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Interpretação de Exames Laboratoriais

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Exames Laboratoriais

Dra. Valéria Paschoal

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Teia das interconexões metabólicas

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Coprológico Funcional
Análise Significado

Fibras Musculares Fragmentos de carne, de coloração parda, aparecem a olho


nu em determinadas condições mórbidas, com destaque
para a insuficiência pancreática ou a aceleração do trânsito
intestinal.
Gordura Pode ser identificada a olho nu nos casos de insuficiência
pancreática, ingestão excessiva de alimentos gordurosos,
trânsito intestinal acelerado e de outras síndromes que
cursam com má absorção.
Tecido Conjuntivo Compõe feixes filamentosos, esbranquiçados e muito
flexíveis; após a ingestão de carne crua, sua presença no
material fecal denota insuficiência gástrica ou esvaziamento
gástrico rápido.
pH O material fecal é geralmente neutro ou ligeiramente
alcalino (pH 6,7 a 7,2); no contextos em que se observa
reação ácida, deve-se pensar nas possibilidades de dispepsia
de fermentação ou em espru; na insuficiência gástrica
descompensada, as dejeções costumam ser mais alcalinas.

Carboidrato Amido cru, mastigação inadequada, insuficiência


pancreática.
Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica. Editora Rubio Ltda. 2012

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Cálcio iônico
Valor de referência
Cálcio iônico = fração biologicamente ativa do
cálcio sérico → [ ] mais baixa à noite e alta pela 1,11 a 1,40 mmol/L
manhã e varia conforme pH (aumenta na
acidose e diminui com alcalose) Homeostase no cálcio iônico depende:
• Paratormônio;
• Calcitonina;
• Vitamina D;
• Magnésio;
• Vitamina K.

Manutenção do equilíbrio
ácido-base

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Mineralização óssea

Nutrição avançada e metabolismo humano. 5a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
Hanley, D.A. et al. Does a high dietary acid content cause bone loss, and can bone loss be prevented with an alkaline diet? J Clin Densitom; 16(4): 420-5, 2013.
Adeva, M.M.; Souto, G. Diet-induced metabolic acidosis. Clin Nutr; 30(4): 416-21, 2011.
Nutrição avançada e metabolismo humano. 5a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
Hanley, D.A. et al. Does a high dietary acid content cause bone loss, and can bone loss be prevented with an alkaline diet? J Clin Densitom; 16(4): 420-5, 2013.
Wang, Z.; et al. Gonodatrope adrogen receptor mediates pituitary responsiveness to hormones and androgem – induced subfertility. JCI Insight; 5(17), 2019.

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Contração Muscular

Nutrição avançada e metabolismo humano. 5a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
Hanley, D.A. et al. Does a high dietary acid content cause bone loss, and can bone loss be prevented with an alkaline diet? J Clin Densitom; 16(4): 420-5, 2013.
Adeva, M.M.; Souto, G. Diet-induced metabolic acidosis. Clin Nutr; 30(4): 416-21, 2011.
Nutrição avançada e metabolismo humano. 5a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
Hanley, D.A. et al. Does a high dietary acid content cause bone loss, and can bone loss be prevented with an alkaline diet? J Clin Densitom; 16(4): 420-5, 2013.
Wang, Z.; et al. Gonodatrope adrogen receptor mediates pituitary responsiveness to hormones and androgem – induced subfertility. JCI Insight; 5(17), 2019.

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Valor de referência
Vitamina D População saudável (até 60 anos):
acima de 20 ng/mL
Grupos de risco:
30 a 60 ng/mL
Risco de toxicidade e hipercalcemia:
acima de 100 ng/mL
PTH
↑ a vidade dos
osteoclastos

Ca
Ca
Ca
Ca
Ca
↑ reabsorção
óssea

COZZOLINO SMF. Biodisponibilidade de Nutrientes. 5 ed, São Paulo: Editora Manole, 2016

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Paratormônio (PTH)

Valor de referência
Hormônio secretado pela paratireoide, sua função
é aumentar os níveis séricos de Ca, tirando do 20 à 58 pg/mL
osso.
Estimula também a síntese de calcitriol (vitamina
D3), aumentando a absorção de Ca intestinal.
↑ PTH

↑ PTH ↓ Fosfato ↓ ingestão de Ca


↑ do Ca sérico
↓ 25(OH)D3
sérica

↑ A vação de ↓ Cálcio
Vitamina D

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pH Urinário
Faz parte da regulação ácido-base do Valor de referência
metabolismo urinário; Superior 5,4, inferior a 6,5 mEq
O pH Urinário associa-se ao PRAL da dieta.

Cleve Clin J Med. 2016 Jun;83(6):463-71

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pH Urinário

pH urinário ácido está associado a doença


gordurosa hepática não alcoólica (DGHNA).

Correlacionado com resistência a insulina.

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Exames e Valores de Referência
Cálcio iônico: 1,11 a 1,40 mmol/L
Magnésio sérico: 4,0 a 6,4 mg/dL
PTH intacto: 10 a 65 pg/mL (1,0 a 6,5 pmol/L)
25(OH)D3: População saudável (até 60 anos): acima de 20
ng/mL
Grupos de risco: 30 a 60 ng/mL
Risco de toxicidade e hipercalcemia: acima de 100 ng/mL

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Degradação Muscular

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Creatina Fosfoquinase (CPK)
Valor de referência
Adulto
A CPK é uma enzima que catalisa ATP em ADP;
Normalmente ocorre nos tecidos musculares, Masculino: 38 a 174 U/L
cardíacos e cerebrais; Uso para avaliação Adultos: 26 a 140 U/L
nutricional após atividade física.

Em praticantes de atividade física os


níveis tendem a ser mais elevados, em
razão de ser um biomarcador de dano
muscular.

E na população idosa os níveis tendem a


ser reduzidos, devido a inatividade física
e processos fisiológicos.

Aujla RS, Patel R. Creatine Phosphokinase. In: StatPearls. StatPearls Publishing, Treasure Island
(FL); 2021. PMID: 31536231.

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Creatina Fosfoquinase (CPK)

A a vidade da CPK ↓ em pacientes com


doença de Alzheimer e doença de Pick.

Aujla RS, Patel R. Creatine Phosphokinase. In: StatPearls. StatPearls Publishing, Treasure Island
(FL); 2021. PMID: 31536231.

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Creatina Fosfoquinase (CPK)

CPK ↑ por uso de alguns medicamentos


(sinvastatina).

Fase 1 de detoxificação ↓(CP450)

Aujla RS, Patel R. Creatine Phosphokinase. In: StatPearls. StatPearls Publishing, Treasure Island
(FL); 2021. PMID: 31536231.

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Avaliação Cardiovascular

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Homocisteína
Produto intermediário do ciclo da metionina, tem sua
proliferação na musculatura lisa. Fator de risco
independente de arteriosclerose e aterotrombose, Valor de referência
lesão endotelial. Ativação plaquetária e aumento de Desejável: < 10 µmol/L
adesão ao vaso. ↓ defesa an oxidante (gluta ona Ideal: < 7 µmol/L
peroxidase) Normal: 5 a 15 µmol/L
Intermediário: 16 a 30 µmol/L
Moderado: 31 a 100 µmol/L
Grave: > 100 µmol/L

Ácido Fólico sérico ideal: > 10 ng/mL


Vitamina B12 ideal: > 500 pg/mL

Critério de interpretação: atentar-se aos


valores de Homocisteína associados
com B9 e B12.

Homocysteine Studies, Collaboration(2002) JAMA, 288: 2015-2022

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Homocisteína – Mecanismos de Lesão

Lesão Endotélio Vascular Exposição da Matrix


Subendotelial

Ativação Plaquetária

Trombo
CAMJ

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Homocisteína e Risco Cardiovascular
↑ Homocisteína

LDL-ox
↓ [ ] de gluta ona eritrocitária
↓ da a vidade da SOD

↑ Estresse oxida vo promovendo ↑ risco


cardiovascular

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T3, Homocisteína, Colesterol e suas Frações
↑ T3/T4 Livre

↑ expressão de LDL
↑ síntese da enzima CETP
[ ] de lipase hepática
↑ síntese de colesterol por indução de HMG-CoA
↓ absorção de colesterol intes nal

↓ T3 e T4 = ↑ Homocisteína

↑ dos níveis hepá cos de enzimas envolvidas na via


de remetilação da Homocisteína em Metionina
(relação inversa).
↓ níveis de T3 (produção e conversão) estão
associados com síndrome metabólica.

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T3 e Resistência à Insulina
T3 efeito antidiabético: melhora a
sinalização de insulina e sensibilidade a
insulina.

↑ T3

↑ Insulina ↑ Lep na
↑ Homa-IR

Resistência à Insulina

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CUIDADO: Gatilho da Insulina

> Glicemia

> RL e SO

> Insulina
> Fome
> TG
-3h
> LDL-o
Hipoglicemia Relativa
Peroxidação Lipídica
Aterosclerose

Disfunção Endotelial
CAMJ

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Tiroxina - T4
Valor de referência
Pró-hormônio produzido na glândula da tireoide, seu tempo de meia 0,7 – 1,8 ng/dL (9-23 pmol/L)
vida são de 7 dias.
As selenoproteínas que catalisam a conversão
de T4 em T3 (selênio e zinco aumentam essa conversão).
A homeostase do T4 depende:

• Iodo
• Ferro
• Tirosina
• Zinco
• Selênio
• Vitamina E
• Complexo B: B2, B3, B6
• Vitamina C
Orbital: Electron . J. Chem . 7 (3): 281 291, 2015
Nat Rev Endocrinol 15, 479–488 (2019)
Endocrinology. Springer, Cham; 2018

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Perfil cardiovascular
VR usuais
• CT e frações/TAG – Vide diretrizes
• LDL oxidada – VR: Conforme laboratório
• PCR ultra-sensível – VR: < 1,0 mg/L
• Fibrinogênio – VR: 175 – 400 mg/dL
• Lipoproteína A – VR < 30 mg/dL
• Relação: Apolipoproteína A e B – B/A < 1 – Ideal <0,7
• Homocisteína – VR: M 4 – 13 µmol/L – H 5 – 16 µmol/L

ATENÇÃO AOS VALORES DE REFERÊNCIA DO LABORATÓRIO!!!

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Ácido Úrico
Valor de referência
M 2,6 a 6,5 mg/dL
H 3,5 a 7,2 mg/dL

Fatores tradicionais para Hiperuricemia:

• Ingestão dietética de proteínas / purinas


• Disfunção Renal (redução TFG)
• Álcool Drogas (tiazídicos e diuréticos)
• ↑ Insulina
• Cristalização urato, Estresse Oxidativo
• Disfunção endotelial, inflamação

Fator de Risco Independente:


Gota, cálculo renal, falência renal, HAS,
aterosclerose, IC, AVC, DM II, SM, NAFLD

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Isquemia e Reperfusão

ATP
Mo
Xantina oxidase

AMP Hipoxantina Xantina Ác. Úrico


Superóxido dismutase
Zn Mn Cu
H2O
Glutationa peroxidase
Se
H2O

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Análise da inflamação crônica

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Proteína C Reativa (PCR)
Valor de referência
Biomarcador de inflamação crônica de baixo grau,
síndrome metabólica e risco cardiovascular, mais Indicador de risco cardiovascular
especifico, preditor independente de doença arterial Risco baixo: < 0,1 mg/dL
periférica grave. Risco moderado: 0,1 a 0,3 mg/dL
Risco alto: > 0,3 mg/dL

Processos infecciosos e/ou inflamatórios:

De 1,0 e 5,0 mg/dL: encontrado em infecções


virais e processos inflamatórios leves

De 5,1 e 20,0 mg/dL - encontrado em infecções


bacterianas e processos inflamatórios sistêmicos

Acima de 20,0 mg/dL - encontrado em infecções


graves, grandes queimados e em politraumatismo

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Proteína C Reativa (PCR)

POPE, E. Janet et al. C-reactive protein and implications in rheumatoid arthritis and associated comorbidities; 51:219-229, 2021.

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Ferritina
Valor de referência
Ferritina é um marcador de metabolismo. Muito além do status
M: 11 a 306 ng/dL
de Ferro, é um marcador de integração do metabolismo e
H: 24 a 336 ng/dL
inflamação. Aumento de Ferritina tem correlação positiva com a
síndrome plurimetabólica.
Valor ideal funcional: < 80 ng/dL

pacientes com insuficiência hepática aguda

↑ de Ferri na ↓ de Transferrina

Piora no quadro patológico

↑↑ Ferri na = ↑↑ Inflamação
Jin Y et al. Association between serum ferritin levels and metabolic syndrome: na updated meta-analysis. Int J Clin
Exp Med 2015.

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FtMt
Mitochondrial ferritin

Responde a eventos
Transcrição aumenta por epigenéticos
acetilação e metilação
Alimentos
Medicamentos
Xenobióticos
@dranataliamarques Estresse - cortisol

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Ferro sérico Risco de
obesidade

Meta-análise
4797 pacientes
Aumento de FERRITINA tem correlação positiva
com a SINDROME PLURIMETABÓLICA

@dranataliamarques

Jin Y et al. Association between serum ferritin levels and metabolic syndrome: na updated
meta-analysis. Int J Clin Exp Med 2015.

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Síndrome
plurimetabólica
725 adultos
19-93 anos

sTfR Ferritina
Soluble transferrin receptor

Associação positiva com todos


os fatores da Síndrome
Plurimetabólica
Aumentado na Menos pressão arterial e
presença de circunferência cintura
resistência a insulina
@dranataliamarques
Suarez Ortegóm MF et al. Soluble transferrin receptor levels are positively associated with
insulin resistance but not with the metabolicsyndrome or its individual components. Br J Nutr
2016

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102 mulheres
Pré menopausa
5 anos de avaliação

 Aumento nos parâmetros inflamatórios

Ferritina

IL-8

sTNFR1
sTNFR2
Aumento de 15% na
gordura visceral
@dranataliamarques
Razmjou S et al. Effect of the menopausal transition and physical activity energy
expenditure on inflammatory markers: a MONET group study. Menopause 2016

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Percepção do
conteúdo de
FERRO intracelular

FERRITINA

@dranataliamarques
Metabolismo do ferro: umarevisão sobre os principais mecanismos envolvidos em sua homeostase.
Ferritin and the response to oxidative stress

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Valor de referência
Hemáceas
Homens 4,5 – 6 milhões/mm3
Hemograma Mulheres 4,0 – 5,5 milhões/mm3
Hematócrito
Homens 40 – 54%
Análise quali-quantitativa dos elementos celulares do sangue. Mulheres 36 – 48%
Investigação de doenças hematológicas. Importante na investigação Hemoglobina
de anemias, relação com estado inflamatório e alterações Homens 13,5 – 16,5 g/dL
nutricionais. Mulheres 12 – 16 g/dL
VCM
80 a 100 fl
HCM
26 a 32 pg
CHCM
31,5 a 36,5%
RDW
11,5 – 15,0%
Reticulócitos
Crianças até 6%
0,5 – 2%
25.000 -
50.000/µL

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Hemograma
Valor de referência
Leucócitos
5000 – 6500 céls/mm3
Neutrófilos
40 a 60%
Linfócitos
20 a 40%
Monócitos
2 a 10%
Eosinófilos
2 a 6%
Basófilos
até 1%
Plaquetas
150 a 450 mil/mm3 de sangue

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Hematócrito - Anemia
Homens < 40 % Mulheres < 36 %
Hemoglobina
Homens < 13,5 g/dL Mulheres < 12 g/dL

Hemodiluição: sempre Hb baixo


Ex 1. Hb , VCM e HCM < (baixos)
HD Anemia Microcitica e hipocromica

Ex 2. HB < com VCM e HCM normais


HD Anemia normocitica e normocromica

Ex 3. Hb < baixo e VCM > elevado


HD Anemia macrocitica

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Plaquetas  Hemostasia
Agregação e adesividade as
células endoteliais próxima a
lesão

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Leucócitos > 11.000 /mm3 (leucocitose)
Neutrófilos > 70%
Infecções bacterianas
Viroses
Leucócitos < 4000/mm3 (leucopenia)
linfócitos < (alerta <1000 // c19 < 600)

Linfócitos
Eosinófilos > 5 % 20 a 40%
alergias IgE > 5% Monócitos
Parasitoses> 8% 2 a 10%
Alergias tadias IgG > 2%

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