Geometria Plana
Geometria Plana
GEOMETRIA E TRIGONOMETRIA
AULA 00
Geometria Plana I
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Prof. Ismael Santos
Sumário
Introdução 4
1.2. Postulados 5
1.2.1. Postulado Da Existência 5
1.2.2. Postulado Da Determinação 6
1.2.3. Postulado Da Inclusão 7
1.2.4. Postulado Da Separação 8
1.2.5. Postulados De Euclides 8
1.3. Definições 11
1.3.1. Retas Concorrentes 11
1.3.2. Retas Paralelas 11
1.3.3. Retas Reversas 12
2. Segmento De Reta 12
3. Ângulos 16
3.6. Bissetriz 26
3.6.1. Definição 26
3.6.2. Unicidade Da Bissetriz 26
4. Triângulos 35
4.1. Definição 35
5.1. Gabarito 67
Introdução
Faaaaaaaaaaaaaaaala, FUTURO ESPECIALISTA!
Vamos iniciar o estudo da Geometria Plana. Essa aula é uma introdução à Geometria
Plana e, por esse motivo, não haverá muitas questões de concursos anteriores.
Nesse curso, tentei deixar os comentários das questões bem detalhados, então, se você for um
aluno avançado ou intermediário, apenas confira o gabarito e tente resolver todas as questões dessa
aula. Lembre-se! O importante é ganhar velocidade na hora da prova, então, tente resolver a maior
quantidade de exercícios possível e não perca tempo verificando questões que você já sabe! Caso você
seja um aluno iniciante, você pode conferir o passo a passo das resoluções e aprender com elas. Sem
mais delongas, vamos começar!
Antes de iniciar, devemos aprender as noções primitivas de ponto, reta e plano e os postulados
que relacionam esses entes geométricos.
1.1.1. Ponto
Representamos o ponto por letras maiúsculas do alfabeto: 𝐴, 𝐵, 𝐶, 𝐷, 𝐸, … Devemos entender
o ponto como a menor parte dos entes geométricos. Ele é adimensional.
1.1.2. Reta
Usamos as letras minúsculas do alfabeto para representar uma reta: 𝑎, 𝑏, 𝑐, 𝑑, … A reta é o ente
geométrico cujas extremidades não possuem limites, ela é contínua em ambos os lados. Por esse
motivo, podemos usar setas para indicar a continuidade da reta nos dois sentidos. No exemplo abaixo,
̅̅̅̅ é um segmento de reta.
temos as retas 𝑟, 𝑠, 𝑡. No caso da reta 𝑡, 𝐴𝐵
1.1.3. Plano
Usualmente, representamos o plano com letras minúsculas gregas: 𝛼, 𝛽, 𝛾, … Assim como a
reta, ele deve ser entendido como um plano ilimitado sem bordas que o limite.
1.2. Postulados
Postulados, também conhecido como axiomas, são proposições primitivas que dispensam
demonstrações. Elas são aceitas como verdades incontestáveis. Vamos estudá-las.
Nesse caso, os pontos 𝐴, 𝐵, 𝐶 estão localizados dentro da reta 𝑟 e os pontos 𝐷, 𝐸, 𝐹 estão fora
dela. Simbolicamente, podemos dizer que:
𝐴, 𝐵, 𝐶 ∈ 𝑟
𝐷, 𝐸, 𝐹 ∉ 𝑟
𝐴, 𝐵, 𝐶, 𝐷, 𝐸 ∈ 𝛼
Exemplos:
Nesse caso, temos 3 pontos não colineares, isto é, não pertencentes a uma mesma reta. Elas
determinam um único plano 𝛼.
3 pontos colineares não determinam um único plano, já que podemos ter vários planos
passando por eles.
Exemplo:
⃡ ⇒ 𝑟 ⊂ 𝛼.
Se 𝐴 ≠ 𝐵 ∈ 𝛼, então 𝑟 = 𝐴𝐵
Exemplo:
Postulado I: Dados dois pontos distintos, existe uma única reta que os une.
Postulado II: Qualquer segmento de reta pode ser prolongado a uma reta.
Postulado III: Dados um ponto qualquer e uma distância qualquer, pode-se
construir uma circunferência cujo centro é o ponto dado e o raio é a distância dada.
Postulado IV: Todos os ângulos retos são iguais.
Postulado V: Se uma reta, interceptando duas outras, forma ângulos internos de
um mesmo lado cuja soma é menor do que dois ângulos retos, então estas duas
retas, se prolongadas indefinidamente, se encontram no lado onde estão os ângulos
cuja soma é menor do que dois ângulos retos.
Comentários:
Postulado II: Se prolongarmos infinitamente um segmento de reta, podemos obter uma reta:
Postulado III:
Postulado IV:
“Se uma reta, interceptando duas outras, forma ângulos internos de um mesmo lado cuja soma
é menor do que dois ângulos retos...”
O lado cuja soma é menor do que dois ângulos retos (180°), no exemplo acima, é o lado
esquerdo, veja:
Perceba que 𝛼 + 𝛽 < 180°. Assim, o prolongamento das retas se encontrará no lado onde a
soma desses ângulos é menor que 180°. O prolongamento das retas 𝑟 e 𝑠 se encontram no ponto 𝑃:
Esse postulado é conhecido como Postulado das Paralelas. Segundo o matemático Playfair,
temos um axioma equivalente ao quinto postulado de Euclides:
Dado um ponto 𝑃 que não está contido numa reta 𝑟, existe uma única reta 𝑠 no plano de 𝑃 e 𝑟
tal que 𝑠 contém 𝑃 e 𝑠 ∩ 𝑟 = ∅.
Esse axioma diz que existe uma única reta 𝑠 paralela à reta 𝑟 que passa pelo ponto 𝑃 fora de 𝑟.
1.3. Definições
𝑟 ∩ 𝑠 = {𝑃}
1) 𝑟 e 𝑠 são coincidentes:
2) 𝑟 e 𝑠 são distintas:
Perceba que retas reversas não se interceptam e não podem ser paralelas entre si.
2. Segmento De Reta
Vimos que um segmento de reta é uma parte de uma reta e que a reta é infinita por definição.
Vamos estudar as notações usuais para os diferentes tipos de retas:
⃡ :
Reta 𝐴𝐵
̅̅̅̅ :
Segmento de reta 𝐴𝐵
Semirreta 𝐴𝐵 :
Semirreta 𝐵𝐴:
2.1.1. Congruentes
Dois segmentos de reta são congruentes quando eles possuem as mesmas medidas. Usamos o
símbolo ≡ para indicar a congruência.
Exemplo:
̅̅̅̅ ≡ 𝐶𝐷
𝐴𝐵 ̅̅̅̅
2.1.2. Colineares
Dois segmentos de reta são colineares quando eles pertencem a uma mesma reta suporte.
Exemplo:
2.1.3. Consecutivos
Dois segmentos de reta são consecutivos quando eles possuem uma extremidade comum.
Exemplo:
2.1.4. Adjacentes
Dois segmentos de reta são adjacentes quando são colineares e consecutivos e possuem
apenas uma extremidade comum.
Exemplo:
̅̅̅̅ ∩ 𝐵𝐶
𝐴𝐵 ̅̅̅̅ = {𝐵}
̅̅̅̅̅ ∩ 𝑁𝑃
𝑀𝑁 ̅̅̅̅ = 𝑁𝑃
̅̅̅̅
Supondo que o ponto médio não é único, podemos ter os pontos médios 𝑀 e 𝑁 distintos tal
que:
̅̅̅̅̅ ≡ 𝑀𝐵
𝐴𝑀 ̅̅̅̅̅ e 𝐴𝑁
̅̅̅̅ ≡ 𝑁𝐵
̅̅̅̅
Caso 1)
̅̅̅̅ > 𝐴𝑀
𝑀 está entre 𝐴 e 𝑁, então 𝐴𝑁 ̅̅̅̅̅
̅̅̅̅ > 𝐴𝑀
⇒ 𝐴𝑁 ̅̅̅̅̅ ≡ 𝑀𝐵
̅̅̅̅̅ > 𝑁𝐵
̅̅̅̅
⇒ ̅̅̅̅
𝐴𝑁 > ̅̅̅̅
𝑁𝐵
Caso 2)
̅̅̅̅ > 𝑀𝐵
𝑀 está entre 𝑁 e 𝐵, então 𝑁𝐵 ̅̅̅̅̅
⇒ ̅̅̅̅̅
𝐴𝑀 > ̅̅̅̅
𝐴𝑁 ≡ ̅̅̅̅
𝑁𝐵 > ̅̅̅̅̅
𝑀𝐵
⇒ ̅̅̅̅̅
𝐴𝑀 > ̅̅̅̅̅
𝑀𝐵
̅̅̅̅̅ ≡ 𝑀𝐵
Absurdo! Pois, pela hipótese 𝐴𝑀 ̅̅̅̅̅.
3. Ângulos
3.1. Região Convexa E Região Côncava
Um conjunto de pontos é convexo se, e somente se, para todo par de pontos 𝐴 e 𝐵 do conjunto,
̅̅̅̅ está inteiramente contida no conjunto. Caso contrário, esse conjunto de pontos é
o segmento 𝐴𝐵
côncavo.
Exemplos:
Perceba que para os conjuntos 𝑅1 e 𝑅2 , todos os pontos 𝐴 e 𝐵 dentro desses conjuntos estão
inteiramente contidos no conjunto. Isso não ocorre para os conjuntos 𝑅3 e 𝑅4 . Logo, os conjuntos 𝑅1
e 𝑅2 são convexos e os conjuntos 𝑅3 e 𝑅4 são côncavos.
̅̅̅̅ ⊄ 𝑹)
𝑹 é 𝒄ô𝒏𝒄𝒂𝒗𝒂 ⇔ (∃𝑨, 𝑩 ∈ 𝑹 𝒆 𝑨 ≠ 𝑩 → 𝑨𝑩
Chamamos de ângulo a figura formada por duas semirretas não colineares de mesma origem.
Perceba que, caso as semirretas não sejam opostas, o ângulo determina duas regiões
angulares, um convexo e um côncavo. A região interna do ângulo 𝑅1 é convexa e a região externa 𝑅2
é côncava. 𝛼 é a notação usada para representar o ângulo da região convexa e 𝛽 é o ângulo da região
côncava. Também podemos usar a notação 𝛼 = 𝐴Ô𝐵 = Ô.
Exemplos:
𝐴Ô𝐵 e 𝐴Ô𝐶 não são adjacentes, pois 𝐴Ô𝐵 possui pontos internos comuns com 𝐴Ô𝐶
Exemplos:
𝐴Ô𝐷 e 𝐵Ô𝐶 não são consecutivos, pois não possuem lado em comum
Exemplos:
Como 𝑂𝐷 é o oposto de 𝑂𝐵 e 𝑂𝐶 é o oposto de 𝑂𝐴, temos 𝐴Ô𝐵 + 𝐴Ô𝐷 = 180° e 𝐶Ô𝐷 + 𝐴Ô𝐷 =
180°, logo 𝐴Ô𝐵 = 𝐶Ô𝐷.
𝐴Ô𝐵 e 𝐶Ô𝐷 não são opostos pelo vértice, pois o lado 𝑂𝐷 não é a semirreta oposta de 𝑂𝐵
Reto = 90°
Raso = 180°
Complementar 𝛼 + 𝛽 = 90°
Suplementar 𝛼 + 𝛽 = 180°
Replementar 𝛼 + 𝛽 = 360°
Explementar 𝛼 − 𝛽 = 180°
Atualmente, temos três unidades de medidas mais famosos: grau, grado e radiano. Vamos
estudar cada um deles:
3.4.1. Grau
Um grau (1°) é a unidade de medida determinada pela divisão de uma circunferência em 360
partes iguais. Assim, se dividimos uma circunferência no meio, cada arco que obtemos terá a medida
de 180°.
1° 1′
1′ = 𝑒 1′′ =
60 60
3.4.2. Grado
Um grado (1 𝑔𝑟) é a unidade de medida determinada pela divisão da circunferência em 400
partes iguais. Dessa forma, se dividimos a circunferência no meio, cada arco terá a medida de 200 𝑔𝑟.
3.4.3. Radiano
Um radiano (1 𝑟𝑎𝑑) é a unidade de medida igual ao comprimento do raio da circunferência. O
comprimento total de uma circunferência é dado por:
𝐶 = 2𝜋𝑟
𝜋 ≅ 3,14
̂
𝒄𝒐𝒎𝒑𝒓𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝒅𝒆 𝑨𝑩
̂ =
𝑨𝑩
𝒄𝒐𝒎𝒑𝒓𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 𝒅𝒂 𝒖𝒏𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆
2𝜋𝑟
̂ =
𝐴𝐵 = 2𝜋
𝑟
Veja o exemplo:
̂
𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝐴𝐵
̂ =
𝐴𝐵
𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑟𝑎𝑖𝑜
10 𝑐𝑚
𝐴𝑂̂𝐵 = = 2 𝑟𝑎𝑑
5 𝑐𝑚
Vimos os três principais tipos de medidas usadas para os ângulos. Podemos estabelecer a
seguinte equivalência entre elas:
Para converter ângulos em sistemas de medidas diferentes, podemos aplicar a regra de três.
Sendo 𝐺 a medida em graus e 𝑔 a medida em grados, a conversão de graus em radianos é dada por:
360° − 400 𝑔𝑟
𝐺−𝑔
360𝑔 = 400𝐺
10
𝑔= 𝐺
9
Para converter graus em radianos, podemos usar a mesma ideia. Sendo 𝑟 a medida em
radianos:
360° − 2𝜋 𝑟𝑎𝑑
𝐺−𝑟
360𝑟 = 2𝜋𝐺
𝜋
𝑟= 𝐺
180
Vejamos um exemplo:
360° − 2𝜋 𝑟𝑎𝑑
240° − 𝑥
360𝑥 = 240 ∙ 2𝜋
4
𝑥= 𝜋 𝑟𝑎𝑑
3
Analogamente para grados:
360° − 400𝑔𝑟
240° − 𝑦
800
𝑦= 𝑔𝑟
3
3.6. Bissetriz
3.6.1. Definição
Uma semirreta 𝑂𝐶 interna ao ângulo 𝐴Ô𝐵 é bissetriz de 𝐴Ô𝐵 se, e somente se, 𝐴Ô𝐶 ≡ 𝐵Ô𝐶.
Na prática, a bissetriz é a semirreta localizada internamente na metade do ângulo.
Exemplo:
𝐴Ô𝐶 = 𝐵Ô𝐶
𝐶Ô𝐷 = −𝐶Ô𝐷
𝐶Ô𝐷 = 0
⇒ 𝑂𝐶 = 𝑂𝐷
Exercícios de Fixação
GABARITO: DEMONSTRAÇÃO
𝛼 = 90° − 37°32′15′′
𝛼 = 52°27′ 45′′
Calculando o suplemento:
𝛽 = 180° − 37°32′15′′
𝛽 = 142°27′ 45′′
Calculando o replemento:
𝛾 = 360° − 37°32′15′′
𝛾 = 322°27′ 45′′
GABARITO: 𝑪𝒐𝒎𝒑𝒍𝒆𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 = 𝟓𝟐°𝟐𝟕′ 𝟒𝟓′′ , 𝒔𝒖𝒑𝒍𝒆𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 = 𝟏𝟒𝟐°𝟐𝟕′ 𝟒𝟓′′ 𝒆 𝒓𝒆𝒑𝒍𝒆𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 = 𝟑𝟐𝟐°𝟐𝟕′ 𝟒𝟓′′
Resolução:
28,75 𝑔𝑟 − 𝑥
200 𝑔𝑟 − 180°
180
𝑥= ∙ 28,75°
200
𝑥 = 25,875°
1° − 60′
0,875° − 𝑦
𝑦 = 60 ∙ 0,875′ = 52,5′
1′ − 60′′
0,5′ − 𝑧
𝑧 = 60 ∙ 0,5′′ = 30′′
⇒ 𝑥 = 25°52′30′′
𝛼 = 64°7′ 30′′
Seja 𝛽, o suplemento de 𝛼:
𝛽 = 115°52′ 30′′
Resolução:
(Poderia ser o contrário, com 𝑂𝑋, bissetriz de 𝐵Ô𝐶 e 𝑂𝑌, bissetriz de 𝐴Ô𝐵. O resultado
seria o mesmo.)
𝐴Ô𝑋 = 𝐵Ô𝑋 = 𝛼
𝐵Ô𝑌 = 𝐶Ô𝑌 = 𝛽
𝑋Ô𝑍 = 𝛼 − 𝑥 (𝐼)
0= 𝛼−𝑥−𝛽−𝑥
𝛼−𝛽
𝑥=
2
18°
𝑥=
2
∴ 𝑥 = 9°
GABARITO: 𝑩Ô𝒁 = 𝟗°
Resolução:
38° = 𝛼 − 2𝑥 + 𝑥
𝛼 − 𝑥 = 38°
2𝛼 = 41° ⇒ 𝛼 = 20,5°
2𝑥 = 41° ⇒ 𝑥 = 20,5°
𝐴Ô𝐵 = 2𝛼 = 117°
2𝛼 = 41° ⇒ 𝛼 = 20,5°
𝛼 + 𝛽 = 38° ⇒ 𝛽 = 17,5°
2𝛽 = 35°
Resolução:
𝐴Ô𝐵 = 𝛼
𝐵Ô𝐶 = 2𝛼
𝐶Ô𝐷 = 4𝛼
𝐷Ô𝐴 = 5𝛼
𝛼 + 2𝛼 + 4𝛼 + 5𝛼 = 360°
12𝛼 = 360°
𝛼 = 30°
𝛼 4𝛼
𝑋Ô𝑌 = + 2𝛼 +
2 2
9𝛼
𝑋Ô𝑌 =
2
9
𝑋Ô𝑌 = ∙ 30° = 135°
2
GABARITO: 𝟏𝟑𝟓°
Resolução:
𝛼 + 𝛽 = 180°
∴ 𝛼 e 𝛽 são suplementares
GABARITO: DEMONSTRAÇÃO
4. Triângulos
4.1. Definição
̅̅̅̅ , 𝐵𝐶
Dados três pontos 𝐴, 𝐵 e 𝐶 não colineares, os segmentos 𝐴𝐵 ̅̅̅̅ e 𝐴𝐶
̅̅̅̅ definem o triângulo 𝐴𝐵𝐶.
Dizemos que 𝐴, 𝐵 e 𝐶 são os vértices do triângulo e os segmentos formados por esses pontos
são os lados do triângulo.
𝒂𝟐 < 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐 Acutângulo
𝒂𝟐 = 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐 Retângulo
𝒂𝟐 > 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐 Obtusângulo
Definimos como ceviana qualquer reta que passa pelo vértice do triângulo. Vamos estudar as
principais:
4.3.1. Altura
Usualmente, usamos a letra ℎ para denotar a altura de um triângulo. Ela é um segmento que
passa pelo vértice do triângulo e forma um ângulo reto com o lado oposto desse vértice.
̅̅̅̅
𝐴𝐻 é a altura do vértice 𝐴.
4.3.2. Mediana
A mediana de um triângulo é o segmento que passa pelo vértice e pelo ponto médio do lado
oposto ao vértice.
̅̅̅̅̅
𝐴𝐵𝑖 é a bissetriz interna do Δ𝐴𝐵𝐶 e ̅̅̅̅̅
𝐴𝐵𝑒 é sua bissetriz externa.
𝑎 <𝑏+𝑐
|𝒃 − 𝒄| < 𝒂 < 𝒃 + 𝒄
Podemos afirmar que dois ou mais triângulos são congruentes se, e somente se, todos os lados
e ângulos internos deles forem congruentes na mesma ordem.
Um postulado que consegue garantir a congruência de triângulos é o LAL, esse postulado gera
outros teoremas que também provam a congruência de triângulos. Não veremos a demonstração dos
teoremas, pois o que nos interessa é saber como aplicá-los.
 ≡ Â′
𝐴𝐵 ≡ ̅̅̅̅̅̅
{̅̅̅̅ 𝐴′𝐵′ ⇒ Δ𝐴𝐵𝐶 ≡ Δ𝐴′𝐵′𝐶′
𝐴𝐶 ≡ ̅̅̅̅̅
̅̅̅̅ 𝐴′𝐶′
 ≡ Â′
{𝐴𝐵 ≡ ̅̅̅̅̅̅
̅̅̅̅ 𝐴′𝐵′ ⇒ Δ𝐴𝐵𝐶 ≡ Δ𝐴′𝐵′𝐶′
̂ ̂
𝐵 ≡ 𝐵′
𝐴𝐶 ≡ ̅̅̅̅̅
̅̅̅̅ 𝐴′𝐶′
̅̅̅̅ ≡ ̅̅̅̅̅̅
{𝐴𝐵 𝐴′𝐵′ ⇒ Δ𝐴𝐵𝐶 ≡ Δ𝐴′𝐵′𝐶′
̅̅̅̅̅̅
̅̅̅̅ ≡ 𝐵′𝐶′
𝐵𝐶
 ≡ Â′
{ 𝐵̂ ≡ 𝐵′̂ ⇒ Δ𝐴𝐵𝐶 ≡ Δ𝐴′𝐵′𝐶′
̅̅̅̅̅̅
̅̅̅̅ ≡ 𝐵′𝐶′
𝐵𝐶
Usando o postulado 𝐿𝐴𝐿, sabemos que Δ𝐴𝐵𝐷 ≡ Δ𝐴𝐶𝐷. Então, os elementos correspondentes
são congruentes:
Δ𝐴𝐵𝐷 ≡ Δ𝐴𝐶𝐷
̅̅̅̅ é mediana
𝐴𝐵 = 𝐴𝐶 ⇒ 𝐵𝐷 = 𝐶𝐷 ⇒ 𝐴𝐷
⇒ 𝐵̂ ≡ 𝐶̂
̂ 𝐵 = 𝐴𝐷
𝐴𝐷 ̂ 𝐶 = 𝜃 ⇒ 𝜃 + 𝜃 = 180° ⇒ 𝜃 = 90° ⇒ ̅̅̅̅
𝐴𝐷 é altura
𝐵𝐷 ≡ 𝐷𝐶
̂ 𝐴 ≡ 𝐶𝐷
{𝐵𝐷 ̂ 𝐴 ⇒ Δ𝐵𝐷𝐴 ≡ Δ𝐶𝐷𝐴 ⇒ 𝐴𝐵 = 𝐴𝐶
𝐷𝐴 ≡ 𝐷𝐴
Um ângulo externo de um triângulo é maior do que qualquer um dos ângulos internos não
adjacente.
𝛾′ > 𝛼
𝛾′ > 𝛽
Demonstração:
Temos:
𝐴𝑀 = 𝑀𝐶
𝐵𝑀 = 𝑀𝐷
Como 𝐴𝑀̂ 𝐵 e 𝐶𝑀
̂ 𝐷 são ângulos opostos pelo vértice temos que 𝐴𝑀
̂ 𝐵 = 𝐶𝑀̂ 𝐷. Então, usando
o postulado 𝐿𝐴𝐿, podemos afirmar que Δ𝐵𝐴𝑀 ≡ Δ𝐷𝐶𝑀 e consequentemente 𝐵𝐴𝑀 = 𝐷𝐶̂ 𝑀.
̂
𝒂>𝒃>𝒄⇔𝜶>𝜷>𝜸
Sejam as retas 𝑟, 𝑠, 𝑡 dadas tal que 𝑟//𝑠 e 𝑡 cruza as outras duas. Os ângulos formados pelo
cruzamento de 𝑡 com 𝑟 e 𝑠 possuem uma relação entre eles, veja:
𝛼1 ≡ 𝛼2 ≡ 𝛼3 ≡ 𝛼4
𝛽1 ≡ 𝛽2 ≡ 𝛽3 ≡ 𝛽4
Alternos internos 𝛼2 𝑒 𝛼3
𝛽2 𝑒 𝛽3
Alternos externos 𝛼1 𝑒 𝛼4
𝛽1 𝑒 𝛽4
Colaterais internos 𝛼2 𝑒 𝛽3
𝛽2 𝑒 𝛼3
Colaterais externos 𝛼1 𝑒 𝛽4
𝛼4 𝑒 𝛽1
𝜶 + 𝜷 + 𝜸 = 𝟏𝟖𝟎°
II) O ângulo externo de um triângulo é igual à soma dos dois ângulos internos não adjacentes
a ele.
𝜽=𝜶+𝜷
Relações métricas no
triângulo retângulo
(𝑰) 𝑏2 = 𝑎𝑛
(𝑰𝑰) 𝑐 2 = 𝑎𝑚
(𝑰𝑰𝑰) ℎ2 = 𝑚𝑛
(𝑰𝑽) 𝑏𝑐 = 𝑎ℎ
(𝑽) 𝑏ℎ = 𝑐𝑛
(𝑽𝑰) 𝑐ℎ = 𝑏𝑚
(𝑽𝑰𝑰) 𝑎2 = 𝑏2 + 𝑐 2
Pitágoras
(𝑽𝑰𝑰𝑰) 1 1 1
= +
ℎ2 𝑏2 𝑐 2
Demonstração:
Podemos ver que os triângulos 𝐴𝐵𝐶, 𝐷𝐵𝐴, 𝐷𝐴𝐶 são semelhantes. Assim, temos:
𝑎 𝑐
= ⇒ 𝑏𝑐 = 𝑎ℎ
𝑏 ℎ
𝑎 𝑐
Δ𝐴𝐵𝐶~Δ𝐷𝐵𝐴 ⇒ = ⇒ 𝑐 2 = 𝑎𝑚
𝑐 𝑚
𝑏 ℎ
{𝑐 = 𝑚 ⇒ 𝑐ℎ = 𝑏𝑚
𝑎 𝑏
= ⇒ 𝑏 2 = 𝑎𝑛
𝑏 𝑛
𝑎 𝑏
Δ𝐴𝐵𝐶~Δ𝐷𝐴𝐶 ⇒ = ⇒ 𝑏𝑐 = 𝑎ℎ
𝑐 ℎ
𝑏 𝑛
{ 𝑐 = ℎ ⇒ 𝑏ℎ = 𝑐𝑛
𝑐 𝑏
= ⇒ 𝑏ℎ = 𝑐𝑛
ℎ 𝑛
𝑐 𝑏
Δ𝐷𝐵𝐴~Δ𝐷𝐴𝐶 ⇒ = ⇒ 𝑐ℎ = 𝑏𝑚
𝑚 ℎ
𝑚 ℎ 2
{ ℎ = 𝑛 ⇒ ℎ = 𝑚𝑛
*Na próxima aula, veremos com mais detalhes os critérios de semelhança. Saiba que quando
os ângulos internos de dois triângulos são congruentes, podemos afirmar que ambos são
semelhantes.
1 1 1
Já estudamos o Teorema de Pitágoras, podemos usá-la para provar ℎ2 = 𝑏2 + 𝑐 2:
1 1 𝑐 2 + 𝑏2
+ =
𝑏2 𝑐 2 𝑏2𝑐 2
Usando o Teorema de Pitágoras, temos:
1 1 𝑎2
+ =
𝑏2 𝑐 2 𝑏2𝑐 2
𝑏𝑐 = 𝑎ℎ
𝑏 2 𝑐 2 = 𝑎 2 ℎ2
Substituindo na equação:
1 1 𝑎2
+ =
𝑏 2 𝑐 2 𝑎 2 ℎ2
Portanto:
1 1 1
+ =
𝑏 2 𝑐 2 ℎ2
Exercícios de Fixação
Resolução:
Usando a propriedades dos ângulos de retas paralelas e ângulos opostos pelo vértice,
temos:
127° − 𝑥 = 35°
𝑥 = 92°
GABARITO: 𝟗𝟐°
Resolução:
𝑥 =𝛼+𝛽
GABARITO: DEMONSTRAÇÃO
Resolução:
2𝑥 + 3𝑥 + 100° = 360°
5𝑥 = 260°
𝑥 = 52°
GABARITO: 𝟓𝟐°
Determine 𝒙 e 𝒚:
a)
b)
Resolução:
a)
𝑥𝑦 = 3 ∙ 4
𝑥 2 = 32 + 42 ⇒ 𝑥 = 5
Substituindo 𝑥 na equação:
5𝑦 = 12 ⇒ 𝑦 = 12/5
b)
Δ𝐴𝐵𝐷 é retângulo
82 = 𝑥 2 + 𝑦 2 ⇒ 𝑥 2 + 𝑦 2 = 64 (𝐼)
Δ𝐴𝐵𝐷~Δ𝐵𝐷𝐶
𝑥 𝑦
= ⇒ 𝑦 2 = 12𝑥 (𝐼𝐼)
𝑦 12
𝑥 2 + 12𝑥 − 64 = 0
Substituindo 𝑥 em (𝐼𝐼):
𝑦 2 = 12 ∙ 4
𝑦 = 4√3
Determine 𝒙:
a)
b)
Resolução:
a)
32 = 𝑥 2 + 𝑦 2 (𝐼)
62 = 𝑦 2 + (𝑥 + 4)2 (𝐼𝐼)
36 − 9 = (𝑥 + 4)2 − 𝑥 2
27 = (𝑥 + 4 − 𝑥)(𝑥 + 4 + 𝑥)
27
= 2𝑥 + 4
4
27 11
𝑥= −2 =
8 8
b)
Δ𝐴𝐵𝐷:
2
(2√5) = 𝑥 2 + 𝑦 2 (𝐼)
Δ𝐵𝐷𝐶:
52 = 𝑥 2 + (5 − 𝑦)2 (𝐼𝐼)
25 − 20 = (5 − 𝑦)2 − 𝑦 2
5 = (5 − 𝑦 − 𝑦)(5 − 𝑦 + 𝑦)
1 = 5 − 2𝑦
2𝑦 = 4
𝑦=2
Substituindo 𝑦 em (𝐼):
20 = 𝑥 2 + 22
𝑥 2 = 16
𝑥=4
GABARITO: A) 𝒙 = 𝟏𝟏/𝟖 B) 𝒙 = 𝟒
Resolução:
Δ𝐴𝐵𝐷~Δ𝐶𝐵𝐴
𝐵𝐷 𝐴𝐵
=
𝐴𝐵 𝐵𝐶
𝑎 𝑏
=
𝑏 3𝑎
𝑏 2 = 3𝑎2
𝑏 = √3𝑎
𝑎 𝑎 √3
𝑡𝑔𝑥 = = =
𝑏 √3𝑎 3
𝑥 = 30°
GABARITO: 𝒙 = 𝟑𝟎°
Resolução:
𝜃 + 𝛼 = 90° (𝐼)
𝛽 + 𝛾 = 90° (𝐼𝐼)
̂ um ângulo raso:
Sendo 𝑀
𝛼 + 𝛽 + 90° = 180°
𝛼 + 𝛽 = 90° (𝐼𝐼𝐼)
𝛼−𝛾 =0⇒𝛼 =𝛾
𝛽−𝜃 =0⇒𝛽 =𝜃
𝑎 𝑀𝐵
=
𝐴𝑀 𝑏
𝑎𝑏 = 𝑀𝐵 ∙ 𝐴𝑀
Como 𝐴𝑀 = 𝑀𝐵 = 𝑥, temos:
𝑥 2 = 𝑎𝑏 ⇒ 𝑥 = √𝑎𝑏
𝐴𝐵 = 2𝑥 = 2√𝑎𝑏
GABARITO: 𝑨𝑩 = 𝟐√𝒂𝒃
̂ 𝑪 = 𝑩𝑨
Na figura abaixo temos 𝑴𝑩 ̂ 𝑪, 𝑨𝑩 = 𝟑, 𝑩𝑪 = 𝟐 e 𝑨𝑪 = 𝟒. Calcule as
̅̅̅̅̅ e ̅̅̅̅̅
medidas dos segmentos 𝑴𝑪 𝑴𝑩.
Resolução:
Os triângulos 𝐵𝑀𝐶 e 𝐴𝐵𝐶 são semelhantes, pois todos os ângulos internos são
congruentes:
Δ𝐴𝐵𝐶~Δ𝐵𝑀𝐶
𝐴𝐵 𝐵𝑀
=
𝐴𝐶 𝐵𝐶
3 𝑦
=
4 2
3
𝑦=
2
𝐴𝐶 𝐵𝐶
=
𝐵𝐶 𝑀𝐶
4 2
=
2 𝑥
𝑥=1
GABARITO: 𝑴𝑪 = 𝟏 E 𝑴𝑩 = 𝟑/𝟐
4. (Areas - Geometria Plana) A soma de um ângulo com a quarta parte de seu suplemento
é igual a 𝟏𝟎𝟖∘ . Quanto mede esse ângulo?
5. (Areas - Geometria Plana) A soma de dois ângulos é igual a 𝟏𝟎𝟎∘ e um deles é o dobro
do complemento do outro. Determine esses ângulos.
6. (Areas - Geometria Plana) Calcule dois ângulos suplementares, sabendo que a diferença
entre eles vale 𝟗∘ 𝟐𝟕′ 𝟒′′ .
7. (Areas - Geometria Plana) Determine dois ângulos, sabendo que a diferença entre eles
é de 𝟓𝟔∘ e a soma de seus complementos vale 𝟖𝟎∘ .
8. (Areas - Geometria Plana) Calcule o ângulo que excede a terça parte de seu
complemento em 𝟓𝟒∘ .
9. (Areas - Geometria Plana) A medida de um ângulo é 𝟕𝟓∘ maior que o dobro da medida
de seu complemento. Quanto mede esse ângulo?
10. (Areas - Geometria Plana) Dois ângulos 𝑨Ô𝑩 = 𝜶 e 𝑩Ô𝑪 = 𝜷 são adjacentes. Calcule o
ângulo formado pelas bissetrizes dos ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑩Ô𝑪.
11. (Areas - Geometria Plana) Na figura abaixo, calcule o ângulo formado pelas bissetrizes
dos ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑪Ô𝑫.
12. (Areas - Geometria Plana) Dois ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑩Ô𝑪 são adjacentes e 𝑩Ô𝑪 vale 𝟔𝟖∘ .
Calcule o ângulo formado pelas bissetrizes dos ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑨Ô𝑪.
13. (Areas - Geometria Plana) Na figura abaixo, os ângulos ∠𝑨𝑶𝑩, ∠𝑩𝑶𝑪, ∠𝑪𝑶𝑫 e ∠𝑫𝑪𝑨 são
respectivamente proporcionais aos números 𝟏, 𝟐, 𝟑, 𝟒. Calcule o ângulo formado pelas
bissetrizes dos ângulos ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑪𝑶𝑫.
14. (Areas - Geometria Plana) As bissetrizes de dois ângulos adjacentes ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑩𝑶𝑪 são
respectivamente 𝑶𝑴 e 𝑶𝑵. A bissetriz de ∠𝑴𝑶𝑵 forma 𝟑𝟓∘ com 𝑶𝑪. Se ∠𝑨𝑶𝑩 mede 𝟓𝟎∘ ,
calcule o valor do ângulo ∠𝑩𝑶𝑪.
15. (Areas - Geometria Plana) Na figura abaixo, ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑩𝑶𝑪 são dois ângulos adjacentes.
𝑶𝑿 e 𝑶𝒀 são as bissetrizes desses ângulos, respectivamente. Sabendo-se que ∠𝑨𝑶𝒀 =
𝟔𝟓∘ e ∠𝑿𝑶𝑪 = 𝟕𝟎∘ ,calcule ∠𝑿𝑶𝒀.
16. (Areas - Geometria Plana) Pelo ponto 𝑪 de uma reta 𝑨𝑩 traçam-se, num mesmo semi-
plano dos determinados por 𝑨𝑩, as semirretas 𝑪𝑸, 𝐂𝐓 e 𝑪𝑹. O ângulo ∠𝑨𝑪𝑸 é o dobro
do ângulo ∠𝑸𝑪𝑻 e o ângulo ∠𝑩𝑪𝑹 é o dobro do ângulo ∠𝑹𝑪𝑻. Calcule o ângulo formado
pelas bissetrizes dos ângulos ∠𝑸𝑪𝑻 e ∠𝑹𝑪𝑻.
17. (Areas - Geometria Plana) 𝑶𝑿 e 𝑶𝒀 são as bissetrizes de dois ângulos adjacentes ∠𝑨𝑶𝑩
e ∠𝑩𝑶𝑪, ambos agudos e tais que ∠𝑨𝑶𝑩 = ∠𝑩𝑶𝑪 = 𝟑𝟔∘ . Calcule o ângulo ∠𝑩𝑶𝒁, sabendo
que 𝑶𝒁 é a bissetriz do ângulo ∠𝑿𝑶𝒀.
19. (Areas - Geometria Plana) Na figura abaixo, a diferença entre os ângulos ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑪𝑶𝑫
vale 𝟒∘ . Calcule o ângulo que a bissetriz do ângulo ∠𝑩𝑶𝑪 forma com a bissetriz de ∠𝑨𝑶𝑫.
20. (Areas - Geometria Plana) Seja ∠𝑨𝑶𝑩 um ângulo e 𝒓 uma reta do seu plano que contém
𝑶 e situada na região não convexa. Sejam 𝑶𝑿 e 𝑶𝒀 as bissetrizes dos ângulos agudos
que 𝑶𝑨 e 𝑶𝑩 formam com 𝒓. Calcule o ângulo ∠𝑿𝑶𝒀, sabendo que ∠𝑨𝑶𝑩 mede 𝟏𝟑𝟎∘ .
21. (Areas - Geometria Plana) Calcule o menor ângulo formado pelos ponteiros de um
relógio às:
a) 𝟏𝟐𝒉𝟏𝟓𝒎𝒊𝒏
b) 𝟑𝒉𝟐𝟎𝒎𝒊𝒏
c) 𝟒𝒉𝟒𝟐𝒎𝒊𝒏
22. (Areas - Geometria Plana) A que horas pela primeira vez após as 𝟏𝟐 horas, os ponteiros
de um relógio formam um ângulo de 𝟏𝟏𝟎∘ ?
23. (Areas - Geometria Plana) A que horas após as 𝟏𝟐 horas os dois ponteiros de um relógio
coincidem pela primeira vez?
24. (Areas - Geometria Plana) Calcule a hora, entre 𝟑 e 𝟒 horas, para que os ponteiros de
um relógio formem um ângulo de 𝟑𝟓∘ .
5.1. Gabarito
1. Complemento = 𝟏𝟗∘ 𝟑𝟏′ 𝟏𝟖′′ , Suplemento = 𝟏𝟎𝟗∘ 𝟑𝟏′ 𝟏𝟖′′ , Replemento= 𝟐𝟖𝟗∘ 𝟑𝟏′ 𝟏𝟖′′
2. 𝟐𝟏𝟎∘ 𝟒𝟕′ 𝟐𝟓′′
3. 𝟏𝟑𝟓∘
4. 𝟖𝟒∘
5. 𝟐𝟎∘ e 𝟖𝟎∘
6. 𝟗𝟒∘ 𝟒𝟑′ 𝟑𝟐′′ e 𝟖𝟓∘ 𝟏𝟔′ 𝟐𝟖′′
7. 𝟐𝟐∘ e 𝟕𝟖∘
8. 𝟔𝟑∘
9. 𝟖𝟓∘
𝜶+𝜷
10.
𝟐
11. 𝟏𝟑𝟓∘
12. 𝟑𝟒∘
13. 𝟏𝟒𝟒∘
14. 𝟐𝟎∘
15. 𝟒𝟓∘
16. 𝟑𝟎∘
17. 𝟎∘
18. 𝟔∘
19. 𝟐∘
20. 𝟏𝟓𝟓∘
21. 𝐚) 𝟖𝟐, 𝟓∘ 𝐛) 𝟐𝟎∘ 𝐜) 𝟏𝟏𝟏∘
22. 𝟏𝟐𝒉𝟐𝟎𝒎𝒊𝒏
𝟔𝟎
23. 𝟏𝟑𝒉 𝒎𝒊𝒏
𝟏𝟏
24. 𝟑𝒉𝟏𝟎𝒎𝒊𝒏
Comentário:
Dado um ângulo 𝑥, seu complemento é 90∘ − 𝑥, seu suplemento é 180∘ − 𝑥 e seu replemento
é 360∘ . Além disso, sabemos que 1∘ = 60′ e 1′ = 60′′ . Assim, podemos calcular:
90∘ − 70∘ 28′ 42′′ = 89∘ 59′ 60′′ − 70∘ 28′ 42′′ = 19∘ 31′ 18′′
180∘ − 70∘ 28′ 42′′ = 179∘ 59′ 60′′ = 109∘ 31′ 18′′
360∘ − 70∘ 28′ 42′′ = 359∘ 59′ 60′′ − 289∘ 31′ 18′′
Gabarito: Complemento = 𝟏𝟗∘ 𝟑𝟏′ 𝟏𝟖′′ , Suplemento = 𝟏𝟎𝟗∘ 𝟑𝟏′ 𝟏𝟖′′ , Replemento= 𝟐𝟖𝟗∘ 𝟑𝟏′ 𝟏𝟖′′
Comentário:
180∘ − 30∘ 47′ 25′′ = 179∘ 59′ 60′′ − 30∘ 47′ 25′′ = 149∘ 12′ 35′′
360∘ − 149∘ 12′ 35′′ = 359∘ 59′ 60′′ − 149∘ 12′ 35′′ = 210∘ 47′ 25′′
A medida de um ângulo é igual ao triplo da medida de seu suplemento. Quanto mede esse
ângulo?
Comentário:
⇒ 𝑥 = 135∘
Gabarito: 𝟏𝟑𝟓∘
A soma de um ângulo com a quarta parte de seu suplemento é igual a 𝟏𝟎𝟖∘ . Quanto mede esse
ângulo?
Comentário:
180∘ − 𝑥 ∘
4𝑥 + 180∘ − 𝑥
𝑥+ = 108 ⇒ = 108∘
4 4
⇒ 3𝑥 + 180∘ = 432∘ ⇒ 3𝑥 = 252∘ ⇒ 𝑥 = 84∘
Gabarito: 𝟖𝟒∘
Comentário:
𝑥 + 𝑦 = 100 ⇒ 𝑦 = 100 − 𝑥
⇒ 𝑥 = 20∘ ⇒ 𝑦 = 80∘
Calcule dois ângulos suplementares, sabendo que a diferença entre eles vale 𝟗∘ 𝟐𝟕′ 𝟒′′ .
Comentário:
𝑥 + 𝑦 = 180∘ ⇒ 𝑦 = 180∘ − 𝑥
Determine dois ângulos, sabendo que a diferença entre eles é de 𝟓𝟔∘ e a soma de seus
complementos vale 𝟖𝟎∘ .
Comentário:
𝑦 − 𝑥 = 56∘ ⇒ 𝑦 = 56∘ + 𝑥
⇒ 𝑦 = 78∘
Comentário:
Gabarito: 𝟔𝟑∘
A medida de um ângulo é 𝟕𝟓∘ maior que o dobro da medida de seu complemento. Quanto mede
esse ângulo?
Comentário:
Gabarito: 𝟖𝟓∘
Dois ângulos 𝑨Ô𝑩 = 𝜶 e 𝑩Ô𝑪 = 𝜷 são adjacentes. Calcule o ângulo formado pelas bissetrizes
dos ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑩Ô𝑪.
Comentário:
Veja que
𝛼 𝛽
∠𝐵𝑂𝐸 = , ∠𝐷𝑂𝐵 =
2 2
Assim, o ângulo pedido é
𝛼+𝛽
∠𝐷𝑂𝐸 = ∠𝐵𝑂𝐸 + ∠𝐷𝑂𝐵 =
2
𝜶+𝜷
Gabarito: 𝟐
Na figura abaixo, calcule o ângulo formado pelas bissetrizes dos ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑪Ô𝑫.
Comentário:
Veja que
90∘
𝛼+𝛽 = = 45∘
2
Assim, o ângulo entre as bissetrizes pode ser dado por
Gabarito: 𝟏𝟑𝟓∘
Dois ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑩Ô𝑪 são adjacentes e 𝑩Ô𝑪 vale 𝟔𝟖∘ . Calcule o ângulo formado pelas
bissetrizes dos ângulos 𝑨Ô𝑩 e 𝑨Ô𝑪.
Comentário:
𝐴Ô𝐶 = 𝛼 + 68∘
𝛼 + 68∘ 𝛼
= + 34∘
2 2
Na figura abaixo, os ângulos ∠𝑨𝑶𝑩, ∠𝑩𝑶𝑪, ∠𝑪𝑶𝑫 e ∠𝑫𝑪𝑨 são respectivamente proporcionais
aos números 𝟏, 𝟐, 𝟑, 𝟒. Calcule o ângulo formado pelas bissetrizes dos ângulos ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑪𝑶𝑫.
Comentário:
⇒ ∠𝐴𝑂𝐵 = 36∘
Vamos calcular o ângulo entre as bissetrizes citadas e a semirreta 𝑂𝐴. O ângulo entre a
bissetriz de ∠𝐴𝑂𝐵 e esse semirreta é
36∘
= 18∘
2
Já o ângulo entre a bissetriz de ∠𝐶𝑂𝐷 e a semirreta é
∠𝐶𝑂𝐷 108∘
∠𝐴𝑂𝐵 + ∠𝐵𝑂𝐶 + = 36∘ + 72∘ + = 108∘ + 54∘ = 162∘
2 2
Portanto, o ângulo entre essas duas bissetrizes é igual à diferença entre os ângulos
calculados, ou seja,
Gabarito: 𝟏𝟒𝟒∘
Comentário:
Veja que
∠𝐴𝑂𝐵 ∠𝐵𝑂𝐶
∠𝑀𝑂𝑁 = ∠𝑀𝑂𝐵 + ∠𝐵𝑂𝑁 = + = 35∘
2 2
∠𝐵𝑂𝐶
⇒ = 35∘ − 25∘ = 10∘
2
⇒ ∠𝐵𝑂𝐶 = 20∘
Gabarito: 𝟐𝟎∘
Na figura abaixo, ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑩𝑶𝑪 são dois ângulos adjacentes. 𝑶𝑿 e 𝑶𝒀 são as bissetrizes desses
ângulos, respectivamente. Sabendo-se que ∠𝑨𝑶𝒀 = 𝟔𝟓∘ e ∠𝑿𝑶𝑪 = 𝟕𝟎∘ ,calcule ∠𝑿𝑶𝒀.
Comentário:
Veja que
Portanto,
Gabarito: 𝟒𝟓∘
Pelo ponto 𝑪 de uma reta 𝑨𝑩 traçam-se, num mesmo semi-plano dos determinados por 𝑨𝑩,
as semirretas 𝑪𝑸, 𝐂𝐓 e 𝑪𝑹. O ângulo ∠𝑨𝑪𝑸 é o dobro do ângulo ∠𝑸𝑪𝑻 e o ângulo ∠𝑩𝑪𝑹 é o
dobro do ângulo ∠𝑹𝑪𝑻. Calcule o ângulo formado pelas bissetrizes dos ângulos ∠𝑸𝑪𝑻 e ∠𝑹𝑪𝑻.
Comentário:
Seja
∠𝑄𝐶𝑇 = 𝛼 ⇒ ∠𝐴𝐶𝑄 = 2𝛼
∠𝑅𝐶𝑇 = 𝛽 ⇒ ∠𝐵𝐶𝑅 = 2𝛽
3𝛼 + 3𝛽 = 180∘ ⇒ 𝛼 + 𝛽 = 60∘
∠𝑄𝐶𝑇 ∠𝑅𝐶𝑇 𝛼 + 𝛽
+ = = 30∘
2 2 2
Gabarito: 𝟑𝟎∘
𝑶𝑿 e 𝑶𝒀 são as bissetrizes de dois ângulos adjacentes ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑩𝑶𝑪, ambos agudos e tais que
∠𝑨𝑶𝑩 = ∠𝑩𝑶𝑪 = 𝟑𝟔∘ . Calcule o ângulo ∠𝑩𝑶𝒁, sabendo que 𝑶𝒁 é a bissetriz do ângulo ∠𝑿𝑶𝒀.
Comentário:
Como ∠𝐴𝑂𝐵 = ∠𝐵𝑂𝐶, segue que a bissetriz de ∠𝐴𝑂𝐶 é igual à bissetriz de ∠𝑋𝑂𝑌. Porém,
temos que bissetriz de ∠𝐴𝑂𝐶 é 𝑂𝐵. Assim, concluímos que 𝑂𝐵 = 𝑂𝑍, ou seja, o ângulo pedido
é
∠𝐵𝑂𝑍 = 0∘
Gabarito: 𝟎∘
Sejam 𝑶𝑴 e 𝑶𝑵 as bissetrizes de dois ângulos adjacentes ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑩𝑶𝑪, cuja diferença é 𝟐𝟒∘ .
Sejam 𝑶𝒁 e 𝑶𝑻 as bissetrizes de ∠𝑴𝑶𝑵 e ∠𝑨𝑶𝑪, respectivamente. Calcule o ângulo ∠𝒁𝑶𝑻.
Comentário:
Veja que
2𝛼 + 2𝛼 + 24∘
∠𝑇𝑂𝐶 = = 2𝛼 + 12∘
2
⇒ ∠𝑇𝑂𝑁 = ∠𝑇𝑂𝐶 − ∠𝑁𝑂𝐶 = 2𝛼 + 12∘ − (𝛼 + 12∘ ) = 𝛼
Gabarito: 𝟔∘
Na figura abaixo, a diferença entre os ângulos ∠𝑨𝑶𝑩 e ∠𝑪𝑶𝑫 vale 𝟒∘ . Calcule o ângulo que a
bissetriz do ângulo ∠𝑩𝑶𝑪 forma com a bissetriz de ∠𝑨𝑶𝑫.
Comentário:
∠𝐵𝑂𝐶
∠𝐴𝑂𝐵 +
2
Já o ângulo que a bissetriz de ∠𝐴𝑂𝐵 faz com a semirreta 𝑂𝐴 é
Seja ∠𝑨𝑶𝑩 um ângulo e 𝒓 uma reta do seu plano que contém 𝑶 e situada na região não
convexa. Sejam 𝑶𝑿 e 𝑶𝒀 as bissetrizes dos ângulos agudos que 𝑶𝑨 e 𝑶𝑩 formam com 𝒓. Calcule
o ângulo ∠𝑿𝑶𝒀, sabendo que ∠𝑨𝑶𝑩 mede 𝟏𝟑𝟎∘ .
Comentário:
Veja que
Gabarito: 𝟏𝟓𝟓∘
a) 𝟏𝟐𝒉𝟏𝟓𝒎𝒊𝒏
b) 𝟑𝒉𝟐𝟎𝒎𝒊𝒏
c) 𝟒𝒉𝟒𝟐𝒎𝒊𝒏
Comentário:
Seja ℎ a hora do determinado instante (em módulo 12) e 𝑚 o minuto do instante. O ângulo
formado entre o ponteiro dos minutos e o início (0ℎ0𝑚𝑖𝑛) é
360∘
𝑚⋅ = 6𝑚
60𝑚𝑖𝑛
360∘ 6𝑚 𝑚
ℎ⋅ + = 30ℎ +
12ℎ 12 2
Assim, o ângulo formado entre os dois ponteiros vale
60 ⋅ 0 − 11 ⋅ 15 165∘
| |= = 82,5∘
2 2
60 ⋅ 3 − 11 ⋅ 20 220 − 180
| |= = 20∘
2 2
c) Temos ℎ = 4, 𝑚 = 42, o ângulo é
A que horas pela primeira vez após as 𝟏𝟐 horas, os ponteiros de um relógio formam um ângulo
de 𝟏𝟏𝟎∘ ?
Comentário:
60ℎ − 11𝑚
| | = 110 ⇒ |60ℎ − 11𝑚| = 220
2
Temos duas possibilidades. Se
12ℎ20𝑚𝑖𝑛
Gabarito: 𝟏𝟐𝒉𝟐𝟎𝒎𝒊𝒏
A que horas após as 𝟏𝟐 horas os dois ponteiros de um relógio coincidem pela primeira vez?
Comentário:
60ℎ − 11𝑚
| |=0
2
Se
60ℎ − 11𝑚
| | = 0 ⇒ 60ℎ = 11𝑚
2
Como ℎ é inteiro e queremos minimizá-lo, fazemos ℎ = 1:
60
𝑚=
11
60
13ℎ 𝑚𝑖𝑛
11
𝟔𝟎
Gabarito: 𝟏𝟑𝒉 𝟏𝟏 𝒎𝒊𝒏
Calcule a hora, entre 𝟑 e 𝟒 horas, para que os ponteiros de um relógio formem um ângulo de
𝟑𝟓∘ .
Comentário:
Precisamos que
60ℎ − 11𝑚
| | = 35∘
2
⇒ 𝑚 = 10
3ℎ10𝑚𝑖𝑛
Gabarito: 𝟑𝒉𝟏𝟎𝒎𝒊𝒏
1. (EEAR/2021.2)
No triângulo ABC da figura, 𝑥 é a medida de um ângulo interno e 𝑧 e 𝑤 são medidas de ângulos
externos. Se 𝑧 + 𝑤 = 220° e 𝑧 − 20° = 𝑤, então 𝑥 é
a) complemento de 120°
b) complemento de 60°
c) suplemento de 140°
d) suplemento de 50°
2. (ESA/2015)
a) 𝟕, 𝟐 𝒎
b) 𝟕, 𝟖 𝒎
c) 𝟖, 𝟔 𝒎
d) 𝟗, 𝟐 𝒎
e) 𝟗, 𝟔 𝒎
3. (ESA/2015)
a) √𝟏𝟎
b) √𝟏𝟏
c) √𝟏𝟑
d) √𝟏𝟕
e) √𝟏𝟗
4. (ESA/2006)
a) 𝟖𝟔°𝟑𝟎′
b) 𝟒𝟔°𝟑𝟎′
c) 𝟕𝟕°𝟑𝟎′
d) 𝟖𝟗°𝟔𝟎′
e) 𝟏𝟐°𝟑𝟎′
5. (ESA/2005)
Chama-se passo a distância entre dois sulcos consecutivos de um parafuso. Ao dar-se uma
volta completa (𝜶 = 𝟑𝟔𝟎°) em uma chave que o aperta, o parafuso penetra 1 passo no corpo
onde está preso. Na situação ao lado, para apertar completamente o parafuso até que sua
cabeça encoste na superfície “s” deve-se girar o parafuso, em graus
a) 468°
b) 1872°
c) 1440°
d) 117°
e) 1989°
6. (EEAR/2018)
a) 𝟏𝟖°
b) 𝟐𝟖°
c) 𝟏𝟐°
d) 𝟐𝟐°
7. (EEAR/2017)
a) 𝟏𝟎°
b) 𝟏𝟓°
c) 𝟐𝟎°
d) 𝟐𝟓°
8. (EEAR/2017)
a) 𝟐𝒙
b) 𝟐𝒚
𝒙
c) 𝟐
𝒚
d)
𝟐
9. (EEAR/2016)
̂ e𝑩
Os ângulos 𝑨 ̂ são congruentes. Sendo 𝑨̂ = 𝟐𝒙 + 𝟏𝟓° e 𝑩
̂ = 𝟓𝒙 − 𝟗°. Assinale a alternativa
que representa, corretamente, o valor de 𝒙.
a) 𝟐°
b) 𝟖°
c) 𝟏𝟐°
d) 𝟐𝟒°
10. (EEAR/2016)
a) 6 e 9
b) 2 e 13
c) 3 e 12
d) 5 e 10
11. (EEAR/2016)
Uma escada é apoiada em uma parede perpendicular ao solo, que por sua vez é plano. A
base da escada, ou seja, seu contato com o chão, dista 10m da parede. O apoio dessa escada
com a parede está a uma altura de 𝟏𝟎√𝟑m do solo. Isto posto, o ângulo entre a escada e o
solo é de
a) 𝟔𝟎°
b) 𝟒𝟓°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟏𝟓°
12. (EEAR/2016)
a) 𝟒
b) 𝟔
c) 𝟖
d) 𝟏𝟎
13. (EEAR/2015)
̂
𝒔𝒆𝒏 𝑩
Em um triângulo ABC, retângulo em C, a razão ̂
é igual a
𝐜𝐨𝐬 𝑨
𝑨𝑪
a) 𝑩𝑪
𝑨𝑩
b) 𝑨𝑪
c) 𝟏
d) 𝟐
14. (EEAR/2015)
a) 𝟒
b) 𝟔
c) 𝟖
d) 𝟏𝟎
15. (EEAR/2013)
a) 𝟐𝟎°
b) 𝟑𝟎°
c) 𝟒𝟓°
d) 𝟔𝟎°
16. (EEAR/2012)
̂ 𝒊 é 68° e do ângulo externo 𝑺
Num triângulo 𝜟𝑹𝑺𝑻 a medida do ângulo interno 𝑹 ̂𝒆 é 105°
Então o ângulo interno T mede:
a) 𝟓𝟐°
b) 𝟒𝟓°
c) 𝟑𝟕°
d) 𝟑𝟎°
17. (EEAR/2012)
a) 1,41
b) 1,67
c) 1,74
d) 1,85
18. (EEAR/2011)
Em um triângulo retângulo, um dos catetos mede 4 cm, e o ângulo que lhe é adjacente mede
𝟔𝟎°. A hipotenusa desse triângulo, em cm, mede
a) 6
b) 7
c) 8
d) 9
19. (EEAR/2010)
Assim, o valor de x é:
a) 𝟐𝟎°
b) 𝟏𝟓°
c) 𝟏𝟎°
d) 𝟓°
20. (EEAR/2009)
Na figura, ̅̅̅̅
𝑩𝑪 = 𝟐 𝒄𝒎.
a) 𝟐√𝟑
b) 𝟒√𝟐
c) 𝟓√𝟐
d) 𝟑√𝟑
21. (EEAR/2008)
Um triângulo 𝜟𝑨𝑩𝑪 tem dois lados congruentes que formam entre si um ângulo de 𝟒𝟐°. Um
dos outros dois ângulos internos desse triângulo medem
a) 𝟑𝟗°
b) 𝟒𝟖°
c) 𝟓𝟖°
d) 𝟔𝟗°
22. (EEAR/2008)
a) equilátero e retângulo.
b) escaleno e acutângulo.
c) isósceles e acutângulo.
d) escaleno e obtusângulo.
23. (EEAR/2008)
a) 𝟓𝟎°
b) 𝟒𝟓°
c) 𝟒𝟐°
d) 𝟑𝟖°
24. (EEAR/2008)
̂) = 𝟏 ⋅
Em um triângulo ABC, retângulo em A, a hipotenusa mede 𝟓 𝒅𝒎 e 𝒔𝒆𝒏(𝑩 𝟐
̂ ). Nessas condições, o maior cateto mede, em dm,
𝒔𝒆𝒏(𝑪
a) 𝟑
b) 𝟒
c) √𝟓
d) 𝟐√𝟓
25. (EEAR/2006)
b) 𝟕𝟑°.
c) 𝟕𝟎°.
d) 𝟔𝟖°.
26. (EEAR/2006)
I – 𝒃𝟐 = 𝒂 ⋅ 𝒙
̂
II – 𝒂𝟐 = 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐 − 𝟐 ⋅ 𝒃 ⋅ 𝒄 ⋅ 𝒄𝒐𝒔 𝑨
III – 𝒉 = 𝒙 ⋅ 𝒚
𝟏 𝟏 𝟏
IV – 𝒉𝟐 = 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
27. (EEAR/2005)
a) 𝟏𝟓°
b) 𝟑𝟎°
c) 𝟒𝟓°
d) 𝟔𝟎°
28. (EEAR/2005)
Num triângulo retângulo, a hipotenusa mede 20m, e um dos catetos, 10m. A medida da
projeção deste cateto sobre a hipotenusa, em metros, é igual a
a) 5
b) 6
c) 7
d) 8
29. (EEAR/2004)
Na figura, ̅̅̅̅
𝑬𝑫 ∥ ̅̅̅̅ ̂ 𝑩) = 𝟖𝟎° e 𝒎𝒆𝒅(𝑪𝑩
𝑩𝑪 , 𝒎𝒆𝒅(𝑬𝑨 ̂ 𝑨) = 𝟑𝟓°. Assim, a medida de 𝑫𝑬
̂𝑨 é
a) 𝟏𝟎𝟎°.
b) 𝟏𝟏𝟎°.
c) 𝟏𝟏𝟓°.
d) 𝟏𝟐𝟎°.
30. (EEAR/2004)
̂ 𝑪 é:
Nessas condições, a medida do ângulo 𝑬𝑫
a) 𝟓°
b) 𝟏𝟎°
c) 𝟏𝟓°
d) 𝟐𝟎°
31. (EEAR/2004)
̂𝑩
Se 𝑨𝑩𝑪𝑫 é um quadrado e 𝑩𝑬𝑪 é um triângulo equilátero, então a medida do ângulo 𝑬𝑨
é:
a) 𝟕𝟓°
b) 𝟔𝟎°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟖𝟓°
32. (EEAR/2004)
a) 8
b) 9
c) 12
d) 15
33. (EEAR/2004)
a) 𝟏𝟎
b) 𝟓√𝟑
c) 𝟏𝟎√𝟑
𝟐𝟎√𝟑
d) 𝟑
34. (EEAR/2004)
𝟓𝒓
Sabendo-se que ̅̅̅̅
𝑷𝑸 equivale a 𝟏𝟐 e é tangente ao círculo no ponto P, o valor de 𝒔𝒆𝒏 𝜶 é
𝟓
a) 𝟏𝟐
𝟓
b) 𝟏𝟑
𝟏𝟐
c) 𝟏𝟑
d) 𝟎, 𝟒𝟖
35. (EEAR/2004)
Num triângulo retângulo, o menor cateto mede 1,5 cm, e a medida da projeção do maior
cateto sobre a hipotenusa é 1,6 cm. O valor da secante do maior ângulo agudo desse
triângulo é
𝟒
a) 𝟑
𝟓
b) 𝟑
𝟒
c) 𝟓
𝟕
d) 𝟓
36. (EEAR/2003)
Considere:
II. Dois pontos 𝑻 e 𝑺 sobre 𝑹𝑯, de tal modo que o triângulo 𝑷𝑻𝑸 seja eqüilátero e o triângulo
𝑷𝑺𝑸 seja retângulo em S.
̂
Considerando somente os ângulos internos dos triângulos, se somarmos as medidas de 𝑹
̂, obteremos o dobro da medida de 𝑻
e𝑺 ̂ . Sendo assim, a medida do ângulo 𝑻𝑷
̂ 𝑹 é:
a) 𝟓°
b) 𝟏𝟓°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟒𝟓°
37. (EEAR/2003)
Na figura, 𝑨𝑩 = 𝑨𝑪, M é o ponto de encontro das bissetrizes dos ângulos do triângulo ABC
e o ângulo 𝑩𝑴̂ 𝑪 é o triplo do ângulo 𝑨
̂ , então a medida de 𝑨
̂ é:
a) 𝟏𝟓°
b) 𝟏𝟖°
c) 𝟐𝟒°
d) 𝟑𝟔°
38. (EEAR/2003)
̂ 𝑭 = 𝟑𝟖° e 𝑬𝑭
Um triângulo 𝜟𝑫𝑬𝑭 tem 𝑫𝑬 ̂ 𝑫 = 𝟕𝟒°. O ângulo que a bissetriz DG forma com
a altura DH mede:
a) 𝟏𝟖°
b) 𝟐𝟎°
c) 𝟐𝟔°𝟑𝟎′
d) 𝟑𝟒°
39. (EEAR/2003)
Na figura, x − y é igual a
a) 𝟏𝟓°
b) 𝟐𝟎°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟑𝟓°
40. (EEAR/2003)
De acordo com os dados nos triângulos retângulos CAB e CAD, é correto afirmar que
a) 𝒙 = 𝒚
b) 𝒙 = 𝟑𝒚
c) 𝒙 = 𝟐𝒚
𝟑𝒚
d) 𝒙 =
𝟐
41. (EEAR/2003)
42. (EEAR/2003)
a) 𝟐𝟓
b) 𝟐𝟎
c) 𝟏𝟓
d) 𝟏𝟎
43. (EEAR/2003)
Na figura, 𝒓 ∥ 𝒔 e 𝒕 ⊥ 𝒖.
O valor de 𝒂 − 𝒃 é
a) 𝟏𝟎𝟎°
b) 𝟗𝟎°
c) 𝟖𝟎°
d) 𝟕𝟎°
44. (EEAR/2003)
45. (EEAR/2002)
̂ . Se 𝑨
Na figura, 𝑩𝑵 é a bissetriz do ângulo 𝑩 ̂ = 𝟓𝟎° e 𝑪
̂ = 𝟑𝟎°, então a medida 𝒙 do ângulo
̂𝑵 é
𝑯𝑩
a) 𝟓°
b) 𝟏𝟎°
c) 𝟏𝟓°
d) 𝟐𝟎°
46. (EEAR/2002)
Os números 𝟐𝒙 + 𝟏𝟎°, 𝟑𝒙, 𝟑𝒙 − 𝟐𝟎° são medidas em graus dos ângulos de um triângulo. Esse
triângulo pode ser classificado em
a) acutângulo.
b) equiângulo.
c) retângulo.
d) obtusângulo.
47.
48. (EEAR/2002)
a) 𝟏𝟐𝟎°
b) 𝟏𝟖𝟎°
c) 𝟑𝟔𝟎°
d) 𝟓𝟒𝟎°
49. (EEAR/2002)
É falso afirmar:
̂ é um ângulo raso, então 𝑶𝑨 e 𝑶𝑩 são semirretas opostas.
a) Se 𝑨𝑶𝑩
c) Dois ângulos adjacentes, cujos lados não comuns são semirretas opostas, somam 𝟏𝟖𝟎°.
50. (EEAR/2002)
Duas retas paralelas são cortadas por uma transversal, de modo que a soma dos ângulos
agudos formados vale 𝟏𝟒𝟒°. Então a diferença entre as medidas de um ângulo obtuso e de
um agudo é
a) 𝟖𝟓°
b) 𝟗𝟐°
c) 𝟏𝟎𝟖°
d) 𝟏𝟏𝟔°
51. (EEAR/2002)
Duas réguas de madeira, AB e CD, com 8 cm cada uma estão ligadas em suas extremidades
por dois fios, formando o retângulo ABCD (fig. 1). Mantendo-se fixa a régua AB e girando-
se 𝟏𝟖𝟎° a régua CD em torno do seu ponto médio, sem alterar os comprimentos dos fios,
obtêm-se dois triângulos congruentes AIB e CID (fig.2).
a) 𝟓√𝟑
b) 𝟓√𝟐
c) 5
d) 6
52. (EEAR/2002)
a) 14
b) 25
c) 28
d) 50
53. (EEAR/2002)
54. (EEAR/2001)
Na figura, ̅̅̅̅
𝑨𝑫 = 𝟐 𝒄𝒎 e ̅̅̅̅
𝑨𝑩 = 𝟒 𝒄𝒎. O valor de 𝒄𝒐𝒔 𝜶 no triângulo ABC é
𝟏
a) 𝟐
√𝟑
b) 𝟑
√𝟑
c) 𝟐
√𝟑
d) − 𝟐
55. (EEAR/2001)
̂ ) = 𝟏 𝒔𝒆𝒏(𝑪
Em um triângulo retângulo a hipotenusa mede 𝟓 𝒄𝒎 e o 𝒔𝒆𝒏(𝑩 ̂ ). O maior cateto
𝟐
mede, em cm:
a) √𝟑
b) √𝟓
c) 𝟐√𝟑
d) 𝟐√𝟓
56. (EEAR/2001)
a) 𝟖𝟎
b) 𝟗𝟎
c) 𝟏𝟎𝟎
d) 𝟏𝟐𝟎
57. (EEAR/2001)
a) 𝟑𝟎
b) 𝟑𝟔
c) 𝟒𝟓
d) 𝟔𝟎
58. (EEAR/2000)
a) 𝟏𝟎𝟓°
b) 𝟏𝟎𝟔°
c) 𝟏𝟎𝟕°
d) 𝟏𝟎𝟖°
7.1. GABARITO
1. c 17. a 33. a
2. a 18. c 34. b
3. d 19. c 35. b
4. c 20. b 36. b
5. b 21. d 37. d
6. d 22. d 38. a
7. b 23. d 39. c
8. c 24. d 40. c
9. b 25. b 41. a
10. d 26. c 42. b
11. a 27. c 43. b
12. c 28. a 44. c
13. c 29. c 45. b
14. d 30. c 46. a
15. b 31. a 47. b
16. c 32. c 48. b
a) complemento de 120°
b) complemento de 60°
c) suplemento de 140°
d) suplemento de 50°
Comentários
Das equações, temos:
𝑧 + 𝑤 = 220°
{ ⇒ 2𝑧 = 240° ⇒ 𝑧 = 120° ⇒ 𝑤 = 100°
𝑧 − 𝑤 = 20°
Analisando os ângulos internos do triângulo:
𝐴𝐵̂𝐶 = 180° − 𝑧 = 180° − 120° = 60°
𝐴𝐶̂ 𝐵 = 180° − 𝑤 = 180° − 100° = 80°
Somando-se os ângulos internos do triângulo:
𝑥 + 60° + 80° = 180° ⇒ 𝑥 = 180° − 140° = 40°
Logo, 𝑥 é suplemento de 140°.
Gabarito: C
2. (ESA/2015)
a) 𝟕, 𝟐 𝒎
b) 𝟕, 𝟖 𝒎
c) 𝟖, 𝟔 𝒎
d) 𝟗, 𝟐 𝒎
e) 𝟗, 𝟔 𝒎
Comentário:
Observe que ∆𝐻𝐵𝐴 e ∆𝐴𝐵𝐶 são triângulos retângulos e que, além disso, 𝐻𝐵̂𝐴 = 𝐴𝐵̂𝐶.
Portanto, temos que ∆𝐻𝐵𝐴 ~ ∆𝐴𝐵𝐶. Logo, valem as relações:
𝐻𝐵 𝐵𝐴 𝑥 9 27
= ⇒ = ∴𝑥= .
𝐴𝐵 𝐵𝐶 9 15 5
Usando o teorema de Pitágoras no ∆𝐻𝐵𝐴, temos:
2 2 2
27 2
2 2
3 2 2
4 2 4 36
ℎ = 9 − 𝑥 = 9 − ( ) = 9 ⋅ [1 − ( ) ] = 9 ⋅ ( ) ⇒ ℎ = 9 ⋅ = ∴ ℎ = 7,2 𝑚.
5 5 5 5 5
Gabarito: “a”.
3. (ESA/2015)
a) √𝟏𝟎
b) √𝟏𝟏
c) √𝟏𝟑
d) √𝟏𝟕
e) √𝟏𝟗
Comentário:
2 2
Teorema de Pitágoras. 𝑎2 = 𝑏2 + 𝑐 2 = √8 + √9 = 8 + 9 = 17 ∴ 𝑎 = √17.
Gabarito: “d”.
4. (ESA/2006)
a) 𝟖𝟔°𝟑𝟎′
b) 𝟒𝟔°𝟑𝟎′
c) 𝟕𝟕°𝟑𝟎′
d) 𝟖𝟗°𝟔𝟎′
e) 𝟏𝟐°𝟑𝟎′
Comentários
Vamos definir o 0° na posição 12 do relógio. Se pensamos, às 14h o ponteiro das horas
estará na posição 60° e o ponteiro dos minutos estará na posição 0°. Entretanto, às 14h25,
terá se passado 25/60 = 5/12 de uma hora. Assim, como em uma hora o ponteiro das horas
gira:
360°
= 30°
12
Então, passados 5/12 de uma hora, o ponteiro das horas terá girado de:
5 25°
⋅ 30° =
12 2
Então sua nova posição será 60° + 25°/2 = 72,5°.
Agora, pensando no ponteiro dos minutos, sabemos que em uma hora ele gira 360°.
Portanto, em 5/12 de uma hora, ele terá girado:
5
⋅ 360° = 150°
12
E essa é sua posição final (14h25).
Portanto, o ângulo convexo entre estes (menor que 180°) é:
150° − 72,5° = 77,5° = 77°30′
Gabarito: “c”.
5. (ESA/2005)
Chama-se passo a distância entre dois sulcos consecutivos de um parafuso. Ao dar-se uma
volta completa (𝜶 = 𝟑𝟔𝟎°) em uma chave que o aperta, o parafuso penetra 1 passo no corpo
onde está preso. Na situação ao lado, para apertar completamente o parafuso até que sua
cabeça encoste na superfície “s” deve-se girar o parafuso, em graus
a) 468°
b) 1872°
c) 1440°
d) 117°
e) 1989°
Comentários
Se precisamos que o parafuso entre ℎ = 1,3 𝑐𝑚 então precisamos fazer a regra de 3,
pois sabemos que 360° faz com que o parafuso entre 0,25 cm.
360° 𝛼 130
= ⇒𝛼= ⋅ 360° ⇒ 𝛼 = 1872°
0,25 1,3 25
Gabarito: “b”.
6. (EEAR/2018)
a) 𝟏𝟖°
b) 𝟐𝟖°
c) 𝟏𝟐°
d) 𝟐𝟐°
Comentário:
suplemento de 112° = 180° − 112° = 68°.
complemento de 68° = 90° − 68° = 22°.
Gabarito: “d”.
7. (EEAR/2017)
a) 𝟏𝟎°
b) 𝟏𝟓°
c) 𝟐𝟎°
d) 𝟐𝟓°
Comentários
Com base na seguinte figura presente no enunciado, temos
Gabarito: “b”.
8. (EEAR/2017)
a) 𝟐𝒙
b) 𝟐𝒚
𝒙
c) 𝟐
𝒚
d) 𝟐
Comentários
Com base na seguinte figura presente no enunciado, temos
No triângulo 𝛥𝐵𝐷𝐶:
60° + 70° + 𝑥 = 180°
𝑥 = 50°
No triângulo 𝛥𝐴𝐵𝐷 temos:
𝑦 + 𝑦 + 𝑥 − 20° = 180°
2𝑦 + 50° − 20° = 180°
2𝑦 = 150°
𝑦 = 75°
Temos, portanto, que 𝑦 − 𝑥 = 75° − 50° = 25°
50° 𝑥
𝑦 − 𝑥 = 25° = =
2 2
Gabarito: “c”.
9. (EEAR/2016)
̂ e𝑩
Os ângulos 𝑨 ̂ são congruentes. Sendo 𝑨̂ = 𝟐𝒙 + 𝟏𝟓° e 𝑩
̂ = 𝟓𝒙 − 𝟗°. Assinale a alternativa
que representa, corretamente, o valor de 𝒙.
a) 𝟐°
b) 𝟖°
c) 𝟏𝟐°
d) 𝟐𝟒°
Comentário:
𝐴̂ e 𝐵̂ congruentes ⇒ 𝐴̂ = 𝐵̂ ⇒ 2𝑥 + 15° = 5𝑥 − 9° ⇒ 3𝑥 = 24° ∴ 𝑥 = 8°
Gabarito: “b”.
10. (EEAR/2016)
a) 6 e 9
b) 2 e 13
c) 3 e 12
d) 5 e 10
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
Se n = 5:
𝑚 = 15 − (5) = 10
𝑚 = 10
Conclusão, os valores dos catetos são 5 e 10
Gabarito: “d”.
11. (EEAR/2016)
Uma escada é apoiada em uma parede perpendicular ao solo, que por sua vez é plano. A
base da escada, ou seja, seu contato com o chão, dista 10m da parede. O apoio dessa escada
com a parede está a uma altura de 𝟏𝟎√𝟑m do solo. Isto posto, o ângulo entre a escada e o
solo é de
a) 𝟔𝟎°
b) 𝟒𝟓°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟏𝟓°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
⇒ 𝛼 = 60°
Gabarito: “a”.
12. (EEAR/2016)
a) 𝟒
b) 𝟔
c) 𝟖
d) 𝟏𝟎
Comentários
De acordo com o enunciado temos a seguinte figura:
Gabarito: “c”.
13. (EEAR/2015)
̂
𝒔𝒆𝒏 𝑩
Em um triângulo ABC, retângulo em C, a razão ̂
é igual a
𝐜𝐨𝐬 𝑨
𝑨𝑪
a) 𝑩𝑪
𝑨𝑩
b) 𝑨𝑪
c) 𝟏
d) 𝟐
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
a) 𝟒
b) 𝟔
c) 𝟖
d) 𝟏𝟎
Comentários
De acordo com o enunciado temos a seguinte figura:
a) 𝟐𝟎°
b) 𝟑𝟎°
c) 𝟒𝟓°
d) 𝟔𝟎°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
Calculemos o 𝑠𝑒𝑛(𝜃)
𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑜𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜 𝑚 1
𝑠𝑒𝑛(𝜃) = = =
ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎 2𝑚 2
1 1
𝑠𝑒𝑛(𝜃) = , sabemos que o ângulo cujo seno vale é o ângulo de 30°
2 2
Gabarito: “b”.
16. (EEAR/2012)
̂ 𝒊 é 68° e do ângulo externo 𝑺
Num triângulo 𝜟𝑹𝑺𝑻 a medida do ângulo interno 𝑹 ̂𝒆 é 105°
Então o ângulo interno T mede:
a) 𝟓𝟐°
b) 𝟒𝟓°
c) 𝟑𝟕°
d) 𝟑𝟎°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
a) 1,41
b) 1,67
c) 1,74
d) 1,85
Comentários
Utilizando o Teorema De Pitágoras, obtemos:
(10)2 = (6,7)2 + (̅̅̅̅
𝐴𝐵 )2
⇒ (̅̅̅̅
𝐴𝐵 )2 = (10)2 − (6,7)2 = 55,11
⇒ ̅̅̅̅
𝐴𝐵 = √55,11 ≈ 7,4
Agora, calculando o valor dos senos a partir da definição, obtemos:
̅̅̅̅ 𝐴𝐵
𝐴𝐶 ̅̅̅̅
𝑠𝑒𝑛(42°) + 𝑠𝑒𝑛(48°) = +
̅̅̅̅ 𝐵𝐶
𝐵𝐶 ̅̅̅̅
6,7 7,4
= + = 0,67 + 0,74 = 1,41
10 10
𝑠𝑒𝑛(42°) + 𝑠𝑒𝑛(48°) = 1,41
Gabarito: “a”.
18. (EEAR/2011)
Em um triângulo retângulo, um dos catetos mede 4 cm, e o ângulo que lhe é adjacente mede
𝟔𝟎°. A hipotenusa desse triângulo, em cm, mede
a) 6
b) 7
c) 8
d) 9
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
Assim, o valor de x é:
a) 𝟐𝟎°
b) 𝟏𝟓°
c) 𝟏𝟎°
d) 𝟓°
Comentários
De acordo com figura do enunciado a seguir:
Na figura, ̅̅̅̅
𝑩𝑪 = 𝟐 𝒄𝒎.
a) 𝟐√𝟑
b) 𝟒√𝟐
c) 𝟓√𝟐
d) 𝟑√𝟑
Comentários
Considere o triângulo BCD isoladamente. Aplicando a definição de seno no triângulo
̂ 𝐶, obtemos:
retângulo relativo ao ângulo 𝐵𝐷
1 ̅̅̅̅
𝐵𝐶 2
𝑠𝑒𝑛(30°) = = =
2 𝐵𝐷̅̅̅̅ 𝐵𝐷
̅̅̅̅
⇒ 𝐵𝐷̅̅̅̅ = 4 𝑐𝑚
Agora considere o triângulo ABD isoladamente. Aplicando a definição de cosseno no
triângulo retângulo relativo ao ângulo 𝐴𝐵̂𝐷, obtemos:
√2 𝐵𝐷̅̅̅̅ 4
𝑐𝑜𝑠(45°) = = =
2 ̅̅̅̅
𝐴𝐵 ̅̅̅̅𝐴𝐵
4⋅2
⇒ ̅̅̅̅
𝐴𝐵 = = 4√2
√2
Gabarito: “b”
21. (EEAR/2008)
Um triângulo 𝜟𝑨𝑩𝑪 tem dois lados congruentes que formam entre si um ângulo de 𝟒𝟐°. Um
dos outros dois ângulos internos desse triângulo medem
a) 𝟑𝟗°
b) 𝟒𝟖°
c) 𝟓𝟖°
d) 𝟔𝟗°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
Como ̅̅̅̅
𝐴𝐵 e ̅̅̅̅
𝐴𝐶 são congruentes e se trata de um triângulo, então caracteriza-se um
triângulo isósceles, logo os ângulos 𝐵̂ e 𝐶̂ são congruentes.
Sendo 𝐵̂ e 𝐶̂ congruentes, temos:
𝐵̂ = 𝐶̂ ⟹ 𝐵̂ + 𝐶̂ + 42° = 180°
2𝐵̂ = 180° − 42° = 138°
𝐵̂ = 𝐶̂ = 69°
Gabarito: “d”.
22. (EEAR/2008)
a) equilátero e retângulo.
b) escaleno e acutângulo.
c) isósceles e acutângulo.
d) escaleno e obtusângulo.
Comentários
Do enunciado temos a informação da medida dos lados do triângulo.
Perceba que todos os lados têm valores diferentes entre si, logo é um triângulo escaleno.
⟹ Todos os lados diferentes = Triângulo escaleno
Analisando a situação dos ângulos, sendo 𝑎 e 𝑏 os dois menores lados e 𝑐 o maior lado,
temos da Síntese de Clairaut:
𝑆𝑒 𝑎2 + 𝑏2 < 𝑐 2 ⟹ 𝑜𝑏𝑡𝑢𝑠â𝑛𝑔𝑢𝑙𝑜
{
𝑆𝑒 𝑎2 + 𝑏2 > 𝑐 2 ⟹ 𝑎𝑐𝑢𝑡â𝑛𝑔𝑢𝑙𝑜
Portanto, sabendo que 62 + 72 = 85 < 102 , temos que o triângulo é um obtusângulo.
Gabarito: “d”.
23. (EEAR/2008)
a) 𝟓𝟎°
b) 𝟒𝟓°
c) 𝟒𝟐°
d) 𝟑𝟖°
Comentários
Do enunciado tem-se que 𝐴𝐵 = 𝐴𝐶 indica que o triângulo 𝛥𝐴𝐵𝐶 é isósceles de base
BC, logo, os ângulos 𝐵̂ e 𝐶̂ são iguais.
𝐵̂ = 𝐶̂
Do triângulo 𝛥𝐴𝐵𝐶 temos a seguinte relação:
 + 𝐵̂ + 𝐶̂ = 180°
38° + 𝐶̂ + 𝐶̂ = 180°
2𝐶̂ = 142°
𝐶̂ = 𝐵̂ = 71°
Ainda, do enunciado, tem-se que 𝐵𝐶 = 𝐶𝑀 indica que o triângulo 𝛥𝐵𝑀𝐶 também é
isósceles de base BM, logo:
𝐵̂ = 𝐵𝑀
̂ 𝐶 = 71°
Do triângulo 𝛥𝐵𝑀𝐶:
𝐵𝑀̂ 𝐶 + 𝐵̂ + 𝑥 = 180°
̂ + 𝑥 = 180°
71° + 71°
𝑥 = 38°
Gabarito: “d”.
24. (EEAR/2008)
̂) = 𝟏 ⋅
Em um triângulo ABC, retângulo em A, a hipotenusa mede 𝟓 𝒅𝒎 e 𝒔𝒆𝒏(𝑩
𝟐
̂ ). Nessas condições, o maior cateto mede, em dm,
𝒔𝒆𝒏(𝑪
a) 𝟑
b) 𝟒
c) √𝟓
d) 𝟐√𝟓
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
Obs: O maior cateto é oposto ao maior ângulo e como já existe um ângulo reto,
podemos concluir que o maior ângulo entre 𝐵̂ e 𝐶̂ é o ângulo com o maior valor de seno. E
dada a igualdade fornecida no enunciado, o maior seno é o seno de 𝐶̂ . Portanto o maior cateto
̅̅̅̅ . Também sabemos que, devido ao triângulo ser retângulo:
é o cateto 𝐴𝐵
𝑠𝑒𝑛(𝐵̂) = 𝑐𝑜𝑠(𝐶̂ )
Utilizando a identidade trigonométrica
cos 2 𝐶̂ + sen2 𝐶̂ = 1
⇒ sen2 𝐵̂ + sen2 𝐶̂ = 1
2
1
⇒ ( ⋅ 𝑠𝑒𝑛(𝐶̂ )) + sen2 𝐶̂ = 1
2
1
⇒ ⋅ sen2 𝐶̂ + sen2 𝐶̂ = 1
4
5
⇒ ⋅ sen2 𝐶̂ = 1
4
4
⇒ sen2 𝐶̂ =
5
2√5
𝑠𝑒𝑛 𝐶̂ =
5
̅̅̅̅
Aplicando agora a definição de seno para descobrir a medida de 𝐴𝐵
̅̅̅̅
𝐴𝐵
𝑠𝑒𝑛 𝐶̂ =
̅̅̅̅
𝐵𝐶
̅̅̅̅
𝐴𝐵 2√5
𝑠𝑒𝑛 𝐶̂ = =
5 5
⇒ ̅̅̅̅
𝐴𝐵 = 2√5
Gabarito: “d”
25. (EEAR/2006)
a) 𝟕𝟓°.
b) 𝟕𝟑°.
c) 𝟕𝟎°.
d) 𝟔𝟖°.
Comentários
De acordo com o enunciado tem-se a seguinte figura:
Gabarito: “b”.
26. (EEAR/2006)
I – 𝒃𝟐 = 𝒂 ⋅ 𝒙
̂
II – 𝒂𝟐 = 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐 − 𝟐 ⋅ 𝒃 ⋅ 𝒄 ⋅ 𝒄𝒐𝒔 𝑨
III – 𝒉 = 𝒙 ⋅ 𝒚
𝟏 𝟏 𝟏
IV – 𝒉𝟐 = 𝒃𝟐 + 𝒄𝟐
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
Comentários
I – VERDADEIRA
Por Pitágoras: 𝑏2 = 𝑎2 − 𝑐 2 e 𝑐 2 = ℎ2 + 𝑦 2
Então, 𝑏2 = 𝑎2 − ℎ2 − 𝑦 2 ⇒ 𝑏 2 = 𝑎 2 − ℎ 2 − (𝑎 − 𝑥 ) 2
⇒ 𝑏 2 = 𝑎 2 − ℎ2 − 𝑎 2 + 2 ⋅ 𝑎 ⋅ 𝑥 − 𝑥 2
𝑏2 = 2 ⋅ 𝑎 ⋅ 𝑥 − (𝑥 2 + ℎ2 )
𝑏2 = 2 ⋅ 𝑎 ⋅ 𝑥 − 𝑏2
2𝑏2 = 2 ⋅ 𝑎 ⋅ 𝑥
𝑏2 = 𝑎 ⋅ 𝑥
Analogamente, 𝑐 2 = 𝑎 ⋅ 𝑦
II – VERDADEIRA. Aplicação direta da Lei dos Cossenos
III – FALSO
De Pitágoras, obtemos:
ℎ2 = 𝑏 2 − 𝑥 2
{ ⇒ 2 ⋅ ℎ2 = 𝑏 2 + 𝑐 2 − 𝑥 2 − 𝑦 2
ℎ2 = 𝑐 2 − 𝑦 2
2 ⋅ ℎ 2 = 𝑎 2 − 𝑥 2 − 𝑦 2 = (𝑥 + 𝑦 )2 − 𝑥 2 − 𝑦 2
2 ⋅ ℎ2 = 𝑥 2 + 2 ⋅ 𝑥 ⋅ 𝑦 + 𝑦 2 − 𝑥 2 − 𝑦 2 = 2 ⋅ 𝑥 ⋅ 𝑦
ℎ2 = 𝑥 ⋅ 𝑦
IV – VERDADEIRO
Utilizando as relações anteriores, 𝑏2 = 𝑎 ⋅ 𝑥, 𝑐2 = 𝑎 ⋅ 𝑦 e ℎ2 = 𝑥 ⋅ 𝑦, obtemos:
1 1 𝑎2 𝑎2 𝑎2 𝑏2 + 𝑐 2
= = = = = =
ℎ2 𝑥 ⋅ 𝑦 𝑎2 ⋅ 𝑥 ⋅ 𝑦 (𝑎 ⋅ 𝑥) ⋅ (𝑎 ⋅ 𝑦) (𝑏2 ) ⋅ (𝑐 2 ) (𝑏2 ) ⋅ (𝑐 2 )
1 𝑏2 𝑐2 1 1
= + = +
ℎ2 (𝑏2 ) ⋅ (𝑐 2 ) (𝑏2 ) ⋅ (𝑐 2 ) (𝑐 2 ) (𝑏2 )
1 1 1
2
= 2+ 2
ℎ 𝑏 𝑐
Gabarito: “c”
27. (EEAR/2005)
a) 𝟏𝟓°
b) 𝟑𝟎°
c) 𝟒𝟓°
d) 𝟔𝟎°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
ℎ2 = 2 ⋅ m ⋅ n
De Pitágoras ℎ2 = 𝑚2 + 𝑛2 = 2 ⋅ m ⋅ n
⇒ 𝑚2 + 𝑛2 − 2 ⋅ m ⋅ n = 0
𝑚 2 + 𝑛 2 − 2 ⋅ m ⋅ n = (𝑚 − 𝑛 )2 = 0 ⇒ 𝑚 = 𝑛
Logo, trata-se de um triângulo retângulo cujas medidas dos catetos são iguais.
Portanto, temos um triângulo isósceles. Logo, o menor ângulo vale 45°.
Gabarito: “c”
28. (EEAR/2005)
Num triângulo retângulo, a hipotenusa mede 20m, e um dos catetos, 10m. A medida da
projeção deste cateto sobre a hipotenusa, em metros, é igual a
a) 5
b) 6
c) 7
d) 8
Comentários
Na figura, ̅̅̅̅
𝑬𝑫 ∥ ̅̅̅̅ ̂ 𝑩) = 𝟖𝟎° e 𝒎𝒆𝒅(𝑪𝑩
𝑩𝑪 , 𝒎𝒆𝒅(𝑬𝑨 ̂ 𝑨) = 𝟑𝟓°. Assim, a medida de 𝑫𝑬
̂𝑨 é
a) 𝟏𝟎𝟎°.
b) 𝟏𝟏𝟎°.
c) 𝟏𝟏𝟓°.
d) 𝟏𝟐𝟎°.
Comentário:
Prolonga-se o segmento 𝐴𝐸 até o ponto 𝐹 sobre o segmento 𝐵𝐶. Pelo teorema do
ângulo externo no ∆𝐴𝐵𝐹, 𝑚𝑒𝑑(𝐴𝐹̂ 𝐶) = 𝑚𝑒𝑑(𝐹𝐵̂𝐴) + 𝑚𝑒𝑑(𝐹𝐴̂𝐵) = 𝑚𝑒𝑑(𝐶𝐵̂𝐴) +
𝑚𝑒𝑑(𝐸𝐴̂𝐵) = 35° + 80° ⇒
⇒ 𝑚𝑒𝑑(𝐴𝐹̂ 𝐶) = 115°. Perceba que, como ̅̅̅̅𝐸𝐷 ∥ ̅̅̅̅
𝐵𝐶 e ⃡𝐴𝐹 é uma transversal, temos que
os ângulos 𝐷𝐸̂ 𝐴 e 𝐴𝐹̂ 𝐶 são correspondentes. Logo, 𝑚𝑒𝑑(𝐷𝐸̂ 𝐴) = 𝑚𝑒𝑑(𝐴𝐹̂ 𝐶) = 115°
Gabarito: “c”.
30. (EEAR/2004)
̂ 𝑪 é:
Nessas condições, a medida do ângulo 𝑬𝑫
a) 𝟓°
b) 𝟏𝟎°
c) 𝟏𝟓°
d) 𝟐𝟎°
Comentários
Usaremos do fato de que todos os lados do triângulo e do quadrado são iguais, logo,
temos as relações:
≫ 𝐸𝐵 = 𝐵𝐶 ⟹ 𝛥𝐸𝐵𝐶 é 𝑖𝑠ó𝑠𝑐𝑒𝑙𝑒𝑠
≫ 𝐴𝐸 = 𝐴𝐷 ⟹ 𝛥𝐸𝐴𝐷 é 𝑖𝑠ó𝑠𝑐𝑒𝑙𝑒𝑠
≫ 𝛥𝐸𝐵𝐶~𝛥𝐸𝐴𝐷 ⟹ 𝐸𝐷 = 𝐸𝐶 ⟹ 𝛥𝐸𝐷𝐶 é 𝑖𝑠ó𝑠𝑐𝑒𝑙𝑒𝑠
Assim, temos a seguinte figura:
a) 𝟕𝟓°
b) 𝟔𝟎°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟖𝟓°
Comentários
Usaremos do fato de que todos os lados do triângulo e do quadrado são iguais, logo,
temos as relações:
≫ 𝐸𝐶 = 𝐷𝐶 ⟹ 𝛥𝐸𝐷𝐶 é 𝑖𝑠ó𝑠𝑐𝑒𝑙𝑒𝑠
Assim, temos a seguinte figura:
a) 8
b) 9
c) 12
d) 15
Comentários
Seja m o cateto maior, n o cateto menor e h a hipotenusa.
Vamos representar as equações dadas no enunciado.
𝑚 + 𝑛 + ℎ = 30 𝑒𝑞. 1
{ 𝑚 + 𝑛 = 17 𝑒𝑞. 2
ℎ + 𝑛 = 18 𝑒𝑞. 3
Substituindo a equação eq.2 em eq.1, obtemos:
17 + ℎ = 30
⇒ ℎ = 13 𝑐𝑚 eq.4
Substituindo a equação eq.4 em eq.3, obtemos:
13 + 𝑛 = 18
⇒ 𝑛 = 5 𝑐𝑚 eq.5
Substituindo a equação eq.4 e eq.5 em eq.1, obtemos:
𝑚 + 5 + 13 = 30
⇒ 𝑚 = 12 𝑐𝑚
Obs: fizemos um método para descobrir todas as medidas, entretanto, poderíamos ter
apenas substituído a eq.3 em eq.1 e obtido o valor do maior cateto diretamente.
𝑚 + 18 = 30
⇒ 𝑚 = 12 𝑐𝑚
Gabarito: “c”
33. (EEAR/2004)
a) 𝟏𝟎
b) 𝟓√𝟑
c) 𝟏𝟎√𝟑
𝟐𝟎√𝟑
d) 𝟑
Comentários
̂ 𝑪 = 𝒙 = 𝟑𝟎°, então 𝑩𝑨
Se 𝑨𝑩 ̂ 𝑪 = 𝟏𝟖𝟎° − 𝟗𝟎° − 𝟑𝟎° = 𝟔𝟎°. Mas 𝑩𝑨
̂ 𝑪 = 𝑬𝑨
̂ 𝑷 + 𝑷𝑨
̂ 𝑪,
̂ 𝑪 = 𝑩𝑨
logo, 𝑷𝑨 ̂ 𝑪 − 𝑬𝑨
̂ 𝑷 = 𝟔𝟎° − 𝟑𝟎° = 𝟑𝟎°
̅̅̅̅
𝑨𝑪 𝟏𝟎√𝟑 √𝟑
̂ 𝑪) = 𝐜𝐨𝐬(𝟑𝟎°) =
𝒄𝒐𝒔(𝑷𝑨 = =
̅̅̅̅
𝑨𝑷 ̅̅̅̅
𝑨𝑷 𝟐
⇒ ̅̅̅̅
𝑨𝑷 = 𝟐𝟎 𝒄𝒎
̅̅̅̅ 𝑬𝑷
𝑬𝑷 ̅̅̅̅ 𝟏
̂ 𝑷) = 𝐬𝐞𝐧(𝟑𝟎°) =
𝒔𝒆𝒏(𝑬𝑨 = =
̅̅̅̅
𝑨𝑷 𝟐𝟎 ̅̅̅̅ 𝟐
⇒ ̅̅̅̅
𝑬𝑷 = 𝟏𝟎 𝒄𝒎
Gabarito: “a”
34. (EEAR/2004)
𝟓𝒓
̅̅̅̅ equivale a e é tangente ao círculo no ponto P, o valor de 𝒔𝒆𝒏 𝜶 é
Sabendo-se que 𝑷𝑸 𝟏𝟐
𝟓
a) 𝟏𝟐
𝟓
b) 𝟏𝟑
𝟏𝟐
c) 𝟏𝟑
d) 𝟎, 𝟒𝟖
Comentários
Sabemos que como ̅̅̅̅
𝑷𝑸 é tangente à circunferência em P, então o seguimento ̅̅̅̅
𝑷𝑸 é
̅̅̅̅
perpendicular ao seguimento 𝑶𝑷, sendo 𝑶 o centro da circunferência. Então, o triângulo OPQ
constitui um triângulo retângulo em P.
𝟏𝟑𝒓
Aplicando o Teorema de Pitágoras, obtemos que ̅̅̅̅̅
𝑶𝑸 =
𝟏𝟐
𝟓𝒓
̅̅̅̅
𝑷𝑸 𝟓
𝒔𝒆𝒏 (𝜶) = = 𝟏𝟐 =
̅̅̅̅̅
𝑶𝑸 𝟏𝟑𝒓 𝟏𝟑
𝟏𝟐
Gabarito: “b”
35. (EEAR/2004)
Num triângulo retângulo, o menor cateto mede 1,5 cm, e a medida da projeção do maior
cateto sobre a hipotenusa é 1,6 cm. O valor da secante do maior ângulo agudo desse
triângulo é
𝟒
a) 𝟑
𝟓
b) 𝟑
𝟒
c) 𝟓
𝟕
d) 𝟓
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
̅̅̅̅𝟐 = 𝑩𝑫
𝑨𝑩 ̅̅̅̅
̅̅̅̅̅ ⋅ 𝑩𝑪
𝟏, 𝟓𝟐 = 𝒙 ⋅ (𝟏, 𝟔 + 𝒙)
𝟐, 𝟐𝟓 = 𝟏, 𝟔𝒙 + 𝒙𝟐
⇒ 𝒙𝟐 + 𝟏, 𝟔𝒙 − 𝟐, 𝟐𝟓 = 𝟎
Resolvendo a equação de segundo grau pelo método de Bhaskara:
𝒙 = −𝟐, 𝟓 (𝒏ã𝒐 𝒄𝒐𝒏𝒗é𝒎) ou 𝒙 = 𝟎, 𝟗
O maior ângulo, é oposto ao maior lado, pode-se ver isso pela Lei Dos Senos.
Calculando a secante:
̅̅̅̅
𝑩𝑪
̂ 𝑪) =
𝐬𝐞𝐜(𝑨𝑩
̅̅̅̅
𝑨𝑩
(𝟏, 𝟔 + 𝟎, 𝟗)
̂ 𝑪) =
𝐬𝐞𝐜(𝑨𝑩
𝟏, 𝟓
𝟓
̂ 𝑪) =
𝐬𝐞𝐜(𝑨𝑩
𝟑
Gabarito: “b”
36. (EEAR/2003)
Considere:
II. Dois pontos 𝑻 e 𝑺 sobre 𝑹𝑯, de tal modo que o triângulo 𝑷𝑻𝑸 seja eqüilátero e o triângulo
𝑷𝑺𝑸 seja retângulo em S.
̂
Considerando somente os ângulos internos dos triângulos, se somarmos as medidas de 𝑹
̂, obteremos o dobro da medida de 𝑻
e𝑺 ̂ . Sendo assim, a medida do ângulo 𝑻𝑷
̂ 𝑹 é:
a) 𝟓°
b) 𝟏𝟓°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟒𝟓°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
90° + 𝑅̂
60° =
2
120° = 90° + 𝑅̂
30° = 𝑅̂
Como o ângulo 𝑅 = 30°, temos que no triângulo isósceles 𝛥𝑃𝑄𝑅 os ângulos:
150°
𝑃̂ = 𝑄̂ = = 75°
2
Para o ângulo 𝑅𝑃̂𝑇, temos:
𝑅𝑃̂𝑇 + 𝑇𝑃̂𝑄 = 𝑃̂
𝑅𝑃̂𝑇 + 60° = 75°
𝑅𝑃̂𝑇 = 15°
Gabarito: “b”.
37. (EEAR/2003)
Na figura, 𝑨𝑩 = 𝑨𝑪, M é o ponto de encontro das bissetrizes dos ângulos do triângulo ABC
e o ângulo 𝑩𝑴̂ 𝑪 é o triplo do ângulo 𝑨
̂ , então a medida de 𝑨
̂ é:
a) 𝟏𝟓°
b) 𝟏𝟖°
c) 𝟐𝟒°
d) 𝟑𝟔°
Comentários
De acordo com o enunciado temos que:
̂ 𝐶 = 3𝐴̂
𝐵𝑀
Temos, respectivamente, pelos triângulos 𝛥𝐴𝐵𝐶 e 𝛥𝐵𝑀𝐶 que:
𝐴̂ + 𝐵̂ + 𝐶̂ = 180°
𝐵̂ 𝐶̂
+ + 𝐵𝑀 ̂ 𝐶 = 180°
2 2
Com essas relações, subtraindo a metade da segunda pela primeira, chegamos em:
𝐴̂
̂𝐶 −
𝐵𝑀 = 90°
2
𝐴̂ 5
3𝐴̂ − = 𝐴̂ = 90°
2 2
𝐴̂ = 36°
Gabarito: “d”.
38. (EEAR/2003)
̂ 𝑭 = 𝟑𝟖° e 𝑬𝑭
Um triângulo 𝜟𝑫𝑬𝑭 tem 𝑫𝑬 ̂ 𝑫 = 𝟕𝟒°. O ângulo que a bissetriz DG forma com
a altura DH mede:
a) 𝟏𝟖°
b) 𝟐𝟎°
c) 𝟐𝟔°𝟑𝟎′
d) 𝟑𝟒°
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
No triângulo 𝛥𝐹𝐷𝐻:
̂ 𝐻 = 90° − 74°
𝐹𝐷
𝐹𝐷̂ 𝐻 = 16°
No triângulo 𝛥𝐹𝐷𝐸:
𝐷 = 180° − 74° − 38°
𝐷 = 68°
Portanto, temos a seguinte relação:
̂ 𝐺 = 𝐹𝐷
𝐻𝐷 ̂ 𝐺 − 𝐹𝐷
̂𝐻
𝐻𝐷̂ 𝐺 = 34° − 16°
𝐻𝐷̂ 𝐺 = 18°
Gabarito: “a”.
39. (EEAR/2003)
Na figura, x − y é igual a
a) 𝟏𝟓°
b) 𝟐𝟎°
c) 𝟑𝟎°
d) 𝟑𝟓°
Comentários
De acordo com os dados nos triângulos retângulos CAB e CAD, é correto afirmar que
a) 𝒙 = 𝒚
b) 𝒙 = 𝟑𝒚
c) 𝒙 = 𝟐𝒚
𝟑𝒚
d) 𝒙 = 𝟐
Comentários
Aplicando a definição de tangente de um ângulo, obtemos:
̅̅̅̅
𝑨𝑪 ̅̅̅̅
𝑨𝑪 √𝟑
𝒕𝒈(𝟑𝟎°) = = = √𝟑
̅̅̅̅
𝑨𝑩 𝒙 + 𝒚 𝟑 ̅̅̅̅
𝑨𝑪 = ⋅ (𝒙 + 𝒚 )
⇒ { 𝟑 ⇒ 𝒙 + 𝒚 = 𝟑𝒚
̅̅̅̅ 𝑨𝑪
𝑨𝑪 ̅̅̅̅
𝒕𝒈(𝟔𝟎°) = = = √𝟑 ̅̅̅̅ = √𝟑 ⋅ 𝒚
𝑨𝑪
{ ̅̅̅̅
𝑨𝑫 𝒚
⇒ 𝒙 = 𝟐𝒚
Gabarito: “c”
41. (EEAR/2003)
a) 𝟐𝟓
b) 𝟐𝟎
c) 𝟏𝟓
d) 𝟏𝟎
Comentário:
Passe pelo vértice do ângulo de 65° uma paralela a 𝑟, e chame-a de 𝑟1 . Da mesma forma,
passe uma paralela a 𝑟 pelo vértice de 𝑥, e chame-a de 𝑟2 . Sejam 𝑎1 , 𝑎2 , as partes do ângulo de
65° à esquerda e à direita de 𝑟1 , respectivamente. Da mesma forma, sejam 𝑥1 , 𝑥2 as partes do
ângulo 𝑥 à esquerda e à direita de 𝑟2 . Como temos retas paralelas cortadas por transversais,
deduz-se que:
𝑎1 é alterno interno com 30° ⇒ 𝑎1 = 30°
𝑎2 é alterno interno com 𝑥1 ⇒ 𝑎2 = 𝑥1
𝑥2 é alterno interno com 40° ⇒ 𝑥2 = 40°
𝑎1 e 𝑎2 compõem o ângulo de 65° ⇒ 𝑎1 + 𝑎2 = 65°
𝑥1 e 𝑥2 compõem o ângulo de 𝑥 ⇒ 𝑥1 + 𝑥2 = 𝑥
Logo, temos que 𝑥 = 𝑥1 + 𝑥2 = 𝑎2 + 40° = (65° − 𝑎1 ) + 40° = (65° − 30° + 40°)
∴ 𝑥 = 75°
De modo geral, aplicando o mesmo procedimento, podemos concluir que a soma dos
ângulos que “olham” para cima é igual à soma dos que “olham” para baixo. Poderíamos, assim,
ter calculado o valor de 𝑥 de maneira mais rápida: 30° + 𝑥 = 65° + 40° ∴ 𝑥 = 75°.
Para calcular o valor de 𝑦, percebemos primeiro que o suplementar do ângulo de 150°
é um ângulo interno do triângulo e vale 180° − 150° = 30°. Pelo teorema do ângulo externo,
temos que 𝑦 = 25° + 30° = 55°.
Portanto,
𝑥 − 𝑦 = 75° − 55° = 20°
Gabarito: “b”.
43. (EEAR/2003)
Na figura, 𝒓 ∥ 𝒔 e 𝒕 ⊥ 𝒖.
O valor de 𝒂 − 𝒃 é
a) 𝟏𝟎𝟎°
b) 𝟗𝟎°
c) 𝟖𝟎°
d) 𝟕𝟎°
Comentário:
Sejam 𝐴, 𝐵, 𝐶, 𝐷 𝑒 𝐸 os pontos de interseção dos pares de retas (𝑟, 𝑡 ), (𝑟, 𝑢), (𝑡, 𝑢), (𝑠, 𝑢)
e (𝑠, 𝑡 ), respectivamente. Como o maior ângulo entre 𝑢 e 𝑟 vale 𝑎, temos que o menor, 𝐴𝐵̂𝐶,
vale 180° − 𝑎. Como 𝑡 ⊥ 𝑢, temos que o ângulo 𝐴𝐶̂ 𝐵 entre as retas 𝑡 e 𝑢 vale 90°. Portanto,
para que a soma dos ângulos internos do triângulo ∆𝐴𝐵𝐶 seja de 180°, devemos ter 𝐵𝐴̂𝐶 =
𝑎 − 90°. Como, 𝑏, na figura, e 𝐵𝐴̂𝐶 são ângulos correspondentes, temos que 𝑏 = 𝑎 − 90°,
donde 𝑎 − 𝑏 = 90°.
Gabarito: “b”.
44. (EEAR/2003)
Se tivermos 45° < 𝛼 < 90°, então 0 < 𝛽 = 2𝛼 − 90° < 90°, isto é, obteremos um
ângulo 𝛽 agudo.
Logo, é possível obter ângulos tanto não-nulos quanto não-rasos, variando o valor de
𝛼 no intervalo 45° < 𝛼 < 90°. Além disso, se 𝛼 < 45°, então 𝛽 < 0. Portanto, a alternativa “c”
é a única correta.
Gabarito: “c”.
45. (EEAR/2002)
̂ . Se 𝑨
Na figura, 𝑩𝑵 é a bissetriz do ângulo 𝑩 ̂ = 𝟓𝟎° e 𝑪
̂ = 𝟑𝟎°, então a medida 𝒙 do ângulo
̂𝑵 é
𝑯𝑩
a) 𝟓°
b) 𝟏𝟎°
c) 𝟏𝟓°
d) 𝟐𝟎°
Comentário:
Como ∆𝐴𝐵𝐻 é retângulo em 𝐻, temos 𝐴𝐵̂𝐻 = 90° − 𝐻𝐴̂𝐵 = 90° − 50° = 40°.
Sendo 𝐵𝑁 uma bissetriz, temos 𝐶𝐵̂𝑁 = 𝐴𝐵̂ 𝑁 = 𝐴𝐵̂𝐻 + 𝐻𝐵̂𝑁 = 40° + 𝑥.
Logo 𝐴𝐵̂𝐶 = 𝐴𝐵̂𝑁 + 𝐶𝐵̂𝑁 = 2 ⋅ (40° + 𝑥) = 80° + 2𝑥.
Sendo a soma dos ângulos internos de ∆𝐴𝐵𝐶 igual a 180°, segue que
180° = 50° + (80° + 2𝑥) + 30° ∴ 𝑥 = 10°.
Gabarito: “b”.
46. (EEAR/2002)
Os números 𝟐𝒙 + 𝟏𝟎°, 𝟑𝒙, 𝟑𝒙 − 𝟐𝟎° são medidas em graus dos ângulos de um triângulo. Esse
triângulo pode ser classificado em
a) acutângulo.
b) equiângulo.
c) retângulo.
d) obtusângulo.
Comentário:
190°
A soma deve dar 180° = (2𝑥 + 10°) + 3𝑥 + (3𝑥 − 20°) = 8𝑥 − 10° ∴ 𝑥 = =
8
23,75°
Logo, os ângulos são 2𝑥 + 10° = 57,5°, 3𝑥 = 71,25°, 3𝑥 − 20° = 51,25°. Portanto,
como todos os ângulos são menores que 90°, isto é, são agudos, o triângulo é acutângulo.
Gabarito: “a”.
47. (EEAR/2002)
a) 𝟏𝟐𝟎°
b) 𝟏𝟖𝟎°
c) 𝟑𝟔𝟎°
d) 𝟓𝟒𝟎°
Comentário:
Sejam 𝐴′ , 𝐵′ , 𝐶 ′ , 𝐷 ′ , 𝐸′ os vértices do pentágono, sendo 𝐴′ oposto a 𝐴, 𝐵′ oposto a 𝐵 e
assim por diante. Temos:
̂ 𝐶 = 𝐴̂ + 𝐶̂ + 𝐴𝐵′
180° = 𝐵′𝐴̂𝐶 + 𝐵′𝐶̂ 𝐴 + 𝐴𝐵′ ̂ 𝐶.
̂ 𝐶 = 𝐵 ′ 𝐸̂ 𝐶 ′ + 𝐵′𝐶̂′ 𝐸 = 𝐸̂ + 𝐵′𝐶̂′ 𝐸.
Pelo teorema do ângulo externo, 𝐴𝐵′
Novamente pelo teorema do ângulo externo, 𝐵′𝐶̂′ 𝐸 = 𝐶′𝐵̂𝐷 + 𝐶′𝐷
̂ 𝐵 = 𝐵̂ + 𝐷
̂.
̂ 𝐶 = 𝐴̂ + 𝐶̂ + (𝐸̂ + 𝐵′𝐶̂′ 𝐸) = 𝐴̂ + 𝐶̂ + 𝐸̂ + 𝐵̂ + 𝐷
Portanto, 180° = 𝐴̂ + 𝐶̂ + 𝐴𝐵′ ̂
Gabarito: “b”.
48. (EEAR/2002)
É falso afirmar:
̂ é um ângulo raso, então 𝑶𝑨 e 𝑶𝑩 são semirretas opostas.
a) Se 𝑨𝑶𝑩
c) Dois ângulos adjacentes, cujos lados não comuns são semirretas opostas, somam 𝟏𝟖𝟎°.
Duas retas paralelas são cortadas por uma transversal, de modo que a soma dos ângulos
agudos formados vale 𝟏𝟒𝟒°. Então a diferença entre as medidas de um ângulo obtuso e de
um agudo é
a) 𝟖𝟓°
b) 𝟗𝟐°
c) 𝟏𝟎𝟖°
d) 𝟏𝟏𝟔°
Comentário:
Duas réguas de madeira, AB e CD, com 8 cm cada uma estão ligadas em suas extremidades
por dois fios, formando o retângulo ABCD (fig. 1). Mantendo-se fixa a régua AB e girando-
se 𝟏𝟖𝟎° a régua CD em torno do seu ponto médio, sem alterar os comprimentos dos fios,
obtêm-se dois triângulos congruentes AIB e CID (fig.2).
a) 𝟓√𝟑
b) 𝟓√𝟐
c) 5
d) 6
Comentários
Perceba que o lado BC agora se tornou uma hipotenusa do triângulo BDC.
̅̅̅̅̅
𝑩𝑫𝟐 = 𝟏𝟎𝟐 − 𝟖𝟐
̅̅̅̅̅𝟐 = 𝟏𝟎𝟎 − 𝟔𝟒
𝑩𝑫
̅̅̅̅̅
𝑩𝑫𝟐 = 𝟑𝟔
̅̅̅̅̅ = 𝟔
𝑩𝑫
Gabarito: “d”
51. (EEAR/2002)
a) 14
b) 25
c) 28
d) 50
Comentários
𝟔𝟐𝟓 𝟐
𝒃 = 𝟐𝟓𝟎𝟎
𝟒𝟗
𝒃 = 𝟏𝟒
̅̅̅̅ = 𝟐 ⋅ 𝟏𝟒 = 𝟐𝟖 𝒄𝒎
𝑩𝑪
Gabarito: “c”
52. (EEAR/2002)
Comentários
De acordo com o enunciado, temos a seguinte figura:
̅̅̅̅
𝑨𝑪𝟐 = ̅̅̅̅
𝑪𝑫 ⋅ ̅̅̅̅
𝑩𝑪
𝟏, 𝟓𝟐 = 𝒙 ⋅ (𝟏, 𝟔 + 𝒙)
𝟐, 𝟐𝟓 = 𝟏, 𝟔𝒙 + 𝒙𝟐
⇒ 𝒙𝟐 + 𝟏, 𝟔𝒙 − 𝟐, 𝟐𝟓 = 𝟎
Resolvendo a equação de segundo grau pelo método de Bhaskara:
𝒙 = −𝟐, 𝟓 (𝒏ã𝒐 𝒄𝒐𝒏𝒗é𝒎) ou 𝒙 = 𝟎, 𝟗
Calculando a secante:
̅̅̅̅
𝑩𝑪
̂ 𝑩) =
𝐬𝐞𝐜(𝑨𝑪
̅̅̅̅
𝑨𝑪
(𝟏, 𝟔 + 𝟎, 𝟗)
̂ 𝑩) =
𝐬𝐞𝐜(𝑨𝑪
𝟏, 𝟓
𝟓
̂ 𝑩) =
𝐬𝐞𝐜(𝑨𝑪
𝟑
Gabarito: “d”
53. (EEAR/2001)
Na figura, ̅̅̅̅
𝑨𝑫 = 𝟐 𝒄𝒎 e ̅̅̅̅
𝑨𝑩 = 𝟒 𝒄𝒎. O valor de 𝒄𝒐𝒔 𝜶 no triângulo ABC é
𝟏
a) 𝟐
√𝟑
b) 𝟑
√𝟑
c) 𝟐
√𝟑
d) − 𝟐
Comentários
̂ 𝑫, obtemos:
Aplicando o conceito de seno no ângulo 𝑨𝑩
̅̅̅̅
𝑨𝑫 𝟐 𝟏
𝒔𝒆𝒏(𝑨𝑩 ̂ 𝑫) = = = ⇒ 𝑨𝑩̂ 𝑫 = 𝟑𝟎°
̅̅̅̅ 𝟒 𝟐
𝑨𝑩
̂ 𝑫 = 𝟏𝟖𝟎°
Mas, 𝜶 + 𝑨𝑩 ⇒ 𝜶 = 𝟏𝟓𝟎°
Aplicando os conceitos de relações entre ângulos no ciclo trigonométrico, obtemos:
√𝟑
𝐜𝐨𝐬(𝜶) = 𝐜𝐨𝐬(𝟏𝟓𝟎°) = 𝐜𝐨𝐬(𝟏𝟖𝟎° − 𝟑𝟎°) = − 𝐜𝐨𝐬(𝟑𝟎°) = −
𝟐
Gabarito: “d”
54. (EEAR/2001)
̂ ) = 𝟏 𝒔𝒆𝒏(𝑪
Em um triângulo retângulo a hipotenusa mede 𝟓 𝒄𝒎 e o 𝒔𝒆𝒏(𝑩 ̂ ). O maior cateto
𝟐
mede, em cm:
a) √𝟑
b) √𝟓
c) 𝟐√𝟑
d) 𝟐√𝟓
Comentários
De acordo com o enunciado, temos duas situações possíveis, uma é dada por um
triângulo retângulo em A e outra para um triângulo retângulo em C:
Primeira solução: triângulo retângulo em C
𝟏
̂ ) = 𝒔𝒆𝒏(𝟗𝟎°) = 𝟏 ⇒
𝒔𝒆𝒏(𝑪 ̂) =
𝒔𝒆𝒏 (𝑩 ⇒ 𝑩 = 𝟑𝟎°
𝟐
𝟓 𝟓√𝟑
Pela definição de seno e cosseno do ângulo de 𝟑𝟎°, chegamos que 𝑨𝑪 = 𝒆 𝑩𝑪 = ,
𝟐 𝟐
𝟓√𝟑
Logo o maior cateto mede . E percebemos que não há alternativa.
𝟐
Obs: O maior cateto é oposto ao maior ângulo e como já existe um ângulo reto, podemos
concluir que o maior ângulo entre 𝑩 ̂ e𝑪̂ é o ângulo com o maior valor de seno. E dada a
igualdade fornecida no enunciado, o maior seno é o seno de 𝑪 ̂ . Portanto o maior cateto é o
̅̅̅̅. Também sabemos que, devido ao triângulo ser retângulo:
cateto 𝑨𝑩
̂)
̂ ) = 𝒄𝒐𝒔(𝑪
𝒔𝒆𝒏(𝑩
Utilizando a identidade trigonométrica
̂ + 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪
𝐜𝐨𝐬𝟐 𝑪 ̂ =𝟏
⇒ 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑩 ̂=𝟏
̂ + 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪
𝟐
𝟏
⇒ ̂ )) + 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪
( ⋅ 𝒔𝒆𝒏(𝑪 ̂=𝟏
𝟐
𝟏
⇒ ⋅ 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪̂ + 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪
̂=𝟏
𝟒
𝟓
⇒ ⋅ 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪̂=𝟏
𝟒
𝟒
⇒ 𝐬𝐞𝐧𝟐 𝑪 ̂=
𝟓
𝟐√𝟓
̂=
𝒔𝒆𝒏 𝑪
𝟓
̅̅̅̅
Aplicando agora a definição de seno para descobrir a medida de 𝑨𝑩
̅̅̅̅
𝑨𝑩
̂=
𝒔𝒆𝒏 𝑪
̅̅̅̅
𝑩𝑪
̅̅̅̅
𝑨𝑩 𝟐√𝟓
̂=
𝒔𝒆𝒏 𝑪 =
𝟓 𝟓
⇒ ̅̅̅̅
𝑨𝑩 = 𝟐√𝟓
Gabarito: “d”
55. (EEAR/2001)
a) 𝟖𝟎
b) 𝟗𝟎
c) 𝟏𝟎𝟎
d) 𝟏𝟐𝟎
Comentário:
Os ângulos são 𝑥 − 𝑟, 𝑥, 𝑥 + 𝑟. Como a soma dos ângulos deve ser 180°, obtemos:
3𝑥 = 180° ∴ 𝑥 = 60°.
Como o menor é a metade do maior, obtemos:
60° + 𝑟
60° − 𝑟 = ∴ 𝑟 = 20°.
2
Logo os ângulos são 40°, 60°, 80° e o maior deles é 80°.
Gabarito: “a”.
56. (EEAR/2001)
a) 𝟑𝟎
b) 𝟑𝟔
c) 𝟒𝟓
d) 𝟔𝟎
Comentário:
De 𝐶𝐷 = 𝐷𝐴 concluímos que 𝐴𝐶̂ 𝐷 = 𝛼 pois ∆𝐴𝐶𝐷 é isósceles de base 𝐴𝐶. Logo, pelo
̂ 𝐶 = 𝐴𝐶̂ 𝐷 + 𝐷𝐴̂𝐶 = 2𝛼. De 𝐵𝐶 = 𝐶𝐷 concluímos que 𝐷𝐵̂𝐶 =
teorema do ângulo externo, 𝐵𝐷
2𝛼, pois ∆𝐷𝐵𝐶 é isósceles de base 𝐵𝐷. Finalmente, como 𝐴𝐵 = 𝐴𝐶, temos que 𝐴𝐶̂ 𝐵 = 𝐴𝐵̂𝐶 =
2𝛼. Portanto, olhando para o triângulo ∆𝐴𝐵𝐶, a soma dos ângulos internos é:
180° = 𝛼 + 2𝛼 + 2𝛼 = 5𝛼 ∴ 𝛼 = 36°.
Gabarito: “b”.
57. (EEAR/2000)
a) 𝟏𝟎𝟓°
b) 𝟏𝟎𝟔°
c) 𝟏𝟎𝟕°
d) 𝟏𝟎𝟖°
Comentário:
̂ 𝐶 e 𝐸𝑁
Por 𝐴𝐵//𝐸𝐹, 𝐵𝑀 ̂ 𝐷 são alternos internos. Logo, 𝐸𝑁
̂ 𝐷 = 54°.
̂ 𝑀 = 𝐷𝐸̂ 𝑁 + 𝐸𝑁
Novamente pelo teorema do ângulo externo no ∆𝐸𝑁𝐷, 𝐸𝐷 ̂ 𝐷 = 52° +
54° = 106°.
∴ 𝑋 = 106°.
Gabarito: “b”.
9. Referências Bibliográficas
[1] Dolce, Osvaldo. Pompeo, José Nicolau. Fundamentos de matemática elementar, 9:
geometria plana. 9. ed. Atual, 2013. 456p.
[2] Morgado, Augusto César. Wagner, Eduardo. Jorge, Miguel. Geometria I. 5 ed. Livraria
Francisco Alves Editora, 1990. 151p.
[3] Morgado, Augusto César. Wagner, Eduardo. Jorge, Miguel. Geometria II. 1 ed. FC & Z Livros,
2002. 296p.
É isso, meu querido! Finalizamos a nossa aula. Espero que tenham gostado!
Restando qualquer dúvida, estou à disposição no fórum de dúvidas. Pode usar sem
moderação!!