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Fiscalização da Constitucionalidade em Moçambique

Conselho Constitucional

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Henrique Carlos Cristosse

Izualdina Maria Manhamanha


Kelvin Mandzaya
Nárcia Zacarias Banda
Yasser Ibraimo

Licenciatura em Direito

O sistema moçambicano de fiscalização da constitucionalidade

Universidade Save
Maxixe,
2024
II

Lista de Abreviaturas
Art.º - Artigo.
CRM - Constituição da Republica de Moçambique.
CC - Conselho Constitucional.
Nº - Numero.
III

Índice
Lista de Abreviaturas...................................................................................................................II

Introdução..........................................................................................................................4

Objectivos:.........................................................................................................................4
Objectivo geral.............................................................................................................................4
Objectivos específicos..................................................................................................................4

Metodologia.......................................................................................................................4

Capitulo I: O sistema moçambicano da fiscalização da constitucionalidade....................5


[Link]ção da Constitucionalidade – Noção........................................................................5
[Link] da fiscalização de constitucionalidade......................................................................5
[Link] actos normativos...............................................................................................................5
1.4. Efeitos da fiscalização dos actos normativos.........................................................................5
1.5. Fiscalização de certos actos não normativos.........................................................................6
1.6. Actos excluídos da fiscalização de constitucionalidade.........................................................6
Capitulo II: Órgãos de fiscalização da constitucionalidade..........................................................7
2.1. Órgãos Jurisdicionais............................................................................................................7

2.1.2. O Conselho Constitucional – Natureza Jurídica, Composição, Competências.......7


[Link].Natureza Jurídica..............................................................................................................7
[Link].Competências...................................................................................................................8

[Link].Modelo de controlo da Constitucionalidade em Moçambique..............................8

[Link] tribunais comuns.................................................................................................9


Conclusão...................................................................................................................................10
Referencias Bibliográficas.........................................................................................................11
4

Introdução
Falar da fiscalização da constitucionalidade é gravitar acerca de uma vasta matéria que
respeita não só ao Direito Constitucional como disciplina jurídico-curricular, mas também,
associa-se a realidade politico social a qual se destina alcançar a própria fiscalização. O
presente trabalho tem como objecto o sistema moçambicano de fiscalização da
constitucionalidade no ordenamento jurídico moçambicano, entende-se como sistemas de
fiscalização da constitucionalidade como conjunto de mecanismos jurídicos e institucionais
que tem como objectivo garantir que a lei e actos normativos de um pais estejam em
conformidade com a Lei Magna, ou seja a constituição. O presente trabalho é composto por
elementos pré-textuais, textuais e pós textuais, no elementos textuais encontramos deste a
introdução, os objectivos gerais, e por dois capítulos, no primeiro descrever-se-á o objecto da
fiscalização de constitucionalidade, a apresentação dos actos normativos, a identificação da
fiscalização de certos actos não normativos e actos excluídos da fiscalização de
constitucionalidade, e no segundo e ultimo capitulo abordar-se-á questão do órgão dos órgãos
com competências para fiscalizar a constitucionalidade., onde analisar-se-á as competências
do Conselho Constitucional e dos Tribunais comum em matéria do fiscalização e solicitação
da inconstitucionalidades das normas e actos normativos.

Objectivos:
Objectivo geral
 Descrever o sistema moçambicano de fiscalização da constitucionalidade.
Objectivos específicos
 Caracterizar o objecto da fiscalização de constitucionalidade;
 Estabelecer a relação entre órgãos de fiscalização da constitucionalidade;
 Apresentar a natureza jurídica Conselho constitucional.

Metodologia
Segundo Aragão & Neta (2015) a metodologia científica “consiste na busca da verdade num
processo de pesquisa ou aquisição de conhecimento, é um caminho que utiliza procedimentos
científicos, racionais e critérios normalizados e aceitos pela ciência”. (p.34)
Desta forma para a prossecução do presente trabalho, usou-se o método indutivo, quanto ao
objectivo a pesquisa foi explicativa, quanto à forma de abordagem a pesquisa foi qualitativa e
consistiu na revisão bibliográfica e documental quanto aos procedimentos, através do qual foi
possível materializar os objectivos pretendidos e assim alcançar a finalidade académica do
mesmo.
5
Capitulo I: O sistema moçambicano da fiscalização da constitucionalidade
1.1. Fiscalização da Constitucionalidade – Noção
Segundo Jorge Bacelar Gouveia (2015) “a fiscalização da constitucionalidade é a adopção de
instrumentos funcionalmente aptos à verificação das situações de violação da Constituição,
levados a cabo no âmbito de competências específicas que apenas têm esse alvo, é o sinal
mais forte da confirmação do objectivo de defesa da Ordem Constitucional”. (P. 538).
A fiscalização da constitucionalidade garante a conformidade da atuação das autoridades, dos
poderes públicos e dos cidadãos com as normas da Constitucionais, sob pena de serem
declaradas inconstitucionais. A inconstitucionalidade de norma ou acto normativo, é, em
poucas palavras, a não conformidade com os preceitos constitucionais pré-estabelecidos.
1.2. Objecto da fiscalização de constitucionalidade
A fiscalização da constitucionalidade objectiva, para assegurar a defesa da própria
constituição e garantir a sua supremacia, verificar a conformidade das normas jurídicas (leis,
decretos, medidas provisorias, resoluções, etc.) e os actos normativos com os princípios,
direitos e regras estabelecidos na constituição. De ressaltar que essa fiscalização é feita para
garantir que as normas não contrariem a Constituição, visto que é o fundamento supremo do
sistema jurídico, e desta forma, assegurar a defesa da própria constituição.
1.3. Os actos normativos
Depreende o art.º 142 da CRM, nas suas alíneas, que, são actos normativos as leis e os
decretos-leis, que emanados pela Assembleia da República revestem-se em forma de leis,
moções e resoluções, os decretos-leis são actos legislativos aprovados pelo Conselho de
Ministros mediante a autorização da Assembleia da Republica, os actos regulamentares do
Governo revestem a forma de Decretos, quer quando determinados por lei regulamentar, quer
no caso de regulamentos autónomos. A fiscalização da constitucionalidade dos actos
normativos referenciados busca assegurar a continuidade e defesa da supremacia, no entanto,
quando se constate a não conformidade dos mesmos actos com a Constituicao, e entidade
competente1 declara a sua inconstitucionalidade, que equipara-se a invalidez, em qualquer
momento da sua vigência.
1.4. Efeitos da fiscalização dos actos normativos
Quando uma norma é considerada inconstitucional ou ilegal, o efeito geral é o de a mesma
norma deixar de ter efeitos. Entretanto, as implicações variam segundo a natureza das
situações: quando se trate de uma norma de um Tratado, a decisão de inconstitucionalidade
(que assume a forma de Parecer) deve levar o Presidente da República a não ratificar o
1
N.º 1 do art.º 244: O Conselho Constitucional aprecia e declara, com forca obrigatória geral, a
inconstitucionalidade das leis e a ilegalidade dos demais actos normativos dos órgãos do Estado, em qualquer
momento da sua vigência.
6
Tratado salvo se a Assembleia, ouvido o Governo, confirmar a aprovação por maioria de 2/3
dos deputados em efectividade de funções (neste caso, o Presidente da República pode
ratificar o Tratado).
Quando se tratar de norma constante de acto legislativo, a decisão de inconstitucionalidade
(que assume a forma de Acórdão) implica que o Presidente da República vete o diploma e o
devolva ao órgão que o aprovou (Assembleia ou Governo) para o expurgar da
inconstitucionalidade, sem prejuízo da possibilidade de a Assembleia confirmar o diploma por
maioria de 2/3 dos deputados em efectividade de funções, caso em que o Presidente da
República já poderá promulgá-lo.
1.5. Fiscalização de certos actos não normativos
O Conselho Constitucional como órgão de soberania especializado na administração da
justiça constitucional, funciona mais como um Tribunal Superior eleitoral de recurso, pois seu
protagonismo faz-se sentir durante os anos eleitorais.
As principais fragilidades da jurisdição constitucional na tutela dos direitos fundamentais
resultam dos seguintes factores:
 A inexistência da fiscalização da inconstitucionalidade por omissão legislativa;
 A inexistência do recurso extraordinário de inconstitucionalidade, ou da reclamação
constitucional ou ainda queixa Constitucional;
 O Conselho Constitucional só fiscaliza e declara a inconstitucionalidade de actos
normativos dos órgãos de Estado, deixando de fora os actos não normativos, e os actos
normativos de entidades privadas.
1.6. Actos excluídos da fiscalização de constitucionalidade
A fiscalização da constitucionalidade incide sobre todos actos normativos, entretanto, existem
alguns actos jurídico-públicos que não estão sujeitos a fiscalização da constitucionalidade,
geralmente, são considerados como aqueles que não tem um controle directo pelo poder
judiciário, ou seja, o seu impacto não abrange ao poder judiciário, como por exemplo:
a) Actos Políticos: decisões que envolvem a política interna do governo como a escolha de
ministros ou a condução de políticas públicas;
b) Actos Administrativos: alguns actos da administração pública que não tem impacto
directo sobre direitos fundamentais ou não criam normas jurídicas;
c) Actos do Presidente da Republica: certos actos privativos do chefe do Executivo, como
nomeações e exonerações não são passiveis de controlo.
Entretanto, a não fiscalização dos actos referenciados pode ser discutível dependendo do
contexto jurídico em que se encontra.
7
Capitulo II: Órgãos de fiscalização da constitucionalidade
2.1. Órgãos Jurisdicionais
Em Moçambique o controle Constitucional é realizado pelo Conselho Constitucional no
âmbito do exercício dos poderes discricionários que a lei que lhe confere, nos termos do n.º 1
do artigo 244 da CRM, que narra: “ o Conselho Constitucional aprecia e declara, com força
obrigatória geral, a inconstitucionalidade das leis e a ilegalidade dos demais actos normativos
dos órgãos do Estado, em qualquer momento da sua vigência”.
Entretanto, apesar, de ser o CC o órgão que a lei confere substancia para a prática de tal acto,
podem o Presidente da Republica, o Presidente da Assembleia da Republica, um terço dos
deputados da Assembleia da Republica, o Primeiro-ministro, o Procurador-Geral da
Republica, o Provedor de Justiça e o baixo assinado de dois mil cidadãos, solicitar a
declaração da inconstitucionalidade de uma norma, aluz do n.º 2 do artigo supracitado.

2.1.2. O Conselho Constitucional – Natureza Jurídica, Composição, Competências


[Link]. Natureza Jurídica
A natureza jurídica do conselho constitucional, varia consoante o país, ele pode ser entendido
como um órgão de caracter jurisdicional e politico. Jurisdicional porque é o órgão de controlo
da constitucionalidade das normas elaboradas pelo parlamento, e é político também porque,
exerce o controlo sobre o processo eleitoral e resolução de conflitos entre poderes.
O exposto acima cria três situações formais que concorrem para a dúvida sobre a natureza
jurídica do Conselho Constitucional:
 A primeira, pelo facto de não ser formalmente denominado por Tribunal, mas sim por
Conselho Constitucional;
 Segunda, pelo facto de na sistemática da Constituição da República não estar integrado no
capítulo e estrutura dos tribunais.
 A terceira pretende-se com a composição ou origem dos seus membros, a sua eleição pela
Assembleia da República com base no critério da representatividade proporcional
parlamentar.
A estes três factores, acrescenta-se o quarto, decorrente do Direito comparado, que resulta do
facto de em outros ordenamentos jurídicos, como é o caso Francês, o Conselho
Constitucional, confundir-se com um órgão político, devido a sua composição e as suas
funções políticas.
[Link]. Composição
De acordo com o disposto no n.º 1 do art.º 241 da CRM, o Conselho Constitucional é
composto por sete juízes conselheiros, sendo um juiz conselheiro nomeado pelo Presidente da
República que é o Presidente do Conselho Constitucional, por cinco juízes conselheiros
8
designados pela Assembleia da República segundo o critério da reprentação proporcional, e
um juiz conselheiro designado pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial;
Na mesma senda, alude n.º 2 do artigo supracitado, que “os juízes conselheiros do Conselho
Constitucional são designados para um mandato de cinco anos, renovável e gozam de garantia
de independência, inamovibilidade, imparcialidade e irresponsabilidade”.
Os juízes conselheiros do Conselho Constitucional, à data da sua designação, devem ter idade
igual ou superior a trinta e cinco anos, ter pelo menos dez anos de experiência profissional na
magistratura ou em qualquer actividade forense ou de docência em Direito. Em prol disto,
Miranda (____) "explica que os membros do Tribunal Constitucional não se tornam
representantes dos órgãos que os elegem ou nomeiam, não estão sujeitos a nenhum vínculo
representativo, muito pelo contrário, uma vez designados, são completamente independentes e
beneficiam de garantias e natureza jurídica do Conselho Constitucional.". (P.____)
[Link]. Competências
Sendo o Conselho Constitucional titular da jurisdição constitucional como órgão de soberania,
ao qual compete especialmente administrar a justiça em matérias de natureza jurídico-
constitucional, nos termos do disposto no n.º 1 do art.º 240 da CRM conjugado com o nº.1 do
art.º 243 do mesmo dispositivo legal, compete ao CC:
a) Apreciar e declarar a inconstitucionalidade das Leis e a ilegalidade dos actos normativos
dos órgãos do Estado;
b) Exercer a fiscalização, concreta e sucessiva da constitucionalidade e da legalidade;
c) Fazer a fiscalização abstracta e preventiva, como se depreende do art.º 245 da CRM;
d) Verificar previamente a constitucionalidade dos referendos;
e) É a instância de recurso das decisões dos tribunais em sede da fiscalização concreta da
constitucionalidade ao abrigo do artigo 244 da CRM,
f) Fixa Jurisprudência com força obrigatória geral;
g) As suas decisões são de cumprimento obrigatório, não são passíveis de recurso e
prevalecem sobre outras decisões, incluindo dos tribunais, conforme se afere no n.º 1 do
artigo 247 da CRM.

[Link]. Modelo de controlo da Constitucionalidade em Moçambique


O modelo de controlo da Constitucionalidade adoptado em Moçambique é jurisdicional e
concentrado com reenvio prejudicial e a competência para a fiscalização da Constitucio-
nalidade está entregue a um órgão jurisdicional que é o Conselho Constitucional, que apesar
de não ser formalmente denominado Tribunal é constitucionalmente definido como órgão de
soberania, ao qual compete especialmente administrar a justiça, em ma- térias de natureza
9
jurídico-constitucional, sendo por isso um órgão jurisdicional, e é concentrado com reenvio
prejudicial, pois os poderes de decisão para efeitos de declaração da inconstitucionalidade,
são exclusivamente reservadas ao Conselho Constitucional no 1 do artigo 240 e alínea a) do
número 1 do artigo 243, pese embora, os Tribunais tem a prerrogativa de recusar a aplicação
de uma lei com fundamento na sua inconstitucionalidade (artigo 213 da CRM), estes não
decidem, suspendem o julgamento e enviam ao Conselho Constitucional, o qual ao se
pronunciar obriga a que o tribunal a que se conforme, julgando o caso em conformidade com
a decisão do Conselho Constitucional.

2.1.3. Os tribunais comuns


O conceito de Tribunal, enquanto órgão de soberania é tradicional e socorre-se apenas de
elementos de natureza formal, isto é, a definição do órgão prescinde de elementos materiais
(de ordem funcional) pois podemos identificar um tribunal sem nos determos sequer nas
funções por ele exercidas.
Os tribunais comuns são entendidos como aqueles em no âmbito das suas funções no sistema
judiciário lida com a maior a parte dos casos que não são derrimidos por tribunais específicos
como o tribunal laboral por exemplo. Entretanto, em materia inerente a fiscalização da
constitucionalidade por este órgão reside no facto de ser este o órgão chamado a responder
com base na lei as lides que são submetidas para a sua apreciação. Depreende o art.º 213 da
CRM que, “nos feitos submetidos a julgamento os tribunais não podem aplicar leis ou
princípios que ofendam a constituição”.
A fiscalização constitucional feita pelos órgãos judiciais denominam-se de controlo
repressivo, que na optica de Mascarenhas (2010) ocorre apos a promulgação da lei ou acto
normativo, entretanto o mesmo autor avança que este controle pode ser desenvolvido pelo
próprio Poder Legislativo, quando as normas jurídicas aprovadas, em vigor e dotadas de
eficácia, são retiradas do ordenamento jurídico por apresentarem um vício que as inquina de
inconstitucional. (p.165). Este tipo de controlo divide-se em duas modalidades: controlo
difuso e controlo concentrado. É difuso aquele realizado por qualquer juiz ou tribunal a um
caso concreto no exercício do poder judiciário, e o concentrado é aquele que processado
através da ação direta de inconstitucionalidade, da ação declaratória de constitucionalidade e
pela arguição de descumprimento de preceito fundamental.
10
Conclusão
Chegando ao fim de mais exercício académico, acerca do objecto da pesquisa, importa
elucidar que a fiscalização da constitucionalidade garante a conformidade da actuação das
autoridades, dos poderes públicos e dos cidadãos com as normas da Constituição da
República. Entretanto, é possível perceber no ordenamento jurídico moçambicano que no se
refere ao controlo da constitucionalidade, adoptou-se uma forma solene, em que não é
qualquer um que bem entender que pode proceder a solicitação da constitucionalidade. O
Conselho Constitucional, é o órgão que a lei confere a prerrogativa de decretar a
inconstitucionalidade, entretanto, existe a possibilidade da inconstitucionalidade ser
controlada ou fiscalizada e por outros órgãos como os tribunais comuns no âmbito da sua
competência de dirimir conflitos de interesses com base na aplicação da lei.
O Conselho Constitucional só fiscaliza e declara a inconstitucionalidade de actos normativos
dos órgãos de Estado, deixando de fora os actos não normativos, e os actos normativos de
entidades privadas. Quando a norma é considerada inconstitucional ou ilegal, o efeito geral é
o de a mesma norma deixar de ter efeitos funciona também como um tribunal Superior
eleitoral de recurso, pois seu protagonismo faz-se sentir durante os anos eleitorais.
Em suma no decorrer do presente exercício académico constatou-se que a fiscalização visa
garantir a salvaguarda da supremacia da constituição, como fundamento máximo legal de
Estado de Democrático, não tendo enquadramento legal possível.
11
Referencias Bibliográficas

1. Aragão, J.W. & Neta, M. A. (2015) Metodologia Científica. [Link] Federal


da Bahia.
2. Gil, A. C. (2008).Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª Edição. São Paulo: Atlas.
3. Gouveia, Jorge Bacelar. (2011). Manual de Direito Constitucional. Lisboa, Almedina
Editora.
4. Mascarenhas, Paulo. (2010). Manual de Direito Constitucional. Salvador.
5. Miranda, Jorge. (2003). Manual de Direito Constitucional. Tomo II. Almedina. Coimbra
Editora.
6. Morais, de Alexandre. (2014). Direito Constitucional. 30ª Edição. São Paulo. Editora
Atlas.
7.

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