0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações9 páginas

Documentos e Sinalização Viária para Condutores

Enviado por

wendellreiii021
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações9 páginas

Documentos e Sinalização Viária para Condutores

Enviado por

wendellreiii021
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO


 

AULA 2 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA PARA CONDUTOR E


VEÍCULO; SINALIZAÇÃO VIÁRIA

Introdução

Caro aluno, profissional de segurança pública, em nossa primeira aula você estudou quais são as categorias de
habilitação, previstas em lei, e quais veículos podem ser conduzidos com cada uma delas. Isso é de suma
importância na hora de avaliar se você está habilitado a conduzir o veículo disponibilizado pela sua corporação.

Dando continuidade aos nossos estudos, agora, nós veremos quais são os documentos exigidos, para o condutor
e o veículo, durante a condução. Também estudaremos os elementos mais importantes da Sinalização Viária e
como o conhecimento dela é imprescindível para a condução com segurança, seja da viatura, seja de seu carro
particular.

Testando o conhecimento:

Antes de iniciar o estudo deste capítulo, pare e reflita:

Figura 26: Pare e reflita


Fonte: do conteudista; SCD/EaD/Segen.

2.1 DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA O VEÍCULO


Conforme a legislação de trânsito brasileira, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), também
chamado de Certificado de Licenciamento Anual (CLA) é de porte obrigatório.

Outros documentos também podem ser de porte obrigatório para o veículo, como por exemplo, a Autorização
Especial de Trânsito (AET), necessária para os veículos cujas dimensões e peso excedam o previsto na Resolução
do Contran n° 210/2006.

Certo, mas aí você pode se perguntar: o que vem a ser este documento, o CRLV? Em que condições ele vem a ser
emitido? Como ele se parece? Ele deve, obrigatoriamente, ser emitido em papel-moeda? Ele pode ser apresentado
em formato digital?

Antes do licenciamento, cabe lembrar que todos os veículos devem ser registrados, conforme nos ensina o
Código de Trânsito Brasileiro:
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
 Art. 120. Todo veículo automotor, elétrico, articulado,
 
reboque ou semirreboque, deve ser registrado perante o
órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
Federal, no Município de domicílio ou residência de seu
proprietário, na forma da lei (BRASIL, 1997, n.p.).

Para comprovar o registro, o órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal emite um documento
chamado Certificado de Registro de Veículo (CRV – chamado popularmente de “DUT”). O CRV NÃO É (e nunca foi)
documento de porte obrigatório! Ele nada mais é do que um documento que comprova que o veículo é registrado
e quem é o seu proprietário. Na verdade, há diversos especialistas que orientam, taxativamente, a não portar o
CRV, devido ao risco de fraude caso ele venha a cair em mãos erradas. No entanto, não é proibido portar este
documento e não é incomum que ele seja apresentado pelos condutores em fiscalizações de rotina.

Até recentemente, o CRV era emitido apenas em meio físico (papel-moeda). Mas, atualmente, o CRV passou a
poder ser emitido em meio digital e, mesmo o documento físico, não precisa mais ser emitido em papel-moeda.
Preste atenção no Art. 121 do CTB, com a redação dada pela Lei n. 14.071/2020, que entrou em vigor no dia 12 de
abril de 2021:

Art. 121. Registrado o veículo, expedir-se-á o Certificado de


Registro de Veículo (CRV), em meio físico e/ou digital, à
escolha do proprietário, de acordo com os modelos e com
as especificações estabelecidos pelo CONTRAN, com as
características e as condições de invulnerabilidade à
falsificação e à adulteração (BRASIL, 2020a, n.p).

É importante ressaltar que os CRVs emitidos até a entrada em vigor da alteração legislativa não perdem a sua
validade; e que só há a necessidade da expedição de um novo documento nos seguintes casos: se for transferida
a propriedade, se o proprietário mudar o município de domicílio ou de residência, se for alterada qualquer
característica do veículo ou se houver mudança de categoria (conforme previsto no Art. 123 do CTB).

Dica:

Uma maneira fácil de o profissional de segurança pública se familiarizar


com o modelo e com as especificações do CRV é por meio da observação do
CRV do seu veículo. Se o documento for no modelo antigo (papel-moeda),
vale a pena observar o documento com uma lupa (para verificar os itens de
segurança) e, se possível, colocá-lo em uma luz ultravioleta. Desse modo, ao
ser exposto a um documento falso, o profissional pode saber como
identificá-lo ou, ao menos, levantar a suspeita de que há algo errado.

No entanto, diferentemente do registro, o licenciamento do veículo deve ser realizado anualmente pelos órgãos
executivos de trânsito do Estado ou do Distrito Federal onde estiver registrado o veículo.

Veja o que diz o Artigo 130 do Código de Trânsito Brasileiro:


LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
 Art. 130. Todo veículo automotor, elétrico, articulado,
 
reboque ou semirreboque, para transitar na via, deverá ser
licenciado anualmente pelo órgão executivo de trânsito do
Estado, ou do Distrito Federal, onde estiver registrado o
veículo.

Conforme o CTB, o veículo somente será considerado licenciado estando quitados os débitos relativos a tributos,
a encargos e a multas de trânsito e ambientais, vinculados ao veículo, independentemente da responsabilidade
pelas infrações cometidas (conforme o Art. 131, § 2º do CTB). Somente após a verificação da quitação é que será
expedido o CRLV, também chamado de CLA (Certificado de Licenciamento Anual):

Art. 131. O Certificado de Licenciamento Anual será


expedido ao veículo licenciado, vinculado ao Certificado de
Registro de Veículo, em meio físico e/ou digital, à escolha
do proprietário, de acordo com o modelo e com as
especificações estabelecidos pelo CONTRAN (Redação
dada pela Lei n.º 14.071/2020) (BRASIL, 2020a, n.p).

Conforme o art. 133, caput, do CTB, o CRLV é um documento de porte obrigatório, ou seja, durante a condução do
veículo, o condutor deve estar em posse dele. No entanto, a dispensa do porte pode ocorrer em algumas
situações. Vejamos:

Art. 133. É obrigatório o porte do Certificado de


Licenciamento Anual.
Parágrafo único. O porte será dispensado quando, no
momento da fiscalização, for possível ter acesso ao devido
sistema informatizado para verificar se o veículo está
licenciado (Incluído pela Lei n. 13.281, de 2016) (BRASIL,
2016, n.p.).

Em relação ao modelo do CRLV, cumpre informar que, recentemente, ocorreram alterações importantes, e que
você, condutor de veículos de emergência, deve conhecer.

Até recentemente, os CRLVs deviam ser emitidos em papel-moeda, conforme o modelo e as especificações
estabelecidas pelo CONTRAN. O modelo a seguir é aquele previsto na Resolução do CONTRAN n. 16/1998, com
as alterações dadas pela Resolução do CONTRAN n. 775/2019:
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

 

Figura 27: CRLV — Modelo Anterior


Fonte: do conteudista.

Os últimos CRLVs impressos em papel-moeda foram emitidos em 31 de julho de 2020. No entanto, dependendo
da situação e do calendário de licenciamento aplicável (nacional ou estadual), eles podem ser válidos até
dezembro de 2021.

De agosto de 2020 em diante, entrou em vigor um novo modelo de CRLV. Atualmente, o modelo do CRLV é dado
pela Resolução do CONTRAN n. 809, de 15 de dezembro de 2020. A característica mais marcante desse novo
modelo é que ele pode ser impresso em papel comum; e que até mesmo o particular pode imprimi-lo:

Figura 28: Modelo de CRLV Atual, impresso em papel comum


Fonte: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-contran-n-809-de-15-de-dezembro-de-2020-296178226

Vale salientar que não é exigido o porte do comprovante do pagamento do seguro obrigatório e IPVA,
informações essas, via de regra, inseridas no próprio documento do veículo.

Por fim, ainda existe a possibilidade da emissão e do porte do documento do veículo em meio digital.

Saiba mais

Caro profissional de segurança pública, para tirar todas as suas dúvidas


acerca da emissão do CRLV-e (digital), acesse o site:
https://campanhas.serpro.gov.br/cdt/
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

 

É importante que você tenha consciência de que essas mudanças (CRLV impresso em papel comum e CRLV-e)
fazem parte do esforço de desburocratização do Governo Federal, para facilitar a vida dos cidadãos e provê-los
com soluções digitais mais baratas e confiáveis.

Por fim, vale salientar que o fato de o veículo ser classificado como de emergência não faz com que seja
necessário o porte de qualquer outro documento do veículo. Contudo, é necessário verificar se o veículo possui
os dispositivos luminosos intermitentes e os dispositivos de alarme sonoro (sirene), e é indispensável que ele
seja um daqueles identificados no artigo 29, inciso VII do CTB, pois somente eles podem utilizar tais dispositivos.

Na prática

Um veículo conhecido como van, com capacidade para doze pessoas, é


utilizado para o transporte de pacientes entre as cidades do interior e a
capital do estado. A prefeitura proprietária do veículo o equipa com
dispositivo luminoso vermelho sobre o teto e alarme sonoro (sirene).
Contudo, no CRLV, o veículo está identificado como micro-ônibus e não há
qualquer referência à ambulância. No caso citado, o veículo não poderia estar
equipado com o que Paulus e Walter (2013) chamam de dispositivos de
prerrogativas. Apenas os veículos de emergência podem ser equipados com
tais dispositivos.

2.2 DOCUMENTAÇÃO DO CONDUTOR


No que diz respeito à documentação do condutor, você deverá sempre estar portando a sua Carteira Nacional de
Habilitação, podendo ser aquela emitida em meio físico ou em meio digital, conforme está previsto no CTB:

Art. 159. A Carteira Nacional de Habilitação, expedida em


meio físico e/ou digital, à escolha do condutor, em modelo
único e de acordo com as especificações do CONTRAN,
atendidos os pré-requisitos estabelecidos neste Código,
conterá fotografia, identificação e número de inscrição no
Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do condutor, terá fé
pública e equivalerá a documento de identidade em todo o
território nacional (Redação dada pela Lei n. 14.071/2020)
(BRASIL, 2020a, n.p.).

Da mesma forma que ocorre com o CRLV, o porte da CNH será dispensado quando, no momento da fiscalização,
for possível ter acesso ao sistema informatizado para verificar se o condutor está habilitado (conforme previsto
no § 1º-A, do art. 159 do CTB, inserido no CTB pela Lei n. 14.071/2020).
Saiba mais
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

 pode solicitar a sua Carteira Nacional
Para saber como você  de Habilitação
em formato digital, acesse: https://campanhas.serpro.gov.br/cdt/

Figura 29: Modelo de CNH Digital (CNH-e)


Fonte: https://campanhas.serpro.gov.br/cdt/

No caso específico da condução de veículo de emergência, também é obrigatório o porte do certificado


correspondente a esse curso.

A comprovação da conclusão do curso ocorre pelo porte do certificado de conclusão, até que a informação seja
inserida em campo específico da carteira de habilitação.

Figura 30: Exemplo de Certificado de Conclusão do Curso de CVE


Fonte: SCD/EaD/Segen.

Importante

O Curso de Condutor de Veículo de Emergência possui validade de cinco


anos, quando, então, é necessário fazer a atualização, cuja carga horária é de
dezesseis horas-aula (16h/a).

Quando você for renovar sua carteira de habilitação, lembre-se de


apresentar o comprovante da conclusão do curso de condutor de veículo de
emergência, para que seja realizada sua inclusão na CNH.

Caro condutor de veículo de emergência, antes de iniciar o deslocamento, certifique-se de estar portando os
documentos obrigatórios do condutor e do veículo, seja em sua forma física ou digital, pois não portar tais
documentos incorre na infração prevista no artigo 232 do CTB, que, além de prever multa referente à infração de
natureza leve, ainda determina a retenção do veículo até a apresentação do documento (BRASIL, 1997).
Lembre-se também que, além da sua CNH (física ou digital)
LEGISLAÇÃO é necessário portar o certificado do curso de
DE TRÂNSITO
 Condução de Veículos de Emergência, caso o mesmo ainda não tenha sido inserido no campo de observações de
sua CNH.  

2.3 SINALIZAÇÃO VIÁRIA


Não é exigido de você, condutor de veículo de emergência, nenhum conhecimento específico no que tange à
sinalização viária, além daqueles exigidos para o condutor comum. Mas, na condução do veículo de emergência
em situação de urgência, é primordial que você conheça as determinações, advertências e indicações da
sinalização viária para prever a conduta esperada dos demais condutores da via, já que, nessa situação
excepcional, o veículo de emergência possui livre circulação.

É claro que você também deve estar preparado para as situações em que os condutores não obedeçam às regras
estabelecidas pela sinalização. Por este motivo, o condutor do veículo de emergência deve desenvolver
características específicas para tornar o deslocamento de emergência menos perigoso.

De modo geral, então, não se esqueça de que a Sinalização Vertical de Regulamentação tem por finalidade
informar aos usuários as condições, proibições, obrigações ou restrições no uso das vias. Sua forma padrão é a
circular, e suas cores são vermelha, preta e branca.

Exemplificando

Figura 31: Placas de Regulamentação


Fonte: Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro - Resolução do Contran nº 160/2004; SCD/ EaD/Segen.

Saiba mais

Quanto ao formato, as exceções entre as placas de regulamentação são as de


“Parada Obrigatória” (formato octogonal) e a de “Dê a Preferência” (triângulo,
com um dos vértices apontando para baixo). A razão disso é permitir que elas
sejam identificadas mesmo por quem vem em sentido contrário da via (de
costas).

Por sua vez, a Sinalização Vertical de Advertência tem por finalidade alertar
os condutores sobre condições com potencial risco existentes na via ou nas
suas proximidades, tais como escolas e passagens de pedestres. Sua forma
padrão é quadrada (com um dos vértices para baixo) e suas cores são
amarela e preta.
Exemplificando LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

 

Figura 32: Placas de advertência


Fonte: Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro - Resolução do Contran nº 160/2004; SCD; EaD/Segen.

Embora o desrespeito à sinalização de advertência não se constitua em infração de trânsito, o condutor de


veículo de emergência deve prestar bastante atenção a elas, pois indicam situações potencialmente perigosas à
frente, como curvas fechadas ou cruzamentos.

Por fim, a Sinalização Vertical de Indicação pode indicar direções, localizações, pontos de interesse turístico ou
de serviços e transmitir mensagens educativas, entre outras, de maneira a ajudar o condutor em seu
deslocamento.

Exemplificando

Figura 33: Placas de indicação


Fonte: Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro - Resolução do Contran nº 160/2004; SCD/EaD/Segen.

Tão importante quanto a sinalização vertical (placas) é a sinalização horizontal, composta pelas marcas viárias
pintadas ou aplicadas sobre o pavimento. Esta sinalização tem a finalidade de transmitir e orientar os usuários
sobre as condições de utilização adequada da via, compreendendo as proibições, restrições e informações que
lhes permitam adotar comportamento adequado, de forma a aumentar a segurança e ordenar os fluxos de
tráfego.

Para saber mais

Conforme o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume 4 - Sinalização Horizontal (conforme Resolução
do CONTRAN nº 236, de 11 de maio de 2007), a sinalização horizontal deve adotar as seguintes combinações de
traçados (formas) e cores:

Padrão de traçado (formas):

Contínua: corresponde às linhas sem interrupção, aplicadas em trecho específico de pista;


Tracejada ou Seccionada: corresponde às linhas interrompidas, aplicadas em cadência, utilizando
espaçamentos com extensão igual ou maior que o traço;
Setas, Símbolos e Legendas: correspondem às informações representadas em forma de desenho ou
inscritas, aplicadas no pavimento, indicando uma situação ou complementando a sinalização vertical
existente.
Padrão de traçado (formas) LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

 
Contínua Tracejada ou Seccionada Setas, Símbolos e Legendas

Corresponde às linhas sem interrupção, aplicadas em trecho específico de pista;

Padrão de utilização de cores

AMARELA

BRANCA

VERMELHA

AZUL

PRETA

IMPORTANTE!

Em relação à Sinalização Horizontal (marcas no pavimento), o condutor de


veículo de emergência deve prestar atenção especial à marcação contínua
amarela, indicando proibição de ultrapassagem, especialmente em locais
sem visibilidade, como aclives e curvas, pois, embora durante o
deslocamento de urgência o condutor não cometa infrações de trânsito, a
ultrapassagem em tais locais pode gerar risco de acidentes graves, tais
como colisões frontais.

Da mesma forma, o condutor de veículos de emergência deve prestar


atenção especial à sinalização horizontal na cor vermelha, pois a mesma é
utilizada na marcação viária de ciclovias e ciclofaixas. Considerando que o
modal cicloviário vem recebendo importante incremento nos últimos anos,
é importante que você se conscientize da importância de zelar pela
segurança dos ciclistas, especialmente quanto à manutenção de uma
distância segura ao passar por eles (no mínimo, 1,5 metro).

Esteja sempre atento à sinalização viária, pois ela é indispensável à boa condução do veículo, sobretudo em
situação de emergência.

Você também pode gostar