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Fungicida Triziman: Uso e Composição

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Mateus Arenhardt
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V2020 10 09

UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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t: (19) 3794-5600

TRIZIMAN
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 23517

COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ...................................................................................... 45,0 g/kg (4,5 % m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) ........................................................................................ 675,0 g/kg (67,5 % m/m)
(2RS,3RS;2RS,3SR)-2-(4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-
yl)butan-2-ol (CIPROCONAZOL)..................................................................... 30,0 g/kg (3,0 % m/m)
Outros Ingredientes ................................................................................ 250,0 g/kg (25,0 % m/m)

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina (Azoxistrobina), Alquilenobis (ditiocarbamato) (Mancozebe) e Triazol
(Ciproconazol)

TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Av. Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Tel.: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


AZOXYSTROBIN TÉCNICO UPL BRASIL – Registro MAPA Nº 6414
Jingbo Agrochemicals Technology Co., Ltd. – Economic Development Zone Boxing County, Binzhou City,
Shandong Province, 256500, China.

UPL Limited. (Unit 1)


Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

AZOXISTROBIN TÉCNICO ME2 – Registro MAPA Nº 26316


Shangyu Nutrichem Co., Ltd. – Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological
Development Area – 312369, Zhejiang, China

MANCOZEB TÉCNICO UPL – Registro MAPA Nº 7707


UPL Limited – Plot nº 750, G.I.D.C., Jhagadia 393110, Dist Bharuch, Gujarat, India.

MANCOZEB TÉCNICO UNIPHOS – Registro MAPA Nº 3701


Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10 – 3196 KE, Vondelingenplaat, Roterdã, Holanda.

MANCOZEB TÉCNICO UPL BR – Registro MAPA Nº 5716


Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

MANCOZEB TÉCNICO BR - Registro MAPA Nº 1418689


Dow Agrosciences Industrial Ltda. - Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte
Rio Abaixo, CEP: 12321-150, Jacareí/SP, CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 679
Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

CYPROCONAZOLE TÉCNICO UPL – Registro MAPA Nº 27416


Coromandel International Limited - 3204, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, India
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UPL Limited.
Nº750, GIDC., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

FORMULADOR:
Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10, 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda.
Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, nº 85-85, Barranquilla, Colômbia
UPL Limited – Plot nº 750, G.I.D.C., Jhagadia - 393110, District Bharuch, Gujarat, India.
UPL Limited – Plot nº 3210/3201-A, GIDC Estate, Ankleshwar - 393002, District Bharuch, Gujarat, India.
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. – Avenida Maeda, s/n°, Distrito
Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº
1049.
UPL Jiangsu Ltd. – Shilian Avenue, Salinization New Material Industrial Park, Huaian City, Jiangsu
Province, 223112, China.

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA


E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira
(Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional).

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA 5 – PRODUTO IMPROVÁVELDE CAUSAR DANO AGUDO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
TRIZIMAN é uma combinação de três fungicidas, um de efeito de contato com ação multissítio, o
Mancozebe, pertencente ao Grupo M03, a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence
ao Grupo C3 e o Ciproconazol de efeito sistêmico que atua como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual
é um constituinte da membrana celular dos fungos e pertence ao Grupo G1, segundo classificação
internacional do FRAC.
Por suas características distintas apresenta completa ação fungicida devido a sua atuação na inibição da
germinação dos esporos, penetração e desenvolvimento no tecido foliar e sua esporulação. Por esta ação
diferenciada torna-se excelente opção no manejo da resistência.

CULTURA, DOENÇA, DOSE, VOLUME DE CALDA E NÚMERO DE APLICAÇÕES:


DOSE
CULTURAS DOENÇAS VOLUME DE
Produto
Nome comum CALDA NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Comercial
(Nome científico) (L/ha)
(kg/ha)
Iniciar as aplicações a partir de 40 a 45 dias da
emergência da cultura ou no momento mais
adequado do aparecimento da doença. Repetir a
Terrestre: aplicação em intervalo de 7 a 14 dias. Utilizar a
100 a 200 maior dose e o menor intervalo de aplicação em
Ramulária
Algodão 2,0 a 2,5 condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.
(Ramularia areola)
Aérea:
20 a 50 Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da
cultura, fazendo quando possível a rotação com
produtos com outros modos de ação.

Brusone: Iniciar as aplicações preventivamente no


estádio final do emborrachamento com até 5% das
panículas emitidas. Repetir a aplicação em intervalo
Brusone
de 10 dias. Utilizar a maior dose em condições
(Pyricularia grisea)
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Terrestre:
Mancha-Parda: Iniciar as aplicações
100 a 200
Arroz/Arroz preventivamente, no início do emborrachamento,
1,5 a 2,5
Irrigado emissão das panículas e florescimento. Se
Aérea:
necessário, repetir a aplicação em intervalo de 10
20 a 50
dias. Utilizar a maior dose em condições favoráveis
ao desenvolvimento da doença.
Mancha-parda
(Bipolaris oryzae)
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da
cultura.

Brusone: Iniciar as aplicações preventivamente no


estádio final de emborrachamento da cultura.
Repetir a aplicação em intervalo de 15 dias ou
quando atingir 50% de florescimento. Se necessário,
Brusone
2,0 fazer a terceira aplicação após este mesmo período.
(Pyricularia grisea)
Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão
da doença ou quando ocorrer condições climáticas
Terrestre: favoráveis ao seu desenvolvimento.
100 a 200
Aveia Mancha-amarela: Iniciar as aplicações quando se
Aérea: observar os primeiros sintomas da doença (5% de
20 a 50 incidência). Repetir a aplicação em intervalo de 15 a
21 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior
Mancha-amarela pressão da doença ou quando ocorrer condições
1,25 a 1,5 climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento.
(Drechslera tritici-repentis)

Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da


cultura.
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Ferrugem-do-cafeeiro: Iniciar as aplicações


preventivamente antes do aparecimento dos
sintomas da doença, seguindo o histórico da
ocorrência em cada região (normalmente acontece
Ferrugem-do-cafeeiro entre os meses de dezembro a abril). Repetir a
2,0 a 2,4
(Hemileia vastatrix) aplicação em intervalo de 60 dias. Utilizar a menor
dose em condições de menor pressão da doença e a
maior sob condições de maior severidade, clima
favorável à sua ocorrência, ou maior carga pendente
Terrestre: (mais que 25 sacas/ha).
300 a 600
Café Mancha-de-olho-pardo: Iniciar as aplicações
Aérea: preventivamente durante a fase de brotação do
20 a 50 cafeeiro ou a partir de novembro. Repetir a aplicação
em intervalo de 60 dias. Utilizar a menor dose em
condições de menor pressão ou histórico de baixa
Mancha-de-olho-pardo ocorrência da doença na área e a maior dose sob
1,6 a 2,4
(Cercospora coffeicola) condições de maior severidade ou condições
climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença.

Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da


cultura.

Brusone: Iniciar as aplicações preventivamente no


estádio final de emborrachamento da cultura.
Repetir a aplicação em intervalo de 15 dias ou
quando atingir 50% de florescimento. Se necessário,
Brusone fazer a terceira aplicação após este mesmo período.
2,0
(Pyricularia grisea) Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão
da doença ou quando ocorrer condições climáticas
Terrestre: favoráveis ao seu desenvolvimento.
100 a 200
Cevada Mancha-amarela: Iniciar as aplicações quando se
Aérea: observar os primeiros sintomas da doença (5% de
20 a 50 incidência). Repetir a aplicação em intervalo de 15 a
21 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior
pressão da doença ou quando ocorrer condições
Mancha-amarela climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento.
1,25 a 1,5
(Drechslera tritici-repentis)
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da
cultura.

Ferrugem
(Puccinia polysora) Iniciar as aplicações quando a cultura estiver com 40
a 50 dias após a emergência ou no aparecimento
dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação em
intervalo de 10 dias a fim de cobrir adequadamente
Mancha-de-cercospora Terrestre:
o período de maior susceptibilidade da doença.
(Cercospora zeae-maydis) 100 a 200
Utilizar a maior dose em condições climáticas
Milho 1,5 a 2,5
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Aérea:
20 a 50
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da
cultura, fazendo quando possível a rotação com
Mancha-de-phaeosphaeria
produtos com outros modos de ação.
(Phaeosphaeria maydis)
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Ferrugem-asiática: Iniciar as aplicações a partir do


estádio fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo
determinado) ou entre 30 e 35 dias após a
emergência da cultura (cultivares de ciclo
Terrestre: indeterminado) realizar no mínimo 2 pulverizações,
100 a 300 com intervalo de 14 dias. A escolha do intervalo,
Ferrugem-asiática
2,0 deve ser baseada no monitoramento da lavoura e o
(Phakopsora pachyrhizi)
Aérea: acompanhamento da evolução da doença na região,
20 a 50 diminuir o intervalo, de acordo com o
acompanhamento da evolução da doença na lavoura
e na região.

Mancha-alvo: Iniciar as aplicações a partir do


estádio R4 (florescimento pleno) ou no momento
mais adequado do aparecimento da doença. Repetir
a aplicação em intervalo de 10 a 15 dias ou seguir a
Soja Mancha-alvo
recomendação de manejo preconizado para controle
(Corynespora cassiicola)
deste alvo na região. Utilizar a maior dose quando
ocorrerem condições mais favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Terrestre:
100 a 200 Mancha-parda e Crestamento-foliar: Iniciar as
Mancha-parda 1,5 a 2,0 aplicações no estádio R5.1. Se necessário, repetir a
(Septoria glycines) Aérea: aplicação em intervalo de 15 dias, fazendo quando
20 a 50 possível a rotação com produtos com outros modos
de ação. Utilizar a maior dose em condições
climáticas mais favoráveis ao desenvolvimento da
doença.
Crestamento-foliar
(Cercospora kikuchii) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da
cultura.

Iniciar as aplicações quando a cultura estiver com 40


a 50 dias após a emergência ou no aparecimento
Cercosporiose dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação em
(Cercospora fusimaculans) intervalo de 10 dias a fim de cobrir adequadamente
Terrestre:
o período de maior susceptibilidade da doença.
100 a 200
Utilizar a maior dose em condições climáticas
Sorgo 1,5 a 2,5
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Aérea:
20 a 50
Ferrugem-do-sorgo Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da
(Puccinia purpurea) cultura, fazendo quando possível a rotação com
produtos com outros modos de ação.

Brusone: Iniciar as aplicações preventivamente no


estádio final de emborrachamento da cultura.
Repetir a aplicação em intervalo de 15 dias ou
quando atingir 50% de florescimento. Se necessário,
Brusone
2,0 fazer a terceira aplicação após este mesmo período.
(Pyricularia grisea)
Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão
da doença ou quando ocorrer condições climáticas
Terrestre: favoráveis ao seu desenvolvimento.
100 a 200
Trigo Mancha-amarela: Iniciar as aplicações quando se
Aérea: observar os primeiros sintomas da doença (5% de
20 a 50 incidência). Repetir a aplicação em intervalo de 15 a
21 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior
Mancha-amarela
pressão da doença ou quando ocorrer condições
(Drechslera tritici- 1,25 a 1,5
climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento.
repentis)
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da
cultura.

Obs. Adicionar adjuvante a base de óleo metilado de soja, na concentração de 0,25%.

MODO DE APLICAÇÃO:
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Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção
de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção
do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de
aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de
trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve
permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme
recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da
pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Recomendação específica para a cultura do Café: Deve-se utilizar pulverizador costal, montado ou de
arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico
vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do
alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de
aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de
aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação
brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva. Ajustes
no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no
direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo,
evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve
permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme
recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da
pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para Via Terrestre, como tamanho de gotas, boa
cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha
de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de
ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu
nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do
produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois
segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo
o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se
completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da
pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de
água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador
deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de
verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices,
bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que
por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda,
confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de
observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se
proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do
tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.

Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h.

Limpeza do pulverizador:
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Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque
todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar
ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):


1- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e
pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada,
com a turbina do pulverizador desligada;
2- Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
3- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os
bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque
todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar
ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de
coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue
a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos,
esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 35 dias
Arroz/Arroz Irrigado: 32 dias
Aveia: 35 dias
Café: 50 dias
Cevada: 35 dias
Milho: 45 dias
Soja: 30 dias
Sorgo: 45 dias
Trigo: 35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínino 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:


Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-


ASIÁTICA:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes
aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do
Grupo C3, M03 e G1 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-
lo isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema,
outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: [Link]).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:


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O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes
aos fungicidas, seguem algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3, M03 e G1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: [Link]).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida TRIZIMAN é composto por Azoxistrobina, Mancozebe e Ciproconazol, que apresentam
mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, atividade
de contato multissítio e C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupos C3,
M03 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.


PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO E PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(Equipamento de Proteção Individual) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:


• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem-na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato com a nevoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
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• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido


ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele

Provoca irritação ocular grave

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,


rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, retirar
lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos,
elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR
- TRIZIMAN -

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)
Grupo químico Azoxistrobina: Estrobilurina
Ciproconazol: Triazol
Classe
Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
toxicológica
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
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Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Azoxistrobina: a substância foi rapidamente absorvida (74–81%) e amplamente
distribuída após a administração por via oral em ratos, sendo as maiores
concentrações encontradas nos rins e no fígado.
Em ratos, foi amplamente biotransformada, principalmente por hidrólise, seguida
de conjugação com glucuronídeo. A azoxistrobina foi também biotransformada
através da hidroxilação na posição 8 e 10 no anel cianofenil, seguida de
conjugação com glucuronídeo ou, ainda, através de uma via menos comum que
envolveu a clivagem da ligação éter.
A principal via de eliminação da substância foi através das fezes (73–89%), com
excreção biliar de cerca de 57-74% da dose administrada, seguida pela via
urinária (9–18%). A excreção foi rápida, cerca de 82 e 96% da dose
administrada foi excretada nas primeiras 48 horas. Os perfis de absorção,
distribuição e excreção foram essencialmente similares entre machos e fêmeas,
mas diferenças relacionadas ao sexo foram observadas na biotransformação
deste ativo. O número de metabólitos produzidos foi maior em fêmeas do que em
machos.
Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi
encontrada nos tecidos após 7 dias da administração.

Mancozebe: em ratos e camundongos, o mancozebe apresentou absorção


gastrointestinal rápida (com pico de concentração entre 3 e 6 horas em ratos e
1-2 horas em camundongos) e não extensiva, com absorção de cerca de metade
da dose em ratos e um terço da dose em camundongos. A substância foi
amplamente distribuída, com as maiores concentrações sendo encontradas na
tireoide.
A biotransformação foi ampla e ocorreu através de duas vias metabólicas. A
primeira via é predominante quantitativamente e envolve a hidrólise do
mancozebe a etilenodiamina (EDA) e posterior oxidação a glicina. A segunda via
é considerada a responsável pelos efeitos tóxicos dos etilenobisditiocarbamatos
Toxicocinética (EBDCs) e envolve a oxidação do mancozebe a sulfeto de etilenobisisocianato e
posterior oxidação a etilenotioureia (ETU), outros derivados do ETU e etilenoureia
(EU) que, então, passam pela via metabólica principal formando EDA, glicina e
outros compostos. O ETU é o principal metabólito encontrado na urina, fezes e
bile, aproximadamente 7,5% da dose administrada é metabolizada a ETU em
ratos e cerca de 5-6% em camundongos.
A eliminação do mancozebe e seus metabólitos se deu tanto através da urina
(49–55%) quanto das fezes (36–65%), com distribuição quase uniforme entre as
duas vias, mas também pode ocorrer através da bile (2-8%) em menor
proporção. A cinética de eliminação do mancozebe foi bifásica com tempo de
meia-vida de eliminação de aproximadamente 7,5 e 35 horas para a fase rápida
e fase lenta, respectivamente. Entre 74 e 94% da dose administrada foi
excretada nas primeiras 24 horas. Não foram observadas evidências de
bioacumulação.

Ciproconazol: em ratos, a absorção do ciproconazol pelo trato gastrointestinal foi


rápida e ampla (86%) e não apresentou diferenças entre as doses administradas.
O ciproconazol foi amplamente distribuído pelo organismo, com as maiores
concentrações detectadas nos órgãos responsáveis pela sua eliminação, ou seja,
rins, fígado e pâncreas, além do baço e das glândulas adrenais.
O ciproconazol foi amplamente biotransformado. As principais reações de
biotransformação foram a eliminação oxidativa do anel triazólico; a hidroxilação
do carbono do grupo metílico; a oxidação do grupo metílico a carbinol e,
posteriormente, a ácido carboxílico; além da eliminação através da redução do
carbono do grupo metílico produzindo álcool benzílico e posterior oxidação à
cetona correspondente.
Em ratos, o ciproconazol absorvido foi depurado do sangue em aproximadamente
30 horas, e foi eliminado rapidamente pelas fezes e urina (em 168 horas), sendo
a maior parte nas primeiras 48 horas.
A principal via de excreção desta substância foi a via biliar (75% em machos e
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59% em fêmeas), seguida da via renal (26,7% em fêmeas e 9,5% em machos) e


da via fecal (menos de 5% da dose administrada).
Após biotransformação, cerca de 35 metábolitos foram identificados em estudos
em ratos, excretados em maior número pela urina quando comparado com as
fezes. Cerca de 11% da dose foi excretada na forma inalterada de ciproconazol
nas fezes e menos de 0,4% na urina.
O ciproconazol não apresentou potencial de bioacumulação.
Azoxistrobina: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta
substância em humanos ou animais.

Mancozebe: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do


mancozebe em humanos. O principal alvo da toxicidade crônica dos
etilenobisditiocarbamatos é a tireoide e este efeito mostra-se relacionado ao
metabólito ETU. Efeitos na tireoide são decorrentes de um mecanismo
secundário, sendo que o achado toxicológico em estudo em animais de
Toxicodinâmica experimentação com o ETU é uma diminuição na síntese dos hormônios
tireoidianos (T3 e T4) através da inibição reversível da enzima tireoide
peroxidase (TPO), levando a um aumento dos níveis séricos de hormônio
tireoestimulante (TSH) através da estimulação do hipotálamo e da glândula
pituitária via feedback.

Ciproconazol: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade da substância


em humanos. O ciproconazol causou efeitos no fígado de roedores através da
indução de enzimas hepáticas.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Em estudos em animais de experimentação, o produto foi possivelmente nocivo
se ingerido e em contato com a pele. O produto provocou irritação ocular grave.
Não causou irritação nem sensibilização dérmica.

Azoxistrobina: não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina em


humanos ou animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e
fraqueza.

Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com


ardência e vermelhidão.

Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato


respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de
grandes quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura,
dor de cabeça e fraqueza.
Sintomas e sinais
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
clínicos
ardência e vermelhidão.

Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com


vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e
fraqueza.

Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição


crônica em humanos.

Mancozebe: efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda ao


mancozebe são raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos
podem causar sintomas neurológicos como fraqueza, perda da consciência e
convulsões.

Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação manifestada


por ardência e vermelhidão. O mancozebe é considerado sensibilizante dérmico,
podendo causar alergias na pele.
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Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato


respiratório com tosse e dor de garganta.

Exposição ocular: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.

Exposição oral: se ingerido, pode causar irritação trato gastrointestinal,


manifestada por náusea, vômito e diarreia. Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes
da exposição aguda ao mancozebe são raros, porém alguns fungicidas da classe
dos ditiocarbamatos podem causar sintomas neurológicos como fraqueza, perda
da consciência e convulsões.

Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição


crônica em humanos.

Ciproconazol: não são conhecidos sintomas específicos do ciproconazol em


humanos ou animais. Em estudos de toxicidade em animais esta substância
demonstrou toxicidade aguda moderada pela via oral. Sintomas gerais de
intoxicação após exposição a produtos químicos podem ocorrer como:

Exposição ocular: Em contato com os olhos, a substância pode causar sintomas


gerais de irritação como ardência e vermelhidão.

Exposição cutânea: em contato com a pele, a substância pode causar sintomas


gerais de irritação como ardência e vermelhidão

Exposição respiratória: quando inalado, a substância pode causar sintomas


gerais de irritação do trato respiratório como tosse, ardência do nariz, boca e
garganta.

Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com


vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.

Efeitos crônicos: o principal alvo da toxicidade em ratos, camundongos e cães,


após exposições repetidas ao ciproconazol, foi o fígado (alterações no
metabolismo lipídico, alterações adaptativas e hepatotoxicidade).
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem


estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Tratamento
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessário ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve


estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
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- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,


mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por azoxistrobina, mancozebe e ciproconazol. Avaliar a necessidade
de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão
de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após a ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).

Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido,
assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Se
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve
ser encaminhado para tratamento específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte


de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
Contraindicações
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações Não disponível.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 ou (19) 3794-5465
Endereço eletrônico da empresa: [Link]/br
Correio eletrônico da empresa: [Link]@[Link]

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:


Efeitos agudos:
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• DL50 oral em ratos: 3100 mg/kg p.c.


• DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
• CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não foi determinada nas condições do teste (>5,690 mg/L).
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema
(grau 1), em 3/3 animais. Todos os sinais de irritação foram revertidos dentro de 72 horas. Nas
condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia (score
≥ 2) e quemose (score ≤2) na conjuntiva. Todos os sinais de irritação foram revertidos em até 7 dias
após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como irritante para os olhos.
• Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
• Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:

Azoxistrobina: a azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico em estudos in vivo. Esta substância
também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos de
toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o
desempenho reprodutivo. A azoxistrobina não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos.
Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da azoxistrobina foram
o fígado e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os efeitos tóxicos incluíram
alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas doses mais altas (em cães
250 mg/kg p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia), foram observadas alterações histopatológicas, assim
como alterações na função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de 50 mg/kg p.c./dia e em ratos o
NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia.

Mancozebe: o mancozebe e seu principal metabólito (ETU) não são considerados mutagênicos para
mamíferos. Em estudo de carcinogenicidade conduzido em ratos com o mancozebe, foi observado um
aumento na incidência de adenomas e carcinomas em células foliculares da tireoide em machos e fêmeas,
no entanto, somente na maior dose testada (450 ppm/dia) e por um mecanismo não genotóxico que
envolve a interferência no funcionamento da enzima tireoide peroxidase (em estudo de 2 anos em ratos
NOAEL de 4,8 mg/kg p.c.). Limites seguros de exposição foram estabelecidos. Em estudo de 78 semanas,
conduzido em camundongos, foram observadas pequenas alterações nos níveis de hormônio da tireoide,
sem alterações no peso ou na patologia da mesma, e sem alterações nas incidências de tumor relacionadas
ao tratamento na dose de 1000 ppm/dia com NOAEL de 17 mg/kg p.c./dia (100 ppm/dia).
Em um estudo de toxicidade para a reprodução conduzido em ratos, não foram observados efeitos adversos
nos parâmetros reprodutivos avaliados. Em estudos de toxicidade embriofetal conduzidos em ratos e
coelhos, foram observados efeitos para o desenvolvimento (agnatia, fenda palatina, malformações cerebrais
e esqueléticas), mas apenas em doses que causaram toxicidade materna (em coelhos NOAEL de 55 mg/kg
p.c./dia e LOAEL de 100 mg/kg p.c./dia; em ratos NOAEL de 128 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 512 mg/kg
p.c./dia). Estes efeitos foram considerados como decorrência da formação do metabólito ETU que promove a
desregulação dos hormônios tireoidianos, os quais são essenciais para o desenvolvimento fetal.
Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, pela via oral, o principal alvo de
toxicidade do mancozebe foi a tireoide e os efeitos foram manifestados por alterações nos níveis de
hormônios tireoidianos, aumento do peso, lesões microscópicas (principalmente hiperplasia das células
foliculares da tireoide) e tumores na tireoide (por um mecanismo não genotóxico). Em ratos, em estudo de
90 dias o NOAEL foi de 7,4 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 15 mg/kg/dia. Em cães, o NOAEL estabelecido em
estudo de 1 ano foi de 2,3 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 23 mg/kg/dia. Em camundongos, em estudo de 90
dias o NOAEL estabelecido no foi de 18 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 180 mg/kg/dia.

Ciproconazol: o principal alvo da toxicidade em ratos, camundongos e cães, após exposições repetidas ao
ciproconazol, foi o fígado (alterações no metabolismo lipídico, alterações adaptativas e hepatotoxicidade).
Com base nos efeitos hepáticos, em ratos foi estabelecido o NOAEL de 2,2 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 15,6
mg/kg p.c./dia em estudo de 2 anos; em camundongos, NOAEL de 2,2 mg/kg p.c/dia e LOAEL de 43,8
mg/kg p.c./dia em estudo de 90 dias; em cães, NOAEL de 3,2 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 12,1 mg/kg
p.c./dia em estudo de 90 dias e de 1 ano.
O ciproconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não foi observado
potencial cancerígeno em estudos em ratos (em ratos, NOAEL de 15,6 mg/kg p.c./dia, a maior dose
testada). Foram observados aumento na incidência de tumores no fígado de camundongos, no entanto, o
mecanismo de indução destes tumores não foi considerado relevante para o homem. É improvável que o
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ciproconazol apresente potencial cancerígeno para a espécie humana (em camundongos, NOAEL de 1,8
mg/kg p.c./dia e LOAEL de 13,2 mg/kg p.c./dia).
O ciproconazol não apresentou efeitos tóxicos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos (NOAEL de 8,3
mg/kg p.c./dia, a maior dose testada). No entanto, em estudos em ratos e coelhos, esta substância
apresentou efeitos adversos sobre o desenvolvimento pré-natal (perdas pós-implantação em ratos,
malformações ósseas como costelas supranumerárias em ambas as espécies e fenda palatina em ratos) (em
ratos, NOAEL desenvolvimento de 12 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 24 mg/kg p.c./dia; em coelhos, NOAEL
desenvolvimento de 10 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 50 mg/kg p.c./dia).

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Irritação do trato respiratório com tosse, dificuldade respiratória, ardência do nariz, boca e garganta.
Irritação ocular; dor de cabeça, alteração do estado mental, agitação, tontura, tremores e convulsões.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas e microcrustáceos);
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamento;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d`água. Evite
a contaminação da água;
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos;
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada;


• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. - Telefone da empresa 0800 707 7022 - (19) 3794-5465;
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d`água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO


DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:


- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
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O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
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- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU


MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.)

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