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Ex “d” – Invólucro à prova de explosão

Exemplos de instalação de painéis de campo

169
Exemplo de ingresso de água no interior de
invólucros metálicos à prova de explosão

Caixas Ex “d” com juntas planas flangeadas não protegidas contra ingresso de água e corrosão

170
Proteção de juntas flangeadas Ex “d” contra corrosão e ingresso
de água – Aplicação de graxa à base de silicone ou vaselina

Graxa para proteção de juntas metálicas


Ex “d” roscadas e flangeadas

• Graxa apropriada para proteção contra ingresso


de água e proteção anticorrosiva de juntas de
invólucros metálicos de equipamentos elétricos à
prova de explosão.

• Normas de referência: ABNT NBR IEC 60079-14 e


ABNT NBR IEC 61892-7

• Propriedade condutiva, permitindo a


continuidade elétrica do aterramento ou da
Requisitos de equipotencialização entre as partes metálicas
instalação indicados
na Seção 14.3 da • Pode ser utilizada tanto em juntas metálicas
Norma NBR IEC planas flangeadas (fixadas por parafusos) ou em
60079-14 (2016) e juntas metálicas roscadas
na Seção 13.3 da
Norma NBR IEC • Número de Material no SAP:
61892-7 (2017) NM 11.747.019
171
Proteção de juntas flangeadas Ex “d” contra corrosão e
ingresso de água – Aplicação de vaselina industrial

DESCRIÇÃO SIMPLIFICADA DESCRIÇÃO SAP NM SAP EMBALAGEM


Vaselina sólida Vaselina sólida, lata com 1 kg 10.217.618 Lata / 1 kg
Vaselina sólida com antioxidante Vaselina sólida, frasco com 910 g, com antioxidante 11.301.565 Frasco / 910 g
Vaselina sólida Vaselina sólida em frasco de 250 g 12.038.942 Frasco / 250 g
Vaselina sólida Vaselina sólida em bisnaga de 30 g 11.522.628 Bisnaga / 30 g
Vaselina sólida com antioxidante Vaselina sólida em lata com 410 g com antioxidante 10.668.047 Lata / 410 g
Vaselina sólida com antioxidante Vaselina sólida, frasco com 400 g com antioxidante 11.166.442 Frasco / 400 g
Vaselina sólida com antioxidante Vaselina sólida, frasco com 910 g, com antioxidante 10.631.093 Frasco / 910 g
Vaselina sólida Vaselina sólida, balde com 3 kg, Allchem 295 11.548.588 Balde / 3 kg
Vaselina sólida Vaselina sólida, frasco com 910 g 10.941.302 Frasco / 910 g
Vaselina sólida Vaselina em frasco com 25 g, LBS 11.327.663 Frasco / 25 g

Requisitos de instalação
indicados na Seção 14.3
da Norma ABNT NBR IEC
60079-14 (2016) e na
Seção 13.3 da Norma
ABNT NBR IEC 61892-7
(2017)
172
Proteção de juntas flangeadas Ex “d” contra corrosão e ingresso
de água – Aplicação de fita impregnada com graxa

Especificação Técnica:
• Fita industrial para proteção contra ingresso de água e
proteção anticorrosiva de juntas planas flangeadas de
invólucros de equipamentos elétricos à prova de explosão.
• Normas de referência: NBR IEC 60079-14 e
NBR IEC 61892-7.
• Totalmente impregnada e recoberta em uma das faces com
graxa saturada microcristalina à base de derivado de petróleo,
do tipo “Wax Tape”.
• Resistente a raios ultravioleta (UV), impermeável à água e à
ataques ácidos de ambientes industriais. Sem adição de
solventes. Teste de tensão de ruptura de 10 kV. Temperatura
de serviço até 70 ºC.
• Espessura média de 1,2 mm. Fita com largura de 50 mm. Rolo
contendo 10 m de comprimento.
• Referências: Denso Densyl Tape ou Petrowrap MT Tape ou
Trenton # 1 Wax Tape
•Número de Material no SAP: NM 10.398.021
Esta fita pode ser utilizada em qualquer equipamento “Ex”
marcado para o Grupo IIA.
Requisitos de instalação indicados na
Em equipamentos “Ex” para o Grupo IIB, a fita pode ser
Norma ABNT NBR IEC 60079-14 utilizada nos casos em que o MESG seja até 0,1 mm, conforme
e na Norma ABNT NBR IEC 61892-7 requerido nestas Normas ABNT NBR IEC sobre montagem “Ex”.

173
Proteção de juntas flangeadas Ex “d” contra corrosão e ingresso
de água – Aplicação de fita impregnada com graxa

Requisito de instalação indicado na Norma ABNT NBR IEC 60079-14 e na Norma ABNT NBR IEC 61892-7

174
CRITÉRIOS PARA INSTALAÇÃO DE UNIDADES SELADORAS EX “D”
EM SISTEMAS DE FIAÇÃO COM ELETRODUTOS

Acessórios Ex “d”: niple


e união macho/fêmea Área Classificada

Área não
classificada
Mínimo
possível

Critério da Fronteira: Unidades


seladoras Ex “d” devem ser
Critério do Invólucro: Unidades seladoras Ex “d” instaladas em eletrodutos, no
devem ser instaladas junto a cada conexão roscada em ponto de passagem por fronteira de
um invólucro metálico do tipo à prova de explosão mudança de classificação de área.
Norma Técnica Brasileira adotada ABNT NBR IEC 60079-14/2016 - Seção 14.4: Unidades seladoras de eletrodutos devem ser fornecidas como parte
do invólucro à prova de explosão ou instaladas logo após ou o mais perto possível da entrada do invólucro à prova de explosão, utilizando uma
quantidade mínima de acessórios.
Uma unidade seladora é considerada instalada diretamente na entrada do invólucro à prova de explosão quando a unidade seladora é fixada diretamente
ou por meio de acessório necessário para instalação, de acordo com as instruções do fabricante. É recomendado que a distância a partir da face da
unidade seladora mais próxima do invólucro e da parede externa do invólucro utilizado seja tão pequena quanto possível, mas em nenhum caso maior
que o diâmetro do eletroduto ou 50 mm, o que for menor.

175
CRITÉRIOS PARA INSTALAÇÃO DE UNIDADES SELADORAS EX “D”
EM SISTEMAS DE FIAÇÃO COM ELETRODUTOS

Acessórios Ex “d”: niple Eletroduto Unidade Condulete (caixa de


e união macho/fêmea flexível Ex “d” seladora Ex “d” passagem) não Ex “d”

Mínimo Eletroduto
Condulete (caixa de
possível flexível não Ex “d”
passagem) não Ex “d”
(IP55W)
Critério do Invólucro: Unidades seladoras Ex d” devem ser instaladas o mais
próximo possível a cada conexão roscada em um invólucro metálico do tipo
à prova de explosão (Norma ABNT NBR IEC 60079-14/2016 – Seção 14.4)
176
CRITÉRIOS PARA INSTALAÇÃO DE UNIDADES SELADORAS EX “D”
EM SISTEMAS DE FIAÇÃO COM ELETRODUTOS

Acessórios Ex “d”: niple Condulete (caixa de Unidade Condulete não


e união macho/fêmea passagem) Ex “d” seladora Ex “d” Ex “d” (IP55W)

Mínimo Eletroduto Condulete (caixa de


possível flexível não Ex “d” passagem) não Ex “d”
(IP55W)

Critério do Invólucro: Unidades seladoras Ex d” devem ser instaladas o mais


próximo possível a cada conexão roscada em um invólucro metálico do tipo
à prova de explosão (Norma ABNT NBR IEC 60079-14/2016 – Seção 14.4)
177
Selagem da passagem de cabos na fronteira
entre área classificada e área não classificada

 Critério da Fronteira: Selagem de cabos no ponto de passagem por fronteira de


mudança de classificação de área.

178
Seis coisas que um eletricista ou instrumentista “Ex” não
pode levar para dentro de áreas classificadas

FITA VEDA ROSCA (Fita de Teflon)


A utilização indevida de fita veda rosca (Teflon)
em juntas roscadas de invólucros metálicos à
prova de explosão altera as características de
propagação das juntas metal/metal
A utilização de fitas de teflon não é citada ou
recomendada nas Normas aplicáveis a
montagem de equipamentos “Ex”: ABNT NBR
IEC 60079-14 ou ABNT NBR IEC 61892-7
A utilização deste tipo indevido de produto
também não é indicada respectivos manuais
de instalação ou nos certificados de
conformidade “Ex” dos fabricantes.
A solução para ingresso de água no interior de
invólucros metálicos Ex “d” com entrada
roscadas que é indicada nestas Normas é a
utilização de vaselina ou de graxa à base de
silicone.

179
Seis coisas que um eletricista ou instrumentista “Ex” não
pode levar para dentro de áreas classificadas

SILICONE
A utilização indevida de silicone em juntas
planas de invólucros metálicos à prova de
explosão impede a despressurização através
das junta metal/metal
A utilização de selante do tipo silicone não é
citada nas Normas aplicáveis a montagem de
equipamentos “Ex”: ABNT NBR IEC 60079-14
ou ABNT NBR IEC 61892-7
A utilização deste tipo indevido de produto
também não é indicada respectivos manuais
de instalação ou nos certificados de
conformidade “Ex” dos fabricantes.
A solução para ingresso de água no interior de
invólucros metálicos Ex “d” com entrada
roscadas que é indicada nestas Normas é a
utilização de vaselina ou de graxa à base de
silicone.

180
Seis coisas que um eletricista ou instrumentista “Ex” não
pode levar para dentro de áreas classificadas

FITA ISOLANTE
Não podem ser utilizadas fitas isolantes em
áreas classificadas, uma vez que não são mais
permitidas a execução de “emendas” de
condutores ou de cabos em atmosferas
explosivas (ver ABNT NBR IEC 60079-14/2016 -
Seção 6.6.2 – Terminações de condutores)
A solução para a conexão de condutores em
áreas classificadas é a utilização de uma caixa
de terminais com tipo de proteção “Ex” e EPL
adequados para o local da instalação (Zonas e
Grupos)
Devem ser utilizadas, por exemplo, caixas de
terminais com tipos de proteção Ex “e” ou
Ex “t”, com invólucros plásticos, que
dispensam unidades seladoras ou prensa-
cabos Ex “d”, facilitando as atividades de
montagem, inspeção, manutenção, reparos e
recuperação “Ex”.

181
Seis coisas que um eletricista ou instrumentista “Ex” não
pode levar para dentro de áreas classificadas

CONECTORES DO TIPO “SINDAL”


Não podem ser instalados conectores do tipo
“SINDAL” em áreas classificadas, uma vez que
não são mais permitidas a execução de
“emendas” de condutores ou de cabos em
áreas classificadas (ver ABNT NBR IEC 60079-
14/2016 - Seção 6.6.2 – Terminações de
condutores)
A solução para a conexão de condutores em
áreas classificadas é a utilização de uma caixa
de terminais com tipo de proteção “Ex” e EPL
adequados para o local da instalação (Zonas e
Grupos)
Devem ser utilizadas, por exemplo, caixas de
terminais com tipos de proteção Ex “e” ou
Ex “t”, com invólucros plásticos, que
dispensam unidades seladoras ou prensa-
cabos Ex “d”, facilitando as atividades de
montagem, inspeção, manutenção, reparos e
recuperação “Ex”.
182
Seis coisas que um eletricista ou instrumentista “Ex” não
pode levar para dentro de áreas classificadas

Conduletes Ex “d” (Caixas de


passagem de cabos)
De acordo com a Norma ABNT NBR IEC 60079-14 –
Seção 14.4, uma unidade seladora Ex “d” deve ser
instalada o mais próximo possível do invólucro Ex
“d”, de forma a evitar a “soma” indevida de volumes
de equipamentos Ex “d” diferentes.

Desta forma, não podem ser instalados “conduletes”


Ex “d” (incluindo acessórios de eletrodutos ou caixas
de passagem de cabos Ex “d”) entre o invólucro Ex
“d” e a unidade seladora Ex “d”.
Norma Técnica Brasileira adotada ABNT NBR IEC 60079-14/2016 - Seção 14.4: Unidades
seladoras de eletrodutos devem ser fornecidas como parte do invólucro à prova de explosão ou
instaladas logo após ou o mais perto possível da entrada do invólucro à prova de explosão,
utilizando uma quantidade mínima de acessórios.
Conduletes podem ser instalados “após” a unidade
seladora. Neste caso, o condulete não necessita ser
Uma unidade seladora é considerada instalada diretamente na entrada do invólucro à prova de
explosão quando a unidade seladora é fixada diretamente ou por meio de acessório necessário Ex “d”, podendo possuir características técnicas tais
para instalação, de acordo com as instruções do fabricante. É recomendado que a distância a
partir da face da unidade seladora mais próxima do invólucro e da parede externa do invólucro como grau de proteção IP55W e dimensões internas
utilizado seja tão pequena quanto possível, mas em nenhum caso maior que o diâmetro do
eletroduto ou 50 mm, o que for menor.
adequadas ao raio de curvatura dos cabos.

183
Seis coisas que um eletricista ou instrumentista “Ex” não
pode levar para dentro de áreas classificadas

Eletrodutos flexíveis Ex “d”


De acordo com a Norma ABNT NBR IEC 60079-14
– Seção 14.4, uma unidade seladora Ex “d” deve
ser instalada o mais próximo possível do invólucro
Ex “d”, de forma a evitar a “soma” indevida de
volumes de equipamentos Ex “d” diferentes.

Desta forma, não podem ser instalados


eletrodutos flexíveis Ex “d” entre o invólucro Ex
“d” e a unidade seladora Ex “d”.

Eletrodutos flexíveis podem ser instalados “após”


Norma Técnica Brasileira adotada ABNT NBR IEC 60079-14/2016 - Seção 14.4: Unidades
seladoras de eletrodutos devem ser fornecidas como parte do invólucro à prova de explosão a unidade seladora. Neste caso, o eletroduto
ou instaladas logo após ou o mais perto possível da entrada do invólucro à prova de explosão,
utilizando uma quantidade mínima de acessórios. flexível não necessita ser Ex “d”, podendo possuir
Uma unidade seladora é considerada instalada diretamente na entrada do invólucro à prova
características técnicas tais como capa externa
de explosão quando a unidade seladora é fixada diretamente ou por meio de acessório metálica trançada em aço inoxidável ou latão
necessário para instalação, de acordo com as instruções do fabricante. É recomendado que a
distância a partir da face da unidade seladora mais próxima do invólucro e da parede externa niquelado.
do invólucro utilizado seja tão pequena quanto possível, mas em nenhum caso maior que o
diâmetro do eletroduto ou 50 mm, o que for menor.

184
Tipos de entrada de cabos em invólucros metálicos com
tipo de proteção Ex “d” – Entrada INDIRETA e DIRETA

185
Buchas de passagem para entrada indireta de cabos
para o interior de invólucros metálicos Ex “d”

186
Buchas de passagem para entrada indireta de cabos
para o interior de invólucros metálicos Ex “d”

Seções nominais e capacidades de corrente dos cabos nas buchas de passagem Ex “d”
(mm²) (A) mm² (A)

0,08 1,0 10,0 50,0

0,25 3,0 16,0 67,0

0,35 5,5 25,0 90,0

0,50 7,5 35,0 110,0

0,75 10,0 50,0 140,0

1,00 12,0 70,0 170,0

1,50 15,0 95,0 205,0

2,50 21,0 120,0 240,0

4,00 28,0 150,0 270,0

6,00 36,0 185,0 310,0

187
Invólucro metálico à prova de explosão com tampa
com junta roscada e entrada INDIRETA de cabos

Caixa metálica à
prova de
explosão com
tampa roscada e
bucha de
passagem Ex “d”
selada de Caixa plástica
fábrica e caixa Ex “e” com
de terminais terminais
plástica Ex “e” Ex “e” e
prensa-cabos
IP 65

188
Norma N-2919 A: Entradas INDIRETAS de cabos em motores Ex “de”

 Carcaça Ex “d” com caixa de terminais


Caixa de terminais Ex “e”
Ex “e” (força e controle)

 Entradas indiretas de cabos na carcaça

 Não requer unidades seladoras Ex “d”

 Não requer prensa-cabos Ex “d”

 Maiores facilidades de instalação,


inspeção, manutenção e reparos
quando comparado aos “antigos”
motores Ex “d” com carcaça e caixas de
terminais Ex “d” (grande quantidade de
parafusos e entrada direta de cabos)
Carcaça
Ex “d”  Exemplo de marcação:
Ex de IIA T4 Gb
Motor com tipo de proteção Ex “de”: Entradas indiretas, com carcaça Ex “d” e caixas de terminais Ex “e”
189
COMPONENTES centelhantes encapsulados em
invólucros plásticos Ex “d” com terminais Ex “e”

Componentes com invólucros


plásticos que incorporam os
tipos de proteção “db” e “eb”
em um mesmo componente
“Ex”

Exemplo de marcação:
Ex de IIC Gb

190
COMPONENTES centelhantes encapsulados em
invólucros plásticos Ex “d” com terminais Ex “e”

Disjuntor industrial
“comum” instalado no
interior de invólucro
plástico com tipo de
proteção “db” e com
terminais externos com
tipo de proteção “eb”
Exemplo de marcação:
Ex de IIC Gb (U)

191
COMPONENTES com tipos de
proteção combinada Ex de IIC Gb

 Câmara Ex “d” onde é feita a abertura e fechamento dos contatos, encapsulada em plástico
Terminais do tipo Segurança Aumentada (Ex “eb”)

Marcação de botoeira “Ex”: Ex de IIC T6 Gb


 Vantagens em relação ao Ex “d” com invólucro metálico:
 Invólucro plástico
 Não requer invólucros metálicos
 Não requer unidades seladoras
 Não requer cuidados de manutenção
tão rigorosos como Ex “d”
 Instalação mais segura pois não requer
maiores conhecimentos ou treinamento do pessoal de instalação e de manutenção
 Linha completa de componentes para painel: Contatores, disjuntores, reles térmicos,
botoeiras, chaves de comando, lâmpadas, medidores, potenciômetros, etc.
 Aplicável em: Botoeiras de comando local de motores, painéis de iluminação, Painéis de
Controle Local de instrumentação, Tomadas e Plugues em geral, motores de BT.
192
Exemplos de COMPONENTES Ex de IIC Gb

Botoeiras Instrumentos indicadores


Chaves seccionadoras Contatores 1P - 2P - 3P - 4P
Chaves de comando (até 180 A) Relés Auxiliares

Sinaleiros Relés Térmicos


Disjuntores 1P - 2P - 3P - DR

193
Plugues e Tomadas industriais de
Segurança Aumentada – Ex de IIC T6 Gb

Benefícios em relação aos plugues


e tomadas metálicas à prova de explosão:

 Padronização de dimensões, posição da pinagem,


tensão e cores de utilização (NBR IEC 60309)

 Não requerem instalação de unidades seladoras

 Possibilidade de instalação em áreas de Hidrogênio


(Grupo IIC)

 Permitem a padronização e a intercambiabilidade em


todas as Unidades da Planta

 Solução para problemas existentes de falta de


certificação, falta de padronização entre diversas
indústrias e dificuldades existentes com antigas
tomadas metálicas Ex “d”

194
Exemplo de instalação de equipamento
com marcação Ex de IIC T5 Gb

Transpetro / São Sebastião


195
Exemplo de instalação de equipamento
com marcação Ex de IIC T5 Gb

FPSO / Bacia de Santos – Pré-Sal

196
Exemplo de painel de distribuição
com marcação Ex de IIC T5 Gb

Painel “Ex” de distribuição de força – Fabricação Tramontina – Certificação IECEx


197
Requisitos de especificação de
CABOS para instalação em áreas
classificadas
ABNT NBR IEC 60079-14

198
Requisitos de especificação de cabos para instalação em
áreas classificadas - ABNT NBR IEC 60079-14

199
Ensaio de verificação de cabos
com isolamento compacto
ABNT NBR IEC 60079-14 (2016) – Anexo E -
Ensaio de respiração restrita para cabos

O ensaio é executado em uma amostra do


cabo com comprimento de 0,5 m, o qual é
conectado a um invólucro com volume de
5 L (± 2 L), totalmente fechado e selado, em
condições de temperatura ambiente estável.

O invólucro de ensaios deve ser


efetivamente selado de forma a reduzir a
perda de pressão interna através de suas
conexões e do cabo sob ensaio.

A pressão inicial de ar no interior do


invólucro de ensaio é de 0.30 kPa (30 mm de
coluna de água), a qual não deve cair para
um valor menor que 0.15 kPa dentro de um
intervalo de 5 s.

200
Cabos com isolamento compacto
ABNT NBR IEC 60079-14 (2016) - Seção 9.3.2

Propagação de explosão através do cabo

201
Requisitos de seleção de prensa-
cabos, bujões e adaptadores de rosca
para conexão em equipamentos “Ex”
ABNT NBR IEC 60079-14

202
ABNT NBR IEC 60079-14 – CRITÉRIO PARA A SELEÇÃO DE
PRENSA-CABOS, ADAPTADORES OU ELEMENTOS DE VEDAÇÃO “EX”

Tipo de proteção “Ex” do Tipo de proteção “Ex” do prensa-cabo, adaptadores


equipamento (Invólucro) ou elementos de vedação de entradas não utilizadas
Ex “d” Ex “e” Ex “n” Ex “t”
Ex “d” * --- --- ---
Ex “e” * * --- ---
Ex “i” e Ex “nL” Grupo II (a) * * * ---
Ex “i” - Grupo III (a) --- --- --- *
Ex “n” * * * ---
Ex “p” * * *b ---
Ex “pD” --- --- --- *
Ex “s” Somente se permitido pelas condições indicadas no certificado
Ex “t” --- --- --- *

* indica utilização permitida do prensa-cabo com o tipo de proteção “Ex” do invólucro indicado.
(a) Se
somente um circuito intrinsecamente seguro é aplicado, então não existem requisitos
específicos para prensa-cabos.
(b) Somente permitido para instalações que requeiram EPL Gc (Invólucro Ex pzc)

203
Exemplos de seleção de tipos de proteção de prensa-cabos, adaptadores ou
elementos de vedação “Ex” de acordo com o tipo de proteção “Ex” do invólucro

204
Prensa-cabos Ex “d” para cabos
compactos ou não compactos

Prensa-cabo Ex “d” cabo com barreira

Prensa-cabo Ex “d” cabo sem barreira

205
SELEÇÃO DE PRENSA-CABOS “EX”
ABNT NBR IEC 60079-14 (2016) - SEÇÃO 10.6.2
O sistema de entrada de cabos deve estar de acordo
com os seguintes requisitos:
a) Os prensa-cabos são selados com um composto
selante (prensa-cabos do tipo por barreira), de
acordo com a ABNT NBR IEC 60079-1 e são
certificados como um equipamento;
b) Os cabos e prensa-cabos atendem aos seguintes
requisitos:
• Os prensa-cabos estão de acordo com a ABNT
NBR IEC 60079-1 e são certificados como um
equipamento;
• Os cabos utilizados devem estar de acordo com
9.3.2 - Cabos para fiação fixa (a);
9.3.2 a) Ser encapados com material termoplástico,
termofixo ou elastomérico. Estes cabos devem ser
circulares e COMPACTOS, possuir capa e material
de preenchimento (se existente) extrudados e não
higroscópicos, ou

• O cabo conectado possui um comprimento de pelo


menos 3 m.

206
Seleção de Prensa-cabos “Ex”
ABNT NBR IEC 60079-14 (2016) - Seção 10.6.2
Seleção de prensa-cabos O sistema de entrada de cabos
deve estar de acordo com os seguintes requisitos
(continuação):
c) As entradas de cabos indiretas utilizam uma combinação de
invólucro à prova de explosão e de caixa de terminais do tipo
segurança aumentada;
d) Cabos com capa metálica e isolação mineral com ou sem capa
plástica, com prensa-cabos apropriados à prova de explosão, de
acordo com a ABNT NBR IEC 60079-1
e) Dispositivos de selagem à prova de explosão (por exemplo uma
câmera de selagem) especificada na documentação do equipamento
ou de acordo com a ABNT NBR IEC 60079-1 e utilizando um prensa-
cabo apropriado para os cabos utilizados. O dispositivo de selagem
deve incorporar um composto ou outros meios de selagem que
permitam envolver os condutores individuais
NOTA 1: O comprimento mínimo do cabo é destinado a minimizar o
potencial de propagação de gás através do cabo (ver também
ANEXO E da ABNT NBR IEC 60079-14)
NOTA 2: Se o prensa-cabo ou cabo instalado são certificados como parte
do equipamento (invólucro), então a conformidade com esta
Seção 10.6.2 não é necessária

207
Tipo de Proteção Ex “i” – Segurança
Intrínseca – ABNT NBR IEC 60079-11

 Um circuito é intrinsecamente seguro quando este não é capaz de liberar energia (centelha ou alta
temperatura) suficiente para, em condições normais ou anormais causar ignição de uma atmosfera
explosiva. (curto-circuito ou circuito aberto)
 O circuito Ex “i” é composto por: instrumento de campo, cabos de interligação e componente
associado (barreira / isolador galvânico).
 O tipo de proteção Ex “i” que provê os seguintes EPL:
Zona 0 / EPL Ga (Ex ia), Zona 1 / EPL Gb (Ex ib) ou Zona 2 / EPL Gc (Ex ic)

208
Tipos de Proteção “Ex” normalizados nas Séries
ABNT NBR IEC 60079 & ABNT NBR ISO 80079

Ex “i” - ABNT NBR IEC 60079-11


Segurança intrínseca

Exemplos de aplicação:

• Equipamentos e sistemas de
instrumentação e de automação
• Sistemas com comunicação
Fieldbus
• Sensores, transmissores,
solenoides, posicionadores
• Lanternas
• Transceptores, PDA
• [Ex i] = Equipamento associado
• Ex i = Equipamento de campo
EPL proporcionado: Ga, Gb, Gc, Da, Db
ou Dc
209
Tipo de Proteção Ex “i” – Segurança Intrínseca
A introdução de circuitos elétricos em minas de carvão

Sistema de alarme com campainha, utilizado em minas


subterrâneas de carvão do Reino Unido, por volta de
1910, utilizando um “novo” sistema elétrico para
sinalização, até então considerado “seguro”, alimentado
com bateria de 10 V.

O sistema de sinalização, composto por um conjunto de


baterias e uma campainha, era rusticamente acionado
por meio de um curto circuito, por meio do toque da pá
metálica de cavar o carvão, em dois condutores nus que
eram instalados ao longo do trajeto de galeria da mina,
desde a sua entrada na superfície até o local da
escavação subterrânea.

Este circuito energizava uma campainha que era


instalada na entrada da superfície da mina, que fazia
soar o sinal, indicando a liberação para o puxamento da
caçamba contendo carvão

210
Tipo de Proteção Ex “i” – Segurança
Intrínseca - Ensaio de centelhamento

 Dispositivo centelhador padrão para segurança intrínseca


 Ensaio de centelhamento são realizados com gases para os Grupos IIA, IIB e IIC

211
Tipo de Proteção Ex “i” – Segurança
Intrínseca - Ensaio de centelhamento

 Dispositivo centelhador padrão


para segurança intrínseca
 Ensaio de centelhamento para
Grupos de Gases IIA, IIB e IIC

212
Tipo de Proteção Ex “i” – Segurança Intrínseca
Barreiras Zener e Isoladores Galvânicos

Equipamento associado [Ex i] sem isolação elétrica: Barreiras Zener

Equipamento associado [Ex i] com isolação elétrica: Isoladores galvânicos

213
Tipo de Proteção Ex “i” – Segurança Intrínseca
Barreiras Zener e Isoladores Galvânicos

Circuito intrinsicamente seguro

214
Sistemas intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-25

Conceito de entidade
 Permite a interligação de instrumentos de campo com barreiras (componentes
associados) sem que os mesmos tenham sido certificados em conjunto.
Critérios de interconexão
 Os valores da tensão e da corrente nominais, suportadas pelos instrumentos de campo
(Ui e Ii) devem ser maiores ou iguais à tensão e à corrente geradas pela barreira (Uo e Io).

 A capacitância e a indutância do circuito de campo (Ci e Li), incluindo a fiação de interligação (Cc e
Lc), devem ser menores ou iguais à capacitância e à indutância que podem ser conectadas com
segurança à barreira (Co e Lo).

Barreira Campo Valores típicos de Capacitância e Indutância dos


Uo ≤ Ui cabos de interligação entre Instrumento +
Io ≤ Ii Junction-Box + Painel de Barreiras Ex “i”:
Co ≥ C i + C cabo C cabo = 200 nF / km
Lo ≥ L i + L cabo L cabo = 1 mH / km

215
Equipamentos intrinsecamente seguros -
ABNT NBR IEC 60079-11

216
Equipamentos intrinsecamente seguros
[associados] - ABNT NBR IEC 60079-11

217
Circuitos intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-14

218
Circuitos intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-14

Exemplo de verificação de interconexão de parâmetros Ex “i”

Transmissor de Cabo de Interconexão: Repetidor Analógico


Pressão Ex “i” Comprimento 500 m [Ex “i”]
(0,5 km)
Marcação: Indutância “típica”: Marcação:
Ex ia IIC T6 Gb 2 mH/km [Ex ib] IIC T6 Gb
L cabo = 2 mH/km x
Ui = 38 V 0,5 km = 1 mH Uo = 28,7 V
li = 103 mA Capacitância “típica”: lo = 98 mA
Pi = 0,98 W 20 nF/km Po = 0,703 W
Li = 0 mH e C cabo = 20 nF/km x Lo = 3 mH
Ci = 30 nF 0,5 km = 10 nF Co = 65 nF

219
Sistemas intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-25

Exemplo de verificação de interconexão de parâmetros Ex “i”


Equipam ento Ex-i Ui Ii Li Ci Gás
Conceito de Certificado
do
CO NFO RM. V mA mH nF
Entidade em Descrição M odelo Grupo
Segurança Sensor NJ10-30 Ex-83 / 15.5 52 0.07 210 IIC
Intrínseca Proxim idade G M -N (P+F) 2022X

Barreira Campo
Capacitância e Indutância dos cabos de Lc Cc
Uo ≤ Ui interligação:
Io ≤ Ii Lc = 1 mH/km mH nF
Cc = 200 nF/km ou dados do fabricante
Co ≥ C i + C cabo
Lo ≥ L i + L cabo Comprimento = 300 metros = 0.3 km 0.3 60
Capacitância e Indutância total: 0.37 270

Dispositivo Associado Uo Io Lo Co Gás


Certificado
do
CO NFO RM. V mA mH nF
Descrição M odelo Grupo

Isolador KD-01-Ex Ex- 11.5 25.8 46 2000 IIC


G alvânico Sense 074/95
SDCD / PLC
220
Sistemas intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-25

Exemplo de verificação de interconexão de parâmetros Ex “i”


Cabos: comprimento total de 500 m
Lc = 0.5 mH Cc = 100 nF

Barreira Campo
Uo ≤ Ui Grupo
Io ≤ Ii IIC
Co ≥ C i + C cabo
Lo L i + L cabo
Barreira
≥ Transmissor

P+F SENSE SMAR YOKOGAWA


KFD2-CR-Ex1.30 KD-21T/Ex Mod. LD 301 Mod. EJA-110A
Uo 28 V Uo 28 V Ui 30 V Ui 30 V
Io 93 mA Io 86 mA Ii 89 mA Ii 165 mA
Lo 4.2 mH Lo 5.0 mH Li 0.0 mH Li 0.73 mH
Co 130 nF Co 130 nF Ci 6,4 nF Ci 22.5 nF

221
Sistemas intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-25

Área classificada Área não classificada

Zona 0 IIB T3 Ga Zona 1 IIB T3 Gb Zona 2 IIB T3 Gc

REATOR REATOR REATOR


T-2311-02 T-2311-02 T-2311-02
Gabinete de Interface SDCD: Gabinete 4
Nível 5A Nível 5B Nível 5A Posição 62 Desenho N.º: 04689
RTD Transmissor de Caixa de Junção Interface SI
RT 101 temperatura T4010
Cabo T03 Cabo T04 Cabo T05 Cabo T105
Tipo 2345 TR 101
azul
1 1 101a 101a 1 101a
1+ 5 branco
2 2 101b 101b
3 3 2- 4 2 101b
101c 101c vermelho
3 24 V
preto
4 0
Tipo 365S Modelo 4041
BCD LTD. ASD. PTY.

Terra do Fonte de alimentação


gabinete de Gabinete Desenho
Equipamento Equipamento
CERT. PTB interfaces CERT. CEPEL N.º: 3-E-18-5678
"simples" "simples"
IECEX 06789/2013 IECEX 01234/2014
JB-2311-05

Diagrama de malhas
Típico de instalação de sistemas intrinsecamente seguros
222
Sistemas intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-25

Diagrama de malhas: Típico de instalação de sistemas intrinsecamente seguros

223
Sistemas intrinsecamente seguros
ABNT NBR IEC 60079-25 – Equipamentos “Simples”

Barreira de segurança intrínseca


Equipamento associado
[Ex ia Ga] IIC

Alimentação

Caixa de
Junção
Saída
Exemplos de equipamentos simples:
Equipamentos simples: Contatos secos, termopares, células de
• Sem baterias ou acumuladores internos carga, RTDs, caixas de junção
• Limitados a 1.5 V, 100 mA e 25 mW
• Conectados a uma única fonte de alimentação
• Sem transformação interna de tensão ou corrente
• Não necessitam possuir certificação “Ex” desde que façam parte de um circuito Ex “i”

224
Instalação de circuitos intrinsecamente
seguros - NBR IEC 60079-14

Exemplo de segregação
de circuitos
intrinsecamente seguros
e não intrinsecamente
seguros, em sistemas de
bandejamento distintos.

No caso de sistemas de
bandejamento ou
eletrodutos metálicos,
estes devem ser
aterrados, de forma a
evitar a circulação de
Exemplo de separação física entre circuitos intrinsecamente
correntes induzidas
seguros (à esquerda, na cor azul) e circuitos não
parasitas entre os dutos
intrinsecamente seguros (à direita, não em cor azul), por
de cabos.
meio de bandejas ou eletrocalhas distintas
225
Exemplos de instalação de circuitos de
Segurança Intrínseca – Ex “i”

Exemplo de
instalação de
equipamentos e
circuitos
intrinsecamente
seguros e não
intrinsecamente
seguros em áreas
classificadas –
Norma ABNT NBR
IEC 60079-14

226
Exemplos de instalação de circuitos Ex “i”

Caixas de Junção Ex “e” com circuitos Ex “i” na cor azul clara


227
Exemplos de instalação de circuitos Ex “i”

Barreiras Ex “i” com isolação galvânica integradas a SDCD (2019)

228
Exemplos de instalação de circuitos Ex “i”

Instrumentos transmissores, caixas de Junção Ex “e” com circuitos Ex “i” na cor azul clara
229
Diferentes configurações de instalação de segurança
intrínseca e de interligação com o SDCD / PLC

230
Exemplos de instrumentação de campo em áreas
classificadas com sistema de I/O Remoto Ex “i”

231
FISCO – FieldBus Intrinsecamente Seguro
ABNT NBR IEC 60079-11

Terminador Rede de dados de Fonte de alimentação


campo (Fieldbus) do sistema FISCO

T T U
I

Derivação Terminador

Rede de dados do
sistema de controle
(SDCD/PLC)
Terminal
portátil
Dispositivos de campo
intrinsecamente seguros

ÁREA CLASSIFICADA ÁREA NÃO CLASSIFICADA

232
FISCO – FieldBus Intrinsecamente Seguro
ABNT NBR IEC 60079-11

233
Exemplos de equipamentos portáteis Ex “i”

Tablet - PDA – Palm-top – Handheld computer Ex “i”


234
Exemplos de equipamentos portáteis Ex “i”

Rádios Walkie-Talkie – Multímetros – RFIDs - Lanternas Ex “i”


235
Power “i”
ABNT IEC TS 60079-39
• O princípio de operação do Power-i: Chaveamento rápido, ao invés de limitação de energia
• Tradicionalmente, a fim de evitar, de forma segura, a ocorrência de uma centelha que seja capaz de
provocar uma ignição, a potência disponível no circuito é limitada a um valor de aproximadamente
2 W.
• Assim sendo, o tipo de proteção Ex “i” é tipicamente limitado a áreas de instrumentação e
alimentação de sensores, transmissores e atuadores, com baixas cargas conectadas.
• Em um circuito protegido pelo Power-i, os dispositivos de campo, instalados em atmosferas
explosivas, com um consumo de potência de até 50 W podem ser alimentados sob os requisitos da
segurança intrínseca.

• Sob condições normais de operação do circuito, a


corrente elétrica circula sem restrições. O sistema
Power-i detecta a ocorrência de uma falta no
circuito elétrico logo no seu início e o desliga antes
da energia atingir um nível crítico de segurança

236
Power “i”
ABNT IEC TS 60079-39
Os fenômenos físicos que embasam este tipo de operação podem ser considerados simples e
conhecidos:
• O sinal elétrico característico de formação de uma centelha, tanto na sua formação (elevação
de corrente) como no seu término (decréscimo de corrente);
• A velocidade de mais de 160 000 km/s na qual este sinal é transmitido através dos cabos de
alimentação do circuito;
• A eletrônica requerida para os circuitos eletrônicos de chaveamento “Power-i”, os quais
necessitam possuir tempos de comutação da ordem de microssegundos

237
Power “i”
ABNT IEC TS 60079-39
por exemplo, encapsulado
em conformidade
com Ex m
(+)
lógica
de fechamento
centelhamento

centelhamento
de abertura

solenoide
cabeamento

válvula
Power-i
limitação detector detector
UeI +di/dt - di/dt „i“
chave
em eletrônica
conformidade saída
com a
ABNT NBR
máximo comprimento
IEC do tronco = 400m
60079-11
(-)

dispositivo de campo
fonte Power-i otimizada para IIC SF=1.5 válvula solenoide
classe de aplicação: 32V2A0

área segura área classificada

238
Power “i”
ABNT IEC TS 60079-39

Exemplo de um sistema Power-i com arquitetura em rede Fieldbus (FISCO)

239
Tipo de Proteção Ex “p” – Invólucros
Pressurizados – ABNT NBR IEC 60079-2

 Tipo de proteção que consiste em manter,


no interior do invólucro, uma pressão
positiva de ar, superior à pressão
atmosférica
 Se houver presença de mistura inflamável
ao redor do equipamento, esta não entre
em contato com suas partes internas que
possam causar ignição.
 A pressão interna é mantida com ou sem
a renovação contínua do ar de
pressurização
 Pressurização pzc  Redução de classificação de área de Zona 2 para área não classificada
 Pressurização pxb  Redução de classificação de área de Zona 1 para área não classificada
 Pressurização pyb  Redução de classificação de área de Zona 1 para Zona 2 (Ventilação)

Tipo de proteção que provê EPL Gb para Zona 1 (pxb ou pyb) ou EPL Gc para Zona 2 (pzc)

240
Tipos de Proteção “Ex” normalizados nas Séries
ABNT NBR IEC 60079 & ABNT NBR ISO 80079

Ex “p” - ABNT NBR IEC 60079-2


Invólucro pressurizado

Exemplos de aplicação:

• Painéis de proteção e distribuição


de circuitos

• Painéis locais de controle ou de


automação

• Motores de alta tensão (acima de


6 kV)

• Analisadores

EPL proporcionado: Gb, Gc, Db ou Dc


241
Tipo de Proteção Ex pzc – Invólucros
Pressurizados – ABNT NBR IEC 60079-2

Exemplos de instalação
Ex pz Gc - Painéis pressurizados

Painel Local de Controle –


Pressurização pzc
(Zona 2  Área não classificada)
242
Tipo de Proteção Ex pzc / Ex pxb – Invólucros
Pressurizados – ABNT NBR IEC 60079-2

Painel de UTR (Unidade Terminal Remota) de SDCD ou PLC instalado em Zona 2 -


Ex pzc ou Zona 1 - Ex pxb (Zona1) – Pressurizado com ar de instrumento
243
Tipo de Proteção Ex pzc – Motor com Invólucro
Pressurizado – ABNT NBR IEC 60079-2

Motor Ex pzc (Zona 2) – Tensão nominal de 13.2 kV


pressurizado com ar de instrumento
244
Tipo de Proteção Ex pzc / Ex pxb – Invólucros
Pressurizados – ABNT NBR IEC 60079-2

Válvula de
Alívio
Filme sobre geração de ignição em estator
de motor de ALTA TENSÃO Sistema de Purga
e Pressurização

Motor Ex pzc (Zona 2) ou Ex pxb (Zona1) – Tensão nominal de 13.2 kV


pressurizado com ar de instrumento
245
Tipo de Proteção Ex pzc / Ex pxb – Invólucros
Pressurizados – ABNT NBR IEC 60079-2

Motores Ex pzc (Zona 2) ou Ex pxb (Zona1) – Tensão nominal de 13.2 kV


pressurizados com ar de instrumento
246
Motores com tipo de proteção Ex pzc / Ex pxb –
Invólucros Pressurizados – ABNT NBR IEC 60079-2

Pressurização do tipo pzc


Redução de classificação de área de
Zona 2 para área não classificada.
Requisito de ALARME em caso de
detecção de baixa pressão de ar de
pressurização.

Pressurização do tipo pxb


Redução de classificação de área de
Zona 1 para área não classificada
Requisitos de ALARME e de
INTERTRAVAMENTO (Trip) em caso de
baixa pressão de ar de pressurização

247
ABNT NBR IEC 60079-13

Proteção de equipamentos por


ambiente pressurizado “p” e
por ambiente artificialmente
ventilado “v”
ABNT NBR IEC 60079-13

248
Proteção por ambiente pressurizado “p” e por ambiente
artificialmente ventilado “v” – ABNT NBR IEC 60079-13

O termo “ambiente” utilizado na Norma ABNT NBR IEC 60079-13 inclui ambientes únicos, ambientes múltiplos, uma
edificação completa ou um ambiente localizado no interior de uma edificação. Um ambiente é destinado a facilitar a
entrada de pessoal e inclui dutos de entrada e saída. Uma câmara acústica ou outras áreas delimitadas projetadas para
permitir a entrada de pessoal podem ser consideradas como um ambiente.

Exemplos: Salas de controle, Subestações elétricas, contêineres pressurizados ou casas de analisadores

São especificados na ABNT NBR IEC 60079-13: rigidez mecânica do ambiente pressurizado, portas de acesso de
pessoal, dutos de ventilação, ciclos de purga, prevenção de ignição em caso de falha do sistema de pressurização,
fonte do ar limpo de pressurização, antecâmaras, sistema de pressurização, dispositivos de segurança, detectores
de gases, ensaios de purga e de sobrepressão, pressão diferencial mínima e marcação dos ambientes.

A Norma ABNT NBR IEC 60079-13 apresenta requisitos para o projeto, construção, avaliação, verificação e marcação de
ambientes utilizados para proteção interna de equipamentos:

• Localizados em área classificada Zona 1 ou Zona 2 ou Zona 21 ou Zona 22 (onde seja normalmente requerida a
instalação de equipamentos com EPL Gb, Gc, Db ou Dc, sem a existência de uma fonte interna de liberação de
gás ou vapor e protegido por pressurização
• Localizados em área classificada Zona 2 (onde seja requerida a instalação de equipamentos com EPL Gc) contendo
ou não uma fonte interna de liberação de gás ou vapor e protegido por ventilação artificial
• Localizados em área não classificada, contendo uma fonte interna de liberação de gás ou vapor e protegido por
ventilação artificial
• Localizados em área classificada Zona 1 ou Zona 2 ou Zona 21 ou Zona 22 (onde seja normalmente requerida a
instalação de equipamentos com EPL Gb, Gc, Db ou Dc) contendo uma fonte interna de liberação de gás ou vapor
e protegido por pressurização e ventilação artificial
249
Proteção por ambiente pressurizado “p” e por ambiente
artificialmente ventilado “v” – ABNT NBR IEC 60079-13

Exemplo de instalação: Ex pv Gc – Ambiente de sala elétrica para conversores 110 kVcc


Módulo de
conversão
110 kVcc / 70 kVca
instalado em área
de Zona 2 em
plataforma
Offshore

Ambiente com
pressurização
artificial
Ex “pvc”

250
Proteção por ambiente pressurizado “p” e por ambiente
artificialmente ventilado “v” – ABNT NBR IEC 60079-13

Exemplos de instalação: Ex py Gb - Shelters com Analisadores

Shelter com
Analisadores de
Diesel instalado em
área de Zona 2 -
Grupo IIC

Pressurização pyb

(Diluição Zona 1 
Zona 2)

251
Proteção por ambiente pressurizado “p” e por ambiente
artificialmente ventilado “v” – ABNT NBR IEC 60079-13

Exemplos de instalação: Analisadores instalados no interior de Shelter pressurizado - Ex pyb.


Equipamentos “Ex” instalados internamente: Ex eb, Ex nA, Ex ib, Ex db ou Ex pzc

252

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