Biologia 10 Classe
Biologia 10 Classe
Curso: Diurno
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ESCOLA SECUNDÁRIA DE CHIÚRE
Curso: Diurno
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Índice
Introdução...................................................................................................................................3
4.1.1. Fixismo...........................................................................................................................12
5. Teorias evolucionistas...........................................................................................................14
5.1. Lamarckismo......................................................................................................................14
5.4. Darwinismo........................................................................................................................16
6. Raças humanas......................................................................................................................16
Conclusão..................................................................................................................................20
Bibliografia...............................................................................................................................21
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Introdução
O presente trabalho da disciplina de Biologia pretende abordar os seguintes conteúdos:
evolução: teoria científica sobre a origem da vida e evolução das primeiras células primitivas
a partir das protocélulas; teorias antigas sobre a origem dos seres vivos: fixismo e
transformismo, geração espontânea (experiencias de Pasteur), teoria de catostrofismo de
Cuvier e teoria de Big Bang; teorias evolucionistas: Lamarckismo, Lei de uso e desuso, Lei de
herança dos caracteres adquiridos, Darwinismo e por último, falaremos de raças humanas:
características raciais e o seu estado.
A estrutura do trabalho é: introdução, desenvolvimento e conclusão. O seu conteúdo obteve-
se a partir de uma consulta bibliográfica.
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Evolução
Actualmente nenhum biólogo questiona a capacidade de transformação das espécies; tais
transformações podem produzir organismos adaptados ao ambiente em que vivem e explicam
a imensa variedade de seres vivos e sua origem comum a partir de um único ser vivo pioneiro.
A Abiogênese ou teoria da criação espontânea foi a primeira justificativa criada para a origem
da vida. Aristóteles foi um dos primeiros a explicá-la e afirmava o seguinte: a vida pode
surgir de alguma matéria bruta de forma aleatória, esse é o princípio fundamental da criação
espontânea. Mais profundamente essa teoria diz isto: há certos materiais que são possuidores
de um “princípio activo” ou “força vital”, ou seja, a possibilidade de criação da vida.
Aristóteles assegurava isso com base na observação e dedução lógica. Por exemplo: um
punhado de trapos velhos e sujos eram portadores da “força vital” por isso que depois de
algum tempo originavam seres vivos de características semelhantemente sujas como ratos e
insectos. Outro argumento era o fato de nascerem larvas a partir da carne podre ou de restos
de animais mortos.
Francesco Redi foi o primeiro a contestar esta idéia, mas o fez somente em 1668 (Aristóteles
viveu entre 384 e 322 a.C, ou seja, demorou-se cerca de 1900 anos para que alguém o
contradissesse). Ele, sequencialmente fez experimentos com carne em estado de putrefação da
seguinte forma: isolou-as em frascos, deixou alguns destes frascos abertos e outros cobertos
com gaze. Assim, viu que somente os pedaços de carne que estavam em frascos descobertos
geravam larvas, devido à presença de algumas moscas que haviam pousado ali anteriormente,
enquanto que os frascos que estavam cobertos não originavam larvas. Desse modo, pode
afirmar que os seres vivos eram provenientes de outros seres vivos, o que caracteriza a
Biogênese.
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A experiência de Francesco Redi ainda não era suficiente para provar que todo ser vivo tem
de, obrigatoriamente, surgir de outro preexistente, muito menos criar uma teoria para criação
da vida na Terra: limitava-se apenas a alguns seres macroscópicos; portanto, ao longo do
século XVII foram criadas mais experiências para tentar justificar tal afirmação.
Louis Pasteur, cientista francês, elabora um experimento com o qual consegue provar que a
teoria da criação da vida através de matéria inanimada era impossível. Em 1860 ele descreve
tal experimento, o qual foi chamado, posteriormente, de “bico de ganso”:
Consiste em colocar novamente sucos nutritivos em recipientes e fervê-los. No entanto, esses
novos recipientes tinham uma abertura curvada (o “bico de ganso”). Ao ferver, o ar quente sai
do recipiente. Depois o frasco é tirado do calor e começa a resfriar-se, então o ar entra
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novamente no frasco, mas encontra o líquido numa temperatura ainda muito alta para que haja
criação de organismos, quando o líquido torna-se mais próximo da temperatura ambiente o ar
que entra condensa-se e a partir daí as impurezas que entram ficam retidas nas gotículas
condensadas. Então, esses recipientes são levados a incubadoras e não originam nenhum
microorganismo. Após alguns meses é removido o ‘bico de ganso’ e aparecem bolores.
Assim, Pasteur mostra que o líquido não perdeu suas propriedades de originar vida, pois
depois que o bico foi retirado houve a formação de bolor, e que não houve ausência do ar,
uma vez que o mesmo podia entrar e sair do frasco, mas dessa vez era filtrado.
Portanto comprovou-se que a vida só pode ser originada a partir de outra, o que pode nos
parecer lógico agora, mas, como já foi visto, a humanidade levou um bom tempo para
afirmar. No entanto, se um ser vivo só existe vindo de outro ser vivo, de onde surgiu o
primeiro ser vivo? É aqui que a própria ciência diverge: há inúmeras teorias para isso e é
quase impossível ter certeza absoluta sobre qual delas é verdadeira, pois podemos ter várias
teorias que dêem certo, ou seja, é possível que a vida na Terra tenha surgido tanto de uma
com de outra forma, ou então de mais de uma forma, o que deixa, por menor que sejam as
possibilidades, uma dúvida praticamente impossível de se responder.
Basicamente há duas frentes principais: a ideia de que a vida tenha vindo do espaço por meio
de meteoritos e a ideia de que substâncias já presentes na Terra tenham se combinado por
acaso, algo como uma “sopa de átomos”, o que a maioria dos cientistas acha mais provável.
Hoje, está comprovado que vários compostos que formam a base da estrutura dos seres vivos,
como açúcares, aminoácidos, as bases nitrogenadas do DNA e do RNA além de lipídios
poderem ser sintetizadas em laboratório a partir de compostos inorgânicos – isso se assemelha
à ideia de criação de vida a partir de compostos não-vivos da abiogênese, no entanto não há a
“força vital” nela descrita –. Algumas dessas ideias foram se acumulando. Então, em 1936 o
bioquímico Aleksandr. I Oparin publicou seu livro “A origem da vida” onde apresentava
essas e outras ideias.
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ácida e a temperatura média era muito alta. A Terra possuía uma atmosfera rica em metano,
hidrogénio e amónia, além de vapor da água proveniente dos vulcões – Sabia-se que as
erupções vulcânicas expeliam, além de magma, água –. A actividade vulcânica, as altas
temperaturas, a radiação ultravioleta e descargas eléctricas fizeram com que esses elementos
reagissem e formassem moléculas cada vez mais complexas, chegando a gerar até
aminoácidos. Em seguida a Terra, num fluxo constante de erupções começou a esfriar e
condensar a água, as chuvas tornavam-se constantes pois a água que caí logo era aquecida e
voltava ao estado de vapor. Tais chuvas fizeram com que, posteriormente, se criassem mares
sobre a Terra. As proteínas e os aminoácidos criados eram levados a esses mares pelas
próprias chuvas, onde se quebravam e voltavam a se unir criando várias outras espécies
químicas. Na água as proteínas originaram colóides (agregados de partículas de diâmetros
entre 10 e 1000 ângstroms). Esses colóides aglomeraram-se e formaram, desse modo, os
coacervados – moléculas de proteína envolvidas por água. Depois de um tempo formaram-se
assim as moléculas de nucleoproteína, capazes de transmitir seus caracteres hereditários, que
foram englobadas por coacervados (protéicos) onde faltava apenas os lipídios para compor a
base de uma membrana celular.
Oparin escreveu “A origem da vida” mas não conseguiu provar tudo o que era descrito em seu
livro. Por mais que fosse, sim, provável que tudo o que disse estivesse certo não havia
evidências científicas para tal comprovação. Em 1953, os cientistas Stanley Lloyd Miller e
Harold Clayton Urey criaram uma experiência na qual poderiam proporcionar um ambiente
próximo ao que foi descrito por Oparin e testar se era, de fato, possível que ocorressem tais
reacções. Tal Experimento ficou conhecido como Experimento de Miller-Urey.
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Sidney Fox, em 1957 realiza então o seguinte experimento: aquece aminoácidos e depois
percebe que os mesmos formaram ligações peptídicas por síntese por desidratação, como é
estudado em Biologia, reafirmando assim a tese de que pode ter havido uma formação de
moléculas mais complexas caso os aminoácido tenham caído ou se formado sobre superfícies
quentes como rochas magmáticas, por exemplo.
Actualmente há descobertas que indicam que a atmosfera indicada por Oparin seja um tanto
diferente da real; no caso a seria formada por monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono
– gás carbónico – (CO2), gás Hidrogénio e Gás Nitrogénio (H2 e N2, respectivamente);
mesmo assim, as reacções por Oparin descritas permanecem possíveis, embora não
comprovadas.
Propõe ainda que as espécies actuais tiveram origem noutras pré-existentes que sofreram
modificações com a finalidade de se adaptar as constantes modificações ambientais ocorridas
no nosso planeta. Pode-se concluir, portanto, que a evolução é o processo através do qual
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ocorrem mudanças ou transformações dos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a
espécies novas.
Diversas teorias evolutivas já foram elaboradas, destacando-se entre elas, as teorias de
Lamarck, a de Darwin e, mais recentemente, foi formulada a teoria sintética da evolução,
também conhecida como Neodarwinismo que é a teoria mais aceite actualmente pelos
biólogos.
Fixismo e transformismo
Fixismo
Esta teoria pretende explicar o surgimento das espécies, afirmando que estas surgiram sobre a
Terra, cada qual já adaptada ao ambiente onde foi criada, pelo que, uma vez que não havia
necessidade de mudanças, as espécies permaneciam imutáveis desde o momento em que
surgiram. Deste modo, e de acordo com esta teoria, não haveria um antepassado comum.
Anaximandro (611-546 a.C.): Este autor considerava que os primeiros animais surgiram de
uma “vasa marinha” a partir da qual surgiram todos os outros animais; o Homem teria surgido
do ventre dos peixes.
Segundo Aristóteles, autor desta teoria, e influenciado pela teoria platónica da existência de
um mundo das imagens, afirmava que as espécies surgem por geração espontânea, ou seja,
existiam diversas fórmulas que dariam origem às diferentes espécies. Isto é, segundo ele, os
organismos podem surgir a partir de uma massa inerte segundo um princípio activo. (Por
exemplo, nascer um rato da combinação de uma camisa suja e de um pouco de milho).
A teoria da Geração Espontânea tem tido a preferência da ciência há mais de 2.000 anos.
Durante a idade média, contou com inúmeros ilustres defensores, tais como Santo Agostinho,
São Tomás de Aquino, René Descartes e Isaac Newton.
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A geração espontânea permaneceu como ideia principal do surgimento das espécies devido à
influência que as crenças religiosas incutiam na civilização ocidental, principalmente. Assim,
a geração espontânea tornou-se uma ideia chave para a teoria que surgiria a seguir.
A teoria do Big Bang ("Grande Explosão") explica que o Universo surgiu a partir de uma
explosão primordial, ocorrida a aproximadamente 13,7 bilhões de anos. Essa explosão
ocorreu em função da grande concentração de massa e energia.
A teoria do Big Bang está entre as mais aceitas na actualidade para explicar a origem do
Universo. Sustenta que o Universo surgiu a partir da explosão de uma única partícula maciça
de densidade infinita - o átomo primordial - causando um cataclismo cósmico inigualável
entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. A mesma teoria afirma, ainda, que o Universo está em
contínua expansão e é infinito.
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por exemplo, o físico e astrónomo norte-americano Edwin Powell Hubble descobriu que as
galáxias afastam-se uma das outras.
5. Teorias evolucionistas
5.1. Lamarckismo
O biólogo francês Lamark supunha que as alterações ambientais desencadeavam em uma
espécie de necessidade de modificação, no sentido de promover a sua adaptação às novas
condições do meio. Essa ideia levou Lamark a postular duas leis básicas de sua hipótese.
Um exemplo clássico que ilustra esta teoria é o estudo de como as girafas teriam adquirido os
pescoços tão longos. De acordo o Lamarckismo os ancestrais das girafas seria animais de
pescoços curtos, que se alimentaria de vegetais rasteiras. Alguns passaram a alimentar-se de
folhas de árvores, em ramos cada vez mais altos. Assim, o animal esticaria o seu pescoço para
alcançar as folhas mais altas, causando um pequeno aumento do comprimento do mesmo.
Esta característica seria passada de alguma maneira a descendência, que continuaria a esticar
o pescoço para alcançar folhas mais altas e, ao longo de varias gerações, teria resultado em
animais de pescoço longo, como os que conhecemos actualmente.
Mesmo sem ter evidências sólidas que a sustenta-se a teoria Lamarckista foi amplamente
divulgada. Entretanto ela não foi aceite, justamente por não ter evidencias que a torne viável.
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5.2. Lei de uso e desuso
Supõe-se que o uso frequente conduz a hipertrofia de partes do organismo e o desuso
prolongado ocasiona a atrofia.
5.4. Darwinismo
Para enunciar sua teoria evolucionista, o naturalista inglês Charles Darwin observou que:
Organismos vivos produzem grandes quantidades de unidade reprodutivas, no entanto, o
número de indivíduos permanece na maioria das espécies, mais ou menos constante. Conclui-
se então que na natureza deveria haver uma verdadeira “luta pela vida”, isto é, uma forte
competição na exploração dos recursos oferecidos pelo meio ambiente.
Organismos de uma população natural são diferentes entre si, apresentando variações na
forma e no comportamento. Essas variações podem ser transmitidas de uma geração a outra.
As diferenças individuais já existentes entre os indivíduos de uma mesma espécie, seriam
seleccionadas naturalmente pelo meio ambiente, que seria o factor de selecção, fixando os
portadores de variações favoráveis e eliminando os portadores de variações desfavoráveis.
(LEI DA SELECÃO NATURAL).
Naturalista inglês, Charles Darwin defendia a ideia de que os seres vivos só constituíam
descendentes se os seus ancestrais conseguissem se adaptar ao ambiente. Os que sobreviviam
eram escolhidos para constituírem aquele local e, assim, se reproduziam. Era chamada de
teoria evolutiva.
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Darwin defendia que o pescoço das girafas, por exemplo, era inicialmente de tamanho
normal. Mas, devido a necessidade de elas comerem as folhas altas das árvores, acabavam se
esticando demais e, assim, seu pescoço ganhou esse aspecto alongado. E assim sucedesse a
sua espécie. Dá-se também a descoberta, nesse período, da variação da herança genética
através dos genes e não mais da mistura sanguínea, como se acreditava.
6. Raças humanas
Raça pode ser entendida como um constructo social, usado para distinguir pessoas em termos
de uma ou mais marcas físicas. Em outras palavras, raça é uma categoria usada para se
referir a um grupo de pessoas cujas marcas físicas são consideradas socialmente
significativas. Desse modo, raça é um importante instrumento analítico para a Sociologia,
pois entende-se que as percepções e concepções de raça podem afectar e organizar a vida
social das pessoas, sendo responsável principalmente pela criação e manutenção de um
sistema de desigualdade social.
As raças humanas são consideradas um grupo de pessoas que têm determinadas
características que diferenciam-se um dos outros. A soma dessas características que
diferenciam um indivíduo são cabelos, olhos, cor, lábios entre outros.
A diversidade existente entre as diferentes raças humanas fez com que inúmeros estudiosos
passassem a analisá-las separadamente, a fim de que fossem elencadas todas as características
e particularidades de cada grupo de indivíduos existentes.
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As principais características desta população é que a cor de pele é sempre mais escura e
variante de tom conforme cada indivíduo, além de cabelos e olhos também em cores mais
fortes e escuros.
Por falar em cabelos, a raça humana negróide possui crespos. O nariz costuma ser achatado e
os lábios sempre são mais grossos do que nos demais grupos.
Europóide
Começando a miscigenação das diferentes raças humanas, o grupo europóide tem uma gama
de variação bem mais extensa. Os cabelos podem ser de diferentes cores, indo do louro bem
claro até o negro, sendo os fios muito mais moles, lisos ou ondulados.
Os olhos dessa população são mais horizontais e assumem tons mais claros, como os
queridinhos olhos azuis e verdes, além de castanhos de tons variados. O tom da pele pode ir
do mais claro até o mais “achocolatado” também.
Os lábios e narizes dos europóides são bem mais finos e delgados e o queixo costuma ser
mediano.
Mongolóide
Entre as raças humanas em destaque, a mongoloide precisa ser subdivida para uma melhor
compreensão de cada um de seus grupos. Essa divisão é feita em três populações:
Setentrional, meridional e americano. Veja a seguir mais detalhes de cada uma delas:
Setentrional ou asiático-continental
O rosto dessa população é achatado e grande. A cor da pele, assim como dos cabelos e olhos,
é clara, e os fios dos cabelos também são maleáveis e moles.
Os lábios dos asiáticos-continentais costumam ser delgados para completar suas
características mais básicas.
Meridional ou asiático-pacífico
Mais baixos que os setentrionais, os asiáticos do pacífico possuem uma pele mais bronzeada e
seus cabelos podem variar de lisos a ondulados, com recorrência neste segundo grupo.
Os lábios dos meridionais são mais grossos e seus narizes costumam ser um pouco mais
largos. Ainda assim, vale destacar que o rosto desses indivíduos é sempre mais estreito.
Americano (Índios)
Entre as raças humanas, outra muito marcante é a dos índios. Seus cabelos lisos e bastante
escuros, sempre rectos, são marcos atemporais na história.
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A pele dos índios sempre é amarelo-parda, um tom totalmente diferente das demais raças
comummente vistas. Os olhos dos americanos descendentes de índios, principalmente os
latino-americanos, são castanho-escuros e seus rostos costumam ser mais largos.
Conclusão
Concluímos o presente trabalho que fala com as antigas sobre origem dos seres com ajuda
livros e internet na investigação sendo assim já conhecemos muitas teorias antigas sobre
origem dos seres vivos. De acordo com o que foi compilado neste trabalho podemos concluir
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que nos seres humanos existem os seguintes tipos de teorias antigas sobre origem dos seres
vivos com suas características e teóricas que nos leva entender como surgiu a vida de todos
nós seres vivos e este tema nós conhecemos muitas coisas como evolução.
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Bibliografia
1. AMABIS, José Mariano. Biologia– Volume 3 – 2. ed. – São Paulo: Moderna, 2004
2. BARROS, José D'Assunção. A Construção Social da Cor. Petrópolis: Editora Vozes,
2009.
3. FAROOQ, Harith Morgadinho. [Link] 10a classe. Texto editores, Lda. 1ª
edição. Maputo. 2010.
4. JÚNIOR, César da Silva. e SASSON, Sezár. Biologia – Volume 3 – 3ª série –
genética, evolução e ecologia. – 7. ed. – São Paulo: Saraiva, 2005.
5. PAIVA, Carmen Lúcia Antão. Poderiam os fundamentos da evolução humana e da
genética desfazer discussões entre "raça" e "inteligência"?. In: Âmbito Jurídico, Rio
Grande, 57, 30 de Setembro de 2008
6. PARADELA, Eduardo Ribeiro. PEREIRA, Marcela Saldanha. ANDERS, Quézia
Silva. AGOSTINHO, Luciana de Andrade. FIGUEIREDO, André Luís dos Santos.
7. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia Actual. Volume 3. Ed: Ática. 2001.
8. SANTOS, Fernando Santiago dos, et. al. BIOLOGIA: ensino médio, 3° ano– 1. ed. –
São Paulo: Edições SM, 2010.
9. Novello, Mario. Do big bang ao Universo Eterno. Zahar. s/d.
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