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Como manter uma boa higiene bucal

Manter uma boa higiene bucal ajuda a prevenir o mau hálito e outros problemas
causados pela proliferação de bactérias na cavidade oral, como o tártaro, cáries e
gengivite.

Cuidar da higiene bucal previne o mau hálito, cáries, gengivite e a formação de tártaro
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Manter uma boa higiene bucal é
extremamente importante em todas as
idades. Os cuidados com
a boca, gengiva e, em especial, com
os dentes previnem o mau hálito e
alguns outros problemas bucais, como
a cárie, tártaro e gengivite, que em
geral são causados pela proliferação
descontrolada de bactérias na
cavidade oral.

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A alimentação aliada a outros fatores propicia a instalação e multiplicação de bactérias
na boca. Por isso, devemos ter muita atenção com a nossa higiene bucal, limpando a
boca, gengiva, língua e dentes adequadamente.

Quando pensamos em higiene bucal, normalmente, nos vem à mente escovar os dentes
apenas, mas cuidar da nossa saúde bucal vai além disso. O consumo de qualquer tipo de
alimento contribui para a proliferação de bactérias dentro da boca, então os resíduos
alimentares precisam sempre ser retirados após as refeições. Isso deve ser feito em todas
as fases da vida, inclusive ainda quando bebê, mesmo que a criança não tenha dentes.

A ideia de que a limpeza bucal deve ser feita somente a partir do nascimento do primeiro
dente é um grande erro cometido, infelizmente, por muitas mães. É recomendado passar
na gengiva do bebê uma fralda ou gaze limpa e úmida após a mamada, de modo a retirar
os resíduos do leite. Existe ainda a possibilidade de utilizar um instrumento muito
comum para esse fim, a dedeira de silicone. Esse ato, além de combater a proliferação de
bactérias na boca, prepara a gengiva para o nascimento do primeiro dente.

Outro erro bastante comum entre a população é o de achar que a primeira ida ao dentista
deve ocorrer apenas quando a criança já tiver sua dentição formada. Isso é errado, pois
toda fase da vida necessita de cuidados específicos na higienização bucal; dessa forma, é
importante que a criança vá ao dentista o quanto antes. Assim, os pais aprenderão
corretamente todas as ações necessárias para uma boa higiene bucal do filho. Além do
mais, o dentista é o profissional responsável por analisar a saúde bucal do paciente e
prever situações de risco, como a cárie, tártaro e gengivite, além de mostrar como esses
males podem ser evitados e cuidados, caso ocorram.

A partir do nascimento dos dentes de leite, deve ser iniciada uma rotina diária de
higienização bucal que envolve escovar os dentes e passar fio dental. O uso de
antisséptico bucal (enxaguante bucal) pode complementar a limpeza oral, mas não é um
item obrigatório e deve ser usado em casos específicos e com recomendação de um
odontólogo, pois o seu uso indiscriminado pode aumentar os riscos de câncer de boca e
de faringe, como foi constado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP).

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A escovação dentária é uma das principais etapas da rotina de higienização bucal.


Devemos escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, mas o mais indicado
é escovarmos sempre após qualquer refeição, para evitarmos o acúmulo de comida na
boca, prevenindo, assim, a criação de um ambiente favorável à proliferação de bactérias.
No caso dos pequenos, é recomendado o uso de uma escova de dente adaptada para
crianças e com cerdas macias. Nessa faixa etária, é importante o acompanhamento dos
pais durante a escovação para ensinar a criança a escovar os dentes corretamente, até que
ela tenha autonomia de fazê-lo sozinha.

Os dentistas costumam recomendar que a escovação seja feita por pelo menos dois
minutos, realizando movimentos circulares e por todas as partes dos dentes. É
importante também escovar os dentes com um creme dental que contenha sais de flúor
– fluoreto, porém na quantidade adequada para cada idade. O uso de pastas com alta
concentração de fluoreto por crianças menores de 7 anos de idade pode causar uma
doença chamada fluorose dental.

Outro aspecto importante é o cuidado com a escova e a sua substituição. Após escovar os
dentes, devemos agitá-la, de modo a deixá-la o mais seca possível e guardá-la em pé, o
que contribui para que ela seque melhor. Devemos trocar nossas escovas a cada três
meses, pois, ao longo do tempo, as cerdas começam a se deformar, tornando a escovação
menos eficaz. Além disso, as escovas são meios muito favoráveis à proliferação de
fungos, bactérias e outros micro-organismos, então seu uso por muito tempo favorece
que esses seres se multipliquem.

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