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Cartilha Uhe Belo Monte e Comunidades Web

belo monte

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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Programa de Comunicação Indígena


UHE Belo Monte

Concepção metodológica e textos: Carmen Figueiredo


Ilustração: Orlando Pedroso
Revisão: Ana Amélia Viana
Design gráfico: Anticorp Design

1ª edição – 2011
Sumário
Apresentação 5
O Programa de Comunicação Indígena 6
O que é preciso conhecer para poder acompanhar o processo
de licenciamento ambiental e a construção da usina? 8
Como se gera energia hidrelétrica? 9
O Projeto da UHE Belo Monte 10
O processo de licenciamento ambiental da UHE Belo Monte
e as comunidades indígenas 15
Principais etapas do processo de licenciamento ambiental 16
As condicionantes do componente indígena no processo
de licenciamento ambiental 26
Etapas para implantação do empreendimento 50
Anotações 58
Locais onde você pode obter informações sobre o componente indígena
do processo de licenciamento ambiental da UHE Belo Monte 62

3
4
Apresentação
Este material foi elaborado para todas as comunidades indígenas que se
localizam na área de influência da UHE Belo Monte, e tem como objetivo
garantir que vocês tenham conhecimento do processo de licenciamento
ambiental e das etapas que envolvem a construção dessa usina.

Por essa razão, é muito importante que você, que sabe ler português,
leia com atenção todo o material e ajude a transmitir essas informações
para sua comunidade. É importante também que todas as dúvidas sejam
registradas, para que elas possam ser encaminhadas para se buscar as
respostas.

Aqui você vai encontrar as informações básicas sobre o empreendimento e


as condicionantes do componente indígena no processo de licenciamento
ambiental. Leia com atenção e traduza para sua comunidade. Dessa forma,
todos vão poder entender e participar do andamento das atividades.

Nesta cartilha você também irá encontrar um espaço para registrar o


andamento do processo e as dúvidas de sua comunidade sobre as atividades
previstas para o componente indígena e as fases de construção da usina.

Conhecer os seus direitos e as suas responsabilidades é o caminho para


que os resultados positivos desejados possam ser alcançados e para que
os impactos negativos sejam controlados. A participação e o compromisso
das comunidades indígenas são fundamentais para que as ações realizadas
junto ao seu povo tenham sucesso.

Coordenação
Programa de Comunicação Indígena

5
O Programa de
Comunicação Indígena
Para atender às comunidades indígenas que buscam informações sobre o componente
indígena no processo de licenciamento ambiental da UHE Belo Monte, foi criado o Centro de
Informação para as Comunidades Indígenas, em Altamira. Nesse local você pode encontrar as
informações sobre o processo de licenciamento ambiental e sobre o empreendimento.
O Centro de Informação irá funcionar fazendo uma ligação entre as comunidades indígenas
e todos que estão coordenando as atividades relacionadas ao componente indígena e à
construção da usina.

Assim, vocês podem encaminhar as dúvidas para o Centro de Informação, e nós iremos
buscar as respostas. O Centro ficará responsável pelo acompanhamento até que a resposta
esteja pronta para ser enviada a você e sua comunidade.

O Centro de Informação para as Comunidades Indígenas também é um local que as


comunidades indígenas podem usar para realizar reuniões técnicas sobre o empreendimento.
Para isso, basta entrar em contato e reservar a sala.

Além disso, o Centro de Informação é a central do sistema de radiofonia, ligada com todas as
aldeias da área de influência do empreendimento para passar informações sobre o andamento
do processo de licenciamento ambiental e sobre a obra, assim como receber pedido de
informações por parte das comunidades indígenas.

O sistema de radiofonia compreende uma rede de 31 estações, que inclui 25 aldeias, um


ponto focal na Volta Grande do Xingu e cinco estações na cidade de Altamira. Dessa forma,
todos podem acompanhar o processo de licenciamento ambiental e a implantação do
empreendimento sem precisar sair da aldeia.

O sistema de radiofonia irá contribuir para fortalecer o movimento indígena, possibilitando


que o acompanhamento do processo seja feito de forma participativa.

Ao final dessa publicação você encontra o endereço do Centro de Informação para as


Comunidades Indígenas em Altamira.

6
Veja abaixo as estações que fazem parte do sistema de comunicação.

Local Aldeias

Terra Indígena Trincheira Bacajá Bakajá, Mrôtidjãm, Pukayaká, Pat-Krô,


Pytako, Kamokty
Terra Indígena Paquiçamba Paquiçamba e Muratu
Terra Indígena Arara da Volta Grande Terrawãngã
Terra Indígena Koatinemo Koatinemo
Terra Indígena Araweté Ipixuna, Djuruãti, Pakanhã, Paratatin, Aradity
Terra Indígena Kararaô Kararaô
Terra Indígena Apyterewa Apyterewa e Xingu
Terra Indígena Cachoeira Seca Iriri e Cojubim
Terra Indígena Arara Arara
Terra Indígena Xipaya Tukamã e Tukayá
Terra Indígena Kuruaya Curuá
Juruna do km 17 Boa Vista
Ilha da Fazenda (Volta Grande do Xingu) Ponto de referência

Estações em Altamira

Centro de Informação para as Comunidades Indígenas


Fundação Nacional do Índio - Coordenação Regional
Fundação Nacional do Índio - Casa do Índio
Associação Agrícola Representação Índio Regional de Altamira
Xipaya e Kuruaya
Associação dos Índios Moradores de Altamira

Total de estações 31

7
O que é preciso conhecer para
poder acompanhar o processo
de licenciamento ambiental e a
construção da usina?
Para poder acompanhar o processo de licenciamento ambiental da UHE Belo Monte e a sua
construção é preciso conhecer algumas informações técnicas.

Essas informações e as leis que orientam o processo de licenciamento ambiental envolvendo


comunidades indígenas são tão importantes que o Programa de Comunicação Indígena
elaborou uma cartilha somente sobre esse tema. Você deve pedir um exemplar no Centro de
Informação para as Comunidades Indígenas em Altamira para poder consultar sempre que
tiver dúvidas.

É necessário também conhecer algumas características técnicas da UHE Belo Monte para que
você possa acompanhar sua construção.

Por isso, vamos apresentar a seguir algumas informações técnicas que você precisa conhecer,
pois vai sempre ouvir falar delas.

8
Como se gera energia hidrelétrica?

É importante entender o que é preciso para gerar energia hidrelétrica, para que você possa
explicar para sua comunidade.

Para gerar energia hidrelétrica, ou seja, energia que vem da água, dois fatores são fundamentais:

1. A quantidade de água de um rio, que se


chama VAZÃO.

2. A variação de altura no rio que permita a


queda necessária para a geração de energia.
São os desníveis do rio, como as quedas,
corredeiras, cachoeiras, etc.

Dessa forma, a geração de energia hidrelétrica é a combinação da quantidade de água de um


rio e sua queda. Ou seja, quanto mais água e mais quedas houver em um rio, melhor será seu
aproveitamento para geração de energia hidrelétrica.

9
O Projeto da UHE Belo Monte
Como você sabe, o estudo para o aproveitamento hidrelétrico do Rio Xingu teve início
na década de 1980, com o projeto KARARAÔ. Naquela época, o projeto previa uma
grande área de alagamento, afetando diretamente algumas Terras Indígenas da
região. Com o passar dos anos o projeto foi sendo modificado, de forma a não alagar
qualquer Terra Indígena. É esse o projeto atual que está em fase de implantação e que
você deve conhecer.

Para você poder acompanhar a implantação desse empreendimento, veja a seguir a


descrição e o mapa das principais obras que vão ocorrer e o que essas obras significam.

Barragem: é uma espécie de muro; essa construção é feita para acumular a água em
um reservatório. A barragem eleva o nível da água, aumentando sua queda, o que
permite a construção de uma usina. No caso da Usina de Belo Monte, a barragem terá
aproximadamente 16 metros de altura.

Reservatório: é um local onde a água é armazenada até o nível necessário para a geração
de energia.

Canal de derivação: parte da água do rio deve ser desviada para o reservatório, para
acumular água suficiente e gerar energia. Para que a água seja desviada, deve ser
construído um canal, o canal de derivação. É como se fosse um ramal que sai de uma
estrada para chegar a outro local.

Trecho de vazão reduzida: é o trecho do rio localizado na Volta Grande do Xingu, onde
o volume de água será menor. Parte da água do rio vai ser desviada para o reservatório
antes da Volta Grande. Essa água que foi desviada vai passar na usina para gerar energia
e é devolvida no rio depois da Volta Grande. O trecho de vazão reduzida vai continuar
a ter água, mas não como antes. No entanto, o IBAMA determinou que é necessário
garantir uma quantidade de água suficiente para reprodução dos peixes e para
sobrevivência das pessoas que moram nesse local.

Diques: são construções feitas para impedir que a água fuja do reservatório.

10
Cota 97 e cota 100: você deve estar ouvindo falar da cota 97 e da cota 100, e poderá
encontrar em alguns locais no Rio Xingu e na cidade de Altamira as réguas marcando “cota
97” ou “cota 100”.

É importante saber que a marcação da “cota 97” significa que o Rio Xingu vai subir até aquele
ponto depois da construção da usina. Dessa forma, as pessoas que moram ou têm comércio
nas áreas com essa marcação terão que se mudar. Existe um programa específico para cuidar
da mudança e da indenização de todos o que estão nesses locais.

A marcação “cota 100” é da cota de segurança. A água não deverá chegar até esse ponto por
conta da construção da Usina de Belo Monte. Mas, por segurança, as áreas marcadas como
“cota 100” são áreas que não podem ser ocupadas.

11
12
13
14
O processo de licenciamento ambiental da
UHE Belo Monte e as comunidades indígenas
Em primeiro lugar, você deve saber que o IBAMA é o órgão responsável
pelo licenciamento ambiental da UHE Belo Monte, é ele quem decide
sobre a emissão das licenças ambientais.

A FUNAI é o órgão responsável pelo componente indígena dentro


do processo de licenciamento ambiental e não pode emitir
licenças ambientais.

A seguir, estão descritas as principais etapas do processo de


licenciamento ambiental da UHE Belo Monte e as 13 condicionantes
determinadas pela FUNAI no Parecer Técnico nº 21/CMAM/
CGPIMA-FUNAI de 30 de setembro de 2009.

Você deve acompanhar e atualizar as informações sempre que


possível. A atualização pode ser feita pelo rádio ou diretamente, no
Centro de Informação para as Comunidades Indígenas, em Altamira.
Quando você passar por Altamira, aproveite para atualizar e registrar
nesta cartilha as informações, que depois poderão ser transmitidas
para sua comunidade.

15
Principais etapas do processo
de licenciamento ambiental
O processo de licenciamento ambiental da
UHE Belo Monte e as comunidades indígenas
O Estudo de Impacto Ambiental é o primeiro passo dentro do processo de licenciamento
ambiental. No caso da UHE Belo Monte, o IBAMA é o órgão responsável pelo licenciamento
ambiental, e a FUNAI é responsável pelo acompanhamento do componente indígena dentro
desse processo.

Veja abaixo as Terras Indígenas e os locais que fizeram parte do componente indígena no
Estudo de Impacto Ambiental - EIA:

• Apyterewa
• Arara
• Arara da Volta Grande do Xingu
• Araweté
• Cachoeira Seca
• Índios Moradores da VGX
• Juruna km 17
• Kararaô
• Koatinemo
• Kuruaya
• Paquiçamba
• Trincheira Bacajá
• Xipaya
• Índios citadinos (Altamira)

16
55º0'0"W 54º0'0"W 53º0'0"W 52º0'0"W 51º0'0"W

. Vitória do Xingu
3º0'0"S
Juruna do Km 17 Volta Grande do Xingu
Altamira
/
. Brasil Novo

. Medicilândia . Anapu
PaquiÁamba

Arara da Volta Grande do Xingu


. Uruará
Arara
. Placas . Pacajá

4º0'0"S

Kararaô
Koatinemo

Cachoeira Seca

Trincheira Bacajá

5º0'0"S
Araweté Igarapé Ipixuna

Xipaya

Apyterewa

Kuruaya

6º0'0"S

0 12,5 25 50 75 100
km

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: O estudo final do componente indígena foi entregue à FUNAI
em julho de 2009.

17
Realização de audiências públicas

As audiências públicas são reuniões previstas na legislação ambiental, e têm por objetivo
apresentar os resultados do Estudo de Impacto Ambiental para a população local dos
municípios afetados pelo empreendimento, ouvir a opinião de todos e responder as dúvidas.
Quando alguma Terra Indígena está incluída no Estudo de Impacto Ambiental, a FUNAI
organiza audiências nas aldeias com o mesmo objetivo das audiências públicas nas cidades.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: As audiências públicas foram realizadas entre os dias 10 a 15 de
setembro de 2009 nas cidades de Altamira, Brasil Novo, Vitória do Xingu
e Belém.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Para as comunidades indígenas, as audiências para a
apresentação dos resultados dos estudos foram realizadas entre os dias 11
a 22 de maio de 2009 pela FUNAI em 10 aldeias.

18
Emissão da Licença Prévia - LP

Como você já sabe, a Licença Previa – LP significa que o empreendimento é viável, mas a
obra não pode começar até que as condicionantes previstas em todos os pareceres técnicos
dos órgãos envolvidos tenham início. No caso das Terras Indígenas envolvidas no processo de
licenciamento, a FUNAI fez um parecer técnico sobre o estudo do componente indígena e
registrou a necessidade do cumprimento de 13 condicionantes por parte do empreendedor.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: A LP de nº 342/2010 foi concedida pelo IBAMA em 01
de fevereiro de 2010 com 46 condicionantes ambientais e mais 13
condicionantes indicadas no parecer da FUNAI.

19
Emissão da Licença de Instalação – LI
O empreendedor deve comprovar para a FUNAI, por meio de relatórios técnicos, que está
cumprindo as condicionantes da Licença Prévia - LP. Após análise técnica, a FUNAI informa
ao IBAMA se as atividades previstas para o componente indígena estão sendo cumpridas. O
IBAMA vai juntar o parecer da FUNAI e todos os outros ao processo de licenciamento, e assim
decidir se emite a Licença de Instalação - LI para a obra ter início.
É importante lembrar que o empreendedor deve
apresentar regularmente os relatórios técnicos que
comprovam que os programas previstos no Plano
Básico Ambiental - PBA estão sendo feitos. A FUNAI
sempre irá acompanhar tudo o que se refere ao
componente indígena.

Muitas das atividades do PBA serão feitas nas aldeias,


por isso a participação e o acompanhamento por parte
das comunidades indígenas é muito importante. Para
que o PBA tenha bons resultados é preciso que todos
trabalhem juntos e com muita responsabilidade.

20
Data da coleta da informação: Abril de 2011.
Situação: Em 26 de janeiro de 2011 foi concedida pelo IBAMA a primeira
Licença de Instalação nº 770/2011, com prazo de validade de um ano para
instalação dos canteiros de obra do Sítio Belo Monte e do Sítio Pimental.

Data da coleta da informação:

Situação:

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Data da coleta da informação:

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Situação:

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Emissão da Licença de Operação – LO

Quando a obra ficar pronta, é preciso obter a Licença de Operação. Essa licença permite
que as turbinas comecem a funcionar para gerar energia. Para conseguir essa licença o
empreendedor deve comprovar a execução do Plano Básico Ambiental e seus resultados.

Lembre-se de que o componente indígena é apenas uma parte do processo de licenciamento


ambiental. Existem vários outros programas que fazem parte do Plano Básico Ambiental,
como por exemplo, a preservação do Rio Xingu e de seus peixes, o programa para as famílias
que moram na volta grande do Xingu e Altamira e vão precisar se mudar, o programa para
o controle de malária, etc. No caso das comunidades indígenas, a FUNAI é quem vai fazer a
análise das atividades cumpridas e quais precisam ter continuidade. Como registrado acima,
é muito importante a participação das comunidades indígenas em todo o processo, uma vez
que vocês terão responsabilidades na execução das atividades do PBA.

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Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

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25
As condicionantes do componente indígena
no processo de licenciamento ambiental
A seguir estão registradas as 13 condicionantes determinadas pela FUNAI que o
empreendedor deve cumprir. Para manter sua comunidade informada, procure sempre
atualizar as informações referentes ao andamento de cada uma das condicionantes.

Para algumas condicionantes, vamos apresentar informações iniciais, para que vocês
tenham um exemplo de como podem acompanhar:

26
1. Elaborar Cronograma e Plano de Trabalho
para discussão das diretrizes gerais dos
programas apontados nos estudos, incluindo
a gestão e execução das ações, amplamente
discutidas com todas as comunidades
impactadas, para o devido detalhamento e
aprovação imediatamente após a assinatura
do contrato de concessão do AHE.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Realização em Brasília da Oficina de Trabalho “Elaboração do
PBA - componente indígena - Programa Médio Xingu” entre os dias 21 e
25 de fevereiro de 2011, com representantes indígenas e equipe técnica.

Data da coleta da informação:

Situação:

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Data da coleta da informação:

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Data da coleta da informação:

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2. Elaborar e iniciar a execução de Plano de
Fiscalização e Vigilância Emergencial para
Situação: todas as Terras Indígenas, em conjunto com
a FUNAI, as comunidades indígenas e outros
órgãos, contemplando inclusive áreas de
maior incidência de garimpo no leito do Rio
Xingu (no trecho da Vazão Reduzida) logo após
assinatura do contrato de concessão do AHE.

Data da coleta da informação:

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Data da coleta da informação:

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31
3. Criar plano de comunicação com as
comunidades indígenas, com informações
sobre as fases do empreendimento, do
licenciamento e sobre todas as atividades
relacionadas ao AHE Belo Monte.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Apresentação do Programa de Comunicação Indígena durante
a Oficina de Trabalho “Elaboração do PBA - componente indígena -
Programa Médio Xingu” no dias 21 de fevereiro de 2011.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Abertura do Centro de Informação para as Comunidades
Indígenas em Altamira em 28 de fevereiro de 2011.

Data da coleta da informação:

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Data da coleta da informação:

Situação:

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4. Realizar os estudos complementares sobre os rios Bacajá e Bacajaí, das TIs Xipaya e
Kuruaya e do setor madeireiro.

Estudo complementar das TIs Xipaya e Kuruaya.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Estudo complementar das Terras Indígenas Xipaya e Kuruaya
entregue para a FUNAI em dezembro de 2010. Essas Terras Indígenas
estão incluídas no Programa Médio Xingu.

34
Estudo complementar sobre o setor madeireiro.

Data da coleta da informação:

Situação:

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Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

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Estudos complementares sobre os rios Bacajá
e Bacajaí.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Primeira campanha para levantamento da qualidade da água
em março de 2011.

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Situação:

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Situação:

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37
5. Elaborar programa de documentação e
registro de todo o processo de implantação
dos programas.

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Situação:

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Situação:

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38
6. Eleição de áreas para a Comunidade
Indígena Juruna do km 17, com
acompanhamento da FUNAI.

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

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39
7. Criar um comitê indígena para controle
e monitoramento da vazão que inclua
mecanismos de acompanhamento –
treinamento e capacitação, com ampla
participação das comunidades.

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Situação:

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Data da coleta da informação:

Situação:

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41
8. Formação de um Comitê Gestor Indígena
para as ações referentes aos programas de
compensação do AHE Belo Monte.

Data da coleta da informação:

Situação:

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9. Criação de uma instância específica para
acompanhamento da questão indígena, pelo
empreendedor, com equipe própria.

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Situação:

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Situação:

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10. Designar equipe específica
para a elaboração, detalhamento e
acompanhamento de todas as ações previstas
junto às comunidades indígenas, em
colaboração com a FUNAI, demais órgãos
governamentais e comunidades indígenas.

Data da coleta da informação:

Situação:

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Situação:

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11. Contribuir para a melhoria da estrutura
da FUNAI, para que possa efetuar, em
conjunto com os outros órgãos federais
(IBAMA, ICMbio, INCRA, entre outros) a
gestão e controle ambiental e territorial na
região, bem como acompanhamento das
ações referentes ao processo.

Data da coleta da informação:

Situação:

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Situação:

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Situação:

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12. Apoiar o processo de criação do Comitê
de Bacia Hidrográfica do Rio Xingu, bem
como a ampla participação das comunidades
indígenas.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: A Norte Energia S/A enviou ofício para a presidência
da Agência Nacional das Águas - ANA, em fevereiro de 2011,
solicitando a criação do comitê de bacia hidrográfica do rio Xingu e se
disponibilizando a apoiar sua implantação.

Data da coleta da informação:

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Situação:

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Situação:

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13. Garantir recursos para execução de
todos os Planos, Programas e ações previstas
no EIA para o componente indígena
durante todo o período de operação do
empreendimento.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: A Norte Energia S/A enviou um ofício para a FUNAI em outubro
de 2010 garantindo os recursos para a execução do PBA a ser aprovado pela
FUNAI.

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

49
Etapas para implantação do empreendimento
Tão importante quanto acompanhar o processo de licenciamento ambiental é acompanhar as
fases de implantação do empreendimento, ou seja, da obra.

Esse acompanhamento é muito importante, pois os impactos negativos e positivos


apresentados no Estudo de Impacto Ambiental foram escritos antes de a obra ser feita. Dessa
forma, é preciso que as comunidades indígenas acompanhem as principais fases da obra e
assim verifiquem se algum novo impacto está ocorrendo. Caso alguém de sua comunidade
perceba alguma coisa diferente no rio ou na mata, informe o Centro de Informação para
as Comunidades Indígenas em Altamira e peça uma verificação técnica. Pode ser que o
que esteja ocorrendo não tenha relação com a construção da usina, mas o fato deverá ser
verificado e devidamente respondido para sua comunidade.

Conheça agora algumas das principais etapas da obra que você deve acompanhar:

50
Planejamento:
Período de estudos até a obtenção da Licença
de Instalação - LI

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

51
Construção:
Após a obtenção da LI, se inicia a construção
do empreendimento, como a instalação da
infraestrutura de apoio e das obras principais:
construção de canteiros de obra, alojamentos,
construção da barragem, limpeza da área de
reservatório, etc.

Data da coleta da informação: Abril de 2011.


Situação: Em março de 2011 tiveram início as obras para instalação
dos canteiros do Sítio Pimental e Sítio Belo Monte, com melhorias no
travessão 27.

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

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Situação:

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Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

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Enchimento:
Essa fase compreende a inundação das áreas,
devido ao desvio da água para o reservatório
intermediário. É preciso ter uma licença para
que o enchimento possa ser realizado.

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

56
Operação:
Para que a usina comece a funcionar e gerar
energia é necessário que o IBAMA emita a
Licença de Operação - LO.
Assim como todas as licenças ambientais,
a LO tem prazo de validade. Os programas
ambientais continuam em execução.

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

Data da coleta da informação:

Situação:

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Anotações
Neste espaço você pode anotar suas dúvidas e as informações que acha importante lembrar.

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61
Locais onde você pode obter informações
sobre o componente indígena do processo de
licenciamento ambiental da UHE Belo Monte
Centro de Informação para as Comunidades Indígenas
Av. Brigadeiro Eduardo Gomes n° 3122, UC 4069412
Bairro São Sebastião – Altamira – PA - CEP: 68372-020
Telefone: (93) 3515 3918

Fundação Nacional do Índio – FUNAI


Diretoria de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável - DPDS
Coordenação Geral de Gestão Ambiental – CGGAM
SEPS Quadra 702/902, Projeção A, Ed. Lex
Brasília – DF
Telefone: (61) 3313 3652 e 3313 3540

Fundação Nacional do Índio – FUNAI Altamira


Rua Cel. José Porfírio, 2533 UFPA
Bairro São Sebastião – Altamira – PA
Telefone: (93) 3515 1829

62
Realização
Programa de Comunicação Indígena – UHE Belo Monte

Financiamento

Apoio

Ministério da
Justiça

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