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Matrizes Curriculares e Avaliação 2017/2018

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Matrizes Curriculares e Critérios de Avaliação (2017/2018)

1.5 – Curso de Educação e Formação (3.º CEB – Nível 2) - Instalação e Operação de Sistemas
Informáticos (Despacho conjunto n.º 453/2004, de 27 de julho)

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2. Critérios de avaliação

2.1 – 2.º e 3.º Ciclo do Ensino Básico

Dando cumprimento aos pontos 1, 2, 3 e 4 do art.º 7.º do Despacho normativo n.º 1-F/2016, de 5 de
abril, no início do ano letivo, o conselho pedagógico da escola, enquanto órgão regulador do
processo de avaliação das aprendizagens, definiu, sob proposta dos departamentos curriculares, os
critérios de avaliação, de acordo com as orientações constantes dos documentos curriculares e
outras orientações gerais do Ministério da Educação.

Nos critérios de avaliação deve ser enunciada a descrição de um perfil de aprendizagens específicas
para cada ano e ou ciclo de escolaridade.

Os critérios de avaliação constituem referenciais comuns na escola, sendo operacionalizados pelo ou


pelos professores da turma.

O diretor deve garantir a divulgação dos critérios de avaliação junto dos diversos intervenientes.

2.1.1. – Critérios gerais

No 2.º e 3.º ciclo, todas as disciplinas, à exceção de Educação Moral e Religiosa Católica, são
avaliadas com os seguintes pesos:

Conhecimentos/Capacidades * Atitudes/Valores **

Ensino Regular - Todas as Disciplinas 80% 20%

Alunos com NEE 80% 20%

Ensino Regular - Educação Cívica e EMRC 50% 50%


Curso de Educação e Formação (Nível 2) –
50% 50%
Educação Física
Curso de Educação e Formação (Nível 2) –
60% 40%
Restantes Disciplinas

* Dada a especificidade das disciplinas, as competências específicas, os parâmetros e as respetivas


ponderações, relativos ao domínio dos Conhecimentos/Capacidades, encontram-se definidos nas
tabelas relativas aos Critérios Específicos.

** Relativamente aos critérios de avaliação, no domínio das Atitudes/Valores, foram definidos os


seguintes parâmetros:

 Autonomia, organização e métodos de trabalho;


 Responsabilidade, participação e cooperação.

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2.1.4 - Critérios específicos (Curso Educação e Formação – 3.º CEB – Nível 2)

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2 2 - Avaliação Diagnóstica (2.º e 3.º ciclo)

A avaliação diagnóstica responde à necessidade de obtenção de elementos para a fundamentação


do processo de ensino e de aprendizagem e visa a facilitação da integração escolar e a orientação
escolar e vocacional.

No desenvolvimento da avaliação diagnóstica deve ser valorizada a intervenção de docentes dos


diferentes ciclos e recolhidas e mobilizadas informações que permitam a definição de planos
didáticos e a adoção de estratégias adequadas às necessidades específicas dos alunos.
Revestindo a avaliação um caráter descritivo e qualitativo em todas as disciplinas, nas fichas de
avaliação diagnostica, devem surgir classificações numéricas e apreciações qualitativas que
correspondam à seguinte escala:

A – Revela bastante facilidade (90 a 100%);

B – Revela facilidade (70 a 89%);

C – Revela alguma facilidade (50 a 69%);

D - Revela dificuldade (20 a 49%);

E – Revela muita dificuldade (0 a 19%).

2.3 - Avaliação Formativa (2.º e 3.º ciclo)

A avaliação formativa enquanto principal modalidade de avaliação integra o processo de ensino e


de aprendizagem fundamentando o seu desenvolvimento.

Os procedimentos a adotar no âmbito desta modalidade de avaliação devem privilegiar:

a) A regulação do ensino e das aprendizagens, através da recolha de informação que permita


conhecer a forma como se ensina e como se aprende, fundamentando a adoção e o ajustamento
de medidas e estratégias pedagógicas;

b) O caráter contínuo e sistemático dos processos avaliativos e a sua adaptação aos contextos
em que ocorrem;

c) A diversidade das formas de recolha de informação, através da utilização de diferentes


técnicas e instrumentos de avaliação, adequando-os às finalidades que lhes presidem.

2.4 - Avaliação Sumativa (2.º e 3.º ciclo)

A avaliação sumativa consubstancia um juízo global sobre as aprendizagens desenvolvidas pelos


alunos.

A avaliação sumativa traduz a necessidade de, no final de cada período escolar, informar alunos e
encarregados de educação sobre o estado de desenvolvimento das aprendizagens.

Esta modalidade de avaliação traduz ainda a tomada de decisão sobre o percurso escolar do aluno.

A coordenação do processo de tomada de decisão relativa à avaliação sumativa, garantindo a sua


natureza globalizante e o respeito pelos critérios de avaliação, compete:

a) No 1.º ciclo, ao professor titular de turma;

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b) Nos 2.º e 3.º ciclos, ao diretor de turma.

No 9.º ano de escolaridade, o processo de avaliação sumativa é complementado pela realização das
provas finais de ciclo.

A avaliação sumativa final obtida nas disciplinas não sujeitas a prova final de ciclo é a
classificação atribuída no 3.º período do ano terminal em que são lecionadas.

A avaliação sumativa pode processar-se ainda através da realização de provas de equivalência à


frequência.

Nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, a informação resultante da avaliação sumativa expressa-se
numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas, e, sempre que se considere relevante, é
acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução da aprendizagem do aluno, incluindo as
áreas a melhorar ou a consolidar, sempre que aplicável, a inscrever na ficha de registo de avaliação.

A expressão dos resultados da avaliação dos alunos do ensino básico abrangidos pelo artigo 21.º do
Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na redação atual, obedece ao disposto do descrito
anteriormente, de acordo com a especificidade do currículo do aluno.

A ficha de registo de avaliação, que reúne as informações sobre as aprendizagens no final de cada
período letivo, deve ser apresentada aos encarregados de educação, sempre que possível em reunião
presencial, por forma a garantir a partilha de informação e o acompanhamento do aluno.

2.5 - Provas de equivalência à frequência

As provas de equivalência à frequência realizam-se a nível de escola nos anos terminais de cada
ciclo do ensino básico, em duas fases, com vista a uma certificação de conclusão de ciclo.

No 9.º ano, nas disciplinas em que existam provas finais de ciclo, estas substituem as provas de
equivalência à frequência.

As provas de equivalência à frequência têm como referencial de avaliação os documentos


curriculares em vigor relativos a cada um dos ciclos, contemplando uma prova oral, no caso das
disciplinas de Português ou Português Língua não Materna (PLNM) e de línguas estrangeiras.

As provas de equivalência à frequência são classificadas na escala percentual de 0 a 100, arredondada


às unidades, sendo a classificação final da prova convertida na escala adotada em cada um dos
ciclos a que a prova se reporta

Nas provas de equivalência à frequência constituídas por duas componentes (escrita, oral ou
prática) a classificação da disciplina cor- responde à média aritmética simples das classificações das
duas com- ponentes, expressas na escala de 0 a 100.

A classificação da prova de equivalência à frequência corresponde à classificação final de disciplina.

As provas de equivalência à frequência destinam-se aos alunos abrangidos por uma das seguintes
situações:

a) Frequentem seminários não abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 293-C/86, de 12 de setembro,


para alunos dos 2.º e 3.º ciclos;

b) Estejam matriculados no ensino individual e doméstico;

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c) Estejam fora da escolaridade obrigatória e não se encontrem a frequentar qualquer


estabelecimento de ensino;

d) Estejam fora da escolaridade obrigatória, frequentem qualquer ano de escolaridade dos 2.º ou
3.º ciclos do ensino básico e tenham anulado a matrícula até ao 5.º dia útil do 3.º período;

e) Frequentem o 4.º ano de escolaridade, completem 14 anos até ao final do ano escolar e não
tenham obtido aprovação na avaliação sumativa final;

f) Frequentem o 6.º ano de escolaridade, completem 16 anos até ao final do ano escolar e
não tenham obtido aprovação na avaliação sumativa final;

g) Tenham ficado retidos por faltas, pela aplicação do previsto nas alíneas a) e b) do n.º 4 do
artigo 21.º da Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro, e se encontrem nas situações a que se referem as
alíneas e) e f);

h) Frequentem o 9.º ano de escolaridade e não tenham obtido aprovação na avaliação sumativa
final ou após a realização das provas finais na 1.ª fase;

i) Tenham ficado retidos por faltas, no 9.º ano de escolaridade, pela aplicação do previsto
na alínea b) do n.º 4 do artigo 21.º da Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro.

2.6 - Provas de avaliação externa

A avaliação externa das aprendizagens no ensino básico, da responsabilidade dos serviços ou


organismos do Ministério da Educação, compreende:

a) Provas de aferição;

b) Provas finais de ciclo.

No âmbito da sua autonomia, compete aos órgãos de administração e gestão e de coordenação e


supervisão pedagógica da escola definir os procedimentos que permitam assegurar a
complementaridade entre a informação obtida através da avaliação externa e da avaliação interna
das aprendizagens, em harmonia com as finalidades definidas no diploma que estabelece os
princípios da avaliação do ensino e da aprendizagem.

As provas de aferição não integram a avaliação interna, pelo que os seus resultados não são
considerados na classificação final da disciplina.

As provas finais de ciclo complementam o processo da avaliação sumativa de final do 3.º ciclo, sendo
os resultados das mesmas considerados para o cálculo da classificação final de disciplina.

As normas e os procedimentos relativos à realização das provas de avaliação externa, bem como a
sua identificação e duração, são objeto de regulamento a aprovar por despacho do membro do
Governo responsável pela área da educação.

As provas identificadas anteriormente realizam-se nas datas previstas no despacho que determina o
calendário de provas e exames.

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2.6.1 - Provas de aferição

As provas de aferição são de aplicação universal e de realização obrigatória por todos os alunos do
ensino básico, numa única fase, no final do ano letivo, nos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade.

A decisão de não realização das provas de aferição pelos alunos inseridos em outros percursos e
ofertas, que não o ensino básico geral e o artístico especializado, compete ao diretor, mediante
parecer do conselho pedagógico fundamentado em razões de organização curricular específica ou
outras de caráter relevante.

Cabe igualmente ao diretor, mediante parecer do conselho pedagógico e ouvidos os encarregados de


educação, decidir sobre a realização das provas de aferição pelos alunos abrangidos pelo artigo
21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na redação atual.

Os alunos que frequentam o ensino individual e doméstico podem realizar as provas de aferição
mediante requerimento do encarregado de educação dirigido ao diretor da escola onde se
encontram matriculados.

As provas têm como referencial de avaliação os documentos curriculares em vigor relativos aos
ciclos em que se inscrevem.

No 2.º ano de escolaridade o processo de aferição abrange as disciplinas de Português,


Matemática, Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras.

Nos 5.º e 8.º anos de escolaridade, o processo de aferição abrange, anualmente, as disciplinas de
Português ou de Matemática e, rotativamente, uma das outras disciplinas, com inclusão de
instrumentos vocacionados para a avaliação de situações práticas, assegurando a cobertura
integral das áreas disciplinares do currículo.

As provas de aferição dão origem a informação sobre o desempenho do aluno, a inscrever na ficha
individual do aluno.

2.6.2 - Provas finais de ciclo

As provas finais de ciclo realizam-se no 9.º ano de escolaridade, e destinam-se a todos os alunos do
ensino básico.

Excecionam-se do disposto no número anterior os alunos abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto-Lei
n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na redação atual.

Realizam, obrigatoriamente, as provas finais de ciclo, no caso de pretenderem prosseguir estudos no


nível secundário, em cursos científico-humanísticos, excluindo os cursos científico-humanísticos do
ensino recorrente, os alunos que se encontrem a frequentar:

a) Percursos curriculares alternativos (PCA);

b) Cursos de ensino vocacional;

c) Cursos de educação e formação (CEF);

d) Programas integrados de educação e formação (PIEF);

e) Cursos de educação e formação de adultos (EFA);

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f) Outras ofertas específicas.

As provas finais de ciclo têm como referencial de avaliação os documentos curriculares em vigor
relativos ao 3.º ciclo do ensino básico.

As provas finais complementam o processo de avaliação sumativa dos alunos do 9.º ano nas disciplinas
de:

a) Português e Matemática;

b) PLNM (provas finais de nível A2 e B1) e Matemática, para os alunos do nível de proficiência
linguística de iniciação A1 e A2 ou do nível intermédio B1;

c) Português Língua Segunda (PL2) e Matemática para os alunos com surdez severa a profunda das
escolas de referência.

As provas finais de ciclo realizam-se em duas fases com uma única chamada cada, sendo a 1.ª fase
obrigatória para todos os alunos, à exceção dos alunos referidos nas alíneas c) e d), que só podem
realizar provas finais na 2.ª fase.

A 2.ª fase de provas finais destina-se aos alunos que:

a) Faltem à 1.ª fase por motivos excecionais devidamente comprovados;

b) Obtenham uma classificação final inferior a nível 3 após as provas finais realizadas na 1.ª fase e
não reúnam condições de aprovação;

c) Frequentem o 9.º ano de escolaridade e não tenham obtido aprovação na avaliação sumativa
final;

d) Tenham ficado retidos por faltas, no 9.º ano de escolaridade, pela aplicação do previsto
na alínea b) do n.º 4 do artigo 21.º da Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro.

A classificação obtida na 2.ª fase das provas finais realizadas na qualidade de provas de equivalência à
frequência pelos alunos referidos nas alíneas b), c) e d) descritas anteriormente é considerada como
classificação final da respetiva disciplina.

As provas finais de ciclo são classificadas na escala percentual de 0 a 100, arredondada às unidades,
sendo a classificação final da prova convertida na escala de 1 a 5 nos termos do Anexo I do presente
despacho, do qual faz parte integrante.

Para os alunos que frequentam o 9.º ano do ensino básico geral e dos cursos de ensino artístico
especializado do ensino básico, a classificação final a atribuir às disciplinas sujeitas a provas finais,
realizadas na 1.ª fase, é o resultado da média ponderada, com arredondamento às unidades, entre a
classificação obtida na avaliação sumativa do 3.º período da disciplina e a classificação obtida pelo
aluno na prova final, de acordo com a seguinte fórmula:

CFD = (7 CIF + 3 CP) / 10 em que:

CFD = classificação final da disciplina;

CIF = classificação interna final;

CP = classificação da prova final.

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2.7 - Instrumentos de Avaliação (2.º e 3.º ciclo)

Deverão ser usados instrumentos diversos de recolha e registo de avaliação, de acordo com as
experiências de aprendizagem e abrangentes das finalidades do ensino.

Para o 2.º e 3.º ciclo do ensino básico, os instrumentos de registo de avaliação são:

 Observação direta do grau de envolvimento dos alunos nas disciplinas;

 Registo da sua progressão e/ou retrocesso através de fichas de avaliação diagnóstica,


formativa e sumativa;

 Participação oral e trabalhos individuais ou de grupo;

 Grelhas de autoavaliação;

 Atividades físicas de expressão plástica, dramática e musical;

 Utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação.

Revestindo a avaliação um caráter descritivo e qualitativo em todas as disciplinas, nas fichas de


avaliação de conhecimentos, trabalhos individuais ou de grupo, devem surgir classificações
numéricas e apreciações qualitativas que correspondam às seguintes cotações:

Não satisfaz (Muito fraco) (0 a 19%);

Não satisfaz (20 a 49%);

Satisfaz (50 a 69%);

Satisfaz bastante (70 a 89%);

Excelente (90 a 100%).

Nota: nos enunciadas das fichas de avaliação têm que constar as cotações item a item.

Obs.: A disciplina de oferta complementar (Educação Cívica), nos 2.º e 3.º ciclos do ensino
básico, está também sujeita à avaliação sumativa e expressa‐se, como as restantes, numa escala
de 1 a 5, conforme se infere do estipulado no número 3 do art.º 26 do Decreto‐Lei n.º
139/2012, de 5 de julho.

Nas fichas de avaliação sumativa interna por disciplina/turma e ano de escolaridade nos
parâmetros dos “Conhecimentos e capacidades” os níveis atribuídos terão que ter em conta o

seguinte:

1.º Período = Nível do 1.º Período;

2.º Período = (Nível do 1.º Período + 2 x Nível do 2.º Período) / 3;

3.º Período = (Nível do 1.º Período + 2 x Nível do 2.º Período + 3 x Nível do 3.º Período) / 6.

Dando cumprimento aos pontos 1, 2, 3 e 4 do art.º 7.º do Despacho normativo n.º 1-F/2016, de
5 de abril, o Conselho Pedagógico do AE D. João II, enquanto órgão regulador do processo de
avaliação das aprendizagens, definiu, sob proposta dos departamentos curriculares, os critérios

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de avaliação, de acordo com as orientações constantes dos documentos curriculares e outras


orientações gerais do Ministério da Educação.

As alterações dos critérios de avaliação foram aprovadas por unanimidade, na reunião realizada
a 29 e 30 de março de 2017, constituem referenciais comuns no Agrupamento de Escolas D.
João II, Caldas da Rainha.

AE D. João II, 13 de setembro de 2017

O Diretor

Jorge Manuel Martins Graça

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