dos processos de esterilização, legislação aplicada ao controle de qualidade biológico e
microbiológico de medicamentos. Realização de procedimentos de controle biológico e
microbiológico de medicamentos, cosméticos e correlatos. Dissolução e Liberação de
Medicamentos, Análise qualitativa e quantitativa de matérias-primas, insumos e correlatos de uso
farmacêutico e produtos acabados, por uso de metodologias instrumentais, empregando métodos
inscritos em farmacopéias e outras fontes bibliográficas. Legislação e normas de gestão de
qualidade (ICH, ABNT, ISO, ANVISA, INMETRO). Controle de antibióticos, vitaminas e
imunobiológicos. Validação dos resultados e análise estatística. Atividades em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ATKINS, P. W. Físico-Química. 6ª Ed. LTC, 2007.

116
FARMACOPEIA PORTUGUESA VII. 1o. Volume. Lisboa: Infarmed, 2002.

LIMA, Waterloo Napoleão. QUÍMICA INORGÂNICA EXPERIMENTAL: GUIA DE


TRABALHOS E ENSAIOS DE LABORATÓRIO – CURSO INTRODUTÓRIO. UFPA, 1993.

MORETTO, L. D.; LOPES, J. Boas Práticas de Laboratório. Manual de Treinamento para a


Indústria Farmacêutica. São Paulo: Sindicato da Indústria de Produtos, 1998.

MULLER, Regina Celi Sarkis; DANTAS, Kelly das Graças Fernandes. Química Analítica
experimental. EDUFPA, 2010.

NUDELMAN, N.E.S. Estabilidad de Medicamentos. Buenos Aires: Atheneo, 1975.

OHANNESIAN, L. (Ed.). Handbook of Pharmaceutical Analysis. New York: Marcel Dekker, 2001

PINTO, T.J.A.; KANEKO, T.M.; OHARA, M.T. Controle biológico de qualidade de produtos
farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 2ª Ed., São Paulo: Atheneu, 2003.

THE INTERNATIONAL Pharmacopoeia. 3ª ed. Vol. 5. Geneva: World Health Organization, 2003.

WINN, W.; ALLEN, S.; JANDA, W.; KONEMAN, E.; PROCOP, G.; SCHRECKENBERGER, P.;
WOODS, G. Koneman Diagnóstico Microbiológico: Texto e Atlas Colorido. 6ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan (Grupo Gen), 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKET, A.H. & STENLAKE, J. Pratical Pharmaceutical Chemistry. Part I and II. The Anthlne
Press.

FARMACOPÉIA BRASILEIRA, parte I. 4ª Ed., São Paulo: Atheneu, 1988.

_____________________, parte II, fascículo 1-6, 4ª Ed., São Paulo: Atheneu, 2005.

HIGUCHI, T. et al .Pharmaceutical Analysis. New York: Interscience Publisher.

117
PINTO, T.J.A., KANEKO, T.M., OHARA, M.T. Controle Biológico de Qualidade de Produtos
Farmacêuticos, Correlatos e Cosméticos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2003.

REMINGTON, J.P. Pharmaceutical Sciences. Mack Publishing Co, [Link] United States
Pharmacopoeia USP XVIII, The National formulary NF XVIII. Mack Printing Company, Easton.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM ANÁLISES CLÍNICAS


Carga Horária: 60 horas

Estágio Supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em estabelecimentos


públicos ou privado, legalmente constituído em atividades regulamentadas para o profissional
farmacêutico. O acadêmico irá vivenciar e aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso
através da atuação em laboratórios de análises clínicas. Interpretação de análises clínico-
laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos, bioquímicos,
imunológicos, biologia molecular, análises toxicológicas e outros métodos diagnósticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, A. [et al.]. Imunologia celular e molecular. [Link]. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

CECCHI, H.M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. [Link]. Campinas:


UNICAMP, 1999.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

118
GOMES, M. J. V.M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:
Atheneu, 2000.

HENRY. J.B. Diagnósticos clínicos e tratamentos por métodos laboratoriais. [Link]. São Paulo:
Manole, 1999.

JANNINI-FILHO; JANNINI, P. Interpretação clínica do hemograma. [Link]. São Paulo: Sarvier,


1995.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LORENZI, T.F. Atlas de hematologia: clínica hematológica ilustrada. [Link]. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

RAPAPORT, S.I. Hematologia: introdução. [Link]. São Paulo: Roca, 1990.

RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1997.

SACHER, R. Interpretação clínica dos exames laboratoriais. São Paulo: Manole, 2001.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

119
ZAHA, A.; SCHRANK, A.; LORETO, E.L.S. Biologia molecular básica. Porto Alegre: Mercado
Aberto, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio
supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM ASSISTÊNCIA


FARMACÊUTICA
Carga Horária: 60 horas

Estágio Supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em


estabelecimentos públicos ou privados onde se tem uma Central de Abastecimento Farmacêutico-
CAF, legalmente constituída em atividades regulamentadas para o profissional farmacêutico.
Seleção, aquisição, distribuição e uso de medicamentos em farmácias. Gestão, controle de qualidade
de medicamentos, administração.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

120
BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.
Ministério da Saúde, 2007.

BRETON, J.F. Manual de estágio em Farmácia. São Paulo: Andrei, 1987.

DADER, M.F.J. et al. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES, M.J.V.M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:
Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

121
TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio
supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

9º PERÍODO CURRICULAR
ATENÇÃO FARMACÊUTICA
Carga Horária: 60 horas

Filosofias focadas no cuidado ao paciente. Uso racional de medicamentos. Atuação do farmacêutico


junto a equipes multiprofissionais. Métodos aplicáveis a pratica da Atenção Farmacêutica. Registro
farmacoterapêutico e seguimento do paciente. Resultados Negativos Associados a Medicamentos
(RNM) e Problemas Relacionados à Medicametos (PRM). Atenção Farmacêutica à pacientes
adultos, pacientes pediátricos, pacientes com distúrbios metabólicos, pacientes com infecções
agudas, pacientes com infecções crônicas. Educação sanitária de pacientes, incluindo pacientes
analfabetos. Adesão ao tratamento: importância, formas de medir e melhorar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

122
BRASIL, Ministério da Saúde. O ENSINO E AS PESQUISAS DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA
NO ÂMBITO DO SUS. Editora do Ministério da Saúde, 2007.

_________. Ministério da Saúde. I FÓRUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO FARMACÊUTICA: O


FARMACÊUTICO QUE O BRASIL NECESSITA: RELATÓRIO FINAL. Editora do Ministério
da Saúde, 2006.

_________. Ministério da Saúde. PLANEJAR É PRECISO: UMA PROPOSTA DE MÉTODO


PARA APLICAÇÃO À ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Editora do Ministério da Saúde, 2006.

CIPOLLE, R.J.; STRAND, L.M., MORLEY, P.C. O Exercício do Cuidado Farmacêutico. Brasilia.
Conselho Federal de Far mácia, 2006.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. AS BASES FARMACOLÓGICAS DA


TERAPÊUTICA. McGraw-Hill, 1997.

GUYTON, A. C. HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-


Koogan, 1991.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

STORPIRTIS et al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª
Ed. Ministério da Saúde, 2007.

123
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, E.; BARROS, HMT. Medicamentos na prática clínica. Porto Alegre: Artmed. 2010.

Drug Information Handbook 2009-2010. Lexi-Comp. 18th. 2009-2010.


FUCHS, FD ET AL. Farmacologia Clinica: fundamentos da terapêutica racional. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

TRISSEL, L. Guia de bolso para fármacos injetáveis. Porto Alegre: Artmed 2008.
Up to Date. Disponível em: [Link]

FARMACOLOGIA CLÍNICA
Carga Horária: 60 horas

Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Filosofias focadas no cuidado ao paciente.


Atuação do farmacêutico junto a equipes multiprofissionais. Atividades de Farmácia Clínica.
Métodos aplicáveis a pratica da Farmácia Clínica. Registro farmacoterapêutico e seguimento do
paciente. Resultados Negativos Associados a Medicamentos (RNM) e Problemas Relacionados a
Medicametos (PRM). Acompanhamento Farmacoterapêutico de pacientes adultos e pediátricos;
pacientes com distúrbios metabólicos; pacientes com infecções agudas; pacientes com infecções
crônicas. Adesão ao tratamento: importância, formas de medir e melhorar. Estudos de casos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, E.; BARROS, HMT. Medicamentos na prática clínica. Porto Alegre: Artmed. 2010.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

CIPOLLE, R.J.; STRAND, L.M., MORLEY, P.C. O Exercício do Cuidado Farmacêutico. Brasília.
Conselho Federal de Farmácia, 2006.

124
FUCHS, FD et al. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. AS BASES FARMACOLOGICAS DA


TERAPEUTICA. McGraw-Hill, 1997.

GUYTON, A. C. HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-


Koogan, 1991.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

STORPIRTIS et al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, E.; BARROS, H. M. T. Medicamentos na prática clínica. Porto Alegre: Artmed. 2010.

Drug Information Handbook 2009-2010. Lexi-Comp. 18th. 2009-2010.

FUCHS, FD et al. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional. Rio de Janeiro:


Guanabara Koogan, 2004.

TRISSEL, L. Guia de bolso para fármacos injetáveis. Porto Alegre: Artmed 2008.
Up to Date. Disponível em: [Link]

ANÁLISES CLÍNICAS I
Carga Horária: 60 horas

125
Introdução à Hematologia Clínica - Colheita de material para exames hematológicos.
Técnicas hematológicas. Citologia normal do sangue. Hemograma, alterações qualitativas e
quantitativas da citologia do sangue. Diagnóstico laboratorial das anemias, leucemias e demais
processos patológicos do sangue. Hemoglobinopatias, colagenoses, hemostasia e coagulação
sanguínea. Imunohematologia. Sistema ABO e Rh. Doença hemolítica do recém-nascido, anemias
autoimunes e iso-imunes. Classificação sanguínea e técnicas laboratoriais imunohematológicas.
Colheita de material biológico para exames bioquímicos. Métodos de análise em bioquímica clínica.
Realização e interpretação de exames em bioquímica clínica e toxicologia. Controle de qualidade
em laboratório clínico. Fundamentos de imunologia. Avaliação da imunologia humoral e celular.
Relação: parasito-hospedeiro. Sorologia e vacinas. Radioimunoensaio. Ensaio imunorradiométrico.
Imunoensaio enzimático homogêneo. Ensaio do imunoadsorvente ligado por enzima (ELISA).
Ensaios imunofluorimétricos. Quimiluminescência. Bioluminescência, reação de aglutinação,
reação de precipitação. Introdução à Parasitologia Clínica, Métodos de coloração e quantificação
para pesquisa em Hematozoários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6a ed. Elsevier,
2008.

ARGÜILLES, R.G.J. Fundamentos da Hematologia 2° Edição. México: Editora Panamericana,


1998.

BAIN, BARBARA J. Células Sangüíneas – Guia prático. 3ª Edição. Editora Artes Médicas, 2004.

BERNARD, J.; LÉVI, J. P. Hematologia. 9ª Edição. Medsi Editora médica e Científica, 2000.

BRASILEIRO, F. G. Bogliolo. Patologia Geral. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,


2009.

CALICH, V; VAZ, C. Imunologia. Revinter, 2001.

CARRAZZA, F. R.; ANDRIOLO, A. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. Sarvier, 2000.

126
CARVALHO, W. F. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. 7ª edição. Coopmed
Editora Médica, 1999.

CISCAR, F. E.; FARRERAS, P. Diagnóstico Hematológico, Laboratório e Clínica. 3ª Edição.


Barcelona: Editora JIMS, 1972.

FAILACE, R. Hemograma, Manual de Interpretação. 3ª Edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

FERREIRA, A.; ÁVILA, S. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

______________. Diagnóstico Laboratorial - Diagnóstico das Principais Doenças Infecciosas e


Parasitárias e Auto-imunes. Correlação Clínico-Laboratorial. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.

GORCZYNSKI, R.; STANLEY, J. Imunologia Clínica. Reichmann e Afonso, 2001.

HARMENING, D. Técnicas Modernas em Banco de Sangue e Transfusão. 2ª Edição. São Paulo:


Editora Revinter, 1992.

HAYHOE, F. G. J.; FLEMANS, R .J. Atlas Colorido de Citologia Hematológica. 2 ª Edição. São
Paulo: Editora Artes Médicas, 1991.

HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia Clínica Ilustrada: Manual e Atlas Colorido. São
Paulo: Manole, 1991.

HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em Hematologia. 5ª Ed.


Artmed, 2008.

JANEWAY, C.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Immunobiology. CB Publications, 1999.

JIALAL, I.; WINTER, W.; CHAN, D. Handbook of Diagnostic Endocrinology. AACC Press, 1999.

KAPLAN, L.A.; PESCE, A. J. Clinical Chemistry Mosby Year Book, 1996.

127
LACAZ, C. S.; PORTO, E. ; MARTINS, J. E. C.; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T.
Tratado de Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.

LORENZI, Therezinha Ferreira (Coord.). Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada.


Guanabara Koogan, 2011.

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.

NAOUM, P. C. Hemoglobinopatias e Talassemias. São Paulo: Editora Sarvier, 1997.

NELSON, D. L.; MICHAEL, M. COX.; Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed.- Porto


Alegre-RS: Artmed, 2011. 1274 p. Tradução de: Lehninger: principles of biochemistry.

NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.

OLIVEIRA, M. C. V. C.; GOÉS, S. M. P. M. Immunologia Eritrocitária. 2° Edição. São Paulo:


Medsi, 1999.

OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.

REY, L. Parasitologia. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

RICH, R. R. Mosby Year Book Clinical Immunology Principles and Practice, 1996.

ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. São Paulo: Editora Manole, 1997.

ROITT, Ivan M. Imunologia. 5ª Ed. Atheneu, 1993.

ROSE, N.; DE MACARIO, E. C.; FOLDS, J. D.; LANE, C. H.; NAKAMURA, R. M. Manual of
Clinical Laboratory Immunology. ASM Press, 1997.

VERRASTRO, T.; LORENZI, T. F.; NETO, S.W. Hematologia e Hemoterapia: Fundamentos,


Morfologia, Fisiologia, Patologia e Clínica. São Paulo: Atheneu, 1996.

128
VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.

VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.

WILLIAM, W. J.; BEUTLER, E.; ERSLEV, A J.; LICHTMAN, M. A. Hematology. 6° Edição.


New York: McGraw-Hill, 2001.

ZAGO, M. A; FALCÃO, R. P.; PAQUINNI, R. Hematologia, Fundamentos e Prática, ed. Revisada


e Atualizada. São Paulo: Ateneu, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ANDRIOLO, A. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de


Medicina: Medicina Laboratorial. São Paulo: Ed. Manole, 2005.

CALICH, V. L. Imunologia Básica. 1ª Edição São Paulo: Artes Médicas, 1989.

CAMPBELL, J. M.; CAMPBELL, J. B. Matemática de Laboratório, 3° Edição. Roca, 1986.

CARR, J. H.; RODAK, B. F., Atlas de Hematologia Clínica. Livraria Santos Editora, 2000.

DOSE, K., Bioquímica, EDUSP, São Paulo, 1982.

FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas


e Auto-Imunes. 2ª. Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

FERREIRA, A.; ÁVILA, S. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

GORCZYNSKI, R.; Stanley, J. Imunologia Clínica. Reichmann& Affonso, 2001.

LIMA, O. A.; SOARES, J. B.; GRECO, J. B.; GALIZZI, J.; CANÇADO, J. R. Métodos de
Laboratório Aplicados à Clínica. 7° Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.

129
MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

______________; WADA, C. S.; PURCHIO, A.; ALMEIDA, T. V. Técnicas de Laboratório. Rio


de Janeiro: Atheneu, 1997.

NELSON, L. D., COX, M. M., Introduction do Biochemistry, 5thd., W. H. Freeman, 2008.

PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: Artmed, 2000

SOCIEDADE BRASILEIRA DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA. Manual de técnicas e


Recomendações- Hematologia. São Saulo, 1975.

STITES, P. D.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1992.

ANÁLISES CLÍNICAS II
Carga Horária: 90 horas

Estudo sobre os agentes infecciosos e parasitários de interesse clínico, com ênfase na relação
parasito-hospedeiro, imunopatogênese, métodos de isolamento e/ou detecção, identificação,
caracterização fenotípica e/ou genotípica e a avaliação da susceptibilidade à drogas antimicrobianas.
Técnicas de coleta de amostras clínicas e métodos de ensaio para diagnóstico microbiológico e
virológico. Bacterioscopia e Baciloscopia: leitura e interpretação de esfregaços clínicos para
diagnóstico microbiológico. Culturas de materiais biológicos: sangue, escarro, secreções, urina,
fezes, líquor e etc. Testes de sensibilidade aos antimicrobianos. Controle de qualidade em
microbiologia clínica. Micológico direto: coleta de amostra, leitura e interpretação de esfregaços
clínicos para o diagnóstico micológico. Diagnóstico, epidemiologia e controle de endemias por
agentes virais, bacterianos, fúgicos e parasitológicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMATO NETO, V.; CORRÊA, L. L. Exame Parasitológico das Fezes. 5ª Edição. São Paulo:
Editora Sarvier, 1991.

130
CARRAZZA, F. R.; ANDRIOLO, A. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. Sarvier, 2000.

CARVALHO, W. F. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. 7ª edição. Coopmed


Editora Médica, 1999.

CASTRO, L. P.; CUNHA, A. S; REZENDE, J. M. Protozooses Humanas. São Paulo: BYK, 1995.

CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.

DE CARLI, G. A. Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o


Diagnóstico das Parasitoses Humanas. São Paulo: Editora Atheneu, 2001.

_________________. Parasitologia Clínica. São Paulo: Atheneu. 2001.

FERREIRA, A.; ÁVILA, S. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

___________________. Diagnóstico Laboratorial - Diagnóstico das Principais Doenças Infecciosas


e Parasitárias e Auto-imunes. Correlação Clínico-Laboratorial. 2ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.

GRAFF, S. L. Analisis de orina, atlas color. Buenos Aires: Ed. Panamericana, 1987.
LACAZ, C.S.; PORTO, E.; MARTINS, J.E.C. Tratado de micologia médica. 9ª Ed. São Paulo:
Sarvier, 2002.

LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica – Texto e Atlas. 4a. Edição. São Paulo:
Premier, 1997.

MORAES, R. G.; LEITE, I. C.; GOULART, E. G. Parasitologia e Micologia Humana. Rio de


Janeiro: Editora Cultura Médica Ltda., 1998.

MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

MURRAY, P. R. Microbiologia Clínica. 3ª. Edição. São Paulo, Guanabara Koogan, 2000.

131
NEVES, D. P. Parasitologia humana.11ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005.

________________; MELO, A. L; LINARDI, P. M; VITOR, R. W. A. (Org.). Parasitologia


Humana. 11ª. Edição. Atheneu, 2005.

OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.

REY, L. Bases da parasitologia médica. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

________________. Parasitologia. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

TAVARES, W. & MARINHO, L. A. C. Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças


Infecciosas e Parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2005.

TORTORA, G. J. , FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. Rio de Janeiro: Artmed, 2005.

TRABULSI, L. R. Microbiologia. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991.

VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 3ª Edição. São Paulo: Ateneu, 2005.

VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRIOLO, A. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de


Medicina: Medicina Laboratorial. São Paulo: Ed. Manole, 2005.

BORGES, R. S. Química Farmacêutica Teórica e Experimental. UFPA, Belém-PA, 2007.

BROOKS, G. F.; BUTEL; J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia Médica. 21ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000.

132
CIMERMAN, B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu,
1999.

FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas


e Auto-Imunes. 2ª. Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

GARCIA, L.; BRUCKNER, D. A. Diagnostic medical parasitology. Washington, DC: American


Society for Microbiology, 2006.

GORCZYNSKI, R.; Stanley, J. Imunologia Clínica. Reichmann& Affonso, 2001.

JAWETZ, E.; MELNICK, A.; ADELBERG, E. A.; BROOKS, G. F. Microbiologia Médica. 24ª ed.
Rio de Janeiro: Artmed, 2010.

KERN, M.; BLEVINS, K. Micologia médica. 2ª Ed. São Paulo: Premier, 1999.

KONEMANN, E. W.; ALLEN, S. D.; JANDA, W. M.; SCHRECKENBERGER, P. C.; WINN, W.


C. Diagnóstico Microbiológico - Texto e Atlas Colorido. 5ª. Edição, 1997.

KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J.H. Química farmacêutica . Rio de Janeiro: Guanabara


Dois, 1982. 783p.

MIMS, C.; DOCKRELL, H. M; GOERING, R. V.; ROITT, I.; WAKELIN, D. Microbiologia


Médica. 3a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SALOMÃO, R. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de


Medicina: Infectologia. São Paulo: Manole, 2004.

VALLADA, E. P. Manual de Exames de Fezes. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

ZAITZ, C. Atlas de micologia: diagnóstico laboratorial das micoses superficiais e profundas. Rio de
Janeiro: MEDSI, 2004.

133
TOXICOLOGIA CLÍNICA, FORENSE E AMBIENTAL
Carga Horária: 60 horas

Papel e importância da Análise Toxicológica. Características da Análise Toxicológica.


Sistemas de Qualidade em laboratório e validação de métodos. Principais métodos de determinação
de indicadores biológicos da exposição a metais e solventes. Métodos especiais para a quantificação
de contaminantes em alimentos: Metais (chumbo, mercúrio e arsênico), Inseticidas
(organoclorados), organofosforados e carbamatos. Micotoxinas. Toxinas de plantas, algas e
cianobactérias. Antibióticos em alimentos. Técnicas de extração de fármacos em material biológico.
Identificação de fármacos e drogas de abuso: técnicas cromatográficas, espectrofotométricas e
imunológicas. Identificação de poluentes ambientais: técnicas cromatográficas,
espectrofotométricas e imunológicas. Histórico, conceitos e considerações gerais da Toxicologia
Forense. Tráfico de drogas e legislação. Relação do uso de álcool drogas e violência. Toxicologia
postmortem. Exposição fetal, abortifacientes. Drogas facilitadoras de abuso sexual. Agentes de
envenenamento e suicídio. Armas químicas/terrorismo químico. Toxicologia Forense Ambiental.
Toxinas como agentes de envenenamento. Adulteração de alimentos/medicamentos e riscos à
saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASELLA, José Erasmo,. Manual de Prática Forense. 7ª Ed. Saraiva, 2008.


KLAASSEN, C.D. Casaret & Doulll’s Toxicology: the basic science of poisons. 7ed., 2008.

KLAASSEN, Curtis (Author) - Casarett And Doull's Toxicology: The Basic Science of Poisons
(Casarett & Doull Toxicology) Edição 7ª Ed. McGraw-Hill Professional, 2007 - 1280p. ISBN-10:
0071470514.

MOREAU, Regina Lúcia de M. (2008): Toxicologia Analítica - Editora: Guanabara Koogan (Grupo
GEN). Edição 1º Ed. 334p. ISBN-10: 8527714329.

OGA, S.; CAMARGO, M.M.A.; BATISTUZZO, J.A.O. Fundamentos de Toxicologia, Atheneu:


São Paulo [Link]., 2008.

134
VAITSMAN, Delmo S. Ensaios Químicos Qualitativos. Interciência, 2005.

VALIDAÇÃO DOS RESULTADOS EM LABORATÓRIOS QUÍMICOS. Guia Relacre 3. Editora


relacre, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANGERER, Jurgen (Editor), Müller, MICHAEL (Editor). – Analyses of hazardous substances in


biological materials, Weinheim, VHC, 2004.

CURTIS, Klaassen (Author) - Casarett And Doull's Toxicology: The Basic Science of Poisons
(Casarett & Doull Toxicology) Edição 7ª Ed. McGraw-Hill Professional, 2007 - 1280p. ISBN-10:
0071470514

KARCH, S.B. Drug Abuse Handbook. CRC Press: Boca Raton, [Link]. 2007.

MANAHAN, Stanley E (Editor). Toxicological chemistry and biochemistry / Stanley E. Manahan.


Edição: 3rd Ed. Imprenta Boca Raton, Fla. : Lewis Pub., 2003 - 425 p. ISBN 1566706181.

MOFFAT, A.C.; OSSELTON, M.D.; WIDROP, B. Clarke´s Analysis of drugs and poisons, v.1 e 2.
3 ed. Pharmaceutical Press: London, 2004.

MOREAU, Regina Lúcia de M. (2008): Toxicologia Analítica - Editora: Guanabara Koogan (Grupo
GEN). Edição 1º Ed. 334p. ISBN-10: 8527714329.

PERIÓDICOS: Forensic Science International; Journal of Forensic Sciences; Legal Medicine,


Toxicology Review, Journal of Chromatography B, Journal of Analytical Toxicology.

R.C. Baselt. Disposition of Toxic Drugs and Chemicals in Man, 7th edition, Biomedical
Publications, Foster City, CA, 2004, 1230 p.., ISBN 0-9626523-6-9

ROBIN WHELPTON , Andrew Taylor Jr., Robert J. Flanagan , Ian D. Watson - Fundamentals of
Analytical Toxicology (ISBN: 9780470319352). Editor: Wiley-Interscience – 2008

135
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM FARMÁCIA HOSPITALAR
Carga Horária: 60 horas

Estágio Supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em Farmácia


Hospitalar, legalmente constituído em atividades regulamentadas para o profissional farmacêutico.
Administração e gerenciamento de estoque. Elementos de administração hospitalar. Serviços de
assistência farmacêutica no hospital. Setor de dispensação. Comissão de Farmácia e Terapêutica.
Centros ou serviços de informações sobre medicamentos. Controle de infecção hospitalar. Central
de Abastecimento Farmacêutico. Material médico sanitário. Sistemas de distribuição de
medicamentos. Produção e controle de medicamentos em Farmácia Hospitalar. Quimioterápicos e
Antineoplásicos. Atenção Farmacêutica Integral. Manejo de pacientes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BRETON, J.F. Manual de estágio em Farmácia. São Paulo: Andrei, 1987.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

136
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES,MJVM. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. AS BASES FARMACOLOGICAS DA


TERAPEUTICA. McGraw-Hill, 1997.

KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10a ed. São Paulo: Lange, 2007.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE,A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

137
RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier
Science, 2009.

SILVA, P. Farmacologia. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.


STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM ATENÇÃO FARMACÊUTICA


Carga Horária: 60 horas

Estágio Supervisionado desenvolvido em estabelecimentos farmacêuticos, legalmente constituídos


em atividades regulamentadas para o profissional da área farmacêutica. Introdução ao
desenvolvimento das atividades práticas profissionalizantes em atenção farmacêutica: Registro
farmacoterapêutico e seguimento do paciente. Resultados Negativos Associados a Medicamentos
(RNM) e Problemas Relacionados à Medicametos (PRM). Compreender o papel do farmacêutico
como membro da equipe multidisciplinar de saúde, visando o uso racional de medicamentos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

DADER, M. F. J et al. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

138
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALVES-COSTA, E. Vigilância sanitária: proteção e defesa da saúde. São Paulo: Hucitec, 1999.

BARROS, J.A.C. Políticas farmacêuticas: a serviço dos interesses da saúde. Brasília: UNESCO,
2004.

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

139
LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

ROZENFELD, S. Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000.

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

10º PERÍODO CURRICULAR

ESTÁGIO PROFISSIONAL EM ATIVIDADES FARMACÊUTICAS I – MANIPULAÇÃO


Carga Horária: 100 horas

Estágio profissional supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em


Farmácia Magistral, legalmente constituído em atividades regulamentadas para o profissional da
área. Introdução ao desenvolvimento das atividades práticas profissionalizantes. Conceitos
fundamentais da relação interpessoal, teoria e prática do relacionamento profissional e ético com
integração a conhecimentos gerais do funcionamento e organização de Farmácias de Manipulação.
Realização de estágio em setores onde são desenvolvidas atividades relacionadas com a área da
Farmácia de manipulação (homeopática, fitoterápica e alopática): preparação de formas
farmacêuticas oficinais e magistrais, pequena escala. Controle de qualidade em Farmácia
(incompatibilidades e estabilidade, acondicionamento e rotulagem adequados). Prática da produção

140
de fórmulas farmacêuticas. Manejo, dispensação correta de fármacos. Atenção Farmacêutica à
correta utilização dos produtos farmacêuticos dispensados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANSEL, H.C.; POPOVICH, N.G; ALLEN Jr., L.V. Farmácia: formas farmacêuticas & sistemas de
liberação de fármacos. [Link]. São Paulo: Premier, 2000.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

AULTON, M.E. Delineamento de formas farmacêuticas. [Link]. Porto Alegre: Artmed, 2005.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

141
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Farmacopéia Brasileira. São Paulo: Atheneu, 2004.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Boas práticas para a fabricação de produtos


farmacêuticos. Brasília: Ministério da Saúde - Secretaria da Vigilância Sanitária, 1994.

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

PINTO, T.J.A. Controle biológico de qualidade de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos.


São Paulo: Atheneu, 2000.

SANTORO, M.I.R.M. Introdução ao controle de qualidade de medicamentos. São Paulo: Atheneu,


1988.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

142
LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ESTÁGIO PROFISSIONAL EM ATIVIDADES FARMACÊUTICAS II - FARMÁCIA


COMUNITÁRIA
Carga Horária: 100 horas

Estágio profissional supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em


estabelecimentos farmacêuticos, legalmente constituídos em atividades regulamentadas para o
profissional da área. Introdução ao desenvolvimento das atividades práticas profissionalizantes.
Conceitos fundamentais da relação interpessoal, teoria e prática do relacionamento profissional e
ético com integração a conhecimentos gerais do funcionamento e organização de Farmácias
Comunitárias. Prática na execução do ciclo logístico da assistência farmacêutica de farmácia
comunitária e Gestão de Farmácia Comunitária. Atenção Farmacêutica à correta utilização dos
produtos farmacêuticos dispensados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

143
GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:
Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

144
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ESTÁGIO PROFISSIONAL EM ATIVIDADES FARMACÊUTICAS III - FARMÁCIA


HOSPITALAR E CLÍNICA
Carga Horária: 100 horas

Estágio Profissional Supervisionado por docente do Curso de Farmácia desenvolvido em


estabelecimentos Hospitalares e Clínicas, públicas ou privadas, legalmente constituídos em
atividades regulamentadas para o profissional da área. Introdução ao desenvolvimento das
atividades práticas profissionalizantes. Conceitos fundamentais da relação interpessoal, teoria e
prática do relacionamento profissional e ético com integração a conhecimentos gerais do
funcionamento e organização de Farmácias Hospitalares. Histórico, conceitos e objetivos do
hospital e da farmácia hospitalar. Estrutura organizacional do hospital. Padronização de
medicamentos. Padronização de material médico hospitalar. Aquisição de produtos farmacêuticos.
Normas de qualidade. Noções de licitação. Armazenamento de produtos farmacêuticos. Controle e
planejamento de estoques. Dispensação no hospital. Conceitos, epidemiologia, métodos de controle
e custos das infecções hospitalares. Utilização racional de antimicrobianos. O laboratório de
Microbiologia e o controle de infecções hospitalares. Nutrição parenteral.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BISSON, P. Farmácia Hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. [Link]. São Paulo: Manole,
2002.

145
BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.
Ministério da Saúde, 2007.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link]

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

STORPIRTIS et al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

146
BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos


textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.


OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:
FIOCRUZ, 2000.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

ESTÁGIO PROFISSIONAL EM ATIVIDADES FARMACÊUTICAS IV - ANÁLISES


CLÍNICAS I

Carga Horária: 100 horas


Estágio supervisionado por docente do curso de Farmácia desenvolvido em Laboratórios de
Análises Clínicas, legalmente constituídos em atividades regulamentadas para o profissional da
área. Introdução ao desenvolvimento das atividades práticas profissionalizantes. Conceitos
fundamentais da relação interpessoal, teoria e prática do relacionamento profissional e ético, com
integração a conhecimentos gerais do funcionamento e organização dos laboratórios. O aluno irá
vivenciar e praticar à aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso através do
acompanhamento da rotina em laboratórios de análises clínicas. O aluno deverá executar e
interpretar as análises laboratoriais nos setores de hematologia, imunologia, urianálise e bioquímica
clínica.

147
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6a ed. Elsevier,
2008.

ARGÜILLES, R.G.J. Fundamentos da Hematologia 2° Edição. México: Editora Panamericana,


1998.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BAIN, BARBARA J. Células Sangüíneas – Guia prático. 3ª Edição. Editora Artes Médicas, 2004.

BERNARD, J.; LÉVI, J. P. Hematologia. 9ª Edição. Medsi Editora médica e Científica, 2000.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.


Ministério da Saúde, 2007.

BRASILEIRO, F. G. Bogliolo. Patologia Geral. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,


2009.

CALICH, V; VAZ, C. Imunologia. Revinter, 2001.

CARRAZZA, F. R.; ANDRIOLO, A. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. Sarvier, 2000.

CARVALHO, W. F. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. 7ª edição. Coopmed


Editora Médica, 1999.

CISCAR, F. E.; FARRERAS, P. Diagnóstico Hematológico, Laboratório e Clínica. 3ª Edição.


Barcelona: Editora JIMS, 1972.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

148
FAILACE, R. Hemograma, Manual de Interpretação. 3ª Edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

FERREIRA, A.; ÁVILA, S. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

GORCZYNSKI, R.; STANLEY, J. Imunologia Clínica. Reichmann e Afonso, 2001.

HARMENING, D. Técnicas Modernas em Banco de Sangue e Transfusão. 2ª Edição. São Paulo:


Editora Revinter, 1992.

HAYHOE, F. G. J.; FLEMANS, R .J. Atlas Colorido de Citologia Hematológica. 2 ª Edição. São
Paulo: Editora Artes Médicas, 1991.

HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia Clínica Ilustrada: Manual e Atlas Colorido. São
Paulo: Manole, 1991.

______________________________; MOSS, P. A. H. Fundamentos em Hematologia. 5ª Ed.


Artmed, 2008.

JANEWAY, C.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Immunobiology. CB Publications, 1999.

JIALAL, I.; WINTER, W.; CHAN, D. Handbook of Diagnostic Endocrinology. AACC Press, 1999.

KAPLAN, L.A.; PESCE, A. J. Clinical Chemistry Mosby Year Book, 1996.

LACAZ, C. S.; PORTO, E. ; MARTINS, J. E. C.; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T.


Tratado de Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

149
LEE,A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LORENZI, Therezinha Ferreira (Coord.). Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada.


Guanabara Koogan, 2011.

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.

Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em : [Link].

NAOUM, P. C. Hemoglobinopatias e Talassemias. São Paulo: Editora Sarvier, 1997.

NELSON, D. L.; MICHAEL, M. COX.; Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed.- Porto


Alegre-RS: Artmed, 2011. 1274 p. Tradução de: Lehninger: principles of biochemistry.

NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.

OLIVEIRA, M. C. V. C.; GOÉS, S. M. P. M. Immunologia Eritrocitária. 2° Edição. São Paulo:


Medsi, 1999.

OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

REY, L. Parasitologia. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

RICH, R. R. Mosby Year Book Clinical Immunology Principles and Practice, 1996.

ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. São Paulo: Editora Manole, 1997.

ROSE, N.; DE MACARIO, E. C.; FOLDS, J. D.; LANE, C. H.; NAKAMURA, R. M. Manual of
Clinical Laboratory Immunology. ASM Press, 1997.

150
STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

VERRASTRO, T.; LORENZI, T. F.; NETO, S.W. Hematologia e Hemoterapia: Fundamentos,


Morfologia, Fisiologia, Patologia e Clínica. São Paulo: Atheneu, 1996.

VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.

VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.

WILLIAM, W. J.; BEUTLER, E.; ERSLEV, A J.; LICHTMAN, M. A. Hematology. 6° Edição.


New York: McGraw-Hill, 2001.

ZAGO, M. A; FALCÃO, R. P.; PAQUINNI, R. Hematologia, Fundamentos e Prática, ed. Revisada


e Atualizada. São Paulo: Ateneu, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ANDRIOLO, A. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de


Medicina: Medicina Laboratorial. São Paulo: Ed. Manole, 2005.

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

CALICH, V. L. Imunologia Básica. 1ª Edição São Paulo: Artes Médicas, 1989.

151
CAMPBELL, J. M.; CAMPBELL, J. B. Matemática de Laboratório, 3° Edição. Roca, 1986.

CARR, J. H.; RODAK, B. F., Atlas de Hematologia Clínica. Livraria Santos Editora, 2000.

DOSE, K., Bioquímica, EDUSP, São Paulo, 1982.

FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas


e Auto-Imunes. 2ª. Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

________________. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

GORCZYNSKI, R.; Stanley, J. Imunologia Clínica. Reichmann& Affonso, 2001.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

LIMA, O. A.; SOARES, J. B.; GRECO, J. B.; GALIZZI, J.; CANÇADO, J. R. Métodos de
Laboratório Aplicados à Clínica. 7° Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.

MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

_____________; WADA, C. S.; PURCHIO, A.; ALMEIDA, T. V. Técnicas de Laboratório. Rio de


Janeiro: Atheneu, 1997.

NELSON, L. D., COX, M. M., Introduction do Biochemistry, 5thd., W. H. Freeman, 2008.

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: Artmed, 2000

152
PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos
textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Manual de técnicas e Recomendações-


Hematologia. São paulo, 1975.

STITES, P. D.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1992.

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

ESTÁGIO EM ATIVIDADES FARMACÊUTICAS V - ANÁLISES CLÍNICAS II


Carga Horária: 100 horas

Estágio supervisionado por docente do curso de Farmácia desenvolvido em Laboratórios de


Análises Clínicas, legalmente constituídos em atividades regulamentadas para o profissional da
área. Introdução ao desenvolvimento das atividades práticas profissionalizantes. Conceitos
fundamentais da relação interpessoal, teoria e prática do relacionamento profissional e ético, com
integração a conhecimentos gerais do funcionamento e organização dos laboratórios. O aluno irá
vivenciar e praticar à aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso através do
acompanhamento da rotina em laboratórios de análises clínicas. O aluno deverá executar e
interpretar as análises laboratoriais nos setores de parasitologia, bacteriologia, micologia e virologia
clínica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMATO NETO, V.; CORRÊA, L. L. Exame Parasitológico das Fezes. 5ª Edição. São Paulo:
Editora Sarvier, 1991.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

153
BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.
Ministério da Saúde, 2007.

CARRAZZA, F. R.; ANDRIOLO, A. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. Sarvier, 2000.

CARVALHO, W. F. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. 7ª edição. Coopmed


Editora Médica, 1999.

CASTRO, L. P.; CUNHA, A. S; REZENDE, J. M. Protozooses Humanas. São Paulo: BYK, 1995.

CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.

DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.

DE CARLI, G. A. Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o


Diagnóstico das Parasitoses Humanas. São Paulo: Editora Atheneu, 2001.

_________________. Parasitologia Clínica. São Paulo: Atheneu. 2001.

FERREIRA, A.; ÁVILA, S. Diagnóstico Laboratorial. Guanabara Koogan, 2001.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.

GOMES, M. J. V. M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:


Atheneu, 2000.

GRAFF, S. L. Analisis de orina, atlas color. Buenos Aires: Ed. Panamericana, 1987.

LACAZ, C.S.; PORTO, E.; MARTINS, J.E.C. Tratado de micologia médica. 9ª Ed. São Paulo:
Sarvier, 2002.

154
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.

LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. Porto Alegre: Artmed 2009.

LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica – Texto e Atlas. 4a. Edição. São Paulo:
Premier, 1997.

Método Dader. Programa Dader. Guia de Seguimento Farmacoterapêutico. Terecera Edición, 2007.
Disponível em: [Link].

MORAES, R. G.; LEITE, I. C.; GOULART, E. G. Parasitologia e Micologia Humana. Rio de


Janeiro: Editora Cultura Médica Ltda., 1998.

MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

MURRAY, P. R. Microbiologia Clínica. 3ª. Edição. São Paulo, Guanabara Koogan, 2000.

NEVES, D. P; MELO, A. L; LINARDI, P. M; VITOR, R. W. A. (Org.). Parasitologia Humana. 11ª.


Edição. Atheneu, 2005.

OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.

PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.

REY, L. Bases da parasitologia médica. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

_________________. Parasitologia. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.

155
TAVARES, W. & MARINHO, L. A. C. Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças
Infecciosas e Parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2005.

TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.

TORTORA, G. J. , FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. Rio de Janeiro: Artmed, 2005.

TRABULSI, L. R. Microbiologia. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991.

VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 3ª Edição. São Paulo: Ateneu, 2005.

VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRIOLO, A. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de


Medicina: Medicina Laboratorial. São Paulo: Ed. Manole, 2005.

BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio


supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.

BOAVENTURA, E. M. Como ordenar as ideias. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997. 59 p.

BORGES, R. S. Química Farmacêutica Teórica e Experimental. UFPA, Belém-PA, 2007.

BROOKS, G. F.; BUTEL; J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia Médica. 21ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000.

BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

CIMERMAN, B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu,
1999.

156
FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas
e Auto-Imunes. 2ª. Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

GARCIA, L.; BRUCKNER, D. A. Diagnostic medical parasitology. Washington, DC: American


Society for Microbiology, 2006.

GORCZYNSKI, R.; Stanley, J. Imunologia Clínica. Reichmann& Affonso, 2001.

JAWETZ, E.; MELNICK, A.; ADELBERG, E. A.; BROOKS, G. F. Microbiologia Médica. 24ª ed.
Rio de Janeiro: Artmed, 2010.

KERN, M.; BLEVINS, K. Micologia médica. 2ª Ed. São Paulo: Premier, 1999.

KONEMANN, E. W.; ALLEN, S. D.; JANDA, W. M.; SCHRECKENBERGER, P. C.; WINN, W.


C. Diagnóstico Microbiológico - Texto e Atlas Colorido. 5ª. Edição, 1997.

KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J.H. Química farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara


Dois, 1982. 783p.

LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.

LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

MIMS, C.; DOCKRELL, H. M; GOERING, R. V.; ROITT, I.; WAKELIN, D. Microbiologia


Médica. 3a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

OSÓRIO-CASTRO, C.G. Estudos de utilização de medicamentos: noções básicas. Rio de Janeiro:


FIOCRUZ, 2000.

PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: Artmed, 2000.

157
PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos
textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].

SALOMÃO, R . et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de


Medicina: Infectologia. São Paulo: Manole, 2004.

VALLADA, E. P. Manual de Exames de Fezes. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, [Link]. 1996.

ZAITZ, C. Atlas de micologia: diagnóstico laboratorial das micoses superficiais e profundas. Rio de
Janeiro: MEDSI, 2004.

ZUBIOLI, A. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília: Ethosfarma, 2001.

SEMINÁRIO DE TCC
Carga Horária: 20 horas

Nesta disciplina o discente desenvolverá seu projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
com a orientação de um docente e no final do semestre deverá fazer uma apresentação na forma oral
e escrita. Estrutura e organização do Trabalho de Conclusão de Curso. Elaboração, Estruturação e
Apresentação de propostas. Lógica no texto científico. Fases do TCC.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAXTER, Mike. Projeto de Produto. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1998.

CARVALHO, A. M. Aprendendo metodologia científica: uma orientação para os alunos de


graduação. São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.

MAGALHÃES, Gildo. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DA PESQUISA: CAMINHOS DA


CIÊNCIA E TECNOLOGIA. 2005

158
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Normas técnicas: elaboração e apresentação de trabalho
acadêmico-científico. Curitiba: UTP, 2006.

VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier,
2001.

YIN, R.K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. [Link]. Porto Alegre: Bookman, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CERVO, A.L. BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

OLIVEIRA, S. L. Tratado de Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,


2001.

ROBSON, C. Real world research: a resource for social scientists and practitioner. Oxford:
Blackwell, 1993.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. versão. São Paulo: Cortez, 2002.

UFPR. Normas para Apresentação de Documentos Científicos. Curitiba: Editora da UFPR, 2001.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Carga horária: 100 horas

Atividades práticas e/ou teóricas, relacionadas às Ciências Farmacêuticas, que contribuam


na formação profissional mais ampla do discente, tais como disciplinas ou módulos cursados em
outro instituto ou em outras IES. Estágio não obrigatório. Excursões científicas. Iniciação à
Pesquisa e/ou Extensão. Monitoria. Participação em conselhos/colegiados/comissões acadêmicas.
Participação em eventos de áreas relacionadas ao curso. Programa de Educação Tutorial (PET).
Vivência profissional nas áreas que compõe o curso de Farmácia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

159
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1998.

CARVALHO, A. M. Aprendendo metodologia científica: uma orientação para os alunos de


graduação. São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.

MAGALHÃES, Gildo. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DA PESQUISA: CAMINHOS DA


CIÊNCIA E TECNOLOGIA. 2005

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Normas técnicas: elaboração e apresentação de trabalho


acadêmico-científico. Curitiba: UTP, 2006.

VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier,
2001.

YIN, R.K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. [Link]. Porto Alegre: Bookman, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CERVO, A.L. BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

OLIVEIRA, S. L. Tratado de Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,


2001.

ROBSON, C. Real world research: a resource for social scientists and practitioner. Oxford:
Blackwell, 1993.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. versão. São Paulo: Cortez, 2002.

UFPR. Normas para Apresentação de Documentos Científicos. Curitiba: Editora da UFPR, 2001.

DISCIPLINAS OPTATIVAS
MICOLOGIA
Carga Horária: 60 horas

160
Introdução à micologia. Estrutura, morfologia e reprodução dos fungos. Taxonomia dos
fungos. Micoses de interesse médico, metodologia e prática de coleta, processamento, isolamento e
identificação de seus agentes. Colheita de material para exames micológicos. Fungos como agentes
de infecções humanas: principais características, interação com hospedeiro. Micoses superficiais,
subcutâneas e profundas e respectivos diagnósticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HOOG, G.S. de; GUARRO. Atlas of clinical fungi. Baarn: Centraalbureau voor Schimmelcultures,
1995, 720p.

BITTENCURT, A.L. Entomoftoromicose. Revisai. Medicina Cutânea Ibero-latino Americana, v.16,


p.93-100, 1988.

KNOW CHUNG, K. J.; BENETTI, J.E. Mycetomas. In: Medical Mycology. Ed. Philadelphia: Lea
Febiger, p.387-399, 1991.

LACAZ, C.S.; PORTO, E.; MARTINS, J.E.C. Micologia Médica, 8 ed., ed. Sarvier, São Paulo,
1991.

MARTINS, J. E. C.; MELO, N. T. & HEINS-VACCARI, E. M. Atlas de Micologia Médica. 1ª


Edição. Manole, 2005.

___________________________; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T. Tratado de


Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.

MINAMI, Paulo S. MICOLOGIA: MÉTODOS LABORATÓRIAIS DE DIAGNÓSTICO. 1ª Ed.


Manole, 2003.

PUTZKE, Jair; PUTZKE, Marisa Terezinha Lopes,. Glossário Ilustrado de Micologia. 1ª ed.
EDUNISC, 2004.

161
SIDRIM, J. J. C & ROCHA, M. F. G. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. 1ª
Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

ZAITZ, C. Compêndio de Micologia Médica. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

_________________; RAMPBELL, I.; MARQUES, S.A.; RUIZ, L. R.; ZOUZA, V.M. Micologia
Médica. Ed. MEDSI, p.434, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DE MURI, G. P.; HOSTETTER, M.F. Resistance to antifungical agents. Antimicrob Resist


Pediatwcs, v. 42, p. 665-685, 1995.

MORAES, R. G.; LEITE, I. C.; GOULART, E. G. Parasitologia e Micologia Humana. Rio de


Janeiro: Editora Cultura Médica Ltda., 1998.

REVISTAS RECOMENDADAS: Mycoses, Medical Mycology, J. Clin. Microbiol., Canadian J.


Microbiol., Revista Brasileira de Medicina Tropical., Antonie van Leeuwenhoek Studies in
Mycology, Mycopathologia

SIDRIM, J. J. C. & MOREIRA, J. L. B. Fundamentos Clínicos e Laboratoriais de Micologia


Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

ZAITZ, C. Atlas de micologia: diagnóstico laboratorial das micoses superficiais e profundas. Rio de
Janeiro: MEDSI, 2004.

PATOLOGIA
Carga Horária: 60 horas

Generalidades sobre Etiologia Patogenia. Noções Básicas sobre Necrópsia, Biópsia,


Histotcnologia. Alterações do crescimento e da diferenciação celular: geralidades e classificação.
Hipotrofia, Hipertrofia, Hipoplasia, Hiperplasia, Agenesia, Metaplasia. Lesões pré-cancerosas.
Degenerações. Alterações regressivas das células. Degenerações por acúmulo de água, proteínas,
lipídios e glicídios. Lesão e Morte Celular. Morte somática. Etiopatogenia das neuroses. Padrões

162
morfológicos. Alterações locais da circulação sanguínea: Isquemia, Hiperemia Ativa. Congestão
passiva. Estase. Hemorragias. Trombose, embolia e enfarte. Edemas. Inflamação. Patogenia dos
distúrbios circulatórios e formação dos exsudatos. Granulomas em geral. Granulomas de corpo
estranho. Modo de formação dos granulomas. Reação dos tecidos ao Bacilo causador da
Hanseníase, Tuberculose, Sífilis, Paracoccidioide Brasiliense, S. Mansoni, Fungos e parasitas.
Cicatrização e reparo. Regeneração. Reparo por tecido conjuntivo. Fatores que modificam o
processo reparador. Neoplasias. Alterações das células cancerosas. Carcinogênese. Agentes
carcinogênicos. Vírus oncogênicos. Carcinogênese Quimíca pela radição e Outros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABBAS, A. K. Imunologia Celular e Molecular. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.

BRASILEIRO, F. G. Bogliolo. Patologia Geral. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,


2004.

LACAZ, C. S.; PORTO, E. ; MARTINS, J. E. C.; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T.


Tratado de Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.

NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.

REY, L. Parasitologia. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

ROBBINS, N.; KUMAR, V.; ABBAS, A. K. Patologia - Bases Patológicas das Doenças. 8ª Edição.
Elsevier, 2010.

TORTORA, G. J. Microbiologia. 8ª. Edição. Porto Alegre: ArtMed, 2005.

VERRASTRO, Therezinha; LORENZI, Therezinha; WENDEL NETO, Silvano (Colab.).


Hematologia, Hemoterapia: Fundamentos de Morfologia, Fisiologia, Patologia e Clínica. Atheneu,
1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

163
ANTHONY, P.P. Recent Advances in Histopathology, Paperback, 1989.

BRITO, T.; MONTENEGRO, M. R.; BACCHI, C. E. Patologia Processos Gerais. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: Atheneu, 2010.

FARIA, J. L. Patologia Geral: Fundamentos das Doenças com Aplicações Clínicas. 4ª Edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

SANTOS, N. S. O.; ROMANOS, M. T. V.; WIGG, M. D. Introdução à virologia humana. 2ª.


Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

TRABULSI, L. R. & ALTHERTHUM, F. Microbiologia. 4ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2004.

LIBRAS

Carga Horária: 60 horas

Bases teóricas da educação inclusiva. A educação de surdos no Brasil. Identidade e


comunidade surda. A língua brasileira de sinais: aspectos linguísticos. Língua de Sinais e educação.
Exercícios e prática de interpretação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRITO, Lucinda Ferreira. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Mediação,
2004.

FERNANDES, Eulália. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.

GAIO, Roberta; MENEGHETTI, Rosa G. Krob (Org.) Caminhos pedagógicos da educação


especial. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

KAUCHAKJE, Samira; GESUELI, Zilda Maria (Org.) Cidadania, surdez e linguagem: desafios e
realidades. São Paulo: Plexus, 2003. cap. 8, p. 147-159.

164
QUADROS, Ronice Muller de; LODENIR, Becker Karnopp. Lingua de sinais brasileira: estudos
linguisticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MOURA, Maria Cecília de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter;
FAPESP, 2000.

SALLES, Heloisa et al. Ensino de Lingua Portuguesa para surdos: caminhos para a prática
pedagógica. Programa Nacional de Apoio à educação de surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2004.
SKLIAR, Carlos (Org.) A Surdez, um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.

Skliar, Carlos. (Org.) Atualidades da educação bilíngue para surdos: processos e projetos
pedagógicos. Porto alegre: Mediação, 1999a. v.1. Porto Alegre: Mediação.

_______, Carlos (Org.) Atualidades da educação bilíngue para surdos: processos e projetos
pedagógicos. Porto alegre: Mediação, 1999b. v.2. Porto Alegre: Mediação.

FITOTERAPIA

Carga Horária: 60 horas

Aspectos históricos da fitoterapia. Cuidados básicos no uso das plantas medicinais. Manuseio
de plantas medicinais. Formas de preparação e uso das plantas medicinais. Constituintes químicos.
Uso de plantas medicinais nos diversos aparelhos e sistemas orgânicos. Caracterizar a disciplina,
contextualizando-a no currículo farmacêutico. Métodos de caracterização da estrutura de
substâncias de origem vegetal. Legislação referente aos fitoterápicos. Farmácia viva e fitoterapia. A
fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Atividades em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALONSO, J. Tratado de Fitofármacos e Nutracêuticos. Rosário/Argentina: Corpus Libros, 2004.

BERG, Maria Elisabeth Van der,. PLANTAS MEDICINAIS NA AMAZÔNIA: CONTRIBUIÇÃO


AO SEU CONHECIMENTO SISTEMÁTICO. MPEG, 2010.

165
CARVALHO, J.S.T. Fitoterápicos Antiinflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e
aplicações terapêuticas. Ribeirão Preto: Tecmedd, 2004.

DINIZ. M. F. M et al. Momento Terapêutico: as Plantas como Alternativa. Conhecimentos


Populares e Científicos. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 1997.

INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de Plantas Medicinais. [Link],


2004.

LAMEIRA, O.A.; PINTO, J.E.B.P. Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à


recomendação popular. 1ª ed. Belém: Embrapa, 2008.

MAGALHÃES, P.M. O caminho das Plantas Medicinais: aspectos sobre o manuseio de plantas
medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento. Campinas: RZM Press, 1997.

MARTINS, E. R. et al. Plantas Medicinais. Viçosa: UFV, 2000.

SCHULZ, V.; HANSEL, R.; TYLER, V.E. Fitoterapia racional - Um guia de fitoterapia para as
ciências da saúde. 4º ed. Barueri: Manole, 2002.

SILVA, A. G. da. et al. Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular.
Belém: Embrapa, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARBOSA, W. L. R.; OLIVEIRA, F. Q. M.; RODSON, O.; Alfarrábios de Fitoquímica, DEFAR,


1999.

BARBOSA, W. L. R.; SILVA, W. B.; SOLER, O. Etnofarmacêutica: uma abordagem de plantas


medicinais desde uma perspectiva farmacêutica. [Link]ás. Farm.; Vol. 77, 1996.

DINIZ. M. F. M et al. Momento Terapêutico: as Plantas como Alternativa. Conhecimentos


Populares e Científicos. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 1997.

166
MAGALHÃES, P.M. O caminho das Plantas Medicinais: aspectos sobre o manuseio de plantas
medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento. Campinas: RZM Press, 1997.

MATOS, F. J. A. Farmácias Vivas – Sistema de Utilização de Plantas Medicinais Projetado para


Pequenas Comunidades. Fortaleza: Edições UFC, 1994.

FARMÁCIA SOCIAL
Carga Horária: 60 horas

Origem do desenvolvimento das Ciências Sociais e da Saúde. Aspectos gerais das Ciências
Farmacêuticas, evolução histórica, perspectivas e interface com as ciências afins. História, origem e
âmbito da profissão farmacêutica. Áreas tradicionais e novas áreas de atuação e inserção no campo
da Saúde Pública. Noções de Direito: Lei (classificação, hierarquia e formação das leis). Ética.
Conceitos (ética e moral). Sistema Único de Saúde: Direitos do cidadão, deveres do Estado, direito
à saúde. Política Nacional de Medicamentos, Assistência Farmacêutica e Política Nacional de
Fitoterápicos. Responsabilidade Técnica Profissional. Legislação: Estrutura Profissional, Vigilância
Sanitária, Medicamentos de Controle Especial, Medicamentos Excepcionais, Pesquisa Clínica,
Código de Ética da Profissão Farmacêutica. Bioética: Ética aplicada à saúde, mundo moderno e
inovações tecnológicas, Ética em Pesquisa com Seres Humanos. Conhecimento da legislação
normativa vigente voltada para produção, comercialização, prescrição, informação e dispensação de
medicamentos. Relação prática: farmacêutico x sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Política Nacional de Medicamentos/ Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde.
Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

_________. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção


Básica. Gerência Técnica de Assistência Farmacêutica. Assistência Farmacêutica: instruções
técnicas para sua organização. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

_________, Ministério da Saúde. O Ensino e as Pesquisas da Atenção Farmacêutica no Âmbito do


Sus. Editora do Ministério da Saúde, 2007.

167
_________. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução N 196 de 10 de Outubro
de 1996. Estabelece os requisitos para realização de pesquisa clínica de produtos para saúde
utilizando seres humanos. Diário Oficial da União. Brasília/DF. 16 de outubro de 1996.

__________, Ministério da Saúde. I FÓRUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO FARMACÊUTICA:


O FARMACÊUTICO QUE O BRASIL NECESSITA: RELATÓRIO FINAL. Editora do Ministério
da Saúde, 2006.

__________, Ministério da Saúde. PLANEJAR É PRECISO: UMA PROPOSTA DE MÉTODO


PARA APLICAÇÃO À ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Editora do Ministério da Saúde, 2006.

CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A Organização Jurídica da Profissão Farmacêutica.


Brasília, 2003.

________________________. Cógido de Ética da Profissão Farmacêutica, 2004.

GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências Farmacêuticas: uma abordagem em Farmácia


Hospitalar. Atheneu.1ª. Edição. São Paulo, 2000.

SEGRE, M.; COHEN, C. Bioética. Edusp. 3ª. Edição. São Paulo, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 7ª. Edição. São Paulo: Atlas S. A.,
2009.

SECHLER, M. Ética em Pesquisa. In: Stopirtis, S; Mori, A. L. P. M; Yochiy, A. Ciências


Farmacêuticas: Farmácia Clínica e Atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

SILVA GUERRA, A. M.; FÉO, C. O.; ROCHA, C. L. V. F. Biodireito e Bioética: Uma Introdução
Crítica. Rio de Janeiro: Editora América Jurídica, 2005.

STORPIRTIS, S.; MORI, A. L. P. M.; YOCHIY, A. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

168
ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: SOBRAVIME, 2004.

METODOLOGIA DA PESQUISA

Carga Horária: 60 horas

A Metodologia e a Universidade. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem. Natureza


humana: conhecimento e saber. A ciência e suas implicações. Métodos e Técnicas de pesquisa. A
pesquisa e a iniciação científica. Formas de Citações Bibliográficas-ABNT. Orientações sobre
elaboração de Projeto de pesquisa e TCC.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARVALHO, A. M. Aprendendo metodologia científica: uma orientação para os alunos de


graduação. São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.

MAGALHÃES, Gildo. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DA PESQUISA: CAMINHOS DA


CIÊNCIA E TECNOLOGIA. 2005.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Normas Técnicas: Elaboração e Apresentação de


Trabalho Acadêmico-Científico. Curitiba: UTP, 2006.

VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia Científica Para a Área de Saúde. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: uma introdução à metodologia científica.


Petrópolis: Vozes, 2004.

KOCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa.


Petrópolis: Vozes, 2000.

169
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 7ª. Edição. São Paulo: Atlas S. A.,
2009.

SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martisn Fontes, 2001.

SECHLER, M. Ética em Pesquisa. In: Stopirtis, S; Mori, A. L. P. M; Yochiy, A. Ciências


Farmacêuticas: Farmácia Clínica e Atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

2.9 Atividades Complementares

As atividades acadêmicas complementares são aquelas relevantes para que o estudante


adquira o saber e as habilidades necessárias à sua formação, abordando novos ou diferentes campos
de estudo a serem escolhidas livremente pelo estudante, completando a carga horária pré-
estabelecida para este fim. Elas permitirão que o estudante possa imprimir seu próprio ritmo e
construir seu projeto pessoal dentro do curso escolhido.
Toda atividade acadêmica complementar deverá:
 Ficar sob a responsabilidade de, pelo menos, um professor, quando realizada no âmbito
da UFOPA;
 Ter autorização prévia do Colegiado de Curso; e
 Incluir procedimentos de avaliação do rendimento do estudante.
De acordo com o Art. 9º da Resolução N°. 1, de 2 de Fevereiro de 2006, as atividades
complementares são componentes curriculares que possibilitam, por avaliação, o reconhecimento de
habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive adquiridos fora do
ambiente acadêmico.
Assim, as atividades complementares podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, projetos
de iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos,
conferências, disciplinas cursadas em outros Institutos da Universidade Federal do Oeste do Pará-
Ufopa e também cursadas em outras Instituições de Ensino Superior. Sendo que estas atividades
complementares se constituem de componentes curriculares enriquecedoras e implementadoras do
próprio perfil do formando, sem que se confundam com o estágio supervisionado, conforme
Regulamento para as atividades complementares do Colegiado de Farmácia Isco-Ufopa (Anexo 1).
As atividades acadêmicas curriculares, quanto à sua natureza, poderão ser classificadas em
optativas ou obrigatórias. As optativas deverão ser creditadas no currículo após requerimento feito

170
pelo interessado ao coordenador do curso, contendo cópia de declaração ou certificado de conclusão
da atividade curricular mencionada, com a informação do período cursado e da carga horária. As
atividades acadêmicas curriculares realizadas fora do período acadêmico não serão creditadas para
efeito curricular.
O Colegiado de Curso têm a responsabilidade de definir o total de carga horária que será
contabilizada para cada atividade acadêmica curricular.
Portanto, um conjunto predeterminado de atividades acadêmicas curriculares deve ser
constituído para que o estudante possa eleger a escolha daquelas que possibilitem a
complementação de sua formação específica do curso, propiciando-lhe aquisição de especificidades
de área afins à opção da formação básica. O Colegiado deve ser o órgão responsável pela
elaboração das alternativas a serem utilizadas pelos estudantes, ficando a critério do mesmo a
definição do elenco de atividades, cursos de origem e do número das alternativas destinadas a esse
fim.
Para a integralização curricular do curso de Farmácia, o estudante deverá realizar, ao longo do
curso, 100 horas de atividades acadêmicas complementares, conforme a definição do Quadro
abaixo:

Quadro 03 - Relação de atividades complementares com respectiva carga horária

Atividades Sugeridas C. H. Limite

1 – Atividades de iniciação à pesquisa ou à extensão; 70 horas

2 – Atividades à distância; 20 horas

3 – Módulos ou disciplinas cursadas em outras IES; 70 horas

4 – Discussões temáticas; 20 horas


Atividades
5 – Estágio não obrigatório; 45 horas
Complementares
6 – Participação em eventos; 70 horas

7 – Seminários; 45 horas

8 – Outras, consideradas pelo Colegiado relevantes para a 20 horas


formação do estudante;

171
2.10 Estagio Curricular

O Estágio Curricular é realizado a partir do terceiro período letivo, tem caráter obrigatório e
tem a carga horária mínima de 970 horas. Tem a orientação de docentes e sua coordenação é
realizada através de uma Comissão de Professores, especialmente designada. Ao final do estágio, o
acadêmico apresenta o Relatório Final e/ou Certificado/Declaração de Estágio, que será analisado e
avaliado pela Comissão de Professores.
O estabelecimento e manutenção do estágio se dão através de convênios firmados com
laboratórios de análises clínicas, hospitais, farmácias de manipulação, farmácias comunitárias,
indústrias de medicamentos, cosméticos e alimentos, instituições públicas e privadas, legalmente
constituídos e regulamentados para atividade farmacêutica, após a aprovação do presente projeto.
Podem ser equiparadas à carga horária do Estágio Supervisionado atividades relacionadas a
projetos de extensão universitária, monitorias e iniciação científica desde que recebam parecer
favorável depois de avaliados pelo Colegiado do Curso de Farmácia.
De acordo com a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, o estágio, como ato educativo
escolar supervisionado, deve ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador do curso e por
um supervisor da parte concedente. A normatização foi estabelecida pelo Colegiado do Curso,
conforme Anexo 3. O resultado do estágio poderá se transformar no Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC), a critério do orientador ou supervisor. A sua realização deve atender à legislação em
vigência sobre estágios curriculares.

2.11 Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório


segundo a Resolução N° 1, de 2 de Fevereiro de 2006, que aprova as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Graduação em Farmácia. Ele deve ocorrer ao longo do curso, centrado
em determinada área teórico-prática ou de formação profissional, sendo sua elaboração trabalhada a
partir das orientações da disciplina Investigação na Base Real (IBR), que percorrerá os quatro
períodos curriculares iniciais do Curso, como atividade de síntese e integração de conhecimento e
consolidação das técnicas de pesquisa.

Os TCCs oriundos do curso de Farmácia da Ufopa têm por objetivos:


 Proporcionar ao estudante um treinamento em pesquisa e metodologia científica;
 Despertar ou desenvolver no estudante a aptidão para pesquisa;

172
 Desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro
das áreas de formação específica;
 Estimular a construção do conhecimento coletivo;
 Formar um profissional com melhor visão científica dos problemas farmacêuticos e
sócio-ambientais, o que determinará o comportamento científico no encaminhamento das
respectivas soluções.
A normatização sobre a sistemática, validação, procedimentos, orientação e avaliação do TCC
são de responsabilidade do Colegiado do Curso de Farmácia ou de outra comissão específica
definida por este Colegiado. Na disciplina IBR I, II, III e IV o discente apresenta um pré-projeto e o
desenvolve. A disciplina Seminário de TCC, componente curricular do 10º período, não tem
conteúdo, se constituindo num espaço para orientação, apresentação e argüição dos TCCs. O
discente deve apresentar o trabalho na forma oral e escrita, sendo este de defesa pública e parte
obrigatória para a obtenção dos títulos de Bacharel em Farmácia. Para o funcionamento da
disciplina, foram estabelecidas normas e procedimentos pela Comissão indicada para este fim,
conforme Regimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso de Bacharelado do Isco (Anexo 2).

2.12 Práticas de Avaliação Educacional do Curso de Farmácia

2.12.1 Avaliação docente


A avaliação de desempenho dar-se-á em relação a sua capacitação e habilidade profissional,
assiduidade, pontualidade, relações humanas, oratória, cumprimento do conteúdo programático,
bibliografia, recursos e materiais didáticos utilizados, carga horária alocada para teoria, laboratório,
exercícios, visitas técnicas, seminários, avaliações e outros. Para ajudar neste processo serão
consultados, os estudantes, os técnico-administrativos e a coordenação do curso. Essa avaliação será
semestral e servirá também como subsídio auxiliando no processo de avaliação do curso.

2.12.2 Avaliação do ensino-aprendizagem


De acordo com a Resolução UFOPA nº 09 de 16 de março de 2012, entende-se por avaliação
de aprendizagem o processo de apreciação e julgamento do rendimento acadêmico dos alunos,
objetivando acompanhar, diagnosticar e melhorar o processo de ensino e aprendizagem, bem como
a habilitação do discente em cada componente curricular.
A avaliação da aprendizagem far-se-á por período letivo, organizado semestralmente,
compreendendo a apuração das frequências às aulas, atividades e aos trabalhos acadêmicos, e a

173
atribuição de notas aos alunos em avaliações parciais, por meio de atividades acadêmicas. Para fins
de registro do aproveitamento acadêmico do discente no histórico escolar será considerada a média
final e a frequência em cada componente curricular.
Os componentes curriculares, a cada período de estudos, serão apreciados através de pelo
menos três avaliações e uma avaliação substitutiva, esta última de caráter optativa para o discente e
envolvendo todo o programa do componente. Pelo menos uma das avaliações deverá ser individual.
As notas serão expressas em valores numéricos de zero a dez. A nota final do discente será
computada como a média simples ou ponderada entre o valor obtido em cada uma das três
avaliações do período, podendo uma das três avaliações ser permutada pela avaliação substitutiva.
Em caso de falta à avaliação em componente curricular, por impedimento legal, doença grave
atestada por serviço médico de saúde ou motivo de força maior e caso fortuito, devidamente
comprovado nos termos da lei, o discente deve protocolar na secretaria responsável pelo
componente curricular o requerimento para avaliação de segunda chamada ao docente, no período
de 72 h.

[Link] Revisão de Prova


Caso o acadêmico não aceite sua nota, deve, em primeiro lugar, consultar o professor, se, ainda
assim não ficar satisfeito, deverá solicitar revisão de prova à Secretaria Acadêmica, no prazo
máximo de dois dias úteis após a divulgação oficial dos resultados.
A solicitação deverá ser efetivada por meio de requerimento formalizado pelo discente junto à
secretaria de sua unidade acadêmica endereçado ao colegiado do curso.
Após isso será constituída pelo Colegiado do Curso uma Comissão de Revisão de Prova,
composta de três professores entre os quais não estará presente o professor responsável pela
disciplina em questão.
Inicialmente esta Comissão chamará o professor para tratar do problema em questão. Após isso
se ainda persistir a questão geradora da solicitação, a Comissão ouvirá o docente e o discente em
questão, além de outros que julgarem necessário para emitir parecer conclusivo a ser analisado e
homologado pelo Colegiado do Curso.
A Comissão de Revisão de Prova emitirá parecer conclusivo em até cinco dias úteis após sua
constituição.

174
[Link] Frequência
A frequência às atividades curriculares será obrigatória e a aprovação em qualquer disciplina
será condicionada à frequência mínima de 75% de aulas ministradas. Esta regra também se aplica
ao trancamento de disciplina.
Importante: Os sábados também são reservados à reposição de aulas não ministradas, mediante
acerto professor/turma.

[Link] Exceções
Decreto-Lei Nº 715/69
Situação de Reservistas, quando de sua apresentação obrigatória, e dos alunos matriculados nos
órgãos de formação de reservistas, quando em serviço.
Decreto-Lei Nº 1.440/69
Portadores de determinadas afecções orgânicas, podem ter sua frequência substituída por
trabalhos a serem feitos em casa desde que, ao exame médico, se considere que a capacidade de
aprendizagem não esteja prejudicada. Deve-se observar:
 A transitoriedade do problema patológico;
 A conservação ou permanência da capacidade de aprender;
 Acompanhamento através de trabalhos, o que implica em uma concessão a priori do
privilégio, caracterizando-se, antes, como uma situação especial de frequência e, não, como
simples justificativas de faltas, assim mesmo só enquanto persistir o problema.
O artigo 3º diz que: “Dependerá o regime de exceção neste decreto-lei estabelecido, de laudo
médico elaborado pela autoridade oficial do sistema educacional”.
Parecer 672/86
Diz o parecer que não há “dificuldade de enquadrar os casos apontados na lei”, por exemplo, ”o
de acidentes graves ou outras moléstias que exijam internação hospitalar ou impeçam a sua
locomoção por período de uma semana ou mais”.
Decreto 69.053/71
Regulamentado pela Portaria 283-BSB/72, autoriza, em seu artigo 2º, o direito de frequentar
“em regime especial as provas e as aulas das disciplinas, a alunos que faltarem durante o
cumprimento da missão”, fazendo parte de representação oficial em congressos, conclaves ou
competições artísticas e desportivas.
Lei Federal Nº 6.202/75

175
Concede um regime especial para aluna gestante, pelo qual ela fica liberada, durante quatro
meses, de frequência às aulas. Para isso compete à aluna, no 8º mês de gravidez, apresentar atestado
médico, requerendo seu direito.

2.12.3 Coerência do Sistema de Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem


O sistema de avaliação do curso do processo ensino-aprendizagem do curso de Farmácia da
Ufopa, permite uma efetiva mensuração da capacidade do aluno de integrar conhecimentos e de
mobilizá-los para a tomada de decisões.
O sistema permite ainda acompanhar a evolução do discente ao longo do processo de ensino-
aprendizagem e que o docente adote medidas corretivas que aumentem a eficácia do aprendizado.
Na elaboração das avaliações, que é de responsabilidade do professor, recomenda-se,
entretanto, a observação de certos princípios didáticos:
 Abrangência – de acordo com o conteúdo desenvolvido;
 Número de questões – mantendo equilíbrio em relação à abrangência e ao tempo
disponível para a sua resolução;
 Tipo de questão – utilizar questões variadas, sempre que possível, procurando
desenvolver as diferentes habilidades mentais;
 Elaboração das questões – clara, objetiva e correta, de modo a proporcionar ao aluno
imediata compreensão do que está sendo solicitado;
 Critérios de avaliação – claros e definidos.

2.13 Sistema de Avaliação do Projeto do Curso

De acordo com o documento denominado Instrumento de Avaliação dos Cursos de


Graduação, do Ministério da Educação (MEC, 2008), a avaliação deve ser compreendida como um
processo dinâmico, que exige mediação pedagógica permanente. Neste sentido é necessário criar
mecanismos para rever periodicamente os instrumentos e procedimentos de avaliação, de modo a
ajustá-los aos diferentes contextos e situação que se apresentam no cenário da educação superior e
torná-los elementos balizadores da qualidade que se deseja para a graduação.
As metodologias e os critérios de avaliação institucional permitirão diagnosticar se as metas
e os objetivos do Curso estão sendo alcançados, servindo de elemento para formular e planejar
possíveis mudanças que se mostrarem necessárias. Para tanto, serão promovidos seminários anuais
para avaliação do andamento do Projeto Pedagógico assim como proposições a serem adotadas.

176
A avaliação do projeto deve considerar os objetivos, habilidades, e competências previstas a
partir de um diagnóstico preliminar, que será elaborada pela Comissão de Avaliação Institucional
do Programa, devendo levar em conta o processo estabelecido para implementação do Projeto. Esse
processo de avaliação será feito por meio de seminários para tomada de decisões com relação ao
desenvolvimento do Projeto de Curso.
Neste sentido, as questões administrativas serão orientadas para que o aspecto acadêmico
seja sempre o elemento norteador do ensino, da pesquisa e da extensão. Assim, a gestão será
participativa, ressaltando-se o papel do NDE na definição de políticas, diretrizes e ações, bem como
da avaliação, entendida como um processo contínuo que garante a articulação entre os conteúdos e
as práticas pedagógicas.
O Projeto Pedagógico não tem seu valor condicionado à idéia de que possa ser encarado
como verdade irrefutável ou imutável. Seu valor depende da capacidade de dar conta da realidade
em sua constante transformação e, por isso, deve ser passível de modificações, superando limitações
e incorporando novas perspectivas configuradas pelo processo de mudança da realidade. De acordo
com ABRAMOWICZ (1994, p. 156) as avaliações são auxiliares legítimas da construção do
conhecimento em aspecto amplo, não apenas dos conteúdos trabalhados, mas também de posturas e
atitudes. Por isso, é necessária a realização de avaliações capazes de proporcionar melhorias naquilo
que se está ensinando, já que fornece subsídios para o aperfeiçoamento do ensino que é uma das
mais importantes funções da avaliação.
Assim, a avaliação do Projeto Pedagógico deve ser considerada como uma ferramenta
construtiva visando contribuir para a implementação de melhorias e inovações que permitam
identificar possibilidades, orientar, justificar, escolher e tomar decisões no âmbito da vida
acadêmica de alunos, professores e funcionários.
Seguindo essas premissas, o Instituto de Saúde Coletiva efetivará seu processo avaliativo de
maneira integrada considerando as diferentes categorias que o compõe. No curso de Farmácia a
avaliação será organizada como mencionado abaixo:

2.13.1 Avaliação Semestral


Ao final de cada semestre letivo será efetivada com o objetivo de verificar pontos a melhorar
na estrutura e qualidade do curso, assim como na elevação do aproveitamento no processo ensino-
aprendizagem. Como as disciplinas do curso têm a periodicidade semestral, é preciso uma avaliação
que propicie a correção de falhas que por ventura ocorram no decorrer dos semestres letivos. Para
se fazer essa avaliação será necessária a constituição duma Comissão de Avaliação composta por

177
integrantes das categorias dos discentes, docentes, técnico-administrativo e da coordenação do
curso.

2.13.2 Avaliação do Corpo Discente Sobre o Curso


Neste processo levar-se-á em consideração a utilização dos espaços educativos (tais como
laboratórios, salas de aulas e estrutura e acervo das bibliotecas, etc.), atuação dos docentes (recursos
didáticos, aulas práticas, visitas técnicas e atualização dos conteúdos e bibliografias, etc.), a
estrutura curricular, a estrutura física ofertada para o curso, a atuação e a comunicação com a
coordenação do curso.

2.13.3 Avaliação do Corpo Docente Sobre o Curso


Este processo terá o enfoque na estrutura curricular, assim como o procedimento de uma
auto-avaliação, avaliar também a estrutura física e a comunicação com a coordenação do curso na
resolução de problemas que vir a ocorrer.

2.13.4 Avaliação do Corpo Técnico-Administrativo Educacional


Esta avaliação objetiva pontuar a atuação tanto de docentes quanto de discentes,
perpassando pela coordenação do curso e estrutura física e sua relação com o corpo técnico-
administrativo para o bom desempenho do curso.
Além disso, também haverá uma Avaliação Interna do Curso onde serão enfocados os
índices de evasão, de aceitação dos egressos no mercado de trabalho, de suas inserções nos
programas de pós-graduação, produção científica, os convênios e projetos integrados de ensino,
assim como os recursos e estágios remunerados em outras empresas, a estrutura e acervo da
biblioteca, o desenho curricular, etc. Esta terá a periodicidade de dois em dois anos. Ela terá como
parâmetro os indicadores estatísticos oriundos do curso.
Em termos operacionais, o processo de avaliação do Curso de Farmácia da Ufopa se dará em
três dimensões:
 Avaliação interna

A Avaliação Interna será realizada por representantes dos segmentos de ensino, pesquisa,
extensão e administração do Curso, utilizando-se dos instrumentos propostos por uma Comissão
Institucional de Avaliação do Curso, nomeada pelo Diretor do Instituto, sendo que os professores
que integrarão esta comissão deverão ser indicados pelo Colegiado do Curso de Farmácia. Os

178
técnicos-administrativos educacionais e os discentes deverão ser indicados por suas respectivas
categorias.
A Comissão será constituída por, no mínimo, dois docentes, dois discentes e dois técnicos-
administrativos em educação do Instituto ao qual o curso está vinculado (Isco). Na comissão de
avaliação do Curso se concentrará a liderança do processo de avaliação. Cabe a ela avaliar e
conduzir todas as atividades realizadas no seu âmbito, redigir o Relatório de Avaliação Interna e
acompanhar a avaliação externa.
Os relatórios e pareceres elaborados pela Comissão deverão ser discutidos com toda a
comunidade envolvida, através de seminários. Esta avaliação interna permitirá ao Curso aperfeiçoar
o seu projeto político pedagógico.
Na perspectiva avaliadora, o parâmetro considerado é o próprio Curso em sua evolução
histórica, os objetivos que ele próprio traçou para si e a realização destes objetivos em suas
atividades de ensino, pesquisa, extensão e administração, além do currículo do curso.
 Avaliação externa

Esta avaliação será composta pelos mecanismos de avaliação do Mec e da sociedade civil,
dos quais são exemplos o Exame Nacional de Cursos, previsto pelo Sistema Nacional de Avaliação
do Ensino Superior (Sinaes) e a avaliação efetuada pelos especialistas do Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Os dados oriundos desses processos serão levados em
consideração no processo de avaliação interna e servirão para aferição da consonância dos objetivos
e perfil dos egressos do curso para com os anseios da sociedade.
 Reavaliação

Esta etapa propõe a consolidação dos resultados da avaliação interna (auto-avaliação), da


externa e da discussão com a comunidade acadêmica, resultando na elaboração de um relatório
final, que subsidiará a revisão do Projeto Pedagógico e do Planejamento Estratégico do Curso.
A reavaliação será executada nos diversos níveis hierárquicos do Curso, com a participação
do coordenador, professores e alunos, através de reuniões que deverão permitir a cada professor
perceber o papel do conteúdo sob sua responsabilidade na formação do aluno e de proporcionar aos
alunos a compreensão de seu processo de formação como um todo, trazendo suas contribuições e
participando ativamente do processo.
A comissão responsável pela avaliação do Curso deverá elaborar um relatório final
integrando todos os resultados da avaliação interna e externa, indicando as deficiências acadêmicas
ou de infraestrutura identificadas e propondo medidas de correção. Para fins de construção deste
relatório final, os resultados da avaliação interna e externa deverão ser discutidos com a

179
comunidade acadêmica visando rever e, ou, aperfeiçoar seu projeto pedagógico, suas metas e a
elaboração de propostas para o seu desenvolvimento.

2.14 Pesquisa, Extensão e Inovação Tecnológica.

2.14.1 Apoio à Participação em Atividades de Iniciação Científica


O Programa de Iniciação Científica (PIC) do Instituto de Saúde Coletiva - Isco consistirá
num “Projeto de Formação de Pesquisadores” e visará oferecer aos acadêmicos de Farmácia bases e
instrumentos necessários para a atuação como pesquisador iniciante.
A Iniciação Científica é um instrumento de formação que permite introduzir na pesquisa
científica os acadêmicos de graduação, colocando-os em contato direto com esta importante
atividade acadêmica e permitindo seu engajamento neste processo. É um estímulo à formação da
mentalidade científica na prática concreta, mediante a participação no desenvolvimento de uma
investigação que tem início, meio e fim, e cujos resultados são atingidos pelo aluno em função da
execução de um Plano de Trabalho.
O PIC será visto como um guia que permitirá ao acadêmico dar um salto na própria
formação pessoal. A partir do momento que se oferece métodos para um aproveitamento efetivo da
pesquisa e da produção acadêmica, regras a serem seguidas, e professores com disponibilidade para
atender e orientar os novos pesquisadores, os alunos estarão encontrando as melhores condições
para o desenvolvimento de uma produção acadêmica séria.
Envolvendo diretamente o acadêmico de graduação na pesquisa, a Iniciação Científica
apresentar-se-á como uma verdadeira escola, que necessitará ser mantida e ampliada. Será um
importante elemento na estruturação de recursos humanos, pois se colocará como ponto de partida
para a formação de novos cientistas (mestres e doutores) e, principalmente, estimulará a produção
de novos conhecimentos.
A atividade de pesquisa permitirá a aprendizagem de técnicas e métodos científicos além do
estímulo ao desenvolvimento do pensar cientifico e da criatividade, o que contribui, em última
instância, para que o aluno tenha uma formação acadêmica mais completa.

2.14.2 Programas de Iniciação Científica


A Iniciação Científica é um instrumento de formação que permite introduzir na pesquisa
científica os acadêmicos de graduação, colocando-os em contato direto com esta importante
atividade acadêmica e permitindo seu engajamento neste processo. É um estímulo à formação da
mentalidade científica na prática concreta, mediante a participação no desenvolvimento de uma

180
investigação que tem início, meio e fim, e cujos resultados são atingidos pelo aluno em função da
execução de um Plano de Trabalho.
O Programa de Iniciação Científica do Isco será visto como um guia que permitirá ao
acadêmico dar um salto na própria formação pessoal. A partir do momento que se oferece métodos
para um aproveitamento efetivo da pesquisa e da produção acadêmica, regras a serem seguidas, e
professores com disponibilidade para atender e orientar os novos pesquisadores, os alunos estarão
encontrando as melhores condições para o desenvolvimento de uma produção acadêmica séria.
Envolvendo diretamente o acadêmico de graduação na pesquisa, a Iniciação Científica
apresentar-se-á como uma verdadeira escola, que necessitará ser mantida e ampliada. Será um
importante elemento na estruturação de recursos humanos, pois se colocará como ponto de partida
para a formação de novos cientistas (mestres e doutores) e, principalmente, estimulará a produção
de novos conhecimentos.
A atividade de pesquisa permitirá a aprendizagem de técnicas e métodos científicos além do
estímulo ao desenvolvimento do pensar cientifico e da criatividade, o que contribui, em última
instância, para que o aluno tenha uma formação acadêmica mais completa.

3. RECURSOS HUMANOS

3.1 Direção do Isco

 Waldiney Pires Moraes (Diretor)

 Wilson Sabino (Vice-diretor)

 Jerdriana Pereira da Silva (Secretária Executiva)

3.2 Secretaria Acadêmica do Isco

 Taciane Sousa de Jesus (Assistente Adm. / Coordenadora)


 Jean Adriano Sena Pantoja (Téc. Ass. Educacionais)
 Camila Aparecida Batistello (Assistente Adm.)

3.3 Secretaria Administrativa do Isco

 Leida Caldeira Marinho (Administradora/Coordenadora)


 Patrícia Soares Colares (Assistente Adm.)

181
 Lorena Caryna de Macedo Favacho (Assistente Adm.)

3.4 Secretaria Técnica do Isco


 José Sousa Junior (Farmacêutico Bioquímico/Coordenador)
 Andresson Fernandes Pontes (Farmacêutico Bioquímico/Preceptor)

3.5 Conselho do Isco


 Prof. Dr. Waldiney Pires Moraes – Representante Direção
 Prof. Msc. Alexandre Escher Boger – Representante Coordenação Farmácia
 Profª Drª Kariane Mendes Nunes – Representante Docente (Titular)
 Prof. Dr. Leopoldo Clemente Baratto – Representante Docente (Titular)
 Profª Msc. Luana Lorena Silva Rodrigues – Representante Docente (Suplente)
 José Sousa de Almeida Junior – Representante Técnico (Titular)
 Leida Caldeira Marinho – Representante Técnico (Suplente)
 Talita Cunha Faria – Representante Discente (Titular)
 Matheus Malveira Vaz – Representante Discente (Suplente)

3.6 Colegiado de Farmácia


 Prof. Msc. Alexandre Escher Boger – Representante Docente
 Prof. Msc. Fagner Sousa de Aguiar – Representante Docente
 Profª Drª Juliana Valentini – Representante Docente
 Profª Drª Kariane Mendes Nunes – Representante Docente
 Profª Msc. Luciana Fernandes Pastana Ramos – Representante Docente
 Prof. Dr. Leopoldo Clemente Baratto – Representante Docente
 Profª Msc. Luana Lorena Silva Rodrigues – Representante Docente
 Profª Drª Tânia Mara Pires Moraes – Representante Docente
 Prof. Dr. Wilson Sabino – Representante Docente
 José Sousa de Almeida Junior – Representante Técnico
 Leida Caldeira Marinho – Representante Técnico
 Talita Cunha Faria – Representante Discente
 Matheus Malveira Vaz – Representante Discente

3.7 Núcleo Docente Estruturante da Farmácia


182
REGIME DE
Nº DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO
TRABALHO
 Prof. Msc. Alexandre Escher Boger – Presidente
 Prof. Dr. Waldiney Pires Moraes
 Prof. Dr. Wilson Sabino
 Prof. Msc. Fagner Sousa de Aguiar
 Profª Drª Juliana Valentini
3.8 Comissão de Monitoria do Isco
 Prof. Drª Soraia Valéria de Oliveira Coelho Lameirão
 Prof. Msc. Fagner Sousa de Aguiar
 Profª Drª Kariane Mendes Nunes
3.9 Comitê de Mobilidade Acadêmica Externa do Isco

 Prof. Dr. ____________________________

 Profª Msc. Luana Lorena Silva Rodrigues

 Profª Msc. Luciana Fernandes Pastana Ramos

3.10 Núcleo de Estágios do Isco

 Profª Drª Tânia Mara Pires Moraes - Presidente

 Prof. Msc. Alexandre Escher Boger

 Prof. Dr. Wilson Sabino

 Prof. Msc. Fagner Sousa de Aguiar

 Profª Drª Kariane Mendes Nunes

 Profª Msc. Luana Lorena Silva Rodrigues

 Profª Msc. Sílvia Katrine Silva Escher

 Prof. Dr. Waldiney Pires Moraes

3.11 Docentes

Compõem o quadro docente do curso de Farmácia da Universidade Federal do Oeste do Pará


os docentes abaixo indicados, conforme titulação e regime de trabalho.

Lista de Docentes (Titulação, Área de Formação e Regime de Trabalho)

183
Soraia Valéria de Oliveira Coelho BACHAREL EM CIÊNCIAS DEDICAÇÃO
01 DOUTORADO
Lameirão BIOLÓGICAS EXCLUSIVA

LICENCIATURA EM DEDICAÇÃO
02 Annelyse Rosenthal Figueiredo MESTRADO
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EXCLUSIVA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


03 Marina Smidt Celere Meschede MESTRADO
ENFERMAGEM EXCLUSIVA

BACHAREL EM
DEDICAÇÃO
04 Wilson Sabino* DOUTORADO QUÍMICA/BACHAREL EM
EXCLUSIVA
FARMÁCIA BIOQUÍMICA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


05 Kariane Mendes Nunes DOUTORADO
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


06 Leopoldo Clemente Baratto DOUTORADO
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


07 Luana Lorena Silva Rodrigues MESTRADO
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

BACHAREL EM DEDICAÇÃO
08 Luciana Fernandes Pastana Ramos MESTRADO
FISIOTERAPIA EXCLUSIVA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


09 Juliana Valentini DOUTORADO
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

Romualdo Xavier de Oliveira DEDICAÇÃO


10 DOUTORADO BACHAREL EM MEDICINA
Lima EXCLUSIVA

BACHAREL EM CIÊNCIAS DEDICAÇÃO


11 Rosa Helena Veras Mourão DOUTORADO
BIOLÓGICAS EXCLUSIVA

LICENCIATURA EM DEDICAÇÃO
12 Silvia Katrine Silva Escher MESTRADO
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EXCLUSIVA

BACHAREL EM
DEDICAÇÃO
13 Fagner Sousa de Aguiar MESTRADO ENGENHARIA DE
EXCLUSIVA
ALIMENTOS

14 Tânia Mara Pires Moraes DOUTORADO BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO

184
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


15 Waldiney Pires Moraes** DOUTORADO
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

BACHAREL EM FARMÁCIA DEDICAÇÃO


16 Alexandre Escher Boger MESTRADO
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA

BACHAREL EM CIÊNCIAS
DEDICAÇÃO
17 Maxwell Barbosa da Santana DOUTORADO BIOLÓGICAS MODALIDADE
EXCLUSIVA
MÉDICA (Biomedicina)

BACHAREL EM DEDICAÇÃO
18 Carlos Ivan Aguilar Vildoso DOUTORADO
AGRONOMIA EXCLUSIVA

*Exerce a função de vice-diretor do Isco.

***Exerce a função de diretor do Isco.

Relação de Professores da Formação Interdisciplinar I e II

REGIME DE
Nº FORMAÇÃO I TITULAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO
TRABALHO

Kátia Solange do Ciências Sociais com ênfase Professor


01 Nascimento Demeda Mestrado em Antropologia Substituto 40h
(CFI)

02 Andrei Santos de Morais Lic. e Bach. em Filosofia Dedicação


Doutorado
(CFI) Exclusiva

03 Doriedson Alves de Bach. Em Ciência Contábeis Dedicação


Doutorado
Almeida (CFI) Exclusiva

REGIME DE
FORMAÇÃO II TITULAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO
TRABALHO

Arthur Abinader Vasconcelos Mestrado Bach. em Química Industrial Dedicação

185
(IBEF) Exclusiva

Itamar Rodrigues Paulino (CFI) Lic. em Pedagogia / Teologia Dedicação


Doutorado
Exclusiva

Paride Bollettin (ICS) História Dedicação


Doutorado
Exclusiva

Cristina Aledi Felsemburgh Bach. em Agronomia Dedicação


Doutorado
(IBEF) Exclusiva

Edson Varga Lopes (IBEF) LIc. e Bach. em Ciências Dedicação


Doutorado
Biológicas Exclusiva

Daniel Ferreira Amaral (IBEF) Bach. em Química Industrial Dedicação


Mestrado
Exclusiva

4. INFRAESTRUTURA

4.1 Instalações Gerais

O Curso de Farmácia funciona hoje na Unidade Tapajós, localizado na Rua Vera Paz, s/n,
Bairro do Salé, e na Unidade Amazônia, localizado na Avenida Mendonça Furtado , 2.946, Bairro
de Fátima . Na Unidade Amazônia, está a sede do Instituto de Saúde Coletiva, onde o Curso de
Farmácia se encontra vinculado.

4.2 INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS E SALA DOS PROFESSORES

A sede do Instituto de Saúde Coletiva – Isco, está localizada na Unidade Amazônia, salas
203 e 204, estando subdivida da seguinte forma: sala da secretaria acadêmica, onde funciona a
recepção; sala da secretaria administrativa; sala da secretaria técnica; sala das coordenações dos
cursos; sala da vice-direção; sala da direção; banheiro e cozinha. A sala dos professores está
localizada no mesmo piso, sala 224 e é de uso compartilhado, subdividida por dupla de professores.

4.3 SALAS DE AULA

As salas de aulas estão localizadas tanto na Unidade Tapajós, como na Unidade Amazônia,
totalizando 04 (quatro) salas, em geral com uma área de 60 m2, dispondo de quadro branco e data
show, iluminação natural e refrigeração. As turmas estão assim distribuídas:

 Farmácia 2011 (manhã) - Sala 213 – Unidade Tapajós.

186
 Farmácia 2012 (tarde) - Sala 213 – Unidade Tapajós.

 Farmácia 2013 (manhã) - Sala 332 – Unidade Amazônia.

 Farmácia 2014 (tarde) - Sala 06 – Anexo da Unidade Amazônia.

 Farmácia 2015 (manhã) - Sala 313 – Unidade Amazônia.

4.4 LABORATÓRIOS

Os Laboratórios vinculados ao Curso de Farmácia do Isco, estão localizados no Complexo de


Laboratórios situados na Unidade Tapajós, Bairro Salé, sendo: Laboratório de Farmacologia,
Laboratório de Farmacognosia e Fitoquímica, Laboratório de Farmacotécnica, Laboratório de
Microbiologia, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental.

Descrição dos Laboratórios:

1. Laboratório de Farmacologia: O laboratório de Farmacologia (LabFar) está localizado


nas dependências do campus Tapajós, em uma das salas do novo prédio da antiga garagem com
uma área total de 47,67m2. Este laboratório atende ao ensino, pesquisa e extensão e está vinculado
ao curso de Farmácia. Possui uma capacidade de até 20 alunos por turma. Atualmente o LabFar
conta com 2 monitores de laboratório, 2 bolsistas de Iniciação Científica (I.C) PIBIC, 1 aluno de I.C
voluntário e 4 alunos de mestrado. O LabFar possui os equipamentos básicos de segurança, como
extintor, chuveiro lava-olhos e outros. Dentre os equipamentos possui 1 Incubadora de CO2,
Câmara de Fluxo Laminar Vertical, Refrigerador, Balança analítica, Phmetro, viscosímetro, estufas,
banho maria, placa aquecedora, destilador de água, deionizador e vidrarias diversas.
Alojamento para animais de Experimentação: Tem como coordenador o Professor Waldiney Pires
Moraes, está localizado no Campus de Tapajós e aloja animais provenientes do Biotério Central
para as aulas práticas e pesquisa do Curso de Farmácia. Possui uma área edificada de 30 m².

Coordenador
Prof. Dr. Waldiney Pires Moraes
Técnico de Laboratório (área – Biodiagnóstico)
Jander Marcos Cirino Lopes

2. Laboratório de Farmacognosia e Fitoquímica: O laboratório de Farmacognosia e Fitoquímica


está localizado nas dependências do campus Tapajós, no complexo de laboratórios. O seu uso é de
uso exclusivo do curso de Farmácia. O laboratório de Farmacognosia e Fitoquímica realiza pesquisa
na área de produtos naturais, atendendo alunos da graduação através de aulas práticas, iniciação
científica e monitoria para TCC.

187
Para acesso ao mesmo, o docente necessita agendar suas aulas junto à coordenação do
mesmo, para evitar acumulação de turmas, pois o mesmo suporta até 20 alunos por turma. De
acordo com a norma de funcionamento, é necessário que o aluno porte os Equipamentos de
Proteção Individual – EPI para evitar acidentes com algum reagente, vidrarias ou materiais
biológicos. A porta de acesso ao laboratório tem abertura para fora e possui largura adequada.
Internamente, é dividido em 3 ambientes, sendo que uma é destinada ao professor responsável,
outra de igual tamanho para a realização de experimentos e pesquisa e a área maior destinada ao
ensino, somando uma área total de 48,45 m². Este local de pesquisa pode atender toda a demanda
anual das vagas ofertadas ao Curso de Farmácia, que corresponde a 80 vagas ofertadas. Está
equipado com materiais de segurança. Os equipamentos estão distribuídos regularmente pelas
bancadas, sendo uma tomada para cada equipamento.

Coordenador
Prof. Msc. Fagner Sousa de Aguiar
Técnica de Laboratório (área - Análises Clínicas):
Alcilene Ferreira da Silva Viana

3. Laboratório de Farmacotécnica: O Laboratório de Farmacotécnica e Cosmetologia desenvolve


atividades relacionadas ao ensino e pesquisa nas seguintes áreas: Delineamento de Formas
Farmacêuticas; Desenvolvimento e Inovação de Produtos Farmacêuticos de Origem Vegetal e
Sintética; Desenvolvimento de Sistemas de Liberação Sustentada de Fármacos Mucoadesivos. O
laboratório atende a todos os alunos do Curso de Farmácia e está localizado nas dependências do
campus Tapajós, no complexo de laboratórios.
Para acesso às aulas têm que ser agendado a fim de evitar acumulação das turmas, pois o
mesmo suporta até 20 alunos por turma. De acordo com a norma de funcionamento, é necessário
que o aluno porte os Equipamentos de Proteção Individual – EPI para evitar acidentes com algum
reagente ou vidrarias. A porta de acesso ao laboratório tem abertura para fora e possui largura
adequada. Internamente, é dividido em 3 ambientes, sendo que uma é destinada ao professor
responsável pelo local, outra de igual tamanho para a realização de experimentos e pesquisa e a área
maior destinada ao ensino, somando uma área total de 44,3 m². Este local de pesquisa pode atender
toda a demanda anual das vagas ofertadas ao Curso de Farmácia, que corresponde a 80 vagas
ofertadas. Está equipado com materiais de segurança. Os equipamentos estão distribuídos
regularmente pelas bancadas, sendo uma tomada para cada equipamento.

188
Coordenadora
Profª Drª Kariane Mendes Nunes
Técnico de Laboratório (área – Química)
Adenilson de Sousa Barroso

[Link]ório de Microbiologia: O laboratório de Microbiologia está localizado nas dependências


do campus Tapajós, em uma das salas do novo prédio da antiga garagem. O seu uso é
compartilhado entre os cursos de Farmácia e Biotecnologia. O seu acesso se dá através de
agendamento para que não haja acumulação de turmas, pois o mesmo suporta até 15 alunos por
aula. De acordo com a norma de funcionamento, é necessário que o aluno porte os Equipamentos de
Proteção Individual – EPI para evitar acidentes com algum reagente, vidrarias ou materiais
biológicos. Neste ambiente trabalha monitores, bolsistas e voluntários, juntamente com os alunos de
pós-graduação. A porta de acesso ao laboratório tem abertura para fora e de largura adequada.
Internamente, trata-se de uma sala de 30,8 m² com algumas bancadas em granito onde os estão
localizados os equipamentos que auxiliam no campo da Microbiologia. Este local destina-se à
pesquisa e ao ensino e pode atender toda a demanda anual das vagas ofertadas ao Curso de
Farmácia, ou seja 80 vagas ofertadas das 100 autorizadas. Está equipado com materiais de
segurança. Os equipamentos são todos novos, modernos e ainda passam por frequentes avaliações
dos usuários do local. Os insumos em gerais são todos armazenados adequadamente e estão com
prazos de validade em dia.

Coordenador:

Prof. Msc Alexandre Escher Boger

5. Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental (LabBBEx): O LabBBEx é de uso


compartilhado entre o Instituto de Saúde Coletiva (Isco) e Instituto de Ciências da Educação (Iced).
Está localizado nas Unidades Rondon e Tapajós, sendo: Campus Tapajós - uma sala de
aproximadamente 28 m2 e um mini-corredor de aproximadamente 2m2. Estas duas áreas servem
para diversos experimentos entre eles: extração de óleos, preparo de extratos, padronização e
controle de qualidade, experimentos de microbiologia, enzimático e etc. campus Rondon - uma
estrutura dividida em dois módulos de aproximadamente 30 m2 cada que funciona a parte de
experimentação com animais e experimentos com metais pesados.
O LabBBEx Dá suporte às ações de pesquisa voltadas ao desenvolvimento de novas
moléculas, extração de óleos (fixo e essencial), preparo e padronização de extratos, produção de
tecnologia de novos materiais, serviços de controle de qualidade de produtos naturais para apoio no
189
desenvolvimento de uma cadeia produtiva. Além da formação de recursos humanos para a região.
Entre as diferentes atividades realizadas estão: a) Pesquisas voltadas para estudos com metabolitos
primários e secundários de origem vegetal e animal – substâncias orgânicas resultantes das vias
metabólicas celulares que do ponto de vista humano estão relacionados com medicamentos, aromas,
corantes, sabores, larvicidas, inseticidas naturais, etc. b) Ensino - as atividades de ensino da
graduação e Pós-graduação tanto em atividades relacionadas ao ensino quanto pesquisa. Na
graduação está relacionado principalmente com as atividades dos cursos de Farmácia, Biotecnologia
e Biologia e na Pós-Graduação aos cursos de Recursos Naturais da Amazônia, Biociências,
Recursos Aquáticos Continentais Amazônicos, Rede Bionorte, Programa de Pós-Graduação em
Biotecnologia da UFAM e Toxinologia do Butantan. c) Extensão - o labBBEx desenvolve
trabalho de extensão com comunidades relacionadas ao projeto Arranjo Produtivo Local de
fitoterápico de Santarém e capacitações e curso de animais peçonhentos.

Coordenadores:
Rosa Helena Veras Mourão (Isco)

Ricardo Bezerra de Oliveira (Iced)

4.5. PROPOSTA DE LABORATÓRIO PARA CONSTRUÇÃO:

Farmácia Universitária: A Farmácia Universitária será composta por vários ambientes todos
interligados. Terá a seguinte composição: área para laboratório de manipulação de sólidos (30 m²),
área para laboratório de manipulação de semi-sólidos (30 m²), manipulação de fitoterápicos (30
m²), laboratório de controle de qualidade (30 m²), sala de lavagem (10 m²), esterilização (10 m²),
sala de paramentação (10 m²), Armazenamento de medicamentos aprovados e em quarentena (16
m²), administração (16 m²), área de dispensação (16 m²). Este ambiente deverá dispor de
bancadas, pias com torneiras e água encanada, armários, capelas, chuveiro lava-olhos, janelas e
exaustão constante. As paredes deverão ser laváveis. Será necessária uma antessala para
descontaminação. Neste espaço deverá conter equipamentos e/ou maquinários a serem utilizados
nos laboratórios, com potência elétrica (em Watts), Tensão (127 e 220). Deverá possuir entradas
laterais independentes para pessoas e recebimentos de materiais.

190
5. REFERÊNCIAS

ABRAMOWCZ, M. Avaliação, tomada de decisões e po1íticas:subsídios para um repensar.


Estudos em Avaliação Educacional, jul/dez, no 10. Fundação Carlos Chagas, São Paulo – 1994.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal; 1988.

____________. Lei nº 12.085, de 05 de Novembro de 2009. Dispõe sobre a criação da Universidade


Federal do Oeste do Pará - UFOPA, por desmembramento da Universidade Federal do Pará - UFPA
e da Universidade Federal Rural da Amazônia - UFRA, e dá outras providências. Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 06 de novembro de 2009. Seção
1, p. 1.

_______________. Senado Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96.


Brasília: 1996.

FREIRE, Paulo. Educação Como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967.

______________. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1970.


PHILIPPI JR, Arlindo e NETO Antônio J. Silva. Interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia e
Inovação, 1ª ed. São Paulo: Manole, 2011, 1024p.

MATURANA, R. Humberto. De Máquinas e Seres Vivos, Autopoiese: A Organização do Vivo.


Porto Alegre: Artes Médicas, 1997a .

_______________. A Ontologia da Realidade. Belo Horizonte: UFMG, 1997b.

191
ANEXOS

192
ANEXO I

REGULAMENTO PARA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES INTEGRANTES DO


CURRÍCULO DO BACHARELADO EM FARMÁCIA - ISCO/UFOPA

O presente regulamento do Instituto de Saúde Coletiva (Isco) da Universidade Federal do Pará


(Ufopa) tem como objetivo fixar os critérios e orientações necessárias para integralização das
atividades complementares. Este regulamento encontra-se de acordo com os critérios estabelecidos
pela Resolução 27 de 2013 da Ufopa e do Regimento Geral de Graduação da Ufopa.

Art. 1º – As Atividades Complementares são atividades educativas e culturais realizadas pelos


estudantes durante o bacharelado, que não se encontram incluídas entre os componentes
curriculares obrigatórios, optativos e eletivos.
Art. 2º - As Atividades Complementares compreendem: participação em seminários, congressos,
cursos, encontros culturais e atividades artísticas; organização de eventos; projetos de pesquisas,
com ou sem bolsa de iniciação científica; projetos de extensão; estágios e outras atividades aceitas
pelo Colegiado do Bacharelado Interdisciplinar. Podem ser promovidas pela Ufopa ou por outras
Instituições de Ensino.
Art. 3º - As Atividades Complementares serão analisadas pelo Professor responsável por tal
atividade com base nos seguintes critérios: qualidade da atividade; adequação da atividade à
formação pretendida pelo curso e pelo estudante e atualidade da atividade (apenas será considerada
a atividade desenvolvida durante a realização do Bacharelado em Farmácia).
Art. 4º - As Atividades Complementares serão aceitas mediante a apresentação pelo estudante de
documentos comprobatórios, contendo: nome da atividade; período de realização; local; carga
horária desenvolvida pelo aluno e assinatura do responsável pela atividade, além de seu nome
completo e sua função na instituição.
§ 1º – Os documentos comprobatórios devem ser apresentados à Secretaria acadêmica do
Isco que deve ocorrer, no máximo, até a metade do semestre previsto para a conclusão do
mesmo, para que se proceda à avaliação curricular.
§ 2º – Para a integralização da carga horária o aluno deverá apresentar mais do que uma
atividade complementar.
§ 3º – O estágio poderá ser validado em até um terço da carga horária total exigida para as
Atividades Complementares, com base em atestado e em relatório apresentado pelo
estudante.

193
§ 4º – Excepcionalmente disciplinas e atividades cursadas além da carga horária mínima
exigida no currículo poderão ser consideradas Atividades Complementares para fins de
integralização do curso até, no máximo, um terço da carga horária total exigida para as
Atividades Complementares.

Regulamento aprovado em Reunião do Núcleo Docente Estruturante de Farmácia em


17/12/2015

194
ANEXO II
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
COORDENADORIA GERAL DE ESTÁGIOS

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO ISCO

Dispõe sobre os estágios supervisionados obrigatórios e não obrigatórios do Instituto de Saúde


Coletiva.

Considerando a Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, as Diretrizes Curriculares


Nacionais e as da Instituição, o Plano de Desenvolvimento Institucional e o Regulamento do Ensino
de Graduação, bem como a Instrução Normativa 006 de 10 de novembro de 2010 da Reitoria da
Universidade Federal do Oeste do Pará, a Coordenadoria de Estágio do Isco estabelece o
regulamento que rege os estágios supervisionados obrigatórios e não obrigatórios, ficando
estabelecido:

CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS NORTEADORES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1º O Estágio Supervisionado dos Cursos de Graduação do Isco obedecerá aos seguintes
princípios:
I – a aplicação e a ampliação dos conhecimentos próprios da sua formação profissional;
II – efetiva participação do aluno em situações reais de trabalho, permitindo a percepção da
realidade do seu meio profissional e social e o desenvolvimento da sua capacidade crítica;
III - a autonomia intelectual pela aproximação entre a vida estudantil e a vida profissional;
IV – o desenvolvimento do senso de responsabilidade e compromisso com sua carreira profissional;
V – fortalecimento da integração entre ensino, pesquisa e extensão.

CAPÍTULO II
DA CONCEPÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1º Para os fins deste Regulamento considera-se Estágio Supervisionado um conjunto de
atividades técnico-científicas realizadas em ambiente de trabalho com o objetivo de capacitar o
discente para o trabalho profissional na sua área de formação.

195
Art. 2º O Estágio Supervisionado deve constituir-se de atividades de formação teórico-
prática orientada e supervisionada, de modo a promover o desenvolvimento de habilidades e
competências básicas, gerais e específicas, bem como de atitudes formativas para o exercício
profissional socialmente comprometido.

Art. 3º O Estágio Supervisionado caracteriza-se como atividade curricular específica, que se


articula com os demais componentes curriculares, integrando a formação do discente, nos termos
previstos no Projeto Pedagógico do Curso.

CAPÍTULO III
DA NATUREZA E MODALIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Art. 1º O Estágio Supervisionado no Isco pode ser obrigatório e não obrigatório.


§ 1º O Estágio Supervisionado obrigatório constitui-se em uma atividade curricular, com carga
horária própria, cujo cumprimento é requisito para a integralização do Curso, conforme definido no
respectivo Projeto Pedagógico.
§ 2º O Estágio Supervisionado não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
podendo ser acrescida à carga horária nas atividades complementares, desde que esteja previsto no
Projeto Pedagógico do Curso.
§ 3º Caberá aos Órgãos Colegiados das Subunidades competentes estabelecer os critérios de
aproveitamento do Estágio Supervisionado obrigatório e não obrigatório.

Art. 2º O Estágio Supervisionado obrigatório deve estar objetivamente descrito no Projeto


Pedagógico do Curso, articulado com seus princípios e objetivos, em conformidade com as
respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais e legislação institucional.

Art. 3º Para a realização do Estágio Supervisionado obrigatório o discente deve estar


devidamente matriculado nessa atividade curricular e atender aos requisitos previstos neste
Regulamento e nas normas específicas do Curso.
Parágrafo único - O aluno poderá se matricular no estágio curricular obrigatório em semestres
diferentes ou de maneira concentrada em apenas um semestre, conforme previsão nos PPCs de cada
curso, desde que não prejudique suas atividades acadêmicas.

196
Art. 4º A jornada do estágio, respeitando a legislação em vigor, deve ser compatível com o
horário escolar do estagiário e constará no termo de compromisso, não podendo ultrapassar 6 (seis)
horas diárias e 30 (trinta) horas semanais.
Parágrafo único. O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não
estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde
que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino.

Art. 5º O Estágio Supervisionado obrigatório contará com a participação docente de duas


formas:
I – mediante a supervisão, orientação e/ou acompanhamento individual do discente estagiário.
II – mediante a supervisão, orientação e/ou acompanhamento simultâneo de um grupo de discentes
estagiários.

Art. 6º A realização do Estágio Supervisionado, obrigatório ou não obrigatório, pode


acontecer em âmbito interno e/ou externo à Ufopa.

CAPÍTULO IV
DOS CONCEDENTES DE ESTÁGIO

Art. 1º Podem ser Concedentes de Estágio as Unidades da Ufopa, as Instituições e


Entidades públicas e privadas, organizações não governamentais, profissionais liberais autônomos
devidamente registrados em seus Conselhos de Classe na forma da Lei.
Parágrafo único - Os Concedentes de Estágio devem satisfazer as seguintes condições:
I – proporcionar experiências práticas na área de formação do estagiário compatíveis as previstas no
termo de compromisso;
II – dispor de profissional da área para assumir a supervisão técnica do estágio, quando for o caso;
III – acatar os procedimentos didáticos de planejamento, supervisão e avaliação do estágio.

Art. 2º A Ufopa firmará convênio com as entidades externas concedentes de Estágio


Supervisionado, obrigatório ou não obrigatório, estabelecendo as condições de sua realização,
ouvidas as Subunidades e Unidades interessadas e a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proen).
Parágrafo Único. Do instrumento legal referido no caput deste artigo deverá constar:
I – os cursos de graduação que podem ser contemplados com estágio;
II – a definição da carga horária a ser cumprida pelo estagiário;
197
III – a obrigatoriedade da entidade conveniada de designar Supervisor para a área de formação do
estagiário, quando couber, respeitando-se especificidades da instituição ou profissional concedente;
IV – as condições para a realização da supervisão por parte da Ufopa;
V – o prazo de validade do convênio, que não pode ser inferior a um e nem superior a cinco anos;
VI – a obrigatoriedade de seguro em favor do estagiário.

Art. 3º Para a efetivação do Estágio, obrigatório ou não obrigatório, as partes envolvidas


firmarão previamente um Termo de Compromisso.
§1º Para o Estágio externo à Ufopa, obrigatório ou não obrigatório, o Termo de Compromisso
deverá ser firmado entre a Instituição de Ensino, o discente e a Concedente, com a designação do
Docente Supervisor e do Supervisor da Concedente, quando couber.
§ 2º A realização do Estágio deverá obedecer ao Plano de Atividades do Estágio que acompanhará o
Termo de Compromisso.

Art. 4º O estagiário deve ser incluído em apólice de seguro contra acidentes pessoais, antes
de iniciar o Estágio, e informado o número da apólice no termo de compromisso.
§ 1º Caberá à Concedente do Estágio não obrigatório a responsabilidade pelo seguro.
§ 2º Para o Estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro será assumida pela
Ufopa e, alternativamente, pela instituição concedente, ou em último caso pela contratação do
próprio aluno se este estiver em acordo.

CAPÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO NÚCLEO DE ESTÁGIO (NE)

Art. 1º Composição do NE:

§ 1º O Núcleo de Estágio será constituído por:


I - Diretor do Instituto;
II - Um representante da Coordenadoria dos Programas do Isco;
III – Componentes da Comissão do Núcleo de Estágio.
§ 2º Os membros da Comissão do Núcleo de Estágio serão representantes dos Cursos do ISCO e
deverão ser indicados pelo Diretor do Instituto.
§ 3º Compete ao NE:
I – Divulgar as oportunidades de estágio;

198
II – Orientar sobre o cadastro de estágio não obrigatório na Diretoria de Ensino/Proen;
III – Orientar o encaminhamento do discente para o estágio obrigatório através de documentação
específica;
IV – Indicar à Diretoria de Ensino/Proen e manter atualizado a relação de instituições como campo
de estágio;
V – Informar à Diretoria de Ensino/Proen professor orientador para estágio não obrigatório;
VI – Elaborar as normas de estágio que atendam as especificidades dos Programas do Instituto,
respeitando o que dispõe a legislação em vigor e a instrução normativa Nº 006/2010 da Ufopa;
VII – Acompanhar o cumprimento dos convênios;
VIII – Celebrar termo de compromisso com o discente em estágio obrigatório ou com seu
representante e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta
pedagógica do curso, à etapa e modalidade de formação do estudante e ao horário e calendário
acadêmico;
IX – Proceder ao levantamento de interesse e necessidades dos cursos em relação a campos de
estágio e informar à Diretoria de Ensino/Proen;
X – Participar, juntamente com a Diretoria de Ensino/Proen de avaliações dos estágios.

Art. 2º Compete ao Docente Responsável pela disciplina:


I - Avaliar a execução do Plano de Atividades do Estágio;
II - Avaliar o desempenho do discente estagiário em conformidade com o Plano de Atividades;
III - Encaminhar à Coordenação de Estágio os Relatórios de Atividades do estagiário semestral ou
anualmente, conforme definido pelo Órgão Colegiado.

Art.3º Compete ao Docente Orientador de estágio:


I – Fazer o Plano de Atividades de Estágio
II – Acompanhar o discente in loco;
III – Elaborar parecer sobre estágio ao final do período.

Art. 4º O Supervisor designado pela Concedente, deverá:


I - Acompanhar e avaliar o estagiário de acordo com o Plano de Atividades;
II - Subsidiar o Docente Supervisor na avaliação do estagiário.

Art. 5º A avaliação do desempenho do estagiário deve considerar no mínimo os seguintes


critérios:

199
I - Frequência às atividades do Estágio;
II- Cumprimento do Plano de Atividades;
III - Relatório semestral ou anual das atividades desenvolvidas no Estágio.

CAPÍTULO VI
DAS OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO

Art. 1º O discente do Isco, candidato a estágio deve:


I - Estar regularmente matriculado na Ufopa;
II - Estar cadastrado no sistema de Cadastro da Diretoria de Ensino/Proen;
III - Possuir currículo atualizado na Plataforma Lattes;
IV - Dedicar às atividades acadêmicas e do estágio;
V - Cumprir a programação de estágio estabelecida e ser avaliado sobre seu desempenho a qualquer
tempo quando solicitado;
VI - Obedecer às normas internas da Unidade Concedente;
VII - Comunicar à Unidade Concedente e ou Instituição de Ensino, a conclusão, interrupção ou
modificação do Termo de Compromisso, bem como fatores de interesses ao andamento do estágio;
VIII - Informar de imediato e por escrito à unidade concedente qualquer fato que interrompa,
suspenda ou cancele sua matrícula da Instituição de Ensino, arcando com quaisquer ônus pela
ausência dessa informação;
IX - Responder pelo ressarcimento de danos causados por seu ato doloso, a qualquer equipamento
instalado nas dependências da Unidade Concedente durante o cumprimento do estágio, bem como
por danos morais e materiais causados a terceiros;
X - Apresentar relatórios sobre seu estágio, na forma, prazo e padrões estabelecidos pela
Coordenadoria Geral de Estágio da Ufopa e pelo manual de estágio do NE do Isco, referente ao
curso;
XI - Manter atualizado seu endereço eletrônico e demais dados cadastrais junto a Secretaria
Acadêmica do seu curso, para efeito de acompanhamento do estágio.
Parágrafo Único - Constituem-se motivos para a o desligamento do estagiário do seu campo de
estágio:
a) Pelo término do período estabelecido no Termo de Compromisso;
b) Conclusão ou abandono do curso, caracterizado pela não renovação ou trancamento de matrícula,
ou, ainda, inassiduidade ao curso com frequência inferior a 75 %;

200
c) Pelo descumprimento de quaisquer obrigações constante no Termo de Compromisso, deste
regulamento;
d) Efetivação no quadro de empregados da Unidade Concedente.
e) A pedido do estagiário.

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 1º Os estágios desenvolvidos dentro de programas de mobilidade acadêmica, no país ou


no exterior, deverão ser comprovados com a especificação das atividades realizadas para fins de
aproveitamento de estudos.
Parágrafo Único – Caberá à Coordenação do Estágio pertinente proceder à avaliação do Estágio
realizado.

Art. 2º Todos os casos omissos neste regulamento serão decididos pelo NE.

O presente regulamento foi aprovado pelo Conselho do Isco em 18/12/2015

201
ANEXO III
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
BACHARELADO EM FARMÁCIA

Regulamento para Elaboração de Projeto e Trabalho de Conclusão de Curso –


Curso de Farmácia

CAPÍTULO I
DO CONCEITO, DOS PRINCÍPIOS, DAS FINALIDADES E DOS OBJETIVOS

Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC,é um trabalho de iniciação à pesquisa,


elaborado pelo aluno e que apresenta as seguintes características:
a) É um trabalho escrito, sistemático e completo;
b) É elaborado e apresentado dentro de normas técnico-científicas;
c) Aborda um tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela;
d) É um estudo pormenorizado e exaustivo;
e) Seu resultado deve ser uma contribuição, à ciência e/ou a sociedade.
Parágrafo único: O TCC é desenvolvido sob a forma de artigo científico, definido no Projeto
Pedagógico do Curso.

Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, tem como princípios e finalidades:


I. Contribuir para o desenvolvimento da produção filosófica, científica, tecnológica e artística.
II. Ser parte das soluções tecnológicas e de informações voltadas para o desenvolvimento da
Instituição e da região de abrangência da Ufopa;
III. Fomentar a iniciação à pesquisa;
IV. Enriquecer e aprofundar a produção científica.

Art. 3º - São objetivos do Trabalho de Curso – TCC:


I. Oportunizar o aluno na participação em atividades de iniciação à pesquisa;
II. Estimular o espírito investigativo e a construção do conhecimento de forma individual ou
coletiva;
III. Aprimorar a capacidade de interpretação crítica;
IV. Desenvolver a capacidade de aplicação, dos conhecimentos filosóficos, científicos, tecnológicos
e artísticos adquiridos durante o curso, de forma integrada, através da pesquisa;

202
V. Desenvolver a capacidade de identificar, analisar e implementar abordagens e soluções para
problemas sociais, naturais e/ou tecnológicos;
VI. Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na
dinâmica da realidade local, regional e nacional;
VII. Promover o desenvolvimento de projetos de extensão universitária, propondo melhoria dos
problemas identificados;
VIII. Propiciar experiências ao corpo docente do Curso, através das orientações temáticas e do trato
com a metodologia do trabalho científico;

CAPÍTULO II
DA OBRIGATORIEDADE

Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, independente da denominação utilizada, é


componente curricular obrigatório quando integrar a matriz curricular do curso.
Parágrafo único: O TCC deve ser desenvolvido em consonância com as linhas de pesquisa
definidas no Projeto Pedagógico do Curso.

CAPÍTULO III
DA REALIZAÇÃO

Art. 1º - Para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC o aluno deverá estar
regularmente matriculado na respectiva disciplina, no Curso em questão.
Parágrafo único: Constitui-se em base de fundamentação e instrumentalização, para o bom
desenvolvimento do TCC, outras disciplinas, tais como: Metodologia Científica, Metodologia da
Pesquisa e Bioestatística.

CAPÍTULO IV
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Art. 1º - A estrutura organizacional do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC dos
Cursos de Graduação da Ufopa é composta de:
I. Coordenador de Curso;
II. Professor da Disciplina de TCC;
III. Professores Orientadores;
IV. Alunos.

203
SEÇÃO I
DO COORDENADOR DE CURSO

Art. 1º - Para a realização do TCC, a Coordenação de Curso terá as seguintes atribuições:


I. Cumprir e fazer cumprir este Regulamento e o que estabelece o Projeto Pedagógico do Curso.
II. Publicar, através de Editais/Portarias as informações pertinentes à realização da disciplina TCC
em todos os momentos que se fizerem necessários.
III. Acompanhar o Professor da Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso, visando o pleno
desenvolvimento de todas as etapas de atividades.
IV. Fornecer declaração de participação aos Professores Orientadores e arguidores das Bancas
Examinadoras.
V. Encaminhar ao Coordenador Acadêmico a relação dos professores orientadores com seus
respectivos orientados.

SEÇÃO II
DO PROFESSOR (ES) DA(S) DISCIPLINA(S) DE TCC

Art. 1º – Compete ao Professor da Disciplina de TCC:


I. Encaminhar para publicação da Coordenação do Curso, a lista de Professores Orientadores;
II. Definir em conjunto com o Professor Orientador, o cronograma de orientação dos alunos,
encaminhando à Coordenação do Curso
III. Estabelecer cronograma com o período de entrega do PROJETO DE TCC (Disciplina de TCC1)
e artigo final (TCC 2) pelos alunos, bem como a apresentação em banca, informando a
Coordenação do Curso para os encaminhamentos que se fizerem necessários;
IV. Articular e organizar a composição das Bancas Examinadoras, conjuntamente com a
Coordenação do Curso e Professores Orientadores;
V. Remeter uma cópia do projeto ou TCC para cada membro da Banca Examinadora, juntamente
com Ficha de Avaliação emitida pelo Professor Orientador;
VI. Receber dos alunos a versão final do Projeto de TCC e artigo, devidamente aprovada pelo
Professor Orientador,
VII. Abastecer o SIGA-A no que se refere às disciplinas de TCC1 e TCC2.

SEÇÃO III

204
DO PROFESSOR ORIENTADOR

Art. 1º - No desenvolvimento do TCC, o aluno conta obrigatoriamente com um Professor


Orientador, preferencialmente, dentre os professores pertencentes ao quadro docente do Curso.
Parágrafo único: No caso do professor orientador não pertencer ao quadro docente do curso,
caberá autorização por parte da Coordenação de Curso.
Art. 2º – Quando identificada a necessidade de co-orientador, cabe aprovação por parte do
professor orientador e da Coordenação do Curso.
Art. 3º – Compete ao Professor Orientador:
I. Disponibilizar horário semanal de atendimento ao orientando;
II. Definir em conjunto com o(s) Professor(es) da(s) Disciplina(s) de TCC, o cronograma de
orientação de seu(s) Orientando(s);
III. Orientar e acompanhar o aluno na construção e desenvolvimento do TCC em suas etapas (TCC
1 e TCC 2);
IV. Indicar a bibliografia adequada à elaboração do TCC;
V. Controlar a Ficha de Acompanhamento de TCC (ANEXO 1) de seu(s) Orientando(s);
VI. Avaliar o TCC, bem como sugerir adequações, quando for o caso;
VII. Emitir parecer de avaliação do TCC antes da apresentação em Banca Examinadora e
encaminhar ao Professor da Disciplina de TCC (ANEXO 1);
VIII. Encaminhar ao Professor da Disciplina de TCC a nota do(s) seu(s) respectivo(s) orientando(s).

SEÇÃO IV
DO ALUNO

Art. 1º – São atribuições do aluno:


I. Tomar conhecimento e cumprir o que estabelece este Regulamento;
II. Cumprir o cronograma de orientação definido pelo Professor Orientador;
III. Apresentar ao Professor Orientador, para análise e orientação, seu Projeto de TCC bem como
seu artigo de conclusão;
IV. Executar o projeto proposto e discuti-lo com o Professor Orientador, dentro do cronograma
previsto;
V. Apresentar o TCC dentro das especificações contidas no documento“Manual para Elaboração
de Projeto e Trabalho de Conclusão de Curso- Curso de Farmácia”;

205
VI. Entregar ao Professor da Disciplina de TCC, três vias do Trabalho de Conclusão de Curso
(projeto ou artigo final), até a data prevista no cronograma;
VII. Apresentar o projeto ou TCC final para a Banca Examinadora, em data estipulada;
VIII. Entregar, após aprovação final, duas cópias digitalizadas em formato PDF do TCC ao
Professor da Disciplina, em até 15 dias após a aprovação.

CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO TCC

Art. 1º – A avaliação do TCC tem como referência o desempenho, a produção científica e


elaboração final do TCC pelo aluno.
Art. 2º – A nota final da avaliação tem como base as notas do Professor Orientador e/ou co-
orientador, da Banca Examinadora e do Professor da Disciplina, quando for o caso.
Art. 3º – O detalhamento e os procedimentos para obtenção da nota final serão publicados por
Edital da Coordenação do Curso, nos termos estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 4º - O Professor Orientador deverá fazer o acompanhamento das atividades de acordo com o
desempenho do orientando, tendo por base os relatórios parciais sobre o desenvolvimento do TCC,
os quais devem conter informações detalhadas acerca das pesquisas e estudos, na forma definida
por este.
Parágrafo único - O aluno que for aprovado pelo seu Professor Orientador apresentará o Projeto e
Trabalho de Conclusão de Curso perante a Banca Examinadora (ANEXO 2).
Art. 5º – As sessões de defesa dos Trabalhos de Conclusão de Curso são públicas.
Parágrafo único - Não é permitido aos membros das Bancas Examinadoras tornarem públicos os
conteúdos dos trabalhos antes de suas defesas.
Art. 6º – As formas de apresentação e avaliação dos TCC serão estabelecidas no projeto
pedagógico do curso, podendo ser utilizado dos dispositivos de pré-banca e banca examinadora.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º – Trabalhos de pesquisa que estiverem vinculados a bolsas de iniciação científica da própria
instituição ou de instituições de fomento à pesquisa poderão ser considerados como TCC, quando
não infringirem os artigos deste Regulamento e receberem a aprovação do Colegiado de Curso.

206
Art. 2º – Em caso de trabalhos experimentais, que envolvam seres vivos ou qualquer tipo de risco
ao ambiente, a outrem ou ao próprio aluno, é imprescindível aprovação prévia do Comitê de Ética
em Pesquisa.
Art. 3º – À Universidade Federal do Oeste do Pará são reservados direitos co-autorais dos TCCs
que resultarem em inovação tecnológica, que justifique a solicitação de patente, conforme
legislação em vigor.
Art. 4º – Não haverá, a qualquer título ou pretexto, convalidação ou dispensa da disciplina de TCC
ou sua similar, pelo seu caráter de componente único e obrigatório para a integralização do curso.
Art. 5º – Não será permitida aproveitamento de estudos na disciplina de TCC.
Art. 6º – As questões omissas no presente Regulamento e no Projeto Pedagógico do Curso serão
dirimidas pelo Colegiado do Curso.
Art. 7º – Os TCC´s deverão preferencialmente estar vinculados aos grupos de Pesquisa da Ufopa.
Art. 8º - Uma das vias digitais do TCC ficará arquivada na pasta do aluno na Secretaria Acadêmica
juntamente com a documentação de avaliação, e a outra via digital ficará arquivada na biblioteca,
cabendo ao professor da disciplina os encaminhamentos necessários.

Manual para Elaboração de Projeto e Trabalho de Conclusão de Curso – Curso


de Farmácia
O TCC versão final será apresentado no formato de artigo científico. Serão aceitos os
seguintes tipos de artigos: Artigos originais ou de revisão (até 7.000 palavras, incluindo notas e
referências, e exclui o Resumo/Abstract. Máximo de 5 figuras, quadro/gráfico ou tabela):
textos inéditos provenientes de pesquisa ou análise/revisão bibliográfica.

CONSIDERAÇÕES GERAIS ACERCA DO TCC FINAL E PROJETO DE TCC

- Os manuscritos deverão utilizar aplicativos compatíveis com o Microsoft Word. Devem ser
escritos em página formato A4 com margens de 2 cm, espaçamento duplo, fonte Times New
Roman, tamanho 12, justificado.
- Deve-se adotar no texto as abreviações padronizadas (por exemplo: Kg=quilograma) ou
abreviações criadas pelo autor, desde que a designação da mesma seja informada na sessão
materiais e métodos do trabalho/projeto.
- A primeira citação da abreviatura entre parênteses deve ser precedida da expressão correspondente
por extenso. Por exemplo: Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

207
- O recurso de itálico deverá ser adotado apenas para realmente destacar partes importantes do
texto, como por exemplo, citações ipsis literis de autores consultados, partes de depoimentos,
entrevistas transcritas, nomes científicos de organismos vivos e termos estrangeiros.

ESTRUTURA DO ARTIGO
- Título: deverá ser conciso e não ultrapassar 30 palavras, informativo, digitado em negrito com
letras minúsculas utilizando a fonte Times New Roman (tamanho 14), com exceção da primeira
letra, dos nomes próprios e/ou científicos.
- Autores: deverão ser adicionados a um espaço abaixo do título, centralizados, separados por
vírgula. O símbolo “&” deve ser adicionado antes do último autor (Ex.: Paulo da Paz, João de Deus
& Pedro Bondoso). Inserir os nomes completos dos autores, por extenso, com letras minúsculas
com exceção da primeira letra de cada nome.
- Afiliação do autor: cada nome de autor deverá receber um número arábico sobrescrito
indicando a instituição na qual ele é afiliado. A lista de instituições deverá aparecer imediatamente
abaixo da lista de autores. O nome do autor correspondente deverá ser identificado com um
asterisco sobrescrito. O e-mail institucional, endereço completo, CEP, telefone e fax do autor
correspondente deverão ser escritos no final da primeira página.
- Resumo (Abstract): deverá ser escrito na segunda página do manuscrito, não deverá exceder
200 palavras, deverá conter informações sucintas que descrevam objetivo da pesquisa,
metodologia, discussão/resultados e a(s) conclusão(ões). Os manuscritos devem ter um Resumo
traduzido para o inglês (Abstract). O Abstract deve ser digitado na terceira página do manuscrito
e deve ser revisado por um profissional de edição de língua inglesa. Caso o manuscrito seja escrito
em inglês, esse deverá apresentar um Resumo em português.
- Palavras-chave (Keywords): são fundamentais para a classificação da temática abordada no
manuscrito em bancos de dados nacionais e internacionais. Serão aceitas entre 3 e 5 palavras-chave.
Após a seleção, sua existência em português e inglês deve ser confirmada pelo(s) autor (es) do
manuscrito no endereço eletrônico [Link] (Descritores em Ciências da Saúde - Bireme).
As palavras-chave (Keywords) deverão ser separadas por vírgula e a primeira letra de cada
palavra-chave deverá maiúscula.
- Introdução: Situa o leitor quanto ao tema que será abordado e apresenta o problema de estudo,
destaca sua importância e lacunas de conhecimento (justificativa da investigação), e inclui ainda os
objetivos (geral e específico) a que se destina discutir.

208
- Materiais e Métodos: Nessa seção o autor (es) deve (m) apresentar o percurso metodológico
utilizado que apresente o tipo de estudo (se qualitativo ou quantitativo), de base empírica,
experimental ou de revisão de forma que identifique a natureza/tipo do estudo. São fundamentais os
dados sobre o local onde foi realizada a pesquisa; população/sujeitos do estudo e seus critérios de
seleção (inclusão e exclusão) e cálculo amostral. Nos casos de pesquisa experimental cabe a
identificação do material, métodos, equipamentos, procedimentos técnicos e métodos adotados para
a coleta de dados.
Na apresentação do tratamento estatístico/categorização dos dados cabe informar a técnica
ou programa utilizado no tratamento e análise. No caso de artigos que trazem resultados de
pesquisas envolvendo seres humanos ou animais, os autores devem explicitar na seção de
Metodologia que a pesquisa foi conduzida dentro de padrões éticos exigidos pela Comissão
Nacional de Ética em Pesquisa/Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde
(CONEP/CNS/MS). Deve-se atentar, sobretudo, ao disposto na Resolução CNS/MS nº 466/2012.
No caso de experimento com animais deverá atender aos padrões éticos da Resolução nº 714, de 20
de junho de 2002, publicada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. O parecer do CEP
deve seguir anexado ao processo de submissão.

Quanto ao estudo de espécies vegetais deve ter obrigatoriamente a identificação do seu local
de coleta, como comunidade ou região, cidade, estado, país de origem e referencial (Ex: FLONA
próximo ao Km 163, etc). Quando possíveis dados de GPS são recomendados. Adicionalmente, o
responsável pela identificação da espécie (taxonomista) e o depósito da exsicata devem ser
obrigatoriamente informados.

- Resultados e Discussão: devem ser apresentados de maneira clara, objetiva e em sequência


lógica, utilizando ilustrações (figuras, quadros e tabelas) quando necessário. Deve-se comparar com
informações da literatura sobre o tema ressaltando-se aspectos novos e/ou fundamentais, as
limitações do estudo e a indicação de novas pesquisas. Nessa seção cabe a análise e discussão
crítica da pesquisa.
- Conclusões: apresentar considerações significativas fundamentadas nos resultados encontrados e
vinculadas aos objetivos do estudo.
- Agradecimentos: opcional e deverá aparecer antes das referências.
- Figuras, Quadro/Tabelas ou Gráficos: Todas as ilustrações devem apresentar um título breve na
parte superior e numerada consecutivamente com algarismos arábicos, conforme a ordem em que
forem citadas no manuscrito e a legenda com fonte em Times New Roman, tamanho 12, justificado
e com largura máxima de 8,25 cm.

209
As Tabelas devem apresentar dados numéricos como informação central, e não utilizar
traços internos horizontais ou verticais. As notas explicativas devem ser colocadas no rodapé da
tabela, com os seus respectivos símbolos. Se houver ilustração extraída de outra fonte,
publicada ou não, a fonte original deve ser mencionada abaixo da tabela.
As fotos deverão garantir o anonimato de qualquer indivíduo que nela constar. Caso os
autores queiram apresentar fotos com identificação pessoal, deverão apresentar permissão
específica e escrita para a publicação das mesmas.
- Referências Bibliográficas: A veracidade das referências é de responsabilidade dos autores. As
referências bibliográficas deverão estar de acordo com as normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT) (NBR 6023, agosto de 2002).

ESTRUTURA DO PROJETO DE TCC


O projeto de TCC será realizado/apresentado durante as disciplinas de TCC. Para o projeto
de TCC são válidas todas as normativas reportadas para a confecção do artigo, porém NÃO
constarão as seções Resultados e Discussão, bem como Conclusões.

FICHA DE ACOMPANHAMENTO - ORIENTAÇÃO DE TCC


Acadêmico(a):
Orientador(a):
Linha de Pesquisa/Título do TCC:
Data Descrever os Assinatura do Assinatura do
objetos da Acadêmico(a) Orientador(a)
Orientação

210
FICHA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE TCC E TCC FINAL

Aos dia/mês/ano, às _______ horas, foi convocada e formada a banca examinadora composta de

três professores e/ou autoridades docentes desta Universidade, abaixo nominados, para o exame do

trabalho escrito, apresentação oral, pesquisa e desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de

Curso- TCC, elaborado pelo(a) acadêmico(a) «Acadêmico», cujo título é «Título».

Foi concedido o tempo máximo de 20 minutos para o(a) acadêmico(a) fazer a exposição oral do

trabalho, atribuindo-se outros 10 minutos para arguições. Após a apresentação foram feitas as

arguições ao(a) acadêmico(a), visando a avaliação e crédito na disciplina. Concluídas as arguições,

a banca passou à deliberação sobre a avaliação, considerando os seguintes critérios: Qualidade

Técnica do Trabalho; Domínio do Conteúdo; Qualidade na Exposição Oral; Clareza e Coerência

dos Objetivos da Pesquisa, Problemática, Métodos e Formas de Intervenção; e Referencial Teórico,

211
Resultados e Bibliografia. Após a deliberação, concluída a presente banca de exame de TCC, (a)

acadêmico(a) obteve as seguintes avaliações:

Professor (a) Função Nota (0 a 10)

<<Orientador(a)>> Presidente da Banca

<<Membro 1>> Membro

<<Membro 2>> Membro

Sendo o TCC considerado:

( ) Aprovado com Restrições;

( ) Aprovado em sua totalidade;

( ) Reprovado.

Para os trabalhos aprovados com restrições, a validação da média da Banca fica

condicionada à entrega da versão final do TCC, com as devidas alterações apontadas pela Banca

Examinadora, no prazo de 10 (dez) dias corridos.

Manual aprovado em Reunião do Núcleo Docente Estruturante de Farmácia em 17/12/2015

212

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