UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
DISCIPLINA DE ENGENHARIA DO PRODUTO
DOCENTE:MARIO ORESTES AGUIRRE GONZALEZ
DISCENTES: FABIANA FEITOSA FERNANDES CHAVES
IURI DE MOURA LIMA
KADJA MARIA DE MELO OLIVEIRA
LUIZ FELIPE CACHINA MENDES
DESIGN THINKING
NATAL/RN
2024
1. Surgimento e caracterização do Design Thinking
O Design Thinking representa uma abordagem de cunho inovadora que toma como
base o uso de métodos para priorizar o atendimento de necessidades de um determinado
grupo de pessoas para uma problemática específica, visando proporcionar a transformação de
ideias em soluções práticas e aplicáveis. Possui características multifacetadas, capazes de
integrar processos, ferramentas e pessoas para resolver problemas de diferentes naturezas e
complexidades, logo, é moldável para inúmeros contextos.
No entanto, para compreender sua denominação, é importante destacar que o Design
Thinking é enxergado por muitos como metodologia por seguir um processo estruturado,
geralmente dividido em fases iterativas como empatia, definição do problema, ideação,
prototipagem e teste. Além disso, também apresenta um conjunto de técnicas e ferramentas
como brainstormings, mapas de empatia, jornadas do usuário e várias outras, possibilitando
uma abordagem mais sistemática aliada ao foco na iteração, tal que as potenciais soluções
possam ser idealizadas e desenvolvidas continuamente conforme o feedback dos usuários
durante o período de teste e refinamento. Isso é um aspecto inegociável por acreditar que
essas práticas são cruciais para garantir o sucesso do cliente frente ao produto ou serviço
entregue.
Em contrapartida, ele é capaz de ir além do campo metodológico por trabalhar com
pilares capazes de expandir seu horizonte, isto é, pode ser visto como uma filosofia com foco
nas pessoas e em promover a empatia, a colaboração e a experimentação contínua. Desse
modo, o design thinking transforma a maneira como organizações abordam problemas
complexos, impulsiona a inovação e cria soluções que realmente atendem às necessidades
dos usuários, impactando positivamente a cultura e a estratégia organizacional.
Sob essa perspectiva, corroborada por Pinheiro (2011), por mais que muitos o
enxergam dessa forma, o Design Thinking não é considerado uma metodologia em si, uma
vez que por meio do pensamento holístico representa um modelo multidisciplinar que com
base nos princípios supracitados de empatia, colaboração e experimentação, é possível
reduzir as chances de fracasso e aproximar o usuário ao produto ou serviço.
Em geral, não se tem um período exato de quando surgiu o Design Thinking,
entende-se que ele foi sendo moldado ao longo de décadas. Entretanto, estima-se que a partir
de 1960 tiveram seus primeiros passos, inicialmente desenvolvido para abordar temas
complexos no design de produtos e na engenharia.
2. Benefícios do Design Thinking
Os principais benefícios da utilização do Design Thinking consistem em:
● Soluções criativas e inovadoras com foco na experiência do usuário: Ao promover o
pensamento criativo e com a premissa de ser “fora da caixa”, o Design Thinking traz
soluções personalizadas para a realidade do usuário, tal que possam corresponder a
inovações tanto incrementais, como também, radicais conforme a necessidade. Logo,
há um foco na experiência final do usuário;
● Adaptabilidade a mudanças: Seus traços flexíveis até lembram uma das propostas das
metodologias ágeis, sendo a possibilidade de rapidamente se adaptar às necessidades
de mudança indicadas pelos usuários, pelo mercado ou até mesmo pela equipe de
desenvolvimento;
● Melhoria da cultura organizacional: A ideia não é somente chegar ao resultado final,
mas fazer com que o processo seja agregador para as partes envolvidas. Para isso, no
decorrer do desenvolvimento do Design Thinking, existem práticas voltadas para a
colaboração, a empatia, o aprendizado e a experimentação entre suas partes
interessadas, consequentemente, elencando estímulos para todo o grupo através de
uma cultura sustentada nesses aspectos. Promove uma cultura de colaboração,
empatia, aprendizado e experimentação dentro das organizações, estimulando a
inovação em todos os níveis;
● Redução de riscos e custos: Tendo em vista que há constante prototipagem e testes
com os respectivos usuários, é possível identificar os pontos de melhoria e corrigi-los
antes de alocar recursos mais significativos na continuidade do projeto.
3. A Importância do Design Thinking no Desenvolvimento de Produtos
O Design Thinking é uma abordagem centrada no usuário que combina empatia,
criatividade e racionalidade para desenvolver produtos inovadores e eficazes. Sua aplicação
no desenvolvimento de produtos é estruturada em várias fases, cada uma desempenhando um
papel crucial para garantir que o produto final atenda às necessidades dos usuários e aos
objetivos da organização.
Uma ferramenta simples para entender todo o processo do Design Thinking é o
Double Diamond, desenvolvido em 2005 pelo Design Council. O Double Diamond utiliza
dois tipos de pensamentos: convergir e divergir. De maneira geral, o pensamento divergente
está centrado em expandir com a geração de ideias, enquanto o pensamento convergente
concentra-se em selecionar a melhor dessas ideias. O pensamento divergente está centrado
em expandir os horizontes e estar aberto a novas ideias que possam surgir, enquanto o
pensamento convergente agrupa as informações coletas (Voitto, 2024).
Figura 1: Double Diamond
Fonte: Voitto (2024)
● Fase de empatia: fundamental no processo de Design Thinking, pois envolve a
compreensão profunda dos usuários, suas necessidades, comportamentos, motivações
e desafios. Sem essa compreensão, é impossível desenvolver um produto que
realmente resolva os problemas dos usuários. A empatia serve como a base para todo
o processo subsequente, garantindo que o foco permaneça no usuário ao longo de
todas as fases do desenvolvimento;
● Fase de definição: crucial para a clareza do problema que precisa ser resolvido.
Definir claramente o problema direciona os esforços de desenvolvimento de maneira
eficaz, evitando que a equipe trabalhe em soluções para problemas mal definidos ou
inexistentes. A partir da definição correta do problema é possível alinhar a equipe em
torno de um objetivo comum, facilitando a colaboração e a comunicação;
● Fase de ideação: nessa etapa a criatividade é explorada ao máximo, permitindo a
geração de um amplo conjunto de ideias. Esta fase é vital para garantir que soluções
inovadoras não sejam ignoradas e que a equipe possa explorar todas as possibilidades
antes de focar em uma direção específica. Assim, a ideação assegura uma exploração
completa das possibilidades, aumentando as chances de encontrar a solução mais
eficaz e criativa para o problema definido;
● Fase de prototipagem: as ideias abstratas são transformadas em representações
tangíveis, facilitando a comunicação e a validação dos conceitos desenvolvidos. A
prototipagem é essencial para identificar problemas e desafios antecipadamente, antes
que recursos significativos sejam investidos no desenvolvimento completo do
produto, por exemplo. A prototipagem assegura que as ideias possam ser testadas e
refinadas continuamente, resultando em um produto mais robusto e bem-sucedido;
● Fase de Testes: pode ser entendida como uma fase crítica para a validação do produto
com usuários reais. Testar protótipos permite que a equipe obtenha feedback valioso
sobre o funcionamento e a aceitação do produto. Esta fase garante que o produto
atenda às necessidades dos usuários e funcione conforme o esperado;
● Fase de Implementação: nesta etapa o produto é desenvolvido e lançado no mercado.
A utilização de metodologias ágeis nesta fase permite que o desenvolvimento ocorra
em incrementos curtos, com feedback contínuo e ajustes ao longo do caminho. O
lançamento de um produto mínimo viável (MVP) permite testar o produto no mercado
real com um conjunto básico de funcionalidades, minimizando riscos e custos iniciais.
O Design Thinking aumenta a probabilidade de criar um produto que atenda às
necessidades reais dos usuários, mas também reduz riscos, promove a inovação e melhora a
eficiência do desenvolvimento. A abordagem integral do Design Thinking assegura que os
produtos desenvolvidos sejam relevantes, funcionais e desejáveis, resultando em maior
satisfação dos usuários e sucesso no mercado.
A abordagem do design thinking pode ser aplicado em várias áreas como por exemplo
no desenvolvimento de produtos, serviços, processos, entre outros. Um exemplo de empresa
que utilizou essa abordagem foi a Havaianas. Para lançar uma linha de bolsas, com o intuito
de diversificar sua linha de produtos, a estratégia adotada para o lançamento dessas bolsas foi
fundamentada no emprego do Design Thinking, visando preservar a essência brasileira e o
caráter descontraído e alegre característico das sandálias (Voitto, 2024).
A fase inaugural do processo consistiu na realização de entrevistas com indivíduos em
todo o território brasileiro, com o propósito de identificar atributos e elementos culturais
passíveis de serem incorporados às bolsas. Paralelamente, foram conduzidas pesquisas em
âmbito internacional, visando adaptar o produto aos distintos mercados globais em que a
empresa atua (Gentil, 2021).
Figura 2: Bolsas
Fonte: Gentil, 2021
Posteriormente, a Havaianas empreendeu o desenvolvimento de múltiplos protótipos
das bolsas, os quais foram submetidos a um extenso processo de testes e avaliações,
ensejando ajustes e modificações conforme o feedback dos usuários (Gentil, 2021). O modelo
final das bolsas, assim aprimorado, foi lançado com sucesso durante o São Paulo Fashion
Week, evidenciando-se como um paradigma de êxito na inovação conduzida por meio do
Design Thinking.
4. Implementação do Design Thinking
Conforme apresentado pela figura 1, o Design Thinking é uma metodologia que deve
ser implementada em etapas, compondo um processo evolucionário ao longo do tempo. São
etapas do Design Thinking: Contexto, Empatia, Ideação, Protótipo, Teste, Iteração. A seguir,
são descritos os objetivos, atividades e principais ferramentas de cada seção.
4.1. Contexto
Objetivo: Entender o ambiente, as circunstâncias e o problema que está sendo
abordado.
Atividades: Coleta de informações relevantes, análise de mercado, identificação de
stakeholders e compreensão das limitações e oportunidades existentes.
Ferramentas: Pesquisas de mercado, análise SWOT, entrevistas com stakeholders.
4.2. Empatia
Objetivo: Compreender profundamente as necessidades, desejos e comportamentos
dos usuários finais.
Atividades: Observação, entrevistas, criação de personas e jornada do usuário.
Ferramentas: Entrevistas empáticas, mapas de empatia, observação direta.
4.3. Ideação
Objetivo: Gerar um amplo conjunto de ideias e soluções potenciais para o problema
identificado.
Atividades: Sessões de brainstorming, uso de técnicas criativas para gerar ideias,
organização e priorização das ideias.
Ferramentas: Brainstorming, mind mapping, SCAMPER, 6-3-5 Brainwriting.
4.4. Protótipo
Objetivo: Construir representações tangíveis das ideias para explorar e testar.
Atividades: Criação de modelos físicos, wireframes, storyboards ou mock-ups das
soluções propostas.
Ferramentas: Materiais de prototipagem (papel, cartolina, software de design),
impressoras 3D.
4.5. Testes
Objetivo: Avaliar a eficácia e a funcionalidade dos protótipos com os usuários finais.
Atividades: Coleta de feedback dos usuários, observação do uso dos protótipos,
identificação de pontos fortes e áreas de melhoria.
Ferramentas: Testes de usabilidade, entrevistas pós-teste, análise de feedback.
4.6. Iteração
Objetivo: Refinar e melhorar a solução com base no feedback obtido durante os testes.
Atividades: Revisão dos protótipos, implementação das melhorias sugeridas, repetição
dos testes e ajustes contínuos até que a solução atenda às necessidades dos usuários.
Ferramentas: Ciclos contínuos de prototipagem e testes, sessões de feedback, análise
de resultados.
5. Cases/empresas e exemplos práticos do Design Thinking
Como anteriormente visto, o Design Thinking é uma metodologia a ser posta em
prática por diversas empresas vislumbrando os resultados e impactos positivos que ela pode
gerar para evolução do empreendimento, desde as maiores e mais conhecidas empresas até
projetos locais. Assim, é importante trazer cases de empresas que o aplicaram e obtiveram
sucesso com a prática.
Algumas empresas que utilizaram da metodologia foram: Natura, Havaianas, Uber
Eats, Ambev, Hospital Albert Einsten e Netflix. Assim, para melhor aprofundar no tema,
outros dois negócios foram selecionados: o Airbnb e o Projeto Biblioteca.
● Airbnb
O Airbnb, de acordo com a própria empresa, “é uma plataforma que conecta viajantes
em busca de acomodação a pessoas interessadas em alugar seu quarto ou imóvel disponível
para obter uma renda extra”.
Foi do entendimento da necessidade de uma parcela da população, que precisava de
algo diferente do que já era ofertado no mercado que nasceu a empresa. Esse sistema vem
sendo bastante utilizado, inclusive tomando conta de um marketshare que anteriormente era
dos hotéis e imobiliárias.
Figura 3: Site Airbnb
Fonte: Bloomberglinea
O negócio utiliza o Design Thinking para melhorar a experiência do usuário, de forma
a atender desejos e necessidades que seu cliente tem e procura resolver. O Airbnb tem o foco
no usuário, para que o satisfaça desde a interface até o uso de sua reserva, e isso tem
influência da metodologia em questão.
Primeiro, a equipe responsável realiza pesquisas com as partes interessadas para
entender como o serviço está sendo utilizado e a interação do usuário com ele de ponta a
ponta a fim de identificar problemas e oportunidades de melhoria durante a experiência com a
plataforma e em todos os níveis de serviço oferecidos.
Com esse mapeamento, a equipe de design gera as ideias para solucionar o necessário
ou melhorar o identificado. Sendo que, a partir desse ponto, as ideias são refinadas por meio
de prototipagem, testes com usuários e feedbacks, para que se façam as melhorias necessárias
para atingir o objetivo vislumbrado.
Foi por meio desses processos apoiados na metodologia do Design Thinking e
investimentos no visual da plataforma, recomendações personalizadas e marketing que o
Airbnb tornou a experiência na plataforma intuitiva e prática, facilitando o processo para que
o usuário tenha sucesso no seu objetivo que é a reserva de acomodação.
● Projeto Biblioteca - Prefeitura de Santos - SP
O Projeto Biblioteca foi desenvolvido para renovar e ampliar as bibliotecas de
responsabilidade da Prefeitura de Santos e para seguir de maneira mais assertiva, o Instituto
Tellus optou por aplicar a metodologia do Design Thinking, envolvendo mais de mil pessoas
da comunidade educacional durante o processo.
Inicialmente, começou a fase do entendimento e ela se deu por meio de entrevistas e
pesquisas, indo a campo, observando e em comunicação com as pessoas envolvidas na área, a
fim de entender suas necessidades e desejos, bem como quais eram os principais desafios
encontrados no contexto empregado. Em seguida, analisou-se os resultados do entendimento,
esquematizando insights e mapeando de forma clara os principais pontos encontrados.
A partir disso, foi o momento de desenvolver soluções e criar meios de utilizar
oportunidades analisadas por meio de oficinas de cocriação e brainstorms, para, então,
priorizar e selecionar o que será implementado. Por fim, então, tornar o que foi selecionado
em projetos executáveis, fazendo testes e colhendo feedbacks, colocando em prática o que se
foi proposto para atingir o objetivo almejado.
Figura 4: Projeto Biblioteca - Prefeitura de Santos - SP
Fonte: Tellus
Com isso, o projeto foi bem sucedido na programação de novo mobiliário,
equipamentos tecnológicos, criar oficinas de orientação e formação da equipe pedagógica e
apresentar práticas pedagógicas que pudessem ser utilizadas nas bibliotecas, tranformando o
ambiente em um lugar atrativo que supra as necessidades e supere as expectativas dos
estudantes que as visitam.
6. Como o design thinking pode funcionar de forma complementar a outras
metodologias ágeis?
O Design Thinking pode complementar várias metodologias ágeis, adicionando uma
perspectiva centrada no usuário e uma abordagem mais criativa e exploratória ao processo de
desenvolvimento. Por exemplo, o Design Thinking pode ser complementar a algumas
metodologias ágeis como o Scrum e o Kanban.
Scrum é um framework estrutural que está sendo usado para gerenciar o
desenvolvimento de produtos complexos e é caracterizada por iterações curtas e regulares,
chamadas de "sprints". (Sutherland, 2013). Além disso, o Kanban é um método de
organização de produção que divide as tarefas em cartões, físicos ou digitais, e dispõe em
colunas que representam as etapas do processo. (Nomus, 2013).
No Design Thinking, a fase de empatia compreende a compreensão das necessidades
dos usuários, integrando-se ao Scrum durante o Sprint Planning, onde as histórias de usuário
são priorizadas com base nessas necessidades. A prototipagem rápida, enfatizada no Design
Thinking, pode ser aplicada durante a Sprint Execution no Scrum, permitindo que a equipe
teste ideias com os usuários e obtenha feedback ágil. Após a implementação, o feedback do
usuário, destacado no Design Thinking, se alinha com o Sprint Review no Scrum, onde a
equipe revisa o trabalho e obtém feedback para orientar os próximos sprints.
Tanto o Design Thinking quanto o Kanban valorizam a visualização do trabalho e a
iteração contínua. A fase de empatia do Design Thinking influencia a forma como os itens
são priorizados e visualizados no Kanban, enquanto a melhoria contínua é promovida em
ambas as metodologias. A flexibilidade e adaptação, fundamentais no Design Thinking, se
alinham à capacidade do Kanban de ajustar prioridades e processos conforme necessário.
Essa sinergia entre as metodologias permite uma abordagem mais centrada no usuário e
adaptável no desenvolvimento de produtos.
7. Referências
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<[Link] Acesso em: 28 maio.
2024.
USABILIDADE, A. | E. DE T. E. 9 produtos e serviços brasileiros feitos com design
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Schwaber, K., & Sutherland, J. Guia do Scrum. Um guia definitivo para o Scrum, 2013.
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GÓES, R.S. Integração de Design Thinking com metodologias ágeis em projetos de
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Voitto. Curso de Design Thinking. Disponível em: <[Link] Acesso em: 26 de
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