Redes de Computadores
Introdução:
Capítulo 1- Redes de Computadores e a
Internet
Continuação
Prof. Jó Ueyama
Fevereiro/2014
1
Falamos de...
Internet
Protocolo
Elementos na borda da rede:
− clientes e servidores;
− aplicações;
− serviço orientado à conexão e sem conexão.
Elementos no núcleo da rede:
− comutação de pacotes;
− comutação de circuito.
2
Aula de Hoje
Redes de acesso
– Meios Físicos
ISPs e backbones da Internet
Atrasos e perdas na Internet
Camadas de protocolo
Histórico da Internet
3
Redes de acesso e meios físicos
P.: Como conectar o
sistema fnal ao
roteador de
borda?
•Através das rede de
acesso!
– infra-estrutura para
conectar instalações de
clientes a infra-
estrutura de rede.
4
Redes de Acesso
Três categorias:
− residencial;
− acesso corporativo;
− acesso sem fio.
Considerações:
largura de banda (bits por segundo) da rede
de acesso?
compartilhado ou dedicado?
5
Acesso Residencial – Modem
Discado
∀ Modem discado:
linha telefônica analógica;
meio físico: par trançado de cobre;
largura de banda: 56 kbps;
ponto-a-ponto (dedicado);
não é possível navegar e telefonar ao mesmo
tempo.
6
Acesso Residencial - ADSL
∀ ADSL: Asymmetric Digital Subscriber Line
– conceito similar ao modem discado;
– restringe distância entre modem cliente e
provedor, o que permite taxas mais altas;
– até 1 Mbps de upstream;
– até 8 Mbps de downstream;
– FDM:
• 50 kHz – 1 MHz para downstream
• 4 kHz – 50 kHz para upstream
• 0 kHz – 4 kHz para telefonia comum
7
Acesso Residencial - Cable
Modems
HFC: híbrido fbra e coaxial
• Extensão das redes de TV a cabo
•Rede de cabo e fbra ligam residências ao
roteador do ISP.
•Acesso compartilhado das casas de um
condomínio ou de um bairro.
Disponível via companhias de TV a cabo.
Ex.: Vírtua, NET, etc.
8
Arquitetura de Redes de Modens a
Cabo
Tipicamente 500 a 5.000 casas
ponto final do cabo
(headend)
casa
rede de distribuição
de cabo (simplificada)
9
Arquitetura de Redes de Modens a
Cabo
servidor(es)
ponto final do cabo
(headend)
casa
rede de distribuição
de cabo (simplificada)
10
Acesso Institucional: Redes Locais
A rede local (LAN) da companhia, ou
universidade, conecta sistemas fnais ao
roteador de acesso.
Ethernet:
•
Cabo compartilhado ou dedicado conecta
sistemas fnais e o roteador.
•
10 Mbs, 100 Mbps, Gigabit Ethernet.
LANs: capítulo 5.
11
Redes de Acesso: Sem Fio
• Rede de acesso sem fo compartilhada
conecta sistemas fnais ao roteador.
• Usa estação-base (acess point).
• LANs sem fo:
– 802.11g/n (WiFi), MIMO (Multiple Input Multiple
Output)
• 802.11ac
– Sucessor do 802.11n
– Vazão de pelo menos 1 gigabit/s
– MIMO Multi-usuário
12
Redes de Acesso: Sem Fio
Redes sem fo de longa distância:
– Provido pelo operador telefônico.
– WAP (Wireless Application Protocol), GPRS
– evolução: 3G ~ 384 kbps. LTE (Long Term
Evolution) → 4G
4G
– Utiliza OFDM que essencialmente faz uso
da FDM em pequenas bandas
– OFDM supporta multi-carriers, permitindo
assim múltiplos usuários ao mesmo
13
tempo
Aula de Hoje
Redes de acesso
– Meios Físicos
ISPs e backbones da Internet
Atrasos e perdas na Internet
Camadas de protocolo
Histórico da Internet
14
Meios Físicos
Bit: propaga-se entre os pares
transmission / receptor.
Enlace físico: meio que fca entre o
transmissor e o receptor.
Meios guiados:
– Os sinais se propagam em meios sólidos com
caminho fxo. Ex: cobre, fbra.
Meios não guiados:
– Propagação livre, ex.: rádio
15
Meios Físicos: Par trançado
ou Twisted Pair (TP)
Par de fos trançados de cobre isolados.
Norma para cabeamento estruturado:
TIA/EIA-568-B.
defne conexão, e categorias de cabos.
16
Meio físico: Cabo Coaxial
• Dois condutores de cobre concêntricos
• Banda base:
– Legado da Ethernet.
• Banda larga:
– Múltiplos sinais no cabo.
– Rede de TV a cabo (HFC).
17
Meio Físico: Fibra Ótica
•Fibra de vidro transportando pulsos de luz,
cada pulso é um bit.
•Alta velocidade de operação:
•alta velocidade com transmissão ponto-a-
ponto;
•baixa taxa de erros;
•repetidores bem espaçados;
•imunidade a ruídos eletromagnéticos;
•baixa taxa de atenuação (até 100km).
18
Meio Físico: Rádio
Sinal transportado como campo
eletromagnético.
Não há fos físicos.
Bidirecional.
O ambiente afeta a propagação:
– refexão;
– obstrução por objetos;
– interferência.
19
Aula de Hoje
Redes de acesso
– Meios Físicos
ISPs e backbones da Internet
Atrasos e perdas na Internet
Camadas de protocolo
Histórico da Internet
20
ISP e Backbones da Internet
ISP – Internet Service Provider
ISP de nível 1
– Cobertura internacional; iguais a qq redes; conectam a
ISP de nível 1 e 2; ex. Sprint, AT&T
ISP de nível 2
– Conectam-se aos ISP de nível 1 e 2; alcance regional
e nacional; ex. NET
ISP de nível 3
– ISP q utilizam as de 2 para ter acesso à Internet
POP – Point Of Presence; Peers; Backbone
21
ISPs e Backbone de Acesso
α) Backbones: MCI (WorldCom), AT&T
β) Um pacote passa através de muitas redes
ISP
local ISP ISP
ISP ISP
Zona-3 local
local local
ISP Zona-2 Tier-2 ISP
ISP Zona-1
NAP
ISP Zona-1 ISP Zona-1 ISP Zona-2
ISP
ISP Zona-2 ISP Zona-2
ISP local
ISP ISP
local local local
http://www.rnp.br/backbone/index.php 22
http://www.nara.org.br/mapa-da-rede-ansp/
Aula de Hoje
Redes de acesso
– Meios Físicos
ISPs e backbones da Internet
Atrasos e perdas na Internet
Camadas de protocolo
Histórico da Internet
23
Como Ocorrem Perdas e Atrasos?
• Filas de pacotes em bufers de roteadores
(atraso).
• Taxa de chegada de pacotes ao link ultrapassa
a capacidade do link de saída (perda).
• Fila de pacotes esperam por sua vez (atraso).
pacote sendo transmitido (atraso)
B
enfileiramento de pacotes (atraso)
buffers livres (disponíveis): pacotes chegando
descartados (perda) se não houver buffers livres
24
Fontes de Atraso de Pacotes
1. Processamento nos nós:
Verifca erros de bit
Determina link de saída
2. Enfleiramento
Tempo de espera no link de saída para
transmissão
Depende do nível de congestionamento do
roteador
25
Fontes de atraso de pacotes
3. Atraso de transmissão:
R = largura de banda do link (bps)
L = tamanho do pacote (bits)
Tempo para enviar bits ao link = L/R
Tempo para “empurrar” todos os pacotes no enlace
4. Atraso de propagação:
d = comprimento do link físico
s = velocidade de propagação no meio
(~2x108 m/s)
Atraso de propagação = d/s
Tempo de propagação 26
Fontes de Atraso de Pacotes
(atraso nodal)
d no =d proc +d fila +d trans+d prop
dproc = atraso de processamento
Tipicamente uns poucos microssegundos ou
menos
dfla = atraso de fla
Depende do congestionamento
dtrans = atraso de transmissão
= L/R, signifcante para links de baixa
velocidade
dprop = atraso de propagação
Uns poucos microssegundos a centenas de
27
milissegundos
Atrasos e Rotas na Internet
Como são os atrasos e perdas na Internet “real”?
Programa Traceroute: fornece medidas do atraso da
fonte para o roteador ao longo de caminhos fm-a-fm da
Internet até o destino. Para todo i:
– Envia três pacotes que alcançarão o roteador i no
caminho até o destino
– O roteador i retornará pacotes ao emissor
– O emissor cronometra o intervalo entre transmissão e
resposta
3 probes 3 probes
3 probes
28
Atrasos e rotas na Internet
Três medidas de atraso
traceroute www.usp.br
traceroute to www.usp.br (143.107.254.11), 30 hops max, 40 byte packets
1 143.107.58.1 (143.107.58.1) 3.016 ms 3.763 ms 2.703 ms
2 core-cce-fr.uspnet.usp.br (143.107.151.117) 3.269 ms 2.358 ms 3.277
ms
3 border1.uspnet.usp.br (143.107.151.1) 2.729 ms 2.664 ms 3.828 ms
4 gw-idc.uspnet.usp.br (143.107.151.85) 4.378 ms 2.758 ms 4.380 ms
5 tellus.uspnet.usp.br (143.107.254.11) 2.780 ms 2.890 ms 3.916 ms
29
Atrasos e Rotas na Internet
traceroute www.akamai.com
traceroute: Warning: www.akamai.com has multiple addresses; using 72.246.25.10
traceroute to a152.g.akamai.net (72.246.25.10), 30 hops max, 40 byte packets
1 143.107.58.1 (143.107.58.1) 5.464 ms 13.850 ms 25.821 ms
2 core-cce-fr.uspnet.usp.br (143.107.151.117) 10.745 ms 2.507 ms 4.362 ms
3 border1.uspnet.usp.br (143.107.151.1) 7.309 ms 2.590 ms 6.710 ms
4 ansp.ptta.ansp.br (200.136.37.1) 5.628 ms 8.492 ms 10.819 ms
5 143-108-254-130.ansp.br (143.108.254.130) 3.653 ms 2.826 ms 4.010 ms
6 66.175.113.169 (66.175.113.169) 116.301 ms 117.224 ms 117.248 ms
7 t6-0-0.core1.mia.terremark.net (66.165.161.192) 116.556 ms 115.434 ms 119.842 ms
8 nota.netarch.akamai.com (198.32.124.114) 116.597 ms 116.719 ms 116.701 ms
9 a72-246-25-10.deploy.akamaitechnologies.com (72.246.25.10) 115.558 ms 120.837 ms
120.349 ms
30
Atraso e Perdas de Pacotes
E quanto à perda de pacotes?
A fla (isto é, bufer) no bufer que
precede o link possui capacidade fnita
Quando um pacote chega a uma fla
cheia, ele é descartado (isto é, perdido)
O pacote perdido pode ser retransmitido
pelo nó anterior, pelo sistema fnal do
emissor, ou não ser retransmitido
31
Aula de Hoje
Redes de acesso
– Meios Físicos
ISPs e backbones da Internet
Atrasos e perdas na Internet
Camadas de protocolo
Histórico da Internet
32
Camadas de Protocolos
• Agora, vamos falar como o software de
redes é organizado:
1) Redes são muito complexas!
2) Muitos componentes:
• Hospedeiros
• Roteadores
• Enlaces de vários tipos
• Aplicações
• Protocolos
• Hardware, software
33
Abordagem em Camadas
Construir um sistema complexo é difícil!!
− Abordagem: “Dividir e Conquistar!”
− Dividir o trabalho em partes pequenas, ou
camadas.
Idéia básica: cada etapa depende da anterior,
mas não é necessário saber como a etapa
anterior foi realizada.
− Analogia: linha de produção de carros.
34
Uma viagem de avião: ações
• Uma série de passos
35
Camadas horizontais - serviço aéreo
•Camadas: cada camada implementa um serviço:
– via suas próprias ações internas;
– confando em serviços fornecidos pela camada
inferior.
36
Modelo ISO/OSI
Modelo de referência para redes de
comunicação.
ISO: International Standards Organization
OSI: Open Systems Interconnection
Lida com conectividade de sistemas abertos.
37
Modelo ISO/OSI
Princípios:
− cada camada deve desempenhar uma função bem
definida;
− a fronteira das camadas deve ser definida de modo
a minimizar o fluxo de informações entre camadas;
− o número de camadas deve ser grande o suficiente
para que funções distintas não precisem estar na
mesma camada sem necessidade (modular).
− Porém, pequeno o suficiente para que a arquitetura
não se torne muito grande e complexa.
38
Modelo ISO/OSI
Sete camadas.
Camada de Aplicação
Trata da interação entre: Camada de Apresentação
− camadas na mesma pilha Camada de Sessão
ex.: entre a camada física e a
Camada de Transporte
de enlace.
− mesma camada em Camada de Rede
sistemas diferentes Camada de Enlace
ex.: camada de rede entre
Camada Física
dois sistemas.
39
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Dados
Remetente Destinatário
Aplicação Aplicação
Apresentação Apresentação
Sessão Sessão
Transporte Transporte
Rede Rede
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
40
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Dados Destinatário
CA Dados
Aplicação Aplicação
Apresentação Apresentação
Sessão Sessão
Transporte Transporte
Rede Rede
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
41
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Destinatário
CA Dados
Aplicação Aplicação
CP Dados
Apresentação Apresentação
Sessão Sessão
Transporte Transporte
Rede Rede
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
42
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Destinatário
Aplicação Aplicação
CP Dados
Apresentação Apresentação
CS Dados
Sessão Sessão
Transporte Transporte
Rede Rede
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
43
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Destinatário
Aplicação Aplicação
Apresentação Apresentação
CS Dados
Sessão Sessão
CT Dados
Transporte Transporte
Rede Rede
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
44
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Destinatário
Aplicação Aplicação
Apresentação Apresentação
Sessão Sessão
CT Dados
Transporte Transporte
CR Dados
Rede Rede
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
45
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Destinatário
Aplicação Aplicação
Apresentação Apresentação
Sessão Sessão
Transporte Transporte
CR Dados
Rede Rede
CE Dados TE
Enlace Enlace
Física Física
Estação Estação
46
Modelo ISO/OSI
Encapsulamento de Dados
Remetente Destinatário
Aplicação Aplicação
Apresentação Apresentação
Sessão Sessão
Transporte Transporte
Rede Rede
CE Dados TE
Enlace Enlace
Bits
Física Física
Estação Estação
47
Camadas do Modelo ISO/OSI
Quais as funções das 7 camadas?
48
OSI: Camada Física
Transmissão transparente de seqüências de bits
pelo meio físico.
Trata de padrões mecânicos, funcionais, elétricos
e procedimentos para acesso ao meio físico.
Mantém a conexão física entre sistemas.
Tipos de conexão:
− ponto-a-ponto ou multiponto;
− full ou half-duplex;
− serial ou paralela.
49
OSI: Camada de Enlace
Organiza sequências de bits em conjuntos de
bits chamados frames
Reconhece início e fim de frames
Detecta perdas de frames e requisita
retransmissão
Funções típicas:
− delimitação de quadro;
− detecção de erros (confiabilidade aqui tb);
− recuperação de erros;
50
OSI: Camada de Rede
Determina como os pacotes são roteados da
origem ao destino.
As rotas podem ser:
− Fixas
− Criadas no momento da conexão
− Dinâmicas
51
OSI: Camada de Transporte
Assegura a conexão confiável entre origem e
destino da comunicação
Primeira camada que estabelece comunicação
origem-destino (fim-a-fim)
52
OSI: Camada de Sessão
Gerencia sessões de comunicação
Sessão é uma comunicação que necessita
armazenar estados
– Ex: Quem envia?
Estados são armazenados para permitir re-
estabelecimento da comunicação em caso de
queda da comunicação
− Ex: Retomar transferências de arquivos
53
OSI: Camada de Apresentação
Chamado também de tradução
– Converte o formato do dado recebido em um que seja
legível pelo receptor
Vantagem: as camadas inferiores não perdem tempo
com compressão/descompressão
Garantir que os dados enviados sejam interpretados
corretamente pelo destinatário. Exemplos:
– Compressão de dados. Antes de enviar comprime o
pacote.
– Criptografia. Antes de enviar criptografa e descriptografa
na chegada 54
OSI: Camada de Aplicação
Trata de vários protocolos que suportam as
diferentes aplicações, como:
− correio eletrônico;
− navegação na web;
− transferência de arquivos;
− terminal virtual;
− gerência de redes;
− etc.
55
Modelo ISO/OSI
É um modelo de referência!
Na prática, não é utilizado!
Na Internet utiliza-se a Arquitetura TCP/IP.
56
Modelo ISO/OSI versus TCP/IP
Camada de Aplicação
Camada de Apresentação Camada de Aplicação
Camada de Sessão
Camada de Transporte Camada de Transporte
Camada de Rede Camada de Rede
Camada de Enlace
Camada de Acesso ao Meio
Camada Física
57
Modelo TCP/IP ou Internet
• Aplicação: suporta as aplicações de rede
FTP, SMTP, HTTP.
• Transporte: transferência de dados processo a
processo (fm-a-fm)
– TCP, UDP
• Rede: roteamento de datagramas da origem ao
destino.
– IP, protocolos de roteamento
• Enlace: transferência de dados entre elementos
vizinhos da rede.
– PPP, Ethernet
• Física: bits “nos fos dos canais” 58
Encapsulamento na Internet
59
Aula de Hoje
Redes de acesso
– Meios Físicos
ISPs e backbones da Internet
Atrasos e perdas na Internet
Camadas de protocolo
Histórico da Internet
60
História da Internet
Início em 1969
Baseado em um conjunto de protocolos
onde os mais importantes são o TCP e o IP
Financiado pela ARPA
Objetivos militares
Sem ponto central de coordenação
ARPANET - anos 70
NSFNET - anos 80
Difusão mundial hoje
61
História da Internet
1961-1972: primeiros princípios da comutação de pacotes
• 1961: Kleinrock - teoria das filas mostra a efetividade da comutação de
pacotes
• 1964: Baran - comutação de pacotes em redes militares
• 1967: ARPAnet concebida pela Advanced Research Projects Agency
• 1969: primeiro nó da ARPAnet operacional
• 1972:
• ARPAnet é demonstrada publicamente
• NCP (Network Control Protocol) primeiro protocolo hospedeiro-
hospedeiro
• Primeiro programa de e-mail
• ARPAnet cresce para 15 nós
62
História da Internet
1972-1980: Inter-redes, redes novas e proprietárias
• 1970: ALOHAnet rede via satélite no Havaí
• 1973: tese de PhD de Metcalfe propõe a rede Ethernet
• 1974: Cerf e Kahn - arquitetura para interconexão de redes
• Final dos anos 70: arquiteturas proprietárias: DECnet, SNA, XNA
• Final dos anos 70: comutação com pacotes de tamanho fixo (precursor do
ATM )
• 1979: ARPAnet cresce para 200 nós
Princípios de interconexão de redes de Cerf e Kahn:
• Minimalismo, autonomia - não se exigem mudanças internas para
interconexão de redes
• Modelo de serviço: melhor esforço
• Roteadores “stateless”
• Controle descentralizado
Define a arquitetura da Internet de hoje
63
História da Internet
1990-2000: comercialização, a Web, novas aplicações
• Início dos anos 90: ARPAnet descomissionada
• 1991: NSF retira restrições sobre o uso comercial da NSFnet
(descomissionada em 1995)
• Início dos anos 90: WWW
• Hypertext [Bush 1945, Nelson 1960’s]
• HTML, HTTP: Berners-Lee
• 1994: Mosaic, depois Netscape
• Final dos anos 90: comercialização da Web
Final dos anos 90-2000:
• Mais aplicações “killer”: instant messaging, P2P file sharing
segurança de redes à dianteira
• Est. 50 milhões de hospedeiros, 100 milhões de usuários
• Enlaces de backbone operando a Gbps
64
Então...
Próxima aula:
− Avançaremos para o capítulo 2
Tarefas:
− Ler o capítulo 1
65