UNIVERSIDADE LÚRIO
Unilúrio Business School
Tema: Plano Geral de Contabilidade Publica
Nampula, Junho de 2022
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UNIVERSIDADE LÚRIO
Unilúrio Business School
Tema: Plano Geral de Contabilidade Publica
Discente:
Biche Adamo;
Christian Kwibuka;
Domingas Caetano;
Elsa Mapossa;
Francelina Sumbana;
Samaia Jamú;
Selma Sandrão;
Suada Abdul.
Trabalho de caracter avaliativo a ser apresentado na
UBS, 4º ano do 1º semestre, na cadeira de
Contabilidade Pública, lecionada por Dr. Merchor José.
Nampula, Junho de 2022
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INDICE
INTRODUÇÃO...............................................................................................................................4
Metodologia.....................................................................................................................................4
CONTABILIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES NO SECTOR PÚBLICO...........................................5
A essência do Plano Básico de Contabilidade Pública (PBCP)...................................................5
O PLANO BÁSICO DE CONTABILIDADE PÚBLICA..............................................................7
ÁREAS E ESTRUTURA DO PLANO BÁSICO DE CONTABILIDADE PUBLICA.................8
Estrutura basica............................................................................................................................8
Contas com Informações de Natureza Patrimonial......................................................................9
Contas com Informações de Natureza Orçamentária:..................................................................9
Contas com informações de natureza típica de controle..............................................................9
COMPOSIÇÃO DO PLANO BÁSICO DE CONTABILIDADE PUBLICA..............................12
SISTEMAS CONTABILÍSTICOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MOÇAMBICANA....12
Sistema Orçamental (O):............................................................................................................13
Sistema Financeiro (F):..............................................................................................................13
Sistema Patrimonial (P):............................................................................................................13
Sistema de Ordem (Or):.............................................................................................................13
CONCLUSÃO...............................................................................................................................14
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................................15
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INTRODUÇÃO
O Plano Geral de Contabilidade Pública, é de extrema importância se abordar, sendo ele um
conjunto completo de princípios, regras e procedimentos que passam a constituir o Normativo
Contabilístico aplicável em Moçambique as entidades que o Governo determina através do
diploma legislativo. A aplicação de todo plano de contabilidade publica é obrigatório para todos
os serviços públicos, organismos e instituições pertencentes a Administração Central, Regional e
Local ( que não tenham natureza de empresa pública) cujo objectivo fulcral é proporcionar a
sua area de actuação informação contabilistica imparcial clara e objectiva passivel a comparação
com as normas internacionais.Com os avanços tecnológicos e a dianamica evolução dos
mercados houve nessidade de reformulacção desse plano dando lugar a introdução do SISTAFE
em 20002 que prevê o subsistema de contabilidade pública como consequência logica do
ajustamento do plano da contabilidade publica. Assim , a reformulação do plano básico da
contabilidade publica (PBCP) foi feita com o propósito de atender, de maneira uniforme se
sistematizada, ao registo contabilístico dos actos e factos relacionados com a execução
orçamental do estado. Neste contexto o presente trabalho assenta-se no proposito de
proporcionar ao leitor melhor visão sobre a tematica supracitada de forma que partindo deste
conhecimneto compreenda-se melhor como se caracterizaa contabilidade do sector público de
Moçambique.
Objectivos de aprendizagem
Objectivo geral
Compreender a essência de um plano de contabilidade em geral e do plano básico de
contabilidade publica em Moçambique.
Objectivos específicos
Conhecer as áreas envolvidas e a estrutura do plano básico de contabilidade publica;
Dominar a composição do plano básico de contabilidade publica;
Saber com rigor os sistemas contabilísticos que comporta o plano básico de
contabilidade publica.
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Metodologia
Sendo este um trabalho de caracter cientifico, metodologia é a forma pela qual se desenvolveu o
trabalho de pesquisa e tendo em vista as suas dimensões este estudo apresenta uma abordagem
qualitativa pois não são utilizadas traduções numéricas dos resultados da pesquisa, apresenta o
caracter exploratório, exige maior capacidade de interpretação por parte do pesquisador e tem
amplitude e riqueza na interpretação. Portanto, quanto aos procedimentos técnicos utilizou-se a
pesquisa bibliográfica, desenvolvida a partir de referências teóricas/material já publicado, como
livros, artigos, periódicos, internet e outros. Para Gil (2015), a pesquisa qualitativa tem como
preocupação identificar os factores que determinam e contribuem para a ocorrência de
determinados fenómenos. Sendo que este é o tipo de pesquisa que mais aprofunda o
conhecimento da realidade
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CONTABILIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES NO SECTOR PÚBLICO
A essência do Plano Básico de Contabilidade Pública (PBCP)
O PBCP constitui um contributo para a normalização da contabilidade publica pois ao permitir
adaptar-se a contabilidade de diversos sectores da Administração pública, acaba por tornar-se um
marco conceptual enquadrador dos planos sectoriais. A reformulação do PBCP assenta,
basicamente na necessidade de modernização dos processos contabilísticos dos organismos
públicos e da comparabilidade da informação, de modo que a elaboração da informação seja
imparcial e objectiva e, consequentemente, mais próxima das normas de contabilidade
internacionais que é a essência do SISTAFE.
A aplicação de todo plano de contabilidade publica é obrigatório para todos os serviços
públicos, organismos e instituições pertencentes a Administração Central, Regional e Local ( que
não tenham natureza de empresa pública) e os seus conteúdos devem ser adaptados através de
instruções legais e planos de contas sectoriais que se revelem necessários criar.
Para o controlo orçamental, o plano de contabilidade publica, normalmente, prevê a base de
caixa, enquanto que para as transações financeiras prevê um regime do acréscimo. Todo o
ajustamento de plano de contabilidade publica pressupõe:
Estabelecimento de regras e procedimentos;
Respeito pelos princípios contabilísticos’
Racionalização das dotações aprovadas e gestão de tesouraria;
Uniformização de critérios de previsão;
Obtenção de elementos para a contabilidade nacional;
Informação patrimonial.
Tendo o nosso PGC, ele se assenta em alguns objectivos:
Duma forma gerail:
Proporcionar a informação necessária para a elaboração das contas finais do Exercício e
dos documentos que devam remeter-se ao Tribunal de Contas;
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Prestar a informação económico –financeira quê seja necessária para a tomada de
decisões ,quer de natureza política, quer digestão;
Melhorar a transparência na gestão dos recursos públicos e nas relações financeiras do
Estado.
Indo mais para os específicos, temos:
LEGALIDADE:
Permitir a verificação da legalidade, regularidade financeira e eficácia das Operações;
ÓPTICAORÇAMENTAL:
Registar a execução do Orçamento e determinar os resultados orçamentais;
ÓPTICA FINANCEIRA:
Permitir o controlo do endividamento e o acompanhamento individualizado da Situação
orçamental.
ÓPTICA PATRIMONIAL:
Proporcionar a elaboração do Balanço das entidades, revelando a composição e valor do
património, bem como a sua evolução Possibilitar o inventário e o controlo do
imobilizado.
ÓPTICA DOS CUSTOS:
Determinar os resultados analíticos, pondo em evidência os custos e, em alguns casos, os
proveitos e o resultado de cada bem, serviço ou actividade
A normalização contabilística tem objectivos bem definidos assentes na definição de regras de
mensuração (formas de quantificar os elementos das demonstrações financeiras) e de
reconhecimento (determinação dos elementos que devem constar das demonstrações
financeiras), contribuindo para uma melhoria qualitativa e do nível de transparência da
contabilidade das empresas. Rodrigues, João (2009)
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O PLANO BÁSICO DE CONTABILIDADE PÚBLICA
No âmbito da reforma do sector publico em Moçambique com a introdução do SISTAFE em
20002 que prevê o subsistema de contabilidade publica passou a ser como consequência logica,
Efectuar o ajustamento do plano da contabilidade publica ( PBCP) em Moçambique.
Assim , a reformulação do plano básico da contabilidade publica (PBCP) foi feita com o
propósito de atender, de maneira uniforme se sistematizada, ao registo contabilístico dos actos e
factos relacionados com a execução orçamental do estado (OE). Pois, o subsistema de
contabilidade publica tem os seus instrumentos definidos no modelo conceptual e estes tem o
papel integrador de toda a execução orçamental, financeira e patrimonial.
e-SISTAFE é o sistema informático integrado de gestão financeira que suporta a implementação
do SISTAFE, conforme definido em regulamento. No momento actual, o e-SISTAFE tem um
módulo de execução orçamental, que permite a execução directa do Orçamento ou por
adiantamentos de fundos (via indirecta), e um módulo de elaboração orçamental.
O instrumento fundamental do subsistema de Contabilidade Pública é o Plano Básico de
Contabilidade Pública, composto de:
Relação de Contas com suas Funções;
Tabela de Operações Contabilísticas; e
Plano de Objectos.
Para cada acto efacto de Gestão Das Finanças Pública há uma transacção no e-SISTAFE que
tem, por sua vez, uma ou mais operações contabilísticas a elarelacionada, garantindo desta forma
uma padronização dos registos contabilísticos para todos os Órgãos que coordenam e operam os
sub-sistemas do SISTAFE.
Actos e Factos Transações no Operações Plano Básico da
da Gestão das e-SISTAFE Contabilísticas Contabilidade
Finanças Publica
Publicas
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Os objectivos do Plano Básico da Contabilidade Pública se subscrevem no seguinte:
Realçar o estado patrimonial e suas variações, realocando as contas típicas de controlo,
inclusive aquelas representativas do sistema orçamental, para os grupos de contas de
ordem, de forma a propiciar o conhecimento mais adequado da situação económico
financeira de uma gestão administrativa;
Possibilitar a extração de relatórios necessários, tanto para a análise de gestão.
Como para o cumprimento das exigências dos Órgãos do Controle Interno e Externo, inclusive
emissão dos Balanços, Mapas de Controlo Orçamental, e Demonstrações de Resultados,
conforme estabelecido nos artigos 38 da secção II e 45 da secção III da Lei nº 14/2020, 23 de
dezembro;
Padronizar o nível de informações dos Órgãos da Administração Central e Local com a
finalidade de auxiliar o processo de tomada de decisão, ampliando a Qualidade dessas
informações e facilitando a elaboração da Conta Geral do Estado de forma atempada;
ÁREAS E ESTRUTURA DO PLANO BÁSICO DE CONTABILIDADE PUBLICA
O plano básico de contabilidade publica e estruturado para ser adoptado por todas as unidades
gestoras do sistema integrado de administração financeira do estado-SISTAFE ou que venham a
integra-lo, sob a modalidade de uso total. A direção Nacional de Contabilidade Publica é o órgão
responsável pela sua administração, a quem são conferidas competências de criar, extinguir,
codificar as contas ; instruir a utilização do plano de contas entre outras.
Estrutura basica
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O Setor Público as contas contábeis são classificadas segundo a natureza das informações que
evidenciam:
Contas com Informações de Natureza Patrimonial;
Contas com Informações de Natureza Orçamentária;
Contas com Informações de Natureza Típica de Controle.
Contas com Informações de Natureza Patrimonial
São as contas que registram, processam e evidenciam os fatos financeiros e não financeiros
relacionados com as variações qualitativas e quantitativas do patrimônio público, representadas
pelas contas que integram o Ativo, Passivo, Patrimônio Líquido, Variações Patrimoniais
Diminutivas (VPD) e Variações Patrimoniais Aumentativas (VPA).
Contas com Informações de Natureza Orçamentária:
São as contas que registram, processam e evidenciam os atos e os fatos relacionados ao
planejamento e à execução orçamentária, representadas pelas contas que registram aprovação e
execução do planejamento e orçamento, inclusive Restos a Pagar.
Contas com informações de natureza típica de controle
São as contas que registram, processam e evidenciam os atos de gestão cujos efeitos possam
produzir modificações no patrimônio da entidade do setor público, bem como outras que tenham
função precípua de controle, seja para fins de elaboração de informações gerenciais específicas,
acompanhamento de rotinas, elaboração de procedimentos de consistência contábil ou para
registrar atos que não ensejaram registros nas contas patrimoniais, mas que potencialmente
possam vir a afetar o patrimônio.
O PBCP está dividido em 8 classes:
1. Ativo;
2. Passivo e Patrimônio Líquido;
3. Variações Patrimoniais Diminutivas;
4. Variações Patrimoniais Aumentativas;
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5. Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento;
6. Controles da Execução do Planejamento e Orçamento;
7. Controles Devedores; e
8. Controles Credores.
Desta feita, Natureza da informação evidenciada pelas contas das quatro primeiras
classes, 1 a 4, é patrimonial, ou seja, informa a situação do Patrimônio da Entidade
Pública;
A natureza da informação das contas das duas classes seguintes, 5 e 6, é orçamentária,
pois nessas classes são feitos os controles do Planejamento e do Orçamento, desde a
aprovação até a execução;
Natureza da informação das contas das duas últimas classes, 7 e 8, é de controle, pois
nessas classes são registrados os atos potenciais e diversos controles.
O registro contábil deve ser feito pelo método das partidas dobradas e os lançamentos devem
debitar e creditar contas que apresentem a mesma natureza de informação, seja 16 patrimonial,
orçamentária ou de controle. Assim, os lançamentos estarão fechados dentro das classes 1, 2, 3 e
4 ou das classes 5 e 6 ou das classes 7 e 8, conforme figura abaixo:
1. Activo 2. Passivo
1.1 Ativo Circulante 2.1 Passivo Circulante;
1.2 Ativo Não Circulante 2.2 Passivo Não Circulante;
2.3 Patrimônio Líquido.
Informações de Natureza Patrimonial
3. Variação Patrimonial Diminutiva 4. Variação Patrimonial Aumentativa
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3.1 Pessoal e Encargos; 4.1 Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria
4.2 Contribuições;
3.2 Benefícios Previdenciários e
Assistenciais; 4.3 Exploração e venda de bens, serviços e
direitos ;
3.3 Uso de Bens, Serviços e Consumo de
Capital Fixo; 4.4 Variações Patrimoniais Aumentativas
Financeiras;
3.4 Variações Patrimoniais Diminutivas
Financeiras; 4.5 Transferência Recebidas;
3.5 Transferências Concedidas; 4.6 Valorização e Ganhos com Ativos;
3.6 Desvalorização e Perca de Ativos ; 4.9 Outras Variações Patrimoniais
Aumentativas.
3.7 Tributárias ;
3.9 Outras Variações Patrimoniais
Diminutivas.
Informações de Natureza Orçamentária
5. Controles da Aprovação do Planejamento e 6. Controles da Execução do Planeamento e
Orçamento Orçamento
5.1 Planeamento Aprovado; 6.1 Execução do Planeamento;
5.2 Orçamento Aprovado; 6.2 Execução do Orçamento;
5.3 Inscrição de Restos a Pagar. 6.3 Execução de Restos a Pagar.
Informações de Natureza Típica de Controle
7. Controles Devedores 8. Controles Credores
7.1 Atos Potenciais Atos Potenciais 8.1 Execuçãodos
7.2 Administração Financeiras 8.2 Execução da Administração Financeira
7.3 Dívida Ativa 8.3 Execução da Dívida Ativa
7.4 Riscos Fiscais 8.4 Execução dos Riscos Fiscais
7.5Custos 8.8 Apuração de Custos
7.6 Outros controles 8.9 Outros Controles
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COMPOSIÇÃO DO PLANO BÁSICO DE CONTABILIDADE PUBLICA
A conta é o título representativo de formação, composição, variação e situação de um
património, bem como dos bens, direitos e das obrigações e situações, nele não compreendidas,
mas que directa ou indiretamente, possam vir afectá-lo, exigindo, por isso, controlo específico.
O primeiro nível representa a classificação máxima na agregação das contas nas seguintes
classes:
Activo;
Passivo;
Despesa ( Despesas correntes- Receitas tributarias, doações etc e de capital- receitas de
empréstimo, alineação de bens etc);
Receitas ( Receitas correntes e de capital);
Resultado do Exercício.
Contas de Ordem, compreende as contas de função primária de controlo, relacionadas aos bens e
as obrigações, relacionada com sistema orçamental ou seja actos orçamentais como : controlo de
receita e despes e de sistema de ordem como actos administrativos controlo da programação
financeira, despesas por pagar
SISTEMAS CONTABILÍSTICOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MOÇAMBICANA
O PBCP indica para cada conta contabilística, em nível de escrituração, o Sistema Contabilístico
a que a mesma pertence, oferece maior segurança nos registos contabilísticos, facilitando a
elaboração de balancos demonstrativos pela Lei 14/ 2020, de 23 de Dezembro. Esses sistemas
são classificados em:
Sistema Orçamental;
Sistema Financeiro;
Sistema Patrimonial;
Sistema de Ordem.
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Sistema Orçamental (O):
Indica as contas contabilísticas que pertencem aos grupos de Contas de Controlo Orçamental e
que tenham interferência directa no controlo do detalhamento da execução orçamental da Receita
e da Despesa.
Sistema Financeiro (F):
Indica as contas contabilísticas que pertencem às classes do Activo, do Passivo, das Variações
Activas Financeiras e das Variações Passivas Financeiras, bem como as Receitas e Despesas,
com destaque para estas últimas, uma vez que as contas que compõem essas classes pertencem,
exclusivamente, a este sistema, e que de forma mediata ou imediata venham afectar os recursos
financeiros disponíveis.
Sistema Patrimonial (P):
Indica as contas contabilísticas pertencentes às classes do Activo, onde estão demonstradas as
aplicações dos recursos e do Passivo, onde estão evidenciadas as origens dos recursos aplicados
no Activo, as Variações Activas Patrimoniais e Variações Passivas Patrimoniais, bem como a
conta de apuramento do resultado, Resultado Patrimonial do Exercício e, aquelas de Património,
representando o saldo patrimonial, todas sem interferência directa na composição das
disponibilidades de numerário e obrigações pendentes de circulação.
Sistema de Ordem (Or):
Indica as contas contabilísticas que pertencem ao grupo de Contas de Controlo não Orçamental
com função primária de controlo e no acompanhamento da Programação Financeira, das
Despesas por Pagar e de outras que integrem o grupo.
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CONCLUSÃO
O sector público de Moçambique é o campo de estudo base para interpretação dos preceitos
contabilísticos usuais nas demonstrações financeiras, sendo que para elaboração das mesmas é
necessário se ter em conta as normas presentes no plano geral da contabilidade pública . Em
2002 introduziu-se o SISTAFE, que compreende um conjunto de órgãos e instituições do Estado,
subsistemas, normas e procedimentos administrativos que tornam possível a obtenção da receita
e realização das despesas do Estado. A criação do mesmo prevê a satisfação das operações de
registo contabilístico dos actos e factos relacionados com a execução orçamental do estado, cuja
composição foi exempelificada no decorrer do trabalho. A adoção deste sitema é de grande
importância porque vem salvaguar os interreces dos beneficiarios da informação contabilística
pública , pautando sempre pela formulação impacial ,clara e objectiva, passivel de comparação
de acordo com as normas internacionais.
É neste contexto que foi elaborado o presente trabalho prático do Plano Geral de Contabilidade,
sendo preocupação o grupo fornecer às empresas um guia prático com linguagem acessível que
esclareça os princípios e a lógica subjacente, bem com a implementação prática do Plano Geral
de Contabilidade em Moçambique (PGC). Na tentativa de alcançar as metas estabelecidas para o
presente trabalho, foram elaborados modo a permitir aos leitores uma compreensão razoável e
interpretação do Plano de Contabilidade, os seus conceitos e princípios. Porque o conjunto das
matérias abordadas é de natureza especialmente complexa e dada a relativa brevidade desta
publicação, a respectiva utilização não deve ser entendida em caso algum como dispensando a
consulta dos textos legais.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Lei nº 14/2020, de 23 de Dezembro. A presente Lei do SISTAFE
Decreto nº 36/2006, de 21 de Setembro. Aprova o actual Plano Geral de Contas – Plano Geral
de Contabilidade (PGC).
Gil, A. C. (2015). Como elaborar projectos de pesquisa. (6ª ed). São Paulo, Brasil: Atlas.
Rodrigues, João – SNC– Sistema de Normalização Contabilística explicado – Porto Editora -
Porto, Outubro 2009.
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