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Aula 05 - Vitamina E PDF

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Vitamina E

Identificando carências e adequando a suplementação

Prof. Luan Lisboa


O que vamos abordar na aula

• O que é a vitamina e qual o seu papel metabólico

• Como identificar a deficiência de vitamina E

• Como fazer para tratar a deficiência (suplementação e monitoramento)


O que é vitamina E
• A vitamina E é um termo genérico para todos os derivados de tocoferol e tocotrienol que
exibem qualitativamente a atividade biológica do α-tocoferol.

• É hidrofóbica e, portanto, são insolúveis em ambientes aquosos (por exemplo, plasma,


fluidos intersticiais, citosol).

• O seu principal efeito conhecido é a sua capacidade antioxidante


O que são tocoferóis e tocotrienóis

• Em sua forma natural, ambos são encontrados nas


Anel de cromanol
formas α, β, γ ou ômega.
Cadeia lateral
• Tocoferol à cadeia saturada
• Tocotrienol à cadeia insaturada

• O grupo R pode conter os grupos -H ou -CH3


dependendo do tipo da vitamina E
α-tocoferol

• Forma de vitamina E prevalente nos tecidos e no plasma

• Única forma capaz de tratar a deficiência de vitamina E em humanos

• Possuem 8 isômeros:
Funções da vitamina E

• Função principal: Antioxidante

ROO- + H ROOH

• Todas as formas de
vitamina E são
potentes antioxidantes

• A ação antioxidante la
molécu
ocorre pela liberação o d a
o rga nizaçã
de –H pelo anel de Re
cromanol
Função anti-inflamatória

• Gama tocotrienois (γTE) podem inibir


os fatores de transcrição NF-kB e
STATs

• O metabólito carboxicromanol (13´-


COOH) pode inibir tanto a enzima
COX quanto 5-LOX

• Gama tocoferol, ômega tocoferol e


gama tocotrienol podem inibir a via
próinflamatória JNK
Causas da deficiência de vitamina E

• A deficiência de vitamina E pode ter causas primárias e secundárias.

• Causas primárias envolvem suprimento inadequado de vitamina E, onde os padrões


alimentares que não fornecem quantidades adequadas de vitamina E (improvável segundo a
literatura científica)

• As causas secundárias referem-se à absorção, metabolismo ou função metabólica


prejudicada da vitamina E
• Má absorção de lipídios
• A alta ingestão de PUFA aumenta a necessidade de vitamina E (estima-se que as necessidades de
vitamina E aumentem em 0,18–0,60 mg de α-tocoferol por grama de PUFA consumido)
• Deficiência de selênio (animais alimentados com dietas com baixo teor de Se geralmente requerem
mais vitamina E)
Necessidades de vitamina E

• O limite superior da ingestão de PUFAs é


frequentemente citado como uma diretriz para
estimar as necessidades de vitamina E

• As necessidades de vitamina E podem ser


afetadas pelo status em relação a outros
nutrientes envolvidos no sistema de defesa
antioxidante celular

• Aminoácidos sulfurados, cobre, zinco e/ou


manganês, riboflavina e possivelmente, pela
vitamina C podem influenciar as necessidades
Avaliação clínica de sinais e sintomas
sugestivos de deficiência
• A deficiência de vitamina E não é comum em
adultos.

• Manifesta-se clinicamente como anemia


hemolítica, ou seja, anemia normocrômica
com reticulocitose após longos períodos de
depleção dos estoques corporais

• Fumantes, sedentários, etc., merecem uma


atenção maior quanto ao status nutricional
devido ao estresse oxidativo
Avaliação do estado alimentar

• Como a ingestão de vitamina E está ligada à ingestão


de lipídios, é difícil avaliar seu consumo.

• Normalmente, as pessoas desconhecem as quantidades


adicionadas na preparação dos alimentos.

• Os alimentos que contêm maiores concentrações de


vitamina E são óleos vegetais e cereais integrais.
Como avaliar o estado nutricional?

• O índice mais comumente utilizado para a avaliação do estado nutricional do indivíduo


em relação à vitamina E é a concentração de a-tocoferol plasmático.

• Como o tocoferol é transportado pelas lipoproteínas do plasma, é melhor expressá-lo por


mol de colesterol ou por mg de lipídios plasmáticos totais
Como fazer a suplementação de
vitamina E
• O limite de prescrição pelo nutricionista é de 1.000mg/dia (ou 1000UI) a RDA é de 15mg/dia

• A suplementação de α-Tocoferol é a única capaz de reverter sua insuficiência

• A de origem natural é chamada de RRR-alfa-tocoferol (comumente rotulada como d-alfa-tocoferol); a


forma produzida sinteticamente é all-rac -alfa-tocoferol (comumente rotulada como dl-alfa-tocoferol).

• Para converter de mg para UI:


• 1 mg de alfa-tocoferol = 1,49 UI da forma natural (RRR-alfa-tocoferol) ou 2,22 UI da forma sintética (all-rac -alfa-
tocoferol)

• Para converter de UI para mg:


• 1 UI da forma natural (RRR-alfa-tocoferol) = a 0,67 mg de alfa-tocoferol.
• 1 UI da forma sintética (all-rac -alfa-tocoferol) = a 0,45 mg de alfa-tocoferol.
Como fazer a suplementação de
vitamina E
• Ésteres de α-Tocoferol:
• Acetato de α-Tocoferol
• Succinato de α-Tocoferol
• Nicotinato de α-Tocoferol

• Vitamina E – 400UI (268mg da RRR-alfa-tocoferol ou 180mg all-rac -alfa-tocoferol)


• 30 doses em cápsulas.
• Posologia: Consumir uma dose ao dia, junto a refeição por 90 dias
Obrigado e até a próxima!

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