Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
Material Didático
MEDWAY
ABORDAGEM INICIAL DO
PACIENTE GRAVE
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
ÍNDICE
ABORDAGEM INICIAL DO PACIENTE GRAVE 3
- INTRODUÇÃO 3
- AVALIAÇÃO INICIAL 4
- DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS 10
- PRESCRIÇÃO MODELO 13
Bibliografia 18
2
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
ABORDAGEM INICIAL DO PACIENTE
GRAVE
INTRODUÇÃO
VOU COMEÇAR MEUS PLANTÕES NA EMERGÊNCIA, E AGORA?
Acredito que essa deva ser a pergunta que perpassa a cabeça de todos
nós – em meio à um mar de muitas outras que vem junto – quando nos
deparamos com o desafio, unido à necessidade, de dar plantões na
emergência. Porém, não é um bicho de sete cabeças como parece! O
departamento de emergência certamente requer as habilidades de fazer
um diagnóstico rápido e tomar condutas certeiras em pouco tempo,
mas, a ideia não é pormenorizar o atendimento e saber de todos os
detalhes da vida do paciente, mas sim, fazer um diagnóstico sindrômico
e, a partir de então, guiar suas condutas baseando-se sempre no melhor
para aquele paciente, procurando reverter as condições potencialmente
fatais. Para isso, o ideal é ter um atendimento sistematizado, organizado,
além de, é claro, saber o que se está procurando – fisiologia, anatomia,
patologia estão aí para isso!
Para começar, podemos “dividir” o paciente em três compartimentos
básicos, nos quais a maior parte dos sintomas dos pacientes estará
concentrada:
1. SNC e alterações do nível de consciência
2. Respiração e ventilação
3. Hemodinâmica
3
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
Uma outra forma bastante simples e difundida de fazer essa
sistematização é o famoso “ABC”, que nos guia em diversas situações e
nos leva aos principais órgãos e sistemas que estão acometidos nos
pacientes que entram no departamento de emergência.
A ideia é sempre priorizar os pacientes mais graves, nos quais um atraso
no atendimento inicial pode significar uma piora significativa no
prognóstico de sua condição. Para isso, no entanto, temos que saber
como identificar o paciente grave na emergência. Logicamente, para isso,
existem diversas escalas de triagem em grande parte dos serviços onde a
demanda supera a capacidade de atendimento imediato dos médicos.
Em geral, elas são eficazes em cumprir seu papel, apresentando boa
acurácia em predizer desfechos adversos a partir de classificação de
queixas dos pacientes ou dos seus sinais vitais e em reduzir o tempo para
atendimento de pacientes graves. Contudo, é importante lembrar que
mesmo as escalas mais completas e validadas não são à prova de erros e
faz parte do trabalho do emergencista saber identificar os sinais e
sintomas de um paciente potencialmente grave em seu serviço.
Vocês também não podem esquecer que o paciente grave deve ser
reavaliado várias vezes e que todo tratamento deve ter seu efeito avaliado
após.
AVALIAÇÃO INICIAL
O nosso primeiro passo é sempre monitorizar o paciente, para obter
valores de pressão arterial, oximetria de pulso e cardioscopia, assegurar
um acesso venoso e avaliar a necessidade de oxigênio suplementar.
Esses três passos são conhecidos como “MOV”: monitorização
multiparamétrica, oxigênio e acesso venoso.
4
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
PRESSÃO ARTERIAL
A pressão arterial (PA) pode ser mensurada de três formas:
manualmente, através do método auscultatório, pelo monitor, através do
método oscilométrico, ou pelo método invasivo, também conhecido
como “PAI” (pressão arterial invasiva), que é o padrão-ouro.
Tabela 1. Indicações da pressão arterial invasiva. Fonte: elaborado pelo autor com base em Medicina
de emergência: abordagem prática, 14a edição, Irineu Tadeu Velasco et al
OXIMETRIA DE PULSO
Tem como função medir a porcentagem de hemoglobina que está no
estado de oxi-hemoglobina, ou seja, ligada ao oxigênio, dentro das
artérias. Ela reflete a porcentagem dada pela relação entre a quantidade
de oxigênio que a hemoglobina está carregando pela quantidade que
ela poderia carregar, ou seja, a saturação de oxigênio (satO2).
Devemos ficar atentos às limitações da oximetria de pulso, as quais
podem gerar erros de mensuração (ver tabela abaixo).
5
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
Tabela 2. Limitações clínicas da oximetria de pulso. Fonte: elaborado pelo autor com base • https://
doi.org/10.1590/S0104-11691999000200011
OXIGÊNIO SUPLEMENTAR
Hoje, de acordo com estudos atuais, nossa tendência é fornecer
suplementação de oxigênio quando necessário, tomando cuidado com a
hiperóxia, ou seja, com seu excesso. Na maioria dos casos, a meta
esperada gira em torno de 93 a 96%. Contudo, em pacientes com risco de
insuficiência respiratória hipercápnica, como os portadores de DPOC, por
exemplo, o alvo cai para valores de 88 a 92%.
SNC E ALTERAÇÕES DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA
Os pacientes podem apresentar alteração de conteúdo ou de nível
(agitação, sonolência, coma) de consciência por diversas causas. Dessa
forma, sempre que possível, é importante buscar a possível etiologia
desencadeante e, se reversível, tratá-la o mais rápido possível. A avaliação
neurológica inicial que explicaremos adiante nos ajuda principalmente
nas causas estruturais, mas devemos também pensar em outras causas
6
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
de alterações da consciência, dividindo-as em infecciosas, metabólicas ou
secundárias à intoxicação.
Após checar a responsividade, em pacientes com pulso e respiração
adequados, podemos utilizar a Escala de Coma de Glasgow para
determinar de forma objetiva o nível de consciência (ela é validada no
contexto de trauma, mas, na prática, também a utilizamos para pacientes
clínicos). Sua pontuação varia de 3 a 15:
7
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
Tabela 3. Escala de coma de Glasgow. Fonte: AMERICAN COLLEGE OF SURGEONS COMMITTEE ON
TRAUMA . Advanced Trauma Life Suport – ATLS. 10 ed. , 2018.
Recentemente, foi proposta a inclusão da avaliação pupilar para
complementar a Escala de Coma de Glasgow. Através dela, podemos
8
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
retirar pontos do escore final conforme a reação pupilar (Pupil Score):
• ausência de reação pupilar: retirar 2 pontos;
• resposta de apenas uma pupila: retirar 1 ponto;
• resposta de ambas as pupilas à luz: não retirar pontos.
Em pacientes arresponsivos, quando não é possível fazer anamnese, é
importante checar pulso, sinais vitais e glicemia capilar, além de coletar
informações com familiares e testemunhas do ocorrido.
AVALIAÇÃO PUPILAR
A avaliação pupilar pode auxiliar na busca de maior esclarecimento sobre
a etiologia da alteração do nível de consciência:
• pupilas puntiformes (< 2 mm): intoxicação por opióide ou lesão
pontina;
• pupilas médio-fixas (4-6 mm): lesão de mesencéfalo;
• pupilas midriáticas (> 8 mm): intoxicação por anfetaminas ou
cocaína ou acometimento do nervo oculomotor;
• pupila fixa unilateral: lesão do nervo oculomotor.
9
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
EXAMES COMPLEMENTARES
• Laboratoriais: pedir hemograma, glicemia capilar, ureia, creatinina,
eletrólitos, hepatograma, exames toxicológicos (se disponíveis e a
história for compatível), urina I, gasometria arterial.
• ECG.
• RX de tórax: auxilia no rastreio infeccioso.
• TC crânio sem contraste: considerar sempre se sinais sugestivos de
lesão focal ou quando a etiologia da alteração não for rapidamente
identificada através da anamnese e do exame físico.
• Punção liquórica: deve ser feita quando não for identificada a
causa, apesar de anamnese, exame físico e exames
complementares iniciais, ou na suspeita de infecção do SNC;
também ajuda na identificação de patologias inflamatórias,
vasculares, infecciosas e neoplásicas.
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS
• Causas estruturais: acidente vascular encefálico isquêmico (AVEi),
hemorragia subaracnoide, hemorragia parenquimatosa, hematoma
subdural, hematoma extradural, neoplasias de SNC, abscesso
cerebral, edema cerebral, etc.
• Causas metabólicas: hipo/hiperglicemia, hipo/hipernatremia,
hipercalcemia, insuficiência adrenal, hipotireoidismo, hipercapnia,
uremia, sepse, encefalopatia hepática.
10
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
• Intoxicações/alterações cerebrais difusas: álcool, infecção,
overdose de drogas, hipotermia, convulsões, etc.
• Causas psiquiátricas.
RESPIRAÇÃO E VENTILAÇÃO
Após checar responsividade e pulso, o próximo passo é verificar se a
respiração está presente e normal. Se não estiver, checar se há obstrução
de vias aéreas. São sugestivos de obstrução:
• presença de estridor laríngeo e sibilos;
• visualização de sangue, vômitos, secreção ou corpo estranho
através de observação direta da cavidade oral em busca de
obstruções físicas;
• sinais externos de trauma.
Após excluir possibilidade de trauma, executar manobras de elevação de
queixo e hiperextensão cervical.
A intubação orotraqueal (IOT) deve ser considerada em casos de
impossibilidade de proteção de vias aéreas, hipoxemia persistente (satO2
< 90%) apesar de suplemento adequado de oxigênio e sinais de esforço
respiratório.
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA
A insuficiência respiratória aguda é definida como a incapacidade do
organismo de realizar trocas gasosas de forma adequada. Isso ocorre por
11
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
disfunção de algum dos componentes do sistema respiratório: parede
torácica, pleura, diafragma, vias aéreas, alvéolos, circulação pulmonar ou
sistema nervoso central.
O exame físico geral e pulmonar bem detalhados são essenciais para
definir os próximos passos e para decidir sobre o tratamento da etiologia
presumida.
Tabela 4. Definição gasométrica de insuficiência respiratória. Fonte: elaborado pelo autor com base
em Medicina de emergência: conceitos e prática médica, 9a edição, Rosen
Tabela 5. Classificação da insuficiência respiratória. Fonte: elaborado pelo autor com base em
Medicina de emergência: conceitos e prática médica, 9a edição, Rosen
Os principais sinais de insuficiência respiratória são:
• dispneia, taquipneia, bradipneia ou, tardiamente, respiração de
Cheyne-Stokes;
12
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
• movimentos unilaterais: pneumotórax, derrame pleural, atelectasia;
• sibilos: broncoespasmo;
• hipoxemia refratária.
HEMODINÂMICA E CIRCULAÇÃO
O exame físico deve identificar, se presentes, sinais de baixa perfusão.
Para isso, são de extrema importância tempo de enchimento capilar,
frequência cardíaca e pressão arterial. O ECG deve ser feito e alguns
sinais indicam gravidade, como:
• FC < 35 bpm;
• taquicardia extrema;
• TEC > 3 segundos;
• pele fria e úmida;
• cianose;
• débito urinário < 0,5 mL/kg/h;
• alteração do estado mental;
• hiperlactatemia, acidose metabólica.
PRESCRIÇÃO MODELO
13
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
1.ABC: estabilizar via aérea e avaliar estados ventilatório e circulatório
enquanto é feita a monitorização multiparamétrica e são obtidos a
oximetria de pulso e os acessos venosos.
2.Imobilizar a coluna cervical em suspeitas de trauma.
3.Dieta zero até a estabilização do quadro.
4.Suplementação de oxigênio:
a.cateter nasal de O2: cada L/min aumenta 3-4% a FiO2, máximo 5-6 L/
min;
b. máscara facial de Venturi: FiO2 pré-determinada 24-50%;
c. máscara facial com reservatório: FiO2 90-100% e altos fluxos de oxigênio;
d. considerar ventilação não invasiva (VNI) se: exacerbação de DPOC com
acidose respiratória, edema pulmonar cardiogênico, IRpA hipoxêmica em
imunossuprimidos, extubação de alto risco (idade > 65 anos, ICC, DPOC);
e. considerar IOT, se necessário, principalmente se alteração do nível de
consciência, falha da terapia de suplementação de O2 escolhida ou VNI.
5. Em caso de impossibilidade de checar a glicemia capilar, prescrever
glicose hipertônica 50% 3 ampolas, em bolus IV, agora (15 g),
empiricamente. Pacientes etilistas ou gravemente desnutridos devem
receber 100 mg IV de tiamina antes do bolus de glicose deve ser para
evitar encefalopatia de Wernicke, caracterizada por confusão mental,
ataxia e alterações de motricidade ocular, choque e coma.
14
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
6. Se hipotensão:
a. Ressuscitação volêmica conforme a suspeita de etiologia;
b. Infusão precoce de vasopressores e inotrópicos positivos se necessário;
• Noradrenalina (1 mg/mL, ampola com 4 mL) 16 mL + SG 5% 234 ml
(concentração 64 microgramas/mL), EV, em BIC. Dose inicial 0,05-0,1
micrograma/kg/min; com ou sem
• Vasopressina (20 unidades/1 mL) 1 mL + SG 5% 19 mL (concentração
1 unidade/ mL), EV, em BIC. Dose inicial 0,03 U/minuto; ou
• Dopamina (50 mg/ 10 mL) 50 mL + SG 5% 200 mL (concentração
1000 mcg/mL), EV, em BIC. Dose inicial 5-15 micrograma/kg/min.
7. Se suspeita de hipertensão intracraniana (HIC): decúbito dorsal
horizontal + cabeceira elevada 30°.
8. Se suspeita de intoxicação por opióides (especialmente se FR < 12 irpm):
a. Naloxone 0,4 a 2 mg IV, em bolus; essa dose pode ser repetida a cada
2-3 minutos até 20 mg;
b. 0,1 mg/kg em crianças, até o máximo de 2 mg, IV, a cada 2-3 minutos.
9. Se suspeita de intoxicação por benzodiazepínicos:
15
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
a. Flumazenil (0,1 mg/mL, ampola com 5 mL) 0,3 mg, IV, em 15 segundos;
essa dose pode ser repetida a cada 1 minuto até 2 mg;
b. 0,01 mg/kg em crianças, até o máximo de 0,2 mg, IV, em 15 segundos.
10. Analgésicos e antitérmicos:
a. dipirona sódica (500 mg/mL) 1-2 g EV 6h/6h até 4h/4h (dose máxima 5
g em 24 horas);
b. dipirona sódica gotas (500 mg/mL) 20-40 gotas VO até 4h/4h;
c. dipirona sódica comprimido 500-1000 mg VO 6h/6h até 4h/4h;
d. paracetamol gotas (200 mg/mL) 25-55 gotas VO até 6h/6h;
e. paracetamol 500-750 mg VO até 6h/6h.
11. Antieméticos:
a.metoclopramida (10 mg/ 2 mL) 10 mg EV, diluídos em água destilada,
até 8h/8h;
b. metoclopramida gotas (4 mg/ mL) 50 gotas VO 8h/8h;
c. metoclopramida comprimido 10 mg VO 8h/8h;
d. bromoprida (10 mg/ 2 mL) 10 mg EV 8h/8h;
16
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
e. bromoprida comprimido 10 mg VO 8h/8h;
f. bromoprida gotas (4 mg/mL) 1-3 gotas/kg VO 8h/8h.
12. Cuidados:
• monitorização cardíaca e oximetria continuamente;
• glicemia capilar na admissão e 6h/6h;
• ECG na admissão.
17
Material Didático
Abordagem inicial do paciente grave
Bibliografia
18
NOSSOS CURSOS
Curso de preparação anual para a fase teórica das provas de
residência médica, incluindo as mais concorridas do estado de
São Paulo, como USP, Unifesp e Unicamp. Conheça as opções:
• Extensivo Base (1 ano): fundamentos teóricos para quem
está no 5º ano da faculdade e vai iniciar a sua preparação
• Extensivo São Paulo (1 ano): ideal para quem quer passar
na residência em São Paulo. Oferece acesso ao Intensivo
São Paulo, liberado a partir do segundo semestre
• Extensivo Programado (2 anos): a opção mais completa
e robusta para quem busca se preparar de forma contínua
desde o quinto ano. É composto por 4 cursos: Medway
Mentoria e Extensivo Base no primeiro ano e Extensivo
São Paulo e Intensivo São Paulo no segundo
Todos os Extensivos oferecem videoaulas completas,
apostilas online, banco com mais de 40 mil questões
comentadas, simulados originais, mapa de estudos,
revisões programadas e muito mais, favorecendo o estudo
ativo e as revisões inteligentes.
CLIQUE AQUI
PARA SABER MAIS
As melhores técnicas de organização e de estudos para as
provas de residência médica, incluindo dicas para direcionar o
seu mindset rumo à aprovação e dashboards para gerenciar o
seu desempenho. Faça como alguns dos nossos mentorados
e alcance rendimento superior a 80% nas provas.
CLIQUE AQUI
PARA SABER MAIS
Intensivos
Preparação direcionada para quem quer alcançar a sua
melhor performance na reta final dos estudos para as provas
de residência médica. Estudo planejado com base em guias
estatísticos, aulas específicas por instituição e simulados para
que você foque no conteúdo que realmente cai na prova que
vai prestar, seja em São Paulo, na Bahia, em Minas Gerais, no
Paraná ou Enare.
CLIQUE AQUI
PARA SABER MAIS
O QUE NOSSOS ALUNOS
ESTÃO FALANDO
ACESSE GRATUITAMENTE
Aplicativo Medway
Estude de qualquer lugar com mais de 41 mil questões de residência
médica comentadas no padrão Medway de qualidade. Crie sua
própria trilha de questões com filtros personalizados e acesse provas
antigas, simulados e apostilas.
CLIQUE AQUI
PARA SABER MAIS
Disponíveis em todas as plataformas de áudio e também no
YouTube. Conheça os programas:
• Finalmente Residente: dicas sobre carreira e entrevistas
com especialistas de diversas áreas que mandam o papo
reto sobre como é cada residência.
• Projeto R1: dicas de estudos, preparação e entrevistas
inspiradoras com quem já passou na residência.
CLIQUE AQUI
PARA SABER MAIS
Blog da Medway
Informe-se com artigos sobre editais, concorrências, notas de
corte, atualizações nos processos seletivos, especialidades e
medicina de emergência.
CLIQUE AQUI
PARA SABER MAIS
FICOU ALGUMA DÚVIDA?
Fala com a gente! Garantimos muita atenção e resposta rápida para
o que você precisar, seja uma dica de estudos, um desabafo ou uma
dúvida em relação aos cursos ou ao conteúdo. Estamos com você até
o final, combinado?
Nós adoramos falar com você. Se quiser ou precisar, é só nos chamar
no WhatsApp!
Lembre-se de seguir a Medway nas redes sociais também! ;)
Grande abraço e sucesso na sua jornada!
SOBRE A MEDWAY
A Medway existe para ser a marca de confiança do Médico. Estamos
sempre com você, principalmente durante a jornada de aprovação
para a residência médica.
Acreditamos que um ensino de qualidade faz toda a diferença na
carreira do profissional de medicina e impacta de forma positiva a
assistência lá na ponta.
Só nos últimos 3 anos, aprovamos 3.600 alunos na residência médica
em todo o Brasil, sendo 61% deles no estado de SP. Em 2022, quase
50% dos aprovados nas instituições mais concorridas de São Paulo
(USP-SP, USP-RP, Unifesp, Unicamp e Iamspe) foram alunos Medway.
Conseguimos isso unindo alguns elementos que são as nossas
marcas registradas: proximidade com os alunos, aulas e professores
excelentes, estudo direcionado e uma plataforma com mais de 41
mil questões comentadas, personalizável para suas necessidades.
Seguimos focados em acompanhar você rumo à aprovação na
residência médica dos seus sonhos, seja na Bahia, em Minas Gerais,
no Paraná, em São Paulo ou em instituições espalhadas pelo Brasil
(Enare).
Com a Medway, o R1 é logo ali!