9 Matematica
9 Matematica
Matemática
Obra
Autores
ISBN: 978-65-5451-344-9
Edição: Maio/2024
MATEMÁTICA..........................................................................................................................5
OPERAÇÕES COM NÚMEROS REAIS.................................................................................................. 5
RAZÃO E PROPORÇÃO....................................................................................................................... 13
PORCENTAGEM................................................................................................................................... 18
JUROS SIMPLES................................................................................................................................. 25
EQUAÇÃO DO 1° E 2° GRAUS.............................................................................................................. 27
NOÇÕES DE GEOMETRIA................................................................................................................... 38
ÂNGULO..............................................................................................................................................................38
PERÍMETRO........................................................................................................................................................40
FORMA E ÁREA..................................................................................................................................................40
Teorema de Pitágoras....................................................................................................................................44
VOLUME.............................................................................................................................................................47
RESOLUÇÃO DE SITUAÇÕES-PROBLEMA........................................................................................ 51
MATEMÁTICA
NÚMEROS NATURAIS
Importante!
O símbolo do conjunto dos números naturais é a letra N, e podemos ter ainda o símbolo
N*, que representa os números naturais positivos, isto é, excluindo o zero.
z Números naturais pares: são aqueles que, ao serem divididos por 2, não deixam resto.
Por isso, o zero também é par. Logo, todos os números que terminam em 0, 2, 4, 6 ou 8 são
pares;
z Números naturais ímpares: ao serem divididos por 2, deixam o resto 1; 5
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z Todos os números que terminam em 1, 3, 5, 7 ou 9 são ímpares.
12 + 8 = 20 | 12 – 8 = 4;
13 + 7 = 20 | 13 – 7 = 6;
z A soma ou subtração de um número par com outro ímpar tem resultado ímpar:
14 + 5 = 19 | 14 – 5 = 9;
8 · 6 = 48;
3 · 7 = 21;
4 · 5 = 20.
NÚMEROS INTEIROS
Os números inteiros são os números naturais e seus respectivos opostos (negativos). Veja:
Z = {..., –7, -–6, –5, –4, –3, –2, –1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ...}.
O símbolo desse conjunto é a letra Z. Uma coisa importante é saber que todos os números
naturais são inteiros, mas nem todos os números inteiros são naturais. Sendo assim, pode-
mos representar por meio de diagramas e afirmar que o conjunto de números naturais está
contido no conjunto de números inteiros, ou ainda que N é um subconjunto de Z. Observe:
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Podemos destacar alguns subconjuntos de números. Veja:
z Números inteiros não negativos: {4, 5, 6...}. Veja que são os números naturais;
z Números inteiros não positivos: {… –3, –2, –1, 0}. Veja que o zero também faz parte deste
conjunto, pois ele não é positivo nem negativo;
z Números inteiros negativos: {… –3, –2, –1}. O zero não faz parte;
z Números inteiros positivos: {5, 6, 7...}. Novamente, o zero não faz parte.
Há quatro operações básicas que podemos efetuar com estes números, são elas: adição,
subtração, multiplicação e divisão.
Adição
z Adição de 15 e 3: 15 + 3 = 18;
z Adição de 55 e 30: 55 + 30 = 85.
Propriedade comutativa: a ordem dos números não altera a soma —> 115 + 35 é igual
a 35 + 115;
Propriedade associativa: quando é feita a adição de 3 ou mais números, podemos
somar 2 deles primeiramente, e depois somar o outro. Independentemente da ordem
vamos obter o mesmo resultado —> 2 + 3 + 5 = (2 + 3) + 5 = 2 + (3 + 5) = 10;
Elemento neutro: o zero é o elemento neutro da adição, pois qualquer número somado
a zero é igual a ele mesmo —> 27 + 0 = 27; 55 + 0 = 55;
Propriedade do fechamento: a soma de dois números inteiros sempre gera outro
número inteiro. Exemplo: a soma dos números inteiros 8 e 2 gera o número inteiro 10
(8 + 2 = 10).
Subtração
Subtrair dois números é o mesmo que diminuir de um deles o valor do outro. Ou seja, sub-
trair 7 de 20 significa retirar 7 de 20, restando 13: 20 – 7 = 13.
Veja mais alguns exemplos:
MATEMÁTICA
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Elemento neutro: o zero é o elemento neutro da subtração, pois, ao subtrair zero de
qualquer número, este número permanecerá inalterado → 13 – 0 = 13;
Propriedade do fechamento: a subtração de dois números inteiros sempre gera outro
número inteiro → 33 – 10 = 23.
Multiplicação
SINAIS NA MULTIPLICAÇÃO
Operações Resultados
+ + +
– – +
+ – –
– + –
Atenção:
z a multiplicação de números de mesmo sinal tem resultado positivo: 51 · 2 = 102; (–33) · (–3)
= 99;
z a multiplicação de números de sinais diferentes tem resultado negativo: 25 · (–4) = –100;
(–15) · 5 = –75.
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Divisão
SINAIS NA DIVISÃO
Operações Resultados
+ + +
– – +
+ – –
– + –
Atenção:
z a divisão de números de mesmo sinal tem resultado positivo: 60 ÷ 3 = 20; (–45) ÷ (–15) = 3;
z a divisão de números de sinais diferentes tem resultado negativo: 25 ÷ (–5) = –5; (–120) ÷ 5
= –24
Esquematizando:
Dividendo
Divisor
30 5
0 6
Resto Quociente
Elemento neutro: a unidade (1) é o elemento neutro da divisão, pois, ao dividir qual-
quer número por 1, o resultado será o próprio número —> 15 ÷ 1 = 15.
MATEMÁTICA
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NÚMEROS RACIONAIS
São aqueles que podem ser escritos na forma da divisão (fração) de dois números inteiros.
A
Ou seja, escritos na forma B (A dividido por B), onde A e B são números inteiros.
7 –15
Exemplos: 4 e 9 são racionais. Veja, também, que os números 87, 321 e 1221 são racio-
nais, pois são divididos pelo número 1.
Atente-se: qualquer número natural é também inteiro e todo número inteiro é também
racional.
O símbolo desse conjunto é a letra Q e podemos representar por meio de diagramas a rela-
ção entre os conjuntos naturais, inteiros e racionais, veja:
8 3 7
z Frações: 3 , 5 , 11 etc.;
z Números decimais com finitas casas: 1,75;
z Dízimas periódicas: 0,33333...
As operações de adição e subtração de números racionais seguem a mesma lógica das ope-
rações com números inteiros. Veja:
4,06 → 2 casas
decimais
x 1,70 → 2 casas
decimais
000
2842
+406
6,9020 → 4 casas
decimais
5,7 ÷ 1,3
5,7 · 100 = 570
1,3 · 100 = 130
570 ÷ 130 = 4,38
NÚMEROS REAIS
É o conjunto que envolve todos os outros conjuntos, ou seja, aqui encontramos os números
naturais, inteiros e racionais, envolvidos de uma única maneira. Dentro dos números reais,
podemos envolver todos os outros números dentro das operações matemáticas, sejam elas de
adição, subtração, multiplicação ou divisão.
O símbolo desse conjunto é a letra R e podemos representar por meio de diagramas a rela-
ção entre os conjuntos naturais, inteiros, racionais e reais. Veja:
Z
R
N
MATEMÁTICA
As operações adição, subtração, multiplicação e divisão ocorrem com os números reais tal
como ocorre com os números racionais.
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MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM E MÁXIMO DIVISOR COMUM
Os múltiplos de um número X são aqueles números que podem ser obtidos multiplicando
X por outro número natural. Agora, observe os múltiplos dos números 4 e 6:
M(4) = 4, 8, 12, 16, 20, 24, 28, 32, 36, ...
M(6) = 6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, ...
Quais são os múltiplos iguais (comuns) entre os números? São eles: 12, 24, 36. E qual o
menor deles? É o número 12. Sendo assim, o número 12 é o menor múltiplo comum entre 4 e
6, ou seja, o MMC entre 4 e 6 é igual a 12.
Podemos calcular o MMC entre 2 ou mais números, de maneira mais rápida, fazendo a
fatoração simultânea dos dois números. Veja:
Ex.: calcule o MMC entre 6 e 8.
3–4 2 (nesse caso repetimos o número 3, pois ele não é dividido pelo 2)
3–2 2
3–1 3
1–1 · · ·
MMC = 2 2 2 3 = 24.
5–3–5 3
5–1–5 5
1–1–1 · · ·
MMC = 2 2 3 5 = 60.
z montar uma coluna para os fatores primos e colunas para cada um dos números;
z começar a divisão dos números pelo menor fator primo (2) e só ir aumentando quando
nenhum dos números puder ser dividido.
Se algum dos números não puder ser dividido, basta copiá-lo para a próxima linha. O obje-
tivo é fazer com que todos os números cheguem ao valor 1. O MMC será a multiplicação dos
fatores primos utilizados.
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MÁXIMO DIVISOR COMUM (MDC)
O máximo divisor comum (MDC ou M.D.C.) corresponde ao maior número divisível entre
dois ou mais números inteiros.
Os divisores comuns de 12 e 18 são 1, 2, 3 e 6. Dentre estes, o número maior é o 6. Sendo
assim, o número 6 é o máximo divisor comum entre 12 e 18, ou seja, o MDC entre 12 e 18 é
igual a 6.
Podemos calcular o MDC entre 2 ou mais números fazendo a fatoração simultânea dos
dois números (aqui, é importante ressaltar que a faremos a fatoração até o momento em que
o número 1 for quem divide todos os números envolvidos ao mesmo tempo). Veja:
Ex.: calcule o MDC entre 60 e 45.
· ·
MDC = 3 5 1 = 15.
z montar uma coluna para os fatores primos e colunas para cada um dos números;
z começar a divisão dos números pelo número que divide todos os números ao mesmo
tempo;
z parar a fatoração quando o número 1 for quem divide todo os números ao mesmo tempo;
z o MDC será a multiplicação dos fatores primos utilizados.
RAZÃO E PROPORÇÃO
2
5
2 4
=
3 6
Ou podemos representar por 2 ÷ 3 = 4 ÷ 6 (lê-se 2 está para 3 assim como 4 está para 6).
Os problemas mais comuns que envolvem razão e proporção é quando se aplica uma
variável qualquer dentro da proporcionalidade e se deseja saber o valor dela. Veja o exemplo:
13
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2 x
= ou 2 ÷ 3 = x ÷ 6
3 6
3·X=2·6
3X = 12
X = 12 ÷ 3
X=4
Lembre-se de que a maioria dos problemas envolvendo esse tema são resolvidos utilizan-
do essa propriedade fundamental. Porém, algumas questões acabam sendo um pouco mais
complexas e pode ser útil conhecer algumas propriedades para facilitar. Vamos a elas.
z Somas Externas
a c a+c
= =
b d b+d
C D
=
3 2
C D C+D
= =
3 2 3+2
Perceba que C + D = 10.000 (as partes somadas), então podemos substituir na proporção:
C D C+D 10.000
= = = = 2.000
3 2 3+2 5
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Esse valor de 2.000, que chamamos de “Constante de Proporcionalidade”, é que nos mostra
o valor real das partes dentro da proporção. Veja:
C
= 2.000
3
C = 2.000 · 3
C = 6.000 (esse é o valor de Carlos)
D
= 2.000
2
D = 2.000 · 2
D = 4.000 (esse é o valor de Diego)
z Somas Internas
a c a+b c+d
= = =
b d b d
É possível, ainda, trocar o numerador pelo denominador ao efetuar essa soma interna,
desde que o mesmo procedimento seja feito do outro lado da proporção.
a c a+b c+d
= = =
b d a c
Vejamos um exemplo:
x 2
=
14 - x 5
x + 14 - x 2+5
=
x 2
14 7
=
x 2
7 · x = 2 · 14
14 · 2
x= =4
7
Importante!
Vale lembrar que essa propriedade também serve para subtrações internas.
MATEMÁTICA
a c a + 2b c + 2d
= = =
b d b d
15
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Vejamos um exemplo para melhor entendimento:
Uma empresa vai dividir o prêmio de R$ 13.000 proporcionalmente ao número de anos
trabalhados. São dois funcionários que trabalham há 2 anos na empresa e três funcionários
que trabalham há 3 anos.
Seja A o prêmio dos funcionários com 2 anos e B o prêmio dos funcionários com 3 anos de
empresa, temos:
A B
=
2 3
2A + 3B = 13.000
Agora, multiplicando em cima e embaixo de um lado por 2 e do outro lado por 3, temos:
2A 3B
=
4 9
2A 3B 2A + 3B
= =
4 9 4+9
2A 3B 2A + 3B 13.000
= = = = 1.000
4 9 4+9 13
Logo,
2A
= 1.000
4
2A = 4 · 1.000
2A = 4.000
A = 2.000
3B
= 1.000
9
3B = 9 · 1.000
3B = 9.000
B = 3.000
Sendo assim, os funcionários com 2 anos de casa receberão R$ 2.000 de bônus. Já os fun-
cionários com 3 anos de casa receberão R$ 3.000 de bônus.
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O total pago pela empresa será:
REGRA DA SOCIEDADE
Diretamente Proporcional
Um dos tópicos mais comuns em questões de prova é “dividir uma determinada quantia
em partes proporcionais a determinados números. Vejamos um exemplo para entendermos
melhor como esse assunto é cobrado:
A quantia de 900 mil reais deve ser dividida em partes proporcionais aos números 4, 5 e 6.
A menor dessas partes corresponde a:
Primeiro vamos chamar de X, Y e Z as partes proporcionais, respectivamente a 4, 5 e 6.
Sendo assim, X é proporcional a 4, Y é proporcional a 5 e Z é proporcional a 6, ou seja, pode-
mos representar na forma de razão. Veja:
X Y Z
= = = constante de proporcionalidade.
4 5 6
X+Y+Z 900.000
= 60.000
4+5+6 15
X
= 60.000
4
X = 60.000 · 4
X = 240.000
Inversamente Proporcional
É um tipo de questão menos recorrente, mas não menos importante. Consiste em distri-
buir uma quantia X a três pessoas, de modo que cada uma receba um quinhão inversamente
proporcional a três números. Vejamos um exemplo:
Suponha que queiramos dividir 740 mil em partes inversamente proporcionais a 4, 5 e 6.
Vamos chamar de X as quantias que devem ser distribuídas inversamente proporcionais a
4, 5 e 6, respectivamente. Devemos somar as razões e igualar ao total que deve ser distribuí-
do para facilitar o nosso cálculo, veja:
MATEMÁTICA
X X X
+ + = 740.000
4 5 6
Agora vamos precisar tirar o M.M.C. (mínimo múltiplo comum) entre os denominadores
para resolvermos a fração.
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4–5–6|2
2–5–3|2
1–5–3|3
1–5–1|5
1 – 1 – 1 | 2 · 2 · 3 · 5 = 60
Agora basta substituir o valor de X nas razões para achar cada parte da divisão inversa.
x 1.200.000
= = 300.000
4 4
x 1.200.000
= = 240.000
5 5
x 1.200.000
= = 200.000
6 6
PORCENTAGEM
A porcentagem é uma medida de razão com base 100. Ou seja, corresponde a uma fração
cujo denominador é 100. Vamos observar alguns exemplos e notar como podemos represen-
tar um número porcentual.
30
30% = (forma de fração)
100
30
30% = = 0,3 (forma decimal)
100
30 3
30% = = (forma de fração simplificada)
100 10
30 3
30% = = 0,3 =
100 10
Número Relativo
A porcentagem traz uma relação entre uma parte e um todo. Quando dizemos 10% de
1000, o 1000 corresponde ao todo. Já o 10% corresponde à fração do todo que estamos especi-
ficando. Para descobrir a quanto isso corresponde, basta multiplicar 10% por 1000.
10 · 1.000 = 100
10% de 1.000 =
100
Dessa maneira, 1.000 é todo, enquanto 100 é a parte que corresponde a 10% de 1.000.
Lembre-se: quando o todo varia, a porcentagem também varia!
Veja um exemplo:
Roberto assistiu 2 aulas de Matemática Financeira. Sabendo que o curso que ele comprou
possui um total de 8 aulas, qual é o percentual de aulas já assistidas por Roberto?
O todo de aulas é 8. Para descobrir o percentual, devemos dividir a parte pelo todo e obter
uma fração.
2 1
=
8 4
1 · 100 = 25%
4
Dica
A avaliação do crescimento ou da redução percentual deve ser feita sempre em relação
ao valor inicial da grandeza.
Como o resultado foi negativo, podemos afirmar que houve uma redução percentual de
10% nas aulas ainda não assistidas por Juliano. O enunciado está errado ao afirmar que essa
redução foi de 20%.
DIRETAMENTE
+ / + OU - / -
PROPORCIONAL
PROPORCIONAL + / - OU - / +
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Aqui, uma grandeza aumenta e a outra diminui (sinais diferentes).
Agora, vamos esquematizar a maneira que iremos resolver os diversos problemas:
DIRETAMENTE
Multiplica cruzado
PROPORCIONAL
INVERSAMENTE
Multiplica na horizontal
PROPORCIONAL
z Um muro de 12 metros foi construído utilizando 2.160 tijolos. Caso queira construir um
muro de 30 metros nas mesmas condições do anterior, quantos tijolos serão necessários?
30 m -------- X (tijolos)
Veja que de 12m para 30m tivemos um aumento (+) e que para fazermos um muro maior
vamos precisar de mais tijolos, ou seja, também deverá ser aumentado (+). Logo, as grande-
zas são diretamente proporcionais e vamos resolver multiplicando cruzado. Observe:
30 m -------- X (tijolos)
12 · X = 30 · 2160
12X = 64.800
X = 5.400 tijolos
Veja que de 5 (prof.) para 30 (prof.) tivemos um aumento (+), mas, como agora estamos
com uma equipe maior, o trabalho será realizado de forma mais rápida. Logo, a quantidade
de dias deverá diminuir (-). Desta forma, as grandezas são inversamente proporcionais e
vamos resolver multiplicando na horizontal. Observe:
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5 (prof.) 12 (dias)
30 (prof.) X (dias)
30 · X = 5 · 12
30X = 60
X=2
A regra de três composta envolve mais de duas variáveis. As análises sobre se as grandezas
são diretamente e inversamente proporcionais devem ser feitas cautelosamente levando em
conta alguns princípios:
Vamos analisar alguns exemplos e ver na prática como isso tudo funciona:
Da mesma forma que na regra de três simples, vamos montar a relação entre as grandezas
e analisar cada uma delas isoladamente duas a duas.
40 ? ?
= ·
X ? ?
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40 3 ?
= ·
X 6 ?
Perceba que de 1.000 panfletos para 2.000 panfletos o valor aumenta (+) e que o tempo
também irá aumentar (+). Logo, as grandezas são diretas e devemos manter a razão.
40 3 1000
= ·
X 6 2000
40 3000
X
= 12000
3X = 40 · 12
3X = 480
X = 160
Um texto ocupa 6 páginas de 45 linhas cada uma, com 80 letras (ou espaços) em cada
linha. Para torná-lo mais legível, diminui-se para 30 o número de linhas por página e
para 40 o número de letras (ou espaços) por linha. Considerando as novas condições,
determine o número de páginas ocupadas.
Já aprendemos o passo a passo no exemplo anterior. Aqui vamos resolver de maneira mais
rápida.
Perceba que de 45 linhas para 30 linhas o valor diminui (–) e que o número de páginas irá
aumentar (+). Logo, as grandezas são inversas e devemos inverter a razão.
6 30 ?
= ·
X 45 ?
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Analisando isoladamente duas a duas:
Veja que de 80 letras para 40 letras o valor diminui (–) e que o número de páginas irá
aumentar (+). Logo, as grandezas são inversas e devemos inverter a razão.
6 30 40
X
=
45
· 80
6 2 1
= ·
X 3 2
6 2
=
X 6
2X = 36
X = 18
O número de páginas a serem ocupadas pelo texto respeitando as novas condições é igual
a 18.
A média aritmética é um valor que pode substituir todos os elementos de uma lista sem
alterar a soma dos elementos da lista. Considere que há uma lista de n números (x1, x2, x3, ...,
xn). A soma dos termos desta lista é igual a (x1 + x2 + x3 + ... + xn).
Para calcular a média aritmética de uma lista de números, basta somar todos os elemen-
tos e dividir pela quantidade de elementos. Ou seja,
x1 + x2 + ... + xn
x=
n
Veja um exemplo: Calcular a média aritmética dos números 5, 10, 15, 20, 50.
5+10+15+20+50
X= = 100 = 20.
5 5
Média Ponderada
Interpretando a fórmula, temos uma lista de números (x1, x2, x3, ..., xn) com pesos respecti-
vos (p1, p2, p3, ..., pn), então, a média aritmética ponderada é dada pela fórmula apresentada
acima.
Veja um exemplo: Um aluno prestou vestibular para Engenharia e realizou provas de
Matemática, Física, Química, História e Biologia. Suponha que o peso de Matemática seja 4,
de Física seja 4, de Química seja 2, de História seja 1 e de Biologia seja 1. Suponha ainda que
o estudante obteve as seguintes notas:
100,3
X= = 8,35833...
12
JUROS SIMPLES
“Juros” é o termo utilizado para designar o “preço do dinheiro no tempo”. Quando você
pega certa quantia emprestada no banco, o banco te cobrará uma remuneração em cima do
valor que ele te emprestou, pelo fato de deixar você ficar na posse desse dinheiro por um
certo tempo. Esta remuneração é expressa pela taxa de juros.
Nos juros simples a incidência recorre sempre sobre o valor original. Veja um exemplo
para melhor entender.
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Exemplo 1:
Digamos que você emprestou 1000,00 reais, em um regime de juros simples de 5% ao mês,
para um amigo e que o mesmo ficou de quitar o empréstimo após 5 meses. Então temos o
seguinte:
J=C·i·t
M=C+J
M = C · (1 + i ·J)
Onde,
J = juros
C = capital
i = taxa em percentual (%)
t = tempo
M = montante
Para aplicar corretamente uma taxa de juros, é importante saber a unidade de tempo sobre a qual a taxa
de juros é definida. Isto é, não adianta saber apenas que a taxa de juros é de “5%”. É preciso saber se essa taxa é
mensal, bimestral, anual etc. Dizemos que duas taxas de juros são proporcionais quando guardam a mesma pro-
porção em relação ao prazo. Por exemplo, 12% ao ano é proporcional a 6% ao semestre, e também é proporcional
a 1% ao mês.
Basta efetuar uma regra de três simples. Para obtermos a taxa de juros bimestral, por
exemplo, que é proporcional à taxa de 12% ao ano:
Podemos substituir 1 ano por 12 meses, para deixar os valores da coluna da direita na
mesma unidade temporal, temos:
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Efetuando a multiplicação cruzada, temos:
Duas taxas de juros são equivalentes quando são capazes de levar o mesmo capital inicial
C ao montante final M, após o mesmo intervalo de tempo.
Uma outra informação muito importante e que você deve memorizar é que o cálculo de
taxas equivalentes quando estamos no regime de juros simples pode ser entendido assim:
1% ao mês equivale a 6% ao semestre ou 12% ao ano, e levarão o mesmo capital inicial C ao
mesmo montante M após o mesmo período de tempo.
Importante!
No regime de juros simples, taxas de juros proporcionais são também taxas de juros
equivalentes.
EQUAÇÃO DO 1° E 2° GRAUS
10x = 5x + 20
10x – 5x = 20
5x = 20
20
x= 5
Isolamos o “x” transferindo o seu coeficiente “5”, com o sinal trocado, ou seja, como uma
MATEMÁTICA
divisão.
x=4
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O valor de x que torna a igualdade correta é chamado de “raiz da equação”. Uma equação
de primeiro grau sempre tem apenas uma raiz. Veja que se substituirmos o valor encontrado
de “x” na equação, ela ficará igual a zero em ambos os lados. Observe:
x=4
10x = 5x + 20
10 · 4 = 5 · 4 + 20
40 = 40
40 – 40 = 0
Equações do segundo grau são equações nas quais o maior expoente de x é igual a 2.
Sua forma geral é expressa por:
ax2 + bx + c = 0
As equações de segundo grau têm duas raízes, isto é, existem dois valores de x que tornam
a igualdade verdadeira.
Vamos achar as raízes por meio da fórmula de Bhaskara. Basta identificar os coeficientes
a, b e c e colocá-los na seguinte expressão:
-b ! D
2a
Δ = b2 – 4ac
28
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Desta maneira, temos que:
2
x = -b ! b - 4ac
2a
Veja o sinal ± presente na expressão acima. É ele que permitirá obtermos dois valores para
as raízes, um valor utilizando o sinal positivo (+) e outro valor utilizando o sinal negativo (–).
Vamos aplicar em um exemplo: calcule as raízes da equação x2 – 3x + 2 = 0.
2
x = -b ! b - 4ac
2a
-(-3) ± √(-3)2 - 4 · 1 · 2
x=
2·1
x= 3! 9-8
2
x= 3!1
2
x1 = 3 + 1 = 2
2
x2 = 3 - 1 = 1
2
b
z a soma das raízes é dada por – a ;
c
z o produto das raízes é dado por a .
b 3 -
z Soma: — a = — 1 = 3;
c 2
z Produto: a = 1 = 2.
Quais são os dois números que somados resultam em “3”, e multiplicados em “2”?
z Soma: 3 = (2 + 1);
z Produto 2 = (2 · 1).
MATEMÁTICA
Logo, 2 e 1 são as raízes dessa equação. Exatamente igual ao que achamos usando a fór-
mula de Bhaskara.
29
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SISTEMA DE EQUAÇÕES DO 1° GRAU
Em alguns casos, pode ser que tenhamos mais de uma incógnita. Imagine que um exercí-
cio diga que: x + y = 10.
Perceba que há infinitas possibilidades de x e y que tornam essa igualdade verdadeira: 2 e
8, 5 e 5, 15 e –5 etc. Por esse motivo, faz-se necessário obter mais uma equação envolvendo as
duas incógnitas para poder chegar nos seus valores exatos. Veja o exemplo:
*
x + y = 10
4x - y = 5
A principal forma de resolver esse sistema é usando o método da substituição. Este método
é muito simples, e consiste basicamente em duas etapas:
Dica
Método da substituição:
� isolar uma das variáveis em uma das equações;
� substituir essa variável na outra equação pela expressão achada no item anterior.
z multiplicar uma das equações por um número que seja mais conveniente para eliminar
30 uma variável;
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z somar as duas equações, de forma a ficar apenas com uma variável.
Veja o exemplo:
*
x + y = 10
4x - y = 5
Nesse exemplo não vamos precisar fazer uma multiplicação, pois já temos a condição
necessária para eliminarmos o “y” da equação. Então devemos fazer apenas a soma das
equações. Veja:
*
x + y = 10
4x - y = 5
5x = 1
x + y = 10
3 + y = 10
y = 10 – 3
y=7
*
x + y = 10
x - 2y = 4
(
- x - y = - 10
x - 2y = 4
Fazendo a soma:
(
- x - y = - 10
x - 2y = 4
–3y = –6
–6
y = –3
y= 2
MATEMÁTICA
x + y = 10
x + 2 = 10
x = 10 – 2
x=8
31
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RELAÇÃO ENTRE GRANDEZAS: TABELAS E GRÁFICOS
A apresentação de dados estatísticos por meio de tabelas e gráficos fazem parte do ramo
da Estatística Descritiva. Esta tem por objetivo descrever um conjunto de dados, resumindo
as suas informações principais. Para isso, as tabelas e gráficos estatísticos são ferramentas
muito importantes.
TABELAS
Para descrever um conjunto de dados, um recurso muito utilizado são tabelas, como essa
a seguir, referente à observação da variável “Sexo dos moradores de São Paulo”:
32
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Quando isto acontece, é importante resumir os dados de maneira que fique mais fácil para
uma leitura e interpretação da tabela. Na ocasião, vamos criar intervalos que chamaremos
de “Classes”.
O símbolo “|” significa que o valor que se encontra ao seu lado está incluído na classe. Por
exemplo, 1,50 | - 1,60 nos indica que as pessoas com altura igual a 1,50 são contadas entre as
que fazem parte dessa classe, porém as pessoas com exatamente 1,60 não são contabilizadas.
Veja novamente a última tabela, agora com a coluna de frequências absolutas acumuladas
à direita:
GRÁFICOS ESTATÍSTICOS
Uma outra maneira muito utilizada para a Estatística Descritiva são os gráficos. Vejamos
a seguir alguns tipos.
Utilizamos o gráfico de colunas ou barras justapostas para dados agrupados por valor ou
por atributo. Vamos supor que estamos interessados nas idades de alguns alunos. O gráfico
MATEMÁTICA
33
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Idade X Frequência
25
Agora suponha, por exemplo, que queremos saber a cidade natal de alguns alunos. Como
algumas cidades possuem nomes muito grandes, poderíamos optar em usar um gráfico de
barras justapostas. Veja:
Salvador
Florianópolis
Rio de Janeiro
São Paulo
0 2 4 6 8 10 12 14
Esse gráfico tem a vantagem de mostrar rapidamente a relação com o total de observa-
ções. Vamos supor que analisamos as notas trimestrais de alguns alunos. Veja como fica a
disposição usando o gráfico de pizza.
Gráfico de Linha
São mais utilizados nas representações de séries temporais. Vamos analisar a evolução
de um ano para o outro, se houve um crescimento ou um decréscimo no número de alunos
dentre as séries que estão em evidência para estudo dentro da escola. Observe:
34
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Evolução anual no número de alunos do sétimo ao nono anos
35
30
25
20
15
10
5
0
2017 2018 2019 2020
Histograma
Esses dados podem ser resumidos com um histograma, como mostra o gráfico a seguir.
16
14
12
10
8
6
4
2
0
(10 - 15) (15 - 20) (20 - 25) (25 - 30)
Foram várias as unidades de medidas usadas ao longo do tempo desde a antiguidade. Não
há muito tempo, o número de sapatos no Brasil era medido através do tamanho de feijões
colocados um do lado do outro em sua maior extensão. Isso ocorria na zona rural, onde, para
comprar sapatos na cidade, uma pessoa fazia as compras para os outros, essa foi a origem do
número/tamanho dos sapatos no Brasil, mas em outros países, os valores são outros.
35
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Os pés, antebraço, braço de governantes eram as medidas usadas nos países europeus.
Devido a essa diversidade, a França convocou seus melhores cientistas para gerar um siste-
ma métrico que pudesse servir de base para relações internas e internacionais.
A França, no final do século XVIII, ofereceu ao mundo o Sistema Métrico Decimal ou Siste-
ma Internacional de Unidades (SI) com valores objetivos para as várias grandezas de compri-
mento, massa, tempo, principalmente, e seus múltiplos e submúltiplos.
A medida de comprimento padrão do SI é o metro (m), cujos múltiplos são quilômetro
(km), hectômetro (hm), decâmetro (dam), e os submúltiplos são decímetro (dm), centímetro
(cm) e milímetro (mm). Existem mais múltiplos e submúltiplos que não são tão importantes
nessa fase de sua formação, o que não o impede de pesquisá-los.
As relações dos valores dos múltiplos e submúltiplos do metro são mostrados na tabela
abaixo.
Dica
Para transformar m em km, você deve pensar que o km é 1000 vezes maior que o m, logo
o valor final de m deverá ser um número 1000 vezes menor que o valor inicial dado, i.e, se
o desejo é transformar 10 m em km, a relação usada será 10/1000 = 0,01. Não faz sentido
o m ser maior que o km!
K_ h_ da_ x_ d_ c_ m_
÷ 10 ÷ 10 ÷ 10 ÷ 10 ÷ 10 ÷ 10
As medidas de área são diretamente derivadas do metro (m), assim como as de volume
que serão estudadas a seguir. O ponto central é a medida m2 e seus múltiplos e submúltiplo
são o km2, o hm2, o dam2 e os submúltiplos do m2 são o dm2, o cm2 e o mm2. As conversões de
medidas elevadas ao expoente 2 (ao quadrado) são feitas via múltiplos de 102 (100), veja a
figura:
36
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100x 100x 100x 100x 100x 100x
K_ h_ da_ x_ d_ c_ m_
A tabela de conversão de expoentes cúbicos requer que a conversão seja feita usando 103
(1000), veja a tabela abaixo.
K_ h_ da_ x_ d_ c_ m_
Acompanhe na tabela a seguir, onde estão resumidos os vários tipos de medidas para uma
visão geral sobre o assunto.
MEDIDA
TIPOS DE MÚLTIPLOS SUBMÚLTIPLOS
BASE
MEDIDAS
quilo (k) hecto (h) deca (da) deci (d) centi (c) mili (m)
decalitro centilitro mililitro
MATEMÁTICA
ÂNGULO
Ângulo é a medida de uma abertura delimitada por duas semirretas. Veja na figura a seguir
o ângulo A, que é a abertura delimitada pelas duas semirretas desenhadas:
Como 360o representam uma volta completa, 180º representam meia-volta, como você
pode ver a seguir
180°
Por sua vez, 90o representa metade de meia-volta, isto é, ¼ de volta. Esse ângulo é conhe-
cido como ângulo reto e tem uma representação bem característica:
90°
38
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Os ângulos podem ser classificados quanto ao valor do ângulo em relação à 90°:
z Ângulos agudos: são aqueles ângulos inferiores à 90°. Ex.: 30o, 42o, 63o;
z Ângulos obtusos: são aqueles ângulos superiores à 90o. Ex.: 100o, 125o e 155o.
A semirreta que divide um ângulo em duas partes iguais é denominada bissetriz. Veja:
A/2
A/2
Agora observe esse cruzamento de retas. Vamos tirar algumas conclusões interessantes.
C A
D
Os ângulos formados pelo cruzamento das retas são denominados ângulos opostos pelo
vértice e tem o mesmo valor, ou seja, A = C e B = D.
Os ângulos A e B são suplementares, pois a soma entre eles é de 180o, assim como a soma
dos ângulos B e C, C e D, e D e A.
Ângulos opostos pelo vértice têm a mesma medida.
Uma outra unidade de medida de ângulos é chamada de “radianos”. Dizemos que 180o
correspondem a π (“pi”) radianos. Vamos usar uma regra de três simples para convertermos
qualquer ângulo em radianos. Veja, vamos converter 60o para radianos:
39
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PERÍMETRO
FORMA E ÁREA
Retângulo
h h
Área do Retângulo
Para calcularmos a área, vamos fazer a multiplicação de sua base (b) pela sua altura (h),
conforme a fórmula:
A=b·h
Quando trabalhamos o conceito e cálculo de áreas das figuras geométricas, usamos a uni-
dade ao quadrado que no nosso exemplo tínhamos centímetros e passamos para centímetros
quadrados, que neste caso é a unidade de área.
Quadrado
Nada além de um retângulo no qual a base e a altura têm o mesmo comprimento, ou seja,
todos os lados do quadrado têm o mesmo comprimento, que chamaremos de L. Veja:
40
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L
L L
A área também será dada pela multiplicação da base pela altura (b · h). Como ambas
medem L, teremos L · L, ou seja:
A = L2
Trapézio
Temos um polígono com 4 lados, sendo 2 deles paralelos entre si, e chamados de base
maior (B) e base menor (b). Temos, também, a sua altura (h) que é a distância entre a base
menor e a base maior. Veja na figura a seguir
A = (B + b) $ h
2
Losango
L L
MATEMÁTICA
L L
Para calcular a área de um losango, vamos precisar das suas duas diagonais: maior (D) e
menor (d) de acordo com a figura a seguir:
41
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L L
d
D
L L
A= D$d
2
Paralelogramo
É um quadrilátero (4 lados) com os lados opostos paralelos entre si. Esses lados opostos
possuem o mesmo tamanho.
A=b·h
Triângulo
a c
42
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a c
O lado “b”, em relação ao qual a altura foi dada, é chamado de base. Assim, calcula-se a
área do triângulo utilizando a seguinte fórmula:
A= b$h
2
a a
c
A A
z Triângulo escaleno: é o triângulo que possui os três lados com medidas diferentes, tendo
também os três ângulos internos distintos entre si:
a B c
C A
b
MATEMÁTICA
z Triângulo equilátero: é o triângulo que tem todos os lados iguais. Consequentemente, ele
terá todos os ângulos internos iguais:
43
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A
a a
h
A A
a
a 3
h=
2
Para calcular a área do triângulo equilátero usando apenas o valor da medida dos lados
(a), usamos a fórmula a seguir:
2
a 3
A=
4
B
c
a
A
b
Teorema de Pitágoras
O Teorema de Pitágoras nos dá uma relação entre a hipotenusa e os catetos, dizendo que a
soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa: a2 = b2 + c2.
Agora vamos falar sobre algumas métricas interessantes que estão presentes no triângulo
retângulo.
44
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b h c
n m
C H B
Devemos nos atentar em relação a algumas fórmulas que são extraídas do triângulo acima
que poderão nos ajudar com a resolução de algumas questões. Veja quais são:
h2 = m · n
b2 = m · a
c2 = n · a
b·c=a·h
Círculo
Todos os pontos estão a uma mesma distância em relação ao centro do círculo ou circunfe-
rência. Chamamos de raio e geralmente é representada por “r”. Veja na figura a seguir:
A área de um círculo é dada pela fórmula: A = π · r2. Na fórmula, a letra π (“pi”) representa
um número irracional que é, aproximadamente, igual a 3,14.
Vejamos um exemplo para calcular a área de um círculo com 10 centímetros de raio:
A = π · r2
A = π · (10)2
MATEMÁTICA
A = π · 100
45
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O perímetro de uma circunferência que é a mesma coisa que o comprimento da circunfe-
rência é dado por:
C=2·π·r
Para exemplificar, vamos calcular o perímetro daquela circunferência com 10cm de raio:
C = 2 · 3,14 · 10
C = 6,28 · 10 = 62,8 cm
O diâmetro (D) de uma circunferência é um segmento de reta que liga um lado ao outro da
circunferência, passando pelo centro. Veja que o diâmetro mede o dobro do raio, ou seja, 2r.
D = 2r
C B
Note que formamos uma região delimitada dentro do círculo. Essa região é chamada de
setor circular. Temos ainda um ângulo central desse setor circular simbolizado por α. Com
base neste ângulo, conseguimos determinar a área do setor circular e o comprimento do
segmento de círculo compreendido entre os pontos A e B. Sabemos que o ângulo central de
uma volta completa no círculo é 360º. E também sabemos a área desta volta completa, que é
a própria área do círculo ( π · r2). Vejamos como calcular a área do setor circular, em função
do ângulo central “α”:
360° ---------------------- π · r2
α ------------------------- Área do setor circular
2
a $ rr
360c
46
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Usando a mesma ideia, podemos calcular o comprimento do segmento circular entre os
pontos A e B, cujo ângulo central é “α” e que o comprimento da circunferência inteira é 2 πr.
Confira abaixo:
360° --------------------- 2 πr
α -------------------------- Comprimento do setor circular
a $ 2rr
360c
VOLUME
Poliedros
São figuras espaciais formadas por diversas faces, cada uma delas sendo um polígono
regular. Vamos conhecer os principais poliedros, destacando alguns pontos importantes
como área e volumes.
c a
b
a a
O cubo é um caso particular do paralelepípedo reto-retângulo, ou seja, basta que igualemos os valores de a =
b = c.
Para calcular o volume de um paralelepípedo reto-retângulo, devemos multiplicar suas três dimensões. Veja:
V=a·b·c
V = a · a · = a3
As faces do paralelepípedo são retangulares, enquanto as faces do cubo são todas quadradas.
A área total do cubo é a soma das 6 faces quadradas. Ou seja,
AT = 6a2
MATEMÁTICA
Agora, no paralelepípedo reto-retângulo, temos 2 retângulos de lados (a, b), dois retângulos
de lados (b, c) e dois retângulos de lados (b, c). Portanto, a área total de um paralelepípedo é:
47
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Prismas
Vamos estudar os prismas retos, ou seja, aqueles que têm as arestas laterais perpendicula-
res às bases. Os prismas são figuras espaciais bem parecidas com os cilindros. O que os difere
é que a base de um prisma não é uma circunferência.
O prisma será classificado de acordo com a sua base. Por exemplo, se a base for um pentá-
gono, o prisma será pentagonal.
O volume para qualquer tipo de prisma será sempre o produto da área da base pela altura.
Veja:
V = Ab · h
A área total de um prisma será a soma da área lateral com duas bases.
AT = Al + 2Ab
Cilindro
Vamos estudar o cilindro reto cujas geratrizes são perpendiculares às bases. Observe a
figura a seguir:
Base (círculo)
Geratriz
A distância entre as duas bases é chamada de altura (h). Quando a altura do cilindro é
igual ao diâmetro da base, o cilindro é chamado de equilátero.
Cilindro equilátero: ℎ = 2r
48
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H H
R C
R
Esfera
Quando estamos estudando a esfera, precisamos lembrar que tudo depende e gira em tor-
no do seu raio, ou seja, é o sólido geométrico mais fácil de trabalhar.
O raio é simplesmente a distância do centro da esfera até qualquer ponto da sua superfície.
O volume da esfera é calculado usando a seguinte fórmula:
V= 4 3
3 $ rr
A = 4 · πr2
Cone
Altura
MATEMÁTICA
Geratriz
Base
49
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Vamos extrair algumas informações:
A base de um cone é um círculo, então a área da base é πr2.
Quando “abrimos” um cone, temos seguinte figura:
Temos, também, a área lateral que é dada pela fórmula πrg , onde “g” é o comprimento da
geratriz do cone.
Para calcularmos o volume de um cone, basta sabermos que equivale a 1/3 do produto
entre a área da base pela altura. Veja:
2
rr h
V=
3
Pirâmides
A base de uma pirâmide poderá ser qualquer polígono regular, no caso estamos falando
apenas de pirâmides regulares.
Pirâmide Pirâmide
Hexagonal Heptagonal
50
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O segmento de reta que liga o centro da base a um ponto médio da aresta da base é deno-
minado “apótema da base”. Por sua vez, indicaremos por “m” o apótema da base. E o seg-
mento que liga o vértice da pirâmide ao ponto médio de uma aresta da base é denominado
“apótema da pirâmide”. Indicaremos por m′ o apótema da pirâmide. Veja:
m'
Aℓ = pm′
AT = Ab + Aℓ
O volume da pirâmide é calculado da mesma forma que o volume do cone: 1/3 do produto
da área da base pela altura. Veja:
V = Ab $ h
3
RESOLUÇÃO DE SITUAÇÕES-PROBLEMA
Agora vamos treinar o que aprendemos na teoria com exercícios comentados de diversas
bancas. Vamos lá!
a) 43 homens.
b) 45 homens.
c) 44 homens.
d) 46 homens.
e) 47 homens.
51
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A razão entre o número de mulheres e o número total de alunos é de 5/8:
M 5
=
T 8
M 5
=
120 8
8 · M = 5 · 120
8M = 600
M= 600
8
M = 75
A quantidade de homens da sala: 120 – 75 = 45 homens. Resposta: Letra B.
2. (VUNESP — 2020) Em um grupo com somente pessoas com idades de 20 e 21 anos, a razão
entre o número de pessoas com 20 anos e o número de pessoas com 21 anos, atualmente, é
4/5. No próximo mês, duas pessoas com 20 anos farão aniversário, assim como uma pessoa
com 21 anos, e a razão em questão passará a ser de 5/8. O número total de pessoas nesse gru-
po é
a) 30.
b) 29.
c) 28.
d) 27.
e) 26.
A razão entre o número de pessoas com 20 anos e o número de pessoas com 21 anos, atual-
mente, é 4/5.
120
=
4x total de 9x
121 5x
No próximo mês, duas pessoas com 20 anos farão aniversário, assim como uma pessoa com
21 anos, e a razão em questão passará a ser de 5/8.
120 4x - 2
121
= = 5
5x + 2 - 1 8
4x - 2 5
=
5x + 1 8
8 (4x – 2) = 5 (5x + 1)
32x – 16 = 25x + 5
7x = 21
x=3
52
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Para sabermos o total de pessoas, basta substituir o valor de X na primeira equação:
9x = 9 · 3 = 27 é o número total de pessoas nesse grupo. Resposta: Letra D.
3. (IBADE — 2018) Três agentes penitenciários de um país qualquer, Darlan, Arley e Wanderson,
recebem juntos, por dia, R$ 721,00. Arley recebe R$ 36,00 mais que o Darlan, Wanderson rece-
be R$ 44,00 menos que o Arley. Assinale a alternativa que representa a diária de cada um, em
ordem crescente de valores.
D + A + W = 721
A = D + 36
W = A – 44
Substituímos Arley em Wanderson:
W = A – 44
W = 36 + D – 44
W=D–8
Substituímos na fórmula principal:
D + A + W = 721
D + 36 + D + D – 8 = 721
3D + 28 = 721
3D = 721 - 28
D = 693/3
D = 231
Substituímos o valor de D nas outras:
A = D + 36
A= 231+36= 267
W = A – 44
W= 267 – 44
W= 223
Logo, os valores em ordem crescente que Wanderson, Darlan, Arley recebem são, respectiva-
mente, R$ 223,00, R$ 231,00 e R$ 267,00. Resposta: Letra D.
( ) CERTO ( ) ERRADO
53
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6x 9x 8x
+ + = 7.900
1 2 3
79x
= 7.900
6
x = 600
Sendo assim, Sandra está inversamente proporcional a:
9x
2
(valor que Sandra irá receber é maior que 2.500). Resposta: Errado.
5. (IESES — 2019) Uma escola possui 396 alunos matriculados. Se a razão entre meninos e meni-
nas foi de 5/7, determine o número de meninos matriculados.
a) 183
b) 225
c) 165
d) 154
Agora vamos treinar o que aprendemos na teoria com exercícios comentados de diversas
bancas. Vamos lá!
6. (FEPESE — 2018) Uma TV é anunciada pelo preço de R$ 1.908,00 para pagamento em 12 parce-
las de 159,00. A mesma TV custa R$ 1.410,00 para pagamento à vista. Portanto o juro simples
54 mensal incluído na opção parcelada é:
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a) Menor que 2%.
b) Maior que 2% e menor que 2,5%.
c) Maior que 2,5% e menor que 2,75%.
d) Maior que 2,75% e menor que 3%.
e) Maior que 3%.
( ) CERTO ( ) ERRADO
No regime simples, sabemos que taxas proporcionais são também equivalentes. Como temos
12 meses no ano, a taxa anual proporcional a 21%am é, simplesmente:
21% · 12 = 252% ao ano
Esta taxa de 252% ao ano é proporcional e também é equivalente a 21% ao mês. Portanto, o
item está certo. Resposta: Certo.
8. (FUNDATEC — 2020) Qual foi a taxa mensal de uma aplicação, sob regime de juros simples, de
um capital de R$ 3.000,00, durante 4 bimestres, para gerar juros de R$ 240,00?
a) 8%.
b) 5%.
c) 3%.
d) 2%.
e) 1%.
J = 240
C = 3.000
i=?
MATEMÁTICA
a) 20 meses.
b) 22 meses.
c) 24 meses.
d) 26 meses.
e) 30 meses.
J = c · i · t/100
65 = 1.200 · 2,5 · t/100
65 = 30t
t = 65/30 · 12
t = 26 meses. Resposta: Letra D.
10. (IBADE — 2019) Juliana investiu R$ 5.000,00, a juros simples, em uma aplicação que rende 3%
ao mês, durante 8 meses. Passados 8 meses, Juliana retirou todo o dinheiro e investiu somente
metade em uma outra aplicação, a juros simples, a uma taxa de 5% ao mês por mais 4 meses.
O total de juros arrecadado por Juliana após os 12 meses foi:
a) R$ 1.200,00.
b) R$ 1440,00.
c) R$ 620,00.
d) R$ 1820,00.
e) R$ 240,00.
J=C·i·t
J= 5.000 · 0,03 · 8
J= 150 · 8
J = 1.200 de lucro
Montante do aplicado com lucro M= C + J
M = 5.000 + 1.200
M = 6.200 montante inicial e lucro
Nova aplicação de metade que lucrou 6.200 / 2 = 3.100
J=C·i·t
J = 3.100 · 0,05 · 4
J = 155 · 4
J = 620 lucro da nova aplicação
Somatório dos lucros:
M = 1.200 + 620 = 1.820 dos lucros. Resposta: Letra D.
56
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Agora vamos treinar o que aprendemos na teoria com exercícios comentados de diversas
bancas. Vamos lá!
11. (CEBRASPE-CESPE — 2020) Em determinada loja, uma bicicleta é vendida por R$ 1.720 à vista
ou em duas vezes, com uma entrada de R$ 920 e uma parcela de R$ 920 com vencimento para o
mês seguinte. Caso queira antecipar o crédito correspondente ao valor da parcela, a lojista paga
para a financeira uma taxa de antecipação correspondente a 5% do valor da parcela.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
Na compra a prazo, o custo efetivo da operação de financiamento pago pelo cliente será inferior
a 14% ao mês.
( ) CERTO ( ) ERRADO
a) 10 deputadas.
b) 14 deputadas.
c) 15 deputadas.
d) 20 deputadas.
e) 25 deputadas.
50 parlamentares
Deputadas = X
Deputados = 50-X
Compareceram 20% x e 10% (50-x), totalizando 7 parlamentares. Não sabemos a quantidade
exata de cada sexo. Vamos montar uma equação e achar o valor de X.
20% x + 10% (50 – x) = 7
MATEMÁTICA
a) 45,2%.
b) 46,5%.
c) 47,8%.
d) 48,4%.
e) 49,3%.
14. (FCC — 2018) Em uma pesquisa 60% dos entrevistados preferem suco de graviola e 50% suco
de açaí. Se 15% dos entrevistados gostam dos dois sabores, então, a porcentagem de entrevis-
tados que não gostam de nenhum dos dois é de
a) 80%.
b) 61%.
c) 20%.
d) 10%.
e) 5%.
Graviola Açai
45% 35%
Nenhum = X
Vamos somar todos os valores e igualar ao total que é 100%: 45% + 15% + 35% + X = 100%
95% + X = 100%
X = 5%.
Resposta: Letra E.
15. (FUNCAB — 2015) Adriana e Leonardo investiram R$ 20.000,00, sendo o 3/5 desse valor em
uma aplicação que gerou lucro mensal de 4% ao mês durante dez meses. O restante foi investi-
do em uma aplicação, que gerou um prejuízo mensal de 5% ao mês, durante o mesmo período.
Ambas as aplicações foram feitas no sistema de juros simples.
Pode-se concluir que, no final desses dez meses, eles tiveram:
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a) prejuízo de R$2.800,00.
b) lucro de R$3.200,00.
c) lucro de R$2.800,00.
d) prejuízo de R$6.000,00
e) lucro de R$5.000,00.
16. (CEBRASPE-CESPE — 2019) No item seguinte apresenta uma situação hipotética, seguida de
uma assertiva a ser julgada, a respeito de proporcionalidade, porcentagens e descontos.
No primeiro dia de abril, o casal Marcos e Paula comprou alimentos em quantidades suficientes
para que eles e seus dois filhos consumissem durante os 30 dias do mês. No dia 7 desse mês,
um casal de amigos chegou de surpresa para passar o restante do mês com a família.
Nessa situação, se cada uma dessas seis pessoas consumir diariamente a mesma quantidade
de alimentos, os alimentos comprados pelo casal acabarão antes do dia 20 do mesmo mês.
( ) CERTO ( ) ERRADO
deve viajar de São Paulo a Brasília para uma entrega de mercadorias. Sabendo que irá percorrer apro-
ximadamente 1.100 km, ele estimou, para controlar as despesas com a viagem, o consumo de gaso-
lina do seu veículo em 10 km/L. Para efeito de cálculos, considerou que esse consumo é constante.
Considerando essas informações, julgue o item que segue.
Nessa viagem, o veículo consumirá 110.000 dm3 de gasolina.
( ) CERTO ( ) ERRADO 59
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Com 1 litro ele faz 10 km.
Sabendo que 1 L é igual a 1dm³, então podemos dizer que com 1dm³ ele faz 10km.
Portanto,
10 km -------- 1dc³
1.100 km --------- x
10x = 1.100
x = 110dm³ (a gasolina que será consumida).
Resposta: Errado.
18. (VUNESP — 2020) Uma pessoa comprou determinada quantidade de guardanapos de papel.
Se ela utilizar 2 guardanapos por dia, a quantidade comprada irá durar 15 dias a mais do que
duraria se ela utilizasse 3 guardanapos por dia. O número de guardanapos comprados foi
a) 60.
b) 70.
c) 80.
d) 90.
e) 100.
x = dias
3 guardanapos por dia -------- x
2 guardanapos por dia -------- x+15
São valores inversamente proporcionais, quanto mais guardanapos por dia, menos dias
durarão. Assim, multiplicamos na horizontal:
3x = 2 · (x+15)
3x = 30+2x
3x – 2x = 30
x = 30
Podemos substituir em qualquer uma das duas situações:
3 guardanapos · 30 dias = 90
2 guardanapos · 45 (30+15) dias = 90. Resposta: Letra D.
19. (FUNDATEC — 2017) Cinco mecânicos levaram 27 minutos para consertar um caminhão.
Supondo que fossem três mecânicos, com a mesma capacidade e ritmo de trabalho para realizar
o mesmo serviço, quantos minutos levariam para concluir o conserto desse mesmo caminhão?
a) 20 minutos.
b) 35 minutos.
c) 45 minutos.
d) 50 minutos.
e) 55 minutos.
20. (IESES — 2019) Cinco pedreiros construíram uma casa em 28 dias. Se o número de pedrei-
ros fosse aumentado para sete, em quantos dias essa mesma casa ficaria pronta?
a) 18 dias.
b) 16 dias.
c) 20 dias.
d) 22 dias.
a) 2.666.
b) 2.160.
c) 1.215.
d) 1.500.
e) 1.161.
300 -------4-------1800
270 -------3-------X
Resolvendo, temos:
4 · X · 10 = 1800 · 3 · 9
X = 1215 páginas que esse mesmo equipamento é capaz de digitalizar. Resposta: Letra C.
22. (VUNESP — 2016) Em uma fábrica, 5 máquinas, todas operando com a mesma capacidade de
produção, fabricam um lote de peças em 8 dias, trabalhando 6 horas por dia. O número de dias
necessários para que 4 dessas máquinas, trabalhando 8 horas por dia, fabriquem dois lotes
dessas peças é
a) 11.
b) 12.
c) 13.
d) 14.
e) 15.
23. (CEBRASPE-CESPE — 2018) No item a seguir é apresentada uma situação hipotética, segui-
da de uma assertiva a ser julgada, a respeito de proporcionalidade, divisão proporcional, média
e porcentagem.
Todos os caixas de uma agência bancária trabalham com a mesma eficiência: 3 desses caixas
atendem 12 clientes em 10 minutos. Nessa situação, 5 desses caixas atenderão 20 clientes em
menos de 10 minutos.
( ) CERTO ( ) ERRADO
5 · 12 · X = 10 · 3 · 20
60x = 600
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X = 10.
Os 5 caixas atenderão em exatamente 10 minutos, não em menos de 10, como a questão afir-
ma. Resposta: Errado.
24. (VUNESP — 2020) Das 9 horas às 15 horas, de trabalho ininterrupto, 5 máquinas, todas idênti-
cas e trabalhando com a mesma produtividade, fabricam 600 unidades de determinado produ-
to. Para a fabricação de 400 unidades do mesmo produto por 3 dessas máquinas, trabalhando
nas mesmas condições, o tempo estimado para a realização do serviço é de
a) 5 horas e 54 minutos
b) 6 horas e 06 minutos.
c) 6 horas e 20 minutos.
d) 6 horas e 40 minutos.
e) 7 horas e 06 minutos.
x · 3 · 6 = 360 · 5 · 4
x · 18 = 7.200
x = 7.200 ÷ 18
x = 400
Logo, transformando minutos para horas novamente, temos:
X = 400min
X = 6h40min. Resposta: Letra D.
25. (VUNESP — 2020) Em uma fábrica de refrigerantes, 3 máquinas iguais, trabalhando com capa-
cidade máxima, ligadas ao mesmo tempo, engarrafam 5 mil unidades de refrigerante, em 4
horas. Se apenas 2 dessas máquinas trabalharem, nas mesmas condições, no engarrafamento
de 6 mil unidades do refrigerante, o tempo esperado para a realização desse trabalho será de
a) 6 horas e 40 minutos.
b) 6 horas e 58 minutos.
c) 7 horas e 12 minutos.
MATEMÁTICA
d) 7 horas e 20 minutos.
e) 7 horas e 35 minutos.
2·X·5=4·6·3
10X = 72
x = 7, 2 horas (7 horas + 0,2 horas = 7 horas + 0,2 · 60 min = 7 horas e 12 minutos)
Obs.: para transformar horas em minutos, basta multiplicarmos o número por 60 min. Logo,
0,2 horas = 0,2 · 60 = 120 ÷ 10 = 12 min. Resposta: Letra C.
26. (VUNESP — 2018) Em um concurso somente para os cargos A e B, cada candidato poderia
fazer inscrição para um desses cargos. Sabendo que o número de candidatos inscritos para o
cargo A era 3000 unidades menor que o número de candidatos inscritos para o cargo B, e que a
razão entre os respectivos números, nessa ordem, era igual a 0,4, então é verdade que o número
de candidatos inscritos para o cargo B correspondeu, do total de candidatos inscritos, a
3
a) 7
5
b) 9
4
c) 7
2
d) 3
5
e) 7
A = B – 3.000
A
b
= 0,4
A = 0,4B
Substituindo essa última equação na primeira, temos:
0,4B = B – 3.000
3.000 = B – 0,4B
3.000 = 0,6B
3.000
B = 0, 6
B = 5.000
Lembrando que A = 0,4B, podemos obter o valor de A:
A = 0,4 · 5.000
A = 2.000
Total: A + B = 5.000 + 2.000 = 7.000
O número de inscritos para o cargo B, em relação ao total, será:
5.000 5
7.000
=
7
. Resposta: Letra E.
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27. (FGV — 2017) O número de balas de menta que Júlia tinha era o dobro do número de balas
de morango. Após dar 5 balas de cada um desses dois sabores para sua irmã, agora o número
de balas de menta que Júlia tem é o triplo do número de balas de morango. O número total de
balas que Júlia tinha inicialmente era:
a) 42.
b) 36.
c) 30.
d) 27.
e) 24.
Me = 2 · Mo
Após dar 5 balas = Me – 5 e Mo – 5. Agora, as de menta são o triplo das de morango:
Me – 5 = 3 · (Mo – 5)
Me – 5 = 3 · Mo – 15
Me = 3 · Mo – 10
Na segunda equação podemos substituir Me por 2 · Mo.
2 · Mo = 3 · Mo – 10
10 = 3 · Mo – 2 · Mo
10 = Mo
O valor de Me é:
Me = 2 · Mo
Me = 2 · 10
Me = 20
Total: 10 + 20 = 30 balas. Resposta: Letra C.
( ) CERTO ( ) ERRADO
Seja “a” a quantidade de pedidos de patentes da indústria alimentícia. Foi dito que esse total
MATEMÁTICA
( ) CERTO ( ) ERRADO
( ) CERTO ( ) ERRADO
29. (VUNESP — 2018) Uma praça retangular, cujas medidas em metros, estão indicadas na
figura, tem 160m de perímetro.
× + 20
Figura fora de escala
Sabendo que 70% da área dessa praça estão recobertos de grama, então, a área não recoberta
com grama tem
a) 450 m2.
b) 500 m2.
c) 400 m2.
d) 350 m2.
e) 550 m2.
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Foi dado o perímetro dessa praça, que corresponde à soma de todos os lados. Logo:
2x + 2(x + 20) = 160
2x + 2x + 40 = 160
4x = 120
x = 30 m
A área, portanto, será:
Área = 30 · (30 + 20)
Área = 30 · 50 = 1500 m²
Como 70% está recoberta por grama, 100 – 70 = 30% não é recoberta. Logo:
Área não recoberta = 0,3 · 1500 = 450 m². Resposta: Letra A.
30. (CEBRASPE-CESPE — 2018) Os lados de um terreno quadrado medem 100 m. Houve erro
na escrituração, e ele foi registrado como se o comprimento do lado medisse 10% a menos que
a medida correta. Nessa situação, deixou-se de registrar uma área do terreno igual a
a) 20 m².
b) 100 m².
c) 1.000 m².
d) 1.900 m².
e) 2.000 m².
31. (IDECAN — 2018) A figura a seguir é composta por losangos cujas diagonais medem 6 cm e 4
cm. A área da figura mede
a) 48 cm2.
b) 50 cm2.
c) 52 cm2.
d) 60 cm2.
MATEMÁTICA
e) 64 cm2.
a
a
C
A
a
a
Temos 4 vértices A, B, C e V. Também sabemos que temos 4 faces. O número de arestas pode
ser contado ou, então, obtido pela relação:
V+F=A+2
4+4=A+2
A = 6 arestas .
Resposta: Letra D.
33. (VUNESP — 2018) Em um reservatório com a forma de paralelepípedo reto retângulo, com 2,5 m
de comprimento e 2 m de largura, inicialmente vazio, foram despejados 4 m³ de água, e o nível
da água nesse reservatório atingiu uma altura de x metros, conforme mostra a figura.
2,5
Sabe-se que para enchê-lo completamente, sem transbordar, é necessário adicionar mais 3,5
m³ de água. Nessas condições, é correto afirmar que a medida da altura desse reservatório,
indicada por h na figura, é, em metros, igual a
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a) 1,25.
b) 1,5.
c) 1,75.
d) 2,0.
e) 2,5.
O volume total do reservatório é de 4 + 3,5 = 7,5m3. Usando a fórmula para calcular o volume,
ou seja,
Volume = comprimento x largura x altura
7,5 = 2,5 · 2 · h
3=2·h
h = 1,5m
Resposta: Letra B.
ANOTAÇÕES
MATEMÁTICA
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ANOTAÇÕES
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