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Deuses Egípcios: Influência e Cultura

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NEPP – Núcleo de Ensino Pequeno Príncipe

3º Ano Convênio

Berbilly Portel Macedo

O s Deuses do Egito Antigo: Um Estudo sobre as Divindades e Seu

Impacto na Cultura Egípcia

Ananindeua - PA

2024
Fonte: Pinterest 2024.

INTRODUÇÃO
A civilização egípcia antiga é amplamente reconhecida por sua rica mitologia e pelas
poderosas divindades que faziam parte de sua cultura e religiosidade. Este projeto visa
examinar a profunda influência dos deuses egípcios na vida cotidiana, na arte, na arquitetura e
na própria estrutura da sociedade do antigo Egito.
Os deuses egípcios desempenhavam um papel fundamental na vida dos antigos egípcios. Eles
eram adorados, temidos, invocados e representados em todas as esferas da vida. Cada aspecto
da natureza, do mundo dos vivos e do além era personificado por uma divindade. Os deuses
eram entidades poderosas, frequentemente descritas como híbridas, com características
humanas e animais, o que refletia a interconexão entre os seres humanos, a natureza e o
divino.
A influência dos deuses egípcios era evidente na religião e nos rituais do antigo Egito. Os
egípcios construíam templos majestosos para honrar suas divindades, realizavam cerimônias e
oferendas para aplacar a fúria dos deuses e garantir sua benevolência, e acreditavam que a
vida após a morte estava intimamente ligada ao julgamento dos deuses. A crença na vida após
a morte, na existência de um reino dos mortos e na necessidade de preparação para a vida
futura eram aspectos centrais da religião egípcia, todos entrelaçados com as divindades que
dominavam o panteão.

Fonte: Pinterest 2024

1 AMON ou AMUN

É o deus supremo do antigo Egito durante o novo reino. Era o deus principal da cidade de
Tebas (atual Luxor) e constituía a tríade de Tebas com sua esposa Mut e seu filho
Khonsu. Amon era representado de várias formas, como homem com cabeça de animal ou
apenas homem ou ainda então como animal. Alguns animais eram associados a Amon, como
o ganso e o carneiro (uma raça com chifres longos). Em estátuas e pinturas, Amon é
geralmente apresentado de pé ou sentado em seu trono. Possuía barba e pele escura ou azul.
Na cabeça tinha um disco solar e duas plumas.

Amon era um dos deuses mais antigos do panteão egípcio. Ele foi associado ao deus Rá
(ou Ré), formando assim o deus Amon-Rá. Segundo REMLER (2010, p. 13) “Ele é
mencionado também nos textos das pirâmides onde ele diz “Proteger os outros deuses com
sua sombra” […] A celebração mais importante de Amon foi no Festival de Opet em Tebas.
Cultos a Amon, Mut e Khonsu foram realizados no templo de Luxor, uma
Amon: Deus mais misterioso e poderoso do antigo Egito.
2 Mut- A deusa mãe

Na mitologia egípcia, Mut (também conhecido como Maut ou Mout) era uma deusa mãe
e uma das deidades mais adoradas em todo o Egito. Ela era uma deusa versátil que
absorvia muitos atributos e características das deidades anteriores. Mut era famosa em todo
o Egito e era honrada tanto por reis quanto por camponeses. Vamos dar uma olhada mais
detalhada em Mut e seu papel na mitologia egípcia.

As Origens da Deusa Mut

Mut era a Deusa Abutre, Senhora de Isheru, ao sul de Karnak. Seu nome significa "mãe"
e era considerada a Grande Mãe da Núbia, aparecendo em figuras mágicas compósitas. Seu
culto adquire maior importância na XVIII Dinastia.

Surge muitas vezes inteiramente antropomorfizada, usando na cabeça a "pschent", a


dupla cora branca e vermelha do Egito, simplesmente colocada sobre a cabeça ou sobre um
toucado em forma de abutre.

Fonte: Pinterest 2024

Ela é esposa de Amon-Ra e mãe adotiva de Montu e Khonsu. Mut foi identificada com
Nuu, o Deus dos abismos. Originalmente, este último, não só representava o obscuridade,
mas também as águas insondáveis que fluem por debaixo da terra e formam a fonte do rio
Nilo. Estas correntes abismais representam a matéria primogênita da qual se originaram
todos os Deuses. Assim, Nuu era chamado do mais velho e sábio dos Deuses, que já existia
quando ainda não existia céu e terra, o possuidor de todos os segredos e pai de todos os
deuses do
Fonte: Pinterest 2024

Amon-Ra e Mut

Segundo um mito, Mut era uma divindade criadora nascida das águas primordiais de
Nu. Outros mitos dizem que ela era a companheira do deus criador Amun-Ra, e juntos
criaram todos os seres vivos na Terra. Mut era geralmente vista como a mãe de tudo no
mundo, e especialmente do rei, fazendo dela a deusa mãe suprema.

Mut e Amun-Ra tiveram um filho chamado Khonsu A deidade egípcia da lua. As três
divindades foram adoradas como a Tríade Theban. Mut ganhou fama durante o final do
Reino Médio quando substituiu Amaunet e Wosret-como consorte de Amun- Ra.

Quando Amon se tornou o deus principal durante o Novo Reino, Mut tornou-se a mãe
e rainha dos deuses. Quando Amon ficou confuso com Ra como Amun-Ra, Mut tornou-se
ainda mais importante e, por vezes, foi-lhe atribuído o papel de Olho de Rá que também
tem estado ligada a várias outras deusas,
incluindo Sekhmet , Bastardo , Tefnut e Hathor .

Na arte e pintura egípcia, Mut foi representada com a dupla coroa que refletia seu poder
e autoridade sobre todo o Egito. Mut foi também tipicamente representada com um abutre
para destacar suas características maternas. Em sua forma humana, Mut foi representada
predominantemente com uma bata vermelha ou azul, e ela segurava um ankh e um era o
ceptro nas mãos dela.
Fonte: Pinterest 2024

3 Ísis: a Deusa da Ressureição

Deusa Ísis foi uma divindade do Egito antigo conhecida como ‘a mãe de todos os
deuses’, além de ser a esposa de Osíris e mãe de Hórus.

Uma das deusas mais conhecidas do panteão egípcio foi Ísis – a mãe de todos os deuses.
Filha de Atum-Rá, esposa de Osíris e mãe de Hórus, ela era uma poderosa feiticeira e
curandeira, bem como uma mãe protetora e uma companheira leal. Desse modo, acredita-
se que seu culto se originou na África, posteriormente foi nutrido no Egito e depois se
espalhou pelo mundo antigo de gregos e conquistadores romanos.

Em suma, ela é a deusa da fertilidade e da maternidade. Ademais, Ísis teve muitos


nomes e desempenhou muitos papéis na história e na mitologia como uma deusa e criadora
feminina. Assim, seu nome em egípcio significa ‘deusa do trono’. Por outro lado, os
hieróglifos para seu nome são comumente transcritos como jst e os egiptólogos
pronunciam-no como Sait, Ist, Iset, Aset ou Ueset.

Ísis foi uma divindade egípcia, reconhecida como a mais importante da religiosidade
desse povo. Esteve presente também nas crenças de gregos e romanos.
O trono no alto da cabeça de Ísis era uma referência a Osíris, seu marido.

Ísis foi uma importante deusa da religiosidade do Egito Antigo, reconhecida como uma
das mais importantes. Era a mãe de todos os faraós e a responsável, junto de seu marido,
por ter ensinado à humanidade os conhecimentos básicos da medicina e da agricultura.
Casada com Osíris, foi protagonista de um dos mitos mais importantes da mitologia
egípcia: o assassinato de Osíris por seu irmão Set. O culto a Ísis se espalhou por todo o
Egito e alcançou Grécia e Roma, convertendo-se em uma importante divindade também
para esses povos da Antiguidade.
4 Bes- o Deus Anão

BES: É o deus dos prazeres e das festas, uma divindade boa, apesar de ter uma
aparência considerada feia que servia para espantar os seres do mal. Ele era protetor das
crianças e das mulheres grávidas, ajudando a deusa Taueret (deusa hipopótamo) no
trabalho de parto. Muitas famílias pintavam Bes em sua casa para trazer sorte e proteger
seus lares de escorpiões e cobras que eram uma ameaça as crianças. Bes era mostrado com
uma grande faca, um tamborim, uma coroa com penas altas e uma saia.

Representação de Bes

Sua retratação é algo raro na arte egípcia, ele sempre aparecia de frente, o que leva
alguns egiptólogos a pensar que ele poderia ter vindo de outra região. Especula-se que
possa ser originário da região atual da Turquia. Existem representações de Bes com
características felinas. Há também representação dele como um leão erguendo-se sobre as
patas traseir
Fonte: Pinterest 2024

5 Ammit - A Deusa Devoradora de Almas

A lenda de Ammit tem um significado simbólico profundo para os egípcios antigos.


Para eles, ela representava o medo da morte e do julgamento divino.
A lenda também servia como um aviso para aqueles que estavam vivos para viverem uma
vida moralmente correta, pois caso contrário eles enfrentariam o terrível destino de serem
devorados por Ammit após a morte. Além disso, a lenda também reflete os ideais morais dos
antigos egípcios sobre o bem e o mal. Para eles, aqueles que eram considerados culpados
eram punidos severamente por seus pecados e aqueles que eram considerados inocentes eram
recompensados por suas boas ações. A lenda de Ammit reflete esses ideais morais e serve
como um aviso para aqueles que estão vivos para viverem uma vida moralmente correta.
Ammit era uma divindade egípcia que tinha a forma de um hipopótamo, crocodilo e leão.
Ela era conhecida como “Devoradora de Almas” e estava ligada à morte e ao julgamento dos
mortos. Segundo as crenças, quando alguém morria, sua alma passava por um teste chamado
“Pesagem das Almas”. Se o peso da alma fosse maior do que o peso da pena de Maat
(símbolo da verdade e da justiça), Ammit devoraria a alma para sempre. A Mitologia Egípcia
é repleta de lendas e histórias incríveis, que nos fazem viajar por um mundo mágico.
Uma dessas histórias é a de Ammit, a Devoradora de Almas. Esta criatura mitológica tem
um papel importante na jornada dos mortos para o além, pois ela decide se as almas merecem
ou não passar para o outro lado. O papel de Ammit na mitologia egípcia, era que Ammit foi
por muitos anos conhecida como a Devoradora de Almas.
Fontes/ Referências
Deus Amom.
Sites: Hipercultura/Escola educação.
Ator/ Historiador: Lucas Ferreira

Mut: A deusa mãe.


Sites: Noite sinistra/ Escola educação.
Autor/ Historiador: Stephan Reese

Ísis: A deusa da ressurreição


Sites: [Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
Autor/ Historiador: Ana Lucia Santana.

Des: O deus anão.

Sites: BUDGE, Wallis. Osiris, The egyptian religion of resurrection. Publisher: University
Books, 1961.
– HART, George. The Routledge Dictionary Of Egyptian Gods And Goddesses. 2. ed.
Publisher: Taylor & Francis Group, 2005.
– MILLARD, Anne. The Egyptians (Peoples of the past). London: MacDonald &
Company, 1975.
– QUESNEL, A et al. O Egito: Mitos e Lendas. Editora: Ática, 1993.
– REMLER, Pat. Egyptian Mythology A to Z. 3. ed. Publisher: Chelsea House, 2010.
Imagens / Fonte:
– [Link]
– [Link]

Autor/ Hitoriador: Lucas Ferreira

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