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Relatório de Estágio em Gestão Escolar

RELAORIO DE ESTAGIO III MATEMÁTICA

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3

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO


MATEMÁTICA

ALVARO JOSÉ DE ALMEIDA

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÒRIO III

Nova Cruz - RN
2024
4

DÈBORAH MILLENA DE FARIAS COSTA


ALVARO JOSÉ DE ALMEIDA

RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGÁTORIO III

Relatório apresentado à Unopar, como


requisito parcial para o aproveitamento da
disciplina de Estágio Curricular Obrigatório III:
Gestão.

Nova Cruz - RN
2024
5

SUMÁRIO

1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS...........................................................07


2 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR............................................ 09
3 RELATO DAS ENTREVISTAS COMA EQUIPE DIRETIVA ...................................11
4 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO ....................13
5 ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA ...............................15
6 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR.....16
7 PLANO DE AÇÃO .................................................................................................18
8 RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO A DIREÇÃO ESCOLAR 20
9 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO ..............................................................................21
CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................................22
REFERÊNCIAS .........................................................................................................23
6

INTRODUÇÃO

O referido estudo tem como objetivo reunir conhecimentos sobre a prática


educativa em gestão escolar, como é essa atuação. Além disso, será abordado
aspectos relacionados ao papel da gestão escolar, as atribuições do diretor e a
importância da gestão democrática no processo educativo.
Os demais espaços de atuação que concernem ao campo de estágio de
espaços não escolares, também serão representados, através da resenha
crítica do artigo disponibilizado no Plano de trabalho
.Ademais, o trabalho promove também uma atividade de elaboração de um
Plano de Ação, motivando o educando a pesquisar os principais desafios que
competem à equipe diretiva da escola, desenvolvendo as melhores propostas que
viabilizem a resolução desses problemas.
Este estudo procura relatar como ocorreu a prática de Estágio Curricular
Supervisionado de gestão em ambiente escolares que foi realizado através da teoria
e a prática. Esse estágio nos proporcionou uma visão geral de como é a
organização e funcionamento de um órgão público direcionado a envolver todos
discentes . A gestão é de suma importância para bom funcionamento da estrutura
organizacional da escola e como também de um ambiente não escolar
A gestão é de suma importância para bom funcionamento da estrutura
organizacional da escola e como também de um ambiente escolar
Espera-se ao fim deste relatório alcançar os objetivos e enriquecer
o conhecimento adquirido nas aulas, fazendo a correspondência entre teoria e
prática.
7

1. LEITURAS OBRIGATÓRIAS

O artigo aborda pensamentos e ideias de autores, bem como citações


diretas e indiretas, retiradas de livros e artigos científicos. Como objetivo
principal foi encontrar e descrever os desafios da gestão escolar, este trabalho
nos afirma que teorias supostamente concretas de exercício pleno da
democracia buscam a participação coletiva e colaborativa de todos e, dentro da
escola, esta participação permite que a educação proposta, melhore
notavelmente.
Nas leituras vimos que a importância de termos uma gestão escolar
participativa, democrática e coletiva só vem aumentando, buscando
constantemente transformar o trabalho em uma parceria, integrando todos os
membros envolvidos na instituição, e a comunidade na qual está inserida. Neste
ponto de vista, a gestão escolar apresenta um novo modelo voltado para uma
perspectiva cidadã, onde as concepções e práticas interativas, dialógicas,
democráticas e participativas ganham espaço à medida que proporcionam o
direito de “aprender a aprender”, a construírem saberes de maneira justa e
criativa, e propicia os educandos a serem sujeitos de seus conhecimentos.
Muito se tem discutido a respeito da temática educacional perante a
administração escolar, para tanto vem se buscando diversas alternativas que
possam efetivar uma gestão democrática participativa e coletiva, implantando
novas posturas em relação aos gestores e todos os envolvidos na comunidade
escolar.
Diante do exposto busca-se como objetivo geral efetivar uma gestão
democrática com a participação de todos os segmentos da comunidade escolar,
para que dessa forma consigamos construir espaços dinâmicos, através da
diversidade das várias formas de entender a escola.
Quando pensamos em um novo modelo de escola democrática, coletiva e
participativa, estamos buscando formas para que os gestores e docentes
consigam proporcionar um espaço de interação de saberes em prol de uma
aprendizagem significativa do aluno, e somente teremos sucesso se fizermos
este trabalho coletivamente, ou seja, se construirmos mediações capazes de
garantir uma educação coerente, responsável e transformadora, onde todos os
segmentos envolvidos, juntos consigam tomar decisões que visem um objetivo
8

comum
Para tanto, faz-se necessário que a equipe diretiva, sob a
responsabilidade de seu gestor assuma uma postura de compromisso com a
democratização escolar por meio de ações e objetivos concretos, pois no
contexto atual a escola acaba por se distanciar do sentido real de democracia.
Existem inúmeros desafios em busca de uma gestão democrática coletiva,
e participativa, onde estes são lançados a todos os profissionais envolvidos na
educação, com o desejo de renovar as práticas educativas. Sabemos o quanto a
mesma é complexa, pois toda mudança requer o repensar da prática pedagógica
e dos envolvidos, a compreensão reflexiva e crítica sobre as discussões que
norteiam a democratização da gestão escolar.
O autor cita que não é possível que haja democracia plena se não
existirem pessoas democráticas. Desta forma, buscou-se um estudo mais
aprofundado e aprimorado referente a importância de existir uma gestão
democrática, participativa e coletiva, sendo que, é através dela que ocorrerão as
mudanças necessárias para que seja alcançado um ensino de qualidade na
perspectiva de formar cidadãos democráticos, livres, participativos e
conscientes.
Uma das preocupações relevantes do País é desenvolver estratégias de
políticas educativas eficazes que permitam enfrentar com êxito os desafios de
melhorar a qualidade e igualdade da educação.
9

2 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR

Análise do Regimento Escolar da Escola Estadual Djalma Marinho, no


município de Nova Cruz/RN. Tem Como gestor José Roberto da Silva. A elaboração
de um regimento escolar é de suma importância para o funcionamento de uma escola,
pois nele contém as normas, objetivos, direitos e deveres dos alunos e professores,
entre outros assuntos.
Todavia, durante a elaboração de um regimento escolar pode haver falhas ou
até mesmo aspectos que não são, mas deveriam, ser levados em consideração para
um melhor andamento do processo de ensino-aprendizagem. Visto isso, após a leitura
do presente Regimento escolar foi possível identificar alguns aspectos que deveriam
ser trabalhados e reelaborados de forma a garantir o processo de ensino-
aprendizagem da escola
O Regimento Escolar não trata-se de uma mera burocracia exigida pelo poder
público apenas para autorizar seu funcionamento.
Trata-se de um documento que fortalece a GESTÃO ESCOLAR onde
professores, funcionários, coordenadores, alunos e pais podem e devem opinar para
que a educação de uma escola seja melhorada e atinja excelência nos serviços
prestados por ela.
Está previsto na Lei de Diretrizes e Base 9394/96 onde prevê todo o
funcionamento de um estabelecimento de ensino, o Regimento Escolar tem a função
primordial de normatizar o funcionamento interno do Estabelecimento Educacional e
irá regulamentar todo o trabalho pedagógico, administrativo e institucional com base
nas disposições previamente estudadas e implementadas para cumprimento de
todos os envolvidos nas atividades escolares. Uma espécie de “lei interna”, que
obviamente não se contrapõe à lei pública, mas preserva o interesse comum na
execução dos objetivos sociais da escola.
Sendo um documento que apresenta um conjunto de regras que estrutura e
estabelece todo o funcionamento e a organização da instituição de ensino.
Apesar da autonomia disposta na LDB, a escola precisa obedecer a mesma,
fundamentando suas visões e abordagens pedagógicas defendidas.
O regimento escolar ainda deve estar de acordo com os parâmetros
da Base Nacional Comum Curricular(BNCC) e como Projeto Político Pedagógico
(PPP) formulados, e da mesma maneira como esses documentos precisam
10

envolver todos os sujeitos ligados ao processo educativo, o Regimento Escolar


também precisa contar coma participação de todos.
De acordo com a definição anterior de Regimento Escolar, temos que o
mesmo deve conter diversas informações: as referências sobre quem é a escola e
como ela funciona (quais são os seus níveis de ensino, em que turnos opera, qual a
carga horária dos períodos, quantos serão os dias letivos etc.); os objetivos da
instituição; os direitos e deveres da direção, do corpo docente e dos demais
funcionários, também dos alunos e de seus responsáveis; bem como as devidas
punições para as eventuais infrações; além das especificações sobre o sistema de
avaliação da instituição de ensino;
A existência de projetos especiais, abordando como os mesmos
devem ocorrer na instituição, dentre outros aspectos. Devem complementar o
PPP, já que traz a organização administrativa da escola, enquanto o primeiro,
prioriza a organização pedagógica.
A análise constante do Regimento Escolar é muito importante para o bom
funcionamento da escola e do processo de aprendizagem, sendo que este deve,
ainda, atender à legislação educacional vigente através das disposições contidas na
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº9394/96 e do Sistema Estadual
de Ensino, além de descrever todos os aspectos da realidade escolar, os quais
devem estar estruturados com clareza. Deve apresentar também flexibilidade
suficiente para permitir reformulações e adaptações garantindo a legalidade dos
trabalhos escolares, contendo informações completas sobre a estrutura, organização
e o funcionamento da escola
11

3 RELATO DS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA

Inicialmente, a fim de situar o interlocutor, foi questionado aos membros


diretivos sobre seu papel na administração da escola. Quanto a isso, a equipe
afirmou que suas responsabilidades abrangem toda a escola, incluindo estrutura
física, pessoal, recursos financeiros e trabalho pedagógico, em uma busca para que
a rotina e processos aconteçam da melhor forma possível, com segurança, bem
estar e qualidade.
É importante dar atenção aos desafios enfrentados diariamente por gestores
de escolas públicas. Os desafios citados na entrevista foram: a coerência na
utilização de recursos financeiros, elencando prioridades, sempre pensando no
aluno e no trabalho pedagógico do professor; buscar junto à administração pública
reparos, reformas e ampliações sempre que necessário; acompanhar a frequência
escolar dos alunos e quando apresentam muitas faltas, entrar em contato com a
família para entender a situação do aluno; e, incentivar o aproveitamento escolar,
visto que muitos alunos apresentam falta de interesse nos estudos.
Com finalidade de desempenhar uma gestão democrática, é desafio para a
gestão escolar: ter um diálogo constante com coordenação e professores para que
as aulas sejam atrativas aos alunos, a fim de aumentar a frequência escolar e a
participação; incentivar a participação das famílias nas decisões e ações da escola;
manter boas relações pessoais, tanto entre alunos quanto entre profissionais da
escola; e, buscar a qualidade sempre, considerando também as avaliações
externas, como a Prova Brasil.
É constante preocupação da escola promover a integração e a participação
dos pais e responsáveis dos alunos na comunidade escolar. A direção busca
estreitar o relacionamento da escola com os pais constantemente, organizando, no
início de cada ano letivo, uma aula inaugural direcionada aos pais, onde são
oferecidas formações com temas relevantes ao cotidiano familiar, tais como
educação e ensino.
Também são organizadas mostras de trabalhos, juntamente de
apresentações artísticas e culturais, momentos festivos e eventos desportivos.
Ademais, a entrega de pareceres e boletins é realizada em horários diferenciados
para que as famílias possam conhecer e interagir com os professores. Outro fator
importante ao desenvolvimento do estudante é o relacionamento com seus iguais. A
12

escola busca integrar as diferentes turmas em torneios, gincanas e interséries que


são realizados durante o ano letivo, sempre indo de encontro ao interesse do aluno
e sua participação, sem perder o foco da aprendizagem, integração e trabalho
coletivo.
Quanto ao estado da estrutura física escolar, os membros diretivos
observaram estar sempre pensando no aluno, na sua aprendizagem, e no seu bem-
estar, e por consequência, os ambientes escolares vivem em constante
aprimoração. Atualmente, a escola dispõe de: salas de aula climatizadas, jogos e
literaturas disponíveis nas própria salas de aula, pátio e bosque com sombra, mesas
e bancos que permitem fazer leitura e realizar trabalhos, e espaço específico para
atividades da pré-escola, em frente às salas, e a pracinha fechada dentro do pátio
da escola. A escola também tem câmeras de segurança nas salas de aula e no
pátio.
Quanto aos outros espaços de aprendizagem para além da sala de aula, a
escola tem laboratório de informática, sala de vídeo com aparelho multimídia, ambos
climatizados e com acesso à internet. Há também uma biblioteca, com um
funcionário à disposição para auxiliar professores e alunos, laboratório de ciências e
arte com pia e materiais. Sempre que possível a direção busca ampliar e melhorar
esse espaços, adquirindo novos livros para biblioteca.
13

4. RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO

Observamos que as supervisorasem a função de : Planejar, supervisionar e


também avaliar o desenvolvimento dos projetos de educação profissional. Orienta,
acompanha e avalia o trabalho dos instrutores. Distribui o material pedagógico para
professores, controle da entrada e saída de professores, faz o recolhimento de
cadernos de roteiro dos professores.
As supervisoras acompanha toda a movimentação que acontece na escola,
além disso sabe criar estratégias para que os alunos possam se desenvolver dentro
e fora da instituição, não apenas como futuros profissionais, mas também como
cidadãos.
Elas tem como função é de garantir que o processo de ensino-aprendizagem
esteja de acordo com o o que foi traçado dentro do planejamento escolar.
Antigamente, ele tinha uma função mais hierarquizada perante os professores, já
que era visto como um fiscalizador.
As supervisoras garante que todo o professor educativo dentro da escola
funcione e dê resultados. Para isso, ele também direciona a formação dos
professores para que ela esteja de acordo com os padrões exigidos pela escola a
fim de alcançar o objetivo almejado.
Porém, o que observamos é que elas hoje vem se modificando e se
aprimorando. Participam ativamente de todo o processo e não somente apontar o
erro, esperando que tudo melhore sem uma intervenção em grupo.
As supervisoras da referida escola citada ocupa um lugar de destaque dentro
desta estrutura organizacional, pois é corresponsável pela gestão e qualidade do
processo pedagógico, influenciando direta ou indiretamente, o trabalho diário da
equipe de professores. Atentando para essa responsabilidade que o supervisor traz
consigo, qual seja a de liderar sua equipe tendo como principal função a de
mediador e articulador de todo o processo ensino-aprendizagem dos alunos,
vislumbramos um profissional que anseia por colocar em prática as teorias
aprendidas nos cursos de formação, mas na maioria das vezes limitado pelo pouco
tempo destinado às suas verdadeiras atividades, pois a maior parte deste é
direcionada à resolução de questões burocráticas.
Sabemos que o supervisor é um educador, portanto, é seu dever estar
sempre atento ao processo de desenvolvimento da aprendizagem, buscando meios
14

de transformá-la em um conhecimento legitimado e sempre pautado pela ação-


reflexão-ação.
Como sujeito responsável pelo processo de fazer acontecer e se necessário,
buscar caminhos de melhoria dos mecanismos que levam ao conhecimento, o papel
do supervisor é hoje fundamental, como também, de grande importância na
construção de uma educação que agregue não somente a qualidade, mas a
formação integral do ser humano.
15

5.ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA /OU ADMINISTRATIVA

Aos14 dias do mês de abril às 14:00 conduzida pelo diretor José Roberto da Silva e
pela equipe pedagógica formada por supervisoras, coordenadora, Conselho Escolar
e com a presença do(s) professores PDE Maria Alice da Silva e Severino dos
Ramos da Costa, realizou-se reunião nas dependências da Escola Estadual Djalma
Marinho da Cruz tendo por objetivo a ciência dos professores PDE do contido na
Orientação nº 008/2013 - PDE que normatiza a Implementação do Projeto de
Intervenção Pedagógica na Escola a ser realizado no âmbito do Programa de
Desenvolvimento Educacional – PDE.
Após a leitura e discussão da referida Orientação, cumprindo-se todos os propósitos,
a reunião se encerrou, na qual eu Maria José Nascimento lavrei a ata, lida e
assinada por todos os presentes.
16

6. RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR

Em relação da rotina que são desenvolvidas pelas supervisoras na escola,


estão o estabelecimento dos preceitos pedagógicos a serem seguidos pela
instituição junto à direção; analisar, avaliar e acompanhar os planos de curso,
sugerir livros e recursos audiovisuais, acompanhar as práticas metodológicas dos
professores, analisando aspectos que por ventura possam atrapalhar as atividades
escolares, organizar reuniões com os professores, concedendo-lhes assistência
pedagógica e metodológica e, ao mesmo tempo, estimulando e sugerindo atividades
que possam tornar a experiência educativa efetiva para todos os envolvidos.
As supervisoras possuem no ambiente escolar a coordenar e também
organizar os trabalhos de forma coletiva na escola. Presta orientação e assistência
aos professores sugerundo de materiais assim como novas metodologias no intuito
de melhorar a prática pedagógica Prepara o planejamento de atividades pedagógica
e realiza reuniões pedagógicas e junto com a direção da escola elabora os horários
e programações
Percebemos que, apesar de serem profissionais da educação reconhecido
pela LDB, a figura do supervisor não está presente na realidade das escolas
públicas. Infelizmente, nem todas as instituições públicas dispõem deste profissional
em seu quadro de técnicos educacionais, apresentando uma situação crítica: ou a
escola não tem um supervisor ou então, muitas vezes alguém faz o seu papel dentro
da escola.
Acredita-se, portanto, que essa realidade atrapalha e muito o
desenvolvimento da profissão do supervisor, pois pode acabar sendo uma atividade
desenvolvida de maneira incoerente e por uma profissional que não está capacitado
para exercer tal função, resultando assim na realização incompleta ou indevida de
suas atribuições e funções.
De maneira geral, foi possível apreender que a supervisão escolar é uma
função fundamental e necessária dentro da realidade escolar, pois auxilia os
professores e apoia também a administração da escola, principalmente na resolução
e enfrentamento dos problemas. Desta maneira, todos os envolvidos no processo
educativo desde os alunos, pais, professores e outros profissionais da educação e a
sociedade em geral são beneficiados. Promover a integração dos profissionais da
educação, examinar experiências e identificar as dificuldades destes, buscando
17

motivar e orientar sempre, bem como participar e conduzir reuniões pedagógicas,


ser um mediador, são as principais atribuições dos supervisores escolares. O
resultado final de seu trabalho é obtido através do conhecimento produzido pelo
aluno, ou seja, o desenvolvimento intelectual do aluno é o objetivo maior.
Enfim, as supervisoas da escola citada cumprem as suas funções de
articuladoras da prática pedagógica deve ser um profissional devidamente
capacitado e preparado para executar tal função, tendo em vista seu profundo
conhecimento e acerca das questões pedagógicas e também de gestão do processo
ensino-aprendizagem.
.
18

7. PLANO DE AÇÃO

TEMA: Correr, Saltar, Arremessar e Lançar.

1. DESCRIÇÃO
No desenvolvimento deste plano, propõe-se que os estudantes experimentem os
elementos comuns dos esportes de marca que envolvem as habilidades motoras,
correr, saltar, arremessar e lançar, e as capacidades físicas velocidade e potência
muscular, no contexto dos esportes de marca.

2. HABILIDADES BNCC:

EF12EF05 EF12EF06

3. OBJETO DE CONHECIMENTO

 Esportes de marca.
 Esportes de precisão.

4. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

 Vivenciar as habilidades motoras de correr, saltar, lançar e arremessar e as


capacidades físicas exigidas na experimentação de diferentes modalidades
dos esportes de marca e de precisão.
 Identificar as habilidades motoras de correr, saltar, lançar e arremessar em
outras práticas corporais, bem como em atividades da vida diária.
 Identificar as capacidades físicas exigidas nas atividades de esportes de
marca, reconhecendo a sua presença em outras práticas corporais, bem
como em atividades da vida diária.
 Adaptar materiais recicláveis na construção dos equipamentos necessários
para a prática das modalidades de lançamentos e arremessos.

5. COMPETÊNCIAS GERAIS

1. Conhecimento
2. Argumentação
19

3. Autoconhecimento e autocuidado
9. Empatia e cooperação
4. Responsabilidade e cidadania
MATERIAIS SUGERIDOS
 Materiais recicláveis.
Aqui trazemos algumas sugestões de materiais. De acordo com a sua realidade,
utilize materiais similares, alternativos ou adaptados para a prática.

CONVERSA INICIAL
Para essa sequência de aulas, é necessário que, antecipadamente, se solicite
junto aos estudantes que tragam materiais recicláveis, dentre os quais: garrafas pet,
caixas de leite longa vida, caixas de papelão, folhas de jornal, e um item importante
para a confecção de um dos modelos de dardo, os flutuadores de piscina,
popularmente conhecidos como “macarrões de piscina”. Com um macarrão, é
possível a confecção de até três dardos.
Inicie a aula em roda com os estudantes. Pergunte sobre os materiais
recicláveis que os estudantes trouxeram. Questione se foi fácil ou difícil encontrá-los.
Solicite-lhes para compartilhar onde encontraram (casa, casa de parentes, rua, lixo,
etc.).
Questione sobre o que são materiais recicláveis. Pergunte se a família separa
o lixo em casa. Solicite que compartilhem como realizam essa separação.
Estimule para que eles observem se é possível reutilizar materiais recicláveis
na construção dos equipamentos necessários para esportes de marca e precisão.
Pergunte se já reutilizaram algum material reciclável para outras funções ou
para construir algo novo. Comente que irão produzir equipamentos para a prática de
esportes de marca e precisão utilizando os materiais recicláveis que trouxeram.
20

8. RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO A DIREÇÃO ESCOLAR

O Plano de Ação da equipe pedagógica foi idealizado a partir das discussões


em uma reunião com a equipe diretiva pois, na ocasião, nos foi solicitada a
formulação do Plano de Ação da Escola.
As discussões nos levaram à reflexão da necessidade de formular nosso
plano de ação, no qual apresentamos o planejamento das atividades a serem
desenvolvidas pela equipe pedagógica..
Após sua formulação, apresentamos o Plano à diretora da escola e, depois da
sua aprovação, para nossa equipe de professores, funcionários, alunos e pais.
Notamos grande diferença no nosso dia a dia a partir da aplicação do Plano
de Ação, fato que facilitou e organizou não somente nosso trabalho, mas também
dos professores, alunos e funcionários. Como sabemos, nem tudo o que planejamos
é possível de ser cumprido a contento. No decorrer do ano, realizamos algumas
adaptações e alterações de datas e atividades, porém conseguimos efetuar em
torno de 80% das atividades inicialmente propostas.
Dentre os benefícios alcançados com as ações realizadas destacamos a
conquista de maior envolvimento e participação da comunidade escolar como um
todo: professores, pais, alunos e funcionários. Após esta experiência, continuamos
com a prática de formulação do plano de ação anualmente
21

9 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO
22

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante o estágio em gestão escolar, pudemos acompanhar um pouco do


dia-a-dia da coordenação pedagógica e ainda, desenvolver um trabalho de
intervenção por meio da elaboração de um plano de ação voltado aos grupos de
estudo do colégio e as dificuldades que impediam o bom desenvolvimento do
trabalho coletivo.
. A disciplina de Estágio supervisionado na Gestão Escolar proporcionou uma
experiência muito válida, nos permitiu pensar e repensar a prática pedagógica.
Parece-nos clara a contribuição que essa experiência de estágio nos proporcionou,
pois por meio dele o aluno pode identificar novas estratégias para solucionar
problemas que talvez não imaginasse que fosse encontrar na área profissional.
É pelo estágio que se desenvolve de uma maneira mais eficaz o raciocínio, a
capacidade e o espírito crítico, além da autonomia para investigação das atividades
desenvolvidas no campo de trabalho, sendo uma oportunidade para a escolha da
área de atuação dos futuros profissionais.
23

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

DE JESUS MANOEL, E. A abordagem desenvolvimentista da educação física


escolar–20 anos: uma visão pessoal. Journal of Physical Education, v. 19, n. 4, p.
473-488, 2012.

FREIRE, E. S. Habilidades motoras básicas na Educação Física


Escolar. Integração (São Paulo), São Paulo, v. 6, n.21, p. 104-109, 2000.

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