Ltcat - Cone Engenharia
Ltcat - Cone Engenharia
00
ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
“LTCAT”
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser
reproduzido no todo ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
Crea-2014109284-RJ
LTCAT REV. 00
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ÍNDICE
ÍTEM TÍTULO
1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2 OBJETIVO
3 BASE TÉCNICA LEGAL
4 RESALVAS E PRINCIPIOS
5 INSPEÇÃO TÉCNICAS E AVALIAÇÕES
6 DESCRIÇÕES DOS AMBIENTES DE TRABALHO
7 DESCRIÇÕES DAS FUNÇÕES
8 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES
8.1 METODOLOGIA QUALITATIVA
8.2 METODOLOGIA QUANTITATIVA
9 CARACTERIZAÇÃO DE CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL
10 GRUPOS HOMOGENEOS DE EXPOSIÇÃO – GHE
11 RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES DOS GHE’S
12 QUADRO RESUMO DE ENQUADRAMENTO POR APOSENTADORIA ESPECIAL
13 RACIONALIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
14 EQUIPE TÉCNICA
15 ENCERRAMENTO
ANEXO
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser
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1 - Identificação da Empresa
2 - Objetivo:
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A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante
formulário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, emitido
pela empresa ou seu preposto, com base em Laudo Técnico de Condições Ambientais
do Trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do
trabalho nos termos da legislação trabalhista. (Artigo 58, § 1° da Lei 8.213/91 com redação
dada pela Lei n° 9.732 de 11/12/98).
NIOSH- National Institute for Occupational Safety and Healt – Criteria for Recommended
Standard- Occupational Noise Exposure;
4- Ressalvas e Princípios:
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Produção:
Descrição do Setor:
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Ambiente indefinido dependendo do local onde está sendo executada a tarefa, incluindo
desde o ambiente a céu aberto até o ambiente fechado, ventilação natural e artificial,
iluminação natural e artificial, dependendo da localização da tarefa.
ADMINISTRATIVO
ENCARREGADO
Executar serviços de apoio administrativo, preprarar documentos e relatórios diversos.
ADMINISTRATIVO
ENGENHEIRO Gerenciar equipes, obras, contratos, produção de obras e o controle de qualidade.
CIVIL Gerenciar custos, medições e acompanhar o cronograma físico de execução de obra.
TÉCNICO DE Orientar e coordenar o sistema de gestão de segurança do canteiro, realizar
SEGURANÇA DO inspeções e investigação de acidentes. Realizar treinamentos, APR, DDS e gerenciar
TRABALHO os riscos ocupacionais.
Realizar o recebimento, movimentação e estocagem de materiais, ferramentas e
APONTADOR produtos. Receber e conferir notas fiscais de entrada de produtos, verificar a
quantidade, características e qualidade dos materiais comprados para uso na obra.
Supervisionam equipes de trabalhadores da construção civil que atuam em canteiros
MESTRE DE
de obras civis. Elaboram documentação técnica e controlam recursos produtivos da
OBRAS
obra (arranjos físicos, equipamentos, materiais, insumos e equipes de trabalho).
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Para definição qualitativa dos riscos existentes adota-se o conceito de Grupo Homogêneo
de Exposição (GHE), que vem a ser o grupo de trabalhadores que se expõem de forma
semelhante a um ou mais agentes de riscos, de forma que o resultado fornecido pela
avaliação seja representativo ao restante dos trabalhadores do mesmo grupo.
- Tabela 3 - Através do somatório dos valores equivalentes (TAB 1 + TAB 2), obtém-se o
resultado da priorização.
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Prioridade (Desprezível)
Quando o agente não representa risco potencial de dano à saúde nas condições usuais de
trabalho.
Quando o agente foi identificado, mas é quantitativamente irrelevante frente aos critérios
técnicos e abaixo do nível de ação.
Prioridade (Crítica)
Prioridade (Emergencial)
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09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura X Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade X Trabalho com explosivo -
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Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
CALOR - - - - 28, 1 - - - -
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
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- - - - 85 - 80 - PEDREIRO
RUÍDO
CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do
limite de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando
a exposição ao agente ambiental.
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07
Executar tarefas simples, auxiliares na construção civil e manutenções, tais como: escavar valas, transportar e/ou misturar materiais, porém que
exige esforços braçais auxiliando os profissionais em geral nas frentes de serviços, ajudar no transporte interno de pequenas quantidades de
materiais, ferramentas, etc. executa limpeza e mantém o local de serviço sempre limpo e organizado, executar os serviços de acordo com o
estipulado pelo responsável na construção ou manutenção dos prédios operacionais e canteiro.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos - Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
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Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
Intermitente
Poeiras Ar Respirador
2 1 periodicamente;
Respiráveis Solo Semifacial -
O
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
- - - - 85 - 80 - PEDREIRO
RUÍDO
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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CALOR
Avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor seguirá os critérios estabelecidos pela NR 15, Anexo nº 3 e Norma de Higiene Ocupacional da Fundacentro -
NHO 06.
RUÍDO A dosimetria será realizada com microfone fixado próximo ao ouvido do trabalhador, onde serão colhidas as variações dos níveis de ruído, registrando a
medição pontual, maior nível e a média (Nível Equivalente).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA
Amostra será coletada através de cassete com filtro de membrana de éster de celulose, com 37 mm de diâmetro e 0,8 µm de porosidade, acoplado a uma
bomba de amostragem pessoal. Este cassete permanece durante toda amostragem à altura da zona respiratória do trabalhador avaliado.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do limite
de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando a
exposição ao agente ambiental.
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07
Preparar e pintar as superfícies externas e internas de edifícios e outras obras civis, raspando-as, limpando-as, emassando-as e cobrindo-as
com uma ou várias camadas de tinta.
08
Ambiente indefinido dependente do local onde está sendo executada a tarefa, incluindo desde o ambiente a céu aberto até o ambiente fechado,
ventilação natural e artificial, iluminação natural e artificial, também dependentes da localização da tarefa.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos - Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
Uso Uso
ESPECIFICAÇÃO DO EPI ESPECIFICAÇÃO DO EPI
11 Sim Não Sim Não
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Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
Intermitente
Poeiras Ar Respirador
2 1 periodicamente;
Respiráveis Solo Semifacial -
O
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
- 85, 1 - - 85 - 80 - PEDREIRO
RUÍDO
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ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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RUÍDO A dosimetria será realizada com microfone fixado próximo ao ouvido do trabalhador, onde serão colhidas as variações dos níveis de ruído, registrando a
medição pontual, maior nível e a média (Nível Equivalente).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA
Amostra será coletada através de cassete com filtro de membrana de éster de celulose, com 37 mm de diâmetro e 0,8 µm de porosidade, acoplado a uma
bomba de amostragem pessoal. Este cassete permanece durante toda amostragem à altura da zona respiratória do trabalhador avaliado.
Tecnologia de Proteção Coletiva
16
Não aplicável.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do limite
de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando a
exposição ao agente ambiental.
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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Prepara a confecção de armações estruturas de concreto e corpos de prova. Corta e dobra ferragens de lajes. Monta e aplica armações de fundações, pilares e
vigas. Molda corpos de prova.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura X Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade X Trabalho com explosivo -
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Intermitente
- Realizar treinamentos periódicos;
Ocasional
Ruído Ar 2 1 Com atenuação mínima
LEVE
Equipamentos - Utilizar os EPI’s adequados; -
de 21 dB
- Inspecionar o equipamento
( Abafador Tipo Concha)
QUÍMICO
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
Crea-2014109284-RJ
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do
limite de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando a
exposição ao agente ambiental.
Produzir, montar, alinhar, escorar, aprumar e desformar as fôrmas com segurança, escolhendo o material adequado e evitando perdas desnecessárias; Posicionar
07 as fôrmas no local apropriado, de acordo com o projeto e/ou solicitação do superior, para possibilitar o posicionamento da armação e da concretagem; Afiar e
preservar as ferramentas de trabalho, serra circular e serrote, etc.; Construir barracões de madeira instalando portas e janelas de madeira e de ferro e assoalho;
Estocar os restos de madeira de forma organizada de maneira a permitir o máximo de aproveitamento do material; Deixar o local limpo após a conclusão do
serviço; Praticar as normas de segurança e saúde do trabalho; Evitar o desperdício de material e praticar a coleta seletiva; Executar outras atividades correlatas a
estas, a critério do seu superior imediato.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura X Trabalho com substâncias inflamáveis -
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
Crea-2014109284-RJ
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade X Trabalho com explosivo -
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
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-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do
limite de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando a
exposição ao agente ambiental.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura X Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade X Trabalho com explosivo -
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
LEVE
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
- - - - 85 - 80 - PEDREIRO
RUÍDO
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura X Trabalho com substâncias inflamáveis -
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade X Trabalho com explosivo -
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
LEVE
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-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
- - - - 85 - 80 - PEDREIRO
RUÍDO
CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Operar betoneira, medir a quantidade de materiais, gerenciar a mistura dos materiais agregados.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade X Trabalho com explosivo -
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ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
de 21 dB
Ocasional
- Inspecionar o equipamento
LEVE
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
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CALOR
Avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor seguirá os critérios estabelecidos pela NR 15, Anexo nº 3 e Norma de Higiene Ocupacional da Fundacentro -
NHO 06.
RUÍDO
A dosimetria será realizada com microfone fixado próximo ao ouvido do trabalhador, onde serão colhidas as variações dos níveis de ruído, registrando a
medição pontual, maior nível e a média (Nível Equivalente).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA
Amostra será coletada através de cassete com filtro de membrana de éster de celulose, com 37 mm de diâmetro e 0,8 µm de porosidade, acoplado a uma
bomba de amostragem pessoal. Este cassete permanece durante toda amostragem à altura da zona respiratória do trabalhador avaliado.
CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do
limite de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando a
exposição ao agente ambiental.
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
07
Gerenciar e acompanhar a execução da obra, supervisionar as atividades, planejar as atividades, gerir o cronograma da obra, elaborar relatórios diversos e
08
Ambiente de escritório, com idas esporádicas próximo as frentes de serviços, podendo existir ventilação natural e artificial, iluminação natural e artificial,
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
- - - - - - -
-
-
-
- - - -
- - - -
-
- - - - - - - - - -
- - - - - - - - -
-
Não aplicável
17 Aparelhagem Utilizada na Avaliação Quantitativa
-
-
-
-
18 Conclusão
-
Devido - Indevido - -
-
Devido - Indevido - -
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ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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ÁREA EMITENTE:
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-
Devido - Indevido - -
08
Ambiente indefinido dependente do local onde está sendo executada a tarefa, incluindo desde o ambiente a céu aberto até o ambiente fechado, ventilação natural
e artificial, iluminação natural e artificial, também dependentes da localização da tarefa.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
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ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
.-
- - - - - - -
-
- - - - - - - - - -
Não aplicável
17 Aparelhagem Utilizada na Avaliação Quantitativa
-
-
-
-
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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-
Devido - Indevido - -
-
Devido - Indevido - -
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
ÁREA EMITENTE:
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Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
- - - - - - - -
-
- - - - - - - - - -
Não aplicável
17 Aparelhagem Utilizada na Avaliação Quantitativa
-
-
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
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-
Devido - Indevido - -
-
Devido - Indevido - -
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
- - - - - - - -
-
- - - - - - - - - -
Não aplicável
17 Aparelhagem Utilizada na Avaliação Quantitativa
-
-
18 Conclusão
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
-
Devido - Indevido - -
-
Devido - Indevido - -
Coordena equipes de trabalho, monitora a produtividade, realiza acompanhamento dos projetos, administra a parte operacional da obra.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura X Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos - Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
-
- - - - - - - -
RADIAÇÕES NÃO INONIZANTES
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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CALOR
Conjunto Stress Térmico digital composto de termômetro de globo, de bulbo úmido e de bulbo seco, modelo TGD-200 e marca Instrutherm.
RUÍDO
Audiodosímetro da marca Instrutherm, modelo DOS 600, série 161.200.123, operando no circuito de compensação A.
POEIRAS RESPIRÁVEIS + SÍLICA Equipamento Bomba de Amostragem com Ciclone de Nylon, fabricante Sensidyne Inc, modelo BDX II, série 16.094.022.
Equipamento Calibrador de Vazão, fabricante SEM, modelo T 4 EY, série 194.588-00
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 3, este agente ambiental não gera direito a adicional de
CALOR
insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
Devido - Indevido X
solar, camisa manga longa para o colaborador e devido ao fato dos valores avaliados estarem abaixo do
limite de tolerância.
RADIAÇÕES NÃO
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 7, este agente ambiental não gera direito a adicional de
IONIZANTES Devido - Indevido X insalubridade, em virtude da empresa fornecer proteção adequada através da disponibilização do protetor
solar e camisa manga longa para o colaborador.
Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 1, este agente ambiental não gera direito a adicional de
RUÍDO
Devido - Indevido X insalubridade, tendo em vista que a empresa fornece os EPI’s necessários para o exercício das atividades,
atenuando a exposição para níveis inferiores a 85,0 d(B).
POEIRAS RESPIRÁVEIS + Com base na Portaria 3.214/78, NR 15, Anexo 12, este agente ambiental não gera direito a adicional de
SÍLICA Devido - Indevido X insalubridade, em virtude de a empresa fornecer respiradores para o exercício das atividades, neutralizando a
exposição ao agente ambiental.
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
Crea-2014109284-RJ
LTCAT REV. 00
ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Ambiente indefinido dependente do local onde está sendo executada a tarefa, incluindo desde o ambiente a céu aberto até o ambiente fechado, ventilação natural
e artificial, iluminação natural e artificial, também dependentes da localização da tarefa.
09 Trabalhos Especiais:
Operação de Veículos - Operação de Munck - Trabalho em Altura - Trabalho com substâncias inflamáveis -
Operação de Equipamentos X Espaço Confinado - Trabalho com eletricidade - Trabalho com explosivo -
Meios de
Agente Ambiental Fonte Geradora Efeitos Exposição Medidas de Prevenção
Propagação Tipo EP I EP C
Categoria
- -
- - - -
- -
-
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
Crea-2014109284-RJ
LTCAT REV. 00
ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
- - - - - - - - -
-
- - - - - - - - - -
Não aplicável
17 Aparelhagem Utilizada na Avaliação Quantitativa
-
-
-
-
18 Conclusão
Agente Ambiental Adicional Insalubridade/Periculosidade Fundamentação
-
Devido - Indevido - -
-
Devido - Indevido - -
Seção V
Da Aposentadoria Especial
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
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G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
Art. 246. A concessão de aposentadoria especial, uma vez cumprida a carência exigida, dependerá de caracterização
da atividade exercida em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante o período de
quinze, vinte ou 25 (vinte e cinco) anos, conforme o caso, podendo ser enquadrado nesta condição:
I - por categoria profissional até 28 de abril de 1995, véspera da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de abril de
1995, conforme critérios disciplinados nos arts. 269 a 275 desta IN; e ou,
II - por exposição à agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à
saúde ou à integridade física, em qualquer época, conforme critérios disciplinados nos arts. 276 a 290 desta
IN.
Parágrafo único. Para fins de concessão de aposentadoria especial, além dos artigos mencionados nos incisos I e II
deste artigo, deverá ser observado, também, o disposto nos arts. 258 a 268 e arts. 296 a 299.
I - empregado;
II - trabalhador avulso;
III - contribuinte individual por categoria profissional até 28 de abril de 1995; e
IV - contribuinte individual cooperado filiado à cooperativa de trabalho ou de produção, para requerimentos a
partir de 13 de dezembro de 2002, data da publicação da MP nº 83, de 2002, por exposição à agente(s)
nocivo(s).
Art. 248. As informações constantes no CNIS serão observadas para fins do reconhecimento do direito à
aposentadoria especial, nos termos do art. 19 e § 3º do art. 68, ambos do RPS.
Parágrafo único. Fica assegurado ao INSS a contraprova das informações referidas no caput no caso de
dúvida justificada, desde que comprovada mediante o devido processo legal.
Art. 249. Para fins de concessão de aposentadoria especial somente serão considerados os períodos de atividade
especial, sendo vedada a conversão de tempo comum em especial.
Art. 250. O direito à aposentadoria especial não fica prejudicado na hipótese de exercício de atividade em mais de um
vínculo, com tempo de trabalho concomitante (comum e especial), desde que constatada a nocividade do agente e a
permanência em, pelo menos, um dos vínculos nos termos do art. 276.
Art. 251. Para o segurado que houver exercido sucessivamente duas ou mais atividades sujeitas a condições
especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física, sem completar em qualquer delas o prazo mínimo exigido para
a aposentadoria especial, os respectivos períodos serão somados, após a conversão do tempo relativo às atividades
não preponderantes, cabendo, dessa forma, a concessão da aposentadoria especial com o tempo exigido para a
atividade preponderante não convertida.
Parágrafo único. Será considerada atividade preponderante aquela que, após a conversão para um mesmo
referencial, tenha maior número de anos.
Art. 252. O direito à concessão de aposentadoria especial aos quinze e aos vinte anos, constatada a nocividade e a
permanência nos termos do art. 278, aplica-se às seguintes situações:
I - Quinze anos: trabalhos em mineração subterrânea, em frentes de produção, com exposição à associação
de agentes físicos, químicos ou biológicos; ou
II - Vinte anos:
Este documento é propriedade da CONE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA, não podendo ser reproduzido no todo
ou em parte sem prévia autorização da empresa. Betina Castelo Branco Juncá –
LTCAT Eng. de Segurança -
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ÁREA EMITENTE:
G E S T ÃO D E S A Ú D E , S E G U R A N Ç A D O T R A B AL H O E M E I O AM B I E N T E
b) Trabalhos em mineração subterrânea, afastados das frentes de produção, com exposição à associação de
agentes físicos, químicos ou biológicos.
Art. 253. A data de início da aposentadoria especial será fixada:
§ 2º A cessação do benefício deverá ser precedida de procedimento que garanta o contraditório e a ampla
defesa do segurado.
§ 3º Não será considerado permanência ou retorno à atividade o período entre a data do requerimento da
aposentadoria especial e a data da ciência da decisão concessória do benefício.
Art. 255. Os valores indevidamente recebidos deverão ser devolvidos ao INSS, na forma dos arts. 154 e 365 do RPS.
Subseção I
Da aplicação da conversão de período de atividade especial aos demais benefícios
Art. 256. O tempo de trabalho exercido sob condições especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física do
trabalhador, conforme a legislação vigente à época da prestação do serviço será somado após a respectiva
conversão ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, qualquer que seja o período trabalhado, aplicando- se
para efeito de concessão de qualquer benefício, a tabela de conversão constante no Anexo XXVIII.
Art. 257. Será considerado, para fins de alternância entre períodos comum e especial, o tempo de serviço militar,
mandato eletivo, aprendizado profissional, tempo de atividade rural, contribuinte em dobro ou facultativo, período de
CTC do serviço público e benefício por incapacidade previdenciário (intercalado).
Subseção II
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Art. 258. Para caracterizar o exercício de atividade sujeita a condições especiais o segurado empregado ou
trabalhador avulso deverá apresentar, original ou cópia autenticada da Carteira Profissional - CP ou da Carteira de
Trabalho e Previdência Social - CTPS, observado o art. 246, acompanhada dos seguintes documentos:
I - Para períodos laborados até 28 de abril de 1995, véspera da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de abril de
1995:
a) Os antigos formulários de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais emitidos até 31 de
dezembro de 2003, e quando se tratar de exposição ao agente físico ruído, será obrigatória a apresentação,
também, do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT; ou
b) Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP emitido a partir de 1 de janeiro de 2004;
II - Para períodos laborados entre 29 de abril de 1995, data da publicação da Lei nº 9.032, de 1995, a 13 de
outubro de 1996, véspera da publicação da MP nº 1.523, de 11 de outubro de 1996:
III - para períodos laborados entre 14 de outubro de 1996, data da publicação da MP nº 1.523, de 11 de
outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2003, data estabelecida pelo INSS em conformidade com o
determinado pelo § 3º do art. 68 do RPS:
IV - para períodos laborados a partir de 1º de janeiro de 2004, o documento a ser apresentado deverá ser o
PPP, conforme estabelecido por meio da Instrução Normativa INSS/DC nº 99, de 5 de dezembro de 2003, em
cumprimento ao § 3º do art. 68 do RPS.
Art. 259. Para fins de caracterização de atividade exercida como segurado contribuinte individual em condições
especiais a comprovação será realizada mediante a apresentação de original ou cópia autenticada dos seguintes
documentos:
I - por categoria profissional até 28 de abril de 1995, véspera da data da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de
abril de 1995, documentos que comprovem, ano a ano, a habitualidade e permanência na atividade exercida
arrolada para enquadramento, estando dispensado de apresentar o formulário legalmente previsto no art. 258
desta IN para reconhecimento de períodos alegados como especiais.
II - por exposição agentes nocivos, somente ao contribuinte individual cooperado filiado à cooperativa de
trabalho ou de produção, mediante apresentação dos formulários de reconhecimento de períodos laborados
em condições especiais, emitidos pela cooperativa, observados a alínea "b" do § 2° do art. 260 e o art. 295.
Art. 260. Consideram-se formulários legalmente previstos para reconhecimento de períodos alegados como
especiais para fins de aposentadoria, os antigos formulários em suas diversas denominações, sendo que, a partir de
1º de janeiro de 2004, o formulário a que se refere o § 1º do art. 58 da Lei nº 8.213, de 1991, passou a ser o PPP.
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§ 1º Para as atividades exercidas até 31 de dezembro de 2003, serão aceitos os antigos formulários, desde
que emitidos até essa data, observando as normas de regência vigentes nas respectivas datas de emissão.
§ 2º Os formulários indicados no caput deste artigo serão aceitos quando emitidos:
a) pela empresa, no caso de segurado empregado;
b) pela cooperativa de trabalho ou de produção, no caso de cooperado filiado;
c) pelo órgão gestor de mão de obra ou pelo sindicato da categoria no caso de trabalhador avulso portuário a ele
vinculado que exerça suas atividades na área dos portos organizados;
d) pelo sindicato da categoria no caso de trabalhador avulso portuário a ele vinculado que exerça suas
atividades na área dos terminais de uso privado; e
e) pelo sindicato da categoria no caso de trabalhador avulso não portuário a ele vinculado.
Art. 261. Poderão ser aceitos, em substituição ao LTCAT, e ainda de forma complementar, desde que contenham os
elementos informativos básicos constitutivos relacionados no art. 262, os seguintes documentos:
I - laudos técnico-periciais realizados na mesma empresa, emitidos por determinação da Justiça do Trabalho,
em ações trabalhistas, individuais ou coletivas, acordos ou dissídios coletivos, ainda que o segurado não seja
o reclamante, desde que relativas ao mesmo setor, atividades, condições e local de trabalho;
II - laudos emitidos pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho -
FUNDACENTRO;
III - laudos emitidos por órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;
IV - laudos individuais acompanhados de:
a) autorização escrita da empresa para efetuar o levantamento, quando o responsável técnico não for seu
empregado;
b) nome e identificação do acompanhante da empresa, quando o responsável técnico não for seu empregado; e
c) data e local da realização da perícia.
V - as demonstrações ambientais:
a) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA;
b) Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR;
c) Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT; e
d) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO.
§ 2º As demonstrações ambientais referidas no inciso V do caput deste artigo devem ser atualizadas pelo
menos uma vez ao ano, quando da avaliação global, ou sempre que ocorrer qualquer alteração no ambiente
de trabalho ou em sua organização, observado o § 4º deste artigo, por força dos itens [Link] da NR-09,
[Link] da NR-18 e da alínea "g" do item [Link] e do item [Link].3, ambos da NR-22, e todas do MTE.
§ 3º O LTCAT e os laudos mencionados nos incisos de I a IV do caput deste artigo emitidos em data anterior
ou posterior ao período de exercício da atividade do segurado poderão ser aceitos desde que a empresa
informe expressamente que não houve alteração no ambiente de trabalho ou em sua organização ao longo
do tempo, observado o § 4º deste artigo.
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§ 4º São consideradas alterações no ambiente de trabalho ou em sua organização, entre outras, aquelas
decorrentes de:
I - mudança de layout;
II - substituição de máquinas ou de equipamentos;
III - adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva; e
IV - alcance dos níveis de ação estabelecidos nos subitens do item 9.3.6 da NR-09, aprovadas pela Portaria
nº 3.214, de 8 de junho de 1978, do MTE, se aplicável.
Art. 262. Na análise do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, quando apresentado, deverá
ser verificado se constam os seguintes elementos informativos básicos constitutivos:
I - se individual ou coletivo;
II - identificação da empresa;
III - identificação do setor e da função;
IV - descrição da atividade;
V - identificação de agente nocivo capaz de causar dano à saúde e integridade física, arrolado na Legislação
Previdenciária;
VI - localização das possíveis fontes geradoras;
VII - via e periodicidade de exposição ao agente nocivo;
VIII - metodologia e procedimentos de avaliação do agente nocivo;
IX - descrição das medidas de controle existentes;
X - conclusão do LTCAT;
XI - assinatura e identificação do médico do trabalho ou engenheiro de segurança; e
XII - data da realização da avaliação ambiental.
Parágrafo único. O LTCAT deverá ser assinado por engenheiro de segurança do trabalho, com o respectivo
número da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART junto ao Conselho Regional de Engenharia e
Agronomia - CREA ou por médico do trabalho, indicando os registros profissionais para ambos.
Art. 263. O LTCAT e as demonstrações ambientais de que trata o inciso V do caput do art. 261 deverão embasar o
preenchimento da GFIP e dos formulários de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais.
Parágrafo único. O INSS poderá solicitar o LTCAT ou as demais demonstrações ambientais, ainda que não
exigidos inicialmente, toda vez que concluir pela necessidade da análise destes para subsidiar a decisão de
caracterização da atividade como exercida em condições especiais, estando a empresa obrigada a prestar as
informações na forma do inciso III do art. 225 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999.
Art. 264. O PPP constitui-se em um documento histórico laboral do trabalhador, segundo modelo instituído pelo INSS,
conforme formulário do Anexo XV, que deve conter as seguintes informações básicas:
§ 1º O PPP deverá ser assinado pelo representante legal da empresa ou seu preposto, que assumirá a
responsabilidade sobre a fidedignidade das informações prestadas quanto a:
a) fiel transcrição dos registros administrativos; e
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§ 2º Deverá constar no PPP o nome, cargo e NIT do responsável pela assinatura do documento, bem como o
carimbo da empresa com a razão social, e o CNPJ.
§ 3º A prestação de informações falsas no PPP constitui crime de falsidade ideológica, nos termos do art. 299
do Código Penal, bem como crime de falsificação de documento público, nos termos do art. 297 do Código
Penal.
§ 4º O PPP dispensa a apresentação de laudo técnico ambiental para fins de comprovação de condição
especial de trabalho, desde que demonstrado que seu preenchimento foi feito por Responsável Técnico
habilitado, amparado em laudo técnico pericial.
§ 5º Sempre que julgar necessário, o INSS poderá solicitar documentos para confirmar ou complementar as
informações contidas no PPP, de acordo com § 7º do art. 68 e inciso III do art. 225, ambos do RPS.
Art. 265. O PPP tem como finalidade:
Parágrafo único. As informações constantes no PPP são de caráter privativo do trabalhador, constituindo
crime nos termos da Lei nº 9.029, de 13 de abril de 1995, práticas discriminatórias decorrentes de sua
exigibilidade por outrem, bem como de sua divulgação para terceiros, ressalvado quando exigida pelos
órgãos públicos competentes.
Art. 266. A partir de 1º de janeiro de 2004, conforme estabelecido pela Instrução Normativa INSS/DC nº 99, de 5 de
dezembro de 2003, a empresa ou equiparada à empresa deverá preencher o formulário PPP, conforme Anexo XV, de
forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais cooperados, que
trabalhem expostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou
à integridade física, ainda que não presentes os requisitos para fins de caracterização de atividades exercidas em
condições especiais, seja pela eficácia dos equipamentos de proteção, coletivos ou individuais, seja por não se
caracterizar a permanência.
§ 1º A partir da implantação do PPP em meio digital, este documento deverá ser preenchido para todos os
segurados, independentemente do ramo de atividade da empresa, da exposição a agentes nocivos e deverá
abranger também informações relativas aos fatores de riscos ergonômicos e mecânicos.
§ 2º A implantação do PPP em meio digital será gradativa e haverá período de adaptação conforme critérios
definidos pela Previdência Social.
§ 3º O PPP substitui os antigos formulários de reconhecimento de períodos laborados em condições
especiais, a partir de 1º de janeiro de 2004, conforme art. 260.
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§ 4º O PPP deverá ser atualizado sempre que houver alteração que implique mudança das informações
contidas nas suas seções.
§ 5º O PPP deverá ser emitido com base no LTCAT ou nas demais demonstrações ambientais de que trata o
inciso V do artigo 261.
§ 6º A exigência do PPP referida no caput, em relação aos agentes químicos e ao agente físico ruído, fica
condicionada ao alcance dos níveis de ação de que tratam os subitens do item 9.3.6, da NR-09, do MTE, e
aos demais agentes, a simples presença no ambiente de trabalho.
§ 7º A empresa ou equiparada à empresa deve elaborar e manter atualizado o PPP para os segurados
referidos no caput, bem como fornecê-lo nas seguintes situações:
I - Por ocasião da rescisão do contrato de trabalho ou da desfiliação da cooperativa, sindicato ou órgão gestor
de mão de obra, com fornecimento de uma das vias para o trabalhador, mediante recibo;
II - Sempre que solicitado pelo trabalhador, para fins de requerimento de reconhecimento de períodos
laborados em condições especiais;
III - Para fins de análise de benefícios e serviços previdenciários e quando solicitado pelo INSS;
IV - Para simples conferência por parte do trabalhador, pelo menos uma vez ao ano, quando da avaliação
global anual do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA; e
V - Quando solicitado pelas autoridades competentes.
Art. 267. Quando o PPP for emitido para comprovar enquadramento por categoria profissional, na forma do Anexo II
do RBPS, aprovado pelo Decreto nº 83.080, de 1979 e a partir do código 2.0.0 do quadro anexo ao Decretos nº
53.831, de 25 de março de 1964, deverão ser preenchidos todos os campos pertinentes, excetuados os referentes a
registros ambientais e resultados de monitoração biológica.
Art. 268. Quando apresentado o PPP, deverão ser observadas, quanto ao preenchimento, para fins de comprovação
de enquadramento de atividade exercida em condições especiais por exposição agentes nocivos, o seguinte:
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Subseção III
Art. 269. Para enquadramento de atividade exercida em condição especial por categoria profissional o segurado
deverá comprovar o exercício de função ou atividade profissional até 28 de abril de 1995, véspera da publicação da
Lei nº 9.032, de 28 de abril de 1995, arroladas nos seguintes anexos legais:
I - Quadro anexo ao Decretos nº 53.831, de 25 de março de 1964, a partir do código 2.0.0 (Ocupações); e
II - Anexo II do Decreto nº 83.080, de 1979.
Parágrafo único. Serão consideradas as atividades e os agentes arrolados em outros atos administrativos,
decretos ou leis previdenciárias que determinem o enquadramento por atividade para fins de caracterização
de atividades exercida em condições especiais.
Art. 270. Para comprovar a função ou atividade profissional do segurado por categoria profissional, para fins do
disposto no art.269 deverá ser apresentado formulário de reconhecimento de períodos laborados em condições
especiais, mencionados no art. 260, desde que esteja acompanhado dos seguintes documentos:
a) CP ou CTPS; ou
b) Ficha ou Livro de Registro do Empregado, onde conste o referido registro do trabalhador e a informação do
cargo e suas alterações, conforme o caso;
a) Certificado de sindicato ou órgão gestor de mão de obra que agrupa trabalhadores avulsos, acompanhado de
documentos contemporâneos.
§ 2º Na hipótese descrita no § 1º, poderá ser realizada JA, conforme disposto no art. 582.
§ 3º Para fins do disposto no § 1º entende-se por empresa legalmente extinta aquela que se encontra
baixada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ ou cancelada, inapta ou extinta no respectivo
órgão de registro.
§ 4º A comprovação da extinção da empresa far-se-á por documento que demonstre a sua baixa,
cancelamento, inaptidão ou extinção em algum dos órgãos ou registros competentes.
Art. 271. A comprovação da função ou atividade profissional para enquadramento de atividade especial por categoria
profissional do segurado contribuinte individual será feita mediante a apresentação de documentos que comprovem,
ano a ano, a habitualidade e permanência na atividade exercida, sendo dispensada a apresentação do formulário de
reconhecimento de períodos laborados em condições especiais.
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Parágrafo único. O contribuinte individual deverá apresentar documento que comprove a habilitação
acadêmica e registro no respectivo conselho de classe, quando legalmente exigido para exercício da
atividade a ser enquadrada.
Art. 272. Não será admitido enquadramento por categoria profissional por analogia, ou seja, a função ou atividade
profissional tem que estar expressamente contida em um dos anexos relacionados nos incisos I e II do art. 269.
Art. 273. Deverão ser observados os seguintes critérios para o enquadramento do tempo de serviço como especial
nas categorias profissionais ou nas atividades abaixo relacionadas:
O tempo de atividade de telefonista poderá ser enquadrado como especial no código 2.4.5 do quadro anexo
aos Decretos nº 53.831, de 25 de março de 1964, até 28 de abril de 1995;
Se completados os 25 (vinte e cinco) anos, exclusivamente na atividade de telefonista, até 13 de outubro de
1996, poderá ser concedida a aposentadoria especial; ou;
A partir de 14 de outubro de 1996, data da publicação da MP nº 1.523, de 11 de outubro de 1996, não será
permitido o enquadramento em função da denominação profissional de telefonista;
a) Entende-se por guarda, vigia ou vigilante o empregado que tenha sido contratado para garantir a segurança
patrimonial, com uso de arma de fogo, impedindo ou inibindo a ação criminosa em patrimônio das instituições
financeiras e de outros estabelecimentos públicos ou privados, comerciais, industriais ou entidades sem fins
lucrativos, bem como pessoa contratada por empresa especializada em prestação de serviços de segurança,
vigilância e transporte de valores, para prestar serviço relativo atividade de segurança privada de pessoa e
residências; e
b) a atividade do guarda, vigia ou vigilante na condição de contribuinte individual não será considerada como
especial;
III - professor: a partir da Emenda Constitucional nº 18, de 30 de junho de 1981, não é permitida a conversão
do tempo de exercício de magistério para qualquer espécie de benefício, exceto se o segurado implementou
todas as condições até 29 de junho de 1981, considerando que a Emenda Constitucional retirou esta
categoria profissional do quadro anexo ao Decretos nº 53.831, de 25 de março de 1964, para incluí-la em
legislação especial e específica, que passou a ser regida por legislação própria;
IV - agropecuária:
a) O período de atividade rural do trabalhador rural amparado pela Lei nº 11, de 25 de maio de 1971
(FUNRURAL) exercido até 24 de julho de 1991, não será computado como especial, por inexistência de
recolhimentos previdenciários e consequente fonte de custeio à Previdência Social; e
b) Somente a atividade desempenhada na agropecuária (prática de agricultura e da pecuária nas suas relações
mútuas), exercida por trabalhadores amparados pelo RGPS, permite o enquadramento no item 2.2.1 do
quadro anexo ao Decretos nº 53.831, de 25 de março de 1964, não se enquadrando como tal a exercida
apenas na lavoura.
Art. 274. Observados os critérios para o enquadramento do tempo de serviço exercido em condições especiais,
poderão ser considerados por categoria profissional os períodos em que o segurado exerceu as funções de auxiliar
ou ajudante de qualquer das atividades constantes dos quadros anexos aos Decretos nº 53.831, de 25 de março de
1964 e Decreto nº 83.080, de 1979, até 28 de abril de 1995, véspera da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de abril de
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1995, situação em que o enquadramento será possível desde que o trabalho, nessas funções, seja exercido nas
mesmas condições e no mesmo ambiente em que trabalha o profissional abrangido por esses decretos.
Parágrafo único. Para o enquadramento previsto no caput, deverá constar expressamente no formulário
previsto no art. 260, a informação de que o segurado tenha exercido as atividades nas mesmas condições e
no mesmo ambiente do respectivo profissional.
Art. 275. O servidor administrativo, nos casos de não enquadramento por categoria profissional, deverá registrar no
processo o motivo e a fundamentação legal, de forma clara e objetiva e, somente encaminhar para análise técnica da
perícia médica, quando houver agentes nocivos citados nos formulários para reconhecimento de períodos alegados
como especiais ou PPP, em conformidade com art. 296.
Subseção IV
Art. 276. O enquadramento de períodos exercidos em condições especiais por exposição a agentes nocivos
dependerá de comprovação, perante o INSS, de efetiva exposição do segurado a agentes nocivos químicos, físicos,
biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física durante tempo de trabalho
permanente, não ocasional nem intermitente.
Art. 277. São consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física, conforme definido no
Anexo IV do RPS, a exposição a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou à associação de agentes, em
concentração ou intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de tolerância estabelecidos segundo
critérios quantitativos, ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição especial prejudicial à
saúde, segundo critérios de avaliação qualitativa.
§ 1º Os agentes nocivos não arrolados no Anexo IV do RPS não serão considerados para fins de
caracterização de período exercido em condições especiais.
§ 2º Para requerimentos a partir de 17 de outubro de 2013, data da publicação do Decreto n° 8.123, de 16 de
outubro de 2013, poderão ser considerados os agentes nocivos reconhecidamente cancerígenos em
humanos, listados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
§ 3º As atividades constantes no Anexo IV do RPS são exemplificativas, ressalvadas as disposições
contrárias.
Art. 278. Para fins da análise de caracterização da atividade exercida em condições especiais por exposição à agente
nocivo, consideram- se:
I - Nocividade: situação combinada ou não de substâncias, energias e demais fatores de riscos reconhecidos,
presentes no ambiente de trabalho, capazes de trazer ou ocasionar danos à saúde ou à integridade física do
trabalhador; e
II - Permanência: trabalho não ocasional nem intermitente no qual a exposição do empregado, do trabalhador
avulso ou do contribuinte individual cooperado ao agente nocivo seja indissociável da produção do bem ou da
prestação do serviço, em decorrência da subordinação jurídica a qual se submete.
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Regulamentadora nº 15 - NR-15 do MTE, e no Anexo IV do RPS, para os agentes iodo e níquel, a qual será
comprovada mediante descrição:
a) Das circunstâncias de exposição ocupacional a determinado agente nocivo ou associação de agentes nocivos
presentes no ambiente de trabalho durante toda a jornada;
b) De todas as fontes e possibilidades de liberação dos agentes mencionados na alínea "a"; e
c) Dos meios de contato ou exposição dos trabalhadores, as vias de absorção, a intensidade da exposição, a
frequência e a duração do contato;
II - Quantitativo, sendo a nocividade considerada pela ultrapassagem dos limites de tolerância ou doses,
dispostos nos Anexos 1, 2, 3, 5, 8, 11 e 12 da NR-15 do MTE, por meio da mensuração da intensidade ou da
concentração consideradas no tempo efetivo da exposição no ambiente de trabalho.
§ 2º Quanto ao disposto no inciso II do caput deste artigo, não descaracteriza a permanência o exercício de
função de supervisão, controle ou comando em geral ou outra atividade equivalente, desde que seja
exclusivamente em ambientes de trabalho cuja nocividade tenha sido constatada.
Art. 279. Os procedimentos técnicos de levantamento ambiental, ressalvadas as disposições em contrário, deverão
considerar:
§ 1º Para o agente químico benzeno, também deverão ser observados a metodologia e os procedimentos de
avaliação, dispostos nas Instruções Normativas MTE/SSST nº 1 e 2, de 20 de dezembro de 1995.
§ 3º Deverão ser consideradas as normas referenciadas nesta Subseção, vigentes à época da avaliação
ambiental.
§ 4º As metodologias e os procedimentos de avaliação contidos nesta instrução somente serão exigidos para
as avaliações realizadas a partir de 1º de janeiro de 2004, sendo facultado à empresa a sua utilização antes
desta data.
§ 5º Será considerada a adoção de Equipamento de Proteção Coletiva - EPC, que elimine ou neutralize a
nocividade, desde que asseguradas as condições de funcionamento do EPC ao longo do tempo, conforme
especificação técnica do fabricante e respectivo plano de manutenção, estando essas devidamente
registradas pela empresa.
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I - Da hierarquia estabelecida no item [Link] da NR-09 do MTE, ou seja, medidas de proteção coletiva,
medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho e utilização de EPI, nesta ordem, admitindo-
se a utilização de EPI somente em situações de inviabilidade técnica, insuficiência ou interinidade à
implementação do EPC ou, ainda, em caráter complementar ou emergencial;
II - Das condições de funcionamento e do uso ininterrupto do EPI ao longo do tempo, conforme especificação
técnica do fabricante, ajustada às condições de campo;
III - Do prazo de validade, conforme Certificado de Aprovação do MTE;
IV - Da periodicidade de troca definida pelos programas ambientais, comprovada mediante recibo assinado
pelo usuário em época própria; e
V - Da higienização.
§ 7º Entende-se como prova incontestável de eliminação dos riscos pelo uso de EPI, citado no Parecer
CONJUR/MPS/Nº 616/2010, de 23 de dezembro de 2010, o cumprimento do disposto no § 6º deste artigo.
Art. 280. A exposição ocupacional a ruído dará ensejo a caracterização de atividade exercida em condições especiais
quando os níveis de pressão sonora estiverem acima de oitenta dB (A), noventa dB (A) ou 85 (oitenta e cinco) dB (A),
conforme o caso, observado o seguinte:
I - Até 5 de março de 1997, véspera da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, será
efetuado o enquadramento quando a exposição for superior a oitenta dB (A), devendo ser informados os
valores medidos;
II - De 6 de março de 1997, data da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, até 10 de
outubro de 2001, véspera da publicação da Instrução Normativa INSS/DC nº 57, de 10 de outubro de 2001,
será efetuado o enquadramento quando a exposição for superior a noventa dB (A), devendo ser informados
os valores medidos;
III - De 11 de outubro de 2001, data da publicação da Instrução Normativa INSS/DC nº 57, de 10 de outubro
de 2001, véspera da publicação do Decreto nº 4.882, de 18 de novembro de 2003, será efetuado o
enquadramento quando a exposição for superior a noventa dB (A), devendo ser anexado o histograma ou
memória de cálculos; e
IV - A partir de 01 de janeiro de 2004, será efetuado o enquadramento quando o Nível de Exposição
Normalizado - NEN se situar acima de 85 (oitenta e cinco) dB (A) ou for ultrapassada a dose unitária,
conforme NHO 1 da FUNDACENTRO, sendo facultado à empresa a sua utilização a partir de 19 de
novembro de 2003, data da publicação do Decreto nº 4.882, de 2003, aplicando:
I - Até 5 de março de 1997, véspera da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, estiver acima
de 28°C (vinte e oito) graus Celsius, não sendo exigida a medição em índice de bulbo úmido termômetro de
globo - IBUTG;
II - De 6 de março de 1997, data da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, até 18 de
novembro de 2003, véspera da publicação do Decreto nº 4.882, de 2003, estiver em conformidade com o
Anexo 3 da NR-15 do MTE, Quadros 1, 2 e 3, atentando para as taxas de metabolismo por tipo de atividade e
os limites de tolerância com descanso no próprio local de trabalho ou em ambiente mais ameno; e
III - A partir de 1 de janeiro de 2004, para o agente físico calor, forem ultrapassados os limites de tolerância
definidos no Anexo 3 da NR-15 do MTE, sendo avaliado segundo as metodologias e os procedimentos
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adotados pelas NHO-06 da FUNDACENTRO, sendo facultado à empresa a sua utilização a partir de 19 de
novembro de 2003, data da publicação do Decreto nº 4.882, de 2003.
Parágrafo único. Considerando o disposto no item 2 da parte que trata dos Limites de Tolerância para
exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com períodos de descanso no próprio local de
prestação de serviço do Anexo 3 da NR-15 do MTE e no art. 253 da CLT, os períodos de descanso são
considerados tempo de serviço para todos os efeitos legais.
Art. 282. A exposição ocupacional a radiações ionizantes dará ensejo à caracterização de período especial quando:
I - Até 5 de março de 1997, véspera da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, de forma
qualitativa em conformidade com o código 1.0.0 do quadro anexo ao Decretos nº 53.831, de 25 de março de
1964 ou Código 1.0.0 do Anexo I do Decreto nº 83.080, de 1979, por presunção de exposição;
II - A partir de 6 de março de 1997, quando forem ultrapassados os limites de tolerância estabelecidos no
Anexo 5 da NR-15 do MTE.
Parágrafo único. Quando se tratar de exposição ao raio-X em serviços de radiologia, deverá ser obedecida a
metodologia e os procedimentos de avaliação constantes na NHO-05 da FUNDACENTRO, para os demais
casos, aqueles constantes na Resolução CNENNE- 3.01.
Art. 283. A exposição ocupacional a vibrações localizadas ou no corpo inteiro dará ensejo à caracterização de
período especial quando:
I - Até 5 de março de 1997, véspera da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, de forma
qualitativa em conformidade com o código 1.0.0 do quadro anexo ao Decretos nº 53.831, de 25 de março de
1964 ou Código 1.0.0 do Anexo I do Decreto nº 83.080, de 1979, por presunção de exposição;
II - A partir de 6 de março de 1997, quando forem ultrapassados os limites de tolerância definidos pela
Organização Internacional para Normalização - ISO, em suas Normas ISO nº 2.631 e ISO/DIS nº 5.349,
respeitando-se as metodologias e os procedimentos de avaliação que elas autorizam; e
III - A partir de 13 de agosto de 2014, para o agente físico vibração, quando forem ultrapassados os limites de
tolerância definidos no Anexo 8 da NR-15 do MTE, sendo avaliado segundo as metodologias e os
procedimentos adotados pelas NHO-09 e NHO-10 da FUNDACENTRO, sendo facultado à empresa a sua
utilização a partir de 10 de setembro de 2012, data da publicação das referidas normas.
Art. 284. Para caracterização de período especial por exposição ocupacional a agentes químicos e a poeiras minerais
constantes do Anexo IV do RPS, a análise deverá ser realizada:
I - Até 5 de março de 1997, véspera da publicação do Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, de forma
qualitativa em conformidade com o código 1.0.0 do quadro anexo ao Decretos nº 53.831, de 25 de março de
1964 ou Código 1.0.0 do Anexo I do Decreto nº 83.080, de 1979, por presunção de exposição;
II - A partir de 6 de março de 1997, em conformidade com o Anexo IV do RBPS, aprovado pelo Decreto nº
2.172, de 5 de março de 1997, ou do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999, dependendo do
período, devendo ser avaliados conformes os Anexos 11, 12, 13 e 13-A da NR-15 do MTE; e
III - A partir de 01 de janeiro de 2004 segundo as metodologias e os procedimentos adotados pelas NHO-02,
NHO-03, NHO-04 e NHO-07 da FUNDACENTRO., sendo facultado à empresa a sua utilização a partir de 19
de novembro de 2003, data da publicação do Decreto nº 4.882, de 2003.
Parágrafo único. Para caracterização de períodos com exposição aos agentes nocivos reconhecidamente
cancerígenos em humanos, listados na Portaria Interministerial n° 9 de 07 de outubro de 2014, Grupo 1 que
possuem CAS e que estejam listados no Anexo IV do Decreto nº 3.048, de 1999, será adotado o critério
qualitativo, não sendo considerados na avaliação os equipamentos de proteção coletiva e ou individual, uma
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vez que os mesmos não são suficientes para elidir a exposição a esses agentes, conforme parecer técnico da
FUNDACENTRO, de 13 de julho de 2010 e alteração do § 4° do art. 68 do Decreto nº 3.048, de 1999.
Art. 285. A exposição ocupacional a agentes nocivos de natureza biológica infectocontagiosa dará ensejo à
caracterização de atividade exercida em condições especiais:
Art. 287. A exposição ocupacional a associação de agentes dará ensejo ao enquadramento exclusivamente nas
atividades especificadas no código 4.0.0. do Anexo IV do RPS.
Art. 288. As atividades, de modo permanente, com exposição aos agentes nocivos frio, eletricidade, radiações não
ionizantes e umidade, o enquadramento somente será possível até 5 de março de 1997.
Art. 289. As dúvidas para efeito de enquadramento por agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação
de agentes relacionados no Anexo IV do RPS serão resolvidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego ou pelo
Ministério da Previdência Social.
Art. 290. O exercício de funções de chefe, gerente, supervisor ou outra atividade equivalente e servente, desde que
observada à exposição a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes, não impede o
reconhecimento de enquadramento do tempo de serviço exercido em condições especiais.
Subseção V
Art. 291. São considerados para caracterização de atividade exercida em condições especiais os períodos de
descanso determinados pela legislação trabalhista, inclusive férias, os de afastamento decorrentes de gozo de
benefícios de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez acidentários, bem como os de recebimento de salário-
maternidade, desde que, à data do afastamento, o segurado estivesse exercendo atividade considerada especial.
Parágrafo único. Os períodos de afastamento decorrentes de gozo de benefício por incapacidade de espécie
não acidentária não serão considerados como sendo de trabalho sob condições especiais
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Art. 292. A redução de jornada de trabalho por acordo, convenção coletiva de trabalho ou sentença normativa não
descaracteriza a atividade exercida em condições especiais.
Art. 293. Qualquer que seja a data do requerimento dos benefícios previstos no RGPS, as atividades exercidas
deverão ser analisadas, conforme quadro constante no Anexo XXVII.
§ 1º As alterações trazidas pelo Decreto nº 4.882, de 2003, não geram efeitos retroativos em relação às
alterações conceituais por ele introduzidas.
§ 5º Serão consideradas evidências, de que trata o § 4º deste artigo, entre outros, os indicadores
epidemiológicos dos benefícios previdenciários cuja etiologia esteja relacionada com os agentes nocivos.
Art. 294. O período em que o empregado esteve licenciado da atividade para exercer cargo de administração ou de
representação sindical, exercido até 28 de abril de 1995, véspera da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de abril de
1995, será computado como tempo de serviço especial, desde que, à data do afastamento, o segurado estivesse
exercendo atividade considerada especial.
Art. 295. Quando houver prestação de serviço mediante cessão ou empreitada de mão de obra de cooperativa de
trabalho ou empresa contratada, os formulários mencionados no art. 260 emitidos por estas terão como base os
laudos técnicos de condições ambientais de trabalho emitidos pela empresa contratante, quando o serviço for
prestado em estabelecimento da contratante.
Subseção VI
Art. 296. Caberá ao servidor administrativo a análise dos requerimentos de benefício, recurso e revisão para efeito de
caracterização de atividade exercida em condições especiais, preenchimento do formulário denominado Despacho e
Análise Administrativa da Atividade Especial - Anexo LI, com observação dos procedimentos a seguir:
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quanto à indicação sobre a exposição do segurado a agentes nocivos, para período de trabalho a partir de
janeiro de 1999;
II - Verificar a necessidade de corrigir falhas ou a falta de informações no formulário e no LTCAT, quando
exigido, atentando-se para as normas previdenciárias vigentes e, caso as inconsistências impossibilitarem a
análise, o servidor deverá emitir exigência ao segurado ou à empresa, conforme o caso, visando a
regularização da documentação. Serão consideradas falhas ou falta de informações, dentre outras:
a) A inexistência de identificação da empresa, dados do segurado e sua profissiografia, data da emissão, dados do
responsável pelas informações no formulário para reconhecimento de atividade especial e respectiva assinatura;
b) falta de apresentação de LTCAT ou documento substitutivo, quando exigido, conforme disposto no art. 258; e
c) na hipótese de apresentação de LTCAT ou documentos substitutivos informados no art. 259, a identificação da
empresa, data da emissão e assinatura do médico do trabalho ou engenheiro de segurança e respectivo registro
profissional;
III - na hipótese de não haver cumprimento da exigência prevista no II deste artigo, dentro do prazo de trinta
dias, o processo deverá ser encaminhado para a análise técnica, com o respectivo relato das pendências não
atendidas e indicação das informações do CNIS sobre a exposição do segurado a agentes nocivos, para
período de trabalho a partir de janeiro de 1999;
IV - analisar se a atividade informada permite enquadramento por categoria profissional até 28 de abril de
1995, véspera da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de abril de 1995, no quadro II, anexo ao RBPS, aprovado
pelo Decreto nº 83.080, de 1979 e a partir do código 2.0.0 (Ocupações) do quadro III, a que se refere o art. 2º
do Decretos nº 53.831, de 25 de março de 1964, promovendo o enquadramento, ainda que para o período
analisado, conste também exposição à agente nocivo;
V - quando do não enquadramento por categoria profissional registrar o motivo e a fundamentação legal de
forma clara e objetiva no processo e encaminhar para análise técnica do Serviço ou Seção de Saúde do
Trabalhador, somente quando houver agentes nocivos citados nos formulários para reconhecimento de
períodos alegados como especiais;
VI - na hipótese de solicitação de documento complementar emitida pelo Serviço ou Seção de Saúde do
Trabalhador para subsidiar a análise técnica, esta será feita e acompanhada por servidor administrativo;
VII - tratando-se de processo em fase recursal, quando da apresentação de novos elementos que impliquem
em nova análise técnica, deve ser submetido à perícia médica, antes do encaminhamento ao órgão julgador.
Parágrafo único. Nos períodos já reconhecidos como de atividade especial, deverão ser respeitadas as
orientações vigentes à época, sendo que, neste caso, a análise pela perícia médica dar-se-á exclusivamente
nas situações em que houver períodos com agentes nocivos ainda não analisados.
Subseção VII
Art. 297. Na análise dos requerimentos, recursos e revisões que envolvam a caracterização de atividade exercidas
em condições especiais caberá ao Perito Médico Previdenciário - PMP:
I - Realizar análise técnica dos períodos de atividade exercida em condições especiais com exposição a
agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade
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física, quando requisitado tanto em processos administrativos, quanto em processos judiciais, avaliando as
informações:
Art. 298. O PMP poderá, sempre que julgar necessário, solicitar as demonstrações ambientais de que trata o inciso V
do caput do art. 261 e outros documentos pertinentes à empresa responsável pelas informações, bem como
inspecionar o ambiente de trabalho.
§ 1º As representações deste artigo deverão ser emitidas pelo Serviço/Seção de Saúde do Trabalhador da
Gerência Executiva.
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§ 3º A Procuradoria Federal deverá auxiliar e orientar a elaboração das representações de que trata este
artigo, sempre que solicitada.
Grupo Homogêneo de Exposição (GHE): Corresponde a um grupo de trabalhadores que experimentam exposição
semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja
representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo.
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Betina Castelo Branco Juncá
Engenheira de Segurança do Trabalho
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Hebert Luiz de Souza Dutra
Responsável pela Empresa
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