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Letícia Conceição

Enf. 140

Avaliação Neurológica pelo 1. Abertura ocular:

Enfermeiro

Principais fatores a serem observados ou


testados
2. Resposta verbal:
a) Nível de consciência - dá uma indicação da
função cerebral, variando do estupor ao coma.

- Estupor: paciente mostra sinais de


inquietação quando estimulado por
algo desagradável, ex: estímulo
doloroso. 3. Melhor resposta motora:
- Coma: paciente está inconsciente, não
percebe a si mesmo e nem o ambiente
ao seu redor.
- Mutismo acinético: estado de
não-resposta. O indivíduo não faz
movimentos, nem emite som, mas pode
4. Reatividade pupilar:
manter os olhos abertos.
- Estado vegetativo: o paciente está
acordado, mas não possui conteúdo
consciente, sem função mental
cognitiva.
Bilateral: as duas pupilas reagem ao estímulo;
Escala de Coma de Glasgow
Unilateral: apenas uma pupila reage ao estímulo;
Inexistente: nenhuma pupila reage ao estímulo.
Método para definir o estado neurológico de
pacientes com uma lesão cerebral aguda
Pontuação e grau de lesão:
analisando seu nível de consciência.

Abertura ocular (1 a 4) + resposta verbal (1 a 5)


Indicadores para avaliar o nível de consciência:
+ resposta motora (1 a 6) - reatividade pupilar
1. Abertura ocular;
(0 a 1)
2. Resposta verbal;
3. Melhor resposta motora;
4. Reatividade pupilar. Classificação Pontuação

Leve 13 a 15

Moderada 9 a 12
Letícia Conceição
Enf. 140

Grave 3a8 indica um aumento da pressão


intracraniana.
Coma <3
AVPU
Escala de Trauma
Escala para indicar o nível de consciência
durante a avaliação de uma vítima (avaliação
Pontuação FR PAS Glasgow
secundária).
4 10- 29 > 89 13 - 15
● A - alerta
3 > 29 76 - 89 9 - 12
● V - resposta ao estímulo verbal
2 6 -9 50 - 75 6-8 ● P - resposta somente a dor
● U - sem resposta
1 1-5 1 - 49 4-4

0 0 0 3 Sinais de Gravidade

● Assimetria de pupilas;
b) Estado Mental - avaliação da orientação no
● Assimetria motora;
tempo, no espaço e como pessoa. ● Fratura de crânio com perda de líquor
ou exposição do tecido cerebral;
c) Comunicação ● Deterioração neurológica (queda de 2
ou mais pontos na escala de Glasgow
- Disartria: dificuldade na articulação da ou cefaléia intensa ou aumento do
palavra; diâmetro de um pupila ou diminuição
- Disfasia: dificuldade na comunicação; de força muscular em um lado do
- Disfasia expressiva: dificuldade em corpo);
encontrar palavras apropriadas; ● Fratura de crânio com afundamento.
- Disfasia receptiva: dificuldade em
interpretar a fala.

d) Pupilas - avaliar a alteração pupilar.

e) Paresia, parestesia ou plegia - fraqueza


menos intensa, formigamento ou dormência e
fraqueza intensa, respectivamente.
- Pode indicar lesão no hemisfério
cerebral oposto ao lado do
comprometimento.

f) Temperatura, pulso, respiração e pressão


arterial
- A queda da frequência do pulso com a
elevação da pressão, classicamente
Mª Clara Gomes
Enf. 140
Acidente vascular cerebral
● Mais comum em pacientes com hipertensão arterial e diabetes mal controladas;
● O número de casos aumenta consideravelmente com a idade
● Algumas pessoas precisam de ajuda para caminhar, apresentam alterações na fala e precisam
de cuidados diferenciados.
O AVC
O tecido nervoso não tem reservas, é totalmente dependente do aporte circulatório. Dessa
forma, a interrupção do fluxo sanguíneo em alguma área do cérebro causa diminuição ou parada da
atividade funcional da área. Se a interrupção do aporte circulatório for por menos de 3 minutos, a
alteração é reversível; se esse prazo ultrapassar os 3 minutos, essa alteração poderá ser irreversível,
originando necrose do tecido nervoso.
O AVC pode ser causado pelos seguintes mecanismos:
1. Oclusão de um vaso, provocando isquemia e infarto da região. (pode ocorrer devido a doença
local da parede do vaso, formando um trombo ou um êmbolo num ponto mais distante) - AVC
ISQUÊMICO
2. Ruptura de um vaso, causando uma hemorragia intracraniana - AVC HEMORRÁGICO
Pode estar vinculado a: fluxo sanguíneo insuficiente, PA baixa, alterações na parede e no
calibre do vaso, aumento da viscosidade sanguínea com aumento da permeabilidade.
SINAL NEUROLÓGICO NEGATIVO DE INÍCIO SÚBITO NO TERRITÓRIO DA ARTÉRIA CEREBRAL
ANTERIOR
➢ Distúrbio do comportamento ➢ altamente sugestivo de trombose da
➢ Distúrbio da consciência carótida
➢ desvios oculares conjugados
SINAL NEUROLÓGICO NEGATIVO DE INÍCIO SÚBITO NO TERRITÓRIO DA ARTÉRIA CEREBRAL MÉDIA
➔ Maioria absoluta dos casos - 60% ➔ sem confusão mental e sonolência
➔ hemiparesia direita com distúrbio de ➔ pode ter hemianopsia / distúrbios
fala sensitivos
➔ hemiparesia esquerda sem distúrbio de
fala
SINAL NEUROLÓGICO NEGATIVO DE INÍCIO SÚBITO NO TERRITÓRIO DE CIRCULAÇÃO POSTERIOR
❖ segundo em frequência de casos - 30%
❖ paresias, hemianopsias, pares cranianos, cerebelo, distúrbio de consciência
❖ hemiparesia esquerda com disartria
❖ ataxias, desvios oculares, visão dupla, disfagia
AVC ISQUÊMICO
● Causado por uma oclusão vascular localizada, levando à interrupção do suprimento de oxigênio
e glicose ao tecido cerebral, afetando os processos metabólicos daquele local.
● 75 a 85% dos casos
Insuficiência vascular cerebral intermitente
➔ maioria - idosos com aterosclerose cerebral
Mª Clara Gomes
Enf. 140
➔ queda da PA → redução do fluxo sanguíneo cerebral (depois a PA normaliza, normalizando o
fluxo sanguíneo)
➔ Quando o “espasmo” ocorre na carótida interna → déficit motor, hemiparesias,
hemiparestesias e distúrbios de linguagem
➔ Quando o “espasmo” ocorre no sistema vertebrobasilar → vertigem, tontura, escurecimento da
visão, escotomas, dormência peitoral, déficit motor uni ou bilateral
Trombose Cerebral
➢ Formação de um trombo, integrado pelos elementos sanguíneos circulantes;
➢ Sinais prodrômicos → hemiplegia, confusão mental, dormências localizadas, cegueira unilateral,
vertigens, cefaléia, diplopia.
➢ Causas: arteriosclerose (maioria); complicações pós arteriografia; tromboflebite cerebral;
artrite infecciosa; etc.
Quadro clínico:
- Idade > 60 anos - coma moderado e transitório (se
- início progressivo (mais comum a noite presente) ou conservação da
e ao despertar) consciência
- antecedentes (arteriosclerose) - exame do LCR normal
- pródromos presentes ➢ O prognóstico, geralmente, é bom.
Embolia Cerebral
● Oclusão de um vaso cerebral por um pequeno coágulo, tumor, gordura, ar ou aglomerado de
bactérias
Quadro clínico:
- todas as idades - não tem pródromos
- inicio súbito (hemiplejia) - coma moderado e transitório - 25%
- incidência igual nos dois sexos - Sinal de Babinski + em lado afetado
- predomina nos 50 e 60 anos
● O prognóstico é bom, os sintomas desaparecem quase todos. É “mais benigno” que a trombose.

OBS: INFARTO HEMORRÁGICO - oclusão arterial → a área acima entra em necrose


Oclusão por embolia ou trombose → hipertensão compensatória (p/ vencer o obstáculo)
➔ A área necrosada pode favorecer a “diapedese” do sangue, que é a saída do sangue sem que
haja lesão do vaso, e transformar a área que era de infarto isquêmico em hemorrágico (+
grave).
➔ Os sintomas se dão de duas formas: semelhante a da trombose e embolia e semelhante a uma
hemorragia cerebral.

AVC HEMORRÁGICO
➢ Causado pela ruptura de artérias cerebrais, com sangramento na superfície do cérebro
(hemorragia subaracnóidea) ou dentro do tecido cerebral (hemorragia intracerebral)
Causas:
- hipertensão arterial - ruptura de angioma (tumor benigno de
- ruptura de aneurisma sacular vasos)
Mª Clara Gomes
Enf. 140
- embolia séptica - trauma
- encefalopatia hipertensiva
Quadro clínico:
➔ idade entre 40 e 60 anos ➔ pupila midriática (dilatada)
➔ início súbito ➔ desvio conjugado da cabeça e dos
➔ antecedentes de HAS e arteriosclerose olhos
➔ cefaleia e vômitos ➔ hemiplegia maciça
➔ ausência de pródromos ➔ respiração de Cheyne-Stokes
➔ coma profundo ➔ L.C.R hipertenso e hemorrágico
➔ nuca rígida
Hemorragia subaracnóidea: sangramento no espaço em volta do cérebro (espaço subaracnóideo),
normalmente causado pela ruptura de um aneurisma cerebral. Mais frequente em jovens (20 a 30 anos).
● Causas: angiomas e aneurismas (jovens) e aneurisma arteriosclerótico (idosos).
Quadro clínico:
- ausência de pródromos - coma moderado de poucas horas
- cefaleia repentina no globo ocular, - quadro meníngeo (cefaleia, vômitos,
estendendo-se para toda a cabeça rigidez de nuca)
(halocraniana) - febre
- torpor - pode ocorrer déficit motor
Hematoma subdural: ocorre no espaço subdural (abaixo da dura-máter) e localiza-se, geralmente, na
região parietal, pode ser agudo e crônico.
➢ Agudo: sintomas aparecem no momento do traumatismo, a evolução e os sintomas parecem com
os do hematoma extradural, diferindo-se na localização.
➢ Crônico: o paciente apresenta um histórico de trauma, que tem uma boa evolução e
recuperação e, após algum tempo (semanas ou meses), começam a aparecer os sintomas, como:
cefaléia, vômitos, náuseas e distúrbios de conduta.
Hematoma extradural: ocorre por lesão arterial. Ex: ruptura da artéria meníngea.
Quadro clínico:
- cefaleia - coma profundo
- vômitos - sinais focais (paralisia dos 3º e 6º
- obnubilação pares, hemiparesia ou hemiplegia do
- torpor lado oposto)
Hemorragia intracerebral: sangramento no tecido cerebral, causado por hipertensão (+ frequente) ou
defeitos nos vasos sanguíneos. É de difícil ocorrência e é mais comumente observado nos traumas
tendo bala ou punhal como agente penetrante.
EXAME FÍSICO:
● Fundoscopia normal ou sinais de HAS e/ou DM.
● Exame vascular: carótidas, aorta e membros.
● Exame cardíaco: 25% dos infartos cerebrais são embólicos e tem indicação de anticoagulação
Mª Clara Gomes
Enf. 140
INVESTIGAÇÃO/CONDUTA IMEDIATAS
➢ Tomografia computadorizada
➢ Hemograma, VHS, glicemia, Na, K, creatinina, ECV com V1 longo, Rx tórax.
➢ Protocolo de r-TPA: coagulograma + lista de contraindicações; 3 horas para injeção
➢ UTI (?) - controle da PA
PROGNÓSTICO
➔ 10% de recuperação total ou quase ➔ 40% requerem ajuda a longo prazo
➔ 25% deficiência pequena ➔ 10% incapacitados
➔ 15% morte precoce
FATORES DE RISCO CONTROLÁVEIS
❖ HAS (>130x90) - aumenta o risco de 4 ❖ Álcool
a 6 vezes ❖ Excesso de peso
❖ Fibrilação atrial: 15% dos AVCs ❖ Doença coronária, vascular periférica
❖ Apneia do sono ou dislipidemias
❖ Tabagismo duplica o risco
FATORES DE RISCO NÃO EVITÁVEIS
● Histórico familiar (doença cardíaca, HAS e ● Gênero (mais comum em homens)
DM) ● Raça (maior incidência em pessoas negras)
● Idade (chance duplica após 55 anos)
TRATAMENTO IMEDIATO
1. Controle da PA 2. controle da viscosidade sanguínea
3. Controle do estado geral
- repouso calmo reclinado a 15%
- excelente ventilação pulmonar
- correção de situação cardíaca
- mobilização e prevenção de infecções e escaras
- prevenção de agitação
COMO PREVENIR O DERRAME CEREBRAL?
- Reconhecer: fatores de risco, arteriosclerose carotídea, derrame prévio, dores de cabeça
sentinela.
- Agir: mudando o estilo de vida, procurar orientação médica e tratamento cirúrgico
QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
➔ Perda de sensibilidade ➔ Dor de cabeça intensa e súbita
➔ Hemiplegia ➔ Perda na coordenação motora e
➔ Perda da consciência equilíbrio
➔ Formigamentos
QUAIS SÃO AS SEQUELAS?
● Demência ● alterações comportamentais e da fala
● alterações de memória, raciocínio e ● depressão
atenção ● limitação física para atividade diárias
Mª Clara Gomes
Enf. 140
COMO EVITAR?
- Acompanhamento médico regular e controle dos fatores de risco evitáveis
- Atividade física - 30 a 60 minutos de caminhada 3 a 4x na semana
OBESIDADE
- obesidade central e geral aumentam as chances de derrame cerebral
- ganho acelerado de peso também contribui para o desenvolvimento dessa patologia, por isso, é
importante o controle de peso
DOENÇAS CARDÍACAS PRÉVIAS
- fibrilação atrial (uma arritmia cardíaca) - pode ser encontrada em quase 15% dos casos
- O uso de medicação adequada previne 20 derrames para cada caso de complicação da droga.
DERRAME CEREBRAL É UMA EMERGÊNCIA
- apresentando alguns dos sintomas, deve-se procurar o hospital com urgência
- Derrames isquêmicos com menos de 3 horas podem ser tratados, prevenindo muitas sequelas.
- ruptura de aneurisma cerebral → tratamento neurocirúrgico com extrema urgência
- equipe médica → intensivistas, neurologista e neurocirurgião
- trombolíticos → dissolvem o coágulo → restabelece o fluxo sanguíneo e impedindo a
progressão da lesão cerebral
- APH rápido e eficiente é fundamental (ligar para 192)
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
1. Fase aguda
- Inconsciência → depressão da função cerebral, variando do estupor ao coma.
- A assistência de enfermagem ao paciente inconsciente visa, sobretudo, o estabelecimento e a
manutenção das vias aéreas.
Condutas:
● Manter as vias aéreas permeáveis
● oxigenoterapia
● avaliar nível de consciência
● verificar SSVV
● instalar venóclise
● iniciar alimentação através de SNG ou SNE
● em caso de distensão vesical → SVD
● incontinência urinária em homens → preservativo
● incontinência urinária em mulheres → fraldas descartáveis
● solicitar parecer ao neurologista e realizar observações quanto à: mudança do nível de
consciência; exame das pupilas (tamanho, reação à luz e igualdade); movimentos voluntários ou
involuntários das extremidades; tônus muscular; postura do corpo; posição da cabeça;
coloração das extremidades; temperatura e umidade da pele; encaminhar material para a
gasometria seriada.
● Reorientar o paciente
● Retirar a SVD quando a diurese restabelecer
Mª Clara Gomes
Enf. 140
● Promover e/ou ajudar na higiene corporal
2. Fase de reabilitação
- se inicia no dia em que o paciente teve o AVC, objetivando: evitar a instalação de deformidades.
retreinar a utilização de membros acometidos e auxiliar o paciente a ganhar dependência
Condutas:
➢ Posicionar o paciente adequadamente no leito
➢ Realizar mudança de decúbito a cada 2h
➢ realizar exercícios passivos nas extremidades afetadas
➢ incentivar o paciente a realizar suas atividades normal com o lado sadio
➢ aliviar tensões psicológicas
➢ educar o paciente e a família, fornecendo todas as orientações necessárias, preparando-o para
a alta.
Letícia Conceição
Enf. 140

Exames e Provas Diagnósticas em ● visualizar as artérias cerebrais para


verificação, localização, extensão e
Neurologia natureza de processos patológicos;
● localizar tumores, abcessos,
aneurismas, etc. que estejam causando
Radiografia simples
desvios no sistema vascular cerebral.

É possível identificar:
Circulação Cerebral
● Sinais de hipertensão intracraniana;
● Calcificações de tumores cerebrais;
● Disjunção de suturas na criança, etc.

Radiografia simples da coluna vertebral

É possível identificar:
● Distúrbio neurológico;
● Tumores intra raquidianos;
● Doença do disco intervertebral, etc. Tomografia Axial Computadorizada (TAC)

Para analisar as radiografias, gera uma imagem


Radiografias contrastadas bidimensional, a qual se assemelha a um corte
anatômico.
Ventriculografia: visualização dos ventrículos
cerebrais Além de se utilizar no diagnóstico de doenças
neurológicas, a TAC também se utiliza para
Objetivos: controlar a eficácia dos tratamentos.
● Localizar tumor cerebral;
● Verificar anormalidades no sistema Ressonância Magnética (RM)
ventricular.
Submete as estruturas a um campo magnético
Mielografia: visualização do canal medular. intenso.
A utilização de contraste deixa as imagens mais
Objetivos: nítidas.
● Visualizar o espaço subaracnóideo da
medula espinhal; Contraindicações:
● Visualizar anormalidades, ex: tumores. ● Portadores de marcapasso;
● Clips ou prótese metálicas;
Arteriografia: Estudo dos vasos cerebrais. ● Claustrofobia, etc.

Objetivos: Obs: É melhor do que a TAC!


Letícia Conceição
Enf. 140
Ecoencefalografia

Cria um registro gráfico produzido pelos ecos


das ondas sonoras no cérebro de crianças com
menos de 2 anos.

É utilizado para:
● Detectar hemorragias;
● Hidrocefalia, etc. Potenciais Evocados

Tomografia por Emissão de Positrões (TEP) São registros de respostas elétricas do


cérebro a certos estímulos.
obter imagens das estruturas cerebrais
internas e informação acerca do seu Eletromiografia
funcionamento (ver a atividade cerebral).
Registra as propriedades elétricas do músculo,
Além disso, proporciona informação acerca da quando em repouso e durante a contração.
epilepsia, dos tumores e dos ictos.
Outros exames:
Tomografia Computadorizada por Emissão de
Fóton Único (TCEFU) ● Exame do LCR;
● Reflexo de Babinski.
Obtém uma informação geral sobre a
circulação sanguínea e a função metabólica do
cérebro.

Obs: Essa técnica não é tão precisa e nem


específica como a TEP.

Ecografia Doppler

Mede o fluxo sanguíneo, permitindo avaliar o


risco de icto que o paciente tem.

Eletroencefalografia (EEG)

Tem o objetivo de estabelecer o traçado e o


registro elétrico da atividade cerebral.
É possível identificar alterações elétricas
cerebrais associadas à epilepsia.

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