UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI
NEAD – NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA
CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
Alexandre de Souza Gomes
PLATAFORMAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO
São João del-Rei
2019
Alexandre de Souza Gomes
PLATAFORMAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO
Trabalho de conclusão do curso de
Especialização em Mídias na Educação da
Universidade Federal de São João del-Rei,
apresentado como requisito para obtenção do
título de Especialização em Mídias na
Educação, sob a orientação da Profª. Dra.
Roseli Marins Balestra.
São João del-Rei
2019
Alexandre de Souza Gomes
PLATAFORMAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO
Trabalho de conclusão do curso de
Especialização em Mídias na Educação da
Universidade Federal de São João del-Rei,
apresentado como requisito para obtenção do
título de Especialização em Mídias na
Educação, sob a orientação da Profª. Dra.
Roseli Marins Balestra.
___________________________________________________________
Prof.ª. Dra. Roseli Marins Balestra – Orientadora
UFSJ
______________________________________________________
Prof. Dr. Alexandre Carlos Eduardo
UFSJ
______________________________________________________
Prof.ª Ma. Elisabete da Silva Dutra
UFSJ
2019
RESUMO
O presente trabalho tem como objetivo apresentar a importância das Tecnologias da
Informação e da Comunicação (TICs) no ambiente escolar, exemplificada na
plataforma digital Socrative. As TICs usadas de maneira atrativa e significativa,
poderão incentivar os educandos a adquirirem uma postura inovadora na sociedade
em que vivem. Considerando que estamos vivenciando a inserção de novas
tecnologias em nosso entorno, exigindo uma sociedade moderna que precisa de
cidadãos criativos e preparados para se relacionarem com esses meios inovadores
e tecnológicos. E é visando isso que o ambiente escolar é um ótimo local para a
inserção de conhecimentos e uma aprendizagem que ofereça esta junção entre
tecnologia e educação.
Palavras-chave: Tecnologia. Mídias. Educação. Metodologia.
ABSTRACT
The present work aims to present the importance of Information and Communication
Technologies (ICTs) in the school environment, exemplified in digital platforms. ICTs
used in an attractive and meaningful way may encourage learners to take an
innovative stance in the society in which they live. Considering that we are
experiencing the insertion of new technologies in our surroundings, demanding a
modern society that needs creative and prepared citizens to relate to these
innovative and technological means. And this is what the school environment is a
great place for the insertion of knowledge and a learning that offers this junction
between technology and education.
Keywords: Technology. Media. Education. Methodology.
SUMÁRIO
1. Introdução............................................................................................................................... 7
2. Revisão da Literatura............................................................................................................ 9
2.1 Tecnologia, evolução e conhecimento ...................................................................... 9
2.2 Naturalidade .................................................................................................................... 9
2.3 Complexidade ................................................................................................................10
2.4 Acumulação dos saberes ............................................................................................10
2.5 Tecnologia: usar ou não? ...........................................................................................13
3. Definição geral das TICs .....................................................................................................15
3.1 Mudanças nas práticas docentes ..............................................................................16
3.2 Plataformas digitais......................................................................................................18
4. Socrative ................................................................................................................................20
4.1 O moodle como ferramenta didática.........................................................................21
5. Considerações finais ...........................................................................................................23
Referências ...................................................................................................................................24
7
1. Introdução
Percebe-se que a inserção de novas tecnologias e informações é um
processo célere e comum na sociedade contemporânea. Faz-se necessária, então,
a mudança de velhos comportamentos metodológicos frente as inovações
existentes, gerando questionamentos sobre a relação entre o que é ensinado e a
realidade dos alunos.
Qualquer que seja a definição para essa sociedade, o fato é que
estamos numa sociedade a qual se encontra em constante revolução
tecnológica, em que devem ser considerados os impactos que geram
mudanças em todas as áreas que envolvem a sociedade como um
todo, no modo de vida das pessoas, na política, dentre outras
questões que passam a requerer a necessidade de adaptação de
todos (OLIVEIRA; ARAUJO, 2016).
Tal percepção, é confirmada por Bispo et. al., (2010, p. 11):
Para que o uso das TIC signifique uma transformação educativa que
se transforme em melhora, muitas coisas terão que mudar. Muitas
estão nas mãos dos próprios professores, que terão que redesenhar
seu papel e sua responsabilidade na escola atual. Mas outras tantas
escapam de seu controle e se inscrevem na esfera da direção da
escola, da administração e da própria sociedade.
Uma vez que um dos primeiros passos para a tríade inovação-tecnologia-
educação está nessa adaptação do ensinar o novo, de relacionar o que é ensinado e
a realidade em que estes educandos estão inseridos, ou seja, trazendo meios
tecnológicos de ensino neste processo de mediar o conhecimento, originou também
o possível questionamento sobre meios de estabelecer um elo entre educação e
TICs no desenvolvimento dos educandos, como metodologia ativa na sala de aula.
A tecnologia presente a cada dia em todos os espaços, principalmente nas
escolas, desafia o paradigma da educação em tempos contemporâneos. Assim,
pensar e repensar o processo bem como o uso da mesma é um desafio no atual
panorama nacional, de crise, de mudanças e desafios. A reflexão feita neste
trabalho procura entender a tecnologia como um processo natural da ação humana,
no sentido que este fazer humano busca aprimoramento, refinamento e inovação.
Uma vez apresentado que, ao longo dos séculos, a ação tecnológica como um agir
sempre presente, pode-se conceber o pensamento que impeça que se negue a sua
contribuição nos saberes humanos.
8
Neste sentido, de ação humana permeado pela tecnologia, é importante
entender o seu histórico, evolução e desdobramento, considerado como um agir
natural. Nesta consideração, remetendo a reflexão à prática docente, é importante
entender que no presente século não pode-se ignorar o papel da tecnologia bem
como os benefícios que ela pode trazer.
Por meio de uma análise bibliográfica sobre o tema, tecnologia e o educar,
procurou-se estabelecer a relação necessária de ambos bem como a urgência
efetiva de mudanças que não vejam as ferramentas tecnológicas nem como inimigas
ou salvadoras, antes, importantes auxiliares no diálogo com uma geração dinâmica,
em constante mudança e que busca a inovação e criatividade como possibilidades
de afirmação do eu tanto nos sabres quanto na vivência social.
9
2. Revisão da Literatura
2.1 Tecnologia, evolução e conhecimento
A importância da tecnologia para a humanidade pode ser considerada
fundamental para a evolução da civilização em todos os seus aspectos (e o modo de
viver da espécie humana,) até os dias atuais, tornando-se uma característica que
define a espécie humana (ALVES, 2009). E não sem razão, os desafios impostos à
sobrevivência da espécie foram-lhe motor das inovações tecnológicas (VOLPATO;
IGLESIAS, 2009). Desde a busca do bem-estar (como o domínio do fogo
(OLIVEIRA, 2010) e as técnicas de controle do meio ambiente como a agricultura
(BARRETO, 2007) até as formas de comunicação como a escrita pictórica e
alfabética (MADURO, 2006), há uma tendência predominante que revela que a
humanidade põe o conhecimento a seu serviço, sendo ele um engendrador do
próprio saber.
2.2 Naturalidade
O primeiro aspecto seria sua naturalidade. A naturalidade não é entendida
aqui como um processo relacionado aos ritmos biológicos ou aos ciclos naturais, e
sim, uma ação própria da humanidade (no sentido que é próprio da humanidade
produzir e aprimorar ideias e ações) e seus impactos aos próprios ritmos vitais e
dinâmicas naturais (SANCHEZ FILHO, 2005). Como já dito, a história da espécie
humana sugere que na evolução da compreensão do seu entorno e suas
capacidades de adaptação, a humanidade procurou ao longo do tempo adaptar-se e
adaptar a realidade. À título de exemplo, desde o domínio do fogo ao alfabeto, e
especificamente as realizações entre o Paleolítico e o Neolítico (SANTOS, 2012),
revelam características tecnológicas importantes. A construção de utensílios, armas
e ferramentas a partir da pedra, madeira e ossos pode ser uma ação tecnológica do
homem frente à sua própria evolução no conhecimento e sua relação com o meio
ambiente, podendo a Revolução Digital vivenciada hoje ser uma possível
consequência dos avanços realizados naquelas eras (ALTARES, 2018). Segundo
Houaiss e Villar (2001, p. 2683) tecnologia pode ser compreendida também como
“técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos”, e se acrescenta aqui também
10
que a tecnologia é uma ação humana orientada para fins de conhecimento
(instrução-educação). Todavia, antes de avigorar este pensamento, será feita uma
reflexão sobre as características da tecnologia como ação inerente à espécie
humana na compreensão de sua realidade.
Tecnologia vem do “termo grego technê (arte, ofício) e logos (estudo de)”
(ALVES, 2009, p. 18), sendo empregada em relação ao estudo da ação humana na
criação de utensílios e técnicas orientadas à resolução de problemas, criação ou
alteração de processos ou aprimoramento no conhecimento de certas realidades.
A naturalidade da evolução do pensamento (ação da mente transformando o
entorno) entendida aqui como tecnologia (transformação da realidade), é percebida
como algo natural (no sentido de estar presente na história de diversos povos) e,
como já dito, consequência natural da humanidade e sua relação com o mundo.
Nas diversas tribos e civilizações indígenas (PALADINO; RUSSO, 2016) ou
africanas (BRITO; MACHADO, 2017), percebe-se também a mesma tendência
natural de transformação do entorno a partir de técnicas específicas, trazendo
consigo uma evolução ao processo de relação humanidade e natureza.
2.3 Complexidade
O segundo aspecto seria a complexidade, ou seja, de mudanças simples,
percebe-se gradualmente um avanço à complexidade e abstração. Isto pode ser
exemplificado na evolução da tipografia (MIGUEL, 2007) e xilogravura (MENDONÇA
et al., 2014). Assim, pequenas mudanças ou inovações tornam-se aprimoradas em
gerações seguintes, construindo um edifício do saber onde cada era pode gerar
novos ciclos inovadores sustentados pelas bases de inovações anteriores, rumando
a teorias ou técnicas acrescidas de contínuos refinamentos.
2.4 Acumulação dos saberes
O terceiro aspecto pode ser considerado a acumulação gradativa. Os saberes
produzidos pela espécie humana se acumulam, devido primeiro a tendência natural
de existirem e depois ao avanço rumo a complexidade, pois os avanços tecnológicos
de hoje são precedidos por diversos outros avanços no passado que culminaram
nos conhecimentos atuais e indicam que, no futuro próximo, eclodirão em novos
11
outros conhecimentos, sendo todos resultados da “dinâmica de atores humanos,
entidades vivas não humanas, materiais de vários tipos, instrumentos, competências
diversas, recursos institucionais e financeiros” (BAUMGARTEN et al., 2007, p. 407).
Pode-se, então, compreender que o conjunto de tecnologias chamados de
Tecnologias de Informação e Comunicação, surgidas na segunda metade do
século XX (ALMEIDA, 2009), fruto da Revolução Tecnológica, não pode ser
entendido como um processo fora do contexto maior que fora apresentado
anteriormente, que é a evolução do pensamento humano.
A tecnologia digital, entendida apenas como uma consequência da revolução
tecnológica dos séculos XX e XXI pode parecer, erroneamente, um processo novo
na história da humanidade. Assim, alguns educadores podem entender que a
tecnologia aplicável aos processos de ensino e aprendizagem surge como um
processo recente no cenário da educação, contudo, não é assim. Neste processo do
conhecer e entender a realidade, o uso da técnica (já exemplificado anteriormente
nos avanços naturais da raça humana), sempre fora utilizada de alguma forma pela
humanidade.
Pode-se exemplificar este argumento por meio da evolução dos processos da
escrita a partir de Gutemberg e a imprensa (SANTOS, 2012), até o livro digital. O
contexto da evolução da criação da imprensa revela um modo de fazer e adquirir o
conhecimento manual, traduzido na ação dos monges copistas da Idade Média
(UEBARA, 2013). Naquele momento histórico, já existindo uma abundante produção
e acumulação de conhecimento, o processo de divulgação do mesmo ainda era oral,
escrito ou pictórico. O que, não é muito diferente dos dias atuais, mudando apenas,
hoje, na velocidade e meios utilizados.
Mesmo com tais características tecnológicas, a velocidade de disseminação
do conhecimento era em relação aos dias atuais, lenta, e em relação a antiguidade
clássica, incrivelmente veloz. A imprensa de Gutemberg traz à esta mesma dinâmica
e velocidade (o avançar tecnológico), um impulso considerável que mais tarde foi
seguido e ampliado nos processos posteriores que culminaram na evolução das
impressoras modernas.
Considera-se que toda a evolução da cópia manual até a impressão moderna,
o uso da técnica (natural, complexa e acumulativa) é um aspecto da humanidade de
relacionar-se com o conhecimento e o mundo.
12
O próximo salto nesta arte é o texto digital (virtual), que dispensa já a veloz
impressão material e potencializa a níveis inimagináveis a disseminação do
conhecimento para grande parte da humanidade no presente século.
Sem ainda falar de computadores, internet e virtualidade, é inegável que a
escola (em todos os tempos e formatos) foi sempre atingida pela evolução no
processo de compreensão da realidade (dos monges copistas até o livro didático).
Assim, considerar hoje a tecnologia exemplificada nas TICs como um processo novo
pode ser uma incompreensão da evolução histórica (apresentada aqui) da relação
humano e mundo.
Assim sendo, sabemos que as transformações nas formas de
comunicação e de intercâmbio de conhecimentos, desencadeadas
pelo uso generalizado das tecnologias digitais nos distintos âmbitos
da sociedade contemporânea, demandam uma reformulação das
relações de ensino e aprendizagem, tanto no que diz respeito ao que
é feito nas escolas, quanto a como é feito. Precisamos então
começar a pensar no que realmente pode ser feito a partir da
utilização dessas novas tecnologias, particularmente da Internet, no
processo educativo. Para isso, é necessário compreender quais são
suas especificidades técnicas e seu potencial pedagógico (OLIVEIRA
et al., 2015, p. 77).
A Figura 1 pode exemplificar a evolução tecnológica dos livros desde os
registros mais rústicos até a era digital.
Figura 1 – Exemplo da evolução tecnológica. Livros.
Fonte: (DIANA, 2019)
13
2.5 Tecnologia: usar ou não?
Como um desenlace sobre a reflexão das tecnologias e sua relação com a
humanidade e o conhecimento, insiste-se que o uso da tecnologia nos processos de
ensino-aprendizagem não é algo novo. Sempre a técnica esteve presente à serviço
da educação (da ágora grega à academia de Platão). Há sempre uma tendência de
que a relação (aquisição – modificação – criação) dialética do homem e o
conhecimento modifique-se e evolua.
Portanto, um educador do século XXI (que nasceu e vive em contextos
tecnológicos) não pode, de forma simplista, perceber a tecnologia como algo que
depende do gosto ou não, do usar ou não. Isto pode ser um equívoco de
entendimento, pois mesmo o quadro negro e o giz são frutos de evoluções
tecnológicas à serviço desta relação homem-conhecimento-mundo.
Todavia, não quer dizer que a única relação com o conhecimento e os
processos de ensinar e aprender se fazem por meio do uso de artefatos
tecnológicos exclusivamente, há outras esferas, há outros processos (que não estão
presentes na proposta deste trabalho) que também fazem parte do processo de
entender a realidade, como o sensorial e o lúdico (que após, talvez, uma análise,
também será encontrado o impacto da tecnologia nos mesmos). Ou seja, as próprias
teorias pedagógicas podem ser consideradas como técnicas de ensino.
Também, neste momento, não se pode dizer que há uma obrigação explícita
dos professores dominarem o uso de todos os dispositivos tecnológicos, de forma
alguma. O objetivo, com o que foi apresentado até aqui, é tentar demostrar que o
uso de tecnologia é também inerente ao processo de aquisição do conhecimento.
Apenas diferenciado nas formas (veículos, digital ou analógico) e nos tipos (oral,
textual ou virtual). A Figura 2 ilustra as formas de registro de som e imagem.
14
Figura 2 – Exemplo da evolução da tecnologia utilizada na busca e registro do
conhecimento.
Fonte: (PAIVA, 2009)
15
3. Definição geral das TICs
As Tecnologias da Informação e da Comunicação – TICs, de acordo com
Anderson (2010) em Soares-Leite e Nascimento-Ribeiro (2012, p. 12) correspondem
a todas as “tecnologias de informação e comunicação, referente à pluralidade de
tecnologias (equipamentos e funções) que permitem criar, capturar, interpretar,
armazenar, receber e transmitir informações.”
As TICS estão cada vez mais comuns no meio educacional, o que pode ser
observado em instituições de ensino à distância; disseminam-se projetos e ações
escolares que estão tornando comuns grades curriculares de matérias ou métodos
de reforços online, fazendo o uso de diversos métodos tecnológicos como:
notebooks, datashow, dvds, lousa digital entre outros, que possibilitam tornar a aula
mais atrativa e propõe um método de ensino diferenciado ao educando. Tecnologias
da Informação e Comunicação (TIC) podem ser definidas como um conjunto de
recursos tecnológicos que integrados entre si proporcionam a automação e a
comunicação nos processos existentes nos negócios, no ensino e na pesquisa
científica. O que proporciona novos conhecimentos, compartilhamento de ideias e
informações. A Figura 3 exemplifica o multiverso das tecnologias relacionadas às
TICs, já presentes no dia a dia da sociedade e seu potencial de penetração na
prática educativa.
16
Figura 3 – Exemplo da evolução da tecnologia utilizada na busca e registro do
conhecimento.
Fonte: (FERNANDEZ, 2017)
3.1 Mudanças nas práticas docentes
Assim como a tecnologia foi se transformando ao longo das eras, o papel do
professor foi modificando-se no decorrer da história da educação e da sociedade, a
evolução trouxe a necessidade de mudanças nos métodos pedagógicos a fim de
melhorias no ensino. O que pode ser confirmado por meio das mudanças em cada
tendência pedagógica (MARZARI, 2010), o que será apresentado a seguir
resumindo-se algumas destas tendências.
Pedagogia Tradicional: um ensino que prioriza a capacidade de guardar e
reproduzir os conteúdos, transmitidos pelo professor, um personagem que era
considerado superior ao aluno e que não aceitava ser questionado.
Pedagogia Renovada: entendia-se que o aluno podia alcançar a
aprendizagem por si próprio, focando um aluno ativo e investigador, o professor
começa a buscar métodos que possam se aproximar do ensino-aprendizagem
através de orientações e incentivos.
Pedagogia Tecnicista: priorizava-se um ensino instrumental e mecanicista,
onde professores e alunos apenas executavam e recebiam o que deveria ser
17
ensinado, a fim de formar alunos para se engajar no mercado de trabalho.
Enfatizando o fazer e não o compreender.
Pedagogia Libertadora: a relação entre professor-aluno é reformulada. Essa
tendência tem objetivos vinculados a propostas de Paulo Freire, principalmente no
que é apresentado em sua obra Pedagogia Libertadora (AGOSTINI, 2015).
Relacionando o meio social e político que o aluno está inserido em seu contexto
escolar. A fim de exercer plenamente sua cidadania.
Pedagogia Crítico- Social: o professor é um mediador, propondo um ensino
significativo frente à realidade dos alunos, buscando alunos participativos, ativos e
críticos, que proporcionem ações transformadoras em seu meio social.
Atualmente os alunos em sua grande maioria estão em contato com recursos
tecnológicos, o que exige meios mais criativos, atualizados e inovadores para
enriquecer os conteúdos propostos. Porém outro item que exige continuação de
pesquisa são os diversos desafios que os professores encontram, ao inserir esses
recursos, seja por falta de conhecimento ou receio de usá-los.
Portanto, a realidade das TICs provoca a necessidade de repensar o
processo de ensino-aprendizagem frente às novas tecnologias, pois as práticas
pedagógicas devem ser vistas como um todo, escola, família e sociedade.
Quando o professor estabelece uma relação de confiança com o aluno, e
busca inovar suas aulas, aprimorando este processo de educação, o que é ensinado
se torna necessário, o que por sua vez gera no educando a necessidade de
continuar aprendendo. A Figura 4 mostra como as TICs podem se transformar em
elemento integrador no processo educacional.
18
Figura 4 – Integração das TICs na Educação.
Fonte: (SESI/SENAI, 2012)
3.2 Plataformas digitais
Plataformas digitais são estruturas, meios, formas ou procedimentos que são
essencialmente digitais (virtuais) e encontram-se alojados, acessíveis e
desenvolvidos no interior da rede mundial de computadores (Internet). Na Internet
elas (as plataformas) são acessadas e utilizadas para diversos fins, desde
entretenimento até rotinas administrativas e governamentais, serviços médicos e
bancários e planejamento de viagens, além de uma amplíssima gama de outras
finalidades e propostas.
As plataformas e tecnologias digitais são frequentemente confundidas com
estratégias.
19
A fim de exemplificar, o Facebook não é uma rede social, mas sim
uma plataforma de rede social. A rede social está inserida sobre tal
plataforma e pode até estar sobre outras plataformas também. Dessa
forma, uma empresa ou pessoa pode ter uma rede social onde seus
membros estejam tanto no Facebook quanto no Twitter. Sendo
assim, torna-se fundamental relacionar, pelo menos, as seguintes
plataformas digitais, fundamentais para este trabalho: páginas
digitais, que compreendem sites e blogs e plataformas digitais de
redes sociais, que compreendem Facebook, Twitter, Youtube,
Instagram, entre outros (GERHARDT, BEHLING, 2014, p. 5).
Gabriel (2010) citado por Gerhardt e Behling (2014) define que plataformas
digitais são programas ou aplicativos que na Internet possuem as seguintes
características: facilidade de acesso, estrutura organizada e compreensão intuitiva.
Apresentado de outra forma, basta uma pesquisa básica para que estes serviços
sejam encontrados, uma vez que isto ocorra, o acesso e utilização são facilitados
pela forma de construção e organização do serviço, que via de rega, é facilitado e
intuitivo, onde quem o acessa, por si mesmo, pode descobrir e conhecer as
funcionalidades básicas do serviço.
Frazão (2017, p. 2) as plataformas digitais “criam comunidades e mercados
por meio dos quais os seus usuários podem interagir e contratar”, renovando e
horizontalizando processos clássicos na relação entre mercado e consumidor. Esta
inovação e nivelação, conectando todos e transformando-os em agentes do sistema,
é um elemento desejável ao processo de ensino-aprendizagem. Silva (2016)
apresenta as plataformas digitais como uma nova forma de aprendizagem,
logicamente resultando em uma nova forma de docência. Como as plataformas
digitais já estão presentes na vida do aluno fora da escola, sua inserção na realidade
escolar, como argumenta Moran (2017) é motivadora e condutora para os alunos
nas abordagens de diferentes elementos usando métodos diversos (fotos, vídeos,
jogos).
O Facebook é uma das mais conhecidas plataformas digitais utilizada
basicamente para fins de entretenimento, relacionamento, oferta de informações e
serviços. Todavia, este trabalho focaliza as plataformas digitais relacionadas a
educação. Para exemplificar a ampla gama de plataformas digitais, será
apresentada a seguir a plataforma Socrative.
20
4. Socrative
Após a reflexão sobre a importância do uso das tecnologias de comunicação
e informação na sala de aula, apresenta-se como proposta para um trabalho
integrando tecnologia na realidade escolar o uso do software Socrative.
Esse aplicativo é uma ferramenta de ensino que apresenta
possibilidades de ensinar e aprender com um celular ou tablet em
sala de aula. Com o Socrative, o professor visualiza em seu
dispositivo móvel (ou desktop) as repostas das atividades dos alunos
em sala de aula no exato instante em que são postadas. Essas
atividades podem ser de múltipla escolha, verdadeiro/falso, respostas
curtas e questões dissertativas. Além disso, é possível o professor
elaborar e editar o seu próprio banco de questões, compartilhando
com alunos e, também, com colegas de trabalho da mesma
disciplina. O aplicativo disponibiliza ao professor rever a
compreensão dos alunos em diferentes modelos de relatórios: visão
geral da classe inteira, resultados específicos de cada estudante e o
percentual de acertos por questão. Todos os relatórios podem ser
enviados diretamente do aplicativo para o e-mail do professor ou
para a pasta Google Drive a qualquer momento. O próprio aplicativo
também armazena os relatórios na seção Reports (VETTORI; ZARO,
2016, p. 191).
O Socrative se adequa muito bem a realidade escolar brasileira devido a
algumas características favoráveis como o uso do software gratuito via internet. O
aplicativo Socrative permite que o usuário faça alterações e customizações sem
acréscimo de custo ou aquisição de licença, barateando o custo com tal insumo. Por
ser um software via internet, sua compatibilidade é ampla bem como a necessidades
de recursos de memória e armazenamento são menores.
Na realidade escolar brasileira, o uso do software via Internet auxilia e muito a
prática pedagógica integrada à vários métodos, criando um hibridismo importante
onde a atenção e engajamento dos alunos estabelece uma dinamicidade maior nas
aulas e projetos pedagógicos. O software tem um caráter interativo e lúdico, além de
uma aplicabilidade ampla em várias disciplinas escolares, podendo ser usado por
crianças, adolescentes e adultos.
Na figura 5 é possível visualizar as atividades que o Socrative oferece ao
trabalho na sala de aula.
21
Figura 5 – Tela de navegação e funções do Socrative
Fonte: (SILVA, 2016, p. 35)
Em uma escola da rede pública a aplicação do software Socrative obedece às
etapas:
a) Preparação dos equipamentos para acesso à Internet;
b) Criação e configuração da plataforma para professores e alunos;
c) Capacitação dos professores e alunos;
d) Utilização do software em aulas e projetos pedagógicos.
As etapas são simples, pois toda interface do Socrative é intuitiva, de fácil
configuração e parametrização.
4.1 O moodle como ferramenta didática
Como exemplo de outra ferramenta didática (tecnológica, virtual e para fins
educativos), o Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Enviromment)
trata-se de uma das mais conhecidas e exitosas.
Trata-se de uma plataforma em rede, digital, dinâmica, aberta (software livre)
que permite uma ampla parametrização tanto a nível de programador quanto a nível
de usuário. Amplamente utilizada na educação à distância, torna-se praticamente
22
um ambiente comum em muitos cursos oferecidos pela internet (técnicos, graduação
e especialização).
O moodle é um ambiente de aprendizado multimidiático onde uma ampla
gama de recursos são oferecidos para que a interação aluno, professor e
conhecimento se efetive democraticamente.
O Moodle se apresenta como uma ferramenta didática online, uma
vez que disponibiliza ao professor a escolha de ferramentas como
fóruns, chat, diários, dentre outras que se enquadram dentro do
objetivo pretendido pelo professor durante a disciplina. Além disto,
fornece um espaço de aprendizagem como um processo dinâmico,
baseado no construcionismo social, proporcionando a colaboração
mútua dos participantes, o cooperativismo, a troca e
compartilhamento de materiais, pesquisas, coletas e revisão de
tarefas, avaliação entre colegas e registro de notas no ensino a
distância, presencial ou parcialmente presencial (ALENCAR et. al.,
2011, p. 2)
O acesso ao ambiente (ou a plataforma) depende basicamente da
disponibilidade de internet por meio de um dispositivo eletrônico (celulares ou
computadores). Uma vez no ambiente, os recursos oferecidos podem ser usados
pelos alunos isoladamente ou associados, permitindo até mesmo a construção de
novos conteúdos que serão disponibilizados coletivamente.
A característica de software livre permite que sejam feitos todos os tipos de
modificações e parametrizações para atender peculiaridades institucionais, regionais
ou pessoais.
23
5. Considerações finais
A sociedade evoluiu por meio de novos recursos tecnológicos e inovadores. É
próprio do agir humano a busca por entender, melhorar, registrar e inovar sua
relação com o mundo onde vive. Em todos os aspectos da vida humana, inovações
em técnicas e procedimentos são percebidas. Por meio destas mudanças na
educação, há um questionamento atual acerca do perfil do educador, que pode, por
meio de novas tendências pedagógicas, propiciar uma educação aberta ao novo,
objetivando um aluno crítico, participativo e que encontre relação entre o que é
ensinado e seu meio social.
Nestas novas tendências pedagógicas, o uso da tecnologia é importante
nesse contexto, pois ela gera oportunidades de currículos e temas transversais
inovadores, que correlacionam o cotidiano da sociedade e a educação, indo além
das paredes das instituições escolares.
O uso das plataformas digitais na escola poderá provocar aos educandos
uma reelaboração da visão de civilização, cultura e sociedade, na qual eles poderão
transformá-la e agirem para conquistarem o que planejam e sonham, convergindo
eticamente para as necessidades coletivas.
Por outro lado, há desafios, como a falta de estrutura em muitas escolas
brasileiras e ausência de capacitação ou entendimento por parte dos professores
para usar as tecnologias. Se por um lado existem estes desafios, por outro, o
entendimento sobre eles (entender que há problemas e onde eles estão) permite
ações estratégicas para a resolução dos mesmos. Entretanto, o consenso que há
transformações ocorrendo e que impactam na escola é comum.
Propondo essa tríade educação-inovação-TICs, a proposta de ensino-
aprendizagem será mais atraente e buscará aliar teoria e prática, despertando o
interesse dos educandos e permitindo com que eles interajam e sintam-se parte
deste processo de aprender a conhecer, a fazer, a conviver e a ser (DELORS,
2010).
24
Referências
AGOSTINI, Nilo. Prática da Liberdade e Ação Libertadora: a arte de educar em
Paulo Freire. 37º Reunião nacional da ANPEd – Associação Nacional de Pós-
Graduação e Pesquisa em Educação. 2015. Disponível em:
<[Link] Acesso: 21, jan.
2019.
ALENCAR, Andréia de Souza; MATIAS, Fernanda Cristina de Paula; GUIMARÃES,
Fernanda Pereira; OLIVEIRA, Rodrigo Sanches de. O moodle como ferramenta
didática. Anais do Congresso Nacional Universidade, EAD e Software Livre.
Periódicos da Universidade Federal de Minas Gerais, v. 2, n. 2, 2011. Disponível em:
<[Link]
Acesso: 26, fev. 2019.
ALMEIDA, Doriedson Alves de. TIC e Educação no Brasil: breve histórico e
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Programa Pós-Graduação em Educação, v. 15, n. 2, ago./dez. 2009. Disponível em:
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2018.
ALTARES, Guillermo. A autêntica revolução foi no período Neolítico. Portal El País.
2018. Disponível em:
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Acesso: 20, dez. 2018.
ALVES, Taíses Araújo da Silva. Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)
nas escolas: da idealização à realidade. 2009. 134 f. Dissertação (Mestrado em
Ciências da Educação), Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias,
Lisboa. Disponível em:
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