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Códigos de Linha e Transmissão de Impulsos

O documento discute vários códigos de linha para transmissão de sinais digitais. Apresenta códigos unipolares, polares e bifásicos, explicando como cada um representa sequências binárias e suas características espectrais. Também explica códigos de blocos como 4B3T e 2B1Q que mapeiam blocos de bits para símbolos ternários e quaternários.
Direitos autorais
© Attribution Non-Commercial (BY-NC)
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Tópicos abordados

  • sistemas de comunicação,
  • sistemas VLSI,
  • características de temporizaçã…,
  • sinais digitais,
  • impulsos unipolares,
  • espectro de potência,
  • códigos de linha de alta capac…,
  • codificação de linha ternária,
  • redes locais,
  • impulsos de balanceamento
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Códigos de Linha e Transmissão de Impulsos

O documento discute vários códigos de linha para transmissão de sinais digitais. Apresenta códigos unipolares, polares e bifásicos, explicando como cada um representa sequências binárias e suas características espectrais. Também explica códigos de blocos como 4B3T e 2B1Q que mapeiam blocos de bits para símbolos ternários e quaternários.
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  • sistemas VLSI,
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  • impulsos unipolares,
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  • códigos de linha de alta capac…,
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Transmisso de impulsos em

banda-base

1
Cdigos de linha
Sequncias pseudo-aleatrias
Baralhadores
Cdigos de linha
A transformao de uma sequncia binria na sua representao
elctrica feita atravs da codificao de linha.
Como representar a sequncia de bits 1 0 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 0 1, em
que cada bit tem a durao de T segundos?
Uma possibilidade atribuir aos bits 1 um impulso rectangular de
polaridade positiva e durao T e atribuir aos bits 0 um impulso nulo (isto
, a ausncia de impulso):
2 4 6 8 10 12
0
1
Tempo (t/T)
V
1
1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0

Diz-se que estes impulsos so impulsos unipolares NRZ.
Tambm poderamos ter representado a sequncia de bits da forma
seguinte atravs de impulsos polares NRZ:

2 4 6 8 10 12
1
Tempo (t/T)
V
1
1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0
0
-1

Existem muitos outros cdigos de linha. A sua escolha depende das
caractersticas que pretendermos.
Cdigos de linha 2
Cdigos de linha
Requisitos
Consoante a aplicao, algumas das seguintes caractersticas so
desejveis na codificao de linha:
Componente contnua nula
Esta caracterstica conveniente se houver transformadores no sistema,
pois estes bloqueiam a componente contnua dos sinais entrada.
Suficiente informao de temporizao para a recuperao de relgio no
receptor.
Espectro de frequncia com pequena largura de banda situada a baixas
frequncias.
Para minimizar a influncia de crosstalk, rudo trmico, rudo impulsivo,
interferncias rdio e atenuao em cabos.
Transparncia (isto , adequao) para todos os tipos de mensagens
Descodificao unvoca (sem ambiguidades)
Elevada imunidade a perturbaes aditivas
Esta caracterstica favorece um sinal de linha binrio porque combina
boa qualidade de deteco no receptor com facilidade de gerao no
emissor.
Capacidade de correco de erros
Facilidade de igualizao das caractersticas do canal, se necessrio
Relao linear entre os sinais codificados e descodificados, se se usar
filtragem transversal adaptativa
Cdigos de linha 3
Cdigos de linha
Exemplos

0
1
-1
0
1
-1
0
1
-1
0
1
1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 0 1 1
Unipolar NRZ
Polar NRZ
Bipolar NRZ
(AMI)
Manchester
-1
0
1
HDB3
v
v
4B3T
-
0
+
-1
0
1
CMI
1
2B1Q
3
-3
-1
T
2T
4T

Cdigos de linha 4
Cdigos de linha
Variantes do cdigo AMI: HDB3 e CMI
Na codificao AMI uma sequncia de entrada com muitos bits 0
consecutivos origina uma longa sada sem impulsos. No havendo impulsos
no h transies, ou cruzamentos por zero, facto que no desejvel do
ponto de vista da recuperao de relgio. Duas variantes que garantem que
no existem intervalos longos sem transies so os cdigos HDB3 e CMI.
CMI (Coded Mark Inversion)
O bit 1 representado exactamente como em AMI: um impulso de
durao T segundos de polaridade alternada.
O bit 0 representado pelo impulso
t
1
-1
T 0

1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 0 1 1
-1
0
1
CMI

HDB3 (High Density Bipolar with 3 0 maximum)
Na ausncia de sequncias de mais de trs zeros consecutivos este
cdigo idntico ao cdigo AMI.
Caso surjam quatro ou mais zeros consecutivos introduzem-se impulsos
extra os impulsos V e os impulsos B.
Cdigos de linha 5
Cdigos de linha
O cdigo HDB3
Na ausncia de sequncias de mais de trs zeros consecutivos este cdigo
idntico ao cdigo AMI.
Numa sequncia de quatro ou mais zeros o quarto zero representado
por um impulso com polaridade tal que viole a regra de codificao AMI,
isto , tem a mesma polaridade que o 1 anterior. A este impulso
chama-se impulso V (Violao).
Estes impulsos extra no garantem um nmero semelhante de impulsos
positivos e negativos.
Temos de introduzir os chamados impulsos B (Balanceamento) em
concordncia com as regras AMI:
Se um impulso V tiver a mesma polaridade do impulso V precedente
introduz-se um impulso B no primeiro dos quatro bits 0.
Se os impulsos V tiverem polaridades contrrias no preciso
anteceder o segundo de um impulso B.
O codificador tem de armazenar cada bit de entrada at que trs bits
subsequentes tenham chegado.
Cdigos de linha 6
Cdigos de linha
O cdigo HDB3
Codificao apenas com impulsos de violao:

-1
1
1 0 0 1 1 1 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1
V V V

Neste exemplo h um desequilbrio no nmero de impulsos positivos e
negativos, da a necessidade de se introduzirem os impulsos de
balanceamento:

-1
1
1 0 0 1 1 1 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1
V V
V B
B

No descodificador dois impulsos de igual polaridade so interpretados
assim:
O segundo impulso corresponde sempre a um bit 0;
O primeiro impulso corresponde a um bit 1 ou a um bit 0 consoante
haja trs ou dois zeros de permeio, respectivamente.

3T
2T
0 0 0 0 1 0 0 0 0

Cdigos de linha 7
Densidade espectral de potncia de
uma onda binria polar aleatria
Qual a densidade espectral de potncia de uma sequncia polar NRZ
aleatria de amplitude A?

2T 4T
A
t
x(t)
T
1 1 1 1 1 0 0 0
0
-A
3T

Comecemos pela funo de autocorrelao:

( )
2
1 | | | |
( )
0 | |
x
A T T
R
T

<
=


A
2

T -T
R
x
()

Pelo teorema de Wiener-Khintchine a sua transformada de Fourier a
densidade espectral de potncia: ( ) ( )
x x
. R S f
F

0 1/T
A
2
T
S
x
(f)
2/T -1/T -2/T f
Sinalizao
Polar NRZ
2 2
( ) sinc ( )
x
S f A T fT =

Cdigos de linha 8
Densidade espectral de potncia de
uma onda binria aleatria (cont.)
Mas
[ ]
2
2 2
sinc( )
( ) sinc ( )
x
AT fT
S f A T fT
T
= == .
Ora dentro de [] est a transformada de Fourier do impulso
rectangular (de durao T e amplitude A) que deu origem sequncia polar:

Nos tempos
0 T /2
A
t - T/2
g(t)
Nas frequncias
0
1/T
f
G(f)
( ) sinc( ) G f AT fT =
AT
-1/T

Alm disso
a densidade espectral de energia de um impulso igual amplitude
da sua transformada de Fourier ao quadrado.
Ou seja, S
x
(f) igual densidade espectral de energia do impulso
rectangular a dividir pela sua durao.
Generalizando:
A densidade espectral de potncia de uma onda binria aleatria na qual os
smbolos binrios so representados por g(t) igual densidade espectral
de energia do impulso g(t) a dividir pela durao do smbolo, T.
Cdigos de linha 9
Cdigos de linha
Espectros de potncia
A durao de cada bit T segundos.
A amplitude dos impulsos, A, normaliza a potncia mdia (valor unitrio).
A sequncia binria aleatria e os smbolos 0 e 1 so equiprovveis.
Espectro de potncia de um impulso rectangular de durao T segundos:
T/2 -T/2 t
1

fT T f S
2 2
sinc ) ( =

Sinais unipolares NRZ:
(

+ = ) (
1
1 ) ( sinc
4
) (
2
2
f
T
fT
T A
f S ( = 2
2
A )
Sinais polares NRZ: ( = ) ( sinc ) (
2 2
fT T A f S = 1
2
A )
Sinais unipolares RZ:
(
(

+ =

= n
T
n
f
T
fT T A
f S ) (
1
1 )
2
( sinc
16
) (
2
2
( 4
2
= A )
Sinais bipolares (AMI) NRZ: ( fT) ( sen ) ( sinc ) (
2 2 2
fT T A f S = 1
2
= A )
Sinais bipolares (AMI) RZ: fT) ( sen
2
sinc
4
) (
2 2
2

|
.
|

\
|
=
fT T A
f S ( 4
2
= A )
Sinais bifsicos (Manchester):
|
.
|

\
|
|
.
|

\
|
=
2
fT
sen
2
sinc ) (
2 2 2
fT
T A f S ( 1
2
= A )
Cdigos de linha 10
Cdigos de linha
Espectros de potncia
0 1/T 2/T 3/T
0
T/2
T
1: Unipolar NRZ
2: Polar NRZ
3: AMI NRZ
4: Manchester
1
3
2
4
f
S(f)

Largura de banda da codificao AMI NRZ: T 1 Hz.
A sinalizao bifsica ocupa uma maior largura de banda (quase 2/T Hz).
0 1/T 2/T 3/T
0
T/2
T
1: Unipolar NRZ
2: Unipolar RZ
3: Polar NRZ
4: AMI NRZ
5: AMI RZ
1
2
3
4
5
f
S(f)

Notar os impulsos de Dirac na sinalizao unipolar.
Cdigos de linha 11
Cdigos de linha 4B3T e 2B1Q
Estes dois cdigos so exemplos de cdigos de linha de blocos.
4B3T
Neste cdigo converte-se um bloco de 4 dgitos binrios num bloco de 3
dgitos ternrios.
Dos blocos ternrios de sada possveis s so usados 16,
correspondentes aos blocos binrios de entrada possveis.
27 3
3
=
16 2 =
4
A diferena entre o nmero de nveis positivos (+) e negativos (-) vai
sendo armazenada medida que decorre a codificao. A esta diferena
chama-se disparidade acumulada.
A escolha dos blocos ternrios faz-se de acordo com a histria passada do
sinal e obedece a um diagrama de transio de estados ou a uma tabela.
A taxa de transmisso (nmero de smbolos/s) 75% do dbito binrio
original.
No existe uma tabela nica de codificao. Aqui vo ser apresentadas
duas (Tabela A e Tabela B).
2B1Q
Um bloco de dois bits convertido num nico dgito quaternrio.
Ao contrrio do cdigo 4B3T, neste cdigo todos os smbolos
quaternrios de sada podem ser usados.
A taxa de transmisso reduzida para metade do dbito binrio original.
Cdigos de linha 12
Cdigo de linha 4B3T
Tabela de codificao de Jessop-Waters (Tabela A)
Palavra binria Palavra ternria Disparidade
Modo positivo Modo negativo
0000 0 - + 0 - + 0
0001 - + 0 - + 0 0
0010 - 0 + - 0 + 0
1000 0 + - 0 + - 0
1001 + - 0 + - 0 0
1010 + 0 - + 0 - 0
0011 + - + - + - 1
1011 + 0 0 - 0 0 1
0101 0 + 0 0 0 1
0110 0 0 + 0 0 - 1
0111 - + + + - - 1
1110 + + - - - + 1
1100 + 0 + - 0 - 2
1101 + + 0 - - 0 2
0100 0 + + 0 - - 2
1111 + + + - - - 3
Diagrama de transio de estados

+2 +1
-1 -2
+3 -3
-1
-1
-1
-2
-2 2 2
-2
2
1
1
1
-3
-3
-3
3
3
3
+3
3
r
r

Dispa idade da
palav a ternria
Disparidade
acumulada
Cdigos de linha 13
Cdigo de linha 4B3T
Tabela de codificao alternativa (Tabela B)

Sinal de Sinal de sada ternrio
entrada Disparidade acumulada
binrio -2, -1 ou 0 1, 2 ou 3
0000 + 0 - + 0 -
0001 - + 0 - + 0
0010 0 - + 0 - +
0011 + - 0 + - 0
0100 0 + - 0 + -
0101 - 0 + - 0 +
0110 0 0 + 0 0 -
0111 0 + 0 0 - 0
1000 + 0 0 - 0 0
1001 + + - - - +
1010 + - + - + -
1011 - + + + - -
1100 0 + + 0 - -
1101 + 0 + - 0 -
1110 + + 0 - - 0
1111 + + + - - -
Cdigos de linha 14
Cdigo de linha 2B1Q
Definio ANSI T1.601 para a RDIS
De acordo com a norma ANSI T1.601 a codificao 2B1Q definida
pela seguinte tabela:
Primeiro bit
(polaridade)
Segundo bit
(grandeza)
Smbolo
quaternrio
Tenso
(volts)
1 0 +3 2,5
1 1 +1 0,833
0 1 -1 -0,833
0 0 -3 -2,5
Se o primeiro bit for 1 o impulso positivo, se for 0 negativo.
Se o segundo bit for 1 o impulso vale 0,833 V, se for 0 vale 2,5 V.
Exemplo:
1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 0 1
+3 +1 -3 -3 +3 -3 -1 +1
Bits
Smbolos
0,833
2,5
-2,5
-0,833
2T
V
t

Cdigos de linha 15
Cdigo de linha 3B4B
Uma tabela de codificao 3B4B:
Sada
Entrada Negativa 0 Positiva Disparidade
001 - - + + 0
010 - + - + 0
100 + - - + 0
011 - + + - 0
101 + - + - 0
110 + + - - 0
P
a
l
a
v
r
a
s

b
a
l
a
n
c
e
a
d
a
s

000 - - + - + + - + 2
111 - + - - + - + + 2
Uma tabela de descodificao 3B4B:
Palavra de cdigo
recebida
Descodificada
em
- - - -
*
001
- - - +
*
000
- - + -

000
- - + +

001
- + - -

111
- + - +

010
- + + -

011
- + + +
*
011
+ - - -
*
100
+ - - +

100
+ - + -

101
+ - + +

111
+ + - -

110
+ + - +

000
+ + + -

111
+ + + +

110
* palavra proibida
Cdigos de linha 16
Cdigo de linha 3B4B
Codificador (exemplo):

Somador
0 0 0
+
+2
-2
Disparidade acumulada:
era +2 e vai passar a 0
Codificador
Palavra
binria de
entrada
Palavra de
cdigo de
sada
Disparidade

Exemplo de codificao:
Pretende-se codificar a sequncia binria 111011000000010100
supondo que a disparidade inicial nula.
R.: Secciona-se a sequncia de entrada em blocos de trs bits e usa-se a
tabela seguinte:
Entrada Disparidade
anterior
Palavra de cdigo Disparidade
acumulada
111 0 - + - - -2
011 -2 - + + - -2
000 -2 + + - + 0
000 0 - - + - -2
010 -2 - + - + -2
100 -2 + - - + -2

Sequncia codificada: - + - - - + + - + + - + - - + - - + - + + - - +

Cdigos de linha 17
Codificao diferencial
Por vezes o sinal digital fica invertido ao atravessar os diversos circuitos
do sistema de comunicaes (ou seja, em vez de se receber s(t) recebe-se
-s(t)). Um codificador diferencial resolve o problema.

Codificador
diferencial

c
k
a
k
=
{0,1}
b
k
d
k
e
k

k
Descodificador
diferencial

b
k
= a
k
b
k-1

k
= e
k
e
k-1

Codificador
de linha

Canal
Descodificador
de linha


e
k-1


b
k-1
T

T


Suponhamos que o receptor recebe a sequncia d
k
= -c
k
(em vez de
c
k
).
a
k
0 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0
b
k
0 0 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0
c
k
-1 -1 +1 -1 -1 -1 -1 +1 +1 -1 -1 -1
d
k
+1 +1 -1 +1 +1 +1 +1 -1 -1 +1 +1 +1
e
k
1 1 0 1 1 1 1 0 0 1 1 1

k
0 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0
Um bit 1 entrada do codificador diferencial gera sada um bit
diferente do anterior e um bit 0 no o altera.

Como se comprova, a sequncia original a
k
foi correctamente estimada
apesar da inverso de sinal ocorrida!
Cdigos de linha 18
Cdigos de linha 19
Cdigos de linha: onde se usam?
AMI
Primeiro a ser usado nos sistemas de pares simtricos de cobre.
Substitudo por cdigos AMI modificados.
HDB3
Norma G.703 da ITU-T para sistemas PCM multiplexados a 2, 8 e 34
Mbits/s.
CMI
Norma G.703 da ITU-T para PCM multiplexado a 140 Mbits/s.
Cdigo bifsico (Manchester)
Distribuio de sinais de relgio em circuitos VLSI.
Gravao magntica.
Redes locais Ethernet.
Sistema RDS (Radio Data System) em radiodifuso FM.
4B3T
Sistemas de alta capacidade (sistemas de longa distncia em cabo
coaxial a 34 e 140 Mbits/s).
2B1Q
Acesso bsico da RDIS (160 kbits/s)
nBmB (5B6B, etc.)
Sistemas de alta capacidade com grande largura de banda (fibras
pticas).

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