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Paulo: Fabricante de Tendas e Apóstolo

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ROMANOS – PARTE 1

Romanos Apresenta Jesus Cristo, Justiça Nossa

INTRODUÇÃO: Iniciamos agora o estudo das epístolas do Novo Testamento. Das vinte e
uma, treze foram escritas por Paulo; por isso se chamam Epístolas Paulinas. Ele escreveu
essas cartas às igrejas de Tessalônica, Galácia, Corinto e Roma durante as suas viagens
missionárias. Quando prisioneiro em Roma, escreveu Efésios, Colossenses, Filipenses e
Filemom. Por último, escreveu as cartas a Timóteo e a Tito.

Paulo nasceu em Tarso, de origem puramente judaica. Seu mestre foi o grande Gamaliel.
Como todo menino hebreu, aprendeu um ofício — era fabricante de tendas. Em Jerusalém,
esteve presente no apedrejamento de Estêvão, o primeiro mártir cristão.

Aquela cena, sem dúvida, causou profunda impressão no jovem Saulo. A caminho de
Damasco, com a finalidade de perseguir os cristãos, o jovem fariseu teve um encontro
frontal com Jesus Cristo!

Depois da sua miraculosa conversão, foi batizado e recebeu a comissão de pregar o


Evangelho. Retirou-se para a Arábia, onde passou três anos em estudo e preparação.

Depois de trabalhar três anos em Tarso e um ano em Antioquia, dirigido pelo Espírito Santo,
Paulo tornou-se o grande missionário aos gentios. Em suas três viagens missionárias,
fundou muitas igrejas e escreveu as epístolas. A cidadania romana, a cultura grega e a
religião hebraica prepararam-no maravilhosamente para a grande obra, mas ele confiou
somente na graça e no apostolado que recebeu diretamente de Jesus Cristo (1:5).
Após uma vida cheia de sacrifício e sofrimento, selou seu testemunho com o próprio
sangue. A tradição diz que foi decapitado em Roma, e seu corpo enterrado nas
catacumbas.

A IGREJA EM ROMA

Não sabemos quem fundou a igreja em Roma. Não foi organizada por Pedro. O ministério
dele foi entre os judeus (Gálatas 2:9).

1
Visitantes de Roma, que tinham vindo a Jerusalém para a Páscoa e que se converteram no
Pentecoste, voltaram à capital levando a semente do Evangelho e estabelecendo esse novo
centro em Roma.
Durante os vinte e oito anos seguintes, muitos cristãos de todos os pontos do Oriente
Próximo tinham emigrado para Roma, alguns deles convertidos pelo trabalho de Paulo.

Paulo desejava muito visitar essa igreja; mandou-lhes esta carta de Corinto, da casa de
Gaio, cristão rico desta cidade, por ocasião da sua terceira viagem missionária. Foi escrita
no quarto ano de Nero, então imperador de Rom a. Nesta carta ele apresenta o seu
Evangelho (1:16, 17).
Paulo, o servo (1:1) escreve aos santos de Roma (1:7), a respeito de um Salvador (1:3, 4).

Paulo, o servo

Separado para o Evangelho....1:1


Servindo o Evangelho ........... 1:9
Salvo pelo Evangelho ...........1:16

O Evangelho de Cristo domina você assim? Você foi salvo por ele, separado para ele e está
a serviço dele?

Depois da saudação à igreja, ele agradece a Deus a fé que demonstraram (1:8). Paulo
expressa sua obrigação para com a igreja (1:14, 15):

Sou devedor..................................................................................................... 1:14


Estou pronto a cumprir meu dever .................................................. 1:15
Não me envergonho da mensagem ..................................................... 1:16

Por que Paulo não se envergonhava do Evangelho de Cristo? Porque revela o de que o
pecador precisa, e o que ele pode receber na base de um a fé simples — a justiça de Deus
mediante Jesus Cristo.
O Evangelho tem poder dinâmico. Ele é o poder de Deus para a salvação. Só o poder de
Deus pode tornar uma pessoa crente.
Mesmo em Roma, Paulo não se envergonhava do Evangelho. A imensa pecaminosidade
do homem , descrita em 1:18-32, havia alcançado o seu auge em Roma.

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Paulo fala de uma convicção profunda, nascida da experiência.

Na estrada de Damasco, de repente, todo o alicerce de obras, raça e caráter foi demolido.
Ele teve uma visão plena do Cristo glorificado. Daí por diante ele tinha uma só mensagem
— a fé no Senhor crucificado e ressurreto. Não ouviria mais nada, não falaria mais nada;
não viveria mais nada. Ele passou a proclamar, dali por diante, que o justo viverá por fé
(1:17). Basta a pessoa crer. A salvação não vem pelas obras — elas são abomináveis; não
vem pela raça —essa está sob a maldição da morte; não vem pelo caráter — pois esse é
como trapos imundos. Há só uma salvação, que vem pela aceitação do Evangelho de
Cristo, visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé (1:17).
Deus nos atribui essa justiça quando cremos em Cristo. Ele não diz que somos feitos justos,
mas que somos declarados justos. Deus nos dá a justiça que exige de nós.
Por que é necessária a justiça de Deus? Porque não temos justiça própria.

NECESSIDADE DA JUSTIÇA DE DEUS

Depois de apresentar o tema do livro de Romanos, em 1:16, 17, ele passa a revelar a
necessidade que o homem tem dessa justiça.
Pois todos pecaram e todo o mundo é culpável perante Deus. De onde se encontra, Paulo
olha ao redor e vê judeus zelosos, gregos orgulhosos, romanos vaidosos e uma
multidão de pecadores como nós. Que quadro terrível ele apresenta em 1:18-32! Primeiro,
descreve a injustiça dos gentios; depois a dos judeus.
Romanos fala-nos do método de Deus em transformar homens culpados em homens
bons. A chave dessa grande tese encontra-se em Romanos 1:16,17.

Romanos em síntese
A Pessoa do Evangelho ............................. Cristo
O poder do Evangelho ..............................Poder de Deus
O propósito do Evangelho ........................Para a salvação
As pessoas a quem se destina...................De todo aquele
O plano de aceitação ...............................Aquele que crê
O plano de vida .......................................O justo viverá por fé

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Paulo orgulhava-se do Evangelho porque havia provado o seu poder, não só em sua própria
vida, mas na de todos aqueles que haviam crido.

Boas-novas! Estas palavras qualquer despertam a atenção de qualquer pessoa. Diga:


"Tenho boas notícias para lhe dar", e você com certeza despertará ouvintes. O valor de
uma boa notícia depende da fonte, quem a deu. Por isso é que o Evangelho apresentado
por Paulo é tão bem aceito. A notícia vem de Deus.
Romanos é o grito de alegria de Paulo a um mundo perdido. Em R om anos, Paulo mostra-
nos o método de Deus para fazer do homem culpado um homem bom . Ele revela a
necessidade do pecador e a seguir apresenta o que ele pode receber pela fé: a justiça de
Deus — Cristo, nossa justiça. A justiça de Deus é uma Pessoa. A justiça que Deus exige
está numa Pessoa, Jesus Cristo.

Ninguém entrará no céu com um a justiça menor do que a de Cristo. Quando você olha
para Jesus, pode ver a justiça que Deus exige.

ESBOÇO:

O QUE SOMOS POR NATUREZA (Romanos 1:1-3:20)


Por que o homem precisa de salvação? Porque é pecador. Deus conhece o coração
humano e dá-os um retrato dele. Mostra o que encontra em todos nós, e o que descobre é
terrível. Mas lembre-se,
este é o quadro que Deus vê em nós. Não há quem faça o bem, não há nem um sequer.
Paulo prova esse fato nos três primeiros capítulos. É o quadro do homem sem Deus.
Leia Romanos 3 palavra por palavra. Você vai crer então que o coração humano é
extremamente perverso. Você já pediu que o Espírito Santo ilumine o seu coração?
Se o fez, então sabe que precisa de um Salvador.

O livro de Romanos apresenta uma cena de júri. Deus, o juiz de toda a terra, intima tanto
judeus como gentios a com parecerem perante o tribunal de justiça. Os prisioneiros são
tratados um a um.
A acusação geral é feita: Todos pecaram (3:23). Tanto o gentio (2:1-16) com o judeu (2:17-
3:8) têm oportunidade de se fazer ouvir. Suas alegações especiais de que não têm culpa
são cuidadosamente consideradas e respondidas, abrindo caminho para o veredicto final
do Juiz.

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Finalmente, o Juiz pronuncia o veredicto: Todo o mundo . . . culpável perante Deus
(3:19). Se isso acontecesse hoje, todos os jornais publicariam em grandes manchetes:
Todo o mundo achado culpável.
Contra tudo isso não há defesa. O Juiz pergunta: "Há alguém que queira fazer a defesa dos
prisioneiros?" Ninguém responde. Toda boca se cala (3:19). Não há lugar para desculpas.
A condenação do mundo está decidida. O próximo passo será revelar o plano de Deus para
salvar o mundo perdido.
Lembre-se de que o livro de Romanos fala do método de Deus para transformar o homem.

Não diga: "Deus é amor e não me condenará." A ira de Deus se revela do céu contra
toda impiedade (1:18). Ele já pronunciou a sentença: Todo o mundo . . . culpável. Não há
apelação. E a decisão do Supremo Tribunal do universo. O pecado é universal: Todos
pecaram. Daí precisarmos de um Salvador. Porque Deus é um Deus de amor, ele
providenciou seu Filho. Diga João 3:16 em voz alta.

O Juiz pergunta: "Há alguém aqui para representar os prisioneiros? Então o Filho de Deus
diz: "Sim , estou aqui para representá-los. De fato, eles cometeram esses pecados. São
realmente culpados, mas eu levei a culpa deles na cruz; morri em lugar deles para que
pudessem ser livres. Eu sou a justiça deles." E o Juiz os liberta.

Temos um quadro horrível do pecado nestes primeiros capítulos de Romanos. A


palavra pecado no original significa "errar o alvo" — o padrão que Deus estabeleceu para
nós. A Palavra de Deus diz:
Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (3:23). Você pode não ter errado tanto
quanto outros que conhece, mas perante Deus está destituído.
Somos todos pecadores porque nascemos numa raça decaída. Somos todos “filhos de
Adão". Mas não só nascemos em pecado, também nós mesmos pecamos, porque "todos
pecaram ". Lembre-se, pecamos porque somos pecadores. Esta é a nossa natureza.
Uma ameixeira produz ameixas porque é ameixeira. O fruto é resultado da sua natureza. O
pecado é o fruto de um coração pecaminoso. “Enganoso é o coração, mais do que todas
as coisas.”(Jr.17:9).

Cristo não só nos salva da pena do pecado, mas também nos liberta de uma
consciência de culpa e do poder do pecado. O resultado do pecado é um sentimento de
culpa. Quando alguém transgride a lei, sente-se culpado e procura esconder-se. Foi o que

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o primeiro homem , Adão, fez. Uma consciência culpada carrega o medo do castigo. O
pecador está sempre procurando fugir das consequências da lei transgredida. Tem e o Juiz.
E por isso que os pecados do homem e sua consciência de culpa o afastam da presença
de Deus. Deus não precisa afastar o pecador. Este foge por sua própria vontade. Isto é o
que vai acontecer no dia em que a ira de Deus for revelada (Apocalipse 6:15, 16).
A primeira coisa necessária para libertar o pecador é que sejam afastadas as
consequências terríveis da sua culpa. Ele precisa de algo mais do que perdão, porque isso
o deixaria com a sua culpa.
Qualquer presidente, governador, ou rei pode perdoar um criminoso, mas nenhum deles
tem poder para lhe tirar a culpa. É preciso aplicar ao ato uma pena justa. Foi isso que Cristo
fez.

O salário do pecado é a morte e, visto que todos pecaram, Cristo veio para morrer e pagar
a pena dos pecados cometidos contra um Deus santo.

COMO TORNAR-SE CRISTÃO (Romanos 3:21-5:21)

O plano de Deus para a salvação do homem percorre as Escrituras do princípio ao fim.


Assemelha-se ao cordame da marinha britânica que contém , na sua tecedura, um fio
escarlate que não se pode tirar sem destruir o cordão. Assim há um fio vermelho de
salvação através de toda a Escritura. Você pode vê-lo muito claramente em certas partes
da Bíblia. Romanos 3 é uma delas.
Quando Deus olha para nós, não vê justiça em nós. (Veja Romanos 3:10.) Quando
Deus olha para nós através de Cristo, Ele não vê melhora, mas perfeição — porque
ele vê somente sua própria justiça, Jesus Cristo.

Você já se familiarizou com uma grande palavra das Escrituras: salvação.


Justificação é outra. Tudo quanto Cristo fez foi creditado à minha conta. A justiça Dele é
minha.

Quando a justiça de Cristo é considerada como nossa, isso se chama justificação —


o homem tornado justo perante Deus. O justo viverá por fé. O homem não se torna justo
por suas obras e, sim, por crer em Cristo. (Leia Romanos 3:28.) Essa grande verdade
deu origem à grande Reforma. Libertou os cristãos da ideia de que os homens eram salvos

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pelas obras. Não somente somos salvos pela fé como temos de viver pela fé,
confiando em Cristo.

Paulo usa exemplos do Antigo Testamento, de pessoas que foram justificadas pela fé. Fala-
nos, especialmente, como a fé que Abraão tinha lhe foi imputada pela justiça (Romanos 4).
Abraão recebeu três coisas pela fé: justiça, herança e posteridade (Romanos 4:3, 13, 17).
Nós também recebemos grandes benefícios quando somos justificados por sua graça.
Graça é um favor imerecido. A fé vem seguida de paz, perdão e promessa (5:1-5), e mais
do que tudo, da certeza da salvação (5:6-11).

Como pode o homem ser justificado por Deus? Leia Romanos 3:24-28. Deus transmite
ao homem a sua justiça da seguinte forma:

1. Pela graça (3:24). Sua fonte. Graça significa favor imerecido.


2. Por Deus. Ele é seu doador (3:26; 8:33).
3. Pelo sangue. A razão dela (3:24; 5:9).
4. Pela fé. O meio pelo qual é recebida (3:22).
5. Pelas obras. A maneira pela qual é demonstrada (Tiago 2:21-23).
6. Pela experiência. A bênçãos dela decorrentes (5:1-4).

Quando olho para o céu e me lembro de que Deus, no seu trono, me condenou, fico
desesperado. Mas vejo alguém à sua direita, erguendo a mão ferida e mostrando os pés e
o lado traspassado.
Com essas chagas, Cristo intercede por mim e me garante que elas são eficazes para
satisfazer as minhas necessidades.

SALVAÇÃO

A corrente do pecado e o rio da salvação correm lado a lado, de Romanos 1 a 16. Onde
abundou o pecado, superabundou a graça. Paulo mostra o pecado em toda a sua sordidez
e a salvação em todo o seu esplendor.
Você não precisa ser pecador aos olhos dos homens para estar perdido. Naturalmente, há
diferença de grau no pecado, mas não no fato do pecado, e em seus resultados, pois o
salário do pecado é a morte. Uma pessoa que se afoga em dois metros de água está tão

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morta como se tivesse afundado em vinte metros de água. Em nossa incapacidade de
salvar-nos a nós mesmos, estamos todos no mesmo nível porque não há distinção (3:22).
Somos salvos pela justiça de Cristo. Ele a colocou ao nosso alcance por sua morte. Sendo
justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus; a
quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua
justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente
cometidos (3:24, 25).

Sou uma pessoa condenada a morrer por causa do meu pecado, porque o salário do
pecado é a morte. Mas posso olhar para a cruz e ver que Cristo já morreu por mim. Creio
que ele morreu por meu pecado. E assim, em troca de minha vida pobre, pecadora e
condenada, posso aceitar sua justiça e sua vida (1 Pedro 2:24).

“Quem crê no Filho tem a vida eterna.” (João 3:36). “Mas agora, sem lei, se manifestou a
justiça de Deus . . . em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem.’ (3:21, 22). À
parte do nosso esforço para sermos bons, Deus providenciou sua justiça, o Senhor Jesus
Cristo. Nossa justiça é com o trapo imundo (Isaías 64:6).

Seu pecado está sobre Cristo. Ele o levou para você. Você já o aceitou com o Salvador e
passou da morte para a vida? (João 5:24). Se já resolveu deixar que Cristo leve o seu
pecado, você tem agora a sua salvação. (Leia Romanos 3:24.)

JUSTIFICADOS PELA FÉ

Um criminoso pode estar no fundo de uma mina e você no pico da mais alta montanha,
mas você é tão incapaz de tocar as estrelas quanto ele. Você não pode alcançar a justiça
exigida por Deus, por mais que suba.

Perdão é a remoção da nossa injustiça, o despir-se do pecado, ou abandoná-lo.


Justificação é o ato de alguém revestir-se da justiça que Deus provê. Ela é perfeita.
A pessoa que pôs a confiança em Cristo uma hora atrás, está tão justificada como o crente
mais antigo. Nunca nos tornamos mais justificados do que no momento em que recebemos
Cristo. A justificação depende de algo feito fora de nós, algo realizado na cruz do Calvário.

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A justificação resolve todo o problema do nosso pecado e da nossa culpa, enterra todo o
pecado e a culpa no túmulo de Jesus Cristo, e então nos coloca nos lugares celestiais com
Cristo, nosso Salvador.
Muitos perguntam : "Como pode um homem morrer pelo mundo inteiro?" Um homem pode
tomar o lugar de outro homem e ser seu substituto. Isso é compreensível, mas morrer pelo
mundo inteiro — é contrassenso! Vejamos se isto é verdade.

Ninguém gosta da ideia de ser chamado "pecador", mas temos de encarar o que somos.
Leia o que Paulo diz em Romanos 5:12-21.

Nascem os pecadores. Não fomos consultados se queríamos vir a este mundo. Um dia
despertamos para a realidade de que estávamos sujeitos a uma natureza pecaminosa.
Adão, o cabeça da raça, não foi criado dessa maneira (Gênesis 1:26). Pecou
voluntariamente e a sua natureza pecaminosa passou para todos nós.
Pecamos porque somos pecadores.

De um lado temos Adão, o cabeça da raça natural; de outro lado temos Cristo, o cabeça da
raça espiritual — uma "nova criação".

Quando nasci no corpo, nasci descendente de Adão. Tenho a sua natureza pecaminosa.
Quando nasci na família de Deus, por Jesus Cristo, recebi a natureza de Cristo, que é santa.
Nas palavras da Escritura: “Porque assim como em Adão todos morrem , assim também
todos serão vivificados em Cristo.” (1 Coríntios 15:22).

Não escolhi ser descendente de Adão, mas posso escolher ser filho de Deus. Se pelo
pecado de um homem toda a raça morreu, a justiça de um homem tornou possível a toda
a raça livrar-se dessa condição (Romanos 5:15).

Você já recebeu a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor? E um pecador "em Adão"
ou um filho "em Cristo"?

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