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RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DE

INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

AGOSTO DE 2021
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

CONTEÚDO
1. ARQUITECTURA
2. ESTRUTURA
3. HIDRÁULICA
4. ELECTRICIDADE

5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

1. ARQUITECTURA

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DE ARQUITECTURA
(Banco de Moçambique – FILIAL DE INHAMBANE – Residência para o Director)

1. DADOS GERAIS:

PROJECTO Construção da Residência para oDirector da Filial do Banco de


Moçambique – Inhambane
LOCALIZAÇÃO Cidade de Inhambane, Província de Inhambane
DONO DA OBRA Banco de Moçambique
CONSULTOR TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda.

2. INTRODUÇÃO
A presente Memória Descritiva reporta-se ao Projecto de Execução realizado pela
TÉCNICA-Engenheiros Consultores, Lda., para a construção de uma Residência afecta a
filial do Banco de Moçambique (BM) na Cidade de Inhambane. Resulta do programa
obtido nas discussões co BM durante a presente fase de Estudo Prévio.

3.DESCRIÇÃO GERAL
a) Descrição Geral
A área de implantação está localizada no centro da cidade de Inhambane, numa zona
consolidada. O terrenode implantação está actualmenteocupado por uma residência e
esta voltado para uma rotunda rodeada de alguns dos principais edifícios da cidade.
Na concepçãoarquitectónica do edifício, tomou-se em consideração o programa base
fornecido pelo cliente ea geometria particular do terreno.

Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 1/7
Memória Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
Reportagem Fotográfica do Local de Implantação

Fotos01–Vista aéreado local em estudo e sua relação com a ruae ocupações vizinhas.

Fotos02–Vista a partir da rua.

b) Situação Futura

A habitação desenvolve-se
se em dois pisos, sendo o primeiro com carácter social e o
segundo familiar.
Piso I –Social/serviços
 Átrio/Corredor......................................27,83 m2
 comum...........................................52,85 m2
Sala comum.....................................
 ...............................................14,85 m2
Escritório........................................
 Varanda.................................................10,60 m2
Varanda.........................................
 Cozinha/Despensa.................................24,23 m2
Cozinha/Despensa.................................2

Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 2/7
Memória
ria Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
 Varanda de serviço................................25,76 m2
 Quarto c/I.S...........................................22,40 m2
 Lavabos....................................................1,83 m2
 Arrumos....................................................2,54 m2
 Dependência...........................................11,10 m2

Piso II –Familiar
 Sala familiar...........................................21,56 m2
 Quarto Principal
o Dormitório..............................................22,98 m2
o Vestiário..................................................11,07 m2
o I.S. ..........................................................12,10 m2
 Quarto 1 c/I.S. ........................................29,56 m2
 Quarto 2 c/I.S.........................................29,56 m2

Áreas construídas
Piso I
 Área coberta interior................................169,51 m2
 Área coberta exterior.................................38,39 m2
Piso II
 Área coberta interior................................171,00 m2

Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 3/7
Memória Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
Imagens Ilustrativas da Situação Futura

Figura 1 – Vista frontal

Figuras 2 – Vista Lateral

Figuras 3 – Vista Aérea

Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 4/7
Memória Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
4. MATERIAIS
Em toda a Obra serão empregues materiais de qualidade comprovada, (iguais ou
semelhantes aosindicados nesta Memória Descritiva, nas especificações técnicas e nas
Peças Desenhadas, desde que devidamente especificados e aprovados pelo Projectista)
seguindo-se as normas de construção em vigor no regulamento de edificações urbanas
em Moçambique.
a) Alvenaria
Todas as paredes novas, exteriores e interiores, serão executadas em blocos de 20cmou
10cm, conforme os desenhos, devendo estar todas paredes bem aprumadas e ásperas
de modo a receberem bem o reboco. Este será em argamassa de areia e cimento ao
traço 1:5 para as paredes interiores e 1:4 para paredes exteriores.

b) Revestimentos e Acabamentos
 Paredes interiores
1. Todas superfícies das paredes interiores (incluindo as superfícies interiores
das paredes exteriores levarão Rodapé do mesmo tipo do material usado
para o pavimento, de 10 cm de altura;
2. A sanitáriose a cozinha, levarão azulejo e mosaicosporcelânicos PAVIGRES
(UniMetal), conforme indicado nos desenhos.

c) Pavimentos
Todos pavimentos deverão ser de primeira qualidade, ter alta resistência ao desgaste e
serem antiderrapantes.

 Pavimentos interiores
Todos pavimentos interiores serão em mosaico porcelânicoe em pavimento
flutuante sintético.
 Pavimentos exteriores
Os pavimentos das áreas exteriores, passeios, serão em pavêcom 80mm de
espessura e em mosaicos porcelânicos.

d) Pinturas
Todas paredes, exteriores e interiores etectos de betão, deverão ser raspadas,
preparadas e limpas com anti-fungos e posteriormente pintadas com pelo menos duas
demãos de tinta PVA, sobre uma mão de primário impermeabilizante. Ascores serão
distribuídas conforme os desenhos a definir pelo projectista. As paredes levarão um
barramento.
Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 5/7
Memória Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
As madeiras e metais serão pintados com duas demãos de esmalte, sobre uma demão
de primário específico para o tipo de material, primário para madeiras ou primário
anticorrosivo para metais.

e) Tectose Tectos Falsos


Os tectos falsos serão placas emgesso cartonadocom estrutura oculta e madeira de boa
qualidade conforme os desenhos.

f) Cobertura
 Cobertura de betão
Palas exteriores e lajes de cobertura serão impermeabilizadas, devendo ser
executadas:
 betonilha de regularizaçãocom pendentes para o exterior, para drenagem
de águas pluviais, através de tubos de queda;
 Pintura impermeabilizante – SikaSealoflex Profissional cor branco;
 Deverão ser seladas e tratadas todas as juntas.

g) Carpintarias e Serralharias

Portas em madeira
Todas as janelas e portas serão em madeira de boa qualidade, seca ao teor de
humidade correcta para a zona do projecto, isenta de fendas e falhas, incluindo
a caixilharia de rede mosquiteira.

Janelasemalumínio
Todas as janelas serão fornecidas com todas as ferragens para o seu
funcionamento (dobradiças, reguladores e tranquetas) segundo o fabricante,
sendo todas com aro para vidro e para rede mosquiteira, segundo o
especificado nos desenhos de pormenores.

Em Grade de Ferro
As portas de segurança e as grades das janelas serão em ferro galvanizado com
tratamento anti-corrosivo.

Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 6/7
Memória Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
5. LOUÇA SANITÁRIA E EQUIPAMENTOS
a) Louça Sanitária
A louça sanitária a aplicar deverá ser em porcelana de boa qualidade.
 Sanita: completa, incluindo autoclismo e tampa em acrílica (Sanindusa, Uyb-Y
Plus, cod 146024);
 Lavatório: de topo (Sanindusa, Ring, cod.109390);
 Torneira: fixa a parede (Sanindusa, Tube, cod.5312301)
 Banheira: de pé (Sanindusa, Urb.YPlus cod.804600)
 Base de Duche:Sanindusa, Piano, cod107322
 Porta Toalhas: será em barra (Sanindusa, Advance, cod.47008);

6. ARRANJOS EXTERIORES
O projecto prevê o arranjo dos terrenos exteriores onde serão usadas espécies
adaptadas ao local.

7. DISPOSIÇÕES FINAIS
Todo o material a ser aplicado em obra, deve ser de boa qualidade, de origem e fabricante
bem definidos, deverá ser aprovado pelo Dono da Obra ou seu representante.
Os materiais rejeitados deverão ser imediatamente retirados do local da obra, não
assistindo ao Empreiteiro qualquer direito à reclamação.

Os trabalhos serão executados à satisfação completa do Dono da Obra ou da Fiscalização.


O cumprimento de todos os pormenores apresentados na execução da obra respeitará os
mais minuciosos preceitos de técnica e da arte de bem construir.

NOTA:Todos os trabalhos constantes na presente memória descritiva deverão ser


executados de acordo com as boas regras de construção em vigor na República de
Moçambique, não devendo constituir razão à má execução pelo Empreiteiro, de
qualquer omissão aqui constante.

Projecto de Execução para Construção da Residência para o Director da Filial em Inhambane 7/7
Memória Descritiva e Justificativa de Arquitectura
TÉCNICA – Engenheiros Consultores, Lda. –Agosto de 2021
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

1. ARQUITECTURA

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
-0.35

05
16
x0
.27
x0

01
.20
10

16

-0.15

-0.35

-0.15

-0.35 M
R
6

±0.00

-0.45

-0.25 -0.15

M
R
2

M
R
1
M
R
3

A-01
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA CLIENTE DESENHO N°
PROJECTADO PROJECTO N°
DESENHADO ASSUNTO
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
N

-0.35

05
16
x0
.27

01
x0
.20
10

16

-0.15

-0.35

-0.15

-0.35

±0.00

-0.25 -0.15

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-02
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
N

05
16
x0
.27
x0

01
.20
10

16

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-03
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
N

05
16
x0
.27
x0

01
.20

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-04
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-05
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
PASSEIO JARDIM PASSEIO

16

10

05

01

PASSEIO JARDIM PASSEIO

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-06
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
PASSEIO JARDIM PASSEIO

PASSEIO JARDIM PASSEIO

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-07
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
PASSEIO JARDIM PASSEIO

PASSEIO JARDIM PASSEIO

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-08
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
PASSEIO JARDIM PASSEIO

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-09
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-10
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-11
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
01

05

16x0.2
7x0.20
10

REV DATA DESIGNAÇÃO DATA


PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-12
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-13
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-14
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-15
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-16
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
CLIENTE DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
A-17
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
N

16 16
x0 x0
.27x .27x
0.20 0.20

16 16
x0 x0
.27x .27x
0.20 0.20

A-18
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA CLIENTE DESENHO N°
PROJECTADO PROJECTO N°
DESENHADO ASSUNTO
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
ESTRUTURA ARBUSTIVA E HERBÁCEA

-0.35

unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total
Pru Plumeria alba 13unid. Hbi Helicomia bihai 2 20 40 unid. Aaf Agapanthus africanus 5unid./m2 18m2 90unid. Spu Setcreasea purpurea 9unid./m2 _m2 _unid. 5 12 60 unid. 40unid.
Aar Aloe arborescens Rpf Raphia farinifera

-0.15

-0.35
unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total unid./m2 m2 Total
Bougaivillea glabra
Bgl 60unid. Str Sansevieria trifasciata 9unid./m2 2960m2 29601unid. Sre Strelitzia reginae 64unid. Philodendron undulatum. 12 unid. 30g/m2 675m2 20250kg Palm Archontophoenix cunninghamiana 30unid.
(flores alaranjadas) PhU Relvado

Pru

-0.15

Bgl
-0.35

Bgl
Bgl
Bgl
Palm

Bgl
±0.00

Bgl
Bgl
Bgl

-0.45

Bgl
Bgl

Bgl
Bgl

Bgl
-0.25 -0.15 Palm
Bgl

Bgl

Palm

Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl


Sre Bgl Bgl Bgl Bgl

Bgl
Bgl

Sre Sre Sre Sre


Sre

Bgl
Bgl
Bgl
Palm

Bgl
Rpf Rpf Rpf Rpf Rpf Rpf

Palm Palm Rpf Rpf Rpf Rpf Rpf Rpf Rpf


Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl Bgl

PhU PhU PhU PhU PhU PhU PhU PhU PhU PhU PhU PhU

Palm
Palm

M
R
2

M
R
1
M
R
3

A-19
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA CLIENTE DESENHO N°
PROJECTADO PROJECTO N°
DESENHADO ASSUNTO
CALCULADO PROJECTO
APROVADO
ESCALA
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

2. ESTRUTURA

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - PARTE ESTRUTURAL

ÍNDICE
1. GENERALIDADES .........................................................................................................................2
2. NORMAS E REGULAMENTOS ......................................................................................................2
3. MATERIAIS ..................................................................................................................................2
4. ACÇÕES .......................................................................................................................................3
5. MODELOS DE CÁLCULO ..............................................................................................................3
5.1 Programa de cálculo usado .......................................................................................................3
5.2 Breve descrição da análise efectuada pelo programa e respectiva discretização estrutural ...4

5.2.1 Generalidades ........................................................................................................................4

5.2.2 Pilares .....................................................................................................................................4

5.2.3 Vigas .......................................................................................................................................4

5.2.4 Vigas de fundação ..................................................................................................................4

5.2.5 Lajes maciças ..........................................................................................................................4

5.2.6 Lajes de Fundação ..................................................................................................................4

5.2.7 Sapatas ...................................................................................................................................4

5.2.8 Muros de betão armado ........................................................................................................4


5.3 Outras considerações tidas em conta no cálculo......................................................................5
6. CONCEPÇÃO DAS ESTRUTURAS ..................................................................................................5
6.1 Lajes ..........................................................................................................................................5
6.2 Vigas ..........................................................................................................................................5
6.3 Lintéis e peitoris ........................................................................................................................5
6.4 Pilares ........................................................................................................................................6
6.5 Muros ........................................................................................................................................6
6.6 Fundações / sapatas isoladas ....................................................................................................6
6.7 Vigas de Fundação ....................................................................................................................6
6.8 Sapatas Conjuntas .....................................................................................................................6
6.9 Caixa de pavimento ...................................................................................................................6
7. RECOBRIMENTO..........................................................................................................................7

Projecto para Construção da Moradia para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa – Estrutura 1| Página

TÉCNICA, Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021


1. GENERALIDADES
A presente memória refere-se ao projecto estrutural de construção da Moradia para o Director da
Filial do Banco de Moçambique em Inhambane.

O edifício desenvolve-se em dois pisos (piso térreo e 1o andar).

Todos os elementos estruturais (as fundações, os muros, os pilares, as vigas e lajes) são em betão
armado.

Na presente memória são referenciadas as normas e os regulamentos seguidos para a concepção e


dimensionamento da estrutura e os modelos de cálculo adoptados.

A presente memória é acompanhada de um conjunto de desenhos que ilustram os pormenores


gráficos do dimensionamento estrutural.

2. NORMAS E REGULAMENTOS
Para a elaboração do presente projecto estrutural foram obedecidos os preceitos dos regulamentos
aplicáveis em vigor em Moçambique, nomeadamente:

 Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes;


 Regulamento de Estruturas de Betão Armado e;
 Regulamento de Estruturas de Aço para Edifícios.

Nos casos omissos ou pouco claros nos regulamentos referidos, foram aplicados para as acções, o
“Regulamento de Segurança e Acções em Estruturas de Edifícios e Pontes” (RSA) e, para o
dimensionamento das estruturas de betão, o “Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-
esforçado” (REBAP). Estes regulamentos, no país de origem – Portugal - revogaram os regulamentos
anteriormente referidos.

3. MATERIAIS
Em geral, os elementos que constituem a estrutura são em betão armado da classe EN206-1
C30/37.XC3(P).Cl0,4.Dmáx20.S3 e o aço do da classe A400NR.

Os blocos de cimento e tijolos a usar deverão ter um valor de resistência à compressão não inferior a
16kg/cm2.

O empreiteiro deve elaborar um estudo da composição do betão que garanta a classe de betão
referida. Este estudo deve ser submetido à aprovação do Fiscal da Obra, antes do início do processo
de fabricação para construção. No caso de dúvida, o Fiscal poderá encomendar ensaios para a
comprovação da classe do betão.

Porém, durante a execução dos elementos estruturais devem ser moldados cubos de betão, dos
quais devem ser submetidos a ensaios de controlo da qualidade do betão.

O solo de fundação, elemento de suporte das cargas mobilizadas nos edifícios, foi considerado como
tendo uma tensão admissível de 0.12MPa.

Para o solo de fundação foi considerado um Módulo de Winkler de 100000KN/m3.

Projecto para Construção da Moradia para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa – Estrutura 2| Página

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O Empreiteiro deverá realizar um estudo geotécnico, logo que tome posse do local de execução da
obra, de modo a poder avaliar-se com precisão a capacidade de carga do solo, dando a possibilidade
de se confirmar o valor da tensão admissível usado no cálculo, bem como avaliar a existência ou não
de um nível freático que possa comprometer a estabilidade das fundações.

4. ACÇÕES
Para o dimensionamento da estrutura do edifício foram consideradas as seguintes acções:

 Acções permanentes – resultantes do peso dos elementos estruturais e de revestimento.


Estas acções foram deduzidas dos pesos específicos que a seguir se apresentam e a partir
das dimensões que se apresentam nos desenhos de arquitectura e ou estrutura.

 Peso específico do betão = 25 kN/m3;


 Peso específico da betonilha = 20 kN/m3;
 Peso específico do reboco = 0.20 kN/m2;
 Peso específico de paredes de alvenaria = 14.50 kN/m3;
 Peso específico do aço = 78.5 kN/m3;

 Acções variáveis

 Sobrecarga em terraço acessível = 2.0 kN/m2;


 Sobrecarga em pavimento 3.0 kN/m2;
 Sobrecarga em escadas e varandas = 3.0 kN/m2;
 Sobrecarga das guardas em escadas = 0.5 kN/m2;
 Sobrecarga do depósito de PVC, cheio de água (2500L) = 30.2 kN/m2.

Foi também considerada a acção do vento para a zona eólica A, com rugosidade do tipo I.

As acções em vigas, pilares e sapatas foram determinadas a partir da soma do seu peso próprio à
reacção de apoio determinada no modelo utilizado para o dimensionamento dos elementos que
apoia.

Para o muro de vedação, os arcos são em betão armado intercalados por pilares também de betão
armado, as restantes zonas são cheias com alvenaria e no topo levam uma viga de betão armado.

5. MODELOS DE CÁLCULO
Para efeitos de cálculo, foi considerado que o edifício é constituído por um conjunto de pórticos
planos constituídos por lajes, vigas, pilares e fundações.

5.1 Programa de cálculo usado


Para o dimensionamento das estruturas foi usado o módulo CYPECad do programa de cálculo
automático CYPE que funciona com base no método de elementos finitos triangulares.

Projecto para Construção da Moradia para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa – Estrutura 3| Página

TÉCNICA, Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021


5.2 Breve descrição da análise efectuada pelo programa e respectiva discretização estrutural

5.2.1 Generalidades
A análise das solicitações realiza-se através de um cálculo espacial em 3D, por métodos matriciais de
rigidez, considerando todos os elementos que definem a estrutura: pilares, muros, vigas, lajes e as
fundações.

Resumidamente, a estrutura discretiza-se em elementos tipo barra, malha de barras e nós, e


elementos finitos triangulares.

5.2.2 Pilares
São barras verticais entre cada piso, com um nó no arranque da fundação ou noutro elemento, como
uma viga ou laje, e na intersecção de cada piso, sendo o seu eixo o da secção transversal.
Consideram-se as excentricidades devidas à variação de dimensões em altura.

5.2.3 Vigas
Definem-se em planta fixando nós na intersecção com o eixo de pilares e/ou nas suas faces, assim
como nos pontos de corte com elementos de laje ou com outras vigas. Assim se criam os nós no eixo
e nos bordos laterais e, analogamente, nas extremidades de consolas e extremos livres ou em
contacto com outros elementos das lajes. Por isso, uma viga entre dois pilares é constituída por
várias barras consecutivas, cujos nós são as intersecções com as barras de lajes. Possuem sempre
três graus de liberdade, mantendo a hipótese de diafragma rígido entre todos os elementos que se
encontram em contacto.

5.2.4 Vigas de fundação


São vigas flutuantes apoiadas sobre solo elástico, discretizadas em nós e barras, atribuindo aos nós a
constante de mola definida a partir do coeficiente de winkler.

5.2.5 Lajes maciças


A discretização dos panos de laje maciça realiza-se em malhas de elementos finitos tipo barra de
tamanho máximo de 25cm e efectua-se uma condensação estática (método exacto) de todos os
graus de liberdade. Tem-se em conta a deformação por corte e mantém-se a hipótese de diafragma
rígido. Considera-se a rigidez à torção dos elementos.

5.2.6 Lajes de Fundação


São lajes maciças flutuantes cuja discretização é idêntica às lajes normais de piso, com molas, cuja
constante se define a partir do coeficiente de Winkler.

5.2.7 Sapatas
O programa adopta a lei de deformação plana para as sapatas, pelo que se obtém, em função dos
esforços, tensões sobre o terreno de forma trapezoidal. Admitem-se os princípios da teoria e prática
da Mecânica dos solos ao definir a tensão admissível do terreno.

5.2.8 Muros de betão armado


São elementos verticais de qualquer secção transversal, formada por rectângulos entre cada nível, e
definidos por um nível inicial e um nível final. Numa parede (ou muro), uma das dimensões
transversais de cada lado deve ser maior que cinco vezes a outra dimensão, uma vez que se não se
verificando esta condição, a sua discretização não é adequada como elemento finito e, realmente,
pode-se considerar um pilar, ou outro elemento em função das suas dimensões. Tanto vigas como
lajes e pilares unem-se aos muros ao longo das suas faces em qualquer posição e direcção.
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Memória Descritiva e Justificativa – Estrutura 4| Página

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Todo o nó gerado corresponde a algum nó dos triângulos.

A discretização efectuada é por elementos finitos tipo lâmina espessa tridimensional, que considera
a deformação por corte. São formados por seis nós, nos vértices e nos pontos médios dos lados, com
seis graus de liberdade cada um. A sua forma é triangular e realiza-se uma malha do muro em função
das dimensões, geometria, aberturas, criando-se uma malha com refinamento em zonas críticas, o
que reduz o tamanho dos elementos nas proximidades de ângulos, bordos e singularidades.

5.3 Outras considerações tidas em conta no cálculo


Os elementos estruturais adjacentes (vigas e lajes) foram considerados apresentando continuidade.

Tendo em consideração a natureza desta estrutura – contínua – para atender aos efeitos de
retracção e fluência do betão e a redução da rigidez nos apoios de continuidade devido à fendilhação
do betão, foi considerado uma redistribuição de 25% dos momentos negativos em lajes e de 15% em
vigas.

Para a determinação das armaduras foi aplicado um coeficiente de majoração de 1.50.

6. CONCEPÇÃO DAS ESTRUTURAS

6.1 Lajes
As lajes serão do tipo maciças vigadas. Estas foram consideradas como estando encastradas nas vigas
para conferir uma maior rigidez em plano, em ambas as direcções ortogonais do edifício. De um
modo geral, a espessura das lajes variam de 10 a 20cm.

Em alguns casos as lajes incluem bandas de reforço de forma a criar condições de apoio e minimizar
a espessura das lajes no caso de grandes vãos.

A laje de pavimento do edifício terá 10cm de espessura e será armada com uma malha simples
#6@15 colocada na face superior. Esta será assente sobre o solo de enchimento com a espessura
indicada nos desenhos.

6.2 Vigas
As vigas terão a função essencial de receber as cargas provenientes das lajes, para além de acrescer a
rigidez das paredes, quando existem, tornando-as assim mais sólidas e resistentes e transmitir as
cargas recebidas para os pilares.

As bandas de reforço, que constituem vigas de pequena altura, estão embutidas nas lajes e, por sua
vez, apoiam em pilares e nalguns casos em vigas.

Sobre as paredes existirá sempre no topo uma viga, ainda que de coroamento.

6.3 Lintéis e peitoris


Os lintéis das portas e janelas estarão no topo destes elementos devendo-se prolongar mais 15cm
em cada extremidade.

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Os peitoris das janelas serão executados na base destas devendo-se seguir o mesmo critério
adoptado para os lintéis.

Os referidos elementos estruturais serão armados com 4Ø10 e estribos de 6@15 e terão a largura
das paredes e altura igual a 20cm.

6.4 Pilares
Os pilares foram dispostos essencialmente nos cantos das paredes e sempre que se verificassem
grandes panos de paredes de alvenaria.

Estes elementos estruturais apresentam formas quadradas, rectangulares e circulares, servindo de


apoio para as vigas. As cargas para os respectivos dimensionamentos resultam da soma entre o peso
próprio dos pilares e das reacções de apoio das vigas de coroamento.

Na maioria dos casos os pilares apoiar-se-ão em sapatas de betão armado, excepto em alguns casos
que se apoiam em vigas de fundação incorporadas em laje de fundação igualmente em betão
armado.

6.5 Muros
No caso do muro de vedação, este também é constituído por arcos em betão armado nas fachadas
lateral e frontal do edifício. No alçado posterior e lateral, também existem muros de vedação
contudo, são de altura constante, construído por uma fundação e blocos de alvenaria intercalados
com pilares de betão armado e um a viga também de betão armado no topo.

Os muros apoiar-se-ão em laje de fundação e sapatas corridas de betão armado.


6.6 Fundações / sapatas isoladas
A laje de fundação será construída sob os muros e pilares em betão armado. A parte inferior das
referidas lajes e sapatas isoladas estarão à profundidade máxima de 1.35mm em relação à cota do
terreno.
6.7 Vigas de Fundação
Existirão vigas de fundação para, garantir a estabilidade das fundações no geral e que servirão
também para apoio da alvenaria que constitui a caixa de pavimento e posteriormente as paredes. As
vigas de fundação estarão encastradas nos pilares e, eventualmente, (dependendo dos níveis) na
fundação.

6.8 Sapatas Conjuntas


Entre alguns pilares será necessário construir sapatas conjuntas em betão armado. A parte inferior
destas deverá estar a uma profundidade máxima de 0.85m em relação a cota do terreno.

6.9 Caixa de pavimento


A caixa de pavimento será constituída pelas vigas de fundação em betão armado e alvenaria de
blocos de betão (cimento e areia) amaciçada, até atingir-se a altura indicada nos desenhos.

As paredes das vigas de fundação e blocos de alvenaria deverão ser impermeabilizados, por dentro e
por fora da caixa de pavimento para evitar a percolação da água.

Antes da betonagem da laje de pavimento, sobre o material de enchimento e sob as armaduras,


deverá ser colocada uma tela plástica.
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7. RECOBRIMENTO
O recobrimento deverá ser:

Fundações incluindo vigas de fundação = 5.0cm


Muros = 3.0cm
Vigas, lajes e pilares = 2.5 cm
Escadas = 3.0 cm.

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RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

2. ESTRUTURA

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
4.5
PA4 0

56
(20x40)

2.
80x120x30

1.4
PA2 3
(20x30)

22
PA4 80x80x30

2.
(20x40)
80x120x30 PA2 3.1
(20x30)
5
PA2 80x80x30
(20x30)
80x80x30 1.2
3
PA2
3.5 (20x30)
8 80x80x30

48
4.
P25 3.8
PA4 PA2 (20x30) 0
(20x40) 05 16 (20x30)
x0 80x80x30 80x80x30
80x120x30 .27
.8

01
x0
0 .20

1.43
10
33
.2 3
PA2 16 3.8
(20x30) 0
80x80x30 2.75
3.
0 0 PA2 PA2

30

10
(20x30)

4.82
(20x30)

4.
24
90x90x30 80x80x30
PA4 PA1
(20x40) (20x20) 3.7
80x120x30 70x70x30 9
11.60
1.70 1.30 1.30 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50
0.30
PA2 PA1
(20x30) 0.20 (20x20) 3.8

58
80x80x30 70x70x30 1
3.
P40 P41 P42 P42
0.20 (60x20) (60x20) (60x20) (60x20)
P38
PA4 (20x20)

0.20
(20x40) P39
P34

0.80
80x120x30 (20x20) P37

0.60
0.60

1.20
P35

1.20
(20x60) 0.30 0.15 (20x20) (20x20)
P36 PA1
(20x20) (20x20) 3.8
0

0.40
P33 70x70x30
(20x60)
210x210x30 195x205x30 205x205x30

2.55

1.17
210x210x30
58

PA2 1.70 1.30 1.30 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50 PA1
PA4
3.

(20x30)
(20x40) (20x20)
80x120x30
80x80x30 PA1 PA1
(20x20) (20x20)
PA1
2. (20x20) 3.9

4.26
20 70x70x30 3
P32

3.86
2.69
(20x60)
140x140x30 P30 P31
(20x30) (20x20) 2.65 1.88 2.44 2.75
0.20 P27 90x90x30 90x90x30 P28
(20x20)

1.71
(20x20)
130x130x30 130x130x30 P29
77

(20x60) PA1
PA2

0.61

0.61
3.

P26 180x180x40 (20x20)


(20x20) (20x20) 70x70x30
PA4 70x70x30
70x70x30 PA1
(20x40) (20x20)
0.20

1.30

1.30
80x120x30
P22 P23
(20x60) P24 P25 Arc 2
(20x30)

0
(20x20) (20x20)

x3
180x180x40 (20x75)

0.10

50
x7
90
PA4 120x120x40

6
0.20

1.40

1.40

0.8
(20x40) 180x180x40
70x70x30
P20
(20x30) 70x70x30

5.69
100x100x30
30.18

3.16 6.34 4.90 1.70 1.30 2.60 1.40 3.20 1.20 4.37

3.00
6.14

0
5.0
5.4

PA4
PA4 (20x40) 3.00 140x140x30 140x140x30
0

9 (20x40) P18 Arc 2


0.2
100x100x30
20.81

90x90x30 P15 P16 P17 (40x20) P19


(20x20) (20x25) (20x40) (20x20)
PA3 (25x60) M9: 70x35

0.10
(20x35) Arc 2
Pórtico 7

0
(20x20)

x3
1.05
0.08

50
x1
1.91

1.91
M8: 70x35

90
240x240x50

5
0.3
4.5

Pórtico 6
P12 P13

1.05
0.7
0

(35x25)
11

(25x20) 70x70x30
3

M7: 70x35
.28

Arc 1 Pórtico 5

h=35
130x130x30 140x140x30

1.05
1.52

1.52
(20x75)

L1
145x160x30
P11 M6: 110x35
(20x20)
Pórtico 4

Pórtico 1

9
Pórtico 2

5.0

.7
1.05

16
Arc 2
130x130x30 M5: 105x35
5.1

(20x20)
5

Pórtico 3
0.53 0.72
2.73

2.73
Arc 1
PA2 (20x75)

30
(20x30) PA2 Arc 2

0x
Arc 1 (20x30) (20x20) P4 P5 P6 P7

15
(20x75) PA2 Arc 2 (40x20)

8
(65x25) (40x25) (65x20)

0x
(20x30)

0.5
(20x20)

15
0.13

0.13
0.05

0.10
0.12
0.13

Arc 1
160x160x35
200x225x30 (20x75) 145x215x30

5.84
185x185x45 90x145x30
Arc 1
(20x75) 250x250x50
3.90

5.15 1.25 5.15 0.72 0.20

3.90
RECOBRIMENTO:

0
1.70 1.30 2.68 1.33 3.20 5.57 Fundação - 5,0cm

5.0
11.57 Pilar - 3,0cm
P54 Viga - 3,0cm
(25x40) P58
(20x20) Laje - 3,0cm
140x140x30 160x100x30 Arc 3 Arc 3 P59 Arc 1
120x120x30 (20x75)
(20x90) (20x90) (25x40)
0.23

0.23

0.23

0.11
0.12
0.12

0
x3
MATERIAIS

15
Arc 3

2
(20x90)

0x
Betão:

17
Arc 3 195x280x35
(20x90) EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
3.53 5.00 0.49 5.00 Aço: A400 NR

14.02 ESTRUTURA METÁLICA


Aço Laminado / Enformado: S275
NOTA:
Parafusos, Porcas e Chumbadores
O NÍVEL DA BASE DAS SAPATAS DE FUNDAÇÃO ESTÃO
PLANTA DA FUNDAÇÃO, -1.35m P - PILARES DO EDIFÍCIO PRINCIPAL 1.35m A BAIXO DO NÍVEL DO TERRENO NATURAL;
Galvanizados : Classe 8.8
O NÍVEL DE SOLEIRA DO INTERIOR DA RESIDÊNCIA É ±0.00m; Cordão de soldadura com
PA - PILARES DOS ANEXOS O NÍVEL DE SOLEIRA DO PASSEIO PÚBLICO É -0.45m; resistência igual à dos perfis

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
EMAIL [email protected]
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
EMAIL [email protected]
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-101
P 849
PLANTA DA FUNDAÇÃO, -1.35m
S-01
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:100 A2
1:150A3
(P5-P6)
P6

Arc2 P5 P6 P5
P4- Arc2
13 P7 P7 P7
P4 P4 Arc2 125 113 59 133 59

16Ø12a/15 C=273 16Ø12a/15 C=273 93 93 93 93


80 80 80 80 50

17

17
P11
P11 P11 P12 P12
P12
65 65 65 65 65 65 65 65

50

45
35
10Ø12a/15 C=173 10Ø12a/15 C=210 16Ø12a/15 C=263 16Ø12a/15 C=263 12Ø12a/15 C=198 12Ø12a/15 C=198
12

12

12

12

12

12

30

30
4X1Ø16 C=130
2X1Ø12 C=116
P5

12

12

12

12
P4 Arc 2 65 8Ø12a/15 C=143 8Ø12a/15 C=143 8Ø12a/15 C=143 8Ø12a/15 C=143
0.47

6X1Ø20 C=140
6X1Ø12 C=101

25
4X1Ø16 C=110

4X1Ø16 C=110
40
65
0.74

4X1Ø12 C=96
20 30 30 20
20

4X1Ø16 2X1Ø12 59 25
200

20
14
6

250
14 14

130
20

20
19
30 19

185
6

130
14

14

20
34 30
P6 3Ø6 C=170

6X1Ø12 C=116

6
59

14
30 3Ø6 30 3Ø6
0.80

C=70 3Ø6

6
30

14
3Ø6 40 C=80
3Ø6 C=160
C=110 34
6 130

25
160 130

19
3Ø6 185
30
250 C=120
P18
(P17-P18) P17 P18 P17

10
110 120 45 140 55
P15 P20
P13 P16
P13 P13 P15 P15 P16 P16 P20 P20 16Ø12a/15 C=263 16Ø12a/15 C=263

17

17
70 70 73 68 75 75 75 75 70 70 70 70 50 50 50 50

50
30
30

30
35
16Ø12a/15 C=253 16Ø12a/15 C=253

12

12
9Ø12a/15 C=153 9Ø12a/15 C=153 9Ø12a/15 C=153 9Ø12a/15 C=153

12

12
12

12
10Ø12a/15 C=163 10Ø12a/15 C=163
12

12

12

12
6Ø12a/15 C=113 6Ø12a/15 C=113
P18

6X1Ø12 C=116
40
4X1Ø16 C=115

34

6X1Ø12 C=96

20
4X1Ø12 C=96
20 20 20

6
14
6X1Ø12 C=96

14 14 30 3Ø6
35 14

140
C=110
20

25

100

240
30
140

29 P17
14
150

6
19

24

6
25

3Ø6

6X1Ø12 C=116
30
6

3Ø6
19

C=70 30 30 3Ø6 20
3Ø6 C=80 C=90
30
C=110 14
100
140

40
140

34

6
150
30 3Ø6
C=110
240 P26
(P23-P24)
P22 e P29 P23 P24 P23
P22 P22
90 90 35 105 40 P25 e P58
90 90 90 90 P25 P25
12Ø12a/15 C=203 12Ø12a/15 C=203 P27 e P28
17

17

60 60 60 60 P26 P26
P27 P27

35 35 35 35
65 65 65 65
40

40

30
12Ø12a/15 C=193 12Ø12a/15 C=193 12Ø12a/15 C=193 12Ø12a/15 C=193
12

12

12

12

30
12

12

30
8Ø12a/15 C=133 8Ø12a/15 C=133

12

12

12

12
4Ø12a/15 C=83 4Ø12a/15 C=83 RECOBRIMENTO:
8Ø12a/15 C=143 8Ø12a/15 C=143
Fundação - 5,0cm
P24
4X1Ø12 C=106

20 Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm
20
8Ø12 C=106

14 Laje - 3,0cm
14
20
60
180

6
14

4X1Ø12 C=96
54

4X1Ø12 C=96

4X1Ø12 C=96
3Ø6 20 MATERIAIS
6

30 20
180

C=70 20
3Ø6 Betão:

130
30 P23 14
120

14
4X1Ø12 C=106

C=150 EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3


20

14
70

20
6

20

20
14

Aço: A400 NR

6
14

6
14
30 3Ø6
14 30 3Ø6 3Ø6 ESTRUTURA METÁLICA
C=70 30
180 C=70
30

C=70
70 Aço Laminado / Enformado: S275
24

120 130
180 3Ø6 Parafusos, Porcas e Chumbadores
30
C=90
Galvanizados : Classe 8.8
PORMENOR DE SAPATAS, -1.35m
Cordão de soldadura com
resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
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PEMBA
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PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-102
P 849 S-02
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ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A2
1:75 / A3
(P33-P43-P37) P37 (P38-P41-P35) (P39-P42-P36)
P35 P41
P33 P37 P43 P33 P43 P36 P42
P38 P38 P41
20 P39 P42 P39
35 40 80 55 35 120 35
P30 e P31 P32 48 60
20
68 45 115 45
P32 P32 20
14Ø12a/15 C=253 14Ø12a/15 C=253 53 60 73 46 114 46
P30 P30
13Ø12a/15 C=238 13Ø12a/15 C=248

14
16
70 70 70 70 13Ø12a/15 C=248 13Ø12a/15 C=248

14
16
45 45 45 45 11 11 13 13

14
16
11 11 13 13
11 11 13 13

30

30
30
30
13Ø12a/15 C=208 13Ø12a/15 C=218

12

12
30
14Ø12a/15 C=223 14Ø12a/15 C=223 13Ø12a/15 C=218 13Ø12a/15 C=218

12

12
12

12
9Ø12a/15 C=153 9Ø12a/15 C=153

12

12
12

12
P38 P35
6Ø12a/15 C=103 6Ø12a/15 C=103 P42

4X1Ø12 C=94
4X1Ø12 C=94
20

8Ø12 C=94
20 20
P32 60

4X1Ø12 C=94
14 54

8Ø12 C=94
14

4X1Ø12 C=96
20 6

20
20

20
20
20

14
60

14
54
14 3Ø6 30 30 3Ø6 C=150

8Ø12 C=96
30

20
14 14

205
6
140
C=70 P39
90

20

60 P36
6

205
6
60
14

210

14
3Ø6

4X1Ø12 C=94

4X1Ø12 C=94
30 14 30

54
3Ø6 C=150 3Ø6 20 20

8Ø12 C=94
30 60

20
6

6
C=70

14
C=70

8Ø12 C=94
90 3Ø6 3Ø6 54 14 14
30

20
6 6

20

20
140 C=150 C=70

14

14
14
54
3Ø6 C=150 30 3Ø6 30 3Ø6
30

6
195 C=70

14
C=70
210 3Ø6 C=150 30 205
(P40-P34)
P34 P40 P40 P34 Arc2
Arc3 P59- Arc2-Arc3
55 80 75 35 120 55
P54 P59 P59 Arc3 Arc2
14Ø12a/15 C=253
14

P54 P54 80 35 80 80 110 50 45


14Ø12a/15 C=253 P48 P48
13 13
P44 P44
16

11 11 70 70 70 70
55 55 55 55
9Ø12a/15 C=183 9Ø12a/15 C=183

35
30

14
16
11 11 13 13
14Ø12a/15 C=223 14Ø12a/15 C=223 10Ø12a/15 C=205 10Ø12a/15 C=295
12

12

12

12
P40

30

30
6

ARC3
8Ø12 C=94

60

8Ø12 C=94
7Ø12a/15 C=95 9Ø12a/15 C=153 9Ø12a/15 C=153
12

12

12
54 7Ø12a/15 C=118 90
20

84
6
14

20
25 P59

14
30 3Ø6 C=150 2X1Ø12
P17 4X1Ø12 C=107 30 3Ø6 C=265

4X1Ø16 C=107

6X1Ø16 C=115
2X1Ø12 C=94
P34 25
210

20
30 19

160
19 ARC2
110

140
14 23

40
8Ø12 C=94

20

8Ø12 C=94
40
34
6

6
13

90

34
60

6
30 3Ø6 3Ø6 84
54

6 30 30 6
C=86 C=120 30 3Ø6

20
4X1Ø16
C=120

14
110
30 3Ø6 3Ø6 C=265
30
210 C=150
140

160

PORMENOR DE SAPATAS DO ANEXO

PA1 PA2 PA3 PA4


PA1 PA1 PA2 PA2 PA3 PA3 PA4 PA4

35 35 35 35 40 40 40 40 45 45 45 45 50 50 50 50
30

30

30

30
RECOBRIMENTO:
12

12

12

12

12

12
20
21

Fundação - 5,0cm
4Ø12a/15 C=83 4Ø12a/15 C=83 5P1Ø12a/15 C=98 5P2Ø12a/15 C=98 6P1Ø12a/15 C=108 6P2Ø12a/15 C=108 Pilar - 3,0cm
5P1Ø12a/15 5P2Ø12a/15
C=107 C=104 Viga - 3,0cm
Laje - 3,0cm
4X1P3Ø12 C=107

6X1P3Ø12 C=107
4X1Ø12 C=96

20
6X1P3Ø12 C=107

20 20 20
13 MATERIAIS
14 13 13
30

100
90
70

20

80

Betão:
40
23

6
6

35
14

6 EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3


33
28

6
30 3Ø6 30 3P4Ø6 Aço: A400 NR
C=70 C=86 3P4Ø6
70 80 30 3P4Ø6 30
90 C=106 C=106 ESTRUTURA METÁLICA
100
SAPATAS VARIÁVEIS Aço Laminado / Enformado: S275
145x90x30; 90x90x30; 80x80x30 SAPATAS VARIÁVEIS
100x100x30; 90x90x30 Parafusos, Porcas e Chumbadores
NOTA: Galvanizados : Classe 8.8
VER PORMENORES (SAPATAS) DOS Cordão de soldadura com
ARCOS (Arc) DESENHO BM-Res-Es-125 resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
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PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-103
P 849
PORMENOR DE SAPATAS, -1.35m
S-03
ENGENHEIROS
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DESENHADO A. ESMAIL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A2
35

35

35

35

35

35

35

35
50 50 50 50

29
Pórtico 1 60 60 60 60
13 13 13 13
Pórtico 2
17 17 17 17

25

25

25

25

Ø10a/15 C=640+Ø10a/15 C=560


25

25

25

25

25

25

25

25
25

25

25

25
40 40 40 40
50 50 50 50
B5 B4 B2 B3 P19
170 105 105 140

35

35
B6 B7 B8 B9 B10
170 105 105 140

5.65
3Ø16 C=140
105 105 565
4Ø10 C=140 Pórtico 3
3Ø16 C=140 32 32
4Ø10 C=140

25

25
Ø10a/15 C=640+Ø10a/15 C=560
4Ø16 C=150 3Ø16 C=140

25

25
SUPERIOR 29 29
3Ø12 C=140 3Ø12 C=140 95 95

586
3Ø16 C=150 4Ø16 C=150 SUPERIOR B5 B6
279 228
3Ø12 C=150 3Ø12 C=140
4Ø16 C=210 4Ø16 C=175
4Ø20 C=265
22

22
4Ø10 C=205 4Ø10 C=175 4Ø20 C=315
SUPERIOR 5.65

22

29
50x35

22

22

22
50x35 50x35 50x35 60x35 60x35 60x35 60x35 105x35 105x35
ARMADURA LONGIT. INFERIOR
ARMADURA TRANSV. INFERIOR

4Ø12 C=270 82

22 22
5Ø12 C=315
22

22
5Ø12 C=270 4Ø12 C=175

22
25 INFERIOR 6Ø12 C=265
16 INFERIOR 4Ø12 C=270 82 6Ø16 C=294
4Ø12 C=205

22
5Ø12 C=265
INFERIOR

22
17 4Ø12 C=140 5Ø12 C=270 18x2eØ8a/15 15x2eØ8a/15
Estribos
5 269 55 218 5

29
3Ø12 C=90 11x2eØ8a/15 7x2eØ8a/15 7x2eØ8a/15 9x2eØ8a/15
Estribos
45 45 5 165 105 105 135 5

Ø10a/15 C=640+Ø10a/15 C=560


11x2eØ8a/15 7x2eØ8a/15 7x2eØ8a/15 8x2eØ8a/15
Estribos
5 165 105 105 113 27

Pórtico 5

5.65
20 20 565
Pórtico 6

25
33 Pórtico 7

25
25

35

25

35
25

Pórtico 4 B2 60 B8 Ø10a/15 C=640+Ø10a/15 C=560 29


35

29
25

70 60
70
B3 B9 P19 B10
110

586
100 508 508
B4 B7
508
3Ø10 C=485 3Ø10 C=455
4Ø20 C=541 SUPERIOR
SUPERIOR 4Ø10 C=541

29
SUPERIOR 4Ø10 C=541 5.65
22

22

22

22
22

22
110x35 70x35 70x35
ARMADURA LONGIT. SUPERIOR
ARMADURA TRANSV. SUPERIOR

INFERIOR INFERIOR INFERIOR


22

22

22

22

22

22
6Ø12 C=541 4Ø12 C=541 4Ø12 C=541

34x2eØ8a/15 34x2eØ8a/15 32x2eØ8a/15 PORMENOR DE VIGAS E LAJE DA FUNDAÇÃO, -1.35m


Estribos Estribos Estribos
5 498 5 5 498 5 35 468 5

A Tela asfaltica SIKA BIT 4kg/m2 incluindo


a execução do do fole da junta com 20mm
+2.20
Muro 4Ø10 Ø6@15 Capeamento do muro com chapa
0.20

Viga de Coroamento
galvanizada Esp= 0.6mm
0.80 0.20x0.20
0.02
Parede do anexo
0.40x0.20x0.20
Cordão de fodo da junta da SIKA Esp= 20mm
Bucha metalica galvanizada M8 @ 30cm
2.00
2.20

PA5
(20x40)
1.20

Bloco maciçado Ø6@15


80x120x30
0.40x0.20x0.20
4Ø10
Viga de Coroamento
0.20x0.20
Parede do anexo ±0.00
N.T. RECOBRIMENTO:
0.40x0.20x0.20 Parede do anexo Fundação - 5,0cm
0.40x0.20x0.20 Pilar - 3,0cm
0.60

Muro Viga - 3,0cm


0.90

2 2 Laje - 3,0cm
Ø10@15
0.30

-1.00
0.05

0.05
0.200.20
0.45

MATERIAIS
0.20 0.20 0.20 0.02 0.20
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
0.80 Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
PLANTA DO MURO DE MURO DE VEDAÇÃO CORTE 1-1 PORMENOR A Aço Laminado / Enformado: S275
ESC. 1:50 PORMENOR DA PAREDE E MURO DE VEDAÇÃO ESC. 1:10
Parafusos, Porcas e Chumbadores
ESC. 1:50
Galvanizados : Classe 8.8
Cordão de soldadura com
resistência igual à dos perfis

MAPUTO
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PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
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DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-104
P 849 S-04
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CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A2
4.5
0

56
2.
PA4
(20x40)
20 1.4

0
x4

x4
0 3

20
PA2

22
PA4 (20x30)

2.
(20x40) 3.1
Pó 20 5
rt ico x40
A1 20 PA2

0
(20x30)

x4
4 x4 rtico
0

20
A8 1.2
PA2 3
(20x30) 20
Pó Pó x4
rtico rtic 3.5 0
o
A1
3
A8
' 8 PA2

48
PA4 (20x30)

4.
(20x40) 05 3.8

20x40
20 20 0

40
x4 x4 20

x
0 0 x3

01
20
PA2 5 P25

Pórtico A9
16 10
(20x30)

20x40
.8 x0

Pórtico A10
0
.27 (20x30)
0

x4

1.43
x0

20
.20
16 33
20x40
.2 3
PA2
(20x30) 3.8
PA2 Pórtico A7 PA2 0
(20x30) 2.75 (20x30)
Pó 3.

0
rtic 0

x4
o 0

9
A1

20
10
.0

4.82
PA4 2

24

4.
(20x40) PA1
20
x4 (20x20)
0 3.7
9

0
x4
11.60

20
5
A1
0.90 0.50

co
1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95

rti

PA2 0.30 PA1
(20x30)
Pó (20x20)
rtic 0.20 3.8

58
1

0
oA

x4
3.
11 P40 P41 P42

20
PA4 P42
(20x40) (60x20) (60x20) (60x20) (60x20)
20 P38 P39
x (20x20) (20x20)
40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40
P37

6
0
P34

0.80
A1

0.60
x2

1.20
Pórtico 26 Pórtico 27 PA1

1.20
(20x60) (20x20)
20

co
20x40 (20x20)
P36

rti
P35 3.8


(20x20) (20x20) 0

0.40
Pórtico 25 P33
(20x60)
PA2

2.55
0

1.17
58

(20x30)

x2
1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 1.95 1.20 PA1
3.

20

20x40
PA4
(20x20)
(20x40) PA1 PA1 PA1
(20x20) (20x20)

20x40
20x40
(20x20)
2. 3.9

4.26
20 P32 3
0

20x40
x2

x2

Pórtico 10

Pórtico 12

3.86
20 (20x60)
20

2.69
2.85 1.88 2.44 2.75
P30 P31

1.71
(20x30) (20x20)

20x40
20x40 20x40 PA1
58

PA2

Pórtico 7
(20x20)
3.

PA4 P29

0.61
(20x20) P26

Pórtico 15
(20x40) Pórtico 24 Pórtico 23 20x40 (20x60)
(20x20)
1.38 1.33

Pórtico 4
P27 P28 PA1
0
x2

1.30

1.30
(20x20) (20x20) (20x20)
20

P22 P23 P24 P25


(20x30) (20x20) (20x20)
(20x60)

Pórtico 22

Pórtico 8

6
PA4 Arc 2

0.8
0.20

1.40

1.40
(20x40) (20x75)
P20
(20x30)

20x40

5.69
5.70
Pórtico 21
30.18

20x40
20x40
2.89 6.61 4.90 1.70 3.90 1.40 4.40 4.37

0
5.0
Pórtico 16
Pórtico 13
Pórtico 2
5.4

3.00
0

20.81

PA4 PA4 P15 P16 P17 P18 P19


(20x40) (20x40) (20x20) 20x40 (20x25) (20x40) (40x20) (25x60)

0.10
20x40 20x40 M9: 70x35
PA3 20x40 20x40 20x40 Arc 2
(20x35) (20x20)
0 Pórtico 20 Pórtico 7
x4
20 A3

1.05
o
0.08
rtic

20x40
Arc 2

25x40
ó
1.91

1.91
M8: 70x35

5
P (20x20)

0.3
Pórtico 6

1.05
0.7

P12 P13
11

(25x20) (35x25)
3

M7: 70x35
.28

Arc 1
rtico

(20x75)
Pórtico 5
A1

20x40

h=35
25x40

1.05
20x40

1.52

1.52

L1
M6: 110x35
20x40

P11
20

Pórtico 19 20x40

.79
0
(20x20)
x4

Pórtico 4

5.0
Pórtico 1

Pórtico 2
0

1.05

16
Pórtico A5

M5: 105x35
Pórtico A4
5.1
5

20x40

Pórtico 3

25x40
2.73

2.74
Arc 2

25x40
0.72 0.72
Pórtico 5

Pórtico 30
(20x20)
PA2
Arc 1 (20x30)
PA2 P5 P6

8
(20x75) PA2 P4

0.5
(20x30) (65x25) (40x25)
(20x30) Pórtico A2 (40x20) Arc 1

0.13

0.13
0.10

40x40 40x40 (20x75)


20x40 20x40
Arc 1 Arc 2 Arc 2 Pórtico 18 P7
(20x75) (20x20) (20x20) (65x20)

25x40
Arc 1

5.84
(20x75)
5.15 1.25 5.15 0.72 3.97 1.33 3.20 5.57
3.90

11.57 RECOBRIMENTO:
25x40

25x40
3.88

0
Fundação - 5,0cm

5.0
Pórtico 30
Pilar - 3,0cm

Pórtico 30
Viga - 3,0cm
Pórtico 11

Laje - 3,0cm
P54 Arc 1
P58 P59 (20x75)
(25x40) Pórtico 30 25x40 (20x20) 25x40 (25x40)

Arc 3
MATERIAIS
Arc 3 Arc 3 Arc 3
(20x90) (20x90) (20x90) (20x90) Betão:
3.53 5.00 0.49 5.00 EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR
14.02
ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
PLANTA ESTRUTURAL DA VIGA Parafusos, Porcas e Chumbadores
NOTA:
DE PAVIMENTO, -0.15m Galvanizados : Classe 8.8
P - PILARES DO EDIFÍCIO PRINCIPAL VER PORMENORES DOS ARCOS (Arc) Cordão de soldadura com
DESENHO BM-Res-Es-125 resistência igual à dos perfis
PA - PILARES DOS ANEXOS

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-105
P 849 S-05
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PLANTA ESTRUTURAL DA VIGA
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CONSULTORES , LDA. PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DE PAVIMENTO, -0.15m
WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:100 / A2
Pórtico 3 Pórtico 14
Pórtico 6 Pórtico 17 Pórtico 4 Pórtico 7
Pórtico 5 Pórtico 8

35

40

35

40

35

40
Pórtico 2 Pórtico 9

35

40

35

40

35

40
20

35

40
Pórtico 13
16 16 16

35

40
35

40
35

40

35

40
P50 P51 16 16 16 20 20 20 16
20 20 20

35

40
20
P15 16 16 P48 16 P49 P22 P32 P34 B13 P4 P11 P12 P16 16
20 20 20 321 254 70 293 152 201 20 P38
P22 P44 P46 16
50 440 P30 P35 P39
P45 P47 2Ø12 C=130 2Ø12 C=95 P27 P31 P36
2Ø12 C=120 2Ø12 C=80 B17 374 70
P52 P53 70 60 60 35 81
95 330 SUPERIOR 2Ø12 C=355 35 45
25 2Ø12 C=536 2Ø12 C=355 SUPERIOR 8 2Ø12 C=170 2Ø12 C=490

25
SUPERIOR 2Ø12 C=325 2Ø12 C=235 2Ø12 C=127 SUPERIOR

25
2Ø12 C=376

25

25
25

25
SUPERIOR

25

25
SUPERIOR

25

25
20x40

25

25
20x40 20x40 20x40
20x40 20x40 20x40
20x40 20x40 20x40 20x40 20x40

2Ø12

25
25
2Ø12 C=450 2Ø12 C=355 INFERIOR 2Ø12 C=325 2Ø12 C=210 INFERIOR

25

25
INFERIOR INFERIOR C=127

25

25
2Ø12 C=376 INFERIOR

25

25

25
2Ø12 C=355 2Ø12 C=175 2Ø12 C=490
INFERIOR 2Ø12
25

C=90 18x1eØ6a/15 4x1eØ6 17x1eØ6a/15 9x1eØ6a/15 12x1eØ6a/15 4x1eØ6 3x


Estribos Estribos Estribos a/15
30 270 30 Estribos 20x1eØ6a/15 16x1eØ6a/15 a/15 40 243 10 10 129 13 13 169 20 1eØ6
3x 20 59 2 Estribos 23x1eØ6a/15 a/15
1eØ6 20 291 10 10 234 10 10 58 2
Estribos 20 344 10 10 40 20
a/15 28x1eØ6a/15
2 38 10 10 410 20
Pórtico 15

Pórtico 10

35

35

40

40
Pórtico 11

35

40

35

40

35

40

35

40
19 16 16
21 21 21 16 20 20
25 25 25 20
25
30
25

P28 B16
P5

35

40
P54 P13 P17 B19 Pórtico 12

35

40
56 388 437 191 310 Pórtico 19
60 20 71
16 16
P20 P23 2Ø12 C=200 20 20
160 2Ø12 C=145 2Ø12 C=137
SUPERIOR P18 P25 P11 B18
100 100 100 45 460 420

25

25
4Ø12 C=200 SUPERIOR 2Ø12 C=537 20x40
SUPERIOR 2Ø12 C=462 2Ø12 C=540
2Ø12 C=506 2Ø12 C=466
22

22

20x40 SUPERIOR
25

25
SUPERIOR

25

25

25

25
60x30 25x40 25x40 25x40 20x40
20x40 20x40
25

2Ø12 C=462
22

4Ø12 C=178 INFERIOR

25

25
2Ø12 C=137

25
INFERIOR INFERIOR 2Ø12 C=540
2Ø12 C=537 INFERIOR

25

25
2Ø12 C=85 2Ø12 C=505 INFERIOR

25

25
3x 2Ø12 C=466
22x1eØ6a/15 26x1eØ6a/15 11x1eØ6a/15 19x1eØ6a/15 1x 1eØ6 27x1eØ6a/15
8x2eØ8a/15 Estribos 25x1eØ6a/15
Estribos 25 330 32.5 32.5 387 1818 164 10 10 280 20 Estribos 1eØ6 a/15 Estribos Estribos
20 120 20 40 400 20 20 375 25
2 10 10 41 20
8
Pórtico 20

35

40

35

40

35

40
35

40
16 16 16
20 20

35

40
16

35

40

35

40

35

40
35

40

35

40
Pórtico 16 20 20
Pórtico 18 P15 P16 P17 P18 P19
16 16 16 36 36 36 180 390 140 470
20 20 20 40 40 40
P19 P29 P33 B11 P4 P5 P6 P7
583 385 110 2Ø12 C=125
408 133 470
90 35
2Ø12 C=600 3Ø12 C=578 SUPERIOR 2Ø12 C=615
2Ø12 C=615 3Ø12 C=661 2Ø12 C=650
SUPERIOR

25
SUPERIOR

25

25

25
25
25

20x40 20x40 20x40 40x40 40x40 40x40 20x40 20x40 20x40 20x40

INFERIOR

25
25

3Ø12 C=661

25
INFERIOR 2Ø12 C=615 INFERIOR 2Ø12 C=650

25
3Ø12 C=578

25

25
2Ø12 C=600 2Ø12 C=610
27x1eØ6a/15 8x1eØ6a/15 32x1eØ6a/15
6x1eØ6 Estribos 10x1eØ6a/15 24x1eØ6a/15 8x1eØ6a/15 27x1eØ6a/15
20 375 13 13 108 13 13 438 20 Estribos
Estribos 37x1eØ6a/15 25x1eØ6a/15 a/15 20 148 13 13 358 20 20 110 10 10 400 60
25 548 10 10 365 10 10 80 20
35

40

Pórtico 25
35

40

35

40

35

40

35

40

35

40
35

40
Pórtico 21 Pórtico 22 Pórtico 26

35

40

35

40

35

40
16
35

40

20 Pórtico 23
16 16 16 16 16 16 Pórtico 27

40
20 20

35

40
Pórtico 24 20 20 20

35

35

40
P20 20 16 16 16
P23 16 P35 P36 20 20 20
B19 20 301 Pórtico 30
149 P24 P25 16 16 16 B13 P40 P41 P38
150 140 P28 P29 20 20 20
356 110 175 125 P39 P42 P43 B11 ESC. 1:50
B17 P30 P31 B16 2Ø12 C=346 125 196 110
2Ø12 C=195 145 280 124
2Ø12 C=336 2Ø12 C=402 2Ø12 C=456 3Ø12

25

25
SUPERIOR SUPERIOR SUPERIOR 2Ø12 C=476
25

25

SUPERIOR SUPERIOR
25

25

2Ø12 C=595 SUPERIOR

25

25
25

25

20x40 20x40 2

25

25
2 SUPERIOR
25

25
20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40
20x40 20x40 20x40 Est. Ø6@15

40

35
21
INFERIOR
25

25
2Ø12 C=595 25 3Ø12
INFERIOR INFERIOR
25

25

25

25

INFERIOR INFERIOR

25

25

25

25
2Ø12 C=195 2Ø12 C=336 INFERIOR 2Ø12 C=346 2Ø12 C=456
25

25

2Ø12 C=402 INFERIOR

25

25
2Ø12 C=476
8x1eØ6a/15 18x1eØ6a/15 8x1eØ6a/15
6x1eØ6a/15 6x1eØ6 Estribos 18x1eØ6a/15
Estribos 19x1eØ6a/15 20 115 10 10 260 10 10 112 2 Estribos 6x1eØ6 7x1eØ6a/15 12x1eØ6a/15 7x1eØ6a/15
60 87 2 Estribos a/15 8x1eØ6a/15 Estribos Estribos a/15 11x1eØ6a/15 7x1eØ6a/15 Estribos
20 276 60 20 260 20
60 80 10 10 110 20 21 94 10 10 176 10 10 98 2
20 80 10 10 155 10 10 95 20

PORMENOR DE VIGAS DE PAVIMENTO, -0.15m - ANEXO


Pórtico A3
40

40

40

40
Pórtico A8

40

40

40
Pórtico A2 Pórtico A8'
40

40

40

PA3 20 B6 20 PA4 20 PA4 20 P15

40
1.611 1.602 6.61 4.90 20 20 20

PA2
20 20 20
PA2 PA2 PA2 PA2
Pórtico A10
40

40

40
Pórtico A1 PA5 PA5 PA1 PA1
Pórtico A4 Pórtico A5 1.538 3.168 1.525

40
20
1.966 5.241 6.596
Pórtico A7
1Ø10 PA2 PA2
20 20 20 3.417
C=95 PA4 20
PA5 50 PA2 PA2 PA4 2Ø10
PA5 PA4 PA2 PA2 2Ø10
5.612 1Ø12 C=185 2Ø10 C=185 5.689 6.536 2.95 C=125 C=125
1Ø12 C=255
68 12 150
55 70 2Ø10 C=384
1Ø12 C=220 2Ø10 C=150
2Ø10 C=230 1Ø12 C=260 13 2Ø10 C=190 2Ø10 C=190
69
2Ø10 C=603 2Ø10 C=550
116
2Ø10 C=695 2Ø10 C=195 2Ø10 C=710 2Ø10 C=215 2Ø10 C=611 2Ø10 C=696 2Ø10 C=337 2Ø10 C=345
13 14 14 20x40
SUPERIOR
20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40

2Ø10 C=384
INFERIOR
2Ø10 C=603 2Ø10 C=240 2Ø10 C=705 2Ø10 C=215 2Ø10 C=705 2Ø10 C=220 2Ø10 C=611 2Ø10 C=696 2Ø10 C=337 2Ø10 C=350
2Ø10 C=565
12
2Ø10 C=150 14 13x1eØ6 a/20
20 2Ø10 C=200 12 2Ø10 C=195 30 282 30
10
2Ø10 C=185
Estribos 23x1eØ6 a/20 22x1eØ6 a/20 26x1eØ6 a/20 3x1eØ6
20 511 30 18.1 502 40 30 584 40 a/30 8x1eØ6 a/20
8x1eØ6 a/20 22x1eØ6 a/20 28x1eØ6 a/20 20 80 175 20
19.1 161 8.58.5 506 1010 630 20 6x1eØ6 a/20 7x1eØ6 a/20 29x1eØ6 a/20 20x1eØ6 a/20 6x1eØ6 5x1eØ6
30 131 150 1010 661 1010 460 20 a/20 14x1eØ6 a/20 a/20
30.4 116 7.57.5 302 7.57.5 115 30.2

Pórtico A15 Pórtico A16


40

40

40

40

40

40
Pórtico A9
40

40

40

40

Pórtico A12 Pórtico A13 Pórtico A14


40

20 20 20
Pórtico A11 PA2
4.182
PA2
4.465
PA2
2.322
PA2
PA2 20 PA2 20 PA2 20 PA2
4.257 4.511 2.294
20 20 20 20 20

PA2 PA2 PA2 PA2 PA2 PA2 PA2 PA2 PA2 PA2
9.094 3.312 3.291 3.291 3.317
1Ø12 C=190 1Ø12 C=160
91 100
1Ø12 C=195 1Ø12 C=160
2Ø10 C=455 2Ø10 C=270
2Ø10 C=460
94 100

2Ø10 C=265
MATERIAIS
2Ø10 C=951 2Ø10 C=373 2Ø10 C=371 2Ø10 C=371 2Ø10 C=374 2Ø10 C=475
14
2Ø10 C=480 Betão:
14
SUPERIOR EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 Aço: A400 NR
20x40 20x40 20x40

ESTRUTURA METÁLICA
INFERIOR
2Ø10 C=470
Aço Laminado / Enformado: S275
2Ø10 C=951 2Ø10 C=373 2Ø10 C=371 2Ø10 C=371 2Ø10 C=374 2Ø10 C=475
2Ø10 C=450
12
2Ø10 C=265 12
2Ø10 C=260 RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
2Ø10 C=460
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Estribos 4x1eØ6 4x1eØ6 12x1eØ6 a/20 12x1eØ6 a/23 12x1eØ6 a/20 12x1eØ6 a/20
Pilar - 3,0cm
a/20 47x1eØ6 a/15 a/20 30.1 271 30.1 30 269 30 30 269 30 30 272 30
30 80 699 80 14.9 17x1eØ6 a/20 19x1eØ6 a/20 9x1eØ6 a/20
18x1eØ6 a/20 19x1eØ6 a/20 9x1eØ6 a/20 Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
20 388 1010 426 1010 202 20
20 396 1010 431 1010 199 20
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-106
P 849 S-06
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PORMENOR DE VIGAS DE PAVIMENTO, -0.15m
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
MORADIAS BM NAMPULA E LICHINGA
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A1
32 32
15 15

15 15
32Ø12a/15 C=64 32Ø12a/15 C=64
2Ø8a/15 C=468 cont.
15 15
2Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=77
32Ø12a/15 C=77
2Ø8a/15 C=468 cont. 2Ø8a/15 C=468 cont.
32Ø12a/15 C=79 2Ø8a/15 C=468 cont.
3Ø8a/15 C=468 cont. 2Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=77
4Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=94
32Ø12a/15 C=79 32Ø12a/15 C=79 32Ø12a/15 C=79 32Ø12a/15 C=79 32Ø12a/15 C=79 32Ø12a/15 C=79
3Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=97 3Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=97 3Ø8a/15 C=468 cont.
2Ø8a/15 C=468 cont.
2.88

32Ø12a/15 C=97 32Ø12a/15 C=97 32Ø12a/15 C=97

2.41

1.95
4Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont.
32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94

4Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont.
32Ø12a/15 C=94
32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94

0.35
4.77 4.77
4.77
Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas.
M5: Plantas 1 a 6 M6: Plantas 1 a 5 M7: Plantas 1 a 4

15 15

15 15 15 15
32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=64 32Ø12a/15 C=64
2Ø8a/15 C=468 cont. Muro M10 Piso 1
2Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø16 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=79
4Ø8a/15 C=468 cont. 8Ø12a/15 C=95 4Ø8a/15 C=118 cont. Transversais:
32Ø12a/15 C=95
4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=118 cont. - Núm. Ramos: 1
32Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=468 cont. 2Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont.
8Ø12a/15 C=94 - Diâmetro: Ø10
1.48

32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
- Afas. Vertical: 30 cm

1.02

1.02
4Ø8a/15 C=118 cont. 4Ø8a/15 C=118 cont. - Afas. Horizontal: 30 cm
32Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 4Ø8a/15 C=468 cont. 32Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=468 cont.
8Ø12a/15 C=94
32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 32Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
4Ø8a/15 C=118 cont.

4.77 4.77 1.28


Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas.

M8: Plantas 1 a 3 M9: Plantas 1 a 2 M10: Plantas 1 a 2

15 15 15 15
4Ø16 C=110 cont.
8Ø12a/15 C=77 8Ø12a/15 C=77 8Ø12a/15 C=77 8Ø12a/15 C=77
8Ø12a/15 C=77 3Ø8a/15 C=110 cont.
8Ø12a/15 C=79
3Ø8a/15 C=110 cont. 8Ø12a/15 C=79 15 15 3Ø8a/15 C=110 cont.
3Ø10a/15 C=110 cont. 8Ø12a/15 C=79
8Ø12a/15 C=79 8Ø12a/15 C=94 15 15 8Ø12a/15 C=79
8Ø12a/15 C=77 3Ø8a/15 C=110 cont.
3Ø8a/15 C=110 cont. 8Ø12a/15 C=79 3Ø12a/15 C=115 cont.
3Ø12a/15 C=115 cont.
8Ø12a/15 C=79 8Ø12a/15 C=79 8Ø12a/15 C=79 8Ø12a/15 C=77
8Ø12a/15 C=77 4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=79
3Ø8a/15 C=110 cont. 3Ø8a/15 C=110 cont. 3Ø8a/15 C=115 cont. 3Ø8a/15 C=110 cont.
2.41

2.41
4Ø8a/15 C=115 cont. 3Ø8a/15 C=115 cont. 3Ø8a/15 C=110 cont.
8Ø12a/15 C=97 8Ø12a/15 C=97 8Ø12a/15 C=97 8Ø12a/15 C=978Ø12a/15 C=97 8Ø12a/15 C=97
4Ø8a/15 C=110 cont.
1.95

4Ø8a/15 C=110 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=97

1.48
8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
3Ø8a/15 C=110 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont.
4Ø8a/15 C=110 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 3Ø8a/15 C=110 cont. 4Ø8a/15 C=110 cont.
8Ø12a/15 C=94
4Ø8a/15 C=115 cont.
8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94

1.20 1.25 1.28 1.20


Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas.

M12: Plantas 1 a 6 M13: Plantas 1 a 4 M14: Plantas 1 a 3 M15: Plantas 1 a 6


50Ø

50Ø 35Ø

Variável
15

8Ø12a/15 C=77 4Ø16 C=115 cont. 15 15

50Ø
8Ø12a/15 C=77
3Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=79 15 15
3Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=77 4Ø8a/15 C=115 cont.

35Ø
8Ø12a/15 C=79 8Ø12a/15 C=97
4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=974Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=97 4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=95 4Ø8a/15 C=115 cont.
3Ø8a/15 C=115 cont.
8Ø12a/15 C=97 8Ø12a/15 C=95
1.95

8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 4Ø8a/15 C=115 cont.


4Ø8a/15 C=115 cont.
1.48

4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=94
4Ø8a/15 C=115 cont.
1.02 8Ø12a/15 C=94
8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
Variável

8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94


4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont. 4Ø8a/15 C=115 cont.
4Ø8a/15 C=115 cont. 8Ø12a/15 C=94
8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94 8Ø12a/15 C=94
PORMENOR DAS ARMADURAS HORIZONTAIS
NO CANTO DOS MUROS
SEM ESCALA
1.25 1.25 1.25
MATERIAIS
Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas. Ver pormenor de vigas. Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR
M16: Plantas 1 a 4 M17: Plantas 1 a 3 M18: Plantas 1 a 2
ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
NOTA: Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
VER PORMENOR DE VIGAS, Viga - 3,0cm
Cordão de soldadura com
DESENHO BM-Res-Es-104 resistência igual à dos perfis
Laje - 3,0cm

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
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PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
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QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-107
P 849
PORMENOR DOS MUROS DE BETÃO ARMADO
S-07
ENGENHEIROS
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
FAX +258 272 - 20973
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FAX +258 24 215784
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DESENHADO A. ESMAIL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A2
P3 P4 P5 P6 P7 / P7a P11 P12 P13 P15 P16 P17 P18 P19 P20=P23 P22=P29 P24=P25 P26 P34a P40=P41 P44=P48 P45=P50 P46=P49 P47=P51 P54 P55=P57 P56 P58 P59
P22a=P29a P32=P33 P27=P28 P40a P42=P43 P52 P53
P32a P34 P35=P36 P41a
P37 P42a
P43a Cob. do Depósito, +8.73m
30 40

20

20
4Ø12 6Ø12

P2 P3

15

15
15
25
19Ø6a/15 C=95 35
30P2Ø6a/15 C=115 Cumeeira 2, +7.32m
30P3Ø6a/15 C=35
40

25
8Ø12

P2 P3
40 20
20
20
40 35 25 35 20 20 40 20 20 20 20 20

20
Ø16
14P2Ø6a/15 C=125

40
25

25

25
14P3Ø6a/15 C=40
20

20

20

20

20

20

20

20
Ø12
6Ø12 4Ø16 4Ø12 6Ø12 4Ø12 4Ø12 6Ø12 6Ø12 4Ø16 4Ø12 4Ø12 4Ø12 4Ø12
2Ø12
40
P3 P4 P3
25

P2 Ø16 P3 P2 P2

15

15

15

15

15

15
20

20

20
15

15

15
15

15

15
20 15 15 15 15 15 15
30 15 P3 15

35
35 Ø12 35 32Ø6a/15 C=85 12Ø6a/15 C=75 35 9Ø6a/15 C=75 26Ø6a/15 C=75 7Ø6a/15 C=75 22Ø6a/15 C=75
33Ø6a/15 C=115 30Ø6a/15 C=85 10Ø6a/15 C=86
30P2Ø6a/15 C=115 19P3Ø6a/15 C=116 26P2Ø6a/15 C=115
4Ø16 15
30P3Ø6a/15 C=35 19P4Ø6a/15 C=35 26P3Ø6a/15 C=35
2Ø12 32P2Ø6a/15 C=115
32P3Ø6a/15 C=35

P3 P4
20
20

35
26P3Ø6a/15 C=126
26P4Ø6a/15 C=40

Piso 7, +5.76m

20
20 20 20 20 30 40 20

20

25

20
20

20

20

20

20
4Ø12 4Ø16 4Ø16 4Ø12 6Ø12 6Ø12 4Ø12 4Ø12
4Ø12 C=89 4Ø12 C=89

P2 P3

15

15

15

15

15
20

15

15
15
15 15 15 25 15 15
15
19Ø6a/15 C=75 19Ø6a/15 C=76 19Ø6a/15 C=75 21Ø6a/15 C=95 35 19Ø6a/15 C=75
12Ø6a/15 C=86 18Ø6a/15 C=75
30P2Ø6a/15 C=115
30P3Ø6a/15 C=35

Cota +4.80m

Cota +3.70m

Piso 2,+2.80m

25
20
20

60
Ø16
35 20 20
25 40 20 25 20 20 20 60 30 20 40 40

60
40

30
25
25
20

20

20

20

20

20

20

20

20

20
Ø12
4Ø12 6Ø12 4Ø16 4Ø12 6Ø12 4Ø16 6Ø12 6Ø12 8Ø16 4Ø12 8Ø12 4Ø12 4Ø12 8Ø12 6Ø12 4Ø12 6Ø12 6Ø12
4Ø12 C=116 6Ø12 C=101 4Ø16 C=110 4Ø12 C=96 4Ø16 C=110 6Ø12 C=96 2Ø12 4Ø12 C=96 8Ø12 C=106 4Ø12 C=106 4Ø12 C=96 8Ø12 C=96 6Ø12 C=106 4Ø12 C=126 6Ø12 C=101 6Ø12 C=101

P3
P3 P4 P2 P3 P4 P3 P4
15

15

15

15

P3 P3

15

15

15

15

15
20

20

25
15

15

15
15

15

15
20 15 20 15 15 15 15 38 25 15
30 15 P3
35

25Ø6a/15 C=85 35 25Ø6a/15 C=76 25Ø6a/15 C=85 25Ø6a/15 C=76 15 35 35

38

38
25Ø6a/15 C=75 24Ø6a/15 C=75 2x25Ø6a/15 C=121 25Ø6a/15 C=95 25Ø6a/15 C=75
5Ø6a/15 C=115 25Ø6a/15 C=85
25P3Ø6a/15 C=115 25Ø6a/15 C=95
15
25P4Ø6a/15 C=35 20 15
5P2Ø6a/15 C=115
5P3Ø6a/15 C=35 2x5Ø6a/15 C=132 2x25Ø6a/15 C=121

Passadiço,+2.28m

25
60

Ø16
40 20
40 35 40 25 25
20

Ø20
Ø12
40
25

25

20

8Ø16

20

20
Ø12 2Ø12
6Ø12 4Ø20 6Ø12 6Ø12 6Ø12 8Ø16 C=118 4Ø12 4Ø12
6Ø12 C=116 2Ø12 6Ø12 C=96 6Ø12 C=116 6Ø12 C=116 2Ø12 C=104

P3 P4 P3 P4 P3 P3 P4
P5

15

15
20
15

15
15

15
20

15
20

20 20
30 P4
35

35 35
38

35 4Ø6a/15 C=85 2Ø6a/15 C=85


22Ø6a/15 C=115
4P3Ø8a/15 C=118 22P3Ø6a/15 C=115
22P3Ø6a/15 C=125 15
4P4Ø8a/15 C=35 22P4Ø6a/15 C=35 20
22P4Ø6a/15 C=40 22P3Ø6a/15 C=115
22P4Ø6a/15 C=35 2x22Ø6a/15 C=132

Varanda,+2.03m

25
65

40
Ø12
25

Ø16

65 25
Ø12 Ø16
20
20

2Ø16 C=265 2Ø16


2Ø16 C=160 2Ø16 C=265

40
20
2Ø16 2Ø20 C=280 2Ø16 C=160
2Ø12 2Ø20 C=190 2Ø12
4Ø16 C=130 4Ø20 4Ø16 C=110 4Ø12 6Ø16
2Ø12 C=116 6Ø20 C=140 2Ø12 C=96 4Ø12 C=96 6Ø16 C=115

P7 P8 P5 P6 P7 P3

15
15

15
20

20 20
20

15
P8 P4

35

35
60 18Ø6a/15 C=75
60
19P5Ø8a/15 C=168
19P7Ø6a/15 C=176 20 20
19P6Ø8a/15 C=41
19P8Ø6a/15 C=40 18P7Ø6a/15 C=126 19P3Ø6a/15 C=126
18P8Ø6a/15 C=40 19P4Ø6a/15 C=43

Degrau 4, +1.79m

Degrau 3, +1.33m
RECOBRIMENTO:
Fundação - 5,0cm
Pilar - 3,0cm
Degrau 2, +0.86m Viga - 3,0cm
Laje - 3,0cm

Degrau 1, +0.40m MATERIAIS


Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR
Piso Térreo, ±0.00
ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
Viga de fundação, -0.65m
Parafusos, Porcas e Chumbadores
Galvanizados : Classe 8.8
Base da Fundação, -1.35m Cordão de soldadura com
resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-108
P 849 S-08
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO QUADRO DE PILARES DO EDIFÍCIO PRINCIPAL
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A1
PA1 PA2 PA3 PA4 Cob. do Depósito, +8.73m

Cumeeira 2, +7.32m
Ø12 Ø12

30

30
20 20

24

24
5

5
14 14
1Ø6(86) 1Ø6(86)
Arm. Long.: 4Ø12 Arm. Long.: 4Ø12
Armaduras transversais: Ø6 Armaduras transversais: Ø6
Intervalo Separação Intervalo Separação
Núm. Núm.
(cm) (cm) (cm) (cm)
0 a 346 23 15 0 a 346 23 15
Piso 7, +5.76m
Ø12 Ø12

30

30
20 20

24

24
5

5
14 14
1Ø6(86) 1Ø6(86)
Arm. Long.: 4Ø12 Arm. Long.: 4Ø12
Armaduras transversais: Ø6 Armaduras transversais: Ø6
Intervalo Separação Intervalo Separação
Núm. Núm.
(cm) (cm) (cm) (cm)
0 a 250 17 15 0 a 250 17 15
Piso 2,+2.80m
Ø12
Ø12 Ø12 Ø12

30

40
20

30

20
20 20 20
24

5 5 5
24

34
16
5

14 14

5
14 14
1Ø6(86) 1Ø6(27) 14
1Ø6(86) 1Ø6(86)
1Ø6(106)
Arm. Long.: 4Ø12 Arm. Long.: 4Ø12 Arm. Long.: 4Ø12
Armaduras transversais: Ø6 Arm. Long.: 6Ø12
Armaduras transversais: Ø6 Armaduras transversais: Ø6
Intervalo Separação Armaduras transversais: Ø6
Intervalo Separação Intervalo Separação Núm.
Núm. Núm. (cm) (cm) Intervalo Separação
(cm) (cm) (cm) (cm) Núm.
0 a 320 21 15 (cm) (cm)
0 a 280 19 15 0 a 320 21 15
0 a 320 21 15
Piso Térreo, ±0.00
Ø12
Ø12 Ø12 Ø12
30

40
20

30

20 20
20 20
16
5

14
24

5 5
5
24

34

1Ø6(86) 14
14
5

14
1Ø6(86) 1Ø6(27) 14
1Ø6(86) 1Ø6(86)
1Ø6(106)
Arm. Long.: 4Ø12 Arm. Long.: 4Ø12 Arm. Long.: 4Ø12
Arranque: 4Ø12 Arranque: 4Ø12 Arranque: 4Ø12 Arm. Long.: 6Ø12
Armaduras transversais: Ø6 Arranque: 6Ø12
Armaduras transversais: Ø6 Armaduras transversais: Ø6
Intervalo Separação Armaduras transversais: Ø6
Intervalo Separação Intervalo Separação Núm.
Núm. Núm. (cm) (cm) Intervalo Separação
(cm) (cm) (cm) (cm) Núm.
0 a 135 9 15 (cm) (cm)
0 a 135 9 15 0 a 135 9 15
Arranque 3 - 0 a 135 9 15
Arranque 3 - Arranque 3 -
Arranque 3 -
Fundação
RECOBRIMENTO:
Fundação - 5,0cm
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm
Laje - 3,0cm

MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
Parafusos, Porcas e Chumbadores
Galvanizados : Classe 8.8
Cordão de soldadura com
resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-109
P 849
QUADRO DE PILARES DO ANEXO
S-09
ENGENHEIROS
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
FAX +258 272 - 20973
EMAIL [email protected]
FAX +258 24 215784
EMAIL [email protected]
DESENHADO A. ESMAIL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A2
0.20 0.20 0.10
Pavimento, ver Arquitectura Pavimento, ver Arquitectura Pavimento, ver Arquitectura
Betonilha esp.=0.03m Betonilha esp.=0.03m Betonilha esp.=0.03m
Laje Térrea esp.=0.10m, (C25/30) Laje Térrea esp.=0.10m, (C25/30) Laje Térrea esp.=0.10m, (C25/30)
Betão de limpeza esp.=0.05m Betão de limpeza esp.=0.05m Betão de limpeza esp.=0.05m
Bloco vazado (C12/15) Bloco vazado (C12/15) Bloco vazado (C12/15)
0.40x0.20x0.20 #Ø6@15 #Ø6@15 0.40x0.20x0.20 #Ø6@15 0.40x0.20x0.10
Impermeabilização tipo Impermeabilização tipo Impermeabilização tipo
USB GREEN 250µm USB GREEN 250µm USB GREEN 250µm

0.10

0.10

0.10
A 0.30

0.15

0.15

0.15
Exterior
0.55

0.50

0.50

0.50
0.20

0.20

0.20
Enrocamento esp.= 0.15m, Brita 4 Enrocamento esp.= 0.15m, Brita 4 Enrocamento esp.= 0.15m, Brita 4

0.40

0.40

0.40
Solo compactado esp.= 0.20m Solo compactado esp.= 0.20m Solo compactado esp.= 0.20m
Pavê esp.= 0.08m Solo Natural Solo Natural Solo Natural
Areia Grossa esp.= 0.06m
0.10

0.10

0.10
Solo compactado esp.= 0.30m
Solo Natural
0.30

0.30

0.30
Bloco maciço 0.40x0.20x0.20m Bloco maciço 0.40x0.20x0.20m Bloco maciço 0.40x0.20x0.20m
Viga de fundação 0.20x0.40m, (C25/30) Viga de fundação 0.20x0.40m, (C25/30) Viga de fundação 0.20x0.40m, (C25/30)
Ver BM-Res-Es-105 Ver BM-Res-Es-105 Ver BM-Res-Es-105
Betão de limpeza esp.=0.10m, (C12/15) Betão de limpeza esp.=0.10m, (C12/15) Betão de limpeza esp.=0.10m, (C12/15)
0.30

0.30

0.30
Enrocamento esp.= 0.30m, Brita 4 Enrocamento esp.= 0.30m, Brita 4 Enrocamento esp.= 0.30m, Brita 4

Solo compactado esp.= 0.30m Solo compactado esp.= 0.30m Solo compactado esp.= 0.30m
Solo Natural Solo Natural Solo Natural

PORMENOR DE PAREDE (EXTERIOR) DE 0.20m PORMENOR DE PAREDE (INTERIOR) DE 0.20m PORMENOR DE PAREDE (INTERIOR) DE 0.10m
Esc. 1:20 Esc. 1:20 Esc. 1:20

NOTA: 0.13
Impermeabilização da viga de pavimento e panos de alvenaria de fundação
em blocos maciçados com um produto do tipo Sika BlackSeal-Brick
ou equivalente em duas demãos cruzadas, aplicadas com rolo ou trincha.

0.13
A segunda demão ainda fresca deve ser pulverizada com areia grossa de
modo a criar uma base aderente para receber a posterior a camada de reboco.
Pavimento, ver Arquitectura

0.25
Deve-se seguir em tudo as recomendações de aplicação do fabricante do produto.
Betonilha esp.=0.03m
Pavimento, ver Arquitectura

0.13
Pavimento, ver Arquitectura Laje Térrea esp.=0.20m, (C25/30)
Betonilha esp.=0.03m
Betonilha esp.=0.03m #Ø10@15 Betão de limpeza esp.=0.10m
Laje Térrea esp.=0.15m, (C25/30) (C12/15) 0.15
Laje Térrea esp.=0.10m, (C25/30)
Betão de limpeza esp.=0.05m
Betão de limpeza esp.=0.05m (C12/15)
(C12/15)
PORMENOR "A"
#Ø8@15

0.10
Esc. 1:20
#Ø6@15

0.20
Impermeabilização tipo
USB GREEN 250µm
RECOBRIMENTO:
0.10

Fundação - 5,0cm
Pilar - 3,0cm
0.05

0.05
0.15

Viga - 3,0cm
Laje - 3,0cm

0.30
0.15

0.15

MATERIAIS
Betão:

0.30
0.20

EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3


0.30

Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA

Enrocamento esp.= 0.15m, Brita 4 Aço Laminado / Enformado: S275


Enrocamento esp.= 0.30m, Brita 4 Parafusos, Porcas e Chumbadores
Solo compactado esp.= 0.20m Enrocamento esp.= 0.15m, Brita 4
Solo compactado esp.= 0.30m Galvanizados : Classe 8.8
PORMENOR DO PAVIMENTO Solo Natural PORMENOR DO PAVIMENTO Solo compactado esp.= 0.30m PORMENOR DO PAVIMENTO Cordão de soldadura com
Solo Natural
DA RESIDÊNCIA E ANEXO DA GARAGEM E PÁTIO DA COZINHA Solo Natural DO GRUPO GERADOR resistência igual à dos perfis
Esc. 1:20 Esc. 1:20 Esc. 1:20

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-110
P 849
PORMENORES DE FUNDAÇÃO
S-10
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO DAS PAREDES E PAVIMENTOS
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1 : 20; 1:10 / A3
11.60 11.60
1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50 1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50
P42
0.30 P42
0.30
P40 P41 P42 P40 P41 P42
(60x20) (60x20) (60x20) (60x20) 0.20 (60x20) (60x20) (60x20) (60x20) 0.20
P38 P39 P38 P39
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
P37 P37

0.80

0.80
P34 P34

0.60

0.60
1.20

1.20
1.20

1.20
(20x60) (20x20) (20x60) (20x20)
P35 P36 P35 P36
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)

0.40

0.40
P33 P33
(20x60) (20x60)

2.55

2.55
1.17

1.17
1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 1.95 3.15 PA1 1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 3.15 PA1
(20x20) (20x20)
PA1 PA1 PA1 PA1
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)

4.26

4.26
P32 P32

3.86

3.86
(20x60) (20x60)

2.69

2.69
2.85 1.88 2.44 2.85 1.88 2.44
P30 P31 P30 P31
1.71

1.71
(20x30) (20x20) (20x30) (20x20)

P29 P29

0.61

0.61
P26 P26
(20x20) (20x60) (20x20) (20x60)

1.38 1.33 1.38 1.33


P27 P28 P27 P28
1.30

1.30

1.30

1.30
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
P22 P23 P24 P25 P22 P23 P24 P25
(20x30) (20x20) (20x20) (20x30) (20x20) (20x20)
(20x60) (20x60)

0.20 0.20
1.40

1.40

1.40

1.40
P20 P20
(20x30) (20x30)

5.69

5.69
5.70

5.70
1.70 3.90 1.40 4.40 4.37 1.70 3.90 1.40 4.40 4.37
3.00

3.00
20.81

20.81
P15 P16 P17 P18 P19 Ø10a/15 C=96 P15 P16 P17 P18 P19
(20x20) (20x25) (20x40) (40x20) (25x60) (20x20) (20x25) (20x40) (40x20) (25x60)

0.10

0.10
M9: 70x35 M9: 70x35
14

1.05

1.05
0.08 h=12 14 14
0.08 h=12
L1 L1
1.91

1.91

1.91

1.91
M8: 70x35 175 M8: 70x35
14

1.05

1.05
P12 P13 P12 P13 Ø10a/15 C=96
(25x20) (35x25) (25x20) (35x25)
M7: 70x35 M7: 70x35
14

1.05

1.05
1.52

1.52

1.52

1.52
14 14
P11 M6: 110x35 P11 M6: 110x35 175
(20x20) (20x20) 14

1.05

1.05
M5: 105x35 M5: 105x35
2.73

2.73

2.73

2.73
ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR & SUPERIOR ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR & SUPERIOR
P4 P5 P6 P4 P5 P6 ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR & SUPERIOR
(40x20) (65x25) (40x25)
ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR & SUPERIOR (40x20) (65x25) (40x25)
(DEGRAU 3, +1.33m)
(DEGRAU 1, +0.40m)
0.13

0.13
0.13

0.13
0.11

0.11
Arc 2 P7 Arc 2 P7
(20x20) (65x20) (20x20) (65x20)

5.84

5.84
0.72 3.98 1.33 3.20 1.40 0.72 3.98 1.33 3.20 1.40
3.90

3.90
3.90

3.90
P54 P58 P59 P54 P58 P59
(25x40) (20x20) (25x40) (25x40) (20x20) (25x40)

Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3


(20x90) (20x90) (20x90) (20x90) (20x90) (20x90)
3.53 1.47 3.53 0.49 1.07 3.53 1.47 3.53 0.49 1.07

LAJE DA ESCADA (DEGRAU 1, +0.40m) LAJE DA ESCADA (DEGRAU 3, +1.33m)

11.60 11.60
1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50 1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50
P42
0.30 P42
0.30
P40 P41 P42 P40 P41 P42
(60x20) (60x20) (60x20) (60x20) 0.20 (60x20) (60x20) (60x20) (60x20) 0.20
P38 P39 P38 P39
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
P34 P37 P34 P37
0.80

0.80
0.60

0.60
1.20

1.20
1.20

1.20
(20x60) (20x20) (20x60) (20x20)
P35 P36 P35 P36
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
0.40

0.40
P33 P33
(20x60) (20x60)
2.55

2.55
1.17

1.17
1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 1.95 3.15 PA1 1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 3.15 PA1
(20x20) (20x20)
PA1 PA1 PA1 PA1
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
4.26

4.26
P32 P32
3.86

3.86
(20x60) (20x60)
2.69

2.69
2.85 1.88 2.44 2.85 1.88 2.44
P30 P31 P30 P31
1.71

1.71
(20x30) (20x20) (20x30) (20x20)

P29 P29
0.61

0.61
P26 P26
(20x20) (20x60) (20x20) (20x60)

1.38 1.33 1.38 1.33


P27 P28 P27 P28
1.30

1.30

1.30

1.30
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
P22 P23 P24 P25 P22 P23 P24 P25
(20x30) (20x20) (20x20) (20x30) (20x20) (20x20)
(20x60) (20x60)

0.20 0.20
1.40

1.40

1.40

1.40
P20 P20
(20x30) (20x30)
5.69

5.69
5.70

5.70
1.70 3.90 1.40 4.40 4.37 1.70 3.90 1.40 4.40 4.37
3.00

3.00
20.81

20.81
P15 P16 P17 P18 P19 P15 P16 P17 P18 P19
(20x20) (20x25) (20x40) (40x20) (25x60) (20x20) (20x25) (20x40) (40x20) (25x60)
0.10

0.10
1.05

1.05
0.08 Ø10a/15 C=96 0.08
1.91

1.91
1.91

1.91
M8: 70x35 M8: 70x35
14
1.05

1.05
P12 P13 h=12 14 14 P12 P13 h=12
(25x20) (35x25) (25x20) (35x25)
M7: 70x35 L1 175 M7: 70x35 L1
14
1.05

1.05
1.52

1.52

1.52

1.52
Ø10a/15 C=96
P11 M6: 110x35 P11 M6: 110x35
(20x20) (20x20) 14
1.05

1.05
14 14
M5: 105x35 M5: 105x35 175
14
2.73

2.73

2.73

2.73
ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR & SUPERIOR ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR & SUPERIOR
P4 P5 P6 P7 ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR & SUPERIOR P5 P6 ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR & SUPERIOR
PA1 (40x20) (65x25) (40x25) (65x20) P4 (65x25) (40x25)
(20x20) (DEGRAU 2, +0.86m) (40x20) (DEGRAU 4, +1.79m)
0.13

0.13
0.13

0.13
0.11

0.11
Arc 2 Arc 2 P7
(20x20) (20x20) (65x20)
5.84

5.84
0.72 3.98 1.33 3.20 1.40 0.72 3.98 1.33 3.20 1.40
3.90

3.90

MATERIAIS
3.90

3.90
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

P54 P59 P54 P58 P59


(25x40)
P58
(20x20)
(25x40) (25x40) (20x20) (25x40) ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3
(20x90) (20x90) (20x90) (20x90) (20x90) (20x90) RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
3.53 1.47 3.53 0.49 1.07 3.53 1.47 3.53 0.49 1.07 Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
LAJE DA ESCADA (DEGRAU 2, +0.86m) LAJE DA ESCADA (DEGRAU 4, +1.79m) Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-111
P 849 S-11
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PLANTAS ESTRUTURAIS E DE ARMADURAS DAS LAJES
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DEGRAU 1, 2, 3 & 4
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100 / A1
11.60
1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50
P42
0.30
P40 P41 P42
(60x20) (60x20) (60x20) (60x20) 0.20
P38 P39
(20x20) (20x20) Pórtico 1 Pórtico 2
P37

0.80
P34

35

40

35

40

35

40
0.60

1.20

1.20
(20x60) (20x20)
P35 P36
(20x20) (20x20) 21 20 16 16

0.40
P33 P54 25 P5 20
(20x60) 420 B36 P59 B35
83 573

2.55

1.17
1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 3.15 PA1
(20x20) 3Ø12 C=476 3Ø16 C=701
PA1 PA1
(20x20) (20x20) SUPERIOR SUPERIOR

30

30

25

25
20x40

4.26
P32

3.86
(20x60)
25x40 20x40

2.69
2.85 1.88 2.44
P30 P31

1.71
(20x30) (20x20)

P29

0.61
P26
(20x20) (20x60)
INFERIOR

25

25
2Ø16 C=701
1.38 1.33 INFERIOR

25

25
P27 P28
3Ø12 C=466

1.30

1.30
(20x20) (20x20) 6x1eØ6
P22 P23 P24 P25 28x1eØ6a/13
(20x30) (20x20) (20x20) Estribos Estribos a/12 47x1eØ6a/12
(20x60)
25 355 40 2 68 13 13 555 5

0.20

1.40

1.40
P20
(20x30)

5.69
5.70
1.70 3.90 1.40 4.40
3.00
20.81

P15 P16 P17 P18 P19


(20x20) (20x25) (20x40) (40x20) (25x60) Pórtico 3 Pórtico 4

0.10

40

35

40

40
35

35
0.08 16 16
20 20 16 20
1.91

P54 P58 P59


512 520
P12 P13 P5 P7
(25x20) (35x25) 1Ø16 C=230 615
115 115
SUPERIOR 4Ø12 C=545 4Ø12 C=673
4Ø12 C=555
1.52

SUPERIOR

25

31

31
6.15

25
P11
(20x20)

M12: 20

M15: 20
20x40 20x40 20x40

M5: 20
2.73

10.06
P4 P5 P6
INFERIOR

25

25
Arc 2 (40x20)

25
(65x25) (40x25) INFERIOR 4Ø12 C=555 4Ø12 C=661

25
(20x20) 4Ø12 C=550
0.13

0.13
0.11

48x1eØ6a/12
Pórtico 4
P7 41x1eØ6a/12 41x1eØ6a/12 Estribos
(65x20) Estribos 25 570 20
20 482 10 10 490 20
0.72 3.98 1.33 4.60
3.90

3.90

h=15
L1
Pórtico 1

Pórtico 2
P58 P59
(20x20) (25x40)
P54

0.23
(25x40) Pórtico 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3 PORMENOR DE VIGAS DA VARANDA, +2.03m
(20x90) (20x90) (20x90)

3.53 1.47 3.53 0.49 1.07

PLANTA ESTRUTURAL DA LAJE DA VARANDA, +2.03m

10
12

15

22

10
10

Ø10a/12.5 C=250

Ø12a/10 C=250
Ø10a/15 C=380
Ø12a/7.5 C=390

20 10
Ø10a/15 C=464 Ø10a/15 C=454
10 10
125

75 125
Ø12a/7.5 C=150
10
Ø10a/15 C=170
10

10
10
Ø10a/7.5 C=453-460
10

Ø10a/15 C=630
Ø10a/7.5 C=630
Ø10a/7.5 C=1049
10 10
75 125

Ø10a/7.5 C=461
10 500

Ø10a/15 C=461
75
Ø10a/15 C=200
10
Ø10a/15 C=210
400

Ø10a/15 C=230

Ø10a/15 C=430 925 75 Ø10a/15 C=1049


10 10
250
325

325
Ø10a/12.5 C=230

75

Ø10a/15 C=110
500

10 Ø10a/15 C=1049 75
10 10 10
400
Ø10a/15 C=210 Ø10a/15 C=330 Ø10a/15 C=220
75

75
75

10
10

10
10

10
ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR ARMADURA LONGITUDINAL SUPERIOR ARMADURA TRANSVERSAL SUPERIOR

MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
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Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

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DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
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11.60
1.70 1.45 1.15 1.38 1.33 1.25 1.95 0.90 0.50
P42
0.30
P40 P41 P42
(60x20) (60x20) (60x20) (60x20) 0.20
P38 P39
(20x20) (20x20)
P37

0.80
P34

0.60

1.20
Pórtico 1

25

30

25

30

25

30
1.20
(20x60) (20x20)
P35 P36 Pórtico 2
(20x20) (20x20) 21 21 16

0.40
P33 25 25 20
(20x60)
P5

2.55
P13 P17

1.17
1.70 1.30 1.30 2.70 1.25 3.15 PA1 444 201
(20x20)
PA1 PA1
(20x20) (20x20) 2Ø12 C=140 P6 P18
665

4.26
P32 95 45
SUPERIOR 2Ø12 C=240

3.86
(20x60)
2Ø16 C=709

2.69
2Ø12 C=480

23
2.85 SUPERIOR

24

24
23
1.88 2.44
P30 P31
1.71

(20x30) (20x20)
25x30 25x30 20x30
P29

0.61
P26
(20x20) (20x60)

1.38 1.33
P27 P28
1.30

1.30
(20x20) (20x20)
P22 P23 P24 P25
(20x30) (20x20) 13 13

23
(20x20) 3Ø12 C=480
(20x60) INFERIOR

23
3Ø12 C=240 INFERIOR

22

22
3Ø12 C=730
0.20 36x1eØ6a/10 15x1eØ6a/10
1.40

1.40
P20 Estribos 39x1eØ8a/15
(20x30) 40 387 1818 164 20 Estribos
40 585 40

5.70

5.69
1.70 3.90 1.40 4.40

A
3.00

P18
20.81

P15 P16 P17 P19

A
(40x20)
(20x20) (20x25) (20x40) (25x60)

30
Pórtico 4

0.10
Pórtico 5

30 B
20x30 Pórtico 3

20

25

30

25

30

25

30
20
25x30
1.91

P7 P19

h=15
648 16 16 16 20
20 20

20
P12 P13 Pórtico 5
(25x20) (35x25) 3Ø20 C=760
0.20 P5 P6 P7

B 30
SUPERIOR 145 470 P17 P18
170

50

50
1

1
20x80
1.52

h=10

20x80
Ver armadura do Pórtico 3 do Piso 2 1Ø16 C=160
L2

6.15
A 2Ø16 C=246
20x30

P11 2 Corte A

-0.15
(20x20) 55 105
2Ø12 C=659
25x30

40

40
24

24
0.80
20x30 20x30 20x30

75
80
B

B
2.73

Pórtico 2

10.06
Pórtico 3
Pórtico 1

Armadura Superior
P4 P5 16
Arc 2 (40x20) P6 20
(65x25)
(20x20) (40x25) 37Ø6 C=164

20

0.15
A
0.13
0.11

Lajeta
14 14

23

23
20x30 20x30 3Ø12 C=212
Pórtico 4
h=15

P7
-0.15

30
L1

23

23
Armadura Inferior 3Ø12 C=685
(65x20) 0.60 2Ø10A.ALMA C=663 11x1eØ6a/10
A

10
0.72 3.98 1.33 4.60 40 110 20

10
11x1eØ6a/10 44x1eØ6a/10
3.90

1.33 4.60 25 108 13 13 438 20


CORTE 1-1 INFERIOR 3Ø16 C=643
3.90

Esc. 1:20
7x1eØ8
Estribos @/10 42x1eØ8@/10
A

40 80 503 25
P58 P59
(20x20) (25x40)
P54
0.23

0.23

(25x40)
Arc 3 Arc 3 Arc 3
(20x90) (20x90) (20x90)

3.53 1.47 3.53 0.49 1.07

PLANTA ESTRUTURAL DA LAJE DO PASSADIÇO, +2.28m PORMENOR DE VIGAS DO PASSADIÇO, +2.28m

10

10
10
Ø10a/15 C=350

Ø8@/15 C=420
Ø10@/15 C=76
10 10
600

10 Ø10a/15 C=17110 50

Ø10a/15 C=640
100

375
10 10
Ø10a/15 C=171-174

480
10

10
10
50 100
225

Ø10a/15 C=230

Ø10a/12.5 C=344

10 10

Ø10a/15 C=344
Ø10a/15 C=106 100 Ø10a/15 C=106
10 10
Ø10a/15 C=150

260
10

50

10
Ø10a/15 C=124

Ø10a/15 C=124
10
Ø10a/15 C=140

50

Ø10a/15 C=110
175
100

10 50

50
Ø10a/15 C=250 Ø10a/15 C=702
125

10 450 10 10 425
Ø10a/15 C=310
10

10
10

10

10
10
ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR ARMADURA LONGITUDINAL SUPERIOR ARMADURA TRANSVERSAL SUPERIOR

MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

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PROJECTO N°
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APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100; 1:50 / A1
PA4 4.5
0
(20x30)

56
2.
Pórt Pórtico 7
ico
A8
Pórtico 5
Pórtico 13

35

40

35

40

35

40
20

5
1.4

x3
x3
5 3

20
PA4 16 16 16
20 20

35

40
(20x30) 20 20
PA2

22
(20x30) P48 P49 P22 P32 P34 B6

2.
Pó 16
rtic 3.1 321 254 70
o A1 20 5 P45 P47
4 x3
5 PA2

5
2Ø12 C=145

x3
Pórt (20x30) 330

20
20 ico
x3 A8 1.2 70 75
PA2 3
5 (20x30) 20 3Ø12 C=388 SUPERIOR 3Ø12 C=697

VB=20x15
h= La1
x3

15
Pó Pó
rtic rtic 3.5 5 SUPERIOR
oA oA 8

25
31

31

31
PA4 13 8' PA2

48
(20x30) (20x30)

4.
3.8

20x35
20 20
x3
x3
5 20 0
5 16 La3 x3 20x40 20x40 20x40 20x40
05
x0 5 P25
.27 h=15 (20x30)
.8

Pórtico A9
5

01

Pórtico A10
x

x3
0 PA2

20x35
0.2

20
0 (20x30)
10
33
.23

h= La4
20

15
PA2 Pórtico A7 x2
0 3.8
(20x30) 16
PA2 20x35 PA2 0
(20x30) INFERIOR INFERIOR

25

25

25

25
(20x30) 3Ø12 C=376 3Ø12 C=691
Pó 3. 2.75
rtic 00

9
oA

0
.0
12

5
18x1eØ6a/15 5x1eØ6

24

7.31
PA4

x3
4.
PA1 Estribos

VB=20x15
20
(20x30)
20 (20x20) 20 30 270 30 Estribos 25x1eØ6a/10 20x1eØ6a/10 a/10
x3 La2 x2
5 h=15 0 3.8 20 291 10 10 234 10 10 58 2
0

5
x3
20

h= La5
15
5
11.40

A1
o
rtic
1.20 1.75 1.15 2.70 1.25 1.00 0.40 PA1


(20x20) 20
x2

rtic 1.95 0 3.8
oA 0
PA4 11
P40

5
(20x30)

x3
(60x20)h=20

20
20 P41
L16 (60x20) P38 P39 P42 h=20
P43 Pórtico 10
x3 (60x20) L6 (60x20) Pórtico 6
5 (20x20) (20x20)

6
20x40 20x40 20x40 PA1

A1

0.80
P37
0

35

40

35

40
35

40
P34 (20x20)
x2

20
o
20

20x40

1.20
Pórtico 27 Pórtico 28 (20x20) 3.8

rtic
x2
20

(20x60)
0


P36 0

0.40
P35 16 16 16 30

0.40
Pórtico 26 (20x20)
(20x20) 20 20 20

0
PA2

x2
(20x30) P33

15
PA4 20 (20x60) PA1 P4 P11 P12 P16
(20x20) (20x20) 293 152 201 26

20x40
2.54
PA1 PA1

20x40
(20x20) (20x20) PA1
20
2. (20x20) x2 3.9 Pórtico 21 P20

20x40
20 0
h=20 h=20 0
3 3Ø12 C=693 320
0

x2 P32
x2

20 (20x60)
L8 L4 SUPERIOR
20

25
27
h=20

3.85
20x40
Pórtico 14
L1 SUPERIOR 4Ø12 C=342
2.85 1.88 2.44 2.75

13

13
Pórtico 8
20x40 20x40 20x40
h=20
30x20

Pórtico 16
PA1

1.71
PA2 L17 P30
PA4 (20x30) (20x20) 20
(20x20) 20x40 P31 x2
(20x20) (20x20) P28 P29 0
Pórtico 25

20x40
P26 (20x20) (20x60)
(20x20) P27 20x40
0

PA1
x2

(20x20)

30x20
20

Pórtico 24 (20x20)
h=20 INFERIOR 4Ø12 C=342

13

13
o 0
Pórtico 5

15
1.40
INFERIOR

rtic x2

25

25
L10 P24 3Ø12 C=689

Pó 30
P22 P23 (20x20)
(20x60) (20x30) 28x1eØ8a/10
20x40 20x40 P25 21x1eØ6a/10 11x1eØ6a/10 15x1eØ6a/10 Estribos
PA4 Pórtico 23 (20x20) Estribos 20 280 20

1
Pórtico 12
40 243 10 10 129 13 13 169 20

0.9
(20x20)
Arc 2

5.70
(20x75)

P20 h=20
(20x30) h=20 L1

0
x2
L3

16.90
20x40

20
30x20
4.30 h=20

20x40

20x80
L11 Pórtico 11

Pórtico 18

2
4.6
14.40 1.70 3.98 1.33 4.40

Pórtico 10
5.4

35

40

35

40
30x20

35

40
0

PA4 PA4 P15 Arc 2


P18 P19 (20x20) 21
20x55 (20x40) 20x55 (20x40) 20x55 (20x20) (40x20) 25 21 21
(25x60) 25 25
20x40 20x40 20x40
x5
5
Pórtico 21
P5 P13 P17
20 Pórtico A3 P16 P17
(20x25) (20x40) 80 424 201

20x40
PA3

25x40
1.91

6
1.0
(20x35) Arc 2 3Ø12 C=751
(20x20)
SUPERIOR
10

25

25
P13
.76

La6 (35x25)
h=15 78

25x40
rtic

Arc 1

0
4Ø12

x2
20x55

20x40
1.52
oA

(20x75)

20
25x40 25x40
20x55

La7
1

La8

6.15

.46
h=15 h=15 h=20
Ø6@15

0.15
4
20

4.3

16
P11 L12
x3

Pórtico A4

(20x20)
5

25x40
Arc 2 0.20
(20x20)
Pórtico A5

20x40

0
2.73

x2
0.2 INFERIOR

25

25
3Ø12 C=751

20
7

Pórtico 11
PA2 VIGA DO BORDO (VB) 0.20x0.15
Pórtico 6

(20x30)
P6 4x1eØ6

8
PA2 PA2 P7

1.1
Arc 1 P4 P5 (40x25)
(20x30) Pórtico A2
(20x30)
(40x20) (65x25) (65x20) Arc 1 Estribos a/15 30x1eØ6a/15 11x1eØ6a/15
(20x75)
0.23

20x40 (20x75) 2 58 20 20 387 1818 164 20


20x35 20x35 Pórtico 19
25x40

Arc 2 Arc 2

0
(20x20) (20x20)

x2
Arc 1 Arc 1

20
(20x75) (20x75)

3.98 1.33 4.58

6
4.3
21.60
0.2
7 Arc 1
(20x75)

20x20 20x20 20x20

0.11
Arc 3 Arc 3 Arc 3 Arc 3
(20x90) (20x90) (20x90) (20x90)
PLANTA ESTRUTURAL DA LAJE DO PISO 2,+2.80m
3.86 4.35 1.15 4.35

13.70

Pórtico 12
Pórtico 14 Pórtico 16
35

40

Pórtico 15

35

40

35

40

35

40
15

20

Pórtico 18
16
35

40

35

40

26
15

20

45

50
20 30 16 16 16
26 20 20 20
P18 P25 P31 16 16 P39 30
450 201 P31 20 20 P36 16
374 70 P19 P29 P33 B9 20
P25 P28 583 385 110
207 P19 P29
2Ø12 C=233 593
3Ø12 C=490
13

13 13

SUPERIOR 3Ø12 C=690 SUPERIOR 2Ø12 C=75 2Ø12 C=75 1Ø16 C=235
25

25

130 105 3Ø20 C=654


13 13

13 13
30

SUPERIOR 4Ø12 C=530


2Ø12 C=229 SUPERIOR 4Ø12 C=620
20x40

33

33
SUPERIOR

25
20x40 30x20
31

20x40 2
30x20 20x40 20x40 20x40 20x50

3Ø12 C=220 INFERIOR 2Ø12 C=203


13

INFERIOR
25

3Ø12 C=480 INFERIOR


25

25

3Ø12 C=490 18x1eØ6a/10


25

Estribos 3Ø12 C=615 1Ø10A.ALMA C=608

10
INFERIOR

25
34x1eØ6a/10 18x1eØ6a/10 18 171 18 3Ø12 C=530

10
Estribos 4x
40 400 10 10 171 20 1eØ6 1Ø10A.ALMA C=608

10
Estribos 46x1eØ6a/10 31x1eØ6a/10 9x1eØ6a/10
29x1eØ6a/10 a/10

25 10
Estribos
25 548 10 10 365 10 10 98 2
20 344 10 10 40 20 INFERIOR

25
3Ø12 C=638

46x1eØ8a/10
Estribos
25 548 20
MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR
PORMENOR DE VIGAS DO PISO 2, +2.80m
ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-114
P 849 S-14
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PLANTA ESTRUTURAL DA LAJE E
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL PORMENOR DE VIGAS DO PISO 2,+2.80m
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ALÇADO FRONTAL
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100; 1:50 / A1
Pórtico 21
Pórtico 20 Pórtico 23

35

40
Pórtico 22

45

50

35

40

35

40
16 Pórtico 24

55

60
P4 20 P5 16 16 16
20 20 20

40

35

40

35

40
420

35
P10 P11 16
593 P15 P16 P17 P18 20 16 16 16
170 398 133 P21 P22 20 20 20
463
2Ø12 C=445 3Ø12 C=646 P23 P24 P25 P28 P29
120 140 356
SUPERIOR 3Ø12 C=620 3Ø12 C=518

29

29
25
SUPERIOR SUPERIOR
3Ø12 C=414

30

30
SUPERIOR

25
2 2Ø12 C=306
20x40 20x50 SUPERIOR

31

31
25

25
20x40 20x40 20x60 2

20x40 20x40 20x40

1Ø10A.ALMA C=608

10

10

25

25
INFERIOR INFERIOR 3Ø12 C=220 3Ø12 C=195
1Ø10A.ALMA C=608 3Ø12 C=530 1Ø10A.ALMA C=460
25

25

10
3Ø16 C=445

10
INFERIOR

25

25

25

25
2Ø12 C=306 3Ø12 C=402

25 10
Estribos 13x1eØ6a/10 30x1eØ6a/10 13x1eØ6a/10 1Ø10A.ALMA C=460
37x1eØ6a/15

10
INFERIOR Estribos 7x1eØ6 19x1eØ6a/15

25
375 4Ø12 C=638 20 148 13 13 358 20 20 225 20 Estribos
20 25 a/10 10x1eØ6a/10
INFERIOR 20 276 60

25

25
37x1eØ6a/15 3Ø12 C=508
30 80 10 10 110 20
Estribos
20 553 20 26x1eØ6a/15
Estribos
20 383 60

Pórtico 28
Pórtico 25 Pórtico 27
Pórtico 26 Pórtico 29
35

40

35

40

35

40

35

40

35

40
35

40

35

40

35

40
16 16 16 16
20 20 20 20 16
P30 P31 20
16 16 16 B9
20 20 20 P39 P42 P43
P35 P36 124 196 110 P50 P48
300 243
B6 P40 P41 P38
110 175 125 2Ø12 C=475
2Ø12 C=346 2Ø12 C=288
SUPERIOR SUPERIOR

25

25
25

25

2Ø12 C=456 SUPERIOR

25

25
SUPERIOR 108
25

25
20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 20x40 2

INFERIOR INFERIOR INFERIOR


25

25

25

25

25

25
2Ø12 C=346 2Ø12 C=456 2Ø12 C=475 INFERIOR

25

25
2Ø12 C=288
22x1eØ6a/10 7x1eØ6 8x1eØ6a/10 15x1eØ6a/10 9x1eØ6a/10 17x1eØ6a/10
Estribos Estribos Estribos
20 260 20 Estribos a/10 13x1eØ6a/0 8x1eØ6a/10 20 94 10 10 176 10 10 98 2 20 203 20
20 80 10 10 155 10 10 95 20

PORMENOR DE VIGAS DO PISO 2,+2.80m - ANEXO

Pórtico A4

55

55

55

55

55

55
Pórtico A5
Pórtico A8
15

15

15

15

15

15

15

15

15
35

35

35

Pórtico A3

15

15

15
20 20 20 20 20

35

35

35
20 20 20
Pórtico A2 Pórtico A7
P38 P34 P32 P30 P29 20 20 20
3.379 6.812 4.796 1.8 P22 P11 P12 P23

15
Pórtico A1 20

35
1.488 3.166 1.476

P36 P31 P40 P39 P34

5.356 6.596 5.53 P31 P32


1Ø12 C=285 6.388
20
135 P7 2Ø10
P38 P39
2Ø16 C=320 2Ø10 C=215 P10
C=120 2Ø10
6.433 2Ø12 C=375 151 2.95 C=130
2Ø20 C=290 1Ø10 48
2Ø10 C=710 C=155 1Ø10 C=170
71
147
14
1Ø16 C=260
2Ø10 C=570 106 2Ø10 C=185 2Ø10 C=185
SUPERIOR 2Ø10 C=685
2Ø10 C=695 2Ø12 C=285 2ª camada 2Ø10 C=505 2Ø10 C=597 2Ø10 C=683 SUPERIOR 2Ø10 C=337 2Ø10 C=345
135 13 14

20x35 20x35 20x35 20x55 20x55 20x55 20x55 20x55 20x55 20x35 20x35 20x35 20x35

INFERIOR INFERIOR
2Ø12 C=685 2Ø10 C=695 2Ø10 C=337 2Ø10 C=340
2Ø10 C=570 2x(1Ø8) A. Alma C=705 2x(1Ø8) A. Alma 2x(1Ø8) A. Alma C=563 2x(1Ø8) A. Alma C=649 12

1Ø20 C=510 12
2x(1Ø8) A. Alma C=500 C=195 2Ø10 C=180
Estribos 1Ø12 C=350 29 2x(1Ø8) A. Alma C=355 10 2Ø16 C=597 2Ø16 C=515 2ª camada Estribos 2Ø10 C=180
61x1eØ8 a/10 2Ø10 C=705 17x1eØ6 a/15
12 2Ø10 C=215 61
20 603 20 41 2Ø10 C=500 1Ø20 C=490 20 255 20
2Ø10 C=370 10 2Ø16 C=683 9x1eØ6
1Ø16 C=530 1Ø10 24
66 1Ø10 C=325 C=85 9x1eØ6 a/15 21x1eØ6 a/15 a/15
43x1eØ8 a/10 53x1eØ8 a/10 1Ø10
1Ø20 C=683 20.2 124 4.94.9 307 4.94.9 123 20.2

25

25
C=110 29

25
25

20 506 1010 630 20


35x1eØ8 a/15
9.6 516 20

21x1eØ8 a/15 45x1eØ8 a/15 31x1eØ8 a/15 10x1eØ8 a/15 40x1eØ8 a/15
9.6 311 1010 661 1010 460 1010 150 20 20 599 20

Pórtico A10
Pórtico A9 Pórtico A11 Pórtico A12 Pórtico A13 Pórtico A14 Pórtico A15 Pórtico A16
15

35
15

15

15

15

15

15

15

15

15

15

15
35

35

35

35

35

35

35

35

35

35

35
20

20 20 20 20 20 20 20 20 20 20
P7 P12
P10 P11 P14 P15 P17 P20 P13 P16 P18 P21
1.758
3.317 4.182 4.464 2.322 4.257 4.511 2.294
20
P14 P13 P15 P16 P17 P18 P20 P21
1Ø10 3.211 3.213 3.218 3.217
1Ø16 C=195
1Ø10 1Ø10 1Ø16 C=190 1Ø12 C=170 2Ø10 C=160
C=85
C=105 C=105 91 100 94 99

2Ø10 C=455 2Ø10 C=270 2Ø10 C=460 2Ø10 C=265


SUPERIOR 2Ø10 C=374 2Ø10 C=218 2Ø10 C=363 2Ø10 C=363 2Ø10 C=364 2Ø10 C=364 2Ø10 C=480
SUPERIOR 2Ø10 C=475
14
14

20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35 20x35

INFERIOR INFERIOR
2Ø10 C=374 2Ø10 C=218 2Ø10 C=363 2Ø10 C=363 2Ø10 C=364 2Ø10 C=364 2Ø10 C=470 2Ø10 C=475
12 12
2Ø10 C=265 2Ø10 C=260
1Ø10 C=180 2Ø10 C=450 2Ø10 C=460
Estribos 69 Estribos
20x1eØ6 a/15 9x1eØ6 a/15 19x1eØ6 a/15 19x1eØ6 a/15 19x1eØ6 a/15
20 292 20 20 134 20 20 281 20 20 279 20 20 282 20
26x1eØ6 a/15 29x1eØ6 a/15 14x1eØ6 a/15 27x1eØ6 a/15 29x1eØ6 a/15 14x1eØ6 a/15
19x1eØ6 a/15
20 279 20
20 388 1010 426 1010 202 20 20 396 1010 431 1010 199 20
MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
PORMENOR DE VIGAS DO PISO 2, +2.80m Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-115
P 849 S-15
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PORMENOR DE VIGAS DO PISO 2,+2.80m
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:50 / A1
9

140
Ø10a/15 C=150-230 Ø
8a

60

9
10

Ø10a/15 C=100-150
/1

=2
5

0
C

20
C
=1

5
/1
20

8a
Ø
0

Ø10a/15 C=100
3
=1

0
20
30

C
05 16 Ø 100
0

5
x0 8a

/1
8a
.2 7x
/1
5

01
0.2 C

125
=1
27 0 20
5 10 Ø10a/7.5 C=140
16
10 9 05 x0 75
Ø
8a .27

01
/1 x0
5 .2

5
C 0

42
=1
16 20 10

Ø10a/15 C=240-250
700

5
16

42
70

Ø
=1

Ø10a/15 C=282-545 8a
C

/1
5

10 5
/1

27 10 C
8a

5 =1
Ø

20
60
=1

525
C
5

9
/1
8a
Ø

Ø10a/12.5 C=760

Ø10a/7.5 C=700
Ø10a/7.5 C=770
27
5 9 Ø
8a
/1

0
5

40
C
=1
10
05
=1
C

27

0
5

40
5
/1

Ø
Ø10a/7.5 C=525
8a

8a
Ø

/1
5
100 160

100
C
=1
Ø10a/15 C=230 Ø10a/15 C=230 20 175
9

14 14

14

14

14
300

14
Ø10a/15 C=510-540

430
Ø10a/15 C=470-510 14
14

190

Ø10a/15 C=720

Ø10a/15 C=500
Ø10a/15 C=320

14
Ø10a/15 C=410

Ø10a/15 C=410

Ø10a/15 C=440

Ø10a/15 C=600

Ø10a/15 C=520

Ø10a/15 C=560
260

275

Ø10a/15 C=400

Ø10a/15 C=618
Ø10a/15 C=420
140
140

Ø10a/15 C=400

Ø10a/15 C=350-360 14
Ø10a/15 C=120-160

14
Ø10a/15 C=140-180 14

Ø10a/15 C=471
Ø10a/15 C=209
14

14
50 50 50
275

Ø10a/15 C=1130
50
180

50

Ø10a/15 C=1080

Ø10a/15 C=326
Ø10a/15 C=1070

Ø10a/15 C=210-220
Ø10a/15 C=790 Ø10a/15 C=580-600 75 50

Ø10a/15 C=220
14 50

130
Ø10a/15 C=170-180 175
14

14
50 325
220

Ø10a/15 C=440
Ø10a/15 C=490

14

14
75

Ø10a/15 C=650

14
14
14
350

Ø10a/15 C=580

Ø10a/15 C=570
Ø10a/15 C=600
Ø10a/15 C=120
14

14
110

Ø10a/15 C=504-623

Ø10a/15 C=520
Ø10a/15 C=204
Ø10a/15 C=590 14
14
200
75

125
120

Ø10a/15 C=490 100

14
Ø10a/15 C=410

14
9

9
75

14

14
260

Ø8a/15 C=100-524
300
Ø10a/15 C=425 300
14
600

540

Ø10a/15 C=240-460
525

Ø10a/15 C=370
600

Ø10a/15 C=660
Ø10a/15 C=410 10
Ø10a/15 C=420

Ø10a/15 C=669
Ø8a/15 C=577-652
9
265

Ø10a/15 C=425
14 1325

Ø10a/15 C=210-350
75
75

14

14
ARMADURA LONGITUDINAL SUPERIOR

ARMADURA TRANSVERSAL SUPERIOR

MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
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JUNHO 2021
A. NEVES
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DESENHO N°
PROJECTO N°
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CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100 / A1
10

9
Ø10a/15 C=100

175
- 24
30

0
20
2
C=
Ø

5
8a

/1
10

8a
Ø10a/15 C=340 /1
5

Ø
30

9
0
C=

Ø12a/7.5 C=430
10
05 16
x0 Ø10a/15 C=190 33
.2 5-

275
7x 33

01

175
0.2
6

300
0
10 9 16
10 05 x0
9
Ø10a/15 C=190

0
.27

45

01
x0
.2

C=
0

Ø12a/7.5 C=430
16 10

5
5

42
/1 Ø
8a
8a
Ø

/1
5

220
27
5
C= 16
33

Ø12a/15 C=600-870
10 10
Ø10a/15 C=283-546 5

125

9
27
5

9
125
0

5
14

37
43

14 Ø10a/15 C=280
C=

Ø10a/15 C=300
5

Ø
/1

8a

250
8a

/1
Ø

250
5
35 C=
33 525

Ø12a/10 C=420
Ø12a/7.5 C=430

Ø12a/7.5 C=420
Ø10a/15 C=440
Ø12a/10 C=430
5

Ø12a/7.5 C=440
50
9

14 14
Ø10a/7.5 C=580-590

9
Ø12a/7.5 C=300-560

75
14

21
14

14

14

14
Ø10a/15 C=980 14
Ø10a/15 C=490 Ø10a/15 C=540

Ø10a/15 C=260
14
14 Ø10a/15 C=1010 14
Ø10a/15 C=260 Ø10a/15 C=1030

Ø10a/15 C=300
14

14
Ø10a/15 C=910

Ø10a/15 C=190
175
125 75 125 125
18 75
Ø10a/15 C=240-280 100
Ø10a/15 C=590

225
350

525

Ø10a/15 C=136 14
14
18 14
Ø10a/15 C=310-340 Ø10a/15 C=280-370
125

100

Ø10a/15 C=310
Ø10a/15 C=260-330

Ø10a/15 C=209
75

250

Ø10a/15 C=820

Ø10a/15 C=830
14 Ø10a/15 C=330

Ø10a/15 C=340-350
Ø10a/15 C=650
Ø10a/15 C=630

50

Ø10a/15 C=480-490
14

Ø10a/15 C=480

Ø10a/15 C=330
Ø10a/15 C=970-980

Ø10a/15 C=580
Ø10a/15 C=210-220 14
Ø10a/15 C=660
75

14 Ø10a/12.5 C=200-330
75

Ø10a/15 C=440
125

14 100
Ø10a/15 C=180 75

14
150

350
400

14
14
50

350
Ø10a/15 C=410 29
75
275

Ø10a/12.5 C=280
Ø10a/15 C=190

20
23
Ø10a/15 C=190-220
100

150

Ø10a/15 C=210
Ø10a/15 C=335
14
Ø10a/15 C=290

100 400
14

Ø10a/15 C=230
Ø10a/15 C=220
Ø10a/15 C=650
125

100

75

24 26

14
Ø12a/10 C=180 Ø12a/15 C=210
215
75
75

125

125

Ø10a/15 C=150

14
14

10
10

10
Ø10a/15 C=150 Ø10a/15 C=220

14

14
9
250
Ø10a/15 C=150-280
160

Ø10a/15 C=102-526

Ø10a/15 C=620

Ø10a/15 C=390
Ø10a/15 C=810

Ø10a/15 C=520
325

Ø10a/12.5 C=190

Ø10a/15 C=579-654
600
600

Ø8a/15 C=652
10
Ø10a/15 C=680
475
125

Ø10a/15 C=580-700
Ø12a/10 C=200 14
150

Ø10a/15 C=220 125 75

10
9
Ø10a/15 C=60-90
75
130

Ø10a/15 C=170
1175

Ø10a/15 C=220
Ø10a/15 C=140
75

160 200
Ø10a/12.5 C=210 75

10

10

14

14

14
ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR
ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR

MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
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Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
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REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-116
P 849 S-16
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APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100 / A1
1.20 1.75 1.15 2.70 1.25 1.40
1.95

P40a P41a P42a P43a


(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)

0.93
1.00
P34a P35 P36 P37
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)

10

Ø10a/15 C=100
2.54
10 10
Ø10a/15 C=606

50
550
P32a

4.25
(20x20)

2.95 2.75 1.40 1.14


1.71

25

30
25

30
P28 3.36 P29a Pórtico 1
P26 P27
(20x20) (20x20) (20x20) (20x20) 21 21
25 25
P4 P5
180 410 ARMADURA LONGITUDINAL &TRANSVERSAL INFERIOR
1.40

P24 P25
P22
(20x60)
(20x20) (20x20) 4Ø16 C=650

22
SUPERIOR

23
19
25x30 25x30

5.70
17.10

4.30

1.70 3.98 1.33 4.57


17
INFERIOR

23
3Ø16 C=445

22
3Ø16 C=230

P18 17x1eØ8a/10 38x1eØ8a/10


P15 P16 P17 (40x20) P19a Estribos
(20x20) (20x25) (20x40) (20x20) 2 168 10 10 375 25
1.10

P57
(20x20)
1.91

P12 P13
P56 (35x25)
(20x20) (25x20)

10 10

Ø12a/15 C=106
PORMENOR DE VIGAS DA COTA, +3.70m

Ø10a/15 C=101
175 125

6.15
2.49

Ø10a/15 C=200 Ø10a/15 C=370


10 10
P55
(20x20)
10 10
3.98 5.93
1.75

P4 P5 P7a
(40x20) (65x25) (40x20)
B

Pórtico 1
30

25x30 25x30 ARMADURA LONGITUDINAL &TRANSVERSAL SUPERIOR


20
h=10
L1
10
B

PLANTA ESTRUTURAL DA COTA, +3.70m

1.20 1.75 1.15 1.38 1.33 1.25 1.40


1.95

P40a P41a P42a P43a


(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
0.93

P34a
0.80

P35 P36 P37


(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
2.54

P32a
4.25

(20x20)

2.95 2.75 1.40 1.14 3.36


1.71

P26 P27 P28 P29a


(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
1.40

P24 P25
P22 (20x20) (20x20) 10 10 10

Ø12a/15 C=106
Ø10a/15 C=100

Ø12a/15 C=106
(20x60)
550 175 125
10 10
Ø10a/15 C=606

50

50
50
10 Ø10a/15 C=200 Ø10a/15 C=370
5.70

10

10 10
16.90

4.30

1.70 3.98 1.33 4.57

ARMADURA LONGITUDINAL & TRANSVERSAL INFERIOR ARMADURA LONGITUDINAL & TRANSVERSAL SUPERIOR
P18
P15 P16 P17 (40x20) P19a 1:100; 1:50 / A1
(20x20) (20x25) (20x40) (20x20)
1.10

P57
(20x20)
1.91

P12 P13
P56 (35x25)
(20x20) (25x20)
6.15
2.49

P55
(20x20)

3.98 5.93
1.75

P4 P5 P7a
(40x20) (65x25) (40x20)
Pórtico 1
25x30 25x30
h=10
L1 MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
PLANTA ESTRUTURAL DA COTA, +4.80m RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-118
P 849 S-18
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PLANTA ESTRUTURAL, VIGAS E ARMADURAS DAS LAJES
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO DA COTA, +3.70m E DA COTA, +4.80m
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100; 1:50 / A1
3.1 Pórtico A3
PA2 5 Pórtico 4

35

35
(20x30)
PORMENOR DE VIGAS DO PISO 7, +5.76m 20
20
20 Pórtico A1 Pórtico A2 PA2 PA2

35

35
Pó x35 3.417 PA2 PA2
rtic
oA
2
Pórtico 1 1.843

25

30
PA2 20 20
(20x30) PA2 PA2 PA2 PA2

20x35
16

3.02
P55 20 P56
2.95 3.15
=40
1 35

Pórtico A3
L4
330 0C C=2
2Ø1 2Ø1
0

Pórtico A4
h=15

20x35

1.43
2Ø10 C=337 2Ø10 C=337
2Ø12 C=372
SUPERIOR 3.59
2
7

23

23
Pórtico A1 1.93

PA2 20x35 PA2 20x30 20x35 20x35 20x3


5
20x3
5

(20x30) (20x30)

2.75

2Ø10 C=337 2Ø10 C=337 01


=4 =2 35
0C 0C
2Ø1 2Ø1
INFERIOR

23

23
2Ø12 C=372
17x1eØ6 a/15 17x1eØ6 a/15
30
30x1eØ6a/10 20 255 20 20 275 20 5
6 a/1 a/15

5.77
Estribos eØ eØ6 30
18 292 20 20x1 296 9x1 131
1.20 1.75 1.15 2.70 1.25 1.95 1.40 30
30

P40a P41a P42a P43a


(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)
Pórtico 2

25

30

25

30
25

30
25

30

25

30

25

30
1.00

1.00
P34a

0.93
P35 P36 P37 16 16 16
(20x20) (20x20) (20x20) 16 16 16 20 20 20
(20x20) 20 20 20
20x40 20x40 20x40 P55 P57 P15 P22a P26 P32a P34a
339 111 430 140 171 264

2Ø12 C=130
2Ø12 C=170

20x30
2.54
95 35
SUPERIOR 75 95 10
2Ø12 C=450
2Ø12 C=485 2Ø12 C=610
P32a

20x30

4.25

23

23
(20x20)

20x30 20x30 20x30 20x30 20x30 20x30

h=10
-0.48

h=10
2.95 2.75 1.30 1.24 3.36

L3

L1
1.71

P26 P27 P28 P29a


(20x20) (20x20) (20x20) (20x20)

+0.121
1
-0.631

23

23
INFERIOR 2Ø12 C=485 2Ø12 C=610
20x30 2Ø12 C=450
1.40

P24 P25
P22 (20x20) (20x20)
(20x60)
h=10

10x1eØ6
L3

Estribos 31x1eØ6a/10 a/10 41x1eØ6a/10 12x1eØ6a/10 16x1eØ6a/10 24x1eØ6a/10


20 309 10 10 91 10 10 410 10 10 120 10 10 151 10 10 234 20

20x30

5.70
20x30
4.30

1.70 3.98 1.33 4.40

30

30
25

25
16 20 16 20

Pórtico 3
Pórtico 3
P18 P19a P19a P29a P37
P15 P16 P17 (40x20) 580 435
(20x20) (20x25) (20x40) (20x20)
Pórtico 2

225

23
1Ø16 C= 470
3Ø12 C=
1.10

P57
(20x20) 95
P56 130
(20x20)
P12 P13 438
(35x25)
-0.48

(25x20) SUPERIOR
h=10

615
3Ø12 C=
L3

20x30
20x30

584
30
3.30

20x

23
20x30
1

23
ico

P55
Pórt

(20x20) 470
3Ø12 C=
INFERIOR
/15 20
PLANTA ESTRUTURAL DO PISO 7, +5.76m 12 C=62
0 28x1eØ8a

411

23
Estribos 10 6
/15
38x1eØ8a
557

17
10
Ø10a/15 C=300

Ø10a/15 C=300
220

220
10 Ø10a/12.5 C=300 10
10 10
Ø10a/12.5 C=300

10
10

10
10

10
5

15
10
Ø10a/1

Ø10a/
10
Ø10a/15
10 10
Ø10a/15
15
Ø10a/

Ø10a/15 10
10
Ø10a/15

Ø10a/15
10

10
10

10
MATERIAIS

10
10

Betão:

Ø10a/15
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
10 Aço: A400 NR
Ø10a/15
ESTRUTURA METÁLICA
Ø10a/15

Ø10a/15
10 10
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
ARMADURA LONGIT. INFERIOR ARMADURA LONGIT. SUPERIOR Pilar - 3,0cm
ARMADURA TRANSV. INFERIOR ARMADURA TRANSV. SUPERIOR Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
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QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
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REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-119
P 849 S-19
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PLANTA ESTRUTURAL, VIGAS E ARMADURA DAS LAJES
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO PISO 7, +5.76m
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100; 1:50 / A1
3.1
PA2 5
(20x30)

0.30
PA2

0.15
(20x30)

3.02
#Ø10 @15
Ver pormenor do
Ver pormenor do
Pórtico 23

1.43
Pórtico 24

PORMENOR 1
ESC. 1:20 Nota: Existem planos inclinados.
PA2 PA2 O desenho de todos os elementos está em projecção horizontal, pelo que
(20x30) (20x30) aqueles que não estejam cotados, não poderão medir-se em verdadeira
grandeza.
2.75 Consulte a direcção e valor da pendente.
Pórtico 24

11.40

5.87
30

1.20 1.75 1.15 2.70 1.24 1.96 1.40


1

Pórtico 23

20

0.30
B
P41a P42a
30

Pórtico 24
P40a P43a

0.10
(20x20) (20x20)
(20x20) (20x20)
30
20x30 20x30 20x30 20x30 20x30 #Ø10 @15

h=15

Pórtico 23
1
Pórtico 3

Pórtico 24 Ver pormenor do


20x30

20

20x30
L5
1.00

1.00

0.93
-1.77
P37 30 Pórtico 16
P34a 20x40
(20x20)
20x40 20x40
(20x20)
Pórtico 23 P35 P36
(20x20) (20x20) Ver pormenor do
Pórtico 17
20x40
2.54

PORMENOR 2

h=20
Pórtico 22

ESC. 1:20

L4

20x40

4.25
P32a

+0.123
(20x20)

1
-1.136

Pórtico 13
20x40
1.71

Pórtico 22
P27 P28
(20x20) (20x20)
P29a 20

P26 (20x20)
20x40 20x40 20x40
(20x20)
Pórtico 21 Pórtico 22
Pórtico 9
20x30

60x20
20x40
1.40

0.30
P24 P25
P22 (20x20) (20x20)

0.10
(20x60)
h=20

h=20
#Ø10 @15
L6

Nota: Existem planos inclinados.


L3
h=20

20x40
Ver pormenor do O desenho de todos os elementos está em projecção horizontal, pelo que
L9

aqueles que não estejam cotados, não poderão medir-se em verdadeira


C

Ver pormenor do Pórtico 15


+0.124

grandeza.
Pórtico 20

5.70
60x20

Pórtico 18
17.10

-1.288
20x40

Consulte a direcção e valor da pendente.


+0.124
+0.123
4.30

20x30

1
1

-1.344
-0.524

PORMENOR 3
C

C
1.70 3.90 1.40 4.57 ESC. 1:20
Pórtico 11
Pórtico 2

Pórtico 8

Pórtico 21
P16 P17 P19a
Pórtico 20 (20x25) (20x40)
P15 P18 (20x20)
20x40 20x40 (40x20) 60x20
(20x20)
Pórtico 19

h=20
h=20

Pórtico 21
L12

L8
40x20

20x30

20
Pórtico 7
1.91

Encontro de armaduras na cumeeira


CORTE A-A

+0.123
1

Encontro de armaduras na cumeeira


+0.123

Arm. Suplementar Ø10


1

Arm. Superior Laje Arm. Superior Laje


-0.07
P12
-0.07
P13 50Ø
50Ø segundo separação da arm. 50Ø
50Ø Laje
60x20 (25x20) 60x20 (35x25) inf. da laje
ESC. 1:100

Arm. Superior Laje


Pórtico 19 Arm. Superior Laje

CORTE B-B
h=20

Laje
20x40
L2

6.15
2.49

ESC. 1:100
Pórtico 17

h=20

h=20
L11

l
Var
50Ø 50Ø
+0.124

iáve
50Ø 50Ø
1
20x40

L7

iáve

Var
-2.1
20x30

l
Variá

vel
50Ø
50Ø

Variá
l Vari

vel
áve á
Vari vel
Arm. Inferior Laje
+0.124

Pórtico 12

Arm. Inferior Laje


+0.124 1

20
1

-0.343 -0.343
Pórtico 6

Pórtico 15 Pórtico 18
1.75

Pórtico 4

Arm. Inferior Laje Arm. Inferior Laje Armadura da viga de cumeeira


Pórtico 16

Variável
2

30
20x30

Viga. Ver armadura


P4 P5 Pórtico 18 correspondente
Pórtico 17 (40x20) (65x25) 20x50
-0.80 h=10

h=10
Pórtico 1

Pórtico 14

Viga. Ver armadura


L10

Pórtico 10

20x60 20x60
Pórtico 5

30
Armadura da viga de cumeeira
L1

correspondente
20x30

-2.74

Pórtico 16 P7a Variável

20x30 (40x20) 20
Pórtico 15
20x30 RECOBRIMENTO:
3

30 PORMENOR TIPO 2
Fundação - 5,0cm
PORMENOR TIPO 1 ENCONTRO DE LAJES INCLINADAS
A

Pilar - 3,0cm
B

1.70 3.98 5.93 ENCONTRO DE LAJES INCLINADAS EM VIGA CUMEEIRA Viga - 3,0cm

11.60 EM VIGA CUMEEIRA SALIENTE Laje - 3,0cm

MATERIAIS
0.20

0.08
2Ø8 Betão:
PLANTA ESTRUTURAL DA CUMEEIRA 2, +7.32m EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA

0.28

0.20
Aço Laminado / Enformado: S275
Parafusos, Porcas e Chumbadores
Ø6@15 Ver armadura da laje
Galvanizados : Classe 8.8
Cordão de soldadura com
CORTE C-C resistência igual à dos perfis
ESC. 1:20

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
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FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
PEMBA
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TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
EMAIL [email protected]
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
EMAIL [email protected]
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-120
P 849
PLANTA ESTRUTURAL E PORMENOR DE VIGAS
S-20
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DA CUMEEIRA 2, +7.32m
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:100; 1:20 / A2
Pórtico 5 Pórtico 6
Pórtico 4

35

40
Pórtico 2

15

20
Pórtico 1 Pórtico 3

25

30
Pórtico 13 16 36
20 40

35

40

35

40

35

40

35

40
16

25

30
P4 P12 P16 20
16 16 16 16 444 201
20 20 20 20 16 P5 P13
20 462
P15 P22a P26 P32a P34a

30

25
440 140 171 264 185
1Ø16 C= 85
Pórtico 16

25

30
16 12

23
20 P5 507
4Ø12 C= 100 3Ø12 C=

25
Pórtico 17 3Ø12 C= 2Ø12 C= 16 225
475 280 20 15 SUPERIOR
99
SUPERIOR

13
Pórtico 16 2Ø12 C= P34a B17 2Ø12 C=142 465
40 485

23
150 SUPERIOR
443 3Ø12 C=

23

23
80 75 P37 B19
SUPERIOR 3Ø12 C=
75 120 203
20x30 20x30
2Ø12 C=124 20x40 141
615 447
40x20

25
SUPERIOR 2Ø12 C=162
172 SUPERIOR

24

24
20x30 20x40 20x40

23

23
266

25
20x40 20x30 17
INFERIOR

23

23
20x40 2Ø12 C=142

23
25
INFERIOR
4Ø16 C= 17 540
2Ø12 240 6x1eØ6 17 2Ø16 C=
INFERIOR 3Ø12 C= Estribos a/10

12
630
24

24
C=124

23
INFERIOR INFERIOR 35

23

23
2Ø12 C=162 480 /10
INFERIOR 20 35x1eØ6a 2Ø16 C= 2 58 40 40x1eØ6a
/10 12x1eØ8a Estribos 393
6x1eØ6

25
10x1eØ6a/10 1313 /15
418 /15
Estribos a/10
11x1eØ6a 3Ø12 C=
Estribos
20 98 2 27x1eØ8a 172 37
2 58 20 /10 480 Estribos 18
5 10 14x1eØ6a 399
Estribos 126 /10

25
5 10 35
157 21x1eØ6a
5 10 /10
241
15

11 11 11 11

15
15

15
15
20

20
15

15
Pórtico 10
Pórtico 7 Pórtico 11 60 56 60 56 Pórtico 14
Pórtico 9

25

30

25

30
Pórtico 8 Pórtico 16
16 16

25

30
Pórtico 15
25

30

20 20

25

30

25

30
P18 P25 B21

25

30
16 470 140 16 Pórtico 1 Pórtico 5
20 16 20 16 150 433
20 16 20
20 Pórtico 15

25

30
P17 P24 128
P13 P17

14
460 P24 B16 Pórtico 10 Pórtico 14 1Ø10 C=140
219 16 665
150 650
20 6Ø12 C= 2Ø10 C=180 45 95
2Ø10 C=626
3Ø12 C=
23

3Ø12 C= 262 3Ø12 C= Pórtico 15 P5 SUPERIOR 2Ø10 C=708


505 141

22
SUPERIOR

24
23

193

24

24
128

24

24
23
148

12
SUPERIOR SUPERIOR 60x20 10

23

23
2Ø12 C=170 474 20x30 2
20x30 20x30 20x30
23

220 14
463 2 151 2

23

23
2 60x20
20x30 20x30 20x30
20x30 14

12
INFERIOR

24
165 2Ø10 C=470

24

24
4Ø12 C= 2Ø10 C=708

24
22
2Ø10 C=160 2Ø10 C=190
INFERIOR 495
4Ø12 C= 42x1eØ8a/15
10x1eØ8a/15 28x1eØ8a/15
/10 9x1eØ8a/15
14x3eØ8a
23

2 Estribos 20 625 20

23

23
2Ø12 C=170 2 124 2 2 146 22 411 20

12
132
23

23
INFERIOR 2Ø16 C= 2Ø16 C= INFERIOR 2Ø16 C= /10 10 8
505 262 193 Estribos 41x3eØ8a

23
23
9x1eØ6a/10
20 406
23

43x1eØ8a 13x1eØ6a 2 86 40
/10 17x1eØ6a /10
Estribos 35 /10 Estribos 20
427 129 58
168 2
16
16

Pórtico 12 Pórtico 17
P7 P19a P29a P37

55

60

55

60
Pórtico 18

45

50
572 433

230 16 16 16
1Ø16 C= 100 20 20 20

35

40
11 B22 P4 P5 P5 P7a
35

40
35

40

16 180 425 615


9 3Ø12 C= 20
16 470
16 20
20 3Ø16 C=650 3Ø16 C=677
9
595 SUPERIOR SUPERIOR
3Ø12 C=

25

25
270

33

33
1Ø16 C=

25
635 178
130 20x50
SUPERIOR
140 436 20x60 20x60
576
20x40
680 20x40
3Ø12 C=

640 1Ø10A.ALMA C=631

10

10
31

20x40 1Ø10A.ALMA C=605

10
1Ø10A.ALMA C=631

10
2Ø16 C=

25 10
470 1Ø10A.ALMA C=605

10
595
2Ø16 C= INFERIOR

25
25
3Ø16 C=661

25
128 28x1eØ8a INFERIOR 3Ø16 C=460

25
/15 /15 3Ø16 C=220
INFERIOR 38x1eØ8a 413 Estribos
57x1eØ8a/10
670 559 12x1eØ8a/15 25x1eØ8a/15 25 570 20
2Ø16 C= 15 Estribos
2 168 10 10 375 40
Estribos 10 5
25

/15
40x1eØ8a
594

35

Pórtico 19
30 30 30
15

15

15
20

20

20
15

15

15

Pórtico 21
30 30 30 30 30 30 30 30 30 Pórtico 20 11 11 11 11
Pórtico 23

15
15

15
15

35

40

35

40

35

40
30
20

15

20

15
35

40

35

40

30
56 56
15

60 60 16 16 16
20

15

15
15

16 16 20 20 20
20

15
15
20

30 30 30 20 20 P34a P35 P36 P37


30 30 30 30 P17 P18 P19a 440 280 460
30 30 P15 P16 P17 160 470
180 410
B12 P12 P13 3Ø16 C=205 2Ø12 C=180
180 410 3Ø12 C=636 2Ø12 C=190
100 105 95 85
(25x40) 90 100
25

25

SUPERIOR SUPERIOR 9 3Ø12 C=300


5Ø12 C=612 20x40 20x40 P54 6Ø12 C=180 3Ø12 C=475 3Ø12 C=495
SUPERIOR 6Ø12 C=490
13
13

13

13

25

25
60x20 60x20 60x20 60x20 20x40 20x40 20x40
25

25

2Ø12 C=636
INFERIOR 3Ø12 C=612 6Ø12 C=495

13
13

13

INFERIOR 6Ø12 C=180


13

13x1eØ6a/12 16x1eØ6a/12 12x1eØ6a/15


13x2eØ6a/15 29x2eØ6a/15

25

25
Estribos 20 148 13 13 180 178 40 11x3eØ8a/10 44x3eØ8a/10 INFERIOR 3Ø12 C=475 3Ø12 C=495
2 168 10 10 375 25 Estribos 3Ø12 C=300
40 110 10 10 435 25
41x1eØ6a/10 26x1eØ6a/10 43x1eØ6a/10
Estribos
20 410 10 10 260 10 10 430 20

Pórtico 22
35

40

35

40

35

40

35

40

Pórtico 24
25
30

25

30

25

30

25

30

25

30
16 16 16 16 16 16 16 16 16
20 20 20 20 20 20 20 20 20
P26 P27 B21 P28 P29a B17 P40a P41a P42a P43a B19
305 405 124 346 150 175 509 196 150

1Ø16 C=185 1Ø16 C=305 2Ø12 C=170 2Ø12 C=175


90 95 91 90 55 115 115 60
SUPERIOR 3Ø12 C=340 3Ø12 C=380 SUPERIOR 2Ø12 C=360 2Ø12 C=380
3Ø12 C=550 2Ø12 C=575
25

25

23

23
20x40 10 20x40 20x40 20x40
32 MATERIAIS
20x30 20x30 20x30 20x30 20x30 Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
INFERIOR 3Ø16 C=560 2Ø12 C=535
25

25

3Ø12 C=345 3Ø12 C=390 INFERIOR


23

23
2Ø12 C=365 2Ø12 C=385 Aço Laminado / Enformado: S275

Estribos
28x1eØ8a/10 37x1eØ8a/10 9x1eØ8a/10 32x1eØ8a/10 12x1eØ6a/10 16x1eØ6a/10 49x1eØ6a/10 18x1eØ6a/10 12x1eØ6a/10 RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Estribos Fundação - 5,0cm
20 275 10 10 365 30 30 84 10 10 316 20 20 120 10 10 155 10 10 489 10 10 176 10 10 120 20 Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
BM-Res-Es-121
P 849 S-21
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO PORMENOR DE VIGAS DA CUMEEIRA 2, +7.32m
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PROJECTO
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA/ PAPEL 1:100; 1:50 / A1
PORMENOR DE VIGAS DA COB. DO DEPÓSITO, +8.73m

75
75
Ø10@/15 C=930 Ø10@/15 C=230
Pórtico A3
Pórtico 4

35
Ø10@/15 C=1197

35
75
20
20
Pórtico A1 Pórtico A2 PA2 PA2

35

35
3.417 PA2 PA2

400
1.843

350
PA2 3.1 20 20

400
(20x30) 5 PA2 PA2 PA2 PA2

400
400
2.95 3.15
1
Ø10@/15 C=490 =40 35
0C C=2
Ø10@/15 C=610 Ø10@/15 C=160 Pó 20
x3 2Ø1 2Ø1
0
Ø10@/15 C=810 rtic 5
oA
Ø10@/15 C=480 2 2Ø10 C=337 2Ø10 C=337
PA2
(20x30) 2
3.59 7

20x35
1.93

3.02
20

Pórtico A3
La3 x3 20x35 20x35 5
5 20x3 20x3
5

Pórtico A4
Ø10@/15 C=120 h=15

1.43
Pórtico A1
2Ø10 C=337 2Ø10 C=337 01
=4 =2 35
PA2 20x35 PA2 0C 0C
(20x30) (20x30) 2Ø1 2Ø1
2.75
17x1eØ6 a/15 17x1eØ6 a/15

525
30

525
a/15
20 255 20 20 275 20

eØ6 a/15
eØ6

550
30
20x1 9x1 131
550

296

550

525
30
Ø12@/12.5 C=300-310 Ø10@/15 C=170 30
Ø10@/15 C=410-420
Ø10@/15 C=610-615
Ø10@/15 C=600-620
Ø10@/15 C=330

PLANTA ESTRUTURAL
DA COB. DO DEPÓSITO, +8.73m PORMENOR DE VIGAS, +8.73m
150

150
Ø10@/15 C=330 Ø10@/15 C=170

150
Ø10@/12.5 C=260
150

Ø10@/15 C=190 Ø10@/15 C=420

150

10
50

Ø20@/15 C=320

575

Ø10a/15 C=300

Ø10a/15 C=300
575
Ø10@/15 C=210
375 Ø10@/15 C=615-630

220

220
400

400

375
Ø10@/15 C=250 10 10 10 Ø10a/12.5 C=300 10
Ø10@/15 C=350 Ø10@/15 C=140-150 Ø10a/12.5 C=300
Ø10@/15 C=430
Ø10@/15 C=200

10
10
400
50

Ø10@/15 C=310 Ø10@/15 C=160 Ø10@/15 C=220

Ø10@/15 C=599

50
Ø10@/15 C=681
ARMADURA LONGIT. INFERIOR ARMADURA LONGIT. SUPERIOR
ARMADURA TRANSV. INFERIOR ARMADURA TRANSV. SUPERIOR

PISO 7-LAJE DE COBERTURA, +7.32 PISO 7-LAJE DE COBERTURA, +7.32


ARMADURA LONGITUDINAL INFERIOR ARMADURA LONGITUDINAL SUPERIOR

PORMENORES DO FOGAREIRO E I.S.


Ø10@/15 C=190

Ø10@/15 C=170
1150
Ø10@/15 C=130

1150

PA1
1150 Laje de cobertura, nível +2.30m Pórtico 1
1150 Pórtico 2

20

15
20 Pórtico 3 16
20 PA1

Ø10@/15 C=460

20
575 130
Ø12@/15 C=280

4Ø12 C=283
4Ø12 C=83
2Ø12 C=150
Ø10@/12.5 C=200

SUPERIOR

13

13
PA1
575 (20x20) 20x20

Pórtico 1

Pórtico 2

20x20

Pórtico 3
20x20
PA1

20x20
1.30
1.30

1.30
PA1

14
(20x20)
L1
(20x20) 14
h=12
22Ø6a/15 C=71
Ø10@/12.5 C=290
Ø12@/15 C=280-290

1.88 2.44 Vigas de pavimento, nível -0.15m 1.88 2.44 INFERIOR 2Ø10 C=150

13

13
550
14x1eØ6a/10
Estribos
575
Ø10@/15 C=590-610

Ø10@/15 C=560

Ø10@/15 C=560
575 PLANTA ESTRUTURAL, +2.30m
PLANTA ESTRUTURAL ESC. 1:100 PORMENOR DE VIGAS DA LAJE DE COBERTURA
PISO TÉRREO, -0.15m
ESC. 1:100 Fundação, nível -1.00m
575
QUADRO DE PILARES
Ø10@/15 C=200

Ø10@/10 C=270

ESC. 1:50

100 425

550
Ø10@/15 C=170
Ø10@/15 C=170
Ø10@/15 C=270

Ø10@/15 C=270

Ø12@/10 C=300

150 400
150 350
Ø10@/15 C=200
Ø10@/15 C=200

Ø10@/15 C=660-680

575
375
150
150 375
Ø10@/15 C=460
Ø10@/15 C=440

10 10
Ø12@/15 C=160
Ø10@/15 C=180

150 375 550


Ø10@/15 C=180

P1Ø10a/15 C=200

P1Ø10a/15 C=200
575
Ø10@/12.5 C=140-150
Ø10@/15 C=90-100

10 10
P1Ø10a/15 C=522 P1Ø10a/15 C=522
10 10
Ø10@/15 C=80

Ø10@/15 C=130

355
550 550 10 10
355

ARMADURA LONGIT. INFERIOR ARMADURA LONGIT. SUPERIOR


ARMADURA TRANSV. INFERIOR ARMADURA TRANSV. SUPERIOR
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
ESC. 1:100 ESC. 1:100
Aço: A400 NR

PISO 7-LAJE DE COBERTURA, +7.32 ESTRUTURA METÁLICA


ARMADURA TRANSVERSAL INFERIOR PISO 7-LAJE DE COBERTURA, +7.32 Aço Laminado / Enformado: S275
ARMADURA TRANSVERSAL SUPERIOR RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
REV
R1
DATA
21.08.13
DESIGNAÇÃO
ALTERAÇÃO DA LAJE DA CALEIRA
DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N° BM-Res-Es-122
PROJECTO N° P 849
ASSUNTO ARMADURA DA LAJE DO PISO 7, +7.32
S-22
EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL PORMENOR DE VIGAS DA COB. DO DEPÓSITO, +8.73m
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz CALCULADO M. CARIMO PORMENORES DO FOGAREIRO E I.S.
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
APROVADO A. NEVES
ESCALA 1:100; 1:50 / A1
1:200; 1:100 / A3
ESCADA DO EDIFÍCIO PRINCIPAL
SECÇÃO A-A SECÇÃO B-B SECÇÃO C-C
Lanço 1
120 120 120 180 120
Largura 1.200 m
120 90
Espessura 0.15 m Ø8a/15 Ø8a/15 Laje
Ø8a/15 Ø8a/15
Cobertor 0.300 m Ø8a/15 Ø8a/15 Ø8a/15

Geometria

20
Espelho 0.175 m Ø8a/15
Ø8a/15 Ø8a/15 2P8Ø8 C=111.6 Ø8a/15

70
88
Desnível que vence 2.80 m Ø8a/15

123
Ø8a/15

15
Nº de degraus 16
2P8Ø8 C=111.6 Ø8a/15 Ø8a/15 Muro de alvenaria Ø8a/15
Planta final Piso 2,+2.80m Ø8a/15 Ø8a/15

30
Planta inicial Piso Térreo, ±0.00 Ø8a/15

15
Peso próprio 3.68 kN/m2 Viga Ø8a/15

Degraus 7P10Ø8a/15 C=214


7P1Ø8a/15 C=344 30
1.85 kN/m2 86
Cargas

(Betonado com a laje) Muro de alvenaria

8
Revestimento 1.00 kN/m2 106 7P9Ø8a/15 C=169 154 30
7P5Ø8a/15 C=415
9 30

8
21 13
Guardas 0.50 kN/m 132

8
30 100 30 10 30

7
7P3Ø8a/15 C=138 30 3
Sobrecarga 3.00 kN/m2 15

8
8 30 120
25 7P7Ø8a/15 C=168

13
121
Betão B30 (C25/30) 7P11Ø8a/15 C=311

7
Materiais

0
18 22 7P4Ø8a/15 C=202
8
Aço A400 25
7P2Ø8a/15 C=280 152
Rec. geométrico 3.0 cm 30

7
30 13 30
10
141
7P6Ø8a/15 C=446

PLANTA

7
PORMENOR DOS DEGRAUS
20 120 180 120 20 ESC. 1:20

C E A SECÇÃO D-D SECÇÃO E-E SECÇÃO F-F


0.30
120 120 120

Ø8a/15 Ø8a/15 Ø8a/15 Ø8@15


120

120

B B

15
15

15

0.175
Ø8 Ø6@10
Ø8a/15 Ø8a/15 Ø8a/15
12 06 05
E Ø8@15
9P12Ø8a/15 C=127 6P12Ø8a/15 C=127 Ø8@15
12P12Ø8a/15 C=127
F F
90

113 113 Ø8@15

7
120

7
D D 113

7
7

7
113 113 113
C 16 9P12Ø8a/15 C=127 13P12Ø8a/15 C=127 7P12Ø8a/15 C=127
01
A

ESCADA DO ANEXO
Lanço 1
Largura 0.800 m
Espessura 0.15 m SECÇÃO A-A SECÇÃO B-B
Cobertor 0.270 m 80
27P6Ø8a/15 C=85
Geometria

0.8
Espelho 0.200 m 0 Ø8a/15

6
73

15
Desnível que vence 2.95 m 0.80 2.97
0

6
A
0.8

Laje 73
Nº de degraus 16 Ø8a/15 27P6Ø8a/15 C=85

Planta final Piso 2 2.9


7 PORMENOR DOS DEGRAUS
Ø8a/15

15
4

30
0.5

30 ESC. 1:20
Planta inicial Piso 1
Peso próprio 3.68 kN/m2 05
16 B
x0
Degraus .27 0.27
1.97 kN/m2 x0
01

.20
Cargas

(Betonado com a laje)


10 Ø8@15
Revestimento 1.00 kN/m2
Ø8a/15 Ø8a/15
Guardas 0.20 kN/m

0.20
A 6 4 Ø8 Ø6@10
Sobrecarga 3.00 kN/m2 B 53 52
RECOBRIMENTO:
Betão C30/37 16 Ø8@15 Fundação - 5,0cm
Materiais

Ø10@15 Pilar - 3,0cm


Aço S-400 Ø10a/15 Viga - 3,0cm
Ø8@15 Laje - 3,0cm
Rec. geométrico 3.0 cm

Viga MATERIAIS
40
13

30 Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Aço: A400 NR

ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
Parafusos, Porcas e Chumbadores
Galvanizados : Classe 8.8
Cordão de soldadura com
resistência igual à dos perfis

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
EMAIL [email protected]
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
EMAIL [email protected]
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-123
P 849
PORMENOR DAS ESCADAS
S-23
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL EDIFÍCIO PRINCIPAL & ANEXO
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50; 1:20 / A2
Tubo quadrado 50x50x3mm

1.10
+2.95
16
3.4

1.30
1 Chapa 200x200x10mm

0.04
Cordão de soldadura e=3mm

0.14
Chapa 100x80x10mm

0.20
10

6.88
1.30

2.95
05 Enrigecedor 100x70x6mm
ARRUMOS
16
x0
.27

0.04
AL
01

x0 05
.20
2

1.75
10 AL 1
0.04 0.14 0.04

TA 100L

TA 100L
TA 50L
2.03
01 0.20 4 Buchas Metálicas
±0.00 Expansivas M12
16

2.95 Dimensões da Placa = 200x200x10mm

1.30
4 Buchas Metálicas Expansivas M12
AL ALÇADO 2 ESC. 1:5
2 ESC. 1:50
1.30

1.30
5.37
1.30

Tubo rectangular 100x50x3mm Tubo rectangular 100x50x3mm

1.30

0.05
.30

Cordão de soldadura e=3mm


AL 1

0.17
0.20

0.05
Tubo quadrado 50x50x3mm Tubo quadrado 50x50x3mm

0.22

0.17
0.05
1.10

1.05
Cordão de soldadura e=3mm

0.22

0.17
0.05
0.22

0.17
Tubo quadrado 70x70x3mm Tubo quadrado 70x70x3mm

0.05
0.20

0.17
4 Buchas Metálicas
Expansivas M12
Chapa 200x200x10mm Chapa 100x80x10mm
Chapa 100x80x10mm Soldada ao perfil tubular
Chapa 200x200x10mm

Enrigecedor 100x70x6mm
Enrigecedor 100x70x6mm
4 Buchas Metálicas
Expansivas M12
1.10

PORMENOR A (VISTA FRONTAL) PORMENOR A (VISTA LATERAL)


ESC. 1:10 ESC. 1:10

MATERIAIS
Betão:
EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
ALÇADO 1 Aço: A400 NR
ESC. 1:50
ESTRUTURA METÁLICA
Aço Laminado / Enformado: S275
RECOBRIMENTO: Parafusos, Porcas e Chumbadores
Fundação - 5,0cm Galvanizados : Classe 8.8
Pilar - 3,0cm
Viga - 3,0cm
Cordão de soldadura com
Laje - 3,0cm resistência igual à dos perfis

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
EMAIL [email protected]
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
EMAIL [email protected]
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-124
P 849
PORMENORES DAS GUARDAS
DO ANEXO
S-24
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA/ PAPEL 1:50; 1:10; 1:5 / A2
PA2 PA2
(20x30) (20x30)
±3.25

4Ø12
4Ø12 4Ø12
4Ø12
4Ø12

Ø8@15 Ø8@15
3.25
3.25

3.25
3.25

3.25
3.25
Ø8@15 Ø8@15
Ø8@15

ARC 1=0.20x0.75 ±0.00 ARC 2=0.20x0.20 ±0.00


ARC 3=0.20x0.90
0.70

0.70

0.70
1.00

1.00

1.00
-0.70 -0.70
P58 P59
(25x40)
0.30

0.30

0.30
-1.00 (20x20) -1.00
120x120x30 160x160x30
Arc 1 Arc 1 PA2 Arc 2 Arc 3 Arc 3 195x315x35 Arc 3
Arc 1 Arc 2 Arc 2 Arc 2
(20x75) (20x75) (20x30) (20x20) -1.35 (20x90) (20x90) (20x90) (20x75) (20x20) (20x20) (20x20)
200x225x30 145x215x30 160x100x30 170x215x30 150x150x30
2.25 4.80 4.80
5.01

ARCOS - VISTA
Esc. 1:50
0.20
0.20
+2.20 +2.20

Viga em betão 0.20x0.20m

0.20
armado - V1 (B25)

4Ø10

Ø6@15

0.20
20
x0.
0
4.8
0.20

.20
=0
C2
LIMITE DA LAJE DE COBERTURA [POR AFERIR] VIGA V1

AR
Viga em betão 0.20x0.20
Esc. 1:20

.20
x0
0
4.8

.20
AR

2.20

2.20
2.00
4.9

=0
C

4Ø10

C2
1=

#Ø10@10
0.2

AR
0x

4.95 4.95
0.7

Alvenaria em bloco vazadao


5

0.25
.7 5 0.40x0.20x0.20m 4Ø10
0

ARC 1=0.20x0.75 ARC 2=0.20x0.20


4.8

x0

PA1
0
0.2

(20x20)

0.20

0.70
Ø6@15
1=

4.80 4.80
70x70x30
C
AR

Ø6@15

0.25
PLANTA DOS ARCOS ARC 3=0.20x0.90 ARC 3=0.20x0.90
Viga em betão 0.20x0.20m
Esc. 1:200
armado - V1 (B25) ±0.00 ±0.00 Solo natural
0.25 0.20 0.25

0.70

14 Bloco de fund. amaciçado

0.70
de 0.40x0.20x0.20m SAPATA ISOLADA

0.80
14

1.00
10Ø12
#Ø10@10
-0.70
0.90

84

8Ø12 -0.80
RECOBRIMENTO:
0.75

PA1
Fundação - 5,0cm

0.30
69

4Ø12 (20x20)

0.20
Pilar - 3,0cm
Ø8@15 14 Ø8@15 -1.00 -1.00 70x70x30 Viga - 3,0cm

0.05
Ø8@15 Laje - 3,0cm
0.20

14

0.10
0.70

0.20 0.20 0.20 0.60


MATERIAIS
Betão:
ARC 1=0.20x0.75 ARC 2=0.20x0.20 ARC 3=0.20x0.90 Sapata corrida betão simples (B25) PORMENORES DO PILAR - PA1 EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3
Betão de limpeza esp.= 0.05m (B15) Esc. 1:20 Aço: A400 NR
Viga em betão 0.20x0.75 Viga em betão 0.20x0.75 Viga em betão 0.20x0.75
Enrocamento esp.= 0.10m (Brita 4)
ESTRUTURA METÁLICA
Solo compactado esp.= 0.20m
Solo Natural Aço Laminado / Enformado: S275

Nota: Parafusos, Porcas e Chumbadores


ARCOS - CORTES PORMENOR TIPO DA PAREDE DO MURO
Esc. 1:20
Galvanizados : Classe 8.8
LATERAL E POSTERIOR Os muros lateral e posterior terão 2.20m de altura em alvenaria com secção 0.40x0.20x0.20m.
Esc. 1:20 Pilares de betão 0.20x0.20m espaçados a 3.80m entre eixos. Cordão de soldadura com
Juntas nos panos de alvenaria a meio vão. (1.90m). resistência igual à dos perfis
Pintura do muro com 1 demão de primário e 2 demãos de tinta de acabamento.

ENGENHEIROS
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
EMAIL [email protected]
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
EMAIL [email protected]
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
EMAIL [email protected]
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784
EMAIL [email protected]
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
DESENHADO
JUNHO 2021
A. NEVES
A. ESMAIL
CLIENTE
BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N°
ASSUNTO
BM-Res-Es-125
P 849
PORMENOR DOS MARCOS E MURO DE VEDAÇÃO
S-25
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE ESCALA/ PAPEL 1:50; 1:20 / A2
1:75; 1:30 / A3
0.20
0.20

0.20

0.60
0.60
Ø12@15

Ø12@15 Ø12@15
Ø6@10 Ø8
1.00

1.00
Ø12@15
0.80
1.25

Ø8@15

0.40

0.40

1.20
1.20
#Ø10@15

1.65
1.65
Ø6@10 166°

Ø8@15 Ø8@15 Ø8@15


1.00
0.25

0.40
1.00
166° #Ø10@15
#Ø10@15

0.25
0.25
Enroc. Esp. 0,10cm e areia 1.00
Solo compactado esp. 0.20cm 1.00
Solo Natural

Enroc. Esp. 0,10cm e areia Enroc. Esp. 0,10cm e areia


Solo compactado esp. 0.20cm Solo compactado esp. 0.20cm
Solo Natural Solo Natural

0.25 2.35 1.60 3.55 0.25 0.25 3.70 / 5.35 0.25

0.30 8.00 0.30 0.30 4.55 / 5.75 0.30

CORTE LONGITUDINAL (A-A) CORTE TRANSVERSAL (B-B)


Escala 1:25 Escala 1:25

0
1.0

0.44
60
°

1.00
B

2
9.2
Ø8@15

Ø12@15

6.45
Ø12@15

5.75
-1.80 ±0.00

0
1.0

L1
3.72

h=25 cm
Ø8@15
30°
0.15

2.79

-1.00
2.30

Ø8@15
0.50

A A
RECOBRIMENTO:
-0.60 Fundação - 5,0cm
Pilar - 3,0cm
1.40
1.80

Viga - 3,0cm
Ø12@15
Laje - 3,0cm
1.00
0.50

Ø12@15 Ø8@15
90

°
90

MATERIAIS
°

Betão:
0.25

0.25

EN206-1.C30/37. XC1(P).CL 0,4.Dmax20.S3


Aço: A400 NR
0.97 1.00

ESTRUTURA METÁLICA
0.25 1.50 0.85 1.60
B 3.55 0.25 Aço Laminado / Enformado: S275
8.00
Parafusos, Porcas e Chumbadores
Galvanizados : Classe 8.8
PLANTA DA LAJE DE FUNDO Cordão de soldadura com
Escala 1:25 resistência igual à dos perfis

REV DATA DESIGNAÇÃO


BANCO DE MOÇAMBIQUE BM-Res-Es-126
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
DATA
PROJECTADO
JUNHO 2021
A. NEVES
CLIENTE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N°
PROJECTO N° P 849 S-26
PISCINA - PLANTA DA LAJE DE FUNDO
TEL +258 21 322185 TEL +258 26 216684 TEL +258 272 - 21977 TEL +258 24 215784
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784 DESENHADO A. ESMAIL ASSUNTO
ENGENHEIROS
CONSULTORES , LDA.
EMAIL [email protected]
WWW.tec.co.mz
EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CALCULADO M. CARIMO PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL CORTE TRANSVERSAL E LONGITUDINAL
APROVADO A. NEVES DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:25 / A1
1:50 / A3
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

3. HIDRÁULICA

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - PARTE HIDRÁULICA

ÍNDICE
1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 1
1.1 Objectivos ............................................................................................................................... 1
1.2 Normas e Regulamentos Aplicados ........................................................................................ 1
2 REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ................................................................................ 2
2.1 Generalidades......................................................................................................................... 2
2.2 Água Fria ................................................................................................................................. 2
2.3 Armazenamento de Água ....................................................................................................... 3
2.3.1 Depósito Apoiado ................................................................................................................... 4
2.3.2 Depósito Elevado .................................................................................................................... 4
2.4 Água Quente........................................................................................................................... 5
2.5 Rede Interna ........................................................................................................................... 5
2.5.1 Aparelhos Sanitários............................................................................................................... 5
2.6 Ensaios .................................................................................................................................... 6
3 REDE HIDRÁULICA DA PISCINA ......................................................................................... 7
3.1 Descrição Geral....................................................................................................................... 7
3.2 Tubagens ................................................................................................................................ 7
3.3 Sistema de recirculação e tratamento de água...................................................................... 7
3.4 Bomba de recirculação ........................................................................................................... 8
4 REDE DE ESGOTOS ........................................................................................................... 9
4.1 Descrição Geral....................................................................................................................... 9
4.2 Águas Brancas.......................................................................................................................10
4.3 Águas Negras ........................................................................................................................10
4.4 Câmaras de Inspecção ..........................................................................................................11
4.5 Fossa Séptica ........................................................................................................................11
4.6 Ventilação Sanitária..............................................................................................................11
5 DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS .....................................................................................12
5.1 Generalidades.......................................................................................................................12
5.2 Dimensionamento Hidráulico...............................................................................................12
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................................................14

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas
TÉCNICA-Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021
1 INTRODUÇÃO
A presente memória refere-se aos preceitos a ter em conta na instalação das Redes de Abastecimento
de Água, Drenagem de Esgotos domésticos e de águas Pluviais, parte integrante dos trabalhos do
Projecto de Construção de uma Residência para o Director da Filial do Banco de Moçambique -
Inhambane, Província de Inhambane. O projecto integra um (1) edifício principal e anexo com dois (2)
pisos, os quais contêm compartimentos sanitários diversos, objectos do presente projecto hidráulico.
As opções hidráulicas foram adoptadas tendo em consideração não apenas os critérios de economia
e durabilidade dos materiais, como também as suas potencialidades estéticas.
Para o Projecto Hidráulico de abastecimento de água, propõe-se que o sistema de distribuição de água
potável seja feito por um grupo de pressurização, instalado junto ao depósito elevado. O material de
toda a tubagem enterrada e embutida será plástica, apenas será adimitida a aplicação da tubagem em
Ferro Galvanizada (FG) para instalações à vista e nas ligações das electrobombas.
No que diz respeito às águas residuais domésticas, estas serão canalizadas para uma rede, composta
por ramais, caixas de visita fossa séptica e dreno. A tubagem do sistema de drenagem e saneamento
será em uPVC ou mPVC, conforme as especificações técnicas do projecto.
As águas pluviais recolhidas nos edifícios serão recolhidas por tudos de queda drenadas no pavimento
e conduzidas para o exterior da parcela.

1.1 Objectivos
A concepção do projecto de instalações hidráulicas tem como intuito, fornecer água em qualidade e
quantidade suficiente, sob pressão adequada a todos os pontos de consumo e/ou de utilização
(aparelhos sanitários, torneiras de serviço, etc,), drenar as águas pluviais (das cobertutas dos edifícios
e dos pavimentos externos) e residuais e impedir o retorno das mesmas nas canalizações de
alimentação dos aparelhos e a entrada de gases de esgotos, de roedores ou insectos nas canalizações
dos edifícios.

1.2 Normas e Regulamentos Aplicados


O projecto de Instalações Hidráulicas Prediais foi concebido tendo em consideração o decreto 15/2004
que aprova o Regulamento dos Sistemas Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas
Residuais (RSPDADAR) e das Normas Técnicas aplicáveis.
O projectista teve em vista, dotar ao empreendimento de instalações Hidráulicas eficientes e capazes
de bem satisfazer às solicitações de utilização, considerando as boas práticas de engenharia civil e a
sua própria experiência para o benefício do projecto.

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2 REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

2.1 Generalidades
O projecto de instalações hidráulicas foi projectado para satisfazer as necessidades do Cliente no que
concerne ao abastecimento de água fria e quente. As redes de abastecimento de água fria e quente
serão instaladas em tubagem plástica materializada em Polietileno de alta densidade-PEAD/HDPE e
Polietileno Randômico-PPR ou em equivalente respectivamente.

2.2 Água Fria


O sistema de abastecimento de água ao edifício em estudo, efectuar-se-á a partir da rede pública de
abastecimento de água existente. Sucintamente, o sistema de fornecimento de água, será composto
pela fonte (rede pública) e dois depósitos de armazenamento sendo um apoiado e outro elevado.
A água será abastecida pela rede ao reservatório apoiado, através de um ramal principal de Ø 32mm,
materializado em PPR/HDPE - PN16 (1.6 Mpa) ou equivalente desde que seja de boa qualidade e
recomendado pelas Normas e Regulamentos anteriormente mencionadas.
No ramal de alimentação/ligação domiciliária, deverá ser instalado um novo contador de água de Ø
32mm (1¼”), de acordo com as peças desenhadas da rede de abastecimento de água.
Junto ao contador será colocada uma válvula de seccionamento e filtro à montante e uma válvula de
retenção a jusante. O contador somente será manobrado pelos gestores do sistema de abastecimento
de água. Toda a rede de abastecimento de água, será convenientemente seccionada por intermédio
de válvulas de cunha localizadas de modo a permitir sempre que necessário colocar fora de serviço
zonas em reparação/manutenção, de acordo com os desenhos da rede de abastecimento de água.
A distribuição principal será feita duplamente por gravidade e por bombagem a partir do depósito
elevado, de acordo com o traçado da rede.
A rega de jardim e/ou pátios exteriores locais, será garantida por tubagem enterrada materializada
em PEAD/PPR e será feita por uma rede gravítica a partir do depósito elevado.
Propõe-se que toda a tubagem da rede externa de abastecimento de água esteja enterrada a 0,5m de
profundidade, de modo que esteja devidamente protegida nos locais de circulação pedonal. A
tubagem de instalação interna será embutida nas paredes. Para efectuarem-se estas ligações internas,
será necessário abrir roços em algumas paredes e pavimentos, que deverão ser pronta e eficazmente
seladas, após a colocação da tubagem e o ensaio da pressão hidrostática. Caso a mesma seja a vista
por decisão do Dono de Obra, a mesma deverá ser montada e devidamente fixa nas paredes por
intermédio de braçadeiras preferencialmente cromadas.
Nos ramais secundários de distribuição de água potável serão executadas derivações em “Tê”
forquilhas e cruzetas de modo a permitir o fornecimento simultâneo de água aos diversos pontos da
edificação, tal como ilustram os desenhos da rede de canalização de água.
Todas as válvulas de seccionamento a instalar nos troços externos da rede de abastecimento de água,
deverão estar alojadas dentro de caixas de válvulas que serão executadas em paredes de alvenaria e
terão tampas em ferro fundido, de acordo com as dimensões ilustradas nas peças desenhadas. Na
entrada da tubagem aos edifícios serão instaladas válvulas de seccionamento á vista.

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A rede de abastecimento de água foi concebida, analisada e dimensionada, segundo o traçado ditado
pelos desenhos de arquitectura do edifício, tendo em conta o tipo de ocupação que se encontra
definida na parte arquitectónica deste projecto, os consumos instantâneos e os coeficientes de
simultaneidade regulamentares.
Adoptar-se-á uma pressão residual mínima e máxima de 15 e 40 m.c.a respectivamente (de acordo
com as normas em vigor no País) para garantir o suprimento de água ao edifício, em coerência com o
alto grau de conforto exigido ao edifício em questão.
Tendo em consideração o facto de que a velocidade mínima e máxima de água deverá situar-se entre
0,5 m/s e 2,0 m/s respectivamente, de modo a evitar possíveis incrustações provocadas por
velocidades baixas e diminuir os ruídos e golpes de ariete devido a velocidades de escoamento muito
elevadas, o dimensionamento da rede foi feito com uma velocidade média de 1,25 m/s e em função
dos caudais de cálculo, os quais correspondem as perdas de carga determinadas.
Os caudais de cálculo, conforme rege o Regulamento em vigor, tiveram como base os caudais
acumulados (Qa - somatório dos caudais instantâneos atribuídos aos dispositivos de utilização
ilustrados na tabela 1) e os coeficientes de simultaneidade, referindo-se estes últimos à possibilidade
de funcionamento não simultâneo da totalidade dos dispositivos de utilização.
Os coeficientes de simultaneidade foram fixados para uma dada secção pela relação entre o caudal
simultâneo previsível, ou seja, o caudal de cálculo e o caudal de todos os dispositivos de utilização
alimentados através dessa secção.
No cálculo dos caudais de dimensionamento (Qc) de condutas da rede de abastecimento de água,
foram empregues as expressões Matemática abaixo e os caudais instantâneos mínimos apresentados
na Tabela 1.

Qc  0.5469 xQa
0.5137
para Qa < 3,5l/s e

Onde Qa e Qc são os caudais instantâneos acumulados e de cálculo respectivamente (em l/s).

Tabela 1: Caudais Instantâneos


Aparelho Caudal instantâneo (l/s)
Lavatório individual 0,10
Banca lava-louça 0,20
Autoclismo 0,10
Máquina de lavar roupa 0,20
Tanque de lavar roupa 0,20
Urinol com fluxómetro 0,50
Chuveiro individual 0,15

2.3 Armazenamento de Água


Para o armazenamento de água, será fornecido e instalado 2 reservatórios, sendo 1 apoiado e outro
elevado. Estes reservatórios destinam-se a armazenar água essencialmente para o consumo, etc. Os
depósitos foram dimensionados para um período de reserva de 3 dias considerando vários consumos
(capitações) diários estabelecidos no Regulamento dos Sistemas Públicos de Distribuição de Água e

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de Drenagem de Águas Residuais vigente no País, de acordo com o tipo de utilização água no edifício
(habitação). Deste modo, no dimensionamento do reservatório, obteve-se:
Residência: 10 pessoas x 125 l/pessoa x dia = 1.25m³/dia
Consumo Diário – CD: 1.25m³/dia
Água para rega de jardins ou pátios: 10% x CD = 0.125m³/dia
Demanda Diária: 1.25+0.125 = 1.4m³/dia
Volume Total de Reserva: 3 dias x 1.4m³ =4.2m³
Capacidade do Reservatório apoiado = 60% de 4.2m³ = 2.25m³
Capacidade do Reservatório Elevado = 40% de 3.75m³ = 1.5m³
Capacidade dos depósitos adoptados: 3.0 e 1.5m³ para apoiado e elevado respectivamente.

2.3.1 Depósito Apoiado


A instalação será dotada de um reservatório plástico apoiado (horizontal) com um volume de 3000
litros de modo a garantir uma capacidade de armazenamento no piso térreo (na área técnica). Este
depósito receberá água da rede pública, sendo esta água depois bombeada para o depósito elevado
por meio de duas electrobombas de elevação com funcionamento alternado. Foi considerado que no
funcionamento normal do sistema a rede pública terá pressão suficiente para abastecer o depósito
apoiado.
O controlo do nível de água no reservatório apoiado será mecânico e basear-se-á no funcionamento
de bóia mecânica, a qual accionará para a paragem do enchimento.
As especificações das electrobombas a ser instaladas na saída do depósito apoiado são:
 Centrifuga de eixo horizontal – HyMS/G 2CM01-04 1x220/50 DL;
 Caudal nominal – 2.11 m3/h;
 Altura manométrica – 17.90 m3/h;
 Nº. de electrobombas – 2 unidade;
 Funcionamento alternado.

2.3.2 Depósito Elevado


Para a reserva de água no edifício, será fornecido e instalado um depósito elevado em material
plástico com capacidade de armazenamento de 1 500 litros, assente na laje de cobertura do anexo do
edifício, de acordo com as peças desenhadas. Este reservatório destina-se a melhorar a pressão da
rede interna, de modo a garantir o bom aprovisionamento de água, devendo para tal ser disposto um
hidropressor ou electrobomba de pressurização a saída do mesmo. O reservatório foi projectado para
garantir o armazenamento de água, de modo a responder a demanda em situações de corte no
abastecimento de água durante 3 dias.
A alimentação dos depósitos (elevado e apoiado) será feita pelas suas partes superiores e em cada um
será instalada uma bóia eléctrica e mecânica, as quais farão o controlo para arranque das bombas
quando o nível de água nos mesmos, for mínimo e máximo. Para efeitos de segurança, em caso de
uma eventual falha das bóias, cada reservatório será provido de um “tubo ladrão” (descarregador de
superfície) responsável pela drenagem da água em excesso. Cada tubo de descarga de superfície livre
estará ligado ao reservatório pela parte superior deste. Tratando-se de reservatórios plásticos, deverá

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se executar os orifícios para conexão desta tubagem. Nas tubagens de entrada e saída deste depósito
serão colocadas válvulas de seccionamento, de acordo com as peças desenhadas.
As especificações da electrobomba de distribuição ou pressurização a ser instalada na saída do
depósito elevado são:
 Centrifuga de eixo horizontal – CMBE 3-30 I-U-A-A-D-A AVBE;
 Caudal nominal – 3.6 m3/h;
 Altura manométrica – 25.0 m3/h;
 Nº. de electrobombas – 2 unidade;

2.4 Água Quente


Para o fornecimento de água quente, foi projectada a instalação de mini-sistemas de abastecimento
de água quente, compostos por termoacumuladores eléctricos com capacidades individuais conforme
as peças desenhadas. Os termoacumuladores deverão ser de boa qualidade de modo a satisfazer não
apenas o proprietário mas também os requisitos de qualidade estabelecidos e em vigor no País, no
que tange ao Abastecimento de água e Saneamento.
Uma parte dos termoacumuladores serão fixos nas paredes do edifício principal e outros no interior
do edifício anexo, através de parafusos específicos para o efeito de acordo com as peças desenhadas
e especificações técnicas. A distribuição de água quente nos vários pontos (lavatórios, chuveiros e
bancas lava louças) será feira por gravidade, a partir dos termoacumuladores por meio de tubagem
em Polipropileno Randómico - PPR PN16 (PN 1.6 Mpa) ou equivalente, de acordo com os desenhos da
rede de abastecimento de água. Cada aparelho de água quente deverá ser instalado com os seus
respectivos acessórios (válvulas de corte, de retenção, de segurança, redutora de pressão, etc.)
conforme as Normas, com vista a garantir o seu adequado funcionamento Hidráulico.

2.5 Rede Interna


2.5.1 Aparelhos Sanitários
Todos os aparelhos sanitários, tais com lavatórios, bancas lava-louça, chuveiro, sanitas etc., serão do
tipo indicado na arquitectura e a escolha das cores destes aparelhos, será da responsabilidade do
dono da obra, podendo por sua vez deixar ao critério do Fiscal, se assim entender.
Os tubos de alimentação de todos aparelhos sanitários serão derivados a partir de ramais de
distribuição, através de Tês e/ou forquilhas para o caso dos tubos localizados na zona intermédia da
canalização e curvas de 90° para o caso dos localizados na extremidade. Os tubos de alimentação dos
lavatórios e bancas lava-louças terão diâmetros de ¾”, de acordo com as peças desenhadas. Os
autoclismos e chuveiros também terão condutas com diâmetro de ¾” de acordo com os desenhos e
todos estes elementos serão providos de torneiras de esquadrias ou torneiras misturadoras de água
(fria e quente) e de buchas de redução (¾” x ½”) a partir das quais far-se-ão as ligações em tubos
flexíveis.
Todos os aparelhos sanitários como: bacias de retrete ou sanitas, lavatórios e bancas lava-loiças, serão
sifonados e serão do tipo aprovado pelos Serviços de Águas e Saneamento no País.

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2.6 Ensaios
Após a conclusão da montagem das redes dever-se-á proceder à lavagem de toda a tubagem e
desinfecção (com cloro) e antes do tapamento dos roços, a rede será ensaiada troço a troço com uma
pressão igual a 1,5 vezes a pressão de serviço da tubagem, com o mínimo de 900 Kpa e durante os
primeiros 30 minutos, nunca verificar-se uma redução da pressão de teste. Todos os materiais
hidráulicos, incluindo os equipamentos hidromecânicos e outros órgãos do sistema, deverão ser
igualmente levados aos devidos ensaios, cabendo o parecer da Fiscalização para a sua aplicação na
Obra.
Este ensaio de pressão deverá seguir o prescrito nas Especificações Técnicas da parte hidráulica e que
condiz com a Regulamentação Moçambicana.

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3 REDE HIDRÁULICA DA PISCINA
3.1 Descrição Geral
Refere-se à piscina, ao conjunto de instalações hidráulica destinadas às actividades aquáticas,
compreendendo o tanque, o sistema de recirculação e tratamento da água e a casa de máquinas.
A piscina, classificada como residencial privativa, possui 6.5 metros de comprimento e largura variável
de 1,4 metros a 5,7 metros de e será alimentada por tubagem plástica que terá como função de
recircular a água da piscina para o sistema de tratamento. A extremidade das tubagens, no interior da
piscina, será conectada a dispositivos de retorno, dispositivos de aspiração, coadeiras (skimmers) e
ralos de fundo. No exterior da piscina, as tubagens estarão conectadas à bomba de circulação com
pré-filtro e ao filtro.
A água proveniente do sistema de filtração (tratamento), bem como da descarga de superfície da
piscina, será conduzida para um dreno de infiltração.

3.2 Tubagens
Toda a tubagem do sistema de recirculação será em PVC. Junto ao aquecedor deverá ser utilizada
tubagem metálica, interligada com conexões construídas em materiais isolantes para evitar a
ocorrência de corrosão.
A velocidade de água nos troços de sucção e nos troços de retorno não deverá ser maior que 1,8 m/s
e 3 m/s.
Para o dimensionamento das tubagens considerou-se o caudal do projecto, com excepção das
tubagens das coadeiras (skimmers) em que foi considerado 50% tubagens do caudal do projecto.
A recarga de água na piscina será feita manualmente por meio de um ramal conectado logo após ao
contador domiciliário. Este ramal deverá estar dotado de uma válvula de seccionamento e um válvula
de retenção.

3.3 Sistema de recirculação e tratamento de água


A água da piscina deve apresentar condições físico químicas que não prejudiquem a saúde e o bem-
estar dos usuários e que não causem corrosão ou danos aos equipamentos. Estas características são
obtidas através dos tratamentos físico (filtração, aquecimento, etc) e químico (adição de produtos
químicos) da água do tanque.
Para a filtração da água da piscina será utilizado um filtro de areia de alta vazão, com meio filtrante
constituido de areia de sílica de granulometria adequada (0,5-0,8 mm), com pelo menos 0,30 metros
de espessura. O filtro deverá ser dotado de uma válvula selectora de seis posições para facilitar a
operação do mesmo.
Para o dimensionamento do filtro foi considerado um tempo máximo de recirculação de 6 horas. O
tempo de recirculação é o tempo necessário à filtração de um volume de água igual ao volume da
piscina. O caudal requerido e o tempo de recirculação foi determinado pelas expressões:
Vtanque
Qr =
t rm
Vtanque
tr =
Qp
O caudal requerido, nas condições estabelecidas, é de 5,6 m3/h.

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3.4 Bomba de recirculação
A altura total de elevação da bomba da recirculação deverá ser superior à perda de carga máxima do
sistema de recirculação. A bomba de recirculação será do tipo auto-ferrante, com pré-filtro
incorporado, podendo ser instaladas acima do nível da água.
O filtro e a bomba de circulação será do tipo combo filtration Modelo FSP400, ou equivalente com
bomba tipo SS033 com caudal máximo de 6,48 m3/h, potência de 6 W e pressão de 2 bar a 40oC. O
conjunto será instalado numa base sólida e nele deverá uma válvula selectora localizada
laternalmente ou na parte superior do filtro.
Será também instalado um visor de retrolavagem por forma a permitir observar a cor da água que flui
para o esgoto durante o processo de retrolavagem do filtro.

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4 REDE DE ESGOTOS
4.1 Descrição Geral
A rede de esgotos projectada, refere-se à canalização das águas residuais domésticas de todas as
peças sanitárias previstas na edificação, utilizando-se para o efeito um sistema separativo de águas
negras e brancas. Os esgotos domésticos serão conduzidos para uma rede horizontal enterrada,
composta por ramais de descargas, de ligação e colectores prediais, fossa séptica, drenos de infiltração
e caixas de inspecção estrategicamente implantadas, de modo a permitir efectuar a limpeza e/ou
manutenção da rede sempre que necessário.
A rede interna de esgotos dos edifícios será feita por intermédio de ramais de descarga individuais e
colectivos que farão a conexão com os aparelhos sanitários. Os ramais de descarga de águas residuais
serão interligados aos tubos de queda, sub-colectores e colectores principais.
Toda a rede de esgotos será materializada em tubos uPVC ou Mpvc (Policroreto de Vinil Modificado
rígido ou equivalente) rígido para a pressão nominal de 6 Kg/cm² e de 9 ou 10 Kg/cm² para tubagem
interna (dentro dos edifícios) e externa respectivamente.
Os diâmetros dos ramais individuis, ramais colectivos, ramais predias e colunas de ventilação da rede
de esgotos irão variar entre 50 a 160 mm, conforme os desenhos do sistema de saneamento. Em todos
os troços da canalização de esgotos considerou-se que o escoamento realiza-se a meia secção. A
tubagem externa desta rede deverá estar enterrada em valas individuais com largura de 0.80m e
profundidade variável, conforme o projecto de implantação do sistema de esgotos.
O dimensionamento dos ramais de descarga e tubos de queda foi feito em função dos caudais de
descarga atribuídos aos aparelhos sanitários instalados e nos coeficientes de simultaneidade, segundo
o “Regulamento de Sistemas Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais de
Moçambique”.
Todos os aparelhos sanitários como bacias de retrete ou bacia de retrete, lavatórios e urinóis serão
sifonados e serão do tipo comummente usado e reconhecidos pelos Serviços de Abastecimento de
Águas e Saneamento do país. O tipo e as marcas dos aparelhos sanitários serão conforme as
especificações do projecto arquitectónico.
Todas as casas de banho, cozinhas e lavandarias deverão possuir ralos de pavimento sifonados em aço
inox com diâmetros de 50mm.
No dimensionamento da tubagem da rede de esgotos, o caudal de cálculo foi obtido com base na
expressão abaixo extraída do “Regulamento de Sistemas Prediais de Distribuição de Água e de
Drenagem de Águas Residuais de Moçambique” e tendo em consideração aos caudais de descarga
apresentados na tabela abaixo (Tabela 2) e diâmetros mínimos dos ramais de descarga (Tabela 3).

Qc  7,3497  Qa
0 , 5352

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Tabela 2: Caudais de descarga

Aparelhos Caudal de descarga


(l/min)
Lavatório 30
Lava-louça 30
Bacia de retrete 90
Urinol de espaldar 90
Chuveiro 30
Tanque 60

Tabela 3: Ramais Individuais de Descarga de Cada Aparelho Sanitário (Gerais)


Ø mínimo Ø Sifão
Aparelho Qa(l/min)
(mm) (mm)
Sanita 90 (*) 90
Banheira 40 30 60
Ducha 40 30 30
Lavatório 40 30 30
Lava-louça 50 40 30
Bidé 40 30 30
Tanque de lavar 40 30 60
Pia de dispejo 50 (**) 30
Urinol Suspenso 50 (*) 60
Urinol de espaldar 75 60 90
Maquina de Lavar 50 40 60
(*) Incorporado no respectivo Aparelho Sanitário
(**) Não possui sifão
(*) Será o mesmo das águas negras

4.2 Águas Brancas


A tubagem de águas brancas e seus acessórios serão em mPVC, ou equivalente com diâmetros que
variam entre 50 mm a 110 mm e inclinação média de 1.5% de acordo com as indicações dos desenhos
da rede de esgotos.
As águas brancas serão direccionadas para os drenos horizontais ou poços absorventes com
dimensões indicadas, passando primeiramente pelas câmaras ou caixas de visita, de acordo com as
peças desenhadas.

4.3 Águas Negras


A tubagem e acessórios da rede de águas negras serão em mPVC ou equivalente com diâmetros de
110 mm, com inclinação média de 1.5% e estarão dispostos de acordo com os desenhos da rede de
esgotos.
As águas negras serão direccionadas para as câmaras de inspecção e destas, para a fossa séptica que
será executada na zona lateral do edifício.

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4.4 Câmaras de Inspecção
Todas as câmaras de inspecção serão executadas conforme regem os processos construtivos,
indicados no Regulamento dos Sistemas Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas
Residuais que vigora no País. As câmaras deverão ser executadas em paredes de alvenaria e levarão
tampas metálicas em Ferro Fundido dúctil (FFd) com dimensões indicadas nas peças desenhadas.
Para facilitar a limpeza da rede de esgotos, a distância máxima entre as câmaras de visita, não deverá
de modo algum exceder os 15 metros.

4.5 Fossa Séptica


Será construída uma fossa séptica em betão armado, com capacidade para 15 pessoas, na qual serão
canalizados os dejectos, conforme indicado no desenho referente à Rede de drenagem de Esgotos.
Todos os resíduos sólidos provenientes da rede das águas negras, serão depositados na fossa séptica
e passando desta somente a parte líquida para o dreno de infiltração, conforme rege o regulamento
vigente no País, na secção referente a Drenagem Pública de Águas Residuais (vide as peças
desenhadas). As dimensões da fossa séptica são apresentadas na peça desenhada da fossa deste
projecto e esta deverá ser executada tendo em atenção o número de pessoas previstas na edificação
(ver a tabela dimensional da fossa séptica).

4.6 Ventilação Sanitária


A ventilação secundária das redes de esgotos do edifício, será feita a partir da fossa séptica, por meio
de colunas de ventilação em mPVC da classe 12 ou equivalente (tipo vent pipe), com diâmetros de 75
a 110 mm e 5m de altura, de acordo com o pormenor da fossa séptica.
Por outro lado, a ventilação primária da rede de esgotos de edifício será garantida através do
prolongamento dos tubos de queda, fixos nas paredes através de braçadeiras, até a uma altura de
0,50m (mínimo) acima da laje de cobertura do edifício, o que irá permitir que todos os gases emanados
dos sub-colectores do edifício sejam encaminhados convenientemente para a atmosfera acima desta
cobertura sem a menor possibilidade de entrarem no ambiente interno do edifício, bem como para
evitar a ruptura dos selos hídricos dos sifões, por aspiração ou compressão conforme o indicado nos
desenhos da rede de esgotos.
Todas as colunas de ventilação da rede de esgotos, deverão ser instaladas de modo que qualquer
líquido que porventura, neles venha ter ingresso possa escoar-se completamente por gravidade, para
dentro do tubo no qual o ventilador tenha origem.

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5 DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
5.1 Generalidades
A rede de drenagem de águas pluviais da edificação, foi projectada de modo que as águas da
cobertura, sejam escoadas através de caleiras em betão e destas para tubos de queda, que por sua
vez conduzirão as mesmas até ao pavimento. As águas pluviais não serão reaproveitadas. Toda a água
sobre os pátios e sobre as coberturas será encaminhada ao jardim, valeta e colector público existente,
de acordo com os desenhos. Nas extremidades dos tubos de queda deverão ser instaladas curvas de
90°, de modo a dissipar a energia de escoamento, evitando-se deste modo a ocorrência de erosão,
etc.
Toda a tubagem de drenagem enterrada de águas pluviais, será em mPVC de Classe 9 ou equivalente,
com diâmetros e inclinações, indicados nas peças desenhadas e deverão ser instalados de acordo com
o Regulamentação prescrita e as Normas Técnicas correntemente regidas em estudos de índole
semelhante e seguindo o traçado apresentado nas peças desenhadas e regras de Engenharia de boa
execução.
Requer-se que os tubos de queda de mPVC – PN12 da rede pluvial sejam pintadas, fixos nas paredes
através de braçadeiras preferencialmente cromadas, enquanto os colectores horizontais sejam
enterrados de modo que estejam protegidos da insolação directa, evitando-se assim a sua degradação
prematura.

5.2 Dimensionamento Hidráulico


O dimensionamento da rede de águas pluviais (tubos de queda e colectores) foi efectuado tendo em
atenção o preconizado nas Normas Técnicas e no Regulamento dos Sistemas Prediais de Distribuição
de águas e de Drenagem de Águas Pluviais, em vigor no País.
O traçado dos tubos de queda foi definido de modo a obedecer os pontos de passagem previstos na
arquitectura e a garantir uma fácil acessibilidade de todo o sistema para todas as possíveis operações
de manutenção do mesmo, de acordo com o princípio dos traçados. Os caudais de cálculo foram
determinados através de curvas de Intensidade - Duração – Frequência (IDF) para a cidade de Maputo
afectado de um factor regional (regiões pluviométricas) igual a unidade para obter valores
correspondentes a região de Inhambane (K=1,0).
Estas curvas foram obtidas do Regulamento prescrito e fornecem, para as diferentes regiões
pluviométricas, valores das médias das intensidades máximas de precipitação. Foi considerando um
período de retorno 5 anos e duração da chuvada ou tempo de concentração de 5 minutos.
O dimensionamento dos tubos de queda de águas pluviais foi feito tomando como base os caudais de
influência obtidos empregando a expressão abaixo:

I (mm / h)  A(m 2 )
Q  1,2  ;
60
Onde:
Q – Caudal de Cálculo (l/min)
I – Intensidade de precipitação (mm/h)
A – Área da cobertura a drenar (m²)

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas
TÉCNICA-Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021 12| P á g i n a
H
Q e  (α  β  ) D H  2 g H
D
Onde:
Qe – Caudal escoado (m³/s)
H – Carga no tubo de queda (m)
g – Aceleração de gravidade (m/s²)
D – Diâmetro do tubo de queda (m)

O dimensionamento dos colectores é feito tendo em conta os caudais que recebem dos tubos de
queda e para a situação de secção cheia. Para este caso é usada a fórmula de manning-Strickler:

Q e  Ks x A x R 2/3 x J1/2
Onde:
Q – Caudal escoado (m³/s)
Ks – Coeficiente que expressa a rugosidade, para PVC Ks=120 (m1/3/s)
A – Área da secção transversal (m²)
R – Raio hidráulico (m)
J – Inclinação do colector (m/m)

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas
TÉCNICA-Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021 13| P á g i n a
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para a execução destes trabalhos, o empreiteiro indicado deverá contar com o mais vasto
conhecimento, apoiado e fundamentado num quadro técnico e mão-de-obra especializada e com
experiência neste campo de actividade e num parque de equipamentos específicos que lhe permite
garantir ao Dono da Obra grande eficácia e a mais alta qualidade técnica.
Não se descarta a hipótese de algumas recomendações constantes nesta memória descritiva virem a
sofrer alterações de ordem técnica, podendo por exemplo alguns materiais indicados serem
substituídos por outros de qualidade igual ou superior, desde que seja do consentimento da
Fiscalização e do Dono de Obra.
No que tange aos casos omissos, recomenda-se o cumprimento das disposições regulamentares
vigentes no País no que menciona as instalações hidráulicas e por outro que sejam acatadas as
instruções da Fiscalização, da arte de bem construir e do Dono de Obra dadas no decorrer da
empreitada.
A aprovação dos materiais será da responsabilidade de Fiscalizacao e/ou Dono de Obra, mediante
aproposta do empreiteiro através de Boletins de Aprovação de Materiais, incluindo especificações
técnicas originais dos materiais.

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas
TÉCNICA-Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021 14| P á g i n a
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

3. HIDRÁULICA

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
LEGENDA
20
Ø
Tubagem interna de água fria em PPR PN16
2 3 5 3
Tubagem interna de água quente em PPR PN16 20 4 6 7 8 9
Ø 05 B

20
Tubagem externa de água em PEAD PN16 1

20
10 10

Ø
20
Tubagem para água tratada da piscina em PVC PN9 18

Ø
01
x0
Ø .27 P2 a instalar pela entidade
20
15
x0
Tubagem para água não tratada da piscina em PVC .17
2 Ø40 fornecedora de água
18 P3
PN9
Ø25
Válvula de seccionamento Terreno
Ø25
Válvula de retenção
P1
P4
Torneira de serviço Para
Ø32 o reservatório
Ø20
elevado
Torneira misturadora 1 Tubagem de entrada em FG 6 Contador
2 Válvula de seccionamento 7 Junção telescópica
Termoacumulador eléctrico 3 Casquilho duplo 8 Válvula de retenção
TE

20
4 Filtro Y 9 Torneira de passagem

Ø
Ø2 5 Junção simples 10 Tubagem de saída
Contador 0
P8
Filtro de areia P7 PORMENOR DA LIGAÇÃO DO CONTADOR
Ø20
Ø20
Prumada ascendente com mudança de piso em Ø20
PPR PN16
P6 Ø20
Ø
20 Ø20
Prumadas descendente sem mudança de piso em
PPR PN16
P5

Ø20
Ø20
Electrobomba de elevação de água Ø20
B1 Q=2,11 m3/h & H=17,9 m Ø20
B2 Q=2,11 m3/h & H=17,9 m Ø50

Filtro de areia modelo FSP400 Q = 6,48 m3/h Ø2


5

Ø25
c/ bomba do tipo SS033 Q = 6,48 m3/h e
válvula selectora

2x Ø5
Ø5 0
0 (ág
ua
rej

Ø32
3 eit
xØ ad
a)
50

-0.15
Ø5
0

Ø5
±0.00

0
P9
Ø20

Ø5
0
Ø20
Dreno de infiltração

0
Ø = H = 2,5 m

Ø5

ie
rfíc
de Ø50
pe
su
Cap. 35 l

rga
TE

sca
-0.25

De
Ø20
Ø20
Ø5
0

-0.15

Ø32

5
Reservatório apoiado

Ø2
com cap. p/ 3.0 m³

2
Ø3
B1
B2
MATERIAIS

SIGLA DESIGNAÇÃO
Ø32

PPR Polipropileno reticulado Ramal para recarga de água na piscina


PVC Policloreto de vinilo
FG Ferro galvanizado
PEAD Polietileno de alta densidade

Ø25 Ø25
DA REDE
PÚBLICA
Ø32

H-01
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-01
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
PROJECTADO M. LANGA DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO PROJECTO N° P 849
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784 DESENHADO M. LANGA ASSUNTO PLANTA PISO 01/IMPLANTAÇÃO
ENGENHEIROS
CONSULTORES , LDA.
EMAIL [email protected]
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA MATERIAIS

Tubagem interna de água fria em PPR PN16 SIGLA DESIGNAÇÃO


Tubagem interna de água quente em PPR PN16
PPR Polipropileno reticulado
Válvula de seccionamento
Torneira misturadora

TE Termoacumulador eléctrico

Vaso de expansão de aquecimento com capacidade 05


de 18 litros Cap. = 100 l Cap. = 50 l
10 Ø20
Ø20
Prumada ascendente com mudança de piso 18
01
x0
.27
mudança de piso em PPR PN16 x0
.17
15
TE TE TE
2 18 P3
Ø20 Ø25 Ø25
Prumadas descendente sem e com mudança de piso
em PPR PN16 P4
P1
Ø25
Ø32
P2
Ø40

Troços por baixo


da laje

Ø32
Ø25
P7
Ø20

P6 P8
Ø20 Ø20 Ø20
Ø20
P5
Ø20

Ø20
Ø20
Ø20
Ø20
Ø20

Ø20
Ø20
Ø20
P9
Ø20 TE

Cap. 80 l
Ø20 (localizado por cima
Ø20 do tecto falso)

H-02
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-02
MAPUTO
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA MATERIAIS

Tubagem interna de água fria em PPR PN16 SIGLA DESIGNAÇÃO


Válvula de seccionamento PPR Polipropileno reticulado
Válvula de retenção

Prumada ascendente sem mudança de piso em PPR


PN16 Reservatório elevado

B3 B4
com cap. p/ 1.5 m³ Ø40
Prumadas descendente com mudança de piso em 05
PPR PN16
10
Electrobomba 01 18 Ø40
x0
B3 Q=3,6 m3/h & H=25 m .27

Ø32
15
x0

Ø20
.17
B4 Q=3,6 m3/h & H=25 m 2 18

Sentido de escoamento
P3 (troço graviítico)
P1
Ø25
Ø32
P2
Ø40

H-03
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-03
MAPUTO
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA LIGAÇÃO AOS DISPOSITIVOS DE UTILIZAÇÃO

Tubagem de águas brancas em uPVC PN6


DISPOSITIVOS DE UTILIZAÇÃO Q (l/s) Ø (mm) Materiais
Tubagem de águas negras em uPVC PN6 05
Ll Pia lava-louça 30 50 PVC

Ø5
10
Sifão Lv Lavatorio 30 50 PVC

0
01 18
x0
Ralo de pavimento em PVC
.27
x0
15 Br Bacia de retrete 90 90 PVC
.17
2 Ba Banheira 60 50 PVC
Ø5
18

Sentido de escoamento 0 Rp Ralo de pavimento - 50 PVC


Ø1
10
Dn
Tubo de queda em uPVC n - n° do tubo; Ø -
Ø
- diâmentro (mm) em uPVC PN6 V8 5
Ø75 Ø7
Ø

Ø110
11
Caixa de inspecção 40x40 cm em betão armado 0
MATERIAIS
V9 Ø
11
Ø110 0 Ø110 Ø110
Caixa de retenção de gorduras tampa em FF
SIGLA DESIGNAÇÃO

Ø1
s
Ø110 Ø110

oa

1
pe a
ss

0
PVC Policloreto de vinilo

15 tic
Ø11

p/ ép
0

p. a s
uPVC Policloreto de vinilo

Ca oss
Ø FF Ferro fundido
11

Ø75

Ø
F
Ø1

11
0 10

Ø50

0
Ø5
V7

Ø1
0
Ø5 Ø75
0

10

Ø5
Ø5

0
0

Ø50
V10

0
11
Ø110 D5

Ø
Ø75

Ø1

Ø125
Ø

10
11
D4

0
Ø110

Ø110
D3
Ø75

Dreno de infiltração

-0.15
Ø = H = 2,0 m

Ø1
10

±0.00
D2
Ø75

Ø110
Ø110
D1
Ø110

Ø
V1
11
Ø1

0
Ø75
10

Ø1
10
-0.25

Ø50

-0.15

H-04
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-04
MAPUTO
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NAMPULA
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FAX +258 21 322186
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA LIGAÇÃO AOS DISPOSITIVOS DE UTILIZAÇÃO

Tubagem de águas brancas em uPVC PN6


DISPOSITIVOS DE UTILIZAÇÃO Q (l/s) Ø (mm) Materiais
Tubagem de águas negras em uPVC PN6
Ll Pia lava-louça 30 50 PVC
Sifão Lv Lavatorio 30 50 PVC
Br Bacia de retrete 90 90 PVC
Ralo de pavimento em PVC
Ba Banheira 60 50 PVC
Caixa de pavimento em PVC com tampa em aço inóx Rp Ralo de pavimento - 50 PVC
05

Sentido de escoamento 10
01 18
x0
Dn .27
x0
15
Tubo de queda em uPVC .17
Ø 2 18
n - n° do tubo; Ø - diâmentro (mm) MATERIAIS
Vn
Coluna de ventilação em uPVC n - n° do tubo; Ø -
Ø
- diâmentro (mm) em uPVC PN6 SIGLA DESIGNAÇÃO

Terminal de ventilação em PVC de diâmentro igual a PVC Policloreto de vinilo


Vn uPVC Policloreto de vinilo

D5
Ø75

D4
Ø110

D3
Ø75

0
Ø5

Ø50
Ø50

Ø75
D2 D2
Ø75 Ø75

D1 D1

Ø1
Ø110 Ø110
10

H-05
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-05
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA LIGAÇÃO AOS DISPOSITIVOS DE UTILIZAÇÃO

Vn DISPOSITIVOS DE UTILIZAÇÃO Q (l/s) Ø (mm) Materiais


Coluna de ventilação em uPVC n - n° do tubo;
Ø
Ø - diâmentro (mm) em uPVC PN6 Ll Pia lava-louça 30 50 PVC
Lv Lavatorio 30 50 PVC
Terminal de ventilação em PVC de diâmentro igual Br Bacia de retrete 90 90 PVC
a Vn Ba Banheira 60 50 PVC
Rp Ralo de pavimento - 50 PVC
05

10
01 18
x0
.27 15
x0
.17
2 18
MATERIAIS

SIGLA DESIGNAÇÃO

PVC Policloreto de vinilo


uPVC Policloreto de vinilo

V6
Ø75

V5
Ø110

V4
Ø75

V3
Ø75

V2
Ø110

H-06
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-06
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
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PEMBA
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FAX +258 21 322186
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA
MATERIAIS

Tubagem de águas pluviais em uPVC PN6


Pn SIGLA DESIGNAÇÃO
Tubo de queda n (n - identificação do tubo; Ø -
Ø
05
- diâmetro em mm) em uPVC PN6 10
PVC Policloreto de vinilo
01 18
x0
Tubo de queda metálico com secção 200 x 120 mm .27
x0
15
.17
2 18
Tampa em grelha metálica embutida fabricada em
barras com 0.5 x 0.5 x 0.04 m
P9 P8
Caixa de inspecção 40x40 cm em paredes de
0.5% Ø75 Ø75 0.5%
alvenaria e fundo permeável

Sentido de escoamento P10


Ø75

0.5% 0.5% 0.5% 0.5%

Ø110

Ø110
P6

P7

0.5%
P11
Ø75

0.5% 0.5%

0.5%

0.5%
0.5% 0.5% 0.5%

-0.15
±0.00

0.5%

0.5%
0.5% 0.5% 0.5%

P5 P4
Ø110 Ø110

-0.25

0.5%
-0.15
P3 P2
200x120 Ø110

Ø125

Ø110

Ø110
P1
Ø1
40

Pa via
na
ra pú
de bl
sc ica
ar
ga

H-07
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-07
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
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TEL +258 272 - 21977
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA
MATERIAIS

Tubagem de águas pluviais em uPVC PN6


SIGLA DESIGNAÇÃO
Pn
Tubo de queda n (n - identificação do tubo; Ø - PVC Policloreto de vinilo
Ø
- diâmetro em mm) em uPVC PN6

Tubo de queda metálico com secção 200 x 120 mm


200 x 120 mm
0.
Ralo hemisférico metálico em Ferro Fundido com 5%
descarga vertical
05

10

Sentido de escoamento 01 18
x0
.27 15
x0
.17
2 18

0. P9 P8
5%
Ø75 Ø75

P10
Ø75

0.
5%

P6 P7
Ø110 Ø110

P11
Ø75

P5 P4
Ø110 Ø110
0.5%

0.5%

0.5%
0.5%

0.5%

0.5%

P2

0.5%

0.5%
Ø110
200x120

Troço por baixo 0.5%


P3

da laje
0.
5%
0.5%
0.5%
%
0.5

0.5%

Ø110
P1

H-08
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-08
MAPUTO
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TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784 DESENHADO M. LANGA ASSUNTO PLANTA PISO 02
ENGENHEIROS
CONSULTORES , LDA.
EMAIL [email protected]
WWW.tec.co.mz
EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
LEGENDA
MATERIAIS

Tubagem de águas pluviais em uPVC PN6


SIGLA DESIGNAÇÃO
Pn
Tubo de queda n (n - identificação do tubo; Ø - PVC Policloreto de vinilo
Ø
- diâmetro em mm) em uPVC PN6

Ralo hemisférico metálico em Ferro Fundido com


descarga vertical

Sentido de escoamento 05

Caleira em betão armado (ver projecto estrutural) 10


01 18
x0
.27 15
x0
.17
2 18 0.5% 0.5%

P8
Ø75

0.5% 0.5%

P6 P7
Ø110 Ø110

0.5%
P3'
Ø110
0.5%
0.5% 0.5% 0.5%

P3
200x120

H-09
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA AGOSTO 2021 CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE DESENHO N° BM-Planta-Hi-09
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
PROJECTADO M. LANGA DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO PROJECTO N° P 849
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784 DESENHADO M. LANGA ASSUNTO PLANTA DA COBERTURA
ENGENHEIROS
CONSULTORES , LDA.
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CALCULADO - PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA 1:100
C
Tampa metálica
em ferro fundido
de 0.50x0.50
CAIXA DE INSPECÇÃO E LIGAÇÃO CAIXA DE RETENÇÃO DE GORDURAS

0.15
0.70 0.90

0.15 0.40 0.15 Entrada Saida


0.15 0.30 0.05 0.15

0.40
0.25

Saida
B ± 0.00 0.10
0.15

0.15

0.10
0.15
1.25
A A 0.05
0.02
0.70

0.40

Entrada Saida

0.40

0.70

0.40
B B Reboco 1:3
0.15

0.15

0.15
PLANTA PLANTA
0.15
Escala 1:20 Escala 1:20
Entrada

C PORMENOR 1
0.15 0.45 0.15 Escala 1:10

0.75

PLANTA
CAIXA DUPLA
Escala 1:20

Tampa metálica Tampa metálica


em ferro fundido em ferro fundido
de 0.50x0.50 de 0.50x0.50
Tampa metálica em
ferro fundido de 0.50x0.50
Tampa metálica em
ferro fundido de 0.50x0.50

1 ± 0.00
1 ± 0.00
0.10

Entrada
Variável

Reboco 1:3 Saida


0.50
0.40
0.05

0.10 0.10
Betão simples 1:2:4
0.10 0.10
0.15

Betão simples 1:2:4


Betão limpeza 1:4:7
0.05
0.08 0.05
CORTE A-A Reboco 1:3 Betão limpeza 1:4:7
Escala 1:20 CORTE B-B CORTE C-C
Escala 1:20 Escala 1:20
NOTA: Todas as tampas caixas de inspecção do sistema de saneamento,
deverão ser em ferro fundido, classe B125, e respectivo aro metálico
e deverão possuir identificação ''SANEAMENTO'', ''ESGOTOS''
ou outra designação similar Materiais:
Betão: B25

BANCO DE MOÇAMBIQUE
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
REV DATA DATA
PROJECTADO
AGOSTO 2021
M. LANGA
CLIENTE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO

ASSUNTO
BM-G-Hi-210
P 849
DESENHOS GERAIS
H-10
TEL +258 21 322185
FAX +258 21 322186
TEL +258 26 216684
FAX +258 26 216958
TEL +258 272 - 21977
FAX +258 272 - 20973
TEL +258 24 215784
FAX +258 24 215784 DESENHADO A. MUSSAVELE
ENGENHEIROS - DETALHES DAS CAIXAS DE INSPECÇÃO
CONSULTORES , LDA.
EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CALCULADO M. LANGA PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
WWW.tec.co.mz
DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - NAMPULA E DE RETENÇÃO DE GORDURAS
APROVADO S. SANTOS
ESCALA 1:20, 1:10
Tampa metálica
em ferro fundido
de 0.50x0.50

0.70

0.15 0.40 0.15

± 0.00 0.10

0.15

0.10
Parede em Alvenaria
A A 0.05
0.02

0.70

0.40
Reboco 1:3

0.15

0.15
PLANTA
Escala 1:20
PORMENOR 1
Escala 1:10

0.45

0.13 0.20 0.13

Aterro com solo local ou importado, compactado


mecanicamente uniformemente em
em camadas de 20 cm.

0.40
0.70
Tampa metálica em
ferro fundido de 0.50x0.50
1 N.T.

0.25

D
0.05
0.65

0.75

Aterro com solo granular seleccionado,


compactado em camadas de 10cm.

PORMENOR DE ASSENTAMENTO DA
0.10

0.15 0.40 0.15


CAIXA DE TUBAGEM
0.70 ALÇADO
Escala 1:10
CORTE A-A
Escala 1:20

NOTA: Todas as tampas caixas de válvulas do sistema de abastecimento de água,


deverão ser em ferro fundido, classe B125, e respectivo aro metálico
Materiais:
e deverão possuir identificação ''ÁGUA'', ou outra designação similar
Betão: B25

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
QUELIMANE
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REV DATA DATA
PROJECTADO
AGOSTO 2021
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CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
BM-G-Hi-211
P 849 H-11
TEL +258 21 322185 TEL +258 26 216684 TEL +258 272 - 21977 TEL +258 24 215784
DESENHADO A. MUSSAVELE ASSUNTO DESENHOS GERAIS
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784
ENGENHEIROS - DETALHES DAS CAIXAS DE VÁLVULAS
CONSULTORES , LDA.
EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CALCULADO M. LANGA PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
WWW.tec.co.mz PORMENOR DE ASSENTAMENTO DA CAIXA DE TUBAGEM
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - NAMPULA
ESCALA 1:20, 1:10
Tubo de ventilação secundária
J J

Meias ondas de betão para


J espalhamento de águas negras

N
J 60 J L J J
A B G Q

Ø110 Ø6"
B

60
C

ARMADURAS

Armadura Ø10 @100mm J J


P

PLANTA

Tampa metálica em Tubo de ventilação


ferro fundido de 0.50x0.50

Min. 2.50
NÍVEL DO
PAVIMENTO

DN110
TAMPAS
Max. 60x60
0.50

Min. 40x40
Armadura Ø10 @100mm
± 0.00
O

O
0.50

I
0.10

S
ESCÓRIAS MINERAIS
0.05

Ø110
Ø110

R
Betão de limpeza
D

F Ø6"

J
#Ø10@10
M

Tacos de betão para


suporte da grelha
T

Grelha de Betão

Betaõ de limpeza J
#Ø10@10
CORTE LONGITUDINAL

CAPACIDADE DIMENSÕES
N° DE N° DE
PESSOAS LITROS
A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T NOTA: Todas as tampas caixas de inspecção do sistema de saneamento,
Materiais
deverão ser em ferro fundido, classe B125, e respectivo aro metálico
10 3000 150 100 120 100 30 130 90 120 70 10 10 20 25 10 380 140 150 90 50 e deverão possuir identificação ''SANEAMENTO'', ''ESGOTOS''
ou outra designação similar BETÃO: B25
15 4500 180 120 135 120 30 150 100 135 80 12 10 20 25 10 446 159 172 102 50
Recobrimento: 4cm

BANCO DE MOÇAMBIQUE
MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
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REV DATA DATA
PROJECTADO
DESENHADO
AGOSTO 2021
M. LANGA
A. MUSSAVELE
CLIENTE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N° BM-G-Hi-212
PROJECTO N° P 849
ASSUNTO DESENHOS GERAIS
H-12
ENGENHEIROS EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected] EMAIL [email protected]
CALCULADO M. LANGA PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
CONSULTORES , LDA. WWW.tec.co.mz
APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
ESCALA S/E
#Ø6@10

el
A A

v
riá
DAS DESCARGAS

Va
DE FUNDO
FGØ10''
FGØ10''

BLOCOS DE BETÃO
VIBRADOS
PLANTA
S/E Tampa em betão armado ao traço 1:2:4

BLOCOS VIBRADOS
ARGAMASSA
± 0.00

#Ø6@10

VARIÁVEL

DAS DESCARGAS
DE FUNDO
FGØ10''
Min.1.50

Tampa em betão armado ao traço 1:2:4

ABERTURA PARA DRENAGEM ENROCAMENTO Ø 50-100mm

CORTE A-A
S/E

MAPUTO
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 2526
NAMPULA
AV. 25 DE SETEMBRO Nº 31 R/C
PEMBA
Rua DO CHAI Nº 1518 CARIACÓ
QUELIMANE
Rua HEROIS DA LIBERTAÇÃO NACIONAL Nº 309 1ºANDAR
REV DATA DESIGNAÇÃO DATA
PROJECTADO
AGOSTO 2021
M. LANGA
CLIENTE BANCO DE MOÇAMBIQUE
DEPARTAMENTO DE APROVISIONAMENTO E PATRIMÓNIO
DESENHO N° BM-G-Hi-213
PROJECTO N° P 849 H-13
TEL +258 21 322185 TEL +258 26 216684 TEL +258 272 - 21977 TEL +258 24 215784
DESENHADO A. MUSSAVELE ASSUNTO DESENHOS GERAIS
FAX +258 21 322186 FAX +258 26 216958 FAX +258 272 - 20973 FAX +258 24 215784
ENGENHEIROS - DRENO DE INFILTRAÇÃO
CONSULTORES , LDA.
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CALCULADO M. LANGA PROJECTO RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL
WWW.tec.co.mz

APROVADO S. SANTOS DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE


ESCALA 1:20, 1:10
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

4. ELECTRICIDADE

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - PARTE ELÉCTRICA

ÍNDICE
CAPÍTULO I - INSTALAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA .............................................. 2

1. GERAL.......................................................................................................................................... 2

2. ALIMENTAÇÃO ............................................................................................................................ 2

3. CONDIÇÕES AMBIENTAIS............................................................................................................ 2

4. CARGAS ....................................................................................................................................... 2

5. QUADROS.................................................................................................................................... 5

6. ILUMINAÇÃO............................................................................................................................... 5

7. TOMADAS DE USO GERAL ........................................................................................................... 5

8. TOMADAS DE USO ESPECIAL ...................................................................................................... 5

8.1 TOMADAS PARA AVAC .............................................................................................................. 5

9. CANALIZAÇÕES............................................................................................................................ 6

10. REDE ESTRUTURADA (DADOS) ............................................................................................ 6

11. SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSO ................................................................................... 6

12. APARELHAGEM .................................................................................................................... 6

13. PROTECÇÕES........................................................................................................................ 6

14. SEGURANÇA ......................................................................................................................... 7

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Niassa


Memória Descritiva e Justificativa – Electricidade 1| P á g i n a
TÉCNICA, Engenheiros Consultores, Lda. – Dezembro de 2020
CAPÍTULO I - INSTALAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

1. GERAL
O presente projecto refere-se à Instalação Eléctrica e de Telefones da Residência do Banco de
Moçambique (BM) na Cidade de Inhambane, Província da Inhambane. A instalação Eléctrica destina-
se a alimentar cargas de Iluminação, Tomadas de Uso Geral, Força Motriz, Aparelhos de
Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (AVAC), assim como o sistema de comunicação e
segurança.

2. ALIMENTAÇÃO
A alimentação da instalação será feita pela rede distribuição de Baixa Tensão da EDM (Electricidade
de Moçambique), por meio de um ramal de ligação, montado subterrâneamente. Também está
previsto um Grupo Gerador (GG) de Emergência de 50kVA. Um Quadro de Transferência Automática
(QTA) que fará a transmissão das cargas, da rede pública para o Grupo Gerador em caso de falha de
energia na rede da EDM e devolução das cargas para a rede quando esta for restabelecida.

O ramal ou chegada foi dimensionado em função das cargas previstas no edifício e uma percentagem
de evolução de cargas em 5%. O alimentador será em cabo VAV3x25+2G16mm². Para o enfiamento
do cabo, será montado um tubo em PVC com 63 mm de diâmetro.

3. CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Para efeitos de projecto foram assumidas as condições ambientais que se apresentam na tabela 1.

Tabela 1

Parâmetros Ambientais Assumidos


Parâmetro Valor
Temperatura máxima do ar 40 0C
Temperatura mínima do ar 0 0C
Humidade relativa 85 0C

4. CARGAS
A potência máxima simultanêa estimada do edifício (Pmst) é de 31,087.39 W. Mais detalhes são
apresentados na tabela abaixo.

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Tabela 3: Cargas do Quadro Eléctrico da Residência do Banco de Moçambique / Piso 1

RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE

QE - RP1

RECEIVERS Puni [W] Pi [W] Ku Pu [W] Ks Pst [W]


Qua

Iluminação 1,183.20 1.00 1,183.20

Tomadas de Uso Geral 8,377.60 0.60 5,026.56


Tomadas de Uso
Específico 4,000.00 0.75 3,000.00
Ar Condicionado
12000Btu/h 1,600.00 2.00 3,200.00 1.00 3,200.00
Ar Condicionado
18000Btu/h 2,000.00 3.00 6,000.00 1.00 6,000.00
Total
22,760.80 18,409.76 0.80 14,727.81

P = 14,727.81 W
Is = 26.33 A
S = 17,326.83 VA

Tabela 4: Cargas do Quadro Eléctrico da Residência do Banco de Moçambique / Serviços Auxiliares


QE - AX

RECEIVERS Puni [W] Pi [W] Ku Pu [W] Ks Pst [W]


Qua

Iluminação 306.00 1.00 306.00

Tomadas de Uso Geral 2,094.40 0.85 1,780.24


Termoacumulador
(100l) 1,200.00 3.00 3,600.00 1.00 3,600.00
Total
6,000.40 5,686.24 0.80 4,548.99

P = 4,548.99 W
Is = 8.13 A
S = 5,351.76 VA

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Tabela 2: Cargas do Quadro Eléctrico da Residência do Banco de Moçambique / Rês - do - Chão
QE - RBM

RECEIVERS Puni [W] Pi [W] Ku Pu [W] Ks Pst [W]


Qua

Iluminação 2,760.80 1.00 2,760.80

Tomadas de Uso Geral 8,377.60 0.60 5,026.56


Tomadas de Uso
Específico 5,500.00 0.60 3,300.00

Comunicação/Segurança 500.00 1 500.00 1.00 500.00


Ar Condicionado
12000Btu/h 1,600.00 2.00 3,200.00 1.00 3,200.00
Ar Condicionado
18000Btu/h 2,000.00 2.00 4,000.00 1.00 4,000.00

QE - RP1 14,727.81 0.80 11,782.25

QE - AX 4,548.99 0.80 3,639.19

QE - B 3,500.00 0.80 2,800.00


Total
47,115.20 37,008.80 0.80 29,607.04
Coeficiente de Evoluição da Carga (Ke) = 5%

P = 31,087.39 W
Is = 55.57 A
S = 36,573.40 VA

As fórmulas usadas nos cálculos foram:


Pi = Puni x Qua
Pu = Pi x Ku
Pst = Pu x Ks
Pmst = (1+Ke) x Pst
Is = Pmst/ (1,732 x U x FPM)
Os símbolos acima apresentados têm os significados seguintes:
Puni – potência unitária da carga
Pi - potência instalada
Pu – potência de utilização
Pst – potência de serviço
Pmst – potência máxima de serviço
Is – corrente máxima de serviço
Ic – corrente de cálculo
Ku- coeficiente de utilização do receptor
Ks - coeficiente de simultaneidade das cargas nos diferentes pisos.

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U - tensão de serviço
FPM – factor de potência médio
Kt – coeficiente de correcção da corrente máxima admissível do condutor (Iz) em função da
temperatura.

As correntes máximas de serviço (Is) foram calculadas assumindo um factor de potência médio (FPM)
de 0.85, tensão de serviço trifásico (U) de 380 V e distribuição equilibrada das cargas pelas fases.

Para as tomadas de uso geral os valores indicados correspondem ao respectivo número de circuitos e
à potência instalada e de utilização por circuito.

5. QUADROS
Os quadros serão de encastrar, metálicos, ou de PVC rígido e autoextinguível provido de grades
amovíveis para fixação dos equipamentos, espelho e porta com chave e conterá os equipamentos
indicados no respectivo desenho os quais serão do tipo que se apresenta na tabela 5.

Tabela 5
Tipo de Equipamentos dos quadros eléctricos
Desingnação Tipo
Limitador de sobretensões LI
Disjuntor diferencial DD
Disjuntor magneto-térmico DA
Contactor HH1
Interruptor horário AB

6. ILUMINAÇÃO
A iluminação interior e exterior foi projectada de forma a proporcionar conforto e segurança no
trabalho, contribuir para a segurança das instalações contra a intrusão e de modo a harmonizar as
luminárias com os arranjos arquitecturais.

A iluminação periférica é constituída por apliques montados ao longo do muro de vedação. O


comando da iluminação será efectuado automaticamente por um interruptor horário digital.

7. TOMADAS DE USO GERAL


A residência será servida de tomadas de uso geral conforme apresentado nos respectivos desenhos.
Estas tomadas destinam-se alimentação de cargas portáteis.

8. TOMADAS DE USO ESPECIAL


8.1 TOMADAS PARA AVAC
Cada aparelho de aquecimento e ar-condicionado será alimentado por circuito dedicado terminando
em tomada ou caixa terminal.

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9. CANALIZAÇÕES
A canalização no interior do edifício e nos anexos será constituída por condutores V enfiados em
tubo VD embebido na parede e nos tectos. Não será permitido o recurso a canalizações embebidas
no pavimento. A alimentação do edifício será executada em cabo VAV com a secção apresentada nos
desenhos.

10. REDE ESTRUTURADA (DADOS)

A rede de dados, será do tipo instalação estruturada baseada em cabos UTP (categoria 6e) em Tubos
Isogris Ø16mm, usando tomadas RJ45 de encastrar na parede.

A caixa Repartidora será montada no primeiro piso, ao lado do Quadro Eléctrico (QE - RM) e no
segundo piso.

Os componentes, a instalação e os testes da rede estruturada devem cumprir standards ISO / IEC
11801 e IEC 332-1.

11. SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSO


O controlo de acesso é monotorizado por um sistema de video porteiro constitido por:

-Posto Externo
 Telecâmara a cores.
 Módulo fónico 1 botão.
 Frontal e quadro com acabamento em cor aluminio.
 Caixa de encastrar.

-Posto Interno
 Monitor mãos livres de encastrar com display LCD 3,5’’ a cores, cor aluminio
 Caixa de encastrar.

-A alimentação do sistema será feita a uma tensão de 230V (AC) e a saída a 27V (DC)
-Adaptador de video (2 módulos DIN).

12. APARELHAGEM
Os aparelhos de comando da iluminação e as tomadas serão do tipo OC. As luminárias serão do tipo
descrito na cédula de luminárias e assinaladas nos respectivos desenhos.

13. PROTECÇÕES
A instalação está dotada de protecção contra sobretensões com o intuíto de proporcionar uma
primeira etapa de protecção de aparelhos electrónicos sensíveis, no entanto, não é dispensável o uso
de protecção local de cada aparelho ou grupo de aparelhos.

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14. SEGURANÇA
Toda instalação será montada em conformidade com o Regulamento de Segurança de Instalações de
Utlização de Energia Eléctrica de Portugal, aprovado por Decreto-Lei nº 740/74 de 26 de Dezembro.

A protecção das pessoas e bens contra contactos indirectos será assegurada pela combinação do uso
de disjuntores diferenciais e ligação de todas as massas a uma terra de protecção única.

As terras poderão ser executadas com qualquer tipo de eléctrodos previsto no Regulamento acima
mencionado e a resistência total da terra de serviço não deverá exceder os 10 ohms, medidos em
cada um dos quadros de utilização. A interligação entre eléctrodos será feita com condutor de cobre
nú de 25 mm². O condutor geral de terra será em condutor V de 16 mm².

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Niassa


Memória Descritiva e Justificativa – Electricidade 7| P á g i n a
TÉCNICA, Engenheiros Consultores, Lda. – Dezembro de 2020
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

4. ELECTRICIDADE

PEÇAS ESCRITAS
PEÇAS DESENHADAS
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

1. C . CIVIL
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

ÍNDICE

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 1

ESPECIFICAÇÃO 1 - GENERALIDADES 3

ESPECIFICAÇÃO 2 - DEMOLIÇÕES 5

ESPECIFICAÇÃO 3 - ESCAVAÇÃO E ATERRO 6

ESPECIFICAÇÃO 4 - BETÃO SIMPLES OU ARMADO 8

ESPECIFICAÇÃO 5 - MOLDES PARA BETÃO 13

ESPECIFICAÇÃO 6 - AÇOS EM ARMADURAS 15

ESPECIFICAÇÃO 7 -ALVENARIA DE BLOCOS DE CIMENTO E DE TIJOLO 17

ESPECIFICAÇÃO 8 - APLICAÇÃO DE ARGAMASSAS EM REBOCOS 18

ESPECIFICAÇÃO 9 - REVESTIMENTOS SOBRE ALVENARIA E BETÃO 20

ESPECIFICAÇÃO 10 - BETONILHAS EM PAVIMENTOS 22

ESPECIFICAÇÃO 11 – REVESTIMENTO DE PISOS 24

ESPECIFICAÇÃO 12 - REVESTIMENTOS DE TECTOS 26

ESPECIFICAÇÃO 13 – MADEIRA 29

ESPECIFICAÇÃO 14 - ELEMENTOS DE CARPINTARIA 30

ESPECIFICAÇÃO 15 - PORTAS E JANELAS DE ALUMÍNIO 31

ESPECIFICAÇÃO 16 - FECHADURAS PARA PORTAS E FERRAGENS PARA PORTAS E JANELAS 32

ESPECIFICAÇÃO 17 - CHAPA DE VIDRO 35

ESPECIFICAÇÃO 18 - EQUIPAMENTO SANITÁRIO 36

ESPECIFICAÇÃO 19 - PINTURA COM TINTA PLÁSTICA E DE ÓLEO 37

ESPECIFICAÇÃO 20 - PINTURA COM ESMALTE SINTÉTICO 39

ESPECIFICAÇÃO 21 - PAVIMENTO EM PAVÊ 40

ESPECIFICAÇÃO 22 - IMPERMEABILIZAÇÃO DE ELEMENTOS 41

ESPECIFICAÇÃO 23 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - GENERALIDADES Error! Bookmark not defined.


Projecto para Construção da Moradia para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane
Especificações Técnicas de Construção Civil 1| Página

TÉCNICA, Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021


ESPECIFICAÇÃO 24 – ABERTURA E TAPAMENTO DE VALAS Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 25 - SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 26 – ELECTROBOMBAS Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 27 - SISTEMA DE SANEAMENTO Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 28 – EQUIPAMENTO SANITÁRIO Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 29 – SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 30 - ACESSÓRIOS DIVERSOS PARA TUBAGEM Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 31 - TUBOS DE MATERIAIS PLÁSTICOS Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 32 - TRANSPORTE DO EQUIPAMENTO ELÉCTRICO E HIDROMECÂNICO Error!


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ESPECIFICAÇÃO 33 - ENSAIO DE PRESSÃO HIDROSTÁTICA Error! Bookmark not defined.

ESPECIFICAÇÃO 34 – CONSIDERAÇÕES FINAIS Error! Bookmark not defined.

Projecto para Construção da Moradia para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Especificações Técnicas de Construção Civil 2| Página

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ESPECIFICAÇÃO 1 - GENERALIDADES

1. OBJECTO DO TRABALHO
As especificações seguintes referem-se à execução do Projecto para Construção da Moradia para o
Director do Banco de Moçambique, na Cidade de Inhambane, Província de Inhambane.

2. OBJECTIVO
O objectivo das especificações que a seguir se apresentam é de definir em geral, juntamente com os
desenhos, memórias e as quantidades de trabalho, os procedimentos a seguir durante a realização
dos trabalhos. Nos aspectos omissos, o Empreiteiro é obrigado a usar a boa prática de Engenharia.

3. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS - NORMAS E ESPECIFICAÇÕES


Todos os materiais e equipamentos a serem incorporados nos trabalhos e na sua fabricação deverão
estar de acordo com as últimas Normas e Especificações aplicáveis, estabelecidas e aprovadas no
país da manufactura dos materiais ou equipamentos.

4. MOBILIZAÇÃO/DESMOBILIZAÇÃO
4.1. Generalidades
O Empreiteiro deverá fornecer e manter as instalações necessárias para executar os trabalhos de
acordo com as normas aplicáveis e boa prática de engenharia.

Admite-se que o Empreiteiro, para formular a sua Proposta, se tenha inteirado completamente das
condições locais, não só em tudo o que possa ser considerado como condicionamento de produção,
mas como também do actual estado de estrutura e das instalações existentes, pelo que não serão
aceites quaisquer reclamações sobre eventuais dificuldades que possam surgir na execução dos
trabalhos por alegado desconhecimento e/ou insuficiência de informação.

Da mesma forma, deverá o Empreiteiro, para a elaboração da sua Proposta, procurar inteirar-se,
junto do Dono da Obra, da melhor localização para o estaleiro da obra.

5. TRABALHOS PRELIMINARES OU ACESSÓRIOS


5.1. Objectivo
Na presente secção são definidas as condições técnicas relativas aos trabalhos preparatórios ou
acessórios a serem executados pelo Empreiteiro dentro do âmbito da Empreitada.

Nesta secção não se apresentam todas as condições relativas às instalações, equipamentos e obras
auxiliares e trabalhos preparatórios.

5.2. Sinalização da Área dos Trabalhos


O Empreiteiro procederá à sinalização de toda a área afectada pelos trabalhos, limitando o acesso a
pessoas estranhas pela introdução de uma vedação. A solução deverá ser aprovada pela Fiscalização.

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5.3. Placa de Obra
O Empreiteiro procederá à montagem de uma placa de obra metálica em local a acordar com a
Fiscalização. Esta placa deverá conter em forma visível a informação respeitante ao Dono da Obra,
Financiador, Fiscalização, Empreiteiro e Projectista e será aprovada pela Fiscalização.

6. INSTALAÇÕES PARA ESCRITÓRIOS


O Empreiteiro deverá providenciar instalações de escritórios para o seu pessoal e para a Fiscalização.

Os escritórios deverão ter água potável não canalizada e estar equipados com o seguinte mobiliário:
1 secretária e respectiva cadeira, uma mesa de reuniões e 6 cadeiras, uma estante de livros de 2.5
m2. Os pormenores sobre os escritórios e o mobiliário a fornecer deverão ser sujeitos à aprovação da
fiscalização.

O Empreiteiro também deve construir uma latrina para a fiscalização próxima das instalações para a
fiscalização.

O empreiteiro deverá garantir a limpeza e manutenção dos escritórios e latrina da Fiscalização.

7. ARMAZÉM
O Empreiteiro deverá providenciar um armazém coberto para guardar equipamentos e materiais,
devendo este ser aprovado pela Fiscalização.

8. VAZADOURO E/ OU DEPÓSITO
Constitui obrigação e encargo do Empreiteiro levar a vazadouro ou a depósito os produtos
resultantes das operações de:
a) Solos sobrantes dos movimentos de terra;
b) Limpeza;
c) Outros quaisquer que resultantes dos trabalhos se encontrem no estaleiro sem utilidade.

9. MATERIAL REMOVIDO
Todo o material removido é propriedade do dono da obra. Este ou o seu representante dará
indicações sobre o destino a dar a esses materiais.

10. ORDEM DE EXECUÇÃO DAS ACTIVIDADES


As operações de reabilitação dos edifícios devem ser organizadas e sequenciais de modo funcional e
que não ponham em risco a segurança e estabilidade dos edifícios, procurando, sempre que
possível, minimizar as interrupções das actividades correntes desenvolvidas nos edifícios para dar
lugar às operações de reabilitação.

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ESPECIFICAÇÃO 2 - DEMOLIÇÕES

1. OBJECTIVO
Na presente especificação são fixadas as condições técnicas a que devem satisfazer as operações de
demolição e remoção total ou parcial durante a execução das obras.

2. GENERALIDADES
Dever-se-á simplificar ao máximo todo o processo de demolição e transporte do material retirado
dentro da obra, reduzindo ao mínimo o contacto deste material com o operário.

Não será permitido o lançamento livre de detritos ou outros elementos do terraço, cobertura ou
qualquer piso superior. O transporte vertical dos elementos retirados será feito por meios
apropriados. O Empreiteiro deverá estar munido de equipamento e meios apropriados para a
execução dos trabalhos, procurando deste modo evitar a demolição desnecessária de outros
elementos.

Todo o material resultante das demolições realizadas na obra é propriedade do Dono da Obra e
ficará à responsabilidade do Empreiteiro até a sua entrega e aceitação formal.

Ficará também à responsabilidade do Empreiteiro a sua remoção e transporte a vazadouro.

3. CONDIÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS TRABALHOS


a) Demolição dos edifícios existentes
No local de execução das obras existe uma construção e os respectivos anexos que deverão ser
demolidos. A sua demolição deverá seguir os procedimentos que garantam a segurança dos
operários e dos peões devendo ser criadas condições para que não ocorram acidentes.

O material será removido do local para vazadouro logo que terminem os trabalhos.

b) Abertura de roços
A abertura de roços para a instalação de elementos para a canalização de água e esgotos ou
electricidade deve ser feita nas dimensões e comprimento necessários à instalação das canalizações,
evitando danos excessivos nas paredes, para o que serão sempre usadas as ferramentas adequadas,
em bom estado de utilização.

4. MODALIDADES DE MEDIÇÃO
O custo total das demolições será preço global para as construções existentes, incluindo o
transporte a vazadouro.

No caso de abertura de roços, este trabalho está incluído nas actividades de montagem das
respectivas instalações de hidráulica ou electricidade.

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ESPECIFICAÇÃO 3 - ESCAVAÇÃO E ATERRO

1. OBJECTIVO
A escavação a efectuar refere-se a todas as variedades de solos na zona a escavar, qualquer que seja
a sua natureza.

2. GENERALIDADE
O Empreiteiro deverá certificar-se das dificuldades dos trabalhos, quer através dos desenhos do
projecto, quer através do reconhecimento físico do local.

3. ESCAVAÇÕES
O modo de escavação é de livre escolha do Empreiteiro. O equipamento e os meios humanos
utilizados deverão permitir sempre o bom andamento dos trabalhos.

A escavação não deve ser levada abaixo das cotas indicadas nos desenhos, salvo por indicação da
Fiscalização, face à presença de solos que não correspondem à tensão exigida em projecto para as
fundações e que devem por isso ser removidos. Tratando-se de solos arenosos, as faces laterais das
escavações devem ter uma inclinação de 1:1.5. A medição dos trabalhos realizados será efectuada
em função da cota de fundação prevista no projecto e considerando que a escavação foi executada
com a inclinação máxima de 1:1.5.

Os materiais removidos abaixo das cotas de projecto, deverão ser substituídos por solos
devidamente compactados.

Deverá atender-se à conveniência de reduzir ao mínimo possível, o tempo que medeia entre a
abertura dos caboucos ou valas e o seu enchimento, de modo a evitar o desmoronamento ou
desagregação dos paramentos das trincheiras e o alagamento demorado destas.

Os fundos das escavações serão regularizados, nivelados e bem compactados. No caso de dúvida da
devida compacidade do leito de fundação, a fiscalização poderá recomendar ensaios para a sua
verificação.

O material escavado não aplicado em aterros será transportado ao vazadouro.

4. ATERROS
De igual modo o equipamento e os meios humanos utilizados, deverão permitir sempre o bom
andamento dos trabalhos.

Os materiais para aterro devem estar isentos de detritos orgânicos ou lixos e devem provir de solos
seleccionados da escavação.

Os solos a empregar nas camadas de aterro, serão quando necessário, regados, devendo procurar-se
sempre que possível, conferir aos solos a humidade e grau de compactação necessários, com um
mínimo de 95% de baridade AASHTO Modificada.

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Sempre que se verificar que a humidade dos solos excede os valores óptimos a uma boa
compactação, de acordo com a Fiscalização, tomar-se-ão as providências necessárias a sua
correcção.

Os aterros serão cuidadosamente executados em camadas. A espessura das camadas deve estar de
acordo com os meios de compactação. Quando os meios utilizados não forem mecânicos a
espessura da camada não deverá exceder os 0,20m.

Não se deverá proceder ao espalhamento de uma camada sem que a anterior se encontre com o
grau de compactação exigido.

A execução de aterro sobre peças enterradas somente deve ser efectuada após a aprovação da
fiscalização.

A medição das quantidades de aterro será efectuada em função da cota de fundação aprovada pela
fiscalização e tendo em conta que as escavações foram efectuadas como anteriormente
especificado.

5. TRANSPORTES A VAZADOURO
O transporte dos produtos sobrantes da escavação a vazadouro será encargo do Empreiteiro e ter-
se-á sempre em consideração que a acumulação dos produtos escavados no local, não deverá
prejudicar o bom andamento dos trabalhos.

6. PARTICULARIDADES
Se a natureza dos solos escavados não permitir a sua utilização em aterros ou se só o permitir
parcialmente, os aterros serão efectuados com solos de empréstimo que obedeçam as qualidades
exigidas no artigo.

7. MODALIDADES DE MEDIÇÃO
As quantidades para a determinação do custo total das escavações e aterros serão determinadas
com base nos volumes da zona escavada, previamente aprovados pela fiscalização incluindo o
transporte a vazadouro.

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ESPECIFICAÇÃO 4 - BETÃO SIMPLES OU ARMADO

1. OBJECTIVO
A presente especificação estabelece as condições técnicas gerais a que devem satisfazer os
materiais, o fabrico, o transporte, a colocação e cura do betão de cimento a utilizar em obras de
betão simples ou armado a que se não exigem técnicas especiais.

2. NORMAS DE EXECUÇÃO
Os materiais a utilizar e as regras de execução devem obedecer ao expresso na especificação e às
normas e regulamentos oficiais em vigor.

3. MATERIAIS
3.1. Cimento
Salvo determinação expressa em projecto, o ligante a empregar deverá ser de presa normal.

Só será admitida a utilização de cimento que se encontre em boas condições de aplicação.

Não é autorizado o uso de ligante com elevadas temperaturas resultantes de fabrico, com grânulos
endurecidos que se possam desfazer com a pressão dos dedos; ou, qualquer outra característica que
ponha em perigo o tipo, classe e qualidade do betão pretendido.

3.2. Recepção e Armazenamento


O cimento poderá ser recebido no estaleiro em sacos de linhagem ou de papel impermeabilizado.

Os sacos devem ser armazenados em lotes, correspondentes a cada fornecimento, para permitir o
seu emprego por ordem cronológica e para facilitar a sua identificação em face de eventuais ensaios
de recepção.

Os sacos serão conservados até à sua utilização em armazém, ou contentor exclusivamente


destinado a esse fim, devidamente fechado, coberto e pavimentado com um estrado ligeiramente
sobrelevado do chão, contendo todas as disposições necessárias para evitar a acção da humidade.

3.3. Dosagens Mínimas


A dosagem mínima de cimento a empregar na fabricação de betão, deve ser estabelecida por
estudos prévios, tendo em vista a resistência, durabilidade, agressividade do meio,
impermeabilidade, trabalhabilidade de um betão da classe especificada no projecto.

Quando não forem realizados estudos prévios de composição do betão, para que este possa ser
considerado da classe B 180, terá de ser fabricado com a dosagem mínima de 300 kg de cimento
Portland Normal por metro cúbico de betão.

3.4. Água
A água a empregar nas amassaduras ou na lavagem de inertes, deverá ser doce e limpa, isenta de
substâncias orgânicas, de cloretos, sulfatos e outros sais em percentagens prejudiciais, bem como
óleos ou outras impurezas.

As águas captadas na zona das obras poderão ser utilizadas, desde que obedeçam aos documentos
normativos sobre o seu uso e após aprovação da Fiscalização.

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3.5. Areia
Considera-se areia, o inerte resultante da desagregação de rochas, natural ou provocada, composto
por partículas de dimensões compreendidas entre 0,06 e 5 mm de diâmetro.

A areia a empregar no fabrico de betão, deverá, de preferência, ser natural, de grãos siliciosos e
arredondados, sem conter elementos alongados ou achatados. A curva granulométrica da areia deve
englobar, quase na totalidade, o intervalo das dimensões de areias apresentado, ou seja, não será
permitido o uso somente, nem de areias muito finas, nem muito grossas.

Deverá ser isenta de quaisquer substâncias que prejudiquem a boa ligação com os outros materiais,
tais como: argilas (especialmente as aderentes ao grão ou em nódulos), mica, carvão, conchas,
detritos, partículas vegetais ou outras matérias orgânicas, cloretos, sulfatos, ou outros sais em
percentagem prejudicial.

A Fiscalização pode impedir a entrada em estaleiro dos materiais que não estejam em condições ou
promover a remoção imediata do material rejeitado por encargo do Empreiteiro.

3.6. Pedra
A pedra para o fabrico de betão poderá ser obtida por britagem ou pela simples extracção de
depósitos naturais. Sempre que possível, deverá ser dada preferência à pedra britada. Britas
provenientes de rochas ígneas, poderão ser aceites, quando satisfaçam o exigido nos documentos
normativos.

Pedra proveniente de depósitos naturais deverá tanto quanto possível, ser de natureza siliciosa, e as
superfícies não devem apresentar-se excessivamente polidas.

A pedra a utilizar deverá ser isenta de quaisquer substâncias que prejudiquem a boa ligação com os
outros materiais, tais como: argilas, (especialmente as aderentes à pedra ou em nódulo), mica solta,
carvão, detritos, partículas vegetais ou outros materiais orgânicos, cloretos, sulfatos ou outros sais
em percentagens prejudiciais.

Deverá ser rija, apresentar aspecto homogéneo, não ser margosa nem geladiça, porosa ou
quebradiça, alongada ou achatada.

A pedra deverá ser separada ou ensilada por granulometrias, de forma a não se misturarem no
decorrer dos trabalhos. A dimensão máxima da pedra deve ser de 20mm.

A Fiscalização pode impedir a entrada em estaleiro dos materiais que não estejam em condições ou
promover a remoção imediata do material rejeitado, por encargo do Empreiteiro.

A Fiscalização poderá permitir a lavagem da pedra, quando se verificar que da lavagem resulta a sua
recuperação. No caso de a pedra ter de ser lavada para eliminar impurezas, somente deverá ser
usada água doce, potável.
3.7. Armazenamento de Inertes
Os inertes das diversas categorias devem ser armazenados separadamente por lotes, tomando-se os
cuidados necessários para que não haja mistura dos inertes entre si ou com substâncias estranhas.

Cada lote não deverá conter mais de 10% em peso, de partículas fora das suas dimensões limites,
nem mais de 10%, também em peso, de elementos lamelares.

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3.8. Humidade dos Inertes
A humidade dos inertes, na ocasião do fabrico do betão, deve ser tão uniforme quanto possível. Esta
humidade, medida pelo teor em água total, deve ser devidamente tida em conta no
estabelecimento da quantidade de água a utilizar na amassadura em face da dosagem fixada na
composição do betão.

4. CARACTERÍSTICA DOS BETÕES


4.1. Composições do Betão
As composições do betão devem ser estabelecidas de modo que satisfaçam as características que a
sua utilização impõe - tipo, classe e qualidade - tendo em atenção os componentes disponíveis, as
condições particulares de fabrico, transporte, colocação e cura.

Qualquer que seja a composição do betão a utilizar, ela carece da aprovação da Fiscalização, que
poderá exigir a apresentação dos estudos que conduziram às dosagens propostas para cada um dos
componentes.

5. FABRICO DO BETÃO
5.1. Medição dos Componentes
A medição dos ligantes deve ser sempre efectuada por pesagem ou por número de sacos de
embalagem de origem. De igual modo, a medição dos inertes deve ser feita em peso, podendo, em
casos a aprovar pela Fiscalização, ser feita em volume. A precisão da medição dos componentes a
utilizar em cada amassadura, deve ter em conta, a qualidade do betão que se pretende.

5.2. Amassadura
O Empreiteiro é obrigado a equipar-se com os meios necessários à satisfação das quantidades de
betão a colocar. Todos os betões, qualquer que seja o seu tipo ou a sua aplicação, serão fabricados
mecanicamente.

Deve utilizar-se equipamento que promova a mistura homogénea dos componentes e que não dê
lugar à segregação, assentamento ou fractura dos inertes.

A saída das amassaduras das betoneiras deve ser feita com esta em rotação, e, de modo a não
provocar a desagregação total ou parcial dos materiais.

6. BETONAGEM
6.1. Plano de Betonagem
Antes do início das betonagens, o Empreiteiro deverá apresentar à Fiscalização o plano das
betonagens a executar, onde se indique, claramente, a localização das juntas de trabalho.

6.2. Transporte
Os processos a utilizar para o transporte ou o transbordo do betão, desde a descarga da betoneira
até ao local de aplicação, deverão ser submetidos à aprovação da Fiscalização.

O intervalo de tempo entre a amassadura e a colocação do betão deve ser o menor possível, com o
limite máximo de 20 minutos.

Não será permitido qualquer processo de transporte ou transbordo que possa causar segregação,
assentamento ou fractura dos inertes, excessiva secura, exagerada exposição à chuva e ao sol ou
quaisquer outros inconvenientes que prejudiquem a sua qualidade. No caso de evidência de
segregação, o fiscal pode rejeitar a amassadura. As amassaduras rejeitadas devem ser inutilizadas.
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6.3. Colocação
Os meios a utilizar para colocar o betão "in situ", deverão estar em correspondência com as
restantes instalações, com os volumes exigidos, o tipo, classe e qualidade de betão, bem como, o
local da sua aplicação. Só se deverá colocar o betão no espaço que o irá conter, depois de se verificar
que este está em condições de o receber.

A colocação deve ser efectuada de modo a evitar a segregação e desagregação do betão e em


condições de temperatura e humidade, que permitam que a presa e o endurecimento do betão se
realizem normalmente.

O enchimento deve processar-se tanto quanto possível de modo contínuo. No caso da interrupção, a
escolha da localização desta e a preparação da superfície de betão para o recomeço da colocação,
devem ser objecto de cuidados especiais.

O enchimento deve fazer-se por camadas de espessura proporcionada aos meios de compactação.
Em caso algum a espessura das camadas deve exceder 50 cm. O espalhamento do betão para formar
estas camadas, poderá ser efectuado por meios manuais ou mecânicos, mas nunca por vibração.

Todas as operações de transporte, depósito e colocação propriamente ditas, deverão realizar-se


antes de se iniciar a presa do betão. Durante a colocação e a posterior compactação do betão, não
será permitido transitar directamente sobre as armaduras, se as houver, ou, por qualquer outra
forma, modificar a sua posição em relação aos elementos estruturais.

6.4. Compactação
Salvo determinação em contrário, todo o betão será compactado com vibração mecânica à massa
ou, no caso de peças pouco espessas, com vibração especial por meio de águas ou chapas
vibradoras, ou ainda, nos casos justificáveis e devidamente autorizadas pela Fiscalização, por
qualquer sistema de vibração a cofragem. A vibração deverá ser caracterizada por alta frequência e
pequena amplitude.

O número, a massa e a potência dos vibradores deverão estar de acordo com o volume de betão a
vibrar.

Cada camada deve ser vibrada até que, depois de obtido o refluimento da água e das partículas mais
finas, cesse a libertação de bolhas de ar.
A compactação do betão deve, portanto, ser feita de modo que o betão venha a constituir, dentro
dos moldes, uma massa homogénea.

Após a desmoldagem ou descimbramento, as superfícies do betão deverão ficar sem pedras à vista,
ninhos de pedras, poros, concavidades ou convexidades.

O tempo para a desmoldagem das peças de betão após a sua betonagem completa e início de
processo de cura é de 2 dias para os pilares e 7 dias para as vigas.

6.5. Interrupção de Betonagem


Não serão permitidas as interrupções da betonagem por períodos superiores a 1 hora. Períodos de
tempo superior ao indicado, poderão ter que ser encerrados como juntas de trabalho ou de
betonagem.

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6.6. Juntas de Trabalho ou de Betonagem
Quando houver necessidade de criar juntas de betonagem, estas devem ser localizadas, tanto
quanto possível, nas secções menos esforçadas das peças e ter orientação sensivelmente
perpendicular à direcção das tensões principais de compressão.

O empreiteiro deverá submeter à aprovação da Fiscalização, o plano de localização das juntas, caso
estas não se possam evitar.

7. CURA DO BETÃO
A cura deve processar-se em condições que favoreçam a presa e o endurecimento do betão. Para
tal, tomar-se-ão logo após a betonagem, as medidas convenientes face à temperatura do ambiente
ou outros factores que possam provocar a perda de água do betão ou que impeçam a sua reacção
com o ligante.

Os cuidados a ter com a cura do betão deverão ser objecto de aprovação da Fiscalização. Em
qualquer circunstância e nada sendo determinado em contrário, deverão ser observadas as normas
seguintes:
-a perda de água do betão por evaporação deve ser evitada, usando-se os seguintes meios:
- Manter as superfícies do betão protegidas pelos moldes, não os retirando prematuramente.
- Quando os moldes forem permeáveis, conservá-los humedecidos;
- Revestir as superfícies pelas quais se dá a evaporação, com materiais impermeáveis ou
com materiais humedecidos.
- Manter continuamente molhadas as superfícies expostas.

As medidas de protecção contra a perda de água por evaporação devem ser mantidas, durante os
seguintes períodos, a partir da betonagem:
- Betões de cimento "portland" de ferro 7 dias
- Betões que utilizem outros ligantes 14 dias

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ESPECIFICAÇÃO 5 - MOLDES PARA BETÃO

1. OBJECTIVO
A presente especificação destina-se a estabelecer as condições técnicas gerais a que deverão
obedecer os moldes para betão.

2. GENERALIDADES
O tipo e a qualidade dos moldes a utilizar, será proposto pelo Empreiteiro e aprovado pela
Fiscalização.

De qualquer modo, à partida, a qualidade dos materiais escolhidos para a confecção dos moldes
deve ter em conta, o tipo de acabamento que se deseja conferir ao betão e as tolerâncias admitidas
para a peça a moldar.

Tanto os moldes metálicos como os de madeira, devem antes do lançamento do betão, apresentar
as superfícies limpas, isentos de detritos, incluindo ferrugem, calda de cimento ou materiais
desagradáveis.

Sempre que um molde for reaplicado, de igual modo, as suas superfícies deverão ser inspeccionadas,
reparadas se necessário e limpas, antes de nova aplicação.

Devem ser incluídos na cofragem, todos os tacos para fixações, contramoldes para tubagens ou
mesmo tubos para atravessamentos, de modo a evitar posteriores operações de corte ou aberturas
de roços.

Quando os moldes forem de madeira de pinho, com a facilidade de diminuir a capacidade de


absorção de água do betão fresco e de reduzir as juntas que houver, devem ser abundantemente
regados, de modo a incharem, sem todavia se deformarem, a água ressumar, ou esta restar neles
empoçada.

A utilização de produtos auxiliares de desmoldagem, não deve provocar manchas nas superfícies
externas do betão, não ser formuladas a base de produtos e não prejudicar a aplicação posterior de
qualquer revestimento.

A medição das quantidades de cofragem será efectuada em função das linhas exteriores das peças
de betão projectadas.

3. CARACTERÍSTICAS
Qualquer que seja o tipo de moldes a utilizar, deverão ter as seguintes características:
● Conferir ao betão fresco, a forma definitiva e prevista para a peça ou conjunto de peças a
betonar;
● Ser suficientemente rígida e pouco deformável, para poder resistir às solicitações (pesos,
pressões, vibrações, sobrecargas, cargas eventuais, choque, etc.), produzidas durante a
betonagem, não se deformando senão dentro do limite das tolerâncias admitidas. Para tal,
recorrer-se-á aos escoramentos, contraventamentos e travamentos necessários, que confiram
aos moldes, a rigidez e indeformabilidade pretendida;
● Ter uma permeabilidade e absorção suficientemente pequenas, para que a leitada de cimento e
partículas finas do betão não se percam em quantidade que possa afectar as características

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deste, depois de endurecido. Por este motivo, não serão permitidos nos soltos - quando a
cofragem for de madeira - orifícios ou juntas que permitam o escoamento da leitada;
● Permitirem, ou terem dispositivos que permitam a fácil colocação do betão.

4. DESMOLDAGEM
A desmoldagem ou o descimbramento, só deverão ser realizados quando o betão tiver adquirido
resistência suficiente, não só, para que seja satisfeita a segurança em relação à ruptura das peças
desmoldadas; mas também, para que se não verifiquem deformações excessivas, tanto a curto como
a longo prazo.

As operações de desmoldagem ou o descimbramento devem ser conduzidas com os necessários


cuidados, de modo a não provocarem esforços inconvenientes, choques ou fortes vibrações.

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ESPECIFICAÇÃO 6 - AÇOS EM ARMADURAS

1. OBJECTIVO
Esta especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais sobre a execução e
colocação de armaduras de aço correntes em obras de betão armado.

2. GENERALIDADES
As classes e características dos aços deverão obedecer às condições estipuladas no "REGULAMENTO
DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO", Decreto nº47723, de 20 de Maio de 1967 rectificado pelo
Decreto nº47842, de 11 de Agosto de 1967.

As classes e diâmetros a utilizar, serão os que constam dos desenhos de execução do projecto.

As armaduras devem ser executadas dentro das tolerâncias dimensionais admissíveis.

Durante o período de betonagem, dever-se-á evitar o mais possível a deslocação e deformação das
armaduras. Será por isso obrigatória a utilização de arames recozidos a fim de atar os varões das
armaduras, de forma a manter entre os varões o posicionamento e o afastamento indicado em
projecto, como também, de forma a que o conjunto de armaduras apresente a rigidez suficiente
para não sofrer deformações, além das tolerâncias admissíveis, quer durante a betonagem e a
respectiva vibração e compactação, quer durante as operações complementares da betonagem.
Recorrer-se-á a ferros complementares, mesmo quando não indicados em projecto, sempre que
necessários à manutenção da indeformabilidade necessária às armaduras.

De igual modo, recorrer-se-á a calços, os quais serão intercalados entre as armaduras e a face
interior dos moldes, que assegurem o recobrimento regulamentar as armaduras ou o indicado em
projecto, quando este for superior à dimensão de recobrimento regulamentar.

De preferência, estes calços serão pré-fabricados com material que possa ficar incorporado na peça
a betonar - desde que não interfiram na sua estabilidade - de espessura constante e contendo já o
arame de atar.

Os varões colocados em obra devem estar convenientemente limpos de ferrugem solta, de qualquer
material destacável, de matérias orgânicas, óleos ou outros materiais que possam afectar a
aderência dos varões ao betão ou a sua durabilidade.

3. EXECUÇÃO
As dobragens dos varões devem seguir o especificado na regulamentação em vigor.

Os ganchos terminais dos varões lisos devem ter a forma semi-circular, com os diâmetros de
curvatura mínimos relacionados com o diâmetro dos varões a que se referem e ser prolongados de
comprimento recto pelo menos igual a quatro vezes o diâmetro do varão.

A amarração dos varões, salvo indicação expressa do projectista, deverá ser feita, prolongando-se
dos comprimentos de amarração indicados na regulamentação em vigor e que são expressos em
diâmetros "" dos varões.

As amarrações dos varões do tipo liso, serão terminados por ganchos, excepto em armaduras
longitudinais de pilares quando as armaduras não estejam especialmente indicadas em projecto.

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Nas amarrações de varões de tipo nervurado é dispensável o uso de ganchos, excepto no caso de
armaduras de tirantes.

Os varões devem ser emendados o menos possível. As emendas a executar sê-lo-ão em zonas em
que a tensão seja relativamente baixa. Numa mesma secção não será permitida a emenda de mais
do que um terço dos varões lá existentes.

Nas emendas por sobreposição, os comprimentos de sobreposição dos varões, devem, no mínimo,
ser os indicados no quadro correspondente aos comprimentos de amarração, sendo obrigatório que
os varões do tipo liso, terminem por ganchos, excepto no caso dos pilares.

Secções consecutivas onde existam emendas por sobreposição, devem ficar separadas pelo menos
de uma distância igual ao comprimento de amarração dos varões.

Estas emendas devem ficar sempre convenientemente envolvidas por armaduras transversais
(estribos ou cintas). Dever-se-á ainda evitar o contacto directo entre varões, pois tal conduz, regra
geral, a dificuldades em realizar o conveniente envolvimento das armaduras pelo betão.

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ESPECIFICAÇÃO 7 -ALVENARIA DE BLOCOS DE CIMENTO E DE TIJOLO

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por objectivo fornecer indicações técnicas gerais, características,
modo de realização do trabalho e particularidades referentes à execução de paredes de alvenaria de
blocos.

2. CARACTERÍSTICAS
2.1. Generalidades
As espessuras das paredes a construir corresponderão às indicadas no projecto.

O material a utilizar será o bloco de areia e cimento para alvenaria. A resistência de compressão
mínima de 16Kg/cm2.

2.2. Tolerância
As Tolerâncias das deformações das faces dos blocos em relação às arestas que as definem não
devem ser superiores a 5 mm.

2.3. Recepção / Inspecção de Carácter Geral


Esta inspecção deve ser realizada pelo comprador ou pela Fiscalização, compreendendo verificações
de dimensões e de deformação, além da satisfação às exigências de identificação, aparência e toque.

3. REALIZAÇÃO DO TRABALHO
Na execução das alvenarias, ter-se-á cuidado de não utilizar bloco sem estar completamente
molhado, não se devendo assentar nenhuma fiada sem se ter assegurado a ligação do precedente.

Estender-se-á argamassa em camadas mais espessas do que o necessário, a fim de que,


comprimidos os blocos contra as juntas e leitos, a argamassa ressuma por todos os lados. A
espessura das juntas horizontais não deve exceder 0.01 m e as verticais 0.005 m.

As vergas dos vãos das portas, que existem nestas paredes, serão executadas em betão armado ou
bloco armado.

A argamassa a aplicar, as matérias e os processos a utilizar serão regidos pelas especificações


correspondentes.

Nos casos de execução de alvenarias em zonas adjacentes a construções já existentes, a junta entre
a construção existente e a nova deve ser convenientemente tratada como junta de modo a prever os
movimentos diferenciais devido as variações de temperatura e/ou assentamentos que porventura
possam ocorrer. As juntas devem ser marcadas (riscadas) ao longo de todo o seu comprimento de
modo a evitar a fendilhação de elementos adjacentes as juntas.

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ESPECIFICAÇÃO 8 - APLICAÇÃO DE ARGAMASSAS EM REBOCOS

1. OBJECTIVO
Constitui o objectivo desta especificação estabelecer as normas a seguir nos trabalhos relacionados
com a aplicação de rebocos em edifícios, nas zonas onde deve ser reparado.

2. APLICAÇÕES
A presente especificação é aplicável a rebocos destinados a receber outros acabamentos e àqueles
em que o acabamento será dado directamente à superfície do próprio reboco.

As dosagens das argamassas a aplicar serão, usualmente:


- Em rebocos interiores - cimento e areia ao traço 1:5
- Em rebocos exteriores - cimento e areia ao traço 1:4

Nas paredes em que se prevê a aplicação de tinta de óleo, a camada de regularização do reboco, até
a altura limite da superfície sujeita a aplicação de tinta de óleo, deve ser executada com uma
argamassa constituída por areia fina e cimento ao traço 1:3.

3. PREPARAÇÃO DA PAREDE BASE


3.1. Generalidades
A parede base existente deverá estar devidamente preparada para receber o reboco. A superfície a
cobrir deverá estar totalmente desembaraçada de partículas mal aderentes ou de quaisquer outros
corpos que possam afectar a argamassa do reboco, bem como isentas de pó, gorduras ou fuligem de
fogo.

Imediatamente antes da aplicação do reboco, a parede deverá ser abundantemente molhada de


modo a encontrar-se totalmente húmida na altura da aplicação da argamassa, sem, contudo,
apresentar qualquer cavidade com água retida. A espessura de cada camada não deverá exceder
2cm.

3.2. Aplicação de Salpico


3.2.1. Parede de Alvenaria
Sempre que a Fiscalização não tenha dispensado a aplicação do salpico, este deverá ser feito
imediatamente, depois da parede ter sido bem molhada. A argamassa a utilizar deverá ter o traço de
1:1 a 1:3, conforme os casos, que será projectada com força contra a parede, formando uma camada
rugosa e aderente de espessura, compreendida entre 1 e 3mm.

3.2.2. Parede de Betão


As superfícies de peças de betão existentes e nas quais não seja possível executar o salpico, deverão
ser picadas de modo a permitir a aderência da argamassa de reboco.

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4. APLICAÇÃO DE REBOCOS
4.1. Generalidades
A argamassa deverá ser utilizada imediatamente após o seu fabrico, devendo ser totalmente
aplicada antes de iniciar a presa. Durante o período em que aguarde a aplicação, deverá estar
protegida do sol, chuva ou vento. Será interdito o aproveitamento de argamassa já endurecida,
mesmo com adição de água. A argamassa endurecida deverá ser retirada do local de trabalho.

Considera-se que a argamassa está endurecida quando apresentar quebra de trabalhabilidade ou


tiver sido amassada há mais de uma hora, na estação quente e, 2 horas, na outra. A relação destes
períodos será sujeita à aprovação da Fiscalização.

4.2. Condições Atmosféricas


A aplicação de rebocos exteriores é interdita sempre que se verifique vento forte ou chuva.

4.3. Remendos ou Reparações em Rebocos / Juntas entre elementos de materiais diferentes


Todos os remendos ou reparações deverão ser feitos de modo que se obtenham acabamentos iguais
aos circundantes e com linhas ou remates que não representem descontinuidades nas superfícies
vistas.

Caso nada em contrário seja indicado pela Fiscalização, a extensão do remendo ou reparação,
deverá ser tal que as linhas de remate coincidam com as arestas, cantos, alhetas ou outras linhas
singulares da construção.

Onde existirem juntas de construção, nomeadamente entre elementos de betão armado e


alvenaria, o reboco será sempre armado com uma tela de fibra de vidro. Em casos específicos e
aprovados pela fiscalização será executada uma junta “viva”.

5. CURA DOS REBOCOS


Quando se verifiquem temperaturas elevadas, sol forte ou vento, deverão os rebocos recém-
colocados manter-se permanentemente húmidos, durante o mínimo de três dias, o que poderá ser
feito por meio de rega, de aspersão ou qualquer outro sistema adequado.

Só a Fiscalização poderá dispensar o cumprimento desta determinação.

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ESPECIFICAÇÃO 9 - REVESTIMENTOS SOBRE ALVENARIA E BETÃO

1. OBJECTIVO
Constitui o objectivo desta especificação estabelecer as normas a seguir nos trabalhos relacionados
com a aplicação de revestimentos em alvenarias e paredes de betão.

2. GENERALIDADES
O Revestimento das Alvenarias não deve ser iniciado sem estarem instaladas todas as tubagens e
terminados quaisquer trabalhos que possam interferir no assentamento.

3. MATERIAIS:

3.1. Mármores e Granitos.


As superfícies a revestir deverão estar isentas de humidade, pó, ferro, fumo, ou qualquer outro
material que comprometa a adesão perfeita da peça à superfície.

Caso as peças estejam molhadas deverá se deixar secar para assentá-las no mínimo 48 horas (não se
deve assentar as peças húmidas).

Os mármores e granitos brancos deverão ser assentes com argacola branca e não argamassa branca.
A espessura da argacola deverá ser no mínimo de 1,5cm, para isolar as peças de qualquer
contaminação.

Quando indicado pelos fornecedores e segundo as dimensões das pedras estas deverão ser assentes
com quatro encaixes metálicos ocultos de aço inoxidável por peça, de pelo menos 5 mm de diâmetro
e 30 mm de comprimento, colocados horizontal e verticalmente, compartindo cada ancoragem os
encaixes de duas peças adjacentes, com prévia fixação das ancoragens com argamassa
hidráulica para assegurar a sua resistência ao colocar a pedra nas mesmas. Inclusive p/p de caixas
em paredes, cortes, peças a meia esquadria, juntas e peças especiais.

Os mármores e granitos, serão da melhor qualidade e deverão ser aprovadas pela Fiscalização e,
aplicadas rigorosamente seguindo instruções do fornecedor para cada tipo de superfície e para tipo
de acabamento especificado.

3.1.1.Materiais Aplicados
● Mármore, “Thassus”
● Granito, “Cenere”
● Granito “Branco Diamante”
● Pedra natural Travertino;
● Mármore Carrara;

3.2. Mosaico Porcelânico.


Serão usados mosaicos porcelânicos rectificados e dimensões nominais 297x597 mm, 597x597mm
seleccionados e de primeira qualidade, uniformes na cor e arestas.
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O substrato onde a peça vai ser aplicada deve estar seco, estável, firme e nivelado.

Para garantir uma fixação perfeita deve se usar duas camadas de cola, uma na superfície a revestir e
outra na peça a fixar.

Para garantir uma adesão perfeita à superfície a revestir o batimento da peça deve ser homogéneo.

Os mosaicos serão bem demolhados pelo menos 6 (seis) horas, assentes a seco com cimento-cola
aprovado pela fiscalização. Terão juntas verticais e horizontais perfeitamente alinhadas e as
superfícies niveladas e desempenadas.

As juntas serão e preenchidas com betume cinza ou preto conforme a cor do mosaico.

Com os mosaicos serão assentes todos os acessórios (porta rolos, toalheiros), correctamente
centrados e alinhados pelas juntas dos mosaicos.

3.2.1.Materiais Aplicados
● Mosaico porcelânico –RAYON-GRAFITE Rectificado, Projecto ZEPHYR e
UNIMETAL Rectificado da PAVIGRÉS

3.3. Tinta acrílica


A tinta a aplicar será de base aquosa, própria para aplicação sobre reboco de cimento estucado a
Rinolite devidamente tratado para aderência da tinta e resistente às intempéries e aos
impermeabilizantes.

O esquema de aplicação do isolamento e da tinta será submetido a Fiscalização antes do inicio do


trabalho.

Devem ser seguidas as instruções dos fabricantes.

4. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
Os revestimentos de paredes serão medidos por metro quadrado, incluindo o material de colagem
ou fixação, o betume ou outro material para fecho de juntas e todo o material e equipamento
necessário à execução adequada, nomeadamente, cruzetas, elementos de fixação e ancoragem.

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ESPECIFICAÇÃO 10 - BETONILHAS EM PAVIMENTOS

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais para a execução de
betonilhas.

2. GENERALIDADES
As betonilhas destinam-se a construir superfícies de desgaste ou a estabelecer transição entre um
pavimento resistente e um revestimento de acabamento final. Destinam-se também à execução de
superfícies de escoamento de águas (caleiras).

Quando não for indicada a dosagem de argamassa para as betonilhas, ela será no mínimo, de 350 Kg
de cimento por metro cúbico, a que corresponde uma relação aproximada de cimento e areia de 1
para 3 em volume.

3. BASE DE ASSENTAMENTO
Quando a base de assentamento já tenha feito presa ou não garanta uma perfeita ligação, deve ser
previamente picada, limpa e bem molhada.

Qualquer aditivo ou produto destinado a melhorar a ligação, carecerá da aprovação da Fiscalização.

4. EXECUÇÃO
4.1. Generalidades
Previamente à execução das betonilhas serão realizadas mestras em número suficiente, que
garantam um bom nivelamento e desempeno da superfície.

A argamassa deverá ser aplicada tão depressa quanto possível, após o seu fabrico, devendo ser
aplicada antes de iniciar a presa.

Durante o período em que se aguarde a sua aplicação, deverá estar protegida do sol, chuva ou
vento.

Será interdito o aproveitamento de argamassa já endurecida, não sendo permitida a adição de água
para lhe tornar a conferir trabalhabilidade. A argamassa endurecida será retirada do local de
trabalho.

Considera-se que a argamassa está endurecida, quando apresentar quebra de trabalhabilidade ou


tiver sido amassada há mais de uma hora na estação quente e duas horas na estação fria.

A alteração deste período de tempo está sujeita à aprovação da Fiscalização.

4.2. Execução do Trabalho


Não será permitido executar betonilhas com mais de 4cm de espessura em cada camada, seja qual
for a espessura de enchimento a executar para cumprimento das cotas.

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Cada camada será aplicada antes de a precedente ter terminado a presa e deverá ser fortemente
apertada e comprimida.

Haverá o cuidado de manter as betonilhas húmidas nos primeiros dias subsequentes à sua execução.
A superfície de acabamento das betonilhas deve ser queimada a colher. Em qualquer caso, porém,
ficará devidamente desempenada e de aspecto uniforme.

5. MEDIÇÃO DE QUANTIDADES
As quantidades serão determinadas com base na área e espessura de pavimentação projectada.

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ESPECIFICAÇÃO 11 – REVESTIMENTO DE PISOS

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais para a execução de
revestimentos em lajes de pavimentos.

2. MATERIAIS:
2.1. Mosaico Porcelânico
Serão usados mosaicos porcelânicos de 4 mm de espessura e dimensões nominais 297x597 mm,
597x597mm seleccionados e de primeira qualidade, uniformes na cor e arestas.

O substrato onde a peça vai ser aplicada deve estar seco, estável, firme e nivelado

Para garantir uma fixação perfeita deve se usar duas camadas de cola, uma na superfície a revestir e
outra na peça a fixar.

Para garantir uma adesão perfeita à superfície a revestir o batimento da peça deve ser homogéneo.

Os mosaicos serão bem demolhados pelo menos 6 (seis) horas, assentes a seco com cimento-cola
aprovado pela fiscalização. Terão juntas verticais e horizontais perfeitamente alinhadas e as
superfícies niveladas e desempenadas.

As juntas serão de 2 mm (em aplicação interior ou exterior) e preenchidas com betume cinza ou
preto conforme a cor do mosaico.

Com os mosaicos serão assentes todos os acessórios (porta rolos, toalheiros), correctamente
centrados e alinhados pelas juntas dos mosaicos.

2.1.1.Materiais Aplicados
● Mosaico porcelânico –RAYON-GRAFITE Rectificado, Projecto ZEPHYR e
UNIMETAL Rectificado da PAVIGRÉS

2.2. Granito
As superfícies a revestir deverão estar isentas de humidade, pó, ferro, fumo, ou qualquer outro
material que comprometa a adesão perfeita da peça à superfície.

Caso as peças estejam molhadas deverá se deixar secar para assentá-las no mínimo 48 horas (não se
deve assentar as peças húmidas).

O granito branco deverá ser assente com argacola branca e não argamassa branca.

A espessura da argacola deverá ser no mínimo de 1cm, para isolar as peças de qualquer
contaminação.

Após a colocação, proteger o piso com papelão enquanto durar a obra.


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O granito será da melhor qualidade e deverão ser aprovadas pela Fiscalização e, aplicadas
rigorosamente seguindo instruções do fornecedor para cada tipo de superfície e para tipo de
acabamento especificado.

2.3. Pavimentos Laminados


As superfícies a revestir deverão estar isentas de humidade, pó, ferro, fumo, ou qualquer outro
material que comprometa a adesão perfeita da peça à superfície.

O pavimento laminado, de lâminas de 1200x190 mm, de Classe 32: Comercial geral, com resistência
à abrasão AC4, formado por painel base de HDF laminado decorativo em pinho, acabamento com
camada superficial de protecção plástica, samblagem através de colagem simples completa entre
pranchas, com cola tipo D3 (anti-humidade). Todo o conjunto colocado em sistema flutuante com
ligação macho-fêmea sobre lâmina de espuma de polietileno de alta densidade de 3 mm de
espessura. Inclusive p/p de molduras cobre-juntas, cola e acessórios de montagem para o
pavimento laminado.

As lâminas, serão da melhor qualidade e deverão ser aprovadas pela Fiscalização e, aplicadas
rigorosamente seguindo instruções do fornecedor para cada tipo de superfície e para tipo de
acabamento especificado.

Será verificado que as aberturas da edificação estão devidamente fechadas e envidraçadas, para
evitar entrada de água da chuva, humidade ambiental excessiva, insolação indirecta, etc. Será
verificado que está concluída a colocação do pavimento das zonas húmidas e dos patamares das
escadas. Será verificado que os trabalhos de aplicação de gesso e colocação de tectos falsos estão
terminados e as superfícies secas. Será verificado que os pré-aros das portas estão colocados.

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ESPECIFICAÇÃO 12 - REVESTIMENTOS DE TECTOS

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais para a execução de
revestimentos em Tectos.

2. GENERALIDADES

O tecto será assente em tudo de acordo com as recomendações do fabricante.


Este trabalho só poderá ser executado depois de fechado o edifício, isto é, depois de instalados os
vidros nas janelas e portas exteriores.
Não deverá ser assente cabelagem apoiada directamente aos tectos falsos.

3. MATERIAIS

3.1. Gesso Cartonado


3.1.1. Estrutura de apoio e fixação das placas
As placas serão fixadas a uma estrutura constituída por réguas de chapa metálica
quinada, contraventoras entre si; as quais, por sua vez, serão suspensas dos
elementos rígidos da construção, através de elementos metálicos, de
comprimento regulável.

Os elementos metálicos de suspensão fixar-se-ão ao tecto real por intermédio de


parafusos ou através de pregos de aço cravados por pistolas de fulminantes.
Tanto as réguas de sustentação e fixação das placas, como os elementos
metálicos de suspensão serão em número tal, terão secções, dimensionais e a
rigidez adequada a assegurar não só o suporte do tecto sem deformações e em
segurança, como também, o de eventuais elementos de iluminação e decoração.

Todos os elementos metálicos de fixação e/ou suspensão do tecto serão de


materiais inoxidáveis ou terão protecção anti-corrosiva adequada.

3.1.2. Assentamento
Antes de se iniciar o assentamento, as placas serão inspeccionadas e serão
rejeitadas todas as que tiverem cantos e arestas quebradas, arestas não
rectilíneas, perfurações, fissuras, empenos ou outros danos.

As placas serão fixadas à estrutura especificação por aparafusamento.

As testas - diferenças de nível entre estes e outros elementos - as sancas de


iluminação ou outras que houver, as peças de bordadura e de remate do tecto, as
zonas amovíveis do tecto e os dispositivos e elementos necessários à
movimentação do tecto nessas zonas, fazem parte do fornecimento. Tanto uns
elementos como outros serão realizados - mesmo quando de materiais diferentes
do tecto propriamente dito - e fornecidos pelo fabricante destes; e, obedecerão
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quanto ao tipo de materiais, estereotomia, dimensões, acessórios, fixações e
acabamentos, ao determinado nos desenhos e pormenores de projecto; ou, na
sua ausência, às indicações da fiscalização.

Serão dispensados cuidados especiais na execução e no posicionamento das


sancas, peças de bordadura, de remate e armaduras de iluminação, etc., não se
observando aí, em caso algum após a sua colocação ou execução, linhas
ondulantes, desligamentos, espaços abertos ou quaisquer outros defeitos.

De igual modo, serão dispensados cuidados especiais ao refechamento das juntas


e pontos de fixação, o qual, se processará com os materiais e de acordo com o
método recomendado pelo fabricante das placas.
O tecto depois de executado constituirá uma superfície contínua, sem fissuras,
ressaltos bruscos, concavidades ou convexidades não se notando as zonas de
refechamento das juntas e pontos de fixação.

3.1.3. Materiais Aplicados:


● Gesso cartonado barrado e pintado a tinta plástica com aditivo antifungos;
● Gesso cartonado hidrófugo, barrado e pintado a tinta plástica com aditivo
antifungos;

3.1.4. Condições de recepção do tecto


A tolerância para o desempeno geral de superfície é determinada pelo
afastamento máximo de 5,0 mm entre o ponto mais saliente e o mais retraído
quando à superfície do tecto é aplicada uma régua com o comprimento de 2,0 m
ajustada em qualquer ponto e em qualquer direcção.

O afastamento de nível com o plano de referência de assentamento do tecto


deve ser inferior a 3,0 mm por metro e em caso algum ser igual ou superior a 2,0
cm.

3.1.5. Particularidades
As placas a utilizar terão a espessura e as dimensões desenhos e pormenores de
projecto. Em caso algum se aplicarão placas de tipo diferente no mesmo tecto;
isto é, onde se aplicarem placas do tipo STD não se aplicarão P.P.M. e vice-versa.

As placas P.P.M - Placas de alta resistência à humidade têm as mesmas


características físicas e mecânicas das placas standard - STD - à excepção de
terem dois parâmetros e o seu interior hidrofugados. As placas P.P.M distinguem-
se visivelmente das STD por terem o seu âmago colorido de cor verde.

Ao fornecedor e montador do tecto compete a abertura dos rasgos, execução de


reforços ou outros dispositivos de suporte ou apoio do equipamento das
instalações técnicas especiais a integrar nos tectos, como por exemplo,

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armaduras, grelhas, aparelhagem de detecção de incêndio, altifalantes, estores,
etc..

O trabalho de assentamento será executado por pessoal especializado. A


Fiscalização poderá exigir um plano de montagem para sua prévia aprovação.

4. TECTOS REBOCADOS
Os tectos das caleiras em betão serão em reboco pintado.

5. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
Os revestimentos de tectos serão medidos por metro quadrado, incluindo o barramento, estrutura
de suporte e/ou fixação e todo o material e equipamento necessário à execução adequada,
nomeadamente, elementos de fixação e ancoragem, cortes para instalação de equipamento e
fechos.

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ESPECIFICAÇÃO 13 – MADEIRA

1. OBJECTIVO
Esta especificação tem por objectivo dar indicações técnicas gerais sobre a madeira a utilizar.

2. CARACTERÍSTICAS
A madeira a utilizar será de fibras direitas e unidas, sem nós podres, fundidos ou lascados, sem
fendas ou podridões, resultantes ou não, de ataques de fungos. Não deverão apresentar sinais de
infestamento de duração, resistência ou efeito estético.

A madeira de falso borne será também rejeitada.

Dever-se-á seguir, para determinação da qualidade das madeiras e de acordo com o fim a que se
destinam, as Normas Portuguesas:
- NP 180 - ANOMALIAS E DEFEITOS DA MADEIRA;
- NP 987 - MADEIRAS SERRADAS - MEDIÇÃO DE DEFEITOS.

Deste modo, a madeira apresentar-se-á seca ao ar, isto é, com uma humidade média de
aproximadamente 15%, perfeitamente desempenada, sem descaimentos ou falhas de laboração,
observando nas suas características mecânicas, os valores para o efeito fixados pelas Normas
Portuguesas em vigor.

3. PARTICULARIDADES
Serão protegidos com produtos à base de naftalato de cobre, todas as superfícies e peças em
contacto ou permanecendo em meios favoráveis ao aparecimento de fungos ou animais xilófagos.

Quando no Projecto estiverem previstos tratamentos de pré-imunização em autoclave ou outros


processos especificamente ali indicados, dispensar-se-á o tratamento acima indicado.

O acabamento final sobre as superfícies à vista é objecto de especificação própria.

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ESPECIFICAÇÃO 14 - ELEMENTOS DE CARPINTARIA

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por objectivo dar indicações técnicas relativas à execução e
assentamento da carpintaria em portas, janelas, outras estruturas ou peças isoladas.

2. MADEIRA
A madeira a utilizar será de fibras direitas e unidas, sem nós podres, fundidos ou lascados, sem
fendas ou podridões, resultantes ou não, de ataques de fungos. Não deverão apresentar sinais de
infestamento de duração, resistência ou efeito estético.

3. ASSENTAMENTO
Os elementos a assentar na obra, devem estar bem secos para que não sejam susceptíveis de
deformações futuras. Quer em execução, quer em assentamento, deverão ser observados cuidados
esmerados com ligações, sambladuras, moldados, etc.

As partes móveis deverão trabalhar levemente, sem prisões e deverão apresentar uma folga sempre
igual e nunca superior a 1,5 mm em relação as partes fixas onde se inserem. Todos os trabalhos
deverão garantir uma perfeita rigidez de travamentos e fixações.

Todos os parafusos de fixação de ferragem, que fiquem ou não a vista, serão de latão cromado e
com dimensões adequadas.

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ESPECIFICAÇÃO 15 - PORTAS E JANELAS DE ALUMÍNIO

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais para a execução e
montagem de Portas e Janelas.

2. GENERALIDADES
As portas e janelas a serem executadas serão em alumínio lacado e vidro conforme as peças
desenhadas (Plantas e Mapas de vãos), deverão ser executadas com perfis resistentes e robustos,
com juntas e encontros bem acabados, sem folgas ou frestas e com excelente desempenho na
vedação à água, esquadria perfeitas.

O Empreiteiro deverá apresentar toda a informação relativa à marca e linhas de perfil que se propõe
aplicar em obra, incluindo catálogos, certificados e detalhes do sistema ou sistemas da caixilharia. A
informação deverá ser submetida à aprovação da Fiscalização.

Em relação a alternativas deverão ser apresentadas soluções que respeitem as normas e


certificações europeias.

Deverão ser apresentadas amostras físicas seguidas de demonstração de montagem para cada
sistema apresentado.

A caixilharia bem como as respectivas ferragens serão aprovadas previamente pela Fiscalização

3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERAIS


Todos os sistemas deverão apresentar certificados de comportamento e resistência estrutural,
infiltração de ar e penetração de água, de isolamento térmico e acústico. Em geral:

Isolamento Térmico Índice de isolamento 2.0 W/m2K


Isolamento acústico Diferença normalizada de níveis sonoros 44dB
de fachadas
Permeabilidade ao ar Pressão 600Pa
Estanquicidade à água Pressão 600Pa
Resistência à carga do Vento Pressão 2000Pa

- A caixilharia será ligada às alvenarias ou betões através de para fusos em aço inox ou outro
material recomendado, tendo em consideração a eliminação de fenómenos de corrosão electrolítica
provocados pelo contacto do alumínio com outros metais

- As fixações aos perfis de alumínio serão em aço inoxidável ou outro material recomendado, tendo
em consideração a eliminação de fenómenos de corrosão electrolítica provocados pelo contacto do
alumínio com outros metais

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ESPECIFICAÇÃO 16 - FECHADURAS PARA PORTAS E FERRAGENS PARA PORTAS E JANELAS

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por objectivo dar indicações técnicas relativas à montagem fechaduras
para portas e ferragens para portas e janela

2. GENERALIDADES
Os trincos, fechaduras tranquetas, reguladores e dobradiças de janelas, nãos especificados serão da
DORMA

3. FERRAGENS E FECHADURAS APLICADAS

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ESPECIFICAÇÃO 17 - CHAPA DE VIDRO

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais sobre vidros normais
correntes.

2. GENERALIDADES
A chapa de vidro a fornecer e a montar será transparente em toda a sua área e, quando vista de
cutelo, deverá apresentar a mesma tonalidade em toda a extensão.

A chapa não deverá apresentar: - bolhas, ampolas, serpenteios, fiadas, cordas, pedras, arranhaduras,
queimaduras, desvitrificações, bolhais rebentadas, bolhetes espalhados, alvoroçados, murças,
empenos, arestas e cantos quebrados ou outros danos.

3. DIMENSÕES
As dimensões e forma das chapas serão idênticas às das janelas existentes e/ou com as dimensões
indicadas nos desenhos com a espessura mínima de 6 mm.

4. ASSENTAMENTO
Os vidros serão assentes por intermédio de massas, bites ou bites e massas.

Qualquer que seja o elemento de fixação indicado, este deve por si próprio, pela pressão que exerce
sobre o vidro ser capaz de o fixar de modo sólido não permitindo o seu deslocamento, vibração ou
que seja retirado com facilidade. Deve, de igual modo, assegurar a estanqueidade pretendida.

5. ARMAZENAMENTO
Deve haver cuidado na descarga, acomodação e armazenamento das chapas, evitando que se
partam, que quebrem os cantos e arestas; ou, mesmo que se risquem.

Quando se armazenarem em sobreposição, haverá que colocar entre elas camadas de papel grosso,
cartão canelado ou palha miúda.

Deverão ser armazenadas em recinto coberto e vedado, separadas por lotes perfeitamente
identificados, só daí devendo ser retiradas para o local de colocação, a qual deve ser imediata.

6. OUTRAS PARTICULARIDADES
Em caso algum serão permitidas massas que provoquem manchas nos aros, que tenham uma
secagem rápida em toda a sua espessura, fissurando ou perdendo a maleabilidade que as deve
caracterizar.

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ESPECIFICAÇÃO 18 - EQUIPAMENTO SANITÁRIO

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais, características dos
equipamentos sanitários.

2. CARACTERÍSTICAS GERAIS
2.1 Sanitas.
a) Sanita de apoio ao chão (SANINDUSA, Urb.Y Plus, cod.146024)
b) Sanita de apoio ao chão (SANINDUSA, Aveiro-BR, cod.103021)

2.2 Lavatórios.
a) Lavatório fixo a parede (SANINDUSA, Mondego, cod. 108340);
b) Lavatório fixo a parede (SANINDUSA, Look, cod. 134390);
c) Lavatório de topo (SANINDUSA, Ring, cod. 109390)
d) Lavatório de topo (SANINDUSA, Polop, cod. 118840)

2.3 Chuveiro Higiénico


a) Chuveiro para retrete (SANINDUSA, Aqua, cod.5669111)

2.4 Espelhos de Cristal


a) Os espelhos serão constituídos por uma chapa de vidro cristal de espessura 4mm ou 6mm
dependendo da sua dimensão, de arestas biseladas, com a dimensão indicada na memória
de Arquitectura.
b) A espelhagem será de tipo reforçado, especial para zonas húmidas.
c) Os espelhos serão fixos à parede por 4 parafusos de latão cromado com cabeça especial,
apertados sobre buchas de plástico. Os espelhos de maior dimensão levarão no mínimo 6
parafusos com as mesmas características.
d) Entre o espelho e a parede serão colocados anilhas para que, afastando o espelho da
parede, se diminua as desvantagens decorrentes da condensação. O afastamento entre o
espelho e a parede será de cerca de 0,01m.

2.5 Torneiras
a) Torneira fixa a parede (SANINDUSA, Tube, cod. 5312301)
b) Torneira misturadora, fixa ao lavatório (SANINDUSA, Cetus Basic, cod.5579301)

2.6 Chuveiro
a) Misturadora de parede (SANINDUSA, TUBE, COD.53157011)

2.7 Porta Piaçabas


a) Porta Piaçaba: Fixação mural (SANINDUSA, Advance, cod.47009)

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ESPECIFICAÇÃO 19 - PINTURA COM TINTA PLÁSTICA E DE ÓLEO

1. OBJECTIVO
A presente especificação estabelece as condições técnicas a que deve satisfazer a execução dos
trabalhos de pintura com tinta plástica e de óleo para interiores ou exteriores.

2. CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS


2.1 Tinta Plástica
A tinta deverá ser formulada à base de copolímeros acrílicos. Os pigmentos incorporados na tinta,
deverão ter grande resistência aos agentes atmosféricos, principalmente quando a mesma for
destinada a revestimentos exteriores.

Não deverá conter elementos saponificáveis que possam ser atacados pelas soluções alcalinas
contidas no cimento.

2.2 Tinta de Óleo


A tinta deverá ser formulada à base de resinas e óleos modificados. Os pigmentos incorporados na
tinta, deverão ter grande resistência aos agentes atmosféricos, visto a mesma ser destinada também
a revestimentos exteriores.

Não deverá conter elementos saponificáveis que possam ser atacados pelas soluções alcalinas
contidas no cimento.

3. CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO
Todas as superfícies a pintar devem estar isentas de areias mal ligadas, gorduras ou sujidade, pelo
que será necessária uma limpeza prévia se estas situações se verificarem.

Depois de as superfícies se encontrarem preparadas, aplicar, duas demãos de tinta à viscosidade


normal de fornecimento sobre uma demão de isolante sempre que esse for aplicável.

Se por informação do Fabricante, houver lugar à diluição da tinta, deverá a mesma ser efectuada
com o diluente que será fornecido sempre pelo Fabricante da tinta.

Em caso de cores fortes poderá ser necessário aplicar uma terceira demão, a fim de ser conseguido
um acabamento uniforme.

4. PARTICULARIDADES
A cor da tinta de acabamento está definida podendo ocorrer alterações em obra, pelo que o
Empreiteiro deverá confirmar antes de proceder a qualquer aquisição.

Sempre que uma pintura, antes de completamente seca, venha a ficar exposta à acção da chuva ou
humidade, deverá ser definida imediatamente qual a zona que ficou afectada pela ocorrência.

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Após secagem das superfícies atingidas, as pinturas danificadas terão que ser totalmente refeitas,
procedendo-se para isso à remoção da tinta já aplicada nessas zonas e repetindo-se todo o esquema
de pintura até à fase em que se tenha verificado a ocorrência assinalada.

Igualmente, todas as pinturas que tenham ficado danificadas por operações de transporte ou
montagem, terão que ser refeitas, utilizando-se o processo atrás descrito.

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ESPECIFICAÇÃO 20 - PINTURA COM ESMALTE SINTÉTICO

1. OBJECTIVO
A presente especificação estabelece as condições a que deve satisfazer a execução dos trabalhos de
pintura com esmalte sintético.

2. CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO
2.1. Preparação da Superfície
Antes de começar a pintura, terá que se proceder cuidadosamente a uma limpeza, de modo a
remover partículas da superfície e abrasivo, produzidos na operação de decapagem;

A superfície a pintar deverá estar completamente seca quando da aplicação da tinta, pelo que se
houver humidade, terá que se proceder a uma secagem forçada a maçarico, jacto de ar quente, etc.

2.2. Aplicação de Tinta


Excepcionalmente, no presente caso será aplicada uma demão de esmalte sintético, com 25 microns
de espessura de película de tinta seca sobre a superfície pintada a tinta de óleo.

3. PARTICULARIDADES
A cor da demão de tinta de esmalte deve ser de cor contrastante com a cor da tinta de óleo que
servirá de base.

Sempre que uma pintura, antes de completamente seca, venha a ficar exposta à acção da chuva ou
humidade, deverá ser definida imediatamente qual a zona que ficou afectada pela ocorrência.

Após secagem das superfícies atingidas, as pinturas danificadas terão que ser totalmente refeitas,
procedendo-se para isso à remoção da tinta já aplicada nessas zonas e repetindo-se todo o esquema
de pintura até à fase em que se tenha verificado a ocorrência assinalada.

Igualmente, todas as pinturas que tenham ficado danificadas por operações de transporte ou
montagem, terão que ser refeitas, utilizando-se o processo atrás descrito.

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ESPECIFICAÇÃO 21 - PAVIMENTO EM PAVÊ

1. OBJECTIVO

A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais, para a execução de
um pavimento revestido com blocos de betão do tipo PAVÊ com 80mm de espessura numa área
destinada a parqueamento de veículos e com 5cm de espessura para as restantes áreas de
circulação pedonal.

2. PROCEDIMENTOS

Proceder-se-á a preparação do fundo da escavação para a execução da fundação. O fundo de caixa


será depois regularizado e compactado, seguindo-se a construção da camada de fundação
constituída por material granular natural (godo) e/ou material britado, ou ainda, entulho de
elementos de betão e solos vermelhos para o preenchimento dos vazios.
Esta camada terá 150mm de espessura, seguida de uma camada de filtro de areia de cerca de
50mm, sobre a qual se assentarão os blocos de betão simples.
No limite destas áreas com os pavimentos adjacentes serão colocados lancis pré-fabricados da classe
B30 enterrados e posicionados de forma a facilitarem o seu galgamento.

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ESPECIFICAÇÃO 22 - IMPERMEABILIZAÇÃO DE ELEMENTOS

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais para a
impermeabilização de lajes, muros de contenção, panos de alvenaria de fundação, floreiras e
peitoris de janelas.

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RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

2. HIDRÁULICA
ÍNDICE

ESPECIFICAÇÃO 1 - GENERALIDADES ...................................................................................................1


ESPECIFICAÇÃO 2 – ABERTURA E TAPAMENTO DE VALAS ....................................................................3
ESPECIFICAÇÃO 3 - SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ................................................................5
ESPECIFICAÇÃO 4 – ELECTROBOMBAS............................................................................................... 30
ESPECIFICAÇÃO 5 - SISTEMA DE SANEAMENTO ................................................................................. 36
ESPECIFICAÇÃO 6 – EQUIPAMENTO SANITÁRIO ................................................................................ 45
ESPECIFICAÇÃO 7 – SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS ..................................................... 47
ESPECIFICAÇÃO 8 - ACESSÓRIOS DIVERSOS PARA TUBAGEM ............................................................. 52
ESPECIFICAÇÃO 9 - TUBOS DE MATERIAIS PLÁSTICOS ........................................................................ 54
ESPECIFICAÇÃO 10 - TRANSPORTE DO EQUIPAMENTO ELÉCTRICO E HIDROMECÂNICO ...................... 55
ESPECIFICAÇÃO 11 - ENSAIO DE PRESSÃO HIDROSTÁTICA ................................................................. 57
ESPECIFICAÇÃO 12 – CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 60

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Inhambane


Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas

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ESPECIFICAÇÃO 1 - GENERALIDADES

1. OBJECTO DO TRABALHO
As especificações seguintes referem-se aos preceitos a ter em conta durante a execução de instalações
hidráulicas em estudo, as quais fazem parte do Projecto de construção de uma Residência para o Director
da Filial do Banco de Moçambique – Inhambane, Província de Inhambane.

2. OBJECTIVO
O objectivo das especificações que a seguir se apresentam é de definir em geral, juntamente com os
desenhos e memórias descritivas, os procedimentos a seguir durante a realização dos trabalhos. Nos
aspectos omissos, o Empreiteiro é obrigado a usar a boa prática de Engenharia Civil/ Hidráulica sanitária.

3. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS - NORMAS E ESPECIFICAÇÕES


Todos os materiais e equipamentos a serem incorporados nos trabalhos e na sua fabricação deverão estar
de acordo com as Normas em vigor e Especificações aplicáveis, estabelecidas e aprovadas no País da
manufactura dos materiais ou equipamentos. Todos os materiais deverão ser ensaiados e apresentados
(amostras, certificados de garantia de qualidade, catálogos originais, devidamente seleccionados e
justificados nos Boletins de Aprovação de Materiais – BAM, vide anexos) à Fiscalização, pelo que somente
serão aplicados após a aprovação da Fiscalização e/ou Dono da Obra.

4. MOBILIZAÇÃO/DESMOBILIZAÇÃO
4.1. Generalidades
O Empreiteiro deverá fornecer e manter as instalações necessárias para executar os trabalhos de hidráulica,
de acordo com as normas aplicáveis e boa prática de engenharia.
Admite-se que o Empreiteiro, para formular a sua Proposta Técnica e Financeira, se tenha inteirado
completamente das condições locais, não só em tudo o que possa ser considerado como condicionamento
de produção, mas como também das instalações existentes (caso existir), pelo que não serão aceites
quaisquer reclamações sobre eventuais dificuldades que possam surgir na execução dos trabalhos por
alegado desconhecimento e/ou insuficiência de informação.Da mesma forma, poderá o empreiteiro, para a
elaboração da sua Proposta, antes da adjudicação da obra, procurar inteirar-se, junto do Dono da Obra, da
melhor localização para o estaleiro da obra, etc.

5. TRABALHOS PRELIMINARES OU ACESSÓRIOS


5.1. Objectivo

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Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas

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Na presente secção são definidas as condições técnicas relativas aos trabalhos preparatórios ou acessórios a
serem executados pelo Empreiteiro dentro do âmbito da Empreitada.
Nesta secção não se apresentam todas as condições relativas às instalações, equipamentos e obras
auxiliares e trabalhos preparatórios, podendo para o efeito consultar as especificações técnicas da parte de
estruturas.

5.2. Sinalização da Área dos Trabalhos


O Empreiteiro procederá à sinalização de toda a área afectada pelos trabalhos, limitando o acesso a pessoas
estranhas pela introdução de uma vedação. A solução deverá ser aprovada pela Fiscalização.

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Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas

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ESPECIFICAÇÃO 2 – ABERTURA E TAPAMENTO DE VALAS

1. OBJECTIVO
A escavação a efectuar refere-se a todas as variedades de solos na zona a escavar, qualquer que seja a
sua natureza, para o assentamento de condutas e outros elementos dos sistemas de hidráulica (caixas
de inspecção, valas, etc.).

2. GENERALIDADE
O Empreiteiro deverá certificar-se das dificuldades dos trabalhos, quer através dos desenhos do
projecto, quer através do reconhecimento físico do local.

3. ESCAVAÇÕES
O modo de abertura de valas para o assentamento de condutas e outras actividades inerentes ao
projecto hidráulico, será de livre escolha do Empreiteiro, desde que seja em coordenação com a
fiscalização da obra. O equipamento e os meios humanos utilizados deverão permitir sempre o bom
andamento dos trabalhos.
A escavação não deve ser levada abaixo das cotas indicadas nos desenhos, salvo por indicação da
Fiscalização. A medição dos trabalhos realizados será efectuada em função das cotas de soleira prevista no
projecto para cada situação.
Os materiais removidos abaixo das cotas de projecto, deverão ser substituídos por solos devidamente
compactados.
O material escavado não aplicado em aterros será transportado ao vazadouro.

4. ATERROS
De igual modo o equipamento e os meios humanos utilizados, deverão permitir sempre o bom andamento
dos trabalhos.
Os materiais para aterro devem estar isentos de detritos orgânicos ou lixos e devem provir de solos
seleccionados da escavação.
Os solos a empregar nas camadas de aterro, serão quando necessário, regados, devendo procurar-se
sempre que possível, conferir aos solos a humidade e grau de compactação necessários.
Sempre que se verificar que a humidade dos solos excede os valores óptimos a uma boa compactação, de
acordo com a Fiscalização, tomar-se-ão as providências necessárias a sua correcção.

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Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas

TÉCNICA-Engenheiros Consultores, Lda. – Agosto de 2021 3| P á g i n a


Os aterros serão cuidadosamente executados em camadas. A espessura das camadas deve estar de acordo
com os meios de compactação. Quando os meios utilizados não forem mecânicos a espessura da camada
não deverá exceder os 0,20m.
Não se deverá proceder ao espalhamento de uma camada sem que a anterior se encontre com o grau de
compactação exigido.
A execução de aterro sobre peças enterradas somente deve ser efectuada após a aprovação da fiscalização.
A medição das quantidades de aterro será efectuada em função da cota de fundação aprovada pela
fiscalização e tendo em conta que as escavações foram efectuadas como anteriormente especificado.

5. TRANSPORTES A VAZADOURO
O transporte dos produtos sobrantes da escavação a vazadouro será encargo do Empreiteiro e ter-se-á
sempre em consideração que a acumulação dos produtos escavados no local, não deverá prejudicar o bom
andamento dos trabalhos.

6. PARTICULARIDADES
Se a natureza dos solos escavados não permitir a sua utilização em aterros ou se só o permitir
parcialmente, os aterros serão efectuados com solos de empréstimo que obedeçam as qualidades
exigidas no artigo.

7. MODALIDADES DE MEDIÇÃO
As quantidades para a determinação do custo total das escavações e aterros serão determinadas com
base nos volumes da zona escavada, previamente aprovados pela fiscalização incluindo o transporte a
vazadouro.

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Memória Descritiva e Justificativa de Instalações Hidráulicas

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ESPECIFICAÇÃO 3 - SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

1. GERAL
1.1. Objectivos
A presente Especificação refere-se as características técnicas a que devem obedecer o fornecimento e
montagem dos materiais e equipamentos a utilizar nos sistemas Hidráulicos (Abastecimento de água
potável, Drenagem e Saneamento) sem prejuízo das disposições dos Regulamentos dos sistemas Prediais e
Públicos de Distribuição de Águas e de Drenagem de Águas Residuais em vigor no País e do indicado na
memória descritiva da parte Hidráulica.
As instalações hidráulicas deverão ser feitas de acordo com as indicações que se seguem e recomendações
do fabricante.

1.2. Equipamentos não incluídos na especificação


Todos os equipamentos ou materiais que, por motivos de alterações no projecto ou outros, não se
encontrem nesta Especificação, devem ser propostos (por escrito) pelo Empreiteiro à Fiscalização para a sua
devida aprovação.

1.3. Fonte de Abastecimento de Água


Atendendo e considerando o projecto será implantado numa zona de urbana, onde existe a rede pública, o
abastecimento de água potável aos edifícios em estudo será feita a partir da mesma rede.

1.4. Instalação da tubagem da rede exterior


A instalação da rede externa de abastecimento de água deverá seguir os alinhamentos indicados nos
desenhos executivos. Caso haja a necessidade de alterar especialmente determinados alinhamentos ou
outras acções, estes deverão ser realizados tendo em conta o parecer da Fiscalização.
O traçado das tubagens deve ser o mais rectilíneo possível. Na colocação em obra, o tubo deverá ficar
ligeiramente “ondulante”, isto é, não deverá ficar instalado sob tensão. Quando for necessário efectuar
mudanças de direcção, estas far-se-ão por dobragem a frio dos tubos, de maneira a que o raio de curvatura
da tubagem dobrada seja no mínimo igual a 30 vezes o diâmetro externo desta. Se a curvatura da tubagem
tiver de ser inferior a esse valor, é obrigatória a utilização de acessórios de ligação.
A colocação de tubagem de abastecimento de água deverá ser em alinhamentos que evitem o cruzamento
com zonas de circulação rodoviária ou cargas rolantes.
No entanto, quando ocorra o atravessamento de vias rodoviárias de tráfego expressivo, a tubagem tem de
ser obrigatoriamente protegida com mangas (ou encamisamentos) em uPVC-liso ou em Aço Inóx, para
preservar os efeitos das cargas rolantes.

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No interior e nas bordas das mangas de protecção, a tubagem deverá apoiar-se em espaçadores plásticos.
As mangas devem ser em tubo uPVC rígido do tipo não plastificado (uPVC).
O tubo de uPVC a usar como manga de protecção, deve caracterizar-se por uma pressão de serviço igual a
12 kg/cm2 (Classe 16).
O tubo de uPVC deve ser de cor cinzenta.
As mangas de protecção devem ser instaladas isentas de qualquer corte longitudinal.
As extremidades das mangas de protecção devem encontrar-se isentas de rebarbas que possam causar
danos na conduta protegida.
Poderão ainda, sob necessidade e com parecer da fiscalização, determinar que em percursos paralelos, ou
no cruzamento com outras infra-estruturas, as mangas de protecção tenham a sua função reforçada através
de betonagem, ou da aplicação de lajes de betão.

1.5. Instalação da tubagem na rede interior


A instalação de canalizações nos edifícios deverá obedecer a alinhamentos dos troços rectos, com
trajectórias horizontais e verticais, ligados entre si através de acessórios apropriados. Os troços com
trajectórias horizontais com mais de 1 metro de comprimento nessa direcção, deverão possuir ligeira
inclinação ascendente no sentido do escoamento do fluído, de cerce de 0.5%, deforma a facilitar a saída do
ar das tubagens.

2. EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
2.1. Generalidades
Todos os materiais deverão ser submetidos a fiscalização ou ao dono da obra, para a sua aprovação, antes
da sua aplicação em obra.

2.1.1. Tubagem

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Para a instalação das redes interna e externa de abastecimento de água (fria e quente), propõe-se a
aplicação de tubagem plástica materializada em PPR – Polipropileno Randômico, em IPS ou equivalente, da
Classe PN16 e diâmetros indicados nas peças desenhadas.
Para o assentamento de tubagem externa será necessário proceder-se à abertura e tapamento de valas de
0,50 x 0,60 m e 0,50 x 8,0 (largura e profundidade), de modo que esteja protegida nas zonas de circulação
pedonal e rodoviária respectivamente. A tubagem interna poderá embutida nas paredes ou ser instalada à
vista, cabendo ao Dono da Obra a escolha.

2.1.2. Ligações e Acessórios


As ligações de tubos em PPR ou IPS (quer sejam no sentido longitudinal ou de ângulo) e acessórios de
tubagem, tais como tês, uniões, curvas, etc, serão, sempre que possível, feitas por processos térmicos de
fusão, por rosca à gás ou a cola de tubo de alta pressão, obedecendo às prescrições das Normas em vigor no
país salvo nos casos em que a Fiscalização da obra o determine ou os fabricantes dos materiais.
As ligações de tubos em Ferro Galvanizado na ligação das Electrobombas e dos depósitos de água (quer
sejam no sentido longitudinal ou de ângulo) e seus acessórios, tais como tês, uniões, curvas, etc, serão,
sempre que possível, feitas por rosca gás obedecendo às prescrições da Norma Portuguesa NP-45 salvo nos
casos em que a Fiscalização da obra o determine ou os fabricantes de equipamento só possam fornecer os
mesmos com ligações flangeadas. Nestas ligações não se admite o uso de vedantes de linho, devendo no
seu lugar aplicar fitas TEFLON ou equibalente.
Nestes casos utilizar-se-ão flanges roscadas segundo DIN 2576.
Os acessórios roscados devem obedecer à Recomendação ISO/R49.
As ligações de tubagem a equipamentos, considerando-se como tais válvulas, só serão permitidas em
flánges para diâmetros superiores a 50mm.
Nestas dimensões, só serão permitidas ligações roscadas nos casos de válvula de segurança, montados na
geratriz da tubagem base e ainda ligações de acessórios roscados que façam parte integral dos
equipamentos a montar.

a) Tubagem de abastecimento de água (PEAD/HPED – PN 16 e 12.5) – Conduta adutora e rede


exterior enterrada respectivamente

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Tubagem em PEAD

b) Tubagem em Ferro Galvanizado – FG

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c) Tubagem PPR para abastecimento de água - rede interna e externa (Para água fria e quente)

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c) Torneiras de jardim

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Características:
 Entrada com Ø ¾”
 Acabamento em bronze ou aço inoxidável, alta
resistência a corrosão e riscos.

2. TANQUES PLÁSTICOS
2.1 Tanque vertical de 1500 litros

 Produzido em polietileno

 Camada externa estabilizada contra raios UV

2.2 Tanque horizontal de 3000 litros


 Produzido em polietileno
 Camada externa estabilizada contra raios UV

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3. DIVERSOS
3.1. Materiais de vedação
Nas ligações roscadas não se admite a utilização de vedantes de linha, devendo em sua substituição utilizar-
se produto de vedação não prejudicial à saúde, isto é, que não contamine a potabilidade da água, e de
preferência a fita de "TEFLON" ou equivalente.

3.2. Válvulas de Passagem e de retenção


As válvulas de corte, de retendo e outros acessórios serão metálicas, de acordo com as especificações dos
fabricantes.
Por outro lado, estas válvulas poderão ser com corpo em latão, corrediça monobloco em cunha e anéis de
vedação em aço inox com 13% do Cr ou bronze, com ligações roscadas segundo as normas em vigor.
Todas as válvulas a serem instaladas em tubos enterrados, deverão estar alojadas dentro de caixas de
válvulas que serão executadas em paredes de blocos maciços e com tampas em ferro fundido ou
equivalente, de acordo com dimensões apresentadas nos pormenores das caixas de válvulas.

3.3. Protecção da tubagem


Os tubos em FG (enterrados) deverão ser protegidos exteriormente por tinta betuminosa tipo "COAL-TAR
EPOXY" ou por aplicação de banda asfáltica tipo "DENSO" ou "POLIKEN", ou equivalente, desde que seja.

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3.4. Especificação de montagem
Para a montagem da tubagem, acessórios, electrobombas e os demais materiais a serem empregues no
projecto hidráulico, o Empreiteiro deverá consultar as especificações de cada Fabricante, tomando sempre
em consideração as boas normas de Construção Civil.

4. Válvula de bóia
Na entrada dos depósitos serão instaladas bóias mecânicas e eléctricas, materializadas em latão e mercúrio
respectivamente.
Todos os depósitos serão executados e hidraulicamente instalados de acordo com os desenhos.

5. REDE DE ÁGUA QUENTE


Tal como foi descrito na Memória Descritiva referente às instalações Hidráulicas, a água quente será
garantida por pequenas centrais de termoacumuladores eléctricos. Estes aparelhos serão instalados
indicados nos desenhos.
A água quente será canalizada por tubagem plástica, materializada em PPR, IPS ou equivalente, (Classe 16)
de serviço de 1.6 Mpa, de acordo com o catálogo de tubagem PPR em anexo.

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5.1. Termoacumuladores
Serão instalados termoacumuladores horizontais e verticais de boa qualidade, com capacidades indicadas
nos desenhos. Os locais onde serão instalados os termoacumuladores encontram-se nos desenhos
referentes ao abastecimento de água em anexo.

5.1.1. Instalação
Os termoacumuladores devem ser instalados por pessoal devidamente qualificado e de acordo com a
legislação em vigor no País. Tanto as paredes onde serão instalados os termoacumuladores como as buchas
e parafusos de fixação dos mesmos devem suportar o peso de cada aparelho, cheio de água. Os
termoacumuladores devem estar situados em pontos acessíveis às tomadas eléctricas.

5.1.2. Localização
É recomendável instalá-los o mais próximo possível dos pontos de utilização de água quente (aparelhos
sanitários) convista a evitar desta forma as perdas de temperatura na tubagem. Estes termoacumuladores
serão instalados nas casas de banho, na posição vertical. Deve-se prever um espaço mínimo de 80 cm por
baixo da saída dos tubos, para facilitar o acesso à parte eléctrica e facilitar a sua manutenção e eventuais
reparações.

5.1.3. Instalação Hidráulica


Os casquilhos isolantes fornecidos com os termoacumuladores devem ser colocados nos tubos de entrada e
saída em PPR ou equivalente (figura 1), para eliminar o risco de formação de pares galvânicos, utilizando
teflon na rosca dos tubos, com o binário de aperto dos casquilhos de 3,5 kgm. Antes de proceder à ligação
hidráulica é indispensável limpar as tubagens de alimentação para que não entrem partículas metálicas ou
estranhas nos aparelhos.
Cada termoacumulador deve obrigatoriamente ser instalado com o grupo de segurança, equipado com
válvula anti-retorno ou de retenção (fornecido com cada termoacumulador). Não deve instalar-se nenhum
acessório hidráulico entre o grupo de segurança e o tubo de água fria (válvula de corte e anti-retorno
respectivamente).
À saída do grupo de segurança deve ser ligada obrigatoriamente tubagem de descarga de fundo, que tenha
um diâmetro pelo menos igual ao da tubagem de ligação de cada termoacumulador, com uma inclinação
constante e aberta à atmosfera.
É obrigatório instalar uma válvula redutora de pressão à entrada de cada termoacumulador para evitar a
danificação dos mesmos aparelhos por sob-pressões.

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Figura 1: Termoacumulador

5.1.4. Instalação Eléctrica


Os aparelhos são fornecidos para ligação à rede monofásica de voltagem indicada pelo fabricante nos seus
catálogos. Deverá verificar-se com cuidado a concordância entre a tensão de alimentação e a do aparelho. A
instalação eléctrica dos termos deve respeitar as Normas Técnicas e os Regulamentos Eléctricos para baixa
tensão em vigor. Para mais informação, o empreiteiro deverá consultar as especificações do fabricante
destes aparelhos, bem como as mencionadas na parte eléctrica deste projecto.

5.1.5. Manutenção
Os termoacumuladores não necessitam de manutenção especial. Para limpá-los basta usar um pano suave
ou esponja húmida, não devendo utilizar abrasivos nem detergentes. As cubas dos termoacumuladores
eléctricos serão fornecidas com uma certa garantia. Em caso de avaria das cubas durante um prazo de
garantia, substituir-se-á o aparelho completo. É importante que os aparelhos sejam inspeccionados pelo
utilizador, anualmente. A eventual corrosão da cuba devido ao desgaste total do ânodo de magnésio
anulará a garantia. A visita de inspecção não está abrangida pela garantia, uma vez que não é uma
reparação.

6. DIVERSOS
6.1. Materiais de vedação
Nas ligações roscadas não se admite a utilização de vedantes de linha, devendo em sua substituição utilizar-
se produto de vedação não prejudicial à saúde, isto é, que não contamine a potabilidade da água, e de
preferência a fita de "TEFLON" ou equivalente.

6.2. Protecção da tubagem

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Nos casos onde seja inevitável a aplicação da tubagem enterrada em Ferro Galvanizado, os mesmos
deverão ser protegidos exteriormente por tinta betuminosa tipo "COAL-TAR EPOXY" ou por aplicação de
banda asfáltica tipo "DENSO" ou "POLIKEN".

6.3. Especificação de montagem


Para a montagem da tubagem, acessórios, electrobombas e os demais materiais a serem empregues no
projecto hidráulico, o Empreiteiro deverá consultar as especificações de cada Fabricante, tomando sempre
em consideração as boas normas de Construção Civil.

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ESPECIFICAÇÃO 4 – REDE HIDRÁULICA DA PISCINA

1. GENERALIDADES
Esta especificação refere-se a equipamentos a fornecer e instalar para a rede hidráulica da piscina. Todo
o equipamento de tratamento e hidromecânico, bem como os seus dispositivos, acessórios e seus
sobressalentes deverão satisfazer integralmente as condições de funcionamento que constam na
memória descritiva da parte hidráulica.

2. EQUIPAMENTO

2.1. Tubagem em PVC – Rede da Piscina


A tubagem em uPVC PN9 deverá ser com juntas standards.

2.2. Sistema de recirculação e tratamento

a) Instalação
1. Instale o sistema de filtragem, incluindo bomba, tanque de filtro e válvula selectora.
2. O sistema de filtragem deve ser instalado o mais próximo possível da piscina e de preferência em um
nível de 0,50 metros abaixo da superfície da água na piscina, certificando que haja drenagem disponível
no local de instalação do filtro.

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3. A areia do filtro deverá ser carregada através da abertura superior do filtro;
4. A válvula de controlo deve ser instalada no interior do tanque do filtro;
5. Deve-se fazer o retorno à conexão do tubo da piscina para controlar a abertura da válvula marcada
RETORNAR e completar outro conexões de encanamento necessárias, linhas de sucção para bomba,
resíduos, etc.
6. Para evitar vazamento de água, certifique-se de que todas as conexões de tubos estejam apertadas.

b) Equipamento

Curva caracerística da bomba

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Modelos dos filtros

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ESPECIFICAÇÃO 5 – ELECTROBOMBAS
1. Generalidades
Esta especificação refere-se a electrobombas a fornecer e instalar para o abastecimento de água
potável. Todo o material hidromecânico, bem como os seus dispositivos, acessórios e seus
sobressalentes deverão satisfazer integralmente as condições de funcionamento que constam nas
memória descritiva da parte hidráulica. A selecção e compra das electrobombas a serem usadas, deverá
ser de consenso total entre a Fiscalização e o Empreiteiro, respeitando-se as características técnicas
exigidas no projecto. Todas as bombas serão instaladas em abrigos para a sua durabilidade e
funcionamento adequado.

2. Instalação
Serão fornecidas e instaladas em paralelo duas (2) electrobombas iguais, as quais irão funcionar
alternadamente.
Todas as electrobombas deverão ser instaladas de modo a obedecer um funcionamento automático e
estarão acomodadas dentro de casa de electrobombas, assentes em maciços que serão executadas em
betão armado, de acordo com as peças desenhadas as lectrobombas deverão estar compostas por
válvulas de passagem, de retenção, manómetros de pressão, pressostatos de protecção, indicadores de
nível bem como as respectivas tubagens de sucção com válvulas de pé com crivo (chupador) e de
descarga necessários para o seu funcionamento.
Deverão ser fornecidos os respectivos dispositivos de comando com sistema de arranque automático e a
protecção eléctrica. As electrobombas serão alimentadas pelo sistema da corrente eléctrica local. Cada
electrobomba deve ser fornecida tendo uma placa de inscrição contendo indicações referentes a nome
do fabricante, ano de fabrico, caudal nominal, altura de elevação, número de rotações por minuto para
o regime nominal de funcionamento, potência do motor, tensão, frequência e amperagem.
As electrobombas deverão estar compostas por válvulas de passagem e de retenção, manómetro de
pressão, indicadores de nível bem como as respectivas tubagens de sucção e de descarga necessários
para o seu funcionamento.
Tanto nas electrobombas de recalque como do hidropressor, deverão ser fornecidos os respectivos
dispositivos de comando com sistema de arranque automático e a protecção eléctrica. As
electrobombas serão alimentadas pela fonte da corrente eléctrica localmente disponível. As
electrobombas devem ser fornecidas tendo uma placa de inscrição contendo indicações referentes a
nome do fabricante, ano de fabrico, caudal, altura manométrica, número de rotações para o regime
nominal de funcionamento, potência do motor, tensão, frequência, número de rotações do motor e
amperagem.

3. Funcionamento
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Para o recalque de água ao depósito elevado, as electrobombas de recalque devem ser instaladas de
modo a funcionar automaticamente e obedecendo o funcionamento conjunto com as bóias eléctricas
(funcionamento automático), para tal, a electrobomba em questão deve iniciar o bombeamento sempre
que o nível de água no reservatório elevado atinja 2/3 da capacidade útil deste e a interrupção seja
efectuada quando este estiver cheio.
Para o caso da electrobomba hidropressor terá um caudal de 3.6 m3/h; altura manomêtrica igual a 25m,
conforme as seguintes especificações técnicas:

a) Bomba de pressurização

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O hidropressor será instalado imediatamente a saída do depósito elevado, será dotado de uma membrana,
com capacidade de 50 litros e um manómetro de pressão de 3 Bar.
As electrobombas de elevação de água do depósito apoiado para o elevado serão conforme as seguintes
especificações técnicas:

b) Electrobombas de elevação

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ESPECIFICAÇÃO 6 - SISTEMA DE SANEAMENTO

1. OBJECTIVO
A presente especificação destina-se a estabelecer as condições a que devem satisfazer os trabalhos de
execução das redes de esgoto, sem prejuízos das disposições dos Sistemas Prediais de Distribuição de Água
e Drenagem de Águas Residuais em vigor no Pais e do indicado na memória descritiva da parte hidráulica.

2. TERMINOLOGIA
Ramal de ligação - Troço de canalização que recebe os esgotos dos diferentes tubos de queda e os conduz
para o exterior do edifício.
Tubo de queda - Canalização em prumada que recebe os esgotos dos diferentes ramais de descarga e os
conduz ao ramal de ligação.
Ramal de descarga - Canalização que recebe os esgotos dos aparelhos sanitários e os conduz ao tubo de
queda.
Coluna de ventilação -Tubo destinado a assegurar a ventilação das canalizações de esgoto e o bom
funcionamento dos sifões.

3. MATERIAIS A UTILIZAR
Para a execução das tubagens das redes de esgotos nomeadamente os ramais de ligação, tubos de queda,
ramais de descarga e tubos de ventilação, deverão ser usados tubos do tipo uPVC rígido (de cor azul ou
branco) de 6Kg/cm2 e 12 Kg/cm2, para os ramais prediais (interior) e colectores gerais (exterior)
respectivamente, com os diâmetros indicados nos desenhos respeitando as inclinações previstas.

4. QUALIDADE DOS MATERIAIS


Os tubos de uPVC ou mPVC rígido e respectivos acessórios deverão satisfazer inteiramente ao que
determina a especificação "Tubos de materiais plásticos - Condições de Transporte e Recepção".

5. CAIXAS DE VISITA
Estas caixas serão executadas de acordo com os desenhos do projecto, em alvenaria hidráulica de bloco
maciçado, assente com argamassa de cimento e areia ao traço 1:4.

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As tampas serão em ferro fundido dúctil C125, e nos casos em que a Fiscalização o entender, terão um
acabamento igual ao do pavimento em que estão inseridas. Levarão cantoneira metálica conforme indicado
nos desenhos
Na soleira das caixas serão executadas caleiras de concordância em argamassa de cimento e areia ao traço
1:1,5 de modo a guiar o escoamento.

As caixas localizadas na zona de circulação de viaturas serão executadas em paredes de betão armado e
terão tampas de ferro forjado ou em latão C250, com referida indicação do tipo de saneamento, e
colocadas até ao nível do pavimento em causa.
Todas caixas levarão cantoneira metálica conforme indicado nos desenhos, para o assentamento das
respectivas tampas. O afastamento máximo admissível entre as caixas será de 15 metros.

6. FOSSAS SÉPTICAS
Todas as fossas, serão executadas em betão armado B330/A400, de acordo com os desenhos e as Normas
Técnicas e o Regulamento vigente na República de Moçambique, com dimensões ilustradas no respectivo
desenho dos pormenores das mesmas. As paredes internas e externas deverão estar totalmente
impermeabilizadas por material adequado como o DENVER COAT EPÓXI ou equivalente.

7. EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Os tubos de uPVC rígido e respectivos acessórios deverão satisfazer inteiramente ao que determina a
especificação "Tubos de materiais plásticos - condições de recepção".

a) Tubagem da rede de esgotos (uPVC - PN6 e PN12/SN8)

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 Uniões
 Junction fittings

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 Curvas
 Bend

 Tê simples

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 Tê flangeado simples

 Tê com saída roscada

 Cruzeta

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 Junta flangeada

 União de transição

 Redução lisa (1) e lisa flangeada (2)

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(1)

(2)

a) Acessórios para Drenagem de Esgotos

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8. CAIXAS DE RETENÇÃO DE GORDURA E PRODUTOS QUIMICOS

As caixas de retenção de gorduras e produtos químicos devem ser instaladas em locais de fácil acesso e com
boas condições de ventilação natural.
As caixas de gordura devem possibilitar a retenção e posterior remoção da gordura, através das seguintes
características:
a) Capacidade de acumulação da gordura e produtos químicos entre cada operação de limpeza;
b) Dispositivos de entrada e de saída, convenientemente instalados para possibilitar que o afluente e o
efluente escoem normalmente;
c) Altura entre a entrada e a saída suficiente para reter a gordura, evitando-se o arraste do material
juntamente com o efluente;
d) Tampas em ferro fundido;
e) vedação adequada para evitar a penetração de insectos, pequenos animais, águas de lavagem de pisos
ou de águas pluviais, etc.
As pias de cozinha ou máquinas de lavar louças instaladas em vários pavimentos sobrepostos devem
descarregar em tubos de queda exclusivos que conduzam o esgoto para caixas de gordura colectivas, não
sendo aconselhado o uso de caixas de gordura individuais nos andares.

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9. VENTILAÇÃO DO SISTEMA
A extremidade aberta do tubo ventilador primário ou coluna de ventilação deve estar situada acima da
cobertura dos edifícios a uma distância mínima que impossibilite o encaminhamento à mesma das águas
pluviais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada ou a fácil propagação de odores do sistema para
as áreas habitadas.
A extremidade aberta do tubo ventilador primário ou coluna de ventilação, deve:
 estar situada a pelo menos 3,00 m de qualquer janela, porta ou vão de ventilação, salvo se elevada
pelo menos 1,00 m das vergas dos respectivos vãos;
 situar-se a uma altura mínima igual a 2,00 m acima da cobertura, no caso de laje utilizada para
outros fins além de cobertura; caso contrário, esta altura deve ser no mínimo igual a 0,30 m;
 ser devidamente protegida nos trechos aparentes contra choques ou acidentes que possam
danificá-la;
 ser provida de terminal tipo chaminé, tampão ou outro dispositivo que impeça a entrada das águas
pluviais directamente ao tubo de ventilação.

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ESPECIFICAÇÃO 7 – EQUIPAMENTO SANITÁRIO

1. OBJECTIVO
A presente especificação tem por finalidade fornecer indicações técnicas gerais, características dos
equipamentos sanitários. Em nenhum caso deverá ser instalado um aparelho sanitário sem a deliberação do
fiscal ou do dono do projecto. Estes devem ainda ser montados de acordo com as especificações do
fabricante.
As bacias sanitárias serão em louça, sifonadas, com saída vertical. Serão fixadas com parafuso e terão
assento plástico rígido, serão ligadas ao ponto de água através de tubo de ligação apropriado. A ligação com
o ramal de descarga deverá ser vedada com anel de massa moldável.
Os lavatórios serão de acordo com as especificações arquitectónicas. Serão fixados com parafusos
apropriados, abastecidos através de torneiras descritas anteriormente. Serão ligados ao ramal de descarga
através de sifão de acabamento cromado ou metálico cromado com bujão de limpeza de ½” e válvula
metálica cromada.

2. CARACTERÍSTICAS GERAIS
2.1 Sanítas
a) As sanitas serão de primeira qualidade, modelo e tipo indicado na memória de arquitectura.
b) As sanitas terão sifão tubular incorporado com descarga pela parede.
c) As sanitas serão ligadas ao sistema de águas negras de esgotos.
d) Na junta de assentamento de cada sanita deve colocar-se um vedante apropriado de modo a
obter-se um assentamento perfeito.
e) Cada autoclismo será ligado à rede de água por um tubo flexível de diâmetro de 1/2”.

2.2 Lavatórios
a) Cada lavatório será de primeira qualidade, modelo e tipo indicado na memória de arquitectura.
b) A ligação de cada lavatório à parede será feita de modo a se obter uma perfeita estanquidade, e
de modo a que a água chapinada reflua para o lavatório.
c) As torneiras dos lavatórios serão ligadas à canalização de água.
d) Cada sifão será do tipo garrafa de 1 1/4”, de latão cromado. As juntas de ligação deverão
observar uma estanquidade perfeita e o sifão será assente de modo a ficar rigorosamente
vertical.

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2.4 Porta rolos
a) Os porta rolos serão para um ou múltiplos rolos de papel higiénico, metálicos e deverão ser
submetidos à aprovação da Fiscalização.

2.5 Dispensadores de Sabão


As casas de banho levarão dispensadores de sabão líquido do tipo metálico. Antes da aquisição deverão
ser submetidos à aprovação da fiscalização.

2.6 Espelhos de Cristal


a) Cada espelho será constituído por uma chapa de vidro cristal de espessura 4mm; de arestas
biseladas, de tipo e dimensões indicadas na memória de Arquitectura.
b) A espelhagem será de tipo reforçado, especial para zonas húmidas.
c) Cada espelho será fixo à parede por 4 parafusos de latão cromado, com cabeça especial,
apertados sobre buchas de plástico.
d) Entre o espelho e a parede serão colocados anilhas para que, afastando o espelho da parede, se
diminua as desvantagens decorrentes da condensação. O afastamento entre o espelho e a
parede será de cerca de 0,01m.

2.7 Caixas sifonadas e Ralos

Serão instaladas de caixas uPVC e ralos sifonados de pavimento, nas cozinhas e casas de banho, de
acordo com os desenhos. Os ralos metálicos a aplicar serão em aço inoxidável, monobloco, com bujão
para limpeza, com grelha de aço inoxidável escamoteável e porta grelha de acabamento adequado ao local
de instalação.

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ESPECIFICAÇÃO 8 – SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS

1. OBJECTIVO
A presente especificação refere-se ao sistema de drenagem de águas pluviais dos edifícios e pavimentos
exteriores incluindo do relvado no campo, conforme o indicado nos desenhos.

2. TUBOS DE QUEDA

Os tubos de queda devem, sempre que possível, ser instalados em um único alinhamento. Quando
necessários, os desvios devem ser feitos com peças formando ângulo central igual ou inferior a 90°, de
preferência com curvas de raio longo ou duas curvas de 45°.
b) efetuar o desvio do tubo de queda para a horizontal com dispositivos que atenuem a sobrepressão,
ou seja, curva de 90° de raio longo ou duas curvas de 45°; ou instalar dispositivos com a finalidade de evitar
o retorno de espuma.

3. CARACTERÍSTICAS DA TUBAGEM
a) Tubos uPVC (PN 6 e PN12/SN8) - Tubos de queda

4. CANALETAS OU VALETAS DE DRENAGEM


Os canais de drenagem de águas pluviais dos pavimentos exteriores serão em betão armado B25/A400
betonadas “in situ”, devendo levar tampas rectangulares em grelhas metálicas pré-fabricados (em ferro
fundido) de alta qualidade e resistência a cargas (D400), conforme os catálogos.

5. CÂMARAS OU CAIXAS DE VISITA E SUMIDOUROS


As caixas serão executadas de acordo com os desenhos do projecto, em paredes de betão. As tampas das
caixas de visita que funcionam também como sumidouros de pavimentos da rede de águas pluviais serão
em ferro fundido ou em aço inox. As tampas para as caixas visita apenas, poderão ser em ferro fundido ou
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ainda em betão armado, de 300 kg de cimento por metro cúbico de betão e nos casos em que a Fiscalização
o entender, terão um acabamento igual ao do pavimento em que estão inseridas. Todos estes elementos
Levarão cantoneiras metálicas conforme o indicado nos desenhos. Na soleira das caixas serão executadas
caleiras de concordância em argamassa de cimento e areia ao traço 1:1,5 de modo a guiar o escoamento. As
caixas com sumidouros serão de secção quadrada/rectangular. Admitindo-se a secção circular para o caso
de caixas de visita eméticas, bem como caixas de saneamento.
Para o caso das caixas de inspecção, sumidouros e canais ou valas de destinados ao sistema de drenagem
de águas pluviais terão tampas em grelhas metálicas (ferro fundido ou aço inoxidável), com capacidade de
suportar o trânsito de veículos pesados (classe 125) e classe A15 para os elementos localizados nas zonas de
circulação pedonal somente conforme os catálogos abaixo. Estas especificações só poderão ser alteradas
com o consentimento da fiscalização do dono da obra.

a) Canais de drenagem

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b) Tampas para caixas de visita

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ESPECIFICAÇÃO 9 - ACESSÓRIOS DIVERSOS PARA TUBAGEM

1. OBJECTIVO
Na presente secção, são recomendadas as condições técnicas gerais e específicas a que devem apresentar
os elementos, acessórios de ligação, fixação e montagem de tubagem, válvulas, etc.

2. GENERALIDADES
Os acessórios de ligação serão metálicos e de acordo com as especificações do fabricante serão montadas.

3. ACESSÓRIOS

a) Contador de água

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b) Válvula

Válvula de cunha roscada


Corpo em Cobre

c) Junta desmontável

d) Filtro

Filtro tipo Y transparente


em PVC

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ESPECIFICAÇÃO 10 - TUBOS DE MATERIAIS PLÁSTICOS

CONDIÇÕES DE TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E RECEPÇÃO

1. OBJECTIVO
A presente especificação estabelece as condições de transporte e recepção a que devem satisfazer os tubos
em material plástico. Foi elaborada com base em publicações do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

2. CONDIÇÕES DE TRANSPORTE E MANUSEAMENTO


Na generalidade, devem ter-se em atenção os seguintes aspectos:
 Não colocar os tubos sobre superfícies irregulares;
 Nas camadas sobrepostas só as zonas lisas dos tubos devem estar em contacto;
 Por cada camada, as bocas dos tubos devem estar em sentidos opostos;
 Durante o manuseamento devem ser evitados os choques violentos, o contacto com arestas vivas
de corpos duros (metais, tijolos, pedras, etc.) e outras operações que possam danificar os tubos,
especialmente se a temperatura ambiente estiver muito baixa.
Evitar o armazenamento prolongado sob a acção directa dos raios solares. Os tubos armazenados em
estaleiro devem estar dispostos em pilha cuja altura não deve exceder 1,5 metros sobre um fundo
perfeitamente plano, a fim de evitar deformações que poderão tornar-se permanentes. Em caso de
armazenamento em palete, é desaconselhável sobrepor mais de 3 paletes.

3. CONDIÇÕES DE RECEPÇÃO
3.1. Aspecto dos tubos
Os tubos devem ter cor uniforme, as superfícies exterior e interior lisas e não devem apresentar bolhas,
fissuras, cavidades ou outras irregularidades no seio da sua massa.

3.2. Comprimento
Salvo se de outro modo for estabelecido no contracto de fornecimento, os tubos devem ter 6 metros de
comprimento.

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ESPECIFICAÇÃO 11 - TRANSPORTE DO EQUIPAMENTO ELÉCTRICO E HIDROMECÂNICO

1. OBJECTIVO
A presente especificação estabelece as condições as quais as electrobombas e respectivos comandos
eléctricos deverão ser fornecidos, conservados em obra e instalados.

2. CARACTERÍSTICAS
As electrobombas, válvulas e outros equipamentos a serem fornecidos e instalados deverão estar de acordo
com o exigido nestas especificações técnicas e deverão estar acompanhadas das referidas especificações do
fornecedor.

3. ACESSÓRIOS DIVERSOS
As electrobombas deverão ser instaladas completas, incluindo válvulas de regulação e de retenção,
manómetro de pressão, indicadores de nível bem como as respectivas tubagens de sucção e de descarga
necessários para o seu funcionamento.
Deverão ser fornecidos os respectivos quadros eléctricos com sistema de arranque directo e as necessárias
protecções eléctricas.
As electrobombas deverão ser fornecidas tendo uma placa de inscrição contendo indicações referentes ao
nome do fabricante, ano de fabrico, caudal nominal, altura de elevação, número de rotações por minuto
para o regime nominal de funcionamento, potência do motor, tensão, frequência, número de rotações do
motor e amperagem.

4. MANUSEAMENTO E ARMAZENAMENTO
A embalagem de transporte dos equipamentos eléctricos e hidromecânicos não deverá cair ou receber
impactos acidentais. Deverá ser colocada no chão com o devido cuidado de forma a evitar impactos
pronunciados para evitar danos aos mancais e rolamentos. No caso de alternador, electrobombas ou
turbinas, não se deve retirar a graxa de protecção existente na ponta do eixo nem as borrachas ou bujões
de fechamento dos furos das caixas de ligações.
Estas protecções deverão permanecer até a montagem final. Após o desempacotamento, deve-se fazer
uma completa inspecção visual no motor.

Para os motores com sistema de travamento de eixo, este deve ser retirado. Para os motores com suporte
de rolamentos, girar manualmente o rotor algumas vezes. Caso se verifiquem danos, comunicar
imediatamente ao fornecedor e à Fiscalização.
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Caso o motor não seja desempacotado imediatamente, a caixa deverá ser colocada em lugar protegido de
humidade, vapores, rápidas trocas de calor, roedores e insectos. Os motores devem ser armazenados em
locais isentos de vibrações para que os suportes não se danifiquem.
Se possível escolher um local de armazenamento seco, livre de inundações e livre de vibrações. Verificar se
existem danos à embalagem antes do seu armazenamento.
Posicionar as máquinas, os dispositivos e os engradados em palhetas, feixes de madeira ou fundações que
garantam a protecção contra a humidade do pavimento onde estiver acondicionado.
A circulação do ar debaixo do equipamento não deve ser impedida.
Para os motores que possuírem resistências de aquecimento, estas devem estar ligadas.
Qualquer dano à pintura ou protecções contra ferrugens das partes usadas deverão ser retocadas. Para
motores e anéis, as escovas devem ser levantadas, retiradas do acondicionamento, para evitar oxidação de
contacto com os anéis quando a armazenagem durar mais que 2 meses.

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ESPECIFICAÇÃO 12 - ENSAIO DE PRESSÃO HIDROSTÁTICA

1. OBJECTIVO
Esta especificação tem por objectivo fornecer indicações para o ensaio de pressão hidrostática.

2. GENERALIDADES
Antes da sua aceitação devem as redes de água ser submetidas a um ensaio de pressão hidrostática para
verificação da resistência das suas partes componentes e vedação das ligações definitivas.
Este ensaio será feito após a montagem de todos os componentes das redes, com excepção dos que
possam ser danificados ou não permitam o excedente da pressão de ensaio sobre a de serviço (caso das
válvulas de segurança, válvulas de redução, manómetros de escala inferior à pressão de ensaio, etc). Os
componentes que não possam ser sujeitos ao ensaio hidrostático, pelas razões atrás apontadas, serão
substituídos por troços de tubagem com ligações idênticas às daquelas.
As juntas devem ficar descobertas e as extremidades dos troços a ensaiar bem escoradas. Depois de todo o
sistema devidamente escorado, enche-se a conduta de água do ponto mais baixo para o ponto mais alto
para eliminar completamente o ar dentro da conduta.
A pressão e condições gerais do ensaio hidrostático obedecem às prescrições da Norma DIN 2401 e será
obtida por intermédio de bomba manual ou eléctrica equipada com um manómetro, devidamente aferido,
montado à saída da bomba.
A duração do ensaio será estabelecida de acordo com as facilidades de inspecção do local e em nenhum
caso será inferior a meia hora. Durante o ensaio a Fiscalização poderá, se assim o entender, proceder à
martelagem alternada das juntas.
A pressão de ensaio nos primeiros 30 minutos do ensaio nunca deverá ser inferior a uma vez e meia a
pressão de serviço de cada material.

3. SEGURANÇA
Antecipadamente ao início dos ensaios, deve verificar-se a existência de equipamento de segurança
apropriado.
Depois da instalação das condutas e até à conclusão dos trabalhos, todas as escavações devem ser
devidamente protegidas e sinalizadas.
Durante os trabalhos relacionados com os ensaios de pressão, é proibida a permanência nas valas. As
condutas devem encher-se de água lentamente, com os dispositivos de purga de ar abertos. Antes de
realizar o ensaio, deve garantir-se que o equipamento de ensaio encontra-se em bom estado de
funcionamento, calibrado e ligado correctamente a conduta.
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Os ensaios deverão ser efectuados com todos os dispositivos de purga fechados. Todos os intervenientes no
processo devem estar informados, sem qualquer ambiguidade, da intensidade das pressões e das
consequências em caso de acidente.

4. AMOSTRAGEM
A colheita de amostras é feita no local de entrega do fornecimento. Cada fornecimento será repartido por
lotes, devendo cada lote ficar constituído unicamente por materiais da mesma qualidade, da mesma
pressão nominal e que não possuam indícios aparentes de diferenciação de características de fabrico.
De cada lote colhe-se uma amostra de tubo de um dos diâmetros de que no, lote haja mais comprimento.
Se houver um só rolo ou troço desse diâmetro, a amostra deverá ter o comprimento de 2.20 m, se houver
mais do que um rolo ou troço desse diâmetro, a amostra deverá ser constituída por duas facções de 1.10 m
de comprimento cada uma, extraídas de dois rolos ou troços tomados ao acaso do lote.
Se o Proprietário exigir o ensaio de uniões, colhem-se do fornecimento, por cada tipo, três uniões de troços
do maior dos diâmetros escolhidos para o ensaio de tubos. Estas uniões devem ser montadas nas condições
em que será feita a sua instalação, devendo os troços de tubo que as constituem, ter, cada um, 0.30 m de
comprimento.
As condutas devem despressurizar-se lentamente, estando todos os dispositivos de purga de ar abertos.

5. CARACTERÍSTICAS GERAIS
Os tubos devem apresentar, marcados de modo bem visível e indelével além das referências de fábrica e de
qualidade, o número que exprime a pressão nominal e o número que exprime o diâmetro nominal.
É necessário verificar se os tubos apresentam efectivamente, os diâmetros e as espessuras indicadas nas
tabelas do fabricante.
Para o efeito deverá ter-se em atenção que:
a) As variações de diâmetros exterior não devem exceder 0.2 mm + 0.03 d, sendo, em cada secção
transversal, considerado diâmetro exterior a média de dois diâmetros ortogonais entre si (sendo d
o diâmetro exterior mínimo em mm);
b) As variações de espessura não devem exceder 0.2 mm + 0.1 e, devendo em cada secção transversal
a espessura ser verificada em 4 pontos equidistantes (sendo e a espessura mínima em mm).
Todo o material deve apresentar as superfícies interiores e exteriores lisas e de cor uniforme.
Qualquer superfície de corte não deve apresentar bolhas, fendas, cavidades ou quaisquer outras
irregularidades.
6. CARACTERÍSTICAS DOS ENSAIOS

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As características a verificar por ensaios a realizar em laboratório oficial são:
a) Índice de Fusibilidade
Este ensaio consiste em determinar a massa de material que, durante 10 minutos e à temperatura de 190º
C, é expulso do interior de um cilindro através de um orifício com 2,095 mm de diâmetro, sob acção de um
êmbolo com a massa de 2 160g
Destina-se especialmente ao polietileno de peso específico baixo. De cada amostra será retirado um
provete de cerca de 10 g de material para ensaio de acordo com a especificação E 99-1962 de L.N.E.C. O
material é considerado aceitável se o seu índice de fusibilidade não exceder 2,5.

b) Ensaio de Pressão Interior


De cada amostra serão preparados quatro provetes, constituídos por troços de tubo com 50 ± 1 cm, sendo a
estanqueidade é conseguida por meio de aperto de braçadeiras. O ensaio será efectuado de acordo com a
especificação E 100 do LNEC.
Neste ensaio os provetes são mantidos à temperatura de 20° C e submetidos a uma pressão interior igual
ao triplo da pressão nominal dos tubos.
O material é considerado aceitável se pelo menos três provetes não acusarem a rotura antes de 10 minutos
de ensaio, caso contrário, o material é rejeitado.
As uniões devem suportar durante 10 minutos, sem perda de estanquidade nem rotura, pressão igual à
pressão de ensaio dos tubos.

7. REGRAS DE DECISÃO
Relativamente aos ensaios realizados em laboratório oficial, a aceitação de um lote implica que se dê a sua
aceitação relativamente a todas as características ensaiadas de acordo com as normas do LNEC.
No caso de ter sido exigido o ensaio de uniões, a aceitação do fornecimento implica que todas as uniões
ensaiadas satisfaçam às condições especificadas. Se apenas uma não satisfizer, poderão ser ensaiadas
outras três amostras, do mesmo tipo, podendo o fornecimento ser aceite se todas estas satisfizerem.
Todas as decisões de aceitação serão tomadas de acordo com as determinações da presente especificação,
prevalecendo critério do Proprietário em quaisquer divergências de interpretação que possam surgir.

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ESPECIFICAÇÃO 12 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

1. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Tratando-se de uma obra a implantar na zona peri-urbana, antes de instalação das redes (abastecimento
de água, drenagem pluvial e de esgotos), recomenda-se ao Empreiteiro a realização de uma inspecção
com o intuito de localizar todos os elementos hidráulicos (ramais de abastecimento água, de drenagem,
lagoas, cursos de água, etc.) importantes existentes no local e/ou previstos na expansão urbana, o que
irá facilitar – lhe o trabalho das instalações em análise/estudo. Esta informação poderá ser adquirida no
DPU (Departamento de planificação, Ambiente e Urbanização) - Município local e nas entidades
gestoras da rede de abastecimento Água, o FIPAG, etc.

2. Casos Omissos
Todos os equipamentos e acessórios adoptados serão de boa qualidade preferencialmente
homologados, e sempre do tipo aprovado pela Fiscalização das obras de construção do estádio em
questão, e instalados segundos as normas aplicáveis (ver os catálogos). Para casos omissos, serão
cumpridas as disposições regulamentares em vigor na República de Moçambique e serão acatadas as
instruções da Fiscalização dadas e do Dono da Obra durante a execução da obra, respeitando por outro
lado a informação descrita na memória descritiva referente as instalações hidráulicas.

NOTA: Antes da formulação da proposta de execução da Obra, recomenda-se que o empreiteiro faça a
visita ao local da Obra e tenha a devida atenção de verificar e solicitar esclarecimentos de todas as
partes (memória descritiva, especificações técnicas e mapa de quantidades e desenhos) constituintes do
projecto, pois não serão considerados trabalhos adicionais consequentes da falta de reconhecimento
prévio do local e omissões de quantidades no Mapa das medições, para casos dos trabalhos
mencionados ou anunciados noutras partes do projecto, sendo portanto considerados da
responsabilidade do Empreiteiro. Qualquer ajuste de quantidade, deverá ser feito antes de assinatura do
contrato, durante a fase de concurso da Empreitada, pelo que, a confirmação e/ou atempada (antes de
assinatura do contrato) da remedição das quantidades ou medições são da esclusiva responsabilidade
do empreiteiro.

ANEXOS

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Anexo 1 – BAM – modelo

Dono de Obra:
Fiscalização:
Empreiteiro:
Empreitada:
Contrato N.º:
BAM - BOLETIM DE APROVAÇÃO DE MATERIAIS Nº XXX

1- Identificação do Material
Nome do Equipamento/Material xxx
Refª. no Mapa de Quantidades xxx
Marca/Modelo xxx
Quantidades xxx

Local de aplicação: xxx


Art./ Nº / Nome da Ficha - Tubagem xxxx

Especificações propostas: Documentos de referência: Projecto (Peças Escritas e Peças


desenhadas)
Tubagem xxxx, marca,Ref. xxx ▪ Marca e/ou modelo inicial fornecido no Contrato, pelo
Dono da Obra. xxxxxx
2 – Caracterização do Material Proposto
Fabricante/Fornecedor: Marca, série, Classe de Serviço, norma:

XXXXX XXXXX

Anexos: Identificação dos anexos:


 Ficha técnica (original ou cópia)
 Amostra XXXXX
 Catálogo (original ou cópia)
 Certificados de Garantia de Qualidade
 Ensaios laboratorias (original ou cópia)
 Outros_(indicar)_______________________

3 – No Caso de Existirem Alterações em Relação ao Material Previsto do Contrato


Indicar quais as alterações xxxx
Justificativo de Alterações xxxx

Responsável do Adjudicatário Recebido pela Fiscalização


(Assinatura e data) (Assinatura e data)

Parecer do Chefe de Fiscalização Fiscal Residente

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 Aceite sem restrições Tomei Conhecimento
 Aceite condicionado (Assinatura e data)
 Rejeição

Chefe de Fiscalização:
(Assinatura e data)

Observações de Fiscalização:
Data mais tarde requerida Data: Empreiteiro/Recebido pela Obra: Data:
para a aprovação: (Ass.)

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RESIDÊNCIA PARA O DIRECTOR DA FILIAL DO
BANCO DE MOÇAMBIQUE - INHAMBANE
PROJECTO DE EXECUÇÃO

5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

3. ELECTRICIDADE
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - PARTE ELÉCTRICA
ÍNDICE
1. OBJECTIVO....................................................................................................................... 3

2. Quadro Eléctrico .............................................................................................................. 3

2.1. GERAL ................................................................................................................................. 3

2.2. QUADRO DE ENCASTRAR OU DE MONTAGEM À SALIENTE............................................... 3

2.3. PORTINHOLA ...................................................................................................................... 3

2.4. CÂMARA DO CONTADOR ................................................................................................... 3

2.5. MONTAGEM DO EQUIPAMENTO ....................................................................................... 4

2.6. CABLAGEM ......................................................................................................................... 4

2.7. BARRAMENTO .................................................................................................................... 4

2.8. PORTAS E ESPELHOS........................................................................................................... 5

2.9. LEGENDAS .......................................................................................................................... 5

2.10. EQUIPAMENTOS ................................................................................................................. 5


3. Protecção Anti-Corrosiva e Pintura das partes metálicas ................................................... 5

4. aparelhagem de instAlação .............................................................................................. 6

4.1. APARELHOS DE LIGAÇÃO ................................................................................................... 6

4.2. APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ............................................................................................ 6

4.3. BALASTROS ......................................................................................................................... 6

4.4. LUMINÁRIAS ....................................................................................................................... 6


5. Canalizações .................................................................................................................... 7

5.1. TUBOS E ACESSÓRIOS ........................................................................................................ 7

5.1.1. Tubos ............................................................................................................................... 7

5.1.2. Acessórios ........................................................................................................................ 7

5.2. CONDUTORES, CABOS E ACESSÓRIOS ................................................................................ 7

5.2.1. Condutores ...................................................................................................................... 7

5.2.2. Cabos ............................................................................................................................... 7

5.2.3. Acessórios ........................................................................................................................ 8

6. REGRAS DE MONTAGEM .................................................................................................. 9

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Especificações Técnicas – Electricidade_Parte I 1| P á g i n a
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6.1. IDENTIFICAÇÃO DE CABOS E CONDUTORES....................................................................... 9

6.2. TIPOS DE MONTAGEM ....................................................................................................... 9

6.2.1. Montagem Embebida ...................................................................................................... 9

6.2.2. Montagem à Vista ........................................................................................................... 9

6.3. TUBOS ................................................................................................................................ 9

6.4. CABOS .............................................................................................................................. 10

6.5. CAIXAS DE DERIVAÇÃO, DE PASSAGEM E DE APARELHAGEM ......................................... 10

6.6. ENFIAMENTOS.................................................................................................................. 11

6.7. APARELHAGEM ................................................................................................................ 11

6.8. QUADROS ......................................................................................................................... 11

6.9. VALAS, ASSENTAMENTO E INSTALAÇÃO DE CABOS SUBTERRÂNEOS ............................. 12

6.10. TERRAS E LIGAÇÕES EQUIPOTENCIAIS ............................................................................. 12

6.10.1. Geral .............................................................................................................................. 12

6.11. ELÉCTRODOS DE TERRA.................................................................................................... 13

6.12. INSPECÇÃO E TESTES ........................................................................................................ 13

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1. OBJECTIVO
Estas Especificações Técnicas têm por objectivo estabelecer o padrão de qualidade dos materiais,
componentes eléctricas e regras de montagem a aplicar na instalação eléctrica da obra, objecto do
presente projecto. Quando na Memória Descritiva ou na Lista de Quantidades ou nas peças
desenhadas se estabeleça especificações suplementares essas terão precedência sobre estas.

2. QUADRO ELÉCTRICO

2.1. GERAL
Os quadros deverão possuir painéis, chassis ou calhas internas amovíveis, independentes e de fácil
montagem, destinados a fixar os vários componentes eléctricos. Os equipamentos deverão nele ser
instalados de forma racional e permitir fácil acesso para ligação e manutenção.

Deverá ter pelo menos 15% do seu espaço livre e reservado a eventual futura inclusão de mais
componentes. O quadro será construído conforme o Regulamento de Segurança de Instalações de
Utilização de Energia Eléctrica, aprovado em Portugal pelo Decreto-Lei 740/74 de 26 de Dezembro e
a norma IEC 439.

2.2. QUADRO DE ENCASTRAR OU DE MONTAGEM À SALIENTE


O quadro de encastrar ou o de montagem à face será construído em chapa de aço de pelo menos 1,2
mm de espessura ou em material plástico resistente e auto-extinguível. O acesso ao seu interior será
efectuado apenas pela parte frontal. Será provido de espelho que vede o contacto do dedo com as
partes activas.

Terá ou não portas, conforme especificado na Memória Descritiva e Justificativa.


O quadro de encastrar será provido de esquadria que deverá ser montada ao nível da superfície de
acabamento da parede. O quadro de montagem à face da parede será provido dispositivo que
permita a sua firme fixação à parede.

2.3. PORTINHOLA
A portinhola será constituída por uma caixa construída em chapa de aço com espessura mínima de 2
mm. A caixa será espaçosa para que todas as ligações se possam fazer facilmente e para alojar as
protecções das derivações.

As tampas devem poder ser aparafusadas e seladas. Os terminais devem assentar sobre uma base de
material isolante e devem estar dispostos de forma a não permitirem contactos com a caixa ou com
a tampa e não haver enovelamentos nem cruzamentos inúteis de condutores. Cada terminal deve
poder apertar 2 condutores com a secção máxima para que foi previsto.

2.4. CÂMARA DO CONTADOR


A câmara do contador deve ser construída em chapa de aço de pelo menos 1,2 mm de espessura. O
acesso ao contador deverá fazer-se apenas pelo lado frontal, o qual será vedado por tampa
possuindo um visor de material transparente que permita fácil leitura do contador.

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A tampa será provida de parafusos de selagem e de bolsa para albergar a ficha de leitura. As suas
dimensões exactas deverão ser acordadas pelo Empreiteiro com os agentes locais da concessionária
de energia em função do tamanho dos contadores de energia em uso no local.

2.5. MONTAGEM DO EQUIPAMENTO


Todo o equipamento, de montagem fixa, deverá ser fixado sobre os painéis, grades ou calhas de
forma sólida, por meio de fixadores apropriados, permitindo acesso fácil para manutenção. Os
equipamentos deverão estar expostos de forma racional.

2.6. CABLAGEM
Toda a cablagem será executada com condutores de cobre isolados a PVC com tensão nominal de
isolamento 0,6/1,0kV. A ligação dos componentes eléctricos ao barramento será efectuada em
condutor da mesma cor da barra respectiva.

Todos condutores devem ser claramente identificados por anéis com letras e números, em cada
extremidade, de acordo com os esquemas e devidamente apanhados com abraçadeiras de aperto ou
enfiados em tubos VD, ou montados nas esteiras.

Toda a cablagem deve estar devidamente distanciada de terminais expostos ou outras partes activas.
Não será permitida a execução de junções ou emendas de condutores. Para todos condutores cuja
secção exceda os 10 mm² serão usados terminais adequados.

Quando o interruptor geral estiver na posição de "desligado" todos os circuitos devem estar
desenergizados. Os ligadores de entrada do interruptor geral devem estar devidamente isolados.
Caso algum circuito receba energia doutra fonte, deve ser colocado nesse circuito aviso
referenciando tal perigo e os respectivos terminais devem ser marcados.

2.7. BARRAMENTO
Os barramentos serão de varões ou barras de cobre electrolítico de faces lisas devendo ser coloridas,
ou de outro modo sinalizados com as cores seguintes:

 Corrente trifásica: fases A, B e C - encarnado, verde e amarelo.


 Neutro - azul
 Terra - Verde/Amarelo

Deverá ficar reservado 15% do espaço para futuras ligações. Todas ligações serão efectuadas com
recurso a terminais, parafusos e porcas adequadas.

Poderão ser instalados horizontal ou verticalmente. Se instalarem horizontalmente obedecer-se-á


aos critérios seguintes:

As barras das fases (A, B e C) serão montados na parte superior do quadro, enquanto que as do
neutro (N) e da terra (E) serão montadas na parte inferior.

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A ordem dos barras será a seguinte: ABC NE.

Se se instalarem verticalmente, as barras das fases estarão convenientemente agrupados, bem como
as barras do neutro e da terra. A ordem de colocação será semelhante à da disposição horizontal
seguindo-se da esquerda para a direita.
A barra de terra (E) estará convenientemente ligada à estrutura do invólucro. Não é permido que
entre os pontos de ligação e a chapa metálica da caixa do quadro haja película de algum tipo, mesmo
a de pintura.

2.8. PORTAS E ESPELHOS


As portas deverão ter um único sentido de abertura e permitir um ângulo de abertura de pelo menos
150 0. Os gonzos devem ser robustos e seguros e permitir fácil remoção da porta. Quando metálica,
a porta deverá estar ligada à barra de terra por trança de massa. O espelho deverá vedar o contacto
do dedo com às peças sob tensão, mas deixar os comandos dos aparelhos acessíveis e possibilitar a
leitura dos aparelhos de medida ou registo.

2.9. LEGENDAS
Todos os quadros serão devidamente identificados exteriormente conforme a nomenclatura
adoptada no projecto e terão os aparelhos devidamente legendados. As legendas fornecerão
informações sobre o circuito controlado.

A legenda de aparelho integrado no circuito de alimentação de uma carga fixa, excepto luminárias,
indicar-se-á a localização desta. Antes da colocação das legendas o Empreiteiro deverá obter a
respectiva aprovação da Fiscalização. As etiquetas serão duráveis, as letras serão indeléveis e de cor
com máximo contraste com a do fundo da etiqueta (por exemplo letras pretas sobre fundo branco).

2.10. EQUIPAMENTOS
Todos equipamentos supostos estarem conforme com normas e padrões mencionados nestas
especificações deverão exibir claramente a conformidade de tal norma ou padrão: tensão nominal
de serviço (Ue) de 400 V, tensão nominal de isolamento (Ui) de 600 V, temperatura ambiente de
50ºC.

3. PROTECÇÃO ANTI-CORROSIVA E PINTURA DAS PARTES METÁLICAS


Todas as partes metálicas dos materiais e componentes das instalações eléctricas deverão estar
devidamente protegidas contra a corrosão conforme especificado na Memória Descritiva. A
protecção deverá no mínimo consistir de:

 Decapagem e desengorduramento da chapa;


 Metalização ou aplicação de duas de mãos de tinta primária - anti-corrosiva;
 Pintura final de acabamento.

A côr da tinta de acabamento será conforme especificado na memória descritiva ou a que for
acordada com a Fiscalização.

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O Empreiteiro poderá propor outro método o qual só será aplicado após aprovação por escrito da
fiscalização.

Em qualquer dos casos, a operação de protecção anti-corrosiva e pintura de acabamento será


efectuada por empresa devidamente certificada pela ISO 9000 para o efeito, ou alternativamente,
amostras aleatoriamente escolhidas pela Fiscalização serão sujeitas a testes laboratoriais no
Laboratório de Engenharia de Moçambique às expensas do Empreiteiro.

4. APARELHAGEM DE INSTALAÇÃO

4.1. APARELHOS DE LIGAÇÃO


Os aparelhos de ligação, comando e protecção devem cumprir com as especificações que a seguir se
apresentam. Todos os aparelhos devem ser fornecidos completos, incluindo platinas de fixação,
quadros, mecanismos e outros acessórios suficientes à sua plena operação.

Interruptor para montagem embebida em caixa de aparelhagem com suportes metálicos, fornecido
com mecanismo de tecla, poder de fecho de 10 A e tensão nominal de 250 V, IP20, tensão de
isolamento de 600 V.

Tomada de corrente para montagem embebida em caixa de aparelhagem com suportes metálicos,
2P+T, tipo "Schuko", para 16 A e tensão nominal de 250 V, IP20, tensão de isolamento de 600 V.

4.2. APARELHOS DE ILUMINAÇÃO


Os balastros, luminárias e lâmpadas devem cumprir com as especificações que a seguir se
apresentam.

4.3. BALASTROS
Balastro para lâmpada fluorescente, com enrolamento em cobre electrolítico e núcleo de ferro
laminado de alta qualidade, com baixas perdas, índice de balastro não inferior a 0,90, factor de crista
inferior a 1,7 e provido de terminal de ligação à terra.

4.4. LUMINÁRIAS
Todas luminárias devem ser fornecidas prontas a operar, isto é, com lâmpadas e todos os acessórios
necessários à sua utilização conforme especificado na memória descritiva e nas peças desenhadas.
Quando as luminárias não forem da classe II, as suas massas devem estar electricamente ligadas e a
um ponto que será o ligador de terra.

As luminárias para lâmpadas fluorescentes serão equipadas com balastros electromagnéticos, salvo
referência específica em contrário e devem ter factor de potência não inferior a 0,85. O Empreiteiro
deve fornecer à Fiscalização os dados fotométricos das luminárias para aprovação sempre que por
este sejam solicitados.

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5. CANALIZAÇÕES

5.1. TUBOS E ACESSÓRIOS


Os tubos devem apresentar marcas bem visíveis e indeléveis, além das referências de fábrica e de
qualidade, o tipo de tubo e da esteira, assim como as suas dimensões. Nos casos do tubo de PVC
deve ainda indicar a pressão nominal.

5.1.1. Tubos

VD – Tubo de PVC rígido de secção recta circular fabricados segundo a norma portuguesa NP-107/1 e
NP-107/2.

PVCØ 4 – Tubo de PVC rígido de 4 kg/cm² de secção recta, obedecendo a seguinte resistência à
pressão exterior: colocado horizontalmente sobre dois apoios distanciados entre si de 0,4 m e
carregado a meio vão na parte superior, segundo a um plano paralelo aos apoios, deverá resistir a
uma carga de 4 000 kg.

5.1.2. Acessórios
Os acessórios dos tubos, serão do mesmo material e do mesmo fabricante dos tubos
respectivamente, e serão adequados à secção do tubo e as dimensões das esteiras a que se
destinam.

5.2. CONDUTORES, CABOS E ACESSÓRIOS


Todos condutores e cabos, quando forem para montagem à vista deverão ser fornecidos com as
respectivas braçadeiras e meios de fixação destas aos elementos de construção.

Os condutores e cabos devem apresentar de modo bem visível e indelével além das referências de
fábrica, o tipo de cabo ou condutor, as secções da alma condutora. Os condutores, cabos e
acessórios a aplicar devem obedecer à especificações que a seguir se apresentam.

5.2.1. Condutores
H07V-U (também designado por V), Condutor harmonizado, para a tensão de 450/750 V, rígido de
cobre maciço, isolado e protegido por uma bainha de PVC.

5.2.2. Cabos
Todos cabos rígidos de baixa tensão devem ser isolados a policloreto de vinilo (PVC) e ter as
características indicadas nos números que abaixo se apresenta.

05VV-U (também designado VV), Cabo para a tensão de 300/500V, constituído por condutores
rígidos de cobre macio, isolados a PVC. Sobre o conjunto cableado nos cabos multicondutores, existe
uma bainha de regularização ou uma enfitagem em PVC. Exteriormente é aplicada uma bainha de
PVC.

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VAV (também designado NYBY) Cabo constituído por condutores rígidos de cobre macio, isolados a
PVC. Sobre o isolamento dos cabos monocondutores ou sobre o conjunto cableado dos cabos
multicondutores existe uma enfitagem facultativa e uma bainha interior de PVC, sobre a qual se
aplica a armadura constituída por fitas de aço. Exteriormente é aplicada uma bainha de PVC. Nos
cabos monocondutores destinados a instalações de corrente alternada, a armadura é constituída por
material não magnético V1AV.

5.2.3. Acessórios
Todos acessórios, tais como abraçadeiras e terminais devem ser sujeitos à prévia aprovação da
Fiscalização antes da sua aplicação.

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6. REGRAS DE MONTAGEM

6.1. IDENTIFICAÇÃO DE CABOS E CONDUTORES


Todos os cabos e condutores deverão ser devidamente identificados na origem, fim e em todas
caixas de derivação e passagem. Nos casos de montagem à vista ou em condutas os condutores e
cabos deverão estar identificados ao longo do percurso com distanciamentos não superiores a 5
metros. A identificação deve ser efectuada de forma indelével.

6.2. TIPOS DE MONTAGEM

6.2.1. Montagem Embebida


Nas instalações embebidas, os diversos elementos são embebidos na alvenaria ou placas de betão,
ficando à vista apenas as tampas de acesso e os comandos dos aparelhos de manobra.

O Empreiteiro fará o assentamento dos tubos e caixas de aparelhagem, derivação e de passagem


antes das paredes serem rebocadas. Não será permitido a furação ou corte de pilares e vigas salvo
prévia autorização escrita da Fiscalização.

Para o assentamento das caixas seguir-se-ão fasquias estabelecidas pelo Empreiteiro de Construção
Civil e assegurar-se-á que aquelas ficam devidamente niveladas com a superfície de acabamento das
paredes e tectos, após a aplicação dos rebocos ou doutro processo de acabamento das paredes e
tectos.
Logo que assentes, todas as caixas serão devidamente protegidas contra a penetração de água,
humidade ou argamassa.

6.2.2. Montagem à Vista


Nas instalações à vista, os diversos elementos são montados sobre às esteiras ou outros elementos
de construção. Os cabos serão devidamente instalados por cima das esteiras de modo a os
elementos de construção ou assentes sobre prateleiras ou suportes adequados. Os aparelhos de
ligação, corte e comando e os quadros serão firmemente fixos às alvenarias.

6.3. TUBOS
Em montagens embebidas, os traçados dos roços ou canais nas paredes nunca deverão ser oblíquos
mas sim segundo a vertical ou a horizontal entre as caixas dos aparelhos, ao longo dos rodapés,
ombreiras e intersecções de paredes. Os tubos embebidos na massa a betonar terão de ser inteiros,
de caixa a caixa.
Para permitir fácil e rápido enfiamento dos condutores, deverão ser montadas caixas de passagem,
dispostas a distâncias convenientes, sendo obrigatória a sua colocação nos percursos rectos
superiores a 9 metros, ou quando existam duas curvas seguidas em sentidos opostos.

As curvas dos tubos não terão raio de curvatura inferior a seis vezes o diâmetro do tubo. Todas
curvas serão efectuadas a quente com uso de mola em hélice apropriada. O aquecimento será
efectuado tendo a precaução de não queimar o tubo nem alterar as suas características eléctricas e

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Especificações Técnicas – Electricidade_Parte I 9| P á g i n a
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mecânicas. A fixação dos tubos colocados em tectos falsos deverá ser sempre efectuada com
emprego de braçadeiras adequadas e com espaçamento inferior a um metro.

Para o corte dos tubos poderá ser usado qualquer instrumento adequado, sendo no entanto
obrigatório retirar das extremidades obtidas pelo corte todas rebarbas que houver. Qualquer que
seja o método de união (abocanhamento ou uso de uniões de fábrica) assegurar-se-á que os tubos
estejam perfeitamente ajustados, isto é, que não se verifica conicidade e que a união se mantém
impremeável.

6.4. CABOS
No traçado dos cabos deverão estabelecer-se sempre troços horizontais e verticais a partir dos
aparelhos, troços esses devidamente nivelados.

Nos percursos paralelos de vários cabos, sempre que possível, estes deverão manter uma distancia
constante entre si. Deve-se evitar cruzamentos, que quando necessários, se farão por elementos de
fixação apropriados para a sobre-elevação do cabo ou cabos a cruzar.
A colocação dos cabos nas braçadeiras e sua definitiva fixação deverá efectuar-se cuidadosamente
de modo a evitar deformações do isolamento quer durante a montagem quer ao longo do tempo de
vida da instalação e a conseguir um correcto alinhamento do traçado.

A junção e derivação de cabos serão efectuadas com recurso a acessórios adequados, devendo ser
comunicada com pelo menos três dias de antecedência à Fiscalização antes da sua execução. A
Fiscalização, querendo, presenciará a realização das derivações e junções e poderá a qualquer
momento mandar efectuar testes que comprovem a correcta execução dos trabalhos,
permanecendo contudo a responsabilidade final no Empreiteiro.

6.5. CAIXAS DE DERIVAÇÃO, DE PASSAGEM E DE APARELHAGEM


A entrada dos tubos nas caixas de derivação, passagem, e de aparelhagem será sempre feita por
meio de batentes ou boquilhas, enquanto a entrada dos cabos será sempre efectuada por meio de
bucins. Tanto o batente ou boquilhas como os bucins terão os diâmetros adequados aos tubos ou
cabos respectivamente.

Não é permitido a existência de furos ou outro tipo de aberturas para além dos necessários à
penetração de tubos e cabos. Caso haja necessidade de proceder à abertura de furos para fins
provisórios, estes serão convenientemente selados logo que cesse a sua utilização. Os furos para a
colocação de batentes, boquilhas ou bucins deverão ser convenientemente efectuados de modo que
aqueles fiquem completamente vedados por estes.

As ligações dos condutores dentro das caixas serão efectuadas por meio de ligadores fixados ao
fundo das mesmas e adequados ao tipo, secção nominal, intensidade de corrente máxima admissível
e número dos condutores a ligar. Os ligadores terão de assegurar por aperto mecânico a boa
condutibilidade sem queda de tensão, ou aquecimento exagerado.

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Especificações Técnicas – Electricidade_Parte I 10| P á g i n a
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Por regra as caixas de derivação estarão no espaço compreendido entre as vergas das portas e
janelas e o plano do tecto e ficarão a uma profundidade de 500 mm deste. As tampas das caixas
deverão situar-se ao nível da superfície exterior de acabamento das paredes e tectos.

As caixas de derivação serão sempre montadas exteriormente aos compartimentos das retretes,
lavatórios, balneários ou outros de ambientes permanentemente molhados. As caixas de derivação e
dos interruptores respeitantes às casas de banho e lavabos serão sempre montadas exteriormente
ao compartimento respectivo.

A localização das caixas de aparelhagem respeitará o sentido de abertura das portas e janelas, bem
como a altura de colocação medida desde o pavimento até ao centro da caixa. Esta, salvo indicação
expressa noutra peça do presente projecto, será a que a seguir se indica:

Interruptores 900 mm
Tomadas de uso geral
300 mm

6.6. ENFIAMENTOS
Em instalações embebidas, os condutores ou cabos eléctricos só deverão ser enfiados nos tubos
depois dos roços ou canais terem sido tapados e após a argamassa de cobertura ter feito presa.
Antes do enfiamento, as caixas de aparelhagem (de derivação, passagem, comando, etc.) deverão
estar abertas durante algum tempo para permitir a eliminação de alguma humidade que
eventualmente se tenha acumulado no interior dos tubos.

6.7. APARELHAGEM
Em instalações embebidas, toda a aparelhagem de ligação, corte e comando deverá ser colocada em
caixas apropriadas embebidas na alvenaria.

Os aparelhos de comando serão sempre montados exteriormente aos compartimentos das retretes,
lavatórios, balneários ou outros de ambientes permanentemente molhados. Os ligadores terão de
assegurar por aperto mecânico a boa condutibilidade sem queda de tensão, ou aquecimento
exagerado.

6.8. QUADROS
O topo de qualquer quadro não poderá estar a altura superior a 2000 mm acima no nível de
acabamento do pavimento. O centro dos quadros de encastrar ou de montagem à face ficará a
1500mm do pavimento. Os invólucros dos quadros, para encastrar deverão ser assentes após a
construção das alvenarias. A entrada dos tubos nos quadros será efectuada por meio de batentes. A
entrada de cabos será efectuada por meio de bucins do mesmo material que o quadro.

Só depois da conclusão dos rebocos e efectuado o enfiamento dos condutores ou o assentamento


dos cabos é que será permitida a colocação da estrutura amovível sobre a qual assentará a
aparelhagem. Todos os condutores e cabos entrando ou saindo dos quadros devem estar
devidamente referenciados com marcadores adequados e duráveis.

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6.9. VALAS, ASSENTAMENTO E INSTALAÇÃO DE CABOS SUBTERRÂNEOS
Os cabos subterrâneos directamente enterrados no solo assentarão em fundo de valas preparadas
conforme se segue:

Antes do início da escavação, o Empreiteiro deve certificar-se que nenhuma canalização subterrânea,
como por exemplo cabos eléctricos, de telefones, tubos de água ou outras, será ferida. Em caso de se
ocasionar algum dano a canalizações existentes, este acontecimento deve ser imediatamente
notificado à Fiscalização e o Empreiteiro deve tomar providências às suas expensas para corrigir a
situação.

A profundidade da vala será tal que nenhum cabo esteja a menos de 700 mm da superfície do solo.
Nas travessias de estrada esta profundidade deve ser aumentada para um mínimo de 1100 mm. A
largura da vala dependerá do número e disposição dos cabos, devendo o afastamento entre estes
não ser inferior a 200 mm e não inferior a 50 mm entre cabo e parede da vala.

Antes do assentamento do cabo, o fundo da vala será convenientemente limpo de pedras e


regularizado e estender-se-á uma camada de 100 mm de areia do rio ou terra fina devidamente
ceifada.

O assentamento dos cabos carece de prévia aprovação da Fiscalização, que querendo, inspeccionará
previamente a vala. Os cabos devem ser desbobinados de modo a não se causarem torções ou
outros danos mecânicos aos diversos componentes do cabo. Todas pontas de cabos que se preveja
não serem ligadas definitivamente dentro de 24 horas devem ser convenientemente seladas. Se se
tiver que efectuar curvas com cabos, ter-se-á em conta os raios de curvatura mínimos recomendados
pelo fabricante do cabo.

Após o assentamento do cabo estender-se-á nova camada de areia do rio ou terra fina com
espessura de 100 mm. Sobre esta camada assentar-se-á uma coberta de aviso constituída por fita
contínua de plástico com a inscrição "cabo eléctrico" com espaçamento não superior a 1,5 metros.
Por cima do resguardo deitar-se-á terra com 200 mm de espessura e efectuar-se-á a compactação.
Este último processo será repetido até se atingir o solo.

Todos os pontos de entrada de cabos em edifícios, mudanças de direcção ou de localização de caixas


de derivação ou de junção devem ser assinalados com marcos colocados no pavimento. Estes marcos
serão devidamente codificados e representados nas telas finais.

6.10. TERRAS E LIGAÇÕES EQUIPOTENCIAIS

6.10.1. Geral
Toda a instalação deve ser adequadamente ligada à terra conforme exigências dos regulamentos em
vigor e a prescrição da memória descritiva e justificativa. Todas massas, incluindo as das luminárias
devem estar ligadas à terra salvo as dos equipamentos da classe II.

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As armaduras de todos os cabos devem ser ligadas à terra nas duas extremidades e deve ser mantida
a continuidade eléctrica das mesmas em todo o percurso do cabo, incluindo nas caixas de derivação
ou junção. Em nenhuma circunstância deverá se considerar a armadura de um cabo como condutor
de terra.

Todos os condutores destinados a circuitos de terra, à excepção dos destinados a protecção contra
descargas atmosféricas, instalados ao longo de paredes, fora de edifícios ou em posições que podem
ser acedidas por pedestres, devem ser protegidos por tubos galvanizados de diâmetro adequado,
desde 300mm abaixo do pavimento até 2000 mm acima do mesmo. Para os condutores destinados à
protecção contra descargas atmosféricas a sua protecção far-se-á por cantoneiras em forma de L
cobrindo espaço idêntico.

6.11. ELÉCTRODOS DE TERRA


Os eléctrodos de terra serão sempre do tipo prescrito na memória descritiva e justificativa. Quando a
"terra" for constituída por mais que um eléctrodo, a ligação entre estes será efectuada por trança de
cobre de secção não inferior a 35 mm². A ligação do condutor ao eléctrodo será feita por meio de
soldadura exotérmica ou por aperto mecânico com ligadores apropriados.

Os eléctrodos serão sempre enterrados a distância superior a 2 metros das fundações do edifício.
Sempre será tomada precaução para que se não produza corrosão electrolítica quer entre os
eléctrodos e os condutores, quer destes elementos com as armaduras da construção e canalizações
metálicas vizinhas.

Caso os eléctrodos não sejam de cobre, os seus pontos de ligação com o condutor de ligação ou com
o condutor geral de terra serão adequadamente impermeabilizados. Não será permitido nenhum
tipo de tratamento químico da terra, incluindo o uso de cloreto de sódio, salvo autorização escrita da
Fiscalização.

6.12. INSPECÇÃO E TESTES


A cobertura dos pontos de ligação entre os condutores e os eléctrodos deve ser precedida de
inspecção efectuada pela Fiscalização. Concluída a instalação da terra, o Empreiteiro obriga-se a
efectuar medições da resistência de terra conforme prescrito em capítulo próprio das presentes
especificações. Caso os valores obtidos nestas medições sejam incompatíveis com as sensibilidades
de funcionamento dos aparelhos de protecção de corte automático associados aos eléctrodos e as
tensões máximas de contacto permitidas pelos regulamentos, o Empreiteiro obriga-se a refazer a
instalação até que a compatibilidade seja alcançada.

Projecto para Construção da Residência para o Director do Banco de Moçambique – Niassa


Especificações Técnicas – Electricidade_Parte I 13| P á g i n a
TÉCNICA, Engenheiros Consultores, Lda. – Dezembro 2020
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CÉDULA DE LUMINÁRIAS - PARTE ELÉCTRICA

Luminária Tipo L1

Luminária tipo candeeiro de montagem fixa na parede com difusor tipo vidro, equipada
de lâmpada tipo velão 1x60W IP65-IK07, tipo L1.

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Luminária Tipo L2

Luminária estanque,equipada de lâmpada fluorescente tubular 2x36W, IP54-IK07, de


montagem saliente na laje,tipo L2.

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Luminária Tipo L3

Luminária suspensa equipada com lâmpada fluorescente 1x32W, com difusor de


acrílico opalino, IP20-IK07, Tipo L3.

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Luminária Tipo L4

Luminária fluorescente 2x36W, equipada com difusor acrílico opalino, de


montagem saliente, IP54-IK08, Tipo L4.

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Luminária Tipo L5

Luminária do tipo CANDEEIRO, de montagem suspensa por meio de corrente


metálica, equipada de lâmpadas do tipo fluorescente de cor branca, 8x30W, do tipo
L5.

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Luminária Tipo L6

Luminária tipo downlight equipada c/om lâmpada de halogénio 2x36W, com difusor
de vidro, de encastrar, IP64-IK08, Tipo L6.

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Luminária Tipo L7

Aplique mural equipado com lâmpada tipo LED 1x13W, IP44-IK08, Tipo L7.

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Luminária Tipo L8

Aplique mural equipado com LED 1x18W, IP40-IK07, Tipo L8.

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Luminária Tipo L9

Luminária tipo pedante/cromada equipada com lâmpada tipo LED 1x25W, de


encastrar, IP54-IK08, tipo L9.

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Luminária Tipo L10

Fita flexiLED ultra branco 1x7,7W, IP65-IK08, tipo L10.

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Luminária Tipo L11

Luminária equipada com lâmpada fluorescente 2x18W, equipada com difusor


acrílico opalino, de montagem saliente, IP54-IK08, tipo L11.

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Luminária Tipo L12

Luminária tipo downlight equipada com lâmpada fluorescente 1x26W, de montagem


encastrada, IP20-IK07, Tipo L12.

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Luminária Tipo L13

Luminária tipo régua dupla equipada com lâmpada de fluorescente cor branca, com
difusor acrílico de montagem suspensa 2x36W, IP20-IK07, tipo L13.

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Luminária Tipo L14

Luminária LED aquática de montagem embutida na parede interna da piscina, 18W,


220V, Cor azul, IP68, IK08, temperatura operacional de 35 C, do tipo L14.

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Luminária Tipo L15

Luminária tipo mini coluna, equipada com lâmpada fluorescente de montagem


encastrada em pavimento, 1x18W, IP65-IK07,Tipo L15 E27.

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Luminária Tipo L16

Aplique mural equipado com lâmpada de halogénio 60W, de montagem fixa na


parede, IP20-IK08, tipo L16.

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Luminária Tipo L17

Luminária fluorescente 1x18W, equipado com difusor de vidro, de encastrar, IP65-


IK08, tipo L17.

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