PPC Farmacia
PPC Farmacia
SANTARÉM
2016
SUMÁRIO
1. INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS ............................................................................................. 4
1.1 Mantenedora ................................................................................................................................. 4
1.2 Mantida ......................................................................................................................................... 4
1.2.1 Identificação ............................................................................................................................ 4
1.2.2 Atos Legais de Constituição .................................................................................................... 5
1.2.3 Dirigente Principal da Mantida ............................................................................................... 5
1.2.4 Dirigentes da Universidade Federal do Oeste do Pará ............................................................ 5
1.3 Histórico da Universidade Federal do Oeste do Pará.................................................................... 6
1.4 Missão Institucional ...................................................................................................................... 9
1.5 Visão Institucional ........................................................................................................................ 9
1.6 Princípios Norteadores .................................................................................................................. 9
2. INFORMAÇÕES DO CURSO ......................................................................................................... 9
2.1 Dados Gerais do Curso ................................................................................................................. 9
2.2 Justificativa ................................................................................................................................. 10
2.3 Concepção do Curso ................................................................................................................... 11
2.3.1 Contexto Educacional: Articulação Entre os Campos do Saber............................................12
2.3.2 Pedagogia da Autonomia: Paulo Freire.................................................................................13
2.4. Objetivos do Curso .................................................................................................................... 14
2.4.1. Objetivo Geral ......................................................................................................................14
2.4.2. Objetivos Específicos ...........................................................................................................15
2.5. Perfil Profissional do Egresso .................................................................................................... 15
2.6. Competências e Habilidades ...................................................................................................... 16
2.7. Organização Curricular .............................................................................................................. 19
2.7.1 Considerações Iniciais ...........................................................................................................19
[Link] Funcionamento do Curso .................................................................................................20
[Link] Forma de Acesso ao Curso ..............................................................................................20
[Link] Atividades Acadêmicas Para a Integralização do Curso.................................................20
[Link].1. Formação Interdisciplinar I .......................................................................................21
[Link].2. Formação Interdisciplinar II ......................................................................................21
[Link].3. Formação Graduada Específica .................................................................................21
[Link] Resumo da Estrutura Curricular......................................................................................21
[Link] Componentes Curriculares..............................................................................................22
2.8. Ementário e Bibliografias.........................................................................................................25
2.9 Atividades Complementares....................................................................................................170
2.10 Estágio Curricular..................................................................................................................171
2.11 Trabalho de Conclusão de Curso...........................................................................................172
2.12 Práticas de Avaliação Educacional do Curso de Farmácia....................................................173
2.12.1 Avaliação Docente...........................................................................................................173
2.12.2 Avaliação do Ensino-Aprendizagem .................................................................................173
[Link] Revisão de Prova .........................................................................................................174
[Link] Frequência....................................................................................................................175
[Link] Exceções ......................................................................................................................175
2.12.3 Coerência do Sistema de Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem .........................176
2.13. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso ............................................................................ 176
2.13.1. Avaliação semestral..........................................................................................................177
2.13.2. Avaliação do corpo discente sobre o curso ......................................................................178
2.13.3. A avaliação do corpo docente sobre o curso ....................................................................178
2.13.4. A avaliação do corpo técnico-administrativo educacional ...............................................178
2.14. Pesquisa, Extensão e Inovação Tecnológica. ......................................................................... 180
2.14.1 Apoio à Participação em Atividades de Iniciação Científica ............................................180
2.14.2 Programas de Iniciação Científica .....................................................................................181
3. RECURSOS HUMANOS .............................................................................................................. 181
3.1 Direção do Isco ......................................................................................................................... 181
3.2 Secretaria Acadêmica do Isco ...................................................................................................181
3.3 Secretaria Administrativa do Isco.............................................................................................181
3.4 Secretaria Técnica do Isco........................................................................................................182
3.5 Conselho do Isco.......................................................................................................................182
3.6 Colegiado de Farmácia..............................................................................................................182
3.7 Núcleo Docente Estruturante do Curso de Farmácia................................................................183
3.8 Comissão de Monitoria do Isco ...................................................... Erro! Indicador não definido.
3.9 Comitê de Mobilidade Acadêmica Externa do Isco..................................................................183
3.10 Núcleo de Estágios do Isco .....................................................................................................183
3.11 Docentes.................................................................................................................................. 184
[Link]......................................................................................................................186
4.1 Instalações Gerais ..................................................................................................................... 186
4.2 Instalações Administrativas e Salas dos Professores ................................................................ 186
4.3 Salas de Aula ............................................................................................................................ 187
4.4 Laboratórios .............................................................................................................................. 187
4.5. Propostas de Laboratórios Para Construção: ........................................................................... 190
5. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................. 191
Anexo I................................................................................................................................................. 194
Anexo II ............................................................................................................................................... 196
Anexo III .............................................................................................................................................. 203
1 INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS
1.1 MANTENEDORA
CNPJ: 00.394.445/0003-65
Fone: Fax:
E-mail:
1.2. MANTIDA
1.2.1. Identificação
E-mail: gabineteufopa@[Link]
Site: [Link]
4
1.2.2. Atos Legais de Constituição
Dados de Credenciamento
Cargo Reitora
CPF: 166.190.992-20
E-mail: gabineteufopa@[Link]
5
Pró-Reitor de Gestão Estudantil: Raimundo Valdomiro de Sousa
A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) foi criada pela Lei nº 12.085, de 5 de
novembro de 2009, sancionada pelo Presidente da República em Exercício José Gomes Alencar da
Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 6 de novembro de 2009. É uma instituição
de natureza jurídica autárquica, vinculada ao Ministério da Educação (Mec), com o objetivo de
ministrar o ensino superior, desenvolver pesquisas nas diversas áreas do conhecimento e promover
a extensão universitária. É a primeira instituição federal de ensino superior com sede no interior da
Amazônia brasileira, cuja sede está localizada na cidade de Santarém-Pará, terceira maior
população do Estado.
É uma universidade multicampi, além de Santarém, foi pactuado com o Mec a implantação de
campus nos municípios de Alenquer, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná. Em
Santarém, existe o Campus Rondon, antigo campus da UFPA e a Campus Tapajós, antigo Núcleo
Interinstitucional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (NDSA), onde funcionava a
Unidade Descentralizada da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra Tapajós) e o Campus
Amazônia, localizado em espaço alugado.
6
Em janeiro de 1987 a UFPA começou o processo de interiorização por meio de 8 (oito)
campus universitários em municípios considerados polos de desenvolvimento do Pará: Abaetetuba,
Altamira, Bragança, Cametá, Castanhal, Marabá, Santarém e Soure. Em cada um deles foram
implantados cinco cursos de Licenciatura Plena – Matemática, Letras, Geografia, História e
Pedagogia –, todos iniciados em janeiro de 1987. Estabeleceu-se também que os campi teriam como
abrangência os 143 (cento e quarenta e três) municípios paraenses. Todos os campi da UFPA foram
criados na expectativa de, no futuro, serem transformados em Universidades. Além disso, os cursos
lá disponíveis inicialmente funcionavam no período intervalar, com os professores sendo
deslocados do campus de Belém.
Em 2006, foi apresentado um Projeto Legislativo no Senado Federal, com o objetivo de criar
duas Universidades Federais nos Estado do Pará, sendo uma com sede em Santarém e outra com
sede em Marabá.
7
A Sesu/Mec instituiu a Comissão de Implantação da Ufopa, pela Portaria nº 410, de 3 de
junho de 2008, com a finalidade de realizar estudos e atividades para o planejamento institucional, a
organização da estrutura acadêmica e curricular, administração de pessoal, patrimônio, orçamento e
finanças, visando atender os objetivos previstos no Projeto de Lei n° 2879/2008. O Ministro da
Educação instalou a comissão e empossou o seu presidente, Prof. Dr. José Seixas Lourenço, no dia
4 de julho de 2008.
Nesta mesma data, foi instituído um Conselho Consultivo integrado pelo Governo do Estado
do Pará (Vice-Governador, Sedect, Fapespa, Seduc, Sepaq, Sids e Ideflor), Superintendência de
Desenvolvimento da Amazônia – Sudam, Banco da Amazônia, UFPA, Ufra e Prefeitura Municipal
de Santarém, que prestou primoroso apoio à Comissão de Implantação.
Durante todo o processo de implantação da Ufopa, foi realizada uma ampla discussão com a
comunidade acadêmica local e regional, dentre as quais destacamos os Seminários realizados em
Santarém, nos dias 14 e 15 de agosto de 2008, denominados “Pensando em uma Nova
Universidade, modelos inovadores de formação de recursos humanos” e “Santarém: Polo de
Conhecimento, Catalisador do Desenvolvimento Regional”. Participaram desse Seminário Reitores
e Dirigentes das mais destacadas instituições de ensino e pesquisa do país, dirigentes da Secretaria
de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/Mec), Coordenação de Aperfeiçoamento de
Ensino Superior (Capes/Mec), Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Sociedade Brasileira para o
Progresso da Ciência (SBPC), Academia Brasileira de Ciências (ABC), Governo do Estado do Pará,
Prefeitura Municipal de Santarém, docentes, técnicos administrativos e discentes.
Atualmente, a Universidade possui 5.484 (cinco mil, quatrocentos e oitenta e quatro) alunos
de graduação matriculados, dos quais 161 (cento e sessenta e um) são alunos oriundos da UFPA e
8
da Ufra, vinculados ainda ao antigo modelo acadêmico; 4.255 (quatro mil, duzentos e cinquenta e
cinco) são alunos que já ingressaram no novo modelo acadêmico, via Enem ou Programa de Ação
Afirmativa, que permite o acesso de indígenas ao ensino superior por um processo seletivo especial;
e 1.229 (mil duzentos e vinte e nove) alunos vinculados ao Parfor. Na pós-graduação, existem 837
(oitocentos e trinta e sete) alunos já matriculados nos cursos de mestrado, especialização e
doutorado.
- Formação em ciclos;
- Interdisciplinaridade;
- Flexibilidade curricular;
- Mobilidade acadêmica;
- Educação continuada;
2. INFORMAÇÕES DO CURSO
9
Modalidade Presencial
2.2. JUSTIFICATIVA
A região Oeste do Pará é atualmente foco de muitos interesses e ações de diferentes atores nas
escalas local, regional, nacional e global. A região possui inúmeras características que a diferencia
das demais regiões do país, tanto no que diz respeito a aspectos socioeconômicos e demográficos
como ambientais e geográficos. Dentre essas particularidades destacam-se a baixa densidade
demográfica e distribuição desigual da população e da renda, hábitos de consumo e cultura
diversificados, tudo associado a uma gigantesca biodiversidade.
Baseado neste contexto, surge dentro da Ufopa, a necessidade de um espaço voltado para o
enfrentamento das necessidades de saúde da população, permeado por alguns marcos conceituais
importantes dentro da Saúde Coletiva, como o cruzamento entre os diferentes saberes e práticas da
população, a ênfase na integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (Sus), a superação do
biologicismo e do modelo clínico hegemônico, assim como, a valorização social, a convivência e a
formação de laços entre a população e os profissionais da saúde e o estabelecimento de uma atenção
básica voltada para a lógica do cuidado e não da doença, contrariando a medicalização e o “mercado
da cura”. Dentro dessa perspectiva, foi criado o Instituto de Saúde Coletiva (Isco) com o objetivo de
promover uma formação de recursos humanos qualificados no interior da Amazônia mais
precisamente no Oeste do Pará, e contribuir para a melhoria da qualidade de vida local.
O Curso de Farmácia da Ufopa orienta-se pela concepção de um profissional que atenda às
demandas da região Oeste do Estado do Pará. Fundamentados no conceito de Diretrizes
Curriculares para os Cursos da área de saúde, objetiva-se delinear uma estrutura formativa que
conduza ao desenvolvimento das competências e habilidades profissionais que atendem as
demandas regionais e impulsione seu desenvolvimento, ou seja, um profissional farmacêutico
competente técnica, científica e socialmente comprometido com a prevenção e promoção da saúde
da população. Tal concepção associada aos princípios propostos na Política Nacional de
Medicamentos, articulada como suporte a garantia da Assistência Farmacêutica para toda a
10
população, evidenciaram a estruturação do currículo mínimo, que atenda o estabelecido pela
Resolução CNE/CES 2, de 19 de Fevereiro de 2002 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
do Curso de Graduação em Farmácia. O profissional formado em Farmácia pela Ufopa encontrará
um vasto campo de atividades presentes no Estado do Pará, particularmente na Região Oeste.
Existe, portanto, demanda de profissionais qualificados em empresas públicas e privadas, além
daqueles capacitados para gerir seus próprios empreendimentos. Ademais, a grande biodiversidade
presente em nossa região, contribuirá para o ensino, pesquisa e extensão, onde será dado ênfase a
utilização de produtos naturais, etnofarmacologia e fitoterapia, sem prejuízos do caráter generalista
do profissional farmacêutico a ser formado por esta universidade.
Atendendo aos princípios da flexibilização curricular, o currículo do curso contempla um
ciclo de disciplinas de Formação Interdisciplinar I e um ciclo de disciplinas de Formação
Específica, Formação Interdisciplinar II, composto por atividades obrigatórias e optativas.
Na Formação Específica, as atividades acadêmicas obrigatórias estão subdivididas de forma a
permitir a valorização de grandes áreas do conhecimento farmacêutico, com maior igualdade de
pesos entre estas, integrando os conteúdos básicos, de formação geral e profissionalizante. Desse
modo será permitido ao acadêmico vivenciar os conteúdos programáticos de forma integrada,
estimulando seu desenvolvimento e o aperfeiçoamento de habilidades individuais. Já as disciplinas
optativas pertencentes a esse ciclo, possibilitam ao discente um aprofundamento nas questões
referentes à sua área de maior interesse.
11
número de alunos com poder aquisitivo mais baixo, tendo em vista que os alunos não tiveram
condição de frequentar cursos de primeiro e segundo graus de qualidade e não conseguem muitas
vezes ingressar na universidade pública, onde a concorrência é muito maior. As instituições
privadas estão entre as que apresentam o menor número de carga horária total do curso e muitas
vezes com deficiência de conteúdos profissionalizantes que influenciam diretamente na formação
do profissional e na preparação do mesmo para enfrentar o mundo do trabalho. Além disso, também
têm menor número de professores fazendo parte do quadro docente, em relação às instituições
públicas.
De acordo com dados levantados pelo Cadastro Nacional da Educação Superior (Inep/Mec),
há uma grande diferença entre o número de cursos de Farmácia nas diferentes regiões do Brasil. É
notório que as regiões sudeste e sul, onde se concentram o maior poder aquisitivo e a maior renda
per capta, contam com o maior número de cursos de Farmácia, respectivamente, 161 (53%) e 61
(30%), a região norte tem apenas 15 (5%), o que corresponde ao menor número do País.
No Brasil, a valorização deste profissional diferenciado vem se fortalecendo através de
diversas medidas. Várias resoluções assinadas pelo Conselho de Classe vêm contribuindo para o
aprimoramento das atividades do farmacêutico1, e o exercício da profissão farmacêutica é
regulamentado pela Lei Federal nº 003820, de 11/11/1960, e pelo Decreto Federal nº 085878, de
07/04/1981, que a regulamenta.
1
Conselho Federal de Farmácia. http: [Link]
12
educativos esquecidos ao longo dos tempos pelos currículos, os diferentes métodos e contextos
culturais, as redes de comunicação e a distribuição dos espaços e tempos educativos, assim como, o
planejamento pedagógico e didático. É importante uma educação que construa uma metodologia
ativa e considere o conhecimento como uma ação incorporada (MATURANA, 1997) e não como
um simples armazenamento de idéias. Acima de tudo, uma educação que ensine a pensar, e a pensar
sobre o já pensado, aprendendo a aprender e forme não somente profissionais, mas cidadãos que
estejam abertos às diferenças, ao diálogo e ao desconhecido (PHILIPPI Jr.e NETO, 2011).
* Este subcapítulo, que trata da Pedagogia da autonomia de Paulo Freire, tem como referência o Plano Orientador da
Universidade Federal do Sul da Bahia. O mesmo conta com a devida autorização de seu Reitor Prof. Dr. Naomar
Monteiro de Almeida Filho e da Prof. Dra. Denise Coutinho.
2
Sintetizado em duas obras principais: FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1967; FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1970.
13
universalista, com o objetivo de desenvolver autonomia, competência e capacidade crítica num
contexto de valorização da cultura.3
Nesse foco, educação não significa mero conjunto de atos de transmissão de conhecimentos,
mas sim criação de oportunidades para a construção coletiva de saberes. Ensinar-aprender conforma
um processo socialmente construído de práticas de formação, nas quais o educando se torna sujeito
de seu conhecimento e, em ações mediadas pelo educador, ambas as partes aprendem. Mas a
autonomia plena não faz do espaço pedagógico um lugar de permissividade; pelo contrário, no
registro da autonomia o professor orienta e coordena atividades, criando condições para a prática
educativa se efetivar, estimulando em seus estudantes responsabilidade e consciência crítica.
Não obstante o potencial do seu vigoroso pensamento político, pouco se pode encontrar na
literatura especializada em relação à aplicabilidade da criativa metodologia pedagógica de Freire à
Educação Superior. Apesar disso, a proposição de educação para adultos de Paulo Freire traz uma
contribuição implícita de grande potencial. Neste caso, deve-se observar, nos modelos pedagógicos
propostos e desenvolvidos, uma preocupação radical com a autonomia dos sujeitos num processo
educativo contextualizado.
3
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
14
2.4.2. Objetivos Específicos
O curso de Farmácia tem como objetivos específicos formar farmacêuticos capazes de:
a) Elaborar estudos e projetos, relativos a instalações industriais, linhas de processamento,
equipamentos e processos tecnológicos para a industrialização das matérias-primas naturais de
origem vegetal, animal ou microbiológica.
b) Participar da administração, direção e fiscalização de instalações fabris encarregadas das
atividades de transformação, preservação, armazenamento, transporte e comercialização de
produtos naturais e seus derivados.
c) Produção e Desenvolvimento novos produtos farmacêuticos baseados na Biodiversidade
Amazônica (Flora e Fauna, inclusive a Microbiológica), corantes naturais, substâncias medicinais
ou tóxicas de plantas e produtos derivados de microorganismos, subprodutos da pecuária, pesca e
cereais, madeiras e sementes oleaginosas e seus derivados e ainda no tratamento de resíduos
industriais entre outras;
d) Formar profissionais farmacêuticos comprometidos em desenvolver ações de prevenção,
promoção, proteção e reabilitação da saúde tanto em nível individual quanto coletivo.
e) Formar profissionais capacitados para atuar no na região oeste do estado do Pará para
atender a demanda da falta desses profissionais na região.
15
a) Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem
estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde
tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua
prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema
de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de
procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro
dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que
a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a
resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo.
b) Pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos, fitoterápicos, fitofármacos,
cosméticos, nutracêuticos e insumos para alimentos funcionais baseados nos produtos
naturais da biodiversidade amazônica.
c) Avaliação, formulação, produção, armazenamento, controle e garantia de qualidade de
produtos farmacêuticos, tais como insumos e biofármacos (de origem biotecnológica,
sintética ou natural), cosméticos e cosmecêuticos, saneantes e domissaneantes e
correlatos, nutracêuticos e alimentos funcionais, de formas e produtos farmacêuticos e
tecnologias aplicadas à área da saúde, dentre outros;
d) Na atuação multiprofissional atuando no planejamento, administração e gestão de
serviços e setores de atuação farmacêuticos, cosméticas, análises clínicas e alimentos.
e) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na
capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da
força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas.
Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar,
sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas.
16
profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se
encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível
individual como coletivo;
II – Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na
capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de
trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os
mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas
mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
III – Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde
e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de
escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação
e informação;
IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão
estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade.
A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões,
comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
V - Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas,
fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e
de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores,
empregadores ou lideranças na equipe de saúde;
VI - Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente,
tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem
aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o
treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que
haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive,
estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico-profissional, a formação e a cooperação
através de redes nacionais e internacionais.
O Artigo 5° da Resolução CNE/CES N°. 2/2002 diz que a formação do Farmacêutico tem por
objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes
competências e habilidades específicas:
I - respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;
17
II - atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção,
manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o
ser humano, respeitando-o e valorizando-o;
III - atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema
produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética;
IV - reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a
integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços
preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de
complexidade do sistema;
V - exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma
forma de participação e contribuição social;
VI - conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e
científicos;
VII - desenvolver assistência farmacêutica individual e coletiva;
VIII - atuar na pesquisa, desenvolvimento, seleção, manipulação, produção, armazenamento e
controle de qualidade de insumos, fármacos, sintéticos, recombinantes e naturais, medicamentos,
cosméticos, saneantes e domissaneantes e correlatos;
IX - atuar em órgãos de regulamentação e fiscalização do exercício profissional e de
aprovação, registro e controle de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e
correlatos;
X - atuar na avaliação toxicológica de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes,
correlatos e alimentos;
XI - realizar, interpretar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por
análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos e
histoquímicos, biologia molecular, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de
qualidade e normas de segurança;
XII - realizar procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises
laboratoriais e toxicológicas;
XIII - avaliar a interferência de medicamentos, alimentos e outros interferentes em exames
laboratoriais;
XIV - avaliar as interações medicamento/medicamento e alimento/medicamento;
XV - exercer a farmacoepidemiologia;
XVI - exercer a dispensação e administração de nutracêuticos e de alimentos de uso integral e
parenteral;
18
XVII - atuar no planejamento, administração e gestão de serviços farmacêuticos, incluindo
registro, autorização de produção, distribuição e comercialização de medicamentos, cosméticos,
saneantes, domissaneantes e correlatos;
XVIII - atuar no desenvolvimento e operação de sistemas de informação farmacológica e
toxicológica para pacientes, equipes de saúde, instituições e comunidades;
XIX - interpretar e avaliar prescrições;
XX - atuar na dispensação de medicamentos e correlatos;
XXI - participar na formulação das políticas de medicamentos e de assistência farmacêutica;
XXII - formular e produzir medicamentos e cosméticos em qualquer escala;
XXIII - atuar na promoção e gerenciamento do uso correto e racional de medicamentos, em
todos os níveis do sistema de saúde, tanto no âmbito do setor público como do privado;
XXIV - desenvolver atividades de garantia da qualidade de medicamentos, cosméticos,
processos e serviços onde atue o farmacêutico;
XXV - realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se
tecnicamente por análises de alimentos, de nutracêuticos, de alimentos de uso enteral e parenteral,
suplementos alimentares, desde a obtenção das matérias primas até o consumo;
XXVI - atuar na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de
produtos obtidos por biotecnologia;
XXVII - realizar análises físico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do
meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto;
XXVIII - atuar na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de
hemocomponentes e hemoderivados, incluindo realização, interpretação de exames e
responsabilidade técnica de serviços de hemoterapia;
XXIX - exercer atenção farmacêutica individual e coletiva na área das análises clínicas e
toxicológicas;
XXX - gerenciar laboratórios de análises clínicas e toxicológicas;
XXXI - atuar na seleção, desenvolvimento e controle de qualidade de metodologias, de
reativos, reagentes e equipamentos.
Parágrafo único. A formação do Farmacêutico deverá contemplar as necessidades sociais da
saúde, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra-
referência e o trabalho em equipe, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).
19
2.7. Organização Curricular
20
[Link] Atividades acadêmicas para a integralização do curso
[Link].1 Formação Interdisciplinar I [disciplinas comuns a todos os cursos da saúde (360 h)]
Constitui o Ciclo Básico em estudos Amazônicos. Esta etapa é composta por disciplinas que
situam os acadêmicos dentro das discussões sobre o bioma da Amazônia ao mesmo tempo em que
possibilita o embasamento teórico necessário para que os alunos possam seguir desenvolvendo seu
aprendizado ao longo do Curso. É integrado pelas disciplinas Sociedade, Natureza e
Desenvolvimento; Origem e Evolução do Conhecimento; Abordagem Interdisciplinar em Saúde;
Interação na Base Real I; e Seminários Integradores I.
[Link].2. Formação Interdisciplinar II [disciplinas comuns a todos os cursos da saúde (380 h)]
Constituída por disciplinas que contém conteúdo que visam atender às peculiaridades locais e
regionais, o que acaba por caracterizar a própria identidade do Projeto de Desenvolvimento
Institucional.
A Formação Interdisciplinar II será constituída por componentes curriculares obrigatórios,
oferecidos pelo Instituto de Saúde Coletiva, integrado pelos componentes a seguir: Introdução ao
Campo da Saúde; Racionalidade e Educação em Saúde; Saberes e Práticas em Saúde; Antropologia
em Saúde; Ciências Sociais e Humanas em Saúde; e Seminário Integrador II.
Exigências Hora/Aula
21
Disciplinas Obrigatórias
3390
Disciplinas Optativas 120
TCC 20
TOTAL 4.600
22
Políticas Públicas de Saúde, Modelos de
60 Epidemiologia 30
Assistência e Gestão à Saúde
Bioquímica I 60
Fitoquímica 60
Atividades Complementares 30
Bromatologia e Tecnologia de 60
Alimentos II
Bioquímica II 60 Virologia 30
23
Total 480 Total 450
24
- Análises Clínicas II
FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR I
25
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRANTES, P. C. A ciência moderna e o método experimental. In: Imagens de natureza, imagens
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Definição dos projetos e sua discussão junto aos grupos de alunos analisando a realidade da base
física local nas diversas comunidades; condicionantes sociais do processo saúde-doença e suas
implicações para o estado de bem-estar da população na Amazônia: leituras e preparação dos temas;
abordagens teóricas e métodos de estudo; elaboração do Trabalho Conclusivo da Formação;
comunicação, por meio da exposição de painéis ou comunicações orais referentes aos resultados da
experiência; participação em evento científico; exame das complementaridades entre o
conhecimento científico tradicional e das possibilidades do diálogo dos saberes.
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A pesquisa, o ensino e a extensão das Ciências Sociais e humanas em Saúde, tanto na formação
teórica conceitual e metodológica, quanto em abordagens interdisciplinares do campo da saúde, ou
seja, a unidade biológica e a diversidade cultural; relação saúde/doença e suas representações
sociais; conceito de cultura x natureza; doença como pólo natural e a cura como pólo cultural; as
técnicas de cura das comunidades tradicionais e a percepção social do processo saúde x doença;
considerando os ecossistemas brasileiros e suas características. Análise espacial aplicada à
investigação quanto ao Saneamento e a Vigilância Ambiental e epidemiológica, os determinantes
42
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Garamond, 2005.
46
INTERAÇÃO NA BASE REAL II (IBR II)
Carga Horária: 60 horas
Este módulo tem como finalidade central possibilitar aos discentes o desenvolvimento da escuta, do
vínculo, de uma prática comum aos diversos profissionais da saúde. Neste, os estudantes fazem
visitas a famílias nas comunidades, aos serviços de saúde, e realizam atividades de campo para
coleta e análise de dados de saúde em diferentes regiões do município de Santarém.
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proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e
dá outras providências. Diário Oficial da União 1990; set 20.
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gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos
financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diá- rio Oficial da União 1990; dez 31.
__________. Lei 12.466 de 24 de agosto de 2011. Acrescenta arts. 14-A e 14-B à Lei no 8.080, de
19 de setembro de 1990, que “dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação
da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências”,
para dispor sobre as comissões intergestores do Sistema Único de Saúde (SUS), o Conselho
Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de
Saúde (Conasems) e suas respectivas composições, e dar outras providências. Diário Oficial da
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SUS. In: RELATÓRIO final do Fórum Enfrentando o Racismo Institucional para Promover Saúde
Integral da População Negra no Sistema Único de Saúde, 2012. Brasília, 2012. Disponível em: .
Acesso em: 15 mar. 2013.
SAID, Edward W. O Papel da Cultura nos Movimentos de Resistência. IN: Cultura e Resistência.
Entrevistas do Intelectual Palestino a David Barsamian. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANSOFF, Igor et al. Do Planejamento Estratégico à Administração. São Paulo. Atlas, 1981.
BETTELHEIM, Charles. Planificação e crescimento acelerado. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
CARVALHO, Horácio Martins de. Introdução à teoria do planejamento. São Paulo, Brasiliense,
1979.
51
FERREIRA, P. Métodos e Técnicas de Planeamento, Universidade do Minho, 2004\2005,
[Link]/economia.
RONCHI, Luciano. Planificação e estratégia das empresas. São Paulo: Atlas, 1983. SOARES, Jose
Teodoro. Planejamento e administração no Brasil. Santa Catarina: UFC, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AGUIAR, Roberto A. R. de, Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa Ômega,1990.
DINIZ, C.C. Celso Furtado e o Desenvolvimento Regional, Revista Nova Econ. vol.19 no.2 Belo
Horizonte May/Sept. 2009
52
Articulação de saberes construídos nas disciplinas do semestre, através da investigação suscitada
pela problematização de assuntos referentes aos principais conceitos aí trabalhados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAMIANI, A. L. População e geografia. São Paulo: Contexto, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANSOFF, Igor et al. Do Planejamento Estratégico à Administração. São Paulo. Atlas, 1981.
BETTELHEIM, Charles. Planificação e crescimento acelerado. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
CARVALHO, Horácio Martins de. Introdução à teoria do planejamento. São Paulo, Brasiliense,
1979.
53
LOPES, F. Conceitos e aplicabilidades dos determinantes sociais da saúde-DSS nas políticas do
SUS. In: RELATÓRIO final do Fórum Enfrentando o Racismo Institucional para Promover Saúde
Integral da População Negra no Sistema Único de Saúde, 2012. Brasília, 2012. Disponível em: .
Acesso em: 15 mar. 2013.
REGIME DE ECONOMIA PATRIARCAL. 14ª ed., Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora.
QUÍMICA GERAL
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS P., Jones L Princípios de Química. 4th ed. WH Freeman and Company, USA, 2008.
KOTZ J.C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas - vol. 1,
Cengage Learning, 6ª ed, 2010.
RUSSEL, John Blair. Química Geral. 2ª Ed. Pearson Makron Books, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EBBING, Darrell D. Química Geral. 1ª Ed. LTC, 1996.
54
SILVA, Ivan Alves da,. QUÍMICA GERAL: ROTEIROS DE TRABALHOS PRÁTICOS. 1ª Ed.
UFPA.
SNYDER, C. H., The extraordinary chemistry of ordinary things, 3ª. Ed., 1995.
QUÍMICA ANALÍTICA
Carga Horária: 60 horas
Conceito, divisão e generalidades. Qualitativa: operações analíticas, ensaios por via seca e por
via úmida; classificação analítica de cátions e ânions; análise sistemática de substâncias
inorgânicas. Quantitativa: importância, métodos e resultados; métodos clássicos: processos
gravimétricos e processos volumétricos aplicados a compostos biológicos. Equilíbrio químico de
natureza homogênea e heterogênea e estudo de complexação. Equilíbrio ácido-base: teorias ácido e
base, autoprotólise da água, cálculo de pH de ácidos e bases fortes e fracas, pH de sais de ácidos
fortes e fracos e solução tampão. Processos mecânicos e físicos de separação – decantação,
filtração, centrifugação. Cristalização e recristalização. Preparo e padronização de soluções –
comuns e volumétricas. Condutimetria. Potenciometria. Espectroscopia de absorção molecular no
ultravioleta e visível. Espectrometria de absorção atômica. Espectrometria de Ressonância
Magnética. Fotometria de chama. Cromatografia gasosa. Cromatografia líquida de alta eficiência.
Métodos térmicos de análise.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUINO NETO, F. R. & SOUZA NUNES, D. S. Cromatografia: Princípios Básicos e Técnicas
Afins. Ed. Interciência. Rio de Janeiro. 2003.
KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química e reações químicas. 4a ed. LTC, 2002
MULLER,Regina Celi Sarkis;DANTAS,Kelly das Graças Fernandes. Química Analítca
experimental. EDUFPA, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BACCAN, O., GODINHO, E.S., ALEIXO, L.M., STEIN, E. Introdução à Semicroanálise e
Qualitativa. Ed: UNICAMP, 7ª ed., 1997.
55
CIENFUEGOS, F. & VAITSMAN, D. S. Análise Instrumental. Ed. Interciência. Rio de Janeiro.
2000.
SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; NIEMAN, T. A.. Princípios de Análise Instrumental. Bookmann
Cia. Editorial, Rio Grande do Sul. 2002.
TANAKA A.S., LENZI E., FÁVERO B. L.O. Química. Geral Experimental. 1ª Ed. Editora: Freitas
Bastos. 2012.
VOGEL, Artur I. Química Analítica Quantitativa. 6ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
QUÍMICA ORGÂNICA I
Carga Horária: 60 horas
56
nomenclatura. Isomeria geométrica. Carbocátions. Alquinos e Cicloalquinos. Arenos. Substituição
Eletrofílica Aromática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, N.L.; CAVA, M.P. JONGH, D.C. JOHNSON, C.R. LEBEL, N.A.; STEVENS, C.L.
Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1976.
MORRISON AND BOYD. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Editora Fundação Calouste
Gulbenkian, 2005.
SOLOMONS, T. W.G. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
VOGEL, A.I. Química Orgânica. Análise Orgânica Qualitativa. Vol 1, Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, L. C. A. Química Orgânica São Paulo: Prentice Hall, 2004.
SILVA, R.R. Introdução à Química Experimental. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 1990.
SOLOMONS, T.W.G., FRYHLE, C. Química Orgânica. Vol. 2. Rio de Janeiro: Editora Livros
Técnicos e Científicos Editora, 2006.
57
Introdução à Bromatologia. Conceitos de alimentos. Técnicas de amostragem e preparo da amostra
para análise e cálculos. Métodos de análise: físicos e físico-químicos de alimentos e matérias-
primas e estudo nutricional dos constituintes fundamentais dos alimentos: carboidratos, lipídios,
proteínas, vitaminas, minerais e água. Procedimento geral para análise quantitativa. Exatidão e
precisão. Tipos de erros de análise. Rejeição de resultados. Determinação do teor de umidade e
sólidos totais. Dureza da água. Determinação de cinzas, carboidratos, gordura, proteínas, pH e
acidez. Determinação do índice de iodo. Saponificação, acidez, peroxido, TBA, Eixhart – Meissl e
Polenske para óleos e gorduras. Métodos de identificação de alterações, fraudes e falsificações de
alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Julio M.A. Química de alimentos. Teoria e pratica, Ed 3, Vicosa Ed. UFV, 2006.
________, F. O.; BOBBIO, P. A. Manual de laboratório de química de alimentos. São Paulo, Ed.
Varela 2003.
GONÇALVES, E. C. B. A. Análise de Alimentos: uma visão química da nutrição. 1ª ed. São Paulo:
Ed. Livraria Varela, 2015.
NELSON, D. L.; COX, M. Lehninger – Princípios de Bioquímica. 3ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
58
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOBBIO, P. A. Química do processamento de alimentos. São Paulo: Varela, 1995.
COULTATE, T.P. Alimentos. a química de seus componentes, Vol. 3, Porto Alegre, Ed. Artmed.
2004.
4º PERÍODO CURRICULAR
EPIDEMIOLOGIA
Carga Horária: 30h
Conceitos básicos de Epidemiologia e sua utilização como disciplina fundamental da Saúde Coletiva
no entendimento das condições e das necessidades de saúde das populações. História natural das
doenças e níveis de prevenção. Modelos/teorias de determinação do processo saúde doença.
Medidas epidemiológicas: prevalência, incidência, relação entre prevalência e incidência.
Distribuição dos agravos relacionados à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA Filho N, Rouquayrol MZ. Introdução à Epidemiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI;
2002.
MEDRONHO RA, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2009;
p. 03-30; 153-168.
59
ROUQUAYROL MZ e Gurgel M. Epidemiologia & Saúde. 7ª ed. Rio de Janeiro: MEDSIBOOK;
2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora
Pedagógica e Universitária, 1980.
MEDRONHO R. (org.). Epidemiologia Caderno texto e exercício 2ª Ed.,São Paulo: Atheneu. 2008.
ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BIOESTATÍSTICA
Carga Horária: 30h
Estudo dos conceitos básicos da Bioestatística, tópicos e análises estatísticas, uso adequado de
metodologias de pesquisa. Exploração, apresentação (tabular e gráfica) e descrição de variáveis
qualitativas e quantitativas. Análise exploratória de variáveis quantitativas: medidas de tendência
central (média, mediana, moda). Medidas de dispersão (variância e desvio padrão). Separatrizes
(quartis, quintis, decis e percentis). Correlação. Noções iniciais sobre análise bivariada:
Associação em tabela 2x2 e Qui-quadrado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIAR, A. F. A.; XAVIER, A. F. S.; RODRIGUES, J. E. M. Cálculo para Ciências Médicas e
Biológicas. São Paulo: Harbra, 1988.
60
CALLEGARI-JACQUES S. Bioestatística: Princípios e Aplicações. Porto Alegre: ArtMed, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARANGO, Héctor Gustavo. BIOESTATÍSTICA: TEÓRICA E COMPUTACIONAL. 3ª Ed.
Guanabara Koogan, 2011.
ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, G. W. De S. et al. Tratado de Saúde [Link], 2007.
CZERESNIA, D.; FREITAS, C. F.F. (org). Promoção da saúde, conceitos, reflexões, tendências.
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Comissão Nacional de Determinantes Sociais de Saúde. Iniquidades em saúde no Brasil:
nossa mais grave doença. 2006.
__________. Lei 12.466 de 24 de agosto de 2011. Acrescenta arts. 14-A e 14-B à Lei no 8.080, de
19 de setembro de 1990, que “dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação
61
da saú- de, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras
providências”, para dispor sobre as comissões intergestores do Sistema Único de Saúde (SUS), o
Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias
Municipais de Saúde (Conasems) e suas respectivas composições, e dar outras providências. Diário
Oficial da União 2011; ago 25.
ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
SAÚDE AMBIENTAL
Carga Horária: 30h
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAVANCANTI, C. (org). Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável.
São Paulo, Cortez; Recife PE, Fundação Joaquim Nabuco, 1995.
62
MYNAYO, M.C.; MIRANDA, A C. (Orgs) Saúde e ambiente sustentável: estreitando nós. Rio de
Janeiro: FIOCRUZ, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto
Piaget, 2005.
MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São Paulo,
Contexto, 2009.
MORAES, Antonio Robert. Meio ambiente e Ciências Humanas. São Paulo, SP: Annablume, 2005.
RENTE, Andréa Simone Gomes. Economia e Meio Ambiente: uma discussão introdutória. IN:
REVISTA PERSPECTIVA AMAZÔNICA, das Faculdades Integradas do Tapajós – FIT. Ano 1.
Vol. 1. Santarém, PA, Janeiro de 2011, p. 29-40.
63
SENE, E. Globalização e Espaço Geográfico. São Paulo, SP: Contexto, 2004.
STEINBERGER, Marília (Org.). Território, Ambiente e Políticas Públicas Espaciais. Brasília, DF:
Ed. Paralelo 15 e LGE Editora, 2006.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.
O propósito deste módulo é propiciar aos estudante a efetivação de projetos de intervenção que
tenha como proposta a Promoção da Saúde junto ao grupo social de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUÓ, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. São Paulo: Editora
Pedagógica e Universitária, 1980.
MEDRONHO R. (org.). Epidemiologia Caderno texto e exercício 2ª Ed.,São Paulo: Atheneu. 2008.
64
ROZENFELD, S. Fundamentos da Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.
ROUQUARYOL, M. Z.; NAOMAR, A. F. Epidemiologia & Saúde. 6ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, G. W. De S. et al. Tratado de Saúde [Link], 2007.
CZERESNIA, D.; FREITAS, C. F.F. (org). Promoção da saúde, conceitos, reflexões, tendências.
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003.
MEDRONHO RA, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2009;
p. 03-30; 153-168.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURGENMEIER, Beat. Economia do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Editora Instituto
Piaget, 2005.
65
STEINBERGER, Marília (Org.). Território, Ambiente e Políticas Públicas Espaciais. Brasília, DF:
Ed. Paralelo 15 e LGE Editora, 2006.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ:
Garamond, 2005.
FÍSICO-QUÍMICA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-química. LTC, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P.W. & de PAULA, J. Físico-Química, Vol. 1 e 2. Editora LTC, 7ª Ed.; 2004.
66
______________Físico-Química: Fundamentos. Editora LTC, 3ª Ed.; 2003.
CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química: Rio de Janeiro: Sistema SI. Editora LTC, 1986.
QUÍMICA ORGÂNICA II
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, N.L.; CAVA, M.P. JONGH, D.C. JOHNSON, C.R. LEBEL, N.A.; STEVENS, C.L.
Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1976.
MORRISON AND BOYD. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Editora Fundação Calouste
Gulbenkian, 2005.
SOLOMONS, T. W.G. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, L. C. A. Química Orgânica São Paulo: Prentice Hall, 2004.
SILVA, R.R. Introdução à Química Experimental. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 1990.
67
SOARES, B.G. Química Orgânica: teoria e técnicas de preparação, purificação e identificação de
compostos orgânicos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.
BIOQUÍMICA I
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.
VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.
BLIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B.; JOHNSON, A; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P.; 2010.
Biologia Molecular da Célula. 5. Ed. Porto Alegre: Artmed.
CHAMPE, P. C., HARVEY, R. A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
GUYTON, A.C. 1992. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
68
FITOQUÍMICA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEWICK, P.M. Medicinal Natural Products: A Biosynthetic Approach. John Wiley & Sons,
England, 2002.
MANN, J. Chemical aspects of biosynthesis. 1ª Edição. Oxford Chemistry Primers. Vol. 20. Oxford
University Press, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
69
COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO, P. S. Introdução a métodos cromatográficos. 7º
Edição. Editora da UNICAMP, Campinas, 1997.
DI STASI, L.C. & HIRUMA-LIMA, C.A. Plantas medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. 2.
ed. São Paulo: Editora Universidade Estadual Paulista, 2002. 604 p.
EVANS, W.C. Trease and Evans’ Pharmacognosy. 16th. ed. London: Saunders Elsevier,
2009. 603 p.
LOBO, A. M.; LOURENÇO, A. M. Biossíntese de produtos naturais. Editora IST Press. Lisboa
Portugal, 2007, 272 p.
MANN, J. Chemical aspects of biosynthesis. 1st ed. Oxford Chemistry Primers (Book 20). Oxford
University Press, Oxford, 1995.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUARONE, E.; BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U.A. Biotecnologia Industrial:
Biotecnologia na Produção de Alimentos. São Paulo: Ed Edgard Blücher, 2001.
ARAUJO, Julio M.A. Química de alimentos. Teoria e pratica, Ed 3, Vicosa Ed. UFV, 2006.
70
BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1998.
FELLOWS, P. Tecnología del procesado de los alimentos: Principios y práctica – 2ª Ed. – Editoral
Acribia, 2007.
FRANCO, B.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008.
GAVA, Altanir J. Princípios de tecnologia de alimentos. 7. ed.. São Paulo: Nobel, 2010.
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PEREDA, Juan A. O. et al. - Tecnologia de Alimentos - Editora Artmed. 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AQUARONE, E.; LIMA, V. A.; BORZANI, W. Engenharia Bioquímica. São Paulo: Ed Edgard
Blücher, 1988.
COULTATE, T.P. Alimentos. a química de seus componentes, Vol. 3, Porto Alegre, Ed. Artmed.
2004.
RIBEIRO, ELIANA PAULA; SERAVALLI, ELISENA A. G.. Química dos alimentos. São Paulo,
Ed. Edgard Blucher 2004.
5º PERÍODO CURRICULAR
DIREITO EM SAÚDE
Carga Horária: 60h
72
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIAR, Roberto. A. R. de. Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa Ômega,1990.
DINIZ, M. H. Compêndio de introdução à ciência do direito. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei n.8.080 de 19 de setembro de 1990 e Lei 8082 de 1992. Dispõem sobre as condições
para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços
correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasilia, 1990. Seção1, p.18055
- 18059.
IHERING, R. V. A Luta Pelo Direito . Trad. J. Cretella Jr. E Agnes Cretella. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2001. KAUFMANN, A. Introdução à filosofia do direito e à teoria do direito
contemporâneas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.
LARENZ, K. Metodologia da Ciência do Direito . Trad. José Lamego. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1997. LYRA FILHO, R. O Que é Direito? São Paulo: Brasiliense, 2003. MACHADO
NETO.
73
WOLKMER, A. C. Introdução ao Pensamento Jurídico Crítico. São Paulo: Saraiva, 2009.
BIOFÍSICA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMPRI-NARDY, Mariane; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina. Práticas de
Laboratório de Bioquímica e Biofísica: Uma visão [Link] Koogan, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica: Fundamentos e Aplicações. Rio de Janeiro, Prentice Hall
Brasil, 2003.
OKUNO, E.; CALDAS, I.L.; CHOW C. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo,
editora Harper & Row do Brasil, 1982.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. Uma Abordagem Integrada. São Paulo: Manole, 2003.
BIOLOGIA CELULAR
74
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 8a ed. Artmed, 2010.
DE ROBERTIS, E.; HIB, J. Bases da Biologia Celular e Molecular. Ed. Guanabara Koogan S.A. 4ª
ed. Rio de Janeiro/RJ, 389p. 2006.
__________________. M. F.; HIB, J. & PONZIO, R. Biologia Celular e Molecular. Ed. Guanabara
- Koogan S.A. 4ª ed,. Rio de Janeiro/RJ, 432p. 2003.
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. Ed. Guanabara Koogan S.A.
8ª ed. Rio de Janeiro/RJ, 2005.
LODISH, H., BERK, A.; ZIPURSKY, S. L., MATSUDAIRA, P. BALTIMORE, D., & DARNELL,
J.. Biologia Celular e Molecular. ARTMED, 2ª ed, Porto Alegre. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da célula. Ed. Artmed. 5ª ed. 2010.
_______________; BRAY, D.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. &
BERKALOFF et al. Biologia Molecular da célula. (Série Introdução à Biologia). Ed. Edgard
Blücher Ltda. São Paulo. SP, 287p. 1998.
75
HOLTZMAN, E. & NOVIKOFF, A. B. Células e estruturas celulares. Ed. Interamericana, 1985.
ROBERTS, K.; WALTER, P. Fundamentos da Biologia Celular. 2a. edição, Porto Alegre: Ed.
Artmed, 2006.
WALTER, P. Fundamentos de Biologia Celular. Ed. Artes Médicas, São Paulo. 1999.
ZAHA, A. et al. Biologia Molecular Básica. 3ª ed. Porto Alegre, Editora Mercado Aberto, 2003.
BOTÂNICA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APEZZATO-da-G. B., CARMELO-Guerreiro, S.M. 2006. Anatomia Vegetal. 2ª Ed. Editora da
Universidade Federal de Viçosa.
CARVALHO, H. F., Recco-Pimentel, S. M. 2001. A célula. Editora Manole Ltda. São Paulo.
RAVEN, H. P,; EVERT, R. F. & EICHHORN, S.E. 2007. Biologia Vegetal. 7a ed. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro.
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SOUZA, L. A. de. 2003. Morfologia e Anatomia Vegetal: células, tecidos, órgãos e plântula.
Editora UEPG, Ponta Grossa.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUTTER, E. G. Anatomia vegetal. Parte I- Células e tecidos. 2ª. Edição. São Paulo: Editora Rocca,
1987.
_____________. Anatomia vegetal. Parte II- Órgãos, experimentos e interpretação. São Paulo:
Editora Rocca, 1987.
ELLIS, B., Daly, D. C., Hickey, L. J., Johnson, K. R., Mitchell, J. D., Wilf, P. & Wing, S. L. 2009.
Manual of leaf architecture. Cornell University Press & The New York Botanical Garden Press.
OLIVEIRA, F. & AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica 2ª. Edição. São Paulo: Atheneu,
1997.
GENÉTICA HUMANA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
77
BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. Porto Alegre: Artmed, 2001.
BURNS, George W.; BOTTINO, Paul J. Genética. 6ª Ed. Guanabara Koogan, 1991.
GRIFFITHS, A.J.F.; WESSLER, S. R.; LEWONTIN, R.C.; GELBART, W.M.; SUZUKI, D.T.;
MILLER, J.H. Introdução à Genética. 8ª Edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara-Koogan, 743p.
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARDNER, E.J. & SNUSTAD, D.P. Genética. 7ª ed. Rio de Janeiro. Editora Guanabara-Koogan,
497p. 1986.
PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. Rio de Janeiro. Editora Guanabara - Kooga n, 1ª
ed. 758p. 2004.
RAMALHO, M.A.P.; SANTOS, J.B.; PINTO, A.B.P. Genética na Agropecuária. UFLA, 472p.
2001.
WATSON J.D.; MYERS R.M.; CAUDY A.A.; WITKOWSKI J. A. DNA Recombinante - Genes e
Genomas. 1ª ed. 474P. 2008.
WESSLER, S.R. Introdução à Genética. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
BIOQUÍMICA II
78
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B.; JOHNSON, A; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P.; 2010. Biologia
Molecular da Célula. 5. Ed. Porto Alegre: Artmed.
BROWN, T. L., LeMAY Jr., H. E e BURSTEN, B. E., Chemistry. The Central Science, 7ª. Ed.
Prentice Hall, USA, 1997.
CHAMPE, P. C., HARVEY, R. A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
LOBO, A. M.; LOURENÇO, A. M. Biossíntese de produtos naturais. Editora IST Press. Lisboa
Portugal, 2007, 272 p.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.
VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.
79
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLINGER, N.L., CAVA, M.P.; JONGH, D.C.; JOHNSON, C.R.; LEBEL, N.A.; SOLOMONS,
T. W.G. & FRYHLE, C. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005.
IMUNOLOGIA BÁSICA
Carga Horária: 60 horas
Introdução a imunologia: células e órgãos do sistema imune. Princípios gerais da imunidade inata x
imunidade adapatativa. Imunidade inata e reconhecimento de padrões moleculares. Inflamação. O
sistema complemento. Desenvolvimento de linfócitos B e T. Ativação de linfócitos. Estrutura e
função das imunoglobulinas. Complexo principal de histocompatibilidade (MHC). Processamento e
apresentação de antígenos. Mecanismos efetores da imunidade celular e humoral. Mecanismos
reguladores da resposta imunológica. Resposta imune à infecções. Imunoregulação.
Hipersensibilidade imediata: Doenças alérgicas; doenças por imunocomplexo. Hipersensibilidade
do tipo II, III e IV. Tumores. Imunodeficiências primárias e secundárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, A. K. Imunologia Celular e Molecular. 6ª. Edição. Rio de Janeiro: Saunders/Elsevier,
2008.
80
LACAZ, C. S.; PORTO, E. ; MARTINS, J. E. C.; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T.
Tratado de Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.
TRABULSI, L. R. & ALTHERTHUM, F. Microbiologia. 4ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTHONY, P.P. Recent Advances in Histopathology, Paperback, 1989.
BRITO, T.; MONTENEGRO, M. R.; BACCHI, C. E. Patologia Processos Gerais. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: Atheneu, 2010.
FARIA, J. L. Patologia Geral: Fundamentos das Doenças com Aplicações Clínicas. 4ª Edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
ROBBINS, N.; KUMAR, V.; ABBAS, A. K. Patologia - Bases Patológicas das Doenças. 8ª Edição.
Elsevier, 2010.
PARASITOLOGIA HUMANA
Carga Horária: 60 horas
81
parasitoses humanas. Parasitos de interesse médico: pesquisa e identificação através dos vários
métodos laboratoriais. Metodologia de exames parasitológicos em laboratório de análises clínicas,
com ênfase às de ocorrência regional. Diagnóstico parasitológico de protozooses e helmintos
humanos. Diagnósticos parasitológicos de doenças produzidas no homem por artrópodes. Colheita
de material para exames parasitológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DE CARLI, G.A. Parasitologia Clínica. São Paulo: Atheneu. 2001.
PESSÔA, Samuel Barnsley; MARTINS, Amilcar Vianna. Parasitologia Médica. 11ª Ed. Guanabara
Koogan, 1988.
REY, L. Bases da parasitologia médica. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
SMITH, J.D. Introduction to Animal Parasitology . Third edition, Cambridge University Press,
1994, 549 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERSON, R. C. Nematode parasites of vertebrates their development and transmission.
Wallingford: C.A.B International, 1992.
BAKER, J. R.; MULLER, R.; ROLLINSON, D. Advances in parasitology. San Diego: Academic
Press, c2001. 397 p.
CIMERMAN, B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu,
1999.
COX, F.E.G. Modern Parasitology. Second edition, Blackwell Science, 1993, 276p
82
DESPOMMIER, D.D., GWADZ, R.W. & HOTEZ, P.J. Parasitic Diseases. Third edition, Springer-
Verlag, 1994, 333 p.
KHALIL, L.F.; JONES, A., BRAY, R.A. Keys to the cestode parasites of vertebrates. Wallingford:
CAB International, 1994.
MARKELL, E.K., VOGE, M. & JOHN, D.T. Medical Parastiology. Seventh edition, W.B.
Saunders Company, 1992, 463 p.
6º PERÍODO CURRICULAR
Sistemas linfático e circulatório. Tubo digestivo. Glândulas anexas do tubo digestivo. Sistema
respiratório. Pele e anexos. Sistema urinário. Glândulas endócrinas. Sistema reprodutor masculino.
Sistema reprodutor feminino. Microscopia e métodos de estudo em histologia. Tecidos
embrionários. Tecido: epitelial de revestimento e glandular, conjuntivo e de características especiais
(cartilaginoso, ósseo, adiposo, hematopoético), muscular e nervoso. Métodos de estudo em
embriologia. Formação dos gametas, processos de divisão, migração, crescimento e diferenciação
celular, a partir do ovócito fertilizado, que ocorrem durante o desenvolvimento embrionário e fetal
humano. Atividades em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARLSON, B.M.. 1996. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro. 408p.
GARTNER, L.P., HIATT, J.L. Atlas Colorido de Histologia. 4ª ed. Editora Guanabara Koogan S.A.
2006. 432p.
JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan S.A. 2004. 487p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
83
GRIFFITHS, A.J.F.; MILLER, J.H.; COCHARD, L.R. Atlas de Embriologia Humana de Netter.
Porto Alegre: Artmed, 2003
MOORE, K.L. & PERSAUD, T.V.N. Embriologia Básica. 6. Ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2004,
481p.
SUZUKI, D.T.; LEWONTIN, R.C.; GELBART, W.M.; MOORE, K.L. ; PERSUAD, T.V.N.
Embriologia Clínica. 7ª Ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2004.
FISIOLOGIA HUMANA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AIRES, M. M. Fisiologia 2. Ed. Rj. Guanabara Koogan, 1999.
ALBERTS, B. Biologia Molecular da Célula. Ed. Artes Médicas Sul, 3a. Ed., 1997.
_______________, HALL, J.E. Tratado De Fisiologia Médica 10. Ed. Rio de Janeiro. Guanabara
Koogan, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNE, R. B, LEVY, M. N. Tratado De Fisiologia Humana. 4 Ed. Rj. Guanabara Koogan, 2000.
84
BESTES, T. As Bases Fisiológicas Da Pratica Medica. 11 Ed. Rj. Guanabara Koogan, 1990.
BACTERIOLOGIA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMATO NETO, V.; CORRÊA, L. L. Exame Parasitológico das Fezes. 5ª Edição. São Paulo:
Editora Sarvier, 1991.
CASTRO, L. P.; CUNHA, A. S; REZENDE, J. M. Protozooses Humanas. São Paulo: BYK, 1995.
CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.
85
DE CARLI, G. A. Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o
Diagnóstico das Parasitoses Humanas. São Paulo: Editora Atheneu, 2001.
GRAFF, S. L. Analisis de orina, atlas color. Buenos Aires: Ed. Panamericana, 1987.
JANEWAY, C.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Immunobiology. CB Publications, 1999.
LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica – Texto e Atlas. 4a. Edição. São Paulo:
Premier, 1997.
MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.
OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.
86
TORTORA, G. J. , FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. Rio de Janeiro: Artmed, 2005.
VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 3ª Edição. São Paulo: Ateneu, 2005.
VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRIOLO, A. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de
Medicina: Medicina Laboratorial. São Paulo: Ed. Manole, 2005.
BROOKS, G. F.; BUTEL; J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia Médica. 21ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000.
JAWETZ, E.; MELNICK, A.; ADELBERG, E. A.; BROOKS, G. F. Microbiologia Médica. 24ª ed.
Rio de Janeiro: Artmed, 2010.
PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia - conceitos e aplicações. 2a. ed.
Makron Books, 1997.
87
SALOMÃO, R . et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de
Medicina: Infectologia. São Paulo: Manole, 2004.
TORTORA, G.T.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiology: An Introduction. 6ª. ed., Artmed
Editora, 2000.
ANATOMIA HUMANA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGARAFIA BÁSICA
DANGELO, J. G. & FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3a ed. São Paulo:
Atheneu, 2007.
GRAY, Henry. Anatomia. 29a Ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 1988.
NETTER, F. H. Netter Atlas de Anatomia Humana. 4a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
SOBOTTA - Atlas de Anatomia Humana. 22a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AFIFI, A. K. & BERGMAN, R. A. Neuroanatomia Funcional – Texto e Atlas. 2a ed. São Paulo:
Roca, 2008.
DANGELO, J. G. & FATTINI, C.A. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu, 1998.
88
MOORE, K. L. & DALLEY, A. F. Anatomia Orientada para a Clínica, 5a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
HEMATOLOGIA BÁSICA
Carga Horária: 60 horas
Introdução a Hematologia Básica - noções gerais sobre estudo do sangue, estudo dos órgãos
hematopoéticos (estrutura e fisiologia), colorações hematológicas, fisiologia da (eritropoese,
leucopoese e plaquetopoese) fisiologia do eritrócito, estudo da hemoglobina (biossíntese, função e
catabolismo), fisiologia do estudo dos leucócitos granulócitos (origem, propriedades e funções),
estudo do Sistema Fagocítico Mononuclear (SMF), estudo dos linfócitos e subtipos de linfócitos
(origem, propriedades e funções), hemostasia: função dos vasos e das plaquetas (hemostasia
primária), coagulação sangüínea e da fibrinólise, reação inflamatória, imunohematologia (Sistema
ABO e Rh), patologias relacionadas às séries branca e vermelha, patologias relacionadas à
Hemostasia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARGÜILLES, R.G.J. Fundamentos da Hematologia 2° Edição. México: Editora Panamericana,
1998.
FAILACE, R. Hemograma, Manual de Interpretação. 3ª Edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
HAYHOE, F. G. J.; FLEMANS, R .J. Atlas Colorido de Citologia Hematológica. 2 ª Edição. São
Paulo: Editora Artes Médicas, 1991.
89
HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia Clínica Ilustrada: Manual e Atlas Colorido. São
Paulo: Manole, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CALICH, V. L. Imunologia Básica. 1ª Edição São Paulo: Artes Médicas, 1989.
90
CAMPBELL, J. M.; CAMPBELL, J. B. Matemática de Laboratório, 3° Edição. Roca, 1986.
CARR, J. H.; RODAK, B. F., Atlas de Hematologia Clínica. Livraria Santos Editora, 2000.
LIMA, O. A.; SOARES, J. B.; GRECO, J. B.; GALIZZI, J.; CANÇADO, J. R. Métodos de
Laboratório Aplicados à Clínica. 7° Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.
Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Manual de técnicas e Recomendações-
Hematologia. São Paulo, 1975.
STITES, P. D.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1992.
VIROLOGIA
Carga Horária: 30 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANN, A.J. Principles of Molecular Virology. 2nd et. Academic Press, 1997.
JAWETZ, Ernest et al. Microbiologia Médica. 18a ed. Guanabara Koogan, 1991.
MURPHY, F.A.; FAUQUET, C.M.; BISHOP, D.H.L.; GHABRIAL, S.A.; JARVIS, A.W.;
MARTELLI, G.P.; MAYO, M.A.; SUMMERS, M.D. Virus taxonomy. Classification and
91
nomenclature of viruses. Sixth report of the International Committee on taxonomy of Viruses.
Archives of Virology, supplement 10, 1995.
REVISTAS RECOMENDADAS: J Clin. Virol, , J Gen. Virol., Antiviral Research, Aids Res Hum
Retrov, Acta Virologia.
ROITT, Ivan M.; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David K. Imunologia. 5a ed. Atheneu, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, A W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial das principais doenças infecciosas e
auto-imunes. 2a. Ed., Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. 2001
FIELDS, B.N.; KNIPE, D.M.; HOWLEY, P.M. eds. Fields Virology. 3nd [Link] - Raven
Publishers, Philadelphia, 1996.
PLAYFAIR, J.H.L.; LYDYARD, P.M. Imunologia médica. 1a. Ed., Rio de Janeiro: Revinter, 1999.
ROSE; F. Manual of clinical immunology. Washington: Am. Soc. for Microbiol. 1997.
STITES, D.P. Imunologia médica. 9a. Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
STITES, D.P.; TERR, A I., TRISTAM, G.S. Basic & clinical immunology. 8a. Ed., California:
Appleton & Lange, 1994.
WEBSTER, R.G. & GRANOFF, A. Encyclopedia of Virology. Academic Press, London, 1994.
7º PERÍODO CURRICULAR
92
QUÍMICA FARMACÊUTICA I
Carga Horária: 60 horas
Importância dos produtos naturais na gênese dos fármacos. Bases moleculares da ação dos
fármacos essenciais e a terapêutica clínica dos medicamentos. Relação entre estrutura química e
atividade terapêutica no processo de planejamento racional de fármacos. Estudo dos fatores
estruturais na atividade dos fármacos: Propriedades fisico-químicas, Estereoquímica, teorias dos
receptores. Biotransformações: noções sobre o metabolismo dos fármacos (absorção, distribuição,
eliminação e toxicidade). Noções sobre a relação entre a estrutura e a atividade farmacológica.
Noções sobre a química computacional no desenho dos fármacos. As bases químicas e
farmacológicas do mecanismo de ação de classes terapêuticas selecionadas. Atividades em
laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos
fármacos. 2ª Ed., Porto Alegre: Artmed, 2008.
LEMKE, T. L.; WILLIAMS, D. A. Foye’s Principles of Medicinal Chemistry. 7th ed. Lippincott
Williams & Wilkins, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da Química Computacional à
Química Combinatória e Modelagem Molecular. São Paulo: Editora Manole, 2003.
DELGADO, J. N. & REMERS, W. A. Wilson and Gisvold’s textbook of Organic Medicinal and
Pharmaceutical Chemistry. 9th ed. Lippincott, New York, 1991.
93
KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J. [Link]ímica Farmacêutica. Guanabara Koogan, 1988.
PATRICK, G. L. An introduction to medicinal chemistry. 3rd. ed. Oxford [New York] : Oxford
University Press, 2005.
SOLOMONS, T. W.G., FHRYLE, C.B. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora
LTC, 2009.
FARMACOLOGIA I
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10a ed. São Paulo: Lange, 2007.
94
RANG, H. P.; DALE, M. M. ; RITTER, J. M. Farmacologia. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier
Science, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUYTON, A. C. & HALL, J.E. – Mecanismo das doenças. 6ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.
TOXICOLOGIA GERAL:
Carga Horária: 60 horas
Aspectos históricos, conceitos gerais, tipos de toxidez, avaliações estatísticas (relação dose/resposta,
DL50, índice terapêutico, dentre outros parâmetros). Avaliação de toxicidade e principais
características da exposição aos xenobióticos. Processos toxicocinéticos e toxicodinâmicos -
Mecanismos básicos de cinética de xenobióticos (absorção, distribuição, biotransformação e
excreção) e os principais mecanismos de ação tóxica. Princípios de avaliação de risco, mutagênese,
95
carcinogênese, embriofetotoxidez, tóxicos naturais, toxicologia dos medicamentos (conceitos gerais
de monitorização terapêutica de medicamentos e reações adversas à medicamentos, aspectos
toxicológicos dos medicamentos utilizados no tratamento das principais Doenças infecciosas e
parasitárias na Amazônia). Toxicologia dos alimentos (Considerando-se os limites de xenobióticos
nos alimentos e o estudo de xenobióticos naturalmente presentes, adicionados intencionalmente e
contaminantes de alimentos), toxicologia ambiental (Princípios da monitorização ambiental,
contaminantes atmosféricos e metais de interesse na Amazônia), toxicologia social e saúde pública
(Conceitos gerais em farmacodependência e estudo dos alucinógenos e dos estimulantes e
depressores do sistema nervoso central), toxicologia de solventes e cosméticos e métodos analíticos
(técnicas químicas e instrumentais, testes de triagem, monitoramento de fármacos de baixo índice
terapêutico).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GRAEFF, F.G. Drogas Psicotrópicas e seu Modo de Ação. São Paulo: EPU, 1984 LARINI, L.
Toxicologia dos Praguicidas. São Paulo: Manole, 1999.
MIDIO, A.F. & MARTINS, D.I. Toxicologia de alimentos. São Paulo: Varela, 2000.
MULLER, Regina Celi Sarkis; DANTAS, Kelly das Graças Fernandes. Química Analítica
Experimental. EDUFPA, 2010.
96
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARIËNS, E.J., LEHMANN, P.A., SIMONIS, A.M. Introduccion a la Toxicologia General. Ed.
Diana, México, 1978.
CASARETT AND DOULL'S, Toxicology. The Basic Science of Poisons. Amdur, M., Doull, J.,
Klaassen, C. (eds.). Pergamon Press. N.Y, 1991.
HARDMAN, J.G., LIMBIRD, L.E., et. [Link] & GILMANN’S. The Pharmacological
Basis of Therapeutics. 9ed. New York: McGraw-Hill, 1996.
KLAASSEN, C.D. CASARETT & DOULL’S. Toxicology - The basic Science of Poisons. 5ed.
FARMACOTÉCNICA I
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
97
GIL, ERIC S; Farmacotécnica compacta, Pharmabooks, São Paulo ,2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SINKO, P. J. Físico-farmácia e ciências farmacêuticas . 5 ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008, 810p.
FARMACOGNOSIA
Carga Horária: 60 horas
98
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERG, Maria Elisabeth Van der,. PLANTAS MEDICINAIS NA AMAZÔNIA: CONTRIBUIÇÃO
AO SEU CONHECIMENTO SISTEMÁTICO. MPEG, 2010.
CUTTER, E. G. Anatomia vegetal. Parte I- Células e tecidos. 2ª. Edição. São Paulo: Editora Rocca,
1987.
________________. Anatomia vegetal. Parte II- Órgãos, experimentos e interpretação. São Paulo:
Editora Rocca, 1987.
EVANS, W.C. Trease and Evans’ Pharmacognosy. 16th. ed. London: Saunders Elsevier,
2009. 603 p.
ESAU, K. Anatomy of seed plant. 2ª. Edição. Nova York: John Wiley and Sons Inc., 1977.
__________. Plant anatomy. 2ª. Edição. Nova York: John Wiley and Sons Inc., 1965.
FARMACOPEIA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, 2ª. Edição. São Paulo: Siqueira, 1959.
OLIVEIRA, F. & AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica 2ª. Edição. São Paulo: Atheneu,
1997.
99
SILVA, D.J.; FERREIRA. F.A.; CASTRO, H.G.; MOSQUIM, P.R. Contribuição ao Estudo das
Plantas Medicinais - Metabólitos Secundários. 2ª ed. Gráfica Suprema e Editora, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERG, M. E. Plantas medicinais na amazônia: contribuição ao seu conhecimento sistemático. 3ª ed.
Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi, 2010.
EVANS, W. C. Trease and Evans Pharmacognosy. 13a. Edition. London: Ed. BalliereThindall,
1989.
HOSTETTMANN, K.; QUEIROZ, E.F.; VIEIRA, P.C. Princípios Ativos de Plantas Superiores.
Editora da UFSCar, 2003.
JACKSON, B. P. & SNOWDON, D.W. Atlas of microscopy of medicinal plants, culinary, herbs
and spices. Boston: CRC Press, 1990.
MATOS F. J. A. As Plantas das Farmácias Vivas: álbum de gravuras para identificação das
principais plantas medicinais do projeto farmácias vivas. Fortaleza: BNB, 1997.
MORGAN R. Enciclopédia das ervas e Plantas medicinais. São Paulo: Hemus livraria e editora
limitada, 1979.
100
OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica e de Morfologia Vegetal. 3ª ed.
São Paulo: Atheneu, 2008.
OLIVEIRA, F.; DE SAITO, M. L. Práticas de morfologia vegetal. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.
101
GOMES, M. J. V. M.; Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:
Atheneu, 2000.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].
PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.
STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
102
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
103
BRASIL, Ministério da Saúde. O ENSINO E AS PESQUISAS DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA
NO ÂMBITO DO SUS. Editora do Ministério da Saúde, 2007.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.
MEDRONHO R. (org.). Epidemiologia Caderno texto e exercício 2ª Ed.,São Paulo: Atheneu. 2008.
ROCHA, A. A.; Cesar, C. L. G. Saúde Pública: Bases conceituais. 2ª. Edição. Atheneu, 2008.
104
STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
VIEIRA, J. L. Legislação Sanitária Federal Básica - Série Legislação. 1ª. Edição Edipro, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES-COSTA, E. Vigilância sanitária: proteção e defesa da saúde. São Paulo: Hucitec, 1999.
BARROS, J.A.C. Políticas farmacêuticas: a serviço dos interesses da saúde. Brasília: UNESCO,
2004.
LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.
105
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AULTON, M. E; Delineamento de formas farmacéuticas, 2 ª ed. Artmed, Porto Alegre , 2005,667p.
SINKO, P. J. Físico-farmácia e ciências farmacêuticas . 5 ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008, 810p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLEN, L.V; POPOVICH, N. G; NICHOLAS G. ANSEL, H. C. Formas farmacêuticas e sistemas
de liberação de fármacos, 8 ª ed. Artmed, Porto Alegre, 2007,776p.
106
BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio
supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.
8º PERÍODO CURRICULAR
FARMACOLOGIA II
Carga Horária: 60 horas
Fármacos que agem no Sistema Nervoso Central: Neurotransmissão, Anestésicos Gerais e Locais,
Analgésicos Opíóides, Anticonvulsivantes e Antiepiléticos, Antidepressivos, Antipsicóticos, Ansiolíticos,
Fármacos para o tratamento de Doenças Neurodegenerativas. Quimioterápicos e antibióticos.
Oncofarmacologia (antineoplásicos). Desenvolvimento do estudo dos principais grupos de fármacos
correlacionados aos eventos patológicos que acometem os sistemas orgânicos humanos, abordando suas
características fundamentais e efeitos (favoráveis e nocivos) sobre o processo fisiopatológico, bem como os
mecanismos pelos quais são gerados, suas aplicações no contexto clínico e métodos de resolução de
problemas relacionados a seu uso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FUCHS, F. D., WANNMACHER, L. Exercícios de Farmacologia Aplicada. 2a. ed. Passo Fundo:
EDUPF, 1999.
107
GUYTON, A. C. HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-
Koogan, 1991.
HARDMAN, J. G. e COLS. Bases Farmacológicas da Prática Médica - Goodman e Gilman. 11a ed.
McGraw-Hill/Guanabara Koogan, New York/Rio de Janeiro.
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10a ed. São Paulo: Lange, 2007.
LIMA, D. R. Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicológica. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2002/2003.
PRADO, F.C.; Ramos J. & Valle, J.R. Atualização terapêutica 18a. Ed. São Paulo, Artes Médicas,
1997.
RANG, H. P.; DALE, M. M. e RITTER, M. Farmacologia. 5a ed. (3a. tiragem revista), Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARLINI, E.A. Farmacologia Prática. Sarvier, 1973.
GUYTON, A. C. & HALL, J.E. – Mecanismo das doenças. 6ª. Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.
108
LIMA, D. R. Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
QUÍMICA FARMACÊUTICA II
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, N.L.; CAVA, M.P. JONGH, D.C. JOHNSON, C.R. LEBEL, N.A.; STEVENS, C.L.
Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1976.
LEMKE, T. L.; WILLIAMS, D. A. Foye’s Principles of Medicinal Chemistry. 7th ed. Lippincott
Williams & Wilkins, 2013.
109
SOLOMONS, T. W.G. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
VOGEL, A.I. Química Orgânica. Análise Orgânica Qualitativa. Vol 1, Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da Química Computacional à
Química Combinatória e Modelagem Molecular. São Paulo: Editora Manole, 2003.
DELGADO, J. N. & REMERS, W. A. Wilson and Gisvold’s textbook of Organic Medicinal and
Pharmaceutical Chemistry. 9th ed. Lippincott, New York, 1991.
PATRICK, G. L. An introduction to medicinal chemistry. 3rd. ed. Oxford [New York] : Oxford
University Press, 2005.
SOLOMONS, T. W.G., FHRYLE, C.B. Química Orgânica - Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora
LTC, 2009.
FARMACOTÉCNICA II
Carga Horária: 60 horas
110
Noções gerais sobre estabilidade e conservação de medicamentos seguindo legislações
específicas (ANVISA). Estudo do racional da formulação (pré-formulação), produção, embalagem,
armazenamento e controle de qualidade de formas farmacêuticas convencionais líquidas (soluções e
sistemas dispersos) e semissólidas (pomadas, pastas, cremes e géis). Formas farmacêuticas estéreis:
preparações oftálmicas, otológicas, Formas farmacêuticas destinadas à inserção nos orifícios
Corporais: supositório e óvulos. Novas formas farmacêuticas e tecnologia de liberação de
fármacos. Noções gerais sobre a reologia de fluídos na produção de medicamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLEN, L.V; POPOVICH, N. G; NICHOLAS G. ANSEL, H. C. Formas farmacêuticas e sistemas
de liberação de fármacos, 8 ª ed. Artmed, Porto Alegre, 2007,776p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AULTON, M. E; Delineamento de formas farmacéuticas, 2 ª ed. Artmed, Porto Alegre ,
2005,667p.
SINKO, P. J. Físico-farmácia e ciências farmacêuticas . 5 ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008, 810p.
111
THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos, Artmed, Porto
Alegre, 2006, 676p
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANCIBIA, A.; CID, E.; DOMECQ, C. et al. Fundamentos de Farmacia Clinica. Facultad de
Ciencias Quimicas y Farmaceuticas – Universidad de Chile, 1993.
112
GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências Farmacêuticas: Uma Abordagem em Farmácia
Hospitalar. São Paulo: Editora Atheneu, 2000.
MARIN, N. Assistência Farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: Organização Pan-
Americana da Saúde, 2003. Disponível em:
[Link]/medicamentos/site/UploadArq/[Link]
STORPIRTIS, S.; MORI, A. L. P. M.; YOCHIY, A. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ACÚRCIO, F.A. (Org). Medicamentos e Assistência Farmacêutica. Belo Horizonte: COPMED,
2003.
BISSON, MP. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. 2ª Ed., Editora Manole; 2007.
113
farmacêutica, cosmética e de aromas e fragrâncias. Gestão da Assistência Farmacêutica no Sistema
Único de Saúde (ferramentas do planejamento, organização, direção e controle). Noções de
empreendedorismo no ramo farmacêutico. Noções de montagem de farmácias e drogarias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALONSO, Félix Ruiz; LOPES, Francisco Granizo e outros. Curso de ética em administração. Atlas,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
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ética da profissão farmacêutica. Regulamentos, resoluções e recomendações do Ministério da
Saúde, do Conselho Federal de Farmácia e da Vigilância Sanitária. Bioética: Ética aplicada à saúde
e Ética em Pesquisa com Seres Humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Pesquisa médica: a ética e a metodologia. São Paulo: Pioneira, 1998.
ZUBIOLI, A. Ética farmacêutica: deontologia, ética e direito. 1ª Ed., São Paulo: Sobravime, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL, Lei nº 10.669, de 14 de maio de 2003. Altera a Lei no 6.360, de 23 de setembro de 1976,
que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos
farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos. Em
[Link]
115
Providências. Em [Link]
+Disp%C3%B5e+sobre+o+Controle+Sanit%C3%A1rio+do+Com%C3%A9rcio+de+Drogas%2C+
Medicamentos%2C+Insumos+Farmac%C3%AAuticos+e+Correlatos.
___________Lei no 6360, de 23 de setembro de 1976. Dispõe sobre a vigilância sanitária a que
ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos,
saneantes e outros produtos, e dá outras providências. Em
[Link]
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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FARMACOPEIA PORTUGUESA VII. 1o. Volume. Lisboa: Infarmed, 2002.
MULLER, Regina Celi Sarkis; DANTAS, Kelly das Graças Fernandes. Química Analítica
experimental. EDUFPA, 2010.
OHANNESIAN, L. (Ed.). Handbook of Pharmaceutical Analysis. New York: Marcel Dekker, 2001
PINTO, T.J.A.; KANEKO, T.M.; OHARA, M.T. Controle biológico de qualidade de produtos
farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 2ª Ed., São Paulo: Atheneu, 2003.
THE INTERNATIONAL Pharmacopoeia. 3ª ed. Vol. 5. Geneva: World Health Organization, 2003.
WINN, W.; ALLEN, S.; JANDA, W.; KONEMAN, E.; PROCOP, G.; SCHRECKENBERGER, P.;
WOODS, G. Koneman Diagnóstico Microbiológico: Texto e Atlas Colorido. 6ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan (Grupo Gen), 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKET, A.H. & STENLAKE, J. Pratical Pharmaceutical Chemistry. Part I and II. The Anthlne
Press.
_____________________, parte II, fascículo 1-6, 4ª Ed., São Paulo: Atheneu, 2005.
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PINTO, T.J.A., KANEKO, T.M., OHARA, M.T. Controle Biológico de Qualidade de Produtos
Farmacêuticos, Correlatos e Cosméticos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
REMINGTON, J.P. Pharmaceutical Sciences. Mack Publishing Co, [Link] United States
Pharmacopoeia USP XVIII, The National formulary NF XVIII. Mack Printing Company, Easton.
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Guanabara Koogan, 2006.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
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Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.
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SACHER, R. Interpretação clínica dos exames laboratoriais. São Paulo: Manole, 2001.
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ZAHA, A.; SCHRANK, A.; LORETO, E.L.S. Biologia molecular básica. Porto Alegre: Mercado
Aberto, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio
supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.
LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª Ed.
Ministério da Saúde, 2007.
DADER, M.F.J. et al. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.
GOMES, M.J.V.M. Ciência Farmacêutica: uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo:
Atheneu, 2000.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].
PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.
STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
121
TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIANCHI, A. C. M.; BIANCHI, R.; ALVARENGA, M. Manual de orientação: estagio
supervisionado. [Link]. Sao Paulo: Cengage Learning, 2003. 97p.
LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.
9º PERÍODO CURRICULAR
ATENÇÃO FARMACÊUTICA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
122
BRASIL, Ministério da Saúde. O ENSINO E AS PESQUISAS DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA
NO ÂMBITO DO SUS. Editora do Ministério da Saúde, 2007.
CIPOLLE, R.J.; STRAND, L.M., MORLEY, P.C. O Exercício do Cuidado Farmacêutico. Brasilia.
Conselho Federal de Far mácia, 2006.
DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.
PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.
STORPIRTIS et al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. BRASIL, Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME. 5ª
Ed. Ministério da Saúde, 2007.
123
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, E.; BARROS, HMT. Medicamentos na prática clínica. Porto Alegre: Artmed. 2010.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].
TRISSEL, L. Guia de bolso para fármacos injetáveis. Porto Alegre: Artmed 2008.
Up to Date. Disponível em: [Link]
FARMACOLOGIA CLÍNICA
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, E.; BARROS, HMT. Medicamentos na prática clínica. Porto Alegre: Artmed. 2010.
CIPOLLE, R.J.; STRAND, L.M., MORLEY, P.C. O Exercício do Cuidado Farmacêutico. Brasília.
Conselho Federal de Farmácia, 2006.
124
FUCHS, FD et al. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].
STORPIRTIS et al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, E.; BARROS, H. M. T. Medicamentos na prática clínica. Porto Alegre: Artmed. 2010.
TRISSEL, L. Guia de bolso para fármacos injetáveis. Porto Alegre: Artmed 2008.
Up to Date. Disponível em: [Link]
ANÁLISES CLÍNICAS I
Carga Horária: 60 horas
125
Introdução à Hematologia Clínica - Colheita de material para exames hematológicos.
Técnicas hematológicas. Citologia normal do sangue. Hemograma, alterações qualitativas e
quantitativas da citologia do sangue. Diagnóstico laboratorial das anemias, leucemias e demais
processos patológicos do sangue. Hemoglobinopatias, colagenoses, hemostasia e coagulação
sanguínea. Imunohematologia. Sistema ABO e Rh. Doença hemolítica do recém-nascido, anemias
autoimunes e iso-imunes. Classificação sanguínea e técnicas laboratoriais imunohematológicas.
Colheita de material biológico para exames bioquímicos. Métodos de análise em bioquímica clínica.
Realização e interpretação de exames em bioquímica clínica e toxicologia. Controle de qualidade
em laboratório clínico. Fundamentos de imunologia. Avaliação da imunologia humoral e celular.
Relação: parasito-hospedeiro. Sorologia e vacinas. Radioimunoensaio. Ensaio imunorradiométrico.
Imunoensaio enzimático homogêneo. Ensaio do imunoadsorvente ligado por enzima (ELISA).
Ensaios imunofluorimétricos. Quimiluminescência. Bioluminescência, reação de aglutinação,
reação de precipitação. Introdução à Parasitologia Clínica, Métodos de coloração e quantificação
para pesquisa em Hematozoários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6a ed. Elsevier,
2008.
BAIN, BARBARA J. Células Sangüíneas – Guia prático. 3ª Edição. Editora Artes Médicas, 2004.
BERNARD, J.; LÉVI, J. P. Hematologia. 9ª Edição. Medsi Editora médica e Científica, 2000.
126
CARVALHO, W. F. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. 7ª edição. Coopmed
Editora Médica, 1999.
FAILACE, R. Hemograma, Manual de Interpretação. 3ª Edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
HAYHOE, F. G. J.; FLEMANS, R .J. Atlas Colorido de Citologia Hematológica. 2 ª Edição. São
Paulo: Editora Artes Médicas, 1991.
HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia Clínica Ilustrada: Manual e Atlas Colorido. São
Paulo: Manole, 1991.
JIALAL, I.; WINTER, W.; CHAN, D. Handbook of Diagnostic Endocrinology. AACC Press, 1999.
127
LACAZ, C. S.; PORTO, E. ; MARTINS, J. E. C.; HEISN-VACCARI, E. M. & MELO, N. T.
Tratado de Micologia Médica. 9ª. Edição. São Paulo: Sarvier, 2002.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3ª Ed. Guanabara Koogan, 2011.
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.
OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.
RICH, R. R. Mosby Year Book Clinical Immunology Principles and Practice, 1996.
ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. São Paulo: Editora Manole, 1997.
ROSE, N.; DE MACARIO, E. C.; FOLDS, J. D.; LANE, C. H.; NAKAMURA, R. M. Manual of
Clinical Laboratory Immunology. ASM Press, 1997.
128
VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre- RS: Artes
Médicas Sul, 2005. 931p. Traduzido por Arthur Germano Fett Neto e colaboradores.
VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARR, J. H.; RODAK, B. F., Atlas de Hematologia Clínica. Livraria Santos Editora, 2000.
LIMA, O. A.; SOARES, J. B.; GRECO, J. B.; GALIZZI, J.; CANÇADO, J. R. Métodos de
Laboratório Aplicados à Clínica. 7° Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.
129
MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.
STITES, P. D.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1992.
ANÁLISES CLÍNICAS II
Carga Horária: 90 horas
Estudo sobre os agentes infecciosos e parasitários de interesse clínico, com ênfase na relação
parasito-hospedeiro, imunopatogênese, métodos de isolamento e/ou detecção, identificação,
caracterização fenotípica e/ou genotípica e a avaliação da susceptibilidade à drogas antimicrobianas.
Técnicas de coleta de amostras clínicas e métodos de ensaio para diagnóstico microbiológico e
virológico. Bacterioscopia e Baciloscopia: leitura e interpretação de esfregaços clínicos para
diagnóstico microbiológico. Culturas de materiais biológicos: sangue, escarro, secreções, urina,
fezes, líquor e etc. Testes de sensibilidade aos antimicrobianos. Controle de qualidade em
microbiologia clínica. Micológico direto: coleta de amostra, leitura e interpretação de esfregaços
clínicos para o diagnóstico micológico. Diagnóstico, epidemiologia e controle de endemias por
agentes virais, bacterianos, fúgicos e parasitológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMATO NETO, V.; CORRÊA, L. L. Exame Parasitológico das Fezes. 5ª Edição. São Paulo:
Editora Sarvier, 1991.
130
CARRAZZA, F. R.; ANDRIOLO, A. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. Sarvier, 2000.
CASTRO, L. P.; CUNHA, A. S; REZENDE, J. M. Protozooses Humanas. São Paulo: BYK, 1995.
CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.
GRAFF, S. L. Analisis de orina, atlas color. Buenos Aires: Ed. Panamericana, 1987.
LACAZ, C.S.; PORTO, E.; MARTINS, J.E.C. Tratado de micologia médica. 9ª Ed. São Paulo:
Sarvier, 2002.
LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica – Texto e Atlas. 4a. Edição. São Paulo:
Premier, 1997.
MOURA, R. A. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.
MURRAY, P. R. Microbiologia Clínica. 3ª. Edição. São Paulo, Guanabara Koogan, 2000.
131
NEVES, D. P. Parasitologia humana.11ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
OPLUSTIL, C.P. et al. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2004.
REY, L. Bases da parasitologia médica. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
TORTORA, G. J. , FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. Rio de Janeiro: Artmed, 2005.
VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 3ª Edição. São Paulo: Ateneu, 2005.
VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROOKS, G. F.; BUTEL; J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia Médica. 21ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000.
132
CIMERMAN, B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu,
1999.
JAWETZ, E.; MELNICK, A.; ADELBERG, E. A.; BROOKS, G. F. Microbiologia Médica. 24ª ed.
Rio de Janeiro: Artmed, 2010.
KERN, M.; BLEVINS, K. Micologia médica. 2ª Ed. São Paulo: Premier, 1999.
ZAITZ, C. Atlas de micologia: diagnóstico laboratorial das micoses superficiais e profundas. Rio de
Janeiro: MEDSI, 2004.
133
TOXICOLOGIA CLÍNICA, FORENSE E AMBIENTAL
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KLAASSEN, Curtis (Author) - Casarett And Doull's Toxicology: The Basic Science of Poisons
(Casarett & Doull Toxicology) Edição 7ª Ed. McGraw-Hill Professional, 2007 - 1280p. ISBN-10:
0071470514.
MOREAU, Regina Lúcia de M. (2008): Toxicologia Analítica - Editora: Guanabara Koogan (Grupo
GEN). Edição 1º Ed. 334p. ISBN-10: 8527714329.
134
VAITSMAN, Delmo S. Ensaios Químicos Qualitativos. Interciência, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CURTIS, Klaassen (Author) - Casarett And Doull's Toxicology: The Basic Science of Poisons
(Casarett & Doull Toxicology) Edição 7ª Ed. McGraw-Hill Professional, 2007 - 1280p. ISBN-10:
0071470514
KARCH, S.B. Drug Abuse Handbook. CRC Press: Boca Raton, [Link]. 2007.
MOFFAT, A.C.; OSSELTON, M.D.; WIDROP, B. Clarke´s Analysis of drugs and poisons, v.1 e 2.
3 ed. Pharmaceutical Press: London, 2004.
MOREAU, Regina Lúcia de M. (2008): Toxicologia Analítica - Editora: Guanabara Koogan (Grupo
GEN). Edição 1º Ed. 334p. ISBN-10: 8527714329.
R.C. Baselt. Disposition of Toxic Drugs and Chemicals in Man, 7th edition, Biomedical
Publications, Foster City, CA, 2004, 1230 p.., ISBN 0-9626523-6-9
ROBIN WHELPTON , Andrew Taylor Jr., Robert J. Flanagan , Ian D. Watson - Fundamentals of
Analytical Toxicology (ISBN: 9780470319352). Editor: Wiley-Interscience – 2008
135
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBSERVACIONAL EM FARMÁCIA HOSPITALAR
Carga Horária: 60 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DADER, MFJ ET AL. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.
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GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10a ed. São Paulo: Lange, 2007.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
2004.
LIMA, M.S.L. et al. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e a ação docente.4.
ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
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Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.
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RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier
Science, 2009.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DADER, M. F. J et al. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo:
RCN Editora, 2008.
138
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. Atlas: São Paulo, 1991.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
Método Dader. Programa Dader. Guia de seguimento farmacoterapêutico. Terecera edición, 2007.
Disponível em: [Link].
PEREIRA, M.L. Atenção Farmacêutica – Implantação Passo a Passo. Belo Horizonte: Eds.
Farmácia Universitária. Faculdade de Farmácia da UFMG, 2005.
STORPIRTIS ET al. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANSEL, H.C.; POPOVICH, N.G; ALLEN Jr., L.V. Farmácia: formas farmacêuticas & sistemas de
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ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. São Paulo: Editora Manole, 1997.
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Clinical Laboratory Immunology. ASM Press, 1997.
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Infecciosas e Parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2005.
TORTORA, G. J. , FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. Rio de Janeiro: Artmed, 2005.
VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 3ª Edição. São Paulo: Ateneu, 2005.
VOLTARELLI, J.C.; DONADI, E.A. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ªEd., São Paulo:
Editora Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROOKS, G. F.; BUTEL; J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia Médica. 21ª. Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000.
CIMERMAN, B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu,
1999.
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FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas
e Auto-Imunes. 2ª. Edição. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.
JAWETZ, E.; MELNICK, A.; ADELBERG, E. A.; BROOKS, G. F. Microbiologia Médica. 24ª ed.
Rio de Janeiro: Artmed, 2010.
KERN, M.; BLEVINS, K. Micologia médica. 2ª Ed. São Paulo: Premier, 1999.
LIMA, D.R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Médse,
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PRESTES, M.L.M. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos
textos, da escola à academia. São Paulo: Rêspel, 2003. [Link].
ZAITZ, C. Atlas de micologia: diagnóstico laboratorial das micoses superficiais e profundas. Rio de
Janeiro: MEDSI, 2004.
SEMINÁRIO DE TCC
Carga Horária: 20 horas
Nesta disciplina o discente desenvolverá seu projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
com a orientação de um docente e no final do semestre deverá fazer uma apresentação na forma oral
e escrita. Estrutura e organização do Trabalho de Conclusão de Curso. Elaboração, Estruturação e
Apresentação de propostas. Lógica no texto científico. Fases do TCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1998.
158
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Normas técnicas: elaboração e apresentação de trabalho
acadêmico-científico. Curitiba: UTP, 2006.
VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier,
2001.
YIN, R.K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. [Link]. Porto Alegre: Bookman, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CERVO, A.L. BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
ROBSON, C. Real world research: a resource for social scientists and practitioner. Oxford:
Blackwell, 1993.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. versão. São Paulo: Cortez, 2002.
UFPR. Normas para Apresentação de Documentos Científicos. Curitiba: Editora da UFPR, 2001.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Carga horária: 100 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
159
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1998.
VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier,
2001.
YIN, R.K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. [Link]. Porto Alegre: Bookman, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CERVO, A.L. BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
ROBSON, C. Real world research: a resource for social scientists and practitioner. Oxford:
Blackwell, 1993.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. versão. São Paulo: Cortez, 2002.
UFPR. Normas para Apresentação de Documentos Científicos. Curitiba: Editora da UFPR, 2001.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
MICOLOGIA
Carga Horária: 60 horas
160
Introdução à micologia. Estrutura, morfologia e reprodução dos fungos. Taxonomia dos
fungos. Micoses de interesse médico, metodologia e prática de coleta, processamento, isolamento e
identificação de seus agentes. Colheita de material para exames micológicos. Fungos como agentes
de infecções humanas: principais características, interação com hospedeiro. Micoses superficiais,
subcutâneas e profundas e respectivos diagnósticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOOG, G.S. de; GUARRO. Atlas of clinical fungi. Baarn: Centraalbureau voor Schimmelcultures,
1995, 720p.
KNOW CHUNG, K. J.; BENETTI, J.E. Mycetomas. In: Medical Mycology. Ed. Philadelphia: Lea
Febiger, p.387-399, 1991.
LACAZ, C.S.; PORTO, E.; MARTINS, J.E.C. Micologia Médica, 8 ed., ed. Sarvier, São Paulo,
1991.
PUTZKE, Jair; PUTZKE, Marisa Terezinha Lopes,. Glossário Ilustrado de Micologia. 1ª ed.
EDUNISC, 2004.
161
SIDRIM, J. J. C & ROCHA, M. F. G. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. 1ª
Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
ZAITZ, C. Compêndio de Micologia Médica. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
_________________; RAMPBELL, I.; MARQUES, S.A.; RUIZ, L. R.; ZOUZA, V.M. Micologia
Médica. Ed. MEDSI, p.434, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ZAITZ, C. Atlas de micologia: diagnóstico laboratorial das micoses superficiais e profundas. Rio de
Janeiro: MEDSI, 2004.
PATOLOGIA
Carga Horária: 60 horas
162
morfológicos. Alterações locais da circulação sanguínea: Isquemia, Hiperemia Ativa. Congestão
passiva. Estase. Hemorragias. Trombose, embolia e enfarte. Edemas. Inflamação. Patogenia dos
distúrbios circulatórios e formação dos exsudatos. Granulomas em geral. Granulomas de corpo
estranho. Modo de formação dos granulomas. Reação dos tecidos ao Bacilo causador da
Hanseníase, Tuberculose, Sífilis, Paracoccidioide Brasiliense, S. Mansoni, Fungos e parasitas.
Cicatrização e reparo. Regeneração. Reparo por tecido conjuntivo. Fatores que modificam o
processo reparador. Neoplasias. Alterações das células cancerosas. Carcinogênese. Agentes
carcinogênicos. Vírus oncogênicos. Carcinogênese Quimíca pela radição e Outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, A. K. Imunologia Celular e Molecular. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2005.
ROBBINS, N.; KUMAR, V.; ABBAS, A. K. Patologia - Bases Patológicas das Doenças. 8ª Edição.
Elsevier, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
163
ANTHONY, P.P. Recent Advances in Histopathology, Paperback, 1989.
BRITO, T.; MONTENEGRO, M. R.; BACCHI, C. E. Patologia Processos Gerais. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: Atheneu, 2010.
FARIA, J. L. Patologia Geral: Fundamentos das Doenças com Aplicações Clínicas. 4ª Edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
TRABULSI, L. R. & ALTHERTHUM, F. Microbiologia. 4ª. Edição. São Paulo: Atheneu, 2004.
LIBRAS
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRITO, Lucinda Ferreira. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993.
CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Mediação,
2004.
KAUCHAKJE, Samira; GESUELI, Zilda Maria (Org.) Cidadania, surdez e linguagem: desafios e
realidades. São Paulo: Plexus, 2003. cap. 8, p. 147-159.
164
QUADROS, Ronice Muller de; LODENIR, Becker Karnopp. Lingua de sinais brasileira: estudos
linguisticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOURA, Maria Cecília de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter;
FAPESP, 2000.
SALLES, Heloisa et al. Ensino de Lingua Portuguesa para surdos: caminhos para a prática
pedagógica. Programa Nacional de Apoio à educação de surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2004.
SKLIAR, Carlos (Org.) A Surdez, um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
Skliar, Carlos. (Org.) Atualidades da educação bilíngue para surdos: processos e projetos
pedagógicos. Porto alegre: Mediação, 1999a. v.1. Porto Alegre: Mediação.
_______, Carlos (Org.) Atualidades da educação bilíngue para surdos: processos e projetos
pedagógicos. Porto alegre: Mediação, 1999b. v.2. Porto Alegre: Mediação.
FITOTERAPIA
Aspectos históricos da fitoterapia. Cuidados básicos no uso das plantas medicinais. Manuseio
de plantas medicinais. Formas de preparação e uso das plantas medicinais. Constituintes químicos.
Uso de plantas medicinais nos diversos aparelhos e sistemas orgânicos. Caracterizar a disciplina,
contextualizando-a no currículo farmacêutico. Métodos de caracterização da estrutura de
substâncias de origem vegetal. Legislação referente aos fitoterápicos. Farmácia viva e fitoterapia. A
fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Atividades em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
165
CARVALHO, J.S.T. Fitoterápicos Antiinflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e
aplicações terapêuticas. Ribeirão Preto: Tecmedd, 2004.
MAGALHÃES, P.M. O caminho das Plantas Medicinais: aspectos sobre o manuseio de plantas
medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento. Campinas: RZM Press, 1997.
SCHULZ, V.; HANSEL, R.; TYLER, V.E. Fitoterapia racional - Um guia de fitoterapia para as
ciências da saúde. 4º ed. Barueri: Manole, 2002.
SILVA, A. G. da. et al. Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular.
Belém: Embrapa, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
166
MAGALHÃES, P.M. O caminho das Plantas Medicinais: aspectos sobre o manuseio de plantas
medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento. Campinas: RZM Press, 1997.
FARMÁCIA SOCIAL
Carga Horária: 60 horas
Origem do desenvolvimento das Ciências Sociais e da Saúde. Aspectos gerais das Ciências
Farmacêuticas, evolução histórica, perspectivas e interface com as ciências afins. História, origem e
âmbito da profissão farmacêutica. Áreas tradicionais e novas áreas de atuação e inserção no campo
da Saúde Pública. Noções de Direito: Lei (classificação, hierarquia e formação das leis). Ética.
Conceitos (ética e moral). Sistema Único de Saúde: Direitos do cidadão, deveres do Estado, direito
à saúde. Política Nacional de Medicamentos, Assistência Farmacêutica e Política Nacional de
Fitoterápicos. Responsabilidade Técnica Profissional. Legislação: Estrutura Profissional, Vigilância
Sanitária, Medicamentos de Controle Especial, Medicamentos Excepcionais, Pesquisa Clínica,
Código de Ética da Profissão Farmacêutica. Bioética: Ética aplicada à saúde, mundo moderno e
inovações tecnológicas, Ética em Pesquisa com Seres Humanos. Conhecimento da legislação
normativa vigente voltada para produção, comercialização, prescrição, informação e dispensação de
medicamentos. Relação prática: farmacêutico x sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
167
_________. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução N 196 de 10 de Outubro
de 1996. Estabelece os requisitos para realização de pesquisa clínica de produtos para saúde
utilizando seres humanos. Diário Oficial da União. Brasília/DF. 16 de outubro de 1996.
SEGRE, M.; COHEN, C. Bioética. Edusp. 3ª. Edição. São Paulo, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 7ª. Edição. São Paulo: Atlas S. A.,
2009.
SILVA GUERRA, A. M.; FÉO, C. O.; ROCHA, C. L. V. F. Biodireito e Bioética: Uma Introdução
Crítica. Rio de Janeiro: Editora América Jurídica, 2005.
STORPIRTIS, S.; MORI, A. L. P. M.; YOCHIY, A. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
168
ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: SOBRAVIME, 2004.
METODOLOGIA DA PESQUISA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia Científica Para a Área de Saúde. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
169
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 7ª. Edição. São Paulo: Atlas S. A.,
2009.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martisn Fontes, 2001.
170
pelo interessado ao coordenador do curso, contendo cópia de declaração ou certificado de conclusão
da atividade curricular mencionada, com a informação do período cursado e da carga horária. As
atividades acadêmicas curriculares realizadas fora do período acadêmico não serão creditadas para
efeito curricular.
O Colegiado de Curso têm a responsabilidade de definir o total de carga horária que será
contabilizada para cada atividade acadêmica curricular.
Portanto, um conjunto predeterminado de atividades acadêmicas curriculares deve ser
constituído para que o estudante possa eleger a escolha daquelas que possibilitem a
complementação de sua formação específica do curso, propiciando-lhe aquisição de especificidades
de área afins à opção da formação básica. O Colegiado deve ser o órgão responsável pela
elaboração das alternativas a serem utilizadas pelos estudantes, ficando a critério do mesmo a
definição do elenco de atividades, cursos de origem e do número das alternativas destinadas a esse
fim.
Para a integralização curricular do curso de Farmácia, o estudante deverá realizar, ao longo do
curso, 100 horas de atividades acadêmicas complementares, conforme a definição do Quadro
abaixo:
7 – Seminários; 45 horas
171
2.10 Estagio Curricular
O Estágio Curricular é realizado a partir do terceiro período letivo, tem caráter obrigatório e
tem a carga horária mínima de 970 horas. Tem a orientação de docentes e sua coordenação é
realizada através de uma Comissão de Professores, especialmente designada. Ao final do estágio, o
acadêmico apresenta o Relatório Final e/ou Certificado/Declaração de Estágio, que será analisado e
avaliado pela Comissão de Professores.
O estabelecimento e manutenção do estágio se dão através de convênios firmados com
laboratórios de análises clínicas, hospitais, farmácias de manipulação, farmácias comunitárias,
indústrias de medicamentos, cosméticos e alimentos, instituições públicas e privadas, legalmente
constituídos e regulamentados para atividade farmacêutica, após a aprovação do presente projeto.
Podem ser equiparadas à carga horária do Estágio Supervisionado atividades relacionadas a
projetos de extensão universitária, monitorias e iniciação científica desde que recebam parecer
favorável depois de avaliados pelo Colegiado do Curso de Farmácia.
De acordo com a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, o estágio, como ato educativo
escolar supervisionado, deve ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador do curso e por
um supervisor da parte concedente. A normatização foi estabelecida pelo Colegiado do Curso,
conforme Anexo 3. O resultado do estágio poderá se transformar no Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC), a critério do orientador ou supervisor. A sua realização deve atender à legislação em
vigência sobre estágios curriculares.
172
Desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro
das áreas de formação específica;
Estimular a construção do conhecimento coletivo;
Formar um profissional com melhor visão científica dos problemas farmacêuticos e
sócio-ambientais, o que determinará o comportamento científico no encaminhamento das
respectivas soluções.
A normatização sobre a sistemática, validação, procedimentos, orientação e avaliação do TCC
são de responsabilidade do Colegiado do Curso de Farmácia ou de outra comissão específica
definida por este Colegiado. Na disciplina IBR I, II, III e IV o discente apresenta um pré-projeto e o
desenvolve. A disciplina Seminário de TCC, componente curricular do 10º período, não tem
conteúdo, se constituindo num espaço para orientação, apresentação e argüição dos TCCs. O
discente deve apresentar o trabalho na forma oral e escrita, sendo este de defesa pública e parte
obrigatória para a obtenção dos títulos de Bacharel em Farmácia. Para o funcionamento da
disciplina, foram estabelecidas normas e procedimentos pela Comissão indicada para este fim,
conforme Regimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso de Bacharelado do Isco (Anexo 2).
173
atribuição de notas aos alunos em avaliações parciais, por meio de atividades acadêmicas. Para fins
de registro do aproveitamento acadêmico do discente no histórico escolar será considerada a média
final e a frequência em cada componente curricular.
Os componentes curriculares, a cada período de estudos, serão apreciados através de pelo
menos três avaliações e uma avaliação substitutiva, esta última de caráter optativa para o discente e
envolvendo todo o programa do componente. Pelo menos uma das avaliações deverá ser individual.
As notas serão expressas em valores numéricos de zero a dez. A nota final do discente será
computada como a média simples ou ponderada entre o valor obtido em cada uma das três
avaliações do período, podendo uma das três avaliações ser permutada pela avaliação substitutiva.
Em caso de falta à avaliação em componente curricular, por impedimento legal, doença grave
atestada por serviço médico de saúde ou motivo de força maior e caso fortuito, devidamente
comprovado nos termos da lei, o discente deve protocolar na secretaria responsável pelo
componente curricular o requerimento para avaliação de segunda chamada ao docente, no período
de 72 h.
174
[Link] Frequência
A frequência às atividades curriculares será obrigatória e a aprovação em qualquer disciplina
será condicionada à frequência mínima de 75% de aulas ministradas. Esta regra também se aplica
ao trancamento de disciplina.
Importante: Os sábados também são reservados à reposição de aulas não ministradas, mediante
acerto professor/turma.
[Link] Exceções
Decreto-Lei Nº 715/69
Situação de Reservistas, quando de sua apresentação obrigatória, e dos alunos matriculados nos
órgãos de formação de reservistas, quando em serviço.
Decreto-Lei Nº 1.440/69
Portadores de determinadas afecções orgânicas, podem ter sua frequência substituída por
trabalhos a serem feitos em casa desde que, ao exame médico, se considere que a capacidade de
aprendizagem não esteja prejudicada. Deve-se observar:
A transitoriedade do problema patológico;
A conservação ou permanência da capacidade de aprender;
Acompanhamento através de trabalhos, o que implica em uma concessão a priori do
privilégio, caracterizando-se, antes, como uma situação especial de frequência e, não, como
simples justificativas de faltas, assim mesmo só enquanto persistir o problema.
O artigo 3º diz que: “Dependerá o regime de exceção neste decreto-lei estabelecido, de laudo
médico elaborado pela autoridade oficial do sistema educacional”.
Parecer 672/86
Diz o parecer que não há “dificuldade de enquadrar os casos apontados na lei”, por exemplo, ”o
de acidentes graves ou outras moléstias que exijam internação hospitalar ou impeçam a sua
locomoção por período de uma semana ou mais”.
Decreto 69.053/71
Regulamentado pela Portaria 283-BSB/72, autoriza, em seu artigo 2º, o direito de frequentar
“em regime especial as provas e as aulas das disciplinas, a alunos que faltarem durante o
cumprimento da missão”, fazendo parte de representação oficial em congressos, conclaves ou
competições artísticas e desportivas.
Lei Federal Nº 6.202/75
175
Concede um regime especial para aluna gestante, pelo qual ela fica liberada, durante quatro
meses, de frequência às aulas. Para isso compete à aluna, no 8º mês de gravidez, apresentar atestado
médico, requerendo seu direito.
176
A avaliação do projeto deve considerar os objetivos, habilidades, e competências previstas a
partir de um diagnóstico preliminar, que será elaborada pela Comissão de Avaliação Institucional
do Programa, devendo levar em conta o processo estabelecido para implementação do Projeto. Esse
processo de avaliação será feito por meio de seminários para tomada de decisões com relação ao
desenvolvimento do Projeto de Curso.
Neste sentido, as questões administrativas serão orientadas para que o aspecto acadêmico
seja sempre o elemento norteador do ensino, da pesquisa e da extensão. Assim, a gestão será
participativa, ressaltando-se o papel do NDE na definição de políticas, diretrizes e ações, bem como
da avaliação, entendida como um processo contínuo que garante a articulação entre os conteúdos e
as práticas pedagógicas.
O Projeto Pedagógico não tem seu valor condicionado à idéia de que possa ser encarado
como verdade irrefutável ou imutável. Seu valor depende da capacidade de dar conta da realidade
em sua constante transformação e, por isso, deve ser passível de modificações, superando limitações
e incorporando novas perspectivas configuradas pelo processo de mudança da realidade. De acordo
com ABRAMOWICZ (1994, p. 156) as avaliações são auxiliares legítimas da construção do
conhecimento em aspecto amplo, não apenas dos conteúdos trabalhados, mas também de posturas e
atitudes. Por isso, é necessária a realização de avaliações capazes de proporcionar melhorias naquilo
que se está ensinando, já que fornece subsídios para o aperfeiçoamento do ensino que é uma das
mais importantes funções da avaliação.
Assim, a avaliação do Projeto Pedagógico deve ser considerada como uma ferramenta
construtiva visando contribuir para a implementação de melhorias e inovações que permitam
identificar possibilidades, orientar, justificar, escolher e tomar decisões no âmbito da vida
acadêmica de alunos, professores e funcionários.
Seguindo essas premissas, o Instituto de Saúde Coletiva efetivará seu processo avaliativo de
maneira integrada considerando as diferentes categorias que o compõe. No curso de Farmácia a
avaliação será organizada como mencionado abaixo:
177
integrantes das categorias dos discentes, docentes, técnico-administrativo e da coordenação do
curso.
A Avaliação Interna será realizada por representantes dos segmentos de ensino, pesquisa,
extensão e administração do Curso, utilizando-se dos instrumentos propostos por uma Comissão
Institucional de Avaliação do Curso, nomeada pelo Diretor do Instituto, sendo que os professores
que integrarão esta comissão deverão ser indicados pelo Colegiado do Curso de Farmácia. Os
178
técnicos-administrativos educacionais e os discentes deverão ser indicados por suas respectivas
categorias.
A Comissão será constituída por, no mínimo, dois docentes, dois discentes e dois técnicos-
administrativos em educação do Instituto ao qual o curso está vinculado (Isco). Na comissão de
avaliação do Curso se concentrará a liderança do processo de avaliação. Cabe a ela avaliar e
conduzir todas as atividades realizadas no seu âmbito, redigir o Relatório de Avaliação Interna e
acompanhar a avaliação externa.
Os relatórios e pareceres elaborados pela Comissão deverão ser discutidos com toda a
comunidade envolvida, através de seminários. Esta avaliação interna permitirá ao Curso aperfeiçoar
o seu projeto político pedagógico.
Na perspectiva avaliadora, o parâmetro considerado é o próprio Curso em sua evolução
histórica, os objetivos que ele próprio traçou para si e a realização destes objetivos em suas
atividades de ensino, pesquisa, extensão e administração, além do currículo do curso.
Avaliação externa
Esta avaliação será composta pelos mecanismos de avaliação do Mec e da sociedade civil,
dos quais são exemplos o Exame Nacional de Cursos, previsto pelo Sistema Nacional de Avaliação
do Ensino Superior (Sinaes) e a avaliação efetuada pelos especialistas do Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Os dados oriundos desses processos serão levados em
consideração no processo de avaliação interna e servirão para aferição da consonância dos objetivos
e perfil dos egressos do curso para com os anseios da sociedade.
Reavaliação
179
comunidade acadêmica visando rever e, ou, aperfeiçoar seu projeto pedagógico, suas metas e a
elaboração de propostas para o seu desenvolvimento.
180
investigação que tem início, meio e fim, e cujos resultados são atingidos pelo aluno em função da
execução de um Plano de Trabalho.
O Programa de Iniciação Científica do Isco será visto como um guia que permitirá ao
acadêmico dar um salto na própria formação pessoal. A partir do momento que se oferece métodos
para um aproveitamento efetivo da pesquisa e da produção acadêmica, regras a serem seguidas, e
professores com disponibilidade para atender e orientar os novos pesquisadores, os alunos estarão
encontrando as melhores condições para o desenvolvimento de uma produção acadêmica séria.
Envolvendo diretamente o acadêmico de graduação na pesquisa, a Iniciação Científica
apresentar-se-á como uma verdadeira escola, que necessitará ser mantida e ampliada. Será um
importante elemento na estruturação de recursos humanos, pois se colocará como ponto de partida
para a formação de novos cientistas (mestres e doutores) e, principalmente, estimulará a produção
de novos conhecimentos.
A atividade de pesquisa permitirá a aprendizagem de técnicas e métodos científicos além do
estímulo ao desenvolvimento do pensar cientifico e da criatividade, o que contribui, em última
instância, para que o aluno tenha uma formação acadêmica mais completa.
3. RECURSOS HUMANOS
181
Lorena Caryna de Macedo Favacho (Assistente Adm.)
3.11 Docentes
183
Soraia Valéria de Oliveira Coelho BACHAREL EM CIÊNCIAS DEDICAÇÃO
01 DOUTORADO
Lameirão BIOLÓGICAS EXCLUSIVA
LICENCIATURA EM DEDICAÇÃO
02 Annelyse Rosenthal Figueiredo MESTRADO
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EXCLUSIVA
BACHAREL EM
DEDICAÇÃO
04 Wilson Sabino* DOUTORADO QUÍMICA/BACHAREL EM
EXCLUSIVA
FARMÁCIA BIOQUÍMICA
BACHAREL EM DEDICAÇÃO
08 Luciana Fernandes Pastana Ramos MESTRADO
FISIOTERAPIA EXCLUSIVA
LICENCIATURA EM DEDICAÇÃO
12 Silvia Katrine Silva Escher MESTRADO
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EXCLUSIVA
BACHAREL EM
DEDICAÇÃO
13 Fagner Sousa de Aguiar MESTRADO ENGENHARIA DE
EXCLUSIVA
ALIMENTOS
184
BIOQUÍMICA EXCLUSIVA
BACHAREL EM CIÊNCIAS
DEDICAÇÃO
17 Maxwell Barbosa da Santana DOUTORADO BIOLÓGICAS MODALIDADE
EXCLUSIVA
MÉDICA (Biomedicina)
BACHAREL EM DEDICAÇÃO
18 Carlos Ivan Aguilar Vildoso DOUTORADO
AGRONOMIA EXCLUSIVA
REGIME DE
Nº FORMAÇÃO I TITULAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO
TRABALHO
REGIME DE
FORMAÇÃO II TITULAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO
TRABALHO
185
(IBEF) Exclusiva
4. INFRAESTRUTURA
O Curso de Farmácia funciona hoje na Unidade Tapajós, localizado na Rua Vera Paz, s/n,
Bairro do Salé, e na Unidade Amazônia, localizado na Avenida Mendonça Furtado , 2.946, Bairro
de Fátima . Na Unidade Amazônia, está a sede do Instituto de Saúde Coletiva, onde o Curso de
Farmácia se encontra vinculado.
A sede do Instituto de Saúde Coletiva – Isco, está localizada na Unidade Amazônia, salas
203 e 204, estando subdivida da seguinte forma: sala da secretaria acadêmica, onde funciona a
recepção; sala da secretaria administrativa; sala da secretaria técnica; sala das coordenações dos
cursos; sala da vice-direção; sala da direção; banheiro e cozinha. A sala dos professores está
localizada no mesmo piso, sala 224 e é de uso compartilhado, subdividida por dupla de professores.
As salas de aulas estão localizadas tanto na Unidade Tapajós, como na Unidade Amazônia,
totalizando 04 (quatro) salas, em geral com uma área de 60 m2, dispondo de quadro branco e data
show, iluminação natural e refrigeração. As turmas estão assim distribuídas:
186
Farmácia 2012 (tarde) - Sala 213 – Unidade Tapajós.
4.4 LABORATÓRIOS
Coordenador
Prof. Dr. Waldiney Pires Moraes
Técnico de Laboratório (área – Biodiagnóstico)
Jander Marcos Cirino Lopes
187
Para acesso ao mesmo, o docente necessita agendar suas aulas junto à coordenação do
mesmo, para evitar acumulação de turmas, pois o mesmo suporta até 20 alunos por turma. De
acordo com a norma de funcionamento, é necessário que o aluno porte os Equipamentos de
Proteção Individual – EPI para evitar acidentes com algum reagente, vidrarias ou materiais
biológicos. A porta de acesso ao laboratório tem abertura para fora e possui largura adequada.
Internamente, é dividido em 3 ambientes, sendo que uma é destinada ao professor responsável,
outra de igual tamanho para a realização de experimentos e pesquisa e a área maior destinada ao
ensino, somando uma área total de 48,45 m². Este local de pesquisa pode atender toda a demanda
anual das vagas ofertadas ao Curso de Farmácia, que corresponde a 80 vagas ofertadas. Está
equipado com materiais de segurança. Os equipamentos estão distribuídos regularmente pelas
bancadas, sendo uma tomada para cada equipamento.
Coordenador
Prof. Msc. Fagner Sousa de Aguiar
Técnica de Laboratório (área - Análises Clínicas):
Alcilene Ferreira da Silva Viana
188
Coordenadora
Profª Drª Kariane Mendes Nunes
Técnico de Laboratório (área – Química)
Adenilson de Sousa Barroso
Coordenador:
Coordenadores:
Rosa Helena Veras Mourão (Isco)
Farmácia Universitária: A Farmácia Universitária será composta por vários ambientes todos
interligados. Terá a seguinte composição: área para laboratório de manipulação de sólidos (30 m²),
área para laboratório de manipulação de semi-sólidos (30 m²), manipulação de fitoterápicos (30
m²), laboratório de controle de qualidade (30 m²), sala de lavagem (10 m²), esterilização (10 m²),
sala de paramentação (10 m²), Armazenamento de medicamentos aprovados e em quarentena (16
m²), administração (16 m²), área de dispensação (16 m²). Este ambiente deverá dispor de
bancadas, pias com torneiras e água encanada, armários, capelas, chuveiro lava-olhos, janelas e
exaustão constante. As paredes deverão ser laváveis. Será necessária uma antessala para
descontaminação. Neste espaço deverá conter equipamentos e/ou maquinários a serem utilizados
nos laboratórios, com potência elétrica (em Watts), Tensão (127 e 220). Deverá possuir entradas
laterais independentes para pessoas e recebimentos de materiais.
190
5. REFERÊNCIAS
FREIRE, Paulo. Educação Como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967.
191
ANEXOS
192
ANEXO I
193
§ 4º – Excepcionalmente disciplinas e atividades cursadas além da carga horária mínima
exigida no currículo poderão ser consideradas Atividades Complementares para fins de
integralização do curso até, no máximo, um terço da carga horária total exigida para as
Atividades Complementares.
194
ANEXO II
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
COORDENADORIA GERAL DE ESTÁGIOS
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS NORTEADORES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1º O Estágio Supervisionado dos Cursos de Graduação do Isco obedecerá aos seguintes
princípios:
I – a aplicação e a ampliação dos conhecimentos próprios da sua formação profissional;
II – efetiva participação do aluno em situações reais de trabalho, permitindo a percepção da
realidade do seu meio profissional e social e o desenvolvimento da sua capacidade crítica;
III - a autonomia intelectual pela aproximação entre a vida estudantil e a vida profissional;
IV – o desenvolvimento do senso de responsabilidade e compromisso com sua carreira profissional;
V – fortalecimento da integração entre ensino, pesquisa e extensão.
CAPÍTULO II
DA CONCEPÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1º Para os fins deste Regulamento considera-se Estágio Supervisionado um conjunto de
atividades técnico-científicas realizadas em ambiente de trabalho com o objetivo de capacitar o
discente para o trabalho profissional na sua área de formação.
195
Art. 2º O Estágio Supervisionado deve constituir-se de atividades de formação teórico-
prática orientada e supervisionada, de modo a promover o desenvolvimento de habilidades e
competências básicas, gerais e específicas, bem como de atitudes formativas para o exercício
profissional socialmente comprometido.
CAPÍTULO III
DA NATUREZA E MODALIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
196
Art. 4º A jornada do estágio, respeitando a legislação em vigor, deve ser compatível com o
horário escolar do estagiário e constará no termo de compromisso, não podendo ultrapassar 6 (seis)
horas diárias e 30 (trinta) horas semanais.
Parágrafo único. O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não
estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde
que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino.
CAPÍTULO IV
DOS CONCEDENTES DE ESTÁGIO
Art. 4º O estagiário deve ser incluído em apólice de seguro contra acidentes pessoais, antes
de iniciar o Estágio, e informado o número da apólice no termo de compromisso.
§ 1º Caberá à Concedente do Estágio não obrigatório a responsabilidade pelo seguro.
§ 2º Para o Estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro será assumida pela
Ufopa e, alternativamente, pela instituição concedente, ou em último caso pela contratação do
próprio aluno se este estiver em acordo.
CAPÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO NÚCLEO DE ESTÁGIO (NE)
198
II – Orientar sobre o cadastro de estágio não obrigatório na Diretoria de Ensino/Proen;
III – Orientar o encaminhamento do discente para o estágio obrigatório através de documentação
específica;
IV – Indicar à Diretoria de Ensino/Proen e manter atualizado a relação de instituições como campo
de estágio;
V – Informar à Diretoria de Ensino/Proen professor orientador para estágio não obrigatório;
VI – Elaborar as normas de estágio que atendam as especificidades dos Programas do Instituto,
respeitando o que dispõe a legislação em vigor e a instrução normativa Nº 006/2010 da Ufopa;
VII – Acompanhar o cumprimento dos convênios;
VIII – Celebrar termo de compromisso com o discente em estágio obrigatório ou com seu
representante e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta
pedagógica do curso, à etapa e modalidade de formação do estudante e ao horário e calendário
acadêmico;
IX – Proceder ao levantamento de interesse e necessidades dos cursos em relação a campos de
estágio e informar à Diretoria de Ensino/Proen;
X – Participar, juntamente com a Diretoria de Ensino/Proen de avaliações dos estágios.
199
I - Frequência às atividades do Estágio;
II- Cumprimento do Plano de Atividades;
III - Relatório semestral ou anual das atividades desenvolvidas no Estágio.
CAPÍTULO VI
DAS OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO
200
c) Pelo descumprimento de quaisquer obrigações constante no Termo de Compromisso, deste
regulamento;
d) Efetivação no quadro de empregados da Unidade Concedente.
e) A pedido do estagiário.
Art. 2º Todos os casos omissos neste regulamento serão decididos pelo NE.
201
ANEXO III
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
BACHARELADO EM FARMÁCIA
CAPÍTULO I
DO CONCEITO, DOS PRINCÍPIOS, DAS FINALIDADES E DOS OBJETIVOS
202
V. Desenvolver a capacidade de identificar, analisar e implementar abordagens e soluções para
problemas sociais, naturais e/ou tecnológicos;
VI. Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na
dinâmica da realidade local, regional e nacional;
VII. Promover o desenvolvimento de projetos de extensão universitária, propondo melhoria dos
problemas identificados;
VIII. Propiciar experiências ao corpo docente do Curso, através das orientações temáticas e do trato
com a metodologia do trabalho científico;
CAPÍTULO II
DA OBRIGATORIEDADE
CAPÍTULO III
DA REALIZAÇÃO
Art. 1º - Para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC o aluno deverá estar
regularmente matriculado na respectiva disciplina, no Curso em questão.
Parágrafo único: Constitui-se em base de fundamentação e instrumentalização, para o bom
desenvolvimento do TCC, outras disciplinas, tais como: Metodologia Científica, Metodologia da
Pesquisa e Bioestatística.
CAPÍTULO IV
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Art. 1º - A estrutura organizacional do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC dos
Cursos de Graduação da Ufopa é composta de:
I. Coordenador de Curso;
II. Professor da Disciplina de TCC;
III. Professores Orientadores;
IV. Alunos.
203
SEÇÃO I
DO COORDENADOR DE CURSO
SEÇÃO II
DO PROFESSOR (ES) DA(S) DISCIPLINA(S) DE TCC
SEÇÃO III
204
DO PROFESSOR ORIENTADOR
SEÇÃO IV
DO ALUNO
205
VI. Entregar ao Professor da Disciplina de TCC, três vias do Trabalho de Conclusão de Curso
(projeto ou artigo final), até a data prevista no cronograma;
VII. Apresentar o projeto ou TCC final para a Banca Examinadora, em data estipulada;
VIII. Entregar, após aprovação final, duas cópias digitalizadas em formato PDF do TCC ao
Professor da Disciplina, em até 15 dias após a aprovação.
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO TCC
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º – Trabalhos de pesquisa que estiverem vinculados a bolsas de iniciação científica da própria
instituição ou de instituições de fomento à pesquisa poderão ser considerados como TCC, quando
não infringirem os artigos deste Regulamento e receberem a aprovação do Colegiado de Curso.
206
Art. 2º – Em caso de trabalhos experimentais, que envolvam seres vivos ou qualquer tipo de risco
ao ambiente, a outrem ou ao próprio aluno, é imprescindível aprovação prévia do Comitê de Ética
em Pesquisa.
Art. 3º – À Universidade Federal do Oeste do Pará são reservados direitos co-autorais dos TCCs
que resultarem em inovação tecnológica, que justifique a solicitação de patente, conforme
legislação em vigor.
Art. 4º – Não haverá, a qualquer título ou pretexto, convalidação ou dispensa da disciplina de TCC
ou sua similar, pelo seu caráter de componente único e obrigatório para a integralização do curso.
Art. 5º – Não será permitida aproveitamento de estudos na disciplina de TCC.
Art. 6º – As questões omissas no presente Regulamento e no Projeto Pedagógico do Curso serão
dirimidas pelo Colegiado do Curso.
Art. 7º – Os TCC´s deverão preferencialmente estar vinculados aos grupos de Pesquisa da Ufopa.
Art. 8º - Uma das vias digitais do TCC ficará arquivada na pasta do aluno na Secretaria Acadêmica
juntamente com a documentação de avaliação, e a outra via digital ficará arquivada na biblioteca,
cabendo ao professor da disciplina os encaminhamentos necessários.
- Os manuscritos deverão utilizar aplicativos compatíveis com o Microsoft Word. Devem ser
escritos em página formato A4 com margens de 2 cm, espaçamento duplo, fonte Times New
Roman, tamanho 12, justificado.
- Deve-se adotar no texto as abreviações padronizadas (por exemplo: Kg=quilograma) ou
abreviações criadas pelo autor, desde que a designação da mesma seja informada na sessão
materiais e métodos do trabalho/projeto.
- A primeira citação da abreviatura entre parênteses deve ser precedida da expressão correspondente
por extenso. Por exemplo: Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
207
- O recurso de itálico deverá ser adotado apenas para realmente destacar partes importantes do
texto, como por exemplo, citações ipsis literis de autores consultados, partes de depoimentos,
entrevistas transcritas, nomes científicos de organismos vivos e termos estrangeiros.
ESTRUTURA DO ARTIGO
- Título: deverá ser conciso e não ultrapassar 30 palavras, informativo, digitado em negrito com
letras minúsculas utilizando a fonte Times New Roman (tamanho 14), com exceção da primeira
letra, dos nomes próprios e/ou científicos.
- Autores: deverão ser adicionados a um espaço abaixo do título, centralizados, separados por
vírgula. O símbolo “&” deve ser adicionado antes do último autor (Ex.: Paulo da Paz, João de Deus
& Pedro Bondoso). Inserir os nomes completos dos autores, por extenso, com letras minúsculas
com exceção da primeira letra de cada nome.
- Afiliação do autor: cada nome de autor deverá receber um número arábico sobrescrito
indicando a instituição na qual ele é afiliado. A lista de instituições deverá aparecer imediatamente
abaixo da lista de autores. O nome do autor correspondente deverá ser identificado com um
asterisco sobrescrito. O e-mail institucional, endereço completo, CEP, telefone e fax do autor
correspondente deverão ser escritos no final da primeira página.
- Resumo (Abstract): deverá ser escrito na segunda página do manuscrito, não deverá exceder
200 palavras, deverá conter informações sucintas que descrevam objetivo da pesquisa,
metodologia, discussão/resultados e a(s) conclusão(ões). Os manuscritos devem ter um Resumo
traduzido para o inglês (Abstract). O Abstract deve ser digitado na terceira página do manuscrito
e deve ser revisado por um profissional de edição de língua inglesa. Caso o manuscrito seja escrito
em inglês, esse deverá apresentar um Resumo em português.
- Palavras-chave (Keywords): são fundamentais para a classificação da temática abordada no
manuscrito em bancos de dados nacionais e internacionais. Serão aceitas entre 3 e 5 palavras-chave.
Após a seleção, sua existência em português e inglês deve ser confirmada pelo(s) autor (es) do
manuscrito no endereço eletrônico [Link] (Descritores em Ciências da Saúde - Bireme).
As palavras-chave (Keywords) deverão ser separadas por vírgula e a primeira letra de cada
palavra-chave deverá maiúscula.
- Introdução: Situa o leitor quanto ao tema que será abordado e apresenta o problema de estudo,
destaca sua importância e lacunas de conhecimento (justificativa da investigação), e inclui ainda os
objetivos (geral e específico) a que se destina discutir.
208
- Materiais e Métodos: Nessa seção o autor (es) deve (m) apresentar o percurso metodológico
utilizado que apresente o tipo de estudo (se qualitativo ou quantitativo), de base empírica,
experimental ou de revisão de forma que identifique a natureza/tipo do estudo. São fundamentais os
dados sobre o local onde foi realizada a pesquisa; população/sujeitos do estudo e seus critérios de
seleção (inclusão e exclusão) e cálculo amostral. Nos casos de pesquisa experimental cabe a
identificação do material, métodos, equipamentos, procedimentos técnicos e métodos adotados para
a coleta de dados.
Na apresentação do tratamento estatístico/categorização dos dados cabe informar a técnica
ou programa utilizado no tratamento e análise. No caso de artigos que trazem resultados de
pesquisas envolvendo seres humanos ou animais, os autores devem explicitar na seção de
Metodologia que a pesquisa foi conduzida dentro de padrões éticos exigidos pela Comissão
Nacional de Ética em Pesquisa/Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde
(CONEP/CNS/MS). Deve-se atentar, sobretudo, ao disposto na Resolução CNS/MS nº 466/2012.
No caso de experimento com animais deverá atender aos padrões éticos da Resolução nº 714, de 20
de junho de 2002, publicada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. O parecer do CEP
deve seguir anexado ao processo de submissão.
Quanto ao estudo de espécies vegetais deve ter obrigatoriamente a identificação do seu local
de coleta, como comunidade ou região, cidade, estado, país de origem e referencial (Ex: FLONA
próximo ao Km 163, etc). Quando possíveis dados de GPS são recomendados. Adicionalmente, o
responsável pela identificação da espécie (taxonomista) e o depósito da exsicata devem ser
obrigatoriamente informados.
209
As Tabelas devem apresentar dados numéricos como informação central, e não utilizar
traços internos horizontais ou verticais. As notas explicativas devem ser colocadas no rodapé da
tabela, com os seus respectivos símbolos. Se houver ilustração extraída de outra fonte,
publicada ou não, a fonte original deve ser mencionada abaixo da tabela.
As fotos deverão garantir o anonimato de qualquer indivíduo que nela constar. Caso os
autores queiram apresentar fotos com identificação pessoal, deverão apresentar permissão
específica e escrita para a publicação das mesmas.
- Referências Bibliográficas: A veracidade das referências é de responsabilidade dos autores. As
referências bibliográficas deverão estar de acordo com as normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT) (NBR 6023, agosto de 2002).
210
FICHA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE TCC E TCC FINAL
Aos dia/mês/ano, às _______ horas, foi convocada e formada a banca examinadora composta de
três professores e/ou autoridades docentes desta Universidade, abaixo nominados, para o exame do
Foi concedido o tempo máximo de 20 minutos para o(a) acadêmico(a) fazer a exposição oral do
trabalho, atribuindo-se outros 10 minutos para arguições. Após a apresentação foram feitas as
211
Resultados e Bibliografia. Após a deliberação, concluída a presente banca de exame de TCC, (a)
( ) Reprovado.
condicionada à entrega da versão final do TCC, com as devidas alterações apontadas pela Banca
212