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Tenaz 250 SC

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Bula – IN 16

Tenaz 250 SC
Rev. 05 - 01/Jun/2020

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TENAZ 250 SC
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o No 02811

COMPOSIÇÃO:
(RS)-2,4´-difluoro-a-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol (FLUTRIAFOL) .............. 250 g/L (25% p/v)
Outros Ingredientes................................................................................................................... 840 g/L (84% p/v)

GRUPO G1 FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Fungicida Sistêmico do grupo químico Triazol

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Av. Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial - CEP: 61939-000 – Maracanaú/CE - Tel.: (85) 4011.1000 - SAC
(Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ. 07.467.822/0001-26 -
SEMACE Nº 565/2015 - DICOP-GECON
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:


Produto técnico: Flutriafol Técnico Nufarm – Registro NO 0910
JIANGSU FENGDENG PESTICIDE CO., LTD.
Dengguan Town, Jitan, Jiangsu Province – P.R. China

FORMULADORES:
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Av. Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial - CEP: 61939-000 – Maracanaú/CE - Tel.: (85) 4011.1000 - SAC
(Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ. 07.467.822/0001-26 -
SEMACE Nº 390/2018 - DICOP - GECON

FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.


Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25 Distrito Indústrial III – Uberaba/ MG – CNPJ: 04.136.367/0005-
11. Registro no Estado – nº 210 – IMA/MG;

ADAMA BRASIL S/A


Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - Londrina/PR - CEP: 86031-610 - CNPJ
02.290.510/0001-76. Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR;
ADAMA BRASIL S/A.
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS – CNPJ 02.290.510/0004-19. Registro
Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS;

SERVATIS S.A.
Rod. Presidente Dutra, km 300,5 – Parque Embaixador – CEP 27537-000 – Resende/RJ, CNPJ
06.697.008/0001-35. Registro no Estado - SEAPPA-RJ nº 15/07

SIPCAM NICHINO BRASIL S/A


Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 Uberaba/MG – CNPJ 23.361.306/0001-
79 - Registro Estadual IMA/MG nº 2.972;
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Tenaz 250 SC
Rev. 05 - 01/Jun/2020

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NUFARM AUSTRALIA LIMITED


30 Pritchard Street – QLD 4178 – Lytton – Austrália

JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD.


28 Chengbei Road – Zhangjiangsu – 215600 - Jiangsu – China;

SINOCHEM NINGBO LTD.


21, Jiangxia St. – 315000 – Ningbo – China;

SINON CORPORATION
Nº 101, Nanroag Road, Da-DU District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.;

SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.


N° 28 Beicun Road Zhelin Town, Fengxian District, Shangai – China

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – Categoria 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – III – Perigoso ao Meio Ambiente


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INSTRUÇÕES DE USO:

TENAZ 250 SC é um fungicida sistêmico do grupo químico dos triazóis, indicado para o tratamento de doenças
da parte aérea nas culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, cebola, anonáceas
(graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), banana, batata, batata-doce, batata-yacon,
berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cará, chalota, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre,
gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, jiló, kiwi, lentilha, linhaça, mamão, manga, mandioca,
mandioquinha-salsa, maracujá, maxixe, melancia, melão, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete,
romã, soja, tomate, conforme quadro abaixo:

Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Antracnose do abacateiro
Tratorizado
(Colletotrichum sp.)
500 – 1000
Cercosporiose do abacateiro
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
(Pseudocercospora purpurea)
Costal
Cercosporiose do abacateiro
Abacate

500 - 1000
(Cercospora perseae)
Início e época de aplicação:
Antracnose do abacateiro: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Cercosporiose do abacateiro: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Fusariose Tratorizado
(Fusarium subglutinans) 800 – 1000
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
Podridão-negra Costal:
Abacaxi

(Chalara paradoxa) 800 - 1000


Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares e reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Oídio das cucurbitáceas
(Erysiphe cichoracearum) Tratorizado
Oídio das cucurbitáceas 400 – 1000
(Sphaerotheca fuliginea) 0,375 0,50 L/ha 4 7
Antracnose Costal
Abóbora

(Colletotrichum gloeosporioides 400 - 1000


f.sp. cucurbitae)
Início e época de aplicação:
Oídio das cucurbitáceas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Oídio das cucurbitáceas Tratorizado
Abobrinha

4 7
(Sphaerotheca fuliginea) 400 – 1000
Antracnose 0,375 0,50 L/ha
(Colletotrichum gloeosporioides Costal 4 7
f.sp. cucurbitae) 400 - 1000
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Início e época de aplicação:
Oídio das cucurbitáceas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Ramulária Tratorizado
0,4 a 0,5 L/ha 3 15
(Ramularia areola) 40 - 300
Algodão

Início e época de aplicação:


Iniciar as aplicações foliares após 25-35 dias do plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Antracnose-foliar
(Colletotrichum gloeosporioides 14 - 21
f.sp. cepae)
Tratorizado
Antracnose-da-cebola-branca
600 – 1000
(Colletotrichum dematium f.sp. 7
0,375 0,50 L/ha 4
Alho, cebola e chalota

circinans)
Costal
Ferrugem
600 - 1000 7
(Puccinia porri)
Ferrugem
7
(Puccinia ali)
Início e época de aplicação:
Antracnose foliar: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar
com intervalo entre 14 a 21 dias.
Antracnose-da-cebola-branca e Ferrugem: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à
ocorrência da doença e reaplicar com intervalo de 7 dias.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Cercosporiose
(graviola, pinha, cherimóia, atemóia,

(Pseudocercospora annonae-
squamosae) Tratorizado
araticum e fruta-do-conde)

Antracnose 500 – 1000


(Colletotrichum gloeosporioides) 0,5 a 0,75 L/ha 2 15
Ferrugem Costal
Anonáceas

(Batistopsora crucisfilii) 500 - 1000


Podridão-seca
(Lasiodiplodia theobromae)
Início e época de aplicação:
Cercosporiose: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose, Ferrugem e Podridão-seca: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência
da doença.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Tratorizado / Costal /
Terrestre e Aérea
Sigatoka-amarela 15L de óleo
0,5 – 0,625 Mineral / ha
(Mycosphaerella 14
L/ha
Musicola)
ou

Terrestre / 4
Tratorizado / Costal
15L de água
Sigatoka-negra + 5L de óleo
0,5 – 0,75
(Mycosphaerella Mineral / ha 30
L/ha
fijiensis)
Banana
(Foliar)

Início e época de aplicação (foliar):


Sigatoka-amarela: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar,
se necessário, com intervalos de 14 dias, conforme monitoramento.

Sigatoka-negra: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar,


se necessário, com intervalos de 30 dias, conforme monitoramento.

Aplicação via terrestre/tratorizado/costal: Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado. Aplicar


visando as folhas mais novas, principalmente as de número 0, 1 e 2. Evitar que o produto atinja o cacho,
pois o óleo mineral é fitotóxico.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Pistola dosadora com
haste longa para
Sigatoka-negra atingir a inserção das
1 mL/planta 1 ---
(Mycosphaerella fijiensis) folhas:
(via Axila)
Banana

1mL/planta
Início e época de aplicação (via axila):
Aplicar o produto com pistola dosadora com haste longa diretamente na axila da folha número 2 (a
segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo), visando atingir a inserção das folhas.
Realizar uma única aplicação via axila. Se necessária nova aplicação, utilizar fungicidas de outros grupos
químicos.
Ferrugem
Tratorizado
(Puccinia sp.)
400 – 1000
Antracnose
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Colletotrichum sp.)
Costal
Mancha-foliar-de-cercospora
Berinjela

400 - 1000
(Cercospora melongena)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7
dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Batata

Pinta-preta Tratorizado
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Alternaria solani) 600
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)

Costal
600
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares a partir do final do desenvolvimento foliar, quando forem observados o início
dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.

Sarna da Batata-Doce
(Elsinoe batatas)
Sarna da Batata-Doce
Tratorizado
(Sphaceloma batatas)
600
Ferrugem-branca
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Albugo ipomoeae-panduranae)
Batata-doce

Costal
Mancha-foliar-de-Phomopsis
600
(Phomopsis ipomoea-batata)
Mancha-parda
(Phylosticta batatas)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
600
Pinta-preta
0,375 a 0,5 L/ha 4 15 - 21
(Alternaria alternata)
Batata-yacon

Costal
600
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15
a 21 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Mancha-de-cercospora
(Cercospora beticola)
Mancha-de-phoma
Tratorizado
(Phoma betae)
600
Mancha-de-Alternaria
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Alternaria tenuis)
Costal
Oídio
600
Beterraba

(Erysiphe betae)
Ferrugem
(Uromyces betae)
Início e época de aplicação:
Mancha-de-cercospora, Mancha-de-phoma, Mancha-de-Alternaria e Ferrugem: Iniciar as aplicações
foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Antracnose Tratorizado
(Colletotrichum gloeosporioides) 500 – 1000
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
Moniliase Costal
(Moniliophthora roreri) 500 - 1000
Cacau

Início e época de aplicação:


Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Moniliase: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em
intervalos de 15 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
500
Ferrugem-do-cafeeiro 0,75 a 1,0 L/ha
2 30
(Hemileia vastatrix) (foliar)
Costal
500
Tratorizado
200
Ferrugem-do-cafeeiro 1,75 a 2,75 L/ha
1 ---
(Hemileia vastatrix) (solo)
Costal
200
Início e época de aplicação:
Aplicação foliar: Iniciar as aplicações foliares quando a doença atingir nível de infecção de 5% nas
folhas.
Café

Aplicação via solo: Iniciar as aplicações via solo quando a cultura estiver no estádio de florescimento.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.

Tratorizado
300 – 800
Oídio
(Podosphaera xanthii)
Costal
300 - 800
0,375 a 0,5
Antracnose 4 7
Chuchu

L/ha Tratorizado
(Colletotrichum gloeosporioides
600 – 1000
f.sp. cucurbitae)
Mancha-zonada-da-folha Costal
(Leandria momordica) 600 - 1000
Início e época de aplicação:
Mancha-zonada-da-folha e Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros
sintomas.Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Mancha-de-alternaria
(Alternaria brassicae) Tratorizado
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
Canela-preta 40 - 300
(Leptosphaeria maculans)
Canola

Início e época de aplicação:


Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
500 – 1000
Vassoura-de-bruxa
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
(Crinipellis perniciosa)
Costal
Cupuaçu

500 - 1000
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.

Queima-das-folhas Tratorizado
(Curvularia eragrostidis) 600
0,375 a 0,5
4
Antracnose L/ha 7
Costal
(Colletotrichum gloeosporioides) 600
Início e época de aplicação:
Cará

Queima-das-folhas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em


intervalos de 7 dias, se necessário.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar com
intervalo de 7 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Mancha-de-ascochyta (Ascochyta
Tratorizado
pisi)
400
Oídio
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
(Erysiphe poligoni)
Costal
Oídio
400
Ervilha

(Oidium erysiphoides)
Início e época de aplicação:
Mancha-de-ascochyta: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
400
Feijão

Mancha-angular
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
(Phaeoisariopsis griseola)
Costal
400
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Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença aos 30 dias após emergência
e repetir a cada 15 dias, se houver condições favoráveis à doença.

Utilizar a maior dose em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
Mancha-de-cercospora
(Cercospora canescens)
Tratorizado
Cercosporiose
400
(Pseudocercospora cruenta)
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
Oídio
Feijão-caupi

Costal
(Erysiphe polygoni)
400
Oídio
(Oidium sp.)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
600
Mancha-de-phyllosticta 0,375 a 0,5
4 7
(Phyllosticta zingiberi) L/ha
Costal
Gengibre

600
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas. Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Mancha-de-alternaria
(Alternaria sesami)
Tratorizado
Cercosporiose
600
(Cercospora sesami)
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
Oídio
Costal
(Sphaerotheca fuliginea)
Gergelim

600
Oídio
(Oidium erysiphoides)
Início e época de aplicação:
Mancha-de-alternaria: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no
início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Cercosporiose e Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Mancha-de-alternaria
(Alternaria spp.)
Tratorizado
Ferrugem
Girassol

300 - 600
(Puccinia helianthi)
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
Oídio
Costal
(Erysiphe cichoracearum)
300 - 600
Mancha-cinzenta-da-haste
(Phomopsis helianthi)
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Início e época de aplicação:
Mancha-de-alternaria, Ferrugem e Mancha-cinzenta-da-haste: Iniciar as aplicações foliares de forma
preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15
dias, se necessário.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
300 - 600
Queima-de-ascochyta
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
(Ascochyta rabiei)
Grão-de-bico

Costal
300 - 600
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Tratorizado
300 - 600
Antracnose do guarana
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
(Colletotrichum guaranicola)
Guaraná

Costal
300 - 600
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Queima-das-folhas Tratorizado
(Curvularia eragrostidis) 600
0,375 a 0,5
4 7
Antracnose L/ha
Costal
(Colletotrichum gloeosporioides)
600
Início e época de aplicação:
Inhame

Queima-das-folhas: Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário.


Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença, reaplicar com
intervalo de 7 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência
e severidade das doenças.

Tratorizado
400 - 1000
Antracnose-dos-frutos 0,375 a 0,5
4 7
(Colletotrichum gloeosporioides) L/ha
Costal
Jiló

400 - 1000
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Mofo-cinzento Tratorizado
Kiwi

(Botrytis cinerea) 0,5 a 0,75 L/ha 400 – 1000 2 15


Mancha foliar
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Tenaz 250 SC
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
(Phomopsis sp.) Costal
Mancha foliar 400 - 1000
(Glomerella cingulata)
Mancha foliar
(Alternaria alternata)
Mancha foliar
(Pestalotiopsis sp.)
Início e época de aplicação:
Mofo-cinzento: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início
dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Mancha foliar: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Mancha de Ascochyta Tratorizado
(Ascochyta lentis) 200 - 400
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
Antracnose da lentilha Costal
(Colletotrichum truncatum) 200 - 400
Início e época de aplicação:
Lentilha

Mancha de Ascochyta: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no


início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Antracnose da lentilha: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença,
reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.

Antracnose Tratorizado
(Colletotrichum lini) 200 - 400
0,25 a 0,3 L/ha 3 15
Ferrugem do Linho Costal
(Melampsora lini)
Linhaça

200 - 400
Início e época de aplicação:
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.Ferrugem do
Linho: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos
primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência
e severidade das doenças.
Sarna
(Asperisporium caricae)
Podridão-da-haste-do-mamoeiro
Tratorizado
(Lasiodiplodia thebromae)
0,2 L/ planta
Oídio
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
(Oidium caricae)
Costal
Mamão

Oídio
0,2 L/ planta
(Ovulariopsis papayae)
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
Início e época de aplicação:
Sarna: Iniciar as aplicações foliares no início da frutificação ao aparecimento dos primeiros sintomas.
Podridão-da-haste-do-mamoeiro: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da
doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.
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Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Cercosporiose
(Cercosporidium henningsii)
Tratorizado
Antracnose
600
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
Oídio
Costal
(Oidium manihotis)
600
Ferrugem
Mandioca

(Uromyces manihotis)
Início e época de aplicação:
Cercosporiose e Ferrugem: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença
ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 7 dias, se necessário.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Mancha das folhas
(Septoria sp.)
Tratorizado
Mancha das folhas
600
Mandioquinha-salsa

(Colletotrichum sp.)
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
Mancha das folhas
Costal
(Alternaria sp.)
600
Oídio
(Leveillula taurica)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar com intervalos de 7 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
Oídio
1000 – 2000
(Oidium mangiferae)
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
Antracnose Costal
Manga

(Glomerella cingulata) 1000 - 2000


Início e época de aplicação:
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Antracnose
Tratorizado
(Colletotrichum gloeosporoides)
500
Maracujá

Mancha-de-cercospora
0,5 a 0,75 L/ha 2 15
(Pseudocercospora passiflorae)
Costal
Verrugose
500
(Cladosporium cladosporioides)
Início e época de aplicação:
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Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Mancha-de-cercospora: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Verrugose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos
primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
600
Mancha-de-Mirotécio
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Myrothecium roridum)
Costal
Maxixe

600
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
40 - 80
Oídio
mL/100L de 1000 L/ha 3 7
Melão e Melancia

(Sphaerotheca fuliginea)
água
Início e época de aplicação:
Aplicação foliar, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo as aplicações
semanalmente, conforme monitoramento.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Tratorizado
600
Mancha-de-alternaria
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Alternaria spp.)
Costal
600
Nabo

Início e época de aplicação:


Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.

Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
Oídio Tratorizado
(Spharotheca fuliginea) 600 - 1000
Antracnose 0,375 a 0,5 L/ha 4 7
Colletotrichum gloeosporioides Costal
f.sp. cucurbitae) 600 - 1000
Pepino

Mancha-de-alternaria
(Alternaria cucumerina)
Início e época de aplicação:
Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.
Mancha-de-alternaria: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no
início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
300 - 800
Antracnose
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Colletotrichum sp.)
Costal
Pimenta

300 - 800
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Tratorizado
800 - 1000
Antracnose
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Colletotrichum sp.)
Costal
Pimentão

800 - 1000
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.
Tratorizado
Oídio
300 - 800
(Erysiphe cichoracearum)
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
Cercosporiose do Quiabeiro Costal
Quiabo

(Cercospora hibiscina) 300 - 800


Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
600
Alternariose
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Alternaria spp.)
Costal
600
Rabanete

Início e época de aplicação:


Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.

Coração Negro
(Alternaria sp.)
Mancha-de-alternaria Tratorizado
(Alternaria alternata) 800 - 1000
Romã

Cercosporiose do Romã 0,5 a 0,75 L/ha 2 15


(Pseudocercospora punicae) Costal
Sarna 800 - 1000
(Sphaceloma punicae)
Antracnose
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Doses
Intervalo
Culturas

Doenças Produto
Volume de Calda Número de entre as
Nome Comum comercial
(L/ha) Aplicações Aplicações
(Nome Científico) (L/ha ou
(Em dias)
mL/planta)
(Colletotrichum gloeosporioides)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros
sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade das doenças.
Tratorizado
Oídio
0,2 a 0,3 L/ha 40 - 300 2 20
(Microsphaera diffusa)
Início e época de aplicação:
Iniciar as aplicações foliares, quando o índice de infecção foliar estiver entre 20 e 30%.
Soja

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.

Tratorizado
1000
Mancha-de-alternaria
0,375 a 0,5 L/ha 4 7
(Alternaria solani)
Costal
1000
Tomate

Início e época de aplicação:


Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva, no início do florescimento ou quando forem observados
os primeiros sintomas.

Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e
severidade da doença.

MODO DE APLICAÇÃO:
TENAZ 250 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados,
tratatorizado e por via aérea conforme recomendações para cada cultura.
Abacate, Anonáceas, Banana, Cacau, Café, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Manga e Romã: Para
melhor cobertura na pulverização é recomendado o uso de turbo atomizadores tratorizados ou pistolas de
pulverização.

Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando
as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem
causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer
o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto TENAZ
250 SC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de
água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

Cuidados durante a aplicação:


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Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser
mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante
as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a
deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O
aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol
e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do
solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e
com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado
na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível
a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade
de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de
gotas.

Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado
abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
 Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
 Umidade relativa do ar acima de 50%.
 Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora.
 As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas


indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.
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As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.

Aplicação aérea

Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na
legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o
Engenheiro Agrônomo responsável.

Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado
na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho
dos elementos geradores de gotas.
Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a
devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do
avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas
de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 15 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação

Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
 Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
 Umidade relativa do ar acima de 50%.
 Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os
tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
 As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas


indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:


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Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual
recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.

Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALOS DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):


Culturas Intervalo de segurança
Abacate 07 dias
Abacaxi 07 dias
Abóbora 07 dias
Abobrinha 07 dias
Algodão 21 dias
Alho 14 dias
Anonáceas
07 dias
(graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde)
Cebola 14 dias
Banana (Aplicação Localizada) 60 dias
Banana (Aplicação Foliar) 03 dias
Batata 14 dias
Batata-doce 14 dias
Batata-yacon 14 dias
Berinjela 07 dias
Beterraba 14 dias
Cacau 07 dias
Café (Aplicação foliar) 30 dias
Café (Aplicação via solo) 120 dias
Canola 14 dias
Cará 14 dias
Chalota 14 dias
Chuchu 07 dias
Cupuaçu 07 dias
Ervilha 14 dias
Feijão 14 dias
Feijão-caupi 14 dias
Gengibre 14 dias
Gergelim 14 dias
Girassol 14 dias
Grão-de-bico 14 dias
Guaraná 07 dias
Inhame 14 dias
Jiló 07 dias
Kiwi 07 dias
Lentilha 14 dias
Linhaça 14 dias
Mamão 07 dias
Manga 07 dias
Mandioca 14 dias
Mandioquinha-salsa 14 dias
Maracujá 07 dias
Maxixe 07 dias
Melancia 10 dias
Melão 10 dias
Nabo 14 dias
Pepino 07 dias
Pimenta 07 dias
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Culturas Intervalo de segurança


Pimentão 07 dias
Quiabo 07 dias
Rabanete 14 dias
Romã 07 dias
Soja 28 dias
Tomate 07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o TENAZ 250 SC somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de
segurança de cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas culturas
registradas.
- Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA – ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:


O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem
algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida TENAZ 250 SC é composto por Flutriafol, que apresenta mecanismo de ação de
desmetilase na biossíntese de esterol, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época
adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o
melhor equilíbrio do sistema.
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AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Antes de iniciar a aplicação do produto, vista os equipamentos de proteção individual (EPI’s) na seguinte
ordem: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com
filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Troque a vestimenta de proteção sempre que observar que o tecido esteja molhado durante a aplicação e
substitua o filtro do respirador conforme recomendação do fabricante.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


- Sinalizar a área tratada com os dizeres 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.' e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
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- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Vestimenta de proteção
para risco químico com mangas compridas, botas de borracha e luvas de proteção para manuseio de
produtos químicos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
avental, touca árabe, óculos, botas, vestimenta de proteção, respirador e luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

Pode ser nocivo se ingerido


ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Nocivo se inalado

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço de emergência levando a embalagem, rótulo,


bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR FLUTRIAFOL


- INFORMAÇÕES MÉDICAS -

Grupo químico Triazol


Classe toxicológica Categoria 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Inalatória, dérmica, oral, ocular
Os dados disponíves sobre a toxicocinética do Flutriafol são bastante limitados. O
estudo dos mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol com
animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e
Toxicocinética
excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90% a 96% foram
excretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e tecidos
indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
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O efeito tóxico mais consistente observado em mamíferos após a exposição é a


Toxicodinâmica perda de peso, além disso, algumas informações sugerem que doses repetidas
de Flutriafol podem causar aumento no tamanho do fígado.
Os efeitos adversos em humanos não foram relatados até o momento. A
Sintomas e sinais
administração de altas doses em animais provocou salivação, convulsão, letargia,
clínicos
redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia.
Diagnóstico Monitoramento das funções hepáticas e renais.
As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente
ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental
durante a descontaminação. Remover roupas e acessórios e descontaminar a
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante
e sabão. Em caso de contato ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico
ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em
caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de
Tratamento
esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão
ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do
princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender,
sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e
metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções
hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à
lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
Não aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto.
Utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o
Contra-indicações procedimento. Evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o
processo. A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração
e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
ATENÇÃO Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (Emergência Toxicológica) – 0800-0141149
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Telefone: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Ciente): 0800-725-4011
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
Correio Eletrônico da Empresa: [email protected]

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


Estudos sobre os mecanismos de absorção, excreção e metabolismo do flutriafol foram realizados em animais
de laboratório, através do uso de produto radiomarcado. Os resultados mostraram que o produto foi
rapidamente absorvido e excretado basicamente pela urina e fezes. A quantidade eliminada da dose
administrada em 48 horas em ratos machos foi de 40-50% excretada via urina e 46-58% nas fezes, e nas
fêmeas 46-60% na urina e 37-51% nas fezes. Análise dos órgãos e tecidos revelou baixa retenção do produto.

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral: > 2000 mg/kg peso corporal para ratos.
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg peso corporal para ratos
CL50 inalatória: Não determinada nas condições do teste.
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Irritação dérmica: Não irritante para a pele dos coelhos. Os animais não apresentaram edemas ou eritemas
nas avaliações de 24h, 48h e 72h.
Irritação ocular: Não irritante aos olhos dos coelhos. Os animais não apresentaram reações nas avaliações
de 24, 48 e 72 horas.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante a pele das cobaias (Cavia porcellus).
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudo de 90 dias com ratos expostos ao flutriafol, foram observados decréscimo no peso corpóreo, redução
no consumo alimentar e alterações hepáticas. Quando administrada 15 mg/kg para cães em estudos de 90
dias, foram observados redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e incremento nas atividades
das enzimas aminopirina-N-demetilase hepática e fosfatase alcalina plasmática.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
Este produto é:

- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)


- Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente


Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da associação Brasileira
de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.


Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA
QUÍMICA S.A. - telefone de emergência: (085) 4011.1000 - SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800
725 4011.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos
protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado - Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante,
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado
acima.

Corpos d’água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
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Tenaz 250 SC
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dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO


DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

• Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes


procedimentos:

• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;


• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

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