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Caracterização Do Espaço

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1.

Caracterização do Espaço, Tempo e Regras (Violações e Faltas) no Basquetebol


1.1. Contextualização do Basquetebol

O Basquetebol é antes de tudo um Jogo desportivo (JD) (Teodorescu, 1984) e


como tal influenciável pelos seus vários conceitos.

Por sua vez, segundo Facchini (2024) relata que basquetebol é um desporto
colectivo de invasão praticado entre duas equipas. O jogo é disputado com uma bola,
tendo como objectivo colocá-la no cesto fixado nas extremidades do campo.

Actualmente, o basquetebol é um dos desportos olímpicos mais populares no


mundo. Nas escolas, é um dos desportos mais praticados nas aulas de educação física
(Facchini, 2024).

1.1.1. Caracterização do Espaço no Basquetebol (Descrição do Campo, Sua


Dimensão, Toda Sua Estrutura)

O campo de Basquetebol é um espaço rectangular, estável e com todas as


medidas e sinalizações perfeitamente estabelecidas e determinadas e no qual se
desenvolve a confrontação entre duas equipas, sendo como tal uma referência
fundamental para os jogadores (Araújo, 1992).

Por sua vez, Freitas e Silva (2006) enaltecem que as dimensões do campo do
Basquetebol foram mencionadas pela primeira vez em 1896-1897 quando se fixou a
área máxima de 3500 pés quadrados (325,2 m 2). Esta área foi ampliada para 4000 pés
quadrados (371,6 m2) em 1910-1911, pelas regras da Amateur Athletic Union (A.A.U.).

Por tanto, após esta pequena caracterização e da evolução do campo de


basquetebol, segundo Freitas e Silva (2006) caracterizam o modelo actual do campo de
Basquetebol:

O campo de jogo de basquete deve ser rectangular, plana, sólida e livre


de obstáculos. De acordo com as novas regras da FIBA, seu
comprimento deve ser de 28m e a largura de 15, sendo que as linhas
limítrofes não fazem parte do campo de jogo. Estas dimensões são
obrigatórias para campeonatos internacionais, para as outras
competições, a entidade responsável poderá autorizar jogos em campo
de jogos com a medida antiga, de 26m por 14 (Freitas & Silva 2006).

Por sua vez, conforme Facchini (2024) e Ferreira (2019) descrevem que o
campo de basquetebol apresenta diversas linhas e marcações:

Linhas Laterais - Delimitam o espaço de jogo. Linhas Limites - Também


delimitam o espaço de jogo, no entanto, estão localizados atrás dos
cestos. Linha Central - Localizada bem no meio da quadra, ela divide o
espaço total em dois iguais. Círculo Central -Acima da linha central está
um círculo desenhado bem no meio da quadra que possui cerca de 3,6
metros de diâmetro. Linha de 3 Pontos - Linha circular localizada a 6,75
metros de cada cesto. Recebe esse nome, pois os lances desse local
valem 3 pontos. Linha de Lance Livre - Localizada mais próxima do cesto
e de maneira frontal os jogadores lançam a bola (Facchini, 2024).

1.1.1. Caracterização do Tempo no Basquetebol (Tempo Geral e Por


Períodos/Quartos de Jogo)

Desde as suas origens até à actualidade que o tempo de jogo de basquetebol


não teve grandes alterações, sendo de quarenta minutos nas competições da FIBA, e
perfazendo na NBA (“National Basketball Association”) cinquenta e oito minutos
(Confederação Brasileira de Basquetebol, 2016).

Por tanto, segundo Confederação Brasileira de Basquetebol (2016) relata que o


jogo de basquetebol, de acordo com as regras da FIBA, as quais são seguidas, possui
quatro períodos de 10 minutos, com intervalos de dois minutos entre o primeiro e o
segundo período e entre o terceiro e o quarto período; possui ainda um intervalo de
15 minutos entre o segundo e o terceiro período de jogo. Em caso de período extra
(prorrogação) é dado um intervalo de dois minutos logo após o término do quarto
período, conforme mostrado a seguir:

1º quarto = 10 minutos - Intervalo = 2 minutos; 2º quarto = 10 minutos


- Intervalo = 5 minutos; 3º quarto = 10 minutos - Intervalo = 2 minutos;
4º quarto = 10 minutos - Intervalo = 2 minutos; Período extra = 5
minutos (Confederação Brasileira de Basquetebol, 2016).

Segundo ainda a Confederação Brasileira de Basquetebol (2016) o tempo que


cada equipa pode permanecer com a bola sem uma tentativa à cesta é de 24
segundos, caso haja lançamento e a bola toque o aro, o cronómetro é retornado a 14
segundos em caso de rebote ofensivo, assim a equipe atacante tem mais esse tempo
para efectuar uma nova tentativa, e retorna a 24 segundos em caso de rebote
defensivo.

Para cruzar do campo defensivo para o campo de ataque, cada equipe tem oito
segundos. Caso não ultrapasse a linha central da quadra dentro desse tempo, a equipe
perde a posse da bola (Confederação Brasileira de Basquetebol, 2016).

Conforme ainda relatado pela Confederação Brasileira de Basquetebol (2016)


durante a partida, cada treinador possui cinco pedidos de tempo ao total, sendo
divididos no decorrer do jogo da seguinte forma:

1º e 2º quarto: dois pedidos de tempo. 3ª e 4º quarto: três pedidos de


tempo (Confederação Brasileira de Basquetebol, 2016).

1.1.2. Regras do Basquetebol

Segundo Facchini (2024) enfatiza que no basquetebol o objectivo é inserir a


bola no cesto correspondente à sua equipa. Portanto, há dois cestos em cada
extremidade do campo: 3,05 metros do chão. O local onde está o cesto é chamado de
tabela. Vence a equipa que fizer o maior número de pontos.

Os pontos variam de acordo com o local em que é realizado o arremesso. Por


exemplo, se um lance livre é convertido, é somado um ponto. Lançamentos de dentro
da área, são somados dois pontos ao placar (Ferreira, 2019).
Há ainda, os lançamentos que valem três pontos. Estes são contabilizados
quando o lançamento convertido é realizado de fora da linha circular, localizada a 6,75
metros de cada cesto (Ferreira, 2019).

O jogo está dividido em 4 tempos, sendo 10 minutos úteis para cada, ou seja, o
cronômetro do jogo só avança quando a bola se encontra em jogo (Facchini, 2024).

Os passes de bola podem ser: passe com a mão, passe de peito, passe quicado,
passe de ombro e passe por cima da cabeça (Facchini, 2024).

Já os lançamentos, o mais utilizado são a bandeja e o jump. As chamadas


"enterradas" ocorrem mediante um salto e a colocação da bola no cesto (Facchini,
2024).

1.2. Caracterização de Violações e Faltas no Basquetebol

Violações - Uma violação é o ato de infringir as regras do basquetebol e tem


como penalidade a perda da posse de bola (Confederação Brasileira de Basquetebol,
2016). São exemplos de violação:

Andar com a bola. Dois dribles (driblar a bola, segurá-la e driblar


novamente). Condução de bola. Uso ilegal dos pés. 3 Segundos no
garrafão. 5 Segundos de posse de bola. 8 Segundos na quadra de defesa.
Volta de bola do ataque para defesa. 24 Segundos para atacar
(Confederação Brasileira de Basquetebol, 2016).

Faltas - A falta é uma infracção das regras do basquetebol que envolve o


contacto pessoal com um adversário e/ou comportamento antidesportivo
(Confederação Brasileira de Basquetebol, 2016).

Por sua vez, segundo Ferreira (2019) relata que num jogo de basquete, um
jogador não pode fazer mais que 5 faltas. Se isso acontecer, como punição, ele está
expulso do jogo. As faltas podem ser cometidas quando há:

Contacto ilegal entre os jogadores; agressões entre jogadores;


comportamentos antidesportivos (Ferreira, 2019).
2. Referências Citadas

Araújo, J. M. (1992). Basquetebol. Preparação técnica e táctica. Federação Portuguesa


de Basquetebol e Associações Regionais de Basquetebol.

Confederação Brasileira de Basquetebol. (2016). Regras oficiais do Basquetebol.


Disponível em: <http:// www.cbb.com.br/PortalCBB/OBasquete/BasqueteBrasil>.
Acesso em: 15 ago. 2024.

Facchini, Maurício. (2024). Basquetebol. Toda Matéria. Disponível em:


https://www.todamateria.com.br/basquetebol/. Acesso em: 15 ago. 2024.

Ferreira, A. P. (2019). Basquetebol: Ensinar e aprender o jogo. Faculdade de


Motricidade Humana.

Freitas, A.; & Silva, A. V. (2006). O que é Basquete - Histórias, Regras, Curiosidades. Rio
de Janeiro: Casa da Palavra.

Teodorescu, L. (1984). Problemas de teoria e metodologia nos jogos desportivos. Livros


Horizonte.

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