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Distúrbios de Olfato e Paladar: Causas e Efeitos

Anatomia e fisiologia da boca

Enviado por

Yasmim Nóbrega
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PBL 04 – CADERNO 2 – PERCEPÇÃO.

5 – CONHECER OS DISTÚRBIOS RELACIONADOS A PERDA DO


OLFATO E PALADAR.

ANOSMIA
(PERDA DO
OLFATO)

➢ TRAUMAS CRANIANOS COM FRATURA DE LÂMINA CRIVOSA


DO ETMOIDE
➢ TUMORES : MENINGIOMAS COM GOTEIRA OLFATORIA –
CRESCEM EM REGIÃO DA PLACA CRIBIFORME
➢ RESFRIADOS PELA PRESENÇA DE SECREÇÃO, CAUSANDO UMA
BARREIRA FÍSICA.
➢ CRISES UNCINADAS (EPILEPSIA) – RARA, SENSAÇÃO DE
CHEIROS LIGADOS A ALUCINAÇÕES (LESÕES NO LOBO
TEMPORAL) (CHEIRO AMARGO CONSTANTE).

Perda do
paladar

➢ HIPOGEUSIA: ALTERAÇÃO NA CAPACIDADE DE SENTIR O GOSTO,


E NUANCES DE SABOR, COMO DOCE OU SALGADO
➢ HIPERGEUSIA: MAIOR SENSIBILIDADE NOS SABORES DOS
ALIMENTOS GERALMENTE RELACIONADOS A DOENÇAS QUE
AFETAM A LÍNGUA COMO: SÍNDROME DE SOJOGREN.
➢ AGEUSIA: PERDA COMPLETA DO PALADAR,TRATAMENTOS
ONCOLOGIOS, FUMO, COVID 19

➢ COVID 10 E AGEUSIA – DANO AO EPITÉLIO NASAL,


ENVOLVENDO CÉLULAS DE SUSTENTAÇÃO E CÉLULAS TRONCO.
PELA ENTRADA DO VÍRUS PELA LIGAÇÃO DA PROTEÍNA S (SPIKE)
E AS ENZIMAS RECEPTORAS. CAUSANDO DANOS AO EPITÉLIO.
DANOS AS CÉLULAS DE SUSTENTAÇÃO : DÃO APOIO FÍSICO E
METABOLIVO PARA OS CÍLIOS , A LESÃO DOS CÍLIOS LEVA A PERDA DO
OLFATO.
CÉLULAS TRONCO - REPOSIÇÃO DOS NEURÔNIOS OLFATORIOS.

➢ - DISGEUSIA: DISTORÇÃO DO PALADAR, COMO, A DIFICULDADE


DE RECONHECIMENTO DE ALIMENTOS DOCES OU ÁCIDOS. ,
MEDICAMENTOS.

4 – CARACTERIZAR A ETILOGIA DOS DISTÚRBIOS DO OLFATO E


PALADAR.

RINITES

Virais :

2
➢ Inflamação na mucosa nasal.
➢ Sintomas: corrimento nasal , espirros e congestão
➢ Causa : virus , resfriados e causas sazonais.
➢ Anti-histaminicos,lavagem nasal, medicação.
Alérgica :
➢ Causa : reação do sistema imune a um fator desencadeante.
➢ Coceira , espirros , olhos coçando, secreção nasal, congestão ,
cefaleias, pálpebra inchadas.
➢ Anti-histaminicas, injeções , soluções salineas.
Crônica :
➢ Prolongamento da rinite por virais inflamações ou relacionadas a
doenças :sífilis , tuberculose , hanseniase.
➢ Congestão, sangramentos, crostas de tecido, secreção espessa,
odor fétido, presença de secreção purulente.
➢ Descongestionantes, biópsia, cultura em caso de bactérias.

Pólipos

Pólipos nasais
➢ Tumor benigno (formação carnosa) que recobrem a mucosa
nasal.
➢ Causa: infecções nasais , corpo estranho.
➢ Congestão nasal.
➢ Cirugia, corticosteroides.

Sinusites

3
Sinusite aguda:
➢ Inflamação nas mucosas dos seios paranasais.
➢ Área dos seios da face comprometidas (frontal,
etmoidal,esfenoidal e maxilar). Presença de secreção amarelada ,
esverdeada , sanguinolenta, febre, dores musculares , coriza,
perda de apetite.
➢ Solução: liquido , soluções salinas evitar ar condicionados e aderir
a chás quentes para drenar o liquido.
Sinusite crônica:
Mesmos sintomas da aguda , porem pode estar presente a tosse
predominante. A noite e ao acordar pois ao deitar a secreção escorre
para parte posterior das fossas nasais, disparando o mecanismo da
tosse.

Doenças das
glândulas
salivares
Sinusite

Síndrome de SOJOGREN:
➢ O sistema imunológico ataca o próprio organismo.
➢ Pelo ataque as celulas salivares ocorre o ressecamento das
mucosas
➢ Olhos vermelhos , boca seca e dificuldade para engolir, olhos
vermelhos.
➢ Geralmente relacionada a outras patologias: LÚPUS.
➢ Fator genético, hereditário, fatores ambientais
➢ Sem tratamento porem varia a gravidade para o alivio do
prognostico : olhos secos : uso de colírios.

4
Adenoma pleomorfico:
➢ Tumor benigno que acomete as glândulas salivares
➢ Multiplicação celular desordenada
➢ Evolução lenta e sem sinais e sintomas, em caso de sintomas: dor,
paralisia do músculo facial ,inversão da pele e vermelhidão.
➢ Tratamento – remoção cirúrgica.
Carcinoma adenoide cístico
➢ Neoplasia maligna da glândula salivar rara de crescimento lento e
rápida metástase.
➢ Nódulo de consistência endurecida, tendo dor como o início do
diagnostico., dormência, diferença na simetria, fraqueza muscular.
➢ Remoção cirúrgica e quimioterapia.
Carcinoma de células acinares
➢ Neoplasia epitelial maligna que afeta predominantemente as glândulas
salivares parótida
➢ Crescimento lento.
➢ Dor, perda sensorial, fraqueza muscular
➢ Relacionadas a exposição à radiação.

5
PBL 4 – GUSTAÇÃO , OLFAÇÃO E VIAS SENSORIAS

1 – DEFINIR GUSTAÇÃO E OLFAÇÃO


OLFATO E GUSTAÇÃO SÃO SENTIDOS PRIMITIVOS LIGADOS A PERCEPÇÃO DA
TOXICIDADE DE UM ALIMENTO. NOS DOIS SENTIDOS (QUIMIORECEPTORES)
PALADAR É O CONJUNTO DE:
1. OLFAÇÃO
2. GUSTAÇÃO
3. TEXTURA
GUSTAÇÃO:
ATO DE SENTIR E DIFERENCIAR SABORES, GRAÇAS A ESTRUTURAS
SENSORIAIS ESPALHADAS PELA LÍNGUA (PAPILAS) QUE CONTÉM OS
BOTÕES GUSTATIVOS.
OLFAÇÃO :
OLFATO: SENTIDO PELO QUAL SE PERCEBE E DISTINGUE ODORES
GRAÇAS A ESTRUTURAS PRESENTES NO TETO DA CAVIDADE NASAL PELA
PRESENÇA DE TERMINACOES NERVOSAS QUE ENVIAM OS SINAIS ATE O
BULBO OLFATIVO.

2 – DESCREVER AS VIAS SENSITIVAS RELACIONADAS A GUSTAÇÃO E


OLFAÇÃO.

GUSTAÇÃO.

6
ATO DE SENTIR E DIFERENCIAR SABORES, GRAÇAS A ESTRUTURAS
SENSORIAIS ESPALHADAS PELA LÍNGUA (PAPILAS) QUE CONTÉM OS BOTÕES
GUSTATIVOS.

GRAÇAS AS ESTRUTURAS EXISTEM 5 SABORES PRIMORDIAIS DA PERCEPÇÃO:


1. AMARGO (VÁRIOS GRUPOS)
2. AZEDO (ÁCIDO)
3. DOCE (GLICOSE)
4. SALGADO (SÓDIO)
5. UMAMI (GLUTAMATO)
O LIMIAR DE PERCEPÇÃO DO SABOR AMARGO É MAIS SENSÍVEL POIS ESTA
RELACIONADO A PERCEPÇÃO DE TOXINAS.

PAPILAS GUSTATIVAS:
✓ LOCALIZADA POR TODA BOCA , PALATO E PARTE ORAL DA
FARINGE.
✓ ENTRE OS POROS ESTÃO DISPOSTA MICROVILOSIDADES QUE
SERVEM COMO SUPERFÍCIE RECEPTORA PARA A DETECÇÃO DO
SABOR.
✓ NOS POROS ESTÃO OS BOTÕES GUSTATIVOS FORMADOS POR
CÉLULAS EPITELIAIS GUSTATORIAS E SUSTENTAÇÃO.

BOTÕES GUSTATIVOS:
✓ LOCALIZADOS POR TODA BOCA
✓ EXISTEM CERCA DE 3 A 10 MIL EM ADULTOS
✓ ESTÃO DISPOSTOS SOBRE AS 3 PRINCIPAIS PAPILAS

7
PRINCIPAIS PAPILAS GUSTATIVAS:
✓ CIRCUNVALADAS : Parte posterior, na lateral da papila
✓ FOLIACEAS: Lateral inferior, botões na parede
✓ FUNGIFORME : Superfície plana, botões na extremidade superior

8
ELAS SÃO ESPECIFICAS?
ESTUDOS COM MICROELETRODOS MOSTRARAM QUE EM 1 BOTÃO
GUSTATIVO ESPECIFOD ELE RESPONDE A 1 TIPO ESPECÍFICO DE SABOR
( EM BAIXO LIMIAR DE CONCENTRAÇÃO) , POREM EM ALTA
INTENSIDADE ( OU CONCENTRAÇÃO) O MESMO BOTÃO FOI
ESTIMULADA POR ATÉ 2 TIPOS DE SABOR.

Transdução de sinais:
Amargo doce e umami – proteínas receptoras acopladas a proteínas G, no contato com a
substancia que determinam sabores amargo, doce e umami se ligam na sua proteína
específica, é ativada a proteína G ( que tem como função a produção de segundos
mensageiros para a ativação enzimática e em consequência a abertura dos canais para
cations.
➢ Entram nas células provocando ondas despolarizante (potencial receptor).
➢ Ondas se propagam pela célula abrindo canais de cálcio dependentes de
voltagem , promovendo a liberação dos transmissores na sinapse com o neurônio
sensorial primário ( os transmissores geram PEPS no neurônio primário)
disparando potenciais de ação, ate o córtex gustatorio.
Salgado e azedo : relacionado a quantidade de sodio , pois na membrana existem canais
seletivos para íons.. Quando a quantidade de sodio for maior na saliva do que no interior da
célula receptora o ion entra, causando ondas receptoras. (Potencial receptor)
➢ Potencial receptor ativam as ondas que abrem os canais de cálcio dependentes de
voltagem (encontrados em celulas excitáveis com permeabilidade para ions de
cation que se mantem fechados em potencial de membrana em repouso, porem
abertos em membrana despolarizada). Promovendo a liberação dos transmissores
na sinapse com o neurônio sensorial primario (os transmissores geram PEPS no
neurônio primario gerando potencial de ação ate o cortex gustatorio.
➢ Outro mecanismo do azedo : o hidrogênio (H+) não entraria na célula, mas
chegaria os canais de potássio (que em alta concentração, causa despolarização).
➢ SINAPSE – PEPS -DISPARO DE POTENCIAIS DE AÇÃO NOS NEURÔNIOS SENSORIAIS
PRIMÁRIOS.

9
FEIXES DOS AXONIOS SENSORIAIS PRIMÁRIOS:
1. SEGUEM PELOS NERVOS CRANIANOS 7, 9 E 10
2. INERVAM REGIÕES ANTERIORES E POSTERIORES DA LÍNGUA E
REGIÕES PROFUNDAS DA FARINGE.
LÍNGUA ANTERIOR : CORDA DO TÍMPANO – NERVO FACIAL
LÍNGUA POSTERIOR : GLOSSOFARINGEO
FARINGE E BASE DA LÍNGUA : NERVO VAGO

3. SEGUEM PARA O BULBO NO TRONCO ENCEFÁLICO (NUCLEO DO


TRATO SOLITÁRIO).
4. NUCLEO DO TRATO SOLITARIO : OCORREM SINAPSES COM
NEURÔNIOS SECINDARIOS QUE VÃO PARA TÁLAMO
5. TÁLAMO PARA CÓRTEX GUSTATORIO (LOCALIZADOS NA ÍNSULA E
OPÉRCULO FRONTAL (PARIETAL).
6. NESSA REGIÃO QUE É FEITA A PERCEPÇÃO DOS SABORES
DETECTADOS.

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Mudança no potencial de membrana – POTENCIAL EXCITATORIO POS-
SINÁPTICO – PEPS.

OLFAÇÃO

OLFATO: SENTIDO PELO QUAL SE PERCEBE E DISTINGUE ODORES


GRAÇAS A ESTRUTURAS PRESENTES NO TETO DA CAVIDADE NASAL
PELA PRESENÇA DE TERMINACOES NERVOSAS QUE ENVIAM OS SINAIS
ATE O BULBO OLFATIVO.

1. MOLÉCULAS ODORÍFERAS PRESENTES NO AR.


2. MUCOSA : PRESENÇA DO EPITÉLIO OLFATORIO QUE
INDENTIFICAM A SUBSTÂNCIA EXCRETADA NO AMBIENTE. E
TRANSDUÇÃO DE SINAL QUÍMICO PARA ELÉTRICO.
3. PRESENÇA DO MUCO (MOLÉCULAS DEVEM PENETRAR PARA
ENTRAR EM CONTATO COM OS RECEPTORES OLFATORIOS).
4. RECEPTORES OLFATORIOS : NEURÔNIOS CUJAS PROJEÇÕES
FORMAM OS CÍLIOS QUE PENETRAM NO MUCO E AS
MOLÉCULAS ODORÍFERAS SE LIGAM A PROTEÍNAS
EXPECIFICAS INICIANDO A TRANSDUÇÃO DO SINAL

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TRANSDUÇÃO DO SINAL : PROTEÍNAS RECEPTORAS (350 TIPOS NO SER HUMANO) ACOPLADAS
A PROTEÍNAS G, A MOLÉCULA ODORANTE SE LIGA A UMA PROTEÍNA RECEPTORA, A PROTEÍNA
G É ATIVADA, ( PROTEÍNA G pode ativar enzimas especificas que vão produzir segundos
mensageiros que podem abrir os canais de cations (sódio) que entra na célula e gera um
potencial receptor , nesse caso ondas despolarizante que se espalham pelo dentrito, corpo
celular e ao chegar na zona de gatilho do neurônio OLFATORIO disparam os potenciais de ação
que serão conduzidos pelos axonios desse neurônio que em conjunto formam o 1 nervo
craniano (NERVO OLFATORIO).

.
5. Nervo atravessa a placa cribiforme e ENVIAM AS
INFORMAÇÕES PARA NEURÔNIOS NO BULBO OLFATIVO.
6. No bulbo : os axonios dos neurônios OLFATORIOS fazem
sinapse com neurônios secundários (células mitrais e tufo
que são neuronios de projeção) que ocorre nos glomérulos
( cada glomérulo é inervado por uma célula mitral e recebe
apenas 1 tipo de neurônio OLFATORIO ou seja recebem
axonios de neurônios que apresentam a mesma proteína
receptora nos cílios).
7. OS AXONIOS DAS CÉLULAS MITRAIS SE PROJETAM
FORMANDO O TRATO OLFATORIO.

8. ATRAVÉS DO TRATO OLFATORIO PARA REGIÕES DAS


ESTRIAS OLFATORIAS LATERAL E MEDIAL QUE DELIMITAM
EM – ÁREA OLFATORIA MEDIAL E ÁREA OLFATORIA
LATERAL.
9. O CÓRTEX OLFATORIO SE LOCALIZA NA PARTE INFERIOR DO
LOBO TEMPORAL.
10.ÁREA OLFATORIA MEDIAL : ESTÍMULOS PRIMITIVOS, POIS
PARTE DO NUCLEO ESTÁ NUTRINDO O HIPOTÁLAMO COM
ESTÍMULOS, SENDO RELACIONADO AO SISTEMA LÍMBICO , E

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ESTÍMULOS PRIMITIVOS COMO SALIVAÇÃO E LAMBER
LÁBIOS.
[Link] OLFATORIA LATERAL : LOCALIZADO NA REGIÃO PRÉ-
PIRIFORME E PIRIFORME DO CÓRTEX TEMPORAL PELA
ATUAÇÃO NO HIPOCAMPO ESTÁ RELACIONADA A
MEMÓRIAS DE SABOR ,TOXICIDADE E AVERSÃO.

AREAS CORTICAIS OLFATORIAS PRIMÁRIAS.


a) CÓRTEX PIRIFORME PRÉ PIRIFORME – CÓRTEX ORBITOFRONTAL – DISCRIMINAÇÃO DE
ODORES.
b) AMÍGDALA – HIPOTÁLAMO – CONTROLES DE FUNÇÕES VISCERAIS.
c) TUBÉRCULO OLFATORIO – TÁLAMO – DISCRIMINAÇÃO DE ODORES.
d) CÓRTEX ENTORRINAL- FORMAÇÃO HIPOCAMPAL – MEMÓRIA.

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3 – CARACTERIZAR A INTEGRAÇÃO SENSORIAL ENTRE OLFAÇÃO E GUSTAÇÃO.

Na integração do sabor,a mastigação desempenha o papel de liberação de


odores captados pelo nariz, e a memória de preferência ou recusa de
determinado alimento se da pelo aroma do olfato, assim as sensações
gustativas e olfativas se entrelaçam auxiliando na sensação de fome.
• Vias olfativas estão ligadas ao sistema límbico, amígdala
responsáveis pelas resposta emocionais de memória

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6 – DESCREVER O MECANISMO E VIAS DO TATO

As vias do tato são os circuitos neurais que transmitem informações


sensoriais relacionadas ao toque, pressão, vibração, temperatura e dor do
corpo para o sistema nervoso central. Essas informações são captadas
pelos receptores sensoriais localizados na pele e nos tecidos subcutâneos
e transmitidas por meio de nervos sensoriais até a medula espinhal e o
cérebro.
As vias do tato são compostas por vários neurônios que se conectam em
uma série de núcleos e tratos neurais, incluindo o lemnisco medial e o
feixe espinotalâmico, que são responsáveis pela transmissão de
informações táteis para diferentes regiões do cérebro, como o córtex
somatossensorial.
Essas vias são fundamentais para a percepção sensorial do corpo e para a
capacidade de sentir e interpretar o ambiente físico ao nosso redor,
permitindo-nos sentir sensações como texturas, pressão, temperatura e
dor. Além disso, as vias do tato também desempenham um papel
importante na coordenação motora fina e na percepção espacial.

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7 – COMPREENDER AS VIAS SENSORIAS PARA TRANSMISSÃO DOS SINAIS
SOMÁTICOS.
(SISTEMA DA COLUNA DORSAL – LEMINISCO LATERAL)
(SISTEMA ANTEROLATERAL)

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