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Triz - 2 - BP

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ÍNDICE

CAPÍTULOS PG
I - NOMENCLATURA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02
II - CARACTERISTICAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03
II.1 - APLICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03
II.2 - PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03
II.3 - CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 04
I1.4 - OPÇÕES DE MONTAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 04
II.5 - CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05
III - TRANSPORTE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06
III.1 - MOVIMENTAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06
IV - INSTALAÇÃO. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 07
IV.1 - LOCAL A SER INSTALADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 07
IV.2 - ESPAÇO FÍSICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 07
IV.3 - FIXAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08
V - LIMPEZA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08
VI - LIGAÇÃO ELÉTRICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08
VI.1 - PONTO DE ATERRAMENTO CONTRA DESC. ELETROSTÁTICAS . . . . . . 09
VII - USO DE EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09
VIII - COLOCANDO O EQUIPAMENTO EM FUNCIONAMENTO. . . . . . . . . 10
VII1.1 - REGULAGENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
IX - LUBRIFICAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
X - DEFEITOS / CAUSAS E AÇÕES CORRETIVAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
XI - PEÇAS DE REPOSIÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
MONTAGEM DO CONJUNTO DA CONCHA DE SEPARAÇÃO . . . . . . . . . . . . . 15
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DA CONCHA DE SEPARAÇÃO . . . . . . . . . . 16
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DA CONCHA DE SEPARAÇÃO . . . . . . . . . . 17
MONTAGEM DO CONJUNTO DO TAMBOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DO TAMBOR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DO TAMBOR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
I - NOMENCLATURA

Fig. 05
01 Conjunto Motoredutor
02 Tampa de inspeção
03 Tampa superior
04 Moega de carga
05 Visor da Moega de carga
06 Degrau
07 Tampa lateral
08 Base do Triz

2
II - CARACTERÍSTICAS
II.1 - APLICAÇÃO
O Classificador Trieur modelo TRIZ-2/BP tem por finalidade promover a
classificação de arroz em tamanhos ( inteiro, ¾, ½, e ¼ ), com uma concepção
moderna e eficiente na classificação dos grãos.

II.2 - PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO


O Classificador Trieur modelo TRIZ-2/BP, consiste
basicamente de um cilindro rotativo tendo sua
superfície interna formada por pequenas cavidades
denominadas alvéolos.
Durante o processo de classificação, os grãos
quebrados entram nos alvéolos e ficam presos em seu
interior devido a combinação do formato dos alvéolos
e a rotação do cilindro, sendo forçado a acompanhar o Fig. 01
sentido de rotação, enquanto que os grãos inteiros com
dimensões maiores não alojam nos alvéolos, e são
forçados a caminhar
No interior do cilindro ( Fig. 01 ).
Os grãos quebrados após algum tempo ficam livres do efeito
provocado pelos alvéolos, sendo que neste momento, seu
peso próprio vence a força centrifuga e este cai para o
interior de uma concha localizada no interior do cilindro
que coleta todo grão quebrado (Fig. 01). O interior da
concha é dotado de uma rosca transportadora que
transporta os grãos quebrados evitando que se acumulem
em seu interior. Fig. 02
Tanto os grãos inteiros como os quebrados são transportados
para uma das extremidades do cilindro onde existem 2
bicas que separam, na saída, o arroz inteiro do arroz
quebrado , as bicas se localizam embaixo do TRIZ- 2/BP do
lado do motoredutor (Fig. 02) . A bica de Ø4” (maior) é
destinada ao arroz inteiro, enquanto a bica de Ø3” (menor a
45º) recebe o arroz quebrado da rosca transportadora (Fig.
3) (inteiro) (quebrado)

Fig. 03
3
II.3 - CARACTERÍSTICA CONSTRUTIVAS
• Acionamento com Motoredutor;
• Conjunto fechado;
• Sistema modulado;
• Fornecido em várias dimensões de alvéolos;
• Estrutura de base (opcional);
• Exclusivo sistema de camisa Bi-partida, facilitando sua troca e
limpeza.

II.4 - OPÇÕES DE MONTAGEM

OPÇÕES CAPACIDADE DE
ENTRADA DE ARROZ
BRANCO (kg/h)
1A 1500 a 1800
1B 3000 a 3600
2B 1500 a 1800
1C 3000 a 3600
2C 1500 a 1800
3C 4500 a 5400
1D 3000 a 3600
3D 6000 a 7200

Bc Bica corrida
Int. Inteiro
M1 ¾+½+¼
M2 ½+¼

Fig. 03

4
II.5 - CARACTERISTICAS TÉCNICAS

Fig. 04

MODELO
TRIZ-2/BP
DESCRIÇÃO
POTÊNCIA DO MOTOR c.v. / n° pólos 1,0 / IV
DIMENSÕES DA MÁQUINA (mm): A 3942
B 865
C 803
D 3400
E 509
F 983
G 1200
- Considerar para modulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . H* 850
. I 775
DIMENSÕES DOS ALVÉOLOS (mm): 3,5 5,5
4,0 6,0
4,5 7,0
5,0 10,0
VOLUME APROXIMADO (embalado sem estrutura) m3 3,0
PESO APROXIMADO (embalado) kg 450

Obs.: Para outras dimensões de alvéolos consultar nosso Departamento de


Engenharia.

5
III - TRANSPORTE
Para se transportar ou movimentar o TRIZ-2/BP, alguns cuidados deverão ser
tomados, caso contrário o mesmo poderá sofrer deformações em sua estrutura,
causando assim desalinhamentos, os quais poderão comprometer a vida útil dos
componentes.
TRIZ-2/BP, só pode ser
transportado na posição de
trabalho e deverá estar apoiado
em superfície plana e firme, a fim
de garantir que haja apoio total
da sua estrutura.
A amarração através de cabos,
cordas, etc., quando necessário,
não utilizar os pontos indicados
com X na figura 06, pois os
mesmos não estão projetados
para tal finalidade.
Utilizar somente a alça de
içamento.
Fig. 06
III.1 - MOVIMENTAÇÃO

Para deslocar o TRIZ-2/BP,


até o local de instalação, sem
riscos recomenda-se o uso de
talha ou similares conforme
indica a figura 07.

Fig. 07

6
IV - INSTALAÇÃO
IV.1 - LOCAL A SER INSTALADO

O TRIZ-2/BP, não requer uma fundação especial, porém o local deverá ser plano e
nivelado.
Quanto ao ambiente de trabalho, para que o TRIZ-2/BP tenha seu melhor
desempenho deverá ser:

• Coberto e ventilado.
• Temperatura ambiente entre 5° e 35° C.

IV.2 - ESPAÇO FÍSICO

Uma área livre ao redor do equipamento deverá ser prevista para manutenção e
regulagens conforme indicado na figura 08.

Fig. 08

No caso de empilhamento com passe e repasse, prever esse espaço para manutenção
em ambos os lados.

Obs.: A desmontagem só poderá ser realizada pelo lado do Motoredutor

7
IV.3 – FIXAÇÃO

Para fixação do equipamento no piso


recomenda-se utilizar 06 chumbadores
de ∅ 3/8” x 150mm , conforme
indicado na figura 09.

Fig. 09

V - LIMPEZA
Recomendamos que a cada 200 horas de trabalho seja feita uma limpeza no interior
dos cilindros do TRIZ-2/BP, utilizando ar comprimido (isento de óleo e umidade) e
escova de aço quando necessário.

VI - LIGAÇÃO ELÉTRICA
Este equipamento não possui painel de comando individual, portanto recomendamos
usar chave elétrica que tenham relés de sobrecarga para proteger o equipamento e o
motor elétrico.

8
VI.1 - PONTO DE ATERRAMENTO CONTRA DESCARGAS
ELETROSTÁTICA

O TRIZ-2/BP possui quatro terminais de pressão conexão à terra para cabos de


cobre nu de secção 35mm2 localizados no módulo do Trieur e na estrutura de base,
quando adquirida, porém somente 2 terminais serão utilizados, em ambos os casos o
ponto de ligação ao terra é identificado através da etiqueta indica pela figura 10, a
fim de serem interligados com a Rede de
Aterramento de sua Empresa e com outra
máquina próxima a esta.
É recomendado realizar a interligação do TRIZ-
2/BP com as outras máquinas e também com
todas as estruturas metálicas existentes como
colunas metálicas, dutos metálicos,
transportadores etc. proporcionando desta
forma uma tensão equipotencial entre todos os
equipamentos existentes.
A rede de aterramento de sua Empresa deverá
possuir uma resistência de terra inferior a 10
Ohms, para ser assegurado uma perfeita
dissipação das cargas eletrostáticas geradas.
Caso a Rede de Aterramento de sua Empresa
não tenha a resistência terra especificada, o
sistema de aterramento de sua Empresa deverá Fig. 10
ser revisto sob o risco de ocorrer descarga eletrostática no operador desta máquina.

VII - USO DE EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA


O TRIZ-2/BP em funcionamento emite uma pressão
sonora abaixo de 85dB, porem quando montado
próximo a outros equipamentos deve-se avaliar o
nível da pressão sonora no local de trabalho e se
ultrapassar os 85 dB, para sua segurança é
obrigatório o uso do protetor auricular.

Fig. 11

9
VIII – COLOCANDO O EQUIPAMENTO EM
FUNCIONAMENTO
Antes de iniciar o processo, alguns pontos deverão ser verificados quanto ao
funcionamento do equipamento em vazio:
1. Conferir a fixação do equipamento.

2. Verificar a tensão do conjunto motorredutor.

3. Verificar o sentido de rotação do cilindro, indicado pela figura 12.

4. Conferir se a ligação da tubulação está correta.

5. Girar o volante e observar se as conchas se movem normalmente.

6. Após a verificação dos itens anteriores, é dado o momento de se iniciar o


processo de liberação do produto, siga as orientações:

a) Certifique que os registros da tubulação que alimenta os cilindros estão


totalmente fechados e que o produto que chega até a moega esteja sendo
distribuído uniformemente em seu interior.

b) Abrir gradativamente o registro da tubulação que alimenta cada cilindro, de


forma que a carga do produto fique distribuída uniformemente entre eles,
obedecendo a capacidade máxima conforme tabela 01, página 03.
7. Verificar a existência de ruídos e vibrações, caso houver, identifique a
procedência e haja de acordo com a seção “defeito, causa e ação corretiva”
deste manual, ou contate nosso Departamento de Assistência Técnica.

10
VIII.1 - REGULAGENS

A regulagem do classificador de arroz TRIZ-2/BP é feita em uma das extremidades


do cilindro, onde se localiza um volante que controla a inclinação da concha
interna:

Abaixar a concha, faz com que os grãos menores e médios encontrem mais facilidade
para alcançar a concha interna, eliminando-os quase que totalmente dentre os grãos
inteiros, assim o indicador de inclinação da régua graduada desloca-se para o lado
negativo conforme mostra a figura 12.

Fig. 12

Erguer a concha faz com que os grãos médios e menores encontrem mais dificuldade
para alcançar a concha, provocando maior frequência destes grãos dentre os grãos
inteiros, assim a inclinação da régua graduada desloca-se para o
lado positivo conforme mostra a figura 13.

Fig. 13
11
IX - LUBRIFICAÇÃO
O TRIZ-2/BP possui apenas dois pontos de lubrificação, localizados nas
extremidades dos caixotes conforme mostra figura 14, e devem ser lubrificados a
cada 1000 horas de trabalho, utilize graxa tipo alimentícia OPTIMOL OBEEN UF,
ou similar.

OBS. Para maior segurança, a lubrificação deverá ser executada com a


máquina parada.

Pontos de lubrificação

Fig. 14

O conjunto motorredutor não necessita de lubrificação, pois são fornecidos com


graxa permanente.

12
X - DEFEITOS / CAUSAS E AÇÕES CORRETIVAS
DEFEITO CAUSA AÇÃO CORRETIVA

Excesso de carga no cilindro. Regular a carga.

Inclinação inadequada da
concha. Regular a inclinação da
concha.
01 Baixa eficiência na Alvéolos sujos.
separação. Limpar a parte interna da
camisa.
Variação da rotação do
cilindro. 4- Verificar especificações do
conjunto motorredutor.
Desgaste dos alvéolos.
5- Trocar camisa.

Fazer sucção de ar quente no


corpo do TRIZ.
02 Alvéolos sujando Esta havendo condensação de Verificar umidade do grão na
com frequência. umidade na camisa. saída do WPZ (se utilizar esse
equipamento).

03 Ruído nos mancais. Rolamentos danificados. Substituir rolamentos.

04 Ruído interno. Desgaste da bucha do eixo da Trocar a bucha.


rosca.

Desalinhamento da Desalinhamento da roldana ou Ajustar ou trocar a roldana.


05 camisa em relação desgaste prematuro da mesma.
a entrada.

Desgaste prematuro Desalinhamento do conjunto Alinhar o conjunto


06 da borracha do motorredutor. motorredutor.
acoplamento.

13
XI - PEÇAS DE REPOSIÇÃO
A seguir, apresentamos esquemas de cada conjunto que compõe a máquina, com
suas peças e seus respectivos códigos. No caso de necessitar reposição de algumas
delas, proceda como segue:

1. Localize a página correspondente ao conjunto;

2. Selecione a peça em questão;

3. Anote o código correspondente;

4. Com o auxílio da tabela que segue, confira a quantidade da peça que é usada no
conjunto;

5. Ao solicitar o item à fabrica, informe o código e a quantidade desejada.

14
15
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DA CONCHA
DE SEPARAÇÃO

CÓDIGO P/
ITEM DESCRIÇÃO Qtde. DESENHO
PEDIDO

01 Cabeceira (Saída) 01 10219.0775 TR301400

02 Cabeceira de chapa 01 10101.4276 TR300800

03 Chaveta 01 10203.0166 TR302700

04 Eixo da rosca (Maior) 01 10206.0708 TR302500


Parafuso cab. Sext.
05 04 30814.0046
(M14x35)
06 Mancal UCF 208 01 31101.0019

07 Bica de Saída 01 10101.4277 TR300900


Parafuso cab. Sext.
08 04 30814.0021
(M10x20)
09 Porca Sextavada (M14) 04 30823.022

10 Porca Sextavada (M10) 16 30823.0021

11 Calha 01 10101.4275 TR300700


Parafuso cab. Sext.
12 04 30814.0061
(M10x60)
13 Mancal UCFC 206 01 31101.0014

14 Eixo de regulagem 01 10101.4282 TR301500


Parafuso cab. Sext.
15 04 30814.0024
(M12x50)
16 Mancal UCFC 208 01 31101.0030

16
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DA CONCHA
DE SEPARAÇÃO

CÓDIGO P/
ITEM DESCRIÇÃO Qtde. DESENHO
PEDIDO

17 Cabeceira Larga (entrada) 01 10219.0774 TR301300

18 Eixo da rosca (menor) 01 10206.0709 TR302600

19 Rosca transportadora 01 10101.4271 TR300600


Parafuso cab. Sextavado
20 04 30814.0009
(M10x70)

17
18
CÓDIGO P/
ITEM DESCRIÇÃO Qtde. DESENHO
PEDIDO

01 Porca M8 02
30823.0025
02 Motoredutor 01

03 Acoplamento de pinos 01 10220.0041 TR302800

04 Mancal UCF 208 01 31101.0019

05 Porca M6 20 30823.0028

06 Proteção do Acoplamento 01 10230.6054 TR303000

07 Arruela M6 36 30823.0028

08 Parafuso cab. Sext. M6x12 36 30814.0032 TR301600

09 Base do redutor 01 10101.4273 TR300300

10 Porca M14 04 30823.0022

11 Tampa da cabeceira de chapa 01 10101.4278 TR301000

12 Calha 01 10101.4275 TR300700

13 Braço de regulagem 01 10101.4283 TR301600

14 Parafuso cab. Sext. M10x25 02 30814.0002


Mancal regulagem concha
15 01 10219.0776 TR302100
(maior)
Complemento braço de
16 01 10230.6050 TR301700
regulagem

19
LISTA DE PEÇAS DO CONJUNTO DO TAMBOR

CÓDIGO P/
ITEM DESCRIÇÃO Qtde. DESENHO
PEDIDO

17 Tampa lado da entrada 01 10101.4274 TR300400

18 Parafuso cab. Sext. M8x25 02 30814.0037


Varão de regulagem da
19 01 10214.0107 TR302300
concha
Mancal regulagem concha
20 01 10219.0777 TR302200
(menor)
21 Pino elástico Ø5x28 01 32001.0004
Volante de regulagem da
22 01 10219.0778 TR302400
Concha
23 Cilindro 01 10101.4270 TR300500

24 Parafuso cab. Sext. M6x16 16 30814.0032

25 Parafuso cab. Sext. M14x35 04 30814.0046

26 Parafuso cab. Sext. M8x35 04 30814.0050

27 Arruela M8 04 30802.0016

20

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